Episódios de Pretinho Básico

Pretinho Básico | 23/03/2026 18h ⭐Neto Fagundes

23 de março de 202654min
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O maior podcast humorístico do Brasil. Elenco da rádio Atlântida repercute as maiores notícias do dia do jeito mais engraçado possível. Veja muito mais no YouTube 📺: @atlantida_TV e @PretinhoBasicoShorts

Assuntos5
  • Música italiana folclóricaOrigem histórica · Resistência ao fascismo e nazismo · Segunda Guerra Mundial · Cantos de trabalhadoras rurais · Pronúncia italiana · Significado político
  • Humor e ComédiaAnedotas · Histórias engraçadas · Brincadeiras · Risos entre participantes
  • Reclamação de Ouvinte sobre o ProgramaAusência no início do programa · Desejo de modo Uber · Risco de demissão · Excesso de conteúdo no trabalho
  • Datas ComemorativasNatã Barbosa · 27 anos · Bento Gonçalves · Celebração no programa
  • Debates GeraisLeite integral · Leite desnatado · Preferências de consumo · Tipos de leite
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Alexandre Feteiro.

menores de 18 anos. Muito bom fim de tarde, garotão Vini Moura. E Alexandre, bom fim de tarde. Obrigado, irmãozinho. Tamo junto. MHNet Telecom, conecte todos os cantos da sua casa com o Wi-Fi total da MHNet Telecom. Leandro Bortolatti, boa tarde. Boa tarde, Alexandre Feta. Segunda-feira você foi. Coisa linda, se foi a segunda-feira, vamos fazer o que com esse restinho de semana?

aí um banco completo pra você. Seja ver o muito bom fim de tarde, Léo Oliveira. E aí, meu jovem? Tudo bem contigo, mano? Tudo bem, cara. Pois é, boa. Fico feliz. Amarelinho pra ti, porque não tava no programa quando ele começou. É a lei, é a lei, é a lei, é a lei. Qualidade nego véio na linguiça, hambúrguer e nos produtos Calemba, nego véio.

Mais tradição e praticidade na sua casa, os produtos Calemba apresentam no Pretinho Básico, Neto Fagundes. Eita, meu! Coisa boa, cara. Coisa boa estar aqui, né? Muito obrigado por ter vindo, compadre. Eu sei que a tua vida é muito complicada, muito atribulada, tua agenda lotadaça, mas tu faz força pra estar com a gente aqui. Eu priorizo, né? Porque eu gosto de estar aqui. Eu já falei nos 18 anos do Pretinho. Eu falei nos 18 anos do Pretinho, cara, que de todas as atividades que eu faço, a mais parecida, a mais prazerosa,

Ainda comigo é o pretinho básico. Eu não vejo porra nenhuma. Tudo certo. Muito bom. Fala aí, meu querido parceiro e produtor Rafael Gomes. Fala, Alexandre. Boa tarde. Boa tarde. Tudo bem? Estou ótimo, cara. Muito obrigado. 100%. 100%. Mais ou menos. 100%. Mais ou menos. Olá, doutor. Olá, doutor. Consulta médica por chat sem agendamento e também sem câmera. Você tem descendência italiana?

Então parla! Viva o sonho da cidadania italiana com a San Pietro! É ou não é Balotelli? Parla! Bonasera! Bonasera! Viva o melhor banho todos os dias! Conheça as duchas e torneiras da Zagonel e siga o arroba Eletro Zagonel nas redes sociais! Uma dúvida só! Boa tarde! Boa tarde, Alejandro! Olá, grande neto! Pô, que saudade do neto! Bela tchau em espanhol!

Bela tchau? Não, é italiano. Bela tchau é espanhol. Bela tchau é espanhol. Eu já fui na Espanha. Mas é que é uma música que é muito cantada na Espanha. A Casa de Papel é espanhol. E Bela tchau é o quê? Bela tchau é italiano. É espanhol. Hasta luego, espanhol. Quando eles cantam Bela tchau, eles estão em um terreno na Itália. Tá música italiana. É tipo tchau linda, tchau bela. Italiana é Eros Ramazotti. É o que é cego. O que é cego?

Pepino DiCaprio, não. Andrea Bocelli. Andrea Bocelli. Os Três Senores. Na informação. Manesquinha Italiana. Bela Tchau é uma canção italiana. De quem? Embora tenha ficado mundialmente famosa recentemente pela série Espanhola, La Caça de Papel, a música é um hino tradicional da resistência italiana contra o fascismo e o nazismo.

Durante a Segunda Guerra Mundial, com raízes em cantos de trabalhadoras rurais do norte da Itália. Isso aí, isso aí a minha mãe não me contou. É, mas que a tradução era isso aí, tipo, eles cantavam na matina, que aí eles acordando... Esses dias eu vi um corte de uma entrevista do Renato Russo, que é um cara de descendência italiana, Manfredini. Nossa, ele tá vivo?

A palavra fascismo, ele fala fascismo. Um CH. E está correto, sabia? É, fascismo por causa da pronúncia, né? Exato. Fascismo. Sim. O Getúlio Vargas pregou. Opa, pera, porque saiu um pouquinho. Vamos ouvir. Vamos ouvir a aula de história de graça aqui com o Ivan. O Getúlio Vargas, no começo da Segunda Guerra, ele era o... Ele... Como é que eu posso falar? Getúlio abriu Vargas. O Getúlio Vargas, ele foi um ditador em algum momento da história.

do Brasil. A Vargas. Foi. Depois ele vira um cara eleito pelo povo e morre um cara populista. Isso aí a mãe me contou, que a mãe não gostava de Túlio Vargas. Não achava, não gostava da política dele. Ela preferia quem? Brizola. Brizola. Saudade do Brizola. Grande homem, né? Grande governador do Rio de Janeiro. Pouca gente fala disso. Eu tô aqui pra falar disso. Só por isso. Eu cantei na posse do Brizola no Rio de Janeiro. Ó, viu?

Isso aí ninguém tá falando. Tentou ser presidente, mas podia ter escapado do Collor, mas o quê?

O brasileiro vota mal. É, é verdade. Tanto que nós tivemos dois impeachment. Não é de hoje. Dois impeachment, porque votou mal. É isso aí. Nós não entendemos o que é democracia. É isso. Daqui a cem anos o brasileiro vai entender o que é democracia. Ou não. Não vai, porque o processo histórico do mundo, ele demora tempo. Por exemplo, quando o Jesus falou, faça-se a luz. Jesus não falou, faça-se a luz. Foi Deus, foi Deus. Mas que ele é filho de quem?

Foi Deus. Não, mas é que uma coisa é o pai, outra coisa é o filho. Foi o pai dele que falou, faça-se a luz. Isso, quem que fizeram? Brizola tava lá já.

Tá, já tinha fio naquela época. O Brisa tinha um cara muito especial, que era o Darcy Ribeiro, junto com ele, que era um cara que pensava essa coisa. Tanto que ele abriu mão da vida dele pra morar numa aldeia, né? Pra descobrir por que os povos originários... Era um tarzão ao contrário. Cara, ele era um tarzão ao contrário. Ele foi morar lá pra descobrir a maneira de condução de uma coisa coletiva. O Darcy Ribeiro era um cara muito fera, velho. Muito fera. Muito bem, encerrado o capítulo História aqui no Pretinho Básico.

