Episódios de Pretinho Básico

Pretinho Básico | 09/03/2026 13h

09 de março de 202652min
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O maior podcast humorístico do Brasil. Elenco da rádio Atlântida repercute as maiores notícias do dia do jeito mais engraçado possível. Veja muito mais no YouTube 📺: @atlantida_TV e @PretinhoBasicoShorts

Assuntos4
  • Confusão de bebês na crecheErro de identificação na entrega · Primeiro dia de aula · Falha de segurança na creche · Resolução do incidente
  • Dias Mundiais e Datas ComemorativasDiferença entre DJ e seletor · DJ como profissão · Missão de curação musical · Importância em eventos
  • Datas ComemorativasCelebridades aniversariantes · Ouvintes aniversariantes · Nomes de personagens públicos · Cumprimentos e homenagens
  • Festas e Status SocialApresentação de DJ em evento · Público dançante · Marido saxofonista · Ambiente festivo
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Alexandre Ferter. Olá, amigo e amiga ligados da Atlântida. Estamos chegando com o Pretinho Básico desta segunda-feira, início de semana, dia 9 de março de 2026, com a parceria dos Biscoitos Zezé. Carinho que vem de família há 58 anos. Programa Futuro Mais, uma parceria entre a Atitus Educação e a Fundacred. Stock Center, preço baixo, com um toque a mais.

Crédito consignado CLT. É no Banrisul. Os parceiros da apresentação do Pretinho Básico da Uma da Tarde. Muito boa tarde, Rafinha Menegasso. Ótima tarde, não tem como estar ruim, Alexandre. Tudo bem por aí, irmão? Tudo ótimo. Coisa linda. Salve aí, Rodrigo Adams. E aí, meu, tudo bem? Tudo certo, tudo lindo. Leandro Bortolati. Boa tarde, Alexandre Feta. Boa tarde, Rafael Gomes. Fala, Alexandre, boa tarde. Boa tarde.

Ele disse que não ia tá. Ele disse que não ia tá. Boa tarde, Porazinho. Mas tu tá me enganando, Porazinho. Boa tarde, queridos amigos da mesa, campeões e vice-campeões. Tudo bem? Tamo aí, Tamo aí, Alexandre. Não, a partir do dia 12, Alexandre. Ah, do dia 12. Tá bom, então temos uns dias aí. Até o dia 20. Tá bem, Porazinho. Que bom, vou ficar feliz, então, que tu venhas conosco até o dia 12, Porazinho. Que ele vai sair dia 2 da Águia? Ele vai sair, ele vai pro SXSW.

Ah, eu achei que tava saindo fora, porra. É, vai representar a Atlântida lá. Não, não, não. Não, ainda não. Ainda bem, porra, ainda bem. Não, não, não. Precisamos de ti, porra. Vou botar no ar em algum programa. Isso aí. Beleza, porrazinho. Vamos dar ele aqui nos destaques, Berbão. Destaques, Alexandre. A partir de hoje estamos amargando as férias de Léo Oliveira. Mas ele, obviamente, feliz da vida nesse período de descanso muito merecido. Nossa, todo mundo precisa de férias. Claro que sim.

Jolina, há mais de 109 anos, auxiliando na digestão e aliviando a prisão de ventre da galera. Vai, Jolina! Hoje é dia internacional do DJ! Aê! Você, DJ! Parabéns pelo seu dia! Não, não, cara, nós somos um pouquinho. Tu não é DJ. Não, nem eu, cara. Nem o Porã, nem o Lele, nem o Atlas, nem ninguém. Eu concordo! Eu concordo!

Ele é outra coisa. Nós chegamos na festa e damos play nas músicas. É diferente. Nós somos tocadores de música. Soundcoach. Soundcoach. Mas pouca gente tem o feeling de entender uma pista. Aí é outra coisa. Há uma diferença. No dia do feeling da pista, a gente dá parabéns, Otinho. O DJ e o Selector, que é o cara que vai lá e faz uma seleção musical, uma curadoria ótima, né? Pra um evento. Mas não é especialmente um DJ que mixa, faz música. Que produz. Produz, isso mesmo.

Eu produzo música agora. Você não produz música. Eu tô fazendo. Inteligência artificial? Não. Não. Eu e o Mick estão produzindo uma música aí. É mesmo, cara. Meu sonho de verão. Vem aí, eu vou lançar essa track. Ah, tá no verão que vem, né? Tá no verão que vem. É isso aí. No verão que vem. O dia do ano que marca definitivamente a virada da temperatura. Sonho de verão. Eu estou produzindo meu sonho de verão. Verão que vem. Vem aí. Deixa eu falar em dia do DJ. Então, na noite de sábado. Olha aí.

Me apresento eventualmente como DJ. Estivemos ali no Fuga do 4º Distrito recebendo a Gretchen. E 680 pessoas absolutamente felizes na vibe da reunião dançante. A Gretchen e o marido dela. Não sei se vocês viram alguma imagem. Eu vi. Botaram para baixo ali, cara. Uma energia muito legal. Estava lá o Rafinha. Estava lá o Neto. O saxofonista é o marido dela. O saxofonista é o marido dela. Exatamente. O Esdras. Esdras. Esdras do sax.

Um abraço pra todo mundo que esteve lá. Obrigado pela parceria. É sempre muito bom ter uma energia dessa na volta. Foi bem legal. Foi bem legal. Vem aí mais uma em maio. Agora vem em maio, vem outra. O garotão que é lá com 30 anos, vai, história. Oi? Não é? Não, a gurizada mais jovem se sente tri bem. Que é uma vibe muito tranquila e as meninas mais maduras estão indo nos caras jovens. É mesmo? Eu vi umas vetera dando em cima dos amigos mesmo.

Isso é informação? A galera se diverte. A música solta, né? E um monte de putão também.

Tchau, tchau.

Adeu o pessoal da caravana de Caxias do Sul. Isso, mais ou menos isso. Mais de 20 anos de casado teve aquele lanche também, né? Mais de 20 anos de casado, várias pessoas. Ah, diversão, Lelê, diversão. Ah, diversão garantida. Por isso que é casa cheia. Exatamente, Lelê. Muito legal. Muito bem, vamos dar aqui nos destaques do Pretinho Básico. O Pretinho Básico de hoje é o Cleitinho. Oh, Cleitinho. Oh, Cleitinho do Grau. Cleitinho do Grau, tá fazendo... Aliás, tá fazendo não porque não é aniversariante, ele é um gato SRD.

Marcinha. A Marcinha é uma cachorra. Precisa de aparelho, a Marcinha. A Marcinha é uma cachorra pequinês dos tutores Jocasta, Marcos e Augusto. Olha só. O cãozinho que chama, a galera chama de prognata, né? Quando é o queixinho assim, ó. Ah, é o queixinho cinzeirinho. Com a arcada dentada inferior. Queixadinha, né? Prognante. O Elvis é assim, uma figura. Simpatia total, né? Simpatia total.

aniversariante, a Daniela Zimmer. A Daniela Zimmer é comercial de uma seguradora da cidade de Canoas, fazendo 43 anos. Parabéns, Daniela. Saúde e prosperidade. Os aniversariantes famosos hoje começam... A lista não é boa. Já entendeu. A lista não é das melhores. O primeiro nome a gente já sabe que essa lista vai ser... Não, não é assim, é por ordem de nascimento. Não, mas é que quando tem os aniversariantes bons, você começa com os caras velhos.

