MacMagazine no Ar #701: hub doméstico, pulseira fitness, Apple Music Hall, Beats 360 e mais!
Após uma semana intensa de cobertura de novos produtos, a dupla Rafael Fischmann e Eduardo Marques reúne-se novamente para debater o que de mais quente rolou no mundo Apple nestes últimos dias. No ar! [Edição: Edu Garcia]
00:00 Introdução
05:16 Apple lançará hub doméstico com IA em outubro, diz Mark Gurman
17:50 Problemas técnicos teriam motivado Apple a desistir de Pencil menor para o iPhone Duo
25:51 Apple estaria desenvolvendo protótipo de pulseira fitness sem tela, à la WHOOP
34:46 Apple Music Hall é inaugurado em Londres, com Áudio Espacial e transmissões ao vivo
38:33 Fones Beats 360 são lançados com almofadas coloridas intercambiáveis, resistência à água e mais
46:58 Encerramento
Rafael Fischmann
Eduardo Marques
- Lançamento do hub doméstico com IA da Apple em outubroSiri AI e idiomas·HomePod com tela·HomeOS para HomePod
- Lançamento dos fones Beats 360 com almofadas intercambiáveiscores saturadas·cancelamento de ruído·ausência no Brasil
- Problemas técnicos com o Apple Pencil para o iPhone DuoApple Pencil USB-C·redesign do iPhone Duo·compatibilidade com iPad
- Desenvolvimento de pulseira fitness sem tela pela Appleestilo WHOOP·coleta automática de dados·precisão dos sensores
- Inauguração do Apple Music Hall em Londres com Áudio EspacialBattersea Power Station·apresentações exclusivas·novo logo do Apple Music
Você está ouvindo o Mac Magazine no ar.
Fala, galera do Mac Magazine! Bem-vindos ao nosso podcast 701. Eduardo Marques, bom dia, boa tarde, boa noite, boa madrugada a todos. Todos falam que você é o Rocha Félix, mas como vai?
Você sabia que o meu afilhado fica repetindo isso toda vez que me vê? Fala, galera do Vecchio Magazine! Aí ele fala, bom dia, boa tarde, boa noite. O que ele ficou ouvindo no carro com o pai, tá vendo? Aí já tá, já tá com o texto decorado.
Ele chama de Eduardo Marques também? Chama de Eduardo Marques também?
Quando quer me pegar no meu pé assim, me sacanear do podcast, ele fala. E aí, Eduardo Marques? Faz parte, faz parte.
O nosso podcast é o oferecimento da Patrona Platinum Shotgun Premium, película para iPhones com garantia de tela original.
Não, olha só, você falou bem, mas eu vou te interromper aqui, galera. Duas vagas aqui, vamos embora.
Não, não, calma, eu ia até explicar isso. Primeiro, eu queria agradecer ao Carlos do Magic Miles, que esteve conosco aqui um bom tempo. Ele tá com outros projetos agora, interrompeu a patronagem, pode ser que volte depois. E Quero esclarecer aqui que a gente tem uma segunda patrona Platinum que tá enrolando, até hoje não mandou aqui o sloganzinho que a gente tem. Então, em teoria, em teoria a gente tem uma vaga, mas obrigado também a Chocan por estar conosco há tanto tempo.
Mas assim, a gente no mínimo tem outra vaga disponível aqui para você que quiser ter a sua chamada no podcast, quiser ter sua marquinha lá no rodapé da home do Mac Magazine e as outras recompensas todas que estão inclusas também. Por exemplo, para patrões ouro e tal, tudo isso do patrão ouro tá também na patronagem Platinum. Passa lá no Catarse ou no Patreon. Beleza, rapaz? Que semana doida de vídeo, hein, Eduardo Marques?
Esse você falou aqui no último, no penúltimo, agora nem lembro, no post tinha muitos links de artigos, né? Esse também, meu amigo, vai ter link ali, vai que vai, a gente comentar.
Deixa eu contar aqui: 1, 2, 3, 4, 5, 6 vídeos saíram desde o último podcast, que eu tenho a sensação que a gente gravou ontem. O Edu tava aqui em casa ainda, já voltou para baixo de caverna dele lá na cidade del México.
E o sotaque tá perfeito.
Mas é isso, ó, cobertura completa tá no ar. Você que não acompanhou ainda, youtube.com/MecMagazine. Fizemos unboxing das 4 cores dos iPhones 18 Pro/18 Pro Max, fizemos hands-on dos iPhones 18 Pro, depois no final da cobertura teve comparativo definitivo das câmeras deles e também cobrimos, é claro, com vídeo de unboxing e hands-on os Apple Watch Series 12 e Ultra 4, bem como os AirPods 5. Então todos esses produtos, com exceção do iPhone Duo que já não tá no mercado, né, todos que já estão no mercado, que foram lançados aí na keynote Surprise and Shine de algumas semanas atrás, a gente já avaliou em vídeos lá no canal.
Futuramente também teremos review de boa parte desses produtos. E aproveitamos que o Edu ficou aqui um dia extra e gravamos também um Q&A, perguntas e respostas, justamente respondendo, entre outras perguntas, se a gente gostou ou não do iPhone Duo.
Esses 6 vídeos estão lá no canal. Se gostou da apresentação, né? Porque a gente quer mesmo é botar a mão nesse troço aí para ver se é legal, se não é, se funciona, se não funciona.
E esse Q&A foi diferente.
Foi, muito.
Além de ser raro gravarmos os dois juntos, a gente normalmente faz isso uma vez por ano e faremos no próximo Q&A daqui algumas semanas diretamente do MM Tour, mas esse teve algumas particularidades, eu não vou dar spoiler nenhum aqui não, viu?
Quem quiser entender o que a gente está falando, passa lá e assiste.
Metade das coisas a gente sabia que tinha rolado no vídeo, metade a gente descobriu depois que o vídeo estava no ar, então assistam. Assistam. Se não quiserem spoiler, tentem pegar os acontecimentos assistindo. Senão é só passar nos comentários, vocês vão se divertir.
Jesus Cristo.
E também tivemos aí no final de semana passado, durante essa nossa cobertura, dois artigos especiais saíram no site que eu gosto de indicar aqui. Michel Duarte Corrêa falou sobre a criação das Apple Stores desde a época ainda de Steve Jobs e a ideia de que o John Ternus pode trazer boa parte da experiência original da Apple Store de volta. Vale conferir. Derson Lopes falou sobre— o título é bem autoexplicativo— por que tanta gente ama ou odeia a Apple.
Esse artigo, não menosprezando todos os outros, mas esse daí eu gostei demais de assistir. Parabéns. Assistir não, de ler.
Parabéns ao Derson. Você botou a sigla para ler para você e ficou assistindo ela lendo?
Li e revisei em tempo real. Bora para a pauta. A pauta não está... Lotado hoje não, mas tá divertido.
Graças a Deus, né?
O podcast continua.
