MacMagazine no Ar #695: preços dos iPhones, lançamento do “Ultra”, modelo comemorativo de vidro e mais!
O querido Marcelo Melo junta-se ao host Rafael Fischmann para discutir tudo de mais quente que rolou no mundo Apple nestes últimos dias. No ar! [Edição: Edu Garcia]
00:00:00 Introdução
00:11:19 Rumor: Apple aumentará preços dos iPhones 17 na semana que vem
00:20:04 Apple Watch poderá ganhar novos formatos no futuro
00:29:14 “iPhone Ultra” poderá ter lançamento inicial restrito aos Estados Unidos
00:44:36 Jeff Pu: “iPhone 18” terá 12GB de RAM e Ilha Dinâmica redesenhada
00:54:05 Apple continua desenvolvendo iPhone comemorativo de vidro, diz Gurman
01:09:36 Encerramento
Rafael Fischmann
Marcelo Melo
- iPhone Ultra Dobrável· TecnologiaiPhone Ultra·iPhone Fold·Lançamento gradual·Cores·Samsung Fold 8
- Preços dos iPhones· TecnologiaiPhone 17·iPhone 18·Aumento de preço·Custo de fabricação
- Novos formatos Apple Watch· TecnologiaApple Watch Series 12·Apple Watch Ultra 4·Tela redonda·Pulseira sem tela·Anel inteligente
- iPhone 18 e RAM· TecnologiaiPhone 18·12GB de RAM·Ilha Dinâmica redesenhada·iPhone 17·iPhone 18e
- iPhone comemorativo de vidro· TecnologiaiPhone 20·Design de vidro·Produção de vidro·iPhone X
- Troca de Bateria iPhone· TecnologiaiPhone 15 Pro Max·iFixit·Apple Care Plus·Ciclos de bateria
- Atualizacoes de Software e Apps· TecnologiatvOS 17·Betas de software·Qualidade de apps·Deep Fusion
Você está ouvindo o Mac Magazine no ar.
Fala, galera do Mac Magazine, bem-vindos ao nosso podcast 695. Bom dia, boa tarde, boa noite, boa madrugada. Boa noite a todos, fala, seu host Rafael Fischmann. Não estou com Eduardo Marques, bandeirinha brasileira, Marcelo Melo, como vai?
Fala, Rafael, boa noite, pessoal. Bom dia, boa tarde, boa noite aí para quem tá nos acompanhando. Sempre um prazer tá aqui. Vamos substituir, substituidor é sempre difícil, né? Na verdade, substituir qualquer um de vocês é difícil, mas a gente vinha treinando, fiz uma corrida de 7 km no final de semana para já tá aqui preparado. Então tá tudo certo, rapaz.
Que bom que deu certo aí você colocar seu microfone no ar. A gente tava offline aqui numa loucura nos últimos minutos, tava falhando. Sua voz tá super aveludada, rapaz, te aqui no meu cangote. O que que é isso?
É saudade, Rafael Fischmann, é saudade.
Bora que bora! Nosso podcast é um oferecimento dos patrões Platinum. Magic Miles, planeja sua próxima viagem em segundos com o IA. E Shotgun Premium, película para iPhones com garantia de tela original. Tô ficando nervoso aqui porque eu tô no setup diferente, correria, Marcelo cobrindo o Edu aí, mas a gente não falha com vocês, é claro. Tem muita coisa bacana para a gente falar neste podcast aqui. Começando Começando com aqueles recadinhos pré-pauta.
Saíram 2 vídeos no youtube.com/meccmagazine da semana passada para cá. Mostrei as novidades do tvOS 27. Eu comecei a fazer o roteiro desse vídeo, as novidades de Apple TV, falei, não, vou chegar à conclusão aqui de que não vai render um vídeo, não vou falar nada de tvOS. Mas rendeu. Assim, não é que tinha coisas hiper relevantes, não tem nada de Siri AI ainda, né, na Apple TV, mas até que juntando ali me deixa mais surpreso ainda do porquê que a Apple trata o tvOS de uma forma tão esquisita, como se ele não fosse um sistema operacional.
Beleza, que é o menos relevante dela, eu até acredito que seja, mas ele nem existe no site dela. É uma coisa muito doida.
