Baú do PB | REPRISE PRETINHO BÁSICO AO VIVO - 23/05/2014
Vem curtir e te divertir com a reprise do Pretinho Básico das 18h de 23 de setembro de 2014. Na escalação: Alexandre Fetter, Pedro Smaniotto, Mauricio Amaral, Porã, Duda Garbi e Marcos Piangers.
Vocês pediram e nós atendemos! Agora tu pode curtir novamente os episódios antigos do maior programa de humor do Sul do Brasil direto do Baú do PB! É todo sábado e domingo na ATL TV e aqui no Spotify.
- Humor e ComédiaSketches cômicos · Piadas e gags · Interações com plateia · Personagens humorísticos
- Dúvidas Pessoais e FinanceirasBissexualidade · Confissão de sentimentos · Medo de perder amizade · Sinais de interesse romântico · WhatsApp e comunicação digital
- Identidade e AutoestimaRespeito à diversidade · Medo do julgamento social · Discussão sobre viver escondido versus assumido · Conceitos morais sobre sexualidade
- Venda de ingressos e showsSessões extras de teatro · Disponibilidade limitada de ingressos · Vendas de camisetas do programa · Teatro do Pretinho
É brincadeira, velho. Tô em casa aí, isso é reprise, velho. Pesado. No carro. No busan. Na pé ou na bike. A melhor escolha é o Pretinho Básico. Atlântida. São emissoras da grande rede Pretinho Básico. Ao top de 5. World. Então há mais um campeão de audiência. A partir de agora, na Rede Atlântida. Pretinho Básico.
Olá, bom fim de tarde para você que já está colado na boa vibe do Pretinho Básico. Estamos chegando com o Pretinho da 6 para a Sicred Touch, a conta jovem do Sicred para Skin. Por que Skin? Porque Skin é gostosa, é deliciosa. Porque sim, venha conhecer o novo K no distribuidor Ford mais próximo de você. E aí, então, apresentamos os investidores, os apoiadores, os parceiros,
do pretinho básico. Bom fim de tarde, Alcema. Primeiramente, um bom fim de tarde a todos, amigos. Segundamente, os homens, por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente, de forma que acabam por não viverem nem no presente, nem no futuro. Isso é muito ruim. E aí ficam apegados ao passado, né, Alcema? Isso é ruim, Alcema. Viram pessoas tristes, né, Alcema? Amargas. Amargas, apegadas a um passado que não vai
mais voltar. Não é mesmo, Porazinho? É, tem coisas do meu passado que eu gosto. Outras que não, outras que não. Eu tenho visto umas aí, Porazinho, tenho visto umas que tu gostei de voltar. Você derrubou muita coisa no teu passado, Porazinho. Muita coisa, muita coisa. Tem coisa que tu gostaria de enterrar de novo. Tem coisa, sem dúvida. Mas e aí, Maurício Amaral, tudo bem, cara? Tudo certo. Maurício Amaral é a fotografia do low profile. É verdade. O cara que tá ali, ninguém sabe de nada dele, ele não
questão que ninguém saiba de nada dele, né? Mas nós sabemos de tudo, né? O Maurício Amaral é aqueles jacaré do Discovery Channel. Eles passam o dia inteiro filmando ele bem paradinho. Bem paradinho. Daqui a pouco ele ataca. Daqui a pouco aparece uma cutia passando... Tirou a câmera dele, ele vai lá e... Cutia com o Amaral mesmo. Fala, Geiso. Como é que tá, meu? Cutia e catia. Muito bom. Fala aí, Geiso. Tudo certo, Geiso? Ansioso. Ansioso com o que, Geiso? Fala pra nós, Geiso.
É muito louco a noite. A noite é louca. Olha aí, o Jesus mal intencionado. O que vai acontecer, Jesus? Conta pra nós. Eu já dei uma palinha no programa das 13. É, uma palinha. Conta pra nós com as tuas palavras, Jesus. Vamos ver se tu consegue explicar pra nossa audiência o que vai acontecer hoje. Não diz onde, mas só diz o quê. Hoje vai, uma galera vai ver o que... Hoje. Vão ver hoje. Isso, tá? O que vão ver hoje? Evolui, Jesus.
É bom, né, Jesus? É bom, é muito bom. Vai, Jesus. Explica pra nossa galera aí, pra nossa audiência o que vai acontecer.
Somos uma fábrica de sonhos na Rádio Atlântico. Certo. E tem pessoas que não conseguem ver isso através do rádio. Certo. Porque o rádio só ouve. Muito bom, gente. E aí elas vão poder ver hoje, de ao vivo. Ao vivo. Pessoas são essas, gente. São pessoas que trabalham no supermercado. Que supermercado, gente? Falou que eram pessoas do mercado. No mercado, gente. Não é no supermercado. No mercado publicitário. No mercado que a gente atua. No mercado da mídia, gente. Aquelas pessoas que se vestem com roupas estranhas.
Não, gente, quem se veste com roupa estranha é tu, gente. A gente se veste com roupa estranha. E aí hoje... Tu vai com aquela roupa na festa, gente. A roupa que ele usa. Eu sou tipo a Mônica, só tenho uma roupa. A Mônica, o Cebolinho, o Cascão, a Magalhães. E aí hoje, todas as pessoas vão conhecer a Fábrica dos Sonhos. Muito bom, gente. Que é a Rádio Atlântida. Muito legal. É quase isso, gente. Eu tô nervoso. Muito bem. É um eventinho fechado que nós vamos apresentar pro nosso mercado que chama ATL Show. Tá fechado.
