Pretinho Básico | 04/03/2026 13h
O maior podcast humorístico do Brasil. Elenco da rádio Atlântida repercute as maiores notícias do dia do jeito mais engraçado possível. Veja muito mais no YouTube 📺: @atlantida_TV e @PretinhoBasicoShorts
- Futebol - Grenal/Campeonato GaúchoDiscussão sobre lance violento em jogo · Desempenho de times gaúchos · Preparação para partida de domingo · Rivalidade entre torcidas · Análise de atuação de jogadores
- Obesidade e SaúdeDia mundial da obesidade · Crianças obesas · Porto Alegre segunda capital com mais obesos · Saúde infantil · Prevenção na fase infantil
- Relacionamentos FamiliaresCasamento sem amor · Falta de intimidade no relacionamento · Decisão de separação · Nova vida após separação · Relacionamento com paixão renovada
- Musculação e TreinoImportância de atividade física após os 40 anos · Padel como atividade para idosos · Movimento e mobilidade na terceira idade · Longevidade e qualidade de vida
- Cartas de Ouvintes e OpiniõesPai biológico homossexual · Famílias homoafetivas · Criação de filhos em famílias LGBTQ+ · Felicidade familiar além da estrutura tradicional
- Acidente de trânsito em lava-rápidoFuncionário pega carro de cliente · Perda de controle do veículo · Colisão com outro carro · Possíveis causas do acidente · Responsabilidade Pessoal
- Infraestrutura e Turismo em Santa CatarinaComparação entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul · Qualidade de rodovias · Infraestrutura turística · Desenvolvimento regional
- Crítica a instituições e sistemasAvaliação de apresentadores · Comparação com desempenho anterior · Sugestões de mudanças · Reconhecimento de erros
- Historia e CuriosidadesLíderes gêmeos idênticos · Presidência e primeiro ministério · Período de 2005-2010
Olá, Alexandre Fede. Olá, muito boa tarde, amigo e amiga ligados da Atlântida. Estamos chegando com o seu Pretinho Básico deste dia 4 de março de 2025. Muito obrigado a você que já estava comigo ali no Discorama e a você que cola na programação da Atlântida o dia inteirinho. Estamos chegando com o Pretinho Básico no oferecimento dos nossos queridos amigos dos Biscoitos Zezé. Carinho que vem de família há 58 anos.
Futuro Mais, uma parceria entre a Atitus Educação e a Fundacred. Stock Center, preço baixo com um toque a mais. Banri Global Accounts com taxa única. Converta e fique com mais. É a conta global do Banri Sul. Muito boa tarde, minha querida Rodrigo Adams. E aí, meu diretor? Tudo bem contigo? Tudo ótimo, meu velho. Coisa maravilhosa. Fala, Rafinha Menegas. Tudo ótimo. Boa tarde para nós aí. Coisa boa. Boa tarde.
Vini Moura! Fala, Alexander, tudo bem? Tudo bem, Vini Moura, tudo certo. Ontem à noite, especialmente quando o cara fica ali naquele limbo entre o sono, o deitar e o pegar no sono, eu dou uma olhadinha no telefone celular, como todo mundo faz, Instagram, TikTok, YouTube, parará, parará. Eu fui inundado com cortes, com bola nas costas, com o embate, elegante embate entre tu e o... entre o Jory Vasconcelos e a tua pessoa. É, ontem só se falou nisso, né?
Perfis que eu nunca vi na vida compartilhando o momento lindo que vocês viveram aqui no programa ontem. Parabéns. Ah, não acho que seja um parabéns, mas faz parte do debate. É do jogo, né? É do jogo. É literalmente do jogo. O importante é que a gente rapidamente já estava bem. Fez as pazes ali e tudo certo. Exatamente. Que ótimo. Fico muito feliz por vocês. É dois a menos que eu preciso demitir. Boa tarde, meu querido Léo Oliveira. E aí, meu jovem. Como é que tu tá? Tudo certo?
legal. Opa, debilitada, porque... O que que entrou na garganta? Ele machucou essa gargantinha. Não, nada que... O objeto contundente. O duelo Jory e Vini Moura, ele é quase um Mohamed Ali e George Forma, né, cara? Uma coisa que merecia um livro, tipo A Luta, né, cara? Eu acho que foi um duelo muito bacana, que no fim das contas é só os mongolão. É, debatendo futebol. Exatamente, brigando por bobagem. Porque não vai mudar o resultado. Eles sempre viram meme, né, Léo? Não vai mudar o resultado.
Hoje a gente ficou assustado com o nosso amigo Leandro, que hoje não tá aqui conosco. Lelê. Lelê. Cara, ele vai ver o incide se tocar a banda da vida dele. Ele tá preocupado ainda. Sabe como é que ele amanhece o dia mandando no grupo do Bola um vídeo do Arthur dando a cotovelada no Borré? Não, não, não. Desculpa. Do Arthur levando uma carada do Borré no cotovelo dele, né? Exatamente. Que bom que tu sabe o que é isso. Claro. Que bom que tu sabe o que é isso. Então, cara, acabou. Foca no domingo. Foca no domingo, cara.
A gente tem que levar situações assim pro lado engraçado. Se a gente levar pro lado sério, a gente vai acabar brigando. Inevitavelmente, porque é uma questão clara de opinião sobre uma imagem. E a imagem é clara. Pra mim, o Borré tomou um cotovelaço. Pro Léo, pro Adams e para a imensa maioria dos gremistas, o Rafinha tá nesse bolo. Ah, eu discordo. Eu não acho que ele tomou um cotovelaço.
Animistas não acham que ele tomou um cotovelasco, foi o que eu acabei de falar. Mas tu não concorda comigo que uma imagem em câmera lenta é muito mais violenta que o lance, se tu vê ele no tempo normal? É que a imagem é a mesma, tanto em câmera lenta quanto em câmera normal. É a mesma imagem. Mas o choque de duas pessoas em alta velocidade, ele pode gerar coisas como um braço coladinho que pega na cara de uma pessoa. Cara, aquilo ali, o Sobs falou uma coisa muito interessante, muito importante.
Jogo, o clima lá dentro do campo, ninguém conhece a não ser quem joga. Então coisas como esta são coisas do futebol. Quem bate, bate. Quem bate também apanha. Quem apanha também bate. É do jogo, é da vida. Quem apanha não esquece. Agora vem aí o domingo para vocês de fato botarem a mão na taça. Se os colorados deixar, porque o Grêmio não pode ser campeão. A choradeira é tanto que eu nunca vi. Não, pode ser campeão. Pelo amor de Deus, é só jogar bola. Qual foi a última vez que o Grêmio foi campeão do gauchão? No retrasado.
Foi retrasado, né? Ano passado foi o Inter. Foi. Então, há muito tempo sem ganhar um ganho. É o chão, tem que ganhar. Queria dois seguidos, mas não vai dar, né? Tem que ganhar. Vamos fazer de tudo pra ganhar. Eu tenho informação do vestiário do Grêmio. Tem? Diga. Privilegiado. Privilegiado, é mesmo? Furo, furo jornalista. Posso dar aqui, não é bola. Não, não. Pode dar, pode dar, rapidão. Licença poética, licença poética. O Grenal abrange todo o sul do Brasil.
