Pretinho Básico | 02/03/2026 18h
O maior podcast humorístico do Brasil. Elenco da rádio Atlântida repercute as maiores notícias do dia do jeito mais engraçado possível. Veja muito mais no YouTube 📺: @atlantida_TV e @PretinhoBasicoShorts
- InfidelidadeTraição da esposa · Traição da mãe · Gravidez da amante · Confissão ao cônjuge · Separação · Responsabilidade parental
- Humor e ComédiaHistórias de Nego Verte · Diálogos cômicos · Situações ridículas · Trocadilhos
- Cuidados com PlantasPlantas de casa · Rega de plantas · Conversa com plantas · Comunicação com natureza
- Datas ComemorativasCelebração de ouvinte · Lechandra de Bero · Técnica em administração · Votos de saúde e prosperidade
- Cidadania ItalianaDescendência italiana · Sonho de obter cidadania · Processual de imigração
Alexandre Fetter. Olá, muito bom fim de tarde, amigo e amiga ligados da Atlântida. Estamos chegando com o Pretinho Básico. 6 horas e 6 minutos deste fim de tarde de 2 de março de 2026. O Pretinho chega até você num oferecimento da kto.bet.br. Jogue com responsabilidade. O site é proibido para menores de 18 anos.
da MHNET Telecom. Vero! A maquininha com a menor taxa e um banco completo pra você. Seja Vero! Muito bom fim de tarde, meu compadre, amigo, parceiro, camarada! Meu irmão, meu bruxo, Neto Pagundes! Que saudade de ti, falei hoje, né? Que a gente não se encontrava. Fiz que não lembrava do meu rosto. Tem uma baita segunda-feira, né, cara? Muito legal. Pô, demais! A segunda-feira com o céu azul. Porque sábado tem...
Eu tenho uma baita festa, eu queria te convidar a reunião dançante. Ah não, eu ia falar exatamente de uma festa que tem, sabe? A reunião dançante, cara. Que festa é essa, meu? Que festa é essa, meu irmão? Que festa é essa? Aliás, garanta seu ingresso, você que tá querendo ir dar essa banda lá no Fuga, ver a reunião dançante, dançar os anos 80 e 90, com a Gretchen fazendo um show no palco. Garante lá no simpla.com.br. Bom fim de tarde, Lelê. Ah, excelente final de tarde. Coisa boa, né, Lelê? Coisa linda, né, cara?
Feliz, né, Lelé? Dia bonito é a gente que faz, Lelé. Camisa bonita, hein, Lelé? É que hoje eu tinha uma reunião importante que o departamento comercial me solicitou. Com quem? Com um cliente importantíssimo. O cliente que repara em camisa. O cliente pediu para que o comunicador Leandro Botolato participasse da reunião. Ganhando o vulto comercial, Lelé. É isso aí, Lelé. É isso aí, Lelé. Tem que ajudar. Muito bom fim de tarde, Vini Moura. Ô, Alexandre, bom fim de tarde. Tudo bem contigo, meu querido?
Certo, energia positiva pra todo mundo. E sempre, sempre energia positiva. Rafinha Menegasso, por falar disso. É isso aí, Alexandre. Vamos pra cima. Vamos pra cima. Vamos pra cima. Bom fim de tarde, Léo Oliveiro. E aí, jovem? Tudo bem contigo? Tudo incrível contigo. Tudo maravilhoso, rapá. Vamos dar-lhe aqui. Aliás, Neto Fagundes, Nego Véio, no Pretinho Básico, vem com oferecimento dos produtos Calemba Nego Véio,
CRS e também SC. Mais tradição e mais praticidade na tua casa. Que que foi? Que que te traz mais? Ai, paizinho! Ai, paizinho! Ele sempre fica falando na hora... Ai, maldito algoritmo! Fala, nem me fala! O cara fica falando na hora do patrocínio, né, compadre? Não dá, não dá, não dá! Valorizando, né, velho? Calma, calma, velho. Olá, doutor!
Médica por chat sem agendamento e sem câmera. Olá, doutor. Você tem descendência italiana como o nosso Vini Moura? Parla italiano, sim, sim, sim, sim. Então viva o sonho da cidadania italiana com a San Pietro. Zagonel, as melhores soluções em duchas e torneiras. Arroba Eletro Zagonel nas redes sociais colocando pra gente os destaques do pretinho.
Eu sou da pena. Eu sou hoje, né? Tomei um suandeiro à tarde aí. Me deu um amigo meu a fazer uma mudança no apartamento de nove andares. Nove? Nove andares e elevadorzinho, né? Não, faltou luz, aí palitinho, um sofá, uma cama e uma véia. E aí eu tô cansado. Mas a véia é em cima da cama ou no sofá? Não, chegou ali em cima só com o sofá. Ah, eu lembrei da música que a gente não diz uns trapalhões agora. Qual? A véia é de baixo da cama. Eu lembro disso. Ah, véio. A véia é fiar?
Disco dos Trapalhantes, tu lembra? Sim, lembro. Esse disco eu lembro, não lembro do conteúdo. Tinha, tinha. Tinha uma música que era muito clássica do disco, que era a beia debaixo da cama. Tá beia. Aniversariante, ouvinte, deste pretinho básico, é o meu xará Alexandre Ribeiro. Alexandre Ribeiro, técnico em administração, fazendo 27 anos. Parabéns, parceiro. Saúde e prosperidade. Vamos nos destaques agora, da pena? Vamos lá, meu irmão. Vamos lá.
Que dia bonito. Dia bonito. Céu azul de brigadeiro. Céu azul celeste da cor da camiseta do campeão gaúcho de 2026. Não largou o futebol. Não, não largou. Tem comentário na rede social dele. Tem comentário ali. Vocês estão me cuidando? Mas a gente cuida tudo. A única coisa que eles não cuidam muito é o cotovelo. Vocês estão me cuidando. O time é meu. O sofrimento é meu.
eu não posso falar nada. Quero mandar um abraço lateral esquerdo. Marlon, que jogador. Se não quebraram o pé dele ali naquele jogo, não quebrou mais. E o ouvinte... E pro Borreto não quer mandar um abraço pra ele? Uma cotovelada? Ou tu acha que nem o pessoal que arbitrou o jogo, que ele jogou o rosto dele no cotovel? Eu acho que é contato, né? Cara, isso aí pra mim acaba. É como já disse o Renato Portaluppi, acaba o futebol. Acaba o futebol.
Acaba o futebol. Pega as faixas e vamos pra cima, né? É isso, pega as faixas e vamos embora. O mais legal do Marlon,
o lateral do Grêmio é que ele é fã do Pretinho Básico todo dia. Ele é o meu mestre. Obrigado pela audiência. Queremos audiência de todos e com maior respeito ao co-irmão e aos seus atletas. Ele mandou um abraço pra vocês. Claro, tamo junto, mano. A rivalidade, ela é clubística. Pessoalmente, não temos absolutamente nada. As vezes. Cara, vamos ver o domingo. Não temos, não temos, não temos, não temos. Esse aqui não é um programa de futebol.
