Episódios de MacMagazine no Ar

MacMagazine no Ar #685: óculos inteligentes, iOS 27, bateria do “iPhone 18 Pro”, macOS Big Bear e mais!

05 de junho de 20261h18min
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Já aquecendo os dedos (e as cordas vocais) para a WWDC26, a dupla Rafael Fischmann e Eduardo Marques debate tudo de mais quente que rolou nestes últimos dias no mundo Apple. No ar! [Edição: Edu Garcia]

00:00:00 Introdução
00:17:31 Apple estaria planejando repetir estratégia do Watch com seus óculos inteligentes
00:30:43 Apple Watch poderá ganhar nova tela OLED em 2027
00:35:00 iOS 27: suposto app dedicado à Siri contará com sincronização via iCloud, diz Gurman
00:42:46 iOS 27: suposto recurso do app Carteira facilitará dividir contas de restaurantes
00:48:38 Rumor: iOS 27 terá recurso de tela dividida, mas só no “iPhone Ultra”
00:56:03 Leaker divulga supostas capacidades de baterias do “iPhone 18 Pro”
01:10:17 macOS Big Bear? Apple teria "vazado" nome do próximo sistema
01:15:42 Encerramento
Participantes neste episódio3
R

Rafael Fischmann

Host
E

Eduardo Marques

Co-host
E

Edu Garcia

editor
Assuntos10
  • Apple· NegociosApple Watch hypertension alerts · Withings BPM Vision review · Withings Thermo and Bemo Owl review · Blood pressure measurement accuracy and interpretation · FDA approval for medical devices
  • iOS 26.5 e 27Dedicated Siri app with iCloud sync · Improved conversational AI · Wallet app for splitting restaurant bills · Split screen on 'iPhone Ultra' · System-wide landscape mode for 'iPhone Ultra'
  • Apple smart glassesApple Glasses without display · Voice commands and contextual features · Embedded cameras · Comparison with Ray-Ban Meta · Apple's strategy with Apple Watch · Launch prediction for 2027
  • Investimento em Pesquisa e Desenvolvimento da AppleIterative hardware and software updates · Delayed entry into new product categories (e.g., foldable phones) · Focus on premium pricing and refined products · Long development cycles for new hardware
  • Apple Watch SuccessNew OLED technology (HMO) · Energy efficiency and thinner screens · Comparison with Samsung's ALD technology · Always-On Display evolution
  • iPadOS vs macOSPotential for iPad to run macOS · Limitations of iPadOS multitasking · Lack of multi-user support on iPad · Comparison with Mac hardware capabilities
  • Apple Filma Jogo com iPhoneVariable aperture main camera · Increased cost of new camera components · Delayed updates to ultra-wide camera · Incremental improvements to camera systems
  • macOS Big Bear NamingPotential codename 'Big Bear Lake' · Apple's tradition of naming macOS after California locations · Comparison with previous naming conventions (felines, locations)
  • iPhone 18 e futurosSlight battery capacity increase · Comparison with eSIM models · Lack of major battery technology advancements · Comparison with Samsung's silicon-carbon batteries
  • Vazamento cores iPhoneSilver and dark grey (space black) options · Potential 'Dark Cherry' color · Comparison with previous colors (Cosmic Orange, Sierra Blue)
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Edu Garcia:Você está ouvindo o MEC Magazine no ar.

Eduardo Marques:Fala, galera do MEC Magazine, bem-vindos ao nosso podcast 685, ao som de nada. Tem uma trilha sonora assim, negócio.

Edu Garcia:Acabaram com a nossa alegria.

Eduardo Marques:Ei, Spotify, bora! E aí, gente, bem-vindos a mais um podcast. Bora que bora! Eduardo Marques aquecendo os dedos, eu tô aquecendo as cordas vocais, aquecendo tudo, o corpo, a mente, tudo. Segunda-feira o ano começa, começa. Já teve anos em que é isso que eu falei, era verdade. A Apple praticamente acordava só na WWDC. Agora ela até que tá trazendo algumas novidades aí no primeiro semestre, até porque a Apple cresceu muito, né? Passamos de uma época que era só Mac e iPod, agora tem telefone, tablet, fone de ouvido, é, stream.

Edu Garcia:Só de 7 de janeiro até hoje, imagina.

Eduardo Marques:Sério pra burro. Relógio, não tem como você concentrar mais tudo no segundo semestre, mas a coisa vai começar a pegar fogo segunda-feira, falaremos disso na pauta de hoje. WWDC 2026. O nosso podcast é um oferecimento dos patrões Platinum. Magic Miles, planeje a sua próxima viagem em segundos com o IA e Shocam Premium, película para iPhones com garantia de tela original. Estamos ao vivo no YouTube, são agora 14h34 da tarde, horário de Brasília, de quinta-feira, 4 de junho de 2026.

Edu Garcia:Ao vivo no YouTube, no Facebook, no Instagram, ao vivo em tudo.

Eduardo Marques:Esqueço, sempre esqueço.

Edu Garcia:Ao vivo em todas as partes do mundo.

Eduardo Marques:E pode ser que você esteja ouvindo também esse podcast editado aí pelo querido, marca registrada, Edu Garcia. É isso. Mas por que que esse horário doido aí, rapaz? Feriado hoje, né?

Edu Garcia:O que importa é ter podcast. Esse é o nosso compromisso, ter o podcast. Agora, o horário, aí a gente vai adaptando, né? Vai vendo o dia, o horário melhor e tal. Hoje feriado, né? Quinta-feira, um dia... Corpo de Deus. Corpo de Deus.

Eduardo Marques:Aqui em Portugal. É isso aí, feriado.

Edu Garcia:Eu acho que é um feriado católico, mas assim, global que eu digo.

Eduardo Marques:Sim, é um feriado católico. A religião católica é a mesma em todo o planeta, Eduardo. O que difere é que alguns países estão mais católicos.

Edu Garcia:Então, mas tem países que realmente ignora feriados religiosos, vira e fala: não, religião não vai apitar aqui no meu país, realmente laicos, não vai apitar no meu, na minha, no meu modo de trabalho, não. Isso aqui não vai. Tem país que muda, né, que bota para segunda-feira ou para sexta-feira, Sexta-feira para não quebrar a semana no meio. Enfim, tem países que funcionam de formas diferentes. Brasil não.

Eduardo Marques:Brasil é uma maravilha, tem feriado segunda, terça, quarta, quinta, no Brasil torce-se para o feriado ser na terça ou na quinta, que aí enforca.

Edu Garcia:A galera tá revoltada aí com a Copa do Mundo, né, que os jogos vão ser em horários meio alternativos, assim, horário fora de trabalho. Porra, não vai ter um diazinho de folga aqui para a gente poder acompanhar um joguinho?

Eduardo Marques:Que horas que vão ser os jogos aqui no meu fuso?

Edu Garcia:Ah, para você esquece, mano. Você vai ver jogo aí.

Eduardo Marques:É tarde? Vai ser de noite nos Estados Unidos?

Edu Garcia:Você vai ver jogo de madrugada aí, com certeza.

Eduardo Marques:Ou não vou ver, né?

Edu Garcia:Porque imagina, fuso horário do México, que é ruim para você, fuso horário...

Eduardo Marques:E os jogos vão ser à noite, todos?

Edu Garcia:Eu acho que tem jogo à tarde, assim, tipo fim de tarde, talvez, sabe? Mas é fim de tarde para você, é 3 horas da manhã.

Eduardo Marques:Já é, é.

Edu Garcia:Para você tem que ser à noite para você poder ver, tipo, 6 horas da manhã, 7 horas da manhã, sabe? Vai ver tomando um cafezinho da manhã. Não é tanto assim, não.

Eduardo Marques:Eu tô mais 7 horas de você, que o pior do que você só São Francisco, que é 8 horas.

Edu Garcia:Então, mas tem jogo em Los Angeles, tem jogo em vários países assim.

Eduardo Marques:Aí se começar às 10, não, 10 da tarde, vai começar 9, né, de lá. Aí ferrou, porque é 5 da manhã aqui, não tem mais coisa. Não vou, que merda, não tinha pensado isso não, cara. Mas enfim, vamos voltar para o podcast aí, que a gente tem muito o que falar. Recadinhos que saíram aí, artigos especiais no último fim de semana. Eduardo Marques tá aqui, fez 2 reviews da Withings.

Edu Garcia:Por acaso, eu estou aqui.

Eduardo Marques:Primeiro sobre o BPM Vision, BPM Vision, que é um monitor de pressão sanguínea inteligente. Conta um pouquinho dessa história de Apple Watch te alertando várias vezes de hipertensão.

Edu Garcia:É isso, achou que eu estava morrendo, mas não estou morrendo não. Quer dizer, explicando para quem não acompanhou o post, sugiro fortemente ler, principalmente se você gosta desse tema de saúde, de monitoramento e tudo. Eu recebi logo depois que o recurso foi aprovado, né, disponibilizado no iOS 26. Foi o iOS 26, né? Foi, né? Foi final do ano passado, foi novembro do ano passado, foi WatchOS 26. Eu recebi alertas e não parei mais. Eu recebo basicamente um alerta por mês assim. E é engraçado porque ele pega os últimos 30 dias, né? Então literalmente eu sou notificado todos os meses de possível—

Eduardo Marques:Na verdade ele só alerta após no mínimo 30 dias de coleta de dados.

Edu Garcia:Ele faz uma análise dos seus batimentos, enfim, leva lá Eu explico tudo no post, qual é a análise que faz dos últimos 30 dias e envia uma notificação sugerindo, falando que você pode ter uma hipertensão para você fazer o que você tem que fazer, para você investigar. Seja fazendo como eu fiz, arrumando um monitor de pressão arterial, seja indo ao médico para fazer uma bateria de exames, enfim.

Eduardo Marques:Que você fez também, você fez o pacote completo.

Edu Garcia:Eu fiz também. Eu só não fiz um check-up completo no final do ano passado, mas eu não fiz um exame que muita gente sugere, que é o tal do mapeamento, né?

Eduardo Marques:Ah, aquele de ficar 24 horas com o negócio amarrado no corpo.

Edu Garcia:Mas eu fiz um acompanhamento por semanas, meses, podemos falar assim, de monitoramento, monitorando a pressão 2 vezes por dia, de manhã quando acorda e de noite antes de dormir. E em algumas vezes eu fiz mais de 3 vezes por dia, pegava horários assim aleatórios para— óbvio que você tem que também ter um pouquinho de bom senso, né? Você não vai medir a sua pressão depois de tomar 3 xícaras de café ou depois de correr 10 km e tal, porque é óbvio que a sua pressão vai estar Né, num pico, no momento de pico ali. Mas basicamente fiz esse acompanhamento com esse monitor de pressão da Weefins, que é muito legal, muito fácil de usar, muito simples, muito— você configura em, sei lá, 2 minutinhos, o negócio já tá funcionando. Bateria que dura, eu não carreguei ele desde que eu comecei a usar, já tem, acho que foi em fevereiro, em março que eu comecei a usar, não carreguei, a bateria dele ainda tá em 40 e ou seja, dura muito tempo. Você pode fazer acompanhamento de não só o seu, mas de até 8 pessoas. Tem um modo convidado que é bom se você quiser, tem alguém na sua casa que quer medir a pressão aí, você não quer que registre, né, no seu app saúde, você bota lá como convidado, como guest, que ele não leva esse dado para lugar nenhum, só mostra ali na hora mesmo para você ter essa informação. Então o produto muito legal, muito bom. É, e basicamente fiz esse acompanhamento, me consultei com médico e tudo, e o que a gente chegou à conclusão é que eu tenho a pressão um pouco elevada, não é nem elevada, é um pouco elevada assim em alguns momentos. A minha média está abaixo de 12 por 8, ela está 11 por 7, por exemplo, que é uma média muito boa, mas que o relógio, ele aparentemente, a Apple calibrou ele para ele te alertar mesmo que você não tenha, basicamente assim. Se a sua pressão...

Eduardo Marques:Não, não é isso não.

Edu Garcia:Se a sua pressão é um pouco elevada...

Eduardo Marques:É isso, ele peca pelo excesso.

