Pretinho Básico | 13/04/2026 18h ⭐Neto Fagundes
O maior podcast humorístico do Brasil. Elenco da rádio Atlântida repercute as maiores notícias do dia do jeito mais engraçado possível. Veja muito mais no YouTube 📺: @atlantida_TV e @PretinhoBasicoShorts
Alexandre Porto Vetter
Alexandre
Alexandre Fetter
Leandro Bortolatti
Vini Moura
- Saúde MentalPressão social e comparação · Busca por ajuda psicológica
- Medicamentos e TratamentosMistura de tadalafila com energético · Consequências do uso excessivo
- Rotativo do cartão de crédito
- Música como terapiaMúsicoterapia · Efeitos da música em doenças como Alzheimer
- Promoções e Patrocínios
Alexandre Feteiro. Olá, muito bom fim de tarde, amigo e amiga ligados na Atlético. Nós estamos chegando a seis horas e seis minutos deste fim de tarde de segunda-feira com o Pretinho Básico. Segunda edição do dia 13 de abril de 2026 com os amigos da kto.bet.br. Jogue com responsabilidade. O site é proibido.
Para minores de 18 anos. Muito bom fim de tarde. Neto Fagudes. Fala, meu compadre. Pô, pá. Oh, meu compadre. Sem palavras por tu ter vindo aí, velho. Cara, eu trabalho. Vou fazer o...
Eu tô até com o meu contra-cheque aqui pra te mostrar, Lise. O nego véio Neto Fagundes tá no pretinho básico com os produtos qualidade nego véio, linguiça, hambúrguer e todos os produtos Calemba, nego véio. É mais tradição e praticidade na tua casa. Boa tarde, Leandro Bortolatti. Ai, paizinho. Ai, paizinho. Boa tarde, Alexandre.
Boa tarde, Alexandre. Boa tarde, boa tarde, Boa tarde, boa tarde. MHNet Telecom, conecte todos os cantos da sua casa com o Wi-Fi total da MHNet Telecom. Faça como o Rafinha, matou todos os pontos onde não chegava o Wi-Fi na sua casa. Agora tá bacana. Agora pode ficar em qualquer lugar. Agora tá bem legal, Rafinha. É só chegar, Alexandre. Boa tarde. Boa tarde.
Vero, a maquininha com a menor taxa e um banco completo pra você que é o Banrisul. Seja Vero, muito bom fim de tarde pro garotão Léo Oliveira. E aí, meu jovem? Tudo bem contigo? Tudo incrível. Coisa maravilhosa, coisa linda. Fala aí, Rafael Gomes. Fala aí, Alexandre, boa tarde. Tudo bem, boa tarde. Tudo bem? Tudo certo, tudo bacana. Vamos nós aqui então repercutir o que aconteceu das duas da tarde de hoje até agora. Massagem. Pois não?
Foi na massagem. Foi na massagem? Cara, obrigado. Eu estava ocupado com isso. O pessoal estava em massoterapia. Exatamente. Tinha um cartaz ali embaixo. Indicação de Leandro. Obrigado, Lele. Cara, eu estou aqui. Como é o nome do massagista? Ela, Simone. A Simone. A Simone. Grande cantora.
Ela é massoterapeuta e fisioterapeuta. Tá muito bom. É uma... Faz uma diferença, né? Muito. Cara, quem já ficou travado? Pô, faz uma diferença. Eu só não vou mais na Simone. Eu já fiquei na zona sul de porra. Mas tu não tem carro, Lelê?
É que às vezes fica mais difícil, né, Rafinha? O cara vai morar em Canoas, tem uma prestação de serviço na zona sul de Porto Alegre. Fica mais difícil, Rafinha. Não, mas é verdade. Não é problema meu, Lerete. Exatamente. Exatamente. Eu vou tentar voltar. Não é problema meu. É humilde, cara. O teu problema nas costas tá melhor já. O meu problema.
Não é meu também, mas se o Rafinha não tá bem, a gente aqui não tá bem. Nosso ouvinte aniversariante é Matheus Ângelo da Roça.
Ah, é um... É uma falhada, né? Ah, que ele dá arroz, cara! Por uma letra... O D'Arroz é bancário de Condor. Tá fazendo 41 anos. Ah, deveria se dar arroz. Não, e deveria ir na maçoterapeuta. Também. Vamos chegar nessa aí. É a cidade de Condor. Ah, a cidade de Condor. É o Pajarina. Que fica onde a cidade de Condor? Paraná. Rio Grande do Sul. Paraná, Condor.
Eu não sei. Não sabe. Mas se o Neto Fagundes está falando que é... O Neto Fagundes, que conhece todas as cidades do Rio Grande do Sul, está falando que é no Rio Grande do Sul. Existe uma grande chance de ser no Rio Grande do Sul. Já teremos uma resposta. Informação. Onde fica Condor?
É Paraná. Ok. Sem mais para o momento. Muito obrigado, Neto Fagundes. É vizinho. Cara que conhece a cidade. Eu falei Paraná. Falou Paraná, irmão? Falei Paraná. Não ouvi, boa tarde, Ivan. Boa tarde, boa tarde a todo mundo. Com esse passo de seguim.
Distrito ali de Cruzado? Ah, distrito de Cruzado. Não conhece? Não. Bela cidade. Não é o homem? Diz a internet. Passo do ceguinho. Passo do ceguinho. Que ou, eu tava tentando conferir isso, é no Paraná, mas ou é um apelido de Coritiba por causa da empresa Condor, ou é uma cidade que não seria bem um município, seria... A empresa de ônibus? Distrito. Isso.
Que seria o distrito anexo a Curitiba. Já na mulher, Curitiba. Quantos anos está fazendo o garotão de Condor? Está fazendo 41. Parabéns, saúde e prosperidade, Matheus Ângelo da Roça. Os destaques do pretinho. Barbaridade. Vem para o lado, doutor.
Consulta médica por chat, sem agendamento e sem câmera. Zagonel, as melhores soluções em duchas e torneiras, arroba Eletro Zagonel nas redes sociais. Vamos dar-lhe aqui nos destaques do Pretinho, Brasil. Já tem mais cartões de crédito ativos do que habitantes.
Se esses dias eu descobri que o meu tava tipo com um cara lá em Osasco. Tá brincando, Lelé. É mesmo? Pô, que loucura. Tá comprando um aplicativo com o meu cartão. Recebendo em casa, em Osasco. Que beleza. Nesse caso aí, tá liberada a violência. Ah, mas aí até Osasco pra cagar a raiva. É que normalmente quem clona o teu cartão é bom de violência. O Neo menos não. Não necessariamente. Negativo, cativo, já bati nele várias vezes. Não necessariamente. Contrata alguém pra dar nele.
Eu tenho um amigo meu, nada a perder. Trabalha com isso. Trabalha com isso. Como é que é o apelido dele? O que bate sem nada a perder. Nada a perder? O Sarrafo morreu. O que houve com o Sarrafo, cara? O Mortis, né? Morreu muito cedo. Mortis. Eu tô morrendo uma sarrafada. Muito cedo, morreu cedo. Foi com muita sede ao pote o Sarrafo. Ele ganhou esse apelido depois de morto. Isso. Mas abre essa pra nós, Rafa Gomes. É um levantamento de 2024, mas que o Banco Central... Não, não, não, só um pouquinho. Não comece a enredar, caralha.
