Pretinho Básico | 04/05/2026 13h
O maior podcast humorístico do Brasil. Elenco da rádio Atlântida repercute as maiores notícias do dia do jeito mais engraçado possível. Veja muito mais no YouTube 📺: @atlantida_TV e @PretinhoBasicoShorts
- Transformação de Sentimentos NegativosAnsiedade · Raiva · Orgulho/Ego · Ciúmes · Corrente do bem
- Aniversários de celebridadesNicolas Prates · Greg Alexander (New Radicals) · Herbert Viana (Paralamas do Sucesso) · Lulu Santos · Jack Jackson · Ronald Golias
- Conflito no trânsito e responsabilidadesGentileza no trânsito · Competição no trânsito · Transporte público inadequado · Projeto do aeromóvel · Metrô em Porto Alegre
- Fofocas sobre ShakiraRecorde de público no show · Homenagens ao Brasil · Invasão das redes sociais de Piqué · Traição e pai na UTI
- Inteligencia Artificial na MusicaIA reproduzindo músicas infantis · Sapo não lava o pé
- Humor e ComédiaCríticas e elogios a Rafinha · Humor inapropriado em situações graves
- Oportunidades e fidelidadeAbertura de lanchonete · Atração por nova pessoa
- Casamento em terreno de construçãoCerimônia a céu aberto · Construção da casa própria
- DiscoramaSeleção musical · Repertório de rádio
Olá, Alexandre Fetter. Olá, muito boa tarde, amiga e amiga ligados na Trânsito da 1h06min. Bom início de tarde de segunda-feira e ainda dá tempo de desejar uma boa semana para você que está com a gente aqui na vibe do Pretinho Básico. 1h06min repetindo a hora para você não se perder aí no tempo. O Pretinho do 4 de maio está chegando para os amigos dos biscoitos Zezé. Dia das mães biscoitos Zezé. Todo o amor cabe aqui.
Direto da Islândia, ou da Finlândia, ou do Alasca, ou algum lugar mais frio no planeta Nós estamos recebendo ele, Porã de Toca, no dia de hoje Boa tarde, Porãzinho Aí Alexandre Fetri, amigos da mesa, o friozinho chegou, mas nós só estamos em Floripa Quantos graus, Porãzinho, está aí agora?
Aqui tá 18, 20. Quando fizer zerinho, nós vamos tá como? Não, mas o ventinho tá frio. Eu precisei usar essa toquinha hoje. Tá bom, tá estiloso, Porã. Tu tá parecendo o zangado, Porã, dos Sete Anões.
Eu diria o feliz, eu diria o feliz. Aí, então tá, até o feliz. Boa, porazinho. Programa Futuro, mais uma parceria entre a Atitus Educação e a Fundacred. Jogando mais adiantado pela esquerda, aqui no Pretinho Básico, nós temos ele, Rafinha Menegasso. Ótima tarde, Alexandre. A explosão em pessoa. Fez um belo descorama hoje. Obrigado, poram. Só por esse elogio vai fazer amanhã de novo. É mesmo? Vai fazer amanhã.
E amanhã de novo o Discoramia Eu vim com o quadro negro ali Veio né, deu aula hoje né professor Deu aula, peguei um Deixa eu cumprimentar todo mundo e rapidamente já volto pro Discoramia Stock Center Preço baixo com um toque a mais O embaixador Stock Center No pretinho é Rodrigo Adams E aí meu velho, tudo bem? Tudo lindo, Adams, maravilhoso Coisa boa Banriway, a nova como?
Um dos top of mind, né? Um dos nossos top of mind. Além da rádio, do Preitinho, do Alexandre, da Rodaqui, da Carol. Exatamente. Os colegas do Grupo RBS, né, Alexandre?
É uma galera, né cara? Bunri Way, a nova conta para crianças e adolescentes do Bunri Sul. Fala, Léo Oliveira. Que era o jovem. Aniversariante do fim de semana, ganhou uma festa surpresa, coisa linda, merece. Muito obrigado. Qual é que é o dia certo, Gordão? É sábado que vem. Ah, tá. Por que nós não fomos?
Porque era dia das mães Dia das mães é domingo Exatamente Aí pega a turma Entre a mãe e tua, eu vou na mãe No meio do feriadão não tinha ninguém viajando Mas não tinha mesmo, tava todo mundo aí Na verdade, final do mês Mas não tinha, tava linda a festa Valeu o rolê, grande festa Muito, muito obrigado a todos Verdade, merece, vamos fazer de novo ano que vem Separei um disquinho pra ti, coisa boa
Fala aí, o Rafael Gomes, a produção nota 10 do Pretinho Básico. Fala aí, Alexandre, boa tarde. Boa tarde, tudo bem? Estou ótimo, cara. Lindo, obrigado, bonito moletom, hein? Obrigado, meu expoente me deu. Oh, bonitasse. Ah, por isso.
Começou a troca de pé. Essa eu aceito. Essa eu aceito. Essa eu exagerei. Não exagerou nada. Não te deixe influenciar por eles. Essa eu exagerei. Até ele viu o que se passou. O cara falha.
Essa deu vergonha, né? Deu vergonha. Ele até vermelho. Não te deixa influenciar por eles. Se deixa assim. Tu com essa camisa, ele com essa vontade, um costelão 12 horas. Tá bonito. Relaxado. Usar a camisa toda. Ô meu, deixa eu falar de escorama pra vocês. Hoje peguei um carro de aplicativo pela manhã. O motorista Lucas, 4,9 a sua pontuação. Entrei no carro e ele me pergunta. Queres ouvir a 102 ou a Atlântida?
E eu falei, vou preferir ouvir a 102. Errou, né? Neste momento. Mas naquele momento era cedo da manhã. Ah, tá. Tava pela vibe, era 9 da manhã, tava pela vibe de ouvir a 102 e tal. Ah, não, 9 horas não é tão boa. Aí, não, é triboa, cara, é triboa. Mas naquele momento eu, dentro do meu livre-arbítrio, queria ouvir a 102. Porque tu deu sorte, pegou o motor e aqui deixou tu escolher.
A questão não é essa. Se o cara falar, cala a boca. Eu só quero falar sobre o Discorama. O cara me perguntou, vai fazer o Discorama hoje? E eu falei, infelizmente hoje não vou. E ele, bah, então vai ser só reggae surf music. Olha só como os caras não têm um alcance. Como os caras têm um alcance, né, cara? Zero alcance. Total alcance. Tu ouviu o Discorama hoje? Não, infelizmente eu tava ouvindo a 100%. Quer que eu te traga a minha playlist? Tava muito bom, tava muito bom.