Já vamos mostrar para o nosso mercado, para o mercado publicitário aqui do sul do Brasil, as opções de parceria que a Atlântida tem a oferecer para o próximo verão, a próxima estação. E nós, para a Dona Rosa, faremos o comes e bebe. Isso mesmo, Gênesis. Estava lá agora há pouco fazendo um breve ensaio e comi uma coxinha da tua mãe lá. É bem gostosinha. A coxinha da Dona Rosa, fritinha, bem gostosinha. Boa. Bem gostosinha. Tudo bom, Márcio Piares?
Eu esperava por isso. É uma declaração forte. A coxinha da mãe do Gênesis. A coxinha da mãe do Gênesis.
É uma delícia. É uma delícia. É boa mesmo. Fica à vontade. E aí, Arthur Gubert? Oi, boa tarde. Boa tarde. Seis horas e dez minutos. Vamos nós, então, a partir de agora, repercutir os fatos da tarde desta terça-feira. Teoria sobre escorregão em casca de banana ganha, entre aspas, o Nobel da Zueira. O Nobel da Zueira, meu. A pesquisa que investigou os processos físicos que ocorrem quando alguém escorrega,
numa casca de banana, ganhou o prêmio Ig Nobel deste ano, que reconhece os estudos mais divertidos e bem-humorados da ciência. A condecoração da zoeira está se tornando quase tão famosa quanto o próprio prêmio Nobel Real. Outro vencedor do Ig este ano foi um estudo que examinou os cérebros daqueles que veem o rosto de Jesus em fatias de torta, por exemplo.
Eu vejo. Em genitálias, por exemplo. Em genitálias eu não vejo, mas em fatia de torta eu vejo muito. É uma loucura, relevante pesquisa, Pause. Levou o prêmio na categoria neurociência. Outros agraciados deste ano, por categoria psicologia, pessoas que ficam acordadas até tarde são, em média, mais narcisistas, mais manipuladoras e mais psicopatas do que as que levantam cedo da manhã. Saúde pública.
Um estudo para verificar se donos de gatos de estimação têm mentes mais perigosas. Na área da medicina, inserir tiras de carne de porco no nariz interrompe sangramentos nasais. E por fim, na ciência ártica, como as renas reagem ao ver homens vestidos de urso polar?
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um pedaço de torta. E aí, quando eu vou mostrar pra galera da banda, ninguém tá vendo, cara. Ninguém vê, cara. É, pois é, Magnata. A banda de cegos. E nós vamos fechar com o Atlântida, hein? Vamos fechar com o Atlântida. Vamos fechar, Paulo. Vamos fechar com o Atlântida. Tô ligado, vem aí. É uma turnê da tribo de Jap, é o sul do Brasil. Vamos fechar com a promoção da Atlântida. Vai rolar, cara. Vai rolar. Uma turnê como você nunca viu. O surpreendente, Paulo, é que tu não vai acreditar,
que a tua banda vai lotar todos os shows. Eu tenho certeza disso. Quantos anos estamos aqui? Quase oito. Dá uma chance pra tribo. Agora veio. Quem espera sempre alcança. Crianças pequenas mandam na TV de casa. Crianças com idade de até seis anos mandam no controle remoto, apitam na escolha do pacote de TV paga que vai ser assinado pela família e já estendem
os seus domínios para a internet, Joel. Segundo pesquisa, 33% das crianças com idades entre 4 e 6 anos opinam diretamente na programação de TV. As crianças assistem em média 4 horas de TV por dia. Para 70% das mães ouvidas,
Faltam programas de TV voltados para crianças menores com até 3 anos de idade. E 52% dos pais acham que a TV ajuda no desenvolvimento intelectual dos filhos. Irã! Ajuda sim, cara. Claro que ajuda. Eu vou dar um exemplo pra vocês. Na hora de assistir a TV, 70% dos pequenos tem a mãe como companhia. E 29% assistem sozinhos. E aí... Cadê o pai? Cadê o pai dessas crianças? Tá trabalhando, pagando a TV a cabo.
As ouvidas com idades de 4 a 6 anos, 50% já acessam a internet. É, cara. É muito louco. É muito rápido. A minha sobrinha esse dia pegou um tablet e ficava... Aliás, pegou um livro e ficava assim, sabe? Querendo aumentar. Dá zoom na palavra. Fazer o touch na página do livro. Fazer o touch na página do livro, sabe? Fazer o touch e aumentar a palavra. Mas esse negócio de TV, o meu de 6 anos... O meu de 6 anos hoje estava dando Pokémon lá.
Pokémon, tem que pegar, eu sei. Pokémon, pegar os eu tentarei. Pokémon, juntos teremos que o mundo defender. Muito bom. Eu disse assim, quer que deixe aqui no Pokémon pra ti, filho? Não, pai, pode botar no Globo Esporte. Que orgulho, filho do porão. Que orgulho, velho. Os dois. O Paulinho, o Paulinho. Eu até imagino ele de pé.
cruzados, tomando um uísque e falando não, pai, pode colocar. Não, não, atleta, atleta. Porque ele queria ver Alice Bastos, né? É, também, Brito. Tá grávida, né, Brito? Tá grávida aí. Caprenha, beijo. A influência da TV na criança, cara, eu vou trazer um exemplo bem, bem, bem simples, assim. O meu filho, por exemplo, assistia Discovery Kids direto. O meu mais velho também. Sei lá, três meses, quatro meses, cinco meses, seis meses, um ano, dois anos, quando começou a falar ali por volta de, sei lá, um ano, começou a falar, se expressar um ano, dois anos, sei lá.
Sexy lot. Não, cara. Ele começou a falar você. Asiático. Ah, por causa dos desenhos. Papai, você pode, não sei o que. Mamãe, você, mana, você. Meu mais velho até hoje fala assim. E aí a influência da dublagem paulista dos canais de TV acabou. É verdade. Isso é muito comum mesmo. Não é paulista. É verdade. A gente sempre está dublando os problemas. E aí com o tempo ele perdeu o você e passou a usar o tu que a gente usa com mais frequência aqui no sul. Eu faço a dublagem do Discovery Channel. É o Josh.