Porra, deixa o cara falar. Não enche o saco. O Dorote se é velho no programa, então, garçom. Que o Banco Central só divulgou agora. Porque ele costuma fazer o levantamento dos cartões de crédito de 5 em 5 anos. Cadê os cartões? E não é... Fala em cartões. Amarelinho pra ti começou cedo hoje. Obrigado, Burbu.
E não é que a gente já tem mais de um cartão de crédito por habitante. A gente tem 220 milhões de pessoas ativas pra usar cartão de crédito. Né? Pessoas aptas. Eu tenho oito cartões de crédito. Pois é, já são 500 milhões de cartões de crédito. A gente já tá quase... Oito? Oito?
Como é que é? Fala, meu irmão, eu tenho oito cartões de crédito. Tá errado, cara. Por que? Tu acha que é prejudicar? Tu acha que tá errado? Tu consegue pagar as contas todo dia em dia com oito cartões? Não, tem dois que tão só me ligando aqui. Pois é, então. É a teoria do Piangers. Vai pagando cartão com outro cartão. Isso, botei o telefone do Rafinha. Desses 500 milhões, por exemplo, tem pessoas como tu que tem oito, mas não estão todos ativos. Milhões com M.
Então são 220 os ativos que dá quase que elas por elas por habitante. Então cada habitante brasileiro tem já o seu cartão de crédito. Tem uma pergunta para fazer. Pode fazer. Tem uma coisa chamada agora cartão virtual. Conta. Cartão. Conta, ponta.
Ah, conta, perdão. Cartão virtual, conta? Conta, porque é o número do cartão, não é o cartão físico. Ah, interessante. Porque hoje, quando tu pega o cartão virtual, ele existe um virtualmente e outro físico. É que o cartão é virtual. Números diferentes. Gasto. Não, não, mas é que não é o cartão virtual, só o cartão virtual. É que tu pode, por exemplo, vou fazer uma compra em três vezes. Eu não quero dar, porque eu não conheço essa empresa, eu não quero dar o número do meu cartão de crédito, que é o meu cartão físico, que eu levo comigo. Aí eu vou lá no meu banco.
O Banco do Sul gera um cartão virtual. É igual. É igual. Porque eu tenho um código de segurança nesse cartão também. Beleza. Tu tem um número diferente, um código de segurança diferente, é tudo diferente. Só pede autorização, na verdade. Então só tem ele físico. Quando for digitar num site, é a mesma coisa que se tu tivesse com o teu cartão na mão. Mas é por isso que tem um cartão. Não, mas aí é que tá. Aí é que tá. Este cartão virtual, ele expira.
Não necessariamente. Cartão virtual fica no aplicativo. Pode fazer o prazo. Vocês não estão entendendo o que eu estou falando. Vocês não alcançaram o que eu estou falando. Entendeu, Lelê? Não é o teu cartão próprio, físico. Não, eu entendi. Eu acho que o que tem um tempo de limite é o teu código de segurança. E aí, por exemplo, assim... Se passar o tempo, ele vai esperar, vai gerar um novo. Mas existe o cartão... Não, ele não gera novo. Quando vem em cartão virtual.
Tu tem cartão virtual? Acabou de falar. Cada vez que eu vou precisar fazer uma compra online, eu não uso o meu cartão de crédito oficial, que é o do cartão. Cartão físico. Cartão de plástico. Não uso físico. Não uso físico, eu uso virtual. Eu gero no meu banco um cartão virtual, faço a compra...
A operadora do cartão registra a compra, lança na minha fatura do mês que vem e este cartão já está automaticamente cancelado. Mas em qual fatura que ela gera a tua compra? Do teu cartão físico? Do meu cartão físico. Ok, então eu acredito que a utilização do cartão virtual, como tu faz, que é para uma compra única, ele não contabiliza mais um cartão. Ele é uma forma que tu utiliza o teu cartão físico para comprar. Agora eu entendi, Lelê. Muito obrigado.
No Bansom eu tenho virtual, só que é isso, ele vai gerando o código de segurança, se tu demora um pouquinho, o cara não botou ali na compra, ele vai cair, essa compra não aprova. Tem vários cartões que vai parar numa fatura só.
Eu acredito que para esta contabilidade da pesquisa conte um cartão só, é uma fatura só. Mas também o Rafinha não está errado. Os dois estão certos. É raro acontecer isso aqui. O teu cartão conta como um seno é mais fácil. Como ele espera, ele para de contar. Então ele entra na conta dos que não estão ativos para o mês seguinte. Exatamente.
E o Neto Fagundes também estava certo. Todo mundo está certo. O Condor também é um município. Obrigado. Está aí, ó. O Condor, se eu não queria voltar, eu sou perto de Panambi. Eu também estou certo. Muito obrigado. Um abraço, pessoal do Condor. Até esse momento, nós temos 16 minutos de programa. Ninguém errou até agora. Não, mas espera. O Léo tomou o amarelo. Eu errei. Por quê? Eu vim.
Desculpa, desculpa. Eu te falei a uma da tarde que tu não tava legal. Tô de saco cheio de vocês. Boa tarde, boa tarde. Fica muito bem de branco. De branco, tu gosta? Tá muito bem, meu amor. Esse saco cheio, tem que esvaziar. Esse white. Ai, que desagradável. Mas essa camisa tu não tava no garoto, foi na escola.
Ele troca pra não deixar cheiro No Garotones tu não tava com ela Ele troca? Você não foi no Garotones Não, eu te dei nada Eu te dei nada Falecimento Homem morre em motel Tá rindo de uma morte, Leandro? Ah, depende Até agora tá ocorrendo bem
misturar tadalafila com energético. Olha aí, cara. Os caras fazem tudo errado. Ah, não. É o tadaladiário, né? Porque esse não mata, tu sabe? Eu não sou médico pra ter essa informação. A gente lê sobre isso. Mas depende, Rafa. Se o cara tomar 85 latas de energético e botar um tadalabandino, não sabe o que acontece. Por que tem que misturar duas coisas pra energizar? Usa uma só, rapaz. Tem que saber como é que tá o bobo pra poder tomar tadalafila.
Não, não é isso. Tu tem que ser um médico. Tu tem que ser um médico. Tu tem que ser um médico para tomar a Adalafila, mas antes tu tem que ir no médico. Tem que ter essa função. Tu tem que ser um médico. Tu tem que avisar. Tu tem que avisar.
E daí tu vai usando esse troço quando precisar, quando lá na frente tiver um velho brocha e precisar usar esse troço, não vai funcionar. Aí já usou, aí já usou. Aí já usou. Tranquilo, cara, eu tô vivendo o extraordinário. Coisa linda. Quer abrir pra nós essa aí, Gomes, antes que comece? Na cidade de Monte Carmelo, que fica onde, Raf? Baita sol. Irmão Carmelo. Ah, baita sol. Eu acho que fica no Rio Grande do Sul. Não, fica no Alto Parnaíba, que fica onde, Raf? Lá no Alto Parnaíba. Mas é São Paulo. Parnaíba fica onde? Em Parnaíba.
