Pretinho Básico | 14/04/2026 13h ⭐Rodaika
O maior podcast humorístico do Brasil. Elenco da rádio Atlântida repercute as maiores notícias do dia do jeito mais engraçado possível. Veja muito mais no YouTube 📺: @atlantida_TV e @PretinhoBasicoShorts
Alexandre
Léo Oliveira
Porã
Rafael Gomes
Rodaica
- Mães Atípicas
- Toxicidade em Relacionamentos
- Pilares da Saúde Emocional
- Justin Bieber no Coachella
- Bisquitos ZZ
- Piratearia na Mídia
- Memória e MúsicaGeorge Michael · Elis Regina · Guilherme
- CelebridadesPelanza · Tayla Ayala · Paola Oliveira · Anderson Silva · Anthony Michael Hall · Humberto Martins · Ovelha
- Dia Mundial do Café
Olá, muito boa tarde, amigo e amiga ligados na Atlanta. Estamos chegando ao Mauro e 5 Minutos com o seu Pretinho Básico. Deste dia 14 de abril de 2026, o Pretinho Básico chega com os queridos Biscoitos Zezé. Carinho que vem de família há 58 anos. E a embaixadora dos Biscoitos Zezé já está entre nós. O nome dela é Rodaica. Boa tarde, Rodaica.
Eu peguei um cafezinho ali, vi, tu com esse biscoito na mão, me deu uma vontade. Eu tava aguardando pro Ivan, mas o que a gente pode apanhar? Não, não, até porque eu não gostaria de comer durante o programa, entendeu? Ah, entendi. Então, de qualquer forma, eu te entrego, não que não tenha em casa, né? Não que não tenha em casa. Não, em casa tem bastante. Mas tu leva esse aqui pra tua tarde, certamente vai estar com fome de tarde, vai comer um biscoitinho Zezé, um mignon.
Programa Futuro, mais uma parceria entre a Atitudes Educação e a Fundacred. Em Flória!
É... Nopes, querido! Lá está ele! O Camisa 10 da seleção, Porazinho! Oi, meu querido! Boa tarde! Como é que estamos? Tudo certo? Maravilhoso, Porazinho! Eu estava te acompanhando no Discorama aqui, fui às lágrimas algumas vezes. Pô, conta pra mim pra ver se foi a mesma que eu. Com aquele George Michael ali. Eu me remeti para o fundo do meu quarto nas noites em que ficava pensando naquela namoradinha do colégio. Ah, pô!
Eu achei que tu ia falar no fundo do meu poço. Não deixa de ser. Não deixa de ser. Não deixa de ser o fundo do meu poço da época. Era o poço da época, exatamente. Para aquela menina que não me queria e eu queria muito ela. E agora me lembra daquela música do Guilherme. Eu que tinha tudo, hoje estou mudo, estou mudado. E aí depois ainda veio com... A meia-noite, a meia-luz. Aí sim.
Ainda veio com o Maybe Tomorrow. Aí, pá, daí... É, aí crescemos na briga. Aí, meu Deus, cara. Parabéns, já tenho voto por ano. Obrigado, por anzinho. Stock Center, preço baixo com um toque a mais. Salve aí, Léo Oliveira. Vou elogiar o Discorama também, porque cortou com a Elis Regina, a redação aplaudiu. É, eu e o Gordo a gente... Eu vi que foram. A redação aplaudiu, cortou com a Elis Regina. Todo mundo aumentou o volume do rádio e ficou em silêncio.
Foi lá em cima a emoção, né? Eu fui ali pegar um café e vi que vocês estavam delirando, né, Elis Regina? Ela que tem uma estátua aqui em Porto Alegre, ali perto do Gasol. É verdade. A única estátua de mulher de Porto Alegre.
Ainda. Banri Way, a nova conta para crianças. Ainda no sentido de por enquanto. Outras virão, certamente. Banri Way, a nova conta para crianças e adolescentes do Banri Sul. Ele parece uma criança, parece um adolescente, mas não é exatamente. Salve, Rafinha Menegasco. Como é que está? Alexandre, parabéns pelo discurso. Mas pelo tamanho, não é verdade?
São nos pequenos frascos que existem as grandes fragrâncias. Isso, é verdade. Ele podia cantar um jingle. Ah, e a fragrância do Rafinha sempre vem, né? Muito natureza. Chega antes, né? Chega sempre antes, né? Muito natureza. Tu sempre tem que trazer a maconha na tua conversa, né, Porã? Que isso? Eu não trouxe a natureza. Eu acho que tem um amarelo no Porã. Que isso? Que isso? Que isso? Que isso? Que isso? Que isso? Que isso? Que isso?
Que isso? Que isso? Que isso? Porã sempre remete a coisas ilícitas. Já passou essa época, Porã. Para com isso. Não é verdade.
Não, pai de família, foi bebe amante, já deve. Agora para com isso. Foi isso que tu entendeu, Alexandre? Não foi isso que eu entendi, Poré. Eu entendi que estava falando perfume. Poré, ele se faz de coitadinho para comer todo mundo. Já fui bom nisso. Já fui bom nisso. Mas eu entendo qual é essa relação, ele se faz de coitadinho para comer todo mundo. Como assim? É uma metáfora. Entendeu, entendeu.
Fala aí, Rafael Gomes. Fala, Alexandre, boa tarde. Tudo bem, já me deu uma botada antes do início do programa. Não, não, não. Eu respondi assim como tu me responderia. É, tá certo. Mas ele é teu chefe. É verdade. Não, mas eu só falei pra ele que eu fiz o trabalho que ele me mandou fazer. Calma, tu não falou com esse tom alegre. Se fosse assim, tudo bem. Tu foi... Ele anda grosseiro. Ele anda grosseiro. Mas tudo certo, tá tudo bem.
Mas ele tá bem, ele tá bem, ele tá muito bem, Rafael Gomes. Foi uma expressão que eu não gosto de usar, porque eu acho que essa expressão não se adapta.
Ela não combina com o comportamento humano. A expressão é tóxica. Ah, então tu me desculpa, Alex. O fulano é tóxico. Não, não é tóxico. Deixa eu te dizer o que é tóxico. Tóxico é gasolina e água sanitária, misturar os dois. É tóxico.
Tomar, é tóxico. Fumaça, inalar fumaça é tóxico. A pessoa, por mais que tenha lá dentro dela uma reação química, o cérebro, ela não é tóxica, ela não consegue ser tóxica. Ela é pau no cu, feira da puta, manipuladora, narcisista. Foi Loki. Loki é o melhor. Loki é o melhor. O tóxico não se refira a explicar o que ela é, mas sim a explicar o que ela provoca na gente.
Ah, agora sim. A toxicidade que fica em nós. Por isso que tu fala sobre um relacionamento tóxico. Porque aquela pessoa é tão FDP, que aquilo te contamina de tal forma que é tóxico pra ti. Tanto quanto uma droga seria. Perfeito, Rodaica. Perfeito, Rodaica. Eu devo confessar, eu me fiz um pouquinho de burrinho, só pra botar pra fora o sentimento que eu tava com ele aqui. Eu não tô com a auto-de-cima tão bom pra ouvir tudo isso.
sobre mim hoje. Não, não, não, não, não é deixa eu te falar, não é sobre ti não é sobre a tua pessoa tu tá bonito, tu tá bem, tu tá feliz aliás, tu tá muito bem, mas eu te peço desculpa se tu quiser eu te dou um beijo pra te desculpa. Não, vocês dois Rafa e Léo estão espetaculares, né? Ontem a foto do teu post
Muito bem, cara. Vocês estão muito... Parabéns pela consistência. Está difícil. Pela perseverança. É, mas... Está difícil. Parabéns. Beijo para a doutora Júlia Guerra e a doutora Graciela Trombini. Não é Trombi. É Tom. É Tom. Tom. Tom. Tom. Tom. Tom. Tom. Tom. Tom. Tom. Tom. Tom. Tom.
