Pretinho Básico | 10/03/2026 13h ⭐Rodaika
O maior podcast humorístico do Brasil. Elenco da rádio Atlântida repercute as maiores notícias do dia do jeito mais engraçado possível. Veja muito mais no YouTube 📺: @atlantida_TV e @PretinhoBasicoShorts
- Importância do comunicador na rádioCredibilidade do locutor · Audiência que segue o comunicador · Histórico de movimentação entre emissoras · Atlântida vs Pop Rock · Impacto na audiência quando muda de emissora · Comunicador como amigo do ouvinte
- Investimentos FinanceirosNão trabalha fim de semana há 18 anos · Escala de segunda a sexta · Comparação com outras rádios · Impacto na qualidade de vida · Automatização de programação · Tecnologia e produtividade
- Jornada de TrabalhoMéxico reduzindo de 48 para 40 horas · Implementação gradual ano a ano · Novo normal de trabalho · Negociação de escalas de trabalho · Possibilidade de folga no meio da semana · Comparação com jornada brasileira
- Pesquisa de Mercado e ConsumoValorização da opinião do comunicador · Conexão com ouvintes favoritos · Geração Z e millennials interesse em comunicadores · Audiência como amigos e familiares · Lealdade do ouvinte ao comunicador
- Producao MusicalLiderança em três rankings da Billboard · Novo álbum em destaque · 44 topos da Billboard na carreira · Primeira vez com três rankings simultâneos · Performance e apresentações · Comparação com Harry Styles e Taylor Swift
- Acidente com elefanteMulher pisoteada por elefante na Namíbia · Desafio de puxar rabo do animal · Acidente com elefante · Estratégia de fingimento do animal · Comportamento inteligente de elefante · Selfie com animal ferido
- Datas ComemorativasPedro Stau - 23 anos · Bruna Grifão - cantora · Bad Bunny - 32 anos · Governador do Rio Grande do Sul - 41 anos · Carol Castro - atriz · Simbalendo - rapper 54 anos · Baixista do Pearl Jam - 63 anos
- Mascotes e pets do programaPasoca - gata das tutoras · Eduarda - ouvinte · Nomes de animais de estimação
- Promoção de biscoitos ESCMarca com 58 anos · Produto tradicional · Parceria com programa
Olá, Alexandre Fetter. Olá, muito boa tarde, amigo e amigas da Atlântida. Eu moro em seis minutos, estamos chegando com o pretinho básico deste 10 de março de 2026, num oferecimento dos biscoitos Zezé, carinho que vem de família há 58 anos. Programa Futuro, mais uma parceria entre a Atitus Educação e a Fundacred.
Março inaugura mais um grande Stock Center em Porto Alegre, na Avenida Ipiranga. Crédito consignado CLT é no Banrisul. É o card de apresentadores do Pretinho Básico da Uma da Tarde aqui na Atlântida. Muito boa tarde aí, garotão Rafinha Menegazzo. Ótima tarde, Alexandre. Vamos nessa. Coisa mais linda. Fala, Rodrigo Adams.
meu consagrado. Tudo certo? Tudo maravilhoso. Ei, Florianópolis, querido, representando as cores da bandeira da Atlântida, está o meu amigo, irmão, camarada, parceiro da vida, Porã. E aí, Porãzinho? E aí, Alexandre Féter e amigos da mesa? Coisa linda. Meu consagrado, eu não deixei meu filho falar. Meu consagrado é foda, né? Não, desculpa, meu consagrado não. Tu não vai chamar teu pai de meu consagrado. Não, não vem.
Mas é que eu não sou pai dele, né? Essa é a real. Mas é verdade. Dentro de algumas até. Dentro de algumas até. Ah, tá certo. Botou nessa linha ali, deu uns conselhos. A estrela móvel da terça-feira é a Rodaica. Boa tarde, Rodaica. Tudo bem? Tudo bem contigo? Tudo bem. Tudo maravilhoso aqui também. Fala, Rafael Gomes. Boa tarde. Fala, Alexandre. Boa tarde. Muito bem. Esta é a mesa para hoje no Pretinho Básico.
Infelizmente, uma queixa, preciso trazer uma queixa. Estamos sem café na emissora. Ah, é brincadeira. Os caras estavam aqui na rádio e ninguém se prestou a passar o café. Ninguém passou o café. E a cafeteira, não é das antigas ali. É, não. Cafeteria, botar ali o filtro, pó, água, tá ali. Que horas vocês chegaram? Que horas vocês chegaram? Eu cheguei às 11. Não importa, eu já passei várias vezes café aqui, chegando 10, 9, 1. Cheguei às 11. Eu também. É, pois é. É isso aí, mas aí não. E aí? É proatividade. E agora?
Se cresce ali no estúdio, não pode passar um café. É difícil. É muito difícil. Eu já falei. O que a gente tinha que ter aqui? Mas nós somos incompetentes e não conseguimos buscar uma parceria. Nós tínhamos que ter uma máquina de café. Uma máquina de café que serve café preto, café com leite, café expresso, mocatino, cappuccino, chocolate quente. Mas nós somos o quê? Incompetentes. Não saímos da porta para buscar uma parceria. Eu vou fazer isso. Quero café!
Não, não, eu vou passar um café. Já vai ter, não? Ah, eu vou passar uns cafés ali pra nós hoje. Vou deixar duas térmicas limpinhas ali. Eu vou atrás dessa máquina, então. É que a máquina é bem muito forte, né? Eu gosto de café passado. Muito forte. Então passa o café. Não, mas a máquina tem opção. Prefere no coador, então. Exatamente, eu gosto ali, o tradicional. Tá bem. Vamos dar ele aqui, então, os destaques do Pretinho Básico, Sandrinho.
Tudo bem contigo? Tudo bem. Coisa boa, Sandrinho. Os destaques do Pretinho para a Olina.
Há mais de 109 anos auxiliando na digestão e aliviando a prisão de ventre. Vai de Olina. 10 de março, hoje é dia do sogro. Olha aí. Que saudade do meu sogro. Hoje também é dia da peruca. Olha só, rapaz. E hoje também é dia do telefone. Alexander Graham Bell. Ah, é verdade. O primeiro, aquele. É, é isso aí.
Físico é a Paçoca. A Paçoca é a gatinha das tutoras Eduarda e Tami de Guaíba. Essa é a Eduarda com a Paçoca. A menina? Que fofa. Que linda. Aliás, assim, Eduarda e Tami e tem a Jéssica, ou é a Tami Jéssica? Tami Jéssica. Ah, Tami Jéssica. A mãe da Eduarda. Tá bem, a Tami Jéssica, então é a mãe da Eduarda. Ah, não, peraí. O que foi, galera? Oi, Rafael. Onde é que vamos agora? O nome da mãe é Tami Jéssica.
