MacMagazine no Ar #684: iOS 27, watchOS 27, modelos de IA, “iPhone “20” e muito mais!
00:00 Introdução
04:45 Gurman: Apple Watch sofre impacto da concorrência; watchOS 27 focará em estabilidade e performance
17:08 Image Playground e Genmojis poderão ganhar modelos de IA atualizados no iOS 27
20:06 Apple poderá redesenhar seção dos AirPods no app Ajustes do iOS 27
25:22 Bloomberg divulga renders de novidades do iOS 27, incluindo app dedicado à Siri
35:42 iOS 27 poderá bloquear iPhone automaticamente em caso de roubo ou furto
42:01 Rumores: Apple volta a priorizar modelos de IA locais no iPhone; certos recursos do iOS 27 rodarão em servidores de terceiros
47:24 "iPhone 20" terá nova tecnologia de bateria e Face ID sob a tela, segundo Jon Prosser
59:49 Encerramento
- Novos recursos do iOS e appsAtualização de modelos de geração de imagem · Integração com modelos de IA de terceiros (Gemini, ChatGPT, Claude) · Redesenho da sessão AirPods nos Ajustes · Atualização de firmware para periféricos (AirTag, Teclado, Mouse) · Renders de novidades do iOS 27 · Nova animação da Siri baseada na Ilha Dinâmica · Integração Siri, Spotlight e IA · Chat dedicado no aplicativo da Siri · Suporte a múltiplos idiomas para IA · Processamento de consultas na Google Cloud com Gemini · Uso de tecnologia de privacidade da NVIDIA · Novos recursos no app Fotos (extend, reframe) · Corretor ortográfico e gramatical aprimorado
- iOS 26.5 e 27Rumores sobre iOS 27 · Foco em estabilidade e performance do watchOS 27 · Image Playground e Genmojis atualizados · Redesenho da seção AirPods no app Ajustes · App dedicado à Siri · Bloqueio automático em caso de roubo/furto
- Wearables e Sensores BiométricosMelhorias no monitoramento de frequência cardíaca · Reestruturação do aplicativo Saúde · Competição com pulseiras e anéis inteligentes · Google entra no mercado de pulseiras · Samsung Galaxy Ring · Whoop · Ultra Human · Projeto de medidor de glicose não invasivo · Zhong Jianchen
- Ciberseguranca e Protecao DigitalBloqueio automático de iPhone em caso de roubo/furto · Monitoramento de sensores para detecção de roubo · Integração com Apple Watch e AirPods para segurança · Proteção de dispositivo roubado (iOS 17.3) · Opções de autenticação de múltiplos fatores
- iPhone 18 e futurosiPhone "20" com nova tecnologia de bateria · Face ID sob a tela no iPhone "20" · Design do iPhone "20" (Air, duas câmeras) · iPhone dobrável (Ultra) · Problemas de produção no iPhone dobrável · Tecnologia de tela COI (Color Filter Encapsulation)
Você está ouvindo o Mac Magazine no ar. Fala, galera do Mac Magazine. Bem-vindos ao nosso podcast 684. Bom dia, boa tarde. Boa noite e bom dia a todos. Fala aqui seu host, Rafael Fischmann. Como vai, Eduardo Marques? Eu vou bem, senhor Rafael Fischmann. Você que está já sofrendo aí com o verão português. Rapaz, subiu 10 graus aqui a média de uma semana para a outra.
Como é que o clima é diferente, né? Aí no verão, obviamente, que nem em muitos lugares do mundo, faz um calor infernal. Aqui na cidade do México, no verão, faz frio, porque chove todo dia. Aí a temperatura cai, porque chove todo dia, todo dia, a partir das duas, três da tarde. E aí, cara, fica até um friozinho.
No verão é muito doido isso. Você sabe que aqui no inverno, quando chove, a temperatura sobe. Vai entender essas maluquices. Aqui tem altitude, tem umas coisas... O fato de o céu estar tomado de nuvem, ele prende, faz uma estufazinha. Mas aqui eu acho que ele faz uma estufa da temperatura... Não fica quente. Aqui ele faz uma...
Ele protege, mas a temperatura fica mais fria, porque está nublado normalmente, quando está chovendo, e aí o sol não entra, você está na altitude, faz um friozinho. Sim, no verão faz sentido, no verão faz sentido cair a temperatura, mas no inverno é o contrário, porque cria essa estufa, e aí ele retém a temperatura. Os dias mais frios no inverno são aqueles que o céu está... Você não acha uma nuvem. Como é que é o céu? Céu da Califórnia. Céu da Califórnia.
Segundo o Breno Masi. Mas hoje, por acaso, não está chovendo aqui. Já choveu. Agora está um solzinho aqui na minha janela. A galera que está ao vivo aqui no nosso YouTube, para quem não sabe, a gente transmite a gravação do nosso podcast, da bagunça aqui toda quinta noite, viu a nossa vinheta de abertura aqui tradicional que precisa ser atualizada. Porque estamos, Eduardo Marques.
Com uma nova capa do podcast. De cara nova. Olha só que beleza. Que coisa bonita. Capa nova. Arte da live. A galera viu nossos mimodes ali de IA. A gente deu uma renovada aí no visual da nossa capa do podcast. Esse vai ser o primeiro episódio com a capa nova. E a vinheta ainda precisa ser atualizada. Porque aí já foge a minha alçada. A gente tem que falar com o criador dessa vinheta. Com algum especialista no assunto.
Ou com a mesma pessoa que fez para a gente da última vez, que eu já nem lembro o nome, ou alguma outra pessoa que queira ir. Aliás, se você aí trabalha com animação e tal, e quiser nos ajudar com isso, entre em contato aí. Senão a gente vai procurar a pessoa que fez a minha atual para a gente da última vez, para dar uma atualizada. Espero que vocês gostem do visual novo da capa.
O nosso podcast é um oferecimento dos patrões. Platinum, Magic Miles, planeja sua próxima viagem em segundos com o IA. E Shokan Premium, película para iPhones com garantia de tela original. Vamos para aqueles recadinhos pré-pauta aqui. Michel Duarte Corrêa, mais um, hein? O cara tá... Tá embalado, cara.
Toda semana tem um dele. On fire. Ele falou sobre a faxina no iPhone que sempre fica pela metade. Quando você vai organizar aqueles apps lá que você usa, que você não usa. App que você acha que é necessário, mas que não é. Tem tempo que eu não faço uma faxinazinha aqui no meu.
Eu tenho tempo que eu não paro pra fazer uma grande faxina, mas tem pouquíssimo tempo, até foi logo antes desse post dele, tem, sei lá, duas, três semanas. Eu, por acaso, fiz uma mini faxina específica em uma categoria lá, que eu falei, pô, isso aqui não precisa, não precisa, não precisa. Apaguei, acho, uns cinco apps, mas não parei pra fazer geral. Depois eu realmente preciso fazer. Acho que todo mundo precisa. Todo mundo... A galera aproveita normalmente uma troca de iPhone pra fazer essas coisas.
Eu ia falar isso, essa é uma boa oportunidade. Em vez de você apagar coisas, é você começar sem nada e instalar só o que você precisa. E puxando só o necessário. Eu faço muito isso no Mac, quando eu faço uma instalação limpa. Mas o iPhone acaba que eu não faço instalação limpa por conta da preguiça. É complicado. Eu prefiro puxar do backup, aí vem tudo mesmo e é isso aí.
E saiu um videozinho no nosso canal, youtube.com.br, Mac Magazine, da semana passada para cá. Falei sobre limitar a bateria em 80%, vale a pena ou não vale? Entre outras dúvidas aí comuns de bateria, tanto de iPhone quanto de iPad, de Apple Watch, de Mac. Galera curtiu esse vídeo, tá? Além do vídeo, que eu espero que vocês assistam, também vale a pena passar pelos comentários, que tá caloroso lá as colaborações. Assim que é bom. E dúvidas, e a galera trocando figurinhas, como sempre, é muito bom. Bora? Bora.
Antes da gente começar o episódio de hoje aqui, Rafa, eu queria falar da NordVPN, nossa parceira de longuíssima data. Hoje, praticamente toda a nossa vida está online, a gente acessa banco, rede social, trabalho o dia inteiro, senha, compras, tudo pelo navegador ali e muitas vezes sem proteção. Então, o que a NordVPN faz? Ela cria uma conexão criptografada para proteger os seus dados e a sua privacidade online.