Semana que o cara tá mal, eu andei mal há semanas, o cara quer descontar na comida. Quer descontar na comida. E aí pensa, puta, mas daí eu vou botar dois quilos agora e vou demorar três dias pra tirar. Sabe que eu assisti ontem um vídeo espetacular de um médico falando as origens dentro da gente, do nosso organismo, os motivos pelos quais a gente sente vontade de comer alguma coisa, especialmente o doce.
Porque o doce para o nosso cérebro, ele é quente, ele aquece, ele traz um conforto. E normalmente quando tu sente essa vontade, é o teu corpo com alguma deficiência. Ela pode ser física no sentido de saúde, como pode ser emocional também. E aí tu tenta suprir comendo coisas para resolver uma outra questão que está ali guardada, que às vezes tu não tem nem acesso.
Então antes de ir no impulso de consumir algo demais, e ele não diz em nenhum momento ali que tu deva ser restritivo a alguns alimentos, come as coisas que tu tem vontade de comer, mas quando tu sente que tá exagerando, ou tu fica em dúvida sobre aquela sensação, tenta resolver de outras formas. Às vezes tu tá com frio, por exemplo. Sabia que o frio, ele dá fome.
Te agasalha, toma uma água, faz um exercício, passa muito frio. É que parece bobagem, mas assim, eu me identifiquei com muitas coisas que ele falou. Por exemplo, cansaço. Tu passa um dia inteiro trabalhando, correndo. Então, tu sente o conforto da comida. Ela é mais gostosa naquele momento. Tu tem mais vontade. Tudo que tu quer comer. Exatamente. Quando tu tá com frio, é a mesma coisa, né? Tu logo pensa em comer uma comidinha que te aqueça. Normalmente ela é doce ou ela é muito gordurosa.
Porque ela tem aquela coisa palatável e gostosa, entendeu? Então, são recursos que o nosso organismo usa para nos mostrar que está acontecendo alguma coisa ali. E a gente não interpreta bem e bota a comida para dentro. Maravilhosa a tua explicação. E eu queria só perguntar para o Porã. Porã, tu entendeu, Porã? Não comer no ímpeto.
eu entendi inclusive eu queria conversar com a Rodaica sobre isso e coisas gordurosas né Porra é porque assim Rodaica eu tenho feito uma restrição de açúcar que pra mim é o mais difícil o açúcar né o docinho junto com o café aquela coisa sempre então eu tenho feito e aí agora na Páscoa depois quando teve a Páscoa eu me permiti chocolates chocolates e muitos chocolates pra tu voltar a parar é como droga
É pior que é, né? Mas o açúcar ele é uma droga. Não, eu preciso de mais. É uma droga muito séria. As pessoas não valorizam o açúcar como droga. Verdade. As pessoas podem... O diabetes mata mais...
E informações também muito importantes, não é exatamente o açúcar e a gordura que te causam o infarto, a sobrecarga do coração. O carboidrato também faz isso. O excesso de carboidrato.
O excesso carboidrato é necessário, mas o excesso é prejudicial. É que o excesso, no geral, ele é péssimo. E tem uma coisa que acontece no nosso organismo, que é a sensação inversa do que o Porã está falando. A única diferença é que ela é um pouco mais demorada. Mas quando tu te acostuma a não consumir determinadas coisas, e daí eu me coloco como exemplo, porque como eu tenho muitas alergias, eu tive que tirar algumas coisas da minha vida.
E, obviamente, eu senti falta. E hoje eu sou totalmente acostumada a não comer isso. E se eventualmente eu como, eu sinto algo tão estranho em relação ao gosto, aquilo ali me provoca, que eu consigo entender exatamente o meu corpo, dizendo, pelo amor de Deus, não bote isso pra dentro, isso me faz mal. Não, não bate mais. Só que quando a gente tá acostumado a comer, comer, comer, a gente para de ouvir o corpo. A gente só ouve aquela vontade absurda de botar pra dentro, sem se dar conta do quanto mal tá fazendo. A gente, só pra concluir...
É difícil pra todo mundo, Rafa Gomes. Não desiste. Mas pro gordo é mais. Tamo junto. Tamo junto. Tu já não é mais tão gordo quanto tu era. Olha, esse é o grande caminho. Já não está mais da categoria de gordo. Esse é o grande caminho percorrido. Esse é o caminho percorrido. Tu não é mais gordo como tu era. Eu tô feliz. Depois do monte de crítica...
sem ter uma longinha. Não, tu tá bem, cara. Tu tá bonito. A barba cresceu, tá legal. Aquela barba que tu fez antes. Nós vamos te falar agora. Tava uma merda. Não tava, cara. Agora tá legal. Não tava. Acho legal a barba desenhada. Não tava legal. Não tava legal. A desenhar tava merda. Tava ridículo. Não, tava, tava. Agora tá legal. Pareceu um fachone. Vocês só tão dizendo isso porque vocês são amigos dele.
Claro. Mas amigo fala coisa ruim. Não, fala pra detonar o cara. Não, não. Não, não, não. Para o Paranel faz comigo aqui no programa. Tá bem. Vamos nós aqui, ó. Amigo Paranel. E frango, né? 14 de abril, hoje é dia do café. Muito frango. Pá, que maravilha, né? Quem quer café? Tem café. Um dia nós vamos ter a máquina aqui. Tem um negócio maravilhoso, né? Fica louca. Qual tipo de máquina tu queria? Aquela que aperta e tem os tipos de café que sai pronto? Tu queria o cappuccino. Eu queria que tivesse o... A de moer? A de moer.
Mas não tem uma máquina ali de moer? Tem, mas ninguém sabe usar. Mas a máquina tem, tem cursinho, gente. É que não adianta só ter a máquina e o da máquina de moer. Tem a... No YouTube tem cursinho. Pra tudo, pra tudo. Pra Rodaica, a gente faz tanta coisa. Todos nós ganhamos uma máquina de moer. Verdade. Mas a Tigrada aqui é maravilhosa. A óster. É, a óster. Tá aqui, tá aqui. A tigrada aqui... Tu ganhou, Rodaica. Tu ganhou da óster. Então vou levar... A Tigrada aqui tem feito café agora sem o filtro.
Café francesa, né? Que vai só no filtro original da cafeteira. Mas aí é na prensa francesa. Aí passa todo o grão que ele incha do café, ele acaba passando ali, tu acaba comendo aquele grão junto com o café. É tenebroso. Mas esse filtro que vem na cafeteira, ele serve pra isso, né? Mas depois de 10 anos... Então é só comprar um filtro novo pra café.
Eu já falei pra comprar filtro de papel, o café francês, o cafézinho, tá colhom. Eu pedi pra comprar filtro de papel. Aí ninguém compra. E aí compraram, só que já acabou, tem que comprar de novo. E quando tu fez o café aqui foi um dos piores, assim, muito fraco. É verdade, é verdade. O teu café é fraco. Sabe por que é fraco? É por trauma. Porque em casa quando eu faço café eu faço muito forte. Petróleo, petrólezinho.