Jesus Cristo, 701 movimentadas.
Vamos, Nelson?
Bora falar aqui do nosso parceiro de hoje do podcast, a Contabilizei, que como vocês sabem ajuda quem começa com pessoa física e aos poucos, né, veio ver que o trabalho cresceu e precisa virar um negócio de verdade. Essa inclusive foi a história do Mac Magazine. Nós nos identificamos muito com isso. Então é comum, como vocês sabem, começar assim. Aí chega um cliente, pede uma nota fiscal, pede um projeto maiorzinho, né? E aí você precisa ter um CNPJ, não tem como fugir disso.
Seja porque surgiu esse cliente maior, seja porque você quer separar melhor as finanças pessoais das finanças da empresa, né? Ou se você quer pagar menos imposto, porque sim, o imposto de pessoa física pode chegar a 27,5% E com PJ, dependendo aí do seu enquadramento da atividade que você exerce, esse valor pode ficar até 3 vezes menor. Então vale muito a pena.
Só que tem muita gente que adia essa decisão, Eduardo Marques, porque imagina que abrir uma empresa ainda é sinônimo de muita burocracia e papelada. Como você disse, a gente abriu a nossa empresa com a Contabilizei em 2019. Eu ainda estava em Salvador, o Edu estava no Rio, e a gente fez isso 100% digital. E a própria rotina da empresa fica muito mais simples. Dá para emitir nota fiscal pelo celular ou até usando o WhatsApp hoje em dia, especialistas ficam disponíveis no atendimento até 22 horas todos os dias.
Ou seja, você cuida do seu negócio e deixa a contabilidade para quem entende do assunto. Tem link na descrição, tem QR code, tem cupom Mike Magazine para você ganhar a segunda mensalidade na Contabilizei totalmente de graça. Contabilizei, nunca foi tão fácil abrir o seu CNPJ. Mark Gurman disse nesses últimos dias aí na newsletter Power On que muito em breve, talvez já No mês de outubro, que entraremos daqui a uma semaninha, agora, né?
Desculpa, chegou, já acabou o ano. O tal hub doméstico com IA da Apple vai sair finalmente. Aliás, é um daqueles produtos que a gente já ouve que tá pronto há muito tempo, né? Estava esperando a Siri AI, que agora está aí. Ainda tem um selinho beta. Até o lançamento dos sistemas 27.2 está só em inglês. Então, ao final de outubro, vai ganhar mais alguns idiomas, entre eles o em português, graças a Deus. Já estamos testando aqui.
Nós aqui não aguentamos, estamos rodando beta. Felizmente está ok, não está problemático. Mas sim, esse hub doméstico aí, barra HomePod, HomePod com tela, a gente não sabe exatamente qual é o nome desse produto, provavelmente vai sair em breve. Eu diria que deve sair junto com o HomePod mini.
Será que a Apple vai meter um AI no nome dele? Siri AI? A Apple sabe estar botando tudo Tudo que ela quer deixar bem claro assim que usa Apple Intelligence, né? Ela quer. Aí quer para diferenciar esse HomePod barra HomePod dos outros, será que vai meter um AI no nome? Aliás, é uma coisa que a gente estava discutindo, né? E aí saiu um artigo relacionado que a gente publicou de um possível código ali no sistema da interface, né, do HomePod.
A interface é aquela animaçãozinha ali que fica rodando em cima do HomePod, né, no original e no mini. E aí ficou na dúvida se vai atualizar para a geração que já existe ou se são códigos referentes a uma nova geração que vai chegar, que não tem o nome. Eu acho que é com esse HomePod, né? Que tem a ver com...
É HomePod mini mesmo, né?
É, tem a ver com a segunda geração.
É que estão no pipeline o HomePod mini novo, uma Apple TV nova, ambos com suporte à Apple Intelligence/Siri AI. Esse HomePod, hub doméstico, HomePod com tela. E tem aí um falatório mais para o futuro, não vai ser agora em outubro, um update do HomePod grandão também. Então são alguns produtos diferentes. Mas esse PDFU, inclusive meio esquisito esse nick do cara, mas ele é um novo leaker aí na Suja.
Apareceu do nada cheio de informação.
E é um leaker bom porque ele não joga as informações não, ele mata a cobra e mostra o pau. É esse o ditado?
Eu espero que sim. Matar o pau e mostrar a cobra. Espero que não, né? Pelo amor de Deus. Mas ele bota screenshot, né? Bota as coisas. Pô, eu queria, eu assim, a gente já teve essa discussão e eu vou levantar de novo. Se a Siri AI pode rodar no servidor, Rafael não consegue parar de rir aí, ó. Vai. Se a Siri AI pode rodar no servidor, por que não fazia?
Essa benfeitoria para que a pessoa nesse produto, esse produto vendeu, esse produto novo, né?
Porra, esse produto que ninguém acreditou, só a gente aqui, só os ponta-firmes aqui com a Apple que comprou HomePod, HomePod Mini e tal. E aí ela não vai recompensar a gente com uma Siri rodando no servidor, sabe? Vai deixar só para uma segunda geraçãozinha? Não, cara, faz um negócio legal, né? Pô, deveria.
Esses produtos, quanto de RAM Você acha que tem um HomePod mini?
Mas para rodar no servidor não precisa de RAM não, Rafael.
Mas para ela fazer, se ela fizer, se ela abrir essa porteira, a Apple inteira diz sim que rodar no iPhone 11 deveria também.
Mas aí, aí eu até assim, eu até entendo também, porque muitas, o iPhone é um pouco diferente porque tem tela, e aí tem todo um contexto ali de você com a sua interagir com a tela, né? Vai poder fazer um monte de coisa que não dá para fazer num dispositivo como uma um HomePod, por exemplo. Mas pô, hoje em dia, pro HomePod, cara, pra você pedir um timer, o bicho se conecta com a internet, se conecta com o servidor, sabe? Por que que não pode processar?
Mas eu acho, eu acho que tem a ver com consistência, realmente. Deveria mesmo, deveria em todos, na verdade, ter essa condicional, tipo, tal como são os outros chatbots. As pessoas ficam comparando erroneamente, né? Ah, como assim a Apple Intelligence requer o iPhone 15 Pro Max se eu consigo rodar o ChatGPT aqui no meu iPhone 13? E uma coisa é uma coisa, é uma IA. É, mas são duas coisas diferentes que são difíceis de um usuário comum entender.
Uma coisa é uma IA que roda 100% na nuvem, nos servidores lá da OpenAI, nos servidores da Anthropic, da Microsoft, seja lá de onde for. E você tem um aplicativo que é hipersimples, é um campo de texto com uma apresentação de textos e imagens que tá sempre conversando com a nuvem. Outra é um IA que roda local, que tem um modelo que está instalado no dispositivo, que come uma parte do armazenamento.