Quisar botar os palhão novos. Eu vou lembrar. Lele, eu me refiro a... Os famosos. Qualidade. Não, ao tamanho mesmo. Feijura. Ao tamanho da lista. Vamos lá. Gabi Lame. Tá ligado no Tik Toker aquele, o senegales. Eu não sei se fala assim o nome dele, mas é... Senê, senê, senê. Senê, senegal. Só eu bato de palma, né? Só ninguém conhece ele. É o Tik Toker. Eu conheço. É o Tik Toker que ninguém conhece a vossa. Vamos bater palma. Ele tá de aniversário, por favor. Tá bem, tá certo. Tá de aniversário, é verdade.

Ele é só isso. Ele é só isso. Ele é só isso. Ele é só isso. Trabalhamos com isso. Eu não entendi. Tá fazendo 26 anos o Cabi. Cabi. Tem o Tic-Loc. Parece o Amozu, né? O centroavante do Grêmio. Não parece. Não? Não. Não viu ele no jogo? Ontem, ontem. Não parece o Amozu. Não, eu? Eu vi, cara. Jogou muita bola, aliás. Campeões. Substituído no primeiro tempo, não tava muito bem no campo. Substituído no intervalo, não dá pra ele. Vai reclamar da substituição também do Grêmio.

Vai reclamar da substituição do Grêmio também. Sabe que Bobó não tem músculo. Não, é verdade. Então teria que tirar o time inteiro do Inter. Olha só, olha só. Acabou o campeonato gaúcho. Acabou o campeonato gaúcho. É que quando o cara tá bem no jogo, geralmente ele não é substituído no intervalo. Quem é que era o DJ lá no Vera Rio ontem? Ah, ele tocou a música alta, porém. É verdade. Era o Lele, ele botou a tele rock. Não dá pra cantar, mas vamos lá, né, Alexandre?

Meu Deus, tu tem muita razão quando tu arrancou falando da lista. Eu não sei quem ela é. É a do Rebeldes? É. Ah, agora eu sei quem ela é, tá? Ela mesmo. 43 anos. Isso, né? O Nauber. 43? Parece menos. Ela é uma rebelde, Lili. Todos os rebeldes têm meio que a mesma idade, Lili. Todos eles, tipo, eles começaram junto. O Nauber do vôlei? Do vôlei. Isso aí, o Nauber do vôlei. Nauber, fazendo 52 anos. Tá bem.

E a Lucinha Lins, atriz Lucinha Lins, cantora também, né, de purpurina, música de festival. Tá bem! Fazendo 73 anos a Lucinha Lins. Se separou do Ivan Lins há muito tempo e não tirou o nome, né? É, porque ela ficou famosa, reconhecida como Lucinha Lins, nome artístico. Acho que uma relação que termina bem, né, Alexandre? Não precisa nem tirar o nome. Também acho, duas pessoas muito legais. Muito legal, hein? Muito legal, Jorginho.

Acabou aí? Acabou aí a lista de aniversário antes de hoje. Pouca gente, né? Pouca gente mesmo. E agora a gente já entra nos destaques aí, meu irmão. Forte candidato, lista mais fraca do ano. É, não. Tem data mais fraca. Vou fazer a lista das listas mais fracas do ano. Essa aí tá encabeçando. 9 de março. O 2 de agosto é bem ruim que é o meu aniversário. É ruim. Eu tenho forte chance de estar. Daqui a uns 10 anos eu posso estar na lista.

Não, é o João Kleber. É o Tavarelli, goleiro do Grêmio. As pessoas nada a ver. Tavarelli.

O pai busca criança errada na creche e não percebe. É raro, mas acontece. Ah, é os dias de hoje, né, que estamos vivendo. Em Santa, em Santa, né? Jaraguá do Sul. Jaraguá do Sul. Gosta muito da gente, Jaraguá. O pai foi... Primeiro dia de aula, semana passada, tá? Segunda-feira passada. Pai, do primeiro dia? Primeiro dia de aula ali, da creche, né, basicamente. É justificável, no primeiro dia de aula. Não tava acostumado a ver com a cara do filho. Não, não, não.

Não deve ter ficado o verão inteiro. Não tem justificativa, porra. Não tem justificativa, porra. O bebê tinha seis meses, porra. Pode errar e pegar a namorada, que a gente fazia na época. Era o primeiro dia de aula, mas durante seis meses ele esteve com essa criança em casa. Ah, não, mas peraí, ó. Não, peraí, ó. Era bebê. O pai foi buscar a criança na creche e a criança estava junto com outros bebês da mesma idade. Sim, todos os bebês da mesma idade. Tá, mas e daí? Ah, não, aí é fácil. Não, não, não. Para, Alexandre, para.

Eu confundi uma criança de 5 anos. Outra coisa de 6 meses. Vocês estão loucos. Te pega o Theo na mão. Tu sabe que não é o Theo. Para, Alexandre. Não posso perder a chance de brincar. Um amigo meu, esses dias, foi buscar a filha. Saiu com a professora. Se confundiu. Centro Municipal de Educação Infantil, em Jaraguá do Sul. Segunda-feira, primeiro dia de aula. Acabou o expediente. Ele acabou o dia de aula. O pai foi o primeiro pai a chegar.

E aí a escola disse, ah, o senhor é pai de quem? Ah, aquele ali é o meu bebê. Aquela ali com carinha de cara com cara de gabivara. Aquela ali é o meu bebê. Ah, tá, então tá. Então toma aqui o seu bebê, o senhor pode ir pra casa e tá tudo certo. Isso é uma piada do nele. Passou uns minutos, chegou um outro pai. Ah, vim buscar minha filha. E aí, obviamente, se um bebê já tinha ido, a escola entregou o outro bebê. Sim. Ah, tá aqui o seu filho, sua filha.

E aí o pai disse, não, não, não, só um pouquinho. Esse aqui não é meu filho. Esse aqui não é o meu bebê. Opa.

Até a matéria, ela não entra em detalhes pra não gerar nenhum constrangimento, se era um menino ou uma menina. Menino? Não, não, é o meu bebê esse aqui. Não, como que não? O senhor não é o pai do fulano ou da fulana? E o cara, não. Eu sou pai da ciclana. Não, mas a ciclana já foi com o outro pai. Como assim foi com o outro pai? Aí ligaram pro outro pai e disseram, seu fulano, oi? O seu pai tava checado no bebê que o senhor tá aí no colo aí?

