Episódios de Pretinho Básico

Baú do PB | REPRISE PRETINHO BÁSICO AO VIVO - 06/07/2021

18 de abril de 202647min
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Vem curtir e te divertir com a reprise do Pretinho Básico das 13h de 06 de julho de 2021. Na escalação: Alexandre Fetter, Rafinha Menegazzo, Porã e Magro Lima.

Vocês pediram e nós atendemos! Agora tu pode curtir novamente os episódios antigos do maior programa de humor do Sul do Brasil direto do Baú do PB! É todo sábado e domingo na ATL TV e aqui no Spotify.

Participantes neste episódio3
A

Alexandre Porto Vetter

HostRadialista
P

Porã

ConvidadoComentarista
R

Rafinha Menegazzo

Convidado
Assuntos5
  • Reprise do Pretinho Básico
  • Doação de Sangue
  • Dia Internacional do Beijo
  • Humor e Comédia
  • Curiosidades sobre alturaPovo mais alto do mundo · Holandeses
Transcrição125 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Cara, esse programa é uma reprise. Rafa, Rafa, dá uma força aí, o discorama, cara. Faz pra mim.

Atenção emissoras do top de formação de rede. Vai chupar um carpim. Vai te ferrar, mano. 100% meu bruno. Muito alta saída da rádio aí. Vá, Morelia. Ah, é, cara. Quem é que tá pra mesa? Era o disparamba, né? Não, não, não é na mesa. Não, não é na mesa. Não, não é na mesa. A internet tá bombando hoje. A internet tá bombando. Tá tudo de bom. Então é isso. Eu e saco. Ano 14. Olá. Arroba Real Feter.

Olá, boa tarde de terça-feira. Estamos chegando com mais um prendinho básico. Obrigado, porém, é um prazer ouvir a tua voz, a roupa do meu perfil.

Arroba Real Fete. Obrigado. Arroba Rafinha.Menegasso. A gente já pode ter agora no início do programa, né? No início do programa a gente já pode ter a régua do delayzinho básico do porão hoje. Exato. Deve dar uns três segundos. Arroba Real Fete. Três segundos, porãozinho. Que louco. Tá bom, estamos chegando nessa vibe do pretinho.

Magro Lima e este amigo pode me seguir lá nas minhas redes sociais estou sempre tentando alegrar o teu dia, deixar uma mensagem positiva, te entreter com música com coisas da nossa vida obrigado pela parceria

Seu carro a partir de 10 reais por dia. Na Racon você pode. pb.racon.com.br Marshmallow Docile para deixar seu inverno mais gostoso. Descubra em docile.com.br É impossível resistir ao mignon ou pão de mel e a linha de folhados Biscoito Zezé.

Carinho que vem de família. Arroba biscoitos underline Zezé. Marco Polo, os ônibus maravilhosos da Marco Polo. Reinvente seu destino. Marco Polo sempre aqui. Marco Polo ponto com ponto BR. E Fruc Guaraná. O Guaraná do pretinho básico. Saboreie bons momentos. Arroba Fruc Guaraná.

Como é que tá essa vibe da velha aí em Florimã, Borazinho? Conta pra nós. Como é que tá essa velha? Hoje eu tô na sexta vibe do FM. Vai, eu vim com tudo, Boran. Mas ele tá essa vibe. Agora eu tenho uma de Ronaldinho Galvão. É, agora tudo. Olhou pro lado, tocou pro...

O Vesgo, o Vesgo. E aí eu fui com tudo, mas é o Porã agora. Quero saber tudo, Porã. Tempo, previsão do tempo. Boa tarde, primeira interrupção do Rafinha, só um pouquinho. Eu tô fazendo um placar agora. A primeira, a primeira. Boa tarde, Rafinha. Boa tarde, Alexandre Fetter. Boa tarde, amigos da mesa. Estou aqui hoje assim subindo. Arromba Instaporã.

Subindo da sexta vibe do FM, agora já para a quarta vibe do FM, quando o programa começa. E em Blumenau ainda, já com malas prontas no quarto de hotel para voltar para Florianópolis daqui a pouquinho, querido. Como você está feliz, Porazinho, que vai voltar para casa. Está um sorriso estampado no teu rosto, olha.

Que delícia! Tu tá em Blumenau então, Boran. Em Blumenau, Rafinha. Só que hoje eu estou no hotel. Estou no hotel e logo irei para casa. Dá uma girada nessa câmera aí pra gente ver o quarto, Boran. E o medo, Féter.

Ah, não tem medo, só está bagunçado. Vou pedir pra... Caiu aqui a porta. Caiu, caiu. Caiu, caiu. Caiu a ligação do porão. Caiu, caiu, caiu, caiu. Não caiu, não. Não caiu, caiu. O teu áudio está no ar, porão. Só pra te lembrar isso. Tu está no ar, tu está no ar. Olha a alegria do porão.

Agora vai embasar ele, putaça! Cara, caiu que merda! Caiu essa merda! Legal, empolgamos, porã! Porã, tu tá me ouvindo! Boa tarde, pessoal! Agora eu tô, querido!

Que coisa boa começar assim o dia, cara. Olha, vou dizer a tarde, na verdade. Deixa eu te falar uma coisa, me ouve, deixa eu te falar. Não tava cortando, cara, a gente tava ouvindo tudo que tu tava falando. Sério? Sim. Mas que bom, cara. Que bom, era isso mesmo. Aí o ouvinte, a nossa querida audiência, ela pode ver como é que funciona a vida real por trás dos microfones. É, de vez em quando a gente se incomoda com algumas coisas, né?