Tami e Jéssica. Tami e Jéssica. Ainda bem que ela não repetiu isso com a filha, né? Imagina a Eduarda e Jéssica. É, daí a Eduarda. Coisa boa. São de Guaíba e a Paçoca, essa gatinha linda que tá na tela junto com a outra gatinha, Eduarda. Gatinha é bichada. Eu acho que a Tami gosta de se chamar de Tami e Jéssica, o que não teria problema algum, porque ela tem o livre-arbítrio de assinar só como Tami. Se o Jéssica fosse um problema pra ela.
Não, não, é isso. É o Tami que era o problema. Ainda bem que a Eduarda cresce, né?
É isso que eu tô querendo dizer, então não tem porque nós lamentarmos uma coisa que a nossa ouvinte gosta e tem orgulho e que bom. É isso aí, eu concordo contigo, muito bem. É só o nome do pet, né galera? Não, é só o nome da mãe, é só o nome da mãe, é só o nome da mãe, é só o nome da mãe, é só o nome da mãe, é só o nome da mãe, é só o nome da mãe, é só o nome da mãe, é só o nome da mãe da Eduarda, que na foto aparece papé. Não, a guria é paçoca, a outra é o gato é Eduardo e a mãe é a paçoca de Oliveira.
E a menina é a paçoca. Pô, vai tá nome, velho. Nosso ouvinte aniversariante é Pedro Stahl. Pedro Stahl, programador, 23 anos de Porto Alegre. Parabéns, saúde e prosperidade, querido Pedro Stahl, pelos seus 23 aninhos. Aniversariantes famosos de hoje, começando com a atriz Bruna... Eu não sei como é que fala o sobrenome dela. Marquezine.
Grifão? Não, a Bruna é Grifão. Grifão? Ah, muito bem. Bruna Grifão, então. É Grifão. 27 anos. Faz o que a Bruna Grifão? Ela é ex-BBB, ela é atriz, ela é cantora, ela é influenciadora. Ela é musa de escola de samba nesse ano, ela desfilou bem bonita. Ela joga futebol. Peraí, peraí. Ela tá com uma cara de anteontem nessa foto aí. Tá no card do Gabriel. É, bonito tatu. Não tô dizendo que ela é feia.
Ela não é feira, né? Ela foi pega no momento que ela não tá sorrindo, ela não tá sendo simpática, ela nem com os olhos ela tá sorrindo. Mas é que a pessoa não tem que sorrir pra foto, gente. Ela é caruda, ela é modela. Ela é meio nariguda, mulher nariguda é do cacete, né? Por que, Rafinha? Não? Eu acho um estilo legal. É legal, é legal a narigudinha, né, Rafinha? Eu apoio Rafinha nas narigudinhas. Obrigado. Apoio nas narigudinhas. Tá muito bem de verde hoje, porra.
o amor. Tá bonito. A gente tem falado sobre as nossas relações, eu e o Poré. Que coisa. O cantor Bad Bunny tá fazendo 32 anos hoje. O governador do estado do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. Maravilhoso. Fazendo 41 anos. Carol Castro, atriz, 42. Já esteve no pretinho. Já esteve no pretinho. É mesmo.
Foi convidado por muitos anos dela. Verdade, uma das poucas pessoas que veio ao Pretinho na entrevista. Não foram tão poucas. Não foram tão poucas. É, naquele começo eram poucas. No início era pouco. Depois teve uma época ali na reta final do Morro, uma galera aí no Pretinho. Maria é humorista, né? Até aquele Leão veio. Leão Lobo? Não, outro aquele do... Leão? Claro! Ah, o Gilberto... Gilberto Barros. Gilberto Barros. O cara veio, né? Gente boa.
Salendo, tá de aniversário hoje fazendo 54. Tá aí ele, ó. Esse aí ganhou uma sacola de dinheiro no início dos anos 2000 e deu uma desaparecida. É, nada mais. É, ele é produtor também, né? É, ele sempre foi produtor, né? Que a melhor coisa a se fazer, creio eu, quando tu ganha uma sacola de dinheiro, some. Fica na tua, some. Produce e não aparece. É. Hoje eu tava tentando trazer uma pessoa muito importante dos esportes brasileiros para o...
Um programa que a gente tem aqui. Gabriel Medina. E aí eu ouvi, eu ouvi do empresário que assim, cara, ele não quer ir. Entendeu? Ele não quer ir. Ele não quer porque ele não precisa. Porque ele não quer. Ele só faz o que ele quer, Alexandre. Essa é a vida. Essa é a vida. Fazer só o que tu quer. Quase como nós. Quase como nós quem, pô? Na prática não dá. Nós fazemos quase tudo o que a gente quer. Às vezes a gente tem que fazer coisas que a gente não gostaria de fazer, mas por que tem que fazer isso? É adulto também. O baixista do Pearl Jam, Jeff Amen.
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As bandas da história, eu concordo. Mas o top 10 do rock... É difícil. Mas é que aí tu vai ter que dar mais um gênero rock. Bandas de rock. É que daí tu vai ter que ir pelo rosto pessoal, bicho. Exato. Entendeu? Então pra um tá no 10 e pra outro não tá no 10. Eu vou fazer essa lista pra sexta. Não, não precisa. Lembra que cada um mandava o seu top 10? Não, ninguém quer saber. É que se a gente pegar o gênero do rock... Fazer as 18 daí. As 18, Alexandre. Vamos fazer as 18. Porque a Rodaica não quer as três.
que eu acho que ninguém quer saber. O que a gente acha, entendeu? Só porque essa lista vai estar baseada no nosso gosto pessoal, que não muda em nada o gosto pessoal da outra pessoa pra ter o posto da lista dela. A gente vive dando lista de postos das outras pessoas. A gente vive dando lista de postos dos outros, pelo menos é nosso gosto. Só um pouquinho que eu vou trazer uma informação. Ah, não bota no chat EPT. Não entra. Olha aqui, ó. As dez maiores bandas de rock da história.
Não, não, segundo o Google. Ah, tá. Que vai no chat GPT trazer essa informação. Em quinto lugar... Vamos começar pelo 5. Pearl Jam. Em quinto lugar, Rolling Stones. Tá, concordo. Em quarto lugar, Pink Floyd. Mas daí não é rock progressivo isso? Rock é rock. Queen em terceiro lugar. Beatles em segundo. Led Zeppelin em primeiro. Tá, tu trouxe 5. Se Beatles tá em segundo, Led Zeppelin tá em primeiro.
Metallica e ACDC. Ah, Metallica não sei o que é. Guns e Nirvana. Nirvana, ok, mas Metallica... É, Metallica não sei o que é. Não, o Guns é muito maior que o Nirvana. Desculpa, o Guns é muito maior que o Nirvana. O Nirvana, aliás, é uma das bandas mais superestimadas da história. Ainda tem U2 e Fit to the Mac. Não, não, peraí. Peraí. Daí tu vai dizer, aí o Pro Jam não tá. É um dos dois, eu acho, também. O Pro Jam até agora não apareceu aqui no Google. Então não vou fazer essa lista, nós vamos se irritar mesmo.