Eu acho que talvez esteja preparando o cenário para o lançamento da próxima, né? De todo jeito, o tvOS, ele vem ter essas pequenas, esses pequenos incrementos que ele vem recebendo há algum tempo, vem só limando as versões mais antigas das Apple TVs, né?
Mas realmente esse foi o primeiro update que fez isso, Marcelão. É o primeiro tvOS que corta compatibilidade.
Mas a gente tinha uma galera lá atrás, eu tô puxando o histórico aí, que 10 anos para trás, tá, Rafa? A gente tinha lembrado, nem era tvOS ainda, era, lançaram primeiro aquela versão que não chamava nem HD, era Apple TV. Depois da atualização daquela que foi que praticamente todo mundo teve, que era 4K inicial, né, 1080p, depois a 4K. Mas eu tenho testado aqui em casa também, pegando o teu gancho do vídeo, o tvOS, e E uma coisa que vocês falaram no último podcast, talvez, a gente discutiu isso também no Slack, talvez seja um dos betas mais estáveis que a gente testou.
E o tvOS é como se não tivesse problema nenhum assim. Tive um problema com o beta 3 dessa geração, que ele dava uma mensagem de erro sobre AirPlay, mas era só reiniciar a Apple TV e resolvia. Então, de resto, muito legal. E o vídeo, você viu que ele acabou ficando... Não foi um vídeo dos mais curtos que a gente falou sobre isso, né?
Não, mais de 10 minutos, eu acho. Eu assim, eu continuo com as mesmas recomendações para todos. Tome cuidado, beta é beta. Às vezes uma nova beta pode retroceder em aspectos, não é 100% só avanços e melhorias. Mas confesso que pela primeira vez em muitos anos, eu não me lembro a última vez que eu fiz isso, eu estou rodando betas em todos os meus devices. Tomei coragem.
Eu me lembro da WWDC a gente falando assim, pessoal, não faça isso, não seja irresponsável com seu device principal. E aí, pessoal, temos aqui nosso editor-chefe e fundador do nosso Magazine rodando beta.
Não tô falando pra todo mundo fazer isso, pelo amor de Deus, tem problemas, tem problemas.
Mas dessa vez são bem poucos, dessa vez são bem poucos comparado com 26. Nossa, é muito pouco.
É verdade, é verdade. O segundo vídeo da semana foi divertido. Troquei a bateria do iPhone 15 Pro Max da minha esposa com ajuda da iFixit, que mandou pra gente um kit de ferramentas de bateria, de tudo mais, e ainda Já me propus ao vivo e tô de novo reiterando aqui que vou fazer também a mesma coisa com o iPad de 9ª geração da minha filha. E aí ia ser pior ainda. Pra vocês terem uma ideia, o manual de instruções da iFixit para troca da bateria do iPhone 15 Pro Max, e assim, esses manuais deles é a ida, você chega até retirar a bateria, depois você volta o manual de trás pra frente.
Então o do iPhone tem 36 passos, é super detalhado, tem alguns passos lá que você praticamente pula, mais informativos e tal. Só que sim, foi complicado, né? Eu demorei mais do que deveria por falta de experiência e alguns percalços, quase 3 horas nesse processo. O vídeo não tem isso, né? O vídeo tem 20 minutinhos, mas foram 36 passos para chegar a tirar a bateria do iPhone. Depois você retrocede, ainda tem outro tutorial em paralelo para recolar o adesivo em volta da tela, que inclusive eu esqueci de tirar no final.
Tive que abrir o iPhone de novo, mas o pessoal cobrou nos comentários rápido. É, eu notei quando eu tava... Isso ficou muito claro no vídeo, que eu tinha esquecido, porque eu literalmente fecho o iPhone com o adesivinho lá azul ainda visível. Aí eu terminei de gravar, encerrei o vídeo, desliguei câmera, luz e tal. Quando eu comecei a arrumar a minha mesa, tirar as coisas e tal, eu percebi que o adesivo da tela, o azul, né, eu tinha tirado o principal e não tava nenhuma das bordas.