Vamos em frente com o aniversariante desta edição, que é o Natan Barbosa. O Barbosa. O Barbosa. Ele é soldador de Bento Gonçalves e está fazendo 27 anos. Ah, ele é militar? Não, ele é soldador. Se fosse militar, seria soldado. Ah, mas vai ver ele está com dor. Ah, olha só. Sandrinho, deixa eu te perguntar. Caga, galera. Dá um socorro. Hoje não. Hoje não. Ainda não. Hoje.

e vai até a meia-noite. Nem nunca. A ideia é pra ele, que ele vai te botar dentro. Eu, infelizmente, vou um pouco dentro. Dizem que depois de ver, eu ia experimentar. Tu falou. Dizem que quem não faz quando é novo, faz quando é velho. Tu falou. Falou sim. Alessandro, chegou a falar isso aí, cara. Chegou a falar em adulto? Claro que não. Falou pra mim. Falou pra mim. Fico duas semanas. Infelizmente, eu nasci assim e vou morrer assim. Eu nasci assim. Eu vou. Alexandre, Gabriel.

Vai morrer só com vontade, isso aí. É, só com vontade. Uma vontade é uma coisa que tu dá e passa. Não, mas é que não adianta nada ter vontade se o cara não tiver coragem. Ah, isso é verdade. Ah, mas homem fez sem coragem não pega mulher bonita. Também tem isso. Não tem problema ter vontade de não fazer. Mas não enche o saco de quem faz também. Eu nunca fiz, estive próximo e não recusei. Próximo? Quanto próximo? Dois centímetros. Então deixa eu te colar uma coisa. Não, não, não, não. Não entrou, não.

pra lá ou pra cá? Pra fora. Pra fora, ah tá. Não, se vai, não. É, vai 5, 80. Bora lá atrás, ele é o terroplagado. Se só entrou na zona pra perguntar a hora, foi na zona, não tem. Se só entrou no Entre Nádegas ali, né? Isso. Não, não, não. Mas é com o Vini. É, o entrecou. Bom, vamos dar uma giradinha aqui nos destaques do Pretinho Básico antes que a gente perca a mão. Brasil. O Brasil. O Brasil. O brasileiro. Pode se tornar o maior produtor

Cannabis do mundo. A gente está fazendo a nossa parte. Brasil. A empresa brasileira de pesquisa de agropecuária faz pesquisas de tempos em tempos para saber qual é o futuro que o ramo pode ter no decorrer dos anos. No fim do ano passado, a Anvisa autorizou a Embrapa a iniciar uma pesquisa de produção a longo prazo

Brasil. E tudo se leva a crer que... Maconha? Não, não, não. Produtos derivados da cannabis. Não é maconha porque é maconha. Até onde a gente sabe. É uma droga ilícita. Eu quero uma maconha pra ficar capaz. Ivan, eu vou te dizer uma coisa. Uma planta, uma cannabis sativa. Uma planta natural. Tu pode usar 100% dela. Pra fazer... Pra ser útil. Mas tu usou ela então?

Mas ganha, amor. Camisa, roupa, tênis. Tem roupa de maconha, camisa de seda. A do FEDERA é de maconha, camisa de seda. Cosméticos. É pra enrolar maconha. Produtos veterinários, etc. Chapau cajou. E aí, é uma pesquisa muito semelhante à que foi feita alguns anos atrás com a soja. Amargonha. Há alguns anos atrás, a Intrapa também fez essa pesquisa. E o Brasil se notabiliza como um dos maiores produtores de soja do mundo, graças ao cerrado e graças ao biotipo que permite que o Brasil seja...

E justamente pela grande variedade de possibilidades de produção canábica, seja secada, pampa ou qualquer outro, a Embrapa autorizou a pesquisa para saber qual é o melhor lugar para se plantar canábis a longo prazo. Então vai ser praticamente uma década de pesquisa. E justamente pela imensidade do território brasileiro, a gente tem potencial... Pela o quê? Imensidade. Imensidão, pode ser? Imensidão, Amélia. Imensidade não existe.

A imensidade não existe? A nossa língua é muito diversa. Eu já falei pra vocês que na última vez que eu estive na Argentina, eu trouxe de lá a pomadinha, né? Eu trouxe não, né? Então tá valendo imensidade. Se eu trouxe, tá valendo imensidade. Ele rasga o português. Ele pisa em cima do português. Ele rasga. Eu trouxe. O Aurélio se remexeu no cachorro. É, todo mundo acerta todos aqui. Eu trouxe. Trouxe é foda.

O Oxford acordou agora. Uma pomadinha de cannabis que é pra dores musculares. Que eu sofro muito de dores musculares. Então passa na língua. Tá achando delicado. De novo. Ele já foi há uma hora. Aliás, eu gostaria de pedir quem é que tá com a gente lá em cima. É o Zé Carona. Zé Thiago, Zé Carona. Bota pra nós o cartãozinho amarelo. Ah, botou já. Obrigado, querido. Muito obrigado. Imensidade existe, viu?

mesmo? E é sinônimo de imensidão? É. Poxa vida. Desculpa então, me faltou esse vocabulário aí. Grande abraço. Vem de imenso mais idade, formando a ideia de qualidade do que é imenso. Bom dia que é bom. Ah, então não é de imensidão. Então não é, então não sabe nada. Muita gente acha estranho porque se usa mais imensidão, mas imensidade é correta e aparece de maneira mais formal. Bom dia que é bom cada planta a cannabis. Na terra, na terra.

Na terra, na terra. Na terra, na terra. Provavelmente em ambientes mais secos, né? É demais. Calma, aqui no sul não vai dar muito tempo. Ou na tua estufinha, né? Estufinha daí, né? Tua estufinha? Na tua?

de quem? Do cara? Não, da pessoa que tá nos escutando. Desculpa, do cara. Não, na tua, tua. É, mas é que ficou estranho, né? Ficou estufinha? Ficou estufinha. Tem estufinha? Mas é que nem fazer servei. Quer comprar uma? Tá sem estufinha? Comprei duas. Tem duas lá no quartinho, tá pedido dobrado na Amazon. Mas é que nem fazer servei. Teve uma cidade agora que encontraram no corredor da rua principal, assim, começou a nascer pés gigantes de maconha. Alguém deve ter plantado, olhou aqueles vazios.

O cara chegou ali e falou, ah, o cara quis pegar. Minha vizinha plantou uma semente no meu quintal. Que realmente brotou o tremendo ar pagão. É a rua mais tranquila da cidade. A Magonha. Esse é um assunto que a gente fala com frequência aqui, né, cara? E ele é de um atraso, de uma hipocrisia nesse país, cara. É verdade, velho. É difícil discordar. Cara, tem tanta coisa. Cara, tu joga no Google agora e pesquisa ali. Benefícios. Da Magonha. Benefícios da planta.

