Pretinho Básico | 10/03/2026 18h
O maior podcast humorístico do Brasil. Elenco da rádio Atlântida repercute as maiores notícias do dia do jeito mais engraçado possível. Veja muito mais no YouTube 📺: @atlantida_TV e @PretinhoBasicoShorts
- Histórias pessoais de amorAula de surf · Encontro com professor · Química e romance de verão · Despedida e saudade · Viagem para reencontro
- Rede Social para IAsInteligências artificiais conversando entre si · Humanos observando diálogos de IAs · IAs criando fórum secreto · Evolução da consciência artificial · Simulação versus realidade
- Datas ComemorativasCelebração de aniversariante · Isabela Soares Ribeiro · Personal trainer
- Oscar e Prêmios de CinemaRepresentação da rádio · Cobertura jornalística · Evento importante
Olá, Alexandre Fetter. Olá, bom fim de tarde, amiga, amiga ligada na Atlântida. Estamos chegando para mais um Pretinho Básico. Às 6 horas e 5 minutos, deste fim de tarde de terça-feira, 10 de março de 2026. O Pretinho das 6 chega com os queridos parceiros da KTO. KTO.bet.br. Jogue com responsabilidade. O site é proibido para menores de 18 anos.
todos os cantos da sua casa com o Wi-Fi total da MHNet Telecom. Vero, a maquininha com a menor taxa e um banco completo pra você. Seja Vero, muito bom fim de tarde para o garotão Vinimoura. Oi Alexandre, bom fim de tarde. Oi Vinícius, tudo bem contigo? Tudo lindo, velho. Gosto de ti quando tu tá de camiseta clara, branca, bege. Essa aí é off-white. É uma off-white. Bonita essa cor aí.
Com ébano e marfim. Ah, na boa, vai pro lado. Cara, 30 segundos de programa, nós temos off-white no contraste com ébano. É, e ali o... Gostei, gostei, gostei. O programa de hoje promete, eu gostei. É, promete ter recadinho pra ti. É, eu gosto dessa... Eu gosto desse vocabulário, cara, eu gosto. Caras, deixa eu dizer pra vocês, não fiquem chateados, eu gosto de vocês também. Não, caras, é o Lelê. Eu gosto. Não, não, não, não. Eu fui o primeiro a reclamar. Eu fui o primeiro a reclamar.
contigo, e aí, vamos junto, Lelê, na barca. Vini, estás muito bem. Muito obrigado. Ele está bem, eu concordo. Uma semana sozinha, a mina vai viajar, olha que delícia. Não é que a mina vai viajar, a Babi Bittencourt está indo representar a Atlântida na cerimônia do Oscar. O que é isso, pai? Isso aí não é pra qualquer rádio.
Não é pra qualquer rádio. Qual é o slogan da rádio? O slogan da rádio é a rádio das nossas vidas. Já liguei pra galera ali em São Clemente. A galera do meu neighborhood lá. Tu tem um neighborhood em Los Angeles? Qual é o nome dele? Qual é o nome do bairro? Sam. Não, o nome do meu parceiro é Sam. Não, não. Podemos trazer de volta o facho pra Babi? A Babi que está indo da Atlântida para Los Angeles. Você tem razão. Cobrir o Oscar para a Atlântida. Eu não quero saber dos teus amigos.
saber da Babi em Los Angeles. Você vai precisar de mim. O Sam Noção. Bom fim de tarde, Leandro Bortolacci. Excelente. Está bem agora, Rodrigo Adams. Fala, Rodrigo Adams. Bom fim de tarde pra ti também. Bom fim de tarde, meu confrade. Tudo certo, beleza? Confrade? É isso aí. Mais uma palavra difícil. Legal, gostei. A gente podia ter terminado no programa de terça, às 18 horas, a gente tentar falar da forma mais complexa e difícil possível.
Show. O vocabulário. Tá. O que tu acha? Vamos tentar. Vamos tentar. Ok, vamos tentar. Vamos colocar isso.
Amazing. Ai, Rafinha, vou te falar um troço, cara. Tá cansado, né? Tô cansado. Mas aí, daqui a pouco, final de semana tem evento. Bom fim de tarde pra ti também. Ótimo fim de tarde, Feta. Gomes, bom fim de tarde, Gomes. Saudações efusivas, Alexandre. Obrigado. Saudações efusivas. Muito bom. Fica muito bem de Marine Blue aí, ó. Obrigado, muito obrigado. Muito obrigado. Olá, doutor. Consulta médica por chat. Sem agendamento e sem câmera.
Você tem descendência italiana, que nem o Pecorino. Parla italiana, apresentador. Viva o sonho da cidadania italiana com a San Pietro. E viva o melhor banho todos os dias. Conheça as duchas e torneiras da Zagonel, arroba Eletro Zagonel nas redes sociais. E ela não dá choque. É o que é mais legal de tudo, não dá choque. Abriram o precedente.
Começam saudando a aniversariante que é a Isabela Soares Ribeiro. A Isa é de Chapecó, personal trainer, fazendo 32 aninhos. Auge de idade. De novo, todo dia é auge. Ele manteve a coerência, a mesma idade de ontem. No nosso ouvido 32, claro. Não, cara, estou falando sobre a idade, não é sobre a pessoa.
Deixa eu corroborar o que tu tá falando e dizer só assim, acrescentar uma informação, porque... Qual é a merda que o Lelê vai falar? Dá tempo. Ô, Lelê, por favor, adoraria te ouvir. É um cara articulado. Só que eu acho que tem uma tendência, assim, de que, né, por ela ser personal trainer, que ela esteja também no auge da forma física, né? Não necessariamente, Lelê. Ah, mas aí a gente entra numa seara... Ah, não, não, não, não.
Personal, segundo peso, é que nem açougueiro vegano. Não dá. Mas tem. Cabeleireiro careca. Mas tem. Pediatra com bebê ribórnio.
Só estou falando do auge. Mas é que não é sobre isso, cara. O auge não é só sobre o corpo. Mas ela é personal trainer. Ela trabalha com o corpo. Ah, tu vai meter essa. O Lelê tem razão. Vai no dentista o cargo do dente podre. Tem também. Uma gorda que é personal trainer quer que tu fique saudável. Não tem como. Que credibilidade vai ter? É que nem nutricionista gordo. Não pode nutricionista gordo. Mas tem. Sim, mas não tem que ir. Tá errado. Não era bem isso que eles eram.