Billboard ainda destaca The Who, The Clash e Beach Boys. Mil vezes The Who do que Guns N' Roses, por exemplo. Na minha opinião. Na opinião de Rodaica. Na minha opinião. Pra mim, cada um tem o seu critério, que pode ser gosto e pode ser outros. No meu caso, tem gosto musical pessoal, ok? Mas eu também acho que uma banda pra ser considerada entre as 10 mais e ser referência, ela tem que, ao longo da história,
Provar que ela, de fato, foi referência pra toda uma geração que veio depois. Mas o Guns é o disco de estreia mais vendido da história do rock. Não, mas eu não tô falando em quem consome, eu tô falando pra quem faz. Sim, pro legado. Pro legado que deixa como referência pra quem faz. Eu sou muito fã de Guns, eu não botaria no papel. Por exemplo, ao longo da minha vida, eu conheci muito mais músicos que olharam pra The Who do que pra Guns N' Roses.
Sim. É isso que eu quero te falar em termos de importância musical, entendeu? Eu fui no chat.
De música pra música é diferente, né? Mas é o olhar que representa a qualidade daquilo e o quanto aquilo impacta numa geração. Mas aí não é o consumo da geração? Eu pedi pra ele cruzar rankings de revistas especializadas em música. Rolling Stone, Billboard, VH1, NME, etc. De acordo com ele, o top 10 é... Já tive. Beatles, Stones, Led Zeppelin, Pink Floyd, Queen, The Who, U2, Nirvana, ACDC e Beat Boys.
Eu concordo com todos, menos U2. E ainda faltou Van Halen, Eagles, Doors e Rush. Não tá o Pearl Jam. Eu discordo, eu botaria o Pearl Jam entre os 10. Então bota na tua lista. Eu vou fazer a minha lista, pronto. Faz a tua lista. Na lista de aniversariantes famosos de hoje ainda temos o Chuck Norris. Olha aí. Ator fazendo 86 anos. Já viu ele atualmente?
Tá bem demais, cara. Me levantando ferro. Tá bem demais, cara. Um dos primeiros hits do Pretinho, né? Você ficava dizendo coisas que o Chuck Norris fazia. É verdade, cara. Olha só, ainda tem mais um aniversário. Eu dei uma invertida aqui, porque o que de vinil faria 71... Ah, ele vem por hoje porque ele morreu, né? Entendi agora. O que de vinil faria 71 anos hoje, pereceu em 2017, mas ainda aniversariam hoje. O baterista original do Pearl Jam, o Dave Kruzan,
60 anos. O guitarrista do Bon Jovi, 60 anos. E ainda o cara que foi o fundador da banda Boston, que pouca gente aqui na mesa vai conhecer. Eu conheço uma música só. Fazendo 79 anos, o Tom Scholes. Também não conheço. Qual música que tu conhece? Ah, é a que tem aí. Morda na Feeling? Deve ser essa aí, né? Que toca, né? Mas é a sonzeira, né? Porra, a sonzeira. Canta um pedacinho aí, André. Clássico. Ah, é essa a música? Não, não, não.
Isso aí é Journey. Ele tá falando de Boston, cara. Calma, é que eu confundi as cidades. Eu tava em outra. Não, não. A amarela. Boston e? Qual é a outra cidade? Calma. Pera aí. Me atirei, né? Desculpa, cara. Às vezes é bom, né? Don't stop living, cara. Tá viajando. Journey é o qual, então? É, dessa aí. Don't stop living. Journey é essa. É Boston. É Boston o nome da cidade. Tá drogado, né? Tá bem. Muitos laboratórios médicos. Foram estes, então, os aniversariantes do Pretinho Básico.
neste dia 10 de março de 2026. Morda na filha. Morda na filha. Desculpa. Nos destaques do pretinho, México. Aprova redução da semana de trabalho, Gomes. Está acontecendo país a país. É um efeito dominó semelhante ao que a gente está vendo da legislação para redes sociais para adolescentes. Um por um os países estão indo se adequando, cada um se adaptando à sua realidade.
E um a um, os países estão diminuindo a sua carga horária de trabalho. O México é um dos países latinos, que é como a gente se acostumou, como a gente cresceu, que são as 48 horas os caras trouxeram café. Muito obrigado, galera. Obrigado, Fabrício, nosso motoqueiro maluco. Esse tamanho aqui pra tu que é chefe, pra aquele colador lá. Mas é bastante. Tá bom pra mim, obrigado. Obrigado, Fabrício. Obrigado, Dico. Que é isso, hein?
DJ Dico. E a figurinha da caneca é adequada, tá certo, papeta. Muito bom, hein? Muito obrigado. Agora começou, não trouxeram pra rodar, olha como não são elegantes. A mulher deve pegar primeiro. Eu vou pegar o meu tranquilamente no intervalo, fiquem relaxados. Não, eu vou pegar o meu. Não, eu vou te dar o meu. Não, fica tranquilo. Era isso que tu deveria fazer do início, Alexandre. Ah, eu também quero café. Pode pegar o meu. Pode ficar, Alexandre.
Tá, obrigado. Não quer ficar, então. Tá, e o baterista do Pearl Jam? Que baterista do Pearl Jam, cara? Assim como a maioria dos países latino-americanos.
Sul-americanos, o México tinha uma semana de 48 horas, que é a nossa, né? Que é de segunda a sexta, 8 horas, mais o sábado, 8 horas. Esse é o normal, é a escala 6 por 1 que a gente tá debatendo nesse momento aqui no Brasil. O México, ele vai diminuir 2 horas gradualmente, ano a ano, até chegar a 40 horas. Ele entende que 40 horas é, digamos assim, um novo normal da escala de trabalho. Daria quantas horas por dia? Bom café. Segue dando as 8 horas, porém 5 dias da semana.
É o fim da escala 6 por 1 também. Um dia a menos. Tá, é que a gente trabalha mais aos sábados. Tá, mas é que podia ter uma folga no meio da semana. Não, mas isso é negociado. Claro. Não, ok. Mas é que hoje a escala prevê essas 8 horas por 6 dias. Se eles gradativamente vão tirar 2 horas, vai chegar no momento que são só 5 dias de trabalho. E a folga pode ser no meio da semana. Então, faz. Ano que vem, Rafinha. Só eu vi. Só eu. Ano que vem. São 46 horas de trabalho. Agora eu vou ter que explicar. Desculpa.
De maneira alguma. Eu tô falando do Rafinha e do Gomes. Não, não, não. O Gomes sabe que não. O Gomes jamais diria o contrário, né, Gomes? Porra, sério, isso é um saco. Isso é um saco, isso é um saco. Olha só, não me irritem. O Gomes estava falando uma coisa e aí o Rafinha... Ah, mas o que é a folga da semana? Folga no meio da semana. Aí o Gomes faz assim, ó. Tá sem paciência há 20 minutos.