Não, eu faço pra todo mundo tomar, mas é que eu gosto de café mais forte. O que é que bota açúcar? Não, muito raro tu fazer café em casa, que daí quando tu faz, erra, né? Aqui é raro também. Porque normalmente é uma coisa que, assim, eu levanto de manhã, a primeira coisa que eu faço é passar café, entendeu? E o Alexandre gosta mais de espresso, né? Eu levanto de manhã, a primeira coisa que eu faço é cocô.
Ah, boba, daí eu preciso de todo um negócio, né? Desculpa, eu não queria ter tido isso no mar. Parabéns. Desculpa, cara. Desculpa, desculpa. Tem mais informação. É o contrário, eu faço cocô e depois... Depois levanta. Hoje é dia do café, hoje também é dia do neurocirurgião. Pá, esse aí. Um abraço para o nosso querido amigo, doutor Bizi, neurocirurgião.
Maravilhoso. Das galáxias. Professor, é difícil. Oi, porra. Porra. Hoje também é dia do técnico em serviço de saúde. Isso é mais fácil.
Mais ou menos. Então, comparado ao neurocirurgião... Fácil é ser locutor de rádio. Isso é verdade. Fácil é ser locutor de rádio. Isso é verdade. O nosso trabalho, as pessoas acham que é fácil. É fácil sim. É fácil. É chegar aqui, abrir a boca, dizer um monte de bobagem, ganhar 3 mil por mês e ir embora. 3 mil? É 2? Eu ganhei um aumento, então. Estou ganhando 2? Cada um com seu salário. Hoje também é dia. Olha que coisa mais linda, mais lúdica, mais fofa.
Hoje é dia de olhar para o céu. Por que, Rafa Gomes, que hoje é dia de olhar para o céu se nós olhamos para o céu todos os dias? Não, porque tu não olha para o céu todos os dias. Não, eu olho para o céu todos os dias. Todo mundo olha todos os dias. Em algum momento, tu olha para o céu. Porque o teu campo de visão está certo, céu. Não tem como. Não, mas é dia de parar para admirar o céu. Então é diferente. Tem um momento exato do meu dia que eu faço isso. 4h22. Não, geralmente é na noite.
É uma ideia meio poética, assim, que é como se fosse um dia de desaceleração. É um dia de reflexão. É um dia de tu admirar, de tu pensar e de tu olhar pro céu e pensar na vida. É basicamente isso. É tipo aquela coisa de portal que se abre, né? Não, não. Quando a data é... É mais simples que isso. É só olhar pro céu.
Só olhar pro céu. Eu acho que eu não vou aderir. Mais baconha mesmo. É tipo isso. Vamos falar real. Mas é mais legal olhar pro céu longe da cidade. Ah, sim. Aí sim. Ah, mil vezes. É outro céu. Claro. Sem as luzes da cidade. Eu fiz isso domingo. O petinho básico de hoje é o Bartolomeu. Ah, o Bartolomeu. O Bartolomeu é um salsichinha de cinco anos do doutor Sérgio de Farroupilha. Bom sofá.
Tá ali, ó, o Bartolomeu. Bonitinho, dói. E a sua vida boa, hein? A orelha é maior que tudo, né? É. A orelha é maior que tudo. Ah, tipo eu. Tem problema de calor. Muito legal, Bartolomeu. Como é que tá o teu Bartolomeu? O meu Bartolomeu tá legal. E a boba segue viva.
A gente faz um minuto a minuto aqui, a gente quer... A gente fez um bolão. Não, faz tempo que a gente não pergunta. O Rafinha tá organizando um bolão. Desculpa, Rodolfo. Para, Alexandre. Ela subiu. Ela tá hospitalizada. Pô, daí é foda. Ela tá bem. Eu botei... O Rafinha sempre sensível com esse... Eu que não é nem... Desculpa, então, Rodolfo. Eu também fiquei magoado agora. É, Red Just. Mas tu tava desejando. É que segue vida. Não, eu não tava desejando.
Tu botou nada. Tu botou 150 mil mil mais. Não, não, não. Ninguém deseja a morte de ninguém, a não ser uma barata. conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto, conflicto,
Não vai ter cachorro nenhum Não, ele já não vai ter o teu pastor Só se ele for morar em outra casa e levar o cachorro dele Não pode ter outro cachorro? Amanhã ninguém sabe Vamos morar junto, Alexandre Eu adoro cachorro Deixa eu te falar uma coisa A minha próxima etapa da vida de morar Se não for com a minha família Eu vou morar sozinho Com a segunda família? Não, eu vou morar sozinho Tu e aquele aparelho Eu não falei que não se cria Que loucura?
Não sabe fazer café, vai passar fome Mas é a maquininha É a maquininha, esse pecinho ali Não dá pra ter Golden em apartamento O Rafa morou com o Gil Não dá pra ter Golden em apartamento Mas em cobertura dá O Gil eles botem o Golden no apartamento E solta a pela, e solta a pela Aí a veterinária diz, ah tem que escovar o Golden todo dia Mas o Gil não escova o dente todo dia Meu Deus Não dá, não dá
Que bom que a Duda, a Bubba tá bem. Nosso ouvinte, nosso ouvinte Caio Rafael Roncato, de Porto Alegre. O Caio é estudante, tá fazendo oito aninhos. Ai, querido, parabéns. É a renovação da audiência do Pretinho Básico. Abração, Caio, parabéns, saúde e prosperidade. Aniversariantes famosos, começando com o cantor Pelanza.
Olha aí o Pelanzas, hein?
O Pelanza era do... Das calças coloridas. Das calças coloridas. Das calças coloridas. É isso aí. Cada um tem uma coisa. Tocou no Atlântida Festival. Tocou, tocou. Tava no auge. Tocou e foi o último vídeo. Tava no auge. De calça colorida? O Pelanza tá fazendo 34 anos. Só? A atriz Tayla Ayala tá fazendo 40 anos. Maravilhosa. Tayla Ayala.
40 anos, hein? Parabéns, 40 anos, porra. Muito bem, Atalayala. Talayala. Realidade. Essa é uma palavra árabe. Atriz. Mais uma atriz. Olha o que eu falo da conjunção astral. Conjunção astral. Dia de olhar pro céu. Mais uma atriz aniversariando hoje, Paola Oliveira.
Maravilhinda Paola Oliveira fazendo 44 oninhos Maravilhinda tudo tá de sacanagem Maravilhosa Maravilhinda tudo não é adolescente Vai te catar tão velho Esquece que a Rodaica tá no programa Vai, vai, vai, te solta
Espetacular, Paola Oliveira. Uma baita matriz, né, Porã? Muito talentosa. Parabéns, Porã, muito elegante. Fonte o trabalho dela, Porã. E foi agora, nas últimas novelas. Vale tudo, né? Tá de aniversário também hoje. A Heleninha, né? Desculpa. Vale tudo, né?
Anderson Spider Silva. Policial americano, ex-lutador, fazendo 51. Ah, ele é policial americano? Policial americano agora, formado. Ah, não lembro que a gente deu a notícia que ele disse que ele precisava retribuir para os Estados Unidos tudo que os Estados Unidos deram para ele. E como ele deve a carreira, a vida e a fortuna dele aos Estados Unidos, ele achava que o serviço público era a melhor maneira de retribuir. E como proteger, servir, é o que ele sempre fez, ele disse que ia fazer o curso de policial.
