Episódios de Pretinho Básico

Pretinho Básico | 23/03/2026 13h

23 de março de 202654min
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O maior podcast humorístico do Brasil. Elenco da rádio Atlântida repercute as maiores notícias do dia do jeito mais engraçado possível. Veja muito mais no YouTube 📺: @atlantida_TV e @PretinhoBasicoShorts

Assuntos2
  • Experiências de InfânciaLeitura de gibis · Almanaque da Mônica · Café preto · Biscoitos CZ · Nostalgia
  • Histórias Pessoais e de ViajantesCasa humilde · Fenômenos da natureza · Medo infantil · Trovões · Vídeos educativos
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Alexandre Fetter. Olá, muito boa tarde, amigo e amiga ligados na Atlântida. Estamos chegando nesta tarde de sexta-feira, aliás. Quê? Segunda-feira, uma hora e sete minutos, chegando com o pretinho básico para animar a tua tarde de 23 de março de 2026 com os amigos dos Biscoitos Zezé. Carinho que vem de família há 58 anos. Aliás, neste final de semana, ontem ainda,

vive um momento de infância muito lindo, lendo um gibi da Mônica, o almanac da Mônica, tomando um café preto e comendo um raminho dos biscoitos Zezé. Que momento maravilhoso. Bom fim de talhas. Boa tarde, Lelê. Tô adiantado. Tô adiantado na parada. Tô adiantado, tô adiantado, tô adiantado. Programa Futuro Mais, uma parceria entre a Atitus Educação e a Fundacred. Léo Oliveira tá de volta.

Jovem. E aí, meu querido? Que faz muita falta, cara. Muito obrigado. Férias de novo agora, só no ano que vem. Não, não, tem o meio do ano aí, né? Meio do ano é o caceta. Não, tem o meio do ano. Tem outros aí na frente, né? Não, tem que ver o que faltou ali, mas... Seja bem-vindo, tá? Estamos felizes, legal demais estar de volta, coisa boa. Tava já aquela ansiedade de primeiro dia de aula, sabe? Sei. Que tu quer voltar e tudo mais. Mas amanhã passa. Mas deixa eu aproveitar o dia de volta.

A minha vida é que eu vejo um cara sair de férias e voltar mais magro. É verdade, cara. É inacreditavelmente mais magro, velho. Eu nunca tinha visto isso. Baixamos 40 quilos a menos de novembro pra cá. Dia 31 de março inaugura mais um grande Stock Center em Porto Alegre, na Avenida Ipiranga, em Florianópolis, querido. Com a camiseta de Floripa. Fala, porazinho. Boa tarde, boa semana, mano. Como é que estamos?

rapaziada Florianópolis que está de aniversário, 353 anos, é feriado aqui. Eu vim trabalhar mesmo com o labirintista. Muito bom, Porazinho, que bom. Boa tarde. Crédito consignado CLT é no Banrisul. Você vai lá, contrata aquele empréstimo amigo e debita direto na sua folha de pagamento no dia do pagamento.

da sua empresa. Muito boa tarde, Rafael Gomes. Boa tarde, Alexandre. Tudo certo contigo? Tudo certo, meu expoente. Que bom, obrigado, meu MMC. É... É... MDC, desculpa. MDC, MDC. Deixa eu te falar uma coisa. Eu não perdi 40, eu perdi 13. Essa tua camisa aí, cara, ela me causa um certo desconforto, porque ela é assimétrica. É cor sincornão, né? É cor sincornão também, mas é assimétrica. Não, aí vai ser mais desconfortável. Vai ser pior. Vai ser pior ainda, fica com ela.

Me dá uma certa aflição a tua camisa. Tá bem. Tá tudo bem. Depois vocês vão ali na tua sala, ele tira a camisa. Isso é só um motivo pra ele tirar a camisa. Eu te conheço, Alexandre. Ah, e essa tua camisa branca me dá um desconforto também. Qual desconforto? Dá um desconforto. Que qual desconforto? Que faz que vai sujar a qualquer momento. Ah, não, mas aí o cara tem que ter cuidado, né? Tem um lugar que ela ficaria mais bonita. Qual? No chão do meu quarto. Que viadagem, Sandrinho. Me passei, me passei.

Mais de 109 anos auxiliando na digestão e aliviando a prisão de ventre. Vai de Olina para ficar legal. Hoje é 23 de março de 2026, dia da meteorologia. Um abraço para o clocuno. Muito obrigado. Meteorologia que é, porque a meteorologia que é muito importante. Ele é meteorologia, não é mais. É um trabalho com a previsão do tempo. Trabalhava.

Trabalhava, trabalhava. Não dá mais a previsão do tempo. Hoje a previsão do tempo está cada vez mais imprevisível. É verdade. Cada dia mais imprevisível a previsão do tempo. Cada vez a gente dá mais atenção para isso. Cada vez mais nos telejornais, nas rádios e tal. Sempre uma atenção. Porque as previsões preocupam. Eu estava vendo nas férias alguma coisa assim. Porque o fenômeno do El Ninho, agora no inverno, pode dar chuva de novo maior do que foi em 2024.

Então tu vai ficando mais preocupado. Aliás, essa informação vem de um instituto americano. Instituto americano. Instituto americano. E traça essa preocupação pra gente mesmo na virada aí do mês de março pra abril. É, porque a chuva nos traumatizou desde 2024. Aquele barulhinho de chuva bom pra dormir, eu já não curto mais tanto. Toda vez que tem alerta de chuva, agora a gente fica bem assustado. Sabe que sábado, não sei se vocês viram ali no meu Instagram, eu tive uma experiência de... Não tive oportunidade de ver como eu...

filho, a aproximação de um temporal. Não vi, Lele? Não, cara, é que a gente tava no sítio ali, pô, começou a ver aquela luminosidade, como a vida na fazenda, né? Na fazenda, né? Uma casa humilde, mas é que foi legal viver aqui com o meu filho pra mostrar pra ele, cara, que é um fenômeno da natureza, porque geralmente a criança tem muito medo, né, cara, dos trovões e tal. E o vídeo ficou tão bonitinho que eu tive que botar no feed da coisa, que bonito, Lele. Ele não aparece, só que ele tá falando comigo.

Então fica a dica pra quem quiser um momento de ternura, tá? Arroba Lelê Bortolás. Arroba Lelê Bortolás. Muito bem. Vamos dali aqui então nos destaques. Boa tarde da pena. Saudade de ti, cara. Eu tava ali embaixo, não deixando eu subir. Não deixando? Todos os dias das últimas semanas? Todos os dias eu fiquei ali, eu ficava gritando aqui embaixo. Uma vez o Rafinha até me olhou e mandou me fuder. E ignorou. Aí eu não subi, mas eu tô aí.

Feliz da vida. A única pessoa que consegue te liberar lá embaixo é o Gordo Léo, né? Só. Impressionante isso. E ele quase não foi liberado hoje, pra tu ver como ele tá mal. E daqui a uns dias vai ser só Léo. Gordo Léo já não vai ter mais. Nós já reservamos o arroba ex-Gordo Léo. Ex-Gordo Léo. Estado de espírito, meu amor. Ele tá na cabeça da pessoa. Se gordo é um estado de espírito. Peso é detalhe. Porque tu emagrece e a tua cabeça não emagrece.