Não, não, não. Esse aqui é um programa bacana, inclusive, ingresso pro jogo que a Tio tá vendendo, você pode adquirir aí.
É um dia triste, então vai ser dia 8?
É dia 8 de março, dia internacional da mulher. Não tem como ser triste. Não, mas vai cair no dia do jogo do Inter. Não, não, é o Grenal. E do Grêmio. O Grêmio joga o Grenal também. Ah, coitado. Vai ser ruim, né? Vai ser, cara. Vai ser. Vamos patrolar de novo. Eu te digo mais. Eu acho que dessa vez o Grêmio não perde as chances que perdeu e mete cinco. Não, não, não. Bom, lembrando a galera... Vai acabar a amizade. Lembrando você de Porto Alegre, que hoje é o dia da campanha da vacinação. Eu não. Covid, tudo.
Dá-lhe uma cotovelada. Dá-lhe uma cotovelada e não vai ser nem expulso. Se tu der uma cotovelada, eu juro que eu não te expulso. Isso tá sendo parcial. Quer que eu te mostre um vídeo? Eu também te mostro um. Ele foi bem. Vamos brigar então por mobile. Spotify vende uma funerária com bluetooth que toca playlist eterna. Isso aí, meu irmão. Agora tu vai poder mover.
Assim Spotify vende uma funerária. Deve ser uma urna. Comer uma palavra. Eu não li. Eu li uma e era urna. Vamos de novo então. Eu já ia assumir o erro da cagada. Eu caguei, eu errei. Spotify vende urna funerária com bluetooth que toca playlist eterna. Agora sim. Ah, mas já subiu.
Mas é que isso é pra tu ouvir em casa. Por quê? 495 dólares. Fica bem calminho. O Spotify, junto com uma empresa que faz água, que é a mesma empresa, Leandro, talvez saiba o nome, que fez no ano passado latas com o DNA do Ozzy. Lembra que a gente falou aqui de uma empresa que tem que vender latas com o DNA do Ozzy. Lembro do suor da influenciadora, isso eu lembro. Ah, mas daí até é tigre. Não, é que passou por mim o corte ontem ainda. Ah, o algoritmo é foda.
É a primeira caixa de som sem fio do mundo, meu irmão, projetada pra levar a música ao lugar onde ela nunca ter. O que acontece? Quando tu comprar a urna, vai ter um serviço, ponto, compra vivo. Primeira caixa de som sem fio do mundo? Pra levar pra poder ver música... Pro morto ouvir! Pro morto ouvir! O que acontece? Não, eu entendi, mas não é a primeira caixa do mundo. Eles estão muito ricos, meu irmão. O que acontece? Eles estão inventando... Na tampa da urna,
a caixinha de som. Então o somzinho ele tá dentro pra onde vai tá a cinzinha do garotão. A música fica tocando dentro do caixão? Se tu levantar, toca pra ti. Entendeu? Tu abriu, toca pra ti. Ah, mas é ruim aí. Não é legal ter urna dentro de casa. O que acontece? Quando tu vai comprar a caixa de som que é a urna, tu faz um cadastro escolhendo o que que quer ouvir quando morrer. Ah, que troço ridículo. É, nada a ver. O que que foi? Não, isso é ruim. Por que que é ruim? Todo mundo vai ouvir. Vocês sabem?
Depois que tu morre, tu não ouve. Tu acha que eu vou gastar meu PPR com a urna? Dois e meio. Cara, se eles estão lançando... É que tem gente pra comprar. Não, mas é que tem dodói, né? O mundo inteiro. É, isso é verdade. Eles devem ter feito uma pesquisa de mercado. Agora eu fico pensando... Não, deixa eu falar um negócio. A coisa já é ruim. Tem urna com a cinza ali. Tu tem que mandar... Tem que arejar a parada, mano. Tem gente que gosta.
Não, mas eu sei, mas não é legal. Tu é um cara que tem essa coisa aqui. Ah, sim. Eu sei.
E deixar libertar isso. Um integrante, um ex-integrante desse programa, uma vez teve uma relação sexual com uma... Um profissional. Um one night stand. Não, não, uma moça. Tinha uma coisinha assim do lado dela e ele perguntou, ah, o que tem aí dentro? Porra, aí é foda. Eu fiquei pensando uma coisa agora, que quando tu escolhe uma música pra tua despedida, por exemplo, várias pessoas escolhem, eu quero, o dia que eu falecer, vai tocar tal música. Cara, eu acho que isso causa um negócio nas pessoas que ficam.
Porque tem um amigo meu que escreveu uma coisa uma vez que eu acho incrível. A morte ao levar uns maltrata os outros. E aí, no momento em que tu deixa uma música, ela vai ser muito marcante. Tu tá te despedindo da pessoa que tu ama, cara. Ou familiar, sabe? É um laço muito forte. E aquela música, cara, vai passar a ser... Obviamente que ela deve ser uma música linda, né? Porque a pessoa escolheu por uma música bonita, marcante.
Mas só que depois que ela parte, aquela música se torna uma coisa que vai machucar muita gente.
Pela emoção que carrega. Pela emoção que está junto ali naquele momento da despedida. Ah, eu sei que seja uma playlist alegrinha, né? Felicidade. Tipo o Davi, cara. Tipo o velório e o enterro do Davi. As pessoas estavam tomando chopp. Estavam ali confraternizando a vida do Davi. Que é uma cultura... Exaltando a vida do Davi. Uma cultura feita em diversos lugares do mundo. Aqui em Santa Catarina as pessoas bebem ao morto. Eu acho que é uma tradição antiga. Fazia uma festa porque o cara sempre...
Gostou do churrasco, festa, etc. Aí os caras reúnem. Eu tenho um amigo, um conhecido lá de São Borges, que ele tava lá. Era o velório dele. Ficou num canto da sala, foi velado em casa. E era uma festa, cara. Todo mundo, música, tocando ao vivo. Os amigos dele, que sempre fizeram isso com ele, era pedido dele. Então era meio estranho. Era meio estranho de chegar naquele lugar. Não parecia um velório, era uma festa. E ele tinha pedido, cara.
Depende da maneira que o cara sobe, né? Isso também. Isso é um troço meio um tragédia.
Ele é o negócio da vida. Aí é legal tu ouvir o som e lembrar o novo velho. O cara é terrível. Lembrei de uma coisa agora. O cara chegando no velório. Corredor meio escuro da capela ali e tal. E ele tava resolvendo a vida no telefone. E ele pergunta pro cara que tava ali cuidando da entrada da capela. Qual é a senha do wi-fi, por favor? Ah, não sei se não. Agora foi, né? Vai, vai, vai. Já foi a metade. Tem milhões de pessoas curiosas agora.