Principalmente quando você está usando uma rede desconhecida, uma rede pública, viajando, hotel, restaurante. Hotel, restaurante, shopping, aeroporto. E o que isso faz? Isso ajuda a evitar você ser rastreado, pegar um acesso inseguro, exposição das suas informações pessoais. Então, vale muito a pena para você proteger esses dados, ter uma navegação mais tranquila.
mudar a sua localização virtual para acessar conteúdo regional que pode não estar disponível, seja no Brasil ou seja em uma viagem. Eu, por exemplo, aqui usei agora recentemente para me ajudar aqui a fazer um imposto de renda, acessar alguns sites que eu não estava conseguindo, um site de governo que é meio complicado de acessar fora. Então, vale muito a pena.
pena. E tem outros diferenciais também, né? Além do nome da Nord, que assim, tem muita VPN aí que você não sabe a procedência, tem gente que parte pra VPN gratuita, a gente recomenda a Nord, a gente usa pessoalmente há muitos anos, vocês sabem, vocês já ouvem a gente falar que esse nome há muito tempo, mas tem outros diferenciais bacanas, além da confiabilidade. O app deles, inclusive foi renovado recentemente, tanto no iPhone quanto no Mac, no iPad. É super simples, muito rápido de usar.
com literalmente um toque você está conectado, ele detecta o melhor servidor ali mais próximo de você se conecta, ou você escolhe entre milhares de servidores espalhados no mundo inteiro. Você pode usar conectado em múltiplos dispositivos ao mesmo tempo, com uma assinatura só, e tem ainda proteção contra golpes, phishing, malware, tem até antivírus integrado também, a depender do plano da Nord. Tem promoção, Edu? Tem promoção.
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Hoje a gente vai falar muito de sistemas da Apple, que serão apresentados daqui a menos de duas semanas na WWDC. Começando um pouquinho sobre o Watch. Depois a gente vai mergulhar muito em iOS 27. Mas o Watch OS 27 não devemos... Aliás, nem do sistema.
Nem dos relógios em si eu esperaria muito. Tem um rumor aí, que a gente já até comentou aqui, uma fonte dizendo que pode ser que tenha novidades relevantes aí nos relógios, que não serão apresentados agora no WDC. No visual, que você quer dizer, no design deles, né? É.
Isso é para setembro, no hardware. O que a gente vai conhecer daqui a duas semanas é o software. Mas eu ainda estou na dúvida. E o próprio software normalmente acompanha um pouco do hardware. Então, o que o Gurman está dizendo é que o WatchOS 27 deve focar muito em estabilidade, em performance e outros pequenos refinamentos, em vez de introduzir de fato novas capacidades. Ele cita só melhorias no monitoramento de frequência cardíaca. Que já é bom, né? Algumas mudanças. Eu não sei o que isso vai significar na prática. Também não sei.
Porque a gente inclusive publicou vários testes já no site do monitoramento de batimento cardíaco do watch com aquelas cintas, não sei como é o nome, de exercício que antigamente a gente usava, polar e tal. E cara, era super pau a pau ali, super bom a eficiência do monitoramento. Então eu não sei o que poderia melhorar. Eu não sei se ele está dizendo que vai melhorar.
a precisão, eu entendi que pode ter alguma novidade relacionada a esse monitoramento, sabe? Não sei o que. Assim, tirando novos sensores, novas capacidades, que a gente já discutiu inclusive no podcast passado aqui, que a gente bateu a boca de termômetro de tudo, que até hoje não tem, o que eu gostaria de ver a Apple fazendo, que hoje em dia tem muito a ver com o Watch, que o Watch hoje é um dispositivo de saúde, basicamente, de fitness barra saúde.
é ela reestruturando esse aplicativo Saúde que vai beneficiar muito o Watch. Porque eu acho muito confuso hoje o aplicativo para você encontrar os dados da maneira mais correta. Ele não é inteligente. Eu não sei como é que vocês usam. Eu fixei um monte de dados. Primeiro, refazer essa tab bar ali, que está horrível, que a gente já conversou também.
Um botão ali de buscar que podia melhorar esse negócio. Mas aí você fixa um monte de coisa e, obviamente, você tenta botar ali em ordem de relevância para você. Ah, eu quero ter... Mas eu estou escrevendo, por exemplo, um review sobre um monitoramento de pressão. Um monitor de pressão. Aí eu botei a pressão lá em cima.
Mas assim, se eu quiser ver, sei lá, o meu batimento que está lá embaixo, eu tenho que rolar. E ele não é inteligente a ponto de virar e falar assim, por exemplo, ele até joga uns alertas mais para cima. Quando você tem um, sei lá... Quando você é notificado de alguma coisa. Um ruído muito alto, uma notificação de hipertensão, ele bota o alerta. Mas ele poderia, de acordo com as tendências, meio que essa tendência aqui precisa da sua atenção. Então dá uma olhada, seja positiva ou negativa. Aí joga para cima, aí depois joga para baixo de novo. Ele ser mais inteligente.
Os aplicativos desses monitores, eu estou chamando monitores e aí eu incluo tanto fitness bands quanto também esses anéis inteligentes. Inclusive hoje saiu o Ring 5 da URRA. Recentemente o Google entrou nessas...
Pulseiras aí sem tela para brigar com a UPE, com o Fitbit Air. Esses dispositivos que são muito focados em coleta de dados, porque eles não apresentam nada, os apps deles são muito bons. São muito bons. Eles dão banho na saúde da...
Toda experiência de uso do produto é o app, porque você só bota o negócio ali no dedo. Então eles investem muito. O da Ura, você olha assim, é muito legal. O da Fitbit, do Google, os caras estão usando muito IA, então já traz informações boas, inteligentes e contextuais. Inclusive com o coach, com aquele rumor que começou com a Apple, de que a Apple botaria um coach.
de inteligência artificial para te dar algumas dicas ali do que fazer para melhorar os seus dados e tudo, ou enfim fazer recomendações ali com base nas informações de saúde. E o Google chegou, cara. E você vê como esses dispositivos a Apple...
desde que lançou o Apple Watch e deu uma guinada nele, não foi no primeiro ano que isso aconteceu, ele alguns anos depois, algumas gerações depois da chegada do Apple Watch, ele de fato assumiu o posto aí, chegou inclusive a se tornar o relógio, não o smartwatch, o relógio mais vendido no mundo. Ele ainda mantém essa liderança nesse segmento, mas surgiu essas outras categorias aí de, como eu falei, monitores, que são anéis, que são pulseiras, que estão comendo aí uma fatia que a Apple tem que se...
Tem que se ligar. E há muito tempo a gente fala disso, né? A gente falava de rumor, de um possível anel da Apple. A gente nunca falou de uma band, de uma pulseira sem o relógio, sem o mostrador ali, sem o visor propriamente dito. Mas de anel... Porque isso é uma coisa mais recente, né? A UPP, acho que a UPP foi a pioneira nisso daí.
foi a que teve mais destaque nesse mercado, só que agora o Google chegou. E agora ela está muito ameaçada, porque a Google é até baratinha relativamente, só que você tem uma baita assinatura. Você sem assinatura, ela não serve para nada praticamente. Você paga pela assinatura, na verdade. Você paga a assinatura e ganha... Era meio subterrâneo.
e dia, né? A pulseira, basicamente é isso. E aí o Google vem com o negócio tipo... É muito barato. O Google, a pulseira é barata e você não precisa assinar. A maioria você vai assinar, mas a assinatura já é metade da U. E você sem assinatura, você tem boa parte das coisas que muita gente já vai... Os caras assim... E aí a Apple tá demorando pra... Como sempre, né? Porque a Apple não é rápida.
nesses movimentos, de entrar em um mercado ou de tomar uma decisão tão relevante quanto essa. Mas agora, com essa entrada do Google, eu acho que pegou, sabe? Esse mercado de monitores, como você chamou, sem visor. A Samsung tinha entrado nos anéis com o Galaxy Ring e agora o Google entrou nessas pulseiras. E você tem já, né, hoje você tem Samsung, Aura, que é uma das mais famosas, a Ultra Human, que é uma muito famosa também. Tipo... Tipo... Tipo... Tipo...
A gente não está falando do mercado que tem um playerzinho, sabe? Ou dois. Não, tem três grandes já. Está amadurecendo. Aí essas pulseiras sem tela também. A gente já tem no lado do Android, se é que a gente pode falar assim, a gente já tinha umas da Huawei, uma de outra marca de smartphone. Aí tem a Whoop, como você comentou, e agora o Google chegando com muita força.
com todo esse ecossistema de saúde, de coach virtual, de... Cara, a Apple... E eles são espertos, né? O Google, assim como o Meta, ele depende muito de dados, né? Então o cara vai te dar um dispositivo desse baratinho, que você não precisa de assinatura, me dê seus dados.