Baixo aqui sua trilha, Alexandre, pra tirar o... Senão vai tirar de contexto, parece humor, né? Que o programa é muito humor. Tá. Tirei a trilha.
Esse é um jogo difícil. Tu ouviu isso do vestiário do... Do vestiário do Grêmio. Os destaques do Frentinho Vasco para a Olina. Boa tarde da pena. Há mais de 109 anos auxiliando na digestão e aliviando a prisão de ventre. Vai de Olina. 4 de março de 2025. Hoje é dia mundial da obesidade. Eu falo toda hora. Crianças obesas.
isso no programa. Sobre o que? Crianças obesas. O que é que tu fala sobre crianças obesas? Cuidado, né? Começa na fase infantil que a gente tem que cuidar da saúde, aí depois acontece o que? Obesidade, bariátrica, problema de articulação, problema de diabetes. Tá tão gordo que comeu o O. É isso. O cara tá tão gordo que comeu o O, é só obesidade. Aqui ele ficou em dúvida se é obesidade ou há obesidade. Não, obesidade. Ah, obesidade.
Não me subestima, Alexandre, não tô bom hoje. Não, de maneira alguma. Perigo de tomar um foguete meu. Hoje eu tô um pouco gritado.
Cara, qualquer coisa que tu vá trazer pra justificar a tua irritação é mínima perto do momento que o mundo tá vivendo. Portanto, eu vou desconsiderar. Portanto, eu vou desconsiderar. Só desconsiderar. Tu abriu um precedente aí que agora tu vai dando. Ele abriu o pau para a grita da calça e deu na tua casa. O nosso petinho básico hoje são dois gatinhos.
E tem também a Frajolinha, que é a Jade. Olha o Chantilly, que grande o Chantilly, cara. Parece um elefante. Olha a Jade, que bonita. E essa aí é a Jade, que é a Frajolinha. No balanço da rede. Dos tutores Pedro e Flávia, moradores de São José, Santa Catarina. Boa tarde, Ivan. Boa tarde, Alexandre. Tudo bem contigo? Olha os gatos bonitinhos ali. Gatos bonitinhos, gatos skatistas ali. Aquele bem pequenininho ali. Olha, coisa linda. Uma cara meio de assassino esse gato ali.
Nosso ouvinte aniversariante é a Amanda. A Amanda Cavalheiro de Souza. Está fazendo 27 aninhos. Ela é de Blumenau. Ela é fisioterapeuta. Que baita profissão. Fisioterapia, né? Fisioterapia, pô. Ajuda a qualidade de vida das pessoas. Parabéns, Amanda. Saúde e prosperidade. Aniversariantes famosos. Roger Machado. Olha aí.
Jogador de futebol. Técnico de futebol fazendo 51 anos. Como é que não vai bater, cara? Respeito máximo pela história do Roger. Tanto no Grêmio quanto no Inter. Tanto no Juventude. História máxima. Respeito máximo pelo Roger. Com certeza. Calçada na fundo, Grêmio. Nosso amigo Gabriel, o pensador. Parceria. Está fazendo 52 anos hoje o Gabriel. Grande cara. 52. Legal. Casou recentemente em Garopaba.
Grande cara, grande cara. Vai dar cara de trocar uma ideia. Ele é tipo supla, um cara inteligente, politizado, tem noção de mundo. Bem legal, Gabriel. Grande abraço. Nosso ouvinte, Gabriel, de vez em quando ele nos ouve aqui. Parece o Jesus do SBT, hein? Cara... Como assim, cara? Eu falei já que eu tinha medo do Jesus do SBT. Jesus? Eu não sei qual é o Jesus do SBT. Eu vou mostrar pra vocês. Inesita Barroso, a rainha do sertanejo brasileiro,
Faria 101 anos hoje, a Inesita Barroso pereceu em 2015. Tá ligado esse som? Como é que é? Como diz a cultura geral, parabéns. Se valesse um dinheiro, eu não colocava que os guris sabiam cantar Inesita Barroso.
E por último, mas não menos importante, faria 116 anos hoje, pereceu em 1985, Tancredo Neves. O presidente que nunca foi. Nunca foi. Nunca foi. Venceu as eleições, que não era o direta, porque a emenda não passa, era o direta já. Ele ganha do Paulo Maluf e o que acontece? Na véspera. Na véspera.
Ele tem um problema que acharam... De verticulite. Mas era câncer. Ninguém falou isso. Era câncer. Acharam que era só um apêndice. E o véio entrou na faca. E onde é que ele foi? E não saiu mais. Hospital de base em Brasília, um hospital precário na época. E aí só fizeram cagada com o Tancredo. Quem assumiu? O Sarney, que foi por cinco anos presidente. Brasileiros e brasileiras. O Tancredo era esse grande homem da política aí que não conseguiu ser presidente. Uma pena isso. É impressionante.
a cultura do Ivan. Sabe quem é que anunciou a morte dele? Foi o Antônio Brito, que foi o governador desse estado e que foi o repórter da República na época. E o Tancredo Neves tem mais uma coisa, ele é tão velho que ele foi ministro do Getúlio Vargas. Aí tu vê como ele era velho. Muitíssimo velho o Tancredo Neves. Ele também era velho e isso é velho. É, sai a frase do vídeo. O Tancredo Neves, tu nunca viu a foto dele jovem. Então tem esse mineiro aí que acabou sendo não presidente do Brasil, mas a gente considera presidente. Muito obrigado, Ivan. Muito obrigado pela
A mãe contava a história dele pra mim. É? Então mãe tá bem? A mãe tá bem, graças a Deus. Te mandou um beijo. Querida, manda outro pra ela. Quero ver se agora nas férias eu consigo ir lá ver ela, lá na divisa. Que férias que tu tem, Ivan? Tu não tem férias, Ivan? Ah, eu tenho, eu tenho. Curio pra mim segunda-feira, né? Mas tua carteira nem é assinada aqui, cara. Então foda-se. Então foda-se, ele vai igual. Mas tu me ajuda pra eu não pintar na banda aqui. Tá dando satisfação. Eu sou educado, Bruno. Um e dezoito dos destaques ainda.
Pena. Tá borocosinho hoje? Não, eu tô só com a garganta meio balhada. Ah, tá. Então nós vamos gritar hoje. Eu gritar seis erros. É, tu gritou ontem, né? Ontem tu escolheu tua garganta. Ontem veio a desde que o Sandrinho saiu aqui gritando destaques. Tão seguro, economiza que tu vai precisar dela. Vamos lá hoje. Abrindo os destaques do Pretinho Básico, o pedágio mais caro do estado do Rio Grande do Sul é desativado. Isso aí, meu irmão, na zona sul do estado.