De quem não aguenta mais. É que o óbvio tem que ser dito mesmo. E tem 18 ainda. A escala é negociada de empresa para empresa. A gente sempre debateu aqui o 6x1 sem pensar no meio da semana. Eu sei que são coisas diferentes. Tá bem, Rafinha. Dá essa ideia no teu Instagram. Aqui, neste lugar abençoado onde vocês trabalham. Isso é outra coisa. Aqui neste lugar abençoado onde vocês trabalham. Vocês têm uma gestão que briga
E há 18 anos vocês não trabalham fim de semana. Vocês trabalham de segunda a sexta, sábado e domingo, porque a escala do Radialista no Brasil é completamente diferente. O Radialista trabalha 7 dias, falga 1, e durante 30 dias ele falga 1 final de semana. Eu trabalhei nessa escala aí. Exatamente. Então vocês deveriam me agradecer até o fim da vida por isso.
Sim, mudou, que bom. Mas outros tempos não tinha tecnologia disponível. Boa, Porã, muito obrigado. O que que Porã falou? Não tinha tecnologia disponível. Porém, dito isso, seguimos. Porã foi pra rua. Mas eu acho que isso tem muito a dizer. Ele queria ir pra praia, né? Exato, exato. Eu queria vir surfar e ir pra rua. Mas eu acho que isso diz muito sobre o que a gente tá falando, porque as novas tecnologias podem ajudar também
as empresas não percam tanta produtividade, né? A gente não trabalha no fim de semana justamente porque tem um programa de produtividade. Não perde o computador, a rádio não para. Não precisa de voz no sábado. Não tem locutor chato enchendo o saco entre as músicas. Faz toda a diferença o comunicador. Não dá ideia, né? Vamos dar ideia. Aliás, eu tenho uma pesquisa que eu gostaria de dividir com vocês aqui. Se vocês não se importarem. O Fernando Morgado, que é um cara que é uma... Mestre.
A sumidade em... Estúdios de rádio, né? Estúdios de rádio, ele diz o seguinte. Rádio, fidelidade aos locutores é que retém a audiência. Tu vê. Acompanhariam seu comunicador preferido caso ele mudasse para outra emissora de rádio. 84%. Aí é bonito, hein? Valorizam e confiam na opinião do seu comunicador. 83%.
Conhecidos, 81%. A gente vê nas ruas, né? E a geração Z e Millennials tem interesse em se conectar com os seus comunicadores favoritos. 71%. Eu falo, quando a gente vai no mercado, a gente sente na pele isso. É a importância e a credibilidade deste profissional. Verdade. Obrigado. Rádio amigo, né? Rádio amigo, né? A audiência super fiel, o comunicador nem...
O que houve quando dá? Que tá pensando no quê aí? Não, tava com a cabeça longe, mas tô super enterada aqui do assunto dos comunicadores. Quantos por cento da audiência mudaria de emissora junto com o comunicador, caso ele mudasse? Tem na pesquisa? Não, não vi esse dado na pesquisa. Eu acabei de citar, inclusive, 83%. Que coisa boa, né? Legal, né? Muito legal, pô. Aliás, que coisa boa, né? Um gole de café. Eu gostaria de trazer este exemplo aqui.
Por exemplo, em 1997, depois de 10 anos de Atlântida, eu saí da Atlântida e fui para uma outra emissora. Esta emissora, quando eu cheguei lá, estava em 16º lugar no Ibope. E quando eu saí da Atlântida, ela era 2º lugar no Ibope. Em 6 meses, com o trabalho que nós desenvolvemos na então Pop Rock, inverteram-se as posições. A Pop Rock foi para 3º lugar no Ibope e a Atlântida caiu para 12º lugar no Ibope.
Essa foi uma das provas que corrobora aqui o que disse o nosso querido Fernando Morgato. Dez anos depois, em 2007, quando eu saio da Pop Rock e volto para a Atlântida, a Pop Rock estava na frente da Atlântida, a Atlântida bem atrás da Pop Rock, novamente invertem-se as posições, a Atlântida vai para o topo da audiência, para o topo da lista da audiência, e a Pop Rock cai vertiginosamente, hoje inclusive nem aparece no top 10.
É trabalho, é credibilidade, é equipe. E as pessoas, né? As pessoas que carregam a audiência. Exatamente. E foi isso que aconteceu. Vamos fazer mais uma vez? Essa movimentação de comunicadores que acontece nos veículos tradicionais, tanto rádio quanto televisão, ela é comum das pessoas levarem a sua audiência da mesma forma que, sei lá, numa empresa, num outro tipo de carro.
O cara leva os seus atributos que vão mudar a performance daquela outra empresa por conta da chegada dele. O que ainda deixa muito clara a importância das pessoas e das características pessoais que elas têm, que não é o chat, que não é o robô e que não é a tecnologia, que é a autenticidade. Além disso, agora o cara pode ou trocar de emissora ou criar a sua própria emissora, o seu próprio canal.
isso ao longo dos anos. E houve também este fenômeno lá nos anos 70, quando a Gaúcha contrata mais da metade da equipe da Rádio Guaíba. E aí acontece o mesmo fenômeno. Invertem-se as posições. Muito legal isso aí. Que prazer e privilégio está fazendo parte deste mercado chamado rádio há 40 anos. Bruno Mars lidera três paradas da revista Billboard.
falando sobre... Uma música nova? Um álbum novo. Um álbum novo. O álbum dele tá liderando todas as posições, tem quatro músicas do álbum diferentes, só que é a primeira vez que ele tá liderando três rankings diferentes. É o Top Artista... Desculpa, engoliu S. O Top Artista, o Rotten 100, ele também tá liderando, e o Billboard 200. Então ele já tem 44 topos da lista da Billboard na carreira, só que é a primeira vez que ele tem três.
ao mesmo tempo com o seu novo álbum. Fenômeno, fenômeno, fenômeno. Ele é fenômeno. O Bruno Mars, que a gente viu em Florianópolis, se não me engano, porra, abrindo para a Amy Winehouse, lembra? Isso. Pô, é verdade. Esse show, eu não vi esse show. Não vi esse show. Não era o porra. Eu só lembro de uma história desse show. Eu não estava nesse show. Tu não estava nesse show, porra? Não, estava o Potter e o Barba. O Potter e o Barba.
Existe uma história ótima sobre esse show, né? É, maravilhosa. Mas a gente não pode falar mais. A gente até já falou.
Passou por mim ontem um vídeo do Bruno Mars se apresentando nesses night shows que tem nos Estados Unidos. E aí ele tá fazendo uma performance ao vivo ali e tem três caras que tão dançando e sendo backing vocals deles. E aí ele no ritmo da música, se comunicando com a plateia, diz assim, olha como dançam esses caras. Olha como requebram esses caras. Olha como cantam esses caras. E tudo no ritmo, tudo na batida e os caras ali dando show. Vocês sabem por quê? E a plateia quer... Because they're black.