Mais ou menos. O senhor já chegou em casa, seu... Ah, não, não. Não, não, tá no carro ainda. Então dá uma olhadinha pra trás. O seu fulano já estava em casa. Ah, já tava em casa.

em casa, dando banho na criança. Já tava em casa. O banho do nenê é separado. Pegou o bebê de volta, levou de volta pra creche e disse, pá, é verdade. Meu bebê é aquele ali. Mas entregou já jantado, né? É só a fraldinha trocada. É só a fraldinha trocada, jantadinha, deu mamada. Que loucura, cara. Bom, que bom que terminou tudo bem, né? Imagina o cagaço.

Tu tá louco, mano. Tu chegar e teu filho não tá ali, não. Já levaram como assim, cara? Olha, tu trouxe o bebê errado. Isso, isso. Então, estão fazendo ali assim de câncer porque, em tese, a creche também não poderia ter entregue o bebê errado. Mas era o primeiro dia de aula, né? Mas o pai deveria ter identificado isso. Porra, e a criança nem pra falar nada, né, cara? É, porra. A criança nem pra dar uma reclamadinha ali, ó. Eu fico imaginando a mãe olhando assim.

Amor, esse aí não é o nosso filho. Não, não. Tenho certeza que não foi assim. Não, não. Eu só te pedi uma coisa imbecil. Ele saia fazer uma coisa. Mas tu traz outro filho. Não, e daqui a pouco ele te fez assim. Ah, tá. Vai me incomodar com isso agora também. Ah, não vai vencer meu filho. Vai dizer que vai errar aí agora. Tá, tá, tá, tá, tá bom. Amor, esse não é o Gabriel. Mas imagina pro resto da vida que esse cara vai ouvir agora. Merecido, óbvio. Mas tipo assim, ele vai falar e diz, acabou.

Tu vê as vezes a mãe pega, a criança leva pra aula, bate o portão, a criança fica dentro de casa, bota a mochila do carro e vai embora. Mas é um bebezinho de colo, daqui a pouco entregaram pro cara até enroladinho ali. Não tem Adams, tu sabe quem é teu filho, não tem essa, não tem justificativa. O cara tá na corrida, velho. Tu sabe qual é a roupinha, tu sabe tudo, tu sabe o ranho do teu filho. Não tem como pegar outro errado. Tu sabe que não é o teu lado.

Imagina uma criança. Uma vez piora que na Pet, lá que o Elvis às vezes vai brincar, me entregaram um dog errado.

E eu vi que o bichinho ficou com a cola abaixo, o rabinho baixo. Eu disse assim, cara, mas tá diferente o Elvis. Eu levantei a barriguinha, a dele é toda malhada e a do bichinho não era. Eu digo, eu acho que tu me deu o cachorro errado. Ela, tu me deu o cachorro. Esse aqui é o tal. Ele faz abdominal? Pois é, eu ia perguntar isso. A barriga malhada? A barriga malhada? O Elvis esfuma muito, dá pra reconhecer ele. Tem uma voz mais grande.

Bebidas grátis para Rick Martin. E o Rick Martin chegou lá pra cobrar a promessa. Pra gente não tem. Legal isso. Sabe essas placas clássicas de bar? Que tipo assim, ah, fiado só pra maiores de 90 anos na campanha dos seus avós. E aí tinha uma senhora dona de um restaurante. Todo mundo ia lá e pedia um chorinho, pedia um bolinho disso. Aí ela botou a placa. Bebidas grátis somente para... E aí tem Bad Bunny, Pedro Pascal, Rick Martin, Drake e Sam Arnold.

Ela escreveu a mão mesmo. E aí, do nada, o Rick Martin chega gravando um vídeo. Me disseram que eu tinha que vir nesse bar. Que espetacular, cara. Aí ele entra no bar fazendo um video selfie. E aí, meu, a cara da tiazinha olhando, tipo assim, ó. Eu não acredito. E aí ele fala, eu tenho só uma coisa pra dizer. Hoje eu vou encher a cara. Hoje eu vou ligar. Onde é? Onde é? Miami. E é um barzinho pequeno, assim, uma boteguinha. Mas com aquele corpo que ele tem, ele não deve beber muito.

É muito pequeno mesmo. Vinho branco, né? Obviamente. Aquilo ali não é corpo de quem bebe. Ele fez uma brincadeira.

tirou foto, fez vídeo e ganhou uma bebida grátis. Uma? Uma, foi só o que ele quis tomar. E sabe o que ele falou? Um, dois, três. Não, ele ganhou um smoothie de manga. O que ele pediu? Olha aí, o Rafinha pediria um smoothie de manga. Eu falei, ela clericou essa vibe aí. Deve ser uma delícia um smoothie de manga. Mamãe deu o que ele gosta, né? Tu gosta de manga, Rafinha? Tu não gosta? Puta doce com a comida. Eu não curto manga. Eu adoro manga. Uma das melhores frutas de manga na salada.

Eu gosto de mordeu de chupar. Não, chupar. E cuidado que manga com leite mata, hein? É, mas o que mata é o outro. Muito fiapo no dente. Dizem que sim. Mas meio orgânico, né? Quem não gosta... Um alface americano, uma manguinha... Alface americana. Já diria o ditado, né, Javi? Quem não gosta de manga, bom sujeito não é. Não é esse, Javi. Não é exatamente esse. É samba? Não, não, mas o pessoal das frutas mudou. Ah, tá. O pessoal da fruteira botou ali.

Antou um novo troço agora. Não, não. Próximo destaque. Boi cai do céu. Quebra o telhado e assusta o morador da casa que estava tranquilamente assistindo sua TV. Também em Santa Catarina. Temos o vídeo? Também em Santa Catarina. Temos imagens. Também em Santa Catarina. Tem as imagens. O senhor estava sentado na sua sala. Mas o vídeo do boi caindo, nós temos? Não. Não, porque não tinha ninguém filmado. Então me prova que esse boi caiu. Mas tem o telhado quebrado e vai aparecer depois o boi ali preso. O boi morreu?

Tá viva aí o boi. Olha aí o boi no telhado. Meu Deus. Como é que eu vou provar? Mas como é que ele parou ali? O boi subiu no telhado. Vamos engordar e fazer um vaguinho. Essa casa fica ao lado de um barranco. Ah, tá. Ah, entendi. E aí, esse boi achou que era uma boa ideia pular do barranco pra descer. E aí, só que tinha uma casa no meio do caminho. Então ele caiu em cima da telha ali, quebrou. E aí, tipo, um senhor que tava ali teve um prejuízo fenomenal.

E o cagaço. E o cagaço. Não, pode piorar. Porque o boi pode começar a cagar naquela posição. Pode.

Pode começar a ficar nervoso, mas o boi tá ali ainda ou isso aí? Não, não, já retiraram o boi. Tá, mas ficou um tempo ali. Ficou um tempo, porque tiveram que chamar. Um guindaste, né? Um guindaste pra retirar o boi. E aí, o dono do animal, que não era o rapaz da casa, teve que ser o responsável, etc. Ah, que tituacióne, cara. Então, Tangará, município, também Santa Catarina. Tá animado a coisa em Santa Catarina? Tá animado, tá animado, tá animado.