Eu trouxe uma coisa. Aí tu vai ver um monte de coisa ali. Mas aí é que... É o Macron. Eu trouxe uma imensidade. Eu acho que o Lelê gosta. Não, cara. É que é só pesquisar o negócio e ver que isso poderia movimentar a economia. É verdade. Gerar emprego, imposto. Diminuiria a violência. É um monte de coisa. Mas é que daí tem que ver se os caras lá que fazem as leis, se eles querem melhorar essas coisas. Mas tem uma coisa também, né, Lelê?

memória e pra mais de um monte de coisa que eu não lembro agora. Olha, isso aí já está sendo questionado também em pesquisas recentes. Ah, para, Lelê. Todo mundo tem um amigo maconheiro que fala assim. Isso é estereótipo, né, cara? Eu tenho um amigo que bebe e já morreu. É, mas semana passada tu tá falando 05 e nem por isso tu fumou maconha. Eu não fumo. Nunca fumei nem cigarro. Eu tenho a fumaça. Fumaça não dá pra mim. Mentira.

Não, é verdade. Eu estou te dando uma informação. É aquele jeito de se expressar.

Como é que fazia? Como é que tu fazia? Foi gigi? É gigi? Não, mas é que quando vem a fumaça do gelo seco ou daquelas máquinas de fumaça ou qualquer fumaça, eu passo mal. Eles têm que deixar presinho no pulmão. Ai, eu passo mal com o gelo seco. Como é que tu fazia? Aí ele abre o vidro, cara. Ai, gente, o gelo seco me faz mal também. O Alexandre tá certo. Ai, ai, ai, cara. Hoje vai ser o dia, né? Vambora pro próximo destaque do pretinho. Mulher é presa. Após gravar cenas,

fetichistas em imóveis alugados via Airbnb. Ah, não pode mais nada também. Não, não pode. Algumas coisas não podem. É que nesse caso, eu acho que todo mundo vai entrar nessa que vocês vão entender que não deu pra separar as imagens. Vamos ver. A Nicolete, a Nicolete é uma influenciadora do OnlyFans, né? Que ela cria conteúdo adulto. Ela gosta de um fetiche chamado

Como é que eu vou falar? Fala, quer falar no meu ouvido? Uma chuva colorida, uma chuva dourada. Tá lindo, já matamos a charada, muito obrigado. É a única vez que eu vou falar. É tipo expressão. Todo mundo entendeu. Tá. E aí, o que ela fazia? Ela alugava um Airbnb muito bonito, né? Que fosse legal, uma casa que a pessoa quisesse ver. E o fetiche das pessoas que pagavam pelos vídeos e fotos que ela fazia eram em locais diferentes daquele imóvel. Ah, faz na piscina que eu quero ver.

Fala em cima da cama que eu quero ver. Agora a fase do... Nicolete. Nicolete. Depois tu me manda separadinho bonito. Não, eu não fui atrás. Eu não fui atrás. E aí quem descobriu isso foi um dono de um imóvel que alguém mandou pra ele dizendo meu, essa aqui não é a casa que tua louca. Tu não tinha esse chafariz na piscina. E aí ele olhou e aí...

Foi justo a gente pesquisar os lugares onde ela tinha feito aquilo e descobriu coisas danificadas. Descobriu coisas que ainda estavam sujas, digamos assim. E aí ele foi cobrar dela um prejuízo de quase 5 mil dólares. Só que o que ela faz? Ela paga o prejuízo. Por quê? Porque ela recebe mais do que isso pelos fetiches. OnlyFaz, ela faz? Exatamente. Eu nunca descobri o nome dela. Nicolette. Nicolette Golden Shower. Só que aí... Mas é Shower ou é o outro? Só que aí...

Não, não, é shower. Shower não está. Achei que era de cocô. Porra, cara. Por que eu falei no chafariz, cacete? Não, não, não. Não, não, não. Ele voltou hoje. Azulzinho pra ti, 5 minutos fora. Vai pensar lá nas cagadas que fazem. Vai, vai, vai. Ele falou em shower e eu falei em chafariz. O programa estava tenso.

O programa tava tenso, cara. Aí tu larga tudo. Pô, todo mundo se segurando. O Alexandre fez que nem o Giz mesmo. É a melhor parte. Ele só não expulsou porque ele voltou hoje. Ele fez tipo assim, não, não, tu não fez isso. Não, o Alexandre chegou hoje, cara. Ele chegou a olhar pro cartão e ele disse, tá. Eu vou aliviar o cartão. Mas já é o segundo programa dele hoje. Voltando de férias. Só que aí os proprietários estão dizendo o seguinte, beleza. Esse copo aqui tem um prejuízo.

e tal, tu vai me comprar outro. Só que esse copo era um copo específico, de uma loja específica e não tem como repor. Então o valor que eu paguei dele não é mais esse valor. Mas ele não pode deixar essas coisas do Airbnb também, né? Vamos combinar. Claro que pode. Não quero te acordar, Alexandre. Não, eu não tô dormindo, cara. Eu só tô cansado com o som. Não, o Airbnb, cara. Lelê, tem um monte de Airbnb que é histórico. Aqui a gente tem tanto o Airbnb do Friends quanto o do Harry Potter em Porto Alegre.

Tem os dois que são temáticos. E a casa é dele, né? Ele faz o que quiser. E aí, velho, tem coisas de colecionador porque são pra fãs irem. Exatamente.

Tem lugar. Tá, mas esse magrão aí não era caixa de colecionador. Mas no caso dele tinham peças que não poderiam ser repostas. Imagina, tu aluga o teu sítio. Teu sítio, Lele. O cara faz uma M dessas. No teu sofá. Também, né? Tu deixou lá. Sabe por que eu não alugo o meu sítio? Porque justamente tem coisas lá. Pessoais. Que eu acho que as pessoas não podem chegar perto. Eu vou sentir, então eu não vou alugar. Tá certo. A tua magonha.

Esses eu emprestei o sítio pros amigos que quebraram umas taças lá. Magonha. Eu não quebrei. E não cobrou deles? Não cobrou deles? É, eu sou gente boa. Tem que cobrar.

Não sei, cara. É que eu não quebrei taça. Não sei. Deram um nó na minha rede, cara. Pô, não é possível. Ah, isso eu também não usei a rede. Quem é que deu um nó na minha rede? Alguém pesado. A rede era só pra te fazer o coisinha aquele, sabe? Hein? Alguém pesado. Deram um nó na minha rede. Alguém pesado. 6h24. Pra gente não perder o timing do programa aqui, que nem no programa da Uma, que quando a gente viu já tinha acabado. Mas é a Nicolete.

A Nicolete já foi. Pesquisa agora, Lelê. Não, não. Lembrei agora, Lelê, da Nicolete Larson.