Tem, e essa semana é a primeira vez essa aí. Não vai dar, não vai dar. Desculpa, desculpa. Vamos em frente aqui. Meu sonho no meu velório é ter um juiz de boxe. Por quê? Pra ele contar. 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1. Vamos te dar essa de presente. Vamos te dar essa de presente. Ele não vai levantar. Vamos pegar o juiz lá. Ele não vai levantar. E o cara aqui...
Não, é que eu quero ao contrário. Ah, tu quer ao contrário, é regressivo mesmo. O morto sou eu, o velório é meu. O aniversário... Não acompanha muito o box. Não, faz tempo. Ah, retomando então a piada ali. Vai, vai, vai, vai. Essas questões com relação ao teu velório é bom tu decidê-las antes, né? Quando na hora o pessoal decide por ti. Aí o cara pergunta pro senhorzinho que tava na porta ali qual era a senha do Wi-Fi. Ah, tu voltou, né?
Voltei, voltei, voltei. Mas eu não sei se eu... Vai, Alexandre, te permite. Eu fico receoso.
Mas o teu eu tá mandando, porque é a segunda vez que vem. A senha, aí ele responde. A senha é... Ele não diz a senha aí, quase que eu mato a piada. Matei a piada, vamos em frente. Restaurante acusa homem de colocar pelo no prato para não pagar a conta. Uma chinelagem escancarada. Onde isso dá pena? Sidney, na Austrália.
Sidney, na Austrália, tem a imagem do cara tirando pelo debaixo do braço. Ah, não. E ele tava com a família... Chinelo. E ele tava com a família num restauro e a conta deu... Vai ter exemplo de um pai. 600 dólares. Cavalo. Quanto? 600 dólares. Foi, foi. 3 mil reais. Rendeu bem. E aí o que acontece? Ele, na hora de pagar, ele chamou a garçom, olha só. Não vou pagar porque tem um pelo aqui no meu prato. E aí ele começou a acusar. Só que o que aconteceu?
Porque não era a primeira vez que a família visitava o lugar. E não era a primeira vez que ele aplicava essa. Ah, ele vai, ô meu, vai tu ver se é no Brasil, nós vamos dizer, olha que coisa de brasileiro. Tá aí, ó. Todo lugar do mundo. O chinelo, ele sai do lugar. O chinelo vem no mundo inteiro. É verdade. E o que aconteceu? Eles não pediram uma gentinha tranquilinha. Pediram a mais pica. Bife de quase dois quilos. Ah, porra. Pratos principais da casa, bebida, só gabarito. Só bebida boa. Ah, mas é, como é que é? Olho grande, né?
Foi um fôlego grande. E aí o que aconteceu? Big eyes, né? É, é. O pelo, o pessoal, aí o pessoal foi na câmera, que achou estranho esse negócio do pelo. Ganharam uma grama. Aí acharam o quê? Acharam o cara tirando o pelo debaixo do braço e colocando no prato. Que coisa linda. Aí disseram para ele. Bem feito. Olha só, a gente viu que foi tudo. E ele dá pena? Ele, não, não, não fui eu. A gente tem imagem. Vamos te mostrar o vídeo aqui.
E aí a mulher dele começou a chorar constrangida na chinelagem que ele fez. Mas permitiu fazer, né?
Aí o gerente, sabe o que o gerente fez? Eles começaram a discutir. Eles queriam chamar a polícia. Muito pelo contrário. O gerente olhou para eles e falou assim, faz o seguinte, pode ir embora, eu libero a conta de você. Bah, gigante. Bah, isso foi um tapa. Só não traz mais o teu sovaco. Olha, o cara foi humilhado. Nem precisou dizer só não volta mais aqui. Ele não vai voltar. Ele não vai voltar. Quer saber, irmão? Vai, eu imagino, quer saber, irmão? Quer saber, então, chinelão?
Antes de tu ir embora, quer um cafezinho? Isso. Uma rodada de café aqui, pessoal. E a família inteira, um climaço, não quis pagar, fez uma chinelagem total. Imagina no carro, no caminho pra casa. Para com a mulher falando, para com isso. Eu te falei que eu moro é da merda, para com isso. Quem faz isso, quem faz isso, meu irmão, uma vez, faz sempre. Mas às vezes a mulher não tem a força necessária pra impedir, meu irmão, o chinelo.
Tá, mas eu e tu tamo indo jantar. Eu te cago a pau. Pois é, então. Tá, mas aí é dois emagrantes, Felipe. Não, não é dois emagrantes, tem que se posicionar.
Se tu tá junto ali na marca, tu tá sendo coniviente. Coniviente, é isso aí. É o motorista do assalto. É isso aí, é o motorista do assalto. É isso aí, tem que ser coniviente. Já contei pra vocês essa situação, eu acho, cara. Não sei se foi agora ou em outras vidas aqui nesse programa. No velório? Não, no formações. Uma vez fui no supermercado com um amigo meu. Cara, isso aí tinha 16, 17 anos. Puta, eu até imagino que seja, cara.
No mercado com um amigo meu, entramos, pegamos o que precisava e tal. Na hora da saída, chegou o gerente e disse,
Preciso revistar aqui o meu amigo, né? Preciso te revistar aqui porque parece que tu pegou alguma coisa aí. E o meu amigo, filho de advogado, falou, olha só, eu deixo tu me revistar e chamar o meu advogado aqui e tal e tudo mais. Começou a encrespar, encrespar, encrespar, encrespar. E eu comprando pelo meu amigo, afinal de contas, o cara é meu amigo, não pegou. Se ele diz que não pegou, não pegou. Saímos, pá. Cara, 18 anos, porque a gente saiu e entrou no carro.
A gente saiu e entrou no carro, comecei a dirigir. Quase, hein? E eu dizendo para o cara, pô, que loucura, né, cara?
Me fazem essa e tal. Aí ele puxa de dentro do abrigo um choquito, que é um choquito. Pô, um choquito, mas é chinelo. Quase guindei ele dentro do cara. Tá, e o choquito com gosto de bols. Mas tava bom o choquito. Não, eu não comia em protesto, né, cara. Tá aí, porque tava no saco do cara. Todo isso, choquito bols. É, exato. Gosto de um penteiro, um choquito. Choquito bols. Vem aí, choquito bols.
Conversem, Lele, com plantas. Aí tá bom pra nós, hein, Lele? Eu já converso com elas. Há horas, né? Elas não respondem. Não, cara. Mas agora eu vou responder. Cara, elas respondem. Elas respondem, mas a gente tem que... É só os olhos. São sinais que a natureza te dão, né? Os olhos. A natureza te dão. Ou que ela te dá, então. É os sinais que a natureza te dão. É isso mesmo.