A Apple poderia até, que é uma coisa que a gente já sabe que ela vai fazer, que é cobrar por um uso muito grande de IA via servidor, porque não está rodando localmente no seu iPhone, bota na mensalidade esse negócio que ela já vai botar mesmo do Apple One. Se você tiver o Apple One nível tal, pode rodar a Siri AI no seu HomePodzinho lá, HomePod de primeira geração, HomePod de segunda.
O engraçado é que eles inclusive não estão atrelando ainda, pelo menos, ao Apple One. Eles estão atrelando ao iCloud Plus. Todos os limites hoje em dia são com base no iCloud Plus, porque provavelmente, como ela fez aquela jogada do iCloud Plus lá integrado com Apple TV e que mais era só Apple TV, tinha Arcade também, Apple Arcade, Apple TV, tinha um desconto lá naquele Apple Music Select.
Como tem muitos, muitos países que o Apple One eu acho que não faz tanto sentido e que a porta de entrada é iCloud mesmo, provavelmente ela vai O iCloud Plus está em todo lugar, né? O Apple vai não estar em todo lugar. É, vai botar esse negócio no iCloud Plus também, porque aí fica mais fácil das pessoas. Eu acho que a barreira também fica menor, né? Porque muita gente já assina o iCloud Plus. É impossível sobreviver com 5. Aí para você falar assim, não, não, vem cá assinar o Apple One.
Aí a pessoa fala assim, putz, vou ter que assinar uma parada nova. Tudo bem que já tem o iCloud Plus ali dentro, mas eu tenho que assinar um negócio novo que parte de um preço ali que já é mais acima. O iCloud Plus o cara já assina, é só fazer um upgradezinho ali que talvez a Apple possa fazer um plano intermediário ali e tudo. Então deve ser mais fácil, sabe, dela quebrar a barreira e a galera pagar.
A não ser desse limite que eles estabeleceram agora de resumo de câmeras.
Isso é horrível. Até parece que é um negócio super complexo de fazer, né?
Porra, cara, eu até entendo se é complexo, viu? Que ele precisa ficar lendo, processando imagem de vídeo 24 horas por dia para gerar esses resumos. Não é tipo na hora que você acessa, você tem o histórico todo das câmeras ali. Eu até acho que não é uma coisa super leve.
Uma coisa é o resumo de vídeo, outra coisa é o resumo de notificação, que é um porre você ficar recebendo aquelas notificações.
O limite é do resumo de vídeo de câmera, não é de notificações.
Notificação você consegue ligar para todas as câmeras.
Sim, sim. Resumo de notificações é processamento de Apple interno, isso é besteira. O que eles estão limitando é a leitura e interpretação do que tá acontecendo nas câmeras para ele te dizer, ó, o Eduardo entrou na sala e pegou um objeto em cima da mesa. Essa leitura, esse processamento tem que ficar rodando 24 horas e é um processamento provavelmente intenso, né, de vídeo. Eles colocaram um limite ridículo. Eu tenho um plano já de 2 TB, que não é pouca coisa, e eu só posso fazer isso agora com uma câmera.
O plano de 2 TB até pouco tempo era o maior que tinha, era o top.
E aí agora, tudo bem, você pode botar até 12 contratando por fora, e ainda é um limite baixo, ele limita 5 câmeras se você tiver o de 12 TB.
Assim, para nossa realidade, eu diria que 5 câmeras é ok. Assim, para mim, para mim, a realidade Brasil e tal, mas realidade Estados Unidos, que a galera tem casa em muitos lugares, casas grandes, né, que precisa botar câmera fora, câmera externa, câmera interna e tal. Pô, 5 câmeras não é nada.
E pra mim foi aquela coisa de deu o pirulito e tirou, porque eu tava rodando a beta, né, do iOS 27, e ele tava liberado pra— eu tenho 6 câmeras aqui em casa, ele tava liberado desde que eu instalei a beta do iOS 27 para 5. No começo eu nem entendi porque a interface não tava pronta ainda. Eu, o toggle tava disponível pra ativar na última, eu apertava, ele ligava e desligava. Eu apertava, ele ligava e desligava. Aí eu falei, tá bugado, beleza.
Aí veio a notícia que ia implementar o limite, ainda ficava disponível umas 5. Aí eu acho que saiu a Release Candidate, ele diminuiu o meu limite para 2 câmeras. Aí ficou um tempo com 2 e recentemente eu fui olhar de novo, só tava uma.
Ele tava só usando a sua câmera para treinar a IA lá, o modelo, para poder entregar isso em breve fora de beta para a galera. Mas é um limite muito baixo.
Essa pauta aí do HomePod também tem uma expectativa de um novo sistema operacional com ele, né, o HomeOS, que precisa, né, assim, precisa que eu digo só para deixar organizadinho o negócio.
A Apple, a gente sabe que ela gosta, né, de falar lá na WWDC, botar lá no quadro um monte de sistema e tudo. E o software do HomePod, ele literalmente se chama isso, né, software do HomePod.
Mas é isso que eu ia perguntar, você acha que o HomeOS vai rodar nesse HomePod com tela e vai assumir também o software do HomePod nos HomePods sem tela?
Eu acho que deveria mudar tudo, tudo. E eu acho que assim como ela deveria ter feito com os AirPods, que é lançar um aplicativo para os AirPods para você controlar tudo ali, eu acho que o HomePod merecia. Assim, você tem um HomePod, baixa o aplicativo HomePod e interage com ele de forma diferente, sabe? Porque nem todo mundo integra o HomePod à casa, né? Tipo, tem uma galera, vamos botar bem um uso bem simples mesmo, o cara tá ali no HomePod para usar só para alarme e para reproduzir música.
Aí ele tem que—
o alarme ele tem que entrar no app Casa, sabe, para poder configurar um alarme. Casa, né, não tem muito a ver, sabe. No HomePod ele— sim, beleza, ele pode também entrar no aplicativo Música e jogar uma música para o HomePod, não tem problema. Mas se ele entrar no HomePod, já aparece ali, sabe, as músicas e tal, uma parte do Apple Music ali para ele poder botar uma música já.
E é um dispositivo que, além disso que você tá falando, ele também, tal como os AirPods quase ganharam de aplicativo dos AirPods também, né? Mas eles pelo menos tiveram a seção de ajustes redesenhada ali nos ajustes, né? O HomePod, ele também é muito confuso, cara, para você fazer o par estéreo, para você às vezes atualizar também. Aí você vai nos ajustes da casa para atualizar o HomePod, você não toca nele e vê a versão certinha que ele tá.
É meio esquisito, é um dispositivo. E ainda tem isso, né? Ele roda o software do HomePod, que é derivado do tvOS, AirPods, que é o sistema esquecido pela Apple, que não existe nem página do tvOS no site dela. Enfim, uma zona, sabe?
O Vision Pro não ganhou um aplicativo para o iPhone?
Tem.
Por que que os outros produtos que você não, que você pode ter controlado, né? Porque óbvio que você pode controlar tudo do Vision Pro pelo próprio Vision Pro, mas você, né, você não precisa botar.