Olha os gordos bariados. Triste. Tá certo. Triste. Que nem fenomeno aqui, ó. Agora, se é um ex-gordo feliz.

um emagrecimento consistente, consciente, né? Trabalhado, elaborado com acompanhamento de profissional, profissionais, na verdade. Beijo para as doutoras Graciela e Tombini e Júlia Guerra. Isso, incrível. Cuidam dos gordos. Estamos em ótimas mãos. Os gordos aqui, tu olha aqui. Esse programa já foi mais pesado, né? Todos em fase de emagrecimento. Eu e o Léo não somos os dois únicos gordos da RBS que não usaram a bariátrica da RBS. O PPR da firma aqui, ele ia ser

Os goros tudo fizeram variado. Então baixou o nosso PPR. Ano passado, próximo da gente, foram quatro. E nós não estamos exagerando. E tem os goros tristes. Ele parece soldadinho de chuva quando derrete com a luneta. Porque eles estão derretendo os goros. Mas isso é incrível, né? O gordão foi o quê? 40 quilos desde novembro. O Gomes foi quanto? 13. E eu fui 10 desde dezembro, cara. Mas nós perdemos o Rafinha. Que loucura. Perdemos mais que o Rafinha.

E tu sabe que tem a minha conta aí nesses últimos quase um ano. Foram 30 quilos. Olha.

Eu tinha 30 quilos a mais. Hoje eu me pesei. Hoje pela manhã eu me pesei. E acredito ter alcançado o menor peso da minha vida desde a adolescência. Hoje eu me pesei e eu abri com 79 quilos a semana. Que espetáculo. Cara, tu sabe que eu no fim de semana... No fim de semana também, Alexandre, eu atingi o menor peso dos últimos quase 30 anos, cara. Quanto porra?

Eu tô com 99. Fazia muito tempo que eu não baixava do 100, cara. É bom, né? Quando o cara baixa do 100, né, cara? Ah, e agora não é legal. Isso são vitórias. Vitórias que o cara tem que manter. Tem que manter. Eu baixei de 80 também. Depois de uns três anos sem baixar de 80, eu baixei agora duas semanas atrás. Muito bom. Vamos botar 6, né? E uma coisa que não dá pra esquecer. Não dá pra esquecer de fazer, hein? Musculação. Tô fazendo.

Porque junto com a massa gorda vai embora a massa magra também, né? E a musculação é importante.

Sempre levando de queda e acabar com a massa. É. Isso aí. Acabar com a massa gorda. O petinho básico... Ah, não, antes... Não, já foi. O petinho básico é Gabriel Somenzi. Gabriel Somenzi, estudante de psicologia. Não, não, não. Não, não, não. Você é o nome de cachorro... Esse é o ouvinte, esse é o ouvinte. Não, não, não. Nome de cachorro... Sobrenome de gente. É, não, com sobrenome do petinho. Cachorro com nome de gente, tudo bem. Cachorro com sobrenome não dá. Sacanagem. Caraca.

Edson Menzi, estudante de psicologia. E tá aqui assim, porra. Ah, então fui eu. Tá aqui assim, tu que botou aqui. Não peço perdão. Pois é, pra te ver, eu não devo, pra tu ver, eu não devo confiar na produção. Não, não, não, para só um pouquinho. Não devo confiar? Tu disse que hoje era sexta, fim de tarde. Aí eu inverti duas palavras e tu ficava... Ah, bem, bem, agora. Agora ele te... Só um pouquinho, eu vou te explicar. O erro que eu cometi é problema meu.

O tabuleiro de dama ali te quebrou agora. Essa frase é muito boa. Ele me quebrou, não. Eu quebrei ele. Essa frase é muito boa. Ela mostra o espírito, como é que funciona aqui. O erro que eu cometi é problema meu. O que tu fez eu cometer é problema nosso. Claro. Perfeito. Porque a produção fez tu cometer o erro, passou a ser um problema de vocês dois. Mais ou menos. Se ele não me fizesse cometer erro, o problema seria meu. Qual é o nome do cachorro? O nome do cachorro é Cristal.

Finalmente cachorro com o nome de cachorro. É uma cachorrinha. É uma mistura de guaipeca com vira-lata. Esse é o mais legal. É uma mistura de guaipeca com vira-lata com idade indefinida do tutor Emílio Manchi de Massaranduba. Vou dar porrada. Vou dar porrada. O cachorro esse aí já tá muito velho, cara. Quando o cachorro começa a esbranquiçar o rosto é que ele tá idoso.

pôde fazer uma visita lá pro Sabu Caia. Então, fiz uma visita pro Sabu Caia no final de semana. Ele tá na clínica, agora, em geriatria, né? Tá no tempo extra. E foi muito engraçado que o doutor Arthur disse assim. O doutor Arthur disse assim, cara, eu vou te dar a real sobre o teu cachorro, tá? Imagina um ser humano com 120 anos, tá? Sem ter uma bengala pra usar. Sem conseguir usar uma bengala. Esse é o teu cachorro nesse momento.

Ele, cara, ele não se entrega, velho. É tipo aqueles velhos que aparecem, é o pessoal mais velho do Brasil.

Acho que é migué do Lelê. Ô, porra, faz duas semanas que o Lelê pediu uma folga que o cachorro ia morrer. Mas ele não se entrega. Eu dei a folga, porra. Eu dei a folga pra ele se despedir do cachorro. O cachorro, ele só quer tomar mais uma. Ele vai lá... Tá que nem a cachorra lá de casa. A cachorra lá de casa já tá na quarta prorrogação. É loucura. Não fala isso, Rodaica. Ela tá ouvindo pra mim. É que ela não aceita. Ela não aceita.

A buba virou playoff da NBA. Ela acaba nunca, né? Porra, exatamente. Vai ter o bolão da buba daqui a pouco. Vai ter o bolão da buba. Vai ter o bolão da buba.

50 cada um. Eu acho que tem que fazer essa. E agora sim, o nosso ouvinte aniversariante é o Gabriel Somenzi, estudante de psicologia, estagiário em uma empresa do agrobusiness. Ele é de cachoeirinha e está fazendo 25 aninhos. Que legal, né? Parabéns, Gabriel. Saúde, vida longa e prosperidade. Isso aí dá dinheiro. Está registrado aqui o erro, tá, Gomes? Obrigado.

Aniversariantes famosos de hoje, começando com a Victoria Pedretti. A Victoria Pedretti, ela é atriz fazendo 31 anos. Só seria um papel de... Boa tarde. Oi, Ivan. Boa tarde, Alexandre. Boa tarde, Ivan. Boa tarde, Ivan. Poxa, até que vim. Que bom que tu voltou, Ivan. Voltei de onde? De onde tu tava, porque essas duas últimas semanas tu não apareceu aqui. Eu tô ansioso agora que nós vamos pra Fortaleza e o Gordo Léo vai me levar. É, não, mas o Gordo Léo já foi.

Ele já voltou. Ele já voltou. Não. Não, não, não. De novo, tu não vai conhecer o mar. Ia conhecer um mar bonito lá em Fortaleza. Não, como assim? Não, ele já voltou. Férias. Não, só um pouquinho. Férias. Não, não. Tu tava com as coisinhas há quanto tempo esperando o Léo? Duas semanas. Duas semanas. Duas semanas. Duas semanas. Duas semanas. Mas já foi a Fortaleza. Sacanagem, hein? Já foi. Mas eu... Porra, mas ele me forte. Ah, caramba, tu só dá na trave.

Porra, cara. É o Ivan na trave. Não vai nunca conhecer o mar. Ô, Ivan, vou tirar a barbada.