Tu, você, né, Josh? Semana do Tubarão. É, você. Não usa o tu. Tu é difícil, né? É a Semana do Tubarão, Josh. É a Semana do Tubarão, essa? E como é que é o teu amigo aquele? Eu também faço as tubragens. Quando vi o tubarão, pensei que fosse morrer. Mais de 70% dos brasileiros, Jeijo. Você é mais de 70 de cada 10, quantos, Jeijo? Ah, mas é difícil, né?
Hoje isso não é, Geiso. Hoje isso não é, Geiso. Hoje isso não é, Geiso. Eu acho difícil. Você é mais de 60%. Você é mais de 70% a cada 10 pessoas. Quantas pessoas? É difícil. Mil reais. Mil reais. Mil reais. Tá bem. Então, mais de 70% dos brasileiros não praticam exercícios físicos. Tô aqui engrossando essa estatística.
Desculpa é da desculpa da falta de tempo. Não, eu não gosto. Não, não, não. É mentira isso. Não, não é, Duda. É difícil. Tem muita gente que trabalha das oito da manhã às sete. Acorda às sete. É difícil, cara. Não é simples assim. Cara, o cara trabalha das sete, mas o cara não quer acordar. É o meu prazo. O cara quer dormir, velho. É isso aí. Não é fácil. É complicado. É muito difícil. Aí o cara, por exemplo, ele imagina fazer a musculação dele às nove, dez da noite.
Aí a academia não funciona até essa hora. Não funciona. É difícil, meu. Tem que... Tá, e a hora do almoço ali, geralmente, tem uma hora e meia.
O cara tem que trabalhar a tarde inteira. Vem cá, porque vocês estão me agredindo. Vocês estão pior que o Evangelho. Vocês parecem os religiosos do esporte. Eu não estou agredindo! Os religiosos do esporte. O cara não tem que ficar buscando espaço livre para fazer exercício. Não é religião, Marcos. É que isso aí a gente sabe que está diretamente diferente do Evangelho. Diretamente ligado à saúde. O problema é meu. O coração é meu. A morte é minha. Tem empresas que dão duas horas.
de almoço, outros que tão uma hora e meia de almoço, outros que tão meia hora de almoço, certo? É difícil a empresa dar menos de uma hora. Tem gente que dá meia hora também. Tem gente que dá. Vai dar meia hora, gente. Se for essa meia hora aí, já não é. É um exercício. Tem gente que às vezes dá meia hora, às vezes dá 15 minutos. Mas enfim, tu te organizar, as gurias aqui do planejamento e tal, elas malham aqui. Elas o que? Elas malham.
As gurias tão precisando mesmo. Eu não sei. A minha mina tá nesse grupo aí. Aí ó, viu?
Imaginando só o banhozinho delas, todas juntinhas. O que é isso, Almeida? As colegas, rapaz. Não lota essa pilha, Almeida. O vestiáriozinho, essa coleguinha toda peladinha. Deixa que eu esfregue. O gano do personagem. Para falar das colegas. Juju, deixa que eu esfregue. A minha mina na fase do Academia com seus gurias. E eu cheguei, mas vem cá, me fala. A fulana lá tem o peito caído ou não? Como é que é?
Ela não se deu conta ainda da maldade. Não, mas é tua menina. Tu acha, Arthur? Deve ter se dado, né? Deixa eu te falar, mas tu é que não te deu conta da maldade. E ela nunca perguntou, lá no teatro vocês não se trocam? Não, não. Não, nunca perguntou. Arthur, deixa eu te perguntar e aqui ele tem um amigo que... Ele já resolveu, não precisa entrar nessa situação. Ah, tá, beleza. Então tá ótimo. Tá. Um abraço pro Juliano Taufinha. Só pra terminar aqui, ó. Só pra terminar aqui, ó. Muitas vezes,
pessoas criam, cara, uma resistência à atividade física porque pensam em um esporte do qual não gostam. E realmente, cara, o cara ficar numa academia, puxando peso, fazendo aquela série, daquele exercício, pode parecer chato. Agora vocês já estão julgando os caras que gostam de academia. Não, peraí, velho. Não, eu gosto de academia, cara. Pode parecer chato. E realmente, se for uma coisa que tu não quer fazer, vai ser chato. Aí tu faz obrigado.
Aí tu faz obrigado, exato. Tu tem que desenvolver o gosto pela coisa. Isso, cara.
Vai jogar pênis. Vai nadar, vai andar de bicicleta. Mas só lembrando, é muito importante você que está afim de começar, porque essa época do ano as pessoas começam a virar esportistas. Então você que está afim de virar esportista, três pessoas você deve procurar. Primeira pessoa, um médico, para saber da sua condição física, se você pode ou não fazer exercício, se pode subir numa esteira e sair correndo. Segunda pessoa, um personal trainer.
Uma pessoa que vai te dizer exatamente o que tu fazer para, aliado com um nutricionista, te dar a melhor condição pra tu emagrecer, perder peso e ganhar massa muscular. A terceira pessoa é um agente funerário caso dê problema. Eu teria várias indicações aqui, cara, mas as pessoas têm o livre-arbítrio de procurar quem quiser. E a terceira pessoa? É um agente funerário. O nutricionista. É que não é todo mundo que consegue ter dinheiro pra fazer tudo isso.