Edu Garcia:Exatamente, é isso. Só que o curioso é que assim, ele acerta muito mais se você tiver uma pressão elevada que sugere um estágio 2 de hipertensão, por exemplo, que é uma pressão um pouco mais alta do que a minha. Aí ele acerta muito mais, sabe?

Eduardo Marques:Se você tem... Claro, né? Aí...

Edu Garcia:Mas que também é...

Eduardo Marques:Porque os dados são bem mais convincentes, né? Mais certeiros.

Edu Garcia:Mas não é tão certeiro, esse é o problema, porque pelo menos conversando com esse médico que... Que eu me consultei, é a pressão ela varia muito ao longo do dia, sabe? E você não pode levar em consideração só os picos, como também não pode levar em consideração só as medições mais baixas, né? Tem que ser uma média ali. E principalmente isso, você tem que medir a pressão. Tem um, o próprio Withings, ele te ensina isso, né? Ele te dá o passo a passo ali no tutorial, que você tem que sentar, você tem que ficar pelo menos ali uns 5 minutinhos relaxado para o seu batimento estabilizado, tem que ficar falando, tem um posicionamento do braço, os dois pés apoiados no chão, o braço tem que estar, o seu bíceps aqui, que é onde você bota, né, o manguito aqui, ele tem que estar mais ou menos na altura do coração, a palma da mão tem que estar virada para cima, então não é qualquer, sabe, qualquer jeito aqui. Ah, agora tá 13 por 8 aqui, 13 por 9. Não, você tá medindo certo, você tá fazendo do jeito certinho e tal, você tá acompanhando isso por um longo período, porque um dia pode estar realmente 13 por 8, sei lá, 14 por 9, mas no outro, uma semana... Exatamente, é por isso que a época coleta 30 dias de dados. Coleta 30 dias de dados e quando você é notificado ele faz um, ele sugere que você crie um alerta para você fazer um acompanhamento de 7 dias fazendo esse monitoramento pela manhã e pela noite. Então com 7 dias com 2 medições por dia você tem ali mais ou menos um mapa. O que é curioso que eu explico também no post é que tem duas classificações, né, no aplicativo da Apple. Você pode fazer a classificação pela Associação Americana ou pela Associação Europeia e esses dados variam mesmo de acordo com cada associação. Elas têm interpretações diferentes para o mesmo dado, para os mesmos dados.

Eduardo Marques:Teve uma polêmica poucos meses atrás, não sei se você acompanhou, e eu acho que tem a ver, não sei se tem a ver, agora posso estar falando besteira, com a Associação Brasileira de Medicina, Brasileira, mas eu vi alguma baita polêmica porque passou-se a não se considerar uma pressão boa 12 por 8. Exato. Que há séculos é visto como a métrica padrão e já não é mais.

Edu Garcia:Exato, eu fiz o teste de esforço nesse meu check-up no final do ano passado, Você corre lá 15 minutos e tal. Depois que eu fiz isso, a minha pressão estava 12 por 8 e o médico falou: "Cara, tua pressão está de boa e tal." E essas métricas do Saúde, por exemplo, se você está tipo 12 por 8, ele considera elevada. Se você está 119 por 79, ele diz que você está ótimo.

Eduardo Marques:Então assim... É 120 por 80, inclusive.

Edu Garcia:É, 120 por 80 é um jeito... Se você tiver 119 por 79, ele vai dizer que você está perfeito, está ótimo, está maravilhoso. Então assim, não é 8 nem 80.

Eduardo Marques:Mas é importante, assim, eu ficaria preocupado no seu lugar. Até porque não foi uma notificação só.

Edu Garcia:Tanto é que eu corri atrás da informação, né?

Eduardo Marques:Que bom, né, que você investigou e que chegou à conclusão de que não é o caso. E é como a gente falou, eles tendem a fazer isso, tipo, em caso de suspeita, emite o alerta, porque na pior das hipóteses, ou melhor, na melhor das hipóteses, a pessoa vai confirmar que não tem um problema.

Edu Garcia:Até porque é isso, ele não está sugerindo que você tem, ele não está falando assim: "Você tem hipertensão, vá ao médico." Não, ele está falando assim: "Olha só, os seus dados estão indicando que pode ter." "Só dá uma... faz uma medição aí só para comprovar se você tem ou não tem." É basicamente isso, sabe? Porque ele não tem tecnologia realmente para levar... para afirmar um negócio desse. E de novo, no post tem lá como que é o estudo, qual o estudo que a Apple fez, como que ela fez, os números de falso positivo, de falso negativo, de pessoas corretas, enfim, tem tudo lá explicado. Se você se interessa pelo tema, vale a pena dar uma olhada lá.

Eduardo Marques:Já virou até uma pauta aqui nessa introdução, mas saiu outro review seu também de outro produto da Withings, que é o Beam Owl. Que é um termômetro, estetoscópio, ECG e oxímetro em um só. Apesar de você não ter conseguido usar tudo.

Edu Garcia:É, o oxímetro eu não consegui usar, porque na hora que eu fui cadastrar, eu botei que eu estava nos Estados Unidos, porque para o ECG funcionar você tinha que escolher. Eu estava botando lá no México e ele falava: "O ECG não vai funcionar aí." Só que ele não falou: "O oxímetro não vai funcionar nos Estados Unidos", porque a FDA ainda não aprovou.

Eduardo Marques:E olha que coincidência. Não, e coincidentemente a Apple também tem problema com oxímetro. No perímetro nos Estados Unidos.

Edu Garcia:Exatamente. E eu acho que pode ter alguma coisa nesse sentido, sabe? Porque até agora não saiu essa aprovação pela FDA, que a WeFins normalmente sai rápido essas coisas assim para essas empresas assim grandes, famosas, né?

Eduardo Marques:E o oxigênio deve ser FDA. Não, eu sei que as aprovações que eles obtêm são da FDA, mas eu acho que não é isso que tá barrando, entendeu?

Edu Garcia:Bom, é, eu não tenho, não investiguei porque que não saiu, mas a minha sugestão é, se você for tiver interessado no produto e comprar, é você colocar que você está na Europa, que aí tudo vai funcionar. E é só uma vez que você faz isso. E aí ele registra essa informação direto na sua conta e você vai ter acesso a tudo. E eu queria realmente testar o oxímetro para bater com os dados do Apple Watch, tudo, porque o ECG, como eu expliquei, ele não... O ECG do relógio, ele diz sua frequência cardíaca, seu exame está normal, está com ritmo sinusal, está confiável. Possíveis índices aqui, ou enfim, tá indicando aqui uma possível fibrilação atrial. Então assim, o Apple Watch ele te informa. O ECG do BeMo, ele não, ele faz a leitura e aí você compartilha essa informação com o médico e o médico vai avaliar se você tem alguma coisa ou não.

Eduardo Marques:Estetoscópio, a mesma coisa. Ele só registra os dados.

Edu Garcia:É, estetoscópio, a escuta do coração e do pulmão, mesma coisa. Ele só faz a escuta e você manda isso para alguém que entende do assunto. Para ele poder te dar uma informação. Mas o termômetro, bem legal também, tem uma diferença que eu explico no post do termômetro que vai debaixo do braço para o termômetro na testa, que tem normalmente a temperatura um pouco mais alta, porque você está medindo por áreas diferentes que são diferentes.

Eduardo Marques:Eu achei interessante essa sua conclusão, porque eu tenho um termômetro da Withings, é outro, esqueci, Thermo. Fiz vídeo dele há anos, até hoje eu tenho ele aqui. Ele é só um termômetro, mas é de testa também. Você posiciona no centro e só desliza assim para baixo.

Edu Garcia:É igualzinho, o posicionamento do seu e do BMO é a mesma coisa.

Eduardo Marques:Só que assim, eu tenho um termômetro aqui de sovaco, você falou debaixo do braço, de sovaco. Mas o mais prático que a gente tem é um que eu comprei na Walgreens, nos Estados Unidos, quando minha filha estava para nascer, que você aponta para a testa e aperta um botão. E aí você não precisa mexer nem nada, ele faz: E aí eu sempre aperto algumas vezes só para tirar uma média ali e tal. Esse tem uma diferença sempre em relação ao termo, sabe? E é a testa também. Mas eu nunca tinha, eu não sabia que havia essa diferença entre testa e—

Edu Garcia:Eu também não. E aí eu fui investigar isso justamente porque quando você, o legal do BMO é que quando você faz essa medição na testa, ele mesmo já indica no visor se tá ok ou se tá alto, se tá muito alto. E aí eu medi aqui no meu e tava, por exemplo, 37, e ele tava dizendo tá ok. E no outro tava 36, vamos supor. E eu falei: "Ué, mas 37 é OK, não é?" E aí eu fui investigar e realmente tem essa... Ele te dá esse feedback.

Eduardo Marques:Febre é só 37,6 para ser.

Edu Garcia:Mas você pode estar febril com 37,5, por exemplo.

Eduardo Marques:37,5 é limiar já.

Edu Garcia:37,5 no bimô, ele vai dizer que está OK, sabe? Porque realmente está OK, porque a temperatura na testa, que ela é um pouco mais... Ela pega a... Temperatura mais central do corpo, enfim, tem lá a explicação no post também, que tende a ser de 0,5 grau a 1 grau acima do sovaco, como o Rafa falou aí. Então tem tudo lá, outro produto muito legal, muito simples, tudo compatível com o app Saúde, todas as informações que você capta vai direto para o seu perfil, muito bacana isso.

Eduardo Marques:Derson Lopes, nosso leitor comunista, patrão ouro, é tudo. No último fim de semana trouxe um artigo sobre o que os apps de produtividade ainda não entenderam sobre liderança. Mais um muito legal, adoro os artigos do Derson. Aliás, em breve ele está de volta aqui no podcast também, que ele também curte muito participar por aqui. E saíram dois vídeos no youtube.com/MacMagazine. Fizemos o nosso Q&A, perguntas e respostas mensal. A pergunta que eu coloquei no título é: "A Apple vai ressuscitar o Aperture?" Você chegou a usar?

Edu Garcia:Não, eu usava o iPhoto. O meu era só basicamente uma biblioteca de fotos. Eu não ficava editando nem...

Eduardo Marques:Engraçado que na época que eu usava o Aperture, eu também usava o iPhoto. As minhas fotos profissionais com minha câmera, eu tinha uma Canon 60D na época, eu jogava tudo no Aperture, fotografava em RAW e tal. E as fotos de iPhone, que não sei nem se era iPhone na época, tinha um Sony Ericsson também, era iPhoto.

Edu Garcia:Hoje está tudo misturado. Mas é engraçado que hoje, se eu abrir o app Fotos e clicar ali com o botão, com o Command I ali, que ele mostra umas negócios, tem umas tags assim minhas assim tratadas no iPhoto, sabe? Tem umas coisas antigas assim que eu mexi, que eu botei para Botei um filtro, botei alguma coisa. Tem várias assim que dá para você criar um filtro, uma regra específica ali para ele filtrar todas. E aí uma porrada assim ainda, que da época que eu armazenava tudo no iPhone.

Eduardo Marques:Curioso. O segundo vídeo que saiu é diferente, a gente nunca tinha feito um assim. Falei sobre 5 coisas que a Apple deveria anunciar na semana que vem na WWDC 2026, mas não vai. Não vai mesmo? Passa lá. Será que não vai? Eu acho que não.

Edu Garcia:Eu também acho que não.

Eduardo Marques:Eu falei no final do vídeo, se pelo menos uma dessas aí eles anunciarem, eu já fico feliz e surpreso, mas Mas não me surpreenderia se as 5, "crao", bravo. Bora pra pauta que essa foi uma das introduções maiores da história do nosso podcast.

Edu Garcia:Rapaz, meio do ano, Rafael. Já estamos em junho, dia dos namorados aí, cara. Tá batendo a porta já. Quero saber o seguinte: você é um cara bom de escolher presente?

Eduardo Marques:Rapaz, depende. Tem vezes que eu estou inspirado, tem vezes que aparece uma insider na frente, tem vezes que é mais difícil. Mas normalmente eu tenho dificuldade.