João Persor. Tu sabe? João Persor. Responde essa merda então. Paraíba. Não é, cara. É Minas Gerais. É Minas Gerais? Paraíba. Paraíba. Não, é João Persor. Persor.
Na tarde de quinta-feira, um homem de 59 anos foi pra um motel. Olha aí. Minha idade, Fetri. Quantos anos? 59. Minha idade. Minha idade. 59. Então, Alexandre Fetri foi pra um motel. Fetri montou o meninete. Acompanhado de quem? Uma acompanhante. Uma? Uma. Mulher. Que foi quem ligou pra Samu dizendo que tinha um rapaz passando mal. Tem a idade da mulher da acompanhante? Não, não é relevante. Não aconteceu nada com ela. Tem o áudio do cara?
Não, acho que é... Ela chamou a Samu. Ele pode ter... A Samu tentou por 15 minutos reanimar o rapaz e não conseguiu. Ele era gordo? E aí perguntaram... Não temos a informação. Também é gordo. Aí perguntaram o que foi que havia acontecido pra ele. Ela disse que ele tomou...
O remédio Tadalafila Mais 4 energéticos Esse é o legítimo que queimou a largada Ele tomou inteiro a metade Mas de qual? Tadalas de quanto? Pouco nós já sabemos o limite, Curizê É um Tadalha e 4 energéticos Se nós passarmos Se quiser abrir vaga É só 3, gente Mas tomasse 4, dá problema
E de tarde. Ele dava fim de curtir, né? Sim, imagina. Por isso que eu perguntei a galera a idade e tal. De quanto era o tarado? O cara olha assim, a informação, Rafael Gomes. Preciso me preparar. O quê? Da metragem? Não sei, velho. É que isso é importante, né? Por quê? Porque é um serviço que a gente presta para o dia. Não, não é um serviço. Claro que não. Toma o Tadala de 20, por exemplo. Pode tomar o de 5. Quem toma tem que tomar o que o seu médico receitou.
Não tem que sair a louca. Mas os caras não têm vergonha de pedir médico. Sem hipocrisia. Um monte de gente vai lá e compra.
Isso aí pra fazer um babacinho Que fobíssimo, um monte de gente Correndo risco de morrer Tá errado Aí ó Pode morrer tomando seis energéticos Não Pode acelerar o bobo E tu tem problema cardíaco Não sabe, morre É o que acontece Todo dia que tu tá vivo É chance de morrer Isso é verdade A única certeza que a gente tem É da morte Isso é verdade
E que o... O que é isso? Cara, ó. Só vai me xingar, cara. Não, não, não. Ah, o moral da história. Eu não falei palavrão. Eu sou um cara do povo. Esses dias eu fiquei sabendo de um caso aqui no interior do Rio Grande do Sul, que não foi noticiado aqui, que foi noticiado. É, o tio Ziga de Santa Cruz. Nós conhecemos o pessoal que...
Não, eu fiquei sabendo um outro caso aí, uma pessoa até conhecida aí que tava... Subiu? Subiu. Tomou demais o quê? É esse troço aí. Tá dá lá? É. Conhecido o quê? Desliga o microfone. Não, cara, conhecido meu, dá licença. Ah, tá, falou do jeito parecido. Não, mas agora me veio na cabeça aí. É o troço da tua gaveta. É o troço da tua gaveta de novo. Sim, eu vi, botaram hoje de novo ali. Ah, bom. 6 e 21. Stalker aparece de surpresa.
Com malas na casa de um empresário. Lembra a série BBR? Um stalker ou uma stalker? Uma stalker. Itapema, Santa Catarina, registrou o BO... O que você perguntou onde é que fica Itapema agora? Você faz todas as vezes essa pergunta.
Eu não tô errado. Não, ele vem muito bem, cara. Fiquei em Santa Catarina. É nóis, fácil não pergunta. Aí é sacanagem, é trairagem. É verdade. Vem muito bem, cara. Tem que dar pro go. Meio. Ah, não, Alexandre. Nem eu vou concordar com esse lugar. Eu quero dar aula pra chegar. Quebrou o amarelo? Nem não dá nada. Mas ele vem muito bem agora e tem o amarelo mesmo. É, exato.
É tipo o filme do... O Gomes xinga o colega, manda o cara longe. Ele fica de boa. Eu jurei que ele ia dar o questão pro Gomes. Eu também. Ah, eu seria do Gomes? Cara, ele não veio bem, porque ele tá interrompendo o cara pra chamar o holofote pra ele. Não, mas foi uma interrupção absolutamente muito bem colocada. Não foi, Lele. Não foi, Lele. Perdoe, mas foi. Ele sempre interrompe pra chamar o foco pra ele. Isso também é verdade. Tu deu um amarelo pro Ivan, que te interrompeu primeiro que eu.
Um foco pra chamar de cima Um foco pra cada um Já cantou coisa O empresário compartilhou Se vocês querem me irritar Me tirar do problema Essa é a semana Essa é a semana Não faça isso
Não vamos vir então essa semana. Tá, mas ô Ivan. Não, venham vocês, eu não venho. Não, não, não, não. Pra onde a gente vai? O Ivan já treinou a ancoragem. Onde é que a gente vai? Eu quero ir junto. Já basta não vir aqui, já tá bom. Aliás, viralizou aí, Ivan. Só não encontrar com a gente vai dizer bom. Aliás, não é não vir aqui. Adoro o prédio, adoro não saber de não estar aqui no pretinho com vocês. Sim, sim. Aqui, escurama, eu quero fazer. Aí tu vai querer fazer o escurama. Aí tá de sacanagem também. Gosta aqui.
Eu vou embora então. Quer ir embora, vai. Não, tu é o âncora, cara. No caso dele sair, é tu. Olha só, nós estamos arredando há 5 minutos, eu só quero ouvir a notícia. Tá, quantos cartão de crédito tem no Brasil? Rafinha, apesar de alguém não pode substituir o corão, mas eu tô... Sai, sai, sai, sai um pouquinho. Sai, vai lá fora, sai. Sai, sai, sai. O programa tá tão legal. Sai. O outro tá no celular aqui, ó. Vai, vai, vai. Tá aí, mas peraí, tu toma um B.O., tu quer jogar em mim. Vai lá. Tô pagando uma conta pelo aplicativo do Banis. Aos 28 tu volta.
Vai, vai cagar. Gomes. Lembra o seriado do bebê Rena? Não lembro, não vi. Mas tal, que era a menina que era mais tal. Era o mais tal que era...
Era uma stalker que ia atrás de um rapaz e acreditava ter um relacionamento amoroso com ele. Ele fazia stand-up, cara. Isso. Então, aconteceu em Santa Catarina um empresário que veio ao Rio Grande do Sul ajudar nas enchentes. Diz que na época das enchentes recebeu uma mensagem de uma mulher dizendo Pô, muito obrigado pelo que tu tá fazendo por nós, tu nos ajudou bastante, etc, etc, etc. Ele diz que desde então...