Falei, puts, esqueci de tirar a bordinha. Aí, na hora, foi super tranquilo, porque justamente como eu não tinha tirado o adesivo em volta da tela, ela tava solta ainda. A ventosa saiu muito facinho. E aí a câmera não tava mais ligada, eu na hora só abri, tirei o adesivo e fechei de novo. Agora tá chuchu, beleza. Mas foi engraçado esse esquecimento. Mas voltando à coisa do iPad, 36 passos para a bateria do iPhone 15 Pro Max. O do iPad são 110 passos.
Não, eu acho alucinante, Rafael, porque assim, numa boa, o do iPhone— e aí para quem não assistiu o vídeo, fica o convite para assistir, mas assim Pra quem não tem, não faz isso quase como diariamente, né, o pessoal que trabalha com isso é mole, a pessoa desmonta lá. Mas maravilhoso que a última experiência foi o XR em 1900 e bolinha, a Apple coloca agora muito mais cola nas coisas, né. Então, cara, essa parte de tirar esse grude da tela é desoladora assim. E vendo o vídeo, o Rafael sofreu com a espátula.
É, eles mandaram pra gente um negocinho chamado iOpener, que é um um cilindro assim com o líquido lá dentro, que eu não sei o que que é, que você põe no micro-ondas e ele faz às vezes de um secador de cabelo, né, ou de uma pistola de ar quente. É bem mais prático com ele. Só que de novo, a falta de experiência, eu não sabia quanto tempo deixar ali, fiquei com medo de deixar muito tempo em cima do aparelho. Então nas primeiras vezes eu deixei pouco, tive que reaquecer e tal só para conseguir soltar o adesivo e botar lá as espátulas e só conseguir abrir o aparelho.
Bota aí uns 40 minutos, cara, para eu conseguir abrir o aparelho e começar a fazer o processo. Uma loucura. Essa do iPad, eu quando eu vi o manual de instruções, eu falei, não, vou desistir. Mas aí o pessoal da iFixit já tinha mandado, eu já tinha falado no vídeo, falei, não, vamos lá, se Deus quiser vai rolar. Não comecei a fazer isso ainda, vou fazer nas próximas semanas, mas no mínimo divertido vai ser.
Mas vamos combinar o seguinte, Rafa, só para a gente garantir aqui que a gente vai ter cobertura dos lançamentos Provavelmente no começo de setembro. Não vamos começar isso por agora, vamos dar mais tempo, porque vai que você precisa de alguns dias, semanas para fazer esse processo.
Minha filha, o iPad é da minha filha, né? A bateria dele tá num estado deplorável, não dura literalmente nenhuma hora. Acho que de 100% a zero vai uns 45, 50 minutos agora. Essa bateria morreu praticamente. E ela usa também o iPhone da esposa. E aí, cara, ela foi a primeira a me dar o feedback da troca da bateria do iPhone, não foi nem a esposa. Ela: papai, tá muito boa a bateria, troca logo a do meu iPad. E aí, pô, eu tô na pressão aqui, ela tá doida para eu trocar também, então não vou poder adiar muito.
Mas assim, antes da gente continuar, que já tá virando um podcast porque essa introdução, você me chamou a orelha, né, me puxou a orelha lá no Slack, e teve gente comentando também no vídeo, porque eu falo claramente lá que, embora o iPhone da esposa tenha o Apple Care Plus, eu não considerei trocar via Apple Care Plus porque vi que ele já tava com quase 1.300 ciclos, e a garantia de baterias da Apple fala que ele tem que garantir 80% ou mais de saúde com 1.000 ciclos.
Então, ou seja, mesmo sem Apple Care Plus, né, se você tem uma bateria de aparelho da Apple que cai para baixo de 80% antes de completar esses 1000 ciclos, ela considera que houve um defeito, ela faz a troca. Eu achei que o Apple Care Plus tava na mesma, só que o Marcelão achou uma página no site da Apple, teve gente comentando também no vídeo que já trocou sem estar com 1000 ciclos, e eu posso— pode ser que eu tenha cometido uma cagada mesmo, eu associei uma coisa a outra.
Achei que não tinha como, nem, nem consultei, sabe? Vi que tava com 1.300 tiques, falei, não, vou trocar aqui por conta. Não tô arrependido, foi divertido, gerou conteúdo. A nossa parceira da parceria com a iFixit é super bacana, mas teoricamente eu poderia ter trocado no iPocket Plus.
