Episódios de Pretinho Básico

Pretinho Básico | 12/05/2026 13h ⭐Rodaika

12 de maio de 202653min
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O maior podcast humorístico do Brasil. Elenco da rádio Atlântida repercute as maiores notícias do dia do jeito mais engraçado possível. Veja muito mais no YouTube 📺: @atlantida_TV e @PretinhoBasicoShorts

Assuntos5
  • Aniversário de Tales Correia SchwartzRodrigo Camacho · Rami Malek · Marco Túlio Lara · Tony Hawk · Bebel Gilberto · André Jung · Eric Singer · Sérgio Chapelin · Márcio Ribeiro
  • FibromialgiaSíndrome crônica de dor · Sintomas: dor muscular, fadiga, distúrbios de sono, problemas cognitivos · Lady Gaga · Celine Dion · Morgan Freeman · Dia da Enfermagem
  • Álbum de figurinhas da CopaColecionismo e infância · Troca de figurinhas · Inclusão social e familiar · Momento sem telas
  • Musical Djavan - Vidas para ContarFlor de Lis - Djavan · Composição para a esposa e filha · Eu Preciso Dizer Que Eu Te Amo - Bebel Gilberto, Dé, Cazuza · Origem da música 'Acabou Chorar' - Novos Baianos
  • Votação na CPIPesquisa Globo · Oferta de cargo comissionado · Dinheiro em espécie e Pix · Promessas de campanha · Transporte de eleitores · Diferenças regionais (Sul vs Nordeste)
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Olá, Alexandre Fetter. Olá, muito boa tarde, amigo e amiga ligados na programação da Atlântida. Uma hora, três minutos, estamos chegando com o Pretinho Básico das 13, deste dia 12 de maio de 2026, depois de um discorama bem gostosinho. Estamos aqui para te entreter com o Pretinho para Biscoito Zezé, carinho que vem de família há 58 anos. Muito boa tarde, Léo Oliveira.

E aí, Alejandro? Tudo bem contigo, irmão? Tudo incrível. Pô, eu tô com uma certa... Tô com um certo incômodo contigo. Tu já vai completar o álbum da Copa. Eu comecei ontem e tu já vai completar o álbum da Copa. Prioridades. Tem uma... Tem uma... Uma dissonância. Tem uma diferença ainda que é o seguinte. Ainda falta uma coisinha ainda. Tenho pra brincar ainda. Calma, eu tô no game mesmo. Mas tu me disse que já tá quase completando.

Eu fiquei pobre, já comecei um. Não, eu falei que algumas dá falta uma, duas, oito. Colei quatorze figurinhas. Que loucura. Cara, eu levei quatro dias pra colar todas as figurinhas, cara.

É bom, leva o cara de volta pra infância. Aliás, depois eu quero falar um pouquinho sobre esse álbum da Copa aí. Programa Futuro Mais, uma parceria entre a Atitus Educação e a Fundacred. Ei, Florianópolis, tá frio em Florianópolis? Porazinho, boa tarde. Tá frio, meu querido, tá frio. O frio chegou aqui também, mas tem sol. Ah, e abril. Com sol é bom.

Tá frio, né? O álbum e as figurinhas da Copa já estão disponíveis no Stock Center. Muito boa tarde, Rafinha Menegasso. Ótima tarde, galera. Tá fazendo o álbum, Rafinha? Não, não tô, Alexandre. Não tá fazendo? Não, não tô. É mesmo, vai ficar de fora dessa aí? É, eu acho que sim. Essa brincadeira gostosa aí de criança e tal.

Eu fazia o álbum do Campeonato Brasileiro 90, por aí. Ah, isso aí. Mas a da Copa não me pega muito. Não te pega muito? Tá bem. Banri Way, a nova conta para crianças e adolescentes do Banri Sul. A estrela móvel da terça-feira é a Rodaica. E aí, Rodaica? E aí, tudo? Boa tarde. Tudo bem aí? Tudo bem aí. Tá fazendo o álbum da Copa?

Tô, tô fazendo. Olha aí, Rafinha, olha aí. Tá fazendo. O Dac tá fazendo, podia trocar a segurinha com ela. Pô, beleza. Depois nós combinamos, né, Roda? KT1.bet.br, pode apostar, o site é proibido para menores de 18 anos. Jogue com responsabilidade. Rafael Gomes. Olá, Alexandre, boa tarde. Como tu tá? Tá com calor, pelo jeito, né? Tô bem, tô bem, tô bem. Tá bem com calor? É que eu vi com um casaco muito quente. Ah.

Aí tem que escolher. É muito calor e a camiseta é um pouquinho de frio. Tá certo. Tá bem, mas aqui tem o calor humano dos teus amigos e teus colegas. Ai, olha, olha. Bem, querido. Vamos dar aqui nos destaques do Pretinho Básico. Mas é só pra falar da pena. Como é que tá? Tudo bem, da pena? Incrível. Tudo lindo, da pena. Falar do álbum rapidinho. Fala. Um menino triste porque tava de fora do grupinho do colégio que tava trocando figurinhas.

Trocando toda a galera, trocando figurinha do álbum e tal, e o gurizinho ali olhando, porque ele não tinha o álbum. Aí a professora perguntou pra ele por que ele não tinha o álbum ainda. E ele disse que o pai não achava legal o álbum de figurinha. Porque é uma modinha, é uma palhaçada, ficar gastando dinheiro com esses negócios aí, pra colecionar um álbum cheio de homem, não sei o que, blá, blá, blá. E aí ficou assim a vida do guri, o guri foi reclamar pra mãe, e a mãe disse que, não, teu pai é quem decide.

E aí eu queria dar só um toquezinho para esse pai, que é muito mais do que gastar dinheiro e comprar figurinha de homem para colar num livro que não vai servir para nada no futuro. É sobre envolver, é sobre incluir o teu filho e não excluir o teu filho dos grupos da escola, dos grupos de amigos, dos grupos, enfim, que ele possa participar do grupinho do WhatsApp, do grupinho do não sei o quê. E aí, pô, é tão simples, né, cara? E é sobre...

E também construção de uma intimidade, de uma coisa legal de fazer junto com o seu filho. Também, também esse lado, Paulão. Também tem isso, sim, né? Porque eu não tô fazendo o álbum da Copa, mas o meu filho Francisco Taya, a primeira coisa que ele fez foi me mandar uma foto dizendo, ó pai, comecei. Porque a gente fez sempre junto. Claro.

É isso aí Mas então fica a dica aí Dá o álbum pro teu filho Faz ele se envolver com esse negocinho gostoso De brincar com os coleguinhas E é um momento sem tela também É um momento sem tela Cara, a gente viveu essa situação ontem de noite Na casa Ficamos os 4 horas

envolvidos com esse negócio. Eu vivi hoje de manhã, a Helena, com quase dois aninhos, tava abrindo os pacotinhos pra mim. Que legal. Desabra aqui pro pai, ela achou o máximo. É o máximo. Tirou o Vini Júnior. Pô, olha aí, ó. O Virgínio, como a gente já chama. O Virgínio de Virgínio. Inclusive foi a primeira figurinha. O Virgínio de Virgínio pra colar a primeira figurinha. Muito bem, uma e oito. Vamos dali aqui no dia da fibromialgia.