Tem certas academias que quando tu te inscreve, eles têm um nutricionista da academia.
e tem um cara que te auxilia a fazer um treino. Esse cara é educador físico e pega as minas. Ele pode pegar as minas também, mas ele pode te ajudar. Médico, personal trainer e nutricionista. Mas tem pra todos os tamanhos de grana, cara. Claro, não, óbvio. Pra quem tem grana, pra quem tem menos grana, pra quem tem menos grana. Como é que se escreve trainer? Trainer. Personal trainer. Trainer. Personal trainer. Mas o problema todo é o tempo, cara.
Tempo pra fazer as coisas. Eu vou procurar no Google. Vou procurar no Google pra ver se...
Não, eu te indico. O pessoal não treine? É. Ô, coisa linda. Isso é pra mim, isso é pra mim. O mesmo que tu? É o mesmo que eu vou ficar com o braço parecido com o teu? Não, não vai. Porque eu posso fazer uma águia também de tatuagem. Não, não precisa, Almir. Nós podemos ser irmão de braço. Nós somos de sangue, né, Almir? É, quem sabe. De bigode, estamos com bigode parecido. Bigode igual, né? Tá bem. Eu tenho que apresentar a Odete.
Vamos sair nós quatro juntos. Onde é a Odete? Tu, a Odete e a Rodaica? Vamos, cara. Quem é a Odete? Vamos. Odete é a minha namorada. Mendiga. Seu namorando, ela é...
Ela mora na rua. Ela é gata. Ela mora na rua, ela é muito bonita. O bom é que qualquer prato de comida agrada a Odeste. É, em qualquer lugar que o amigo leva ela também. E depois da janta eu posso soltar ela em qualquer lugar. Qualquer esquina. O que ela fala? Ela tem uma zona preferida para ficar? Ela é muito viajona. Ela é muito viajona. E tu sabe onde encontrar ela? Às vezes está no Petrópolis. Certo. E tu já pensou em largar ela em outra cidade? Orelhão, nós ligamos por Orelhão.
Quando tu deixa ela, o que ela fala? Tchau, amor. Tô em casa. Tchau, amor. Me deixa aqui que eu tô em casa. Posso mandar um beijo? Posso mandar um beijo pra ela? Claro. Odete, um beijo do Almir. Te amo, querida. Ela tá ouvindo, será? Com certeza. Todo mundo tá ouvindo. É a Rádio Atlanta. Tá bem, que ótimo. Com o cara do gato aquele que fica na rua. Não, é o radinho que a Rádio Gaúcha deu pra ela. Ah, é? É. Mas o da Gaúcha não pega só a Gaúcha?
Não é aquele que vem no estádio? Não, mas ela pega a Atlanta também. Ela arrebentou.
Ah, tá com o ladinho da Gaúcha em Porto Alegre. Ah, tá com o ladinho, é verdade. Eu comprei uns 10 radinhos já na entrada do Beira Rio, só pega a Gaúcha. Impressionante. Eles devem ter feito uma mandiga lá, coisa parecida. Por que, Santaninha? Porque o Nelson é muito inteligente. Claro que é, Santaninha. Tu conhece alguém melhor que o Nelson? Olha, Santaninha. Eu não sei, Santaninha. Não sei, não sei. Se tu tá dizendo, eu vou contigo, Santaninha. Onde tu for, eu vou.
parado para andar no nosso grupo. Qual grupo? Grupo RBS. Não, mas esse grupo, eu já tô nesse grupo faz tempo. Mas por que tu não mandas vídeos no grupo? Oi? Eu recebi ontem um vídeo. Eu mando vídeo. Maravilha. Eu mando vídeo. Mandei umas fotos legais também. Também a menina do... Como é que é o nome? Aquele daquela sextape da moça aquela? Aliás, que está comprovado que é porque tem uma tatuagem
costas e fica saliente. E vocês viram o cara? É a vida, é bonita e é bonita, né, cara? E vocês viram o cara? Eu não sei, cara, na internet nada pode ser aferido como fiel, como fidedigno. Não tem fiel na internet. Mas tá que esta vez uma mulher, atenção, ela visitava o ex-laborado presidiário.
o nome do namoradão? O rapaz chama Belo. Belo. Muito, muito, muito perto da ele. É, bastante perto da ele. 6,26. Ele não tava só abastecendo a caminhoneta ali com a mangueira? Tá bem na altura do lugar de abastecendo. Eu não sei, cara. Eu não sei. Mas de qualquer forma, no blog do Pretinho... Eu não vi o vídeo, hein, amor? No blog do Pretinho, o Jorge da Borracharia vai às ruas e procura o grande amor da sua vida. É o Tito? Não sei, cara. Não sei. Aliás, vem aí o
Drops do amor do Jorge da Borracharia na programação da Atlântida. E o Drops do reggae? Drops do reggae? Como é que vem? Calma, pausa. Vamos devagarinho. Vamos devagarinho. No ATL Girls, oito unhas inspiradas no dia do sorvete. E no Infosfera, veja o encontro das tartarugas ninja com os Power Rangers. Todo esse conteúdo em atlantida.com.br
Quase meia hora do programa. Olha que loucura isso, Porazinho. Que loucura, né? Que loucura, Porazinho. Passou muito rápido, né, minha velha? Passou voando. Os anos passam voando, na verdade. É verdade. Já diria o tobogã, né, meu? É verdade, velho. Manda aí, o Jason. Ó, ontem eu falei coisas pra não se fazer nesse ano. Lembra? Ah, achei. Ah, andar de avião. Isso, isso. Tem mais três coisas. Jogar com a Alemanha. Jogar com a Alemanha.
Isso. Torcer pro Palmeiras. Tá bem. Ah, tá ruim, né? Tá ruim, esse ano tá ruim. Esse ano vai de novo. Conversar com o William Bonner.