Às vezes. Eu quase vendi esse quadro hoje. Quase vendi o quadro da testagem de microfones hoje. É mesmo? Puta porra. Mas tá bom tempo ainda. Agora o cara viu aonde que ele ia colar a marca dele, né, cara? É verdade. Olha a atenção que nós estamos dando para este quadro, Porazinho. É, velho. Ai, que maravilha. Bota lá no after, então, Porazinho. Bota lá no after. Tem mascota aberta lá no after.

Cara, parabéns. Vamos botar lá. Cara, é o fake aqui. Alexandre Real, parabéns. Que baita programa. Tu é genial, cara. Alemão, tu é genial. Bota aí um pouco, cara. A gente tava perdido. O Magro é genial, mas tu é infinitamente mais genial. É verdade.

Cara, o fake tá ficando cada vez melhor. Muito bom esse fake aí, Rafinha. Tá subindo até aqui. Boa tarde, Feter. Boa tarde, audiência. Boa tarde, Rafael. Boa tarde, Mago Lima. Boa tarde. Legal. Oi, gente.

Agora o Fetler interrompeu. Desculpa, Fetler, só para dizer aí que a gente tem uma terça-feira agradável, a melhor vibe do FM segue empolgante e é um privilégio estar com vocês, com a audiência, nesse veículo de comunicação, que é uma mãe, essa empresa, a gente está feliz. Essa empresa é uma mãe, essa empresa é uma mãe. Está clareando, o sol está vindo, o sol bate. Vai dar um abraço no pessoal lá.

É, não tá todo mundo aí, né Alexandre? Mas vambora! Um abraço ao Toigo Um abraço a quem tiver, né? Cara, eu assim, poucos caras eu ficaria nervoso E eu fiquei, né? Poucos eu encontrei Kerslater, fiquei nervoso quando eu encontrei Lá em Trastles, na Califórnia, uma etapa Depois ficaria extremamente nervoso Denzel Washington, obviamente E outro cara que foi um nervosismo absoluto Nelson Sirot Quando esteve aqui com a gente Falando do livro Olha aí

Ele é bonito, tem uma barba legal, ele é estileira. O Nelson é o Nelson. O Nelson é o Nelson. O Nelson é o Nelson. Dá pra ser vovô o Nelson a qualquer momento. Ah, é? Novamente, né? Porque ele já era. Novamente, novamente, novamente. E o Pedrinho, Pedrinho é dos nossos, né? Acho que eu vou dar um banho pro Pedrinho uma hora. É isso. Ô, Rafinha.

Não podemos tocar agora? Não, não é isso, cara. Não podemos ir, não podemos. Quer mais alguma consideração aos donos da empresa? Quer alguma coisa? Eu acho que o Twigo merece um carinho também. O nome dele é Twigo. Ah, mas é o português das ruas, Twigo. Errar o nome do presidente da empresa não é uma boa estratégia. Não, não é. Então peço perdão. Errado, tá errado.

um carro que o Federer tinha. Não, é o Twingo. É o Twingo. É o Renault Twingo. Perdão, Twingo, President, my President. Cara, vamos organizar a bagunça aqui. Vamos organizar a bagunça. Está ótimo, todo mundo já recebeu o nosso abraço sensacional. Magro Lima, o Twingo, ele tem uma concepção muito interessante, é um carro francês, fabricado pela Renault. Ele é mínimo, pequenininho, pequenininho.

Saiu o Smart, porra, só pra te dizer. Saiu o Smart. Hoje eu tô sem filtro. Ele é pequenininho por fora, com cara de sapinho, mas ele é gigante por dentro. Muito bem aproveitado o espaço interno do carro. Muito esperto, com um monte de lugarzinho pra botar umas coisinhas. Bota a chave aqui, bota o copo ali. Era bom, né? Nos anos 90. Era, cara. E era três cilindros, super econômico. Passa, não subia a loma, né, veterano?

Tinha que embalar pra subir a luz. É verdade, tinha, mas... Mas o Fetter cantou uma pedra interessante. Deitava os bancos e virava cama de casal. Bomba atrasada. É verdade, cara. Nunca tive oportunidade. Não era tua aquela vez que tu me falou? Só pensa naquilo. Não, não era o Fetter. Não, não. De fato, o carro, ele rebate os bancos e vira uma cama de casal atrás.

Com esta proposta, inclusive. É, viu só? Então hoje ele serve pra tu ir acampar. Deixa ele parado pra dormir. Eu não sei se fabricam ainda o Twingo. Você sabe? Vocês têm essa informação? Não, cara, os caras não iam fazer essa cagada, né, Pedro? Não, acho que não, né? Acho que... É.

Durante um tempo tu erra, né? Renault Twingo 2020 Olha aqui, cara, segue o Renault Twingo, cara Não é possível Não, então é o seguinte, tu leva ele num terreno Novíssimo Renault Twingo E aí tu bota lá pra fazer tua cama de acampamento E deixa ele lá Deixa lá, lá, lá, lá Cara, olha só como é impressionantemente parecido com o Cinquecento Twingo novo, cara Ah, não, mas veio numa... É verdade Mas essa cor aí é pra irritar o cara, né? É

Vômito de pasto animal, né? Amarelo, cara. Amarelo, é legal a cor, cara. Tá louco, imagina. Amarelinho. Ficou legal. Ficou parecendo um ticoetento. É. Bom, hein? Na verdade, rolou um elogio pro ticoetento agora aqui, né? É. Exatamente. É. São duas marcas sendo contempladas, né? Na verdade, são duas marcas furadas os dois aí. São duas marcas bondiadas.