Na live, o foguetão que ele deu na cara do Belfort, naquele clássico. É um foguetão. E o Belfort sentiu o cheiro do meio do dedão do Anderson Silva. Foi ele ou o outro aquele que quebrou a perna? Ele. Nossa, que imagem terrível. Ele dá um chute no Charles Sonnen, o americano, e ele firma o pé e quebra a canela. Ali ele meio quebrou a carreira. É, ali foi difícil de voltar. Essa luta nós estávamos vendo juntos. Aí nós pegamos no sono, quando acordou, deu 10 minutos, a luta acabou.
Peraí! Pegaram no sono abraçadinho, vocês estavam no sofá dormindo. A gente dormiu no sofá. Sofá grande, né? Cada um do lado. Para, se é os gordos... Mas vocês tem foto pelado deitado junto, cara? Com a bunda pra cima e vocês acham normal isso? Eu já dei beijo na boca do levo. Eu já vi o Rafa nu. Então pronto.
Continuando nos aniversariantes do dia, Anthony Michael Hall. O ator Anthony Michael Hall está fazendo hoje 58 anos. Eu não estou lembrando de nenhum filme dele. Clube dos Cinco. Não peguei também. Ah, agora sim. Clube dos Cinco, Férias Frustradas, um. Ele é o filho do Jeff James. Ele era meio teenager ali. Ele era muito famoso nos anos 80. Ah, não lembro dele. Era aquela criança famosa. Entendi. Isso. Aí depois ele se meteu no tragoleu, aí a carreira deu a devigolada.
Mais um ator aniversariante. Hoje é o Humberto Martins. Caraca. 65 anos está fazendo o Humberto Martins. Que não faz mais personagem sem camisa aos 65 anos. Será? Ou a gente não vê mais? Ficou muito notabilizado, né? Ele é o Marcos Pasquen. Bom físico, né? A carreira dele, por ele viver sem camisa na zona. Uga, uga.
Certo. E por último, na lista de aniversariantes de hoje, temos o cantor. O cantor daquela faixa clássica que eu vou cantar um pedacinho aqui agora.
Sem você não viverei É o Ovelha Tá fazendo 71 anos hoje o Ovelha O Ovelha aqui nessa foto Tá parecendo o Nelson Mota cabeludo É verdade Pior cara Parece que o Piro Piro fez um aniso no cabelo Parece que o Piro Piro Vai na lista de aniversariantes hoje Parabéns a todos, saúde e vida longa Se a Paula Oliveira é uma ovelha
Espetáculo, né? Do Pelanza ao Ovelha. Ah, o Pelanza deixa pra lá. Mas assim, a Paola Oliveira e o Ovelha é espetacular. No meio ali foi o ápice, né? Começou com o Pelanza, foi subindo, tá aí lá, é lá. Paola Oliveira, Anderson Silva estabilizou, Antony Michael começou a descer. Chegamos então no Ovelha. É. É. Uou, uou, iê, iê, iê.
Vamos aqui nos destaques, amor. Isso aí da Pena. Boa tarde da Pena. É incrível, meu irmão. Bonita essa camiseta aí do Buena Vista Social Club, hein? Ah, isso é quando eu me encontro com a minha galera. Bacana, grupo de Cuba. Monjaruto, né? Bacana. Com o selo, viu? Bacana, muito legal. Com o selo, não é? Bom, eu tive uma fase muito Buena Vista Social Club. Mas daí enchi o saco de uma maneira que eu não consigo nem ouvir falar.
Vou te levar na minha turma do charuto. Não dá pra mim, eu não gosto de fumaça. É o Raio Society Club, nosso grupo de WhatsApp. Raio Society? Não, Raio, esse é outro grupo. Raio Society Club. O do Raio Society, o do Raio não tem charuto. Bruce Springsteen, the boss.
Vai à justiça contra a venda de produtos piratas em shows. Cara, tem uma série de ações rolando nos Estados Unidos que deve muito em breve vir para o Brasil porque os artistas estão comprando uma briga dos produtos licenciados ao redor do show.
Como se houvesse uma área que necessitasse ser policiada também pela arena de shows que tá promovendo ali. Porque a gente sabe, né? Todo show que vem pra qualquer arena no mundo todo, no caminho pro show, nos arredores do show, tem faixa, tem moneta, tem camiseta, etc, etc. Porém...
Nenhum desses produtos é licenciado. Normalmente o produto licenciado está dentro do estádio. O que o Bruce Springsteen está fazendo? A mesma coisa que a Taylor Swift já fez, o Benson Bunn já fez, acho que o Justin Bieber já fez também, que é o quê? Indo à justiça pedindo que haja maior fiscalização e rigor para com os vendedores ambulantes na circunferência, na área do raio mínimo do show. O raio? Então tem...
Várias arenas agora, mostrando que, tipo assim, uma arena que contrata o Bruce Springsteen, agora ela também é responsável pela fiscalização do entorno para que não haja venda de produtos... Tá certo, né, cara? É pirataria. É o dinheiro com a imagem do cara ali.
O da Pena foi no ACDC, eu lembro que o da Pena me mandou um áudio dizendo que na rua tava bom de comprar, né, da Pena? Na rua eu comprei o bonezinho, foi na rua. Frio, né, o bonezinho. Não, o bonezinho a... Gelado. Não, eu dizia, não dizia ACDC. A CBC.
Não, dizer a CD é a CD, meu irmão. É, mas é um controle difícil de ter, né? É difícil. É que nem em torno de futebol, camiseta oficial. Como é que tu vai... É, eu fui agora. E por outro lado, dá uma movimentada aí na economia, né? O pessoal aproveita pra ganhar o dinheiro, né?
Isso aí é só um pedacinho desse iceberg todo aí, porque tem outro lado que são as marcas de grife, as marcas de grife mesmo. Joia, relógio, bolsa, roupa, calçado, que os caras pirateiam.
E tá sendo vendido aí na internet Eu acho que isso aí é um pouco mais grave Eu acho que a pirataria pontual, como num show Ela acaba movimentando ali um mercado paralelo Que é... Economia local, hiper local É, e que é pontual, vai acontecer naquele dia, naquele momento Como um show ou um jogo de futebol
Quando tem essa pirataria, que eu acho que é mais intelectual, no sentido de que tu rouba da marca a maior propriedade que ela tem, né? Que são os seus signos, as suas marcas. E repete elas em produtos de baixa qualidade. Daí, realmente, é uma coisa que deveria... O ideal é que as pessoas não consumissem, né? Mas daí tu também não tem esse controle. Mas aí eu penso, né? Não defendendo pirataria, mas tipo, pô, molequinho que nunca vai ter a oportunidade de comprar uma camiseta do Inter, do Grêmio, falando aqui. É, sei lá, ganhou um ingresso pro jogo.
Não, mas por custar 400 reais uma cadeia de futebol, cara. Mas aí tem o outro lado do molequinho que tá sendo explorado fazendo um produto pirata num outro lugar do mundo, entendeu? Tá, mas daí nós vamos numa outra base. Porque a pirataria é isso, a pirataria nada mais é do que isso. Tem gente sendo explorada pra que alguns possam ganhar e por isso que é barato. É, exato.
Ah, mas aí tu tá... Eu tô falando que o Priscil vai comprar uma camiseta de 30 pílulas. São muitos, são muitos. É um sistema complexo, é um sistema complexo, não é assim. Tu pontuou só na compra. Mas pra chegar aquela camiseta no varalzinho ali na rua pra tu comprar, tem toda uma cadeia anterior a isso. E que lá no início...
dessa cadeia, cadeia lá no sentido de prisão da oração de seres humanos, lá no início exatamente, não total assim, como marcas grandes também fazem isso, e que nem são piratas, e é uma loucura a força da pirataria, porque hoje a camiseta ela é muito semelhante à original, porque eu sou da época que tu sabia que o produto era pirata de olhar chegou a hora de deixar os carros da idade da pedra pra trás
O BYD Dolphin Mini foi o elétrico mais vendido no varejo por dois meses consecutivos. Pela primeira vez, um carro 100% elétrico lidera essa posição no Brasil. E chegou a sua vez de ter um carro mais econômico que moto. BYD Dolphin Mini, a partir de R$ 109.990,00 para CNPJ. Fala até uma concessionária BYD e faça um test drive. Consulte condições em byd.com.br. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.