Na verdade, pessoal, Rafael queria gerar, como a gente tava acabando o conteúdo dos betas, Rafael falou assim, precisamos gerar conteúdo para o canal do Mac Magazine. E aí, no caso, foi o iPhone da esposa. De todo jeito, pessoal, e aí a gente tem que agradecer a Apple, Rafa, porque a gente sempre bate aqui e fala assim que a gente não tem acesso, que o pessoal lá da Apple— o pessoal não gosta muito da gente pelo conteúdo que a gente faz, que nem sempre a gente é favorável e tal.
Então a gente é um canal muito mais direto para quem— para os nossos leitores, para quem nos acompanha tanto no podcast quanto no canal quanto nos nossos artigos. O Rafael, na verdade, desenvolveu um novo tempo de tela para o iPad. Então, Lisa, na verdade, a filha do Rafa, tem 40 minutos de uso. Então é o tempo que a bateria dura. Isso na verdade é um novo recurso talvez do iOS, iPadOS, sei lá.
Pois é, mas ela já aprendeu a pegar um power bank de 10.000 mAh que eu tenho na gaveta e sai andando com o iPad pendurado no power bank. Uma beleza. Aliás, teria sido melhor se o iPad dela tivesse Apple Care Plus, porque aí eu teria feito, trocado o do iPhone. Aí você ia falar, não, podia ter Apple Care Plus. Aí o dela não tem, aí eu poderia trocar o dela com a da Apple, mas não. Agora o dela também não tem, então vou ter que trocar na mão grande mesmo.
É isso aí. Antes da gente ir para pauta, ainda saiu no último fim de semana um review da Priscila Klopper, nossa colaboradora de longa data. Ela já foi da redação diária do Mac Magazine, hoje em dia continua na equipe, trabalhou nesse review há muito tempo usando o app Notability no iPad com Apple Pencil. Para quem quiser aí, eu recomendo muito, adoro os textos da Pri. Beijo, Pri! Tava ansioso, eu vi que ela tava trabalhando nisso já há meses. Aí. Ficou muito legal o review, então confiram lá no site. Beleza?
Bora, bora lá!
Antes da gente ir para a pauta aqui, eu queria agradecer a patrocinadora deste podcast aqui, nossa parceira de longa data, NordVPN. Tem link aqui no QR code, na descrição do vídeo, do podcast, nordvpn.com/macmagazine. Como sempre, a gente recomenda a solução da Nord para você conseguir navegar com total segurança e tranquilidade, independentemente de estar na sua casa, no seu trabalho, no hotel, no aeroporto, no shopping, você vai ter sua conexão toda criptografada.
E isso só pensando na parte da VPN, que já tá no plano básico, que já tem 70% de desconto, já tem meses grátis aqui pelo nosso cupom. Mas o plano completo da Nord aí é super bacana, porque adiciona monitoramento de dados, de vazamento de dados pessoais, protege chamadas contra spam, tem anti-malware, tem bloqueadores, tem o NordPass, que é o gerenciador de senhas da Nord, multiplataforma. Plataforma. Tem o NordLocker, que é 1 TB para você armazenar arquivos na nuvem de maneira criptografada.
É uma baita suíte que a gente já usa há anos. Uma só assinatura você pode usar simultaneamente no Mac, no iPhone, na Apple TV, no iPad, até, se não me engano, 10 dispositivos simultaneamente. Então a gente recomenda demais, beleza? Obrigado a Nord aí pelo apoio. De novo, link aqui no QR code ou na descrição do podcast, nordvpn.com/macmagazine. Olha só, a galera ficou empolvorosa aí, com medo, porque no final da semana passada um leaker que assim, ele já acertou coisas, já errou coisas, não é alguém que a gente pode ignorar, né, o Fix Focus Digital, ele falou lá no Weibo que a Apple iria aumentar o preço do iPhone 17 na última segunda-feira, dia 10 de agosto, o que a gente agora já sabe que que não se concretizou.
Ainda existe uma pequena possibilidade de ocorrer um reajuste até o fim da semana. A Apple inclusive gosta de esconder essas más notícias na sexta-feira, né, no fim do dia. Mas eu acho que ele tá furado. É assim, tem um problema grande nessa afirmação dele. Tem duas formas da gente interpretar esse rumor, mas tem um problema que é culpa da Apple, que ele falou de aumento de preço do iPhone 17. Por que que isso é um problema? Porque Quando a gente fala de linha iPhone 17, linha iPhone 18, iPhone 16, a gente pode tanto se referenciar à linha completa, né, como também ao modelo de entrada, que é o nome da linha.
