Pretinho Básico | 07/05/2026 18h
O maior podcast humorístico do Brasil. Elenco da rádio Atlântida repercute as maiores notícias do dia do jeito mais engraçado possível. Veja muito mais no YouTube 📺: @atlantida_TV e @PretinhoBasicoShorts
- Pretinho BásicoDuas sessões de show esgotadas · Abertura de segunda sessão · Lançamento de novo personagem e texto
- Gastronomia e restaurantesDiscussão sobre taxa de rolha · Edmota arremessa cadeira em restaurante · Valor da taxa de rolha
- Recado para família em momento delicadoMensagem de apoio para esposa e filha · Exames médicos em Porto Alegre
- Ataque a cabeleireiro em SPMulher detida por facada em cabeleireiro · Tratamento capilar insatisfatório · Corte de cabelo insatisfatório
- Preferências de relacionamento da Geração ZGeração Z prefere parceiros mais velhos · Segurança emocional como fator · Estabilidade financeira como fator
- Previsão do TempoTemporais com raios e ventos fortes · Calor fora do normal para a época · Queda de turbina eólica
- Clareza e Efetividade na ComunicaçãoMudança de tom de voz em comerciais · Tom de voz conceitual e alegre · Tom de voz adrenalizado
- Venda de moto Yamaha R15Moto Yamaha R15 ano 2024 à venda · Motivo da venda: reforma de apartamento · Preço da motocicleta
- Piada do Joãozinho e o poteiroApresentação de novidades na comunidade · Construção de um poteiro novo · Entrega de Joãozinho para a diretora
- Mensagem suspeita e descoberta da traiçãoDescoberta de traição · Relacionamento de sete anos · Ser solteiro é uma maravilha
Olá, Alexandre Fetter. Olá, muito bom fim de tarde, amigo e amiga ligados na Atlântida. Estamos chegando a seis horas e cinco minutos deste fim de tarde de quinta-feira, dia sete de maio de dois mil e vinte e seis. Para mais um Pretinho Básico. Muito obrigado pela sua audiência, você que fica aí esperando.
O Pretinho chegar ao vivo no rádio e também no YouTube. kteoa.bet.br. Pode apostar que o site é proibido para menores de 18 anos. Jogue com responsabilidade. Leandro Bortolatti, boa tarde. Boa tarde, Alexandre Ferdinand. Como é que estamos aí? Estamos otimamente bem, Leandro. Na quinta-feira, quase sexta. Quase sexta, né? Amanhã já é, né? Amanhã já é. De novo, aliás, né? Amanhã já é sexta de novo. Pressionante.
Porque tá passando muito rápido, não sei o que vocês já perceberam. Toda semana, chega ali, é sexta, né? Segunda, pá, sexta. Segunda, pá, sexta. Aproveite bem o seu dia, né? MHNet Telecom, conecte todos os cantos da sua casa com o Wi-Fi total da MHNet Telecom, Rafinha Menegas. Ótima noite, né, Alexandre? Um beijo, um beijo com muito, mas muito carinho, meu público.
Preciso agradecer eles Cala a boca, cara Eu sou simpático As pessoas que me acompanham Cara, o público não é teu É da rádio É da rádio O público é da rádio Pega teu público E vai fazer uma parada No teu Instagram Tu e teu público, então No Instagram Deu uma animada Numa galera ali, né Tu viu, né Limpeza de conta fake Limpeza de conta fake É isso aí Eu quero ouvir Quem não tem seguidor fake Não tem que se preocupar Eu não sei Quem não conta seguidor Não tem que se preocupar Ouvinte traidor Não aceita
Ouvinte traidor, não. Só quer ouvinte fiel? Fiel, exatamente. Eu só tô apresentando os patrocinadores do programa, tu tem que enredar já na largada da tua apresentação. Quem trai, não segue Rafinha Menegas. Vero, a maquininha com a menor taxa e um banco completo. Seja Vero, como é que tá o Léo Oliveira?
na bunda, Pelé Guardado. Só pra se ligar, né? Ô, Felizidade, né, Oliveira? Tudo bem? Coisa boa. Tô em Cristo, por quê, cara? É quinta-feira e a nova cita-feira, cara. Pra mim é. Não, é? Quinta-feira, pra mim é nova cita-feira. Não, adianta ficar vivendo pensando na sexta. Exato. Eu vi o pensando na quinta agora.
Também um erro. Bom fim de tarde, Rafael Gomes. Bom fim de tarde, Alexandre. Tudo bem contigo? Sem perfeito. Coisa maravilhosa. Observem, Rafael Gomes. Vamos dar nos destaques do pretinho aí da pena. Com elegância. Eu acho que é isso aqui. Obrigado, da pena. Muito obrigado. Zagonel, as melhores soluções. Dá minha caneta, por favor. Por favor, todo mundo pega minhas canetas. Obrigado.
Zagonel, as melhores soluções em duchas e torneiras. E com arroba Eletro Zagonel nas redes sociais. Os destaques aí, meu irmão. Como é que é da pena? Estou lançando um evento aí. Qual evento? Sábado. Sábado? Vinil e vinho.
Não, mas esse evento já foi lançado. Vai ter o quê? Vai ter cerveja e Spotify. Que trouxa, cara. Como tu é trouxa, cara. O que foi, cara? E aí, Ivan, como é que tá? Eu tô incrível, né? Pô, fim de tarde, Ivan. Pô, queria agradecer ao pessoal que me ajudou aqui na Vila. O que houve? Tô com 150 reais pra ver a mãe. Só um pouquinho. Só falta 300. Não, para. O Fetra te deu 300 a uma.
Não, não me deu ainda. Não, não dei ainda. Ah, bom. Não te mete. Eu achei que ele já tinha gastado. Não te mete. Não dei ainda, nem sei se vou dar. Ah, pô, tu não vai me dar. Nem sei se vou dar. Fala que ia me dar, tu não vai me dar mais. Ah, ainda não sei se vou dar. Me dá amanhã. Eu vou te dar. Não, Rafinha, Rafinha, eu vou te dar. Eu vou te dar 20 reais, vou te ajudar. Não, me dá 20 que eu arrumo os outros 320.
Nossa ouvinte Samira. Samira Maia de Ávila Maciel. Ela é de Campo Bom, costureira. Está fazendo 50 anos. Samira, né? Parabéns, Samira. Saúde e prosperidade.
Tem na novela Três Graças, a Samira, né? Que vende as crianças. E a BBB Gaúcha também. Tem uma flopada na saída. Mas só um pouquinho. Tu tá vendo essa novela? Eu sou obrigado. Ele já falou que tá, ele já admitiu. Por que que eu não tava aqui? Porque eu gosto de ficar na sala com as pessoas que eu moro. Aí eu vou virar as costas.
Ah, eu vejo novela Às vezes eu vi, às vezes eu não quero ver novela Tu já mora com as pessoas, não precisa? Já tá nesse espaço quieto Vai lá pra outro combo, de vez em quando volta lá Eu gosto do Murilo Benícius na novela E quer ter ver o quarto? Tá ruim Não deu tempo Tá ruim?