É, boi caindo, criança sendo levada. É, tá. Ah, fazer um churrasquinho, mas que bom que o boi não morreu. Não, ele não morreu, ele tá vivo, o boi.

Que loucura. O boi, ele é de um proprietário do terreno ao lado? É, de um proprietário do terreno próximo. Vai pagar, né? Exatamente, como o Gomes acabou de dizer. O cara, o proprietário, ele caiu. No caso, foi isso que podia. Só pra ter a certeza que ele vai pagar o prejuízo. Eu não tenho certeza sobre o prejuízo, mas ele teve que pagar a retirada do boi. Ah, mas o telhadinho novo ele vai pagar também. Imagina o guindaste chegando. Eu sei, Lele, hoje você tá meio atordoado. Não é todo dia que um boi cai.

É, não é. Do céu, né? É verdade. Que loucura. Não tem um ditado que é só no dia que a vaca voar, tá aí o dia que o boi voou. Se eu estivesse voando, ele não caía. Quando dá uma coisa errada, tu fala, a vaca subiu no telhado. Ah, boa, é verdade. Não, é o gato. É, também pode ser. É vaca. É que o gato subiu no telhado é de quase. É o gato subiu no telhado. Eu usei essa frase uma vez. Tá chovendo, está escorregadio. A vaca não. Desvia do gato preto.

Isso é bobagem. Preconceito com os gatinhos pretos. Isso é uma bobagem. Gatinho preto é tão... Gatinho preto não tem... Isso é uma... Não, passa embaixo de escada da azar. A gente acredita naquilo que acredita. Isso é superstição, cara. É? Claro. Eu fiz a última superstição, deu certo. Qual? O Rafinha não era da superstição supersticiosa? Ele não fazia? Joguei o fósforo pra trás. Ganhamos. Ah, foi isso, então. Uma das coisas. Fósforo pra trás. Ah, depois eu te explico. Tá. Cuidado pra não queimar o rabo. Girada na mesa.

Então, para dar voz para a nossa audiência aqui, manda para a gente o seu e-mail pretinhobasico.com.br Adams. Uma carta, estamos aqui para a gurizada. Boa tarde, pretinhos. Vai tomar um soco. Calma. Queria compartilhar uma coisa especial com vocês. Eu e minha namorada adoramos pegar a estrada para fazer pequenas viagens de carro. E praticamente em todas elas, tem uma companhia que nunca falta. O Pretinho Básico. Ah, que bom, gente.

Sempre que estamos... Agradecer, né, Feto? Que bom, gente. Só foi o que eu fiz. Sempre que estamos no carro, ligamos o programa e as risadas são garantidas. Muitas vezes um de nós começa a rir primeiro e o outro já entra na onda. E assim vamos seguindo viagem com aquele clima leve e divertido que vocês proporcionam. Compartilhando risadas. Risadas, exatamente. Hoje estamos comemorando um ano de namoro. E uma das coisas que marcam a nossa história são justamente esses momentos.

Se ele falasse, paramos no meio do caminho, dando a visão.

Deu um ferrinho. Foi uma aventura. Não, só isso aí não engaja. Vamos avisar a audiência. Muito obrigado por tudo e continue fazendo esse trabalho incrível. Um grande abraço. P.S. Rafinha. Puta, me fudeu agora. Fala. Somos teu público. Ah, obrigado, galera. Mesmo sem o ferrinho. Mesmo sem o ferrinho. Mesmo sem o ferrinho, somos teu público. Pô, você também, né? Pegamos o estado, damos risada. Um ano junto. Felizes, companheiros.

Obrigado, gente. Ah, um ano junto é auge, né? É isso. Para numa cabana. Sabe onde é que para? Atrás do maquinê ali.

litoral. Quantas por semana no primeiro ano? Ah, no meu primeiro ano, ó, já fui bom nisso. Faz tempo, né? Muitas, muitas. Vai, Lelê, bota tu uma aí, então, Lelê. Boa tarde, pretinhos, eu sou o Luca de Sydney, na Austrália. Ó. Ou seja, ele tá nos ouvindo amanhã, né? Ouço o programa sempre há alguns anos e frequentemente tem e-mails falando da performance do nosso piloto de Autorama, dizendo que ele fica mais cocô, não é o mesmo e mais sério e menos do alpinista de meio fio.

Rafinha, não dá bola pra eles. Você, como jogador versátil, sabe como jogar em diversas posições do campo. Eu agradeço as críticas dele. Com o Feter no jogo, sai pro ataque e administra os cartões. Na falta de alguém pra segurar, joga recuado, administra o jogo e deixa que os colegas se arrisquem. Greminho, 3x0, segundo jogo, fomos paradinha ali. Nosso piolho de pulga manda bem na ancoragem, sim. Os e-mails são mais um medo de perder o Feter na ancoragem, que infelizmente vai acontecer um dia. Enquanto isso, deixem o anão jogar.

Que bom, pretinhos. Ivan. Ah, não, Ivan não tá aqui. Olha só. Olha só. Manda um... Eu sou do nosso. Ele confundiu tudo aí. Ivan mandou o nosso. É só do nosso. É o da pena que faz isso. O garotão não tá... A Austrália é liberada, eu acho. Não é legalizado. Não sei, na Austrália é liberada, certo? Não sei, cara. Também não sei. Na Flórida é alguns... Não, não é. Não é? Tem que avisar o pessoal. Não, claro que é. Não é, não é. Como que não? Não é? O que?

Alexandre morou no estado da Flórida. O toque é que ele, então, eu fiz errado. Vai, Rafinha, aí, vai no materialzinho, vai no materialzinho. Rafinha consumiu na Flórida. Pra não se perder. Jamais. Não era legalizado. Imagina, pô, eu quase me fudi sem fazer nada lá na Flórida com a polícia. Me chamo Léo Carvalho, sou DJ, 8 anos. Tá aí, DJ. Hoje, dia 9 de março, comemoramos o Dia Mundial do DJ. Quero parabenizar todos os DJs profissionais e armadores ele bota aqui.

Deve ser armador. Eu sei, né? Mas não deixa de ser. Tem uns DJs armador. Tu, né? Por quantos minutos pegou tocando na noite? Por um tempo eu ouvi muitos DJs falarem mal de outros DJs por utilizarem esse botão sync, pois diziam que o DJ não era bom, pois não sabia sincronizar o beat das tracks. Não sei se você segura... Olha só, deixa eu só chamar a atenção. Calma, querido. Não, não, não, mas é que tu fez uma carinha aí de desdém para os termos.

Beat das tracks que assina que tu não é DJ. Não. Por que não? Tu acha que eu nunca sincronizei uma música na outra? Porque tu não pode desdenhar das expressões beats e tracks. Tu bota o sync e tenta sincronizar com a outra. Ah, eu te vi sincronizando outras coisas na pista. Agora o sync não. Tá, continua então. Não sei se esse bullying ainda rola nos clubs, pois toca em eventos sociais, diz o garotão aqui. Então aí vai o recado para os DJs, principalmente os iniciantes.