São sinais. É sinais. Uma criação biotecnológica chamada Plant GPT. Não tem mais nada para fazer. Vai traduzir as emoções silenciosas de uma planta. O novo dispositivo foi desenvolvido por um grupo de estudantes. Desenvolvido por um grupo de estudantes de Atlanta, na Geórgia, nos Estados Unidos.
Planeta Atlanta. Onde usam inteligência artificial e eles colocam vários sensores na planta pra monitorar ela. Tu viu que eles botaram numa plantinha de maconha? O que eles botaram? Um cifiozinho aí, tu viu o que ela falou? O que ela falou? Backphone. Toca um regaio aí. Aí ela tem uma voz feminina. Ah, olha aí. E ela fala coisas do tipo... Sim, é a planta, né? Isso. Podia ser o planta também. Não, aí é o planta e raiz. Isso é um cactus.
Cactus, é feminino ou masculino? Masculino. Tu acabou de dizer, é um cacto. Exato, então, nem sei. Mas aquela ali dá pra ver, justamente, que não é um cacto. Citidão. Que planta é aquela ali? É uma... É uma... Como é que é aquelas... É uma suculenta, como é o nome dela. Parece um cacto, mas não é. Parece babosa. É, babosa é bom pra imorrar. O que o sensor vai fazer? Ele vai capturar como tá a saúde da planta. Se ela tá bem hidratada, se ela tem...
Não, mas isso é bom, cara, pra jardinagem, pode ser uma puta evolução. Ah, não, é boa. É amarelinho pra ti, Rafinha. É legal, eu disse. Isso é legal. Porque eu quero, porque eu posso, eu sou juiz, eu posso tirar o amarelo a hora que eu quiser. Eu não perguntei por que que tu me deu. Eu disse, tu acha legal o ar? O juiz faz o que que é o var? O juiz faz o que que é o var, faz o que que é o tu, o âncora faz o que que é o que que é. Essa aí, toma. Foda-se a regra. E outra, tem mais?
Não, não, não falei nada. Eu só perguntei, tu acha legal isso? Ele acha legal que ele tem planta. Eu tenho planta, que eu sou da planta. Mas ele já converso com as plantas a hora. Não é, mas a planta vai poder dizer pra ele o quê? Tá voltando água em mim. Tem que me regar. Não precisa, já tô molhadinha. Tem que me germinar. Já tô muito molhadinha. Me molha mesmo. O fetter que gosta de planta, ele vai entender. Às vezes, cara. Às vezes.
Se tu mudar tua planta dentro de casa, um metro. Tá. Um metro. Ela reclama pra caramba. Cara, ela se transforma. É tanto pro bom quanto pro ruim. Isso.
Só qual é a puta que não reclama? Qual? Só um tipo, só um tipo grande. Esse aqui é meu vocalista aqui, o Alexandre Calvo, da Nath Mudes. Nath Mudes, sucesso! Eu quero... Tô com o show dia 9 lá em Kamakuan. Nath Mudes, novo sucesso. Reggae. Reggae inclusivo. Eram os destaques do Pretinho Básico. Já foi. Voltamos amanhã com mais.
Tufagundes. Fala, meu querido. Como é que tá a coisa? O nego velho tinha um olho direito em vidro. E ele tinha muita sede, mas tava sem grana nenhuma, chegou no bar e resolveu tentar a sorte. Chamou um camarada dele que tava ali bebendo e disse, meu querido, vamos fazer uma aposta, meu querido. Meia dúzia de ceba aí pra eu morder o meu próprio olho direito. Aí o cara olhou pra ele, o cara olhou pra ele dando risada assim, topou na hora, né?
Aí o nego velho tirou o olho de vidro dele e colocou na boca dele uma mordida. Ganhou a cerveja.
um tempo, a sede voltou, chegou novamente e falou, meu querido, não quer fazer uma apostinha aí de novo? Mas seis cervejinhas aí pra eu morder o outro olho. Aí o cara pensou, não, para aí, vai morder o outro olho, não vai tirar o outro olho, vai voltar assim, agora sim, eu não vou perder essa. Vamos lá então, aí o nego vai, colocou a mão na boca, tirou as duas chapas e apertou o olho esquerdo. E mandou essa pro Ricardo Saldanço.
Muito bom, cara. E tu, Lelê? O que tem pra nós aí, Lelê? Eu comecei a ler o material, mas eu fiquei até meio confuso aqui. Então não pode errar a leitura. Pretiz, estou desesperado. Preciso de uma ajuda, mas por favor, não diga o meu nome. Com certeza não tem como dizer o teu nome com essa história aqui, cara. Sou casado, tenho dois filhos já bem criados. Um já acabou a faculdade e trabalho, e o outro está acabando a faculdade.
Que legal, parabéns. Sou casado há 24 anos. E aí vocês sabem, a vida vai ficando monótona, começa a não rolar mais aqueles carinhos.
e acabei traindo a minha esposa. Desculpa então, garotão. Tá bom. Tem uma mãe. Nos encontramos no apartamento dela e aí que se deu o problema. Na semana passada fiquei sabendo que vou ter mais um filho. Isso aí é tragédia. Sim, ela engravidou. Mas não foi a dona do apartamento. Vocês lembram que no programa da Uma, desculpa, galera, tu não tava. Eu fiquei devendo um e-mail cujo título era
Amante? Sim. Mas não é esse aqui. Não é esse aí. Porque ele diz aqui, ó. Sim, ela engravidou, mas não é a dona do apartamento. E sim, a menina que presta serviço na limpeza. Não, peraí, peraí, peraí. Ele traiu o amante com a diarista. Ah, ele é um campeão. Acabou que às vezes a minha... Às vezes a minha amante saía pra trabalhar. E a diarista chegava pra limpar o apartamento, passava um café pra nós, papo vai, papo vem. Começamos a ter um caso também e ela está grávida.
Eu sei que eu fiz tudo errado. Não, não, não. Está bem, está certinho. O campeão. Traí minha esposa, traí minha amante, agora estou desesperado. É inadmissível tu trair amante. Temos foto do Magrão. Tomara que não, né? Não, o Magrão não mandou. Deve ter feito um... Eu queria ver a cara dele, porque ele deve ser muito lábio. Não tem foto? Para que? Para justificar a tua traição? É inadmissível tu trair amante, Alexandre. Como assim trair amante, cara?
Admissível? Como é que tu vai fazer uma coisa dessa? Admissível é ter amante, né? Isso é outra coisa. Quem é que diz que ele traiu amante? Meu Deus, não tá prestando atenção. Ele traiu amante, ele ficou com a diarista da amante. Ele engravidou a diarista da amante. A diarista da amante. Eu não prestei atenção nessa parte. Eu tô te dizendo. Por isso que eu perguntei a foto da diarista. Tem uma amante. Ele é um campeão, velho. Ah, não, não, não.