Eu acho que tá sem pilha o controle Liga pro salado é que caiu lá Vocês são fodas também Não respeito o caso Não, troca as pilhas pelo menos Não respeito, cara Só não deita na minha cama Só no sofázinho Só deito no sofá pra ver o TV Baita sofá Mas é que eu sou maior, né Não, eu tiro o tênis Ah, tiro o tênis, que lá em casa não dá pra andar de tênis Calma te falar, tá? As coquinhas zero Eu substituo
Ah, isso é bom! Tu também entrou vazio, gente. Tome e bora. Subiu. E as Heinrichs também. Ah, geladeirinha aquela, que é o lado da mesa, aquela ali. Aquela que tem som lá tãozinho. Cara, ele vai tirar o abai, né? É, o maluco. Tá, olha só, chega de palhaçada. Vamos dar aqui nos destaques do Pretinho Básico. Mulher e van. Olha isso aqui. Olha, Jovem. Lembrei de ti na hora que eu vi. Mulher é detida. Por quê? Por dar facada em cabeleireiro após reprovar o corte do seu cabelo.
O cara fez a juroninha na mina e ela ficou putass. Não, não, não. É médio, é quase. Cabelheiro, açougueiro, mecânico e doutor é de confiança.
Nem sempre. Não, cabeleireiro tu não pode ir em qualquer um. Zona Oeste de São Paulo, Barra Funda, a moça de 27 anos, vinha fazendo um tratamento capilar, não foi um corte. É esses tratamentos que duram vários meses, etc, que mudam os fios, mudam o volume, etc. Não sei os termos corretos. E aí ela disse que com o passar do tempo... Tu tá certo isso, hein, mesmo?
mas é implante? não, não é implante mas é só bom a gente esclarecer escova progressiva, preenchimento, babyliss não, mas mega hair não é um tratamento, tu bota ali um cabelo a mais mas tu tem que tratar ele porque o tempo ele vai desgastando
Não é uma doença, mas uma necessidade. Mega Ré não é doença. Não, não é. O Peter lembra. Na bobinas, é antiga. A mão na nuca, só os grampos. Tudo Mega Ré.
Eu não lembro disso, cara. Não lembro. Aí a moça tava fazendo... Era grande aqui. Opa, opa. A moça tava fazendo o tratamento capilar e ela não tava satisfeita. Aí ela marcou o horário, porque tu tem que ir costumeiramente no cabeleireiro fazer a manutenção desse tratamento.
Marcou a hora, tem que ir comparecer. E aí ela já tinha avisado que tava muito ruim. Que ela disse, olha só, eu tô há uma semana em casa e piorou muito. Mas o que que aconteceu agora? Então avisa aí. Ela não gostou do antes e do depois. Ela disse, então avisa aí o Eduardo que eu vou tacar fogo nele. Se ele não arrumar. Vai me tacar fogo. Se ele não arrumar isso aqui. Aí ela falou, eu fiz o cabelo que ela pediu. Aí ela foi lá e ela não gostou do que ele, entre aspas, arrumou.
E aí quando ele tá de costas conversando com uma pessoa, ela tira da bolsa uma faca e dá uma facada no ombro do cara, assim, pá, uma só assim, ó. A cena é meio punk, mano. É, eu não botei, eu achei pesado. É ruim, é ruim mesmo. É punk. E aí volta, já vem o pessoal, já segura ela, deixa disso e tal. O que houve que deu a facada do cara lá? Não gostei do meu camelo. E aí achou que era um baita motivo pra dar uma facada no camereleiro. Ó a pena, né, meu irmão. Nós tamo perdido, cara.
É só ela botar uma toquinha e tá tudo bem. Fica no pique ali, Alexandre Carlos. Ela podia conversar com o garoto. Caspar a zero. Não tá tão legal. Mas é que é isso. Por isso que eu falei, meu irmão. Podia mexer menos no cabelo. Vai, né? Tem que ir de confiança. Isso.
O que me chamou a atenção é que ela vinha fazendo esse procedimento, só agora ela enxergou que não tá legal. Mas o cara pode ter aplicado nela lá, tá ficando bom. É um procedimento que com o passar do tempo ele vai melhorando. Você é que nem pedreiro, Caio. Mas o que houve? Foi a cor? Foi o corte? Foi a tonalidade? Corte, cara, tá na manchete.
Mulher é detida por dar facada em cabeleireiro após reprovar o corte de cabelo. Mas o corte não é um tratamento. Vamos aos fatos. Ela tava fazendo as duas coisas, Rafael. Ah, as duas coisas. Tu não tava prestando atenção. Não, não. Tu não prestou atenção. Não, não, não. E aí quando ela volta o cabeleireiro... Não, não, não. Não, não. Não, não. Não, não.
Que ele vai fazer o corte pra arrumar, entre aspas, a cagada que teria sido feita e ela não gosta de novo. Então não é só um corte, né? Foi o corte e eu o tratamento que não foi bem cedido. Cara, pra mim é seu maionese, viu? Não, eu quero um pouco hoje. Hoje eu vou pedir o como do mestre lá.
Edmota. Chato. Não, esse é o outro. Edmota arremessa a cadeira e inicia a briga em restaurante de alto padrão. O vídeo é bom, o gordão se rita. Vamos ver o vídeo que eu não vi. Ah, eu não botei também esses vídeos. Não é possível, produção. Se tá na internet, produção. Cara, eu já vi um cara que pegou um vídeo do Faustão numa vídeo cacetada.
E aí botou o vídeo, daí tem a fala do Falsão de Ano. Não, volta ali, volta ali. Olha o que o cara faz ali. Aí mostra Edmota. Tu é Edmota? Boa. Me senti pensando nos comentários que a gente podia fazer e podia pegar... A gente vai fazer igual. Ah, mas com o vídeo fica pior. Ele jogou uma cadeira por quê? Por quê? Tudo por conta da taxa da rolha.
É, vamos explicar o que é taxa de molha. Ele levou o vinho dele dentro do estabelecimento. Quando tu tem, digamos assim, um gosto mais refinado, tu não gosta de qualquer vinho. Tu gosta de um tipo de vinho, né, Lelê? Não bebe em casa, então. Não enche o saco. Eu não gosto de fazer isso.
Eu gosto de experimentar os vinhos. Eu acho que seria antipático de chegar num pico. É que assim, ó, de repente vai num restaurante e tal... Não sei que fosse um pica das picas. Aquele é, se eu me lê de mão cheia, assim, o Edmott. Ele é chato demais, Edmott. Tudo bem, isso é outro assunto. Talvez xingou o cara, o hold dele em pleno... Isso é outro assunto, mas é que a questão dele com vinho... Pegaram o tio dele. Tem uma galera que faz isso.
Cara, ó, eu vou lá num restaurante e tal comer tal coisa. Aí o cara olha lá na internet a carta de vinho do restaurante e não tem o vinho que ele quer pra aquela comida. Aí ele leva o dele. Aí ele paga...
A taxa de rolha. Isso é basicamente o quê? Se o cara for bacana, grampa. Ele é o vídeo dele. Nós já vimos, já, gente. Não, cara. Nada a ver. Nada a ver. Às vezes tem um cara que... Cara, isso é muito pessoal, cara. Tá, mas só pra explicar. Essa é uma taxa que tu paga pro restaurante pra tu levar o teu próprio vinho, porque tu não está consumindo o vinho que eles têm à disposição. Tem isso. Mas não tem a marca que tu quer. Isso. O Edmota achou num restaurante granfino...
Que ele poderia ser isento desta taxa por ele ser o Edmota. Ah, não, não, eu erro. Ah, eu falei que ele é um xarope? Ele meteu essa perna em um restaurante e disse, ah, mas essa taxa a gente cobra de todo mundo. O senhor quis, a gente tem uma carta de vinho. Não temos o valor da taxa. Isso é importantíssimo. E aí o Edmota começa a destratar.