O que seria a fibromialgia, Rodaica? É algo difícil, na verdade... Falta de fibras, né, Rodaica? Não, não tem nada a ver. A boca! Eu não sei o nome, se é uma síndrome, o que é, mas ele causa imensas dores. Ele causa muita dor no corpo. Tem várias pessoas famosas, inclusive, que têm e relatam.

com bastante intimidade, como aconteceu com a Lady Gaga no documentário dela. Ela mostra as crises, né? E a... Como é o nome da outra cantora bem famosa? É o Bahamário. Do Titanic, não é? Do Titanic? Celine Dion. Celine Dion também. O Morgan Freeman também tem. O Tio Google diz. O Morgan Freeman também tem, exatamente.

Que é uma síndrome crônica caracterizada por dor muscular e articular generalizada. Sensibilidade no corpo, fadiga extrema, distúrbios de sono e problemas cognitivos. Uma névoa mental. Disso tudo o Rafinha entende o que é a névoa mental. Mas ela não tem nem causa. Ela só cedo, né? Depois ele toma e não gosta. Ela não existe por nada, por nenhum motivo. Não tem como tu fugir, prevenir. Ela simplesmente chega na pessoa e... E não tem também um exame. Ah, tu tem tendência a ter. Um dia tu acorda e tem.

É uma doideira. E a intensidade de dor pode ser diferente pra cada pessoa. E tem pessoas que têm uma intensidade tão forte de dor, tão forte de dor, que elas querem morrer. Elas não querem ficar ali de tanto que aquilo dói. É um negócio muito louco, que eu acho que a medicina ainda tem muito a entender e ir atrás, né?

Então, né? Somos absolutamente contra, mas somos completamente a favor da enfermagem, porque hoje é dia da enfermagem. É legal, né? Parabéns a você, enfermeiro, enfermeira, muito obrigado pelo seu trabalho e pelo seu carinho. As enfermeiras são desrespeitosos. Pois não, Ivan, boa tarde, Ivan. Boa tarde, Alejandro. Já chegou chegando, Ivan. Desrespeitoso, enfermeiro. Não, eu falei que elas são... Foi infeliz. Eu posso terminar a frase ou não? Pode, pode terminar.

Elas são cholas, fazem um trabalho muito bonito na sopa. O contexto não era isso. A maldade tá na cabeça de quem ouve. Agora tu veio. Agora tu veio. Sabe que essa frase é Érico Veríssimo.

Érico Veríssimo. Não sei se essa frase é doado. Não, não é, cara. Não é. Mário Quintana, sempre diz. Não, não é, não é. Mário Quintana é pai do Luiz Fernando. Não, não é também, cara. Não fala isso, cara. É isso aí. O Érico Veríssimo é pai do Luiz Fernando, que é pai do Pedro e da Mariana. E o Mário Quintana? O Mário Quintana, ele não tem parentesco com o Érico Veríssimo, nem com o Luiz Fernando Veríssimo. Não tem nenhum. Não tem nenhum.

Só são gaúchos. São gaúchos. Olha só o petinho básico de hoje, Ivan. É a pretinha. Pretinha.

A cabeça dos dois com gols A Bretinha é a gata E tem a Tina A Tina é um chuchu espanhol Das tutoras Thaís e Marcieli Eu adoro esse cachorro E a Tina Que tocou no discorama Hoje brilhantemente Com o Alexandre Tietchan We don't need another hero

Ah, Porazinho, tu cantando, tu me encanta, Porazinho. Que sonzeira, velho. Sonzeira, né? E o Flor de Lis do Djavan, tu ouviu? Ah, eu ouvi, eu assim, peguei de longe, meio que deu uma atrapalhada ali, errou a música. Exatamente, cara. Acontece com os melhores também, né, Alexandre? Meu Deus, acontece com os melhores. Mas daí, deixa eu contar rapidamente a história da Flor de Lis, da música Flor de Lis. Tu contou ali, mas eu já tava mais afastado das caixas de som.

O Lorde Liz é uma música de 76 do Djavan, 1976. É bonita demais. Acho que é do primeiro disco dele. Isso aí, que ele compôs pra sua mulher Maria, com quem ele era casado, e teriam uma filha chamada Margarida. E no nascimento da Margarida, deu um problema lá, e o Djavan precisava escolher, ou salvava a vida da Maria, ou salvava a vida da Margarida, a filha que ia nascer. Por isso a letra, e no Jardim da Vida...

É... é... Puta merda. E agora eu esqueci da minha... Do jardim da vida Do pé que brotou Maria Nem margarida nasceu Que loucura, né? Isso é linda. Uma música super animada, super, né? Embaladinha e tudo mais. Uma história triste. Porém triste.

Mas isso tá na pessoa, né? Pode estar trifeliz ou não. Não, não, não. Essa é uma história. Essa é uma história triste. Na boca! Não, não, não. Isso é uma história triste. Só um pouquinho, porra. Porra, só segura um pouquinho, porra. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Tá nervoso? Agora estou falando com o teu Jeff Peter, porra.

Féter, já viu? Tu tá aí com o homem o tempo inteiro Porra, só pra ir com o homem Tu marcou com o secretário de assuntos Eu sonhei com o Porra essa noite Eu acordei com uma mensagem do Féter Hoje no meu celular Dizendo de ser sonhado comigo Que baita sonho, Porra Só que tu tava no telefone A gente tava numa ligação telefônica O Rafinha tentando interromper Problemas, né Porra?

aniversariante do dia é o nosso ouvinte Rodrigo Camacho Rodrigo Camacho é professor de espanhol uruguaio de Punta del Este e morando em Criciúma Santa Catarina fazendo 32 anos é uma das belas cidades legal, parabéns Rodrigo Camacho é o tio básico em Criciúma sempre teve boas histórias

Aniversariantes famosos de hoje, começando com o ator que fez o Fred Mercury no cinema, o Rami Malek, fazendo 45 anos. Maravilhoso. Eu nunca vi nada mais dele, mas o Fred Mercury, pra mim, ele matou a pau. Ah, tá bom. Não precisa ver mais nada dele, né? Não, não precisa, é verdade. Depois do Fred.

O nosso amigo querido Que cara querido, velho Marco Túlio Lara Guitarrista do Jota Quest O mais lindo dos anos 90 O mais lindo da banda também A banda é bonita Os guritos são bonitos, mas o Marco Túlio é Ele é mais Não, não, não Não, não é toda banda que é bonita

O cara vê mais o Flauzino e o Marco Tullio, os guris do fundo ali, não são bicho. É questão de gosto, cara. É o gosto. Mas é que eles estão na frente e acaba abrindo toda a banda bonita. Isso, foi isso. Tem razão. Mas os outros são feios. O Marco Tullio é tão bonito que espalha um pouquinho. O sorriso da frente tá legal, mas atrás tá carinhado. É, tá ruim. O ex... Ex não, ele é.

Quem? Skatista. Ah, ele é maravilhoso. Tony Hawk, fazendo 58 anos. Esse aí é foda. Esse é foda demais. Eu queria sentar num boteco e trocar uma ideia com esse maluco aí. Outra prateleira. Belo jogo de videogame. Bebel Gilberto, cantora, fazendo 60 anos hoje. A filha do João, né?

E a filha do João Gilberto. Hoje mesmo, agora há pouco, a gente estava aqui na rádio vendo lá os 20 anos do Spotify, né? Que liberou pra todo mundo a primeira música curtida e não sei o quê. Se vocês não fizeram, façam isso agora, Detalhe, que é legal. Não, nós vamos seguir isso aí.

E uma das minhas músicas mais ouvidas da vida é Acabou Chorar e do Novos Baianos por causa dos meus filhos, né? Que é uma música de ninar, que eu boto pra ninar os meus filhos. E a origem dessa música, ela tá ligada a Bebel Gilberto, que era criancinha na época. E ela tava chorando e ela foi lá, o João Gilberto tava na casa dos Novos Baianos.