Tem uma amante. São dois campeões. Por isso que eu falei que eu tava começando a ler o material aqui,
Eu vou perder a linha do problema pra você ficar confuso. Já traiu a mante, Lelê? Agora colou o plastilado. Pelo cálculo que ele tá fazendo, ele tá trazendo... Manaz. Manaz é pior que levar uma guampa da mãe. Vou fazer outra pergunta. Já teve a mante, Lelê? Claro que tive. Já falei isso aqui. Todo mundo aqui já teve. Não, eu não. Eu nunca tive. Menos um. Há muito tempo atrás. Neto Fagundes e eu. Obrigado. São dois, na verdade.
Na época que nem existia essa tecnologia toda. Hoje em dia tem a mante com a tecnologia é burrice. Mas não tem. Não existe guampa da mante, Lelê.
Fica bom. Sei que fiz tudo errado. Traí minha esposa, traí minha amante e agora estou desesperado. Então, como eu escuto você sempre, eu queria uma opinião de vocês. Um conselho, uma ajuda. Pois eu não tenho como falar disso com ninguém. E não estou conseguindo dormir com essa situação toda na minha cabeça. Cirurgia da cara. Abraço. Espero que consigam me ajudar. Podem ler em qualquer horário. Vocês são o melhor programa de rádio do Brasil.
Amigão, começa aqui do seguinte. Reza, né, irmão? Vazectomia pra ti, irmão. Não, não. Camisinha. Não. Pera aí um pouquinho. Ele tem um problema pra resolver antes da próxima hora.
Ele já não usou a camisinha e já deu problema. Do jeito que ele é capaz, ele já tá mais... Tá, mas agora ele tem que resolver esse problema. Primeira coisa, separa da mulher. Não, o que ele vai ter que fazer agora? Ele vai ter que falar pra mulher. Primeiro ele vai falar pra mulher. Mulher, olha só. Engravidei uma pessoa. Engravidei uma pessoa. Isso é experiência. E estou aqui... Não, não, desadiga. Isso é da quem sabe. Só quem viveu sabe.
vai poder dizer pra mulher dele que ela me dei a funcionária da minha mãe. Não vai dar. Vai ter que pular. Pular seca. Direto, direto. Não, mas ele não pode esconder nenhuma parte da história. Voltando, voltando. Ele vai ter que dizer pra mulher que ele engravidou uma outra mulher. Isso. Ok? Ele vai ter que pular, mãe. E aí ele vai dizer, e por isso estou aqui apresentando minhas desculpas e terminando o nosso relacionamento. Porque eu não sou digno de que tu continues comigo. É isso. Não, só um pouquinho.
Aí depois disso, quando ele já arrumou esse BO pra ele, ele vai ter que ir na amante. Pra contar pra amante que ele engravidou a colaboradora da amante. Não precisa. Eu também acho que não precisa. Eu acho que ele podia terminar com a mulher quietinha. Como que não precisa, cara? Eu sumiria da vida da amante. Tu acha que a colaboradora da amante não vai dizer pra amante que engravidou do amante? Aí é outro assunto, aí ele não tá mais com ela. Mas ela é colaboradora, não é amiga? Como some e o filho que tu fez ali?
Não, e se ele falar pra amante que engravidou a colaboradora, que passa a colaboradora e perdeu o emprego? Porque a amante já tá brava? Deixa quieta, pula, amante. Vamos negociar. É o nego velho que chegou pra mulher deles, toca um problema. Nós não temos um problema, porque nós somos um casal. Então, pra ter que contar, a nossa empregada está esperando o filho nosso. É isso. Mas esse aqui é um campeão.
Não, campeão. Bom fim de tarde, Ivan. Não há necessidade... Tu acha que não, Ivan? Não há necessidade de falar pra esposa que traiu ela. Se vai terminar. Se vai terminar, fica frio. Eu acho assim. Eu não quero mais. Não gosto mais de ti. Não te aturo. 24 anos. Não te aturo mais. Até a mãe dos meus filhos. Meu amor por ti. Nunca acaba. Mas aí ela vai querer entender o porquê. Ele vai se transformar em fumaça.
sumido do planeta. Não, não. Ele vai viver uma vida de homem desquitado. Aí ele aparece no Natal com um maninho, com dois seus irmãos. Não, não, não, mas aí é outra vida. Todo mundo separa. As pessoas separam e tem outra vida porque... Não, as pessoas erram. O que acontece? Separou outros filhos e tá tudo bem. Mas a amante sabe que ele é um forasteiro, Ivan. É, ela tem que também saber. É do game. É, a amante se extraída pra ela não é surpresa nenhuma. Mas olha só, nós já passamos dessa parte, nós temos
um bebê. Agora nós temos um bebê. Isso a gente nem vai discutir, Alexandre. A gente tem que assumir. Primeira coisa, plano de saúde pra diarista. Ah, e o garotão fazer com a minha. E outra, fotos. Precisamos de fotos. Uma vez, uma vez. Eu acho que o contexto fotográfico tem razão. Claro, cara. Olha que baita série isso aí, cara. Um dos filmes de maior sucesso do momento é A Empregada. É um filme que tá bem famoso. Não tô ligado, compadre. Não vi também nada.
O inesquecível filme. A gente deseja boa sorte pro garotão. Tem como desejar boa sorte. Mas eu não queria ser ele mesmo. Ele vai precisar. Imagina o coração desse... Vamos ser realistas aqui. Engravidar a amante já ia ser ruim. Já é uma tronha. Ele engravidou a colaboradora da amante. Mas ele também é um sem-vergonha. Ele é um sem-vergonha. Ele é um sem-vergonha.
Olha só, você dá um guarda comigo. Pra amante, o fato dele trair, não é novidade. Não, ela tem que aceitar. Mas elas não aceitam. Mas ela não aceita, Lelê. Tem amante que é... Tem amante que é amante. Tu tá falando aquele ali, o Leandro. Sim, Lelê, eu falei. Não, falou Alexandre. Não, não, tu tá hoje... Olha só, tu não tá vendo. Tem amante que é o quê? Então tu me desculpa, Lelê. Tem amante que é o quê? Tem amante que é inadmissível tu trair amante.
Exatamente. Silêncio, pessoal, silêncio. Estou te falando isso, é verdade. Lugar de falar, lugar de falar.
A voz da cadeira falar. Vai, vai. Tranquilidade. Nada melhor de tu deitar com a cabeça no travesseiro, né, Neto? E não tem nenhum... É o que eu digo agora, né? É o que eu faço, pelo menos. Como eu já passei por isso, eu nunca mais quero passar por isso. Tô contigo, Neto. Telefone tocando no vizinho, o cara saltava. Tu veio numa coisa assim, nada melhor... Nada melhor. Nada melhor do que tu deitar a cabeçola no travesseiro de noite e dormir tranquilo, cara. O celular...