Ah, bom.

2000, fui numa festa de rock no Cantegril e vi a mão, e o Fetter era o DJ da festa. Ele estava tocando em um CDJ Pioneer 200. Tá, claro. O clarinho aquele. Pedi um autógrafo pra ele no adesivo da Pop Rock, mas não sei onde foi parar. Ele escreveu, e aí, Léo, grande abraço. E assinou. Parabéns, que baita texto que tu mandou pro Magrão. É um autógrafo, Ravinho. Não, peraí, ele estava tocando e ainda conseguiu assinar o negócio pro cara.

Mas é ruim, né? O cara fica com vergonha de autógrafo, né? Eu também. Eu também.

Vai escrever o quê mesmo? Não, não é pelo que vai escrever, porque quem sou eu pode dar autógrafo. É, também tem isso, cara. Parabéns para todos os DJs da bancada. Grande abraço, garotão. Boa aí, garoto. Léo Carvalho. Parabéns pelo teu dia, Léo. Léo Carvalho, muito bem. O Alexandre era um bom DJ. É, bom, bom. Eu lembro, cara, na batida. Mixador na batida. Eu me lembro quando eu fui fazer lá a festa nossa. Como é que é o nome da nossa festa, Rafinha? Ah, é o Sunshine Retro. Em breve voltará as pistas, né? Sucesso estrondoso.

Ele não lembro o nome da festa. Não, foi sucesso. Alexandre, sold out no Lorde. Ah, tá lindo, pô. Sold out no Lorde. Eu me lembro que assim, o cara não desaprende, né, Alexandre? Não. Virei umas duas na batida, assim. Virei andar de bicicleta, que é o nome da nossa festa. Virei umas duas na batida, veio o cara do Lorde lá e disse, pô, virando na batida. Já fui bom nisso, mano. Porque isso é sensibilidade, né, por exemplo. Exatamente.

E é legal pra caralho, né? Lembra quando nós fazíamos isso na rádio, cara? Putz, era legal pra caramba. Usando meus pendrive.

Não, usando CD na época que tu nem trabalhava com a gente. No Lorde foi com meus pendrives. Não, precisa ficar acusando aí. Ah, não, no Lorde foi com teu pendrive. É isso, querido. Porque tu é o DJ da dupla. Tu é o DJ da dupla. Eu vou lá. É verdade. Aliás, é o Daft Punk do Sanchário Retro. Isso. Sobre ler a pista no último sábado, eu tava tocando lá no Lorde Barber. Olha aí. E tinha um grupo de meninas ali na minha frente, ali, que uma delas tava de aniversário.

Aí tu te empolgou. Não, cara, é porque elas estavam dançando uma atrás da outra.

Tô indo bem. Tô acertando. Tô indo bem. Não, e festa é pra mulher. Não adianta. Não, tem que tocar o som pras minas. Óbvio. A última vez que eu discotequei com o Lelê, a gente tava enlageado numa festa que era pra ser anos 90. Daí, nós avisando o cara, meu, tem certeza que tu vendeu pra galera que é anos 90? Tenho, vendi e tal. Chegamos lá, começamos a tocar. Segunda música, veio uma pinta. Não vai tocar funk. Aí, nós seguramos. Veio terceira. Não vai tocar funk. Aí, eu chamo o dono da festa pra ele falar.

O cara não avisou, mano, porque a galera quer funk. Aí o Lele, vamos ver o que vai dar. Aí veio o dono da festa e falou, bagulizado, vamos fazer o seguinte. Vamos dar uma antecipada aí no fim do show de vocês. Eu digo, Lele, vamos botar a música do Titanic, vamos se abraçar na frente do palco. E aí veio o cara alinhando o funk. Depois a gente avisou. Poucas são as músicas e para isso tem que ter uma festa, aquela temática, digamos assim, como a reunião dançante, por exemplo. Uma festa anos 80, como várias que tem, ou anos 90,

uma música é muito difícil, uma música é acertar todo mundo em cheio. Muito difícil. Mas numa festa dessa é mais fácil. É como um discorama, um programa que já é feito pra isso, entendeu? Já larga campeão. Só as confirmadas. E aí tem um e-mail aqui falando exatamente sobre a reunião dançante. Acho que já posso pedir música no Fantástico, pois fomos nas três reuniões dançantes no Fuga Bar. E o que foi isso dessa vez? O que foi isso? O que foi isso?

Quando a Gretchen entrou, parecia que estávamos no Chacrinha ou no Silvio Santos. Que noite, amigos! Eu gostava do filme. E ainda a simpatia e o carisma da Rodaica e do Fetter, que é sem igual. E pra terminar, teve o Canto Alegretense, a capela no palco, com a desenvoltura do Rafinha junto. Ah! Neto Fagundi subiu no palco pra cantar. Eu ia cantar Jata Quest depois, mas não deu tempo. Não deu tempo, infelizmente. Que coisa boa! Eu ia cantar O Vento, Fetter. Ia ser legal demais, cara.

Imagina, todo mundo se abraçando, chorando. Uma palinha, uma palinha agora. Tira a trilha e deixa o... Perfeito, Gomes. Sem trilha. Sem trilha. Já tirei a trilha. Eu não posso ser interrompido. Tá, então vai. Ninguém vai te interromper. Ninguém vai ter essa coragem. Eu tento trazer o tom de voz do Flauzino. Por favor. Então vai. Espera aí. Flau Mini. Vou ir por todo o mar. E volte aqui. Vou ir por todo o mar. E volte aqui. Pro meu peito. Perfeito. Flauzininho. Flau Mini.

Essa música é emocionante. Parabéns. Imagina lá, no meio da festa, fazer isso. Eu tenho uma pra cantar. Eu também queria cantar. Depois do Neto. Não é que o Neto tava na festa com a namorada dele. O Rafinha também tava com a namorada dele lá. Mas é que o Neto tava no cantinho. Aí a Rodaica olhou pro Neto e falou, ah não, tu vai vir aqui. E aí ele subiu o cara e o Neto só deu o início do canto alegre.

O Despertador é show, Porã. Despertador é programa bem cedinho da Atlântida, Porã. Sim, eu já fiz ele.

Isso. Tu fez o Despertador do Porã. O Despertador agora é da Atlântida. O que que acontece no... Foi meu diretor na época que quis botar o nome de Despertador do Porã. O que que acontece no Despertaverso? O morning show mais ouvido do rádio é o puro suco do gaúcho, principalmente do Porto Alegrense. As gírias, as palavras inventadas que nós adoramos. É incrível a mistura toda.

filho e corro pro fone. Não posso perder a pauta do dia. Carol e Adams formam a dupla perfeita pra uma manhã leve e engraçada. Vida longa ao Kikiki. Um abraço, queridos, da Clarice de Santa Cruz do Sul. Beijão, beijão, galera. Valeu. Isso que a gente tenta dar uma segurada no stack. É muito bom mesmo o programa. Parabéns. Parabéns. Paraguei pras cobras, né, meu? Bota uma aí, porazinho. Eu tenho um e-mail aqui, ó. Boa tarde, meus amigos. Boa tarde.