Edu Garcia:Eu normalmente não sou essas Coca-Cola toda não para escolher um presente. Já me dei mal, mas esse ano acertei legal. Fiz umas comprinhas na Insider. Aliás, para quem não sabe, a Insider tem uma loja internacional que se você tá no México que nem eu, tá em Portugal, que nem o Rafa, dá para comprar e receber em casa tranquilão, como dizem, né não? Mas eu comprei umas coisinhas aí para minha esposa e, cara, "Acertei na mosca, acertei tamanho", que é uma coisa difícil, mas acertei tamanho e acertei cor, roupa, acertei tudo. Ela adorou, já ficou aí pro presente de Dia dos Namorados. E eu tô falando aqui que algumas coisas é difícil de acertar, né, dependendo, cor, tamanho, pra quem você vai comprar. Com a Insider, cara, é numa boa, você tem como trocar o presente super fácil, trocar tamanho, trocar cor, não tem problema, sem aquele stress de sempre de ter que shopping cheio, de ter que se planejar, ter que sair na hora do almoço para fugir para comprar alguma coisa num ambiente lotado. Então, então vale muito a pena. Se você quer dar aquele presente que vai agradar, pode ir na Insider, pode ir na nossa dica, que vale muito.

Eduardo Marques:E esse mês tá bom demais, ó. Primeiro, temos frete grátis para compras acima de R$399, já é uma coisa muito boa, até o dia 7 de junho. Agora hoje é dia 4, então até domingo Acho que é isso. Até domingo tem brindes cumulativos e 5% de desconto no Pix. E tudo isso se acumula com descontos do nosso cupom Mac Magazine, que você pode digitar lá no cupom do site ou usar o QR code aqui que tá aparecendo na tela, ou seguir o link que tá na descrição do podcast, já vai com cupom aplicado. E aí você já te leva direto lá para loja da Insider com isso aplicado, e você aproveita essas boas oportunidades aí nesse mês de Dia dos Namorados. Beleza? É isso, bora começar as pautas falando de rumores sobre óculos, headsets e tudo mais. Segundo, primeiro, Mark Gurman, a Apple planeja com óculos inteligentes. Lembrando que tem esse rumor forte aí de que ela quer competir com o Ray-Ban Meta. Não é este ano, é algo previsto talvez para o ano que vem, mas que ela pretende repetir com esses óculos, que eu também não sei o nome, né, da gente. Quando, antes até do Vision Pro chegar, a gente sempre se referenciou como Apple Glass. Pode ser que ela use esse nome, mas até hoje pode ser um Apple Vision, não Pro, né? Enfim, ela quer repetir com esse produto a estratégia que ela desenvolveu com o Apple Watch. Então, primeiro, né, ela vai brigar já com um segmento estabelecido, que eu acho que já é um pouquinho diferente. Eu não me lembro, em 2000, Apple Watch de 2015, 2015, né?

Edu Garcia:É, foi apresentado, chegou ao mercado em 2015, né?

Eduardo Marques:Acho que foi Acho que foi isso. Você se lembra como era o mercado de smartwatches naquela época?

Edu Garcia:Não lembro, cara.

Eduardo Marques:Não tinha quase nada, né?

Edu Garcia:Tá falando de 11 anos aí? Bravo! Mas já existia, tanto é que a gente falou que a Apple não inaugurou nesse tipo de produto. Mas era bem uma coisa bem simples, né? Bem... Porque você lembra que o primeiro Apple Watch, ele chegou, ele não era nem independente, né? Ele rodava as coisas no iPhone.

Eduardo Marques:Exatamente. Isso é parte do que vai provavelmente acontecer com esse óculos. Óculos, né? Primeiro que essa primeira geração não deve ter uma tela, tal como o Ray-Ban Meta. Agora ele tem um modelo display, né? Mas o Ray-Ban Meta convencional, esse outro da Oakley, esses não tem, não tem tela. Então os principais destaques seriam comandos de voz e recursos contextuais baseados na nova Siri, que ano que vem provavelmente já vai estar funcionando autooperante, esperamos assim, né? E vai ter câmeras embarcadas para aprimorar funcionalidades como navegação, Assistência contextual, lembretes e tudo mais. Então a questão do display é bem complicada mesmo. Você vê o Ray-Ban Meta, a gente inclusive testou no último MMTour, não é que seja ruim, mas não é uma tela fantástica. A gente testou aquilo ali no ambiente dentro de uma loja, eu não sei na prática, não testei como que é usar aquilo ali debaixo do sol.

Edu Garcia:Dizem que dá uma ajustada, né, a lente ela dá uma compensada.

Eduardo Marques:A lente escurece e compensa para tela, né. Mas é mais um componente para você miniaturizar, para consumir bateria, para tornar o projeto mais complexo.

Edu Garcia:A gente usou 5 minutos ali, mas os 5 minutos eu não curti. Eu não achei uma solução legal. Não sei se eles quiseram ser o primeiro, que obviamente faz sentido também ser o primeiro a fazer um óculos desse tipo. Tudo bem que é muito parecido com o Google Glass, que a gente já comentou 200 vezes, a proposta é muito parecida ali, mas eu não— Não me pareceu um produto bem acabado, sabe assim, para estar no mercado.

Eduardo Marques:Eu acho que os óculos sem tela, eles já estão fazendo sucesso por si só muito bem, sabe? Essa questão do display é uma tentativa que certamente vai evoluir muito nos próximos anos.

Edu Garcia:E é o objetivo mesmo, né? Eu acho. Você ter essa mistura. Talvez não no cantinho da tela, como é... O óculos inteiro ser um display ali. E aí tem momentos que você não vai usar nada, que ele só está simplesmente mostrando mesmo o mundo real na sua frente. Tem momentos que está cheio de informação ali, dependendo do que você esteja fazendo, e é essa mistura. Mas óbvio, são caminhos, são passos ali. Primeiro você bota uma telinha pequenininha.

Eduardo Marques:Tem essa diferença, a estratégia dessas empresas difere-se muito. A Meta provavelmente está fazendo algo mais similar ao que um Google, uma Samsung faz, que é tipo: "Ó, temos um MVP aqui, um Minimum Viable Product." E bota no mercado, vambora. Bota no mercado e evolui a partir daí. A Apple tende a esperar um pouco mais.

Edu Garcia:Entendi.

Eduardo Marques:E ela nem entrou nisso ainda, o Vision Pro.

Edu Garcia:Categoria de produto. Um bom exemplo disso que você falou é o dobrável. Olha quanto tempo o mercado de dobrável tá aí rolando e a Apple até hoje não entrou. Aparentemente vai entrar em setembro, outubro desse ano. E aí vai entrar com supostamente um vinco quase perfeito, né, um negócio, uma tela que você não vai conseguir distinguir se tá, né, que ela tá, que tem um calombozinho ali, que tem um quebra-mola por conta disso. Então assim, os outros estão aí há 6 gerações oferecendo tela dobrável, tela dobrável. Começou uma porcaria, hoje já tá muito bom, mas ainda não tá provavelmente no nível que a Apple gostaria. Então assim, é isso, a Apple vai querer botar no mercado um negócio mais refinado ali, mais bem acabado. Até porque a gente sabe que com exceção do MacBook Neo, que chegou realmente com preço muito agressivo, ela gosta de cobrar um preço premium pelas coisas, né? E aí não dá para cobrar um preço premium por um MVP, né? Que nem você falou, por um negócio que é: vamos botar aqui só para ver como é que funciona. E isso ela fez com o Vision Pro e olha nível de acabamento e de tecnologia que tem o produto, né?

Eduardo Marques:É, esse produto, como eu falei, não é esperado para este ano. O Garmin tinha inicialmente informações de que ele poderia começar a ser enviado no começo de 2027, mas agora ele já fala mais para o fim do ano que vem só. E quem corroborou 2027 também foi o Ming-Chi Kuo. Então os dois estão falando de óculos inteligente sem tela com lançamento previsto para 2027, sendo que o Garmin tá tendendo mais já para o fim do ano. O Mintico também fala já de óculos inteligentes de realidade aumentada com tela aumentada barra virtual, isso para 2029. O Gurman acredita algo mais para 2030. Em paralelo a esses óculos, tem os Vision, né? Vision Pro está chegando-se ao consenso de que depois da chegada dessa segunda geração, bota aspas aí, com chip M5, a gente não deve ver novidades nesse hardware tão muito cedo. O próximo seria um Vision Air, que a Apple pode seguir esse nome ou não. O Gurman acha que isso também não vem antes de 2028, ou seja, se isso se concretizar, ou até 2029, tá? Se isso se concretizar, a gente vai passar. O M5 chegou esse ano? Não, né? No passado, né? O Vision, será que já tem? Até me perdendo, né?

Edu Garcia:6 meses. Será que já tem mais de 6 meses? Deixa eu conferir aqui.

Eduardo Marques:Eu procuro aqui, eu procuro aqui. Outubro de 2025.

Edu Garcia:Jesus Cristo, ou seja, muito rápido.

Eduardo Marques:É, ou seja, a gente não teria um hardware novo de Vision em 2026, em 2027, e ainda periga atrasar e não vir em 2028. Talvez só em 2029. É uma loucura, né, para um. E assim, não é que os usuários dos dois primeiros vão ser abandonados, né. A gente tá há poucos dias aí de conhecer o Vision OS 27, que vai vir junto dos outros sistemas e deve vir com novidades legais também. Mas se esses rumores se concretizarem, a gente não vê nem um Vision Pro novo, nem um Vision Air, nem um Vision nada aí por mais 3 anos, eu até começo a me perguntar o quanto que a Apple vai investir, o quanto ela consegue investir na evolução do software sem nenhuma evolução na parte do hardware, sabe? É uma categoria que tá complicada aí. Não é à toa que as informações são tão negativas aí sobre isso.

Edu Garcia:Não é normal. Na Apple, mas o HomePod, por exemplo, é uma categoria que a Apple vai, lança o produto e só vai mexer nesse negócio anos depois, né?

Eduardo Marques:Tipo, é mais um produto que é nicho, que tá nos canteios ali, e ainda é menos grave do que o Vision porque ele é muito básico, né? Produto sem tela, reproduz.

Edu Garcia:Mas por ser básico me dá justamente a impressão de que a Apple poderia fazer mais, né? Tipo, ela poderia— não tô falando que ela lançar um novo HomePod todo ano, Mas como é um produto básico, tem mais possibilidade de evoluir. Um Vision Pro realmente é difícil evoluir agora, né?

Eduardo Marques:Mas o que eu ia falar é o seguinte: o HomePod, se eu tenho dois HomePods na minha sala, se eles ficam como estão, não tem um hardware novo, mas o software é atualizado ali, o mínimo do mínimo, em teoria daqui a 15 anos eles continuam fazendo a mesma coisa que eles fazem hoje, entendeu? Eu peço para tocar uma rádio ou uma banda e eles vão reproduzir a minha música, entendeu? O Vision Pro atual daqui a 15 anos não serve pra nada.

Edu Garcia:Ele poderia, sim, o HomePod poderia evoluir pra algo além de um alto-falante, né, que é o que a gente sempre imaginou de ser um puta de um assistente pessoal ali, de funcionar pra você controlar a casa toda, pra você fazer um monte de coisa, tirar dúvida, marcar compromisso no calendário, fazer um lembrete, que coisa que não funciona bem hoje, é horrível. Mas aí eu não sei se isso exige um hardware novo, né. Que é o que provavelmente tá segurando o lançamento de novos, porque precisa do software novo também. Então assim, é complicado. Mas eu concordo com você, não precisa nem 15 anos para frente, né? Em pouco tempo o Vision Pro já tá, já não é mais capaz de fazer as coisas que a Apple quer que ele faça por conta da capacidade mesmo tecnológica do produto.

Eduardo Marques:Porque ele sim, irrita também é que ela, a Apple, historicamente não consegue nem ir diminuindo o preço de um produto que tá congelado, né?

Edu Garcia:Mas isso ela faz de propósito. Conseguir, ela consegue. Mas acho que ela vai aumentando a margem dela, né, ao longo do tempo do produto.