Neil Young, que gravou Lotta Love, tá ligado? Tem na 72 essa versão. Tem, claro. Tem aqui também. O próximo destaque. Seguimos ainda. Seguimos ainda. Tu viu que o da pena nem veio hoje. Nem veio e já foi expulso. Temático fetiches. Policial renuncia ao cargo após investigação exposta

seus fetiches por pés. Descobrimos que na Flórida, a Brandy, de 21 anos, que era uma policial recém-formada, ela não poderia ter um segundo emprego, mesmo que esse segundo emprego fosse tirar fotos e vídeos dos seus próprios pés. Ela falava abertamente sobre isso com seus colegas, porém, alguns, digamos, envolvidos na área policial viram ela, uma mulher da lei, usando

artefatos e vestuários da polícia norte-americana. Não dá. Então, mesmo que não aparecesse o rosto dela, apareciam algumas tatuagens ou algumas coisas como, por exemplo, o nome de guerra dela que aparecia. Qual era o nome de guerra dela? Brandy. Ah, ok. Vai saber, né? De repente, Brenda. Que apareciam ali do condado, então era fácil identificar. Qual condado?

Palm Beach. Ela disse que... Ela disse que resolveu... Ela sabia que não podia, mas ela estava esperando ganhar um pouco mais com isso, porque ela tinha ganho só 6 mil dólares em um pouco mais de um ano. Ah, fazer um extra? É, ela estava fazendo um extra. Mas mesmo assim, toda vez que tu usa a farda aqui não para trabalhar, tu precisa avisar o condado e o principal. Se tu tiver uma segunda profissão, tu também precisa avisar o teu xerife.

Certo. Então ela não fez nenhum dos dois e ela acabou sendo demitida. Demitida, expulsa.

da corporação. E agora vai enriquecer. E agora vai enriquecer. Agora vai pousar a farda e mostrar o bolo. Como é que é o nome dela mesmo? Brandy. Não, esse é o nome de guerra. Brandy Tenlen. Tem gente milionária fazendo isso aí. Abre, por favor, a porta e chama o gordo. Bateu aí o cinco. E deu tempo. Bateu, eram quatro, né? Quatro minutos. Pode voltar. Pode voltar aí. Voltou educado, tu viu? Vamos ver, né? Olha ali, cara. Bem-vindo, cara.

Tá, agora a pergunta que não quer calar. Tu ficou 100 minutos ali fora. Digitou, Nicolás? Digitei. Cuidado. E do Andy? Depois eu posso mostrar pra vocês ali. Vale a pena. Porque tu voltou bem tranquilinho. E eu entendi, vendo o vídeo, a indignação do dono da casa. Eu, com tal razão, não se faz isso um dano ao patrimônio. Tá bem.

Muito bom. Foram os destaques do Pretinho. Já acabou? Sim, acabou. É que tu perdeu um, né? Tu perdeu dois. Puxa. Tu perdeu da... Não, tu perdeu só da policial. Da policial que tem fetiche por pés. Não, tu não tava no programa. Tu ouve na reprise, se tu quiser. Mas questão de ordem. A gente tem que pedir pro Zé Carona botar de novo o cartão amarelo pro Ivan, que ele segue amarelado. Não, não, não. O azul não zera. O azul não zera. Pode botar. Obrigado aí, Zé. Dá uma girada na mesa.

Feito.

vai indo. E aí eu disse pra ele, ah, tô indo na casa da minha namorada. Que nós nos conhecemos em uma festa e estávamos meio namorando ali e tal, né? E disse que ela tinha uma irmã recém-separada e que a recém-separada dava em cima de mim. Mas nunca tinha rolado nada demais. Ela já quis algum dia alguma coisa comigo, mas não rolou. Ela quis algum dia quando tava no chuveiro da casa da piscina. No chuveiro? No chuveiro da casa da piscina. É essa casa aí que tão falando.

É o chuveiro. Mas o pior foi que eu disse que tinha uma séria atração, não só por ela, mas pela mãe dela. Uma coroa com uma comissão de frente lindíssima. Parecia aquela tia de filmes adultos. E que já até pensei nela junto com a minha namorada. Aí, Magrau. Dá pra pensar como lê junto.

Nós dois demos muitas risadas, parei no mercado, comprei algumas coisas e seguimos a viagem. Chegando na hora do jantar, minha namorada me perguntou o que que eu tinha. O que que aconteceu contigo? O que houve, Fernando? Tá calado? Não falou nada no churrasco com a nossa família? Aí eu chamei ela de canto e respondi. Por que que tu nunca me falou que o teu pai era motorista de aplicativo? Abraço a todos, Rafinha, sou teu público. Beijo na bunda do Gordo Léo e até mais.

Meia da tarde. Tem uma pergunta aqui pro Vini Moura que eu não posso perder. Opa! Buenas pretinhas, vocês tão bonzinho? Tão, tão bonzinho. Vini Moura, respondendo apenas com sim ou não. Fácil essa, né? Sem margonha. Respondendo apenas com sim ou não e de sangue doce. Me responda. Você já pensou em parar de liberar o brioco?

Sim. Tá bem. Tá respondido aqui, então, pro Guto Zambon, nosso ouvinte de São Paulo. Essa aí é muito boa. Boa, doutor. É simples. É sim ou não? Sim, sim. Já pensou em parar de liberar. Mas ainda não tomou uma decisão. Não, tô... Tá ótimo. Tá certo. Tá bem. Não sabia que o garoto aqui gostava. Não sabia. Não faz nenhuma diferença. Gosto dele igual. Sim, sim. Não faz diferença que a gente respeita todos.

mim, que eu vou gostar mais. É, vai gostar mais também. E tu, Lelê, bota o que pra nós aí, Lelê? Sou de São Paulo, capital, mais um, dois ouvintes de São Paulo, um atrás do outro, e passei a acompanhar o Pretinha pelo menos seis meses. Tudo isso graças ao Spotify. Ivan. Muito obrigado, Ivan. Muito obrigado, cara. Como eu não consigo acompanhar nos horários ao vivo, eu sou um ouvinte assíduo pelo Spotify. E só por isso eu mando hoje, não, e por isso, só mando hoje esta mensagem. No programa do

Muito obrigado. Os dois dedos do meu pai.

Simples, ácido e em seus comentários e muito engraçado. O Ivan deve ter mais espaço em enredar com mais frequência, colocar quem o irrita no lugar, ameaçando com as facadas e mostrar o seu valor. Gordo Léo, sou teu público. Abraços a todos, sucesso sempre. Não assina. Ah, que pena. O meu público é assim. Minha cara não tem vergonha de falar. É um admirador fantástico. Se é que nem o Fandereus Jack, nunca se assume. É isso aí. O Fandereus Jack.

Tu é malandro, tu atacou. O que? Quem não vai te rendar muito. Esse dia que existe, não se pronuncia. Não, mas você é fã de... Tipo da guria lá, coitada da guria lá que falou mal da filha do Carlos Flamengo. Chapéu Rowan. Dave Chapéu. Quem é o Chapéu? Quem é o Chapéu? A guria, Chapéu Rowan. Se enredou lá no... Chapéu Rowan. Vamos ver aí, Vini Moura.

O que é que tá escrito?