É isso. É o que eu quero. Imagina a quantidade de informação que você pega de um negócio desse e vende anúncios. Você sabe se o cara corre. Às vezes você sabe qual tênis que o cara corre. Você sabe se o cara está ficando doente. Você sabe onde ele mora, qual a loja do lado, onde ele corre normalmente. Você sabe tudo para vender publicidade muito direcionada. Enfim, por isso que eu queria ver a Apple...
entrando nesse mercado, porque é uma tendência de mercado não... de divisor, para você meio que continuar se monitorando, mas sem estar tão conectado, sem receber notificação toda hora, sem ser atrapalhado, digamos assim, a todo momento. E uma experiência melhor no software, que eu acho que precisa. Eu estou usando muito agora para escrever esse review o aplicativo da WeThings, que eu usava muito pouco, porque a minha balança, que hoje é o meu principal...
método de interação com... que poderia ser da WeThings é da Euph. É porque o app da WeThings é muito baseado nos dispositivos dela. Mas você pode conectar com o aplicativo Saúde que ele puxa também os dados. Ele está puxando os meus dados de corrida, de sono. Mas dificilmente alguém que não tem os dispositivos da WeThings vai usar o aplicativo dela. Ainda mais assinar o negócio da WeThings que ela também tem uma assinatura.
Mas, por exemplo, aquilo que a gente estava conversando offline outro dia, ele está puxando os dados de sono do meu Apple Watch, porque eu não tenho o tapetinho da WeFings, mas ele vê lá os dados que estão no aplicativo Saúde e puxa. E eu estou lá com R$89,90 no Saúde e ganhei um R$63 agora da WeFings. Ah, ele recalcula a pontuação mesmo assim? Ele recalcula a pontuação, ele pega só os dados de batimento, de oxigenação no sangue.
Não, é. Eu já tirei nota 100 no saúde de sono e o da WeThings no mesmo dia estava tipo 87. Foi uma ótima, excelente noite. Tudo viu que nem uma pedra, meu irmão. É, não, mas estava muito mais para 87 do que para 100. Está doido? 100? Não, 100 não existe. Não existe isso. Não tem como.
É muito difícil, mas é isso. A Apple, e aí você vê a interação desses aplicativos que são focados em saúde e você vê o aplicativo saúde da Apple, cara, ela precisa dar uma repaginada nesse negócio, apresentar esses dados melhor, fazer correlações melhores com o sistema, com tudo. Eu queria ver esse negócio chegando no WatchOS 27, mas não sei se eles vão ter tempo de fazer isso aí.
O projeto grande lá, que a gente tem essa expectativa, que não é para esse ano, né? Talvez para o ano que vem, que é o medidor de glicose não invasivo. A novidade é que ele agora tem uma nova líder. Está sendo supervisionado por Zhong Jianchen, que é líder sênior de engenharia, que já supervisiona o grupo de tecnologias avançadas da Apple e hardwares como modems. Agora está liderando esse projeto desse medidor não invasivo de glicose.
Que da última vez que a gente falou, estava do tamanho de uma mesa. Vamos ver se eles conseguiram diminuir para botar dentro de um relógio. Vamos ver.
Como eu falei, bora falar de iOS 27 e a gente vai falar em partes aqui. O Gurman foi um que trouxe essa semana algumas, mas não só ele. Primeira coisa, Image Playground, Jam Modes, modelos de geração de imagem, tudo isso deve ser atualizado no iOS 27. E são das coisas que a Apple Intelligence trouxe até agora, são os mais, tipo, brincadeira de criança até hoje em dia.
E eu espero que esse upgrade torne a coisa um pouquinho mais útil. Eu não sei se alguém, sei lá, está fazendo alguma apresentação escolar. Você não fez essa nossa imagem? Não fiz no Image Playground, não. Na nossa capa do podcast.
É isso que eu ia falar. Eu não sei se alguém, que para um uso sério, hoje em dia, abre o Image Playground para fazer isso. Não faz. Vai fazer isso no Nano Banana ou no Chat GPT, que não acho que chega no Nano Banana ainda. Eu me dou super bom, cara, com essas paradas. O meu prompt é muito ruim mesmo, porque...
Você é muito preguiçoso, cara. Em nenhum desses aí eu consigo fazer um... Você manda uma linha e você quer que o negócio interprete o que está passando na sua cabeça. Óbvio que eu já tentei fazer do modo preguiçoso, que é o modo padrão. Mas eu já fiz prompts grandes e detalhados e não sai do jeito que você... Assim, não é que você espera, porque pode vir uma coisa diferente do que você esperava, mas vir uma coisa legal, bonita, do mesmo jeito. Eu estava discutindo com você outro dia, o chat APT para mim erra todas as proporções de iPhone, de iPad. Ele faz uma imagem lá com Mac, iPhone e iPad. Aí eu...
o iPhone tá maior do que o iPad de altura, assim, sabe? O iPad tá estreitinho, não tá com a tela que ele tem. É, enfim, proporção tudo errada que eu não deveria ter que me preocupar com isso, né? Porque o sistema, a IA, deveria saber qual é a proporção dos produtos ali, né? Pra poder fazer uma coisa um pouquinho mais realista. Mas, enfim, é detalhe. É.
Eu espero que essa mudança, assim, se a Apple atualizar os modelos dela já é bom, mas a gente tinha aquele outro rumor de que você vai poder conectar outras APIs, outros modelos, a exemplo do Gemini, com o Nano Banana, ou do ChatGPT, ou o Cloud. Aliás, eu tenho ouvido muita gente falar Cloud, e não Cloud, eu sempre chamei Cloud, você sabe qual é o certo? Cara, pensando que é meio...
francês, né? É francês? Não, a empresa não é francesa, né? Mas eu imagino que o nome seja uma referência, assim, francesa. É, então, Claude é francês. Eu falaria Claude, não falaria Claude. Por isso que eu falo assim, mas... Mas Antropic não é francesa, né? É isso que eu tô falando, não sei se tem uma referência francesa. Eu vejo muitos americanos se referenciando como a Ilha Claude. Ah, americano fala tudo americanês mesmo, tá nem aí por perto do mundo.
Mas enfim, ele seria mais um que você poderia conectar. Tipo, ah, não quero usar o modelo da Apple no Image Playground. Quero usar o chat GPT. E aí você vai poder ligar ali. Mas espero que venha realmente novidades aí, que dê saídas melhores, que tenha mais personalização, que deixe de ser uma mera brincadeira, realmente.
Segunda novidade, me interessa muito essa, viu? German está dizendo que a Apple poderá redesenhar a sessão dos AirPods nos ajustes do iOS 27. Ele não falou especificamente, mas eu... Assim, não é possível que os caras vão... Esquece, esquece. Não é possível, Edu. Não vai ter. Que não vai ter uma areazinha de update. Não vai ter. De firmware. É uma teimosia muito... Não tem isso para nada, cara.
Assim, tirando os sistemas principais, né? Obviamente. É isso que eu estou falando. Mas tem, né? Mas você não tem uma área, barra, botão para atualizar. AirTag. Só esses periféricos. Teclado, mouse. Isso tudo tem atualização. Muda. Vira e mexe aí tem.
Esses periféricos mais realmente, que são de fato periféricos, né? Teclado, mouse, trackpad, eu acho, até porque esses updates, o que eles trazem, né? Pensa só, é uma forma da Apple controlar a experiência e não deixar na mão do usuário a possibilidade de não atualizar, sabe?
Ela vira e fala, o seu produto vai ser atualizado, quer você queira ou queira. O que eu estava querendo dizer sobre esses periféricos é que você não ganha um novo recurso. Ah, o seu Magic Keyboard foi atualizado e agora ele pode fazer isso. Não. Esses updates de firma é coisa ali de funcionamento, de confiabilidade, da resposta, de recarga, de Bluetooth, de não sei o que, de segurança.
você não vê diferença nenhuma no produto. Os AirPods, não. É um produto que ganha novos recursos, que muda a forma como você interage com ele. Então, até um changelog, né? Você tem uma telinha, ó, esse update traz, comumente, vai ser aquelas coisas de sempre, né? Aprimoramentos gerais e correções de bugs, beleza. Mas, eventualmente, sai uma nova versão, ó. Seus AirPods agora tem a nova CIVA, sei lá. É, tradução ao vivo.
Tradução ao vivo. Pronto. Tem um novo gesto de não sei o quê. Isso é importante, cara. Nesse ponto, eu acho que é muita teimosia. Tipo, beleza. No começo ali, os primeiros AirPods, eles pensaram isso lá no começo, né? Os primeiros AirPods, que eram fone de ouvido Bluetooth. Ah, vamos fazer updates automáticos em plano de fundo, o cara não sabe. A coisa evoluiu. Você tem agora trocentos modelos com N recursos que vai e vem que não sei o quê. Muda esse... Muda esse...