Eduardo Marques:Pois é, imagina que foi isso mesmo, que é o que vai acontecer. O Vision Pro vai ficar com chip M5 até 2028. Vamos supor que em 2028 ele vai ser atualizado. Pô, esse ano, no fim desse ano, ele poderia cair um pouco de preço. Ano que vem cai um pouco mais, até para você ir trazendo gente, né? Não que fosse resolver muito, vai cair de $3.500 para quanto? Será que daqui a 1 ano ou 2, esse Vision Pro M5 por $2.000, $2.500 seria uma boa compra? Isso pensando numa queda forte do preço. Eu acho que nem isso, sabe? E ela não sente muito isso, cara. Ela quer que enche.

Edu Garcia:Por um lado, é legal do ponto de vista do consumidor saber que ele vai entrar numa loja hoje e vai estar o mesmo preço de amanhã, sabe? Ele não fica na dúvida de comprar assim: "Puts, será que amanhã vai estar mais barato?" A Apple não é uma empresa que fica fazendo essas coisas, essas promoções e tal. O produto custa R$1.000 e é R$1.000. Se você comprar hoje é R$1.000, se você comprar dia 25 de dezembro é R$1.000 e é isso aí. Então, entra e compra se você quer, sabe? Porque a Apple, uma coisa que a gente fala sempre, a Apple, o lugar mais caro que você pode comprar o produto da Apple, vale pesquisar na Amazon, Adorama. Best Buy, BH, tem um monte de loja nos Estados Unidos que oferecem preços muito melhores, muito mais competitivos. Mas a Apple, o clássico foi o Mac Pro, né, que ficou, sei lá, 7 anos largado lá sem nenhuma atualização e tal, custando $3.000.

Eduardo Marques:$6.000?

Edu Garcia:Não, não era $6.000 não, cara.

Eduardo Marques:O Mac Pro era...

Edu Garcia:Não é o display, cara? O Mac Pro era o mesmo preço do display?

Eduardo Marques:Era mais caro. O Mac Pro acho que era $6.000. Tô errado, gente?

Edu Garcia:Não era 2 e... A lata de lixo não era menos não, cara? Não, 2 e pouco.

Eduardo Marques:Não, tô falando desse que foi descontinuado agora, a Torre.

Edu Garcia:É porque a Torre não teve tanto tempo, né, assim, ele não é que não teve tanto tempo, ele tava com M2 Ultra, mas ela tá recentemente, acho que ficou 7 anos, 6 anos sem atualização, sei lá, um negócio desse.

Eduardo Marques:2013 até 2019, eu acho. Esse custava, acho que uns 3 mil.

Edu Garcia:É esse que eu tenho na cabeça $3.000. Acho que era isso, que ficou $3.000 lá, um negócio completamente abandonado custando $3.000.

Eduardo Marques:E provavelmente saía alguns por ano nesse preço.

Edu Garcia:Loucura.

Eduardo Marques:É, Apple Watch. Falamos aí dos óculos. Seguindo a trajetória do Apple Watch, o rumor da vez, trazido pelo site sul-coreano The Elec, é que a Apple estaria preparando para o ano que vem uma nova tela OLED para o Apple Watch. Lembrando que o Apple Watch foi Primeiro produto Apple com tela OLED? Acho que foi.

Edu Garcia:Primeiro, acho que sim.

Eduardo Marques:Desde a primeira geração, não existiu Apple Watch sem tela OLED.

Edu Garcia:Foi, tem muito tempo.

Eduardo Marques:2015, foi. Desde os primeiros são OLED, só que ela foi evoluindo, né? Não é à toa que os— tem gente que nem deve lembrar disso, né? Mas os primeiros Apple Watch não tinham tela sempre ativa.

Edu Garcia:Não, tela sempre ativa chegou no Series 5, que eu lembro que deu uma mega polêmica de bateria mesmo, né? Com a tela sempre ativa, que a galera desligava o relógio.

Eduardo Marques:Deu essa polêmica de bateria já com a evolução da tecnologia que viabilizou a tela sempre ativa, reduzindo a taxa lá de atualização e tudo mais. E eles continuam evoluindo, né? O meu, por exemplo, já não tem a última geração. O meu, quando baixa o ponteiro dos segundos, ele some, né? Se você tiver usando o analógico. Nos últimos, ele continua já, porque ele vai direto para 1 Hz, mas vai, ele não some com o ponteiro. Para o ano que vem, a Apple estaria trabalhando com a LG uma tecnologia, uma evolução da OLED aí chamada óxido de alta mobilidade, High Mobility Oxide, ou HMO. E assim, é aquela evolução padrão, né, dessas telas OLED, mais eficiente no consumo de energia, são telas mais finas. Às vezes eles não citam aqui, mas às vezes elas ficam mais brilhantes também. É tudo que a gente quer de telas, né? Mais finas, menos consumo de bateria, com mais brilho. Então Boa novidade aí. Não sei se isso vai viabilizar alguma coisa nova para o Apple Watch, mas a Samsung também tem uma, uma, é engraçado que a LG, as duas sul-coreanas, né? A LG tá, são as duas que dominam mercado de tela, né?

Edu Garcia:Não saem dessas duas aí.

Eduardo Marques:Eu lembro, eu lembro de outra japonesa, era Japan Display, acho que era, mas sumiu do mapa, né?

Edu Garcia:Pelo menos entre os fornecedores da época a gente costuma comentar no site, tudo tem só essas duas. E a BOE, que a BOE tá sempre, coitada, Tá sempre sendo descartada pela Apple. Sempre tá com um problema de rendimento lá, de não tá batendo as metas da Apple e tudo, e sempre acaba ficando de lado, né?

Eduardo Marques:Mas o que eu ia falar é que a LG tá apostando nesse HMO e a Samsung tá indo num outro caminho, uma técnica de deposição por camadas atômicas, Atomic Layer Deposition, ou ALD, que seria um processo mais lento que visa criar camadas de emissores de óxido com mais controle e precisão do que o HMO.

Edu Garcia:Então, cara, é muita tecnologia numa coisa que a gente não dá, né? Não dá nada assim. Aí é uma tela OLED, meu irmão, cheio de paradinha, cheio de detalhe.

Eduardo Marques:Aí eu dou muito valor. Sabe o que que me passou pela cabeça esses dias, cara? Tem 2 dias eu tava lembrando da minha época de PCzão, dos primeiros computadores, PC 486, sei lá, que eu tinha, 386, que os monitores CRT, né, de tubo na época, Eles tinham dois dials na parte inferior para você alinhar ele horizontalmente e verticalmente. Eu lembrei disso por acaso, cara, anteontem.

Edu Garcia:Eu lembro, era muito legal.

Eduardo Marques:O negócio tinha dois dials físicos para você alinhar a tela na— Por que que tinha que alinhar ela? Por que que ela não ficava sempre do mesmo jeito? Coisas que eram super naturais pra gente, sabe? Eu não me lembro quando isso sumiu e eu nunca mais pensei no assunto.

Edu Garcia:Graças a Deus que você não lembra, porque isso aí sumiu em 1878.

Eduardo Marques:Metade das pessoas que estão ouvindo o podcast não sabe nem do que eu tô falando. Que merda é essa de cabeça de gato?

Edu Garcia:Não sabe nem o que é monitor antitubo, pô. Quanto mais um dial pra você ajustar horizontal e verticalmente a tela dentro do monitor. É uma loucura mesmo.

Eduardo Marques:O Apple Watch tem mais, tem acho que o triplo da resolução que tinha meu monitor de 15 polegadas da época.

Edu Garcia:O Apple Watch tem, a gente já fez esse comparativo, né, do primeiro iPhone que a gente tá falando, 2007, cara, não é assim, é ontem o negócio, sabe, na história assim. Você imagina se comparar com os monitores desse aí, aí é bizarro.

Eduardo Marques:Bora falar de iOS 27, falamos muito no podcast passado, óbvio, né, WWDC tá aí. Pouquíssimos dias. Podcast que vem vai ser brabo. Mas o German trouxe algumas novidades, a gente separou aqui algumas pautas. A primeira é um suposto, o suposto app dedicado a Siri, né, que a gente já falou muito aqui. Ele citou que ele vai ter sincronização via iCloud de todos os recursos e obviamente do conteúdo. Ou seja, vai funcionar via iCloud como funcionam os apps de chatbots, né. Então você interage com ele no iPhone, e você pode abrir o app no Mac e ver o seu histórico de conversas no iPhone. O que é uma experiência com a nova Siri, não vai evoluir só no fato de ela finalmente nos entender e ser inteligente, né? Isso sonhando aqui acordado com tudo que a gente espera. Mas toda interação que a gente tem desde o iPhone 4S, foi quando a Siri surgiu, até agora foi uma interação muito, muito totalmente temporária, é única, né? Você pergunta uma coisa e no máximo você segue ali com uma segunda ou terceira pergunta e acabou.

Edu Garcia:Eu nunca consegui seguir com uma segunda ou terceira.

Eduardo Marques:É, e lembra que na demonstração original eles falavam isso?

Edu Garcia:Falavam.

Eduardo Marques:O Scott Forstall demonstrando: "Ah, como é que tá o tempo em São Francisco?" Ela: "Ah, tá chuva." "E em Nova York?" "Ah, tá sol." Não, isso não funciona até hoje. Não? Mas enfim, isso independente de funcionar ou não, é como uma Siri É desde então. O fato de ela ganhar primeiro um app dedicado, né, de funcionar como chatbot, já muda completamente o paradigma da coisa. A gente inclusive discutiu aqui nos podcasts passados como que vai ser a criação desses novos chats. Que beleza, você pode abrir o app e interagir via voz ou via texto. Isso a gente sabe, é como funcionam os chatbots. Mas e a interação segurando o botão lateral ou chamando o nome da assistente, né? Isso gera também novos chats, se isso fica devidamente armazenado num histórico dentro do app. E eu acredito que sim, né? Quando você interage com ela, você vai criar um históricozinho lá, que inclusive o German também já tinha falado que você vai poder configurar para ele ser apagado automaticamente depois de X dias, semanas, meses. E agora fala-se dessa sincronização, que é outra mudança de paradigma muito grande com a Siri, né? Porque você vai poder iniciar uma conversa no iPhone, continuar no Mac, depois voltar para o iPhone, enfim. Usar desse benefício do ecossistema Apple, né?

Edu Garcia:Que foi o que você falou, já tá disponível em outros chatbots, mas eu tenho uns probleminhas aqui com o ChatGPT nesse sentido. Tem, ele demora para sincronizar. Você renomeia uma coisa, o app do macOS deles, não sei se você já fez isso, tentou. Eu tenho um projeto, né, uma pasta ali, Mac Magazine, que eu boto as coisas de Mac Magazine, tudo, e eu tento renomear um negócio, ele não consegue renomear, sabe? Tem vezes que eu entro No macOS tá de um jeito e na web ou no aplicativo do iOS ainda não mostrou. É a minha última interação com ele e tal.

Eduardo Marques:Então eu espero que— Às vezes aqui demora um pouquinho, mas sincroniza bem.

Edu Garcia:Eu espero que a Siri seja mais eficiente nesse sentido, porque realmente—

Eduardo Marques:Seja estilo Telegram, né?

Edu Garcia:É, porque realmente a Siri você interage com ela, se ela funcionar, né? Em vários lugares mesmo, né? Você interage no HomePod, você interage no no Mac, você interage no iPhone, você interage no iPad, no Watch, no Watch para botar timer, para fazer não sei o quê. Então assim, tem que estar tudo realmente muito bem ajustado ali nessa sincronização.

Eduardo Marques:Mas aí esse exemplo que você falou, Siri, cria um timer para 5 minutos, vai criar um chat?

Edu Garcia:Não, aí não, porque aí você, aí eu acho que ela só tá, você só tá usando ela para ativar um outro negócio, para executar uma ação.

Eduardo Marques:Abra um aplicativo, cria um timer, "Defina meu alarme para tal hora, para meu despertador para tal hora." Se são ações, elas não ficam registradas.

Edu Garcia:Eu diria que não tem porque registrar um negócio desse, né?

Eduardo Marques:Eu não tinha pensado nessa parte, mas faz sentido.

Edu Garcia:Se ela, se exige uma resposta dela falada ou em texto, aí tem que criar um cardzinho lá para você poder ter acesso a esse histórico. Se ela não precisa responder nada, por exemplo, cria um timer e ela só mostra o timer ali na tela, Whatever, né?