Eu tomei muito trago no Pedro. O Rafinha teve que tirar umas férias aí. Eu acho que ele deve estar na praia. Não está, não está. Está em Porto Alegre. Não vai para a praia. A filha dele tem aula. Tem aula na PUC. Umas férias bem ruins que ele tirou agora. Vai ter que ficar em Porto Alegre. Vai ter que me ver amanhã, inclusive. E quinta-feira. É bem ruim. Vocês estão assim, né? Me situa quem é essa menina. Essa guria aí trabalhou no filme dos vampiros lá. Não é ela? Não, não. Não é ela. Eu já tomei vários tragos.

Ela está fazendo várias séries bombadas no Netflix. A mais famosa é Yu, que a gente já falou, que é do cara... Yu! Eu ia bastante lá. Eu ia muito no boteco Pedretti ali na cidade de baixo. Daí Pedrini. Eu ia tomar um foguete ali, uma vez. Boteco dos jornalistas, o Pedrini. Era meu chão, era meu chão. Já fomos muito. Muito bem. Victoria Pedretti. De onde ela é? Estados Unidos. Estados Unidos. Rapista americana. Qual estado? Unido. O humorista Ed Gama. Está fazendo 36 anos hoje.

Nosso amigo tá no Domingão, olha aí. Isso. Você é massa. O presidente da FIFA, o Gianni Infantino, tá fazendo 56 anos hoje. É o careca da FIFA. Tem cara de vilão de desenho animado? Tem, tem. Tipo o... Meu malvado favorito. O cara que é vocalista do Blur e dos Gorilas, o Damon Albarn, tá fazendo 58.

Olha aí. Faz yoga, olha aí, Leandro. Faz yoga? Ele trocou as drogas pelo yoga. É mesmo? É mesmo. Uma troca justíssima, hein? Aliás, evolução do ser humano. Não sei. Já fiz yoga e não bateu. Não tem certeza, né? Não tem certeza, né, Gordão? Depende do teu objetivo. O teu objetivo é ficar loucão e o yoga é uma merda. Fiz yoga numa cesta de carnaval, não posso meu carnaval. Não, na cesta de carnaval não é o melhor. Fiz yoga e não bateu. Agora, em compensação, uma vez, um rapézinho. Rapaz.

Tá bonito e branco? Eu vou querer um vazio. Oi? Vazio pra mim. Ao ponto. Tá bonito e branco. Parece um garçom da Giovannais. Tá bonito. Linguiça eu não quero. A gente tu fala e eu não quero linguiça. Não tem nenhum problema em ser confundido com garçom. Não, mas seria um garçom gostoso. Garçom de sunga. Falta isso, Ricardo Alegre. Garçom de sunga. Falta, falta. Pede só lombo. Quero lombo. Quero lombo. Tá bem. Ó meu coração. Tá bonito.

Podia ter uma churrascaria temática assim. Com gente pelada. Pô servindo. Gaúcho de tanga.

Tem um bar nos Estados Unidos chamado Rooters. Oh, dos peitão? Isso, não. É um bar americano. Onde as moças trabalham com um short curto. Tem no Brasil também. Tem Rooters no Brasil? Tem no São Paulo. O logotipo é os peitão, não é? Isso, é os olhos da coruja, né? Ah, tá bom. A faxima de lito, né? Por ver, experiente. Ah, pela manhã. A faxima de lito. Era só pra comentar que neste restaurante as atendentes trabalham nesses trajes que vocês estão sugerindo aí.

Masculino? Isso que é a novidade. Acho que é um stripper masculino. Ah, me lembrei, tem um outro também chamado The Twins. Domino. É os gêmeos. Ah, tu conhece, né? É, eu passava na frente bastante. É, eles passavam. Ah, eu preferi pelas descrições, eu prefiro o Rooters. Não, mas o The Twins é a mesma vibe. Ah, é? The Twins, inclusive, é gêmeos. Tem ali, é, perto da Paulista ali tinha o Rooters, quando eu morei em São Paulo. Ah, que máscara, né?

Quem é esse personagem? Glenn Oliveira. Ele veio pouco no programa. Muito pouco. E por último, no dia de hoje,

dos aniversariantes, temos o doutor Moacir Scliar. Olha aí. Escritor e médico porto-alegrense. Eu não sei se porto-alegrense, mas gaúcho. Faria 89 anos hoje. Morreu muito cedo, Moacir Scliar. Ele pereceu em 2011. Deu a volta ao mundo? Isso aí. Como assim? Desculpa, não entendi. Ele é médico? Médico. Não, eu não conheço. Escritor. Eu só perguntei. Escritor e médico. Ele é gaúcho. Era sempre porto-alegre. Gaúcho e porto-alegre.

Nunca lido. Porto Alegrense. Mas por que que tu perguntou se ele... Não, eu já perguntei. Qual é a relação que tu faz com a volta ao mundo? Não, nenhuma piada. Eu não faço piada com quem já morreu. Tenho respeito. Só faço piada com o vivo. É importante. Tá certo. Morto não. Tá bem. Diogo, não pega essa cara aí. Eu tô tentando entender onde tu foi. O que que tu quis dizer com ele fez a volta ao mundo? Não sei. Eu não sei, eu perguntei só.

Mas que pergunta mais... Tá mais chato. Se fosse o Rafinha... Se fosse o Rafinha tinha tomado amarelo já. Ah, mas aí é um trouxice comigo que tô voltando agora. Tempão sem vir o programa aí. Trouxice?

Vamos abrir os destaques do Pretinho Báscoa com a notícia sobre o João Gordo. Falamos do João Gordo, aliás, ele aniversariou semana passada, o João Gordo. Aí foi fazer uma viagem no aniversário e foi detido no aeroporto com maconha.

É, rachiche? Pois é, ele descobriu que não pode viajar com os... Não pode, tem que avisar o pessoal. 5 gramas, 5 gramas de cada era o que ele tinha. Ah, é bastante. No caso da maconha, não é 5 gramas. Não é permitido portar até 40 gramas? No avião, no avião não. Ah, no avião não. Tem que avisar o pessoal. Assim como comida, tu não pode viajar com 5 gramas de comida na tua mala. Não pode levar o arroz? Não, pode sim, cara. Não pode.

Comidas foram perecíveis. Perecível não pode. Então? Mas, por exemplo, eu comprei umas castanhas. E erva, no caso, não é algo perecível. Maconha é perecível. Maconha é perecível. Mas 5G é bastante coisa. Dizem. Principalmente de rachixe. Mas, afinal, é 5 gramas ou 1 grama? Tem duas notícias que eu disse. Pois é. Eu vi uma que era... 5. O João Gordo. O que justifica o João Gordo, um homem velho, experiente, ser pego com drogas no aeroporto?

Ah, entendi. É que ele fica pensando assim, tanta merda nesse país, nada acontece com ninguém, não vai acontecer comigo. E o principal, ele devia estar acostumado a viajar com drogas. Não, e o principal, Pura, é que o raio-x... Ele esqueceu que estava no bolso, né? O raio-x não detecta a droga, o raio-x detecta o isqueiro, que não pode também. Ah, não. Não é possível. E aí quando abriu, falou, ah, o senhor está portando um isqueiro, né? Parece que ele... Se achar o isqueiro, vou achar o resto.