Muito. Mas o álbum é bem diferente do cheirinho que ele deu com I Just Might, né? Que a gente tá tocando desde a virada do ano. Baita música. A música é boa, as outras são... Essa é a número um. Mas isso é meio que comum quando um artista desse tamanho lança um disco novo, ele vai e quase todas as músicas, cinco, seis, vão pra parada. Agora o Harry Styles lançou disco novo. Tem três músicas ali no Top Mundo Spotify. O Bad Bunny, quando lançou, o álbum inteiro, a Taylor Swift, dez músicas do disco. E aí depois, uma ou outra fica despontando mais, né?
Mas eu acho legal, Bruno Mars, é um bom artista. É um bom artista, Rafael. É um bom artista quanto tu, um bom comunicador de rádio. Tá bom, mas eu aceito isso. Os dois baixinhos. Sim, mas tu não é um bom comunicador de rádio? Eu acabei de dizer que eu aceito isso. É um excelente comunicador de rádio. Assim como o Bruno Mars, é um excelente artista, né, cara? É verdade. Mas... Eu falei algo contrário disso, André? Não, tu falou que ele é um bom músico.
Ele é um bom músico. Ele é um bom que é abaixo de excelente. Não, o bom é abaixo de muito bom.
O bom é abaixo de ótimo. O bom é abaixo de excelente. Meio superestimado. Abaixo de afetê. Superestimado, cara. É uma bomba. Mulher morre pisoteada por elefante após aceitar o desafio para puxar o rabo do animal. É Darwin. É Darwin. Na Namíbia. Por que que estamos vivendo essa situação? Porque eles estavam caçando elefante. O bicho está quieto lá. Está caçando elefante. Para tirar foto, para matar. Caçando elefante.
Exatamente isso. Pra tirar foto também. Pra tirar foto. Exatamente. Um dos caçadores já tinha dado um tiro no elefante. Ah, não. E aí o elefante tem as imagens ali na live. Ele já tá cambaleante. Ah, que absurdo. As pessoas que estavam envolvidas na caçada acharam que era uma boa ideia se aproximar do elefante. Afinal, ele tava meio... Meio mórbido. Então, várias pessoas estavam dizendo, olha aqui, ó. Eu vou lá puxar o rabo do elefante.
Aí é um... Ah, eu vou lá e não sei o quê. E aí é outro. Aí foi a moça, foi lá e foi... E aí, daqui a pouco,
Quando o elefante deu uma deitada, pensaram. Tá, ele morreu. Vamos tirar uma foto. Aí ela foi tirar uma selfie. E aí no que ela foi tirar uma selfie, o elefante acordou. E começou a correr atrás de todo mundo. Mas o elefante não estava moribundo? Mas ele é um dos animais mais inteligentes. Ele se fez de morto para matar alguém. Com certeza. Exatamente. Ele guardou a energia dele e aí contra-atacou. Pegou todo mundo de surpresa.
Ele se protegeu, né? A moça tropeçou na hora da corrida. Agora tu vai ver uma coisa.
passou por cima dela. Olha aí. É só com a espátula daí. Eu não lamento a morte. Vai, eu sempre vou torcer pra quem tá no habitat natural. Eu também não lamento a morte. Eu sempre torço pelos animais. Claro. Na luta entre humanos e animais, eu tô com os animais. Sempre. Pra que fazer isso? Também tem uma coisa, né, Rafinha? Os elefantes não esquecem. Não esquecem, é verdade. Ele sabia que quem tinha puxado o rabo foi a mulher. Exatamente.
Vocês lembram daquele elefante que foi no entendo da mulher que tentou caçar ele? Capizoteou? A mulher tentou caçar ele, aí
Ele pisoteou a mulher e matou a mulher. E aí teve o enterro. Ele apareceu lá para dar o conféria. Mas como é que ele teve acesso, assim, onde é que ele morava? Ah, o WhatsApp. Não, não é, Rodaico. É a memória. O elefante tem uma memória no WhatsApp. Não, não, não. É dentro da dinâmica. Onde é que era o cemitério? Era uma cidade próxima de uma floresta. E ele conseguiu chegar lá. Mas não era tão próximo assim. Eram vários quilômetros de distância.
O animal, o animal, o olfato dele, ele busca qualquer coisa. É isso, tudo isso. National Geographic. O que é mesmo? Jana Jones. Jana Jones, não, não.
Diana já, o Richard Rasmussen. Tá bem, eram estes então os destaques do Pretinho Básico para este início de tarde de terça-feira, 25 minutos para as duas. Vamos ouvir a Estrela Móvel Rodaica. Ah, tô com uma história aqui que, meu Deus. É mesmo? Ai, ai, ai. Vamos. Vamos. Oi, pessoal. Hoje eu tava fazendo a minha esteira lá da academia, escutando vocês no Spotify e aí resolvi escrever. Mas não digam meu nome. Ok.
Olha só. Ele é muito bem sucedido. Ele aluga um bom apartamento pra mim. Me deu um carro e banca todas as minhas contas. Ah, homem pra casar. Além de... Não.
Ela também quer pobre para casar. Só que já é casado. Além disso, me deu um cargo para trabalhar na sua empresa e ter uma renda boa. Esse é galo. Então, além de tudo, ela ainda trabalha na empresa dele para ter o seu salário. Qual é a empresa, né? Estamos curiosos. Olha, que coisa. Porém, conheci outra pessoa e confesso que estou bem interessada nele porque ele... Mal agradecida. Entre aspas, faz gostoso. Hum, já?
Já se entregou. Mal agradecido e interesseiro, então, agora. De um jeito que nunca tinha acontecido comigo. Ele é carinhoso, educado, respeitador. Porém, ele não tem nada na vida. Só tem uma moto que ele faz as entregas. Ah, então larga, larga, larga. Ele é um de nós. Ele mora com a mãe. Não! Ela que paga as contas dele. Larga, não adianta. Vai sair pra jantar. E ele é gordinho. Mas daí ela diz, isso eu até resolvo. Gordo se entregou.
Não entrega, não tem. Se eu até resolvo, levo ele para a academia. Vamos para onde? Vamos ficar na casa da mãe. O gordo nunca sabe quando vai ser a próxima. E nas vezes que nós nos encontramos, eu mesma tive que pagar o café, o restaurante e inclusive o motel. Ah, mas dá ele aí. Quem não tem dinheiro, entendeu? Abre a mão, gordo. Que gordo tanto. Por isso resolvi escrever a vocês. Que ótima ideia, ouvinte. Essa mina é uma mina Robin Hood lá. Já que eu escuto vocês desde... Ela rouba dos links.