Sabe por que não é legal a gente fazer isso? Porque a gente não sabe em qual cidade deste sul do Brasil tem uma revenda destas marcas patrocinando o programa. Imagina se os caras não entendem que é uma brincadeira. Imagina se os caras não entendem que é óbvio uma brincadeira e resolvem dizer, ah, é, então nós vamos tirar.

o programa do patrocínio, porque o Rafinha falou mal da nossa marca. O Coran falou que é carro de puto. É, bom, e da Bebeira, Brato. Eu não falei nada. Eu não falei nada. Mas devia ter falado. A ideia é... Eu pensei...

Então é isso. Vocês lembram do outro francês, o Citroën, que a gente fez o designer? O C3, né? É, o C3 falava do C3, que era carro de designer, né, cara? Que loucura. De C3 no parcão. Engraçado que hoje meu pai tem um C3, cara. Meu pai tem um C3 hoje. É mesmo? Aí, ó.

Nego velho de C3, é uma coisa que não combina muito. É bonito, né? Combina com teu pai. É legal, é hype. É hype. O velho está estourado. O pai usa minhas roupas, anda de C3. Show de bola. Vamos em frente com o Pretinho Básico desta terça-feira, 6 de julho. A Rodaica pede desculpas, não pôde vir. Está com uma dor de cabeça chata e prefere então não se expor ao barulho. Ela pede desculpas.

que a Rodaiquinha não veio eu esperando eu sei que terça é dia dela alemão after que programa que programa demais tu e o magro o magro é louco o magro sabe das coisas que legal after after after after after

É isso aí, alemão. Tô sempre na escuta. Tô ligadaço no programa. Tô ligadaço no programa. Obrigado, Dudu. Obrigado, Dudu. Que legal. Parabéns, cara. Convida o Dudu pra ficar no after ali contigo. Obrigado, Dudu. Não, mas o Dudu... Eventualmente, né? Eventualmente. Claro, quando ele puder. Eventualmente pra ficar. Neste horário. Isso. Querida.

É, eventualmente, tu sabe que a minha agenda é movimentada, né, Alemão? Mas tu sabe, daqui a pouco, quem sabe, daqui a pouco, quem sabe, a gente cola um produtinho, um produtinho ali comigo. É uma parada legal, eu curto, eu curto rádio, né? Mas que legal, Alemão, tu assim, nessa altura do campeonato, tu te desafiando, desafiando diariamente. Verdade. Mais um programa no ar, mais uma exposição, mais uma conexão com essa galera da Atlântica. Hoje eu tô bem louco, Alemão.

Oi, eu tô, tô querendo. Tá emotivo, tá emotivo. Tô, tô emotivo, cara. Saudade de casa. Está imune a bebida láctea da Santa Clara que eleva a sua imunidade. Hoje eu fui mais rápido que tu, hein, Rafa? É, hoje eu segurei, né?

Te peguei. Seis de julho é dia da criação do IBGE, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, que é responsável por fazer levantamentos importantes para o futuro do país sobre a demografia, pesquisas estatísticas sobre temas variados e também garantir as informações sobre os indicadores geográficos do Brasil.

país. Porra! Se o país, por algum momento, decide, por qualquer motivo, parar com as pesquisas do IBGE, o país dá uma parada também no seu desenvolvimento. Por algumas tabelas. E quase parou, né? O orçamento lá deram um cut e aí voltou.

Exatamente Verdade, eu não tinha nem lembrado disso Responsável pelo censo É verdade É responsável pelo censo Que entende como é que estamos Como sociedade Estratifica Ver as condições de cada brasileiro Dá pra ver, está escancaradamente Estampado Que estamos bem Nota-se que o Brasil evoluiu bastante Só olha pra nós É verdade

Hoje é dia internacional do beijo. Hoje é dia internacional do beijo. Porra, cara, que vontade de dar um beijo de língua. Por isso que eu estou com saudade de casa. É por isso, cara. O beijo, né, cara? O beijo de língua. O beijo, ele é... O beijo disso tudo. Vou até dizer aqui, o beijo, ele é...

É o início. É a chama da relação, o beijo. Exatamente. Se ainda houver um beijo, aquele beijo, se ainda houver aquele beijo, a relação está acesa. Mas se não tiver mais aquele beijo, aquele beijo, aquele beijo. E o beijo é geral. Aí a relação deu uma esfriada, aí deu uma complicada. Eu tenho certeza, encaixou o beijo, você sabe que vai transar. Não encaixou o beijo, não vai dar certo.

Eu falei isso? Não, pois é, Rafinha Tá certo, eu sempre Errado não tá, Rafinha Não importa O beijo é a conexão Do ser humano ali É o termômetro É o termômetro Deu aquele beijo, encaixou o beijo Às vezes tem umas bocas grandes, umas bocas menores

Não, encaixa dentro do lente. Ah, tu não tá? Ah, não, peraí, Rafinha, desculpa. Tu tá falando do beijo de maneira geral entre pessoas diferentes. Eu pensei que tivesse falando do teu beijo com a tua mina de molhante. Chegou em casa, beijou, encaixou, pá!

Chegou em casa, beijou, não encaixou, não parou. A gente beijou, a gente beijou, quando a gente se conheceu, eu já senti aquele fire, né? Já sentiu algo diferente. Sentiu algo diferente, eu tô dizendo, nas novas relações, o cara sai com a mina, pode dar uma chance, porque às vezes, primeiro não encaixa, agora o beijo diz muito, o beijo já sente, já sabe aquela pessoa.

Ela é cheirosa, não é? O cheirinho do lábio, o cheirinho da babinha. O cheiro da babinha é coisa boa por anjo. A gente tem essa aí. O cheiro da babinha quando bate. Quando bate o cheiro da babinha, Deus o livre. Agora tem aquele beijo grande, né? A boca grande. O hálito bom. O dente com o bumbum. Exato, o hálito bom. O hálito bom. Tu já sabe que tudo, todo o resto vai se conectar. Tudo. É, ninguém é quase, né? Tu tem razão, Rafinha. Obrigado. E o Tim Maia que dizia, né? Desculpa.