Ela o persegue nas redes sociais Ele já bloqueou Dezenas de números de WhatsApp E perfis em redes sociais Que ele identifica sempre ser ela Até que Ele tá um dia no prédio e ele olha Pela janela e diz, não, não pode ser Tá ela parada na frente Do lugar, do lugar E o desespero, com uma mala E uma criança Dizendo, cheguei Pra gente viver o nosso grande amor Então eu tô aqui, abre a porta aí pra mim E aí
E aí ele faz o vídeo, chama a polícia, a mulher acaba detida. Lembrando, stalker é um crime que foi... To stalk. To stalk é o crime. Stalker é quem comete a ação. Perfeito. Stalk, stalkear alguém. Isso, stalkear alguém. É um crime que pode dar até dois anos de cadeia, como é em casos...
assintosos como esse. Ah, e essa criança aí, cara? E a criança. Não me preocupe, agora é uma criança. Imagina o que ela disse pra criança. Talvez tenha dito que ele era o pai dela, né? Exato.
Ah, que situação. Coitada da criança, na real. Tá louco? É, como a gente acabou de dizer. Exato. Não sei se tu tava ouvindo o programa. Tá valendo uma piada agora. Tá. Quer que eu conte? Ainda não, cara. Nós estamos nos destaques, cara. Talvez a melhor que eu já tenha recebido. Tá, que bom, Rafael. Que legal, cara. Parabéns. O que ele faz disso, cara? Ah, cara, sério. Ele faz pra me irritar. Eu tô me divertindo. Eu gosto de estar contigo, Fetro. Tu é meu amigo mais de 30 anos.
Cara, todo mundo já teve um amigo assim, cara. Eu imbecil, assim. Aí tu brinca com ele e tu fica te sentindo culpado. Eu tinha um amigo. Tadinho. Eu tinha um amigo, cara. Eu tinha um amigo. E olha que é verdade. Tu fica te sentindo culpado. Uma vez o cara me chamou pra fazer a capa do meu disco, um dos discos, assim. E um amigo meu me encontrou meia hora antes de ir pro lugar. E aí, Nexinho? Tudo bem, porra? Vem aí pra ficar aí na tarde contigo.
Eu digo, pá, cara, tô saindo pra uma sessão de foto com a capa do meu disco. Sério? Beleza, velho? Vamos lá.
Ele foi junto e ele queria participar da capa do jogo. Ah, cara, tá louco, cara. Pelo amor de Deus. Se o cara não tem noção, tu tem que dar noção pra ele. Vamos, acertei o momento. Vamos juntos. É hoje que eu apareço, tem que ser na contracapa. Ah, tu vai me limar. 6h27. Neurocientista afirma que a música...
A música salva, a música cura. A gente já sabe. A música pode atuar como medicamento. Músicoterapia, isso é legal. Músicoterapia. Daniel Levitin está lançando o livro A Cura pela Música. E nele, ele afirma que pode dar comprovações científicas de que a música pode substituir alguns medicamentos. E aí está dando uma discussão assintosa no ramo farmacêutico e médico por motivos óbvios.
De acordo com ele, a música... Grande banda, hein? Motivos novos. Daqui a pouco bata uns discos pra vender na farmácia. De reggae, hein? A música ativa, ela vai diretamente na tua emoção, na tua motivação, na tua memória e no teu prazer. Por exemplo, tu tá transando, tu sabe que tem músicas que podem elevar o nível do teu prazer. Ou o contrário.
tu tá correndo ele tá correndo alguns dos lados não pode não é considerado do pnp pode te motivar até na natação também é proibido porque a música pode entre aspas de do par mexer na nas suas células a ponto se tiver com o fone é prova d'água na natação
Sim, é o idiota. Não ia ser como... Ele me chamou de idiota. Mas é que ele é no mínimo idiota. Mas é no mínimo idiota. O Rafinha fez um serviço agora, então os caras estragam os... Isso, mas eu não ia gostar. Só se for um idiota como ele. Que grosseiria. Mas eu acho que ele fez focado no público, né? Público muda muito, né, Rafinha? Claro, cara. Eu gosto que ele já falou esperando xingamento. Público se renova. Público se renova. Ó, voltou, voltou. Ele voltou.
Totalmente, hein? Totalmente. Outra pessoa. Volta quietinho, tá? Volta quietinho que nós estamos no meio do destaque aqui. E aí, Gomes? Além disso, pode ajudar na memória. É comprovado cientificamente que algumas pessoas que têm Alzheimer podem reativar lembranças e memórias de acordo com músicas que elas ouviam em determinado momento. Agora é sério, não sei se é...
Feito, viu, gurizão? Não, eu tô rindo porque eu fico nervoso quando falam um troço sério. Mas acho que é antigo. O guri que relembrou toda a letra do Armandinho que tinha perdido a memória. Eu vi, eu vi. Puta, cara, ele começa a chorar e canta. Qual é a música? O Armandinho é o boeta, né, meu? Não, e ele começa a chorar cantando a música. E aí ele tá trabalhando o cérebro ali, cara. Caramba.
Ontem de noite eu comprei uma coleção de discos de um amigo meu e eu tava limpando um monte de discos. Ele não queria mais vender, ele tava da vez pra mim. E eu tava mexendo e aí eu peguei aquele disco do Sting, Bring All The Night. E o meu pai tinha aquele disco, cara. E na hora que eu peguei o disco, cara, me veio a funcionar o brinco do meu pai. Na hora. É impressionante. Sabe o último disco é incrível? Claro que sim. E aí...
Ativa as memórias. Eu nem ouvi, eu só vi a capa do disco. É o quarto argumento dele, que é o da emoção. Que tu ouve uma música e tu te conecta a uma emoção.
anterior. E aí, de acordo com ele, cientificamente a música pode ajudar em depressão, ansiedade e dor, auxiliar pacientes com Alzheimer a recuperar memórias e pode melhorar a concentração e desempenho cognitivo. Cara, isso é incrível. Quando a gente era piá, eu, Ernesto, a Luciana era muito criança ainda. Paulinho nem era nascido. A gente vinha de alegrete de carro com o pai, pai e a mãe, pra Porto Alegre. E ele vinha ouvindo quase sempre as mesmas fitas. Na verdade, era fita, né?
Colocava a fita cassete. Umas que depois girava, voltava de novo. Mas a trilha sonora, até hoje a gente fala isso. Desculpa, meu culpa. Que ano é isso? Cara, isso aí eu tô falando anos 70. Cara, não era fita cassete ainda. Nos carros, era cartucho.
Os mesmos cartuchos que a gente usava na rádio nos anos 70 e 80, a cartucheira equipava carros, especialmente carros da Chevrolet. Será, cara? Eu acho que era cacete. Será que era cacete já? Bom, pode ser. O que eu ia falar era trilha sonora. E essa trilha sonora, cara, é impressionante, que agora, pô, a gente ouve com o pai ainda, né? Sim. Mas aquilo nos remete àquelas viagens, cara. Aquele momento, sim. A data, né? Porque eu não sei como a minha mãe conseguia colocar...