Os garçons e os atendentes Ninguém é melhor que ninguém Tava o primo dele e uma outra amiga do Edmota junto O Edmota é o gordão aqui Isso Não, não, não, não Só um pouquinho, cara Tu não pode ser tão idiota É o corredor de maratona É Edmota
Não, não. Ele tava falando, ele começou a falar do Edmota, imitou o Edmota. Abre aqui do bó. Esse é o Edmota. E aí no fim de tudo ele pergunta, o Edmota é o gordão aqui. Ah, ele é chato para um cacete, né, Fetel? Tá, vamos combinar. E lá pela tampa, eu não conheço o Edmota. O cara distrata garçom, distrata qualquer prestador de serviço só porque eu sou o Edmota. Aí ele não é chato. Ele é mal educado. Ele é mal educado, indelicado. Meteu uma perna, unha grande, criou as asas.
E aí lá pelas tantas, ele teria arremessado uma cadeira no garçom. Disse o Edmota em entrevista que ele não arremessou a cadeira no garçom. Mas tá no vídeo. Que ele jogou pra longe e ele não viu o garçom. É, eu não vi o garçom, mas eu vi ele jogando a cadeira. E que a história não tá bem contada. Quanto é a rolha?
Não sei. Eu sei. Achei aqui. Quanto é a taxa de rolha? Essa informação é importantíssima, Peter. Não, não, não. Achei a informação aqui, ó. E quanto é a taxa de rolha? Tá aqui, ó. No Jornal Globo de hoje. Quanto custa a taxa da rolha? Depende do restaurante. É, cara. Por garrafa. Depende. Tu vai rir, porque é uma chinelagem. Sabe quanto é por garrafa? Quanto? Sem pila.
Ah, é uma chinelagem. Não, é uma chinelagem. Seu cara levou de 100 pila BRC. Do restaurante ou a taxa básica? Não, no grado... Não, cara. Falei mesmo do restaurante. A cobrança que tá aqui, ó. Entenda. A cobrança é de 100 reais por cada garrafa levada de fora do restaurante. Por que que existe isso? Porque no momento que tu autoriza um cliente a levar o seu vinho, tu está deixando de vender o vinho que tu tem ali dentro.
Tu cobra um valor padrão Tá certo Pra ele 100 reais O cara deu 600 filhos O chato, ele enreda por qualquer coisa Tipo tu Enredando com o valor da rolha Mas é importante Quantas vezes tu foi num restaurante e levou o teu vinho Oito vezes Você já gastou 800 no mínimo Era mais barato Era 25 Isso
Tomava o Canção. Canção, chega de boa, hein? Geração Z. Qual é a idade da geração Z? Por favor, por favor. Dos 18 aos 28. Eu falei pra botar a plaquinha aqui. Um cara mandou no e-mail pra imprimir e a gente colar aqui. Por favor, por favor.
É os nascidos entre 92 e 2008. Ninguém sabe o que tá vendo. 98, 2010. 98 e 2008. Imprimei a batinha amanhã. 98 e 2012. Só gostaria de saber o final da notícia anterior. Não, aquela já foi, Leandro. Já foi, Leandro. Eles pegaram a conta ou saíram sem pagar? Como é que foi? Saíram sem pagar? Eles tiveram de pagar a conta, Leandro. Claro. E a rolha, né, Leandro?
A taxa de roda. E a cadeira. E aí, a cadeira. E provavelmente agora um processo. Ah, um processinho. Agora vamos ao próximo destaque. Que é qual? Geração Z. Qual é a idade?
98 do... Geração Z troca jovens por homens mais velhos. Ah, ah, ah, ah! É uma pesquisa, Lelê. Ah, isso explica a alegria do corão uma hora. É uma pesquisa encomendada pelo site Meu Patrocínio, que a gente já falou, que é um site especializado em sugar dares.
Então eles encomendam muitas pesquisas que não necessariamente têm a ver com a relação Sugar Daddy, mas têm a ver com a relação entre gerações. Então eles chegaram à seguinte conclusão. Cite um exemplo. O Porã tá alegre a uma hora. É essa pesquisa que a gente vai ler. Não, na prática. Uma quantia de luz. Eles contrataram o Instituto.
Só cala a boca e deixa o colega falar. Eles contrataram um instituto pra entender o que a geração Z mais valoriza na hora de sair com alguém. E chegaram à conclusão de que o fenômeno de todas as gerações, que é os baby boomers saiam com os baby boomers. Qual a idade dos baby boomers?
Ah não, mas não, mas... Vai, vai, vai. Depois tu pode sair. Quatro minutinhos. Pode ir, vai lá. Quatro minutinhos, vou te dar esse arrego. Quatro minutinhos. Puta, essa notícia eu queria... Eu vou ficar ouvindo ali. Fica ouvindo, tem 12 rádios lá fora pra tu ouvir. O que mais tem na rádio é rádio. Qualquer andar da empresa tu vai achar um rádio pra ouvir. Obrigado. Na história da humanidade, Lelê, todas as pessoas preferem sair com as pessoas mais próximas da sua idade. Ponto.
Na história da humanidade. Ah, mas eu não sei o quê. Não, na média, todo mundo se relaciona com as pessoas da sua idade. Tá. Que é o quê? Depende.
Depende. Ah, eu gosto... Amarelinho pra ti também, Ivan. Eu gosto das veteras. Fica quietinho, Ivan. Desculpa. É que tu é veterna. A minha esposa é onde eu ando mais nova que eu. E aí se chegou a conclusão que... Amarelinho pra ti também, né? Deixa o cara falar, velho. Pelo amor de Deus, cês tão de brincadeira comigo. Tá, então, senhor... Cala a boca! Cala a boca, toma a boca! Tinha só uma pergunta, mas não vou incomodar mais.
Pode sair, Ivan. Pode sair, Ivan. Pode sair, Ivan, por favor. Pode sair. Vai, vai lá, vai. Quatro minutos lá fora. Pra pensar na vida. Choca a folha no rabo. Pega a folha e sai. Vai, vai, vai, Ivan. Não, Rafinha, ainda não. Ainda não.
Fecha a porta aí, por favor. Se chegou à conclusão que a geração Z é a primeira geração, que são os mais jovens, que na média hoje, os maiores de idade, tem mais de 18... Mas tu tá falando de mulheres da geração Z, não é? Não, homens e mulheres, tá? Eles estão preferindo pessoas mais velhas. Eles não estão preferindo a própria geração deles.
As mulheres, Lelê, estão buscando benefícios nos homens que não estão na geração delas. São mais velhos? Como por exemplo... Isso, aí perguntar quais seriam os benefícios. Segurança emocional é o principal deles. Tá. Porque as mulheres que a geração Z não passa essa segurança. Eu não entendi a geração Z. Volátil. Vai tomar no cu, Lelê! Fiquei nervoso agora. Eu me atrapalhei.
Pode sair, Lelê. Obrigado. Quatro minutinhos lá fora. Te agradeço imensamente. E agora, eu e toda a audiência vamos ouvir finalmente a notícia sem interrupções, Gomes. Obrigado.