Eduardo Marques:Ela até pode responder, né? Criei o timer e tal, mas é besteira, só uma confirmação da ação.

Edu Garcia:A resposta dela não é obrigatória nem primordial, né?

Eduardo Marques:Então, para mim, abre o app e tal, ela não fala nada. Ok, mas eu tô muito, muito, muito feliz que tá funcionando aí, cara. Tô realmente, pô. O que ele disse, que pode ser surpreendente, mas ao mesmo tempo a gente sabe que não é, que a Apple já está trabalhando nos sistemas 28 8. Ou seja, estamos a poucos dias de conhecer os sistemas 27 que vão entrar em fase beta durante no mínimo 3 meses, né? Eles só vão ser lançados em setembro, outubro. Mas os trabalhos internos da Apple para os sistemas 28 já começaram. Os sistemas que vão ser anunciados em junho do ano que vem já tem até codinome. O iOS e o iPadOS 28 são Bell e o macOS 28 é Poppy. Aí eles estão— tem uma— segundo o Gurman, tem um apelido lá interno na Apple de que o conjunto, né, iOS, iPadOS e macOS 28 é É uma junção dos dois codinomes. Mas é natural, assim, tem os sistemas deste ano, eles já passaram da fase de— chegamos há muito tempo inclusive, né, já passaram dessa fase de determinar quais são os recursos que estarão presentes neles. Isso aconteceu meses atrás, tipo, ó, isso daqui vai dar, isso daqui tá pronto, isso daqui tá quase pronto, isso daqui ainda não tá pronto, mas vai dar. Pronto, esse vai ser o nosso escopo de recursos que vão ser anunciados e planejados para os sistemas 27. Isso daqui não, não dá tempo, ou isso daqui por algum motivo tem que ficar para o 28, é a nossa estratégia, faz sentido, precisamos, queremos e tal. E aí já começa-se a separar recursos para os sistemas 28, inclusive para os sistemas 29, deve ter coisas que já são planejados para os sistemas 29, sistemas 30, é normal. Então nessa fase já, para uma empresa do tamanho da Apple, não é surpreendente que tenha grupos de pessoas trabalhando. E como estão, né, já tem beta aí do 25.6, não, desculpa, 26.6, que é o sistema atual, né. Tem gente trabalhando no 26.6, tá em beta. Tem gente trabalhando no 27, que é o que vai entrar em beta agora. Tem gente trabalhando no 27.1, que é a primeira atualização prevista para mais 1 ou 2 meses depois do lançamento em setembro. Tem gente trabalhando no 28, é uma loucura. Mas é como é assim que funciona.

Edu Garcia:Eu só não sei como é que ela, como é que é para estar fazendo hoje para fazer essa divisão, porque antigamente ela subia lá no palco da WWDC e falava: esses são os recursos que estão no iOS 27, vamos pôr. E isso era lançado na versão 0, né? Acabou isso, acabou. Agora ela lança algumas coisas na 0, algumas coisas na 0.1, algumas coisas na 0.2, na 0.5. E aí o que que ela divide para Ponto 5, ponto 6 ou 28, sabe? Como é que ela— porque é muito próximo um do outro.

Eduardo Marques:Eu acho que depois do vexame de 2024, eles— eu já senti isso no ano passado, eu acho que vai se repetir agora. O que eles anunciam na keynote, se não tudo, praticamente tudo vem na ponto zero, a não ser que já seja alguma coisa realmente claramente planejada para breve. Aí eles falam sempre de spring, né, primavera do hemisfério norte, ou outono, depende da época do ano e tal. Porque o que foi anunciado para a Apple em terra de 2024 tava nos planos e eles não conseguiram cumprir. Então eles não vão repetir essa, tem 2 anos, eles não vão. Foi um vexame tão grande que eles não vão cumprir isso de novo. Então o que eles selecionarem para ser apresentado na keynote de segunda-feira é bem provável que quase tudo esteja na 0.0. O que tá mudando agora é que tem coisas que surgem depois que eles não anunciaram ainda. Ó, isso daqui a gente sabe que vai vir na 0.1, 0.2, 0.3, mas fica como surpresa, não vamos anunciar agora, não precisa, né? É isso que mudou nesses últimos anos aí, mas vamos ver. Próxima novidade trazida por Mark Gurman para o iOS 27 diz respeito ao aplicativo carteira, que a gente já falou que deve vir com recurso de criação de tickets, né, para wallet ali, para você criar passes e tudo mais. Esse eu tô na dúvida se virá mesmo e como virá. Que é uma coisa que nos interessa bastante pensando em MM Tour. A gente sempre assim, a gente evoluiu.

Edu Garcia:Aliás, o último, o último, o ChatGPT, o Claude, já tava fazendo a conta lá, planilha.

Eduardo Marques:O Lucas Caton fez uma planilha, foi fantástico. O último foi o que funcionou melhor. Mas a gente, imagina, gente, 15 pessoas sentando no restaurante, e nos Estados Unidos eles são muito chatos com pagamento de conta.

Edu Garcia:Como é que pode, né? Um sistema Sistema financeiro tão atrasado para um país que é ponta de tecnologia para um monte de coisa, cara. "Ah, não pode passar 15 cartões, só pode passar um cartão." "Ah, não pode, tem que levantar e ir lá na mesa e tal." E quando pega o seu cartão e leva lá para trás? Aí você assina um negócio para botar a TIPA. A TIPA é cobrada depois, porque não cobra no mesmo momento. Negócio tudo errado.

Eduardo Marques:Faz uma pré-autorização, uma loucura. Tudo errado. Tem que aprender com Pix. Mas enfim, a gente normalmente tem que Eu e o Edu, a gente passa a conta pra galera e depois a gente faz o acerto.

Edu Garcia:Isso foi a última aventura que a gente resolveu fazer, porque antes...

Eduardo Marques:A gente resolveu fazer isso, né? Mas pra fazer essas contas, porque é tax, aí é TIP, aí é não sei o quê... Imposto, imposto em cima de imposto.

Edu Garcia:Porque em São Francisco tem imposto que não tem em Berlim, que é imposto de comida, imposto de...

Eduardo Marques:É muito chato, é muito chato essas contas. E a TIP não é tipo: "Ah, vamos dar uma gorjetinha." É 20% da conta. Não, se você junta aqui imposto...

Edu Garcia:Metade do seu prato o outro está comendo, não é seu.

Eduardo Marques:Mas vamos voltar ao recurso. Segundo o Mark Kammermann, o aplicativo Carteira vai facilitar justamente esse processo de dividir contas. E ele fala explicitamente que vai levar em conta fatores como impostos e gorjeta. Que já existem serviços que facilitam isso. Ele citou alguns na matéria, eu nem conheço. Splitwise, Tabs, SettleUp.

Edu Garcia:O Tabs a gente já tentou usar no MM Tour, eu tinha baixado.

Eduardo Marques:Foi?

Edu Garcia:É um que você tira foto da nota, aí você diz assim: "Ah, essa pessoa comeu isso, essa pessoa comeu isso." Você vai indicando. Só que é um negócio que dá tanto trabalho.

Eduardo Marques:Mas, cara, eu abri o site dele aqui agora, o iPhonic está lá, tem botão de início na frente.

Edu Garcia:Ele não é atualizado, ele foi abandonado, eu acho esse negócio. Mas o problema é isso, é que algumas soluções que funcionam, podem funcionar, elas dão tanto ou mais trabalho do que você realmente virar e fazer a conta. Entendeu? Porque você tem que— não tô falando de dividir com 2, 3 pessoas, porque isso é fácil, né? É até mais fácil fazer a conta ali na hora. Tô falando num grupo grande que nem o nosso, assim, 15 pessoas. Aí você tem que cadastrar 15 pessoas, tem que falar o que cada um comeu, tem que não sei o quê. Cara, é mais fácil você perder um tempo fazendo 3 horas uma planilha que nem o cara do Lucas Caton fez pra gente, que aí você faz uma vez só e depois é só botar os dados lá.

Eduardo Marques:Não, mas a planilha a gente tinha que em cada refeição colocar lista dos pratos e os valores unitários E depois ir marcando quem consumiu o quê, ainda dá um baita trabalho.

Edu Garcia:Mas imagina nesse app que você tem que criar as pessoas e...

Eduardo Marques:Mas o sonho é esse, é você primeiro tirar uma foto de um invoice lá, ele entender, porque ainda tem contas que ajudam muito.

Edu Garcia:Tem que ter uma... É difícil.

Eduardo Marques:Não, tem algumas contas que... Por exemplo, você pediu 6 Coca-Colas, tem contas nos Estados Unidos que ele mostra lá. "Cola", e aí mostra 6 e já mostra o valor total, não tem o valor unitário. Aí você ainda tem que fazer uma conta extra, você tem que pegar o valor total, dividir por 6 para saber qual é o valor. Então, esse tipo de coisa, essas variações. Tem umas contas que vem bonitinho, tem uma coluna lá, valor unitário, então ele bota 6 vezes $2. Essas facilidades todas, é isso que ele tem que ser inteligente. Ele entendeu a sua conta, você tirou uma foto ali, em 2 segundos ele mostra. O que foi consumido, qual o valor unitário, quantos foram, não sei o quê. E aí, óbvio que você vai ter o trabalho de indicar quantas pessoas foram e botar talvez o nomezinho delas ali e marcar o que cada um comeu. Só que aí, se for como eu sonho, e aí numa mesa de MM Tour todo mundo tem iPhone, ele deveria ter um airdropzinho ali.

Edu Garcia:Das pessoas marcando o que cada um comeu.

Eduardo Marques:Para cada um marcar o que comeu e vai voltando para você.

Edu Garcia:Vai voltando para você ao vivo, pim, pim, pim, pim, pim, pum.

Eduardo Marques:Imagina que coisa maravilhosa.

Edu Garcia:Eu vou fazer 3 MM Tours por ano. É ter 3 viagens por ano aí para a gente poder filmar isso.

Eduardo Marques:Aí é coisa linda.

Edu Garcia:Pô, tá maluco. Imagina um negócio bem feito assim.

Eduardo Marques:E aí nos Estados Unidos um negócio desse, o German cita isso também, você tem o Apple Card e tem o Apple Cash lá. E aí, pô, é coisa linda. Não só você divide a conta, mas o cara ainda dá 2 cliques ali, o Face ID, e transfere o dinheiro na hora.

Edu Garcia:É lindo. É aquilo que a gente estava falando. A Apple não se considera uma empresa global em algumas coisas, porque o Michel fez post sobre isso. Cadê esse Apple Cash disponível aí para todo mundo? Precisa ter Apple Card para fazer um negócio desse? Por que que tá restrito só aos Estados Unidos? Não dá para criar uma continha ali que você atrela ao seu cartão de débito, ao seu cartão de crédito, a sua conta, para poder fazer essas coisas acontecerem de uma forma mais simples, sabe? De um— ali todo mundo na hora ali já te paga. Pum, a gente paga quanto e todo mundo já transfere ali só encostando o Apple Cash. Só no colchão da iPhone ali, pum, pum, pum, pum, já recebe tudo. Ou então o cara mesmo fala: eu consumi isso, já quero mandar direto para o anfitrião ali da mesa, que é o Rafa, tipo, já transfere direto para o Apple Cash, sabe?

Eduardo Marques:Porra, meu medo, além de a Apple ser uma empresa que esquece que é global, é que um recurso desse, eu não me surpreendo que seja restrito a americano, porque é para o Apple Cash. Concordo. E pronto, a gente nem sem isso Não pode usar o negócio, sabe?

Edu Garcia:E eu boto fé aqui que vai ser.