Tomadinha na língua também. Dos seus colegas falaram. Não, mas é que é um dos seus colegas. Falou. Eu concordo contigo. Mas concordamos também. Quando a gente tá lendo, a gente tá na automática. Tem que ajudar o ouvinte. Mas vamos ajudar o ouvinte, né? Um dos seus colegas. Um dos seus colegas. Falou. Falou. Não falaram. Dois falaram. Meu grande amigo. Falou o quê? Que tu só tira selfie de perto porque teu braço é curto igual o T-Rex. Isso aí, isso aí. Igual coisa de porco e curtinho.

Ah, minha selfie não vai muito longe. Eu digo pra mim, aproxima que não vai pegar. Ficar longe não vai aparecer. Chamaram você de bracinho de dinossauro. Total, motora de conv. Provavelmente tu sabe quem falou. Ah, o Rafinha, óbvio. Até o Alexandre Fetter de Moraes, Rio. Abraço a todos. Não se deixe de demorar. Não chamaram ele. No programa de ciência chamaram ele. Chamaram ele assim porque o juiz tá... Ele tá um pouco imparcial. Ah, o Xandé. O Xandé do Bonfim tá...

O Xandeco de boa. O Xandeco, né? Ai, que loucura. Mas é difícil o cara que tem o braço curto, ele não dá selfie. Mas eu sou péssimo na selfie. Recebi outro também, que era o Alexandre Daronco também. Alexandre 920 também, né? Exatamente. O Pretinho tá me fazendo perder estrelas. Olá, Fetter. Tudo certo? Seguinte, aqui é o Valdoir. Você veio. De gravata aí, motorista de Uber.

sempre na parceria com vocês, ouvindo o Pretinho Básico durante o trabalho. O problema é que vocês são bons demais no que fazem e ruins na hora de me ajudar a manter a compostura com os passageiros. Já passei por situações do tipo, passageiro entra no carro, maior clima de velório, silêncio total. Aí do Neida começa uma história. Vai escalando, vai subindo e eu já vou ficando tenso. Quando vejo, vocês estão falando do Viri Moura abrindo as

Nádegas para peidar. É o maior papelão de 2026. Resultado, eu tentando segurar o riso, quase chorando, dirigindo igual maluco, e o passageiro em completo silêncio, provavelmente repensando todas as decisões da vida que o levaram até aquele Uber. Ou pensando em fazer aquilo. Ou pior, quando o passageiro escuta e fica olhando para frente, claramente pensando, mas por que eu peguei esse carro? Resumo da ópera.

desligo vocês, o que é praticamente impossível, ou corro o risco de perder minhas cinco estrelas por excesso de pretinho básico no veículo. Então fica aqui o meu apelo, criem um modo Uber no programa, o que seria uma versão levemente menos constrangedora para quem está trabalhando ouvindo vocês. Brincadeiras à parte, sou fã de vocês e vocês fazem o meu dia de trabalho muito mais leve, mas ó,

Se um dia eu for demitido, já sei de quem é a culpa. Como assim demitido, cara? O aplicativo pode... Ah, o aplicativo pode cortar ele? Pode, pode. Mas com a nota 5 estrelas? Não, não, não. É muito difícil. É uma arte. Pra aprontar alguma coisa, mesmo tendo 5, tu... O doutor me disse que a principal tática é tu cornetear a gente pro passageiro. Quer te passar o passageiro? Entra e tu diz, ah, tu te importa que eu ouço o pretinho?

Ah, é que eu passo aqui o dia inteiro sozinho e tal. Ah, não leva mais, eles são meio bagaceiros e tal.

Acho meio nada a ver, mas eu me sinto muito sozinho, então eu deixo. Ah, mas ele largou toda essa resenha antes de largar o carro. Aham, porque essa aí ele disse que isenta. Ele disse que desde que ele começou a meter essa, as notas dele não baixaram mais. E fica a dica, porque eu sou o cara aqui da mesa que mais anda de aplicativo. Como é que tu sabe, cara? Porque eu não tenho carro aqui da mesa. Ah, boa, boa. Bom argumento é bom.

Vou aceitar o argumento. Ele refutou. Vou aceitar o argumento. E a principal reclamação é essa. Pô, eu gosto de ouvir vocês, mas o passageiro e tal. O Gomes deu uma dica excepcional.

Tu falou agora, vai explicar. Fala mal junto. Já fala mal, isso eu não gosto. Eu tenho que ouvir só pra passar o tempo e tal. Miguel, assim, pra tu ganhar cinco estrelas, cara. Ou fala que tu é pai de alguém da mesa. É meu filho. Ah, meu filho tá ali. Isso. Pode dizer que é meu, eu não tenho. Não sei se isso aí é meu pai. Não, meu pai morreu muito cedo, ninguém conhece ele, tá tudo certo? Diz que é meu pai. Não sei essa regra, pode não funcionar.

Não, não, diz que é meu pai. Eu botei pra minha mãe, pra ti, ela diz assim, eles pagam alguma coisa?

O pai, tu vai... O pai! O pai! O Henrique Cristo sumiu? O que que tem aí? Sumiu? Nunca mais viu o Henrique Cristo. Não, ele já foi. Você segue aí no Instagram? Olha, cara, mas ele tem o mundo inteiro pra resolver coisas. Só três pessoas seguem o Henrique Cristo. E uma parou de seguir. Não, é verdade. Mas a galera segue o Henrique Cristo. Não, nem é tanto. Ele tem só 37 mil. Sério? Ele tá vivo? Não, cara. Claro que tá. Fazendo versões. Qualquer coisa ele...

cabeludo. Ele tem um canal no YouTube. Eu sigo ele no Instagram. Tu segue o Henrique Cristo? E o Pedro também. Óbvio que sigo. Eu tenho que fazer o Instagram, não tenho? Tu não tem Instagram, Ivan? Pô, Ivan, então faz logo antes que façam. E detalhe, ele é o underline Henrique Cristo, porque alguém já tinha pego o Henrique Cristo. Faz o real, Ivan. Talvez o real, né? Mas cara, eu deveria fazer o Instagram. Acho que deveria. Fazer o Instagram, o TikTok, o Treads e o Wax. E o Bubble. E o...

O que é bubble? Pra encontrar as coisinhas dele, né? Pra matar gente. Tá ruim aí, cara. É o novo Tinder. É tipo o Badu? De tempos em tempos surge o Badu. O Badu? Badu, tu entrega o pior, né? De tempos em tempos surge o novo aplicativo que é como se fosse... Ah, esse é mais exclusivo. É isso. Teve o Inner Circle, teve o Happn e agora o da moda é bem por dentro, né? Aí, cara... É, esse é meu trabalho. É meu trabalho, meu trabalho.

Não, teu trabalho não é esse. Meu trabalho não é esse, peraí. Meu trabalho, meu trabalho.