Boa tarde. É isso mesmo, meu marido quer me vender. Hã? Meu marido quer me vender. Deve ser o trabalho dela, né? Já faz algum tempo que ele vem colocando essa ideia na minha cabeça em tom de brincadeira. Mas agora é real, vamos abrir um OnlyFans. Isso mesmo. Mudou então, é o que eu não... E como isso foi uma grande parte de influência de vocês, do pretinho, incluindo a Rodaica, viu Alexandre? Ah, é?

É, venho pedir encarecidamente a ajuda de vocês para divulgar o perfil. Mas o que ela faz? E tem promessa. Assim que o perfil chegar a mil seguidores, vai ter live toda semana do lenha, lenha, lenha, lenha, lenha, lenha. Olha! Ah, o negócio é esse. Me ajudem, pretinhos. Ajudem essa garota necessitada. Poderia fazer bolo, bolo, cakes? Acompanho vocês há muito tempo e adoro todos, mas o Feter, o Porã e o Rafi.

Os três tigres tristes. Os três tigres tristes. Estou criando o perfil agora e gostaria da opinião de vocês. Qual das fotos em anexo vocês acham que eu deveria postar primeiro? Olha o Lele. Você está atrapalhando a divulgação do perfil da menina. Desculpa, desculpa.

hotwife, é isso, Gomes? É isso, é isso. Arroba BR hotwife. Lucy, Brazilian hotwife. Então tá lá, tem as fotos, Gomes? Tá no grupo do Pretinho. Grupo do Pretinho. Não sei. Eu acho que... Acho que é a 2, né? A número 2. A número 2, a número 2. Eu tô com o Rafinha. É isso aí. Tá bem, Lucy. Tá bem. Parabéns. Uma boa luz também. Parabéns pela iniciativa. Muito bem. É isso aí, pessoal. Tem que fazer o que gosta, né? Qual que vocês escolheram?

Ok. E qual é o perfil para ajudar o nosso ouvinte? BR Hot Wife, é isso, Gomes? É isso, é isso. BR Hot Wife. Rafinha, tu que é o nosso até que eu sape, o que seria Hot Wife? O que tu acha, Ander? Faca quente. Tem gente que não, tu que sabe, não. É a esposa caliente. Faca quente. Faca quente é muito bom. Hot knife. Esposa caliente. Bota um bad bunny de fundo ali no Hot Knife. Faca quente.

Caralho isso, cara. Parabéns. Nome de banda. 22 minutos pras duas da tarde. Ninguém é obrigado a amar alguém. Verdade. É o e-mail que eu recebo aqui. Boa tarde. Neste fim de semana aconteceu uma situação que me deixou refletindo. Então, ouvindo o Pretinho das 18 da última sexta, alguém falou o quê? Diferente da família. Diferente. Os amigos a gente pode escolher. Então, resolvi escrever sobre isso.

Meu marido foi feliz da vida dividir uma conquista no grupo da família e alguém soltou lá um, entre aspas. Tu tá grandão, hein? Conta aí o que anda fazendo. Fecha aspas. Esta pessoa já lançou outras insinuações anteriormente, do tipo, abre aspas, tá fazendo algo de errado pra tá ganhando esse dinheiro? Fecha aspas. Eu fico indignada porque eu sou a única pessoa que convive com ele,

E vejo o quanto ele trabalha, se esforça, passa a noite sem dormir, estuda, abre mão de muita coisa para conseguir o que tem. As mesmas pessoas que são insuportáveis depois cobram afeto, visita e presença dos familiares. Não é porque tu é família do mesmo sangue que tem que conviver com o teu desrespeito para comigo ou com minha família.

Porque elas são menos desprovidas de inteligência financeira, o resto do mundo só cresce quando faz coisa ilícita. Às vezes, é só tu que é burro mesmo. Brincadeiras à parte, precisava desabafar e nada melhor do que fazer isso com os amigos do pretinho. Às vezes os filhos se afastam dos pais por serem pessoas difíceis de conviver. E aí as pessoas de fora vêm e falam, mas bá fulano, tu não deve ser gente boa porque não te dá bem com os teus pais.

Gente, não olhem para as vidas alheias com os olhos que vocês têm. Ah, mas que beleza. As famílias não são iguais. Nem todos os pais e irmãos são maravilhosos. Exatamente. Fica a dica. Se tu ama alguém e quer conviver com essa pessoa, seja no mínimo agradável. Boa. Ninguém é obrigado a amar só porque é da família. Muito bom. Que baita mesmo.

Isso que eu ia dizer. Perfeito, Ana. Claro que é uma mulher com essa visão. Perfeito, perfeito. No texto você vai ver que é uma mulher. Exato. Não é, cara? Inteligência emocional, né? Pra colocar a coisa. É isso aí. Parabéns, é isso aí. A vida na prática é isso aí. Concordamos. Na prática. Exatamente, Delia. É? É muito bom. E aí me lembrei também daquela coisa. Mas o cara ali da família que fica botando o olho ali é aquela clássica frase, né? Eu lembro que tinha uns adesivos nos carros dos anos 80. A inveja é uma merda.

Tem isso muito, né? Tem inveja, diz muito mais sobretido. Exato. Tem uns adesivos muito bons agora. É tudo de bom morar na zona sul. Ah, sim, mas já faz tempo que tem. É o contrário. A zona sul é tudo de bom. A zona sul é tudo de bom. Lembrando os adesivos que o Lelê falou. Nenhuma relação com o assunto. Sabe o que é esse adesivo? Adesivo idiota é aquele do familiar.

adesivos, era uma série de adesivos das lojas Renner, eu acho que era, que tinha várias frases, assim, e essa aí eu via demais nos carros, um dia eu perguntei pro meu pai, assim, me explica isso aí, o que que é inveja, eu era muito pequeno, assim, e aí meu pai me explicou, cara, eu lembro direitinho disso, cara, nós estávamos sentindo. Inveja aquilo que a gente sente do Grêmio, filho. Eu vi, eu vi o que o cara bota as iniciais dele no adesivo, no próprio carro. Nada a ver. AF. Tá na mola agora. Nada a ver botar.

Eu vou contar uma pra vocês, velho. Conta aí, Adaro. Quer contar uma pra nós? Eu tinha um adesivo até duas semanas atrás do Assim Assado, meu projeto de carne. No carro. No teu carro? Roubaram? Não, cara. Caiu o projeto. Eu tomei uma abordagem de um cara que é ouvinte da rádio, que quis chegar numa querideza, só que eu tomei um cagaço, velho. O cara, na Santana ali, o cara me fechou e eu tipo, pá, vou perder, né? Vou perder, já era, é a real, pensei isso.