O Watch tem também.
O Watch tem. Então assim, AirPods tem, teria que ter. Apple TV teria que ter.
O Beats tem só para Android.
Os HomePod deveriam ter... Enfim, temosia da Apple aí.
A Apple anunciou recentemente, não chegou ao mercado, o iPhone Duo, seu primeiro dobrável, e uma das coisas surpreendentes dele, que estava vai ou não vai nos rumores, é o suporte ao Apple Pencil, que virá no futuro. Eles falaram até o final do ano ele vai ganhar suporte, pelo que eu entendo. Vale notar que é o Apple Pencil USB-C, aliás. Isso é uma coisa que a Apple deveria arrumar, no Apple Pencil, porque desde que ela— primeiro a gente tinha só um Apple Pencil, né, que era Lightning.
Depois o Lightning migrou para USB-C. Eu já nem lembro qual foi a timeline aí, se foi a migração do Lightning para USB-C ou se veio primeiro o Apple Pencil magnético sem conector, mas foi mais ou menos na mesma época aí. O fato é que a gente hoje tem um Apple Pencil que não tem conector nenhum, nem Lightning nem USB-C, que se gruda ao iPad Pro, só o Pro ou Air também, acho que o Air também, né. Olha a confusão já aí, já começou a confusão, já tô explicando a confusão em tempo real.
Ele gruda ao iPad Pro magneticamente e não só recarrega por indução como também emparelha-se ao iPad por meio dessa conexão magnética. Ela teve que manter o Lightning por um bom tempo e agora mantendo USB-C porque nos iPads que não tem essa conexão magnética, a exemplo, por exemplo, do iPad Mini e do iPad 7, compatibilidade com o Pencil Pro.
São todos os— todos não, né? Mas os Pro mais recentes, né, do M4 em diante, ou seja, M4, M5, iPad Air M2, M3 e M4, e o iPad Mini A17 Pro. São as únicas compatíveis com o Apple Pencil Pro.
Então ela mantém hoje em dia o USB-C só para o iPad de entrada. E agora, o que é meio desconexo, né, ela mantém o USB-C para o modelo do iPad mais baratinho que não tem o ímã. Que agora vai oferecer no iPhone mais caro de todos, que é o iPhone Duo, porque o iPhone Duo não vai ter essa área magnética. Então você vai ter que plugar realmente o Apple Pencil USB-C ali na parte inferior dele para, não necessariamente para recarregar, porque você pode carregar em outros lugares via USB-C, mas para emparelhar você precisa fazer essa conexão inicial ali.
Segundo Mark Gurman novamente, e primeiro isso acho que já tinha sido falado antes, mas ele reiterou aí que a ideia da Apple original era lançar um novo Apple Pencil, um novo que seria menor do que os atuais e poderia sim ser acoplado à dobradiça do aparelho, mas que isso enfrentou problemas técnicos antes mesmo da produção iniciar. Ele foi cancelado ou adiado, e aí ela teve que no meio do projeto lá adaptar o iPhone Duo ao Apple Pencil USB-C.
Então esse cenário que nem tá pronto ainda, né, foi prometido para o final do ano. O que eu entendo é que ele vai precisar de um update de software, né, para permitir o emparelhamento do Apple Pencil USB-C com o iPhone 12. Isso não vai chegar agora em outubro, mas isso já foi um plano B, né, da Apple.
E eu acho muito esquisito mesmo esse negócio que você comentou do, das duas. Assim, tudo, a única justificativa é por conta do preço, né, porque o lápis USB-C ele custa $80 e o Pro custa $130. Mas não custava fazer uma só magnética e com USB-C ali, né? E aí você escolhe como é que você quer usar, como é que você quer carregar, como é e um só que funcione em tudo. Mas enfim, acho que seria muito esquisito ter um lapisinho menorzinho, sabe?
Porque se ele é menor, obrigatoriamente você tem que fazer com que ele funcione— funcione não, mas fique guardado ali com o Duo, sabe? Porque senão, por que eu vou usar um pequenininho? É só para você encaixar ali magneticamente ou não, ou guardar. E pô, sei lá, eu não gosto dessa ideia de— tudo bem, o Duo é fininho e tal, mas já é num formato que é um pouco ingrato para bolso, por exemplo. Aí você vai botar um Você ia botar, né?
Iria botar um telefone desse com uma caneta presa assim na lateral, dentro do seu bolso? Um lápis não funciona. Das possibilidades que existiam, achei melhor ser do jeito que é mesmo, funcionar com um lápis que já existe, que já tá no mercado, que as pessoas já têm. Muita gente pode falar que é melhor até ser com a versão mais barata, porque gasta menos para usar ali com o iPhone, mas eu tenho minhas dúvidas.
Mas isso é um problema até para quem, sabe? Para quem troca de um dispositivo para o outro. Imagina o cara que já tem um iPad Pro e agora vai comprar um iPhone Duo, já tem um Apple Pencil Pro e não vai poder usar ele.
Mas aí não vai usar Apple Pencil no iPhone Duo, quando precisar de Apple Pencil vai usar no Pro mesmo e é isso aí, porque não vai valer a pena comprar um Apple Pencil só para isso. É muito específico, sei lá, eu fico pensando aqui, é muito específico o uso de um Apple Pencil no Duo. Óbvio que você pode fazer tudo que você faz no iPad, abrir ali, Se ele é compatível com iPad Mini. Mas o iPad Mini não tem um degrau ali para você passar o lápis ali no meio, um quebra-mola invertido que obviamente vai fazer— Está imperceptível e tal, mas existe, ele está lá.
E numa sensibilidade de um lápis passando em cima do negócio, é óbvio que você vai sentir esse recuo ali.
Vamos testar isso.
Eu acho que a Apple fez só para fazer mesmo, sabe?
O Samuel... Stephenson tá dizendo assim: se isso vai chegar via update, eles poderiam liberar o uso do lápis Pro. O problema, Samuel, justamente que tanto a recarga quanto o emparelhamento do Pro é feito via indução. Se você não tem onde grudar ele no iPhone Duo, você não tem como nem carregar o Pencil e nem como emparelhar. Então não adianta eles liberarem por software, esse que é o problema. E na mesma matéria, o Gurman falou um pouquinho sobre dúvidas de um futuro redesign do iPhone Bizarro, né?
O negócio acabou de ser lançado, não chegou nem ao mercado, mas assim tem ciclo de produção, né?
Já estão desenvolvendo a terceira geração já.
Isso é verdade, mas eu trouxe isso daqui porque na história da Apple a gente tem exemplos das duas formas. Eu acho que os exemplos mais recentes são de pelo menos uma segunda, às vezes terceira geração igual à primeira. Eles vão começando a mudar a partir da terceira, quarta geração, mas a gente tem exemplos não tão antigos como o iPad, que mudou bastante do primeiro para o segundo. A gente tem exemplos como o iPhone, que mudou absurdamente do primeiro para o segundo, do iPhone original para o 3G.