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Já não tem como. Hoje em dia, o time lançou a camiseta no final de semana, no dia, já tem a camiseta pra vender. E aí tem toda coisa, não tem arrecadação de imposto. É isso aí. Na Rua da Arena, tu achava a camisa do Grêmio, da New Balance e antes da lojinha. Tu vê. Já.
Mas o Rafinha está certo. Se existe é porque tem alguns preços que são em reais. Sim, sim. Exatamente. Aí o molequinho que vai comprar a camiseta que custa 400 reais oficial e ele vai pagar 50 na camiseta pirata.
Ele não tá preocupado, ele quer usar a camiseta do tipo dele, não tá preocupado com a pilha. Você não vai deixar a criança brincar com uma camiseta de 400 reais. Não. A de 30 pilinha pra fazer o que quiser. A de 400 é só pra sair. Mas no show do Gensberman, eu tive lá o prazer de ir com o Sandrinho, na saída ali do Jockey, a turma tomou o engate.
O que tinha de coisa que ninguém comprou, venderam nada. Ah, é? O que tinha, o que o bom engatava. Mas por que vocês acham que não vendeu? Porque tava caro ou as pessoas não se interessaram em comprar? Zero, zero. A galera muito engajada. Não tava engajada o público ali. Talvez é uma banda que também já veio mais de uma vez e tal, né? E teve produto oficial dentro do estádio. É, também. Eu acho que o maior apelo em venda de camiseta de artista são esses do público mais jovem, né?
Eu acho, né? Que realmente engaja com o artista. Sim. E consome qualquer coisa que ele lança, né? E aí
Eu sempre compro a camiseta oficial do show porque é um presente que eu me dou. É um souvenir. E assim, é uma lembrança daquele show. E é uma lembrança praticamente exclusiva para pessoas que foram lá. O Gans esteve aqui em Floripa no passado. É uma camiseta animal do Gans em Florianópolis. Muito legal. Pô, peguei e paguei.
Mas é claro, que bom, a base não dava, né? A gente se... 28 minutos pras duas. Vamos em frente com os destaques do Pretinho Básico. Deixa eu ver aqui. Ah, Justin Bieber. Adoro, pode falar. É, Coatella, ele fez um belo show, cara. Fez a apresentação inusitada no Coatella e gerou debate sobre show pop e privilégio masculino.
Porque o Justin Bieber era o grande headliner do Coachella no último sábado. E desde que ele se apresentou, estão surgindo vários cortes, vários especialistas falando sobre o show que ele fez. Porque depois de meia hora, 40 minutos de show mesmo, o Justin Bieber pega uma mesa, bota um MacBook, pega um cabo HDMI e projeta o YouTube no telão.
E ele começa a brincar um pouco de react, como se fosse um novo estilo de show. Ele primeiro abre o grande hit dele ali, o Baby, do início da carreira, que ele não canta mais no show dele. Então ele abre no telão, tá ele bem novinho, com uma voz diferente, ele canta por cima e diz, ah...
Vocês entendem, não tem mais como eu cantar isso, então eu tô brincando. E ele pega alguns dos vídeos virais dele de início de carreira, que ele fazia cover e cantava, e ele começa a brincar com a plateia. Só que parte da plateia tá dizendo isso, tá, beleza, é muito bonito, que legal, uma coisa diferente, mas eu paguei por um show.
Eu tô vendo um artista como se ele estivesse numa live brincando assim. E ele ligou uma live, ficou interagindo com as pessoas que estavam na live. Aí tem uma pessoa dizendo, pô, só um pouquinho. Eu paguei uma grana num show exclusivo. Não, mas ele não cantou, não teve show de música? Meia hora.
Não, daí ele cantava um pouco. É a hora, 40 minutos. Ele cantava um pouquinho, parava. Aí, do nada, ele abre uns memes que não tem nada a ver com trajetória. Mas no total deu 40 minutos de música? De música, provavelmente isso. É mais ou menos o que um artista toca num festival. É que eu acho que o himno dele fazia. Mas é que ele era o grande headliner do Coachella. Os fãs esperavam um show de uma hora, um show de uma hora e meia.
Algo preparado, com início, meio e fim. Com cenário, com repertório. E não foi o que ele entregou nitidamente. Alguns fãs disseram que parecia, inclusive, que ele estava entediado no final do show.
E ele dava play em vídeos engraçados. Bah, eu adoro esse vídeo. Ele dava um play e ficava rindo com a plateia. É muita presunção, né? Vamos com a gente. Olha, eu tenho um outro ponto de vista sobre isso. Eu também, claro. Eu quero ouvir a Rodaglia. Eu achei espetacular. Eu também achei legal. E eu achei que Justin Bieber, que sempre foi um cara...
Visionário, porque começou criança e sempre entendeu, por mais que ele tenha sofrido demais nesse mercado, neste lugar, ele sempre entendeu o movimento. Eu acho que ele inaugurou um novo formato de show. Eu também acho. E eu acho que quem é fã do artista de verdade é um deleite tu poder assistir um artista nesta situação. Inclusive, li e ouvi críticas dos dois lados e me interessaram muito as críticas que trouxeram algo que eu acredito muito.
Quando um artista, ele tem...
talento, quando ele tem repertório, quando ele é relevante com a sua obra, artifícios de shows como cenário, dançarinos, grandes bandas e proporções, que eu também acho legal, que eu também admiro, não são exatamente necessários para satisfazer um público que está ali assistindo um show. Eu acho que ele trouxe algo num formato diferente, extremamente atual, não deixa também de ser uma crítica.
Porque hoje é o nosso jeito de consumir conteúdo, é aquele ali que ele levou para o palco. Então, de certa forma, ele também, acho que está trazendo uma crítica social de comportamento. Mas eu acho que ele fez algo incrível, que é o sonho de todo fã de um artigo.
consegui enxergar como se tu tivesse numa sala com ele ao vivo, vivendo um momento que tu viveria com teu ídolo, de ir lá resgatar na internet um meme, de rir daquilo, de lembrar de um momento, de falar como é que tu tá agora. Achei absolutamente incrível. E acho que ele, neste show, além de ter trazido uma forma nova de conduzir um show, também fez uma espécie assim de...
Ele resgatou um sentimento com o eu dele, criança aí, de trajetória dele, que eu acho que foi algo que ele sempre lutou, sabe? E ele é um cara oriundo do YouTube, né? Então, pô, ele... Eu acho que ele abriu mão de todos os efeitos pra mostrar, de fato, uma pessoa, entre aspas, normal, mas que tem um talento... Há muitos anos ele é um dos artistas pop mais conceituados, assim, ao menos dessa geração ali, né? Mas ele...
teve problemas agora há pouco, né? Problemas de mega exposição e aí quis ficar mais na dele. Ele tá no documentário do Puff Daddy, que empurram ele pra cima e pra baixo, Puff Daddy meio que é o empresário dele. E tem coisas nesse meio aí que a gente nem imagina que o cara passa, né? Começou super jovem, né? Eu achei legal, achei que ele foi inovador de novo. Bom, mas muita gente não entendeu, não alcançou e tá tudo certo. Eu acho que espera um mega espetáculo mesmo e é isso aí.