Por quê? Quem conversou esse ano... Não, mas peraí um pouquinho. O William Bonner vai tratar cada pessoa que sentar naquela bancada de acordo com ele entender que deve... Presidenciar. Exato, que deve conduzir o assunto. O William Bonner é tão complicado que até a Patrícia Poeta foi embora. Ela já saiu? Saí depois. Saí mais além depois. E também acariciar animais no zoológico. Quem vocês vão voltar? Quem vocês vão voltar?
Votar em quem vocês vão votar? Não podemos falar, Almino. O que vai votar em que, Almino? O mais bonitinho. Aquele que faleceu, né? O que faleceu. Não dá mais. Não dá mais pra votar, gente. Não, pode? Ele tá fora? Tá fora. Tá fora da jogada? Ele faleceu. Candidato, seu tempo acabou? Candidato, seu tempo acabou, cara. Não vai poder nem fazer a réplica, Almino. Eu vou ter que dar uma pesquisadinha. É, dá uma olhadinha aí. Mas vota certo, né, Almino?
Vota certo pra gente tentar. Vou ler bastante. Pra gente tentar. Mudar o Brasil, eu vou ler muito no Google.
Como mudar o Brasil? Cara, a polícia das eleições, ela tá tão forte nos meios de comunicação que se o cara correr o risco e formal interpretado no ar, numa colocação e dizer assim, ah, nós vamos votar pra mudar este país. Tu tá dizendo que tá ruim e que a reeleição não é legal, ou seja, não dá pra falar nada. E aí duas palavras da tua frase formam o jingle de tal candidato.
Forma o quê, meu? É, jingle. Tá fácil pra todo mundo, rapaz. Quem mandou foi a Jessica Orlandi e ela diz assim, manda um beijo especial para o Alcemar. Alcemar, é. Alcemar, é. Alcemar. Alcemar. Alcemar. Vai tomar uma coisinha hoje, Alcemar? Vamos ter que tomar uma coisinha. Vamos tomar uma coisinha hoje. Todo mundo de táxi hoje. Fala de política. Fala, Paulista. Fala que eu tô falando de política do campeonato. Campanha política, né? Campanha política. Eu não aguento mais essa política.
Ninguém aguenta mais. Ainda ontem, ainda ontem eu tava andando na rua e me deram o Santinho, de um candidato. Aí eu botei, que eu não vou citar o nome dele aqui, né? Tá certo, não pode. Botei no bolso e só mais tarde eu percebi, cara, que sumiu do bolso o Santinho junto com os 50 pilas que eu tinha pra casinha. Eu tinha 50 pilas no bolso. O Santinho? Eu botei o Santinho no mesmo bolso. Qual é o nome da tua mulher, meu? É Marta. No mesmo bolso que eu tinha os 50 pilas, eu botei o Santinho.
Santinho, não tinha Santinho, não tinha 50 pila. Já estava em Brasília. Levaram todo o meu dinheiro. O dinheiro é da gasolina da semana, Marcelo, só acredito. É Maurício. É Maurício. Tu já fala pila, Paulista, já tá falando pila, mora muito tempo aqui. Eu moro há muito tempo aqui já. E não perdeu o sotaque. Eu vou muito pra Sorocaba pra fazer só o Natal da família, né? Ah, certo. Deixei a família lá, vim morar aqui pra fazer dinheiro, pra ganhar minha vida, porque em Porto Alegre...
Eu ia trabalhar no rádio. Errou! Errou! Na verdade, eu trabalho aqui embaixo. Qual é o time que tu torce? Eu torço pro Bragantino. Qual é o teu jogador preferido?
O tácio. O tácio. O tácio matador. O tácio matador. Mas eu vou agradecendo aqui. Eu agradeço. Vai agradecendo e faz assim, vai agradecendo e vai saindo também. Tá saindo aqui. Qualquer coisa tu me chama? Claro. Fica tranquilo. Qualquer coisa te chamamos. Obrigado, Marcelo. Valeu. Valeu. O veterinário foi no médico, né? Esse menino. E aí, achando veterinário, né? Virou pro médico e falou assim, ó, eu, quando eu trato meus pacientes, animaizinhos, eu trato eles sem fazer nenhuma pergunta.
Quero ver se o senhor médico é bom e consegue me tratar sem fazer nenhuma pergunta pra mim. O médico olhou pro veterinário, pegou, abriu a gaveta, começou a receitar um remédio. Ó, tu toma esses remédios aqui. Se dentro de uma semana o senhor não ficar melhor, aí a gente vai ter que sacrificá-lo. Seis e meia da tarde. Atenção para os classificados que nós temos agora.
Maurício Amaral, me lembrei muito de ti aqui agora, cara. É, lembrei muito de ti nesse momento aqui agora. Momento classificados do Pretinho para o Super Rissul. Vamos nós aqui! Queridos Pretinhos, estou vendendo o sapato que usei no meu casamento. Ah, isso aí não sei se dá sorte, hein? Para noivas requintadas e clássicas. Isso é o que ela diz.
Ele é lindíssimo, certamente se eu tivesse que casar novamente, casaria com ele novamente. Mas como isso não vai acontecer, quero passá-lo adiante. Ele é branco, com forração drapeada em cetim, fivela de strass, número 37, e possui salto médio, muito confortável para passar a noite toda em pé. Mas que noiva é essa que quer passar a noite toda em pé?