Eduardo Marques:Eu também boto. Mas é isso, vamos ver o que que virá, se é que virá. Bora para mais um recurso previsto para o iOS 27, mas esse foi um que eu falei inclusive no vídeo aí de coisas que a Apple anunciará, mas que eu acho que ela deveria anunciar, mas que ela não vai. Esse parcialmente segundo o German, né? Não, não é o German não, desculpa. Fui creditar aqui ele, mas quem falou dessa vez foi o Fixed Focus Digital, leaker lá do Weibo, que o iOS 27 vai ter um modo paisagem em todo o sistema. Lembra disso? Eu, quando gravei o vídeo aí esses dias, eu queria até referenciar qual era o iOS que tinha isso, mas esqueci. Mas teve uma época que os iPhones Plus, eles tinham até uma tela de início em modo horizontal e tal, e virou coisa Apple matou. Muitos aplicativos adaptados, né, para muitos funcionava direitinho no modo paisagem. Depois a Apple matou isso daí. Mas segundo o leaker, isso vai voltar no iOS 27, porém só para o iPhone Ultra. E assim, é o que eu falei no meu vídeo, esse iPhone Ultra vai complicar a vida da Apple em alguns aspectos, né? Eu tratei bastante disso nesse vídeo, porque a gente já discutiu muito aqui qual é o sistema que vai rodar nesse aparelho. É o iOS, ele fechado? É o iPadOS? OS com ele aberto? É uma nova derivação do sistema, um Fold OS da vida? E por que limitar esse aparelho recursos que dariam para funcionar, especialmente nos iPhones Pro Max de hoje em dia, mas talvez até num Pro normal também? É espremido, é para dividir o básico do básico que eu tô falando aqui, tela dividida, né, que é o que o leaker falou, split view. É ruim num smartphone de 5, 6 polegadas, mas é ruim.

Edu Garcia:Eu acho que a Apple tira isso, eu acho que a Eles não fizeram isso porque quando você botava na horizontal, modo paisagem, né, e você precisasse usar o teclado, não sobrava nada, né, de tela. Era horrível, realmente muito ruim.

Eduardo Marques:Ele ocupava acho que 2 terços da tela.

Edu Garcia:A experiência é muito ruim. E aí eu acho que a Apple review, tipo, falou: cara, não é legal, sabe. No Ultra, realmente, como a gente vem falando, né, o iPad mini ali, mesmo com teclado, mesmo, o negócio vai funcionar direitinho. Mas eu não sei até que ponto a Apple realmente vai deixar a gente ter uma experiência ruim ruim em outros aparelhos, só para unificar esse negócio, sabe?

Eduardo Marques:Eu, mas tela dividida nem é obrigatório você fazer isso com aparelho deitado. Então concordo, poderia botar dois aplicativos. É muita teimosia da Apple não permitir isso até hoje, cara. É ruim. Eu nem sei se eu usaria disso, provavelmente eu não usaria, provavelmente.

Edu Garcia:Mas tem gente que quer.

Eduardo Marques:Eu não gosto de tela dividida nem no Mac, cara. Eu não, eu não, raramente eu coloco um app do lado do outro.

Edu Garcia:É que tem um gerenciamento de janela muito bom, você bota uma em cima da outra, uma do lado da outra, Command Tab, rapidinho você muda e tal. É outra vida para multitarefa, realmente. É uma coisa muito superior a qualquer coisa. Mas concordo com você que tem coisas que a Apple poderia jogar para a gente decidir, sabe? Se não for horroroso assim, tornar a experiência muito ruim, porque a gente sabe também que as pessoas já culpam a Apple em coisas que ela nem tem responsabilidade, digamos. Sei lá, você comprou, que a gente usa como exemplo, você comprou um aplicativo em outra loja ou outro sistema de pagamento que agora tem na União Europeia, então vai culpar a Apple porque o aplicativo te deu golpe, porque o aplicativo fez alguma coisa. Imagina em coisas que ela realmente tem responsabilidade, que é botar um negócio assim, aí sobe o teclado, ocupa a tela dividida com ele normal, em pé. Aí o teclado sobe e ocupa o aplicativo inteiro que está embaixo. Aí você não vê o que você está digitando. "Porque vai ter que jogar isso para cima, ou, sabe?" A experiência vai ser ruim, com certeza. Aí ela vai falar: "Não quero botar esse negócio disponível, porque vão reclamar, porque vão dizer que é uma bosta." O máximo que ela permite no iPhone é picture in picture, né? Que aí alguns apps começaram a bloquear esse negócio, né? Agora o YouTube, por acaso, liberou para todo mundo, mas antigamente você tinha que pagar para ter esse negócio no YouTube e tal.

Eduardo Marques:Alguns só permitiam. Mas, ó, eu esses dias, com o jogo do João, Fonseca, eu fiquei usando um bom tempo iPhone com Picture in Picture. É chato, é porque eu tava usando ele, joga para cima, joga para baixo, aumenta e diminui. Mas, pô, me dá essa opção, deixa eu escolher se eu quero que seja chato ou não, sabe? É o que eu falei no vídeo, minha opinião é: Apple, acaba com iPadOS, volta a ser iOS. Claro que você não vai ter uma janelinha no iPhone para você mover de um lado para o outro com o afuro. É uma questão de bom senso, sabe? Talvez no Ultra, mas no Ultra aberto tem que ter, se é um iPadzinho, né? Mas eu acho que tem muitas limitações ali que não cabem mais, sabe? Que não. E a Apple, ela própria tá se encurralando, sabe? Outro exemplo que eu dei no vídeo foi o iPad não poder rodar o macOS, né? No momento que ela lançar futuramente o MacBook Pro com touchscreen, acabou, meu amigo, seus argumentos. Aí você não tem mais o que falar, sabe?

Edu Garcia:O iPad já tem o chip Se o iPad rodasse o macOS e o iPadOS ao mesmo tempo, né, digamos assim, imagina, você tem um iPad Pro M5, ele tá no M5, não tá?

Eduardo Marques:O Pro tá.

Edu Garcia:M5 é um puta de um chip, 13 polegadas, é uma tela de laptop o negócio. Aí você tem um standzinho em casa, bota ele no stand, pega mouse, teclado, pum, macOS. Ainda pode ligar no monitor externo, fica lá bonitão. Aí vai para cama, tira o negócio, vira iPadOS, OS de novo ali, fica mais amigável para um touch. Não tô nem entrando no mérito aí do MacBook Ultra que você falou, que a Apple vai ter que misturar essas coisas. Tô falando, tô falando assim hoje, agora, com que temos hoje. Já dava assim mouse e teclado, cara, eu quero gerenciamento de janela igual o macOS, eu quero assim, eu quero um negócio perfeito, quero clique, mouse, trackpad, tudo funcionando. Tira o negócio do stand, vou para cama, ele vira o iPadOS de novo.

Eduardo Marques:Eu poderia ter um dispositivo, poderia ter um iPad "De 3 polegadas, M5, pá, resolvido." Essa parte final que você tinha que ter ficado caladinho, porque é por isso que a Apple não faz.

Edu Garcia:É por isso que ela não faz, mas aí eu só tenho Mac, não tenho iPad. E talvez eu fosse gastar mais no iPad, porque o iPad eu ia ter que comprar teclado externo, monitor, porque eu ia querer uma tela maior, aí ia comprar um Studio Display e tudo e não sei o quê, sabe assim? E tem gente que mesmo com essa opção vai querer ter Mac e vai querer ter iPad, sabe? Porque tem gente que trabalha numa... Para mim, esse cenário funcionaria, que eu descrevi aqui, mas para outro não. Para outro, o cara quer um iMac mesmo, quer uma tela de 24 polegadas ali, com tudo num só, e um iPadzinho mais simples, menorzinho, mais tranquilo, sem ser um iPad Pro. Poderia fazer isso só no iPad Pro, como você falou, tipo: "Não, macOS vai rodar só no iPad Pro", porque tem que ser um iPad...

Eduardo Marques:O Air já está lá com M4.

Edu Garcia:Já poderia, mas ela... Para valorizar ainda mais o Pro, para deixar o Pro com diferencial. E aí o Pro já custa quase $2.000, dependendo do esquema que você colocar ali, sabe, da capacidade que você pegar e tudo. E aí é isso. Mas não, você comentou no vídeo, você não pode botar um multi-usuário no iPad, cara. Ah, puxa cambau com esse negócio. Não pode ter um perfil para você, um perfil de aplicativo para você, um perfil de aplicativo para o seu filho. Todo mundo tem que ter um iPad dentro de casa. Cara, que loucura é essa? Que um iPad não pode ser um dispositivo compartilhado? E eu não digo nem para ter um perfil para cada um, mas que você bote pelo menos um modo convidado, pelo menos, para você emprestar um iPad ali no momento.

Eduardo Marques:É só o mínimo do mínimo.

Edu Garcia:Tipo, e ter acesso a coisas sem ter todo o seu histórico ali, sem suas fotos ali, tocar na foto e abrir todas as suas fotos e tal. Não, tem pelo menos um negocinho ali para você poder emprestar sem se preocupar, sem querer Quer que as pessoas vejam suas coisas.

Eduardo Marques:Bora falar de leaks, vazamentos aí sobre os iPhones deste ano, ano, ano. iPhone 18 Pro, segundo Digital Chat Station, é outro leaker aí que tá sempre presente no Weibo. As novidades de baterias, que é uma das coisas que a gente mais se importa, não são muito animadoras para este ano. Não é que vai diminuir, graças a Deus passamos desse período turbulento de baterias diminuindo, mas aposta em ganhos, especificamente do 18 Pro, tá, ele não falou aqui do 18 Pro Max, são muito pequenos. Vale lembrar que os iPhones desde o ano passado, né, na linha 17, a Apple começou a colocar baterias um pouco maiores nos modelos que não tem a bandeja do chip físico, que são só eSIM, a exemplo dos Estados Unidos. No Brasil, por exemplo, ainda é vendido com a bandejinha, aqui em Portugal também. Eu não uso.

Edu Garcia:Nos Estados Unidos não é vendido com bandejinha, não?

Eduardo Marques:Não, falei que nos Estados Unidos é vendido só assim. No Brasil e em Portugal ainda tem a bandejinha. O que é uma— eu não uso, não tenho mais chip físico e tô com uma bateria menor aqui com a bandeja vazia. É muito chato isso, né? A gente poderia, nesses países pelo menos, ainda ter a opção: você quer com bandeja ou sem bandeja? Não sei como é que vai ser este ano. Mas posta essa diferença, a diferença da— dos modelos com bandeja ainda seria de 1,7%, um aumento de apenas 68 mAh, e um aumento ainda menor do modelo sem bandeja, de 0,8% ou 36 mAh. Aumentos irrisórios, basicamente.

Edu Garcia:O projeto não vai mudar, né? O projeto interno, que eu digo assim, do iPhone, que ela redesenhou lá o projeto. Ela não vai mexer agora no iPhone 18 porque vai continuar esse formato, que esse platô com tudo ali e tudo. E aí não tem muito o que mexer lá dentro para ganhar, né? Como é que você vai? Óbvio, tem um outro componente que pode ficar um pouquinho menor de um ano para o outro, né? Sei lá, vou dar um exemplo aqui: o motor de vibração pode ser que tenha diminuído um pouquinho, e aí foi o que permitiu aumentar um pouquinho a bateria e tal. Porque de um ano para o outro assim, você tem um ganho muito grande de bateria, só se justifica se realmente vai para mexer no projeto, né? Mexer ali internamente, reestruturar tudo.

Eduardo Marques:A expectativa Não que havia rumores disso, mas há o sonho de que a Apple migre para essas baterias de silício-carbono ou ânodo de não sei o quê.

Edu Garcia:Aí você tem um sonho sem precisar mexer.

Eduardo Marques:Que já é rumor, é um rumor. A Samsung é uma que também não migrou ainda para isso, mas já se fala que a linha S28 vai vir com silício-carbono. Ou seja, se a Apple não fizer essa troca, e não vai fazer, né? Não tem esse rumor agora, só corrobora de que a gente não vai ver um salto grande este ano. Isso significa que em fevereiro do ano que vem a Samsung vai vir com a linha 28 e vai dar um banho, porque essas baterias com esse novo material, elas sobem. A gente tá falando literalmente aqui, estamos falando de 1% de diferença entre um ano e outro. A Samsung, eu não me surpreenderia se viesse com um salto de 20, 30 ou até 50% e vai ficar muito de uma geração para outra.