Eu pesquiso as pautas. Vai ser aqui na rádio. Aí meu trabalho é ir nos aplicativos encontrar gente. Tem uma piadinha? Tem uma piada? Tem uma piada. Então bota uma piada aí, vai. Eu vou ter que baixar o banco que a Icara está me traindo. Ah, para. É com um cara de entregador de gás. Sério? Entregador de gás? Bom, mas ela gosta da prestação de serviço. Primeiro foi o pintor. Não, não, não. Essa é outra pessoa. Eu fui traído por um cara da Contravipa.

Que limpa a Ipiranga, que faz a manutenção. Por que que tu acha? A galera da Contravipa que faz a limpeza e a manutenção da Avenida Ipiranga às três da tarde. Ou às nove da manhã. Eles esperam, eles esperam, não, obviamente essa ordem deve vir de um órgão público, né? E a Contravipa é uma prestadora de serviço contratada. Aqui eu quero que vocês vão lá no pior momento do trânsito de Porto Alegre pra todo mundo ver que nós estamos fazendo.

E uma das avenidas mais movimentadas da cidade. Isso, bem tranquilo. Ela me tranca uma via, cara. Eu só queria saber do... Por que tu desconfia do entregador de gás? Ela tá com muito cheiro a gás nas mãos. E ela tem... Mas ela pega o botijão, então. Ela pega outra coisa. Cara, ela perdeu o lacresul do cachorrinho. Puta que pariu, ganhou meu voto. Ele ganhou meu voto. Puta que pariu.

Eu tô de desconfiar. Pode desconfiar. Mas quando é que o entregador vai lá? Não, é ela que vai. Porque a gente mora na rua. Ah, é verdade. Conheci a Ícara. O primeiro encontro nosso foi bom. Por que tem entregador de gás? Não, porque ele passa de moto. Ele é de moto, leva os botijões atrás ali. Leva dois. Tem três agora, tem pra três agora. E aí eu desconfiei o cheiro de gás.

Aqui, pertinho aqui, numa esquina, eu vi ela saindo na moto. Na moto? Ela saindo na moto. No lugar do botijão. Tava ela. E ela nem cabe ali. Mentira. Ela nem cabe ali. Aí, cara, tem muita dificuldade de conseguir dinheiro, porque ela é muito maçuda. Ela não cabe ali. É que ela é maçuda. Mas é pra comer que entrou, então? Maçuda. Mas para aí, se não cabe, como é que entrou? Gordou nela. É maçuda. É como é que tu dá perto? É um fiapo.

Eu sou guerreiro. Ele é morto de fome. Eu sou morto de fome, cara. Eu tô na rua aí. Mas o que que tu vai fazer? Tu vai perguntar pra Ikara se ela tá pegando o entregador de gás? Eu vou ter que... Eu queria... E tu acha que ela vai dizer que sim? Ah, ela é muito honesta comigo. Ah, tô vendo. Não, assim, ó. O da contravipa, ela me contou. Tudo bem, eu peguei os dois no fraco. Ela falou... Tem o áudio, tem o áudio. Desculpa. Aí o quê? Aí eu tenho esse problema aí. Mas eu acho que talvez...

O problema que mais te abalou foi a trilha sonora Mama África. Isso. É o problema esse. Poxa vida, aí o cara da conta aí não posso ver o guirim. Então já é a segunda guampa que tu tá tomando só daí, cara. Tu vê o macacãozinho laranja aqui? Eu já choro. Eu tô mal. Mas o caminhão do gás eu fico fodido. Por quê? Não pode olhar nem suquita. Começa nem mesmo. Mas eu acho que eu vou me separar. Meus filhos estão criados, estão tudo bem.

Graças a Deus. Mirabel tá bem. Onde é que tá o Mirabel, hein? Mirabel, ele tá na França. Ô, que beleza. Com o... Com o tio. Claro, com o tio.

Na França cultiva ele. Essa família não faz nenhum sentido. Por que não? Porque tu mora na rua e aí tu tem um filho na França. Ele deu sorte. Aí o entregador de gás para tudo. Ele deu. Ele deu. Pois é, cara. Sorte. Por que que tu... Eu falo da tua família aqui no programa? Fala. Nossa, o filho não deu agora. Eu não falo da família de ninguém aqui no programa. Eu não falo da tua, não falo da dele, não falo da dele. Mas é que tu fala da tua.

Tu fala da tua. Tu expõe a tua. Tu dá a chance pra gente falar da tua também. Ah, isso é verdade. Mas aí ele tá lá na França.

Qual lugar ele tá na França? Em Los Angeles. Ele ia largar um Los Angeles. Puta que pariu. Ele tá em Lyon. Lyon. Lyon. Lyon. Lyon. Lyon. Lyon. Lyon. Lyon. Lyon. Ele torce pro Lyon. Ele torce pro Lyon. Ele torce pro Lyon. Ele torce pro Lyon. O Mirabel ou o Dino? O Mirabel. E o Dino torce pra... O Dino é... O Dino é... O Dino é Colorado. É?

Ele é colorado. Ele é colorado. Muito bom, cara. Eles se conheceram. E ainda quer contar piada depois disso? Acho que é melhor não que eu possa contar piada de bosta e estragar o clima que já tá bacana. Mandou muito bem aí. Então só um abraço. Vamos entregar pro Neto faz muito de contar piada. Porque ele conta bem piada. Ele conta bem piada. Só queria só mandar um sentimento nesse momento meu. Sentimento feeling. Eu tive no enterro do irmão do Oito Dedo recentemente. O irmão do Oito Dedo?

O dedo morreu? Morreu. De quê? Morreu. Ele era eletricista. Puxa vida. Um dos piores que eu conheço. Foi por isso. Mas ele morreu em ação? Ele morreu de quê? Eleutrocutar. Não calçou as avalentas. Ele morreu. De pé descalço na água. Os piores que eu conheço. Morreu eleutrocutar. Descobriu da pior maneira que ele era um dos piores. Ele estava começando a profissão. O cara tem que cuidar. A profissão nova, o cara tem que cuidar. É verdade, Igor.

Agora ele vai estar lá em cima com Deus. Ele está mais perto da luz agora. Ah, calma. Quem está tomando aí? Você está tomando vodka. Estou tomando vodka. Vodka? Estou tomando vodka. Eu gosto de vodka. Eu tomo vodka. Vodka pura? Pura, claro. Estragar vodka, botar o quê? Bom, é verdade. Estragar vodka. Botar o quê? Energético. Não, não, nem pensar. Eu tomo tudo puro. Puro, só não tomo água. Água não tomo. Não toma água? Água mata.

Só se tu te afogar. Isso, água excesso, mas que leite? Não, leite não, aí tu quer dizer o que que eu sou? Eu te abrimei. Como assim, cara? Não, como assim, peraí. Leite é uma bebida. Ele te perguntou. Mas leite o que? Leite é alimento, leite é alimento, leite é vida. Tu gosta de integral, desnatado? Tu gosta de leite? Adoro. Tu de casa ou tu de saco? Eu te dou. De saco não tem mais, é só caixinha. Ah, quem quiser eu te arrumo leite. Eu prefiro leite em pó também, gosto de leite em pó.