Como assim, Geis? 37 é o pé clássico da mulher, Geis? Não, é 35, não é? É um sapatão, meu. É, meu. Até 37 está legal. O sapatão é 43 para a mulher, cara. O Geis, o calça coto, porque tem um pezinho, né, Geis? Eu tenho o calça 39. Pezinho de fome. Além disso, está em perfeito... De fome. Por quê, meu? De fominha no futebol, não larga a bola. Além disso, está em perfeito estado. Parece que nunca foi usado. Só foi usado uma vez, né? Sim. Há dois anos atrás, paguei 260 reais
requintado e clássico sapato de casamento. E hoje estou pedindo 150 reais ao semana. 50 pila nós levamos. Eu mando fotos para as interessadas. Com o pé, junto. Aí a gente... Só do pé, será? Maníaco do pé. Temos que ser um pouco mais light, né, Porozinho? Ah, mas é que escapou. Mais sutil. Sutileza não é a minha especialidade. Um abraço agora em vocês. Dai. Mandou a Dai pra nós.
E aí, homizinho? Acabar com a seca, no lugar onde tem seca e com a... Como é que se diz? A inundação. O lugar que tem inundação. Nós vamos organizar o fluxo da chuva. Isso é impossível.
Uma lona. Uma lona. De começo ao fim, nós vamos pegar aqui no Rio Grande do Sul, lá no livramento, levar essa lona até a Amazônia. Ah, é. E nós esticamos ela bem. Já falei com um amigo meu que mora no Nordeste. Quem? Ele vai pegar o Fabiano. Fabiano no Nordeste. Fabiano Baiano. Ah, o Fabiano Baiano, tá. Ele vai puxar bem lá naquele canto e aí nós vamos levar até a Amazônia. E prega com mais estaca. Fica a galera segurando aqui no Rio Grande do Sul. Ah, é no céu, cara. Vai virar uma canaleta, tipo assim.
vamos fazer uma lona bem grande. E aí o Fabiano falou já para mim que não, pode deixar que eu seguro aqui no Nordeste. Quando chover, nós vamos fazer buracos só em cima de plantações, de lugares que... E aí vai correr. Sensacional. E aí a chuva vai acabar caindo só nos lugares. E aí não chove na cidade. O resto dos lugares não precisa de chuva. Sensacional. A lona vai nos proteger mais ou menos uns 3 metros. 3 metros de altura, lona. Uns 3 metros, para todo mundo andar tranquilo.
Debaixo da chuva. Debaixo da chuva, não. É a pergunta que nós já pensamos. Mas não vai vazar um pouquinho? É bolsa idiota, né, Giz? Nós já pensamos nisso. Quando fizer sol, é transparente, é lona, querido. Que calor, imagina o calorão. O cara vai estar eternamente no piquete do acampamento farro. É, legal mesmo. Já temos um piloto disso? O piloto é, infelizmente, piloto. Foi junto com o candidato. Ah, não.
O Pretinho Básico volta já. Estamos de volta com o Pretinho Básico. Seja bem-vindo ao Mundo Mágico da Mascada. Vamos ouvir o trote de hoje do Alcemar? Agora na Atlântida. Trote do Alcemar. Alô? Alô? Sim. Quem fala? Raul. Raul do Mustang? Raul? Você?
E o motor qual é? 302. Mas que barbaridade.
A 1, 312. Viu o seguinte? Fechamos o forno. Mas se come gente com esse alto. Mas esse alto... Eu vou lhe dizer. Eu não vou lhe mentir. Eu já tomei uma. Tenho uma herança. Peguei uma herança. Uma mascada descomunal. O brilho do bom Jesus caiu nas minhas mãos. O louvo a Deus. Caiu na minha mão essa mascada. Eu tô com a grana. Eu tô com o cash. Eu tô com o cash. Esse carro não é de putão, né? Eu tô com o dinheiro aqui. Eu tô com o dinheiro. Eu tô com o dinheiro.
Amigo, amigo, é claro que o senhor tem que ter dinheiro pra comprar um sangue. Se o senhor tá interessado, só tem que vir aqui no canelo. Para de gritar! Eu tô com dinheiro, eu tô com essa herança. Vamos ligar de novo? Liga pro outro. Vamos ligar de novo. Liga pro outro. Peraí, deixa eu ver. Peraí que eu vou ligar de novo, vou ligar de novo. Ele vai ficar bravo com a gente, cara. Liga, liga pro outro. Vai ligar pro mesmo?
Não, é o telefone, é o telefone, vamos ver se vai chamar. E a vaneira? A vaneira com medo no pôr. Alô? Alô? Amigo, eu não quero explicação se o senhor tem dinheiro ou não. É claro que o senhor tem o que é. Mas o senhor tem o dinheiro pra copar. Dois de pila, ele paga o dois, não é dois de mil, é seu Mustang? Vai tomar no seu c... Não!
Vamos ligar de novo? Vamos ligar de novo? Esse é o mundo mágico da mascada. Todos os dias. Que maravilha, cara. Onde é que era essa ligação, cara? Canela. Canela, o nosso amigo Raul. Obrigado, desculpa aí, Raul. Estamos de volta com o Pretinho Básico, 14 minutos para 7. Obrigado pela sua audiência, você que se diverte com a gente aí de montão. Vamos lá, doutor Alceu.
No pleitinho básico. Bola. Bola na costa. E aí, tem futebol hoje, doutor Alceu? Tem a Terebinha, doutor Peter. O Havaizinho vai jogar com o Paraná, hein, Paraná? Vamos, Havaí. O Joimbile, o líder da Terebinha, vai jogar com o América Mineiro, hein, Joimbile? Tá todo mundo indo para a arena, doutor Peter. Ouvindo o pretinho. E o Bragantino ali do Paulista. O Bragantino vai jogar, né? Vai jogar agora. É Rogério, né, seu nome? É Rodrigo. Rodrigo, exatamente.