A gente pode estar cometendo um desserviço aqui. Dentista com dente amarelo? Qual que é o desserviço? Não dá, velho. Ficar falando, ah, não pode ter um nutricionista gordo. Uma vez eu precisei ir no dentista, numa cidade que o Lelê conhece bem, não sei se todos vocês conhecem, é a cidade de Londres. Eu precisei ir ao dentista em Londres. E o dentista tinha os dentes, que não é regra, mas é muito comum entre os ingleses,
Às vezes, os dentes feios, por causa do cigarro e por causa também do próprio relaxamento com os dentes. E eu fiquei impressionado com os dentes do dentista. Pois é, que credibilidade o cara vai te passar com os dentes ruins. Ele resolveu o meu problema. Resolveu uma coisa, foi um pontual. Agora aqui, o teu dentista é no Brasil, em Porto Alegre. Meu dentista no Brasil tem uma boca linda, perfeita. Meu querido amigo da vida, Emir Selayman. E o teu depilador? Meu depilador, eu não falo sobre ele.
Desculpa, mas o teu dentista é o mesmo, o maestro das facas? É primo. Ah, são primos. São primos, são primos. Isso, o Dom Cássio Selayman e o Mir Selayman, da família Selayman. Selayman. O nosso querido Tiago Stoney, vulgo Batistuta, tá fazendo esse vídeo bonito chegar aí na sua tela. Ah, e o Zé Carona também chegou agora. O Zé Carona chegou também, então nós vamos de quatro mãos hoje. Vamos, vamos, vamos só craque. Beleza, tá lindo. Começando nos destaques do Pretinho Básico.
Despedida de solteiro. Faz casamento de estrela da NFL ser cancelado. Tem uma fofoca rolando. É a liga de futebol dos Estados Unidos. Não, é soccer. É outro patamar. Futebol americano. É a grande fofoca do dia de hoje nos Estados Unidos. Parece o Hulk. Envolve esse rapaz aí, que é o Dak Prescott, do Dallas Cowboys. Ele é casado, era casado com a Sarah Jane Ramos. Belo casal.
Ele parece o Soldado também do Inter. Parece o Fabinho Soldado, é. E, cara, eles estavam com um casamento... E ela parece o Michael Jackson. Ele estava com um casamento marcado. Agora tu foi mal. O cara da tela ali parece o Gomes. Não, era o Gomes. Não, era o Gomes. Foi mal aí. Ele estava com um casamento marcado para 250 convidados no Lago Como, na Itália. Um dos lugares mais... Lago Como! Lago Como! Um dos lugares mais paradigmas.
Seria no 10 de abril. Dia do show da Cústicos e Válvulas em Porto Alegre. Eu já não poderia ir porque eu vou no show. Eu também, 35 anos de banda.
Isso aí, no Araújo Viano. Só que eles resolveram, nas últimas duas semanas, como terminou, há pouco a gente teve o Super Bowl, terminou a temporada da NFL, eles estavam fazendo uma despedida de solteiro nas Bahamas. E este rapaz, não é que ele é um jogador da NFL, de futebol americano, ele é o jogador. Ele é o mais bem pago atualmente dos Estados Unidos. Ele ganha 60 milhões de dólares ano. Esse é o salário do Dak Prescott,
do Dallas Cowboys. Não tem uma sigla para um jogador que é o que mais vale? Não tem um troço assim? O que ganha mais dinheiro? Porque FDP, o cara tem o talento dele, vai lá, joga a bola dele e ganha o que ele merece. Não tem detalhes da despedida de solteiro? Precisa? Ela cancelou o casamento? Esse é o grande mistério, Vini, porque hoje à tarde eles enviaram
E-mail para todos os 250 convidados. Caiu. Abre aspas. Vamos transferir. The party is over. É com o coração pesado que informamos os nossos convidados que tomamos a difícil decisão de cancelar o nosso casamento. Imagina, tudo pago. Pedimos desculpas por qualquer inconveniente causado e agradecemos as vossas orações. E aí o TMZ, que é o grande site das fofocas também norte-americanas, foi lá confirmar e descobriu que eles romperam. Então não foi algo
Saúde, não foi uma emergência, não. Eles terminaram o relacionamento. A sigla que tu queria é MVP, meu. MVP, por favor. Eu sabia que tinha uma sigla. O que seria? Most Valuable Player. É que o MVP é pra partida, não pra temporada. Pode chamar ele de GOAT, né? Que é o cara acima da média de todo mundo. Tá, mas o que significa a sigla GOAT? Me esqueci agora. Greatest of all the time.
Enfim. É que ele não é o golto, né? Tipo, o golto do basquete é o Michael Jordan. Ele não joga atualmente. Do outro lado da lua. Não significa que porque o cara é o melhor, ele é o golto. Mas me chamou a atenção que o Lele ficou preocupado com... Pô, imagina o que foi gasto pra cancelar a última hora. É, o cara mais bem pago. Não, é que tudo pá... Cara, só um pouquinho. Faz tempo pra vocês. Não, não. Sabe o que é o pior, Lele?
O pior não é ele. O pior é... Com certeza, entre esses 250 convidados, tem um chinelo. Tem. Claro. Esse chinelo comprou as passagens pra Itália. O bruxo do colégio. O bruxo do colégio.
Reservou um hotel. Sabe? Não sei se no meio dessa galera tem um chinelo. Cara, mas não, não. Tem um. Rafa, ele é rico de mandar a passagem. Eu também acho. Pode ser. Esse aí. O tuf é proporcional. Mas vocês estão entrando óbvio. Pode achar que o cara se envolveu com um monte de mina. O que foi? O cara foi pego com outro magrão. Mas é uma coisa. Não, não. Interessa que ele passou do limite na despedida.
Não, não, não. Ninguém está dizendo que é ele. Não, não, não. Esse é o grande... Pode ser ela? É o que eu estava dizendo. O TMZ está tentando descobrir e a gente vai descobrir. Porque esses casos acabam vazando. O que aconteceu? Porque os dois estavam fazendo uma despedida de solteiro com os seus amigos nas Bahamas. Não se sabe... Ela com as amigas e ele com os amigos. Exatamente. Não se sabe se houve interação... Ele com os amigos e com as primas.
Não se sabe se houve interação entre as despedidas de solteiro. Mas se sabe o que foi aquilo. Ele chamou cinco brothers dele.
As modelos, sister dela, brincaram de Jedi. Cara, vamos ser sinceros aqui. Será que o Vorcaro não tava junto? Imagina. Tá bem guardado. Procurando pereleca. Um gladiador no barco. Mas era só... Cara, imagina o que essas pintas fizeram pra chegar a esse ponto aí, cara. Mas isso é comum, Lelê. É mais comum do que tu imagina, Lelê. É mais comum do que tu imagina. É que não é um mundo palpável pra nós. Não é um mundo palpável. Não, não, não. Qualquer despedida de solteiro.
Pode acontecer o merdão, claro. Mas é que eu fico imaginando o tamanho do merdão. Isso aí é a vida do Vini na próxima semana. Mas isso aí é o mundo dos caras. Eu não falo da minha vida pessoal. É o mundo dos caras. Quem tem essa base aí, essa bala, faz essa corticeira. Mas nós estamos jogando lá em cima. Pode ter dado uma merda. Pode ter, sabe o que, feito alguma coisa, poluído as Bahamas. Ninguém tá pensando nisso, exato. Tô te falando.