E aí falaram, deram uma revisada e falaram, não, mas o que é isso aqui? E aí foram encontrados outras coisas. Isso aí é a famosa Cannabis. Mas eu gosto das aspas do João Gordo. Não sei fazer a voz do João Gordo, mas eu gosto da justificativa dele. É que quando deu a notícia, ele foi detido, teve que assinar o termo circunstancial e vai ficar solto até ser julgado. Perfeito. Abre aspas do João Gordo. Não aconteceu porra nenhuma.

Fui preso com uma grama de maconha. Aí ele não cita o rachixe, tá? Os gambé, que é como ele...

Ele, João Gorducita, a Polícia Militar, foram até gente fina comigo. Mas meu maior prejuízo foi perder o voo. Tô cansado. Esse é o tweet dele nas redes sociais, falando sobre a Polícia Federal e como ele acabou perdendo o voo pra São Paulo. Ele tava saindo de Belo Horizonte, no Confins, ele tomou a cana. Então um pouquinho, né? Ele apresenta bem o programa. Mas não pode, ele não interessa a quantidade. Bota ali na coisinha, aquela onde votam os isqueiros ali, as facas.

Fuma tudo. Vai loucão. Fuma antes. De preferência antes. O cara vai para um lugar e pensa, não vai ter lá, vou levar um pouquinho. Mas sempre tem. Não é de São Paulo. Ele deve morar em São Paulo. Ele é de São Paulo. Mas ele é de São Paulo, não é? Ele estava em Belo Horizonte voltando para São Paulo. Então nem isso justifica. Esqueceu, na real, ele esqueceu que estava no bolso.

Esqueceu que tava no bolso. Bateu na mala e ele bate. Óbvio. Exato. Rato de porão rateando. Rateou o rato de porão. Quem nunca esqueceu? Eu tava aí, tava aqui. Puta merda mesmo. Falecimento. Quem faleceu? Não. Quem morreu? Falecimento. Morreu o dono do OnlyFans. E ele deixa uma herança de 5 bilhões de dólares. Se você tem alguma dúvida que o OnlyFans dá dinheiro... Eu não sabia.

todo mundo, né? Ele tem filhos. Principalmente pro dono, tem ele. Tem a família e, entre aspas, a melhor parte é que eu... Desculpa, o que houve, Ivan? Eu não sabia que ele tinha morrido. Morreu ontem, cara. Eu bati uma porra que merda. Eu não sabia. Eu entrei no uniforme, eu não sabia. Porra, desculpa. O Ivan tá muito emocionado. Eu te respeitei. Virou uma bichona, velho. Eu te respeitei, o dono do uniforme. O que a gente tinha que fazer?

Não, um minuto de... Tá muito emotivo, cara. Um minuto de cem punho. Em homenagem ao cara do uniforme. Tá matando o personagem. Mas morreu de quê? Que idade tinha? Ele tinha 43 anos.

Jovem demais. Muito jovem, muito jovem. O OnlyFans é uma das empresas mais lucrativas do mundo. Ela está na lista das mil empresas mais lucrativas do planeta. Se não me engano, eles estão no... 870 é o lugar do OnlyFans em questão de lucratividade no mundo. Ele não é o criador do OnlyFans. O OnlyFans é inventado em 2016 e em 2018 ele acha a ideia muito boa e ele compra o OnlyFans. E é ele o responsável por dar o salto de expansividade do OnlyFans na pandemia.

E, principalmente, agora, ele tem uma fortuna de 4,7 bilhões de dólares, só de acordo com o ranking da Forbes, que, normalmente, a Forbes só divulga o que é comprovado que a pessoa tenha. Então, são coisas mais... Então, provavelmente, essa fortuna é ainda maior. E aí, agora, tem várias dúvidas, o principal, para quem é que vai ser o novo dono, porque ele era o sócio maioritário e era o principal responsável pelas inovações da plataforma.

o que vai ser feito com essa herança, né? Não divulgar a causa da morte dele, Justiça, ele é um cara muito bobo. Ah, eu ia perguntar. Não divulgar a causa da morte. É o bobo, né? É o bobo, né? O bobo não é. O jovem morre no bobo. Vai saber se o cara não tinha lá problemas, transtornos psicológicos e tudo mais. Sabe-se lá, se não divulgar. Vai saber. Ou podia ter inimigos? Também. O Leonid Radinsky, um ucraniano. Poxa. Ah, não.

Tudo leva a crer que ele tinha família, mas também não há registro de família. Não há registro de família.

Deus dará a empresa agora. É tudo um grande mistério, porque justamente por ele ser um cara sempre muito reservado, as informações dizem, extra-oficiais, que ele teria esposa e filhos. Mas nunca foi confirmado, nunca viram ele com ninguém, etc. Então, provavelmente isso agora nessa linha sucessória de a gente vai descobrir ou não algumas coisas. Muito bem. Próximo destaque do Pretinho, uma e meia da tarde, jovem viaja com seu novo date.

E é confrontada por namorada grávida no aeroporto. Que incrível! É... Confusa esta frase. Não é confusa, eu vou te explicar, tá? A Madeleine, a Madeleine... Adoro, adoro uma Madeleine. Já comeu a Madeleine? Ontem ainda no almoço. E a Rodaica sabe? Ela tava junto. Madeleine é um biscoito. Você é um barmiteiro? Madeleine é um biscoitinho.

vocês conhecem. Ah, eu não sabia. Madeleine é um biscoitinho doce delicioso. Ah, me confundi. Que se come de sobremesa junto com o café express. Ah, peço desculpa. Ah, com o cafézinho aquele. Ah, já comi, Madeleine. Ah, essa eu nunca comi, então. Tá bem. E aí? A Madeleine tinha 22 anos, deu um like no Tinder, deu um match. Deu um match com o rapaz. Rapaz, em Sheffield, no Reino Unido, 32 anos. E lá pelas tantas foram... E começaram a se relacionar a falar.

E ele falou, pai, eu tenho umas férias pra tirar agora. Vamos tirar umas férias? Ela falou...

Ah, eu tô meio ruim. Não, não, não, vamos lá, eu pago. Ela disse, então vamos. Então vamos pegar um avião e embarcaram. Uma semana, dez dias viajando pela Europa, Espanha e foto e rede social. E ela, segundo ela, ele era solteiro, tinha 32 anos. Acontece. Trabalhava com imóveis. E aí eles estão voltando da viagem e aí quando eles desembarcam novamente em Sheffield, no Reino Unido, tem uma mulher grávida parada no desembarque. Essa mulher grávida vem na direção dela e diz,

fazendo com o meu marido. Meu marido me disse que tava viajando a negócios. E ela disse, não, não, mas ele é solteiro. E aí, não só a mulher grávida tava no setor do desembarque, como o restante da família todo. Pô, que legal. Que imbecil, cara. Dele e dela. Então, ela disse que ele também não trabalhava com imóveis. Essa informação também era falsa. Ela não sabe nem se a idade dele era de verdade, mas ela disse, gente,

acreditem em tudo que você... Ele é um golpista? Frenético, rapaz, hein? É, porque ele estava no... Ela disse, ele estava no Tinder, eu não fiz nada de errado. Ele estava no Tinder. Casado. Dei um like, dei um match, ele me convidou pra viajar e eu fui. Eu tenho 22 anos, sou solteira. E ele está com a mulher grávida aí, viajando com o seu novo amor. Ah, que coisa horrível. Esse aí não leu o código, né, de ética da traição do Rafinha, que mulher grávida não...

Ah, se tem um cara que tem que respeitar, né, Porano? É isso aí, estou contigo nessa. Por favor, né? E o almoço é muito bonito. Lamentamos o ocorrido. É, mas...