Os três filhos, mais o pai e bagagem e coisa. Eu me lembro da mãe colocar as cobertas, porque tu ia pra praia e tinha que levar coberta, né? Sim. Travesseiro, coberta. Era tudo pra onde a gente ia sentar, né? E, cara, era uma viagem interminável, porque são 500 quilômetros de Alegrete até Porto Alegre, né? Ainda tinha a praia ainda pra ir mais. Mas a trilha sonora, cara, ela remete a isso. E o instrumentista, eu vi outro dia o negócio sobre o cérebro, que o instrumentista tem que raciocinar o que ele toca... E aí
As duas mãos, porque ele tá tocando com as duas mãos, ele tem que pensar os dois, e mais do que ele canta. Então, ou seja, ele pensa várias coisas ao mesmo tempo que ativam o cérebro através da música, né? Uma coisa muito louca, né? Tu imaginar que o cara tá ali tocando a guitarra, né? Com as duas mãos.
Pior ainda o baterista, que é as duas mãos e os dois pés. E o bandoneon, cara, que é um instrumento maluco. Aí é difícil. A Astor Piazzola, né? Aham, Astor Piazzola. As escalas do bandoneon são diferentes, cara. O cara toca um lado e o outro da mão pensando duas escalas diferentes. Ou seja, é uma loucura. É uma loucura. A música remete o cara indo de Fusca pra Garopab. Chegaram em Garovado, tiraram 38, dá três tiros pro alto.
Que legal. Não esqueço. Que isso, cara. Tanta alegria que tinha que dar uns tiros. Tio Nico também, cara. O Tio Nico e o... Chegou a hora de deixar os carros da idade da pedra pra trás. O BYD Dolphin Mini foi o elétrico mais vendido no varejo por dois meses consecutivos. Pela primeira vez, um carro 100% elétrico lidera essa posição no Brasil.
E chegou a sua vez de ter um carro mais econômico que moto. BYD Dolphin Mini. A partir de R$ 109.990,00 para a CNPJ. Fala até uma concessionária BYD e faça um test drive. Consulte condições em byd.com.br. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.
Conforto pro seu dia-a-dia e atitude pro seu estilo. Encontre o tênis que acompanha o seu passo agora no App Net Shoes. Explore as categorias, garanta as melhores marcas e aproveite. Net Shoes, no seu ritmo. Baixe o app. Não tinha ninguém que não pava. Ia começar a cair os passarinhos.
21 minutos pra 7 foram esses Então os destaques do pretinho aí Meu irmão Deixa eu dar um toquezinho aqui Que tá na hora da gente tomar uma coisinha Fizz Ah, produção Obrigado aí produção Fizz É o refrigerante do grupo Heineken Já imaginou a latinha abrindo só de ouvir esse barulhinho Vou ouvir de novo o barulhinho aqui
Então imagina o seguinte, Fizz não é o refrigerante mais famoso, ele não é o número um, mas tudo bem, ele se garante no sabor e na personalidade, é bem gostoso. E tem nos sabores laranja pera, guaraná da Amazônia e limão siciliano. Outra coisa legal que o Fizz faz...
É que ele não dá moral pro açúcar, Ivan. Bacana, hein? Tem cinqu... O refrigerante FISC tem açúcar, não o zero, o zero é zero. O zero é zero. O que tem açúcar, ele tem cinquenta por cento menos açúcar. Vou dar pro oito dedo. Que os demais. Oi? Vou dar pro oito dedo esse. O oito dedo, ele é diabético? Simples. Dá o zero pra ele. Então vou dar o zero mais fácil. Experimenta, dá o zero pra ele.
Não custa nada. Também custa. Custa o valor da latinha. Mas tu não vai te arrepender. Tanto tu quanto o oito dedo. Ao contrário. Já deu zero pra mim. Vai gostar demais. Ninguém vai ligar porque tu também não é famoso. É já. Então tá tudo certo.
Fizz é o refrigerante do grupo Heineken. Aí é luxo, isso é luxo. Neto Fagundes, bota pra nós aí, Neto. Meu querido, buenas gurizada, me chamo Daniel, eu sou a distância velha, meu querido. Certa feita, um nego velho passou por um radar da Polícia Rodovela Federal no seu Del Rey 81. Eita! Mais ou menos a uns 190 km por hora.
De repente ele olha no retrovisor e vê o quê? Uma viatura da polícia, claro, né? Sirene ligado, policial acelerando, bigode repartido. O nego velho assustado, encostou o carro e o policial já veio chegando. Ah, o senhor só pode estar louco. Dirigindo nessa velocidade, tá brincando, rapaz? Não tenho outra opção a não ser ter caçado a carteira, aplicar uma multa e guinchar esse teu carro aí. Isso é inaceitável.
Nisso o nego velho deu uma pitada no palheiro, cuspidinha pro lado e mandou pro... Calma, meu querido, precisamos conversar aí, eu posso te explicar. Olha, então espero que tu tenha uma boa justificativa, porque do contrário vou ter que cumprir a lei, né? Meu querido, só vou te explicar rapidamente. Senta aí, querido.
Semana passada, a jararaca da minha mulher me deixou e ela fugiu de casa sabe com quem? Com um policial rodoviário federal, meu querido. Quando eu vi essa viatura vindo atrás de mim, eu acelerei o que eu podia.
Fiquei todo cagado que tivesse vindo me devolver aquela boca. Depois que eu te vi, até fiquei mais tranquilo. Aí o policial levantou, tá, pensando bem nesse lado aí, eu vou te liberar, querido. Vai com cuidado. É corporativismo. Vai com cuidado, meu filho. Então, Rafael Menegazô, vai botar piada boa aquela pra nós que você tava anunciando desde o início? Boa não. A melhor que ele já recebeu. O Léo não tava, o Léo tinha saído. O mestre.
vamos lá perguntou a virgem o que já viu o pênis e elas vão não não não sabe melhor ela respondeu que não e ele mostrou pra ela é isso é igual um caralho só que menor achei que ela tem boa piada a minha gente
Era isso? Era isso? Era. Eu tenho uma piada. Tem outra. A melhor que eu já recusou. Mas, se nós tivéssemos... Eu vou defender ou não? Não, talvez ele tenha se enganado. Se nós tivéssemos mamado de trago, nós íamos rir pra cacete. Deixa pra sexta-feira. Se eu tivéssemos mamado, não. Talvez ele tenha se enganado. Tem outra piada, Rafinha? Tenho. Então, talvez ele tenha se enganado. É essa aí. É essa aí, eu acho. Vamos ver a outra.
O pequeno gafanhoto pergunta ao mestre. Mestri, qual a diferença entre galota de floglama, na bolada esposa e amante? Eu sei de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de as de
E aí o mestre vem. Como é que é? Garota de programa, namorada e amante. Namorada, esposa e amante. A escola é quatro, então. Exatamente. Tá com problema de audição? Não, não. Ou é a minha dicção? É a sua dicção, meu. Perfeito. A comparação é simples, gafanhoto, meu amado pequeno gafanhotinho. A garota de programa é pré-paga. A namorada é pós-paga. A esposa é o plano, o controle. E a amante é o gato leste.
Gostei mais dessa aí. É melhor. Essa aí que era melhor. Eu sou um imbecil. Não imbecil, Rafinha. Repete aí. Não seja modesto. Não, eu sou um imbecil. Não, eu não sei tantas vezes. O que tem aí, Lalezinho? Boa tarde, Piazada. Michael Musso, de Curitiba, morando em Floripa há 10 anos já. Escudo vocês desde 2008, quando eu conheci Floripa e decidi me mudar para essa cidade top. Segue uma charadinha.