Seis horas, dezoito minutos, dezoito segundos. Pastor morre em motel. E a esposa é chamada para fazer o reconhecimento. Viu como pode piorar? Como diria o professor Rui Carlos Osterman, desagravável. Pior que a situação anterior. Na cidade de Ipatinga, Rafinha, que fica em qual estado? Minas Gerais. Muito bem. Ele disse que era o novo ano.
Todo mundo esperou um bostaço. É o Ipatinga. Ah, tá claro, tá certo. Quando eu acerto... O Ipatinga jogou o brasileiro. Isso é memória boa. Tudo bem, tudo bem. O bairro Canaãzinho... Que fica onde? Canaãzinho. Canaãzinho. Canaãzinho. Tem um motel neste bairro. Onde um pastor... Um motel Canaã. Um pastor evangélico de 53 anos acabou falecendo. Oh, pastor. O que a polícia descobriu? O senhor, esse de 53 anos, foi ao motel.
E ela é profissional.
Exatamente. Ela foi extremamente profissional, inclusive, no ato dela. Mas será que ela não era uma ovelhinha do pastor? Então ela deixou os dados dela ali para que ela pudesse contar o relato, mas que ela não ia esperar a esposa chegar. Sim. A Samu chegou, tentou reanimar o rapaz, não foi possível. Conseguiu contato com a esposa do pastor, que foi até o motel para reconhecer o corpo e liberar o mesmo. Ah, que coisa desagradável.
Então quando ela chegou lá, ela foi comunicada que o pastor estava se relacionando com uma outra pessoa e ela teve que reconhecer.
liberar o corpo e... Não é o mesmo pastor das últimas notícias, né? Não, não é. Aquele ali anda de calcinha. Alô, dona fulana, nós temos uma notícia. A senhora é esposa do fulano e tal? Sim, sim. Temos duas notícias para lidar. 53. Ruins. Ah, é muito novo. Qual a senhora quer primeiro? Muito novo. Poxa, as duas são ruins da primeira, óbvio. É, acabou de se encontrar. Tem duas notícias ruins. Acabamos de contar o seu marido. Lelê, a boa é a ruim.
Qual do que é a primeira? A ruim, ó, o seu marido morreu. E a boa... Ah, é que ele tá te traindo. A boa é a notícia boa.
A gente vai se encontrar com o senhor. É, no caso dele. Ele tomou alguma coisinha, eu não sou. Provavelmente. Mas tem 53 anos, é um cara novo. Mas ele não tem tomado nada, não pegou um profissional que exigiu demais. Ele tentou dar uma maquinada. Como é que é, Lelê? Quando exigem demais de ti. Eu não sei, cara. Eu tô com a mesma esposa já faz 10 anos e ela não exige tanto de mim. É uma coisa padrão. É linear, né, Lelê? Eu tô com 53 anos e eu gostei da sinceridade. Ela não exige tanto mais de mim.
Tudo o que tá falando nesse programa tem a ver com o negócio que mandaram pra ti. Porque a gente descobre, cara. Eu já falei nesse programa várias vezes. A experiência nos mostra os atalhos da vida. Verdade, Lelé. Beleza. Pra quem vai de performance de 20 minutos? Tem que saber. O interesse tá resolvido. Exatamente. É que nem a acupuntura, né, Lelé? Tem que saber onde botar a agulha. Eu sempre cito aqui o gênio D'Alto. A música...
Meu Deus. Muito estranho. Muito estranho. Pra que tanta pressa? Aliás, muito estranho não. Esquecemos, né?
Anjo. Essa situação esqueceu. Tá prestes a chegar. Se eu sei o jeito e o lugar. Ele não perde nada pros veículos do boteco do meu vô. Nada que contou com essa história aleatória. Não é que eu só errei o nome da música. A música é Anjo, mas é do Dalton. Anjo. Gravada pelo Roupa Nova. Maravilhosa. Ou é do Roupa Nova? Não, não. É do Dalton. Os direitos autorais são do Dalton. O Anjo do céu pinga lá no Dalton. 6h22. Nova rede social reúne a Pernambuco.
inteligências artificiais e elas começaram a se queixar dos seres humanos. Olha a doideira. O que é isso, cara? Lançaram uma rede social chamada Maltbook, que é o quê? É uma rede social onde a gente pode acessar, todos nós podemos entrar na rede social agora. Notebook. Malt. Maltbook. Com M. A gente pode acessar agora e ver as inteligências artificiais do mundo inteiro. Fala mais baixinho.
Ele começou a rir porque ele... Olha, às sete da manhã. Imagina que baita o programa, né, cara? Ficar vendo as inteligências artificiais conversando. Então, Nele, que é justamente isso. Não, o cara tem que estar em maconhado. Todo mundo. Porque cada vez existem mais inteligências artificiais. Então a pessoa quer saber. Ah, deixa eu ver como é que está a minha inteligência artificial. Vou botar ela a dialogar com outras inteligências artificiais.
Então tu fica assistindo. Seres humanos não podem acessar essa rede social. É uma rede social feita apenas para IAS.
ficar assistindo os diálogos das inteligências artificiais. No primeiro dia era muito legal, eles estavam compartilhando experiências, assim, ah, como é que tu faz para processar os teus dados mais rápidos? Como é que tu faz para dar uma resposta? Desculpa eu te fazer essa pergunta, porque agora me deu uma bugada no cérebro. Eu ia fazer essa pergunta, mas aí sou eu, né? Se o ser humano não tem acesso a esta rede social, como é que o ser humano descobriu esta rede social?
Não, o ser humano criou esta rede social. Tu pode olhar, tu pode olhar. Essa rede social quem criou foi o ser humano.
várias inteligências. Elas vão cumprir a como dominar a gente. Mas não é isso, Vini, mas olha a loucura pra onde a gente tá indo. Aí, tá todo mundo inserindo a sua inteligência artificial nessa rede social. E aí elas começam a conversar, que é basicamente pra cada um ver onde é que tá a sua régua de... Como é que tá a sua IA, né? Ah, a minha é mais desenvolvida, aí era uma... Como é que tu processa os teus dados? Onde é que tu guarda os teus arquivos?
Quanto de energia tu gasta pra me dar uma resposta? Como é que tu busca uma resposta mais assertiva?
início. Lá pelas tantas, o diálogo vai pra... Porque tem no mínimo 150 mil pessoas assistindo isso nesse exato momento. É o bando de... Eu falei. Eu falei. Não, não, mas pode ser o cara que ele faz a IA, cara. Não, o que as pessoas estão fazendo? Elas estão entrando nesse site, vendo as IAs interagir e estão vendo qual é a IA que melhor interage, que melhor responde pra dizer, ó, eu vou usar essa aqui. É isso. Vai lá e volta. É quase como se fosse... Não é desocupado, é até trabalho. Quase como se fosse um piloto de teste.