O hotel pedágio lá. 19,90. E não é um só. São dois pedágios lá. Pedágio da Zona Sul do Estado, a concessionária Ecovia Sul e o governo federal acabaram no início da madrugada de ontem. 23,59, acabou o contrato. Liberou agora quatro praças Canguçu e Rio Grande e Pelotas e Jaguarão. Para ter uma ideia, o valor por caminhão, Bruno. Variável entre R$ 39,00 e R$ 117,00.
quando é de eixos do teu caminhão, mano. Sim. Então ele foi em 2024 eleito o pedágio mais caro do Brasil. Depois vieram outros. E ele era até então um dos mais caros do país e o mais caro do Rio Grande do Sul. Então esse trajeto que muitos caminhões fazem pra lá por quê? Por Porto. Porto de Rio Grande. Para escoar a produção e também para fazer uma pelota. Entre Rio Grande e Pelota. Ah, tá. E passa a ponte ali, já as duas pontes pelotas, uma desativada e a outra, meu irmão. Muito obrigado. E como é que é a qualidade?
da estrada. Rui pra mim. Rui pra ti. Tu acha ruim? Depende do pedaço. Ela tá sendo reformada ali. Uma boa parte já foi duplicada ali. Mas tem um pedaço que ainda é muito perigoso. Tu paga 20 reais numa estrada duplicada, bem asfaltada, iluminada. Aí tu tá feliz da vida. Na real é o que a gente paga pra ir pra Santa Catarina. Será que a gente vai pagando pingadinho, né? Por exemplo.
Por exemplo, eu acho que a Estrada do Mar, que liga a cidade de Osório até Torres, até o fim do Rio Grande do Sul lá em cima, no litoral, é uma estrada perigosíssima. Eu perdi a conta, eu comecei a contar neste verão quantas notícias de acidentes na Estrada do Mar eu vi e eu perdi a conta no décimo acidente. E foi muito mais de dez acidentes. Porque ela é uma estrada assassina, porque ela não tem sinalização,
facilitar a tua vida e a faixa, a faixa branca que é pintada no fim da faixa antes do mato, do acostamento, não tem acostamento, ela é invisível. Então em dia de chuva, em dia de muito movimento, não tem como, não tem como trafegar. Então ali talvez fosse necessário um pedágio, já que o Estado não tem grana para investir, para melhorar aquilo ali, parece que vai sair agora uma reforma, vai duplicar. Vai ter a duplicação dela. Talvez fosse interessante ter um pedágio ali, não fique brabo comigo,
na vida das pessoas, talvez pagar 5 reais, 6 reais. Porque é aquilo, se tu pagar o pedágio e ser bacana, não é um problema. Pô, não é um problema. O nome é que lá não era bacana na Zona Sul ali o trecho, por mais que tivesse sido duplicado ali e tenha melhorado um pouco em termos gerais, não era pelo valor que se cobrava e agora volta pro DENIT. DENIT que eu não sei de cabeça, mas é que é Departamento Nacional de Trânsito e Investigações. Não, de infraestrutura e transporte.
terceirizadas, vão ser encaminhadas pra cuidar da manutenção da via, drenagem e conservação. E agora tem um detalhe, o resgate e o socorro. Fica com as prefeituras. Fica com as prefeituras agora. Ah, isso é uma merda, velho. É ruim, é ruim. Isso é uma merda, porque daqui a pouco a prefeitura tem uma ocorrência pra cuidar da sua cidade, tem que sair dali e fazer um deslocamento. Sim, prefeitura é de cidade pequena, tem pouca ambulância.
É bem complicado, cara. Tem o latência lá, tu não vai pagar mais o valor, mas... Tem menos estrutura. Isso, e o caminho, os camas
E o principal, a manutenção, né? E pro caminhoneiro era muito caro. Claro, imagina. O dia chegar é 200, 300 reais aí, um pedágio só. Já come uma parte do valor do frete aí que ele recebe. E onde é que vai ser embutido esse valor? Pra nós. Pra nós. É que as estradas do Brasil... Ah, cara, é sinistro, são poucos trajetos que tu te sente seguro pra dar uma banca. É verdade, cara. Cara, mas isso a gente que fala aqui pra Santa Catarina também, isso tu tem também que às vezes reconhecer que a situação do Catarinense é muito melhor que a nossa.
Disparado. Disparado, assim. Ainda mais depois da duplicação da 101 ali. Eu tive a oportunidade de conhecer aquela parte, a Uruçanga, né? Que é na Serra Catarinense, que tu vai na Serra do Rio do Rastro. Cara, a estrada que tu vai pegar um pouco ali perto de Floripa. Pode entrar em Criciúma e subir, né? É um espetáculo, velho. É muito diferente do que a gente tem aqui. Inacreditavelmente. E ali a partir de Criciúma, cara, se tu olhar bem, tu não precisa de um Waze da vida.
Cara, é muito bem sinalizado. O emplacamento, tudo, tudo, tudo. Já aqui, velho, é quase impossível.
Mas é que o Estado está investindo no Estado, né? Ali. O recurso ali, as empresas estão cuidando do Estado. Essa é a diferença do Rio Grande do Sul, cara. E aí até me veio na cabeça o exemplo de nós que temos o privilégio de eventualmente poder viajar para fora do país e conhecer outras situações de vida em outros lugares e tal. Eu ia fazer o exemplo das estradas dos Estados Unidos, que são um tapete, né, cara? E tem pedágio, tem muito pedágio. E pedágio lá, tu paga pela porta.
placa. Tu não precisa parar pra fazer o pagamento ou tal. Tu paga, tem o Sun Pass ou... Como é que fala? Tolls, uma coisa assim. Toll by Plate, né? Tu paga pela placa do teu carro. Mas não, eu acho que o exemplo do Adams é o melhor. Santa Catarina, do lado aqui, onde milhares de gaúchos vão no verão e no ano inteiro. Essa é a melhor comparação. Santa Catarina consegue ser legal, Rio Grande do Sul não consegue ser legal. E aquele trecho novo, Próxima Floripa, que tem um desvio ali agora. Cara, na boa,
Ele não deve nada, nada, nada pra uma rodovia americana. Nada. É a mesma coisa, aquela região ali, pô, tu conhece ali também, o Rafinha também já dirigiu Orlando, vai dirigindo em direção a Miami, por exemplo. É a mesma coisa, a sinalização. Não, eu conheci até as polícias. É a Turnpike. É a Turnpike, meu Deus. É isso, isso, cara. Olha. É uma loucura. É pra refletir. As delícias de viver no Brasil. Boinha abordagem lá. Uma aí, 25. Mas tu não vai se abordar se não fizer nada errado. Não.
Mas não fiz, né, Alexandre? Às vezes o cara é. Às vezes... A gente só conversou, né? Era 80 e ele fez. É 80. É? Se o carro tiver com o vidrinho, com o negocinho quebrado, mesmo no limite, eles te param. Se tiver com a luminária quebradinha ali, só um... É, sinaleira. Luminária. Luminária. Luminária. É, não. Se tu vem em meio Steve Wonder com a guirlanda. Se tu vem em meio Steve Wonder aqui com a sinaleira só meio olhinho funcionando, eles te... Eles te param. Te param. Não adianta vir. Ah, eu tava assim...