Talvez o erro dele, se a gente quiser pontuar algum erro, foi ter feito no Coachella e não num show dele. Talvez por ser um festival, a galera queria ver o show. Um show de festival. E aí tu não tem só os fãs dele. Sim. Quando tu vai te apresentar no festival... Não, mas se ele é a última atração, ele é o headliner, quem tá ali é muito fã do Jeff Bebida. Eu sei, mas a grande base de gente... Não tem explicação. Mas quem tá criticando não é.
Se ele faz no show dele... É que quer criticar todo mundo. Eu sei, mas se ele faz no show dele...
Se tu faz, se ele faz o show dele, tu é fã, tu vai falar, puta, legal. Porque tu é fã dele, o que ele fizer, tu vai gostar na sua grande maioria. Não, eu sei, mas é que nem tu... Mas ele era o último, né, Léo? Quem não era, pô, vai embora. Vai embora, exato. O que eu acho é o seguinte, eu acho que ele tinha que ter feito no festival, porque tem muito mais visibilidade internacional, transmissão ao vivo e tudo mais. É, mas no quartier, a loucura, a loucura, a loucura...
O show dele seria uma característica daquela turnê, vamos dizer assim. Ele faz o que ele quiser. Como a Madonna já fez um show baseado na Broadway de teatro pra pouquíssimas pessoas. E também teve críticas e também teve gente que super curtiu, normal. Mas o que eu acho é que ele aproveitou a exposição do festival pra fazer algo extremamente diferente no meio artístico. E eu acho que só faz isso, primeiro, quem tem repertório e talento. E segundo, quem tem coragem.
E ele demonstrou os dois. Então, assim, eu achei inovador e achei incrível. Tá bom. Mas é só a minha opinião. Eu entendo quem esperava mais. É isso aí, tá lindo. Mas não, diferente. 21 minutos pras duas da tarde foram os destaques. Sai do Pretinho Bás, Gubel, esse dia de hoje. Fazer um show de reggae assim, dobro. É como? Abre o YouTube e sai cantando. Isso, a gente sai cantando, a gente passa na roda.
Canto Cine Calmon. Saurau. Cine Calmon. Fugurão Babilônia. Isso. Que mais? Rafinha, bota uma pra nós aí, Rafinha. Pô, Alexandre, eu tenho um e-mail pra ti, Alexandre. Pra mim, Rafinha. Repetindo o programa de ontem. Galera do Pretinho, tudo certo, acerto. Abraço. Certo. Tava ouvindo o programa das 18 de ontem e precisei mandar essa aqui. No melhor estilo ouvinte raiz. Com carinho, mas com cobrança. Féter, meu velho. Tu não tá bem.
E não é de hoje, ontem pra mim foi estopim. Deu pra sentir uma impaciência fora do normal. Capaz. Cortando a turma, não deixando as piadas fluírem, quebrando aquele ritmo leve que sempre foi a alma do programa. Ah, eu não achei tanto assim, mas enfim, vamos a... Eu disse que ele não tava bem. Ele não acordou bem ontem. A gente que acompanha sabe o quanto tu é essencial na ancoragem. Obrigado, meu bruxo. Eu particularmente prefiro contigo no comando. Obrigado, meu bruxo. Mas programa de humor é zoeira.
É timing, é deixar a resenha correr solta. E quando isso trava, a gente sente do outro lado. Se tem alguma coisa pegando fora do ar, acontece, faz parte da vida, Alexandre. Nada, chamar aqui não. Mas tá refletindo no programa e aí quebra um pouquinho a magia. Então fica aqui o toque de quem curte muito. Dá uma respirada, ajeita o que tiver que ajeitar e se precisar, vai. Tira uma semaninha, volta zerado daquele jeitão que a gente gosta.
No mais, seguimos a audiência porque reclamar também é sinal de quem gosta. Boa!
Um abraço, meu xará, Rafael. Grande, Rafael. Muito obrigado, Rafael. Foi bem. Foi educado. Não, foi educado. É que tem uma percepção da audiência que é interessante, porque, assim, antes de qualquer coisa aqui, somos todos seres humanos, né? Seres humanos é isso aí, né? E tem algo sobre o trabalho público que as pessoas não se dão conta, né? Que é justamente tu isso.
Por o teu humor, que muitas vezes é incondicional ali, né? Sem querer, tu coloca. Então, assim, é só a pessoa imaginar ela lá no seu ambiente de trabalho num dia que ela não tá boa. Isso aí. Que deu ruim. E certamente isso afeta o teu trabalho de alguma forma. Mesmo que tu não te relacione com ninguém, que tu fique só tu ali, o teu computador, a relação vai ser diferente.
E isso acontece aqui no microfone, né? Mas eu diria que no geral... É, é um sentimento. Não, mas no geral a gente se vira muito bem. Eu também acho. Porque as pessoas não fazem ideia dos problemas que a gente carrega na vida. Mas é a máxima que eu sempre trouxe aqui pra galera. Cara, a gente tá no ar com a missão de entreter, de alegrar, de descontrair as pessoas, aliviar a vida, o dia das pessoas. Então a nossa mochila de problemas...
Fica do lado de fora do estúdio Depois que a gente sai, a gente pega a mochila Vai embora, o dia tá muito ruim Não vai trabalhar No dia ruim, o programa muitas vezes ajuda Mas é verdade Tem isso que tá uma merda No dia ruim, o programa tá uma merda
Mas geralmente não é isso que acontece Geralmente tu tá num dia ruim e o programa tá bom E tu puf É, mas que nem tu falou ali, é fácil ser comunicador Mano, duas vezes por dia Tu tá aqui É claro que é legal, a gente tá feliz Mas também é um palco, cara Claro que é, pô, perfeito Tem que tá focado, tem que tá entregando pra galera E não é fácil, tem um monte de merda antes A gente tira a mochila
Mas administrar a vida toda, às vezes, é complicado. Hoje é dia mundial do café, como falamos no início do programa, e ainda por cima em pleno outono. Aquele clima mais fresquinho, já de manhã cedo, já acorda, abre a janela e já tem aquele ventinho, aquele friozinho maravilhoso para um café quentinho, acompanhado de um pacote de biscoitos. Zezé e Ivan, olha aqui. Que tal, teu pacote?
Olha aqui, Ivan, vamos combinar, café sozinho é bom, mas um café acompanhado de qualquer biscoito Zezé é outro nível. A Zezé tem várias opções maravilhosas para você se deliciar, tem o folhado doce, o salgado, o mignon, que é esse aqui que eu vou dar para o Ivan, o raminho de erva doce.
O bebim é bom, né, meu irmão? O bebim de erva doce. O bebim de erva doce. O bebim de erva doce. O bebim de erva doce. O bebim de erva doce. O bebim de erva doce. O bebim de erva doce. O bebim de erva doce. O bebim de erva doce. E muitas outras opções. Seja qual for o momento do dia, sempre tem um biscoito perfeito para te acompanhar. Então, já sabe, quando passar no mercado, vai ali na gôndola, no corredor dos biscoitos. Eu gosto da embalagem que abre fácil. E pega a tua embalagem de biscoitos, Zezé. Quer um biscoitinho, Ivã?