Acho que isso eu faço pro Rafinha, só faço pro... Acho que pro Rafa Gomes, né? Rafa Gomes. E aquele que passa o material pra mim? Então vai pra mim. Tem razão. Estava eu dirigindo em meio ao trânsito caótico de Foripa e passou por mim um mosquito dirigindo. Ok. Qual mosquito era? Qual mosquito? Mosquito dirigindo. Lembrando que é uma charadinha. Tá, então vamos tentar tomar. Vamos de novo. Ele tava na estrada dirigindo, passou por ele um mosquito dirigindo. Dirigindo. Qual mosquito era? Peraí.
Era o...
O mosquito é um mosquito. É um tipo de mosquito. Não, rapaz. É um tipo de elefante. É um tipo de barata. Isso. Tipo de hiel. Não, eu quis dizer. Pode ser o da dengue, algum assim. Isso, é isso aí mesmo. A piada versa sobre isso. Que é o animal que mais mata no mundo é o mosquito. E qual é o mosquito da dengue, Rafael? Só pra gente falar. Ele tem as perninhas branquinhas e as pernas. Não, mas o nome, ele tem um nome, né? É o Aedes egípcio. Egípcio. Egípcio. Aedes egípcio. Cantava no Tijuana, ele.
Não, não me diz que ele meteu.
Aedes de jipe. Eu fui até... Tu não fez nada. Só para começar, tu falou aedes egípcio. Não, não, para só um pouquinho. Aí eu vou te fazer uma pergunta. Tirando o aedes egípcio que a gente conhece como mosquito, qual é o outro mosquito que tu sabe o nome dele? O Jorge. O Chico. Só faz aquele cinto básico. O Chico, o mosquitinho. Tem o gordo-léu. O gordo-léu é o mosquito. Por quê? Porque tu dá o tapinha e ele segue chupando. Ele é gordo, bichona.
Como é que é? Tu dá um tapinha? Eu tô meio te errada. Quando tu dá um tapa no mosquito, ele morre, né? É o contrário, ele tá chupando e dá um tapa. Eu tenho a piada. Quero ver, vó. Vamos lá. E uma maravilhosa pizzaria da cidade. Entram pra jantar um rapaz e três lindas mulheres. Ah, não. Como diria o rapaz. Tá de brincadeira comigo? Eu vou te meter um vermelho nesse rabo. Não, calma. Eu não contei a piada ainda.
Três moleques, como diz o Rafinho, as máquinas, sentaram na mesa e pediram uma pizza. E o garçom perguntou, família? E o cara respondeu, sim, minha filha e minha esposa. Aí eles comeram a pizza e foram embora.
É, tu vê, tem bagacir isso, por favor. O pessoal diz que eu tava muito bagacir. É verdade. Eu tô reescrevendo as piadas. O pessoal diz que tu é bagacir. Veio bem, vó. Veio bem, vó. Ainda mais já tava aí. Já tinha ganhado o cartazzo. Foi muito bom. Muito bom, vó. São uma bombada, esses dois. A produção me deu, por favor. Vai parecendo, vai gostar.
Tem uma questão de ordem aqui que eu gostaria de trazer para vocês. É um ouvinte nosso que está em apuros e nós precisamos ajudá-lo. A gente vai fazer alguma cagada? Quem sabe a gente tenta ouvir. Vamos tentar ouvir. Eu introduzi o e-mail, agora eu vou ler. Eu não me sinto tranquilo. É o título do e-mail do nosso ouvinte que pede para que não seja identificado. Ainda que ele coloque o nome lá no fim.
Boa tarde, queridos pretinhos. Quero relatar uma situação que talvez outras pessoas também possam estar passando. E gostaria da opinião de vocês. Tenho 26 anos, sou casado. Tenho uma filha. Já conquistei minha casa, meu carro e muitas outras coisas. Com 26? Com 26, legal. Sempre tento proporcionar para minha filha e minha esposa tudo aquilo que eu não tive. Até agora, tá? Vim de uma família simples, sem dinheiro e muito menos luxo.
Escuto muitas pessoas dizendo que, para a minha idade, já estou muito bem. Eu não sou rico, mas tenho uma vida tranquila. Porém, por mais que isso possa ser verdade, eu não me sinto tranquilo, como disse no título. Por quê? Todos os dias eu acordo com uma cobrança na minha cabeça, como se eu precisasse ter coisas e situação melhor.
Coisas melhores e uma situação de vida melhor, um carro melhor, uma casa melhor. Uma sensação de atraso toma conta do meu dia. E isso acaba me deixando preocupado e muitas vezes triste. Tento mostrar para minha família que estou bem, mas no fundo, muitas vezes, não tenho vontade nem de sair da cama.
Gostaria de saber se vocês já passaram por isso e se teriam alguma dica que pudessem me passar para me ajudar a me libertar desta fase. Agradeço muito a vocês, um grande abraço. Nosso ouvinte mandou aqui. Qual que falou?
Não, eu falei, não, eu falei, não, eu falei hospício, desculpa, eu sei que... Hospício, tu falou? Não, eu não falei hospício. O que que tu falou? Whisky. Whisky? Whisky? O porinho? Não, eu não acredito. O quê? Porque tu vai dizer que essa é a solução para o nosso amigo. Não, a solução mesmo é inusório. Que sequência boa.
Não, a solução, se vocês não conseguem falar sério com o nosso ouvinte que se abriu para nós aqui. Eu consigo, mas eu estou respeitando a tua fala com o Ivan. A solução, nosso querido ouvinte, é procurar uma ajuda psicológica. Começar com uma ajuda psicológica e talvez daqui a pouco tenha até que ter o auxílio de um psiquiatra e também medicamentos. É, pode ser. Ou natação.
Se ele fizer um esporte. Esporte é bom. É verdade. Mas quem sabe o médico primeiro, né? É. Quem sabe o médico primeiro. Porque tem uma pinta aqui, leve pinta aqui de depressão. É. É porque... O cara não quer sair da cama, tá achando que tá mal, tá bem, mas acha que não tá tão bem. Mas tu viu que ele falou ali que ele vem de uma família humilde. Sim. E quando tu começou, ele falou ali que ele tem 26 anos e ele já conquistou algumas coisas assim legais na vida.
Talvez ele esteja realmente se cobrando demais por ter atingido um ponto que talvez ele nem imaginaria.
Que a gente engenharia muito cedo na vida, né? Mas a própria... O próprio entorno... As redes sociais, as pessoas ostentando-se. Comparam as redes sociais. Tu acaba te comparando. O grande erro da pessoa é se comparar com quem tem mais do que tu. Tu tem que te comparar, na verdade, contigo mesmo.
Como é que tu tava 3 anos atrás? Como é que tu tava 4 anos, 5, 10 anos atrás? E como tu tá hoje? E o que tu projeta pra tu tá daqui a 5 anos, daqui a 10 anos? Porque tem gente, cara, que tem uma condição de vida diferente da gente e tá tudo certo.
Gente que ou trabalhou mais, ou teve a sorte de nascer numa família mais privilegiada, uma família rica. Muitas vezes não começou do zero, herdou. Mas a imensa maioria é assim que é mesmo. E tu viu o que ele disse no texto ali também, que ele falou assim, que eu dou tudo o que eu posso para minha mulher, para o meu filho, eu trabalho ao máximo para dar, inclusive, o que eu não tive.