Tina Turner, Tina Turner, Bruce Spirits, U2, Paralamas, Legião, Lulo Santos, Lulo Santos, aniversário antes do dia, New Radicals, é o Pissa Fria do vocalista de aniversário hoje, veio bem também, veio bem, baita música pra tocar no rádio.
Ali, zero. Só que toquei das aranhas. Shakira, tocou Shakira? Não, Shakira não sei. Eu tocaria Shakira, né? Eu tocaria Shakira, né? Pra remeter ao show de sábado, mídia, né? Entretenimento. É, mas aí você atrasou duas horas por causa do pai dela, mas tudo bem, né? Não, não foi duas horas. Foi uma hora e pouco.
Mas enfim, vamos dar aqui no dia do calculir Parabéns pelo discorama Obrigado por cobrir A minha falta Produção do discorama Cobriu tua folga Não é folga Ninguém elogia a produção do discorama Produção é obrigação, né cara?
Dia do calculista estrutural hoje. Importante profissão, hein? Importante profissão. Na hora de construir um prédio, por exemplo, é importante. Nós queremos botar uma sacada e na sacada queremos botar uma piscina. Como tem um exemplo rolando aí. Daí tem que chamar o cara, senão chamar o cara não vai dar pra encher a piscina. Eu gosto desses vídeos que as pessoas botam piscina de não dar e a gente fica olhando assim. Vai carregando.
Cara, tem um prédio, não sei onde é que é o prédio, talvez seja em Balneário Cambúrio, não sei onde é, mas os caras construíram um prédio de 20 e poucos andares, cada sacada uma piscina, e não fizeram o cálculo da piscina cheia. Cada piscina uma sacada. Então não dá pra encher a piscina agora. Enfim, é depósito não. Aí complica o trabalho estrutural.
Aí larga as roupas. Isso aí são as obras do Cativa, né? Cativa estrutural. Cativa estrutural. Cativa trabalhou com isso já, né? Com os empreendimentos. Imagino, tudo bem da pena, boa tarde. Tudo bem, Bruno. Aquele, ele trabalhava naquele do Rio de Janeiro, lembra? O Savare da Praia. Sim, sim, sim. Que o nome dele caiu lá na Barra da Tijuca. Isso, mas o nome do cara era o famoso, já falecido, invisível. O cara morreu, né? Não, o cara usava a areia do mar pra fazer o prédio que tinha as conchinhas. Pelo amor de Deus, tá louco.
Vamos dar ele aqui, então, hoje o petinho básico. Sérgio Naya. Sérgio Naya, boa porã. O petinho básico é o bichinho, o pet da nossa audiência desfilando aqui no pretinho básico. É o Duffy e o Chop. O Chop é um Schnauzer, portanto ele é um Chop Schnauzer. Houve aí um trocadilho. Schopenhauer, nossa, puta, entendi. Houve uma ideia de Schopenhauer aí nesse trocadilho. E o Duffy é um Whippet.
Ele tá hiper mesmo, olha o zoinho dele Olha o Duffy assim Os dois estão de mãozinhas dadas É o nome do personagem do primeiro Todo mundo em pânico, lembra? O agente Duffy Claro É o nome da cerveja dos Simpsons Já pedi pra não me atrapalhar
quarto. Então essa dupla linda que tá na tela aí é dos tutores Alexandre e Dani, que são paranaenses morando em São Paulo. Obrigado pela audiência aí, seus queridos. Boa tarde, Ivan. Boa tarde, Alejandro. Como é que tamo, Ivan? Incrível.
Incrível! Coisa boa, Ivan! Coisa boa, meu porra! Quando é que tu faz aniversário? 29 de agosto! Hoje lembrei de ti, uma sinaleira, Ivan! O que tu viu? Parei numa sinaleira pertinho da PUC, ali bem cedinho da manhã, tava frio ainda, bem cedinho, 7 e meia da manhã, tava frio, tinha um senhorzinho, mas senhorzinho de idade bastante avançado, com uns 80 anos quase! Você vira o gozo!
Vendendo rapadorinha, ele tava vendendo rapadorinha pra tratar o... Pra pagar o tratamento do filho. Ô, mas aí tu vem ver agora. Porque eu não vendo rapadorinha, mas agora tu me emocionou. Não, mas é que dá um ruim, né? Dá um ruim, dá um... Dá uma desconcertada na hora ali, né? Tu comprou as rapadorinhas? Comprei umas rapadorinhas. Você fica comprando umas rapadorinhas? Ah, aí o cara se obriga, né? É, se obriga. É isso aí, pô.
Daí lembrei de ti, falei, pô, o Ivan podia tá vendendo umas rapadorinhas ao invés de tá enchendo o saco lá na rádio. Tá, errado tu não tá, mas é que nós já tá aqui em outras ruas.
nós estamos trabalhando focando ali na Farrapos nós temos o nosso time ali, as equipes de vendas o que que vende ali? pipoca doce, torrone é uma zona boa pra vender isso o torrone ele é o alimento do motorista de aplicativo é mesmo? a cadeia alimentar do motorista de aplicativo se baseia em torrone mandolate também? mandolate, torrone, café puxa a porta
também o taxista já é veterano então o puxa puxa pode levar um dentinho é verdade o puxa puxa se tu for velho não te calma no puxa puxa e na capa do rio é verdade vai a chapa
O prédio da piscina vazia é Belém do Pará, é o edifício. Olha o trocadilho Aquarius Tower. Olha que loucura. Em Belém do Pará, obrigado. E informação da produção. Obrigado, produção. Próxima idade, hein, Gomes. Nosso ouvinte, Luiz Kuzer.
A Luizy Vitória Kulzer é jovem aprendiz da Rádio Gaúcha, tá fazendo 19 anos, portanto é nossa colega, praticamente. Parabéns, hein? Aprendiz da Rádio Gaúcha, fazendo 19 anos, ela é de canoas. E passou no vestibular de jornalismo. O que você está aprendendo lá, Alexandre? Legal. Pô, aprendendo a fazer um jornalismo sério. Aprendendo qualidade, né? Ela disse que houve Atlântida.
Tá bom, não tem problema. O que que tem? A gente ouve a Gaúcha também? Ela pode ouvir, exato. A gente ouve a Gaúcha também. Tem problema não. É, e ouvir umas outras também. Porque ela tem idade de ouvir Atlântida, né? É verdade. 19 anos é o nosso público cheio. É, mas Atlântida não tem idade pra ouvir, né? Não, jovens de 8 a 80 anos. Não tem problema.