Azar do magão. As duas famílias. A que viajou com ele é aquela da foto da esquerda? É. Interessante. E quem é a da ponta direita? É a mulher grávida dele. Ah, não. Mas eu, assim... Não, não, não, não. Só um pouquinho. Não, não, não. Só um pouquinho. Não, não. Só um pouquinho. Não, não. A mulher já tomou a rua. Não, não, não. Falei nada. Porra, velho. Eu não ouvi os dados. Não faz isso, cara. Inclusive, eu ia dizer que o rapaz ali está com a calça rasgada ali no joelho, que é uma coisa totalmente...

Não, mas é no 2000, tá na moda. Não, não tá mais, não. Uma análise rápida do momento, assim, tá? Você tá chegando nesses 10 dias. Tranquilo, tranquilo. Aí abre a portinha aquela, sabe? Desculpa, só um parênteses, tá? Antes de tu continuar. Não é tranquilo. Ah, ele me parecia tranquilo. Não, não é tranquilo. O cara que é casado. O cara que tem uma família. Está no Tinder, aberto a novas experiências, ele não tá tranquilo.

Ele tá perturbado. Ele tá perturbado. Mas ele queria viver isso. O cara que tá no Tinder casado é isso aí. Então larga a tua família e vai viver isso. Vai viver no Tinder. Vai pro Tinder. Ou faz escondido. Abre a portinha. Aquela portinha do desembarque, ela abre de acordo com o sensor, né? Isso. Tá chegando com o carrinho ali, abre, né? E o primeiro visual. A mulher é grávida. E aí o cara sai do desembarque e não pode voltar. Não pode.

Não tem pra escorrer. Tem uma praca aí, ó. É proibido voltar. E não dá pra voltar. É por isso que eu quis levantar a situação. Porque, cara, é o último lugar que tu entra e não tem como voltar. Não, fudeu. E só tá ali a mulher e as duas famílias. Piores lugares pra ser flagrado tá indo, né? É, mas mereceu, né? Mereceu. Mereceu, mereceu. Ainda perde pra cama, né? Mereceu. Te enxergar na cama é o pior. Que louco. Mas na cama tem uma janela.

A cama tu consegue sair do quarto. Vai tomar umas porradas, mas tu sai. Não, não, não.

fazer. Ah, ali tomou uns tapão ali na frente da galera. O cara correu o que no transfer de gramada? Não tem. Quero o taxi. Quero, quero, quero. Qualquer lugar. Me leva pra ver o Cristo. Eu quero ver o Cristo em luz. Cristo encantado. É, o Cristo protetor. Leva, não precisando. O cara sai correndo. 24 minutos pras duas foram os destaques do Pretinho desta segunda-feira. Vamos dar uma girada na mesa aí e ver o que que nos traz o Porazinho. Vamos ver, Poraz.

Fala aí, Pretinhos. Aqui é o Eliakim de Americana. Eliakim? O Eliakim. Lembrei do Eliakim Araújo. Ele é a mulher dele. Exatamente. O Eliakim de Americana diz que é público do Pretinho e manda essa aqui. Vem escrever esse e-mail. Porque em alguns programas atrás vocês comentaram que é normal ir a casas de entretenimento adulto para fazer negócios, certo? Certo, sim.

Não é normal, a gente disse que é uma prática comum. Isso. E que só seria traição se subir a escadinha. Vocês falaram isso? É isso aí. Mas se pagar o drink não é traição? Falamos isso. Aí ele diz assim, mas eu pergunto, e a sentadinha no colo? A sentadinha no colo, como é que é? Pois é. Nós matamos uns 500 agora.

Não, parei que tem mais. Já passamos aqui rapidamente com isso. E quando elas pedem pra pagar uma bebida? Isso nunca. Me pagam kipper cooler. Isso nunca. Um amigo meu foi, uma vez gastou 500 reais em dois kipper cooler. Água de coco, ele é caríssimo nesses lugares. Uma vez ela pediu, eu falei, mas se coco veio, então vai. Mas eu não, não, parei. Pagar uma bebida não é traição. Tá, mas e a sentadinha?

burrice. Não é burrice, não é? Tu tá lá. Tu tá lá com o cliente teu e eu tô dando atenção e ter levado ele lá é pra fechar o negócio. É muito caro. Eu também vou que ele sempre tem a mesma frase quando ela pede um drink. Ele olha pra ele e fala, calma, tamo só conversando, calma. Você enxerguei. Tá querendo enxerguei. Tá, mas se a pergunta que não quer calar. E todas as ilusões e conversas que costumam rolar, Gurias? Eu tô pela sentadinha.

Sentadinha é traição ou não é? Depende da reação. Eu acho que assim, eu tô com o

Depende da reação. Depende. Depende se a menina viesse. Não, pelo amor de Deus. Tu vai fazer o que? Sai daqui! Vai fazer isso? Não, não, não. Não, não, não. Não, não, não. Vai pro cliente se não quer. Meu corpo, minhas regras. Isso, eu tô com o meu cliente aqui. Senta no colinho dele ali, porque eu não tô aqui pra isso. Não, não, não, não. Não, não, não. Não, não. Vai pro cliente se não quer. Meu corpo, minhas regras, tu não vai dizer. Não, não, não.

O cara quando fala no diminutivo na zona, tem maldade na cabeça. Não, tem que estar com carinho. Não sei o que, maldade. O cara quando fala no diminutivo, sempre tem maldade. Ninguém é maldade. Ô Ivan, olha só. Ou ele trabalha com agente funerário. Ivan, tu tava em férias. Senta aqui com o papaizinho. Qual é o assunto? O objetivo de levar o cliente numa casa de entretenimento adulto é facilitar o fechamento do negócio. Como vai fechar qualquer negócio? Pois então, é isso. Então eu como um vendedor, eu tô com o cara ali,

na vez de ter levado um restaurante educadamente, eu vou dizer, querido, olha só, desculpa, eu sou casado. Aquele rapaz aqui do meu lado tá pela brincadeira. Tu acha que só tem solteiro lá dentro, Cleber? Não, só tem casado lá dentro. É óbvio que só tem casado. Só tem casado na zona, por isso que a zona não abre domingo. Por que que zona não abre domingo? Porque domingo é dia da família, ninguém vai na zona domingo. Zona bomba quando?

Quarta. Porra, a quarta do futebol, zona bomba, gente. E todo mundo pagado. De camisa de futebol, pagamento.

Quem nunca, pô, eu tô na zona, tô na zona e um amigo meu, ou não vou falar, que pode me incomodar. Pode incomodar o teu amigo. Não vou falar dele, mas eu só frequento o Museu da Roberta lá em São Zepé, que é a minha zona, o Museu da Roberta. Museu da Roberta? Museu da Roberta. Por que Museu da Roberta? Porque é só veterana, é só as coroas. Por assim, elas choram e falam, ai, me paga uma losartana, me paga um remédio. Só coroa. Tô precisando de um remédio pra aparecer.

Lá não tem queijinho, lá tem andador. Ela joga o bingo. Vamos voltar, antes de continuar, vamos voltar só um pouquinho. O flerte é discutível. O flerte é discutível. Se é traição ou não é. Agora, o toque não é discutível. Ela te tocou. O caminhão do leite.