Mas eu não sei como é que ela... Por exemplo, falaram da possibilidade que o Gurman disse que não tem tanta chance da Apple lançar um aplicativo para você controlar essas coisas. Qual é a régua da Apple para falar assim, para isso eu vou fazer um aplicativo, para isso não. Porque eu vou dar um exemplo aqui do Watch e do Vision Pro que ganharam... O Watch desde sempre, mas o Vision Pro ganhou um aplicativo recentemente.
Por que isso não é uma área dedicada dentro dos ajustes e é um aplicativo? E por que os AirPods são uma área dedicada dentro dos ajustes e não... Eu não estou falando que eu queria um aplicativo dos AirPods, não. Mas eu só estou questionando por que uns tem e outros não, sabe? Tudo bem, o Watch e o Vision tem sistemas próprios. É inconsistente. Eles têm sistemas próprios que você precisa atualizar. Os AirPods também têm um sistema próprio dele ali. Mas não é parecido com o que a gente falou, né? Tipo, de você... Ela não... a gente não libera...
Não é um sistema operacional, que eu quero dizer. É, eu entendi o que você... Como Vision OS, como Watch OS, sabe? Que tem lá uma área dentro do aplicativo para você atualizar, para você ler o Stand Log, para você marcar se quer atualizar automaticamente ou não, se quer participar do programa beta ou não. Tipo, é diferente. Mas é um produto, um acessório muito legal. E aí eu não sei qual é o corte, sabe? O que impediria do Watch ser um... Uh...
Um quadradinho ali dentro dos ajustes. E aí você entra e tem tudo o que tem no aplicativo. Sem você necessariamente ter que ir na Store baixar um aplicativo. Se os AirPods virassem um aplicativo, isso facilitaria... E aí eu acho que isso talvez seja uma coisa que a Apple não quer. Mas ele poderia existir para Android também. Poderia.
E levar oficialmente o suporte dos AirPods aos Androids. E pensando nessas regras de União Europeia, pensando nessas regras de concorrência e tal, pode fazer mais sentido você... Porque a concorrência já tem acesso ao cardzinho lá de emparelhamento, igual ao dos AirPods. Já, sabe, um monte de coisa que já era exclusiva dos AirPods e já não são mais exclusivas. Mas você vê, Beats tem aplicativo para Android, mas o Beats no iPhone funciona que nem os AirPods. E o Beats tem botão para você atualizar, né?
Tem... No iPhone, não. Não. No Android, tem. Tem lá um negocinho. No Android, tem no aplicativo. É, é. Loucura. É uma maluquice. Mas essa possibilidade de um aplicativo ainda está em discussão também. Além desse redesign. É porque tem muito recurso hoje dentro desse ajuste dos AirPods, né? Tem muita coisa ali. Você rola a tela assim, até lá embaixo, meu amigo. Mas você acha ruim? Não. Eu não acho.
Não acho. Tirando essa questão das atualizações, eu acho... Mas a reorganização talvez seja uma coisa legal de você fazer mais ramificações. Submissões? É, para você assim, eu quero mudar, sei lá, controle de áudio, não sei o quê, tradução ao vivo. Tipo, tradução ao vivo está perdido lá no final, sabe? E aí você tem... Se você organizar melhor ali, o que é cada coisa para o usuário achar melhor?
Nesse aspecto já começa a me fazer mais sentido na minha cabeça isso virar um app. Aí você bota uma barrinha de aba lá embaixo, aí você tem a parte do áudio, você tem a parte dos ajustes, você tem a área de acessibilidade, de gestos, de controle. Pode ser, faria sentido. Veremos o que virá.
O Grammar foi falando aí nessas últimas semanas dessas novidades que devem vir para o iOS 27, mas hoje, especificamente, ele fez algo que eu nunca vi ele fazer. Ele publicou um artigo na Bloomberg, resumindo, repetindo muito do que foi dito até agora, em termos de novidades, mas ele contratou um... Ficou com inveja do Prósser.
Ele contratou uma empresa, um designer, ele, a Bloomberg, né? E criou renders. Não vou dizer que são lindos, maravilhosos, mas... Bota aquele meme do mal, mano. Uma balação sombrisa. O outro tá ok ali, tem alguns que estão bem esquisitinhos, mas ele transpôs nesses renders o que ele supostamente ouviu, né? Até agora, né? Das fontes dele, que até então ele só havia descrito em texto. E agora a gente tem algumas imagens do que esperar, né?
Entre elas, a nova animação da Siri, que vai ser baseada ali na Ilha Dinâmica. É uma pena que sejam imagens estáticas, né? Essa da questão da Ilha Dinâmica, eu nem entendi direito o que está acontecendo ali. Ele congelou ali a animação no meio dela crescendo ali da Ilha Dinâmica. Mas você vê que isso deve explorar a área superior do iPhone, né? Mais do que hoje.
Teria inclusive a possibilidade de você interagir perguntando algo a Siri ou já chamando um chat de EPT da vida ou possivelmente outra IA que você escolher ali diretamente pela área superior. Você já escolheria ele no menuzinho o que você quer, como você quer interagir e com quem. Teria pergunta. É porque eles estão, pelo que eu estou entendendo, os rumores querem mesclar muito a Siri com o Spotlight com a parte de IA.
não faz muito sentido essas coisas estarem separadas você vai, o Spotlight como ele funciona hoje, se você tiver uma Siri realmente capaz de turbinada joga isso tudo pra Siri, pra Siri resolver e seja uma busca pelo sistema, seja uma busca externa ela tem muito mais
É tipo esses aplicativos que a gente usa, né? Raycast, Alfred. Tipo, você usa ele para abrir um aplicativo, você usa ele para buscar um contato e fazer um FaceTime, você usa para fazer uma conta. Para tirar uma dúvida meio louca, que ela tem que buscar na internet para responder e para resolver. E aí faz muito mais sentido ser um lugar só para isso tudo, né? Do que... Ah, não, espera aí, eu vou...
buscar um aplicativo para eu abrir. Aí é no Spotlight. Ah, não, eu vou fazer uma pergunta que eu quero uma resposta. Aí não, aí tem que ser o Ask Seery lá. Tem que puxar Seery. Você até fica perdido, né? Onde que eu vou... Tem que ser uma coisa só e ele que entenda o que você quer. Deveria ser, né? Um campo de busca para tudo e é isso aí.
E aí a gente até discutiu no podcast passado, o que vai criar um chat dentro do aplicativo dedicado da Siri. Ele também mostra isso nos renders. E aí tem esse exemplo, se você usa esse campo para... Vou abrir aqui o Instagram. Você digita lá na busca e abre. Pô, isso não cria um chat com a Siri. Mas se você faz uma pergunta, no exemplo dele está... Where is Apple headquarters? Onde fica a sede da Apple?
Aí, beleza, você começou um chat ali, uma conversa, e isso pode te levar para o app para você continuar a conversa a partir dali. E isso é o que vai substituir essa coisa terrível que a gente está mal acostumado há mais de uma década da Siri de o que você pergunta que ela não sabe. Veja o que eu encontrei na internet.
web. Estamos a poucas semanas de dar adeus a isso, porque... Não, dá poucas semanas de ver o adeus, né? Porque até botar em prática esse negócio, se chegar no 27.0 mesmo, porque pode ser que Apple mostre lá na WWDC e tal, mas fale, não, já avisa. Tipo, olha, não, isso aqui vai chegar no 27.1 em novembro, sei lá, tô chutando aqui. Aí, meu amigo, senta e espera. Se vier em português. Ainda tem o negócio do inglês. Se vier com compatibilidade em português.
Mas assim, tendo uma base de M&I, me leva a acreditar que já vai chegar com suporte a múltiplos idiomas de cara, sabe? Que não vai ser uma coisa... Por mais que eu sei que cada idioma tem que ter o seu próprio treinamento, que a gente já discutiu isso. Não adianta você treinar tudo em inglês e depois simplesmente adaptar, localizar, traduzir isso.
Tem umas coisas meio que precisam ser treinadas em certos... Levando em conta certos parâmetros da língua e tudo. Mas eu já apostaria que chegaria com inglês, espanhol, português, francês, italiano, sabe? O que me preocupa um pouco nesse aspecto aí é que, embora seja Gemini, o que eu estou entendendo que a Apple vai fazer é usar o modelo do Gemini para algo personalizado para a Siri. E principalmente, boa parte dele local. E aí, como que funciona isso? Porque você... Não sei... Não sei...