E ela foi lá e falou, acabou chorar aí, papai, que ela tinha se machucado. Acabou chorar aí, papai. E os caras fizeram um disco e uma música com essa frase, né, que vem da Bebel Gilberto. E tem uma participação da Bebel Gilberto que é antológica nessa faixa. Agora eu queria apresentar uma música de autoria de Dé, Bebel e Cazuza, chamada Eu Preciso Dizer Que Eu Te Amo.

E a Bel vai começar a cantar agora. Por favor, não faça barulho no ambiente. Ah, que troço maravilhoso. Isso aí é maravilhoso. Desculpa, Porazinho, te cortei só pra gente não perder ali o casulo. Não, isso aí ilustra muito bem. É preciso dizer que te amo o nome dessa faixa. Ah, essa música aí é um negócio absurdo. Não tira. Tu deu o stop, cara. Ah, para, para, para. Essa música é vinda, cara. Não faça assim, insensível. Cala a boca.

Essa música aí é um negócio de louco. E a gente não ouviu. Não conseguimos ouvir, né? Porque o Rapinha não quis. Não mesmo, já. Então voltou, voltou. Vai tocar banho no discorama, já. Deixa a pessoa cantar uma frase. Obrigada. Tanta coisa incomum Deixando escapar segredos Eu não sei que hora dizer me dá

É que eu preciso dizer que eu te amo. Te ganhar ou perder esse engano. É, eu preciso dizer que eu te amo. Ah, tá louco. Eu não sei se é o filme, mas eu tô todo arrepiado. Cara, isso aí é uma obra-prima. Uma obra-prima. Eu quase chorei agora. Estamos na metade da lista. Vamos mais aqui. André Jung. André. O que houve, Rafinha? Rafinha tava dormindo. Ele tem uma cochilada. O André Jung. André Jung, né?

ex-baterista do Ira e dos Titãs. Vem turnê do Titãs aí. Ele gravou o primeiro disco dos Titãs e depois o Charles Gavan entrou no lugar dele e ele foi pro Ira. O André Jung tá fazendo 65. Charles Gavan era do Ira, não era?

Não teve uma troca? Eu não lembro, eu acho que sim, meu. Eu acho que teve uma troca. Eu já vi uma entrevista do André Hungo falando que ele saiu do Titãs. Tem meio que uma votação, acho que só o Nando Reis voltou pra ele ficar. E aí os caras acabaram tirando ele. Eu acho que o Gavan realmente era baterista do Ira, mas não tenho essa lembrança.

Enfim, vamos em frente. Olha que loucura. Conjunção astral. O baterista André Jung, de aniversário hoje, está de aniversário Eric Singer. Que apesar de Singer, é drummer. Drummer. Do Kiss. Fazendo 68 anos hoje o Eric Singer do Kiss. Qual deles é ele? O Eric Singer. O que é o Alba Ramalho? Qual deles é ele? Alba Ramalho é o seu Valença e de Peter Piz, que é o baterista anterior. Isso.

Mas ele fez aquela fase talvez de maior sucesso do Kiss, que tocava aquele clipe no Fantástico. I Love It Loud. I Love It Loud, isso aí. E aquela fase terrível sem as máscaras, né? Mas ele é um grande baterista, excelente. E complementando a informação, sim, o Charles Gavan tocou no Ira. Boa, porra. Obrigado pela informação. Sérgio Chapelein.

O Sérgio Chapelein é jornalista e está fazendo 85 anos hoje. Muito bom! Veja hoje no Globo Repórter. A história do homem...

Isso é uma lenda, né? Ele e o Cid Moreira apresentaram anos no Jornal Nacional na bancada, os dois. É verdade. Ah, que loucura. Márcio Ribeiro, o ator, apresentador e humorista Márcio Ribeiro. Faria 62 anos, pereceu em 2013.

Pô, Alexandre, agora que tu falou pereceu, a minha sogra querida, Dona Maristela, ela veio dizer... Não, graças a Deus, não brinca com isso. A gente ia dar essa notícia no ar, pô. Bate na madeira, vida longa, vida longa. Não estaria no ar, né? Mas o que é isso?

Olha aqui, não, ela veio dizer, fala pro Alexandre Fetter lá, que quando ele fala pereceu é muito ruim. Ele não deve falar pereceu. Aí eu tentei explicar que é o negócio do programa. Tá certo. E tal, mas lembrei do recado, lembrei do recado. Não é o nome da sogra, pô, né? A dona Maristela. Dona Maristela. Mas eu concordo com a dona Maristela, por ela achou tímido também. Eu concordo com a senhora. Eu acho horrível. Eu concordo com a senhora.

Eu concordo com a senhora. Eu acho que faleceu é muito adequado. O termo pereceu.

O termo pereceu, dona Maristela, sogra do Porã, foi criado pelo personagem do Léo Oliveira, chamado Ivan. Não, não, o da pena, perda. O da pena, perda. Pereceu, inclusive, meu irmão. Cantou pra subir é ruim também.

Eu tô pra subir é melhor que perecer. O Rafinha falou que se tivesse morrido a sogra dele, o porão não estaria aqui. Estaria sim, porque primeiro o trabalho e depois a diversão. Primeiro o trabalho. Não, não quero nem pensar numa coisa dessa. Claro que não, sogra é boa, né, cara? Eu gosto muito da minha mulher. Achei incrível. Você é a tua mãe? Legal. É que eu entendo o da pena. Fala, Bruno, pereceu. Pereceu, é parecido com a palavra em inglês, perished.

Não, não é. Agora vem. Que é morrer. Que é morrer. Mas ele não pensou isso. Ele pensou isso, claro. Da palavra ingressa, ele pensou na comida. O pereceu, ele tá muito mais ligado ao estragar. É, perdeu o prazo de validade. Exatamente. Vocês nunca viram mortos, então. E a pessoa quando morre não quer dizer que ela deixou de valer, que ela deixou de...

E nem que ela estralhasse Tem gente que vale muito mais morta do que viva O amigo meu tem um seguro de vida absurdo Eu apoio muito e acho que a gente Deveria inclusive Ser um pouco mais Solidário, respeitoso E até carinhoso E na hora de falar sobre isso dizer Nos deixou Em 2020 Por exemplo Acho carinhoso Eu já morei perto do funerário O cheiro é terrível

Depois de uma hora o cheiro endurece Tem que vestir rapidinho Parou, parou, parou O que foi? Eu morei perto Foram os aniversariantes de hoje Obrigado Obrigado da pena Foram os aniversariantes de hoje, agora a gente entra nos destaques do Pretinho 1h22, agradecendo demais Você que cola aqui no Pretinho Básico Ao vivo com a gente De segunda a sexta, 1h06 da tarde Um em cada Cinco brasileiros Um em cada

Já foi alvo de tentativa de compra de voto.

Eita. Denúncia! É uma pesquisa encomendada pelo Globo, não pode dar pena, não pode. Ainda mais em ano eleitoral, a gente está às portas de mais uma eleição conturbada. E aí o Globo encomendou a pesquisa e descobriu que 20% da população brasileira, pelo menos na amostra da pesquisa, já recebeu uma oferta. Não quer dizer que a pessoa tenha vendido o seu voto. E vamos lembrar, essas são as pessoas que revelaram e admitiram.