Me salvaram. O Timar que dizia, gordo quando beija não transa, quando transa não beija. Mais ou menos isso que ele dizia. E eu queria saber, já que estamos no dia do beijo, quando é que será o dia do beijo grego? Na Grécia, hoje, eles comemoram o dia do beijo ou o dia do beijo grego? É todo dia. E tu, porém, já alguma vez experimentou o beijo grego? Como é que eles chamam o beijo grego na Grécia, Peter?

É beijo Essa fundada aí Beijo Beijo Alguém já experimentou o beijo grego ou não? Da mesa Eu nunca tive oportunidade de ir à Grécia Mas não precisa ir à Grécia Que verdade é na Grécia Eu nunca viajei pra Grécia É porque tem Antes de chegar na Grécia Tu passa ali pelo Oriente Médio Tem a faixa de Gaza E aí ali Ali tem coisas que são permitidas Mas não beleza

E outras coisas que podem ser permitidas conforme a situação do casal. Se o casal achar que posso ir aqui, pode, vai, vai com tudo. Tu usa grelha ou... Cada casal deve se permitir o tipo de beijo que quiser. Tu usa grelha ou espetopora? Quando vai fazer o Entra Cozinha.

um entrecozinho? é, na grelha, não dá pra espetar não se espeta, entrecou não se espeta, entrecou é isso aí mas uma costela espeta, uma picanha espeta é que eu entrecou não, exato me perdi agora não dá pra explicar não entendeu churrasco, o magro já não conecta a régua

Falou bagacerice, o Magro conecta. Falou churrasco, ele não conecta. É, não conecta. É, galera. Alô, galera. Oi. No dia de hoje nasceram o ator, roteirista e diretor americano Sylvester Stallone. O Sylvester Stallone está fazendo 75 anos. O eterno Rambo, o eterno Cobra, o eterno Rob.

A cobra. Computadora. É demais o Stallone. Dá um alô pra gente aí, Stallone. Dá aí, Stallone. Vem, te mora. Vem, Stallone. É possível, sim. É possível, sim. If the crime is a disease, I am the cure. Vai, teve um ABC o Stallone agora.

É muito bom 75 Tá fazendo Stallone e puxando ferro Ainda Stallone Tá bem melhor Cantor, compositor Violonista brasileiro Toquinho Tá fazendo 75 anos O Toquinho O Toquito Tem que dar aqui o Neto pra contar Eu sempre lembro a história do Neto É verdade

Essa é muito boa. Se estiver ouvindo o programa, manda para nós. A piada do Toquito. Vamos esperar ele contar, senão a gente conta. Eu não vou saber direitinho a história. Também está de aniversário multidisciplinitista.

Compositor, escritor e artista visual brasileiro, Arnaldo Batista. 73 anos fazendo o Arnaldo Batista Eterno Mutante. O rapper, cantor, ator, diretor, roteirista e empresário norte-americano 50 Cent fazendo 46 anos.

Caraca, outro dia a gente falou do 50 Cent, tá passando rápido o tempo. Mas já era outra coisa, eu acho. The Times Pass so fast. Era o álbum dele. Ah, o álbum dele. Das 18, eu acho. É verdade, Magro. Pode ser, Magro Lima, pode ser. Pode ser, pode ser. Pode ser. Pode ser. Tô vendo aqui os destaques do Pretinho. E aí, Fé? Pode tocar. Pode tocar ali, animal. O Arnaldo do Tribalistas e o Arnaldo Antunes, cara. Eu sei, cara. Viu?

Esse é o Amado Batista Ah tá, certo Olha essa notícia aqui Nos destaques do pretinho Tá, vamos resolver os Arnaldo Isso, vamos E o Arnaldo? Eu sei, eu sei Fala aí, fala aí Tem o Arnaldo Batista dos Mutantes O Arnaldo Antunes dos Titãs E o Arnaldo César Coelho da Arbitragem Isso, e o Amado Batista é outra coisa

O Amado é outro, o Amado vai ser outro. Total. Mas aí vocês estão abrindo um assunto diferente. É, Magro. O Magro está trilouco. O Magro Lima não consegue focar, né, Magro Lima? O Magro Lima tomou, ele tomou um latão de ceba, eu vi ele abrindo antes, aí ele está trilouco, cara. Muito bom, cara. Aí é bom uma da tarde tomar um latão. Primeiro uma caipira, depois uma ceba. Aí fechou.

Faz o contrário Primeira a ceva Depois a caipira Porque a ceva já é o carboidrato Que vai te dar a base Pra tu não beber álcool antes de comer A caipirinha é o migué dos bebês E diz assim Eu vou abrir o apetite Aí o cara toma uma caipa Aí a cara deu uma sede Aí eu vou tomar uma cervejinha pra matar sede Enquanto o vento tá ali deitado dormindo No meio do churrasco Muito bom

Isso é coisa de maloqueiro dos amigos, maloqueiro, né? Que sabe que tomar uma cerveja antes da caipira é o melhor negócio. Uma cerveja antes do almoço. Antes da caipira. Por falar em bebida alcoólica, um pai guardou um vinho de 18 mil por 17 anos. E a filha usou em uma sangria.