44% das mulheres Prezam pela segurança emocional Agora tu capricha na notícia Essa é a principal qualidade Que hoje as mulheres da geração Z Querem segurança 26% No homem maduro Isso, no homem mais velho Não necessariamente maduro, pode ser um millennial Um millennial tem na casa dos 30, 35 Não necessariamente ele é um cara maduro
Aparência física está em segundo lugar ainda, mas 24% das mulheres... Cada mulher podia escolher três itens. Segurança emocional foi o primeiro. Gentileza está muito bem ranqueado, com 26% também. Bah, isso é um troço maluco. Estabilidade financeira, ou seja, mais um item que preza pela segurança. Assim como a segurança emocional, a segurança financeira é um item que as mulheres também estão procurando nos homens. Educação, 13% votou.
E por último, que dentre todos os itens, o status social. Esse é o menos relevante para a mulher. A mulher está mais preocupada com outros atributos. Interessante. Está bem, Gomes? Muito obrigado. Que silêncio delicioso no dia do silêncio. Olha. Hoje, no dia do silêncio, olha que silêncio delicioso dentro do estúdio. Só o Gomes e eu. Ô, Gomes, vamos fazer um programa eu e tu? Vamos. Maquilo Curto deu seis cartões em 20 minutos.
Cada um ganhou dois amarelos. Na verdade, foram nove. Que dois amarelos e o azul. Ai, meu Deus do céu. Parabéns. Obrigado. Não que eu quisesse. O que nós vamos fazer? Abra o telefone para as mulheres, já que está só nós. Não, agora o Rafinha pode voltar. Está na hora dele voltar. Ah, que agora vem a contagem ingressiva. 25, aos 26 volta o... Chegou o Neto. Aos 26 volta o...
O Léo, o Ivan E aos 27 volta o Lelê Tá, e da notícia... Não, essa notícia já acabou, já passou Se tu quiser saber, tu procura no Google Ou tu ouve a reprise do programa Uma matéria importante Aproveita e bota um e-mail da audiência aí, Rafinha Claro, Alexandre
Não vamos botar os guris agora ou não? Agora ou não, né? Vamos ler o e-mail. Meu e-mail, né? Peço que meu e-mail seja lido por... Por quem? Pelo Rafinha. Fala, preta Eada. Eu namorava, havia cerca de sete anos e era casado a dois. Sim, casei com 21 anos apenas.
Era um relacionamento normal, altos e baixos, mas nos últimos meses, antes de descobrir as guampa, percebi que o comportamento da minha mulher estava muito estranho. Celular embaixo do travesseiro na hora de dormir. Nós sabemos o que significa, né, poré?
Não me procurava mais pro lenha-lenha, fria comigo demais. Assim que comecei a perceber os sinais, liguei o alerta e fiquei de olho, pois tinha certeza que havia boi na linha. Peguei o celular dela algumas vezes e vi algumas conversas no Instagram, mas nada revelador, pois as mensagens não carregavam e eu só conseguia ver as mais recentes. Até que um dia, no dia 20 de setembro...
Fiz um mate, peguei o celular dela e fui parar no meu carro. Lá estavam as mensagens do Magrão. Ah, não, não, não. Dando a entender que os dois haviam transado há poucos dias. Vai ser triste, né? Ah, não dá pra pegar o celular da Minnie pro carro. Com um mate? Não dá, não dá.
Terminei tudo e fiquei bem mal por algumas semanas. Também descobri que boa parte do bairro já sabia das gaias e que, além do magrão das mensagens, havia outro com quem ela também tinha me traído, o atual namorado dela. O que me deixava um pouco confortável era saber que eu também havia colocado guampa nela e há poucos dias descobri que o namorado atual dela também já está sendo guampudo.
Hoje eu tô vivendo minha vida em paz, conquistando minhas coisas e aproveitando a vida. E digo uma coisa, ser solteiro é uma maravilha. Abraço, Rafinha. Continua sendo esse idiota que tu é. Aí, sim. Tu é a alegria do dia de muitas pessoas. Ai, cara. Eu tava lendo o e-mail, né? Eu tava lendo o e-mail. Já acabou, já acabou. Vocês prestaram atenção no e-mail? Volta pro teu lugar, Ivan. Cagaram pro e-mail do cara. Eu gostei, eu achei bom o e-mail. O que que dizia, Feta?
Achei curioso ele desse lado aqui. Não, não, cara, é sério. É que tô show do e-mail, sim. Magrão tomou guampa, meteu guampa, disse que agora tá... Ele reclamou, reclamou da guampa da mina. Tá solteiro, tá feliz, deixa ele, cara. Aí ele foi lá e disse, ah, mas eu tô me metido. Todo mundo é, o que que aconteceu? Fui embora. Quem, o Leandro? O Leandro pegou uma pilha e foi embora. Ficou chateado. Ficou chateado. Não foi, pode chamar. Cafinha.
Pode chamar o Leandro agora aos 28. Se ele foi embora mesmo, ele não tem que nem participar no programa. Se ele não foi embora, se ele foi embora, ele tá fora do programa. Agora, o que a gente viu o Gomes salivando de tesão, só tu e ele. Era tudo que ele queria no programa. Vai, ele te olhou. Vamos olhando ali. Parecia que ele tava na cara. Parecia que ele tava na cara. É, exatamente. Salivando, levitando de tesão. Ele tava assim, ó, eu e o...
FETER QUERIDO! Imagina, ele podia falar e o FETER não tinha ninguém pra interromper. Bota o Lelê pra dentro, Gomes, por favor. Vê se ele tá lá, vê se ele voltou, vê se ele voltou, ele foi embora. Não, se ele foi embora, ele tem que... Não, não foi embora, ele foi azulado. Olha a cara dele, tá chateado lá. Tá chateado lá, ele tava no telefone, né? Tá chateado lá, sujou ali, ó. Foi? 18 anos, Lelê. 18 anos, cara. A idade do Baby Boomer. Mensagem pelo PB.
Eu tô brigando de novo, gente. Eu fiquei nervoso ali, tanta coisa que eu sei há muito tempo. Gente, o Alexandre quer ler o e-mail, gente. Mensagem pelo PB. Tá. Fala, Pretinho, sou aqui do Alegrete. Ouvinte do Alegrete, quero agradecer muito a vocês por estarem presentes no meu dia a dia e fazer um pedido com o coração na mão. Peraí. É dinheiro?
É triste? Não. É triste? Ah, tá. Não, só para a gente não cometer um erro. Meus amores estão em Porto Alegre fazendo exames. E o único passatempo delas é o pretinho. Obrigado por darem um pouco de alegria nestes momentos delicados.
Queria aproveitar pra mandar um recado especial pra minha esposa, a Luciara Melo Fantinel, e pra nossa pequena Eva. Estão em Porto Alegre, então, fazendo estes exames. Estou morrendo de saudade na torcida por vocês, esperando a volta pra casa. Amo vocês, mandou o Jean Lucas Sandri. Puta, e isso é rádio raiz. É verdade. O cara mandou um recado pra família. É verdade, o cara tá no alegrete, velho. Isso é legal demais. Mandando um recado, ele podia pegar o telefone. Exato. Abriu uma chamada de vídeo. Foi.
Que é esse?
Como é que ele não tem um telefone e você não mandou um e-mail? Ele pode ter mandado pelo computador. Mas é muito difícil. Não, mas ele fez isso. Ele pode não ter um telefone com chamar de vídeo. É muito difícil, muito difícil a pessoa não ter um telefone que faça chamada de vídeo hoje. É muito difícil. Muito difícil. Mas o impacto que causa pelo microfone Atlântida é diferente para os receptores. A voz do Alexandre. Lele, eu tô contigo porque muitas pessoas me pedem para ouvir uma música na rádio, especialmente no Discorama.