Já que eu escuto vocês desde os meus 14 anos, pra ter uma opinião de vocês, que eu gostaria de saber o que fazer neste momento da minha vida. Beijo a todos e Mestli, vivi na praia e o Mestli tá uma delícia.
todo respeito à sua esposa, que também é uma delicinha. Mestre é solteiro, mestre é solteiro. O anão é casado, aquele merda. É bagunceira, moça. Não, ela gosta. Ela é solteira, ela é solteira. Eu acho que esse meio, ele traz tantas camadas, que eu fico com aquele sentimentozinho que eu tenho às vezes. De preguiça. Me dá uma preguicinha, já não quero mais. Já não dá pra negar que ela é solteira. Que ela sabe viver, né? Tá vivendo a vida doidado. Claro. Tá vivendo.
vida adoidada. Corretíssima. Deixa ela. O problema não é dela. Não, mas ela não quer pelo jeito viver a vida adoidada, porque ela tá querendo escolher entre um dos dois. Claramente, né? Ela tá perguntando a nossa opinião. Ela tá apaixonada pelo gordinho e ela é bancada pelo milionário. Aí ela quer saber o que ela faz na vida. Faz um pé de medo do milionário. Talvez porque pra assumir o gordinho, ela vai ter que abrir mão do milionário.
Já que o milionário tem quase uma vida de casada. Deixa tudo como tá. Deixa o gordo, alimenta o gordo, faz um amorzinho com o gordo. O gordo tá carente.
O Gordo tem várias carências. Ele não tem nada. Tu tem um emprego, um amante que é quase um marido. Tu tem tudo. Tu tem renda, tu ganha presente, ganha carros. Não, a relação que ela tem com o amante só é perfeita porque ele não é marido. Exatamente. Ela tem tudo que o marido poderia proporcionar e não tem o marido. Você é perfeito. Joga limpo. Joga limpo com o Gordo. Diz Gordo, eu vou te assumir, mas eu vou seguir a amante do cara que nós precisamos. Gordo, eu gosto de fazer contigo. O Gordo não tem nada.
de ter que expensar energia dupla na vida. Mulher não é que nem homem também, que gosta de sustentar. O gordo não tem nada, ele não pode ter verdade. Faz o seguinte, começa trocando a moto do gordo. Dá um presentinho pro gordo. Dá uma moto nova pro gordo. Por quê? Pra quê? Pra ela cuidar do gordo. Não, não. Quer que ela sustente o gordo? Claro. Mas sabe que não, gente. Não, vamos um pouquinho de vergonha na cara. É investir na planta.
Não, é investir na planta. Não, é investir na planta. Ela investiu na planta. Ela investiu na vida dela mesmo, entendeu?
Não de macho. Moda o gordo a trabalhar. Gente, o gordinho mora com a mãe. Ele só tem uma moto. É bancado pela mãe. Vai chegar no final de semana. Uma vez ela pagou no terceiro fim. Ela vai dizer que cagada que eu fiz. Pelo amor de Deus, cara. Homem nego velho morando com a mãe. Vai se mexer. Isso aí já tá errado. Nós não sabemos a idade do gordo. Tu não sabe a idade do gordo. Ele mora com a mãe gordo que tá passando por dificuldades.
Eu lembro do teu tempo de dureza. Eu lembro. Tu ganhava até tênis do teu chefe. Do chefe, exatamente. Eu me virava. Eu me virava, né, Paran? Não, isso não. Eu acho que a mulher tá muito bem acostumada pra essa altura largar a condição que ela tem. Eu também acho. Porque querendo ou não, depois quando o relacionamento se estabiliza, essas coisas fazem diferença. Agora é só apaixonite. Exato. É só o não sei o que.
Chega, e ela chega rápido. Todo dia hambúrguer, ela vai encher o saco. Tá bem. Claro que não. Eu gostei dessa mina Robin Hood aí, cara. Eu gostei, acho que ela tá certa, tem que continuar fazendo o que ela tá fazendo, né? Tirando de quem tem e dar a quem não tem. 19 pras duas, Rafinha. Eu tenho dois e-mails, Alexandre. Primeiro tu leu um, e da outra rodada tu leu outro. Não vai dar tempo, é muito grande. Fala, pretiz, quem escreve é o André Sandrini, motorista de aplicativo em Porto Alegre. Sandrini?
sobre o trânsito na nossa cidade, ideias de outras capitais que poderiam ser implementadas por aqui. Mas algumas informações ficaram meio no achismo ou incompletas. Esse é o programa. Que ao ouvir eu fiquei esperando que alguém soubesse e complementasse. Então trago duas rápidas aqui. Um auxílio para os motoras. Faixa azul para motos já existe em Porto Alegre, em um trecho da Assis Brasil, a partir do cruzamento com o Sertório, sentido Cachoeirinha.
inclusive também. Faixa azul pra moto? O Otovich trouxe isso, não sei se a gente chegou a ler o e-mail. Não, não. Ele estava comigo, eu não li, mas é a informação. Faixa azul pra ônibus. Na maioria, o horário exclusivo pra ônibus é pela manhã, entre seis e nove, de tarde das dezesseis às vinte. Isso eu acho uma loucura, cara. Ipiranga, nove da manhã, bairro centro. Três pistas, lotadas, imóveis praticamente, e a pista exclusiva
para um ônibus vazia. Vazia. Ninguém ali. Mas a partir das nove, tu pode andar, né? É. Entre seis e nove, é só para ônibus. Tem que avisar o pessoal. E das dezesseis às vinte, só para ônibus. Fora esses horários, tu pode ocupar a faixa azul. Tem as placas, olha, eu sou ruim no trânsito, assim, de aceitar as infrações, né? Certo. Mas eu li isso aí. Mas isso aí, para a pessoa ler essa explicação de uma placa, tu tem que estar parado no congestionamento, né? Se tu estiver andando normal, não dá para tu desviar a tua atenção.
Mas porque não é uma coisa tão nova, né? Não, não, mas... Esse horário é... Mas tu entende a complexidade dessa leitura enquanto tu tá dirigindo? Não, mas daí é código de trânsito, que nem tem a placa proibida de estacionar. É, daí tu tem que estudar o código de trânsito e saber, mas isso é uma coisa recente. Porque o horário varia às vezes de algumas... Não, eu sei, mano, mas tem várias placas que vão te dizer o que tu pode ou não pode fazer.
Tu tem que entender o que significa. Ah, e essa que a maioria já deve ter conhecimento, sinal vermelho. Pode passar entre as 23 e 5 da manhã.
Tendo limite. Tá, isso sim, a partir das 11 da noite. Forte abraço ao público de todas as pessoas, mas principalmente dos colorados. Tu vê hoje, Féter e Rodaico estão aqui, Gomes. Domingo estaremos presentes mais uma vez. Cara, vou avisar ele, talvez ele não saiba, o Grêmio foi campeão gaúcho. Acho que ele mandou antes. Domingo estaremos presentes mais uma vez. Ele foi no domingo, não deu. E domingo tem Inter e Bahia, no Beira Rio e no Bahia. Ah, sim. Entendi. O jogo do Inter não é agora, quinta-feira, Gomes?
Ah, então o primeiro tem que assistir esse jogo, depois ele vai no Beira Rio. É que pra ir contra o Atlético Mineiro tem que morar em Belo Horizonte. Isso. Tem em Colorado, em Minas Gerais. Não é o caso desse rapaz que tá falando sobre o trânsito de Porto Alegre. Deixa eu te falar, tá liberada a porrada. Pode bater. Porque é um soco nele. Porque eu gosto. O e-mail é sobre o trânsito de Porto Alegre, cara. É óbvio que o cara é daqui.