Isso aconteceu em Madrid No último sábado O caso de uma jovem de 19 anos Que em uma festa com os amigos Usou o vinho de 2.500 euros Aproximadamente 18 mil reais Pra fazer uma sangria Uma sangria é vinho com fruta dentro Mais um suquinho de fruta É um clericô ferrado que ela quis inventar É tipo

um pão de vinho, é, bebida de jovem, exato. É verdade, em vez de abrir um Casaperine ali, violento, errou. 17 anos, cara, o cara manteve o vinho fechado com um momento em que ele ia abrir o seu Petrus, aliás, não é Petrus, né, não é Petrus, é Petrus. É que Petrus é o nome do cachorro que eu tinha na família, o Petrus.

Por isso que sempre que eu leio Petrus, eu lembro do Petrus. Enfim, que baita notícia. Essa notícia, Fetra, se tu me permitir só abranger um pouquinho mais. Isso é aquilo que a gente falou em outros tempos. Cara, tu tem uma parada legal, usufrui agora, velho.

Entendeu? Aquela história lá dos coroas que dizia assim, o tênis, a roupa só pra sair. Cara, tu compra o troço, sai da loja usando. Pega o petrusco e mete numa sangria, bota bastante gelo. Não, tem com whisky 18, 60 anos. Senta ali, toma com a tua mina, com os teus amigos, tu não sabe amanhã o que vai acontecer. Aí eu tô contigo.

Ficou contigo, rap. Ficou contigo. Você lembra, né, Rapinha? Nossa, parada, velho. Ai, eu só vou usar quando sair. E se tu não tiver oportunidade pra sair? Se tu não vai encontrar ninguém, usa. Usa o que tu tem, bebe o que tu tem, come o que tu tem. Não fica esperando. Ou venha teu filho e vai beber o que tu não bebeu. E aí faz essa merda aí. Mistura com fruta e não aproveita. Faz isso daí. Né? Verdade.

27 minutos para as duas da tarde, eram estes os destaques, pelo menos por enquanto, do Pretinho Básico. Mete uma para nós aí, então... Eu tenho uma boa. Que é a moral da história, presta atenção. Um dia, a Rosa encontrou a couve-flor e disse... Que petulância chamaram-te de flor, chamarem-te de flor.

E aí Vê a tua pele! É que eu leio em português, Rafinha? É foda que tá vindo espanhol e inglês junto na minha cabeça, Fede, tu entende? Aí não dá, né? Tá muito louco a tua cabeça. So difícil tu... Espanhol, sometimes... Come on here!

É muito difícil. É muito difícil. Chicano Rafa, Chicano Rafa. Sim, sim, para o quê? Porra. Dale, vem, vem lá comigo. Vê, vamos de novo, que petulância. O Magro Lima é genial. Deixa eu só salientar a genialidade do Magro Lima. O Magro Lima largou a frase. Cara, cara. Em três palavras, ele botou os três idiomas em uma frase de três palavras. Cara, quando eu te digo Magro Lima. Cara, tu é foda, Magro. Cara, cara.

É a melhor piada da história. Pode repetir a frase, Magulinho? Que eu esqueci. É muito difícil. Repete, por favor, mais uma vez. É muito difícil. É muito difícil. Falaram em três idiomas, né, afim? É, é difícil. Pensaram, trilingüe. A cabeça dá um check-it-off, né? A cabeça dá um check-it-off, né? Parece um press-out agora. Exatamente. Check-it-off, check-it-off. O cérebro dele é um press-out.

Vamos de novo, a Rosa conversando com a Cove e Flor. Que petulância chamarem-te de flor. Vê a tua pele, áspera e rude, enquanto a minha é lisa e sedosa. Vê o teu cheiro, desagradável e repulsivo, enquanto o meu perfume é sensual e envolvente. Vê o teu corpo, grosseiro e feio, enquanto o meu é delicado e elegante. Eu sim sou uma flor.

E a couve-flor. Acorda, querida! De que adianta seres tão lindas se ninguém te come? Moral da história, autoestima é tudo. Autoestima é tudo, Rafinha. É isso aí, esse é o segredo da parada.

This is the secret. É, this is the secret. Vai porazinho, bota uma pra nós aí. Como é que tá a ambiência do meu áudio? Tá saindo a Avenida 7 de Setembro em Blumenau? Sim. Tá saindo? Sim, as carangas passando por aí. Show de bola. Peraí, vou fechar a janela. Cara, por que que o Mário tá aberto atrás do Forão?

Porque eu fiz a minha mala agora há pouco, cara. Porque eu saí do armário, cara. Eu tenho uma agonia de armário aberto também, cara. Eu não gosto também. Eu não tinha percebido. Eu não consigo dormir se a porta está meio abertinha. Eu tenho que ir lá fechar a porta, sabe? Eu poderia fechar até por lá. Eu vou fechar.

Olha só, cara. Legal? Boa, cara. Obrigado. Agora me dê um alívio. Agora, é. Não, não, é melhor. Agora é melhor. É melhor. É isso aí. Os velhos estão assim agora. Não é auspicioso. Não é auspicioso. Mas um judeu, um judeu estava viajando com o seu carro importado, o seu importadão BMW, e de repente bate num poste. E então o judeu sai desesperado, todo amassado, com o carro todo amassado, dizendo...

Meu Deus do céu, minha carro! Minha carro, meu Deus do céu! E aí pouco depois os bombeiros chegam e um deles diz ao judeu Pô, mas o senhor perde um braço e fica preocupado com o seu carro Puta de pariu, minha rolex!

Mia Rolex Mia Rolex Muito bom, Coran Muito bom, né, cara? Muito bom

Bateu, hein? Isso aí é quando bate mesmo. Bateu. Não, foi mesmo. Bateu, pelo amor de Deus. O pretinho... Ai, quero comer bom tomar sema no trabalho.