Cada dia muda o nome. Só o nome da mulher, ele sabe. É a Marta. A Marta torce pelo Bragantino também. Torce pra quê time? A Marta? É. A Marta torce o Pão Vida. Pão Vida. Ah, tá bem, a Marta. Fala, doutor Alceu. Era isso, doutor Alceu. Era isso mesmo. Era rapidinho hoje, né, doutor Alceu? Tá bem. 13 para 7, Porazinho. Vamos ver o que tem pra nós aí. Vamos lá, os significados da palavra merda. Tem uma banda com esse nome.
Tem o Black Murder. Black Murder. A primeira banda de rock negra. Antes do Living Color. Dizem os tiozão lá. Isso que tu não conhecia o Caça Negra. Isso que tu não conhecia o Living Color, né? E nem Cidade Negra. Então vamos lá. Como indicação geográfica. Onde é que fica essa merda, hein? Como indicação geográfica 2. Ah, vai a merda! Como substantivo qualificativo.
merda. Como indicador de especialização profissional. Putz, esse cara só faz merda. Como questionamento dirigido. Fez merda, né? Como indicador visual. Não se enxerga merda nenhuma. Como especulação de conhecimento e surpresa. Mas que merda é essa?
Como um auxiliar impositivo de afirmação. Vai rápido com essa merda. Como classificação literária. Eita, piada de merda. Piada boa. Eu gostei, cara. Eu gostei. Eu gostei. Eu gostei. E aí, no seminário... Opa. Quer falar alguma coisa? Nada, cara. Tô te ouvindo.
que nem um bispo ordenando três novos sacerdotes. João, Pedro e Paulo. Que beleza. Nomes bíblicos. Nomes de apóstolos entrando em nosso seminário. Nomes de apóstrofes. Mas, como temos dúvidas sobre a vocação dos três, estaremos colocando um sininho no seu bingolim. Ah, sino no bingolim? Isso é demais. O cara que escreveu isso é genial.
Revista Playboy. Que mostrarei pra você, João, Pedro e Paulo. E o sino não pode fazer. João, primeiro você. Aqui está a revista Viviane Araújo. João olha pra revista. Que absurdo, que escândalo. Vá agora mesmo tomar uma ducha fria. Não pode, não pode. Saia, João, saia. Que nojo.
Vamos chamar Pedro. Pedro. Pedro. Atenção. Olha aqui. Aqui, Pedro. Não desvio o olhar. Pedro, aqui. Revista Hortência. Hortência. Se ficar é um tarado. Que absurdo, Pedro. Que absurdo. Que nojo do seu pingolim. Vai agora tomar um banho frio.
Padre, então, chama Paulo. Paulo. Paulo. Paulo. Aqui está a Playboy. De quem, meu? De Mariefa. Mariefa. Mariefa, Mariefa. Ah, mas essa aí é da antiga. Noiate. Noiate, Paulo. Que lembrança aí. Usando do personagem pra lembrar da adolescência. Noiate, de meia. Noiate. De meia. De meia de futebol no iate. Sai de corte. Olha, Paulo aqui. Paulo, olha isso. Olha isso.
Paulo, olha isso agora, trocando a página. Paulo, parabéns. Paulo, parabéns, parabéns. Vocês sim têm a verdadeira vocação. Olha o Paulo, hein? Paulo, agora vá tomar banho com João e Pedro. Sensacional o cenário, é isso? Olha, eu aqui tinha 20 vacas no curral.
20 vacas, peraí. Olha aí. Não me mostra que não vão dizer o que eu vi antes. Mas tu é desses, tu olha antes, tu quando era estagiário, tu olhava as coisas. 20 vacas, vamos. 20 vacas do curral, cada uma teve um bezerrinho. Nenhuma teve dois bezerrinhos. Amanheceram 21 bezerrinhos, como pode? Meu Deus! Um era sem mês. Não, não, repete, repete. Tinha 20 vacas do curral, cada uma teve um bezerrinho.
Amanheceram 21 bezerrinhos. Como pode? É o ET. Uma delas chamava nenhuma. Uma delas chamava nenhuma. Aê, Jeeso. Parabéns. Que isso, hein, Jeeso? Que isso, Jeeso? Jeeso ouviu isso aí no bar da Dona Rose. Os caras já fizeram ela. Os velhos da cachaça, né, Jeeso? Desculpa e conta, né? Ô, cara, chegou o momento mais uma vez aqui no programa, Jeeso. Agora que tu acertou a perguntinha de ajudar a nossa audiência. Ajudar a nossa audiência, o ouvinte Jonas. Jonas.
Ouvite Jonas. O Jonas é de Pomerode, Santa Catarina. Tem 21 anos. É bissexual. E tá passando por um momento inusitado. Ou sabe lá qual palavra usar? Há poucos meses, através de um amigo em comum, conheceu, através de um amigo, conheceu um amigo do amigo. Certo? Logo na primeira vez que eu ouvi,
Não me despertou interesse. Mas então trocamos telefone e passamos a nos falar por WhatsApp. Todos os dias. Aos poucos, fomos criando um vínculo afetivo muito forte. E trocamos também apelidos carinhosos. E eu comecei a tentar tirar dele se ele também é bi.
ele sempre pegava alguma menina. E um dia, dentro de nossa brincadeira, via Watts, ele me perguntou se eu já havia ficado com meninos. E eu, ali na apre... Eu gostaria de pedir respeito ao que o nosso amigo está colocando. Colega seu. Não, ele não é meu colega. Ele é o nosso ouvinte. Esse rapaz é bi. Vai. Continuando.
perder a amizade dele, disse que não, que eu jamais havia ficado com outro menino. Mas que lá, sei lá, já tive curiosidade em saber como é que é. E desde então ele vive de um jeito ou de outro ainda tocando nesse assunto e me trata com um super carinho e nunca dorme sem me dar boa noite.