Eu gostaria. Então pega aí um biscoito. Ai, que isso. Caramba, pega aí. Mas o que é isso? Que coisa mais linda. Grande abraço pra família Zezé. Carinho que vem de família. Arroba biscoitos, underline Zezé no Insta. Deixa eu dar uma dica sobre um jeito gostoso de comer biscoito. Eu sempre falo aqui os meus jeitos, né? Aí tu falou em café e eu me lembrei. Sabe o folhado que não é doce?
Sim, o salgado. Porque ele é o maior, o salgado. Aí tu meio que despedaça ele, que ele vai partir no meio, porque ele tem aquela massa meio assim. E aí tu aplica ali ou uma manteiguinha com sal. Uma manteiguinha, tá? Entendeu? Ou se tu tiver mais pro doce, tu bota uma camadinha de nata e uma geleinha doce por cima de fruta. Aí por aí...
Que tinha eu não esperava, Miruban. Que tinha eu não esperava, Miruban. Pra tu ver como tudo na vida tem equilíbrio. Eu não sabia que tanto reggae também é que nem a gente. E aí tu bota aquilo na boca e aquela coisa vai se desmanchando com aquele crispy da bolacha. Coisa boa, é bom. E aí tu dá-lhe um golinho de café por cima disso e aquilo se mistura de um jeito. É a alegria do simples. Coisa, alegria do simples.
A alegria no simples. Ah, isso aí. Cara, a briga que faz é muito bom. Obrigada de nada. De nada, obrigado. É isso aí, né? Abre a boca aí, vai. E tu, porra, tem o que pra botar pra nós aí, porra? Ah, eu tenho aqui o negócio pro Rafinha, ó. Pergunta pro Rafinha, por gentileza. Mas é isso aí, né, vai? Que tá de férias. Férias caiu. Dá um minhozinho aí, por favor, minhozinhas aí. Eu não penso. Rafinha. Fala, irmão.
Não me chama de irmão, brother. Então fala merda. Rafinha, tu tinha uma cadelinha chamada na bunda. Ah, vai. Essa é nova. Levou ela pra ir pescar. Até que na bunda cai. O que que tu faria?
Tu tentaria levar na bunda ou deixaria na bunda? Ah, é sério. Ah, cara, eu vou entrar na brincadeira, eu levo na bunda, né? Eu levo, né? Podia dizer que ela anda na bunda nada, ela cai na água e nada. Mas daí acaba... E aliás, é a tua preferência, né? Diz que ela nada. As duas opções, aquelas é a tua preferência. Diz que ela nada, diz que ela nada. Nada. Ah, na bunda nadou e chegou cansada até uma ilha e acabou morrendo. O que tu faria?
enterraria na bunda ou deixaria na bunda apodrecer? Vai, cara. Enterraria na bunda, porra. Não tem saída. Não tem saída, nem uma resposta. Boa, manda um abraço para o Miguel de Guaíba. Sou teu público e do Léo. Ô, Miguel. Ô, grande Guaíba. Saudade, né, Rafinha de Guaíba? Vai, saudade, né? Nossa amiga lá de Guaíba.
Tiago Tavares manda pra gente aqui, olha só Rodaico, o Pretinho Básico também salva. A gente falou sobre música ontem, a música salva, a música alivia, a música ajuda. Buenas senhoras e senhora, ontem 13 de abril falando sobre a música que substitui alguns remédios como depressão e ansiedade, eu afirmo que o programa Pretinho Básico também salva e melhora muitas vidas. Eu tenho ansiedade e digo que o Pretinho Básico ajuda muito.
Não utilizo mais remédios e a melhor parte do meu dia é quando estou escutando vocês. Se não fosse de graça, eu apoiaria o Pretinho Básico nas farmácias. Grande abraço do Tiago Tavares de Porto Alegre, em Drágeas. Pretinho Básico em Drágeas. Por isso que durante a programação da rádio, o dia inteiro tem drops de Pretinho Básico. Para as pessoas ouvirem e se alegrarem naquele momento também. A piada do Pretinho, né? É muito legal.
Roda, quer ter uma pra botar? E aí, boa tarde. Boa tarde, Alejandro. Alejandro, Rafinha sou eu. Boa tarde, Rafinha. Coisa boa de vir. Tá bonito, hein? Todo mundo tá bonito hoje. Você da Caminho de Coqueiro, tá bonito. Tá bonito, todo mundo tá bonito. Que coisa boa, que dia bonito, né?
Bebeu, Ivan? Quase 10. Tomei um vinho, tomei um canção, não me aguentei. Eu tava dois dias sem beber, tomei um canção, tomei. Eu tô errado, tô errado, mas eu sou mais fraco. Eu admito. Admito. Um ser humano que admite sua sorraqueza é um ser humano forte. Eu sou fraco. Eu tomei dois canções, não foi um. Tomei dois canções.
Garrafinha de plástico ou garrafão? Galãozão de cinco litros, que eu acho que tem um amigo meu que vende pra mim. Tu não ia estar em ano ou ia estar agora em pé, tomando dez litros? Mas eu comi um pãozinho com banha e tá legal. Ah, bom. Pão, banha, mortadeira e açúcar. Ah, coisa boa. Parabéns. Pãozinho, que é o pãozinho de um quarto. Isso, aprendi com os coisas do peixinho na brasa. Vamos ver, Rodaica. Bota uma pra nós aí, então.
Gostaria muito de ter o meu e-mail lido para que outras mães que se sentem assim, e se possível pela Rodaica, que é uma voz de conforto para mim no meu dia e o meu dia solitário. A baganceria do programa é tu comendo. Eu acho que outras mães vão se identificar com o que essa nossa ouvinte está passando.
Eu sou mãe de um menino autista, que o diagnóstico veio tarde por ter TDAH muito alto. Então foi muito difícil de identificar, diferente de outros na mesma condição. O seu atraso é na leitura, por exemplo, juntamente com a autoestima muito abalada. E com isso ele faz muita terapia para ajudar. Eu agradeço pela saúde dele, mas nossas batalhas são diárias e ainda assim pesadas.
Eu trabalho à noite e durante o dia sou voltada para a rotina dele. Terapia, escola, medicação, consulta, eu não tenho mais lazer. Deixei de treinar, não tenho amigas próximas e a família não nos apoia.
O pai acha que pagando as contas e estando aqui é suficiente, mas quem escuta a escola reclamar? E reclamam muito, afinal a inclusão é só no papel. Quem controla nos lugares públicos, nas salas de espera, quem revê a lição, organiza a comida, a roupa, controla a tela, tudo, tudo isso é a mãe. Ultimamente estou muito depressiva, solitária e no limite da sanidade.
Faço terapia, tomo remédio, mas acreditem, não é o suficiente. A mãe se anula, deixa desistir para priorizar o filho e carrega o peso da faixa mãe guerreira. Pedi socorro para amigas da minha cidade natal, mas elas não puderam estar presentes. Então, Pebês, passo os meus dias pensando. Será que hoje eu vou aguentar?
As mães atípicas ouvindo. Desejo empatia e força que hoje continuemos aguentando. Obrigada por serem minha companhia diária em meio à solidão. Bom, é um soco nos peixes. E aí? É.
Existe um grupo de mães, né, que elas se reúnem e se ajudam assim, mas pelo visto ela não tem essa conexão ali. É porque a rotina é tão esmagadora, né, que às vezes você não consegue pagar. Isso aí é parceira do pai. Eu pago as coisas, tá tudo... Bah, isso aí me irrita muito. Bom, mas é foda.