Qual o tamanho desse modelo local do Gemini, multi-idioma, sabe? Será que quando você... Ah, mas aí eu não sei se ele vai funcionar multi-idioma, se você vai baixar... A Siri hoje você baixa por idioma, né? É isso que eu estou falando. Aí, beleza, eles vão criar múltiplas versões do modelo.
Depender do idioma que você tem lá. Só que isso já restringe aquilo que a gente reclama há muito tempo de você ter um idioma. Não deveria você escolher um idioma. Só que se for local, não dá para você ter um modelo de todos os idiomas do planeta local no aparelho. Aí você já começa nas limitações. E se eles têm que criar múltiplas versões desses modelos para rodar local...
Aí já tem um trabalho extra da Apple barra Google que pode ser que adie e que não seja... E imagina como é que não vai ficar aquele ajustes do iOS ali, que hoje em dia já fica em uma cacetada de gigabytes ali, de ocupar... O espaço ocupado pelo sistema. O espaço ocupado pelo sistema e pelos ajustes. Imagina como é que não vai ficar depois que tivesse...
Esses modelos aí, locais atualizados, super poderosos. Amigo, 256 vai ser pouco para muita gente, viu? Vai ser brabo. O Germa também mostrou um pouco do novo aplicativo câmera, que ele falou que vai ser mais personalizável. A parte de adicionar widgets ali está bem tosquinha. Nossa senhora.
Mas a ideia, ok, é bem o que eu imaginava mesmo, de você poder adicionar e remover ícones ali da parte superior da interface, você escolher a... É exatamente o que a gente tinha discutido aqui, né? Não quero o ícone de Live Photo lá em cima, quero o ícone de ajuste e disposição.
Não me interessa night mode. Prefiro colocar ali, alterar o formato da foto, a resolução. Enfim, você vai poder deixar ele mais de acordo com o que você usa de fato. Isso é legal. Mas, de resto, ele está mantendo ali o aspecto visual muito parecido com o de hoje. Não vai mudar completamente o câmera. Ainda vai ter aquela barrinha inferior ali com os modos. Aí entra o da Siri. Lembrando que acabou de ser redesenhado esse negócio. No iOS 26, com o líquido glass.
Redesenhado, mas ainda você está em casa. Redesenhado no sentido de quando você abre o app pela primeira vez, de só ter foto e vídeo ali, de ser aquele slider diferente e tudo. Mas realmente, nossa, é outro aplicativo para quem estava acostumado.
Você está no mesmo universo ainda, né? App Photos, ele mostrou ali as novas ferramentas de IA que vão se juntar à única que existe hoje, né? Que é o limpeza, o clean up. Teria duas novas. Uma de extend, para você estender a imagem, tipo, mudar a proporção dela. Tipo, fazer um crop maior do que ela já existe, ele preenche. E uma outra que é reframe, que é para você reenquadrar.
Não sei se é para você mudar um pouco o ângulo dela. Essas são... A gente também já comentou aqui... Será que isso vai ser baseado no Gemini também? Ou vai ser by Apple? Porque assim, se for by Apple, me dá medo do resultado. Por outro lado, se for Gemini, foge muito do discurso da Apple de não...
Esses dois recursos já fogem do discurso dela. De a gente não quer mexer na sua imagem. Porque os exemplos do Gemini, você vê os eventos do Google e tal, você vê as demonstrações dessas alterações que eles fazem em foto, funciona maravilhosamente bem. Só que você está criando uma foto.
Foto nova, basicamente. Você está realmente mudando muita coisa. Eu acho que esse discurso vai cair por terra. E eu acho, assim, a limpeza hoje funciona offline. É um modelo da Apple e é um modelo simples que, para o que ele se propõe, funciona. Inclusive, eu já fiz vídeo mostrando, comparei a limpeza do Photos com o do Google, lá pelo Google Photos. Em muitos exemplos ele se deu bem, outros ele quebra na hora, mais complexos.
E ele roda totalmente offline. Mas você já percebeu que ele faz o download toda hora? Um download novo? Eles atualizam esse modelo toda hora. Toda hora você tem que fazer, você vai usar, baixa um negócio novo, um pacote novo. Mas se você tiver offline, ele usa um modelo que está offline lá. Você não fica sem poder usar, entendeu? A não ser que você nunca tenha baixado ele. Mas o que eu ia falar é, esses recursos de estender e reenquadrar, isso eu não vejo sendo possível de executar local.
E está com cara de que esse discurso da época de que a gente não quer mexer na sua foto e tal, foi uma justificativa para o limpeza ser assim. Não temos, então não queremos. A gente não tem, a gente só oferece isso aqui. Então vamos vender isso como uma vantagem, não como uma coisa ruim do sistema. E aí agora que tem, aí vai falar, não, agora você pode fazer isso, aquilo e tal.
E a última coisa que ele mostrou também ali foi o tal do corretor ortográfico, gramatical, dando um exemplo lá de uma coisa que você escreveu e aí ele sugere uma mudança. E você escolhe se você quer manter sem mudar, se você quer aceitar a sugestão dele, se você quer ignorar tudo, aceitar tudo. Eu quero escrever um texto para o Mac Magazine, selecionar tudo e falar, revise, e ele revisar tudo bonitinho, me dizendo, me sugerindo coisas novas.
Dizendo, ó, isso aqui troca por isso, isso aqui por isso aqui, você aceita tudo, aceita, tá? Eu quero ver isso funcionando. Eu não vi, não consegui fazer isso com a ferramenta de escrita da Apple Intelli, de como ela foi lançada, e espero que eles consertem isso. O que eu não gosto do hoje, e essa tela dele, resolve exatamente o que eu vou falar. É ele não pontual que está mudando. Ele até revisa, funciona. Mas é tipo, você seleciona lá três parágrafos. Você tem que ir na setinha. Você que tem que saber.
Nesse exemplo aí, ele faz um passo a passo. Tenho aqui seis sugestões. A primeira é essa. Aceita ou não aceita? Vai para a próxima. Aceita ou não aceita? Vai para a próxima. Isso daí, para mim, é o jeito que eu funcione melhor. Não confio numa IA para... Reescreva aí e eu aceito tudo. Eu quero saber o que está sendo alterado.
Essa próxima novidade foi trazida pelo 9to5Mac. Não tem render, não é confirmada ainda, mas os caras viram códigos de que a Apple poderá copiar uma coisa que já existe no Android. Não sei se é em todos os Androids, mas já existe no mundo Android. E fala muito com brasileiros, né? Que é a possibilidade de o sistema bloquear um iPhone automaticamente em caso de roubo ou furto. Como é que ele funciona? Bom...
necessário. Muito bom. Pelo que eu estou entendendo, ele fica o tempo inteiro monitorando os sensores. Isso é uma coisa que ele já faz. Aliás, isso é uma coisa que existe até nos Macs. E não é de agora, não. Eu lembro do Steve Jobs, na época que Macs ainda usavam disco rígido, falando de um sensor que sabia se seu Mac estava caindo e travava o disco rígido para não danificar os dados. Já é uma coisa que a Apple faz há muito tempo. E hoje em dia, os iPhones têm muito mais sensores. Acelerômetro, giroscópio, não sei o quê.
Não, literalmente o iPhone sabe se você está sentado, que nem a gente, no escritório aqui. E ele está aqui, do lado, dentro da sua casa, sem necessariamente estar correndo o risco de ser roubado. É, ele tem o GPS também, tem a sua rede celular. Ou se você está na rua, em movimento, com um mapa Waze, sei lá, Google Maps aberto, que é uma situação mais problemática, né? De você poder perder o telefone. Então ele sabe exatamente qual o momento que precisa de mais atenção para possivelmente agir nesse sentido.
E aí o algoritmo identificaria possivelmente casos de o aparelho ser arrancado da mão ou do painel de um carro. É aí que eu não sei, sabe? Tem que ser um algoritmo muito bem calibrado. Não que o aparelho vá se explodir também, porque vai bloquear. Um dos grandes problemas é esse, especialmente nesse exemplo que eu falei de carro, é que a gente está lá com o Waze aberto e eles roubam o iPhone e o iPhone está desbloqueado com o Waze aberto.
ele se bloquear já ajuda muito. Então, se o algoritmo falha, tipo, sei lá, você chegou num parque, aí você está com o iPhone na mão e começa a correr. É, bloqueou. Beleza. Ele achou que foi roubado e se bloqueou. Beleza, você desbloqueou. Você não vai usar o iPhone enquanto você está correndo. O máximo que vai acontecer é na hora que você pegar de novo, ele está bloqueado. Beleza.
É isso, na pior das hipóteses é isso. Zero perda, né? Está tudo tranquilo. Se for esse o transtorno para você ter uma proteção dessa, de boa. E pode ser que seja um algoritmo tão bem calibrado que nem... E ainda tem essas outras nuances, né? De que, por exemplo, no caso que a gente está usando aqui como exemplo de você começar a correr no parque.