Ah, nosso programa é foda. Esse dia também. Ah, ele emociona. Cara, vai lá. Ele emociona. É verdade.
E aí algumas vezes eu não tenho a música aqui pra tocar. E não tenho como correr atrás pra botar a música pra tocar. E aí eu falo pras pessoas, olha só, vai lá no Spotify e ouve essa música e tal. E a pessoa diz assim, não, eu gosto de ouvir na rádio.
Rádio é o rádio. Rádio é o rádio. É que a sensação de que alguém colocou a música que tu gosta na rádio pra todo mundo ouvir. É verdade. Por isso que eu mando abraço público aqui. Porque as pessoas querem. É um ato tão simples. Por isso que tu abre live ali às vezes. Não é tão simples pra nós, mas que impacta de uma maneira tão grande na vida da sociedade. Cara, isso só teria alguma valia. Só teria alguma validade tu mandar abraço pra alguém se tu mandasse um abraço nominal.
E não um abraço ao portador. Entendeu? Tu tá mandando... Ah, tô mandando abraço pro meu público. Daí eu pensava assim, será que eu sou o público? Eu não sou. Então tá, esse abraço não é pra mim. Ah, se ele não é meu público, não é pra ele. Agora se é, ele sabe que é pra ele. Tu tem razão. Abraço pro Jefferson. O cara tem que se perguntar quem? Jefferson?
que é o jefe o que pediu para mandar um abraço nominal eu escolhi o nome de um abraço qual jefe eu quero ele tá ouvindo agora ele sabe que é pra ele é o campeão dos campeões tu tem razão tu tem que beber mesmo tu tem razão não agora não dá pro cara vir puro mesmo nesse programa não dá coitado do Beto ele já tá batendo biela com a gente eu vou assumir uma coisa agora tu precisa do momento de solidão ah eu não sou
Eu não, a gente achou que eu ia dizer A gente ia dizer, eu vou assumir então Eu sou heterosexuário Eu lembrei do filme Quais Famosas É né, Quais Famosas A Xena Quais Famosas O avião tava caindo, era uma banda Um avião caindo e o Lele resolve dizer assim Gente eu preciso falar um negócio pra vocês antes que o avião caia Eu sou putão
E a vela não cai. E aí o cara recupera o avião e a vela não cai. Mas isso era nos anos 80, né, gente? É, não, até eu acho que essa história... 90 talvez? Não, o filme é dos anos 90, mas a história eu acho que é... Exato. Acho que ela é até anterior. A história de quê, não? Acho que é 60. Mas a mensagem tá lá. 28 para 7, Lelê, bota uma pra nós então, por favor. Eu tava lendo aqui o e-mail que fala de traição. Então não pode errar.
Cara, deixa o cara falar, velho. É a vez dele falar. É a vez dele falar. Obrigado, Alexandre. Tenta te segurar um pouquinho. E tu também.
Então vamos falar, como eu não li o e-mail inteiro, não cheguei até o final, eu vou no mais curto aqui. Olha o Edmoto ali. O Edmoto, o que é isso aí? É melhor tomar a cadeira do Edmoto, que eles conseguem correr dele, do Fenton. Não, gordo, ele não se importa pra correr, né? É o gordo.
O gordão deu a cadeirada, mas se ele pega os guri ruins ali, ele apanha a base. Como é que foi a... Tu, da pena? Uma vez que tu deu a cadeirada. Por quê? Tá bom, ele foi me arrependido. É bom, tanto que agora eu tô lá na rádio de banheira cedo, ninguém me ouve, mas eu tô ali de banheira. Melhor, mais tranquilo, né? São seis às oito. Achei e meio, lelei, meio e meio. Tu leu antes e não quer ler agora isso. Todo mundo fala que o Rafinha tem outro comportamento enquanto âncora. Porém, ninguém ainda falou sobre como ele também, Alexandre, muda o tom da voz.
Nessa quarta-feira dei o play do PB lá pelas 18h25 no YouTube. Nisso eu já fui abrindo outras anelas no computador e fiquei apenas com áudio. E ao ouvir a voz do Rafinha eu disse, tá de âncora?
Dito e feito, isso mostra o quão camaleão é o monstro do rádio. Abraço, galera. Mauro Monge de Jaguari, que certamente foi abraçado hoje, no momento que eu abraço pro teu público. Com certeza, com certeza. Vou começar a gravar vídeos quando eu gravo comerciais diferentes pra mostrar pra galera. Manda abraço e nominar. Tom de voz mais conceitual, tom de voz mais alegre, tom de voz mais adrenalizado, tom de voz mais... Adrenalizado? Não, não, não é possível que eu ouvi essa barbaridade.
Ai, adrenalizado. Mas... Já vi, não baixinho, porra! Mas tem... Tu não, velho! Tem clientes que tu tem que jogar pra cima, tem clientes que tem que ter uma... Tipo, por exemplo, qual cliente... Qual cliente que tem que jogar pra baixo? Isso, vai. Não, eu não falei pra baixo. É uma funerária... Ah, as partes do preço, você joga um pra cima... Vem aí, show do capital inicial! Quando? Agora... Não, tô dando um exemplo. Tá, e se for um show do Edmota, como é que é?
Nesta semana, Ed Motta se apresenta no Araújo Viana. Eu gravei pra 102, entendeu? É a versatilidade dos comunicadores. Show do MC Guimê. Esse eu não gravo, né?
Hoje de manhã o Rodrigo Adams elogiou o meu tom de voz, o bola nas costas, eles estavam ouvindo a primeira parte, porque estavam voltando de Gramado. Ah, ele não estava no programa dele? Não, calma. Não entregaram o cara? Ele estava no Gramado. Mas deduraram o cara no ar? Não, não, pelo contrário, ele foi por lá, fez o programa lá e voltou. Ele fez o programa no South Summit de manhã em Gramado, desceu pra cá, teve um problema técnico.
Que coração, o Adam. É, que profissionalismo. É que ele mora em Porto Alegre, ele mora e tinha que voltar. Mas ele fez o programa das 7 da manhã em Gramado.
É, ele fez o Despertador de lá, cara. Muito bom, muito bom esse programa. Eu gosto, eu gosto, é muito bom. É um morning show, às vezes que eles fazem o Kikiki. É isso, o Jocri. 25 para 7 tem uma piada do Joãozinho. Agora sim, agora começou o programa. Sexta-feira a professora pede para os alunos trazerem novidades, obras que estão sendo feitas na sua comunidade. E após o sinal, a professora então pede para as meninas ficarem na sala.
E dá um aviso, faz um pedido pras meninas. Meninas, prestem bem atenção. Acabou o programa. Eeeeeee! Não, tá tranquilo, hoje eu não vou falar nada. Tá tranquilo, eu vou fazer só um pouquinho. Um abraço pro Edson. Quem é o Edson? Aquele que te comeu na mutição.
Mas que isso? Não, olha pra mim, né? Azul, azul, azul. Azul, azul, azul. Pode sair. Pode sair. Não, pode sair. Não, não, não. Não, não, não. Não, não, não. Não fui eu. Não fui eu. Não fui eu. Tu tem que trazer credibilidade, cara. Tu não pode fazer isso. Tu é o nosso camisa 5. Tu é o nosso goleiro. Bola não pode passar por aqui. Ou ele é camisa 5 ou ele é goleiro, cara. Tá, tens razão. Então tu vai na 5. Tu é o Nunes, o volante.