Então, na linha iPhone 17 tem o iPhone 17, tem o Air, que por acaso também faz parte dessa linha, o 17 Pro e o 17 Pro Max. Então, quando ele fala, sempre que falam especificamente sobre o modelo de entrada, a gente não sabe se é só ele ou se é a linha completa. Para mim, faria muito, seria muito esquisito se a Apple reajustasse só o modelo de entrada.
Não tem lógica, né?
Sim, sim, sim, tem. Ele, ele ia ficar totalmente distoante do resto, né, do Air, do 17 Pro, do 17 Pro Max. E mais, ele é o iPhone hoje que tem menos memória de todos, de toda a linha, e a crise é de memória.
E menos destaque também, né? E menos destaque. Publicidade dele você praticamente não vê. Rafa, eu acho que talvez seja até uma resposta pensando no 18. Se for para aumentar, se fizer algum sentido essa ideia, a gente tem que lembrar que os rumores todos apontam para que a gente não encontrará os modelos base agora em setembro. Então talvez isso seja um preparando o terreno para que o pessoal não se assuste lá na frente. Mas assim, Eu acho muito esquisito, sabe?
Não é nem esquisito, eu acho muito pequeno para Apple, considerando que a gente tem um espaço tão curto entre o agora e a apresentação dos novos, fazer um aumento não faz sentido. Ela tem dinheiro para criar.
Eu só pensei em uma, uma, um caminho para fazer sentido isso que você tá falando, é eles diminuírem o degrau do reajuste que vai acontecer daqui a um mês. Então pensa, Vamos aumentar, supondo aqui, vamos aumentar $200 o iPhone 17 Pro para o 18 Pro, vai subir $200. Se eles agora nessa semana eles aumentam $100, daqui a um mês eles aumentariam mais $100, sabe? Em vez de aumentar $200 de uma vez só. Foi a única coisa que passou pela minha cabeça, falei, talvez seja isso, eles querem dividir o aumento em dois degraus, sabe?
Mas eu acho que vai ficar mais feio ainda, Rafa, se a gente considerar que os novos— vamos pensar que o novo iPhone Pro O 18 Pro vai vir com 12 GB de RAM, que é o rumor, né? Ou 13 GB ou 14 GB. A gente fica com esses 12.
Não, não, 12 ele já tem hoje. Isso não deve mudar, não.
Eu acho que o de 12 seria o 18, né, pro ano que vem. Uma coisa dessas. Vamos imaginar que não tem nenhuma alteração de RAM. Como é que você justifica a crise das memórias RAM por conta disso? Então assim, eu acho curioso, mas quando tem tanto rumor e de tanta fonte diferente, eu acho muito... Eu preferiria essa tua vibe aí, tá? 100 agora, 100 depois, porque a gente publicou um artigo essa semana que falava de $300 de aumento para a linha base do iPhone 18 Pro.
Então assim, talvez esse de 100 em 100 seja um cenário mais simpático. Que o aumento venha é certeza, né? Agora a gente precisa de saber qual é o tamanho disso, o tamanho desse impacto.
E outra coisa que também me passou pela cabeça, assim, a gente querendo justificar um rumor que não se concretizou, né? Mas eles também poderiam aumentar agora toda a linha de novo. Não acho que A única coisa que não faz sentido é eles aumentarem só o iPhone 17 de entrada. Se eles aumentassem toda a linha agora, daqui a um mês, quando eles lançarem a linha 18, eles poderiam reduzir o preço da linha atual, né, que continua à venda, pro preço atual de agora.
Tipo, olha, os iPhones caíram de preço, mas eles simplesmente voltaram ao patamar de hoje, entendeu? Porque eles vão aumentar e depois desce de novo. É uma loucura, não faz muito sentido. Agora tá muito na boca, né, do lançamento. A Apple... Reajustou, né, já tem um tempinho aí, Macs, iPads, Apple TV, até HomePod, e deixou os iPhones e Apple Watches também, né, por sinal, de fora. Agora, meu amigo, já estamos em meados de agosto, daqui a menos de um mês tem um evento, né, provavelmente o evento vai ser dia 8 ou 9 de setembro. Agora segura a onda aí, né.