Os velhos vão no planeta, eu vi. Claro que vão, cara. Eu vou dificuldade, mas vão. Aniversariantes famosos do dia de hoje, começando com o ator Nicolas Prates. Ah, que susto. Cheguei no Nicolas Cage. Tá bom.
É o galão da nova geração. Marido da Sabrina Sato. Ele mesmo. Ah, tá. Não é o Duda Nagli? Não, esse é o Ezo. Mudou, mudou já. Esse é o Jesus. Jesus tá lá, Luda. O pessoal fica bravo no programa quando a gente fala marido de quem, mulher de quem, né? É, pode ter problema. Mas no caso é uma mulher, né? A gente conhece ele só por causa da Sabrina Sato.
Não, não, não, ele é o galã da nova geração. Pra quem que ele é galã? Pra quem que ele é galã? Galã é do celular, cara. Tem 29 anos, garotão, hein? É isso aí. Muito bom. Galã é o Tony Vamos, cara.
Que idade é Sabrina, só para o Curioso da 40? 40 é alguma coisinha. E o que importa? Não importa nada. Absolutamente nada. É só curiosidade. Vai dar um pingente para ela. Achei tua pergunta preconceituosa. Depois sou eu, né? Depois sou eu. Não é que esse garotão aí faz um monte de novela, só que como agora a nossa geração parou de ver novela... Ela tem 45 anos. Como a nossa geração parou de ver novela, a gente acha que essas pessoas não são mais relevantes.
Claro, tá certo Mas esse cara faz um multinovela também É o Marcelo Novaes da Nova geração Tá bem Vamos em frente, tem aqui o vocalista do New Radicals O Greg Alexander Fazendo 56 anos O Greg Alexander, Rafinha Ele vai viver umas oito vidas Com o dinheiro que ele arrecadou com esse som Dinheiro não é tudo, Alexandre Duvido, Greg Alexander Mas ajuda, mas é novo
98% Ele não tem amigos que nem eu tenho Não, não, Rafael O que ele quis dizer, Boré? Se tu fizesse um hit como essa aí O Get What You Give Só com aquela música tu ia sustentar todas as gerações Da tua família Fica dizendo asneira no microfone de uma rádio Cara, tu me desculpa Eu tô compondo um baita som e vai ser lançado ano que vem
Aí tu vai te fuder, Porã, não vou tocar não. Vocês viram, tem uma inteligência artificial. Porã, tem uma inteligência artificial que ela reproduz, que ela refaz músicas de cantinas, cantigas de bebê, quanto é piar. Já ouviram isso? Não, não ouviu. É a vontade do sapo? É a do sapo.
É maravilhoso. Cara, eu vi umas 300 vezes... O sapo não lava o pé. O sapo não lava o pé. Tu tá ligado, porra? Chegou a ver, não? Porque não quer. Cara, é maravilhoso. Eu preciso mostrar pra vocês isso aqui, cara. A manchete é muito forte. A manchete é muito forte. Eu preciso mostrar. Não, não. Acontece que tem requintes de crueldade, porque ele canta o sapo não lava o pé na língua do... Na língua original e depois na língua do A, do E, do I, do O e do U.
O cara que fez isso jogar... É que a música original é assim também. O cara que...
Ah, é assim também? Ah, eu nunca fui pra segunda parte. Isso, isso aí. Tu errou em misulida esse dia, né? Tomou o comprimido. Tomou? Tomou aquele que dá o pancadão?
Não lava porque não quer Isso aí a criança já sai direto do barco Que baita som de ouvido aí não Isso aqui é maravilhoso, cara Sábado de noite, tá ouvindo? Não tava sábado de noite Não, cara, não tem como tá pôr Ó, estileiro, estileiro O sapo não lava o pé
É meio estilo revogando o sapo Não é bom isso aqui, cara Não é bom isso aqui, cara Você vai tomar um isquinho O problema é as crianças As crianças querendo beber já com 7 anos Beijar o guardado Olha isso Foi legal, legal pra caramba Mas que loucura
Bom demais. Bom demais. Bom demais. É bom demais. Eu gostei, cara. A vibe muito louca, 1h20 de segunda-feira. A vibe muito louca, cara. Cara, aqui já passamos, bateu agora. Ainda bem que eu vi isso sábado de noite. Eu tava longe. Mas é óbvio. Eu tava longe. Era pra ter me mandado esse troço.
Herbert Viana Dos Paralamas do Sucesso Fazendo 65 hoje Mostra, parabéns Baita, baita, baita, gigante Baita compositor Esses dias eu lembrei de ti, porra, eu tava ouvindo aquele disco O Passo do Lui É bom demais, né? Puta, que discão Todas as músicas boas Todas, do início ao fim Vinilzinho, Campari Deixa eu aproveitar a deixa A deixa no meio dos aniversários
que amanhã eu vou participar de um evento muito legal aqui no Jazz Inho em Floripa, que é o Descarada. O que é o Descarada? É o encontro diamantes dos discos, da música, do vinil. E aí eu vou estar lá mostrando os meus discos preferidos da vida, tocando algumas faixas e falando por que esses discos são legais. Vai ter evento. São os meus preferidos. Vai ser amanhã no Jazz Inho aqui no Shopping Bell. Vai ter evento. É bar, tem barco ou porra?
Tem álcool, tem comida maravilhosa. Comida maravilhosa e os drinks do Jazzin. Do Jazzin, não? A partir das 7 horas da noite. Ali no Beira Mar Shopping. Aparece lá pra me ver. Tem o convite ali no meu Instagram, arroba instapora. Eu já convidei o Duda Garbi pra voltar pro Pretinho Básico algumas vezes.
só pra fazer o Geiso porque o Geiso é inesquecível nesse programa e ele não aceita voltar eu tentei comprar dele o personagem não precisa, a propriedade intelectual é do Atlântida não tem problema aí tu podia imitar o Geiso, né cara em todas as vezes não, mas acaba por aí deixa eu entrar faz bem feito, cara faz bem feito deixa aí o cara me deu é que nem imita uma sirene qual?
Pô, esse cara... É o que tu quiser, porra! Só faço a porra com a sirene...
A gente na Tele House ouviu em som local o Feta gritando daqui com o cara. Abraço pro cara da série. Lulo Santos, o cantor. Não é cantor, cara. Lulo Santos é um gênio. Lulo Santos é o maior hitmaker vivo deste país fazendo 73 anos hoje. Tem certeza? E aí nesse caso, né, Alexandre? Claro. Tu não é conjunção. Porra, o Lulo Santos tem muito. O maior do Brasil? Com certeza. Com certeza. Com certeza. Talvez junto com o Roberto Carlos.