Paralho, tu jogou o cara lá embaixo? Foi pra caramba. Não, até o Falcão do programa.
Falcão joga com a cinco, né, Lelê? Ah, Minato e Domino. Tu sabe? Tu sabe. Rei de Roma, né? Os grandes ídolos do adversário eu respeito demais. E a piada, Fete? Vai daí, Frejinha. Eu tô tentando, né, cara? Tá, Frejinha tá já usando. Tô tentando contar piada. Tentando contar piada. Conta a piada do Jôzinho. É Jôzinho. É Jôzinho, idiota. Que Jôzinho.
Não é do Joãozinho? Ah, desculpa. Das meninas e a professora chegou e falou. Então a professora dá o recado para as meninas. Isso. Meninas, se o Joãozinho vier com alguma bagacerice na segunda-feira, por favor, entreguem ele imediatamente para a diretora.
É segunda-feira, então, começa a rodada de apresentações. Primeiro vem o Batata e diz que estão fazendo um posto de saúde lá na vila, lá onde eu moro. Que é pra pender as pessoas pobres, gerar emprego. Que coisa boa. Que bonito. Muito bom, muito bom, Batata.
Depois vem a Mariazinha. A Mariazinha diz que estão fazendo um supermercado na rua dela, provavelmente um Stock Center, mais um. Vai valorizar a região, vai gerar empregos. E depois vem o Joãozinho. É, estão construindo lá na minha rua um poteiro novo. Não, não é possível.
E diz que os homens vão aproveitar muito e vai gerar muitos empregos. Ah, vai. E circulação, né? Aí, ouvindo isso, as meninas lembraram do recado da professora, saíram da sala correndo para entregar o Joãozinho para a diretora.
E o Joãozinho levanta-se da cadeira e grita. Calma aí, gurias! Calma! Eu falei que ainda estão construindo! Não é possível, cara.
Um abraço aí, gurizada. Tem recado importante. Diz o nosso ouvinte. Qual é o recado, Rafinha? O recado importante. Importante, vindo de ti. Ok, vamos ver. Agora eu trago com credibilidade o recado. Então é só vocês não me atrapalharem. Qual tipo de voz tu vai usar pra gente? A voz mais conceitual. Gente. Conceitual. Menos adrenalizada. Certo. Menos adrenalizada. Gente, o negócio é o seguinte. Amanhã é sexta-feira. Gente. Verdade. E esse programa aqui apresenta o Sextom.
O que a gente quer? A gente quer encontrar a nossa audiência muito mais próxima. Dá um abraço na galera. Então estaremos aí no Vamburgo, no Boteco Comet. A primeira sessão é a Alexandre esgotada. Olha aí, coisa linda. A segunda sessão foi aberta. O que a gente precisa? De gente pra segunda sessão. Certo. Então, show do Pretinho.com ou na hora do local, estaremos lá em duas sessões. Mas geralmente quando esgota... Primeira, desculpa. Eu dou a informação completa que ele não consegue dar. Não caiu, eu terminei?
Não, tu tá me atrapalhando. O programa é sim. O programa é sim. Geralmente a gente termina o programa a 19 anos, às 19 horas. O programa tá às 18, correto? Um pouquinho depois. Então estaremos lá a partir das 20 horas. Ah, ok. Entendeu? A casa abre às 18h30. A primeira sessão é às 20h. 20h20, vamos botar ali. Dá tempo da galera chegar, pedir um drinkzinho.
A primeira sessão é às 20. Não, mas a gente dá 20 minutos. Não dá. Daqui a Tenovo Hamburgo não dá 20 horas. Eu queria explicar uma questão técnica. Vai me atrapalhar no serviço. Não, não, muito pelo contrário. Tu vai entender por que eu tô te tentando. E a segunda sessão fica perto das 22 horas. O Lelê pediu a palavra. Mas eu pedi pra dar o recado. Ele se atravessou no meio. Ele pode terminar.
Sem dúvida nenhuma. Tu não manda nada. Não, não, agora nesse caso eu tô certo. Quando eu terminar, o teu garotão, o cara que faz o apoio em ti, ele faz isso. Então tá, duas sessões, show do pretinho.com, pois não, Lelê, obrigado. O que acontece é o seguinte, com os ingressos que são vendidos de forma online, é muito fácil tu identificar que depois que esgotou, segue a demanda.
Então esgotou E continuavam as pessoas Então isso foi identificado Passado para a produção Gente, tem uma galera querendo comprar Vamos abrir uma segunda sessão Falamos do grupo de vizinhos Vamos, todo mundo decidiu na hora Eu disse que tem uma segunda sessão E se você é Mônica Noz No sábado não esgotou o show do Gordo Léo Deixa o cara concluir Por favor
E aí temos uma segunda sessão. É que eu quis dizer que o principal motivo que a gente abriu a segunda sessão é sabermos que as pessoas continuam querendo ir depois da primeira lotada. Quantos lugares tem lá? Então corra e garanta os seus, não vai dar a segunda sessão. É isso que eu queria dizer. 208. 208.
Tem uma mesa que dá oito, o resto é tudo em número par. Eu tenho certeza que muito mais do que 416 pessoas querem ver você assistir. Isso que eu quis dizer. Porque nós não temos como abrir a terceira, César. Por que que não? Porque não tem jeito. Mas foca na segunda que eu tentei falar.
Nós temos uma segunda sessão. É óbvio que tem demanda. Muito importante falar que esse show, ele é novo. Ele não é o mesmo show do passado. Ah, eu vou lançar um personagem novo. É verdade. Meu texto é novo também. Ele é o novo. Ele é o principal. Ele é o ademirador. O elenco é rotativo. Nesta sexta, são sempre quatro integrantes do Petitinho. É, sempre roda um. Amanhã tá os quatro aqui. Nós quatro aqui.
Na semana que vem não teremos a Kinder Ovo. Mas não serão esses quatro. Vai pra ir só um pouquinho. Qual é o teu personagem que tu vai lançar amanhã? Eu, Léo, tô me escrevendo. El Admirador. Que seria uma sinopse dele. Surpresa, como é que eu vou entregar? Vou dar um spoiler aqui. Spoilerzinho. Spoilerzinho. Tem ingresso a vender ainda? Eu chamo teu público pra votar as condições. Ele dá cantadas em espanhol. Cara que admira e contempla muita coisa. E ele dá cantadas em espanhol na plateia. Ah, não. Exatamente.
Mas tu dá cantado nos ticos ou nas ticas? Já viu aquele vídeo do cara que... Qual é a palavra que mais gosta de hablar? E ele dá uma respirada e ele fala assim... Ele dá um pé num crivo e fala assim... Mas a melhor coisa é que o Rafinha falou... Pequeiro.
Não entendi nada. Eu não entendi mais nada. Eu vou dizer porque eu não entendi mais nada. Porque daí tem um abobado falando. Daí o outro pede a palavra para corroborar com o que o abobado estava falando. Daí o cara segue falando de outro negócio, que abriu um terceiro assunto. E aí aquele abobado ali que não cala a boca, fica dando vinheta o tempo inteiro nos colegas. Cara, eu vou falar um troço para vocês. Eu vou largar.