Assalto, sim. E aí o cara, ô meu, eu passo muito, eu digo, irmãozinho do céu, que abordagem.

Ele me matou. E ele vai ouvir o adesivo atrás. Vai tomar um tiro! E aí eu disse, cara, quer saber numa parada? Vou tirar o adesivo. Tirei o adesivo. Olha, é o mesmo carro, só que não tem adesivo. Porque não é a abordagem. É o medo que tu pode sentir. Daqui a pouco tu te coloca numa situação de risco. Imagina se eu tô, sei lá, meio malucão ali, até toco o carro por cima pra me defender, pra me aquar. Então pensei, quer saber? Vou ficar.

Nosso público, né, Adolf? Ah, nossa galera é foda. Tem que ter carinho com essa galera, né? Nossa galera é foda. Agora, só voltando, pegando dois passinhos pra trás sobre o e-mail,

aqui de que ninguém é obrigado a amar ninguém ou alguém, eu vi uma... Um familiar, principalmente. Exato. Eu vi um post passou por mim com o seguinte teor. Respeite o desinteresse do outro por você. Só respeita. O cara não precisa ter interesse em ti. Ele não é obrigado a ter interesse em ti. Então, se ele é desinteressado, respeita. Só vaza. Mas, voltando mais dois passinhos no e-mail da ouvinte,

Tem isso, né, cara? A família não deve ser por obrigação. Claro que a gente nasce, muitas vezes, no mesmo lugar, com aquelas pessoas, mas as relações familiares ao longo da vida vão se desenvolvendo de formas, muitas vezes, desenvolvendo, de formas, muitas vezes, que não são saudáveis, né? E aquele ambiente familiar, muitas vezes, se torna tóxico, tóxico, nocivo, né? Inclusive, da pessoa que tenta sair de uma situação ruim pra crescer,

não consegue aquela família ficar puxando pra baixo, puxando pra baixo. Exatamente. Então, assim, acho que a nossa ouvinte foi muito sensível até em falar sobre isso. Perspicaz. Mas veio descontraída. Sensível, descontraída. E falou tudo, cara. Porque muitas vezes as pessoas ficam aguentando relações. Ah, porque é meu irmão. Ah, porque é meu pai. Ah, porque é minha mãe. Não, cara. Eu concordo com ela. Não pode ser assim. Tem que ser legal pra todo mundo. Estar numa relação tem que ser legal pra todo mundo, cara.

É isso aí, pro casamento também, viu, Rafi? Com certeza, porém. Tu tá infeliz no teu casamento? Não, eu tô bem, mas é que porém ele conversa muito comigo sobre o casamento dele. Tem uma música do Rafa. Eu tenho ajudado ele. Eu não converso contigo, não. Não, é mentira. A música do Rafa, Não Perca as Crianças de Vista, tem essa letra, tem uma frase que diz isso, família quem você escolhe pra viver. É isso aí. É isso aí. É tudo certo. Família quem você escolhe pra viver.

Eu quero ler um pedido de vaquinha. Boa! A vaquinha de uma família que veio nos ver hoje aqui, tá com a gente aqui do lado de fora do estúdio ali. Agora eu faço questão que vocês prestem atenção nisso que eu vou ler, cara. Olá, amigos do Pretinho Básico. Me chamo André Closs. Sou pai do Benjamin Closs e venho através desta mensagem não somente pedir ajuda, mas contar uma história de vida, luta e superação. O Benjamin, até os nove anos, tinha uma vida normal.

Jogava bola, era uma criança feliz. E em novembro de 2020, tudo mudou. A síndrome de Fires, como se escrevesse a palavra fire em plural no inglês. F-I-R-E-S. É uma doença autoimune que chegou na vida do Benjamim e devastou a saúde do nosso filho. O Benjamim ficou 26 dias em coma, com múltiplas convulsões, sobrevivendo com muitas sequelas. Perdeu a fala.

Perdeu o ler, o escrever, além da atrofia cerebral e hoje ainda convive com crises convulsivas em média 3 por dia. Usa fraldas geriátricas e tem gastos para tomar líquidos. Essa síndrome é rara, acomete 1 a cada 1 milhão, 1 a cada 1 milhão de crianças. Até hoje lutamos para dar a melhor qualidade de vida possível a ele,

A medicina tradicional nunca nos deu esperança de uma cura. Até que uma máquina chamada Cytotron vem revolucionando a medicina e curando e ajudando crianças do mundo inteiro a ter esperança novamente de ter uma vida mais normal possível. Este tratamento é feito na cidade de Monterrey, no México.

E hospedagem por 30 dias. Então é 35 mil o valor do tratamento e mais 30 dias de passagem e hospedagem. Esse tratamento nos devolve o sonho do nosso Benjamim voltar a falar e ser curado da sua epilepsia refratária. Nos ajudem a levar o Benjamim ao médico, ao México, perdão. Temos a certeza que através de vocês vamos conseguir.

do seu filho novamente. Quem manda aqui é o André, que está com a esposa, com o Benjamim e com o vô do Benjamim aqui fora do estúdio. E a gente ouviu as palavras do André ali fora agora há pouco, palavras comoventes, tocantes, inacreditáveis de certa forma, porque tu vem ali vivendo a tua vida normalmente. Eles mudaram para Balneário Camboriú um ano e pouquinho antes do menino desenvolver essa síndrome. E aí de uma hora para outra a tua vida muda.

Muda absurdamente. Muda absurdamente. Tem um sacode na tua vida e tudo isso acontece. Então a gente está fazendo um apelo. É um apelo do Pretinho Básico, de outros veículos aqui do Grupo RBS também, que abraçaram a causa com a família Klos, para que você faça a doação mínima. O que você puder fazer, que você se comova, você que tem filho e que tem um cotidiano absolutamente normal com o seu filho, que não é um cotidiano atípico,

Permita-se se sensibilizar com esse caso. E faça doação de qualquer valor, porque é com o maior número de doações possíveis que a gente vai conseguir bater essa meta. Arroba Acura do Ben, de Benjamin. Acura do Ben. E no Instagram, é um perfil no Instagram, e aí tem todas as informações. Todas as informações. Lá tem o link para a vaquinha também, com a meta da vaquinha. Eles estão bem no começo, então a gente precisa bastante de ajuda.

Tem todas as informações de como ajudar, de como eles vão utilizar esse dinheiro,

Tem a rotina do Benjamin ali. Tem já famoso ali. Tem o Abel Braga aqui fazendo um apoio. Tem o Popó. Vários famosos que já participaram. E agora o Pretinho Básico está entrando também nessa causa. Arroba a cura do Ben. Estamos falando de 35 mil dólares ali hoje. 182 mil para começar esses 35 mil dólares. Vamos arredondar para 200 contos. É que tem mais uns 30 dias. A meta deles é 300 contos.