Estamos de volta com Pretinho Básico. Obrigado pela sua audiência. Você que cola na gente ao vivo duas vezes por dia. A uma e às seis da tarde, de segunda a sexta-feira. Cadê o Porã? Voltou aí, Porã? Porã demorou pra parar de rir aqui o troço. Tá morto ainda. Tá morto ainda. Cara, difícil parar de rir. Porque quando vira a chave pro outro lado ali, cara... Tem que bater.

Piada, ela tem que bater no cérebro. Não lembro. É no cérebro que ela tem que bater. E aí quando o cara fala... Porque ele se lembra que junto com o braço dele foi o relógio. Ai, ai. Ai, caralho.

Magno Lima traz as curiosidades curiosas pra gente, por favor, para Caldo Bom. Bom é comer bem, caldobom.com.br e luxcolor.com.br. Inovação em tintas tem nome, luxcolor.com.br. Lux é L-U-K-S e o color é um L só. Luxcolor. Manda aí, Magno. Pô, você ia saber me dizer qual é o povo mais alto no mundo?

Mais alto do mundo. O povo. Mais alto. O continente ou o povo? Mais alto, acho que é o chinês. Por país? Por país eu sei qual é. Maior altura. É, a maior altura. Eu sonho. Heights.

Peraí, tá vindo. Não vai vir na fina. O chinês e o russo. Não, não é o chinês. Certeza que não é o chinês. São os holandeses. Puta, e eu ia falar, cara. Porque eu lembro que tinha... Os holandeses. O holandês. Sério? O holandês. Eles têm uma média de altura muito alta.

Mas nem sempre foi assim. No século XIX, em 1860, a média de altura dos homens holandeses com 19 anos era apenas 1 metro e 65. Na real, eles eram o povo mais baixo da Europa naquela época. Os americanos eram os mais altos.

E daí, hoje, em 2019, a média, olha, a média de altura dos homens com 19 anos na Holanda é 1,84m. Porra! Eles ganharam 20cm em média de altura. E as mulheres não ficam atrás. A média de altura de uma mulher holandesa com 19 anos é 1,70m. Para efeito de comparação.

A mulher mais baixa no mundo em média é na Guatemala. As guatemaltecas têm um metro e meio de altura em média aos 19 anos. Um metro e meio de altura é a média das holandesas aos 11 anos de idade. Boa!

Vou pra lá. Até quando cresce, Magro? Até os 19? 20? É, eles pegam na real por serviço militar, né? É mais fácil a feria média da população. Tá, mas o que fez eles mudarem a sua estatística aí? Ah, obrigado, Rafinha. Essa é a pergunta. Essa é a curiosidade. É genética, mas aí teve muito tempo de... Enfim. Vamos falar baixo pra não atrapalhar o Porã, cara. Ah, isso. Porã, desculpa, a gente não quer atrapalhar na tua reunião.

Eu tava ouvindo, eu tava ouvindo Eu tava ouvindo, eu tava ouvindo Então o que que tu acha, porém? Eu sei que é holandês, cara O holandês tem mais de 1,80m 1,84m

Essa é a informação que importa, é o holandês, o pai está 80, acabou. O holandês. É, o holandês. Mas eu estou focado, Magro, eu quero saber aí o que fez mudar. O que fez a melhor pergunta? Como é que em 200 anos eles chegaram a ser o povo mais alto no mundo? Sim, em 1860 eles eram o povo mais baixo da Europa.

genética, Rafinha. E tem mais, né? Uma bela de um exemplo de evolução genética em poucas gerações. Como é que eles fizeram isso aí? Por exemplo, nos Estados Unidos era muito mais comum a fertilidade entre casais, com a mulher muito baixa e o homem de estatura mediana.

Mas na Holanda, os casais mais altos eram os mais férteis. E daí rolou uma seleção natural do gênero, da pessoa mais alta. Em 200 anos apenas. Essa foi uma descoberta dos cientistas do Royal School of Knowledge.

Não sei se é o seu nome, mas são cientistas ingleses que pesquisaram isso aí. Que loucura. Eles não eram férteis, é isso, né? É que tá. Os casais, na hora da socalhada, se olhavam e pegavam os mais altos. Era uma preferência deles. Entendi. Claro. Os Estados Unidos, o cara olhava pra baixinha e pum. Sim.

A mochila abria com a mulher mais baixa. E daí tu manteve a população um pouquinho mais baixa. Entendi. Tá bom, Magro. Foi espetacular, Magro Lima. Fosse o palito lá na Holanda que tinha causado o problema. Eu acho que o palito foi depois, né? Eu falei chinês e russo porque eu me lembro que nos anos 80, anos 90, tinha no basquete aquela...

Boa tarde, pessoal. Agora tá. Tô chegando aí pro PB. Agora caiu. Agora caiu. Tamo te ouvindo. Agora ó. Um gigante russo. É, agora... Agora tá repetindo o áudio atrasado. É isso. Não adianta não virar pra mim. Não adianta mandar a gente longe, cara. Ninguém fez nada. Ai, cara. É, cara.

Puta, tenta reconectar. Fetra, eu pedi um sangue aqui, pode ser? Vamos pedir sangue, boa, Rafinha. Enquanto o Porã tenta reconectar. Bom dia a todos. Mãe do meu genro está internada na Santa Casa, realizando transplante de medula óssea e necessita de doação de sangue, principalmente o A negativo. Quem puder ajudar, eu agradeço demais. O Banco de Sangue da Santa Casa de Porto Alegre, a paciente é...