Edu Garcia:Vai ficar muito, porque a experiência, assim, não tô dizendo que a bateria do iPhone é ruim, não é, ela tá muito boa no estágio que tá hoje. Acho que dificilmente, respeitando os diversos públicos que cada telefone tem, né, porque o Air, por exemplo, tem uma bateria muito menor, mas se você usa o iPhone que nem um maluco, bota muitas aspas aí, profissional, você não vai ter um Air, você tem que ter um Pro, né, e aí o Pro a bateria é melhor. Então respeitando os diversos públicos, a bateria dura o dia inteiro para todo mundo, a não ser um dia ou outro ali que você faça alguma coisa muito fora da curva e tudo.

Eduardo Marques:Ó, me corrigiram aqui, não sei porque que eu falei S28, o Denner RRSLL aqui, sei lá, S27, desculpa, me corrigindo aqui.

Edu Garcia:Tirando essas, a bateria é boa, mas assim, uma coisa é você ter uma bateria de um dia e outra coisa é você migrar para uma possível bateria que dura 2 dias, 3 dias. É meio que você comparar o Apple Watch com alguns Garmin aí que dura uma semana, sabe? Tipo, o Apple Watch é uma bateria boa, É, dura um dia, mas você quer que dure 4 dias, 5 dias? Eu quero, claro que eu quero.

Eduardo Marques:Não, a gente, ó, eu falei aqui dos números do que o Líquen trouxe do 18 Pro. Já tinha, ele já havia falado de 18 Pro Max no começo do ano, disse que vai gerar entre 5.100, 5.200 mAh. Ou seja, 5.200 mAh é a melhor aposta para o maior iPhone. Não vou falar do Fold aqui, né, do Ultra. O Pro Max deste ano deve viver com 5.200 mAh no modelo sem bandeja de chip. Cara, tem aparelhos menores do que o Pro Max com bateria de 7, 7.500, 8.000 mAh. É muita diferença, sabe? É literalmente 50% a mais. Pô, 50% a mais, cara, é muita diferença.

Edu Garcia:Muito iPhone, muito telefone que tem uma bateria super com números assim que você falou, de 5, 6 mil, 7 mil, e que dura a mesma coisa que o iPhone, né, no final das contas, porque o telefone não é otimizado o suficiente para fazer a bateria Esses aparelhos que eu tô falando, com bateria de silício-carbono de 7.500 mAh para cima, tem aparelho durando 3 dias, cara.

Eduardo Marques:2 dias, 3 dias. Aí o salto é bom.

Edu Garcia:Mas é isso, a Apple demora muito tempo para virar a chave nessas tecnologias, né? Curiosamente, Apple e Samsung e Google também, né? Que nenhum Pixel tem uma bateria dessa.

Eduardo Marques:O volume da Apple e da Samsung impede elas de fazer algumas viradas de chave.

Edu Garcia:E até fazer os testes mesmo que tem que fazer de longevidade, né? Essas baterias têm quantos anos? 2 anos que estão no mercado? 3 anos, talvez, no máximo.

Eduardo Marques:Não sei se é isso. O MKBHD fez um vídeo explicando um pouco sobre isso.

Edu Garcia:A gente fez um post também sobre isso, porque assim, no mínimo a Apple está estudando esse negócio. Um iPhone não foi feito para durar 1 ano, né? Tem que durar 3 anos, 5 anos. Então você tem que fazer um ciclo de teste ali de pelo menos entre 3 e 5 anos com um telefone com uma bateria dessa para entender como é que ele se comporta, se a bateria aguenta, se não aguenta, se ela perde a saúde "Ah não, a bateria é ótima, dura 3 dias, mas ela perde a saúde 2 vezes ou 3 vezes mais rápido do que..." Pô, então tem uma coisa que eles têm que botar na mesa.

Eduardo Marques:E tendo pouco tempo, vamos supor que... Eu não sei se as primeiras já chegaram a 5 anos, acho que não. Provavelmente deve ter uns 3 anos aí, talvez 4, os primeiros Androids que incorporaram essa bateria. Vamos supor que essas baterias depois de 5, 6 anos dá uma merda grande. Dá, começa a pegar fogo. Não deu nem tempo ainda.

Edu Garcia:Começa a ter, você vai ter que fazer um recall porque as baterias estão explodindo depois, por algum motivo qualquer ali que você não sabe.

Eduardo Marques:Não é à toa que elas têm vários pés atrás.

Edu Garcia:É, tem que, pô.

Eduardo Marques:Mas voltando aí, o 18 Pro e 18 Pro Max, foi por isso que eu me confundi com o Samsung, tô pensando no iPhone 18, aí foi na S28, mas não. As cores estão praticamente confirmadas, né? O Sonny Dickson também trouxe aí alguns dummies já com aspecto bem finalizado. Assim, não é uma paleta que eu olho assim: "Que paleta maravilhosa!" Porra, Rafael, tem prateado e preto, para de reclamar. É isso que eu ia falar, calma. A cor diferentona que deverá substituir o laranja cósmico, esse Dark Cherry, esse cereja aí, eu acho assim, eu já não gosto do laranja, mas beleza, pegou no gosto do povo.

Edu Garcia:Vai ter que comprar um desse para fazer vídeo, vai ter que ficar com ele o ano inteiro.

Eduardo Marques:Você é doido? Eu achei esse Cereja pior ainda, cara. Eu já não gosto do Laranja, esse então achei feio, feio. A não ser se o final lá, os renders da Apple, a tonalidade vai ser muito diferente disso, porque se for como esses demos, falei, não posso estar muito errado assim. Eu não apostaria que o Laranja fosse fazer sucesso como fez, né, cara? Impressionante. Quase aposto aqui que ele não vai repetir o sucesso do Laranja, cara, esse Cereja.

Edu Garcia:Mas é isso, Rafael, você apostava que o Laranja ia fazer esse sucesso?

Eduardo Marques:É isso, cara.

Edu Garcia:Não, não é. O laranja ele tem, mas ele tem uma pegada na China, por exemplo, fez muito sucesso, né, por um, a gente comentou isso num post, por uma coisa muito específica que o laranja é ligado a uma cor de meio que status, né, eu não lembro exatamente o que a gente colocou no post, mas tem muita gente, por exemplo, que faz associação da Hermès com esse laranja, né, que é uma cor de, é a cor da Hermès, né, uma cor de grife, né, uma cor de status. Sei lá, enfim, esse cereja não sei.

Eduardo Marques:Qual é a cor que você associa com cereja? Qual é a marca?

Edu Garcia:Não sei, mas tem alguém dentro da Apple, ou algumas pessoas, né, que estudam isso muito bem para definir quais são as cores do ano, né?

Eduardo Marques:Não quer dizer que sempre vão acertar, mas de maneira nenhuma.

Edu Garcia:Mas me parece assim que a Apple botou o bode na sala e agora tá tirando, tá voltando com preto e com prateado, e tá todo mundo As outras duas você pode fazer o que você quiser, minha filha. Bota a cor que você for, bota verde.

Eduardo Marques:Mas tem que ser isso, não tem problema, concordo.

Edu Garcia:Se quiser botar um marromzune na linha, bota um marromzune aqui para escolher, um café, preto e branco, e tá tudo ótimo. O resto você—

Eduardo Marques:não, se vier esse, eu não sei nem se a gente pode chamar de preto, tá mais para um cinza espacial ali, que eu acho mais bonito do que preto.

Edu Garcia:O cinza espacial, lindo, o cinza escuro. Da Apple, como é o meu Mac, que é o M1 Pro, que era o nome era exatamente cinza especial, cinza espacial, agora é preto, né, espacial. Eu acho até mais bonito do que o preto, eu acho, eu gosto dessa mistura do cinza escuro com preto e tal, fica bonito.

Eduardo Marques:Então talvez o iPhone vai ser o iPhone açaí, the best açaí.

Edu Garcia:Verdade, minhas filhas vão gostar, adoram um açaizinho.

Eduardo Marques:E eu vou te dizer que o azul que estão tendendo aí nesses dummies, lembra o azul Sierra, né?

Edu Garcia:Lembra, foi qual? Também não foi o melhor azul do mundo, né?

Eduardo Marques:Ah, não gostei desse azul. De todos os azuis, é o pior azul, e eles estão trazendo de volta.

Edu Garcia:Mas aí beleza, mas é um azul que tem hoje, não exatamente esse, mas tem no iPhone Air, tem um azulzinho, azul céu, né? Tem no MacBook.

Eduardo Marques:Mas esse azul céu, ele é bonito porque é um prateado que, a depender da iluminação, você vê uma tonalidade de azul. Esse azul azul calcinha ali.

Edu Garcia:Pode ser um azul mais pro azul céu, sabe? Porque a gente tem muito produto azul céu hoje, tem iPhone Air, tem MacBook Air.

Eduardo Marques:Então não, a Naísa disse que foi no 13 Pro. Obrigado, Anaís. Então eu cliquei aqui sem querer, mas o Diego disse que foi péssimo também. O bom mesmo foi o azul intenso, acho que era isso.

Edu Garcia:Não, mesmo é preto e branco.

Eduardo Marques:Preto? Não, eu gostei muito. Esse aqui é o pior, esse daqui é muito feio. Meu Deus, ó, aqui ele dá bonito, ó, azul.

Edu Garcia:Mas aí ele vira roxo, tá combinando com a pulseira que você botou aí, que você mostrou.

Eduardo Marques:Aí eu tô olhando ele agora aqui, ele virou roxo na câmera, tá bonito. Enfim, o iPhone mais feio que eu já tive. Quer dizer, o 6 e o 6S eram feios, aquelas antenas.

Edu Garcia:Mas aí a antena não é a cor, né? Porque só tinha prateado.

Eduardo Marques:Câmera dele era feinha, era, só tinha uma opção de cor, não era prateado?

Edu Garcia:Ah não, tinha dourado, tinha rosa, ouro rosa, tinha preto. Não tinha não, tinha Preto foi no 8.

Eduardo Marques:No 7 e no 8. Não, teve o Jet Black no 7.

Edu Garcia:Eu acho que o 6 teve só ouro rosa, dourado, prateado. Acho que eram essas 3 cores. Aí no 7 veio essas cores pretas e tudo. Mas eu, assim, se vier um cinza chumbo, cinza escuro, um titânio natural mais escuro, sabe?

Eduardo Marques:Vai ficar bonito demais. Primeiro ano que eu não vou ter dúvida de cor. É só vir com esse preto aí, cinza espacial, dark grey, chumbo, sei lá qual cor, já é. Mas eu vou te falar que o prateado é bonito também.

Edu Garcia:Ele tem uma beleza, o problema é o brancão, né?

Eduardo Marques:Não quero, não quero, vai ser o preto. Depois de um ano, eu às vezes olho pro meu iPhone e me arrependo, cara, de ter pego essa coisa.

Edu Garcia:Depois de um ano traumático.

Eduardo Marques:Não é à toa que ele tá todo detonado, né?

Edu Garcia:Mas esse iPhone, você detonou ele com um mês.

Eduardo Marques:Nossa, meu iPhone tá feio.

Edu Garcia:Um mês você tava no MM Tour e deixou ele cair em cima de pedra.

Eduardo Marques:É o melhor iPhone que eu já tive, com a melhor câmera, melhor performance, melhor tela, mas é o iPhone mais feio, mais frágil.

Edu Garcia:O cara com um mês tava derrubando o iPhone em cima de pedra lá no meio da rua, e eu lá longe só olhando ele assim, ó, mexendo.

Eduardo Marques:De repente ele deixa o negócio cair, me olha com uma cara de bunda assim, falou: "Puta, ferrou, lasquei telefone todo." Enfim, só para fechar esse assunto, o Mentico também falou um pouquinho sobre os modelos Pro deste ano, corroborando aí um rumor que tá praticamente cravado como certo, que é essa nova câmera principal principal com abertura variável. Segundo ele, essa, esse sensor, não é o sensor que muda, né, é o diafragma mesmo. Esse conjunto vai ser 50% mais caro do que a atual lente de 7 elementos que a Apple usa na câmera principal. Quem vai fornecer ele é a Sunny Optical. Ela deve fornecer 40, 50% das lentes dos aparelhos. E aí isso vai encarecer para Apple, não quer dizer que vai encarecer para o usuário final. O que a Apple vai fazer este ano? Se vai aumentar os preços, se vai matar, como ela fez no Mac mini recentemente, os modelos de entrada e oferecer só as capacidades maiores para ajudar na margem dela.