Tu nunca levou o caminhão do leite quando entrou no lugar desse? O que é o caminhão do leite? Eu nunca entrei no lugar desse. Ah, então estou perdendo tempo aqui, Alexandre. Desliga esse microfone e vamos. Eu conheço o Alexandre há mais de 30 anos. Eu não me lembro do Alexandre. Duas da tarde bomba. E sauna. Eu só fui uma vez para gravar um vídeo do Pretinho. Tá bem, não. Aquela vez não foi. Eu só não gosto. Eu já estive nesse lugar.

Aquela vez o Alexandre não foi, porque ele não me fez complicar. Nem na ficção, nem na ficção. Essa situação é comum, cara, negócios são fechados ali. Eu gosto, eu gosto. Tem várias idades. Clientes que merecem carinho. Eu nunca fechei negócio no puteiro. Com todo respeito, Lelê, a tua esposa, que é uma executiva, se ela tivesse que levar clientes, seria de boa. Pra fechar o negócio... Nós tínhamos que abrir um strip masculino.

Mas é que isso já aconteceu muitos anos atrás. Mas tem uma coisa, tá? Fechou, fechou o negócio. É inevitável incorrer, pisar na linha do machismo.

É inevitável. É verdade. É que isso é coisa de homem. É coisa de homem. Isso é coisa de homem. O homem que vai pro poteiro fechar negócio. O clube das mulheres bombava lá em São Paulo. Eu sei, mas eu não acho que as mulheres vão para o clube das mulheres fechar negócios com a outra mulher. Elas voltam para trás e passavam no cara fora. Isso é certo. Os caras vão lá com o pretexto de fechar negócio. Vamos comer gente. Vamos falar a real.

Acaba comendo gente. Porque o cara se emociona. Ela fala que o cara é bonito. Em off eu conto pra vocês depois.

Ah, em off não, em off não. E a audiência, como é que fica? Eu já fui em várias zonas aqui no Rio Grande do Sul. É mesmo, Léo? Não, Léo não. Ai, foi, desculpa. Agora tu quer falar do Léo do passado, frequentava muito. Por quê? Porque no passado era um cara que trabalhava em rádio AM. Certo. E a viagem do pessoal que faz futebol no rádio AM é o quê? O estádio da cidade, a praça, o hotel. E a zonia, a zonia. Mas quem é isso? Entregando o pessoal do futebol nesse momento.

Vai cair no interior, sim. Mas o cara vai cair a casa do cara. Não, não, mas eu ia só com solteiros. Tem ninguém casado, né? Tá bem. Fornos lá em Oparo. Complicou, hein? Complicou. Não, tá tudo certo. E outra, né? Livre-arbítrio, né? Livre-arbítrio. Não, isso eu tô fazendo coisa de 15 anos atrás. Não, não, não. É todo mundo casado, eu nunca fui em zona. Tá bem. E tu, Lelê? Tem o que pra botar pra nós aí, Lelê? Cara, eu tenho uma situação aqui de...

Eu vou nessa aqui. Caros pretinhos. Mas o que era a situação? É que as duas são meio complexas. Então vai lá.

Fui pra praia com um amigo e a família dele. Tu tá bem? Tu tomou um aro? O que aconteceu? Fiquei duas semanas fora. Tá morrendo? O que veio isso aí? Reflexo da Covid. O Rafinha descobriu esse cacoete do Lelê. Toda vez que ele vai ler, ele meio que dá uma rotadinha pra dentro. O ouvinte não percebe. Eu tomo um aro pra falar. Toda vez que ele faz isso, dá vontade de... Ele tomou um aro, velho, pra não morrer. Quando eu era mais novo, eu fui pra praia com um amigo e a família dele. Um dia eu fui tomar banho. E a calcinha da mãe do amigo

Não, não, não, não. Aí é trairagem. Não, não. Não, daí não. Não, não, não. Mãe do amigo é trairagem. Por favor. Se tu chama ela de tia, não pode. Não, não, não pode. Chamou de tia, tu não pode. A produção botou pra mim ler isso aqui, né? Vocês estão mudando. Tá, eu vou mudar então. Não, não, não, não. Vai, vai. O que que vocês estão falando às 6 horas? Vocês estão lendo isso às 15 para as 2? É, não. 6 horas. Tá mais difícil. Pô, duas semanas fora de...

Eu tinha 16 anos. Aí você sabe como é que é, né? Eu fui obrigado. Quem nunca, né, Leandro?

Sou o sommelier, né? Fui obrigado a matar o Bentivir a soco. Ah, não, não. Mas tá deselegante. Tá deselegante. Eu tô confortável. Eu tô desconfortável. Tenta ajudar a nossa audiência. Tá 5 contra 1 aqui. Não, assim contra 1 é mais leve que matar o Bentivir. Tá, vai, Lele. Ao chegar no ápice da briga. A cara descabelada boa no balhado. Tá talentoso. A perna bambiou.

Acabei escorregando do boxe e caí. Bati a cabeça na parede e desmaiei. Não pode, velho. Peraí, cara. Não, não pode. Peraí. Peraí. Imagina o ritmo do socal que o magrão tava. Do socal. Com o estrondo, o pai do meu amigo entrou no banheiro e me vê naquela situação. No chão do boxe, com o amigo ainda meio rígido e a calcinha da sua esposa numa das minhas. Não, velho.

É impossível, mas que mico, cara. Mas é quase tão ruim quanto o desembarco do aeroporto. Não, cara, o que me pega nisso aí é como é que tu mete, primeira coisa. Aqui tá a explicação. Tu botar um socão na casa dos outros, você desrespeita, que nem cagar. Cagar e punheta não. Cagar e punheta não. Cagar e cagar. Cagar e cagar. Cagar e cagar não. Cagar não. Punheta e cagar não pode. O número dois, em último caso, beleza, não tem o que fazer, não tem como segurar. Agora, o Tia Max, a diversão, a diversão, tu pode te...

Se tu vai fazer um zoquete na casa do teu amigo, tu me chavei a porta, pelo amor de Deus. Pelo amor de Deus. Como é que eu me chavei a porta? Que mundo que esses caras vivem. Era praia, eu tinha tomado umas caipiras. E muito provavelmente elas auxiliaram no escorregão. Criança bebendo, menor de idade. Não pode beber. Auxiliaram no escorregão. Que horror. Acordei, me levaram no posto médico e dia seguinte foi um climão. Porque a mãe do meu amigo também viu a cena. Anos depois, encontrei com ela em um barzinho. Ah, não.

Tinha se separado, aí ficamos ali conversando, conversando. E lá pelas tantas eu pude ver não só a sua calcinha, mas também o restante do seu corpo. Olha isso, cara. Ah, mas eu achei bonito, achei bom. Ah, mas isso aí é a realização do sonho. Imagina, o cara esperou quantos anos pra desemolhar o bombom? Uns 15. Pô, até hoje nos falamos. Ah, isso aí não se faz. Pegar a mãe do amigo, essa galera. Aqui a última frase aqui me pegou, cara. Eu acho que o pai pode. Claro, dá o rabo pro velho.

Passaram-se mais alguns anos. Até hoje nós nos falamos, mas ela está internada. Opa! Ah, não! Calma, que história! O que houve? Ela está numa clínica... Com Alzheimer. Puta, não é possível. Ainda bem que nós não vamos sacar nem uma véia. Ainda bem que nós ficamos de boa. Mas eu continuo visitando ela pra dar uma força e ela sempre lembra de mim. Diferente do filho, que às vezes vai ao local e ela não lembra quem ele é. Pô, foi inesquecível, garota. Eu sou de Indaiatuba.