Leilani Gonçalves Caiber. Leilani Gonçalves Caiber, tá precisando de sangue O negativo, Santa Casa de Porto Alegre, tem que agendar, tem um WhatsApp por ali, que é o 980 40 7248, 980 40 7248,

E tem também o telefone, que é o 3214-8025, mas é muito fácil. Bota no Google ali, Santa Casa de Misericórdia, Porto Alegre, agenda para tu doar o sangue de segunda a sexta-feira. Pode doar entre 8 da manhã e 5 da tarde. É o carinho que a gente faz aqui para a nossa paciente, Leilane Gonçalves Kuyber. A gente está sempre à disposição da audiência para qualquer necessidade de sangue, especialmente porque quando a gente pede sangue...

aqui no Pretinho, pra Porto Alegre ou pra Canoas, não importa, ou pra alguma cidade próxima aqui, a pessoa que tá ouvindo lá do outro lado, no outro estado, no estado de cima, lá no norte do estado, lá em Joinville, a pessoa entende que tão pedindo sangue lá em Joinville também e vai doar, cara. Isso é um movimento muito legal, cada vez que a gente pede sangue aqui no Pretinho. Obrigado a você que colabora.

com a gente. Deixa eu falar uma coisa sobre ontem, cara, ontem no programa, no After, que a gente estreou ontem às sete da noite, aqui depois do Pretinho das Seis, tem um quadro chamado A Missão, A Missão do Dia. E a gente se propõe a ajudar as pessoas, cara, cada uma na sua causa, independente da causa, a gente vai tentar trazer coisas comuns aqui do cotidiano, por exemplo, ontem uma moça, mãe de família, super idade ativa ainda, super ativa na sua idade, que teve um

um AVC e perdeu um olho, perdeu a visão de um olho e agora já está perdendo também a visão do outro olho. Então ela tem um monte de coisa para pagar no seu tratamento e consulta e médico e não tem mais grana, não tem de onde tirar, não tem mais para pagar particular e também não tem plano de saúde. E aí veio contar a história e as pessoas se tocaram, se comoveram e ajudaram a história da Aline. E hoje no programa eu vou trazer o resultado, ela precisava alcançar um valor X lá.

Hoje eu vou trazer o resultado de quanto ela alcançou, se a gente alcançou ou não, se a gente conseguiu entregar a missão cumprida ou não para a Aline. E hoje tem uma nova missão de uma senhora também que está passando alguns perrengues. E a gente vai tentar entender a história dessa senhora e o que ela precisa para sair do perrengue. Essa é uma das ideias principais do nosso After, o programa das 7 da noite depois do Pretinho. Aqui ajuda as pessoas.

que muitas vezes a gente não consegue abrir o assunto aqui no Pretinho, em função da dinâmica do programa, em função de como tudo funciona aqui. Então, nesse novo programa, a gente vai poder abrir caso a caso e tentar, de alguma maneira, tocar alguém que se identifique com aquele caso e resolva doar ajudando.

Tá bem, desculpa se eu me alonguei, mas é só pra falar de um bem legal que é a corrente positiva aqui, né? Vai ter sacada, vai ter sacada, parabéns, é legal, ajudar as pessoas é legal, o programa tava muito legal ontem. E a estreia aí vai indo no flow, né, aos poucos aí, mas tá muito massa. Vai se resolvendo, as melancias vão se acomodando com o andar da carroça. Mas é muito massa, cara. Isso aí, bota tu então, não tem mais uma dessas de...

dos patrinhos para nós aí um judeu estava viajando com o seu carrão, o seu BMW essa aí é maravilhosa que piada maravilhosa que piada maravilhosa na boa

Mas eu tenho outra, assim, o Neto não mandou laudo toquito, não mandou, não tá ouvindo o programa. Não, não vi, cara. Saudade do Neto Humilde, né, cara? Ah, que saudade do Neto Humilde, cara. Porra, tu conheceu o Neto Humilde, eu lembro também. Saudade do Neto Humilde. O Poré também, quando eu conheci o Poré, ele era humilde pra caramba. O Poré era gente boa. É, eu tenho saudade do Poré Humilde também. Eu também.

Então vamos lá que tem outra aqui Boa tarde, me chamo Daniel Cara, tem uma que o ouvinte inventou Eu não sei se eu contei essa, Magro Que é de outros dias atrás aqui Eu acho que eu contei, né? Contei, contei O piloso Então conta de novo Conta de novo Dá um replay Um judeu Olha a expectativa é foda, né? Um judeu Um judeu

Expectativa, realidade. Expectativa, realidade. Tá, foi. Dale, dale. Agora caiu. Agora caiu. Agora caiu. Agora só tá no computador. Pera aí, caralho. Calma, porra. Agora mudou.

Tu tá atuado, porra. Tu não sai do ar. Tu acha que tu sai do ar. A quarta melhor vibe do FM. A gente ouve teus palavrões de indignação. Porã! Como é que tu consegue... Como é que tu consegue trocar esse sorriso lindo, simpático, envolvente, maravilhoso, rapidamente por uma cara fechada, brabo, turrão, falando palavrão? Que é?

O rádio é uma mentira, né, cara? É isso aí. Ah, Alexandre, eu sou uma caixa de surpresas. O rádio é uma mentira que a minha vaidade quer. O rádio quer. Mas o judeu estava viajando com a sua BMW com um carrão quando de repente bate num poste.

Ele sai desesperado Com o carro todo amassado Dizendo Meu Deus, minha carro Minha carro Minha carro Minha carro Minha carro Minha linda Meu Deus Pouco depois Chegam os bombeiros E um deles Diz ao judeu Pô, mas Mas o senhor Perde o braço Fica preocupado Com o seu carro Puta que pariu Minha moleque

Olha só onde é que tá o ganho da piada A piada tá Tu ouviu a segunda vez, ela é engraçada Mas o ganho tá no timing Cara Da entrada da voz dele E em cima da voz do bombeiro

Tu ainda tá no contratempo da voz do bombeiro, cara. É muito bom o timing. Exato, exato, exato, exato. E agora tu já tá meio puto, né? O ineditismo... O ineditismo também, né? É, claro.