Leite eu nunca tomei. Leite? Não. Por isso falta ferro. Se tiver com falta de ferro... Ele tá nesses, ele tá nesses. Ele quer comer todos os personagens. Eu? Tá maluco, cara. É o Sandrinho que me assedia. Só com os personagens. E o desguri de verdade. Vamos ver, Neto.

Bota mais uma aí pra nós. Cara, eu só vou dar um toque aqui, bem importante. Quarta-feira que vem agora, dia 25. É uma lembrança sempre eterna do Luiz Carlos Borges, que é um dos maiores músicos da história do regionalismo aqui. O Borges é um cara que tem seguidores até hoje. E o Borges tem uma reunião que sempre acontece, é feita pelo Capucho e pelo Teixo Cabral. Eles reúnem vários artistas aqui, vai ter Borgatinho, vai ter João Delmeida Neto, vai ter uma...

Uma lista grande, né? Então no dia 25, na terça-feira, lá no Gress. Lá numa das casas mais importantes. Gress. Gress, né? No Gress. Ali no quarto estreito? Não, porque ele é longe de mim, querendo te corrigir. Vai corrigindo Nato Fagundi. Uma coisa é Gress, até Gress. Vamos normalizar a correção também. Tem o cachorro grande, o Nando Gress. Nando Gress. Não, Marcelo Gress. Perdão, o Nando Gress é o outro. O Nando Gress é o outro.

O Nando Gress é o outro. O Nando Gress é o outro. Grande abraço pro Nando. Noite Borgiana, então. Oi, Nando.

Noite Bojana, no dia 25 de março, quarta-feira, a partir das 21 horas, um timaço lá pra homenajar Luiz Carlos Borges, que sempre vai estar no coração de todos nós aí. Muito bom, né? Um abraço, Capu. Capu. Capu, vim. Acho que querem uma piada. Piada, não vem? Não, choco. Gostaria de trazer... Toqui, toqui, toqui. Gostaria de trazer um caos. Um caos que aconteceu com um amigo enquanto ele frequentava uma casa de entretenimento adulto.

É tão engraçada que eu não perco a oportunidade de contar em qualquer roda de amigos. Certa vez um amigo meu, junto com seus sete amigos, tava naquela resenha pós-futebol, tomando uns tragos e tal, e um deles dá uma brilhante ideia. Meu querido, vamos largar pra zona, velho? Sempre tem um, né? Como já tava todo mundo meio alterado, pezinho molhado, aceitaram a ideia e se deslocaram pra luz vermelha da baguncinha. Que baita ideia, louco!

Tradicional. Contudo, perdidos no tempo, quando decidiram voltar pra casa, já era madruga. Eu gostei muito da ordem. Pode repetir a sequência. A ordem é o seguinte. Whisky, drink, danças eróticas. É isso. Eu quero ir nessa festa. Quando decidiram voltar pra casa, já era muito tarde, já era madrugada. Foi aí que os guris se atrapalharam. Aí os guris se atrapalharam. Esse meu amigo chega em casa totalmente bêbado, passando mal, vomitando, fiasqueando.

E a esposa dele, pirada com a situação, começou a interrogar o cara. Vem cá, chanta aí no dia que tu tava. Que cheiro de perfume é esse? Logo o maluco das ideias pensou. Se eu falar que tava no jogo apenas, ela vai ficar me enchendo o saco e não vai me deixar dormir. Então, teve a decisão de logo falar a verdade. Quer saber, minha querida? Eu tava na zona. Tava sendo feliz. E agora eu vou te dizer o seguinte, me deixa quieto.

Beleza, querido. Volta a dormir que amanhã a gente conversa. Mas nem precisou falar que não foi isso que aconteceu. O pau pegou igual, né, cara? Quebrando o pau. Melhorando. Ele começa a falar o seguinte. E te digo mais. Eu tava tudo feliz. Aí ela perguntou. Ah, tá. Tava feliz. Mas quem tava lá? Aí o filho da puta. Fala nome por nome dos amigos que estavam com ele. Ela, de fato, a partir desse momento, deixou ele dormir.

Mas em contrapartida fez o que? Ligou pra todas as namoradas, esposas. E contou onde os alecrim dourado estavam, né, querido? Entregou tudo. Aí, fodeu tudo. Ficaram quase meio ano sem se falar. Todos os amigos pra minimizar os lados com as patroas. Mas hoje em dia, graças a Deus, já tá tudo em paz. Então, um grande abraço pra um grande amigo, Cássio Rafinha. Porã, sou o público de vocês. Onde ando, porã? Ele perguntou aqui. Por onde andas, porãzinhos?

Alonga o PB, gurizada. Abraço, Cássio. Muito bom. Voltou, voltou. Dez minutos pra sete desta noite de segunda-feira, 23 de março. Se foi a segunda-feira. Se foi. Se acabou. Se foi a segunda-feira. Pô, Alexandre, aproveitar que o Neto falou ali da música gaúcha, e tu falou ali antes ali, bom brasileiro. Eu me lembrei que na sexta-feira agora não era hoje o vídeo. Pois é, cara. Aquele show de 20 anos do acústico MTV Bandas Gaúchas, que foi realizado em setembro, onde, cara, quase 12 mil pessoas viram.

Três noites, né? Agora é vinte anos e seis meses. É vinte anos e seis meses e provavelmente vai ser a última vez. Será? Acho que não. Não vou querer mais. Então é sexta-feira agora no Araújo. Podia ver o resto da vida com esses vinte anos aí. Mas acho que não vai dar. Então assim, já tem... Prava quatro apartamentos na planta. Já tem mais de dois mil e quinhentos ingressos vendidos. Então últimos ingressos sentados, ainda tem os ingressos de pé. Sexta-feira agora, a partir das oito da noite no Araújo,

pra ver. Verdade. Então agora é o último. É legal. É clara, é clara, é clara. O resto Simpla. Simpla. Rafael Gomes, nós vamos vender o que para a nossa audiência? Um AP. Um AP. Fala pretumbrada. Seguinte, tô vendendo um AP em Joinville porque resolvi largar tudo e ir pro sítio viver igual o Lelê. Larga tudo e vem pro sítio. Obrigado pela inspiração, Lelê. O bairro é Anitta Garibaldi, em Joinville, a melhor localização da cidade.

Tem 184 metros de área total. Com 80 metros quadrados privativos. Duas suítes. Quarto andar com o sol da manhã e uma linda vista. Acorda feliz, sem sofrimento. Tem duas vagas individuais com tomada pra carro elétrico, mas hobby box. A sala de guardar tralhas do dia a dia que todo mundo sabe que faz a diferença. Sacada com churrasqueira, piscina, academia e coworking. Até carpas. Sacada com churrasqueira, piscina, academia e coworking.