Exato, entendeu? Então ele já tem uma autocobrança nele de entregar mais. Eu acho que um ponto que tem aí, que ele fala, é que o problema começa a virar uma doença no momento que tu não enxerga as tuas conquistas. Porque ele já tem várias conquistas, ele é jovem, cara, pra ter isso que ele tá tendo, tem gente que trabalha 60 anos da vida e não chega. Exatamente, ele descomeçou do zero.
É, então eu acho que ele, cara, com 20 e poucos anos... Mas, compadre, eu concordo muito contigo, é muito que eu concordo contigo. Inclusive, tem uma situação que é a seguinte, nos dias que a gente está vivendo, nessa loucura, nessa insanidade, nessa velocidade absurda, brutal que a gente está vivendo, e muito também por conta das redes sociais, cara. Às vezes a gente conquista uma coisa que quis muito, muito. Tu trabalhou um ano, dois, três para conquistar aquele negócio, seja o que for.
conquistou, perdeu a graça. Pois é. Perdeu a graça e tu já abre o trabalho, o processo pra próxima conquista. Talvez seja isso que tava fazendo mal pra mim. Cara, eu acho que a gente tem que se acalmar um pouco, andar mais devagar, cara, e celebrar verdadeiramente cada conquista, cara, porque é difícil, né, cara? A vida é difícil, cara.
Se a gente não está numa situação de riqueza, de milionareza, de pessoas que para as pessoas tudo é muito fácil, abre a carteira e sai comprando, cara, a gente tem que celebrar as nossas conquistas de verdade. Eu acho que os tesouros da vida, cara, muitas vezes eles não são financeiros. Sem dúvida. Ele já falou que ele tem a mulher dele, tem o filho, né? Ou seja, cara, ele tem um filho com saúde, ele tem uma companheira com saúde. Carro, carro, carro.
Então, ou seja, ele está com algum problema psicológico, ele não está conseguindo enxergar suas conquistas. Isso é o que você estava falando, é a combinação de um acompanhamento, de um medicamento que possa fazer brilhar a vida dele. Também conversar com alguém e o psicólogo dizer para ele, quem sabe assim, explicar e ajudar, enfim. Ele já está fazendo uma coisa bem importante.
Que é reconhecer, exatamente. Pedindo ajuda. Aliás, eu falei no programa da Uma, não sei se tu ouviu, compadre o Lelê, não estava no programa da Uma, que eu vi um texto nesse final de semana, um vídeo, onde o cara dizia que muitas vezes chegar lá, se sentir, ah, cheguei, hoje eu estou num momento maravilhoso da minha vida, não passa por grana, não passa por tu ter o carro zero, por tu morar numa baita de uma baia, passa por tu estar na tua casa.
Não seja o carro que tu tiver na garagem, mesmo se não tiver. E na tua casa tem felicidade. Na tua casa tem amor. Na tua casa tem alegria. Tu tá falando isso porque tu não tem ninguém, né? Ah, tipo, não seria. Eu tenho sim, eu tenho aí. Tu ri assim das pessoas porque tu não... Quem tá lindo aqui?
Tá rindo. Eu não estou... Tá rindo, Leandro. Ele tá de palhaço que tu é. Ah, você tá me chamando de palhaço? Nada. Sim. Eu sou imbecito e é palhaço. Não, isso aí. Assim, ó. Eu tô contigo, Leandro. Vamos celebrar as coisas. Eu tô tão feliz de estar aqui hoje.
Porque no passado eu não tava. Tem que avisar esse magão, caixão não tem gaveta. Não adianta saber em material mesmo. Isso. É isso aí. Vamos viver. Verdade. Vamos curtir. Vamos ser felizes. Vamos comprar uns galetos, latão e açaí. Isso, galeto e latão, é isso aí. Galeta e latão. Galeta e latão. Galeta e latão. Tem os momentos que o brisa baixa e tira, cara.
Vamos viver. Agora tu falou que nem o Frisola. Ai, vem em minhas veias. Me emociona. Tua influência, né? Deixa eu dar um toquezinho aqui pra nossa audiência. A partir de hoje nós temos uma nova parceria. Olha aí, olha aí. Prepare seu coração. Redemarque. É!
E a Rede Mac, a gente é de casa. Tudo em acabamentos para a sua obra. O Pretinho Básico é o sucesso que ele é porque para os nossos ouvintes nós somos amigos ou até mesmo familiares. Gente, a gente é de casa para os nossos ouvintes. E quem é de casa sabe quando a parceria é boa tem lugar garantido. E a Rede Mac está de volta ao Pretinho Básico.
Uma rede de materiais de construção, reforma e decoração com lojas espalhadas por todo o estado do Rio Grande do Sul. Com seus 25 anos de história, está de novo no pretinho básico que é este canhão de audiência. Ao mesmo tempo que também o nosso querido Neto Fagundes é o embaixador da Rede Marque.
Então já sabe, para construir, reformar ou decorar, passa na Rede Mac mais pertinho de ti para encontrar a melhor qualidade, o melhor atendimento diferenciado e as incríveis ofertas que são de verdade. Sejam muito bem-vindos de novo, amigos queridos parceiros da Rede Mac. Como diz o slogan...
A gente é de casa. Que legal. Mandar um abraço para quem está presidente agora da Rede Marquinhos, o Marquinho. O Marquinho, eu acredito que o Marquinho chegou lá. Porra, Marquinho. E também mandar um abraço para a gente aí que proporcionou esse encontro da gente, trazendo para dentro do pretinho a Rede Marquinhos 25 anos dessa história.
Coisa mais linda. Se você quiser anunciar com a gente aqui no Pretinho, colar sua marca com a gente, pode me procurar ali no arroba realfeter no Instagram, manda um direct, que nós temos umas cotas promocionadas até aqui, até a metade do mês de maio. A gente vai segurar essas cotas para que você possa estar com a gente aqui no Pretinho Básico, crescendo a sua marca, crescendo a percepção sobre a sua marca.
Nos três estados onde o pretinho tem antenas fincadas, Paraná, Santa Catalina e Rio Grande do Sul. E é óbvio também no mundo inteiro, pelas nossas plataformas digitais.
Rede Mac, tudo em acabamento pra sua obra, colocando os classificados do Pretinho! É Clá Clá, é Clá Clá, é Clá Clá! Classificados do Pretinho! Vamos vender o que, Gomes? Um carro, carro! Fala, galera do Pretinho, aqui é o Arquimedes de Jaraguá do Sul. Grande Arquimedes! E quero anunciar uma daquelas decisões difíceis da vida. Porra!
Caravan, velho. Tô vendendo a minha caravan de luxo 1978. Motor quatro cilindros. O motivo? Troquei de carro recentemente pra patroa. E agora preciso fazer um brick nessa relíquia antes que sobre pra eu dormir dentro dela. Vem com sofá dentro, viu? Isso, sofá. E olha, confortável até que é, mas não vai pegar bem. É aquela máquina que faz a gente lembrar que dirigir já foi mais sentimento do que tecnologia. Isso aí é em Jaraguá do Sul.