Eu não falo na casa de vocês que eu não falo de tu mora. Mas isso é muito do brasileiro, cara. Isso é muito do brasileiro. Eu sou brasileiro.
Ele é meu amigo e eu posso falar disso. Eu posso falar dele. Óbvio que eu não vou dizer quem ele é, mas eu tenho um amigo que ele mora numa cidade da região aqui da Grande Porto Alegre, bem pertinho de Porto Alegre. Ele é Porto Alegre. Não, vocês não conhecem. Alvorada. Não é um cara conhecido. Eu não vou dizer qual é a cidade. Mas ele mora numa casinha de aluguel, uma casinha bem mais ou menos, bem mais ou menos, que tem fendas, onde pelas fendas chove dentro de casa. É uma chinelagem.
na garagem, onde metade do carro fica pra fora e metade do carro fica pra dentro da garagem dele, um Mercedes. Mas eu sei qual é o objetivo desse magrão. Ele quer comer gente. Não, vamos criticar, mas é só uma análise. O cara pode fazer o que ele bem entender. Se ele prefere dirigir um Mercedes do que morar um pouquinho melhor, é o direito dele. Claro que é. Ele tem família? É casado. Ah, não. Então é pior ainda.
O cara tem que comprar a primeira moradia, depois o carro. Mas não vamos criticar o Mariano. Não vamos criticar, até porque ele é nosso ouvinte, certamente deve estar nos ouvindo. Ele deve ser o único cara que tem essa casa com uma Mercedes dentro. É, ali na banda dele. Ali em Sapucaia? Porra, é Sapucaia? Puta merda! Porto Alegre é a segunda capital com mais obesos no Brasil.
Falo das crianças obesas há uns 20... Falei duas crianças obesas na tela da nossa live. E eram obesas, né? Tá aí, ó. Abre essa pra nós da pena. Hoje é o dia... Opa, eu da pena? Chega, era eu? Desculpa. Ah, tu quer outro? Quer tu? É que pra fazer a voz é melhor. Então vai tu, Ivozinho. Abre pra nós aí. Força mesmo. Já vê. O que acontece? Hoje é dia mundial da obesidade, então parabéns aos gordões. Muita maionese caseira de graça hoje pra eles.
O que acontece? Segundo o levantamento do sistema de vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas do Ministério da Saúde, fez o levantamento de todas as capitais, aonde tem mais gente obesa? Churrasco e massa aqui no Sul, né? Primeiro é Recife. Recife? Não, não tem como. Como não tem como? Recife é obeso. Pessoal não faz exercício lá. Mas é calor. Mas e daí os gordos, sul, não adianta nada. Tem uma hora que não tem, não adianta mais falar.
O que? Que aí o gordo suiu e mete um potão de napolitano. Tão de sorvete. Ah, que sede. Ai, que calor. Vou comer uma torta fria. O gordo, ele se vira. Um litrão de quatro. De livre. Opa. Isso. Pode ser. Cada um bebe. Cada um vai como quer. Peraí, Alexandre. Era litraço de quatro. Ah, um litraço de quatro. Olha ele, bumbum guloso. 47% da população que mora no Recife é obeso. Quase metade.
É que é muito mais barato ser gordo. Sim, sabia que... É, por um lado, tudo tá certo. Claro que é. O Brasil, ele tem uma queda de... Em 2007, 66% do brasileiro comia o feijão. Ano passado, 56% come feijão. A queda de 10% em compensação. E aí, feijão, tá chateado? Vou te mostrar um feijão aqui. Opa, calma aí. Opa, que grosseria, né? Vou te mostrar o saco. Sabia que no Brasil todo... O Brasil do feijão, ele pegou um posto.
Comendo menos feijão que é mais saudável. O comparativo é o quê? Que 25% dos brasileiros disseram que por dia comem até 5 vezes os alimentos ultraprocessados. Aí tá o problema, né? Claro, que é o lanche. Aí tá o problema. E farinha, mano. Mas a galera tem uma... Acaba... Tendo uma distorção, assim. Às vezes tu comer um arrozinho com feijão ali, um bife... Um ovo. É muito melhor do que tu ir lá pegar aquele pastelzão na lancheria ali. Claro, claro.
Nenhuma comida, nenhuma comida, eu tô falando de valor, de valor... Nutritivo. Nutritivo, boa. Pode ser melhor do que alface, tomate no prato, tá? Alface, tomate, arroz, feijão e uma proteína. Pode ser um frango, pode ser um bife com ovo frito, uma alaminuta também. É um baita de um almoço nutritivo. Beijo é saudável. Tem fósforo. Exato, cara. Arroz, feijão, alface, tomate é a base. Depois vem a proteína. Arroz, feijão é fenômeno, mano. Agora tem uma dúvida.
Tem uma dúvida, eu já tive 25 quilos acima do meu peso. Já foi gordão, mas em umas fotos antigas eu tava pesado. Já tive 25 quilos acima do meu peso, ultimamente, a última vez que eu emagreci, eu emagreci 25 quilos. E antigamente, lá nos anos 80, 90, eu tive quase 50 quilos acima do meu peso. Eu era infeliz gordo, eu não era feliz gordo. Mas ao mesmo tempo eu não tinha a força de vontade e o ímpeto,
Confortável ser gordo. Tá, tô aqui de boa na preguiça, não vou me mexer, não vou comer melhor, vou seguir avacalhando com a minha alimentação e com a minha saúde. Tô comendo gente, é isso aí. Tu, Léo Oliveira. Tá, vamos lá. Que de nós aqui na mesa hoje, neste momento, é o gordo. Sim. Ainda que já tenha emagrecido quanto? Trinta e cinco quilos. Trinta e cinco quilos. Da perda de novembro pra cá, quando a gente começou o trabalho da Rodeca com a endócrino Júlia Guerra, eu já perdi trinta e cinco quilos. Que coisa maravilhosa.
Maravilhosa, parabéns. Não, mas é que eu tinha uma pergunta pra fazer antes, desculpa. Só pra não perder a linha do raciocínio, ultimamente ando com uma memória muito fraca, muito frágil. Ah, eu sei o que que é isso. É o excesso de tela. Muito trabalho. Excesso de tela. Também. Cara, tu ainda tá acima do peso, né? Sim, sim. Mas tu não tá mais naquele momento... Enxume, né? Obesidade mórbida. Quilos mortais. Isso. Quilos, Moisato.
Tu era feliz, gordão? Não. Agora por último, não. Não. Tá, mas tu foi feliz, gordão? Foi morto.
Não, não era, cara. Não, gordo em alguns meses da vida. Eu fui feliz, porque eu sempre fui gordo na minha vida. Eu emagreci só uma vez, que foi em 2018, que aí eu saí dos 140 para os 77. Aí não aguentei a vida de ser gordo. Aí veio a pandemia e desparaleou tudo. E aí depois a comodidade. O Avili, quando ele fala brincando da questão de pedir iFood, ele é uma real, porque ele... É brincando com uma verdade. Tem de alimento que tá processado. Eu não digo iFood, né? Eu até pode pedir no iFood uma salada.