É uma situação extremamente complexa, muito presente na nossa sociedade, né? Que são as mães atípicas e é impressionante como os pais abandonam, as mães ficam, né? Como sempre elas ficam. Normal, né? E elas ficam extremamente sobrecarregadas porque um filho autista, ele precisa de ti o tempo inteiro. O tempo todo.
Então, tu vê o caso dela, ela trabalha à noite e durante o dia fica totalmente envolvida com o filho. Essa questão inclusiva das escolas também é algo que tem que ser muito discutido ainda, né? Porque as escolas também têm muitos problemas em aceitar essas crianças e conduzir da melhor forma esse convívio e educação. Então, as mães, de fato, são sobrecarregadas. E a gente lê um e-mail como esse, se emociona, o coração aperta e é triste porque a gente não tem o que fazer, né?
É louco, né? A não ser talvez cobrar a nossa sociedade, enfim... Talvez conscientizar. De algum tipo... É, mas algum tipo de coisa na prática que de fato resolva e ajude, entendeu? Sim, verdade. É difícil. Muito difícil. Força, né? Força pra nós. Pra nossa ouvinte querida e vamos tocando a vida. Um rápido show do intervalo e a gente já volta.
Rotina puxada, né? No meio de tantos compromissos, também é preciso se comprometer com você. Chegou Nestlé Vital, a nova linha de suplementos para o bem-estar adulto, com opções para apoiar o seu dia e a sua noite. Vital é ter foco sustentado ao longo do dia. E também ter uma boa noite de sono, para começar o dia bem. Qual você escolhe? Um ritual matinal ou um ritual noturno? Clique no banner e conheça, porque se cuidar é vital. Clique com Volta Já!
Agora na Atlântida, memória de elefante. Elefante Letrado apresenta... Palavra do Dia!
Pragmático, P-R-A-G-M-A com acento agudo T-I-C-O Pragmático é o indivíduo que é objetivo, prático e focado na eficiência de suas ações Ele foi pragmático e resolveu o problema sem complicar Elefante Letrado, a plataforma de leitura das melhores escolas do país Acesse Elefante Letrado nas redes sociais e descubra mais Elefante Letrado
Memória de elefante. Para mais curiosidades. Acesse elefanteletrado.com.br Dois minutos para as duas da tarde. Estamos de volta com mais um pouquinho de pretinho básico. Deixa eu ver o que ficou faltando eu falar aqui. O que ficou faltando será?
O Ivan tá enganando vocês. Não sei se dá tempo de falar aqui ainda sobre as novas piadas que o senhor Ivan tem contado. O que eu tô fazendo de rádio? Quero ser direto e incisivo. Vai lá. Ele tá bem espertinho. Quando a piada lhe dá um prejuízo de cartão, ele acredita pra quem mandou. Negativo, negativo. Já quando a galera dá boas risadas, ele diz que está reescrevendo piadas. Pô, mas aí...
Fala a verdade, vagabundo. Eu mandei duas e tu assumiu uma de boa. A piada da empurradinha e a piada da pizza já foram lidas. Não, eu vou dizer uma coisa, tá? Seja um bom mendigo. Eu vou me defender, ok? Eu vou me defender. Quando? Ou agora.
o exame de mandou e não mandou o nome de que mandou caramba ele só mandou a piada e aí abrimos o precedente de malcaratino não entregamos não entregamos foi o precedente
O procedente que eu abri. Abre meu procedente, abre teu rabo. Tá, pra eu acabar aqui, ó. Seja um bom mendigo, acredita as piadas. Eu não sei quem mandou. Pois vou continuar enviando só pra poder ver a cara do Fetter, pois ele nunca sabe o que vai acontecer e isso não tem preço. Aí da gente foi bom. Abraços e Ivan... Vai, meu amor. Te liga. Te liga, vamos dizer. Te liga. Te liga, Ivan. Tá aí, como é que é o nome do cara?
Ele não manda o nome! Como é que nós vamos saber quem manda o e-mail? Ou ele não botou ou o Gomes tirou. Então o Gomes não gosta do cara. É que tem um... Como muita gente manda pra não se identificar, eu sei o nome de todo mundo que manda os e-mails. Certo. Então eu só coloco o que tá no corpo do e-mail. Porque às vezes a pessoa não quer se identificar. Isso é também ajudar a pessoa. Alguém tem colocado no teu corpo?
Isso, e eu sei quem mandou. Quem mandou, eu não vou dizer o sobrenome dele, porque talvez é o Gui que mandou. O Gui, tá bem. O Soares, Gui Soares. Obrigado, Gui. Era isso por enquanto. Vamos fazer a escolha do craque do episódio para Cara de Mal. Poderia ser só uma pizzaria temática, mas é a Cara de Mal, a pizzaria que libera uma pizza para cada craque do programa aqui. Então vamos lá.
Pra eleição deste episódio, começando com o nosso querido Porã votando, Porãzinho. Rodaica. Rodaica. Vota Rodaica. Rodaica vota. É por último que tu vota, né? Então, Gomes, vota em quem? Eu voto na Rodaica. Vota na Rodaica. Léo Oliveira. Voto no Porã. Obrigado, gordinho. Rafinha.
Só uma correção antes, Alexandre, que agora tava me dando conta, quando a gente falou do Anderson Silva ali, ele quebra a perna com o Chris Wyden, e o Charles Sonnen é aquela luta que ele ganha, que ele tá com a costela quebrada e ele finaliza o cara. Bem corrigido. Não que vá mudar a nossa vida, não, é bem corrigido. Não, mas é que ele luta duas vezes com o Chris Wyden, foi no tempo do UFC gigante, com os brasileiros principalmente.
Um abraço pro Caju Freitas, nosso querido. E aquele outro brasileiro, como é o nome, que é casado com a...
É o Belfort que tá na foto tomando o pesado. Ah, ele que tá tomando. Mas o Victor desse também teve uma lesão feia, não teve uma vez? Todos eles tiveram. Não, mas eu digo um negócio que quer. Não, ele teve um troço na cabeça fazendo um treino pra uma luta e deu uma desligada ali. Porque ele começou muito cedo, com 19 anos. Meu voto é na Rodaica porque a gente compactou das minhas ideias hoje. Muito bom. E tu, Rodaica, vai? Vou retribuir o voto do Rafinha.
Tá bem, eu vou votar em ti também Meu voto é em ti hoje, te achei muito bem no programa Muito leve É uma crítica Não, é um elogio Não, não, não É que eu, o Léo e o Poran Nós não íamos vir leve
É, não, a alécia tá muito leve, né? Tá bem, tá no teu... Tá uma pluma, né? É um mais magro, né? Nos últimos 20 anos. É que tem dias que acontecem coisas que nos deixam pesados e tem dias que acontecem coisas que nos deixam leves. É verdade. Vai ganhar uma pizza da cara de mal e vai... Qual é o sabor que tu gostaria da pizza? Tem de salmão, Dori. Tem de salmão? Então vou querer de salmão. Não experimentei de salmão ainda. Fiquei com vontade. Tá bom. Tá bom.
O Pretinho fica por aqui e volta. Acabou. E volta logo mais às seis da tarde. Volte conosco. Quem ganhou foi a Rodaica, Ivan. Foi a Rodaica quem ganhou. Eu queria uma pizza. Eu vou te dar uma pizza. Eu te dou a minha, Ivan. Eu te dou uma pizza de morango. Te dou uma pizza de morango linda. Tu vai adorar. Voltaremos logo mais às seis da tarde. Um abraço. Tchau. Obrigado pela audiência. Tchau. Tchau. Você ouviu mais um episódio do Pretinho Básico. A maior audiência do rádio na sua cidade.
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