A gente já conseguiu bem mais, muito mais do que isso. E a gente vai conseguir isso aí também. 300 conto, Curizada. Vamos lá que a gente junta. Porque às vezes a gente fala de algumas vaquinhas aqui que realmente os valores, eles são muito mais altos que esses. Pô, e aqui é uma possibilidade real de cura. Real de cura. Então, pô, cara, isso aqui é pra todo mundo ajudar agora. Se 300 mil ouvintes do Pretinho, 300 mil pessoas têm muito mais do que isso nos ouvindo neste exato momento. Se 300 mil pessoas,

fizeram o depósito de um real. Um real. Um real. A gente bate essa meta ainda agora no programa, ainda no programa de hoje. Dez minutos para as duas da tarde, um rápido show de intervalo. Já voltamos com o Pretinho. O Pretinho Básico volta já. Agora na Atlântida. Memória de elefante. Um copinho de 130 ml do sorvete Celato é vendido por R$ 6.690.

96 dólares em Tóquio. Sorvete feito com raras trufas brancas e borras de saquê é a sobremesa que vem com um queijo parmesão, uma folha de ouro e azeite trufado. Quantos vai? Conheça o Elefante Letrado, a plataforma de leitura das melhores escolas do Brasil. Memória de elefante. Para mais curiosidades, acesse elefanteletrado.com.br.

minutos pelas duas da tarde, estamos de volta com o Pretinho Básico. Ô Gomes, tu consegue me ajudar a repetir o perfil do Benjamin, por favor? Arroba Acura do Ben. Acura do Ben no Instagram. Recebi algumas ligações no intervalo pedindo pra gente repetir. Então tá aqui, tá colocado aqui. Acura do Ben, B-E-N no Instagram. Ali você vai ter todos os dados que a gente precisa pra fazer esse depósito e buscar

300 mil reais pra gente sonhar com a cura do Ben. Pedir pra nossa galera também do Ateli Vídeos deixar comentário fixado na live. Agora o programa, uma galera vem assistir ali. Boa. Tá aqui o comentário fixado, já pode fazer todo o ação. Esse programa também vai ao podcast ali. Eu compartilhei ali nos stories também, já tem uma audiência dizendo, ó, fiz a minha parte. Boa, isso aí, cara. O Pix de qualquer valor, né? O que puder ajudar. É isso aí. Muito bom. Porazinho, tem alguma pra gente fechar aí, Porã?

Atlante da Celebration já divulgou semana passada as suas atrações, né, Féter? Jota Quest, Vitor Clay, Marina Sena, Lagum das Aranhas e os ingressos promocionais estão no fim. Vai lá em uru.com e garante os teus ingressos com um precinho especial nessa largada. Tá acabando, tá acabando. Foi impressionante a arrancada do festival aqui e o Atlante da Celebration acontece no dia 4 de julho na Arena Opus, aqui em São José, na Grande Florianópolis. Partiu de que horas, Porã? Ah, partiu? Eu vou divulgar

É legal pra galera se organizar, né? É legal! Ele perguntou a partir de que horas, por aí? Só deslocou o olhar pro meu olhar assim. Os portões abrem às quatro da tarde. Tu pode chegar cedo, Rafinha. E ficar esperando as atrações. Exato, a gente pega umas ondas e vai. Podia me contratar pra apresentar alguns shows junto com a tua galera? Quem sabe, cara. Como assim contratar, cara? É tudo Atlântida, velho. Não, não, não.

Não tem cachê. Não tem cachê. Vai lá em cachê. Tu não ganha cachê pra fazer planeta Atlântida. Isso é verdade. Então vai lá fazer o universo Atlântida lá também. Alimentação não. Atlântida Celebration. Isso, Atlântida Celebration. O universo. O universo é outra parada. Festival. Festival grande, festival lindo. Aqui tem que estar tudo dentro do universo. Isso aí. Gasolina e estadia rola por aí, eu tô dentro. Ah, e quem sabe a gente consiga.

Cara de mal. A cara de mal poderia ser só uma pizzaria temática, mas é a cara de mal.

Tem em Porto Alegre, ali no Boulevard Laçador e também em Gramado, abrindo a escolha do craque do episódio Porazinho. Eu vou votar na produção hoje que superou o resultado adverso do Campeonato Gaúcho e entregou um belo programa. Obrigado, Rafa Gomes. Muito obrigado, Porazinho. Muito bem colocado, Porazinho. E tu, Gomes, vota em quem? Eu vou votar no Rafinha, que revelou hoje que ele e o Porazinho conversam sobre crise no casamento.

Exatamente. Eu tenho ajudado, Porazinho. Mentiu, né? Mentiu. Eles estão em crise de novo, né? Não me ajudem em nada.

É a mesma psicóloga, então... Claro, claro. Eu boto em solidariedade. Mas eu tô me tratando, ele não. É online a psicóloga. Não, a gente, quando a gente tinha as nossas amantes, nós tratávamos com a mesma psicóloga. Nos separamos. Posso mudar meu voto? Posso mudar meu voto? Pode, pode mudar. Eu vou votar no Rafinha. Obrigado, Rafinha. Outra vida pra nós agora, né, Porra? Adams. É isso aí, irmão. Eu vou votar no anão, cara. A entrada orgânica dele definindo o público da festa ali. É, sensacional, né? Está nessa agora.

Eu podia fazer uma participação na tua festa. Ele ainda vem aqui. Não, e o Magrão de 35 se dá bem. Lele, vai votar em quem? Não tem como votar no Rafinha. É uma análise melhor que a outra. Tá certo. Que momento tá vivendo o garotão. Eu também voto em Tito. Vota em quem? Vou votar em Tito. Em mim, muito obrigado. Foi um bom DJ na tua festa. Ótimo, muito obrigado. Conduziu bem. Mas o Betinho DJ é monstro, né? É diferenciável. Mas tu também não te impactou pelo time cagado que é o Colorado e veio fazer um baita programa hoje.

É claro, óbvio que sim. Eu concordo com o Tico. Não tem como negar. Sem personalidade, profissionalismo, né, Rafael? É isso aí. Faltou sangue no olho, né? Faltou. Faltou sangue no olho. Ano que vem dá. Vai, vai dar sim ano que vem. É, só parar de chorar. 12 e 1, era isso por enquanto. A gente volta logo mais às 6 da tarde para mais um Preti. Se segura, Adelê. Se segura. Nós temos um novo padrão na raiva a partir de hoje. Qual é o padrão? Erro de arbitragem? É chororô. É chororô. Tem lenço umedecido ali na rua.

Agora, que feio que foi em Minas, né? Que desagradável. Aquilo ali mancha muito o futebol, cara. Os caras batendo por trás. Vai bater, bate pela frente. Isso é verdade também. Seja homenzinho, né? Não dá só por trás. Vamos voltar a seis, volta com a gente. Tchau, boa tarde de segunda. Você ouviu mais um episódio do Pretinho Básico. A maior audiência do rádio na sua cidade.

Pretinho Básico | 09/03/2026 13h | Castnews Index — Castnews Index