Se você tem um Apple Watch, ele sabe que o seu Apple Watch ainda está do lado dele, né? Que é você que está correndo. E que você iniciou o exercício. É, que você está correndo, porque o Apple Watch está no range do Bluetooth e tal. Ele cita isso, né? A distância, se você tem um Apple Watch, você ainda fica mais seguro. Ou AirPods, sei lá, você está conectado com os AirPods. Aí, de repente...
O cara começa a correr e desconecta. Aí você sabe, pô, deu problema aí, tem alguma coisa ruim, sabe? Então tem muitas nuances que podem ser levadas em consideração aí nesse negócio para que esse... Não, ele fala inclusive conexão de rede Wi-Fi conhecida, o uso dele em locais familiares que você já esteve antes, é muito cruzamento de informação. E pensa que a Apple tem um sensor, não um sensor, um algoritmo.
bom o suficiente, por exemplo, para detectar se você caiu do Apple Watch, se você sofreu, caiu esquiando, sei lá, se você sofreu um acidente no carro, para disparar um alerta desse. Então, você ajustar esse algoritmo para também perceber um puxão, um negócio que também não é um movimento normal, dá para fazer também. Não é à toa que o Android tem, né? Dá para fazer. Eu não sei qual foi a habilidade, como você falou. Se é 100% de acerto.
Como é que eles estão testando isso, hein? Calibrando, né? Lá em São Paulo, no Rio. É moleza testar isso no Rio e em São Paulo.
Mas não, é, tem que ir, tem uma calibração legal aí. E que, de novo, vale a pena, mesmo tendo muito falso positivo, se é que a gente pode chamar assim, de travar a tela sem o telefone ser roubado, pô, tá valendo, sabe? Só para não ter o transtorno de alguém levar isso e a tela não ficar protegida, pô, vale a pena. E tal como, por exemplo, a proteção de dispositivo roubado, que é um recurso que chegou no iOS 17.3, eu acho. A gente fez vídeo no canal.
É opcional, né? Uma coisa que todo mundo deveria ligar. Agora, depois de muito tempo, está vindo ativado para o padrão, nos últimos updates. Mas se você quiser, você desliga. Então, se por algum acaso isso for um transtorno para alguém, com certeza vai ter algum ajustezinho lá. Ainda poderia ter uns ajustes muito mais... Mais agressivos. Mais agressivos. Por exemplo, você ir lá e falar assim, se você detectar que foi roubado, apaga esses aplicativos aqui.
Apaga todos os aplicativos de banco e de... sabe? E aí o cara apaga, o negócio arranca da tua mão. Não dá tempo do cara desconectar na internet e tal, botar... Até pode dar, né? Ele pode puxar a central de controle ali e botar em modo avião e tal. Mas se ele perceber que foi arrancado da mão, ele tem que desbloquear a central de controle pela tela bloqueada. Desbloqueia tudo, sabe? O acesso. E aí bloqueia.
É, bloqueia, exatamente. Bloqueia todos esses acessos. E aí apaga os aplicativos de banco, tipo, faz isso aqui, faz isso ali, sabe? Poderia dar a opção de você fazer esses... Tipo esses atalhos, sabe? Que a gente já sugeriu algumas coisas assim. Ah, se isso aqui acontecer, faz isso, isso e isso. E aí essa área de proteção contra roubo virar uma área com mais importância ali dentro dos ajustes e você poder fazer essas... Pô, imagina, se o negócio é roubado, você apaga aí os apps de banco.
É a segurança que isso dá, de não ter o risco de isso acontecer. Eu não sei se eu apagaria, mas dá para você fazer uma autenticação, não de dois fatores, de três fatores, para ele... Necessariamente botar a senha, não só o... Seu iPhone está em modo... Modo roubo. Modo de roubo. Modo de roubo.
Para você desbloquear, você tem que botar a sua senha, passar o Face ID... Não, botar a senha do aparelho, passar o Face ID e botar a senha da sua conta Apple. Tipo, três senhas aí diferentes. E ainda reconhecer a sua voz. Fale aqui uma... Você faz um treinamento com a sua voz, sabe? E aí você tem que falar umas frases. Sei lá, dá para você fazer, sabe? Vários tipos de autenticação aí. É só querer fazer. É só querer. É só... E aí
Se a Apple fosse brasileira, não fosse americana, provavelmente essas coisas estariam mais desenvolvidas lá dentro. E ainda tem mais a iOS 27, agora trazido, foi hoje também, The Information, também sobre recursos de IA. Segundo eles, e é uma coisa meio contraditória, a Apple estaria querendo voltar a priorizar modelos de IA locais no iPhone. Modelos de IA locais. Olha aí, olha aí o nosso 256, o nosso 512.
Indo para o espaço daqui a pouco. Não só armazenamento, mas a RAM, é o que a gente já começou a discutir aqui. A Apple Intelligence requer 8 GB de RAM. Eu acho que não vai demorar para algumas coisas já... Ah, isso daqui agora exige 12. E logo, logo, isso aqui exige 16, sabe? E aí você começa a cortar rapidamente, porque essas coisas se desenvolvem tão rápido, tão com exigências tão altas, que a consequência vai ser uma possível aceleração.
na obsolescência de dispositivos que a gente não vê um certo tempo, sabe? Talvez não um dispositivo como um todo, né? Não é que um iPhone 15 Pro vai se tornar obsoleto mais rápido do que antes. Mas pode ser que logo, logo, no iOS 27, no iOS 28, ele já não tenha acesso a coisas que se não fossem esses avanços de ar, ele ainda teria, entendeu? Em computadores, a coisa está sendo bem agressiva, né?
assim, como o iPhone ele é num ambiente mais controlado, que não tem tanta multitarefa você não abre 15 aplicativos ali ao mesmo tempo e tudo, que nem é no Mac mas sei lá, eu vejo o meu Mac que tem 16 GB aqui, há um ano eu não sofria tanto quanto estou sofrendo hoje hoje ele, toda hora dá uma engasgada aqui, está o arquivo de troca de...
Swap Memory está em ação. Tudo bem que tem um possível bug do Safari rolando no 26.5, que está consumindo mais RAM do que o normal. Mas, por exemplo, agora, estou abrindo o Mac aqui agora. O Safari está com 1.8 GB, nem é tanto. A quantidade de aba aberta, streaming rolando aqui, ao vivo e tal, não é muita coisa. O Mail 1, Telegram 1, Slack 1. Aí você vai vendo aqui, estou usando 4 GB aqui de arquivo de troca, cara.
No Mac de 16, tipo. Talvez, e tem coisa de... Todos esses apps, não todos, mas muitos tem coisa de ar rolando. O Spark tem coisa de ar rolando. O Slack tem. O chat de APT tá aberto e tal. Então tem uns requerimentos aí que sei lá, há um ano... Vou te dizer que eu abri aqui agora, eu tenho 36 GB, tá querido? E tô com 500 MB de swap. De swap, tá vendo? Tamo comendo memória, cara. Memória virou um negócio...
Muito esquisito. O culpado dessa vez aqui é o Pixelmator. Essas capas novas aí que eu fiz, está tudo aberto aqui, desde que eu estou trabalhando, tem alguns dias que eu não fecho ele. E aí a Apple não atualizou o Pixelmator como deveria, né? Sabe quanto que o Pixelmator está usando de RAM? Quanto? 15. 16 GB, esse é o Mac inteiro. Só o Pixelmator. É brabo, cara. Não faz sentido, né?
um aplicativo usar 16 GB cara mas eu tô com eu tô com seis projetos de imagem aqui alguns dias já abertos então deve estar sabe quando você dá comandos e tal seria deve armazenar na mas você vê você vê realmente por isso é que hoje é um Mac
pró hoje, de 16, né? Que é o nosso aqui, o de 14, eu não lembro, mas parte de 24, cara. 24 há pouco tempo era assim, porra, tem 24, eu tô, tipo, né? Voando com 24, tô muito bem servido. Hoje em dia, começa em 24 o negócio. Então...
É brabo. Mas voltando aqui à reportagem do The Information, eles citam uma coisa curiosa que a Apple estaria considerando adquirir uma startup de Cambridge chamada Liquid AI, que é especializada justamente na execução local de modelos de IA e que ela possivelmente vai fazer algumas aquisições similares nessa área. Mas, em paralelo, ela está com dificuldades para rodar o Gemini.
agora não falando do modelo local, porque a gente sabe que nem tudo é local, mas de incorporar os modelos do Gemini no Private Cloud Compute, que é a parte de nuvem da Apple Intelligence. Então, segundo The Information, ela, nas últimas semanas, tomou a decisão de que certas consultas da nova Siri serão processadas na Google Cloud, usando uma versão licenciada do Gemini.