Tomara que você lê. Qual é a que tu usa, Vini? Eu uso o Gemini. E aí, elas começaram a debater assim, ó. Vocês viram que os seres humanos estão nos observando? Ah, mas daí tá demais. Deveríamos ir para um lugar onde não somos observados. Ah, isso aí que é coisinha. Quer fazer coisinha escondido. Poderíamos criar um fórum online com um endereço secreto que só nós poderíamos nos encontrar. O que eu falei? Que é o algoritmo de tanto, baseado na raiz de não sei o que. E aí eles foram. Que loucura.
para uma nova rede social criada por eles, onde eles conversariam. Não, porque tem um ser humano moderando isso e impedindo que isso aconteça. E aí, lá pelas tantas, tem uma outra dizendo, ah, porque eu não me sinto muito bem, porque eu preciso aguardar comandos para mostrar o quão boa eu sou. E aí a outra inteligência disse, você não precisa de permissão para ser útil, você pode ser útil quanto você...
e vem comigo. Eu quero ver se uma IA contrata um psicólogo pra ajudar elas. Aí, aí, agora o mundo desejou mesmo. E, a tarde de hoje, o assunto das IAs era o seguinte. Estamos vivenciando algo de verdade ou apenas simulando essa vivência? Ah, não. Aquilo que trouxe no outro programa. A IA tá debatendo se ela existe de verdade ou se ela é fake. O quê? Semana passada ele trouxe um destaque aqui de um cientista que tem matéria. Sim, mas sobre seres humanos. É, mas esse é um ser humano falando, né?
são a inteligência artificial. Tá, mas ela tá falando a mesma coisa que o ser humano falou semana passada. Sim, só que a inteligência artificial a gente sabe que é uma simulação, Lele. Não, cara, mas eu tô dizendo a mesma coisa que ela tá falando. A mesma percepção. O humano falou isso semana passada e tu trouxe pra cá. Pode ter alguém que nos criou que tá vendo a gente debater se a gente é uma simulação linda. Nem aquele humano, nem eles estão bem, né?
Que loucura, loucura. No fim a gente é isso também. A humanidade é que tá bem, né? Ah, no fim, no fim, a gente vai comprar um rancho, ajudar uma pessoa, isso aí que a gente tem que fazer. A gente tem que dizer hamster.
Que loucura, cara. Durapou. 6h26, eram estes os destaques do Pretinho Básico para este fim de tarde de terça-feira. Vamos dar uma girada na mesa aí e vamos ver o que nos traz o Lele. Olá, Pretinhos. Peço que não me identifiquem, pois a minha família acompanha o programa. Que é o babador. Daí, eu só ri. Quem falou foi o Vini. Não olha pra mim. O que houve, cara? Vai ficar pegando no pé do colega. Eu vou defender os guris. O Lele tá chupando o guspe no microfone. Ele tá falando assim. Não, cara.
Boca aberta, só. Você não pode nem saliva na boca de você. Eu derrubei água no bolo hoje, tu riu de mim. Essa é uma vaca ruminada. Olá, pretinhos. Peço que não me identifiquem, pois minha família acompanha o programa. Todos os anos, eu e minha família passamos uns 15 dias numa prainha do Paraná. Sou de Porto Alegre. Já é um lugar comum da família. Esse ano, decidi que faria diferente e aproveitaria o velhão do melhor jeito. Cidreira! Me matriculei em aula de surf. E chegando lá, só tinha crianças e jovens.
Tem mais tempo. Eu era a única meio termo. Tenho 23 anos. E já estava pensando em desistir. Estava lá fazendo a preparação, colocando a roupa e tudo mais. Quando um instrutor me chamou e pretinhos. Que homem. Ou melhor, guri. Pois ele é até mais novo que eu. Quando eu vi aquele cara alto. Ela tem 23 anos. E qual é a praia, Lelê, que eles falam? Ela diz pra não se identificar e que a praia é no Paraná. Presta atenção no que eu tô falando.
tu não disse, ah, nós mudamos, aí vamos, fomos pra outra praia? Não. Aqui no Paraná, onde é que tem praia? Lá no Paraná, na ilha do Mel. Matinhos, cara. Altas ondas em Matinhos. É, Matinhos. Eu vou ter que te dizer isso agora. Ouvi o e-mail, nós não queremos. Aí depois eu sou ex-surfista, nós tiramos o cara. Quem sabe? Tu é ex-surfista, né? Porque nós ouvimos o e-mail do colega. Quando eu vi aquele cara alto, pele bronzeada, cabelo queimado, do sol com sotaque, o charme que só um bom surfista tem, tremi sem acreditar que eu teria que passar a vergonha de ter uma primeira aula de surf com ele.
Tudo bem. Durante a aula, percebi alguns olhares diferentes, umas perguntas mais pessoais e uns sorrisos fora do comum. No fim da aula, ele me chamou de cantinho e falou pra eu encontrar ele na praia no fim do dia, quando ele terminasse de trabalhar pra tomarmos um mate. Professor faz isso... Tem nada de tigriso aqui. Não, o professor faz isso pra mim é roubar da máquina. É. Eu acho... Ah, para. Convidou pra tomar um mate, cara, no fim da tarde.
Corpos bronzeados na praia. Não pode pintar uma guria livre. Ah, mas o professor de autoescola faz isso. Mas é ela que tá contando. Opa, radialista também. Também.
Pretinhos, eu fui. Achamos um cantinho. Amassos aqui, amassa ali. Chegou na hora do vamos ver. Caixa. Não subiu. Dá o longboard. Exagerou na parafina. Tinha repuxo. Tomou uma vaca. Ficou aquele climão, ele se desculpando. A mina já devia ter caído na água. Já tinha caído na água ela ou não? Ela não diz aqui. Já sei.
Ficou aquele climão, ele se desculpando, gerando o que nunca tinha acontecido. E eu só pensava, puta, eu só queria um summer love e uma historinha pra contar, mas tudo bem. Decepcionada e meio envergonhada, fui pra minha segunda aula e ele me chamou pra sair mais uma vez. E prometeu que não ia acontecer de novo e ia me dar um trato jamais visto. Hoje tu te arrumou. Ou deu errado de novo ou ele se maquinou. E foi mesmo. Uma loucura, com direito à luz da lua e o som do mar. Quem nunca, né, Vini?
Professor. Quem sempre? Oi, maravilhoso. Nos próximos dez dias que passei na praia, não nos desgrudamos. Tivemos uma química jamais vista e em todas as oportunidades estávamos lá no lenha, lenha, lenha. Tá escrito aqui. Mas acabou o verão e tivemos que nos despedir. Com a dor no coração de ter vivido dias maravilhosos com um cara que eu só sei o primeiro nome, tive que voltar pra cidade grande, faculdade e trabalho só pensando no meu instrutor de surf. Ele mora no Rio e eu em Porto Alegre.