Ai, que loucura. 15 pras duas, tocou o sinal. Cara, eu não sei se vocês estão com essa percepção, mas tá passando muito rápido hoje, cara.
que foi em 15 minutos que passou, agora parece que estamos há 15 minutos no ar, estamos há 45 já. Verdade. A gente tem assuntos interessantes, pessoas legais pra conversar, uma roda de amigos, pro tempo passar rápido. A gente se gosta. Tinha uma época que a gente não gostava de passar mais devagar. Vai tu, porra, bota uma então. Ah, eu tenho um e-mail pra ti aqui, Alexandre. O Féter me enganou. Acompanhe o Pretinho desde os primórdios até hoje em dia.
O homem ainda faz o que o macaco fazia. Mais ou menos isso. Sendo bem sincero, no início eu não gostava muito do Alexandre Fetter. Pra mim, ele se achava demais. Queria ser o dono da razão e controlava tudo, até os momentos de resenha. Como acontecia às vezes com o Rafinha. Sim, mas isso faz mais de 20 anos, aí eu casei. O cara usa resenha e deve ter 20 anos. Com o tempo, porém, percebi que eu estava completamente enganado.
diariamente com pessoas difíceis. Verdadeiros psicopatas. E que aquela postura não era ego, era responsabilidade, liderança. Dia após dia, mês após mês, fui enxergando algo que antes eu não vi. O cara é de fato um gestor fora da curva. Trabalhei por um período como líder em uma empresa e posso dizer sem medo que me inspirei em ti. Obrigado.
Aprendi a levantar os parceiros, acreditar nas pessoas, mas também organizar, orientar e ajudar a formar novos profissionais, como aconteceu com o Rafinha, Fetter. Esse é meu depoimento sincero e de coração. Alemão, te mandei um direct. Se puder ler, vou ficar muito lisonjado. Tio fica lisonjado. Se não puder, tudo bem, eu entendo a correria e o volume absurdo de mensagens que tu deve receber.
Um abraço a todos. E manda um Edinho. O Lelê com a voz do Pelé. O Lelê tá imitando o Pelé agora. Só uma frase. O Lelê tá imitando o Pelé. Tu não sabia? Nunca vi? Eu prefiro o Pelé original do programa. Por favor, Pelé. Eu nem imagino qual é a frase que o Pelé falava. Só fala Edinho. Edinho. E as criancinhas. Edinho. E as criancinhas. E as ufa. O Pelé morreu. Morreu. Olha, já tem bastante tempo.
2022. O cara pediu, manda um edinho pro meu parceiro Isaías Vargas, que assim como eu, acompanha os dois programas. Quem mandou essa aqui foi o Adson Máximo, de Criciúma, Santa Catarina. Boa, Adson. Obrigado, tá? Pelas palavras. Fala, turma do Pretinho. Ontem no Pretinho das 13, vamos falar aqui sobre o menino Ben, o Benjamim, que nós começamos ontem a vaquinha. Gomes, por favor, aliás, traz uma atualização do valor da vaquinha do menino Benjamim, por favor. Já atualizo, já atualizo.
Estava escutando o programa e eis que vocês leram o e-mail a respeito do problema sofrido pelo menino Ben com uma doença autoimune chamada Fires. Me tocou muito essa situação. A todos nós aqui, cara. Especialmente porque nós recebemos a visita da família ontem. Pois também sou acometido por uma doença crônica autoimune chamada Espondilite Aquilosante. É isso? E também Fibromialgia. Sofro muito com dores diárias há muito tempo.
Então só de pensar que uma criança de 9 anos sofre com tudo isso é complicado. Acredito que assuntos como esses devem ser mais discutidos, mais falados por vocês. Porque essas doenças são silenciosas, invisíveis e extremamente doloridas. E por muito tempo fui chamado de o guri das dores. Cheguei a achar que era coisa da minha cabeça, que eu não sentia o que eu estava sentindo. E então só queria deixar essa mensagem para que as pessoas respeitem as dores alheias.
as condições problemáticas do próximo. Dor crônica não é frescura, e sim uma realidade de muito sofrimento, devido a todas as dores que elas causam. Tenham empatia, isso vai ajudar a melhorar o mundo. Se cuidem. Assinado Lucas. Abraço, Lucas. Arroba a cura do Ben, a história do Benjamin, a gente contou ontem no programa da Uma da Tarde, que vai reprisar, inclusive, no final de semana. Já temos mais de 30 mil reais arrecadados. Dobrou de ontem para hoje.
O pai dele me mandou uma mensagem dizendo que eles estão recebendo dinheiro direto no Pix e dinheiro através do link da Vaquinha. Na Vaquinha também. Bom, na Vaquinha tem esse valor. Na Vaquinha tem 21 mil reais. Ah, então tem 9 no Pix. Não, tem mais de 10 já. Já superou a casa dos 30 mil. Tá. Porque era de manhã, quando ele me mandou, ele disse que já tinha mais de 10 mil no Pix. Repete o perfil, por favor. A família precisa de 300 mil reais para ir à cidade de Monterrey, no México, fazer um tratamento numa máquina nova, revolucionária, que foi inventada na Índia.
E é uma possibilidade real de cura deste menino que um belo dia acordou com febre, convulsionou e nunca mais voltou a ser o mesmo. Ele mostrou um pouco pra gente, né, Fetra? Ali do lado de fora, o pai do Ben nos mostrou o efeito que essa máquina causa no cérebro, né? O que a gente pode imaginar hoje? Quem tá ouvindo a gente agora, o cérebro dele precisa literalmente ser irrigado, sabe? E essa máquina faz esse papel. Então tem um antes e depois do uso da máquina que é fantástico, cara.
Temos 10% do que a gente precisa. Vamos dobrando, dobrando, dobrando. É 200 e alguma coisa o tratamento e o resto do dinheiro para pagar a passagem e 30 dias de estadia da família lá no México. Muito obrigado a você que sempre atende aos apelos que a gente faz aqui no Pretinho Básico. Vamos fazer um show do intervalo rapidão e a gente já volta. O Pretinho Básico volta já. Agora na Atlântida. Meu nome é de elefante. Até novembro de 2024.
Havia mil duzentos e vinte e três patrimônios mundiais da Unesco. Os doze primeiros foram reconhecidos em mil novecentos e setenta e oito. E o primeiro lugar a ser listado foram as Ilhas Galápagos, que ficam na costa do Equador. Conheça o Elefante Letrado, a plataforma de leitura das melhores escolas do Brasil. Memória de elefante. Para mais curiosidades.