Descobri vocês há uns 5 anos no Spotify e ouço todos os programas. Por favor, não diga o meu nome. Não, jamais. Não, não, Gerson, tá tranquilo. Jamais, Gerson. Um monte de informação que ele deu, dá pra saber. Pô, mas é bonito, mas olha aqui, pô, mas tem que falar uma coisa, ok? Ele é, quando jovem, ao matar o Bentivera Soco com a calcinha da senhora, totalmente errado. Mas, mas, mas, ele é digno de visitar uma mulher que tá com uma doença,

visitando. Sim. Então parabéns a ele que não fugiu do compromisso. Mas ele teve uma relação efetiva com ela? Ele fala que teve anos depois. Não só efetiva como afetiva. Isso. E infetiva. Isso aí. Ele lanhou. Efetiva, afetiva. Ele disse que anos depois ela encontrou ela num bar. E ela já separada. Já separaram. E aí foi? Lanha, lanha, lanha. Ai, ai, ai, banheirinho. Lanha, lanha.

Ah, então eu vou te homenagear agora. E aí agora deu Alzheimer nela. Que loucura. Faz uma palavra cruzada. É uma história louca, né? Que loucura. Faz uma palavra cruzada. A vida não é Alzheimer. Só pode ser inventado isso aí. Acho que não, porra. Acho que não, porra. As pessoas não inventam coisa pra mandar pra cá. O que que ganham? É surpreendente, porra. Nossa, que... Sabe que às vezes eu também acho isso, porra. A nossa vida é uma merda, na real.

Aí eu pego o nome... Eu pego o nome da pessoa... Vem aqui todos os dias. Sai daqui, vai pra casa, sai de casa, vem pra cá.

Passa no super. Passa no super. Passa no super. Que vida de merda que a gente tem, cara. A maioria das pessoas sequer criam um e-mail fake. Olha como elas confiam na gente. Exato. Ela manda com o seu e-mail. E às vezes vem a assinatura tipo assim, ó. Doutor, fulano de tal. Engenheiro, agrônomo, empresa tal. Vem tudo, cara. Os caras mandam com o e-mail da fia. E às vezes quando eu acho que é muito inventado, eu jogo no Instagram.

E aí eu vejo as pessoas e eu, meu Deus do céu. A gente tem um pacto. A gente tem um pacto aqui. O ouvinte que manda o seu e-mail,

para o Pretinho, ele entra num círculo de confiança. Onde está todo mundo junto, mano. E o e-mail do Pretinho é público. Todo mundo tem a senha. E ninguém inventa nada. A gente nem tem tempo para inventar as coisas. Eu queria ter esse tempo. Porque daí tu manipularia... Imagina inventar a história que eu quisesse. A gente jamais vai fazer isso. Nunca fizemos isso. Não vamos fazer isso. Nunca fizemos isso, não vamos fazer agora. 10 anos de paciência.

É o título do e-mail que eu leio agora. Fala, pretinhos. Tudo bem por aí? Tudo lindo. Aqui é a Ruth de Criciúma. Ruth não nasce mais. Ruth Rose? Ruth não nasce mais. Ah, Ruth Rose é a última. Querida Ruth. A Ruth de Criciúma. Escrevo porque no dia 26 de março, eu e meu marido, Luan, completamos 10 anos juntos. Parabéns. Uma década inteira dividindo o boleto, o controle remoto e as piadas de vocês.

O Luan é fã de carteirinha e batemos ponto no show de vocês aqui em Cristiúma no ano passado. Ali eu vi, se ele aguenta o Rafinha todo dia, ele aguenta qualquer coisa. Ele aguenta. No caso, ela, né? Que isso? É isso que ela quer dizer. Ele aguenta. Ele aguenta. Eu queria pedir um favor especial pro Feter. Feter, lê essa mensagem com essa tua voz de veludo que só tu tem, por favor. Ah, não, não. Muda trilha, então.

Love is in dear. É, eu quero... É que o porã não gosta do coração, ele não gosta. O rei amoroso é legal. Nesses casos, 10 anos, cara. É triste, né? 10 anos a gente precisa dar voz ao nosso... 10 anos é bonito. 10 anos é legal, redondinho. Bota aí, faz aí o telecarinho pra nós. Nunca te pedimos nada. Imagina. Dá pra vender, ela não incomoda. Não enche o saco. Não deu certo naquele ano.

Nós estamos há 19 anos fazendo estrosa aqui. O próximo primeiro ano eu ia lá. Dá um pouquinho de paciência. Óbvio, cara. Nós vamos até que ano, Alexandre? Dá tempo de financiar uma casa ainda? Sempre dá. Eu gordo pra esses anos. Fetter diz pra ele que ele é o meu porto seguro. Que apesar de todas as adversidades que a vida impõe...

A gente segue firme, forte e mais unido do que nunca. Luan, eu te amo demais. E segue aqui dizendo, Rafinha, tu é um pé no saco. Mas confesso que dou risada contigo em todos os programas. Vocês fazem parte da nossa rotina. Vida longa ao Pretinho e a vocês. Meu nome é Ruth. Meu nome é Neias. Meu nome é Ruth. Beijos.

Valeu, Ruth. Parabéns aí pela tua história de amor. Linda história de amor. Ruth é Luan. Ruth e Luan. O que é que era? O que é que o Fez? O que é que aconteceu? O que é que o Fez? O Fez está fazendo uma voz de veludo. A declaração é no final do set. Meu nome é Elen. O papo bacana, mensagem bonita. É que o Enéas avisou, né? O Enéas é um homem sábio. Tá louco? Então tá. Valeu, Ruth. Valeu, Luan. Parabéns. Vida longa a vocês. Bota uma pra nós aí, Ivan.

piada pra contar, não? Eu tenho a piada que o produtor fez o roteiro pro Rafinha e aí eu vou ler a piada do Rafinha. Uma mulher, uma mulher, uma mulher entrou no elevador sozinha. Mas pelas tantas ela queimou uma botinha. Mas tão fedida que nem ela aguentou, puxou da bolsa o perfume e passou no elevador. Nisso o elevador parou e o Ivan

entrou. O Ivo entrou, percebeu o cheiro e falou, ué, João. Ah, que cheiro estranho. Tu não tá sentindo, pequena gafanhota? E ela, sem jeito, falou, não, não tô sentindo. Aí o Ivo falou, nossa, parece que cagaram debaixo de um pé de jasmin. Quer levar uma facada? Saudade, eu tava de vocês. Pô, jasmin, tem um cheiro bom. Pô, essas caras aqui, pegaram no livro da Jusca Chaves.

É verdade. É velha isso aí. E tu, Porã, tem uma piada, Porã? Aproveitar que é feriado em Floripa, Porã. Queres uma piada? Gostarias? Eu vou botar uma piada pra ti, então. Quero uma piada. Por que o Porã veio no feriado, né? Eu achei bacana do Porã. Eu vim trabalhar no feriado. Bacana da parte do Porã. Tá toda a rádio funcionando. Parabéns, Porã. Nós estamos ao vivo hoje pra Florianópolis. A empresa tá parada, mas a rádio hoje tá lá.

Poxa, não. Pô, que piada. Tudo está parado em Floripa. Ganhando dobrado a parada. A cidade tá maravilhosa. Tá, mas eu tô aí, viu? A gente tá fluindo.