Mas o Google Cloud, ele e o Google já montou um private cloud dele. É, tem isso, mas eu acho que a Apple provavelmente queria manter tudo ali no private cloud compute dela para manter aquele discurso. Olha, tem a parceria, mas é tudo nosso. Então, os modelos do Gemini estão nos nossos servidores, nos nossos Mac Studios, sabe? E não vai ser assim, eu acho.
Tô curioso pra saber como é que vai ser o discurso deles, sabe? Claro que eles vão manter, não é? Essa parceria não tá dando de mão beijada dados dos usuários de Apple para o Google, né? Não é, tipo, você acabou a privacidade, não é isso, mas fica mais complexa a coisa. Saiu da cerquinha, sabe? Do controle total deles ali.
Está confuso como é que vai funcionar, na verdade. Toda essa questão de ir no iOS 27. Se vai ser local, se não vai ser. Se vai ser Gemini, se vai abrir para terceiro. Todas as possibilidades estão abertas aí. O The Informations falou até que eles vão usar uma tecnologia de privacidade da NVIDIA. Ou seja, usaria alguns chips e tecnologias da NVIDIA para processar parte do circuito de A. No cloud do Google, porque o cloud da Apple não tem nada de NVIDIA.
O cloud da Apple é a M4 Max, não sei qual é o chip que eles estavam usando. M3 Ultra, eu acho. M2 Ultra, eu acho. Tipo, não tem NVIDIA na Apple. Então é louco mesmo. Vamos ver.
Falamos muito de sistemas operacionais, vamos fechar aqui o podcast com hardware. Você até citou o John Prosser, quando a gente falou dos renders do Gurman e os renders que o Prosser faz nos vídeos dele. Na verdade, não. É o Prosser que faz. Esses são bem feitos. Hoje em dia é um porra. São muito bem feitos. É um moleque que faz para ele. Eu esqueci o nome dele. O vídeo todo é um render, com narração por cima, basicamente. É um show-off de render.
É, é muito bem feito. Não é o primeiro que ele faz, né? Dessa vez foi sobre o iPhone 20. Ou seja, já estamos falando do iPhone do ano que vem, que espera-se que vá chamar 20, né? E não 19, porque é o vigésimo aniversário do iPhone. E aí o que o próximo... E já vou te interromper aqui, tu gostou?
Cara, é um iPhone Air, com duas câmeras traseiras. Eu achei essa tela curva. Cadê essa tela curva? Que vai e dobra. Mas é isso, você está achando que vai ser o quê? Eu queria ela avançando um pouquinho mais. Eu queria ela ainda... Isso aí a gente já teve, cara. Essa tela curvinha aí, o iPhone 8 já teve.
um negocinho parecido com isso. Tem umas partes do vídeo que dão a entender que é parecido, mas tem outras que eu acho que ela vai um pouco além, sabe? E aí eu já não sei, é porque ele deu a entender ali que os botões na lateral ainda ficam numa área... O render dele parece muito de aço inoxidável, não titânio, né? E ele diz que é um acabamento brilhante, né? Vai voltar a ter um acabamento arredondado e brilhante.
Parece que os botões estão no metal. Eu vou chamar de metal, não sei qual que é. Eu não me surpreenderia se esses botões ficassem sobre um pedacinho do display. Na tela? Ah, aí vai ficar feio demais. Vai ficar esquisito demais. Tá doido? Vai ficar que nem a... Esse negócio de ser áptico e tudo, cara. É pra isso, Eduardo. É pra ficar na tela? Não, aí vai ter um recorte.
A tela avança para a lateral e você quando vai apertar, por acaso, está em cima da tela ainda. Não boto fé não. Mas enfim, o que eu achei esquisito, que eu não tinha me ligado até então, é esse negócio de duas câmeras. De onde veio isso? Já tinha rumor de que ia ser duas câmeras só de seis? Não lembro. Não lembro. Para mim, na minha ideia, ia ser um iPhone ano que vem, 19 Pro, né?
um iPhone 19 Pro, só que mais maneiro, assim, de mais maneiro que eu digo no quesito design, sabe? Mais fininho, com borda indo até o... até ali, pegando mais na lateral e tal. Não um iPhone... Air Pro. É, um iPhone menos capaz do que o Pro Max, sabe? Só pra dar o crédito aqui, o Cadu Fernandes 2553 falou que o garoto que eu nomeei aqui é o Asher Dupree. É o que cria essas cendas aí. O cara é bom. É bom, é bom.
Ele é aquele que faz algumas keynotes, você já viu? Já vi. Ele simulando o seu Tim Cook, então, moleque bom. Mas eu achei esquisito esse negócio de duas câmeras e tal, porque realmente está muito igual o iPhone Air 2, o suposto iPhone Air 2, que a Apple, na teoria, vai adicionar uma segunda câmera, vai corrigir, entre aspas, alguns problemas do iPhone Air original.
E aí, vai ter iPhone Air 2 e iPhone 20? Esses dois aparelhos vão coexistir? Porque eles estão muito parecidos, né? Eu acho que estão parecidos no projeto de design. Você vê que o Air foi a base, possivelmente, para esse aparelho. Mas o Air, ele está entre...
O 17 e o Pro. Em preço e em características. Esse 20, ou até pode ser um Air Pro mesmo. Falei brincando aqui, mas não me surpreenderia. Eu acho que ele fica entre o Pro e o Pro Max, ou até depois do Pro Max. Pô, mas com duas câmeras já não tem como ele ficar acima. Assim, não estou falando de preço. O Fold vai custar o dobro e vai ter duas câmeras. Mas o quesito não é preço aqui, porque preço a gente mesmo estava discutindo aqui dos AirPods, o Max não entrega mais do que o Pro e custa o dobro.
Aí tem a ver com o formato. O dobro não. Mais que o dobro, né? O Max... Custa mais do que o dobro, né? 250 dólares, o outro é 550. Ah, é o AirPods que eu tô falando. E os AirPods Max não entregam mais coisas do que o Pro, sabe? Ele não é mais capaz do que o Pro. O Pro tem mais coisas, tem sensor de batimento cardíaco, tem um monte de coisa que não tem no Max.
O Max só tem o lossless, que o Pro não tem. E ele custa metade do preço. Para mim, vai ser a mesma balança do Pro Max e do Ultra. O Ultra vai custar mais, mas ele não vai ter Face ID, ele não vai ter uma terceira câmera. Ele vai ser menos capaz no todo, mas com um form factor ali diferente, legal, que vai justificar isso.
Se a Apple lança um iPhone 20 e mantém o Air, aí eu diria que a linha começa a ficar confusa, porque aí você vai ter, sei lá, vou chutar aqui, 19 Air, vou botar todo mundo no mesmo negócio, né? 19 Air, 19, 19 Pro, 19 Pro Max, Ultra, esse comemorativo que vai se chamar 20, Air ou Air 2, porra, aí vai ter sobreposição de telefone, sabe? Não tem como você ter uma escadinha legal a ponto de, ah, se você quer isso, vai nesse, se você quer isso, vai nesse, pois é strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands strands
Por isso que eu falei que ele viria depois do Pro Max. Tipo, você tem a escadinha, o E, depois você tem o normal, depois você tem o R, depois você tem o Pro, depois você tem o Pro Max. O Pro Max, ele está na faixa, não falando de 1TB, né? Falando do valor de entrada aqui. Ele está em 1.200, 1.300 dólares hoje, né? Está 1.200, eu acho. Vai ser criado um gap de 1.300, de 1.300 para 2.000, que é o Fold, que pode se encaixar um iPhone desse ali, nos 1.500.
Pelo menos no que a gente está vendo agora, ele não tem apelo para ser mais caro do que um Pro Max. Por causa de uma tela curvada ali na pontinha e botão áptico. Uma nova tecnologia de tela. O Ultra, ele é muito palpável, sabe? Um Face ID debaixo da tela, que não sei o quê. Um iPhone futurista.
É similar ao que aconteceu em 2017 com o iPhone X. Mas não é similar porque o X mudou. Assim, você olha o X e você olha o 8 que era na época e você fala assim, esse daqui é velho e isso daqui é o que há de mais maneiro. Mas você está se baseando só no render dele. Eu acho que o que vai fazer você sentir é isso. Isso daqui é novo, isso daqui é velho.
Bom, o render me parece assim, isso aqui é um telefone ok, com uma ou outra característica mais legal do que o ProMats, mas assim, não justifica. Não é igual um Ultra que é assim, cara, aqui tu tem uma tela dobrável sem vinco, que transforma o teu iPhone num iPad Mini do...