Mas o Apple Watch já é um exemplo que você vê que foi um produto que foi mudando muito pouco, foi uma evolução muito... Eu acho que a primeira mudança significativa no Apple Watch foi no Series 4, quando a tela aumentou.
E eu acho que até o Series... Agora vai pegar a gente na memória aqui, vai ser difícil. Mas até o Series 3 ele trabalhava ainda muito em paralelo com o iPhone. E o G4 ele ganhou uma independência, né? Acho que foi nessa geração, mais ou menos nessa época aí que ele realmente se emancipou e passou a funcionar por conta própria aí. Mas realmente, resumindo, então o Apple Watch ele é mais lento do que o outro. Eu acho que o Duo, como ele largou um pouco mais atrasado, digamos assim, do que muita gente inclusive imaginou que poderia chegar, né?
No começo lá se falava em Ah, será que vai ter Face ID? Não vai. Será que vai ter 3 câmeras? Não vai. Será que, tipo, dá pra Apple fazer boas melhorias nessas primeiras gerações, né? Até ele atingir um patamar que realmente vira de novo o Pro Max, por exemplo, que assim, cara, não tem mais o que fazer no Pro Max. Você melhora uma coisa ali, né? Aumenta um pouquinho a bateria ali, faz um ajuste na câmera aqui, mas o telefone como um todo já tá num nível que não tem mais o que você botar ali pra ele se destacar tanto, sabe?
E o Air e o Duo ainda tem essa esse gapzinho que eles podem ainda avançar nessas primeiras gerações.
O Air provavelmente é um que vai mudar um pouquinho na segunda geração, especialmente pela adição de uma segunda câmera. Fora isso, eu acho que ele vai ficar muito parecido com o primeiro. E é um produto que vai ter um gap de tempo mesmo entre a primeira e a segunda geração maior do que o normal, que ele poderia ter saído já agora e ainda vai ser lançado provavelmente em março, abril do ano que vem só. Então justifica-se até uma mudança mais significativa, essa segunda câmera.
Mas o iPhone Duo, se ele mantiver o cronograma anual, né, ou seja, a segunda geração do iPhone Duo for lançada daqui a um ano, muito provavelmente vai ser igualzinho a primeira, com poucas mudanças. E aí talvez na terceira geração, daqui a 2 anos, ele já ganha uns primeiros elementos diferentes realmente. Voltou à tona aí logo agora que a Apple acabou de lançar, inclusive estávamos respondendo Super Chat sobre isso, né, acabou de lançar os Apple Watch Series 12 e Ultra 4.
E voltou à tona o rumor de que ela estaria trabalhando em uma pulseira fitness, né, dessas sem tela, estilo Whoop, que é uma marca que tá bem forte nos Estados Unidos. Eu não sei qual é a penetração mundial da Whoop.
Ela tá bombando, viu?
Já tá forte? Já tá no Brasil também forte, será?
E ela é muito forte entre atletas mesmo, até por conta de algumas regras, né, de alguns— por exemplo, tênis, eu já vi que tirando os Grand Slams lá Muitos atletas usam porque os Grandes Lances não permitiam usar nenhum tipo de rastreador fitness com tela, sem tela, nada. Eu acho que eles estão até mudando essas regras agora, mas nos outros torneios lá nos ATPs 250, 500, 1000, muitos atletas usavam porque é levinho, não tem tela, não distrai, não tem nada.
E depois obviamente você pode pegar esses dados para melhorar sua performance, uma coisa ou outra, né? E o fato de não ter tela Talvez no momento foi talvez um vislumbre, né? Porque eu não sei se quando a Uhuu foi lançada as pessoas estavam com tanta aversão à tela quanto hoje, né? E aí hoje muita gente usa só por isso, que é como benefício assim, não ter tela é o meu diferencial, sabe? Eu não quero o negócio me notificando, me apitando, me chamando atenção de quem tá me ligando, a mensagem que eu recebi no WhatsApp, nada disso. Eu só quero que ela coleta de dados, coleta de dados ali.
Que é como eu falei, seria um produto que eu usaria 24 horas. Eu dormiria com ele. O Apple Watch, mesmo o Series 12, eu não gosto.
Ele fica apagado, mas você não gosta da ideia de uma tela ali?
Não, não é a questão de apagado, é de incômodo mesmo de ter algo assim no pulso. Se for uma pulseirinha realmente, essas pulseiras, é tipo... Você tem uma preta aí do sei lá do que é, pulseira de equilíbrio, do carro e tal.
Não é de equilíbrio não, é religiosa, mas não sei até onde.
A sua é religiosa, mas ela é muito parecida com aquelas de equilíbrio e tal. Essas pulseiras têm inclusive materiais diferentes, acho que tem algumas de borracha, tem outras de tecido.
A própria Whoop, eu acho que ela vende pulseiras diferentes, você pode pegar uma de silicone, uma de tecido.
O Google fez a mesma coisa lá com o Fitbit Air, o nome? Acho que é. Fitbit Air. Ele é um puckzinho bem pequenininho que você encaixa na pulseira.
É um mercadaço. Agora, precisa avaliar com... Não vou dizer que os sensores são iguais ao watch, mas vamos supor que sejam exatamente os mesmos sensores. Mas você tem que partir do princípio que tudo tem que ser captado automaticamente, né? Por exemplo, você começou a correr. Se você não entrar no seu relógio lá no aplicativo e dizer vou começar, vou iniciar uma corrida, que é uma coisa que você faz no relógio porque ele tem botões, porque tem tela e você interage e tal, o algoritmo, né, o sistema tem que funcionar muito bem para ele entender que, ó, você agora realmente começou a correr.
Você parou de correr, você tá andando de bicicleta, você deixou de andar de bicicleta, você tá tipo— é um nível de refinamento que precisa para ser um rastreamento muito preciso, que é difícil. E aí, se isso te pede, se não for preciso o suficiente para te jogar para o iPhone ou para o smartphone que você tenha, para você poder iniciar, parar e tal, aí já perde um pouquinho do benefício, porque é óbvio que é só durante uma prática do exercício.
Ao longo do dia você tá ali usando o produto produto, ele tá rastreando outras coisas, né, seu espaço, seu batimento cardíaco, sei lá o que mais que monitora, que não precisa iniciar e parar.
Porque até sono, por exemplo, o sono é outro, né?
Mas até sono, por exemplo, ele detecta automático, mas ele é muito mais preciso se você informar o Apple Watch ali, se você botar os seus horários. Ó, normalmente eu durmo de tanto a tanto, mas várias vezes eu vou dormir antes ou vou dormir depois e mexo nesses horários, né? Ativo manualmente e tal.
O tapetinho que eu uso da Withings é totalmente automático. Mas ela só serve para isso do colchão?