Edu Garcia:Você vai tirar os outros negócios que tem, tirar a superfície sensível ao toque ali do botão de voz, que economiza um dinheirinho, vai tirando umas coisas assim aqui e ali que o povo não usa muito e tudo. Tudo para dar uma, porque assim, memória ela já tá pagando mais caro, aí vai pagar mais caro na câmera. A gente já reclamou aqui da carcaça de alumínio, que ela poderia manter alumínio, mas usar um alumínio um pouco mais resistente, que provavelmente se fizer isso é mais caro. Aí, meu amigo, só mais caro, caro, caro, caro, vai chegar uma hora que vai ser difícil não repassar isso para gente, né?

Eduardo Marques:E o Ming-Chi Kuo falou também que no iPhone 2021, não é nem do ano que vem, eu ia falar no ano que vem, não, é 2028, 2028 é que prevesse ajuste na câmera ultra angular dos iPhones. Ou seja, ela não deveria, não supostamente vai mudar nem neste ano e nem no ano que vem. E aí para 2028, que ela estaria planejando substituir uma tecnologia chamada flip chip em favor de um design COB, chip on board, tornando esse módulo da câmera menor e mais fino. Enfim, evoluções aí que a gente vai saber.

Edu Garcia:Ela faz uma escadinha de câmeras, primeiro ela melhora a grande angular, depois ela melhora outra, depois ela melhora outra.

Eduardo Marques:É sempre uma por uma, né?

Edu Garcia:É sempre uma por uma, porque senão fica muito caro realmente ela melhorar as três num ano só. Aí chega no ano seguinte também não tem tanta novidade. A Apple falou que não segura a tecnologia, né? Não segura melhorias, mas a gente sabe que não tem como. Tem que fazer uma conta ali, né? Já tá subindo 50%, que você falou. Imagina se melhora a ultra angular, a grande angular e a telephoto de uma vez só. Aí tem que aumentar o preço.

Eduardo Marques:Estamos a poucos dias de conhecer os novos sistemas operacionais da Apple, entre eles o macOS 27. E o macOS, ele tem uma particularidade em relação a todos os outros sistemas da Apple, que são os seus codinomes. É uma tradição milenar da Apple que eu não sei por que que eles mantêm até hoje, mas enfim, é divertido.

Edu Garcia:Porque o Craig gosta de fazer a brincadeirinha lá no vídeo, né, de introdução. Adoro. É só por isso que justifica. Manter esse nome.

Eduardo Marques:Há esses codinomes internos, né? A gente falou agora de Pop, de não sei o quê ali, mas esses nomes de marketing, né? macOS Tahoe, macOS Sonoma, Sequoia, Mavericks, Yosemite. Isso daí é um nome oficial do sistema que vai junto ali do número da versão, né? E aí a dúvida é qual será o nome do macOS 27. E a Apple deu uma pista que pode ser uma pista Pode ter sido uma mancada ali, deixaram passar propositadamente ou não, ou pode ser uma pista furada, tipo, ah, vamos gerar um burburinho aí, como tá gerando, né, nesses últimos dias, e depois o nome não vai ser esse. Mas o nome do arquivo do Hashmoji do Twitter, lá do X, né, quando você digita a hashtag WWDC ou WWDC 2026, aparece um logo da Apple lá iluminado, estilo WWDC. Isso foi ativado há poucos dias e o nome desse arquivo começa com Project Big Bear, aí depois tem underline 2026, hash, emoji, não sei o quê. E Big Bear é o nome de um lago na Califórnia, Big Bear Lake. Você já esteve lá?

Edu Garcia:Já, é aqui do ladinho, aqui pertinho. Viajei para Tijuana, olha só que maravilha. Aí você cruza para os Estados Unidos por dentro do aeroporto, peguei um carro em San Diego, 2 horinhas, 3 horinhas dirigindo, aí você tá no numa estação de esqui chamada Big Bear, que é bem bacana.

Eduardo Marques:Mas o Big Bear é a estação ou é o lago? Ou tem uma estação perto do lago?

Edu Garcia:Porque as cidades são, você sabe mais do que ninguém, né, cidades são super pequenininhas, no Cupertino, no Mountain View, é tipo uma cidade, só que a cidade provavelmente vive em função da estação de esqui, sabe, porque é tudo—

Eduardo Marques:Eu imagino que seja um daqueles lagos cercados por um lago gigante, um monte de casinha em volta do lago. E aí tem as pistas.

Edu Garcia:E aí tem umas, tem, agora não sei quantas são.

Eduardo Marques:Aí lá de cima da pista você vê o lago?

Edu Garcia:Você vê o lago no teleférico, você vê o lago bonitão lá.

Eduardo Marques:Ah, deve ser bonito pra caramba.

Edu Garcia:Bonito pra caramba, bem maneiro. E a cidadezinha assim, o centrinho da cidade é super pequenininho, sabe? Que é uma rua principal assim com os restaurantes e as lojinhas e tudo. Bem cidadezinha pequenininha, bem legal. Fiquei em San Bernardino, né? San Bernardino, não sei se é a—

Eduardo Marques:Olha, San Bernardino tem um nome famoso aí, né?

Edu Garcia:Porque quem acompanha o mundo Apple, né, é famoso aquele—

Eduardo Marques:Não sabia que era San Bernardino.

Edu Garcia:E é de San Diego, se eu não me engano, são mais ou menos 3 horas dirigindo, entre 2 e 3 horas ali para você chegar.

Eduardo Marques:Então é uma aposta super plausível, né? Porque já há muitos anos que a Apple usa nesses nomes, esses locais emblemáticos importantes da Califórnia, do estado da Apple, né, que é de Cupertino. Antes disso ela usou felinos, né, então tínhamos o macOS Lion, Mountain Lion, Leopard, Jaguar, Panther e tal. E aí quando acabou os felinos ela migrou para os locais da Califórnia e aí tivemos esses exemplos que eu já citei aqui. Então Big Bear, acho que eles não colocariam Lake, né, seria macOS Big Bear, é uma aposta aí.

Edu Garcia:É, tá, porque Tahoe também tem Lake, né. É outra estação de esqui também que tem lá, e eles não colocaram. Então acho que Big Bear vai ficar só Big Bear mesmo, se foi isso.

Eduardo Marques:É, se for, te soa bem?

Edu Garcia:Soa bem, até porque tem uma hora que não tem muita opção não, né?

Eduardo Marques:Eles ainda têm muitas opções, eles poderiam matar isso, né?

Edu Garcia:Como eu falei, é uma tradição, mas acho que eles vão matar quando não tiver mais, sabe? Aí eles vão falar: agora a gente já usou todos os locais na Califórnia. Emblemáticos, então não vai colocar um logo.

Eduardo Marques:Bom, mas ainda deve ter uma listinha grandinha pela frente, não tem não? Deve. Acho que ainda daria uns bons anos aí.

Edu Garcia:E realmente assim, não deixa de ser uma desculpa para eles para dar uma tematizada no visual do sistema, né? Porque lembra, você é COE, aí botava lá um fundo de tela com as árvores bonitonas e tal, aí agora vão lá.

Eduardo Marques:O wallpaper é o do local.

Edu Garcia:Vão lá tirar umas fotos lá da estação de esqui, provavelmente, do lago e tal, para fazer umas imagens legais para E aí você dá um tema, né? Você pelo menos faz essas artes meio subjetivas, mas com base num local físico.

Eduardo Marques:Acho que um dos mais bonitos para mim de wallpaper foi o Catalina. Qual? Uma ilha.

Edu Garcia:Ah, é verdade. Big Sur também era bonito.

Eduardo Marques:Tiraram uma foto... Vocês usaram drone na época ou helicóptero, mas era uma baita foto da ilha de Catalina. Qual era o outro que você falou?

Edu Garcia:Big Sur também era bonito.

Eduardo Marques:Ah, de Yosemite tem Big Sur, é um morro, né, dentro de Yosemite.

Edu Garcia:É a costa, né?

Eduardo Marques:Ah, não, não é a costa, é a costa, tô confundindo.

Edu Garcia:Big Sur é a costa.

Eduardo Marques:É a costa, muito bonito.

Edu Garcia:Eu também já passei por lá de motoca.

Eduardo Marques:Yosemite, eu acho que teve um que foi um nome de um morro dentro de Yosemite.

Edu Garcia:Tem, que é o Paredão de Pedra.

Eduardo Marques:É o Capitã, é o Capitã.

Edu Garcia:É o Paredão de Pedra. É muito bonito, cara. Pena que é tão longe do do nosso MM Tour, senão dava para a gente, mas é muito longe mesmo, porque valeria a pena levar a galera para conhecer lá, porque é um lugar muito bonito mesmo.

Eduardo Marques:É isso aí, senhoras e senhores, em clima de festa aqui, com baita superchat que a gente recebeu. Este foi o Mec Magazine 185. Obrigado a todos pela audiência, pelos comentários, likes e afins. Semana que vem vai bombar, segunda-feira tem Temos cobertura completa do Mac Magazine, WWDC 2026, macmagazine.com.br/live. Estarei ao vivo aqui no YouTube, no Insta, no Facebook, com Marcelo Mello, a partir das 5:40— não, 5:40 daqui, 1:40 da tarde, horário de Brasília. A gente inicia nossa live, o evento começa às 2 da tarde, horário de Brasília. Normalmente dura 1 hora e meia, 2 horas aí. Depois continuamos ainda batendo um papo com vocês, vai sair artigos no site sobre tudo que a Apple anunciar. Terça-feira ainda vai bombar de coisa aí que não dá para cobrir tudo na segunda-feira. Depois teremos vídeos também detalhando as novidades dos sistemas beta. E quinta-feira de semana que vem, um podcast especial aí, depois da gente digerir as novidades apresentadas na segunda-feira, com algum convidado especial, talvez dois, não sei, a gente faz uma bagunça maior ainda. E vai ser longo, esse aqui já rendeu quase 2 horas de podcast.

Edu Garcia:Imagina uma galera acompanhando a gente ao vivo aqui no horário alternativo. Foi legal, foi bom. Mas feriadão, como Rafa falou, fica o convite não só para acompanhar a transmissão ao vivo, mas para ler todos os artigos que a gente vai fazer no site, que tem muita, provavelmente, né, muita coisa para a gente debater. Então já prepara aí para compartilhar os artigos, o podcast, os vídeos com todo mundo aí que curte tecnologia, para vocês ajudarem a gente apresentando Mac Magazine para galera aí, para a gente de aumentar essa comunidade. Se você nunca fez uma resenha ali, uma avaliaçãozinha do podcast, aproveita, vai lá no Apple Podcast, vai no Spotify, onde você escuta aí, dá 5 estrelinhas, bota um recadinho lá para gente, ajuda a gente aí a alcançar mais e mais pessoas. Porque uma indicação sua, com certeza a pessoa que receber indicação vai receber de muito bom grado. É assim que a gente aumenta aqui a nossa família.

Eduardo Marques:Rapaz, tá inspirado nesse momento aí.

Edu Garcia:Foi o pipoco, né? Tá chegando. Lembrando, Pipoco chegou aqui, tá chegando uma semana importante. Eu gosto do site fervendo, quero testar esse servidor aí que o Rafa botou no ar aí. Quero ver se ele vai aguentar a pressão, então quero ajuda de vocês.

Eduardo Marques:O nosso podcast só existe graças aos patrões, especialmente os patrões ouro: Adolfo Bernhardt, Allan Ribeiro Leitão, Arthur Duran, Cadu Valcésia, Aderson Lopes, Enio Feitosa, Fernando Brum, Fernando Feg, Humberto Barbato, João Carlos Magalhães, Leandro de Carvalho, Leandro Santos Bonfim, Leonardo Prado, Luciano Paranhos, Marcelo Carvalho, Marcos Ferreira, Mateus Paes Mendonça, Pedro Cobatini, Rafael Dórcelis, Rafael Mantovani, Rafael Stanzani, Romário Henrique, Sérgio Bergamini, Ulisses Aguiar Rocha, Vanderlei Gadot, Wendell Belarmino. É isso aí, gente, deixa eu guardar minha voz aqui que semana que vem vou falar muito. Um abraço e até breve.

Edu Garcia:Tchau!

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