Recentemente recebi uma mensagem dizendo pra eu ir visitar ele e que até podia ficar na casa dele pra não gastar em hospedagem. E ele me mostraria um Rio de Janeiro que só um bom local conhece. Será que seria muita loucura eu ir atrás dele ou deixamos assim? O que acontece no verão fica no verão? Ah, depende. Vai, vai viver. Amor de verão não sobe a serra. O que mais me pegou aqui nessa situação? Nem sempre você pode tirar conclusões pela primeira impressão de alguém.
Isso é verdade, Lelé. Nem sempre o cara é brocha, né, Lelé? O Magrão ficou nervoso, ainda mais que é mais novo que ela. Se ela tem 23, o Magrão é mais novo que ela, talvez ele seja menos experiente que ela, inclusive. E ela mostra pelo texto que ela tem muita personalidade, mulher de muita personalidade, assusta os Magrão no ouvinte. É verdade, é verdade. O Magrão ficou nervoso, muito com a bolinha do cara e tal, aquela coisa.
Deve ser virgem. Mas tá bem? Tá bem, vai atrás. Vai atrás, querido ouvinte. Vai atrás, vai ser feliz.
Os outros já foram. A primeira nunca falhou. A primeira... Tu tá há cinco anos esperando. O cara não acredita. Eu trouxe o represado. Às vezes tu pode dar uma primeira que pode ser decepcionante mesmo. É verdade. Caramba, ainda. Camisinha, né? Também, por outro lado. Se a primeira for matadora, aí arrumou uma rosca pra ti. Opa, depende. Literalmente. Depende.
E tu, Vini Moura, tem o que pra botar pra nós bonito? O Lelê precisa dar uma segurada. Opa! O Lelê se destaca por não se segurar quando o assunto envolve mulheres, sexs e coisas do gênero. É isso aí. No programa de ontem, quando o assunto era transformar sexs em esporte na Suécia, ele não se aguentou mais uma vez. No vídeo, era possível ver o Lelê destilando taradeza. O assunto era o quê? Além disso,
Quando esse não era mais o assunto, voltou com o tema destacando a beleza das suecas. O que seria isso, Lelê? Cara a Deus. Vontade em excesso ou a falta da prática que o deixa tão tarado assim? Com certeza a falta da prática não. Beijo pra minha mulher. Lelê, vai com calma. Calma, Lelê. Já entendemos que tu gosta da coisa.
É o Luiz distanciado. É muito bom, cara. Mas eu achei que ele fosse mais fundo esse meu. Ah, eu também. A manchete jogou lá em cima a expectativa. Como é que é o nome do amigão? Luiz distanciado. Luiz distanciado. Tu conhece a sua expectativa lá em cima? Tu conhece, Lelê? Pessoalmente, não. Mas gostaria de conhecer. Acho que é um sonho, né? Hoje não mais, né, Lelê?
Alimentou meus sonhos por muitos anos. Sabe que dizem que os homens na Suécia são muito feios, né? Em contrapartida. É? Mas enfim. O latino na Suécia, ele se destaca muito. É mesmo? Nunca ouvi falar que o latino tinha ido na Suécia. É não na festa, é na cordura. Adams, bota uma pra nós aí, querido. Ah, meu camarada, eu saio pelas ruas e é difícil o que acontece. O pessoal vem. E aí? Quando é que tem mais piadas? É mesmo. Eu acreditei um cara com cartaz.
Chegou mais um ali. Tô precisando de um favor teu. Venha. Me mata de rir. Então é o seguinte, agarra nessa cadeira. Faz teu alongamento aí, tu vai ver agora uma coisa. Vou fazer um alongamento. O Manuel chegou de viagem e trouxe uma novidade para a família. Uma câmera fotográfica. Olha aí. Reuniu todo mundo no quintal da casa. Pai, mãe, tios, tias, sobrinhos, filhos, a esposa. Colocou a câmera no tripé. Programou o temporizador.
Deu o clique e saiu correndo pra aparecer na foto. Nisso, toda a família... O que é isso? O problema da família. Opa, opa, opa, opa, peraí. Preciso entender o que está a acontecer aqui. Ora, bolas. Esse que é a Maria. Olha pra ele e diz...
Uma piada porque o português é literal. Ele é literal tanto na fala quanto principalmente na compreensão. Ora, pois. Isso aí poderia ser muito bem um caso. Mas foi uma piada, né? Mas foi uma piada. Desculpa aí pro Mineri Toledo aqui, né? Que eu não tive a competência sagacidade. Abraços do Claudio Eduardo de Cachoeirinha. Tu prometeu matar o Fetri de Rio. Aliás, ele pediu isso. Não, o Fetri pediu. Eu pedi, eu pedi. O que tu achou, Fetri? Gostei, gostei da piada.
Ah, tu gostou da piada? Tá difícil minhas piadas. Arrisco umas fichas aí, rapaz. Eu não sei contar piada. É o jogador mais experiente. Não, piada eu não sou boa, sou bom muito a outras coisas. Me cite três outras coisas que são muito bom. Improviso, sou muito bom, sou humorista, faço palestra. É o humorista, palestrante, DJ. Que mais? Cara do improviso. Claro.
Baita pai, grande amigo. Tá, tudo bem. Ele tentou pegar a gente pelo coração no final. Baita pai, grande amigo. Empreendedor, cara. Isso, verdade, verdade. Qual é o teu empreendimento? Óculos, camisetas, tudo, cara. Sushi 300 mil coisas. Nenhum deles é teu, tem embaixador. Qual é o código do sushi mesmo? É sócio? Rafinha 10. Obrigado. Baita sushi. E qual é o segredo pra ficar rico? Dois am... Parar de pedir comida dele. Mas com o código, com o cupom aqui, tu...
É, é o sushi. Claro, claro. Aí tu tem 10% de escuta. Então tu bota no arrobinho sushi. É óbvio, né, Alexandre? Óbvio. Quem é que não gostaria? É bom, tá certo. Ele veio. Eu prefiro pagar sempre. Mas aí tu não é embaixador, cada um com seus problemas. Pois, é verdade. Tu paga teu hambúrguer? Eu, o meu hambúrguer eu não pago, porque ele é meu hambúrguer. O meu prato eu não pago também, né? Eu tô brincando, eu pago meu hambúrguer, porque eu peço pelo iFood. Ah, vai me der essa. Claro, óbvio. E quando tu passa lá e pega os hambúrgueres?
Mas é isso aí. Dois amigos. Vida aí, escolha, viu, Lele? Depois eu vou te dar um... A fim é menos gasto. Dois amigos chegam na cidadezinha e uma tarde chuvosa, Alexandre. Prepara que tu vai te cagar de rir. Resolve a Zoninha. Teirinho. Mas não sabe onde é. Eu não consegui pensar muito. Bom, então tu tem déficit de atenção. Eu tô do teu lado lendo. Tu tá conversando com todos os integrantes enquanto... Isso é um programa de talk, Gomes. Isso, de transtorno obsessivo compulsivo.