Já rolou até Eu Te Amo e outras coisas mais. O que que é isso? Ah, mas eu mando Eu Te Amo pro Maurício Amaral. E eu tô me segurando. Meu pai também. Eu tô me segurando pra quando eu o encontrar... Pra quando soltar. Não tentar alguma coisa. Meu maior medo é que ele não seja bi e eu perca a amizade dele pra sempre. Ah, isso aí já tá encaminhado. Mas já falei várias besteiras no ouvido dele ao vivo. Opa!
Ele já percebeu. E ele riu. E me olhava com cara de safadinho. Vamos lá. Na opinião de vocês, ele é bi? Ele é bi. Não, ele é tri, brother. Na verdade, ele é tri, brother. Se ele te manda, eu te amo por telefone. Se ficou se rindo todo quando tu chegou no ouvidinho dele, tasca-lhe um beijo logo nesse maluco. Beijo, pega ele. Tasca-lhe um beijo. Cara, tem um programa perfeito.
pra eles. Qual, cara? E a Blumenau sábado, eles são de Pomerode. Vai no Teatro Pretinho. Primeiro beijo gay no Teatro Gaúcho. Boa, Maraú. Em Santa Catarina. Olha aí. Imagina. Talvez eles deem o primeiro beijo gay deles, cara. Mas então é aí que eu queria chegar. Eita, agora cheguei. Olha só, agora ferrou. Agora ferrou tudo. Ele falou, peço para que não digam o meu nome. Ih, já disse. Não, mas o Roberto a gente não vai dizer. E peço que não digam qual a cidade, pois a minha cidade é muito pequena e na minha cidade só tem dois Jonas.
Não, não acredito, não pode ser. Adoraria que meu e-mail fosse lido no Pretinho das 18, momento em que estou indo para Blumenau, para a faculdade, ouvindo sempre o programa de vocês. Agora ele não vai mudar tudo, tudo, tudo. Não vai mudar. Cara, eu vou te dizer assim, bem sinceramente, não espero o tempo passar, meu grudo louco, tu tá findo louco, grudo louco, rapaz. E outra coisa, e não te encana com essa de as pessoas saberem, cara, se tu tá feliz, tu vai ser feliz dessa forma,
que todo mundo saiba, a felicidade não deve ser escondida. É isso aí, eu concordo. Parabéns. Eu sou conto. O que é isso, Almir? Eu sou conto isso aí. Conto o quê, Almir? Ah, não, ficar no meio da rua fazendo sacanagem. Não é sacanagem, Almir, é carinho, Almir. Mas homem com homem, hoje em dia... Ah, hoje a gente vive outro tempo, Almir. Homem com homem não pode, pelo amor de Deus. Não, pode sim, Almir. O ser humano... Eu não sei se dói, cara.
O preconceito dói, o preconceito dói. O preconceito dói mais do que qualquer dor física, Almir.
Preconceito é isso que tu tá fazendo agora. Tá tendo preconceito, tá tendo uma rejeição. Eu tô só organizando. Não, mas deixa que as pessoas se organizem como elas quiserem. Deixa as pessoas ser felizes, amigo. Aliás, se a gente se organizar, todo mundo consegue. Deixa que não seja na minha frente, então. Tá bom, é atrás de ti, pode? Aí tu fecha o olhinho, né, amigo? Ó, ingressos pro Teatro Preitinho no BlueTicket.blueticket.com.br. Dois terços. Meio menos. Menos que dois terços. Tinha ontem, essa hora.
Tem três fileiras e... É o azul ou o Amaral? O azul é o... Tem uns lugares pro Maurício Amaral ali, uns sozinhos. Vamos fazer o seguinte, cara. Você deve comprar o seu ingresso o quanto antes, porque certamente na hora da sessão extra, que é às seis da tarde do sábado, não vai ter mais ingresso. E aí você ficou fora de duas sessões lotadas do teatro e do pretinho. Errou! E perdeu a chance de comprar a camiseta do teatro.
Vai ter. Vai ter. É uma camiseta exclusiva pra quem vai no teatro. Vai no teatro. Eu fui no teatro do pretinho. Isso aí, cara. Isso aí. Isso aí. Iluminati não tem. Ô, meu. Fala, Geiso. Uma baleia dá um tiro em uma outra baleia. Como assim, Geiso? Como é que vai ser a manchete do dia seguinte? Baleia, sacina. Não. Ó, podia ser. Boa semana. Como é que vai ser? Baleia, baleia, baleia. Ah, meu. Baleia, baleia, baleia. Muito bom, hein, cara? Mandou o Alessandro Paim.
O Paiinho. Pra turma do marketing da Izucre. E pra minha esposa, a K. E minha filha, a Leca. A K, 47. Isso mesmo. Ô, Geiso, tu que é espertalinho... Desculpa aí, ô, Marcos. Tu que é espertalinho, respondeu todas hoje. Qual foi a guerra do refrigerante? A guerra do refrigerante. 10 segundos, cara. Não, não, não. 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3. Guerra...
Guará. Quase. Guará. Guará. Guaranítica, rapaz. Captei, amado mestre. Guaranítica, rapaz. Vai, Marco. O Alex. Opa. Escuta aqui. Rodrigo, meu nome. Rodrigo, tu acredita no Vida Após a Morte? Olha que eu não acreditava. Até outro dia eu não acreditava de jeito nenhum, mas eu mudei de ideia. O que que te fez mudar de ideia? Depois que minha mulher morreu, eu comecei a viver. Muito bem, agora sim, acabamos o bretinho.
Você se divertiu com o Pretinho Básico. Em 15 minutos, o áudio deste programa estará em pretinho.com.br e no aplicativo do Pretinho para o seu smartphone. Muito obrigado pela sua audiência, gente. É brincadeira, velho. Então, e queza isso? É reprise, velho.