Não, o Lulu... Não, ele tá falando dos maiores do pop brasileiro. Tem uma coisa que é longevidade. Ele não parou nesse tempo todo, ele só veio. Só veio, só surfou. Tem caras que vem... Como uma onda no mar, em volta. E nesse momento eu concordo com as conjunções astrais que trazem Herbert Lee e Lulu Santos no mesmo dia. É isso aí. Os caras que mais fizeram um hit de rádio nesse país. Perfeito, cara. Perfeito. Eles e os James do seu cuco.
Jack Johnson! O cantor Jack Johnson, que não é o Jack Johnson, é o Jack... Jack Johnson. Ah, perdão, não é Johnson, é Jackson. Jack Jackson. Jack Jackson, ele é o irmão mais velho do Michael. Isso, ele mesmo, fazendo 75. O sapo fez efeito, o fim de... O sapo no lado dele é muito bom, velho. Que merda. O pior é que o Jack Johnson parece vocalista da banda do sapo, olha.
É verdade. Jack Jackson. Jack Jackson, meu. Mas o comentário... Bato, você tá doidão, né? Uma ópora... Não adianta, tu pode fazer o melhor disco do mundo. Se tem o irmão, o Michael Jackson não dá. Não tem como, né? É tipo o filho do Pelé no gol. Não dá, não joga a bola. Não dá, não dá. É verdade. Não dá. Tem que ser corretor. Mas pra quem gosta de soul, funk, grooves, assim, tem um disco solo do Jack Jackson que é bem legal.
Só um pouquinho, eu gostaria de proceder dois minutinhos, dois segundinhos, a filha. Pra que? Deixa eu ver o programa. O que que tu falou, Rafianda? Que o filho do Pelé podia ser corretor em vez de jogar bola, uma concorrência. Empresário, outra coisa, não te mete no futebol, não te mete. Ia vender os apêembol na hora do Campurulho. Campurulho com piscina. Por último, mas não menos importante, um dos maiores comediantes deste país faria hoje 97 anos, morreu em 2005, Ronald Golias. O Cride!
Fala pra mãe. Fala pra mãe. O Pela Borrão. O Ari Toledo tá vivo ainda. Não, já cantou pra subir, já. Cantou pra subir. Mas esse é o Golias. É, não tem nada na geração do Ari Toledo. Não tem nada a ver com o Ari Toledo. Dos comediantes antigos, vivo só o Carlos Alberto Nóbrega e o Moacir Franco. Ah, o Dedé não entra nessa daí? Ah, o Dedé e o Renato Aragão. O Renato Aragão também tá. Não, o Renato Aragão também tá. Mas nunca deu. Não, o Dedé não.
Não, o Dedé tá legal. O Dedé também. Tá mais firme que o Dedé. Não, não, o Renato Aragão tá por uma bola. Eles postam os vídeos na rede social. Eles postam os vídeos na rede social do Renato Aragão. E vê o comentário, cara.
O Rafinha Abas tomou um processo da mulher do Didi. Porque ele comentou, gente, tirem o Didi desse cara e se ele se sequestra. Que aí ele com as camisas da Nickelodeon e um bonezinho dançando. Só que ele tava aí, parece que tá sendo sequestrado. Sacanagem, sacanagem. Todo mundo vai ficar velho um dia. O rolo de goleza é o melhor de todos. Aliás, nem todo mundo vai ficar velho um dia. É, tem uns que não vão ter essa oportunidade.
Frase para refletir, nem todos ficarão velho. Frase antes da morte. O AGP não ficou velho.
a gente p a gente p antes da morte é o que a criança tem que fazer essa morte nem todo mundo vai ficar velho nem todo mundo vai ficar outra frase do meio que morreu na porta é isso destaques do pretinho aí meu irmão trabalhar ainda a pena
Casal realiza cerimônia de casamento no terreno onde estarão construindo sua própria moradia em Porto Alegre. Gostei da ideia, hein? Condomínio na zona sul de Porto Alegre. Gostei da ideia, bacana.
Já recebe todo mundo em casa. Exatamente. O Daniel e a Cássia viralizaram porque fizeram uma cerimônia céu aberto. Daniel e a Cássia. Fizeram uma cerimônia céu aberto. A Cássia ou Cássia? Cássia. Cássia. Deixa o cara falar, velho.
Não é legal se tivesse uma foto pra ver o terreno. Exatamente. Ou eu tô errado. Não, tá errado. Tu poderia perguntar depois que o colega falasse, né? Então eu vou esperar terminar a notícia. Respeita o teu colega, Rafa. Eu vou achar a foto pra ti. Não enche o meu saco, porra. Que isso, Rafael. Mas é que a vez do colega falar, ele só tem esse negócio aqui, ele tem que trazer aí. Ah, não encher o saco não é grosseria demais. É só um toquezinho de brasa. Vai dar as curas.
eles o que caram que eles já compraram um terreno e a casa ainda está sendo construída na zona sul. Qual lugar na zona sul? na zona sul. É, não vai dar o endereço, né? na zona sul é ampla, na zona sul, mas é na zona sul. Melhor não falar. Porã foi feliz na zona sul. Bem específico já. Muito! Vendeu o apartamento, Porã? Vendi o apartamento. Lá na cavalhada? Lá na cavalhada! Quer que continue na zona sul do Porã?
Vamos fazer um podcast sobre vendas de apartamentos e separações. Aí, o que eles fizeram? Eles botaram cadeiras no terreno onde tem as vigas ali da casa dele que está sendo construída. E como são esses condomínios fechados de casa... Tu viu fotos? Sim. E por que tu não trouxe para onde a gente veio também? Eu acabei de mandar para a live para a gente colocar... Tá pegado, tá pegado de... Tá pegado. Tá pegado de condomínio. Onde primeiro se faz a estrutura do condomínio e depois vai vendendo os terrenos. Ou seja, o condomínio já tinha...
o salão de festas. Ah, isso é importante. Que foi onde eles fizeram depois a festa do casamento. Mas a cerimônia foi no terreno. Foi no próprio terreno ali do Daniela da Carta. Que isso, cara? Que isso? Não fala todos os velhos, cara. São os banquinhos de madeira. Como as randas do lado parecem as lápides. Pelo amor de Deus, a casa dos caras, vocês chamam de cemitério. Vai botar a olho na casa dos caras.
Mas parece que estão velando no... Pô, olha isso. Não tá legal, realmente não tá legal. Mas creia que todo mundo pensou isso. Mas cara, é o terreno, velho. É o terreno. Não precisa falar tudo que peça aqui nesse programa. Isso tu tem razão, Alexandre. Ah, eu não falo tudo. Se eu falar... Ali certamente é um terno do Alexeyer ali, ó. De quem?