Porque a conclusão, inclusive, é que algumas mais poderiam ter recebido e não admitiram para a pesquisa. O reichinho conta? Qualquer coisa conta, Ivan. A mais comum é o cargo, né? Principalmente em cidades do interior, em cidades menores. Pô, vota em mim, que daí tu vai lá no meu gabinete, tu vai ser meu secretário, tu vai ser a minha... CC, cargo de confiança. Exatamente.

Então a grande maioria acaba recebendo essa troca de favor, um cargo comissionado. Mas vale qualquer outra coisa. Cada vez menos o dinheiro em espécie, o Pix, ele está menos rastreável, né? Então, está mais rastreável. Então, esse modus operandi que era antigo... Ó, toma aqui.

um vale, um não sei o que, isso não tá acontecendo cada vez menos. Então pode qualquer coisa, desde um benefício simples. Ah, ó, o asfalto à tua rua. Ó, confia em mim que a tua rua vai ser a primeira. Ah não, o teu poste eu vou ajeitar primeiro. Não, mas isso aí não é promessa. Isso aí é promessa de campanha. Isso aí é promessa de campanha, que geralmente não acontece, né? Claro, o caso... Mas tu não pode prometer isso. Vender o voto é tu chegar na casa do cara e dizer assim, olha só, eu te dou essa caixa de leite aqui pra tu votar em mim. Isso aí.

Quanto você na tua família tem tanto? Então tá bom, eu vou... Cinco caixas. Vai vir um cara buscar vocês aqui no dia. Isso também é crime, tu levar pessoas... O transporte, que é usado até hoje, né? Sim, muito comum. O transporte já foi muito mais hoje em dia. Acho que tem mais fiscalização também. Tem celular que filma, tu tem... Aqui na região sul é onde menos acontece. Só 13% dos casos aconteceram aqui. No nordeste, 32% dos casos acontecem por lá. É o coronelismo, né?

Próximo destaque é sobre inteligência artificial. Um estudo afirma que a inteligência artificial pode afetar criatividade, memória e pensamento crítico. Nossa, quantas pessoas estudaram sobre isso. Como é que foi essa pesquisa? Eu estou super curiosa. Eles botaram o chat GPT.

falava sobre isso aqui no programa das minas, porque um dos assuntos do SXSW desse ano era justamente sobre isso, né? Sobre humanos versus inteligência artificial e tal. E aí essas pesquisas começaram a vir, né? Que tu vai atrofiando o teu cérebro.

De tanto que tu pede, daqui a pouco tu não consegue mais pensar sozinho. Isso vai tirando a tua capacidade de criar. E na verdade o que a gente tem de mais forte como seres humanos é essa coisa artesanal, artística, de criar, de mexer, de fazer.

Essa coisa sensível, da sensibilidade também na hora de criar, né? E já esses estudos estão comprovando isso, que sim, a gente pode ficar mais burro usando muito a inteligência artificial. Falando nisso, semana que vem eu estou na Expo Gestão em Joinville. Eu e o Gustavo Teixeira, o diretor de marketing aqui da NSC, falando sobre tudo que a gente viu lá no SXSW em Austin e Más. Onde vai ser?

na Expo Gestão em Joinville, um baita evento em Joinville dia 19. Queria saber o motivo da risada do colega. Eu gostei do comentário com o convite. Mas é que o comentário eu estou falando sobre algo que eu entendo e que eu estudo. Ele viajou, a empresa dele mandou ele, que é head de entretenimento lá de Santa Catarina para aprender, para entender, para voltar e disseminar conteúdo com os colegas. Olha que legal isso.

A empresa nunca vai te mandar pra lá, Ivan. Pode ter certeza. A mim, não. Nem quero ir. Jamais vai te mandar. Eu gostaria de ir num rodeio de vacarias. Se você puder me mandar. Acho que é bom. Vai ser legal, hein? Foram estes os destaques de hoje aí, meu irmão. Ele nem abriu a notícia. Ah, mas não tem o que abrir a notícia. É o que é. Quer abrir a notícia, Gomes? Vai, abre aí. Não, é o que é, Lê. Vamos abrir a notícia.

Abre aí, então. Não está me custando nada de jogar essa xícara. Poré, eu quero ver. Não vai custar caro. Poré, eu quero ver. Poré, eu quero ver. Poré, eu quero ver. Abre aí pra nós, então. Uma universidade do Texas falou a conclusão do Poré, ela é muito correta, que é justamente isso. É quase como eles usam a analogia de uma esteira. Sabe esteira de aeroporto? Claro. A esteira de aeroporto, ela te leva numa linha reta e te deixa basicamente preguiçoso. Às vezes, tu demora mais na esteira. Perfeito, cara.

Tu demora mais na esteira do que caminhando ao lado, é menos prático. Tem gente que tem algum problema, é preciso. Tem uma fila de pessoas parada ali, tu fica tentando ultrapassar as pessoas, sendo que se tu quer caminhar, tu deveria estar caminhando, não deveria estar na esteira. Então é exatamente essa analogia que o estudo faz. E geralmente as pessoas param em um grupinho de quatro, elas trancam a esteira.

Pra não deixar quem vem caminhando na esteira pra andar ainda mais rápido. Esse é o gol da esteira, tu caminhar na esteira. Isso é chamado enferrujamento cognitivo, que é uma coisa que seria muito simples como ato de caminhar, ou como ato de pensar, pensamento crítico, etc. Tu acaba terceirizando tudo pra inteligência artificial. Tu pesquisa ali coisas básicas do teu dia a dia.

Porque se tu te esforçasse um pouquinho, se tu tivesse um pouquinho mais de atenção, memória, menos tela e preguiça, tu estaria mais inteligente. Verdade. É pior é que vai além do pesquisar, né? A produção do trabalho da pessoa às vezes está virado nisso, né?

E aí tu recebe uma resposta simples e tu não vai ver se aquela resposta é correta. E às vezes não é. Então tem mais essa aí. Não, eu tinha... Ela te deixa mais preguiçoso e mais burro. Porque tu faz uma pergunta, ela te responde errado e tu acha certo. Destrói o teu senso criativo e o teu senso crítico em relação às coisas. E isso é bem assustador. Porque a gente ainda tem o comparativo.

As novas gerações já estão usando isso direto e não tem. E outra coisa, não existe um controle, né? Qual é um professor hoje que consegue pegar um texto e identificar o que foi usado ali ou não? Se inclusive a própria referência que o público mais jovem tem é desse tipo de escrita. Então tu não consegue nem visualizar mais se ele usou aquele recurso para produzir algo próprio ou se ele foi direto na fonte e buscou de lá. Tô dando uma olhada aqui no histórico do aplicativo de inteligência artificial que eu uso, tá?

A maior, a imensa maioria é, corrige o texto a seguir. Não é possível. Corrige a pontuação do texto a seguir. Sério? Corrige a acentuação do texto a seguir. Eu só uso para perguntar a coisa de doença e remédio. Ou dá. Mas aí pode ligar para o Rafinha. O Rafinha aí do teu lado.

atender. Eu sou uma pesquisadora de medicina e nutrição. Eu não sou médica nem nutricionista, eu sou uma pesquisadora e eu leio livro, além de ler.

E aí quando eu tenho alguma dúvida ou que me dá um estalo, tipo assim, vai, isso aqui que eu tô sentindo misturado com outro negócio, eu acho que eu já li sobre isso. Aí eu cruzo informações e vou buscar novos sintomas que me deem algum argumento pra aquilo ali que eu tô... Tá no alto nível daí, né? Aí também quando eu chego pra conversar com quem entende, eu já tenho um entendimento... Meu Deus, daí dá nó na cabeça.