.com.br Três minutos pras duas da tarde. Rodrigo Adams, bota na tua agenda aí, Rodrigo Adams. 10 de abril. 10 de abril. Araújo Viana, Porto Alegre, acústicos e valvulados, comemorando 35 anos. Ah, estaremos lá. De uma carreira espetacular. Rafael Malenotti e sua trupe no palco do Araújo Viana, comemorando os 35 anos. Então fica ligado, certamente esse ingresso tá havendo no Simpla,
Tiqueteira do Maraújo. E a gente vai estar lá. Mais um showzão com promoção da Atlântida. 35 anos, hein? 35 anos. Que categoria demais. Eu lembro muito bem desse começo. Eu estava começando no rádio e eu encontrava o Malenote, as fitinhas demo do Acústicos e Valvulados que cantava em inglês, né? Era uma banda de rockabilly que cantava em inglês lá no começo. Inspirado pela Stray Cats. Inspirado no Stray Cats, Ed Cochran, Jerry Lee Lewis, esses caras da primeira geração
do rock, né? E eu lembro de ir lá na loja Toca do Disco do meu amigo Rogério no início dos anos 90 e o Rafa tá levando as fitinhas. Pô, te vi lá esses dias e perguntou por ti, Porã. Ele me falou que fez um rancho lá, cara. Ele me falou que tu fez um ranchinho lá. Não, uma das melhores lojas do mundo, a Toca do Disco aí em Porto Alegre. Na Garibaldi, quais esquinas? Garibaldi 1043, endereço clássico aí de Porto Alegre. E o Rafa levava as fitas demo e comprava, né, CDs na época do Chuck Berry, coisa
E a gente se conheceu meio naquele rolê, eu e o Rafael Malenotti, e depois já no segundo disco, que é o disco que tem os clássicos ali do acústico, Fim de Tarde com Você, entre outras. Aí a banda já passou a cantar em português e tal, e fez esse sucesso maravilhoso, estrondoso, de uma banda que é marcante na história do rock de Porto Alegre, e que nos anos 90, também a casa do Rafael, que era o Estúdio Bafo de Bira, serviu como um núcleo criativo de todas aquelas bandas do mundo.
os anos 90 como Ultraman, comunidade tequila, era uma turma que andava muito junta, tinha que ter senha pra entrar na casa, e era muito legal, cara. Poxa, puta saudade dessa época. Eu lembro quando, logo que eu comecei a fazer a móvel, a gente tinha um evento chamado Intervalo Atlântico da Futebol Clube, e eu tinha que pegar a móvel, pegar as bandas assim, a gente chegava nas escolas, além deles fazerem um bate-papo, faziam uma palha musical, não jogava bola ainda. E aí, cara, era um troço meio beatomaníaco, assim, acústicos, comunidade,
Sim. Papa. Todas as bandas. Nós chegávamos e as escolas ficavam enlouquecidas, cara. E aí corta, a gente tem que celebrar esses 35 anos da banda. Tem que celebrar. Vamos estar lá. Até porque o Malenote é uma das criaturas mais queridas que eu conheço. Ah, é verdade. Na minha vida inteira, cara. E aí é certo que nós vamos estar lá. Vai se emocionar, vai chorar. Vai se emocionar. Não tem como, né? Não tem como. Duas da tarde. Tocou o sinal, claro.
Um beijo aqui pra Amanda Ruas, que ela mandou um e-mail dizendo que estava na nossa reunião das antes sábados.
Foi fantástico, dancei muito, muito bom poder estar com o público da minha faixa etária, porque agora em julho eu faço 50. Aí sim. E fazia uns 20 anos que eu não dançava tanto. Que legal. Fiquei emocionada em ver mesmo de longe a Rodaico Feder, o Rafinha e o Neto. Sim, e a Gretchen, né? E a Gretchen. E o Michael Jackson, né, Rodaico? Ah, sim. Estou ansiosa pela próxima, avisem quando vai rolar. Maio, maio, segura aí que a gente vai falar.
Ó, vamos escolher o craque do episódio, o cara de mal poderia ser só uma pizzaria temática?
mas é a cara de mal, tem em Porto Alegre, ali no Boulevard Laçador, e também em Gramado. Pode votar, Anamos, por favor. Votar no Porã. No Porã. Obrigado. Porã, vota em quem? Rafael Melegasso. Rafael Melegasso. Obrigado, Melegasso. Claro que sim. O Gomes. Eu voto no Porã, a menina Robin Hood me pegou. Aquilo ali pra mim não tem como. A menina Robin Hood que tira dos livros e dá pros bobas. Tu, Rodaica, vai votar em quem? Não, perdão, tu é a última. Rafinha, desculpa. Eu sou a mesma afinidade hoje, a Rodaica, a gente trouxe...
Várias ideias bem semelhantes. Que habilidade. Tu tá bem, meu? Nós falamos sobre a mina. Vocês discordaram um monte de coisa. Eu e a Rodaica falamos. Alô, vocês estão malucos. Não estão bem mesmo. Não estão bem. Vai votar em quem? Não, tu tá de sacanagem. Nós vamos brincar, então. É óbvio. É que tu não falou que ia votar na Rodaica. Eu vou votar em quem tá com a mesma ideia que a minha. Eu e a Rodaica. Ah, tá. Poucas ideias, então.
Poucas ideias. Estamos no estágio das Pocas. E tu, Pocas? Eu vou votar também no Rafinha, porque nós estamos nesse estágio da Pocas.
Poucas ideias. Porém, estão conectadas. Exatamente. Muito bem. Eu vou dividir meu voto em dois hoje. Não tem como. Não tem como. Não tem como. Eu acho que tudo está no lugar da firma. Teu voto já vale dois. É que eu queria votar. Então, é um pro Porã e um pro Rodaica. Porã pela Robin Hood. Pô, pela gata Robin Hood. E a Rodaica porque ela veio ao programa. Porque ela tinha compromisso hoje. Não. Aconteceu o seguinte. Eu tinha um compromisso totalmente alinhado com os meus horários. E aqui estaria às 13 horas. Quando eu cheguei ao meu compromisso,
havia um atraso. E eu fiquei receosa que eu não conseguiria sair de lá no horário previsto. Porém, consegui. E aí eu vim. Mas eu já avisei antes, porque eu sou a pessoa responsável, entendeu? Eu já aviso. Vai que tem que chamar o negócio, tem que falar. E a quem ganhou, agora eu me perdi. Porã ganhou. Eu votei nos dois. Votei na Rodeck e no Porã. Não pode, né? Não, não pode. Mas é no Porã daí. Porã ganhou, merece. Parabéns, Porãzinho. O que fazem?
Porazinho. Que fase tal Porazinho, cara. Adorei, adorei. Seis da tarde a gente vai voltar pra mais um Pretinho. Qual vai ser a lista de hoje? As dez maiores bandas de rock, é isso? Se cada um mandar. Se cada um mandar, ninguém vai mandar. Não, nós não vamos mandar. A gente mandava no passado, a gente fazia. Mas esse ano nós não vamos mandar. A gente faz umas listas inusitadas, umas coisas diferentes do que o mundo já fez. As dez verduras mais consumidas em Porto Alegre.
Já deve ter feito isso aí também. Vamos voltar às seis da tarde. Boa tarde de terça e até lá. Tchau.
Tchau.