Hã? Do quê? Ah, não, é um alfaiate. Alfaiate. Alfaiate. Não é que seja de varola. Eu, quando vou comprar terno, vou no Espírito Santo. No máximo. Aí, eles colocaram banquinhos, como tem na live. O próprio marido construiu os bancos e a porta, porque ele queria que a noiva entrasse por uma porta. Então, eles fizeram a cerimônia no local onde eles vão morar. Daqui a dois anos vai ficar pronta a casa deles. Do quê?
tá uma grande merda, o cara tem que fazer os bancos, a porta e o cara se vê lá no cemitério municipal de Porto Alegre é um carrinho de mão ali, vocês tão pegando pesado cara, mas tá rolando a obra velho vocês queriam o que? o governo precisava fazer o vela rodoce e varanda não, eles não quiseram parar a obra pra decorar eles fizeram um negócio bem ruts eu gostei, se é o Rodrigo Hilbert, todo mundo tá pagando pau é verdade, é isso aí parabéns ao casal boa
Parabéns ao casal Daniel e Cássia, que sejam muito felizes nesse novo momento da vida. É isso aí, porazinha. Vem que tá quentinho, cara. The houses down. Vamos para o próximo destaque, fãs brasileiros da Shakira. Invadem redes sociais do Piquet, exaltando a cantora.
Não só isso. A Shakira fez um showsaço no Copacabana. O brasileiro não ganha dele. Bateu o recorde de público da Lady Gaga e da Madonna. A Shakira chamou a Maria Bethânia, Caetano Veloso, quem me chamou?
Teve várias participações, várias figurinas, várias homenagens ao Brasil durante o show. Se atrasou por pouco mais de uma hora porque o pai dela passou mal, né? O pai dela vem sofrendo com algumas condições de saúde. Já há bastante tempo ela conta que descobriu a traição do Piqui quando o pai dela tava na UTI. Aí não pode também. Não pode também. Não pode, né? Não pode, no nosso código. Familiares na UTI não pode.
O Porã é muito... Não, pra ficar esperto, né? Rapinha pesa o código, eu digo que é da traição e eu realmente contribuí. Eu colaborei com o Porã. Ela exaltou mulheres durante... E tem novo, Porã, jamais com sogro maluco. Jamais com... Não, jamais com familiares não tem isso. Tá, meu, para, meu. Ouve aqui, ouve o colega. Não, não, é importante, Alexandre. Não, esse é um detalhe importante. Não, ouve o colega.
Ela exaltou mulheres durante todo o show E toda vez que ela fala Ela trazia estatísticas do Brasil Sobre mães solteiras Sobre donas de casa, etc E aí cada vez que ela falava alguma coisa Exaltando as mulheres A plateia gritava Ei, Piquê, vai tomar
E aí, não só isso, o Piquet virou trending topic e as redes sociais dele foram invadidas com comentários brasileiros. Imagina o cara... Chamando ele de tudo e mais um pouco. E aí fizeram um levantamento... Errou, errou, né? De que o perfil do Piquet foi o mais comentado do mundo na noite de sábado. Que não o show da Shakira. Tu pensou...
É ruim isso, né? É que se a gente usasse essa proatividade pra alguma coisa, né, velho? Não, o Brasil seria o maior país do mundo. Esse pra mim é o melhor ponto de vista sobre esse negócio. Eu cliquei aleatoriamente na última postagem dele, tá? Tem quase 7 mil comentários.
Todos os comentários sobre... Cara, é um post, acho que é da Kings League, que ele postou. E aí diz... É, não engaja. Piquet, você foi homenageado ontem. Milhões de pessoas te mandando. Você conseguiu ouvir, Daír? Eu amo que eu vim aqui só pra ver os comentários que as pessoas fizeram sobre ti. Dois milhões de pessoas em Copacabana só pra dizer que tu perdeu a Shakira.
Eu sei que tu tá chorando uma hora dessas, Piquê. Tá sim. Pô, lá que tal, só vim ver se tu tá arrasado, Piquê. Chorando no banho, né, Piquê? Amigo, a chaqueira tá lavando a alma no Brasil e tu aí chorando. Aqui a gente não gosta de ti no Brasil, Piquê. E aí, Piquê? E aí é só isso, é só isso. Ah, no Grêmio, fardadinho e serviço, zagueiro. A cidade dessas criaturas, o estado dessas criaturas, o país dessa galera.
Tá caindo pelas tabelas e não tem ninguém pra reclamar, pra fazer um protesto, pra ir pra rua, pra requerer, pra reivindicar. Mas pra chacar o piquê com a Shakira, aí tá cheio de gente. Eu sugiro esse exercício, porque todas as fotos dele, ó. Eu vou clicar aleatoriamente numa lá embaixo. Olha o exercício que a gente tem que fazer. Não, hoje eu vou fazer. Eu cliquei numa lá embaixo e disse, waka waka e e. Tu virou o ex da Shakira, tu não é mais o piquê.
o português de arco gente já que eu não brasileiro ele é ele é chato ele tem esse poder de incomodar ainda mais que ele gosta ou de um acho que o brasileiro tem que continuar usando esse poder de incomodar e ampliar como o feto falou para outras questões mas aí não faz aí falta não vai embora já na realidade aí é que nem falar de amores que dão certo no pretinho é isso não engaja é verdade o brasileiro não vai 27 minutos das duas da tarde o monge mais feliz do mundo mestre
Acredito, boa tarde. Boa tarde, mestre. O monge mais feliz do mundo diz que as pessoas precisam se livrar de três sentimentos para serem felizes como ele. Quais são? Ansiedade.
É o que a gente vai ouvir agora. A ansiedade não tá na lista. A raiva. A gente tenta ouvir. A alimentação ruim. Que a produção trabalhou, foi lá, buscou e deixa a produção falar. O Mathieu Ricard é conhecido como o homem mais feliz do mundo. Ele é um dos especialistas mais renomados de felicidade no planeta. Tem foto dele? Autor do livro. Que diferença. Não faz, agora eu vou.
Eu acho que faz diferença. Pô, nós queremos ver a cor aqui, cara. Concordo mais uma vez com o Rafael. Eu não concordo com o Rafinha. Rafinha, como tu imagina um monge? Ah, tipo mestre. Então, é isso. Mas seria legal. Tá, mas o que o monge Matoya falou aí? O livro que ele escreveu é Felicidade, um guia para desenvolver a habilidade mais importante da vida.