Gravando podcast hoje, talvez amanhã todo mundo abra a página e já tenha o reajuste aplicado. De todo jeito, certamente a Apple tá ajudando a desovar e vender as linhas atuais, porque a cada rumor que a gente publique, cada rumor que o mercado fala, a galera: meu Deus, eu acho que vou ter que trocar meu telefone logo. E a galera vai lá e troca, e é verdade, vende estoques. Então assim, pode até ser uma estratégia de guerra para falar assim: pessoal, vamos baixar os estoques do que tem de dispositivo com que a gente tem agora.
Enfim, quando tem tanto rumor, eu acho muito difícil a gente não ter. O rumor do reajuste dos Macs e dos iPads, ele perdurou acho que 2 ou 3 meses da primeira conversa lá de trás até o efetivo aumento. No caso do iPhone, ele não vai ter essa margem de tempo. Então... Mas é incoerente. Hoje, já que você justifica que memória RAM, memórias e componentes em geral tiveram reajuste, estão com preços altíssimos, o dispositivo que a Apple mais vende, que as pessoas mais consomem, não tem tido aumento de preço, né? Então enfim, vamos ver.
Mas assim, o que você falou aí já é certo, né? Isso daí já tem muitos rumores de que a gente só não sabe exatamente quanto que vai subir. Se vai ser na melhor das hipóteses $50, eu acho que seria o melhor dos mundos. Na pior das hipóteses falam em $300. Eu espero que fique ali uns $100, no máximo $150, mas acho que deve ser mais para casa dos $200, como eu tava falando. E nesta última semana A TrendForce já fez uma estimativa do aumento do custo de fabricação do iPhone 18 Pro em relação ao 17 Pro, isso considerando a versão de 256 de armazenamento, tá?
Segundo eles, o custo base da Apple, não é o preço final, custo de fabricação, né, de bill of materials das peças mais montagem, 38% maior. É muito absurdo, é muito grande.
Grande. E assim, a Apple não absorve isso aí, não existe nenhuma chance dela fazer isso, né? Então eu acho que infelizmente os rumores daqueles aumentos de $300, eles são bem factíveis, bem possíveis de serem a realidade.
Então tá mais de acordo com esses 38%, né, infelizmente.
E a gente publicou um artigo, acho que um mês atrás, falando sobre ciclos, né, sobre ciclos de troca de produtos. Talvez a Apple esteja implementando nesse processo, e aí casa também com o lançamento do Apple Upgrade, de um prazo de 24 a 36 meses para troca de dispositivos, um foco maior nisso. Então tudo caminha para um cenário ruim, e não só para Apple, mas para todos os fabricantes desses produtos que a gente tanto gosta, né?
Tem anos que a gente ouve rumores de novos formatos do Apple Watch e isso nunca se concretiza, né? Tirando o Ultra, foi um novo formato, você pode botar entre aspas aí, um novo design, né, mantendo ainda um formato quadrado e tal. Mas o rumor voltou nesses últimos dias aí de ninguém menos que Mark Gurman da Bloomberg dizendo algumas coisas sobre os futuros Apple Watches. E aí não é o Apple Watch deste ano, as expectativas para o Series 12 e o Ultra 4 são meh, não deve ter nada demais, vão ser updates simples dentro do que a gente tem visto aí nos últimos anos.
Mas para algum momento nos anos anos seguintes, há ainda possibilidade de tela redonda, uma coisa que a gente, eu já sei lá, não consigo acreditar que isso um dia vai acontecer com Apple Watch. E outros formatos e variações, tem rumores de que a Apple pode investir numa pulseira, né, talvez sem tela, estilo Whoop, em anel inteligente. Aliás, outra coisa curiosa que ele falou nessa matéria é que ela talvez reintroduza isso, quem sabe este ano ainda, viu?
Aquele acabamento em cerâmica nos relógios desse ano, que muita gente gostou, né? Ele, isso, o cerâmica, se eu não me engano, ele veio para substituir, não sei se foi logo depois, os editions de ouro. Não sei se virou cerâmica, foi isso mesmo?