Pode, tem. Mas é mais difícil, tu vai pedir um apito, tu vai pedir um xisto. E tem muito de uma coisa de... A gente tem uma história parecida a todos nós aqui, uma coisa de conquista. Tu vai te dando prazeres e luxos que tu não teve quando era piável. Verdade. Tá ligado? Vai melhorando de vida e vai comendo melhor. Não, mas são coisas... Eu sou um cara... Eu fiz 11 anos de rádio agora aqui e eu... Cara, eu entrei de um jeito... Um ano depois, cara, eu tava gigante. E eu tô num processo de redução.
E é tu cortar coisas que são comodidades, que daqui a pouco lá atrás tu não tinha. E tu vai ter que começar, mas peraí, pra eu seguir tendo uma vida legal, bacana, disposta, que eu acho que é algo que tu falou que é interessante, eu preciso reduzir algumas coisas, cara. E não é só a prática esportiva fechar a boca. Mas não é demonizar. Lembrando que não é demonizar, é tipo assim, cara, todo mundo tem o seu momento de querer comer um burgão. E tu pode comer, mesmo em dieta restritiva, tu pode comer.
O grande ponto é que, cara, por exemplo, eu já me peguei e disse, pô, cinco dias da semana tu jantou um lanche. Claro. Cara, não tem, cara. Uma vez por semana, e essa conta ela é louca, porque, veja, uma vez por semana tu pode comer um hambúrguer, uma vez por semana tu pode comer uma pizza, uma vez por semana tu pode comer uma feijoada, uma vez por semana tu pode comer uma lasanha, uma vez por semana tu pode comer uma macarronada, mas só não pode fazer isso todos os dias.
Não tem como daí. Tu falou bem. Comer. Não é derreter. Isso. Não é comer a travessa inteira de lasanha. Porque a própria endócrina, ela fala isso. Olha só. A hora que te der vontade de comer uma coisa que tu queira muito, come. Porque a maioria das pessoas, elas desistem. E eu sou um caso que eu tentei emagrecer várias vezes. Porque uma hora, tu dá uma despirocada. Porque primeiro, é a reação do teu corpo de não vir mais aquele tanto de porcaria. E aí tu começa a ingerir mais frutas. E tem um efeito químico.
21% dos brasileiros diz que consome fruto e hortaliças. Só 21%. Meu, mas tem uma coisa que é muito do Brasil, porque, enfim, a gente mora aqui, mas muito nosso que é o seguinte, pra qualquer coisa tu vai celebrar com a comida. Tu ficou triste? Bah, vou me permitir. Conquistei alguma coisa? Vou me permitir hoje. Evento social? Rango. Vou me permitir. O que tu tem que mudar é a cabeça no seguinte, assim, ó. Como é que tu te sente disposto no outro dia?
Cara, se tu sabe que tu vai ficar ruim, tu já dá uma puxada no freio de mão. Mas eu ia te fazer uma pergunta. Qual a pergunta?
O que te fez assim? Pra mim deu. Não aguento mais que tá gordão. As mina. Não, ele comia as mina quando era gordão. O que te deu? Tu não conseguia ver o pênis, né? É um problema. O cara é gordo. Não, não, eu digo assim, porque eu acho que tu falou uma coisa. Por mais que a gente queira, assim, trazer pra um lado. Pô, não, tu é feliz. É difícil o cara tá bem com ele mesmo. É difícil pra tu te movimentar. Limpar a bunda. A tua saúde mental fica prejudicada. A tua disposição é outra. É um monte de coisa.
Eu queria responder a pergunta e depois eu queria só engatar uma próxima pergunta pro Léo, e é pra todos nós aqui, que ela é delicada a pergunta, tá? Ela é delicada. Mas te respondendo, a primeira vez que eu emagreci foi por autoestima. Que ano foi isso? Autoestima foi... Sei lá, cara. 95, 96. Mas virou a chave em algum momento. É, virei a chave em algum momento. Fui numa endócrino, fui numa nutricionista. Aí que tá.
questão de saúde, mesmo assim, pô, já com mais de 50 anos, cara, eu não posso permitir. Exame tudo regular. Exato, exame tudo na trave ali, opa, não, daí resolvi a vida, todos os exames de novo, tudo lindo, tudo certo. Vocês concordam com a opinião de que quando tu te olha no espelho e tu não gosta do teu corpo, ou seja, quando teu corpo não tá legal, é porque a tua mente não tá legal? Tem essa relação? Se tu tá de bem com a vida a
A food, bem com a vida, trabalho legal, relacionamento legal, tudo bem na tua vida. E tu tá gordo, tu tá acima do peito, tu tá gordão. Mas tu tá bem. Tu tá feliz. Aí que eu quero chegar, cara. A magreza ou a obesidade tem a ver com o estado mental? Tem, total. Porque o gordo, ele só é gordo porque ele tem um problema. Um problema muito sério, que é o quê? O vício em comer. É a doença. Eu tenho pra mim que a obesidade, ela é um vício.
sou viciado em nada. Só em comer. Em nada. Tanto que eu tô há muito tempo de tomar uma cerveja há seis, sete meses. E tá tudo bem. Sabe? Então eu não... Não te faz falta como te faz falta uma lasanha. Hoje não faz mais. Fazia, então. Fazia. Uma pensação que gosta do uísque. Ah, não. Troquei por uísquezinho. Mas as trocas, elas são ferramentas do querer emagrecer, cara. Mas isso a gente também não pontuou. A questão de socializar. O trago engorda muito. Muito.
Inja. Inja imediatamente. Cerveja, boa vinho. Mas é que tem uma coisa que tu falou. Desculpa, Vini. Mas tem tudo a ver a mente, sim. A mente, sim. É que a gente não pode se basear naquilo que tem na rede social. Na rede social tu só vê corpos sarados, todo mundo lindo. Claro. E felizão, assim. É romantizar a parada. Uma coisa tu gostar de ti, eu me olho assim. O corpo humano é feio, na real. O cara se vê pelado, ele não se acha tão bonito. Mas assim, a minha... Não é nem autoestima.
legal, eu tenho vontade de fazer as coisas e eu me sinto muito mais saudável quando eu tinha 30 anos, por exemplo. Muito mais ativo, muito mais disposto. Isso pra mim é mais do que me olhar e dizer se meu corpo tá legal ou não. Porque tu pode tá legal, a gente já viu vários casos do cara que tá correndo legal e pum, mal de coração. E aí tu vê o gordão metendo ali 10, tá bem. Mas sabe o que vocês falaram do trago e tal? Vocês já passaram por isso e eu que tô agora
na faixa dos 20, de um ano pra cá, dois anos pra cá. Não, não me chuta. Não, tá perto. 28, eu tô na faixa dos 20. Ele tá certo. Se ele tem 28, ele tá na faixa dos 20. Só tem 28? Eu não tinha cartório, alvorado. Eu percebi um momento que eu acho que todo mundo passou, que é o de perceber que o corpo começa a não responder naturalmente as coisas que consomem. E aí eu começo a ter que olhar, cara, pra tipo, pô, vou ter que cuidar da alimentação, porque há três anos atrás, cara, eu saía todo dia,
comia, bebia e tava tudo certo. Não sentiu impacto no corpo. E de dois anos pra cá, cara, começa a dar um rebote. Começa a vir um rebote do bar, não dá pra esse ritmo não. E tu vai perder umas parcerias. Porra, tu não vai tomar um trabalho? Cara, não vou, mano. Hoje não. Pior que é. E é louco, porque pra quem tá ouvindo, cara, toda a nossa redação aqui tá nessa vai. Todos. Alguém tá na academia ou tá caminhando de alguma coisa.