Mas pode não ter nada... Não vai saber que é diarista nada aqui, tá? Tá precisando de uma consultinha. Não, o cara foi... Ele foi muito tímido. Ah, foi muito tímido. Mas ele merece, né? Ele merece ter filhos, né? É. Não, é... Pô, é... O que importa... A criança não tem nada a ver. Ele assuma o papel de pai aqui. Os riscos de jogar descalço. Não pode. 22 para 7, Rafinha. 10 tês, né, Alexandre? Fora a gravidez, né? Vamos lá. Fala, guerreiro. Não, mas essa informação...
É importante, camisinha no piu-piu. Tem que proteger. E no frajola também. E no frajola, tem que proteger pra fazer o sexo gostosinho. Ah, é ruim com a camisinha? Claro que sem é melhor, mas tem as doenças. Tem um agravante ainda nessa história toda que eu fico pensando nos detalhes por menores. Bateu diferente pra ti, né? Cara, é que ele tá na casa da amante e se não tinha uma camisinha na casa da amante é porque ele já transava com a amante sem camisinha. Óbvio. Ah, temos um charlotte com isso. Ah, não, peraí. Que baita dedução, né?
Vai dizer que tu transar com amante com camisinhas antigas? Não, não, não, não. Rafinha. Rafinha. Primordial, eu diria. É, primordial. Sempre camisinha. Eu nunca passei por isso. Qualquer errinho pode ser fatal. É verdade, né, Sandro? Pode ter o quê? Um bacunhinha. Um bebê. Um bebê. Fala, Galdério. É o Sandro de São Francisco do Sul, Santa Catarina. Sandrinho? A jovem de 18 anos foi passar o final de semana na casa da sua avó.
Mas é o mestre contando a piada. É uma mulher, né?
A esposa do mestre. A mestre lá. Aí chega a noite. Chega a noite e o mestre entra no quarto e vê a sua velhinha, no caso a vovó nua. Que isso, querida gafanhota? Isso o que, meu velho? Você deitada sem nada, nua. E a velha responde. Mestre, querida, eu não tô sem roupa, estou usando pijama do amor. E aí o mestre. Pelo menos podia ter dado uma passadinha.
É pra onde todos nós vamos, Rafinha. É, um dia nós vamos, né? Todos nós estaremos enrugadinhos um dia. Tomara. Eu já tô, né? Tomara. Não, não, mas enrugadinhos é tipo a mulher do mestre. Ah, mas vem fazer pro boneco aí, a gente tem que cuidar. O que me pega nessa história é que a mulher do mestre... Tem a voz igual. Tem a convivência. A convivência, exatamente. A gente pega. É que só vira um problema eles falarem iguais quando eles estão conversando com... Ô, Fê, tu tá conversando com a Rodaic? Tu não fala igual a Rodaic. 22 anos.
Não, não, não falamos igual. O mestre tem 90 anos, né? Quando o Fete tiver 90 anos, ele vai estar falando que não vai. 23 agora, ele é bem observado. Vai estar fazendo até isso. Tem uns 24 do nosso campeão aí. Quase 24. Pra quê? Pra quê? O quê? Pra quê? Puxar a história do garotão ali. Não, mas é que é, né? Mas o... Tu tem razão. Tu tem razão. É um problema isso. É um problema. Eu gosto disso, cara. Quando tu vem com a mulher do mestre.
Porque às vezes tu fala também do filho do mestre. E ele vem falando assim. Só dá uma afinadinha mais na voz.
19 para 7, sabe aquele banho que faz você respirar fundo e esquecer o mundo lá fora? Com a ducha óptima da Zagonel é exatamente assim. Você entra no banho e a sensação é de estar em um spa, em casa. A água envolve o teu corpo, aquele grande espalhador distribui a água de ombro a ombro,
confortável e prazeroso. É aquele momento que você nem vê o tempo passar. Só se liga quando a mulher bate na porta e diz, vai demorar muito! Aí tu viu o tempo passar. Muito bom, então curta a sensação de bem-estar que só uma ducha óptima da Zagonel pode te proporcionar. Que seja o melhor banho. Por isso, na hora da compra, procure sempre pelas famosas caixas verdes da Zagonel
já tem a dele. Tenho? Nas melhores lojas da sua cidade e siga o arroba Eletro Zagonel, duchas e torneiras, a vida é feita de momentos. Eu não tenho, meu Zagonel, eu tô esperando. Não chegou ainda? Não, não. Mas eu não te dei, não foi, ah, não foi pra ti que eu dei. Foi outro me diga, então. Não, não, não, um colega aqui, um colega aqui. Quem foi? É outro? Um colega, é um colega. Puxa vida, eu tô horas aqui. Pô, desculpa, eu acho que eu esqueci da tua. Mas vai instalar onde? Me arromba um diário.
Vai estar lá onde? Não tem carro. Me arruma um Diargaújo? Claro, na expedição, ali embaixo da chuva. Mas não, não, não. Eu quero um sem o carimbinho do selinho. Sem esse carimbo do selinho, eu não consigo cortar e colar no meu jute ganho. Não tem como distribuir cortesia do Diargaújo sem o selinho estar carimbado. Não, mas aí é que nem quando o cara tinha as passagens, o comprador riscava quando ele colava as passagens. Aí não fazia pra nada.
Fazer o furinho. Aí eu quero aqui na esquina com os gurinhos fazer o brinco ali, trocar as coisas. Não consigo. Tem um chinelão, né, cara? Vem mais uma aí, meu compadre. Mais chinelo.
Desculpa, tu quer olhar o telefone aí? Não, não, não. Eu tava só ia dar uma chamada de uma amiga depois do final do programa. Pedido de ajuda, né? Não, não é. Ela é uma parceira que tá fazendo um trabalho musical, na verdade. Boa, compadre. Nego Véio era conhecido por tentar ganhar dinheiro em tudo que ele fazia. Ah, Nego Véio tá sempre apostando e ganhando troco. É do Brick. Certo dia ele apareceu na casa de um velho amigo e já foi dizendo, Pereira, meu querido Pereira.
Pereira é nome de Nego Véio. Aposto que você não adivinha o que é que eu vim fazer aqui. Ah, é muito simples, disse o amigo.
Deve ter vindo aqui pra arrancar um dinheiro de mim, né? Tá louco, Pereira? O que é isso? Só passei aqui pra te dar um grande abraço. Viu? Perdeu a aposta. Vai passando a grana. Bota a postal, cara. E tu, Vinimoura? Tem uma piada aqui. Oba, coisa boa. Me mata de rir, Vinimoura. Vou te matar de rir, então, Alexandre. Porque chegaram 100... As pessoas são muito boas, cara. Chegaram 100 mulheres no céu. É, porque as nossas...
100 mulheres. 100 mulheres jogaram no céu e Deus disse. Inacreditável. Quem já mexeu no celular escondido do marido, chegue mais perto. E aí 99 mulheres chegaram mais perto. Da 100, 99 chegaram mais perto. Chegaram mais perto. E aí Deus disse. Inacreditável. Traz a surda.