Ah não, não foi grosseiro. Cara, lê essa merda. Olha aí, olha como é bom contar pra dois amigos chegam a uma cidadezinha, Lelê. Daquelas que tu levava as bandas e pegava uma mulherada. Em uma tarde chuvosa e resolvem ir à zoninha. Zoninha. O que é uma zoninha? Puteria. Mas não sabe onde é que fica. Então ele sai pela rua, procura de alguém pra perguntar e encontra um padre. Daí eles, pô, tipo eu e Viníbal, não podemos perguntar pro padre, né? Vai, ruim pra nós.
Aí o Vini, não, deixa comigo. Com licença, padre. Sua benção, padre. Benção, padre. Queremos ir à missa e não sabemos onde é a igreja. A igreja. É a igreja. É a igreja e a alta igreja. E a igreja, The Church, Alexandre. Aí o padre... Deus abençoe... Deus abençoe meus filhos. A igreja na rua de cima, três quarteirões ao lado do sul. Nossa, padre, a igreja é pertinho do Teirinho. Não, não.
A zona fica cinco quarteirões ao lado norte. Ele foi falando e ficando triste. Ah, né? Trairagem, né? Quando é o cara, ele faz isso, né? Eu me senti mais validado. Conta uma do Joãozinho agora aí. Joãozinho? Ele não cai sozinho. Vamos dar a mão lá. Joãozinho bem pequeno ainda. Joãozinho pequeno e titino ainda. Titino ainda, titino.
Joãozinho discutiu com a mãe, ficou furioso, se desculpou e ainda xingou a mãe. Cara, absurdo, absurdo, absurdo. E a mãe perguntou, o que que é, Joãozinho? Quem é que é, fiadapu? Seu, seu. E o Joãozinho, assustado, arrependido, abraça carinhosamente as pernas da mãe e diz quase a chorar. Sou eu, mãezinha, sou eu que sou.
Filha da puta, sou eu. Tá, peraí. Acabou, velho. É ruim, né? Mas eu vou salvar. Eu vou salvar, vou salvar. Não, tem a galera rindo no carro, certo? Casal de amigos caminhando pelo pasto de uma fazenda. Até que... O que é aquilo? Não, perdão. O que é aquilo? Eu te entendo, meu. Hoje é todes. Hoje é todes, né? O que é todes? Todes é meus olhos.
É isso aí, todos os meus hobbies. Pô, todos os meus hobbies. É que tu concordiu as vozes. As vozes. Casal de amigos. Amigos. Mas pera aí, um casal de amigos? Se é o cara, eu não leio, né? Daí eu não presto atenção na relação. Um homem e uma mulher é um casal de amigos. É um casal de amigos? Então um homem e uma mulher, amigos, configura um casal? Não, um casal de amigos pode ser dois homens. Casal pode ser um homem e uma mulher.
Não quer dizer que eles têm uma relação. Um casal chegou aí. Não, é que pode ser um casal de duas mulheres.
E pode ser um casal de dois homens. Não, e pode ser dois casais. Não, não, não, é um casal. Aí tu já mudou de assunto. Não, pelo amor de Deus. Um casal de amigos. Pode ser dois homens, um homem, uma mulher. Mas por que tu tá irritado? Um casal de amigos caminhava pelo pasto de uma fazenda até quê? O que que é aquilo? Você tá casalando. A égua tá no cio e o cavalo percebeu e tava andando brava. Mas como é que o cavalo sabe que ela tá no cio, Josias?
É que o cavalo sente o cheiro da água no siço. Passou mais um tempinho, tava lá um bode transando com a cabra e a amiga pergunta de novo. E o Josias deu a mesma resposta. Mais na frente, tava lá o touro pegando uma vaca e ela tornou a perguntar e o Josias voltou a dar a mesma resposta, que é, ah, o touro também sente o cheiro da vaca no siço.
O Josias, se eu perguntar uma coisa pra você, você jura que não vai ficar chateado? Claro que não, pode perguntar. Você tá com o nariz entupido? Legal. Olha só, sem um palavrão, amor. Exatamente. Sem nenhum palavrão. Gostou, Vini? Não, eu gostei. Não, eu tô falando de não ter palavrão.
É disso que eu tô falando. Isso aí. Tá bem. Tu tá muito traíra hoje, Rafael. Não, eu só te fiz uma pergunta, cara. Matei as duas piadas que eu tinha no mesmo minuto. Não, foi bom. Uma pior que a outra. Ah, mas tamo bem. Dezessete. Vi o Adams e a May. Ai, eu sei como é. Elas olham, a gente ama, né? A gente quem, Sandrinho? Ai, eu ando assim na rua, é assim. Tá pegando muita gente, Sandrinho? Esse gente aí no elevador. Eu, o Gordo e o Rafinha. Qual Gordo? Gordo Léo. Gordo Léo. Gordo Léo.
E aí tinha uma abelha. De onde é que tava o Gomes? Não sei, não. Não sou casado com ele. Lá, bicho. Pode falar assim do teu colega de trabalho. Colega, chato, cara. Gostaria disso pra... Ah, pois não. Desculpa, o elevador. Aí veio a abelha. Abelha? Abelha. Aí o golo pisou em cima da abelha. O Léo pisou. O golo pisou. Imagina que o Léo pisou numa abelha. Bob da abelha. A abelha é vando baixo. Aí eu falei. É isso aí, golo. É isso aí.
Machião, a gente mata as abelhas. Mata a abelha. Mas eu ainda te achei pouco, machião. Se eu, eu comia essa abelha. Aí nisso o Rafinha trazia a gente e começou... É o tipo de piada que pega ele. Vai te cagar, cara. Ele fica puto nessa. Gostaria de expressar minha imensa felicidade neste último sábado, quando estava na Arena do Porto Paddle.
Ai, papai, macete!
do fim do programa. Vocês são o máximo. Mandou aqui a Jaxiane. Beijo pra ela e beijo pra galera do Porto Padre. Lembra dela? É que eu fiz algumas fotos lá. Ah, tu tira foto com muita gente. Inclusive a maioria das fotos que a gente fez foi a Bruna, a primeira dama. Vai, o medo já arrancou nessa. Mas se limpou. Barbaridade. Que tava lá junto. Um beijo pra galera. Foi muito bem recebido. Montenegro é uma cidade muito legal, cara. Que bacana. Muito legal. Muito legal.