Mas é o sentimento maior. Você saber usar ferramenta. Mas é que, por exemplo, assim, para corrigir texto, eu me nego. Porque eu acho que o mínimo que eu tenho que saber é escrever português. Sim, eu também acho, mas às vezes eu tenho um texto importante para mandar para alguém importante falando de um assunto importante e eu não quero, qual é o risco de errar no texto. Porque eu sou mais limitado do que tu.

Não é questão de limite. Aliás, eu não sou mais limitado do que tu. Eu sou limitado. Eu acho que não é questão de ser limitado ou não. Eu acho que é uma questão da gente se esforçar pra se colocar ali naquela situação e se obrigar a fazer. Como se a ferramenta não existisse, porque teve um dia pra mim, pra exemplo, não existiu. Mas isso eu não sei. Mas daí tu pesquisa.

E sabe o que é legal? Sabe o que eu faço quando eu não sei alguma coisa de gramática, ortografia, o que for? Eu pesquiso. Antigamente eu ligava pro Tatata quando ele era vivo. Ele me dava uma aula no telefone. Eu pesquiso porque eu gosto de saber os porquês. Porque quando tu sabe os porquês, aquilo fixa na tua cabeça e tu passa a aplicar no restante dos teus textos, entendeu? É bem verdade que pouquíssimas vezes a inteligência artificial corrigiu um texto, meu.

É bem verdade, mas por uma questão de segurança, eu prefiro ir com a chancela da inteligência. A compensação, alguns e-bios que chegam, quando o gordo lá está na produção, eu ajudo ele.

Eu coloco o chat de EPT para corrigir o português. E muda o contexto. Daí muda o contexto do meu. Não, eu mudo o contexto. O que tu faz? Tu copia e cola ali e ele te manda um novo texto. Não, ele só corrige o português. O que tu acha disso com o produtor do programa, Gomes? Eu faço isso também. Faz isso também. Eu ia tirar o certo e escrever.

Eu faço isso. A gente vai ler aqui pra gente não correr o... Não, é que a gente recebe muitos e-mails. Não, muitos com erros de português. E aí eu já tenho um prompt ali de formatar nas normas da BNT com linguagem coloquial e aí são os textos que vocês leem todos os dias. Ah, entendi. Quem formatou a PCC? Várias vezes vocês estão lendo e dizendo, nossa, como essa pessoa escreve bem. E eu parar na pessoa... Ah, eu corrigi. Meu Deus.

Acabei de me sentir um idiota. Não é que tem gente que não sabe escrever, é sério? Acabei de me sentir um idiota. Eu não sei se eu acho legal isso. Mas a gente tá ajudando a pessoa. Não tá. Claro que tá. Não tá. Não tá porque ela tá lá do outro lado ouvindo o que ela escreveu e dizendo Puta, mas eu não escrevi isso aí. Não, não, não. A pessoa era tipo S, Cidia, vírgula, pontuação. A gente pode te mandar o texto. Então a gente vai te mandar o texto com os erros que vêm.

Tem que mandar cru o texto. Não tem como ler, cara. Não tem como. Não tem como. Então tá bom. Não vai ficar legal no ar.

Tá bem. Ah, hoje é terça, né? E o que que tem? Ah, um baita dia pra recomeçar, vamos lá, galera. Eu também admiro de ti, a gente com o texto bonitinho te atrapalha. Eu também admiro de ti. Porra, o texto bonitinho... Não importa o que vai acontecer daqui pra frente do profe. O meu voto é teu, cara. Ah, é? Merda?

Se o cara arrumando... Bota uma aí então, Rafinha. Vamos constatar. Agora eu não vou ler agora. Vai se fuder. Agora tu vai tomar amarelo. Calma. Tu vai tomar amarelo. Eu vou tomar amarelo. Eu vou tomar amarelinho por indisciplina, né? Eles botam os piores textos pra mim, não corrigem e querem meter essa. Eu vejo a produção também. Não tem essa. E aí quer meter essa aí. Te acusando aí.

Rodaica, vai tu então. Não, coidei o produto, super. Tá quietinho aí. Que situação, hein, pessoal. Que situação, situação. Boa tarde, pretinhos queridos. Outro dia fiquei até emocionado ouvindo a Rodaica falar sobre a vida das mulheres. Ela estava praticamente me descrevendo. Deu um probleminha aí, né? Não, eu tô meio ruim na garganta.

Sou divorciada e tenho dois filhos e o dinheiro tem que ser usado com muita sabedoria aqui em casa. A pensão que eu ganho do pai dele só paga o contraturno da menor. E sobram ainda 200 reais. Eu tenho dois trabalhos, um numa empresa o dia todo e faço o meu extra vendendo aromatizantes. Faço bazar, feiras e é verdade.

Um homem e uma mulher fazendo o mesmo trabalho, o homem ganha mais, infelizmente. Outra verdade, no momento de lazer da mãe, sempre tem alguém que pergunta, mas vem cá, onde é que tá a fulaninha? Que é a filha, no caso. E aí eu tenho vontade de dizer, ficou em casa sozinha, já tem seis anos, né? Já pode se virar.

Dói também que os pais pegam as crianças a cada 15 dias pra ficar, acham que é o bastante e ainda acham que gastam muito nesses dois finais de semana por mês. Imagina a mãe o resto do mês inteirinho. Mas tudo bem, eu já me conformei, faço tudo pelos meus filhos, somos nós três, todos os dias e pra sempre. Eu adoro vocês, dou muita risada com as bobagens diárias. Mas o meu coração é do Gordo Léo.

Engraçado, inteligente E também da Rodaica, que é maravilhosa Linda e inteligente, que amor Um grande beijo pra vocês Mas não digam o meu nome O que eu percebo aí Tu não é engraçada Não sou engraçada E o Léo não é lindo

A opinião da nossa ouvinte Engraçado e inteligente Eu acho ótimas Ótimas qualidades Engraçado e inteligente Imagina Sendo engraçado e inteligente Tu automaticamente te transforma num lindo Exatamente Ficar bonito Pra ficar mais bonito Eu fui de outras águas Eu sei como é que é

Aqui o cara entrou, aqui o cara fica lindo. E tu, Porão, Rafinha não quer falar hoje? Vai tu então, Porãozinho. Ah, eu falo, eu tô aqui pra falar. É, tu quase não falou hoje, Porão. Quase não falei no programa de hoje, então eu vou fazer just a minha presença. Pretinhos e Rodaica, meu nome é Camila, falo de São José, Santa Catarina. Aqui de São José, veio por meio deste contar um fato curioso de minha vida com vocês. Eu comecei a ouvir o programa.

No meu primeiro emprego, aos 16 anos, hoje eu tenho 32. E desde então, sempre adorei todos vocês. Eu queria contar também que nas poucas vezes que fui a Porto Alegre, a última delas foi para fazer o visto, visto americano. E acabei ficando dois dias na cidade. Então...

Na esperança de conhecer algum de vocês, eu saía toda arrumada para todos os lugares, restaurantes, shoppings, passeios. Sim, eu pensava, vai que eu encontro algum dos pretinhos por aí nas atividades do dia a dia. Preciso estar bonita para tirar uma foto com eles.

Bom, acabou não acontecendo, mas todas as vezes que eu vou a Porto Alegre, eu vou fazer a mesma coisa. Vai que eu encontro vocês, né? Amo todos, Rodaica, eu te ouviria por horas, horas e horas. Pode ver lá no YouTube, então, Inesperadas. Boa! Inesperadas, vai no canal Inesperadas. Isso aí. Inclusive, acabei de voltar de uma viagem, Rodaica.