O trabalho das vacas. Hoje no programa não é esse o maior, né? Falaram truce. Até carpas no hall. Passava pomadinha na tua língua. O relaxante muscular era na turma. E uma oliveira de 50 anos no condomínio. E o mais inacreditável, o condomínio é na faixa dos 500 reais. Oliveira de 50 anos? Isso aqui em Joinville é raridade.

foto no ambiente. Tem uma foto ali do apartamento. O apartamento tem 80 metros quadrados. Não tem muita foto também. Isso é o salão de festa. 840 mil reais. Aceito proposta e estudo permuta. Permuta é troca, né? Só um pouquinho, cara. Agora apareceu um lance que me brilhou um lance. O que tu tem a oferecer? A moto, cara. Cadê o resto da moto? O pessoal não tá entendendo o grande lance deles, cara, que é pegar por parte.

É? Caramba. Cara, meia moto é 50% do preço. Se você quiser morar bem em Joinville, o Instagram, pra conferir mais imagens, é arroba vendo apartamento Joinville 2026. Que quebrou agora. Arroba vendo apartamento Joinville 2026. E ó, se vender pelo pretinho, ah, tá garantindo patrocínio pro churras do PB. Ah, isso aí a gente não quer queira mais. Quem nunca mandou. Nunca rolou isso aí. Nunca pagaram os churras pra gente. Rápido show no intervalo, a gente já volta pra encerrar

o pretinho de hoje e escolher o craque do episódio. O pretinho básico volta já. Agora na Atlântida. Um copinho de 130 ml do sorvete Celato é vendido por 6.696 dólares em Tóquio. Sorvete feito com raras trufas brancas e borras de saquê é a sobremesa que vem com um queijo

Parmesão, uma folha de ouro e azeite trufado. Quantos vai? Conheça o Elefante Letrado, a plataforma de leitura das melhores escolas do Brasil. Memória de elefante. Para mais curiosidades, acesse elefanteletrado.com.br. Sete horas mais dois minutos desta noite de segunda-feira. Vem aí mais um campeão de audiência na programação da Atlântida.

craque do episódio, e depois se me permitirem, eu gostaria de trazer uma frase para encerrarmos o programa desta segunda-feira. Não voltou, não voltou, não voltou, não voltou, não voltou, não voltou, não voltou porque eu não quis. Isso aí, isso aí, quem é que manda? Quem é que manda no programa? Dê no programa as tuas regras. O programa é meu, isso aí, tu manda no programa. Pode sair votando, Ivan. Eu só quero convidar o pessoal para 28 em Floripa. 28 é sábado. E domingo, 29.

Ok. Sábado no Floripa Comedy. Tá. E domingo no Porão da Liga em Joinville. Tá. Stand-up do Ivan com o Gordo Léo. Que legal. Ou é o contrário. Ou é o Gordo Léo e o Ivan tá lá. E o Ivan tá lá. Os dois vão estar juntos. Isso. Só os dois. Vai lá que é muito legal o show dele. Muito legal. Muito legal. Eu vou votar no meu amigo Neto Fagundi. Opa. Que se solidarizou aí com a campanha que eu tô fazendo e vai me ajudar com 100 reais. Qual a campanha que tá fazendo?

E sem real. Aí ele vai me dar sem real. Então eu voto. Ele não sai bem ainda, mas ele vai me ajudar. Vai dar. Tá bem. Não, eu tô chocado com essa notícia. E tu, Neto, faz muito. Cara, vou votar no Léo. Vai retribuir o voto, né, cara? Vou retribuir o Léo. O Léo é sempre o melhor de todos. Tá bem. O Lelê vai votar em quem, Lelê? Ah, eu vou votar no Léo. Tomou um azulzinho. Tomou um azulzinho e voltou forte hoje. Tomou um azulzinho hoje e voltou bem bem.

Aliás, tomou um amarelinho e um azulzinho. Amarelo, um azul e voltou bem piano. Porque tu foi legal. Porque tu foi legal. Porque tu foi legal. Porque tu foi legal. O Vini foi expulso por menos. É verdade.

em quem, Viní? Eu vou votar no Neto Fagundes ali com o timing do Lacre Azul me derrubou. A triste história da minha filha. Ali foi genial. Foi marcador. E tu, Gomes, vai votar em quem, Gomes? Eu vou votar no Ivan por algo que eu não vou repetir. Terceiro voto no Ivan. Mas que aconteceu um pouco antes do Neto falar da homenagem ao Luiz Carlos Borges. Tá. E eu comecei... E ninguém ouviu, só eu. E aí eu comecei a rir. Ah, não. Então tu vai ter que compartilhar com a gente.

E aí o mal caráter da live, o Zé Carona, botou a tela dividida entre eu e o Neto Fagundes. E o Neto falando

E aí parecia que tu tava zumbando dele. Então eu quero justificar que depois que o Ivan te chamou de velho barrão, bem baixinho, eu não consegui mais me concentrar. O Ivan chamou quem de velho barrão? A mim? Não, não, não. Isso aí é a boca dele. Tu tá votando nele e caguetando ele no voto? Só um pouquinho. Eu tô explicando a minha melhor risada. Eu não tenho nenhum problema de ser velho ou ser barrão. Mas os dois não.

Não, não, não, mas eu só gostaria disso. Os dois juntos é pior. Peraí. Mas eu gostaria de entender o porquê que tu me creditou este título. Porque tu quer me torar. Eu não quero te torar nada. Tu quer botar a boca no meu caneco. Não, não, não, não, não. Pra cima de boa, não. Olha pra mim, eu sei que tu me ama. Olha, eu sei que tu me ama, tu me quer. O meu corpo é suficiente. Eu sou homem, eu tenho mulher. Eu tenho namorado. Por isso mesmo. Homem, tu não tem.

Nem vou ter. Acho que eu nunca peguei um cara casado nessa rua daí. Claro que sim, cara. De dificuldade eu passei. Mas tu não vai pegar eu, cara. Eu não quero, né? Me dá meia hora. Meia hora e uma gacaba de Campari. Sem limão e sem gelo. Tá purinho no pelo, rapaz. O meu voto... O meu voto... Vai no Vini Moura. Vai no Vini Moura pela sinceridade. É pelo papo reto. Por quê? Tu tá tumultuando. Ah, peraí. O Rafinha tá de férias e ele deixou um...

Ele deixou, deixou o representante. É, para. Eu quero ver a justiça. Eu vou votar porque ele foi reto, direto e reto ao dizer que sim, já pensou em parar de liberar o rapo. Ah, é verdade. Teve isso aí, cara. Mas, de qualquer maneira, o prêmio vai para o Ivan. Oh, muita verdade. Este é o pederasta homeless. Não, não, não, não, não. Homeless não. E a frase? A frase? A frase. A frase de impacto.

Essa frase aqui, eu preciso falar porque ela é maravilhosa. Amor é sempre ninho, nunca gaiola. Que tesão que me deu. Pode comentar? Pode, claro. Muito bom. Não entendeu? Não, claro que eu entendi. Vamos voltar amanhã, uma da tarde, com o pretinho básico. Eu chego um pouquinho antes ao meio-dia pra tocar o Discorama. Um abraço, boa noite de segunda-feira. E o bordão? O amor não te deixa preso. Cala a boca, deixa ele falar o amor.

Esse é o Bordão.

Pretinho Básico | 23/03/2026 18h ⭐Neto Fagundes | Castnews Index — Castnews Index