Cara, mas assim, ó, tu não pode ser essa... Deixa a gente largar. Na minha presença. Deixa a gente largar, deixa a gente largar. Rapidinho eu faço um novo elenco e a gente segue. A presença é fundamental. Não, mas ele vai tirar nós. Ah, tu vai tirar nós. É o nosso que ele vai tirar. Como assim? Você sai rapidinho, eu faço um elenco novo e a gente segue. Mas nós estamos curiosos. Que outros quatro tu escolheria, assim, hoje? Pô, Zafo. Ah, carinha uns caras que... Cala a boca! Cala a boca!
Tem os caras que já saíram aí que tão me falando que tão afim de voltar. Não querem, não. Tem uns três. Não querem. Não, tô te falando, tem uns três. Três é foda. Não é aquele que não quer. Tem uns outros três que querem. Ah, não, mas... Já mete o Neto a rodar e que o porão é fodeu. Perdemos o emprego. E o Jory? O Jory? O Jory? O Vini? O Vini? Não, mas o Vini tá de férias. O porão tá sempre de férias. Tu e o Lele fico, fica tranquilo.
Ah, é? Vocês ficam. Ah, por quê? Tá, tá, tu não vai ficar? Para. Fui expulso hoje, que nem vocês.
E aí? Vai dar uma compensada. Classificados, então. Tudo bem. Vamos voltar ao programa. É, vamos lá. Deixa eu ver o que... Onde é que compra os ingressos mesmo? Show do Pretinho. Show do Pretinho.com Mas eu gostei do que a Rafinha falou que são 208 lugares, aí tem uma mesa pra 8 e o resto é tudo para. Sendo que 8 também é para. Mais 50 mesas pra 4. Sim, mas é que só uma tem 8 lugares.
E se quiser juntar duas de quatro? Não, não pode. Só essa de oito. Só essa de oito. Pra evitar a chinelagem. Do lado do palco tem oito lugares, que é a galera da firma. Que eles compram tudo junto, eles têm que estar juntos nele. Tá bom. Tá bem.
Eu gostei que hoje o Federer desistiu da gente. Tava 10 minutos falando sozinho, ele tá só nos olhando. Aí ele só concorda, tá bem isso aí. Onde eu larguei? Bahia, cara, só eu sei. Só eu sei o que eu fiz pra estar aqui nesse momento, cara. Pequeiro. Eu tive um contratempo no fim da tarde e eu ia chamar vocês e dizer, segura a conta pra mim aí hoje.
Tá ruim pra mim, mas aí eu dei de tudo pra estar aqui, cara. Ai, que homem. Dei de tudo. Mas amanhã não vou dar. Não, não dá. Amanhã não vou dar. Cheio de radar aqui na Ipiranga agora. Vai dar sim. Vem a milhão? Nada, não. Se eu não tô enganado, foi falado que essa semana que amanhã... Amanhã o Stock Center ia mandar um... A gente tem que escolher a marca que a gente quer. A gente vai dirigindo pra Analfamburgo, como é que nós vamos beber? Eu não vou.
Não vai pra Nova Amor? Não, amanhã às 6 da tarde? Sim. Eu preciso que alguém me leve, né? Eu preciso que alguém me leve. Um segundo que eu te explico por que que é. Pera aí, então. Pera aí, então. Ah, infelizmente vai ser ruim pra mim mesmo. Ai, vamos ter que dar explicação amanhã. Oh, 15 minutos pra 7, Ivo. Olha só. Ivo.
Tu tem uma piada para nos contar? Eu gostaria. Então conta uma piada para nós. Deixa eu só abrir aqui. Duas vacas. Duas vacas. Duas leitosas. Duas vacas leiteiras. Leitosas. Estavam pastando tranquilamente. Tranquilamente as vaquinhas pastando. Nhoi, nhoi, nhoi. É como as vaquinhas passam. Eu sou do campo.
Até que uma... Você é do campo? Sou do campo, eu, cara. Me criei no campo. Muito, muito barranquim. Qual campo? O campo olímpico. Ah, não. Ali no... Não. Aguairão. Cara, conta a piada. Então não me interrompe. Nossa!
Bah, ô, que loucura, né, mano? Olha, nós vamos tudo devidindo. Tu tá aparecendo sabe o que, Alejandro? Aqueles tiozinhos que tem umas crianças jogando bola, elas falam, tio, tio, vem jogar bola. De novo, tá indo, tá indo. Não é possível. Porra! Agora na Atlântida, memória de elefante.
Elefante Letrado apresenta... Palavra do Dia!
Esporádico, E-S-P-U-R, A com acento agudo, D-I-C-O. Esporádico vem do grego e refere-se a algo que acontece ocasionalmente, sem frequência regular ou padrão definido. Ele até vem me visitar, mas de forma esporádica, só quando sobra tempo, mas também tá sempre estudando. Elefante Letrado, a plataforma de leitura das melhores escolas do país. Acesse Elefante Letrado nas redes sociais e descubra mais.
Elefante Letrado. Memória de Elefante. Para mais curiosidades. Acesse elefanteletrado.com.br Seis minutos para sete desta noite de quinta-feira. Deixa eu mandar um abraço, aproveitar aqui o gancho do Memória de Elefante, do Elefante Letrado, para mandar um abraço para um cara chamado Jerônimo. Ele é de Brusque e ele é proprietário de uma franquia de escolas chamada Alphabetizei.
Está rolando em São Paulo uma feira de educação chamada Bet Educar. E o Elefante Letrado é uma das estrelas desta feira. Estão lá toda a equipe do Elefante Letrado, inclusive nos ouvindo lá no stand, que é a maior comunidade de tecnologia educacional da América Latina. E este Jerônimo está lá visitando o stand e disse para a galera lá, pô, eu conheço o Elefante Letrado do Pretinho Básico, que eu escuto e tal.
esse aqui, pô, esse é muito legal, então um abraço pro Jerônimo, lá de Brusque e sucesso na Alphabetizei que é uma franquia de escolas aqui do sul do Brasil, tá bem? Obrigado pela audiência, querido, vamos dar mais uma girada aí antes do...
Ah, classificados. Falou Jerônimo aí, eu fiquei tocado. Era o leão do zoológico aqui do Sapucaio. Falecido. É mesmo, cara. No Germânio da Ché. Leão, né? Aí é uma... Leão. Redimac. Tudo para construção, reforma e decoração. Redimac. A gente é de casa. Ela parou. É claro. É claro. O que é isso? O que é isso, cara? O que é isso, cara?
Vamos ver, Gomes, o que vem daí? Caros amigos do PB, escreva esse e-mail para anunciar minha moto sabor esportiva. Brincadeiras à parte, estou desapegando da minha Yamaha R15, ano 2024. A moto está em ótimas condições, IPVA pago, óleo trocado recentemente, piscas em LED, acompanha os originais. Já tem slider para proteger a carenagem, vem com manual, chave e reserve, todo o histórico da motocicleta. Qual é o motor?
De moto. E amarra. R15. Não, não. R15, ele não falou? Não sei. R15. A moto parece um Power Ranger. Tô vendendo ela com um aperto no coração, mas por uma boa causa. Tô juntando as escovas de dente com a nega velha. Um terreno. Precisamos do dinheiro pra reforma do apartamento. Ah, bora. E a mulher já mandou vende essa moto. Não, tem que vender a moto. A moto se encontra em Farroupilha e eu tô pedindo apenas 20.800 por essa linda motocicleta. Moto é muito perigosa.