Antes era só o Rafinha enchendo o saco. Eu sempre enchi o saco de vocês. Agora é todo mundo.
Me fez cuidar, assim, dessa coisa toda. Bah, cara, é que... Quando eu comecei a jogar o pádel há dois anos, eu não fiquei no pádel por ver um cara da minha idade jogando. Eu fiquei lá porque eu vi uns veinhos jogando de 60 e poucos anos. E no pádel eu tenho um movimento que... Pô, veinho de 60 e poucos anos jogando pádel ou não? É porque quando eu falo veinho é porque... Os caras de 60 e poucos anos. É, então tá, beleza. Os jovens há mais tempo.
E aí eles se agachando, porque é um dos movimentos do pádel, né? Tu buscar a bola perto da parede. E eu disse, cara, eu quero envelhecer desse jeito.
Porque eu tô com 42 anos e eu tô com dificuldade de amarrar meus tênis, velho. Porra, aí não dá. Sabe, eu tava assim, cara, nesse estado, assim, de não fazer nada. Daí, o que o Rafinha falou é muito tri, assim, sobre essa coisa de tu tá bem. Que daí tu vai, meu, tu vai te consultar, tu vai consumir a vitamina correta. Daqui a pouco, ah, é uma creatina pra um exercício. É uma suplementação alimentar, cara. Então, assim... Dor o cara vai ter.
Depois dos 40, se tu acordar sem dor, subiu. E tu sabe, tu que é o que pratica esporte há mais tempo.
com rotina de todos nós aqui, tu sabe, a graça do esporte é tu também saber conviver com a dor. Claro, mano. Sabe? Tu saber que tipo, pá, meu, tô destruindo. Mas assim, ó, que nem amanhã tu vai de novo. Entrar no mar ali e ficar duas horas. Cara, eu fiquei duas horas no mar, tem quase cinquenta anos. Pra mim, tá trível, sabe? É isso, meu. O cara tem que achar uma atividade e fechar a boca. E só pra nós não esquecer, o quê? Floripa é a décima primeira capital. Com mais obesos. Recife, Porto Alegre, Natal,
Belo Horizonte e Aracaju. Seria interessante fazer um corte por idade aí também, né? E classe social. Ah, sim, mas a pesquisa só traz no geral. Certo. Traz a 6 pra nós, Ivan. Ah, é uma boa vinda. Assim, vai ficar ruim eu ligar pra todo mundo de Porto Alegre. Mas eu vou tentar. E outra coisa. Se você está nos ouvindo, não seja gordo. Ou pelo menos tente não ser. Seja saudável. Saudável, isso aí. Seja saudável é a nossa dica pessoal hoje. Muito bom, Ivan. Obrigado. 19 minutos pras 2 da tarde. Como passou rápido.
Porra! Assunto obesidade. Funcionário de Lava Jato pega carro de cliente e provoca acidente. Nossa! Eu vi isso aí, cara. Tem as imagens? Levou uma lixeira do mapa. Isso aconteceu? Ele demorou pra instalar. Sorte daquele magrão, dono daquele carro preto ali que ele não pegou. O que é? Olha o carro preto que tá parado. É um HB20.
O parado, o preto, né? Isso, o preto. Parece um HRV. Isso. É um HRV. O que tá acontecendo é um HB20. Pra quem tá no rádio, o que aconteceu? O funcionário, ele tava lá trabalhando e aí faltou o produto. Fundo de limpeza, acabaram o Lava Jato. E aí ele pensou que era uma boa pegar o HB20 do cliente. Bom naipe do Lava Jato, que acaba o produto e o funcionário pega o carro do cliente e vai buscar. Não, mas tem um detalhe mais importante. O funcionário tava mamado. Ah, vai, vai.
tem que ser assim. Ele tava amamado, ele tava tomando uma coisinha e lavando os carros. Ah, não. Aí ele saiu, aí pra quem tá só no rádio? Ele vem numa rua. Ele tá descendo uma ladeira ali. E ele perde o controle, ele guinda, ele dá uma guindada com o carro. Ele sobe a calçada. E guinda o portão de uma baia. Leva uma lixeira. Ele quase junta um carro, mas ele junta um carro, ele junta um Fox. Fox! Ele junta um Fox, que era de um cara que tava num barzinho.
Aniversário do pai dele. Ah, meu, vai, isso aí. O cara tava no aniversário do pai dele e o Fox
Ele tava paradinho ali, por quê? Não consigo nem ver graça nisso aí Cara, aí o HB20 vem, desmanchou o Fox do cara E quando a polícia chegou, o cara tá com zoinho com vermelho Não, mas aí, tu imagina o cara que deixou o carro pra lavar Vim buscar a caranga O cara entrava com o quê? Lembra uma vez o que aconteceu em Porto Alegre? Claro, na zona sul o cara enfadiu ali Não, no restaurante com um desses wallet, assim Esse cara, ele pegou o carro Mas era uma nave Era uma nave É isso, é isso, e aí ele pegou
O filme Curtindo a Vida Doidado. Eu já saí chorando. E como é que ficou? Não ficou nada. Porque o cara não quis fazer o bafômetro. Vai acabar tomando uma cana. Deve ter perdido o emprego. E o dono do carro marchou. Vai ter que processar. Agora ele marchou. Tomara que ele tenha seguro o magrão. E do Fox também. Muito bem.
Seis minutos para as duas da tarde eram os destaques do Pretinho que a gente estava fazendo aqui neste dia 4 de março. Rafinha, bota uma aí então, querido. Eu tenho um e-mail nesse dia da obesidade, mas não tem nada a ver. Sou a moça que era casada com um homem 40 anos mais velho que eu. Vocês lembram desse e-mail? Ah, não lembro. A moça que era casada com um homem 40 anos mais velho que eu. Será que era aquele magrão que tinha quantos? Era a guria de 23 e... Faz muito tempo isso, né?
Fazia uns quatro meses. Pretins, enviei algum tempo um e-mail pra vocês. Pedi conselhos sobre o que poderia estar acontecendo, já que na época o meu marido não me procurava mais. Também tu não te escondia? Não tinha em questão? Lembrei, era isso. A moça era casada com um veterano e ela não sabia se ela estava nas ruas, se ele estava traindo ela ou não, lembra? Levantaram a hipótese que talvez os assuntos não combinassem, que as idades eram muito diferentes. Enfim, não, nada disso era o problema da nossa relação.