Ela não pega absolutamente mais nada. Ela está lá só para isso. Aí é mais fácil de você criar um algoritmo que funciona.
E como ele tem vários sensores, ele sabe a hora que eu deitei na cama, porque deu uma sacudida ali no acelerômetro e sabe até o nível dos batimentos, que quando você pega no sono, a taxa de batimentos e respiratória já começa a cair, você para de se mexer tanto. Então ele tem... Tem um nível de análise ali, como você falou, um produto totalmente focado nisso, que um relógio teria que estar bem calibrado para conseguir detectar isso tudo.
E é um produto que eu tenho certeza que muita gente compraria os dois, sabia? Teria o Apple Watch Ultra e teria a pulseira, porque tem momentos que você quer usar um relógio, você não quer só usar uma pulseira o tempo todo.
Tem gente que gosta do relógio, acha ele bonito, quer usar, mas não para usar ao mesmo tempo que você está falando.
Tem gente que usa ao mesmo tempo, mas estou falando assim, por exemplo, vou correr uma maratona. Ah, vou correr com relógio, porque eu vou poder informar ali o começo, o fim, eu quero que ele pegue as minhas métricas perfeitas, eu quero ter o feedback ali na hora de tudo, eu quero sincronizar minhas músicas, quero falar com a Siri AI para trocar alguma coisa, música e tal. Então funciona muito melhor. Agora, para coisas mais ali do dia a dia e tal, a pulseira pode ser que funcione para dormir, por exemplo, como você falou, você já está com o horário agendado, definido ali no iPhone e tal, deixa o seu Apple Watch carregando e vai usar a pulseira que tem uma bateria de uma semana, duas semanas, sei lá. Eu não duvido nada que tenha gente que vai ter os dois.
E a gente tá falando muito da experiência, né, da diferença de você coletar dados sem uma tela, mas um produto desse tende a ser muito mais barato do que um Apple Watch também, né. Então a Apple tem um gap ali na linha de wearables dela que ela tem que preencher com esse produto. O problema, só ajustando expectativas, apesar de esse rumor ter voltado à tona aí, parece que ele lá dentro ainda está em fase de investigação tecnológica. Então assim, na melhor das hipóteses, fala-se que ele chegaria em 2028.
Mas de novo, não precisa de tanta investigação, né? Porque já tá muita coisa já tá pronta do próprio Apple Watch, né, e tal.
Enfim, mas a Apple a gente sabe que não tem que reinventar a roda, né?
Mas a Apple a gente sabe que ela realmente demora para deixar tudo do jeito que ela quer, para lançar o produto, tentar lançar o produto com algum diferencial, né?
Eles não lançaram esse produto e não vão lançar tão cedo, beleza, mas você vê que indiretamente eles miraram esses produtos com os updates desse ano, porque eles focaram muito na precisão da coleta dos dados e na frequência da coleta dos dados, né? Então esses novos relógios, e aí já tem testes iniciais que comprovam isso, eles dão um banho, né, na precisão em comparação com outros wearables como essas pulseiras, né? E ainda vieram com esse negócio de coleta contínua praticamente, a 5 segundos você olha para o negócio, está sempre...
É muito doido, cara. Você fica o dia inteiro... Nos primeiros dias eu fiquei olhando aquilo, o negócio não para de piscar. Eu falei, cara... Você está desacostumado. Eu uso relógio há mais de uma década, nunca tive essa experiência.
E só um parêntese sobre esse estudo. O nosso leitor, ouvinte, barra família Guilherme, dando dica de leitor aqui, Ele disse que o estudo que a Apple usou para dizer que os relógios são os melhores do mercado tem um pequeno miguezinho assim. Diz que o Apple Watch, ao contrário dos outros, ele não registra o batimento quando está difícil de ler. Ou seja, quando você tem mais probabilidade de errar o batimento. Então, tipo, ele é meio...
O cálculo, a média do cálculo não é prejudicada do Apple Watch, porque ele só informa quando ele tem certeza de qual é o batimento, sabe?
E que faz sentido, né?
E que os outros, como ele desconsidera isso, a moda é caralho, é, os outros erram mais, porque os outros estão ali numa variação maior e tal, né? E eu reparei isso porque eu tô testando, né, o anel, o Ultra Human, tem umas semaninhas.
Você veio aqui em casa, eu nem vi, você tava usando esse negócio?
Tava usando, tava usando.
Pô, nem me mostrou, nem nada, nem aplicativo, nem—
esqueci, não vi nada. E eu carreguei ele antes de ir para aí. Fiquei aí, voltei, ele ainda tá com bateria, não carreguei ainda. Então tem seu mérito, né?
Mas ele... E o review sai quando?
Ele depois do MEM Tour, provavelmente, porque antes do MEM Tour não vai rolar não. Já vai sair um review antes do MEM Tour, dando spoiler aqui, mas de outra coisa. E o Oura, o Ultra Human, ele agora permitiu você escrever dados no app saúde, de batimento, de um monte de coisa. Foi uma atualização recente que saiu. E cara, eu entrei lá para ver.
Aí dá para ver, né?
Aí eu entrei e comparei com o relógio, sabe? Ali no Porque ele bota em ordem de captação, né? Por exemplo, no dia 20 às 4 horas da tarde o Apple Watch pegou e 4:01 o Ultra Human pegou. E aí você vê que em alguns momentos tem uma discrepância de 10, 12, 15, não é por cento, é batimento mesmo, sabe? É tipo um tá, sei lá, 60, outro tá 72, 75, sabe? Então tem uma diferença de captação aí mesmo que provavelmente—
E você vale notar, não está com o relógio novo. Ainda?
Não, tô com relógio que pega, sei lá, de quanto em quanto tempo.
Olha só, do nada a Apple inaugurou em Londres, lá na Battersea Power Station, que é uma— a galera do Pink Floyd, minha banda favorita, vai saber, né? Uma usina abandonada, que estava abandonada muito tempo, né, desativada lá em Londres. A Apple assumiu esse espaço, tem uma bela Apple Store lá, tem escritórios da Apple nos andares superiores. Da Better See. Agora eles inauguraram um baita auditório para apresentações musicais chamado Apple Music Hall.
E assim, de novo, como outros espaços históricos e afins, né, que a Apple ocupou, a exemplo daquela biblioteca nos Estados Unidos, em Washington, Carnegie Library, acho que é o seu nome. Em Paris, na Champs-Élysées, o prédio da Apple Store também é clássico. Em Roma também, a loja também ocupa um prédio. A Apple, ela tem um respeito muito grande, sabe, por esses espaços, para ao mesmo tempo modernizar e adaptar para as necessidades dela, mas mantendo a característica original do local.
Então você vê as fotos desse Apple Music Hall, ficou super bonito, né, desde a iluminação, mantendo texturas e tudo mais. E assim, tende a ser um novo espaço. Inclusive, eles vão— a Apple Music Radio, né, ela já tinha programas que eram gravados em Londres e vão passar a ser gravado numa área especial lá do Apple Music Hall, mas o auditório principal ele vai ser palco provavelmente para várias apresentações aí que vão ser daquelas que são exclusivas, né?