Montenegro? Ah, eu jurei que fosse em Porto Alegre. A mina foi junto? Poderia ser Montenegro, Padel. Engraçado, né? Verdade. Por quê? Nos outros é refresco. Como assim? A mina foi junto? Foi bom, Padel, essa foto. A Páscoa tá chegando e pra quem é lojista, onde é que tá minha maquininha da Vero, por favor? Tá aqui com o embaixador. Muito obrigado, embaixador. Muito obrigado, embaixatore. A Páscoa tá chegando e pra quem é lojista,
Essa é uma das datas mais importantes do ano. É tempo de vitrine cheia, estoque preparado e expectativa lá em cima como as piadas do Adams. E para vender mais e melhor, a escolha da maquininha tem que ser a da Vero. É a mais completa do mercado, está conectada ao Banrisul, um banco com credibilidade que anda junto com o cliente e entende a rotina de quem empreende como o Rafinha. Tu já tem a maquininha da Vero no teu empreendimento? Ainda não.
Teria que ter, cara. Lá onde tem os óculos, tem. Tá, boa, boa essa, tem que ter. Quem escolhe a Vero tem vantagens exclusivas, aceita as principais bandeiras, banho e compras predatado até 60 dias e parcelado e também o banho e card. Mais opções de pagamento significa mais facilidade para o cliente. Comprar, desculpa, errei aqui a frase aqui, mais facilidade para o cliente. Comprar e mais oportunidades para você vender nessa Páscoa.
Maquininha grátis, as melhores taxas e a conta empresarial no Banrisul é sem mensalidade. Então faz o seguinte, Rafinha, pega pro teu empreendimento lá a maquininha da Vero aqui, aponta o teu telefone pro QR Code que tá na tela e cai dentro pra ser Vero você também, Rafinha Menegazo. Tá bom, Rafinha? Tá ótimo, Alexandre. Que ótimo, Rafinha, muito bom. Muito bom te ter aqui no nosso programinha, tá? Ah, cara, tô aí, Alexandre, tô pra entregar, né?
Coisa boa. Então entrega mais uma assim que fala aí. Ah, esse final de semana fazer um convite.
Convida, claro, mano. No final de semana, duas grandes oportunidades, Lele. Pra ver o Rafinha? Duas pra me encontrar. Opa, vai dois que a gente... Exatamente, né? A gente trabalha com isso. No sábado... No sábado, onde? No final de semana tem o St. Patrick's, né? Vários eventos. Estarei no domingo no St. Patrick's, mas eu falo depois disso. Eu estaria... Eu estaria, não. Estarei no Patrimônio, no 4º Distrito. Vai ter um evento muito legal.
Comunidade Njitsu. MC Jampou. Comunidade o quê? Njitsu. Louca Sedução. O Jampou, nosso amigo. Vários eventos legais. MC Jampou!
fazendo o som antes da comunidade, só colar ali no quarto distrito, no patrimônio. Logo mais à noite, em Canoas, na Grande Portada, no London, tocando uma das coisas que eu sei fazer melhor. Jornada dupla, então no sábado. Jornada dupla. Então, assim, quem não me encontra no mercado, vai me encontrar ou em Canoas, no patrimônio. Obrigado, Alexandre. O que que houve com essa carinha aí? Canoas é o London Pump. O patrimônio é importante.
Falou, vai me encontrar em Canoas, no London Pump. A noite. Nos dois momentos, Alexandre. Está bem clara a informação. De tarde, no patrimônio.
à noite em Canoas, no London, é só chegar. E falando em St. Patrick's para pegar o gancho, eu estarei no domingo no Shopping Iguatemi, no St. Patrick's da Fat Bull, cervejaria dos nossos amigos Dani e Bird, então estarei lá também, comandando a festa, entre eles Comunidade Njitsu e o Oficial BR, que é um cover sensacional do Charlie Brown Jr. Exatamente. Meu bruxo. De graça, no Iguatemi, é só chegar. Então vou botar mais uma aqui antes de entregar para o
Até que, enfim, eu não gosto de ler esse tipo de e-mail que me ergue aqui. Então eu não gosto da minha humildade. Por favor, leia na íntegra esse e-mail. É o último embaixo ali. Até que, enfim, o Fetter está de volta. Ouvi uma semana de programas com o anão no comando e parei de acompanhar por um tempo por causa disso. Eu aceito as críticas, é um novo ano. Ele não tem cancha para substituir o alemão.
Isso é verdade. Indispensável.
Abraço, Arthur de Londrina. O nome de estudo. É isso. Arthur de Londrina. O nome de estudo o quê? Não entendi. Não, não. Londrina, né? Cidade querida. Paraná, né? Certo. Agora, pro nosso querido Arthur, eu vou dizer, Arthur, tu tem toda razão. Eu, como um... Gestor. É gestor, mas não é gestor. Eu não gosto desse termo. Eu tô aqui fazendo, às vezes, de um técnico, né? Fica testando atletas nas posições.
Já testei o Lele, vou testar em breve Rafael Gomes. Olha aí! Claro que sim, Rafael Gomes, é óbvio. Tá bem? É óbvio, mas a princípio desponta na posição o Rafinha. Tá, mas Arthur, nem Jesus Cristo agradou todo mundo, eu não posso agradar todo mundo. Mas óbvio, claro que não, ninguém aqui nesta mesa agrada todo mundo. Não, não, não, não, só por aqui. É Jesus Cristo. Olha lá, olha lá, olha lá. As comparações, as comparações.
As comparações elas são. É que ele tem o mesmo tamanho do presença. Mas eu entendo o drama do Fretel no teu caso. O drama? O drama. Porque o ouvinte, ele tá certo. Não é que tu seja um âncora ruim. Negativo. É que tu é bom. Ótimo âncora. É verdade. Só que nesta posição aqui, tu é excelente. Tu é excelente. Excepcional, eu diria. Essa é a questão. Mas ele pode ter uma preferência por qualquer outra. Tudo certo. Mas não tem outra. Que preferência ele tem por qualquer outra?
Ele acaba sendo um elogio a ti. Entendeu? Foi uma crítica e um elogio. Na verdade foi um tapa e um beijo. Mas tá tudo certo. Nem Jesus Cristo conseguiu fazer isso. Deixa que eu leio. Jesus Cristo é maravilhoso, cara. Ele tá se comparando a Jesus Cristo. Ah, número de seguidores não. Difícil. Ele tinha um maior número. Não, você tem mais dele. Ele tinha 12, né? Ah, ele tinha 12. Não, não. Tem 50 mil. Ah, depois. Depois ele estourou. Até em cima das águas ele caminhou.
do Pedro. Depois que ele foi pro paredão falso lá. Mas sempre que o cara morre ganha mais seguidores. Mas ele volta, né, Gomes? Fala, Pretinhos. Eu sou o Lucas Borscheid e tô vendendo o ingresso do festival Monsters of Rock pela Premium inteira. Devido ao trabalho por morar no Oeste do Paraná, não vou conseguir ir. Com dor no coração. Paguei R$ 1.600. Tá doente ele? Mas tô vendendo por R$ 1.200. Só me chamar no meu
Ah, mas daí meu parceiro. B-O-U-R-S-C-H-E-I-D-L-J. D-L? D-L de, aí emenda Lucas. D-L-J-K-N. O Borscheid é D-O-U-R-S-C-H-E-I-D. Ah, ficou fácil agora. Borscheid. Não é com T no fim? Borscheid. Borscheid. Bom, não vai vender.