Ai, cara do céu, né? Ai, ai, ai, cara. Mas eu tenho outra dessas, se vocês quiserem. Então mete, mete, por exemplo. Não é tão boa, mas eu tenho. Não é tão boa. Eu também não vou me arriscar com a minha aqui, porque a minha também não é tão boa. Vai na tua aí. O Daniel de Pelotas, que é ouvinte da gente há muito tempo, disse, se puder, leia as 13. Todo dia, durante anos, quando chegava em casa...

Quando o Salim chegava em casa, sua doméstica, Jacira, servia o jantar e ia tomar banho. Ah, Jacira! Mas Jacira é nome mesmo. Ah, Jacira! Até que um dia!

Até que um dia Salim estava jantando. Salim estava lá jantando e ficou ouvindo o barulho da água. Pensando na Jacira tomando banho. Jacira tomando banho. Salim sozinho em casa, mulher e filhos viajando. Mastigava a comida e pensava. Jacira tomando a banho. Ai, Jacira tomando a banho. Ai, Jacira. Até que se levantou da mesa e foi até o banheiro batendo a porta.

Jacira, você tá tomando a banho? Estou sim, seu Salim. Eu estou. Jacira abre a porta para o Salim. Mas, seu Salim, estou nua.

Jacira, abre porta pro Salim! Abre porta pro Salim agora! Mas Salim, estou nua, seu Salim, eu estou nua. Jacira não resiste e acaba abrindo a porta. Salim entra no banheiro, vê Jacira nua e pergunta. Jacira, quero foder a Salim, né? Jacira, quero foder o Salim!

Sim, eu quero sim, seu Salim, pode vir, eu sou toda sua. Então Salim com a mão no registro diz, não vai poder Salim, não chega de gastar o água.

Que merda. Que merda essa piada. Cara, é. Daí a do Rolex ela vira um troço absurdo. A régua tava muito alta. Ela é absurda. Também não tem o apelo do palavrão. O palavrão, ele... O apelo do palavrão, ele é... Mas tem o Buda Guibarill. Ele salva, né? Tem o Buda Guibarill. O Buda Guibarill muda tudo. O Buda Guibarill muda tudo.

O palavrão salva às vezes. Mas o poder salim ficou ruim, né? O poder salim ficou ruim. É que é uma piada anos 80, né? Que o Mago resgatou aí pra gente com o nosso ouvinte de pelotas.

É. Mas enfim, a gente não vai entrar na questão agora, porque também nem vai dar tempo de abordar. São dois minutos para as duas da tarde já. Abordar o quê? A gente tem que abordar a questão, né? A questão do... Acho que deixa para o after. Do palavrão. Quem é? Do palavrão, exato. Da conotação do palavrão. Acho que é um bom assunto para o after. Não é, pô. Bom assunto para o after.

Não é o mundo. Não, não é, diz ele. Não, eu não posso. Eu não posso ser subiâncora do África. Não, as pautas são abertas. Pode sugerir pauta, mas essa não é uma boa pauta. Leave the door open. É, leave the door open. A música do Bruno Mars. Do Jack Johnson. Fata estourada.

Isso. Ah, dente boa é foda. Coisa boa, né? Que coisa boa, cara. O que nós vamos fazer agora, Fé? Agora nós vamos acabar o programa. Tá na hora já. O Bário tem umas doidas marcantes. Tá na hora. Nós tínhamos que se encontrar com uma carne e tomar um foguetasso junto de todo mundo. Há bons tempos que a gente saía da rádio depois do programa. Há bem segunda dose. E ia lá naquele lugar, lá no Barra Shopping, lá no Barra Shopping Sul, que tinha e não tem mais, né?

Nessa nós não ia, eu não ia nessa. Tu não ia? Claro que não ia. Não ia nessa aí. Era outra galera. Nessa época ele era muito humilde. É, eu era mais humilde. Saudagem disso. Olha a saudade do Rafinha humilde. Cara, eu vou pegar, eu vou pedir pra produção Magrulino, eu vou pedir no ar aqui pra ti, Magrulino. Eu não fazia isso. A primeira... Ô, Rafa, quando é que tu entrou no programa? Uma data aproximada, assim, dois anos? Não sabe, né?

Não foi importante pra Dinéfica Foi de 17 pra cá Eu sei exatamente A data do Ninho, Rafinha Não sei porque Não foi, entendeu? Uma época foi e depois não foi Eu vou pedir pra ti então Pegá-la atrás, volta há 3 anos

Não precisa ser o dia da estreia, mas volta três anos de participação do Rafinha no programa. E vamos comparar no programa das seis hoje, já que o porão vai estar com a gente também. Vamos comparar a diferença de fala, de postura do Rafinha nessa escalada gigantesca que ele deu aí nesses últimos anos.

Que baita pau na estrela, cara. Quero ver. Vamos comparar. Rafinha ganhou a segurança, né, Ferreira? Ganhou a segurança, reconhecimento. Estamos chamando assim agora. E teve a paternidade também. A paternidade, né, cara? A paternidade. E aí, quando veio a X6, ninguém mais segurou. Quando encontrar o Magro Lima, azar da tua doença. Vou te cagar-lhe a pau. Eu já estou te avisando.

Vem, vem. Minha bengala é pesada, cara. Eu vou adar ele no meio. Ele não chega perto de ti, Bagulio. Ele não chega perto de ti, Bagulio. Volta. Envergadura. Tá, galera, vou tocar umas músicas legais na 102.3 lá. Tchau, beijo pra vocês. Tchau, beijo. Beijo. Vai se divertir. Vai se morar, vai.