Na frente do teatro lá que a gente fez o avó. Tu vê? Cada detalhe tem personalidade, cada volta de chave tem emoção. Essa caravan não é pra qualquer um, é pra quem enxerga valor, pra quem gosta de carro antigo de verdade. Isso é marcante. E pra quem entende que certas coisas não se compram, se adotam. Ah, isso é legal. Ah, eu adoraria ter esse carro no trânsito em Porto Alegre. É verdade.
Isso aí é praticamente um tanque blindado. Kitnet, né? Não amassa, não acontece nada, cara. É ferro puro. Aí já adota um posto de gasolina também pra abastecer. Ah, mas o 4 cilindros esse é, Bé, Bé. Valor. E não paga IPVA. Tá, tá, tá. Tá, tá, tá. Isso é tá, tá. Valor. Depende da velocidade. É, não paga IPVA. Valor. Valor. Valor. 35 mil reais. Que?
Não, não, não, não, não, não. Os caras são títulos, botaram aqui nesse programa. Não, não, não, não. Isso aí vai 18. Mas é claro, meu. Olha o... 18. Dá pra negociar. 18 piloteiros. Porque o importante é vender e passar ela pra alguém que realmente... É verdade. É verdade. Esse escofamento do Agostinho Carrara me pegou.
O carro tá comigo em Jaraguá do Sul. Então se tu é desse que o coração bate mais forte pra um clássico, essa é a tua chance. E o contato é caravan no PB. Caravan Love Love. Ficou N duplo. Caravan no PB. Vai vender. Arroba gmail.com. Vai. Caravan no PB. Arroba gmail.com. Placa azul de colecionador. Antes que eu mude de ideia ou que realmente acabe morando nela. Não, peraí. Ele pintou a placa de azul pra tapar. Pra não, pra não. Abraço do Arquimedes. Desculpa a minha falta, Arquimedes.
Show do intervalo, já voltamos. Arte média. O pretinho. O humorista contou a piada, todo mundo tá rindo e só você tá quieto. Pensando na morte da bezerra. Xiii, tá desconectado, né? Experimente a deliciosa Delvale Limonada e se reconecte.
Agite seu dia com uma das incríveis versões limonada sabor pink, tropical ou clássica. O toque cítrico que te reconecta. Clique no banner e saiba mais. Básico volta já. Agora na Atlântida. Memória de elefante.
Elefante Letrado apresenta... Palavra do Dia!
Geringonça, G-E-R-I-N-G-O-N-C-A Geringonça vem do espanhol e é uma coisa mal feita, cuja estrutura se danifica com facilidade Aquela bicicleta velha parecia uma geringonça prestes a desmontar Elefante Letrado, a plataforma de leitura das melhores escolas do país Acesse Elefante Letrado nas redes sociais e descubra mais Elefante Letrado
Memória de elefante. Para mais curiosidades, acesse elefanteletrado.com.br. Voltamos com o prendinho básico para fazer a escolha do craque do episódio. Sete horas da noite vai tocar o sinal da Atlântida.
Já se foi a segunda-feira, 13 de abril. Vai votar em quem, meu compadre, Neto Fagundes? Vou votar no Rafinha, cara. Rafinha, é? Rafinha. Obrigado, Neto. Porque, na verdade, logo depois entrou ali a chamada já Redemar, né? Então, ou seja, hoje é um momento especial da gente fazer o lançamento oficial do retorno da Redemar.
Só não entendo a relação com o voto no Rafinha. Não, porque ele é um cara que faz a continuidade da história da Redmarca aqui. Hoje ele entrou, ouvi a voz dele aqui. Porque ele vai ser influenciador da Redmarca também? Eu gravei o comercial só. Ele gravou o comercial. Ah, tá. Então, parabéns, Rafinha. Obrigado, Neto. Mas tô aberto aí. E tu vai votar em quem, Alberto? Parceres, eu sou o último a votar, Neto. Tu já deveria lembrar disso.
Às vezes nem tu lembra. É, mas hoje eu tô focado. Ah, não. Tá focado. E tu, Lelê, vai votar em quem? Até por isso eu vou votar nele. Porque ele fez o programa extremamente focado hoje. Viada, viada, voto. Viada, viada. Não?
Uma piada horrorosa na primeira. Mas foi bem assim. A recuperação na segunda. Horrorosa. E coisas pontuais durante a tua exibição hoje que foi muito bem. Até a opinião séria. Vou te dedrar. Eu vou te dedrar. Não, não quero. O quê? Eu vou discordar. Eu achei a primeira incrível e a segunda horrorosa. Eu gostei da primeira. E tu vai botar em quem, Léo? Em vô? Perdão. Eu vou botar hoje. Eu vou botar no Neto Fagundes. Neto Fagundes.
De fato tem alguma coisa... Quer justificar? De fato, ele sim tem alguma coisa a ver com a Rede Marquista aqui. É verdade. É verdade. Você pode votar? Voto no Né. O Gomes, você pode votar em quem? Gomes. A sua filha plantou. Eu voto no Ivan porque ele tá com a nova trend dele que é reescrever piadas. Obrigado, Rafael. Então ele fez com a do pastel, ou pão de queijo, e agora ele fez de novo com a da pizza família. Certo. Sim, minha família, minha esposa e meus filhos, eles comeram. Tá, tu vai lembrar a piada daí agora.
Vamos recontar as piadas agora. Não, não, é uma inveja. O problema é de vocês se virem. É uma constatação. Deve se pegar no pau aí e fique à vontade. Eu vou ficar vendo. Ele não gosta de mim. Ele não gosta de mim. Ele não gosta de mim. Não, é que eu não contaria de novo a piada. Vai votar em quem, Rafiá? Mas ele contou outra. Eu? Não. Não. Não. Eu acho que assim, está pintando dois grandes influenciadores da Redmark agora.
Primeiro é o Neto que é certo. Talvez eu vá certo. Cara, deixa eu te falar uma coisa. O meu bota no Neto. Cara, eu acho que eu fui bem. Eu disse talvez. Vai acabar o programa, eu vou te lembrar de uma coisa. Eu vou lembrar de duas. Pra acabar o programa, nós vamos sair do ar, eu vou te lembrar de uma coisa que aconteceu. Vem aí o after. Eu vou lembrar de uma vez. Dias atrás, três meses atrás. Três meses? É, três meses. Muito obrigado pela sua audiência. Neto Pagundes é o craque do episódio.
Porque o meu voto é em Neto Fagundes. Obrigado, Alessandro. Muito obrigado, Neto Fagundes, pela tua parceria, por estar com a gente aqui no Pretinho. É óbvio que tu é o craque do episódio. A gente se despede por aqui. Vem aí mais um campeão de audiência na programação da Atlântida. E amanhã, uma da tarde, nós estaremos aqui para mais um Pretinho Básico. Esteja conosco. Um abraço. Boa noite de seguro.
Tchau!
BYD
Carro elétrico BYD Dolphin MiniEletro Zagonel
Duchas e torneirasKTO
Jogos de apostasMHNET Telecom
Wi-Fi totalNet Shoes
Tênis e roupasRedemarque
Materiais de construçãoSabor
RefrigeranteVero
Maquininha de cartão