E hoje estou colocando todos os programas em dia e ouvindo vocês durante as minhas oito horas de trabalho. Beijos a todos. Camila de São José, Santa Catarina, meu querido. Muito bom, hein? Baita e-mail. Obrigado aí, Camila, pelo carinho. Vê que a gente tem ouvintes de todos os lugares, gêneros e idades que se identificam com coisas que a gente fala aqui. E que às vezes a gente nem se dá conta do alcance da identificação, né?

Mas é porque o programa, ele, por mais que ele tenha esses altos e baixos no sentido do...

Dessa curva dramática mesmo que acontece durante essa uma hora que a gente tá aqui, a gente tá aqui de verdade, né? A gente fala das nossas coisas, da nossa vida e do que a gente pensa sobre as coisas. É um reality show. Tem um amigo meu me incomodando há um mês, porque ele quer a indicação de um nome de uma médica que tu falou, de algum procedimento que tu fez, que eu também não me lembro, mandei mensagem agora perguntando pra ele.

E faz um mês que toda vez que ele te vê no programa, ele diz, meu, pergunta hoje pra rodagem. Porque uma vez ela falou... Eu que qual é o procedimento que eu mando pra ele. Acabei de perguntar, acabei de perguntar. E agora?

O que será que ele tem o Rindler? Vocês são dois abobados. Ô, Poranto, pode convidar o vinte pra conhecer a Atlanta de Floripa. Vai conhecer um pretinho que é tudo. Podia fazer isso. Mas ela é de Floripa? Ela é da São José, da Catarina. Ela é da São José, tá. Ela não precisa virar Porto Alegre pra encontrar um dos pretinhos. Vocês têm que ser acalmados. Eu tô aqui, eu acho que vocês estão muito agitados. Eu acho que vocês estão muito agitados.

Eu encontro o Mr. Peek e esse pretinho. Você tem que fazer um grande rolê lá. É isso aí. É verdade. Garotão, tu quer ler o meu e-mail agora? Agora eu tô afim. Agora eu vou ler.

Salve, pretinhos. Aqui vai a tentativa de um pequeno sincericídio. Feter. Pois não. Já entendemos que tu quer largar tudo. Só ainda não descobriu como pedir. Por favor, para de usar os óculos da Rodaica. Ele tá usando os óculos da Rodaica. Não sei. É o amarelo. É o amarelo. Não é meu, é dele.

Não, é meu, total meu É aquele que falou pra ele não Aquele do mergulhador Aquele de Power Ranger Aquele é dele mesmo Aquele que é o Daica diz, não buza Não compra esse amor, e ele foi lá e comprou Comprou Power Ranger Gomes, se solta de uma vez, já entendemos muito bem Do que tu realmente gosta Um sorvetinho de duas bolas de tutti frutti Eu gosto bastante de sorvete

Gordo Léo, da perna tá igual o Porã. Aparece em um programa e some por dois meses. Se quiser sumir com o personagem. Fala que ele entrou em uma briga com o Ivan e levou uma cadeirada e subiu a ladeira. É, Bruno, eu tô aqui de vez em quando, eu vejo, eu tô aqui, agora que tem um reguezinho essa semana eu vou. Então é isso aí, Léo, que eu queria me te acordar. Eu tô acordado, só tô bocejando. Quatro da manhã, né? Lê, Lê, só uma coisa, cuidado pra não se afogar quando o Fetel for tomar banho.

Ah, que isso, cara. Que isso. Ah, não, eu vou mudar aqui, ó. Que maldade. Tem que soltar um pouco. Eu vou usar o termo. Não foi corrigido no chat GPT. Quando falou tem que soltar um pouco, eu achei que ia dizer tem que soltar um pouco. Não, é que ele ia dizer tem que soltar um pouco as bolas dele. Olha só que delicado. Que delicado. Como é que tu vai substituir? Ah, sai de...

Larga os ovos. Rafinha, visivelmente... Tu falou que ia trocar. Tu falou que ia trocar. Não, mas daí a Rodaica me perguntou, eu quis explicar pra ela. Aí tu te perdeu? É, eu sou honesto. Ele é assim, esse pé de baixo. Rafinha, visivelmente tu gosta de surfar, mas não precisa fazer igual quando vai pro mar e se jogar em todas. Borã, grande, bigzê, a praia realmente fez bem, surf, palito, praia, esposa, namorada, vivendo o pacote completo.

Brincadeiras à parte, vocês são gênios, muitas vezes me salvam das angústias e do... Não, não.

Eu vou falar mais baixo do estresse e do dia a dia. E podem folgar comigo também, porque para folgar com vocês tem que, no mínimo, é pôr o nome. Júnior de Criciúma. Aí, Júnior, mais um de Criciúma, hein? Manda um cara que inveja do Emílio.

Vai, você quer data antiga. Vai muito data antiga. Tem um e-mail aqui que eu não sei, é do César de Caxias do Sul e o César... E o César é o que é de César. Isso, no caso, o e-mail do César aqui. Ele fala de alguém da mesa aqui que eu não consegui identificar. Impossível. Quem será? Vamos ver. Não conseguiu identificar. Não consegui porque ele não fala quem é, entendeu? Ele só dá indícios de que seja.

Então, a hora que tu larga aí, a gente vai resolver. Por favor, me ajudem. E aí, gurizada, ouvindo agora o programa das 13. Quando foi dada a informação sobre a profissão dos caminhoneiros caírem em desuso. Faz umas semanas já, né? Foi semana passada. Semana passada. É uma maravilha. As pérolas citadas por vocês, quanto as provas a realizar no reality show dos caminhoneiros, tipo, dirigir vendado. Foi o Adams que disse.

dirigir com um latão na mão, foi o Lele que disse, dirigir purinho, foi o Léo que disse, dirigir fumando, foi o Adams que disse, digitar no WhatsApp enquanto dirige, foi o Lele que disse. Muito divertido e engraçado demais essas piadas, quase morri. Mas aí vem um murrinha no programa, o qual não sei o nome e pergunta, que tipo de caminhão?

Ah, é o Rafinha. É o Rafinha. É o Rafinha. Era importante, era importante. Que tipo de caminhão? É o Rafinha. Ele não sabe se é uma escânia, se é um caminhãozinho de mudança, a gente tem que saber. E o Rafael Gomes deveria ter respondido como esperado com um sonoro. Eu não sei. Eu não sei, não importa, não interessa.

Ele tentou manter o assunto sobre controle, ou melhor, sob controle, porque a zoeira já estava forte. Aí o Gomes responde, qualquer caminhão, não importa. E o Murrinha vem lá com toda a sua autoridade e sabedoria dizer, tem caminhão de mudança, tem caminhão grande, tem caminhão pequeno, tem cegonha. Foi aí que eu perdi a paciência.

Aí, meu irmão. Tu não entende nada de caminhão, ô merda. Caminhão de mudança não é tipo de caminhão. Que diferença faz pra ti? Não enreda. Tu só faz isso pra tumultuar. Ele já foi em Tarumã e viu a forma Trek? É outra coisa. Só muda carroceria. É outro caminhãozinho. É outro caminhão. Eu entendo de caminhão, né?

Ah, pra mim já valeu. Cara, eu entrava em férias agora, depois. Ah, não faça isso. Até um bom dia, solzinho, vai fazer o que em casa? Tu só quer tumultuar. Estavam em quatro pessoas falando, um em cima do outro, piadinhas e tudo bem. Estava bem divertido. Mas aí...