Só que ele também fala que todo esse título do livro dele poderia ser trocado só por uma palavra, que diz sofrimento. Pira. Porque ele diz que a vida é sofrer. Não tá bem. E que a partir do momento que tu te livrar de três sentimentos, tu pode ser a pessoa mais feliz do mundo. Tá aí quais são os sentimentos? A gente tá numa expectativa do caralho, velho. Deixa o cara fazer o trabalho dele, cara. O primeiro deles é o ódio.
A partir do momento que tu te libertar do ódio, tu vai ser uma pessoa mais feliz. O segundo dele é o orgulho, que também pode ser tratado como ego. E o último é o ciúmes. A partir do momento que estes três sentimentos não habitarem mais o teu corpo, tu pode ser uma das pessoas mais felizes no mundo. O mais difícil pro pretinho é o ego, né?
Sabe o que a minha avózinha Laura faleceu? Mais para alguns, né? Uma vez, quando eu era criança, eu lembro até, eu tinha 5 anos, eu falei assim, pai, eu odeio essa coisa, e a avó disse assim, nunca mais usa essa palavra. É uma palavra ruim, é uma palavra feia. A avó dava certíssimo. É muito forte, né? E aí, cara, eu lembro toda vez que eu vou dizer alguma coisa, pai, eu odeio tal coisa, eu lembro da avó. Porque a palavra que sai da tua boca, ela se transforma em energia.
Exato. O mal é o que sai da boca do homem. É isso aí, bafo, né? O desgraçado é ruim de usar.
Tudo que é ruim é ruim de falar. O desgraçado é sem a graça do homem, sem a graça de papai do céu. É ruim de falar. Mas assim, eu discordo um pouco desse monge aí. Discorda. Tá. Porque assim, ó, ele tá sozinho. Casa pra ele ver.
Entendeu? Aí é uma barbalha tu falar que não pode ter ciúme, mas tu não tem ninguém. Mas a questão de opção, o monge não casou porque ele virou monge. Mas o ciúme não se refere somente a uma relação de uma mulher. Mas o que dói é o da mulher. Não, o ciúme de amigos não tem ciúme dos teus lados é um m***. O ciúme gera um monte de coisa. O ciúme entre colegas.
Entre a vida do outro cara, o cara ficaria... Exatamente, a grama do vizinho é mais verde. O cara se dando bem aí, tu já gera uma energia ruim. Tem que dar um pau nesses caras aí. Só que essa energia, na maioria das vezes, é a gente com a gente. Tu não joga pro cara. Corpo fechado, toma um banhinho de alfazema, faz um trabalhinho, banhinho de pipoca, nada te aflige. Cara, nada te aflige, tudo bem que a vida, o mundo não seja justo.
Tudo bem. O honesto nem sempre é brindado e o desonesto nem sempre é punido. Mas...
Se tu promover o bem como estilo de vida, cara, tu já elimina aí um percentual elevadíssimo de perrengue pra te na tua feira. Mas é promover o bem e sem esperar nada em troca. Não, não, óbvio. Porque aí gera frustração. Aspirando, né? Aspirando receber o bem em troca.
E aí é nesse momento que tu afasta as energias Mas se o bem não vier, tá tudo bem Tá tudo bem, porque eu fiz o bem, me senti bem fazendo o bem É pra ti, não é pro outro É isso aí, é isso aí É isso aí Especialmente se os outros não estiverem presentes É, tem um filme Que eu gosto muito, que é a corrente do bem, sabe O menino teve uma ideia na sala de aula Me entendo!
Mas ele morre, é tício esse filme. Mas ele deixou uma mensagem bonita, cara. Tu fazia o bem pra três pessoas. E essas três pessoas tem que fazer pra mais três pessoas. E pra mais três. E aí tu vai formando uma igreja. Cara, isso é no trânsito. Que é o que a gente tá falando, é energia, cara. O trânsito tinha que ser assim. Eu libero todo mundo pra passar na minha frente, pra entrar. Ligo o pisca pra entrar na minha frente, eu diminuo.
Todo mundo tinha que fazer isso, cara. Porque daí ia ser muito mais legal o trânsito. Eu acho que a gente ia começar. Mas ia ser muito mais leve o trânsito, cara. Começar a campanha, deu pisca.
Sabe que fazia um tempo que eu não ia? Eu lembrei de ti. Eu já tô há dias pra comentar isso. Porque fazia tempo que eu não ia a Porto Alegre de carro. E a última vez que eu fui a Porto Alegre, eu fui de carro. E não veio aqui. E a diferença... Era aniversário do meu filho. Ah, tá. Então tá. Foi aquela vez. Não foi de novo. Aniversário do meu filho.
E aí, cara, eu percebi uma coisa, morando em Floripa há seis anos, que o trânsito de Florianópolis é muito mais gentil que o trânsito de Porto Alegre. Mas qualquer trânsito é mais gentil que o de Porto Alegre. Aqui as pessoas se acostumaram que o trânsito é ruim. Ah, cara, o trânsito é ruim aqui. Então, velho, deixa o outro passar. Para na faixa de pedestre. Porque Porto Alegre parece uma competição. Mas é uma competição, cara. É um negócio incrível e absurdo o que acontece no trânsito de Porto Alegre.
É cultural, cara. Tu pode ter certeza que o catarinense é muito mais gentil e muito mais tolerante no trânsito do que o gaúcho, do que o Porto Alegrense. O Porto Alegrense é competitivo. Comparando as capitais, assim. As capitais aqui, eu acho que a galera construiu uma gentileza no trânsito que, por se acostumar, o trânsito é ruim mesmo, deixa o outro passar, cara. Entendeu?
E aí em Porto Alegre parece que o cara quer se matar, velho. É tipo assim, parece que o cara tá atacando a tua honra e o teu orgulho. Uma competição, velho. Se ele te ultrapassar e tu fica louco, enriquecido e não quer deixar ultrapassar. Mas vem cá, velho. Eu nem te conheço, cara. Eu só quero seguir a minha vida. Mas é a honra do homem. Mas é a honra.
É uma coisa muito nossa aqui da capital mesmo, porque se tu vai aqui no Vale dos Sinos, Novo Hamburgo, já é outro trânsito. Tu vai pra Serra, ali... Eu concordo contigo, é isso aí, na capital mesmo. É outro país. Ali em Montenegro, onde tu morou, né, Adas? Não, a única competição que a gente faz... Outra cidade que o Adas morou.
Piratini, o trânsito é tranquilo. Mulha negra, tranquilo. Mas é verdade, cara. O problema é a capital mesmo. E mais do que isso, né? É que a capital cresce muito rápido, expande muito rápido. Não sei se dobrou, triplicou o tamanho da frota de Porto Alegre depois do advento aplicativos. Quadriplicou.