Inacreditável. Lelê. Oi. É agora? É agora? Johnny. Não tinha os dois braços. Porra. Toque, toque. Não, Lelê. Tu tem que perguntar quem é. Pelo amor de Deus. Se sou eu, é foda. Tu tem que perguntar quem é. Mas de novo, Alexandre. Vou de novo, tá? Eu pensei que a gente ia mexer com os pés. Não, toque, toque. É que nem o pato que interrompe. Lembra do pato que tem. Ah, tá. Vamos lá. Vamos de novo, Lelê.
Johnny não tinha os braços. Toque, toque. Quem é? Não é o Johnny. Ah, o Evandro Mesquita pegou ele. Boa tarde, Pretinhos. Boa tarde. Que prazer. Eu não achei que você ia dizer meu nome, não é Johnny. Não. Que prazer escutar a voz do alemão no rádio de novo. Olha aí. Que férias são essas que só aparecem na sexta? É. Diferenciado.
A gente está lá com os meus colegas. Alguém está controlando esta folha, kkk? Piadas à parte, o Discorama e o Pretinho têm a tua fuça, Fetter. Sou o público do Rafinha, mas tem que ser tu, cara. Bom fim de... Como assim bom fim de? Ele mandou na sexta, né? Ah, bom, pode ser. Bom fim de a todos. Vou pra ti também, bom fim de. Depois do programa de sexta-feira. É a Paulinha de Porto Alegre e ela ainda pergunta pela Rodaica. Cadê a Rodaica? A Rodaica amanhã está de volta.
Boa. Porque segunda-feira não é o dia dela, mas terça é, quinta e sexta também. E sábado vai ser o dia dela. Obrigado aí, Paolinha. Sábado vai ser o dia dela também, né? Na festa. Sim, claro que sim. Eu arrumo os quatro ingressos. Claro. Opa. Pra quem? Sempre tem, né? Não, não, é que o ingresso ele é nominal. Não, eu arrumo o nome das pessoas. Então tu me dá os nomes e eu já imprimo os ingressos nominaizinhos ali. Tá bom. Então deixa pra mim.
Tá bom. Quanto é que tu tá vendendo os ingressos? Ah, tem que ver lá porque já mudou.
Já mudaram os lotes algumas vezes. Já tá no quarto lote. Posso depois dar um recado? Primeiro o Neto Fagundes que tava inscrito. Tá, depois eu queria dar um recado. Tá. Não, peraí então, desculpa. Não, não, não. Qual é o recado, Ivan? Vai lá o recado. Só pra não perder o... Agora tu vai ter que ver o recado, Ivan. Agora vai. Agora vem o seu recado. Não, só avisar o pessoal. Que eu tô vendendo 4 gramas. Pô, tu nem ganhou. Você manda o nome. Quer comprar, manda o nome. E o dinheiro?
Não, picareta, cara. Não, picareta não. Picareta não. Não posso relacionar com esse tipo de gente. Então fala isso. Eu quero levar uma facada nunca mais. Só um pouquinho. Olha aí, o cara veio no programa. O que aconteceu? Minha mulher está no programa. O que aconteceu? Eu não quero só falar da minha vida. Eu perguntei o que é levar uma facada nunca mais. Não, não quer mais. Não, só um pouquinho. Não deu a breja. Tá, olha só. Eu não vou te dar os ingressos.
Né, Fagundes? Cara, eu tenho uma grande amiga que é a Ariane Vink, que é uma musicista maravilhosa.
Eles têm um trabalho vocal, lateral, grande lateral. A Ariana é uma figura maravilhosa, tem muito carinho, muito respeito por ela. Eles têm um grupo chamado A Casa Torta. É um show que percorre todas as fases de uma das bandas mais icônicas da história da música, que é o Fleetwood Mac. E aí lá, sucesso, os anos 60, né? 70 especialmente. É, 60, 70 ali. E aí teve gente como o Lindsay Buckingham e o Steve Nicks e um monte de gente ali. O Steve Nicks é vocalista e o Lindsay Buckingham é o violeiro guitarrista.
Um trabalho maravilhoso, repertório clássico e tal. No palco vai estar Ariane Vink, no baixo e nos vocais. Bernardo Scarton, na guitarra e nos vocais. Mari Kerber, teclados e vocais. E Otávio Castilhos, bateria e vocais. Recriando os arranjos e tal. No dia 13 de março, é no 373, que é na rua Comendador Coruja. Um espaço maravilhoso ali em frente ao shopping total em Porto Alegre. Tem aquela ruazinha comendadora. Na floresta ali. Exatamente, bairro Floresta. Um lugar espetacular de música.
Não é quarto estrito ali ainda. Não, ali é Floresta. Então, 13 de março, é sexta-feira, 13, a partir das 20 horas. Então procure isso aí. É um trabalho maravilhoso. Então, beijão para a Ariane Vink aí. Para quem é fã de Fito do MEC, é uma noite linda. Porque eu imagino que a voz deve ser muito bonita para ela cantar. As vozes. As vozes. E a Mari Kerber, a pianista... É que faz o duelo de pianos. Isso, ela que participou do... Ah, verdade.
Lembra? No show da Cachorro Grande. No Acústico Olímpico das Gaúchas. Isso mesmo, cara. 20 anos. Fechou com ela.
E aí caiu o queixo de uma galera, né? É verdade. Porque ela é muito novinha, né, cara? Ela é a churra tocando piano. Aliás, relembrando, que eu acabei não falando aqui, a gente foi planeta e tal, a gente esqueceu. 27 de março agora, no Araújo Viana. De novo. Ah, de novo. Passou rápido, hein? As quatro bandas do Acústico MTV Bandas Gaúchas, que se reuniram em setembro do ano passado no Araújo Viana. Duas noites lotadas, mais uma terceira noite que foi fechada por um patrocinador. 27 de março no Araújo Viana. E já tem quase acabado.
Me arruma quatro ingressos. Quatro pra reunião dançante e quatro pro músico Banda Gaúcha.
Tem que levantar a bolinha pro bordão aparecer. Peraí que eu vou levantar aqui. Olha só. Só por ti, estamos por ti. Obrigado. Olha só. Tô vendendo um carro. Ah, pensei que era um terreno pela foto. HRVLX 2016. Ah, aí já não sei. Pois me mudei pra São Paulo pra trabalhar. O Lelê sabe o quanto é fácil, né? E morar em São Paulo, né? Ah, tá louco.