Ele tem que ser o bonzão e quer avaliar quais provas para quais tipos de caminhão seriam aceitáveis. Aceitáveis. Aceitáveis? Aceitáveis. Olha só, gente. Aceitáveis. Aceitáveis. Por que que tu não vai trabalhar na ANTT? E ele manda te perguntar. Tu sabe o que que é ANTT? A ANTT? Não. A Agência Nacional de Transporte. E o outro terrestre. Tem dois T? Tem dois T. ANTT. Nós estamos falando de caminhão, anda onde caminhão?

Terrestre, se fosse de avião Seria outra coisa De avião Sou o público de todos vocês Adoro o programa Menos desse tantã, até porque como diz Nelson Rodrigues

Ah, tá, é. Hoje é o dia, né? Essa frase é maravilhosa. Os idiotas vão dominar o mundo. Ah, é ofensivo. Como é que é o nome do malandrão ali? O nome dele é César. Ah, César. Mas por que eles vão dominar o mundo? Porque eles são muitos. Brincadeiras à parte, adoro todos vocês. Ah, que legal. Olha aí, o cara é da nossa laia.

Um abraço, César. Ele gosta de ti, o César. Fica com Deus, irmão. Ele gosta de ti. Ele é um amiguinho. Ele é um ouvinte, né, meu amigo? Ele é um amiguinho. Todo ouvinte é amigo. Tu conhece todos? Amiguinho é ouvinte. Isso. Pro Ivan é todo mundo amiguinho, gente. O amiguinho, o Jó Herrara. Isso, o amiguinho. Cadê o Jó Herrara, por falar nisso? O Jó Herrara tá lá no Chinelinha, lá trabalhando.

Aonde? Chileninha. O que é chileninha? Tu falou chinelinha primeiro. Também é independente. Chilena? É onde ele faz segurança à noite no centro ali. Ah, é. Ali é pesado o negócio. É um lugar chamado chileninha. Isso, é uma chilena que adorna.

E aí Mercedes, o nome dela. E aí... Lá no Chile. E aí, ali na Mercedes. Também com o Mercedes, ali no centro. Ali perto da igreja. E aí... Qual igreja? Tem um monte de igreja no centro. Mas tem um monte de lugar. Das dores, das dores, Ivo. Vou te ajudar. Aí ali fica o trabalho de errado. Eu conheci ele. É segurança.

Um caralhão assim bonito. Vai lá um dia lá. É nosso convidado. É, não sabe onde que é. Ali no Mercedes, ali no Chileirinho. Ali é bom, rapaz. É, o que serve lá? Cerveja, geladinha. O que mais? Filmes. Filmes? De comer. Não, pratos. O que serve? Rabada. Rabada, língua milanesa. Ah, não é exatamente o tipo de lugar que eu gostaria de comer. Maião de dois, canja.

Baião de doido. O que é baião de doido? É comida que a Mercedes-Benz faz com a menina da China. Sim, mas tu conseguiria me dizer... Arroz e feijão misturado com carnes.

Já comeu? Pai, não tem nada chileno da culinária chilena. Tem a Mercedes? Se tu quiser comer uma coisa chilena, tem a Mercedes. Que é a coisa chilena que tem pra comer ela? Que merda, cara. Olha, vou te falar. Vou te convidar pra lá. Se tu mulher deixar, nós vamos lá um dia. Eu acho que ela não vai deixar. Ah, mas agora. Não, não deixa, por favor. Não, mas agora não, agora tá fechado.

No almoço ela fecha. Vamos na janta, então. Ela fecha pra almoçar, ela abre as duas agora. Tá, mas ela não serve o almoço? Serve, das duas em diante. Meio dia ela fecha. Pessoal que sai da rádio as duas. Isso. Vai lá almoçar. Vai lá, olha o cupom. Boa na sua preta, tá bom, cara? O programa de sexta foi histórico. Hoje todos os dias o programa das 13 ao vivo, já o das 6 da tarde nem sempre consigo acompanhar. Então escuta no Spotify na manhã seguinte, enquanto trabalho.

O problema é que alguns programas acabam sendo perigosos para mim, porque trabalham em um escritório e às vezes fica aquele silêncio ensurdecedor e eu estou ouvindo o Pretinho atrasado e dando risada sozinho, do nada, no meio da galera. O programa com a produção do Rafinha e a inversão de papéis entre ele e o Gomes foi espetacular. Sério, façam isso mais vezes. Podia rolar pelo menos uma vez por semana. Alguém troca de lugar com o produtor e faz os...

Do dia aí, meu irmão Imagina o Lelê produzindo e só falando J.C.D.C. Vinho e Feter Ah, que isso Faz isso com o Lelê Faz isso com o Lelê O programa precisa abraçar o caos Mais vezes Abraço do amigo Rafael Fonseca E manda aí um Que privilégio Pro meu pai que ouve o programa todos os dias Enquanto dirige

Aí, valeu, querido. Obrigado pelo teu e-mail. E tu, Rodaica, tem o que pra botar pra nós aí? Mais uma? Quero um outro e-mail. Quero um outro e-mail, se tu tiver. Se não for pedir demais também. A Rodaica, ela veio preparada pra um e-mail. Ela veio preparada pra um e-mail. É cara a aparição da Rodaica. Um e-mail. Ah, é longo esse aí. É um TCC pra Rodaica fazer a correção. Sobre o que é isso aí, Rodaica?

Ah, que problemas, né? Traições. Ah, isso aí sempre vem. É muito grande agora. Fica com o outro, pega o outro, aí resolve que é o outro que quer. Mas já são dois minutos pra um. Que vida movimentada. Fica com o outro, pega o outro. Eu tenho pra mim, porra, que o pessoal no auge...

Da... do tédio. Não, do tédio. Do auge do tédio, senta na frente do... Sem também crítica nenhuma de gramática e inventa uma história e manda pra cá. Não, olha o que passa no chat GPT. Não acredito. Ou pede agora pro chat, então, inventar umas histórias. Eu não acredito, sabe por quê? Porque eu já fui abordado algumas vezes. É que a vida das pessoas é muito movimentada, tu não acha? Eu acho, mas é que a gente não pode achar que a vida das pessoas é igual a nossa.

Cada um tem a sua vida. É, que é muito monótona. Ou é a nossa que é muito parada. Ou a nossa que é muito parada.

Eu já fui abordado na rua por pessoas contando histórias e dizendo, pô, eu quero te contar uma história assim, assim, assada. Como é que eu posso fazer? Eu adoro parar pra ouvir as histórias dela, irmão. Manda um e-mail pro Pretinho. Vou ler Feliz da Vida. Pretinho básico, arroba atlantica.com. É porque todos os dias alguém me pergunta um e-mail. Exatamente.

Pessoal te para muito na rua Todos os dias Pessoal te para na rua assim pra contar uma piadinha Pro programa As vezes para Paulista Pessoal pode parar mais Para muito porã pra dizer que ele é muito bonito Ai eu ouvi

O batom biote, o lindo. Muito, muito. Isso aí é um negócio que é muito comum. Tanto quando eu tô junto, quando tá sozinho. É um assédio muito grande. Mas o bom é que há um respeito pela tua pessoa. Eu nem gosto disso aí com o Alexandre, porque é dois passos e uma parada. Chama muito. Uma parada.

ele chama muita atenção é um frenesi essa é a palavra é alto chama ele tem um porte de galã né ele é um expoente

Tem jeito, porte de galã Só não é o galã E para tudo E para aí, a galera sabe Lembra do gaúcho mais sexy Ah não, isso aí foi histórico Tu sabe que foi a maior Cotação da história Já era sobre tua gestão Já era sobre minha gestão Foi 2004, ano que o Theo nasceu Inclusive depois fizeram uma reportagem Com ele de várias páginas A gente precisa resgatar isso aí Nas redes sociais do Pretinho Vara Todos passaram

Não precisa, porra. Não, é um novo ensaio, um novo ensaio. Como é que a gente faz um documentário de 18 anos do Pretinho e não bota isso aí? E não cita esse título. Porque isso foi na época do Café Zé. Exatamente. Mas tudo bem, mas assim deveria ter que ter porra a história do Pretinho. Uma vez eleito pra sempre. Pelo Gaúcho Mais Sexy. É o início de um galã.