É 155 cilindradas essa moto. Interessados podem chamar no e-mail. Por isso que é 15, né? R15 de 155. É, que eu conheço muito de ronda. Vendo R15 no pb. Arroba gmail.com Vendo R15 no pb. Já entendemos. Arroba gmail.com
Por curiosidade, qual seria o modelo paralelo? É, qual a Honda, exatamente, qual a Honda mais legal que tu acha? A CBX, ela era 150, né? A CBX 150 tinha também, né? Ela também teve uma CBX 150. Seria o paralelo dessa aí. Aí eu fui preso, caí na FBEM e devolvi a moto.
mandei com ela sem carteira. O que mais de Honda que tu conhece? Ah, eu gostava muito da Hornet, uma 600 da Honda. Tu teve uma, aí tu teve vontade falando com a Rodaica de vender a moto, né? Não, eu não tive nenhuma vontade de vender a moto, a Rodaica mandou eu vender a moto. Tentei te ajudar, né? É, obrigado. Por ti tu viria de moto, trabalhando todo dia. Eu, obviamente, eu viria de moto todo dia. Bom, motoqueiro, mas... A Hornet é irada.
era irada 600 e tu fosqueou ela fosquei, preto fosquei, ela linda mais alguma pergunta? ronda policial, tu gosta? essa não me agrada muito fosqueou então vamos fazer a escolha do craque do episódio faltando 3 minutos para 7 desta noite de quinta-feira antes de encerrar, queria dizer para a nossa audiência que essa brincadeira essa batuscada que a gente faz todos os dias aqui nos alegra demais, nos alegra demais, eu falo por mim mesmo
Me alegra demais Posso falar por ti também? Então não estranhe, não é ninguém briga Aqui ninguém, aqui somos amigos Somos parceiros A gente dá risada o dia inteiro aqui fora do ar E depois vem continuar dando risada no ar Aqui no Pretinho Básico Não é verdade? Eu amo você Você me ama Você me ama Vai Gomes, pode sair votando Eu amo você Uma família estranha É
Amo você Você me mama Somos de uma família estranha Eu vou votar em ti, Alex Por que, cara? Ele conduziu muito bem com os cartões Ele falou de novo e não aguenta mais votos só dele Para, cara Eu fico constrangido quando votam em mim Hoje é uma, eu votei no porão Hoje é uma
Tu diz pra ele que ele conduziu bem os cartões Porque tu foi o único que não foi Exatamente, Lelê, eu tô falando por mim Ele tava escorrendo tesão, ele ficou sozinho É por isso que o voto é meu e não teu, Lelê Obrigado pelo teu voto, Gomes Leandro vai votar em quem, Lelê?
Hoje eu não vou poder votar em ti, né? Não, fica à vontade, Lele. Não, poder tu pode, né? E eu levei um cartão, Lele. Ele fica sendo honesto, mas se tu votar ele foi apostar em Giro. Então tu pensa bem. Não, eu não tenho votado muito nele, por exemplo, eu fico enchendo o saco. O Rafinha vota mais nele do que eu. Eu voto quando realmente o cara performa bem no programa. Eu não voto que nem vocês, pela roupa, pelo discorama, por isso e aquilo.
O que importa é esse... Quem é votar na minha frente, hoje, meu Deus, o senhor...
Só deixa o cara votar pra gente fazer o nosso trabalho Terminar o nosso expediente e ir embora Ficar com a família Eu só quero ir embora Eu vou votar do Ivan O voto é meu O voto é dele O voto é dele Porque o Ivan foi o único que se emocionou Hoje com as palavras do Fetler Eu me emocionei É um dissimulado Falso
Foi na falsa não. Agora pegou pesada. Mas safado sim. Safado sim. Simulado sim. Simulado sim, mas falso não. Ele admitiu também, mano, isso no programa aqui. Eu voto e vai-se embora, vai. Eu vou votar no culpado Gordo Léo, que ficou cheio de tesão no programa. Nós vimos da janela. Hoje, quando só tava tudo nele. A mesinha fazia céu, o dedo de tesão que ele tava. Eu vou te dizer, eu vou fazer um programa só o Gomes e eu.
Faz o programa, o Lama, onde? Na rádio, na rádio e na internet. Ah, isso aí. Gomes votou, Leandro votou. Falta eu. Vota no formê. Vota, Rafinha. Como é que tá o bloco? O Feta tem o voto e o Vó tem o voto. E o Gomes tem o voto. E o Gomes tem o voto.
Quem votou no gol? Eu! O cara tá do teu lado, ele acabou de votar no gol! Ele acabou de ver esse cara! Ele tava com questão! É que, Paulo, vocês não deixam o cara pensar, mano! Não, é que tu não consegue pensar, é diferente! Tu não sabe pensar! Tu não sabe pensar! Como é que tu não consegue? Tu não sabe pensar! Meu voto vai no Lelê!
Não é possível, cara. Não é possível. O Lelê é embora. Porque o Lelê é embora e a gente trouxe ele de volta. Ele tá chorando ali fora, cara. Ele criticou o Lelê o tempo inteiro e votou no Lelê. Cara, tu é um poço de insensatez. Não, uma pocinha, uma pocinha. É, uma pocinha. Eu sou muito coerente com os meus princípios. Não é porque eu critico o Lelê que eu não o considero e não enxergo a capacidade do que ele entregou no programa.
Ele veio camuflado hoje, ele tá igual eu a poeira. Cada um tem um voto, menos tu.
Isso, então cada um tem um voto menos tu. Embora eu merecesse ganhar o programa hoje, mas eu não... Então eu não vou votar em ti. Se tu acha que merece, eu não vou votar em ti, porque não adianta. Se eu votar em ti... Eu ganho. Tu ganha, é verdade. Qualquer um que tu votar vai ganhar, porque cada um... Ah, isso é verdade também. Olha, te falaste uma verdade. Pô, aliás, Cleo, aproveitar o poder desse microfone, que estamos diante de uma noite hoje de um, né, vários temporais para acontecer no estado.
Tá falando, né, Tio? Mas eu não vejo. Vamos ser ligado à noite de hoje pra amanhã. Tem muitos raios, muitos, né, ventos fortes. Sim. Não dá pra fazer paraglider. Mas tá uma delícia o veranico de maio, né? Tá tributo, né? Tem 30 graus agora, mas é um perigo. Tem gente que gosta de inverno, né? É um perigo. É aí que tá, justamente esse calor fora do normal pra essa época que está trazendo esse tempo para a sua vida. Aconteceu o livramento hoje, cara.
Não vi, Lerê. Caiu o troço da... Até uma... Daquelas eólica ali, né? Uma turbina eólica. Ah, falei ali. Ventos a mais de 100 por hora, cara. A mãe me ligou. A mãe te ligou, Ivo? Sim, a Jaguarão. Pegou um pouquinho de vento. Ela tá virando Guaiana quando me ligou.
O meu voto é do Ivan O meu voto é do Ivan Foi paraílo-guaiana amanhã Muito obrigado pela sua audiência Uma baita nocuites Como disse o Lelê, cuidado Com a virada de tempo, com o temporal Um abraço, boa noite, amanhã é o meio dia Eu vou estar de volta pra fazer
Sou eu há quase 20 anos, né, cara? Desculpa dizer. Não, você é razão. Amanhã é tudo. Obrigado quando tu passa pra mim, cara. Obrigado, eu sei que tu curte fazer. E eu adoro. Claro que sim, teu público te ama, cara. É muito legal. Boa noite de quinta, até amanhã. Tchau, obrigado.