E ali acontece que não faz sentido, o carro nesse momento tá na Serra Gaúcha, não tá em São Paulo. O carro tá aqui no Rio Grande do Sul. Muito bom, cara. Mais fácil daí. O carro tá semi-novo, ótimo estado, pouca quilometragem. Quatro. Sessenta e cinco mil quilômetros. Ah, dois mil e dezesseis. Tá bom mesmo. Cara, o Honda com sessenta e cinco mil. É verdade. É verdade. Tá com roda de liga leve, intacta. Dá pra levantar o carro, galera. Pneus novos, direção elétrica, freio de mão elétrico, vidro elétrico.
com o central multimídio. Ele é completo. Quanto ele quer o carro havia? 83 mil reais. Cara, isso não pode até brincar. 83 mil reais. Tá caro os carros, né? Cara, é um HRV, cara. Olha a nave ali, tá ali a nave ali, ó. Uma nave, cara. Tá bonito, né? Esse carro é muito bom. Então vale os 83 mil. Não, não, só tô dizendo que as coisas estão para, mas não que o preço não tá jovem. O Vini se não estivesse se mudando, cara.
O e-mail é... Vendo... Não, fala baixo. Não vou. Tá com sono mesmo? Porra, eu botei a mão na boca. É, mas não adiantou pra tu ver. Pra tu ver como tu bocejou. Você juro, grande jogador. Você juro. Vai dar o e-mail, Ivan? Toma. Amarelinho pra ti. Pô, seu garotão aqui que botou o bagulho. Mas eu dou o garotão pra quem eu quiser. E me traje o VAR e faz o que quiser, meu amigo. Acabou essa rede.
Tudo bem, tudo bem. Vendo hrv no pb arroba gmail ponto com. Vendo hrv no pb arroba gmail ponto com. Vendo hrv no pb arroba gmail ponto com. Vendo hrv no pb arroba gmail ponto com. Vendo hrv no pb arroba gmail ponto com. Vendo hrv no pb arroba gmail ponto com. Vendo hrv no pb arroba gmail ponto com. Vendo hrv no pb arroba gmail ponto com. Vendo hrv no pb arroba gmail ponto com.
Um copinho de 130 ml do sorvete Celato é vendido por 6.696 dólares em Tóquio. Sorvete feito com raras trufas brancas e borras de saquê é a sobremesa que vem com um queijo parmesão, uma folha de ouro e azeite trufado. Quantos vai?
As melhores escolas do Brasil.
Obrigado, Lelê. Obrigado, Lelê.
Era isso que tu esperava da minha arbitragem, Lelé? Eu e eu a partir desse final de semana. Eu quero e espero da arbitragem que fique claro a preferência clubística dos envolvidos. Fica claro, deixa claro logo. Vamos ser juiz identificado. Árbitro identificado. Gera menos discussão, a gente já sabe. Nem vai no jogo então, nem vai. Não, vamos lá sim. Léo Oliveira. É importante fazer isso aqui também. Obrigado pelo teu voto, Lelé.
Léo Oliveira. Botaram o Rafael Melegasso, uma boa participação no programa. Obrigado, Léo. E também de cara, só convidar a galera.
Sexta-feira no Túlio Piva tem meu show solo. Sexta agora. Sexta agora, todo mundo convidado no Túlio Piva, oito da noite. Bacana, hein? O meu show aqui em Porto Alegre. Vão lá assistir, por favor. Arroba o Gordo Léo, tem toda a gendinha lá, meu vó. Por favor. Por favor, cara. Pelo amor. Pelo amor de Deus. É um baita teatro de Porto Alegre, muito bem localizado. Me ajuda aí. Me ajuda aí, teu voto no anão. No anão. E tu, anão, vota em quem?
Não, eu sou o último, tenho o Vini, né? Eu vou votar no Neto Fagundes. Desculpa, Vini.
Não tinha te... Não tinha te visto, né? Não tinha te enxergado. Não tinha te visto aí pela esquerda. Neto Fagundes. Neto Fagundes. Tá bem, retribuindo voto. Não, não, é que ele contou... Pela camiseta dele também? Não, ele contou duas piadas que ele queira muito... A hora do mate. Mas eu não preciso explicar também que as piadas do Neto são sempre muito boas. Ah, que grosseirinha. Ah, grosseiro. Porque já foi há uma hora, hein?
Agora, pô. Ele foi respeitoso. Ele só explicou. Ele disse, eu não preciso ficar me explicando porque as piadas do Neto são sempre boas. Mesmo assim, explicou, né? E falando em explicar.
Lelê, ele? Não. Tá bom. Não, não, não. Falando em explicar, eu acabei... Depois eu voto, Lelê quer explicar. Obrigado. É que quando eu falei ali do acústico, manda as gaúchas, 27 de março, eu não falei onde é que compra o ingresso. Simpla, óbvio. Araújo é simples. Fuga é simples, Araújo é simples. É simples, né? Opinião é simples. Aí, rapaz. É muito simples. Vai votar em quem, Rafael? Eu vou votar, não é sempre que o cara vem com uma camiseta do Grêmio, depois de um clássico desse, meu voto vai no Lelê. Muito obrigado.
Sempre vem com uma camiseta do Grêmio depois que o Grêmio ganha. Não, não, não. Ele é o cara que mais usa a camisa do Grêmio. Ou seja, o Grêmio está ganhando direto. Bom, daí não tem dinheiro. Não, não, não. É verdade. Tem razão. Tem razão. Os últimos dez ganhou dois. E dos últimos quinze anos. Não, não. Estou falando dos últimos dez ganhou dois. Está bem. Sete horas da noite. Muito obrigado pela sua audiência. Vamos nos despedindo, mas marcando um novo encontro para amanhã, uma da tarde, logo depois do Discorama, que eu feliz da vida apresento entre meio-dia e uma da tarde. Está contigo.
Eu já voltei das férias. Tá contigo. Agora tá contigo, Alexandre. Te agradeço imensamente a entrega, a doação, a dedicação por toda a tua apresentação do discorama e também a coragem do Preti. Tu vai votar em quem? Só elogios. Tocou Cine Calmon pra mim? Eu vou votar. Tocou Cine Calmon pra mim? Óbvio que não. Olha pra mim. Como é que tá essa votação que eu tô bem perdido já, hein? Tá um pro Neto, um pro Rafinha, um pro Vini. Um pro Léo.
E um pro Léo. E um pra ti. E um pra mim. Tu votou em mim. Obrigado. Quem tu votar ganha. Quem eu votar ganha? É. Peguei.
Menos eu. Lelê é o cara que escuta as flores. Mas é loucura. Tem que dar um remédio. Eu poderia votar no Lelê por esse e por outros tantos motivos. Porque o Lelê está numa fase extraordinária. Está voando. Mas é que eu não posso deixar de votar em ti, meu compadre. Não posso deixar de votar em ti. Porque quando tu vem no programa, o programa é muito mais legal. Que isso, cara. Amanhã vem a rodar que vai estar melhor do que hoje. Não, tudo bem. Amanhã é outro dia. Mas hoje? Hoje! Boa noite!
Você ouviu mais um episódio do Pretinho Básico. A maior audiência do rádio na sua cidade.