No Rio Grande do Sul tinha que ter começado ali. Aliás, eu acho que a gente devia fazer essa votação de novo. Eu acho que eu toparia participar, porque hoje, 20 anos depois, isso aconteceu quando eu tinha 37, hoje, 22 anos depois, eu me sinto, inclusive...

Mais gato. Não mais gato, mas melhor do que eu era naquela época. Pior não tem como. A Rodaica também acha. Não, tinha como ser pior, sim. Do que? Claro que tinha. Cara, sempre vai ter como ser pior. Não tem como não. A idade nos ajudou, olha o porão. É verdade, é verdade. Sorridente. E a maturidade também, né? E o Rafinha de camisa social. É, camisa de traí. É verdade hoje.

Não, não, a gente não trai se vestir assim pra trair. Essa aí é de trair, essa é de trair. O porã vai meio mais soltinho assim, nunca vai achar que tá traindo. Talvez esteja, né? Sempre botando uma pulga atrás da orelha. Vamos ali fazer o show do intervalo, café, xixi, já voltamos. O Pretinho Básico volta já. Agora na Atlântida, memória de elefante.

Elefante Letrado apresenta... Palavra do dia! Chulo. C-H-U-L-O. Chulo, vendo espanhol, indica algo vulgar ou de mau gosto. Refere-se a atitudes, palavras ou comportamentos considerados grosseiros. Ele fez um comentário tão chulo que deixou todos constrangidos.

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Memória de elefante. Para mais curiosidades, acesse elefanteletrado.com.br Dois minutos para as duas da tarde, voltamos com o Pretinho Básico para fazer a escolha do craque do episódio. Mas antes, uma piada do Joãozinho, posso? Deve. Martinha, você consegue me dizer o que é um homicídio?

Claro, professora, quando uma pessoa mata um homem. Muito bom! Joãozinho, o que seria um suicídio? Muito fácil esta, quando uma pessoa mata um suíço.

Cara de mal, poderia ser só uma pizzaria temática, mas é a cara de mal, pizzaria do Pretinho, que tem em Porto Alegre e Gramado. Em Porto Alegre, ali no Boulevard Laçador. Pode sair votando, Borazinho? Eu vou votar hoje na Rodaica. Ok. Na Rodaica, na Rodaica.

Ivan, vai votar em quem, Ivan? Vou votar em G. Por que, Ivan? Ah, um coragem boa, distribuiu o jogo legal, entendeu? Deixou eu fazer uma propaganda pra chileninha, já vou conseguir almoçar de graça hoje. Então, meu voto é teu e beijo pra Mercedes. Obrigado, obrigado. E tu, Gormis? Eu vou estar no Rafinha, né? Rafinha. Que apanhou o programa todo, o goentou no nosso. Aguentou duro mesmo, é verdade. E no final, disse que o Porã se veste de qualquer jeito pra sair com as amantes.

Não, foi bem assim, né, porra? Não, não foi bem assim. Uma coisa é o que tu fala, outra coisa é o que a pessoa ouve. É isso mesmo. É isso aí, mano. Exatamente. Por isso que a gente tem que ter cuidado nesse microfone, Alexandre. É, filho. Ah, muito cuidado. Tem que ter muito cuidado. Lembra disso amanhã ou hoje, assim. É, a gente nunca pode esquecer que tem uma expressão muito legal que eu adoro usar, que é a Atlante, do microfone da Atlante. Dá um canhão. Ah!

É verdade. É um canhão. O que tu fala aqui, cara, vira o mundo. É verdade. Vira o mundo o que tu fala aqui. E tu, Rafinha, vai botar em quem? Que loucura. Pensando, né? Não, não, não, não. Como assim pensando, cara? Agora eu tenho que ter pensado. Eu tô bem termado pra pensar. Eu vou dar um tapa de luva nele, né? Vou botar no porão. No porão.

Eu gosto disso, cara. Tá no porã, porã veio com bastante informação. Vem, vem, vem. Deu completamente impaciente e não pode falar do Feter perto do porã. Não, tem que marcar ali. Porã, posso falar com o Feter agora as duas e dez? Agora tá no porã. Não vai dar, vem mais. Rui pra ti, porra. Tu, Rodaica, vai votar em quem? Eu vou votar no porã porque eu acho que a impaciência e a ansiedade do porã contribuem muito para o programa, entendeu? Ao contrário do que poderia acontecer, que seria atrapalhar...

Ele traz questões que tem que ser ditas aqui, entendeu? E ele traz por quê? Porque ele fica ansioso pra falar o que ele fala. E o que tu me diria sobre a impaciência e ansiedade do Rafinha Menegasso? Então, dependendo do dia, né, Rafinha? O Daca já voltou em mim também. Dependendo do dia, tanto que eu já voltei em mim fazer o Rafinha, né? É, exato, isso é verdade. Eu acho que o ímpeto e a ansiedade, elas sempre dominam muito bem o programa.

Mas caso esse vai ladeira abaixo, às vezes vai ladeira acima. Vai, também. No meu caso, mais ladeira abaixo. Mas é mais fácil pra baixo todo santo ajuda. É isso aí.

Tá, olha só, então deixa eu fazer a... Porão voto. Acho que o Porão tá na frente, né? Com três votos, é isso? Dois. Dois votos? Dois votos. O... Não, acho que o Léo votou... Ah, não, o Léo votou em ti. É, o Léo votou em mim, muito obrigado. Eu tinha prometido no início do programa... Votar no Léo. Já votar no Léo na largada. Tu lembra por quê, Anto? Porque eu falei que o Rafinha queria que não corrigisse mais o português dos textos.

Isso aí. Eu falei, já tem dificuldade de cortar certinho. Tu quer ler... Isso aí. Eu gosto, porra. Aí tu...

Não vai conseguir ler. Foi uma endericadeza, eu adorei essa endericadeza. Não, foi, foi uma coisa de amigo. Foi de amigo? Foi de amigo. Deu uma real, né? Deu uma real. Então, se foi de amigo, não, não. Não, assim, ó. Eu chamei ele de burro na categoria. Eu queria o dedo no olho mesmo.

O velado de vagabundo, aquele que escorre o melado, aquele é bom, né? Então tá, leva o Porã. Eu votei no Ivan, leva o Porã, o craque do episódio hoje. Parabéns, Porãzinho, tá? Mais uma performance excelente. Excelente. Obrigado. Se quiser voltar com a gente às seis da tarde, já está convidado. Rui pra mim, ruim pra luta. Porra, Porã.

6 da tarde é pra Alicinha não tem mais aquela disposição 6 da tarde é Alicinha já não tem mais adrenalina vamos voltar então às 6 da tarde, volte com a gente obrigado pela audiência, um abraço, boa tarde de terça, tchau

Pretinho Básico | 12/05/2026 13h ⭐Rodaika | Castnews Index — Castnews Index