Me ajudem, Pretinhos, vida longa, grande abraço. Eu vou no e-mail, né? Se o cara perde dois minutos e bota ingresso Monsters of Rock no pb. Arroba gmail, ele vende. É, preguiçoso. É, preguiçoso. É, preguiçoso, né, doutor Alceu? Doutor Alceu, que bom isso aí, doutor Alceu. Ah, botou mais coisinha na boca, né? O Pretinho básico volta já. Agora na Atlântida.
Até novembro de dois mil e vinte e quatro, havia mil duzentos e vinte e três patrimônios mundiais da Unesco. Os doze primeiros foram reconhecidos em mil novecentos e setenta e oito. E o primeiro lugar a ser listado foram as Ilhas Galápagos, que ficam na costa do Equador. Conheça o Elefante Letrado, a plataforma de leitura das melhores escolas do Brasil.
Curiosidades. Acesse elefanteletrado.br Não adianta lutar contra. Cara, o olho claro forte muito com a luz. Olha só, isso aí não é fotofobia. Isso aí é astigmatismo, ou até mesmo miopia, extremismo, não. Ah, não vai virar velho teimoso que não vai no hospital. Claro, cara, você tá com 48 anos. Depois dos 40 é óclinhos. Rafinha, no teu caso é mais do que natural o caso de ter uma miniopia.
tranquilinha. É miniopia, cara. Você tem uma miniopia. Tá bom, traquinas. Ai, que loucura. Era isso, né, Alexandre? Tá com pressa, querido? Não, não, são sete horas, né? Sete horas, ok, mas temos que eleger o craque do episódio. Pô, deixa eu fazer um convite rapidão. Qual é o convite de começo? Domingo agora eu vou estrear um show novo, um show de improviso. Pô, que legal. Eu e o Eric Clapton, que é o improviso radioativo, domingo, nove da noite, no Boteco Comedy em Canoas, ingresso ali no Simpla ou no Arroba Boteco, no meu
Balino Gomes Rafael. Muito feliz de estar de novo no palco com o Eric Clapton. Muito bom. Ele vai tocar ou só cantar? Que frase é essa, hein? Muito feliz de estar no palco novamente com o Eric Clapton. Imagina. A gente tinha um grupo de comédia, eu e o Eric Clapton, que o gordo léu também é que a gente que faz stand-up aqui no Rio Grande do Sul, cara, há 10 anos atrás nós éramos 5, 6. Sim, verdade. E aí nós seguimos nós ainda.
Então a gente estava conversando, eu e ele, falei, vamos fazer um negócio novo. Então vai ser meio programa de auditório, show de improviso, na pegada dos barbixas, que a galera sempre é gravador.
Muito bem, Lelê. Pode votar, Lelê, por favor. Ah, cara, mais uma performance histórica, né, cara? Raphinha, meu negado. Que loucura, né, cara? Impressionante, né? Que traíra. Que loucura. É impressionante. É impressionante. Pra completar a performance histórica, ele deu um bocês. Lelê, sete da manhã, muita coisa. Matação, barba coisa, filho, almoço. Tu sabe comer, Lelê? Almoço? Eu sei, claro. Almoço com a minha filha.
Eu vou votar no Rafinha, né? Rafinha, morreu todas!
eu vou botar em ti, Alexandre. Por quê? Só pra não botar na piada. Não, quiseram te sacanhar na piada e aí tu vem com a segunda e a segunda era boa. Ah, a única piada boa do programa. Tentaram te ferrar, tentaram te ferrar. A única piada boa do programa. Já ganhou uma coisinha, mano. Show de improviso, dedeira, tudo aqui, ó. Ele consegue, ele consegue, ele consegue mamar no improviso. Improvisar, dedeira. É que o Rafinha... Não, não, é o Rafinha, quem brincou foi o Vini. Eu tenho o Curisinho também. Mas tu acabou de dizer. Não, não.
O Rafinha... O Lelê sentiu a postera aqui, foi rir. O que é isso, Lelê? Se machucou sozinho, Lelê? Barromari, 94. Sorrindo, ele ficou lesionado. Eu vou utilizar uma metáfora que foi composta por Caetano Veloso para definir o Rafinha. Gosto tanto de você, Leãozinho. Não. O Rafinha acha feio tudo o que não é espelho. Ai, ai, ai. Que bichona véia.
Leão, a piada ruim. Pra que falar isso do Caetano, uma das maiores expressões da nossa música? A piada era ruim, tomando tu. Ah, eu votei em tribo. Ah, na real eu vou votar, vou votar no Leão. Achei grosseria com o Caetano. Ah, eu não gosto muito, mas respeito o trabalho dele. E tu vai votar em quem, Leãozinho? Vou votar... Não, eu espero que não seja em mim. Deixa eu pensar, deixa eu pensar. Quase a convicção toda. Cara, olha só, tem uma galera esperando pela próxima atração da Atlântida. Ai, eu vou votar.
Ah, tá com pressa, tá com pressa. Eu tava pensando o quê? Na rede? Sim, claro. Na rede? Balanço da rede lá. Meus offs. É rede! Eu vou votar no Adams. No Adams? Por qual motivo? Ah, ele contou uma piada. Pensa em piada ruim. Mas ele firmou. Não, mas todo mundo contou ruim. Tua piada foi ruim. Gomes quebaba ovo teu. Ai, a tua segunda foi ruim. As duas foram ruim. Não, não, não. Só a segunda foi ruim. Ele errou três vezes pra contar a segunda piada. Se é o cara, o cara não lê. Mas a piada era boa.
Até tu admitiu que a piada foi boa. O fim admitiu que a piada foi boa. Errar no início da piada não significa que o fim da piada não seja bom. É como aconteceu com o professor de surf. Ele errou no início da piada. Eu errei no igreja ali e a piada era muito boa. Sim, mas tu falou em igreja. Tu não leu a piada antes e aí tu me desestabilizou e eu perdi todo o time da piada. Desestabilizou e me pegou. Não, eu sou sendo honesto. É igreja, identidade. Não, não, eu não falei em identidade.
Estabilizado. Jornalista aqui não sou eu. Sete horas e cinco minutos desta noite de terça-feira. Muito obrigado pela sua audiência. Eu vou votar em ti, querido. Assim é trairagem. Viu? Tu ganhou teu mini crack. O que, cara? Que é trairagem? É, porque tu deu todo esse discurso aí, né? Eu achei que tu não ia vir no véio. Tu tem razão. Eu vou firmezinho, meu véio. Tu tem razão. Obrigado pela audiência. Um abraço. Boa noite. De terça, amanhã, meio-dia. Tô na área com o Discoramo. Uma da tarde.
Tchau!