Amor e carinho como homem e mulher e passou a ser de companheirismo e amizade. Isso por levar uma guampa é dois palitos. Enfim, me separei após longos anos de casamento e hoje... Ah, meus amigos, informo a vocês que foi a melhor decisão da minha vida. Conheci uma pessoa quase da minha idade e aquele fogo, aquela paixão, aquele tesão que eu tanto procurava e queria sentir dentro de mim novamente reacenderam. Olha, olha. Hoje, eu e meu atual marido temos uma vida sexual ativa, intensa e maravilhosa.
é. Mulheres em caps lock ela botou. Quando o seu relacionamento não estiver dando o retorno que você merece e você estiver se desdobrando pra tentar salvá-lo, não faça isso. Às vezes a melhor decisão é dar o vazare. Não é fácil no começo. Como pra mim também não foi. Mas hoje me sinto mulher novamente. Sou amada, desejada, respeitada e acima de tudo sou eu outra vez. Não desejo me identificar. Tá bem. Tá vivendo extraordinário essa garota.
Ela vê assim, às vezes, não é de tentar uma coisa e o outro não querer. É isso. E ela tá feliz agora. Quando um não quer, dois não brigam. Dá o F5 na vida, não. Oh, frase bonita. Frase bonita. Tem uma outra frase rapidinha aqui também, só pra não perder. O Gilberto Silva mandou pra... O Gilberto Silva. Grande Gilberto Silva. O galho da amante dói mais do que o da mulher. Ah, o assunto de ontem, né? O assunto de ontem. Tá rendendo, né? Acho que depende o quanto tu dedica.
de amor pra cada, ou melhor, dica não, quanto tu sente por cada uma das pessoas. Alexandre, se tu ama mais tua amante, vai doer mais a goma dela. Mas é que, desculpa, sempre vai amar mais a tua amante. Não, não, não. Não, não, se tu ama mais a tua mulher, tu não trai. Exato. Se tu ama a tua mulher de fato, tu não trai. É verdade. Mas as pessoas às vezes... Essa tua teoria tá do caralho. Mas na prática não é isso. É, na prática não é isso que a pessoa fala.
Às vezes tu ama a tua mulher, mas ter amante... Às vezes quando... É mesmo, rapaz. Não, não.
Muitas vezes tu ama muito. Não, não é isso. Não, eu entendi ele. Presta atenção. A amante tu vai ter o quê? Só a parte boa. Claro. Tu vai te encontrar com ela, fazer o sexo e embasar. Aí tem o relacionamento com ela. A amante não te cobra. Mas que embasamento. Não, mas pera aí, Rafinha. Tem relação paralela do cara casado com a amante ou da mulher casada com um amante que vira uma relação talvez igual ao casamento.
Com lembrança, com ciúme. Depende do tempo. E do connect cut ali. Mas se tu ama tanto a amante, porque tu não larga a tua mulher e vai ficar com ela, então? Eu tenho um amigo meu que descobriu. Porque às vezes a amante é casada também, né? E talvez ela não queira largar o marido pra ficar contigo. Mas quando a amante é solteira, tem caso também. O cara fica ali. Não, mas até ela não dura muito tempo contigo. A amante solteira é uma questão de tempo pro cara se separar, até porque ela vai lá imprudir as torres do cara.
Ou ela vai arranjar o outro e te largar. É que às vezes o cara até ama a mulher que ele tá, mas ele tá patifando, tá traindo. Mas é isso que eu quis dizer na prática. Eu concordo contigo.
Eu não acho que só porque o cara treina e não ama. Agora, se vai continuar ou não, também são outros. O 5 contra 1, ele te evita várias coisas, né? Várias coisas. O 5 contra 1 te centra no mundo. Vai, então me ajuda aqui. Claro. Adams, bota uma aí, Adams. Alexandre, as pessoas nas ruas só falam de uma coisa. O que é, cara? Da Pi Adams. Ali embaixo, velho. Pô, tinha um cara com cartaz agora. Eu vi, cara. Eu quero Pi Adams. O professor de ciências.
É verdade. E o aluno veterano já diz... O professor ficou animado, né? Pô, como tu é esperto, rapaz. Como é que tu sabe disso?
Pra mais piadas, PretinhoBasico, arroba atlantida.com.br. A coragem é o melhor. Eu não li meu material hoje nenhum aqui, tem uma piada do Joãozinho e tem aqui o Rafinha como âncora, é um baita jogador de basquete. Não entendi a relação. Olha, tu tem jogado basquete quando ancora o programa? Como é que é o nome do garoto ou dela? Não assina.
Eu agradeço a crítica. Não merece resposta, né? Não, eu agradeço a crítica. Leio ou não leio? Obrigado às críticas, né? Obrigado às críticas, né? Não vou ler, não vou ler, então. Não, fica à vontade, Alexandre. Eu não vou ler, acho que não... Não, não, eu vou ler. Vou ler até para explicar no final. Sou o público do Rafinha. Olha aí. Agradeço a crítica. Mas a verdade precisa ser dita. Ele, na condução do programa, tem um desempenho pífio. É uma perda dupla. Perdemos um craque excepcional na mesa.
E ganhamos um âncora Que não chega a ser nem razoável Quem inventou o Rafinha nessa função Aceite que não dá Reveja Você errou E não é demérito Acontece Apenas reconheça o erro enquanto é tempo Guardadas as devidas proporções É igual colocar o Romário de zagueiro Você perde o seu centroavante matador E deixa a sua defesa fragilizada Então Fetter
Vai trabalhar. Pessoas que trabalham têm mais longevidade. Descanse aos finais de semana. Evite tirar férias. O programa precisa de você. Não temos um substituto à altura. Saudações e vida longa ao PB que depende de você, Feter. Você é insubstituível. Primeiro discordo. Ninguém é insubstituível. Pode haver uma substituição que não agrade tanto. Ninguém é insubstituível. Segundo, fui eu quem decidiu.
Ficar o Rafinha de segundo apresentador, suplente apresentador do programa. Não me arrependi. Acho que o Rafinha evoluiu demais pessoalmente e profissionalmente com a responsabilidade de ancorar o programa. E quando está sem bateria no celular, como ele apresenta? Puxa! Quando a bateria acaba, é um fenômeno. E por último, as férias, elas são um direito assegurado ao trabalhador na consolidação das leis do trabalho. Getúlio Vargas!
Hoje é Túlio Vargas, quando foi presidente. Mesmo que eu não queira, eu sou obrigado a tirar férias. Obrigado, é isso aí. Então, nosso ouvinte aqui, eu entendo a tua opinião, respeito, mas discordo. Também. Acho que o Rafinha atende muito a nossa necessidade de ancorar. Mas quando um ouvinte manda toda essa tese maravilhosa, no mínimo a coragenzinha de trazer o nome, né? É, também. Só isso. Eu acho que é galhão. A gente entende, aceita e agradecemos as críticas. Já voltamos.