600 pessoas que cabem, né, se eu não me engano.
Então é um lugar bem intimista, né, eu diria.
E todo preparado, claro, a curva acústica toda perfeita, tudo preparado.
Essa parte que eu ia falar, os caras devem ter feito um projeto de áudio espacial, né, esse real São 48 alto-falantes posicionados ao redor do público para gerar aí com mixagem absurda, com já tem 16 câmeras ou até mais, dependendo da necessidade.
Já também deve ter câmera para gravar para o Vision Pro, deve ter tudo lá, deve ser bem legal.
Acho que muito em breve a gente vai começar a ver aí produções muito legais saindo. Lembrando que a Apple já investe nisso desde muito tempo antes de até o Apple Music existir, né? A gente tinha o White Tunes Festival, que já gerou algumas apresentações bem legais. E agora, pô, um espaço próprio desse em Londres, que é um local com tanta— que respira tanta música, né? Tantas bandas e artistas saem dali.
Então, realmente, eu torço para isso, para ela fazer muita— usar isso para muitos eventos, né? E obviamente transmitir, seja ao vivo ou depois, né? No Apple Music, Essas apresentações e tal, porque ficou muito bonito mesmo o espaço, ficou bem legal.
Para quem quiser conferir lá no post do site, só digitar na busca Apple Music Hall, tem uma galeria de imagens e tem também um videozinho, que aliás eles estão usando um novo logo do Apple Music com music com uma nova fonte ali escrito em minúsculo. Já vi inclusive uma outra chamada de uma outra coisa deles postando nas redes sociais, acho que eles estão aos pouquinhos mudando o logo do Apple Music.
Eu gostei, achei mais bonitinho do que o atual.
Ficou bonitinho.
Mas destoa do resto da linha, porque a Apple basicamente usa o logo dela lá e a inscrição, TV, Watch.
Com a fonte São Francisco padrão dela lá.
Eu acho que o TV, ela até, eu não sei se segue a regra dos outros, o do streaming mesmo, não o do Apple TV Set Top Box.
É minúsculo já, tal como o Music.
Já é minúsculo, já é tipo, a fonte não passa do logo, eu acho. Da maçã. Eu acho que é tudo no mesmo peso. E os outros eu acho que passa, se eu não me engano, dependendo da letra maiúscula, maior do que o logo. Tipo Apple Watch, aí o W ele é maior, sabe? iPhone, o P, porque ela bota, né, do lado do iPhone também às vezes. E aí o P é maior e tal. Mas eu gostei desse estilo do Music aí, ficou bem, ficou bem legal.
Falando em música, a subsidiária da Apple, Beats, finalmente lançou um fone que já tava aí Aliás, isso tá virando padrão, né, da Copa do Mundo, né?
Eu já tava usando fone aí, rapaz, antes da Copa do Mundo.
Não só isso, mas eu acho que os últimos lançamentos deles, eles já começa a vazar coisa e eles fazerem teasers também meses antes, meses. E com esse produto que acabou de ser lançado, Beats 360, não foi diferente. Suponho que esse é o novo flagship deles, né, substituindo o antigo Studio.
Ih, rapaz, Beats Studio Pro, né?
Acho que era isso, acho que é, que ainda continua à venda inclusive. Mas o Beats 360 chega caro, né? É um fone de $350. Óbvio, você comparar com AirPods Pro, AirPods Max, desculpa, ele não é tão caro assim, mas é um fone flagship. E ele tem algumas características interessantes, né? Primeiro que já o Max é até que tá disponível algumas cores, mas eu diria que essas do Beats 360, tal como outros fones da Beats, são cores mais visíveis, né, são mais saturadas, são mais destacadas.
Ele tá disponível em 4 cores: tem um preto, tem um cloud, eles chamam de branco, é tipo aquele off-white, né, bege, tem um sky azul, que inclusive é o que a gente vai fazer unboxing e hands-on nos próximos dias, já está em mãos, e tem um rosa também. Mas uma das principais características dele são as almofadas que são coloridas e intercambiáveis. E aí eles já veicularam uma campanha inicial com a Kendall Jenner mostrando um pouco do que eles esperam ver com a ideia dessas almofadas, que as pessoas combinando, né, você comprar kits extras de almofadas, pessoas gastando dinheiro, contrastam, é gastar e gastar bastante, viu, porque elas são caras.
Inclusive tem duas versões dessas almofadas, tem uma chamada Performance Performance Knit e tem outra chamada Ultra Plush. A Performance, ela, ambas são provavelmente confortáveis, mas usam materiais diferentes, uma mais focada em exercício, suor e tal, e outra mais em conforto, em uso prolongado. Mas pô, é $50, $60, €60 uma almofada extra. Agora nos Estados Unidos eles estão fazendo promoção, acho que quem comprar o fone consegue levar um par extra por $10, mas logo vai vai custar R$50, imagina, só almofadinha.
E aí você gira, né, para encaixar ela. Vou mostrar isso no vídeo. E não é só a almofada da concha, né, tem uma alça superior também, se desencaixa, e você combina isso com a cor da estrutura do fone em si. Enfim, é uma coisa bem estilo Beats, né, fashion, design, cores e tudo mais, para você fazer a combinação que você quiser. Mas um fone pelo preço que dá para entender aí que são de ótima qualidade, né, com cancelamento de ruído, com modo transparência, áudio espacial, rastreamento de cabeça, certificação IPX4, é over-ear, né, daqueles que cobrem a orelha toda.
Ele não é assim, ele não tem tudo que eu imaginava. Se eu não me engano, eu tava procurando isso, é uma coisa que eu vou ter que testar isso para comprovar no vídeo. Eu acho que ele não tem nem conexão de tirar da cabeça para pausar, cara. Eu não achei essa informação.
Será? Porque isso é meio básico, né? Eu realmente não lembro de ter visto informação sobre isso.
Eu dei uma procurada, todos os fones da Apple tem isso, né? Os bullet points, eu não achei isso. Eu vou confirmar para gravar esse vídeo amanhã. Mas eles não têm, por exemplo, alimentação— alimentação não, a possibilidade de você conectar eles via USB-C para ouvir áudio lossless. Isso é uma coisa que a Apple deixou restrita aos AirPods Max. Inclusive, eles são— eu tava lendo também que eles são totalmente sem fio. É como se você— ele é um headphone como esse que eu tô usando agora.
Esse daqui, por exemplo, né, é um da Rode de monitoramento, né. O cabo entra aqui pelo lado esquerdo, mas tem um cabo ligando uma concha na outra, né. Headphones assim, over-ear, normalmente são assim, né, tem um cabo lá dentro aproveitando a própria alça que tá passando por cima da sua cabeça para conectar uma concha na outra. Esse Beats 360 não, ele é totalmente sem fio, é como se você tivesse realmente com dois earbuds independentes ali.