Quadruplicou, tu tem certeza dessa informação? Não, não tem hora. Idiota, tu não tem certeza. Quantos carros são hoje em Porto Alegre? Hoje são 84 mil. Olha só, muito mais. Eu moro na rodoviária. Cala a boca. Antes tinha 10 carros. Cala a boca. A competição é só quando a gente vai pro planeta. Tá bom, calma. Tu vem de branco pra ficar de boa, calma.
Eu tô tendo de boa. Não parece. Então não me tira do meu de boa. Não vou tirar então. Tu falou que quadruplicou de pertencer a informação. Tu disse não. Então não valeu. Eu falei que era a informação. A frota total de Porto Alegre em 2024 tem 932 mil veículos. É muito carro. Porra, esses 600 mil são carros. Certo.
E o restante? É bicicleta, moto, caminhão. Caminhão, veículos, automotores, né? Isso. Não tem como saber quantas bicicletas circulam pela cidade. Vocês estão muito irritados. Competição a gente só faz no planeta, eu e tu. Hot Wheels. Vamos ser honestos. Hot Wheels Race. Volta, volta. Volta pro programa. Vamos lá. Volta pro programa.
A tendência é piorar, cara. É piorar. A gente não tem um transporte público adequado pra demanda da cidade, velho. Então vai ter muito mais carro e vai ser exponencial isso crescer. Óbvio. Só em 5, 10 anos vai crescer muito. Imagina se tivesse dado certo o projeto do aeromóvel em Porto Alegre. Projeto.
Imagina um aeromóvel na Ipiranga, imagina um aeromóvel na Protássio, imagina um aeromóvel nas grandes avenidas de Porto Alegre, cara. Pra quem não entende o que é, é um trenzinho que vai por cima. Acima, isso. Vai por cima da faixa. Exatamente. É um super projeto bacana que na Copa do Mundo ele foi reinaugurado ali na linha do aeroporto. Nem sei se está funcionando ainda. Tá, tá. Mas poderia ter dado muito certo. É dos anos 80 esse projeto.
É verdade, ia ser muito legal isso, cara, porque é um futuro quase que inevitável pra nós aqui, cara. Não é que não faz nada, é que a gente não tem acesso, mas o aeromóvel em Porto Alegre, ele liga o aeroporto ao trem Zurb. Isso, isso. Pra galera de... Metros, né? Metros. Não dá um quilômetro. Não dá um quilômetro. São metros de uma avenida muito movimentada e pra ti que tá entrando ou saindo do aeroporto e ajuda bastante. Mas não é um fluxo intenso de passageiros que justifique só aquele trecho. Mas ajuda a galera da grande...
Se tivesse um metrô em Porto Alegre, o trânsito seria muito mais fácil. Qualquer cidade com metrô é muito melhor. Metrô é legal. Não, mas tudo bem, mas eu digo que... É muito melhor. É bem, mas não temo como. É, não tem como. Cara, o... Uma faixa em cima do dilúvio já ia ajudar. A Globo botou um correspondente internacional na China agora, né? Ah, é. E estão fazendo uma série de reportagens das cidades do futuro. Tipo, cidades que estão há 100 anos na frente.
Ah, eu vi uma delas, cara. É constrangedor. Mas ao mesmo tempo é espetacular, né?
Sim, de tão espetacular é constrangedor. Os caras, tipo, tem uma cidade na China, agora, não quero falar besteira se é Beijing ou Xangai, enfim. Mas do aeroporto até o centro da cidade, sete minutos de trem, cara. É isso aí. Ah, não, o aeromóvel tá inoperante desde as enchentes. Olha que bom.
Que coisa, hein? Que coisa. Tá, vamos dar uma girada na mesa aí, viu? O que que manda a nossa querida audiência pra PretinhoBasico, arrobaatlantida.com.br. Pode botar pra nós, por favor. Fala, Pretinho. Peço pra não me identificar, se possível, ler no PB das 13. Seguinte, eu tenho 21 anos e namoro há 3 anos.
21, namora 3, uma morena maravilhosa. Minha primeira e única namorada até hoje. Só que eu faço faculdade em outra cidade e pego ônibus todo dia. Nesse semestre, Rafinha, apareceu um problema com caixa alta aqui, ó. Uma caloura.
Uma caloura. Pensa numa loira maravilhosa. Agora pensa nela pegando o mesmo ônibus que eu, Rafinha. Então é uma caloura. É uma caloura. A galera da minha cidade que estuda na mesma facul sempre vai junta pro ponto. E nessas idas e vindas comecei a trocar ideia com ela. Até aí, beleza.
Só que começaram uns olhares diferentes e eu mesmo me fazendo de santo, sempre desviando, até porque eu namoro, sabe, Rafinha? Não, mas isso tu sabe que não é problema, tu viveu isso, né, Borão? Até que um dia, deixa o ouvinte se manifestar, Rafael, pode ser? Pode ser. Até que um dia minha aula acabou mais cedo, fiquei sozinha no saguão e quem aparece? É o destino, né? Quem é lá do mesmo? A loira.
com uma amiga puxando assunto. Papo vem, começamos a viajar no meu ideia aleatória de abrir uma lanchonete. Porque nunca tem nada aberto no horário que saímos. Que baita... O cara mandou muito. Vamos abrir uma lanchonete. Do nada, ela chega mais perto, olho no olho, dá uma olhadinha pro meu anel e manda. Ele tem um anel de namoro.
E aí ela fala, podíamos abrir juntos a lanchonete. Eu posso ser a garçonete, eu uso um shortinho bem curtinho, uma blusinha decotada pra atrair os clientes. Uma blusinha decotada. Pretinhos, eu travei, dei uma risadinha.
De quem claramente não sabia o que fazer e pra minha sorte ou azar a galera chegou logo depois. A costela caída no vegano, né, porém? Agora eu tô nesse dilema, Rafinha. Sou fiel, gosto da minha namorada, mas confesso, o psicológico foi abalado. Pergunta sincera, eu só finjo que nada aconteceu e sigo a vida ou tô perdendo uma história que daqui a 20 anos eu ia contar rindo?
Gordo Léo, manda um lenha, lenha, lenha aí pra mim. Lenha, lenha, lenha, lenha, que é o que tu tem que fazer com a caloura e separa da tua mulher. Cara, eu vou assim dar duas opiniões. Tu é jovem, faculdade é pro jovem se amar. Se formar é em segundo plano. Primeiro é amar, é se endoidecer, amar, trair, depois se formar pro papai e mamãe ficar feliz que tem o diploma do ensino superior, que é o que eu queria sonhar pra mim.