É sábado que tu vem, nós temos que combinar uma jogada aí, né? Ah, calma. Sabe, né? Que jogada? Que jogada que você vai combinar? Eu quero entrevistar o gordão, cara. Ah, tá. Ele quer que eu vá antes, cara. Ah, não é isso. Infelizmente, ele tem compromisso aqui na sexta-feira, às seis da tarde. E na segunda-feira? Também tem compromisso às três, às onze. Aí ele faz uma comigo aqui. Não, infelizmente não, porra. Pô, respondemos já, então.

Não vou estar liberando, porra. Ele recém voltou de férias. Recém voltou de férias, porra. Tudo bem, obrigado. E tem mais dois diferentes.

É, não implica, bora. Me ajuda. É, gente, a internet cai aí e dá uma zebra grande ainda. Então vamos uma piada de Manoel e de Jacó. Manoel e Jacó. Manoel e Jacó? Manoel e Jacó. Ah, eu quero os dois personagens. Estavam dois amigos planejando como iriam mudar de vida e os dois quebrados. Então resolveram assaltar um carro forte. Depois de tudo planejado, no final de tarde, colocaram o plano em ação, abordaram o carro e cada um pegou um malote e fugiram.

cada um ir para um lado do mundo. Dez anos depois, se encontraram. Jacó vinha com roupa de marca, óculos, fodão, Porsche Cayenne. Óculos, fodão, fodão. Enquanto isso, Manuel estava de chinelo de dedo, velho, de bermuda e camisa simples. Então Jacó disse, eu não me aguentei ficar guardando aquela dinheiro a tudo e fui gastando, fui gastando, logo gastando. Mas vi que você conseguiu se controlar.

Emanuel então responde O que? Achas que são louco agora que acabei de pagar as últimas promissórias? Muito bom Jandir de Teutônia mandou essa É que eu não entendi É que o português ele gastou tudo Comprando nota promissória Agora entendi A piada era ruim mesmo Eu achei que tu não ia me chamar mais Mas eu vou contar uma piada

Pior, porra. Eu vou te ajudar e vou contar uma pior. Quer apresentar o programa? Não, foi grosseiro o cu, velho, agora. Não, o que? O que ele tá pedindo? São três pras duas e não fizemos o break ainda. Não é possível. Faz agora, faz agora. Cara, como assim, velho? Faz agora, senão vai disparar, vai, não vai entrar. Cara, não tô acreditando, mano. O tempo voa quando a coisa tá boa. Porra, jeitinho básico. Essa piada de merda aí, eu não vi, cara. Estamos de volta com Pretinho Básico.

A gente perdeu completamente a noção do tempo aqui no programa. Nessa segunda-feira passou muito rápido a primeira meia hora do programa que durou 50 minutos. Agora é a gente. Praticamente. Eu cometi o erro e era eu. Não, não, eu errei. Eu errei. Eu errei. Eu errei. Eu assumo. Não tem problema em assumir meus erros. Desde que eu seja punido pelo erro que eu fiz. Não há mais. O sangue vai te punir depois de tal. Ele vai tirar a camisa na tua sala. Eu roubei uma bergamota.

Foram dez. Tu foi um mau menino. Vamos dar-lhe aqui no... Não, eu não sou um mau menino. Não, mas aí tu errou, né? A punição para o homem e para dez é a mesma. Errei no exemplo. O cara chegar às onze da noite, a mijada da meia-noite é igual às cinco da manhã. É verdade. Não tem. Cara de mau. Poderia ser só uma pizzaria temática, mas é a cara de mau pizzaria que tem em Porto Alegre, no Boulevard Laçador e também tem em Gramado. Pode sair votando, por assim, ó.

o Gordão tava com saudade dele, agora que eu sei que ele não vai vir dar entrevista pra mim, mesmo assim eu vou... Calma, calma. Sábado? Não pode ser no sábado? Não, sábado o Borão não vai subir morro no sábado. Vai entrevistar o Gordão. Cara, ele já tá no feriado, ele já tá na rádio. Que loucura. Não, não, não. Sábado também não dá. É demais, eu tô com o Borão. É demais. E tu vai votar em quem, Ivan? Eu vou votar no Leandro, que eu achei que o Leandro foram extremamente grosseiros com o Leandro, e o Leandro tava corretíssimo.

E o Leandro trouxe ali... Extremamente grosseiros. Extremamente grosseiros, como o velho. E tá muito mais jovem, tá bonito. Então eu voto no Leandro, essa pessoa incrível aí. Tá. Que me prometeu um presente, eu vou votar nele. Tá bem. E tu, Leandro, vota em quem? Eu vou votar no Léo. Vai devolver. Porque ele já me trouxe presente. Tá, é, obrigado pelo presente que me trouxe também. Obrigado, adorei. Eu adorei ali, né? Vamos estar degustando em breve. Vamos, vamos, vamos. E tu, agora descobriu o que é essa tua camisa aí.

me bateu. É teste de QI. Ah, é por isso que você não tá gostando, não tá com QI. Não, eu tô muito bem, inclusive. Chegaram as cortinas de boxe, aquelas... Antiga, né? Também. Cheguei a dizer que era um tabuleiro de dama. Vai votar em QI. Olhava e dava vontade de comer a dama. Eu vou votar no Lelê. Vou votar no Lelê o e-mail da montanha-russa de emoções ali. Da calcinha no boxe ao mal de Alzheimer. Eu não tava esperando. Aquele e-mail foi surpreendente.

Mas o cara foi galo. De seguir visitando a mulher mesmo depois da doença. Isso aqui foi de galo.

Já são dois votos no Lelê. É, o Lelê foi surpreendido pela própria história. E eu gostei. Então o Lelê já não perde mais o título. Não, o Léo tem dois votos também. Ah, é verdade. Dois do Leandro e dois do Ivan. Puta, é verdade. Mas é que eu não queria votar em nenhum de vocês. Eu queria votar hoje especialmente pelo fato de ser feriado na cidade onde ele mora e trabalha. E veio até a rádio trabalhar. E trabalhar mesmo com o labirinto.

Beleza, tu votou no Porã, o Porã perdeu, tá empatado o Lelê e o Léo. Não, mas nós dividimos o prêmio, Léo.

Não dá pra dividir a pizza. Não dá pra dividir a pizza. Não dá pra dividir. Não, Lele, o prêmio é só pra uma pessoa. Não dá pra dividir o prêmio. Eu quero saber se eu tenho umas pizzas acumuladas aí pra quando eu faço. Tem, tem, pra quando tu quiser. É, sim. Quando tu vier, o pessoal dá cara de mal. É só chegar lá pra... Pode vir que eu te enfio as pizzas tudo acumuladas. Isso. Pra que que tu tem que ser noceiro? Porque tu pede.

Porque tu pede. Duas e cinco. Temos que acabar. É. Temos que acabar. Leleu, não leu. E quem tu bota? É. Pô, agora tá difícil pra mim.

O Lelê é o teu maior puxação. O Lelê é o meu preferido. E o Ivan também. Muito obrigado. Gostei da grosseria, vai levar meu voto. Gostei da grosseria, vai levar meu voto. Obrigado pela sua audiência. Vamos ficando por aqui. Vamos voltar logo mais às seis da tarde. Volte conosco uma boa tarde de segunda-feira e abraço.

Pois, vem te mamar. Eu fiz esse como em orquidais. Tchau. Eu vou dar o nome dele. Você ouviu mais um episódio do Pretinho Básico. A maior audiência do rádio na sua cidade.

Pretinho Básico | 23/03/2026 13h | Castnews Index — Castnews Index