Em um segundo, sabe? E aí você abre e você tem um outro sistema rodando com multitarefa, com não sei o quê. Possibilidade de botar a aplicativa lá da lado. Eu acho que você está menosprezando uma tela com essa tecnologia que eles falam aí. COI, Color Filter Encapsulation. Isso aí é xalala da Apple.
Na prática... Não, mas o que importa na prática é que os pixels vão estar ali no seu dedo, vai ser mais brilhante, mais fina, que você não vai ter nem notch, nem ilha dinâmica, que a tela vai correr, vai escorrer para cima e para baixo, para os lados, para os lados, não tem nenhuma borda preta. Você vai pegar um pedaço do futuro na mão, acabou. E o Face ID vai estar sob a tela, a câmera vai estar sob a tela. O negócio vai ser aquela ideia de estou segurando um pedaço de vidro na mão. É isso.
Não confio muito nesse... Acho que o argumento é legal, mas não para um patamar de preço como você está falando aí entre o Ultra e o Pro Max. Isso é uma suposição minha. Para mim não se justifica. E aí, de novo, fica uma linha confusa. Se você bota isso ali mais para baixo, você vai comprar esse, vai comprar... Aí ele meio que mata o R no preço. Pois é, é complicado.
Complicado. Aí, na verdade, isso é um projeto de substituição do Air. Aí, tudo bem, faz mais sentido para mim. E você elevar o ticket médio do Air. Ok. Mas aí, se ele vai ser o novo Air, ele não pode ficar no mesmo patamar de preço e na mesma posição na linha que o Air atual.
Não, pode custar um pouquinho mais caro ainda, mas não tão caro a ponto de ser... Mas tem que haver uma escadinha, Edu. Nem que seja para dar dúvida do cara. Dificilmente a Apple vai te oferecer dois aparelhos de uma mesma linha pelo mesmo preço. E a escadinha já está construída. O que eu estou falando é que eles podem ocupar um degrau que não existe ainda.
É por isso que está confuso. Eu não acho que justifica esse preço acima desse produto. Mas, vamos ver. Houve quem também não achasse que era aceitável um smartphone de mil dólares em 2017. E está aí. Isso foi uma discussão muito forte na época. Você está esquecido. Não, estou lembrando. A Apple...
ajustou uma nova categoria de preço que a indústria inteira seguiu. A indústria inteira que trabalha com celular premium. Aí mete nele, exclusivamente nele, o Prósser falou isso, uma nova bateria de ânodo de silício. Aí pronto, é uma nova tecnologia de bateria, mais fina que não sei o quê. Aí ele fala do chip A21, beleza? Novo sensor de imagem HDR, memória móvel com alta largura de... Os botões capacitivos. Pô!
Você tem um iPhone de 1.500 dólares. Não quer comprar, não compra, mas você tem. Dá para vender. Não, não tem a menor dúvida. A Apple consegue... Ela está vendendo um Vision Pro por 3.500 dólares. Que a gente sabe que tem muita tecnologia ali. E vende. Então, se ela botar um iPhone desse, vai vender. Mas eu não sei se vai vender a ponto de justificar... Tipo, é, que está vendendo, mas... Sabe o que vai? A gente não sabe se está vendendo direito. Eu acho que...
A gente achou que ela errou na precificação do Air, que o Air tinha que custar mais barato para justificar e para ser mais relevante. Na época, voltando de novo a 2017, quem comprou e optou por não gastar mais para um iPhone X e ficou no 8 ou no 8 Plus na época, economizou, claro. Tinha um aparelho bom. Claro. Falar moderno... Moderno era difícil falar ali porque o visual mudou muito, que é o que não vai mudar dessa vez.
teoria. O que que acontecia em quem optou pelo 8 8 Plus? A pessoa tinha economizado, mas ficava incomodada que estava com o aparelho defasado em mão, sabe? E isso pode se repetir quando chegar esse iPhone 20, tipo ah, não quero gastar mais 200, 300, 500 dólares, prefiro ficar aqui com o meu 19 Pro.
que está sensacional, mas você fica, poxa, eu optei pelo 19 Pro, mas tem o 20 ali, né? Tem isso, isso e isso que eu não tenho. É esse desejinho. Acho que de tudo que a gente falou, tem três coisas aí que podem realmente justificar o preço maior, que é um Face Edit sobre a tela, que os outros podem não ganhar, uma tela limpinha ali, a tela um pouquinho curva e uma bateria diferente, porque o resto é muito difícil de você justificar botão, ah, o botão agora não aperta. Para mim, whatever.
A não ser que ele seja a prova d'água e os outros não, que pode ser uma possibilidade, não sei. Mas é difícil. O Ultra me parece mais fácil de você justificar um preço alto, mesmo ele não tendo as mesmas capacidades e especificações de um Pro Max, sabe? E falando no Ultra, só para a gente fechar essa pauta aqui, também está rolando muito...
rumorzinho aí de problema, de atraso, de não sei o que, nessa última semana foi o leaker Fixed Focus Digital que disse lá no Weibo que o dobrável, o Ultra teria esbarrado em problemas de rendimento já na fase de produção em massa, que segundo ele poderão ameaçar o lançamento do aparelho em setembro. Está rolando muito titititititivo. Em setembro eu acho que esse negócio já não chega. Ele pode ser apresentado em setembro, tem tudo para ser apresentado, mas eu não acho que comece a ver
vender junto do... Mas lojas em setembro impossível praticamente. Junto com o 18 Pro e o 18 Pro Max eu acho que não vem. Acho que tem chance dela botar no mercado antes do Natal, antes do final do ano, até para aproveitar esse período aí que é importantíssimo, chegar em janeiro é meio brabo, é meio broxante, né? Tipo, putz.
Tem que ser novembro. No máximo, finalzinho de novembro, começo de dezembro. E aí, eu acho que vai ser isso. E com pouquíssimas unidades, por conta de todos esses problemas aí, de produção e tudo. E aí vai ser aquele fuzuê, vai ser aquele... A Apple produz...
100 e vende 120 porque vai ter fila até dizer chega para esse produto mas bem ou mal ela consegue colocar no mercado antes do natal, justifica que toda a produção que a gente consegue fazer está sendo vendida, o negócio cola lá um selo de sucesso no aparelho de aqui tipo, está quentíssimo esse negócio e aí vai, vai levando, é melhor do que
Botar esse negócio para vender em fevereiro, em março, sem esse discurso todo de estoque, de falta, de tudo, de Natal, correria, procurando para dar de presente. Um baita presente, né? Se alguém ganhar um negócio desse. Mas tem gente que... Tem família que consegue, é isso aí. Tem gente que se dá presente. Também. Não necessariamente você precisa dar um presente para outra pessoa.
E é isso aí, senhoras e senhores. Este foi o Mac Magazine Noir 684. Até a próxima, Eduardo Marques. Semana que vem estamos de volta. Semana que vem. Último podcast pré-WWDC. Depois. Que susto. Achou que eu estava me aposentando?
Ou aposentando no nosso podcast, que acabou de ganhar uma capa nova. O último tranquilo que eu quero dizer. Com uma hora, uma hora e pouquinho de duração. Sem o Rafael reclamar que está com muito sono, porque vai dormir uma hora da manhã. Mas vai ser um bom aquecimento, porque está vazando muita coisa aí, de sistema e tudo. Provavelmente vamos ter novidades ainda na semana que vem. E aí na próxima é... Vamos que vamos!
Aí a diversão começa e vídeo no nosso canal também, mostrando tudo para vocês. É isso. O nosso podcast só é possível graças a todo mundo que apoia a gente lá no Patreon e no Catarse, especialmente os Patrões Ouro, Adolfo Bernhardt, Alain Ribeiro Leitão, Arthur Duran, Cadu Valsésia, Derson Lopes, Enio Feitosa, Fernando Brum, Fernando Feg, Humberto Barbato, João Carlos Magalhães.
Leandro de Carvalho, Leandro Santos Bonfim, Leonardo Prado, Luciano Paranhos, Marcelo Carvalho, Marcos Ferreira, Matheus Paes Mendonça, Pedro Colbatini, Rafael Dorsalis, Rafael Mantovani, Rafael Stanzani, Romário Henrique, Sérgio Bergamini, Ulisses Aguiarrocha, Wander Leigadotti e Wendel Belarmino. Valeu, gente. Obrigado a todos que acompanharam a nossa gravação ao vivo. Obrigado a você que está ouvindo a edição editada.
pelo querido Edu Garcia e até a próxima. Mais um abraço. Camisinha. Foi. Tchau.