Claro que o sistema enxerga um só, mas ele não tem uma conexão entre um lado e outro. Mas enfim, já estou com um em mãos aqui, em breve tem vídeo de unboxing e hands-on lá no nosso canal. Acho curioso como que anos depois da aquisição a Apple manteve essa personalidade diferente da Beats em relação aos produtos by Apple, né?
É, e legal que, beleza, é caro como você falou, né, tá em promoção lá por $10 e tudo, mas as cores da almofada vão além das cores. Porque você imagina que eles fazem assim, ah, lançou o fone em 4 cores, você pode fazer o intercâmbio ali dessas 4 cores, né? Mas não, as almofadas eles vendem em mais cores, né? Tem 2, se eu não me engano, a mais. Deixa eu ver aqui, 1, 2, 3, 4.
Eu nem tinha me ligado nisso, mas eu tô vendo aqui uma imagem que tem uma verde e uma azul, né?
Tem uma azul escura e uma verde daquele Nike, tipo Nike Volt, que é aquela cor. Volt.
É.
Que são além das cores preta, branca, rosa e azul que ela oferece nos cores. Então você pode tipo...
A própria Kendall está usando uma dessa Volt verdinha fluorescente. Interessante, não tinha visto.
Uma ideia bem... Só realmente beleza ela fazer aquele burburinho antes de lançar o produto, normal. Não é muito Apple, né, apresentar o produto para o público antes de a empresa realmente lançar. A gente nunca viu a Apple fazendo isso, mas a Beats tem outra pegada, beleza. Mas demorar tanto tempo, né, como a gente falou, antes da Copa do Mundo, na apresentação das seleções já tinha jogador lá com esse negócio. A Copa do Mundo já acabou, já o ano já tá acabando e o negócio chegou agora.
E uma outra reclamação é Brasil, né, cara, não dá para entender essa relação da Beats com o Brasil.
Esses fones já foram homologados pela Anatel e não tem nem sinal dele, não tem preço, não tem previsão.
E não só esses, outros fones recentes que não chegaram ao Brasil, os últimos lançamentos da Beats. Assim, eu não sei o que que aconteceu, não estão chegando no Brasil, não estão. Eu agora tô falando aqui sem saber se os cabos chegaram, porque a Apple lançou uma linha toda específica de cabo, de case, né, da Beats, que eu acho que chegaram, porque isso tem mais a ver com a Apple Ficou a Beats, sabe? Ela criou ali uma, né, uma linha de acessórios sem ser fones de ouvido, né?
Tem cabo USB-C, tem fone de ouvido, a case deles também para iPhone.
Mas os fones assim, eu não sei porque a Apple simplesmente tá ignorando. A Apple não, a Beats.
Acho que o último Powerbeats não foi lançado.
Não tem uns 2 ou 3 fones aí que estão pendentes de serem lançados no Brasil.
Aquele sucessor do Beats Powerbeats Fit Pro, como é que é o nome dele? É aquele que tem a wingzinha também, não foi lançado no Brasil?
Não, era Powerbeats, não, não era Powerbeats Pro, é outro, né? É outro, já me tô confundindo, mas é um novinho que tem o ganchinho que você prende na orelha, também não foi lançado, eu acho, no Brasil. E o substituto do Powerbeats, que eu esqueci o nome aqui também, também não foi lançado. Então só desses 3 aqui que a gente tá falando já são 3 fones de ouvido que não foram lançados no Brasil. Muito esquisito.
E é muito doido, né? Você olha aqui os comentários do nosso post, tem um assim: muito bonito, era exatamente assim que eram para ser os AirPods Max. Aí logo embaixo: design horrível.
Mas, gente, a Beats é da Apple. É isso que é. Ela, quem gosta desse tipo de fone, ela fez aí, vai lá. Beleza, eu sei que não é a mesma coisa do que comprar uns AirPods, né? Mas é, tem a chancela da Apple ali nesses fones, né?
Ó, o Renato Bogo Mandou uma pergunta pertinente aqui. Como que carrega a bateria para ambos os lados? Provavelmente tem um cabinho de energia linkando os dois lados.
Mas não um cabo de áudio.
Mas é uma coisa bem simples. Não é uma ligação das conchas em si. Mas uma pergunta pertinente.
As conchas são Bluetooth, se comunicam via Bluetooth.
É uma loucura.
Mas os AirPods são assim também ou não?
O Max?
O Max, é.
Não, o Max provavelmente tem um...
Eu não sei, eu não lembro.
Não, cara, o Max também é dependente, porque ali no mesh Agora você me pegou, viu?
Eu não sei se tem cabo no Max também não.
Se tiver um fio passando ali, ele tá passando pela borda da, da, da, da canopy ali, né?
Depois a gente vê no desmonte da iFixit se tem ou não, pra tirar dúvida, porque de cabeça realmente eu não lembro.
É, agora eu fiquei na dúvida. E é isso aí, senhoras e senhores, vamos ficando por aqui. Mac Magazine no ar 7:01. Semana que vem estamos de volta com mais. Obrigado a todos pela audiência. Eduardo Marques.
Porque até semana que vem, o último não, mas penúltimo pré-MM Tour, né? Porque no outro eu já vou estar em São Paulo, então gravaremos na quarta-feira.
Na quarta-feira não, semana que vem na quinta ainda, né?
Na semana que vem ainda é quinta-feira, mas na próxima semana, 1º de outubro, gravaremos na quarta por razões de logística, senão não dá certo.
Mas na outra do MM Tour não vai ter nem transmissão, né? Porque não tem como.
Aí é aquela bagunça que a gente faz in loco, mas estará disponível na sexta-feira como sempre. Não falharemos.
É isso. O nosso podcast só é possível graças a todo mundo que apoia o Mac Magazine no Patreon e no Catarse, especialmente os patrões ouro: Adolfo Bernard, Alan Ribeiro Leitão, Arthur Duran, Cadu Valsésia, Cristiano Joaquim. Valeu, patrão ouro! Valeu, bem-vindo! Derson Lopes, Enio Feitosa, Fernando Brum, Fernando Feg, Humberto Barbato, João Carlos Magalhães, Leandro de Carvalho, Leandro Santos Bonfim, Lucas Brigante, novo patrão ouro.
Obrigado, Lucas, muito obrigado. Luciano Paranhos, Marcelo Carvalho, Marcos Ferreiro, Mateus Paes Mendonça, Pedro Cobatini, Rafael Dórceres, Rafael Mantovani, Rafael Stanzani, Romário Henrique, Sérgio Bergamini, Vanderlei Gadotti, Wendel Belarmino e Yuri Isso aí, gente, vamos ficando por aqui. Obrigado pela audiência, pelos Super Chats, likes, e até semana que vem com mais um. Abraço, fui!
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