Agora é a opinião do porã, gostaria de dizer. A minha opinião, a opinião do porã das antigas seria essa do cor do Léo. Foi o Ivan, foi o Ivan que deu o bicho. Do Ivan, do Ivan. Eu concordo com o Ivan. Do porã atual, eu digo, cara, o cara gosta da menina, velho. Ele tá namorando uma menina legal, entendeu? Ele é jovem.
E é jovem, mas ele tá namorando, Léo. Acho que seria legal manter o relacionamento. É que sacudiu, né, porra. Porra, pai de jovem mesmo. Sacudiu, porra. E nem todo McLunch é feliz, né? Exatamente. Vai comer um nugget. Eu tenho duas opiniões. A minha do passado e a atual. Tá bem. Eu não sei, ele escolhe alguma delas.
Eu tenho uma opinião pro Magrão. Te vira, Magrão. O problema é teu. Não joga essa laminha. Ele podia só abrir a lanchonete. Aí vê o que acontece mesmo. Com 20 anos ele deve ter dinheiro pra abrir uma lanchonete. Porque a lanchonete ele vai ter ali uma oportunidade de fazer o negócio. Um gigabyte, né? Ele pode abrir um gigabyte.
Convida a menina calora pra fazer um ensaio. Tá, vamos imaginar então que nós estamos abrindo a lanchonete. Te veste como garçonete. Te veste como garçonete. Olha aí, olha o que seria esse seu uniforme. Eu quero aí uma referência da Rutgers. E eu quero fazer um pedido, vou fazer um pedido e tu traz na bandeja. Isso. Ah, vocês foram mal. Eu quero um pastelzinho, um pastelzinho.
Com pelo ou sem pelo? Vá, Rafinha, vamos ver Meus queridos, eu considero vocês grandes amigos Fazem parte da minha vida há anos e moldaram Muitas das minhas atitudes, que medo Uma delas foi ter acabado Com a minha sensibilidade em relação a certas questões O que me faz ter Pensamentos inapropriados, por exemplo Trabalho no centro logístico De uma câmera frigorífica E no final do ano passado, houve um grave acidente Um funcionário ficou 4 horas coberto E aí
por toneladas de carne. Foda, hein? Na mesma hora eu pensei, Bah, mas que jeito vergonhoso de morrer soterrado por linguiça. Porém, logo percebi que pensei em voz alta, e isso arrancou risadas de uns e indignação dos outros. É isso que é o programa.
Não ouvi nada grave com o garotão. Ele passa muito bem, graças a Deus, mas fiquei taxado de idiota por alguns dos meus colegas de trabalho. Muito obrigado pelas risadas diárias, pois ouço vocês todas as noites. Quem manda é o Fábio Henrique de São Paulo. Grande, Fábio. O que tu achou do e-mail, Fé?
O que que houve? Qual é a tua opinião? Ah, eu não preciso dizer o que eu achei. Não, mas tu acha que ele tem que terminar ou continuar? Não é sobre isso o assunto, cara. O Magrão que morreu. Ele morreu soterrado na carne. Não é sobre isso o assunto. E o cara fez piada sobre isso. E aí ele disse que ficou mal mesmo. Quem riu foi o Rafinha. Não, eu vou sempre sorrir, porque a vida... Não, tu riu. Tu não é sorrir, tu riu. Mas ele não... O cara não morreu, tu não tava pensando sobre isso.
Se o cara não morreu, tem que apelidar ainda de... Não, o vegano. Tá, olha só. Olha só. Quatro horas de batizado, não comeu nada. Eu não tava prestando atenção. Isso que tu tem que fazer. E aí? Admite, merda. Tô admitindo. Isso é humildade, parabéns. Sabe por quê? Porque eu tava lendo um e-mail que fala de ti. Bem ou mal? Ah, era isso que eu tava tentando entender. É porque se fala bem, eu não ia ler.
Aliás, essa é a defesa da produção, Rafa. O Rafinha esses dias diz, ah, só separa as coisas que virralam. Eu falei, não, também não é assim. Claro que é. Eu separo o bom e o ruim. Olá, pretinhos. Os caras não leem os bons. É que o bom vem menos. Depois do Adams. Bota uma aí, Adams, ao nosso favor. Já falei demais hoje. Então vamos direcionar para quem? Para o Rafinha. Olha aí. Exatamente. É o personagem do programa. Meu nome é Andrei, sou de Orleans, Santa Catarina. Sou muito fã de vocês. Perto de Ciuma, hein? Rafinha.
Você faz festa de DJ e vê todo tipo de mina. Tu prefere ver uma rica feia ou uma linda dura? Acho que uma linda dura, né? Legal, né? Mas qual linda? Descreva. Aí, aí, aí. Tu quer me ferrar mais, né? Abraço, manda um...
Que privilégio! A galera de Orleans. Diogo do Sol de Itajaí. Olha, do Sol ele. Diogo do Sol. Diego do Sol de Itajaí, Santa Catarina. É Diogo, Diego? Não entendi. O que tu ouviu? Tu falou Diogo, depois Diego. O que é?
Eu não sei o que está escrito aí. Diego. Tá. O nome do cara é Ricardo. O cara leu errado. Eduardo. Olá, pretinhos. No programa das 13 do dia 29, o ouvinte mandou um e-mail esculachando o nosso Miniman. O próprio, como a gente já sabe, deu um piti.
E acabou expulso. Eu já mandei e-mail criticando o Rafinha, mas ele irrita muito, muitas vezes. Mas uma coisa é certa, é impossível não gostar desse cara. Ele é chato, é irritante, é ególatra, é péssimo. Mas é insubstituível com o seu humor ácido, tiradas fantásticas.
Deu calor dele. Como não ri do Rafinha contando que no motel após o Lenha Lenha ele assiste filmes de leão? Ah, isso é do caralho. Ou mesmo ele apertando os olhos pra segurar a emoção cantando com voz embargada a trilha do filme da vida dele que só ele gosta. Uma palavra.
É essa música. Ele puxou isso depois do parabéns do Léo. Depois do parabéns do Léo, quando o Léo ia falar, ele puxou isso. Não é possível que tu fez isso. Uma homenagem ao Léo. O Léo adora... Rafinha, como todo mundo, você tem seus defeitos. São muitos, mas tem seus defeitos. Ainda assim, nós te amamos de um jeito estranho e confuso.
Tipo o Batman que não vive sem o Coringa. Nós te amamos. Grande abraço a todos. Diego do Sol de Itajaí, Santa Catarina. Não tem como discordar do Diego. Estranho e confuso. É estranho, é um amor maluco. O pretinho básico volta já. Agora na Atlântida. Memória de elefante.