Volta já! Agora na Atlântida, memória de elefante. A Polônia é o único país que foi liderado por gêmeos idênticos. Lech Alexander foi presidente de dezembro de 2005 até abril de 2010. Em julho de 2006, indicou o irmão Jaroslav como primeiro-ministro, posição que ocupou até novembro de 2010.
Dois minutos para as duas da tarde. Muito obrigado pela sua audiência. Onde quer que você esteja ouvindo o Pretinho Básico. A gente é muito feliz sabendo que você está aí se divertindo com a gente.
Vamos fazer a escolha do craque do episódio. Tem um e-mail rapidão aqui, dá pra ler não? Meu pai é gay. Meu pai é gay. Diz o nosso ouvinte. Buenas pretinhas, vou tentar ser breve. Não falem meu nome. Amarelinho pra ti, Rafinha, tá? Porque não tava no horário no estúdio depois que o programa começou. Não pode, é regra, regra amarelinho. Não, eu tô pela regra. Tá. Meu pai biológico era gay.
Você vai contar, é uma piada ou é um e-mail que te mandaram? É o e-mail do ouvinte, cara. Então vamos respeitar. Meu pai é gay, é o título. Meu pai biológico era gay, casou com a minha mãe, acho que lá pelo final dos anos 70. Tiveram minha irmã mais velha que eu e eu. Quando eu tinha 5 anos, eles se separaram. Depois disso, ela achou um cara legal e construíram uma linda história de vida. E eu tenho meu padrasto, que na verdade agora é o meu pai.
E biológico viveu a vida dele, livre depois deste livramento. E eu vi ele ser feliz na viadagem dele. E tudo bem. Inclusive, ficava muito feliz por ele. E a galera era muito legal. Qual será a galera? A galera é muito animada. É muito animada. Ou seja, se fosse hoje, ele não teria se esforçado para casar com uma mulher,
mesmo assim fazer dois filhos. Ah, mas aí é. Então, amigos, tem muito pai e mãe de família que é gay e a conveniência é muito ruim. Estão juntos, mas pelos valores que já estão ultrapassados. Não é convivência? Perdão, convivência. Eu falei conveniência? Conveniência. Convivência, desculpa. Convivência é uma merda. Mais vezes também é uma conveniência perante da sociedade. Por isso que eu entendi. É, porque as pessoas querem... Olha, muito inteligente.
Ele quer a estrutura ali, né? Muita gente não separa justamente por isso, por causa dos filhos, né, cara? Mas aí o que acontece? O clima é tão ruim em casa que é pior para os filhos do que se tivessem separado. É um lar rachado, né? E nem todo rachado é bom. E nem racha vai ter. Olha só. Eu ia fazer um comentário sério agora. A gente viu que nem racha vai ter.
Não, não, mas é bem isso aí. Às vezes aí, esse desenho de pai, mãe e filho. Família de comercial de margarina. Uma pauleira dentro de casa, uma criança infeliz. Ou um casal, seja ele, duas mulheres, dois homens, não importa. Ou um afetivo. Dando amor para essa criança, vai crescer num lar muito mais leve. Um amor, isso aí. Compartilhando amor. É isso que importa. Vamos se unir, vamos transar. Um amor. Um amor.
Um amor. Saudade, Tony. Vamos se unir, vamos transar. Quantas pessoas, mais ou menos, Tony? Quem tá afim de fazer amor, né, Alexandre? Vai fazer amor hoje? Vamos transar. O amor começa de manhã, né? Como é que foi ter um bom dia? Cara, eu vou me reservar o direito de não falar da minha vida particular, se tu não te importar. Eu talvez tenha, mas até chegar de noite... Se começa no bom dia, eu vou transar com um garico, porque me deu bom dia hoje. Cara de mal, poderia ser só uma pizzaria temática, mas é a cara de mal,
no Boulevard Laçador, em Porto Alegre, e também em Gramado, colocando a escolha do craque do episódio, Vini Moura. Hoje foi um dia que foi equilibrado. O programa, o programa. Eu estava meio slow hoje, né? Tu acha? Te senti mais... É? Ainda o Jory na cabeça? É, não sei. Eu vou votar no Alexandre. Voto de segurança. Não, pela ancoragem, ele acabou trazendo o destaque, desenvolveu legal o destaque da obesidade. Obrigado, cara. Muito obrigado. É isso aí. Pela tua percepção sobre a minha desenvoltura. Não, não, mas...
O desenvolvimento de destaque é do âncora, né? Isso mesmo. E tu, Adam, você vai votar em quem? No Rafinha. No Rafinha? Ah, não. Essa risada. Assim, ó, cara. Só um cara feliz, né? É o... Achando que era uma piada. É o suco. Achei que era uma piada. É o suco da derrapada. É o suco completo, cara. Tu, Ivan, vai votar em quem? Ah, eu vou votar em ti. Em mim? Obrigado, Ivan. Apesar que a idiotice me pega. Mas todos nós somos um pouco idiotas. Ah, mas aquele é mais que nós. É muito mais. Ele é o campeão, né?
Eu prefiro ser um idiota legal do que um pau no cu, isso aí. Porque essa cara tem que ter na vida. É melhor ser um idiota legal do que um idiota pau no cu. Exato, isso é muito melhor. Não, não, tem um monte de idiota pau no cu. É como aquela máxima, que é melhor o cara ser bonito, rico e saudável do que feio, pobre e doente. É muito melhor. É isso aí, é melhor o cara ser isso aí. Muito melhor. Eu vou votar em ti. Obrigado pelo teu voto.
Tu, Rafinha, vai votar em quem? Na coragem do Adam. Na coragem? Na pior piada que eu ouvi nos últimos três meses do Pretinho. Tá certo.
Tá bom. Aceito as críticas. Eu diria até mais. É, maturidade, né, Ado? Eu vou votar no Ivan. Por quê? Olha aí. Porque o Ivan, ele deu uma aula sobre história do Brasil na abertura do programa Falso de Tancredo Neves. É verdade. Obrigado. Parabéns, Ivan. É, a história é meu forte. Agora eu tô lendo bastante. Que legal. Aprendeu a ler, né? Graças a Deus, agora eu tô... Tá fazendo Kumon aquele? Não, isso eu... Não, é... Nemotécnica.
Ele bota um livro debaixo do travesseiro e aprende a ler. Ah, tá. Enquanto ele dorme.
É o Camão do Padrão da Liga. É o Camão. Tá bem. Então eu aceito. Aceito de bom grado e agradeço os votos e o craque do episódio que acaba sendo eu hoje. É tu, o craque? Sou eu. Quando for tu, alguém tem que anunciar. Ah, tu ouviu? Puxa vida. É, lamento. Vamos embora, então. Não, não, eu falei puxa vida. Eu nem gosto, eu nem gosto. Foi espontâneo, que nem eu. Não, não é isso. É, não, assume, pô. Não, é que o ônibus pra praia vai sair agora e o motora tá aqui. Olha aí, ó. Sabe quem é que vai no ônibus fazendo as marchas?
Vamos voltar às seis da tarde. Um abraço. Obrigado, minha audiência.