Foi isso mesmo, foi isso mesmo.
Mas ele já não era mais chamado de edition.
Eu acho que o primeiro foi, Rafa, e aí depois não mais, é porque ele era um material completamente diferente e era um relógio lindo, né?
Eu acho muito bonito, mas aliás, ele era mais bonito pessoalmente do que nas fotos. Nas fotos ele parecia um plástico, um plástico branco, né, e tal. Pessoalmente ele era bem legal.
Sabe qual é a impressão que eu tenho com Apple Watch? A gente tá tendo uma crise de meia-idade com Apple Watch, porque a gente tá tentando— vou dar um exemplo: minha esposa adora o Apple Watch dela. Ela, se puder trocar de Apple Watch todo ano, ela prefere do que trocar de telefone. E ela, porque ela adora aqueles, as atividades, os desafios do mês. Então era uma competição. A curadoria da Apple parece que simplesmente abandonou esse negócio.
Então assim, antigamente os desafios tinham uma certa continuidade, uma lógica, era um ritmo incremental até para pessoa que tá buscando mudar de hábitos de atividade física, né? E a impressão que dá que o pessoal simplesmente soltou a mão lá e tal. Tanto é que nessa, as atualizações que a gente tá tendo hoje, sobretudo para o beta, né, para a próxima versão que vai ser lançada, pouquíssima coisa nova nessa frente. E assim, pelo menos para mim, tá claro que é um dispositivo de saúde.
Então tenho visto muitos amigos, muitos colegas que têm buscado alternativas fora do mundo da Apple, e tem Apple Watch. Então essa, tanto da UPI quanto da do Google, os caras estão vendendo feito água e atrelando isso a uma assinatura que alguns anos atrás você fala assim, pô, essa galera tá ficando maluca? Não, o pessoal tá querendo métricas. E vocês falaram no podcast passado, a interface do Saúde para acessar as coisas, para você visualizar, poderia ser muito melhor.
Você tem dado para burro ali dentro, mas você para acessar as informações é desolador. Então talvez o Face esse lift que a gente esteja precisando do relógio não seja de virar um circular como um da Samsung ou um do Google, né?
Mais software do que software e serviço.
Exato. É da mesma forma que alguns podcasts atrás estavam discutindo sobre a questão do termômetro, muito legal e tal. Hoje, para você conseguir acessar, para você descobrir se durante a noite teve febre, é quase uma prova de concurso. Então assim, e para usuários que são familiarizados com o ambiente da Apple. Então primeiro, eu acho que para esse ano a gente não vai ter grandes novidades. Pode ser que a gente surpreenda, tem um one more thing lá e seja um Apple Watch sem tela e tal.
Mas aí eu acho que a gente meio que perde um pouco a ideia do relógio, né? Porque assim, você vai ter um negócio sem tela, então você tem que andar com seu celular para você ver as horas. É muito tempo atrás.
Ah, cara, eu gosto, eu gosto dessa possibilidade, sabia? Um primeiro que não ia ser um Apple Watch, né? Beleza, seria um outro device da família de wearables, de vestíveis da Apple. Mas você ter um um dispositivo, seja uma pulseirinha simples ou um anel, que consegue coletar talvez 60, 80% dos dados que um Apple Watch completo coleta, e isso por si só já é suficiente para muita gente, sabe, de você aí, aí sim um aplicativo saúde redesenhado faz ainda mais sentido, porque tudo que esse dispositivo vai coletar você vai ler por ali, não tem nenhuma telinha dele.
Mas eu, por exemplo, eu não consigo consigo dormir com Apple Watch Ultra. Beleza, o Series normal é um pouco mais fininho, mais confortável, mas eu não gosto. Uma pulseira dessas eu acho que eu dormiria tranquilo, sabe, para monitorar o sono. Felizmente eu tenho aqui um tapetinho lá da Withings que monitora o meu sono, então não preciso. Mas em viagem, por exemplo, não leva esse tapetinho, então não monitora o meu sono quando eu tô fora de casa.
Então eu possivelmente seria um usuário de um negócio desse. Eu acho que muita gente também tem, tem galera que esses movimentos tipo, ah, não quero notificações no meu braço o tempo inteiro, não gosto disso. Ou pessoas que preferem relógios analógicos convencionais, mas querem ainda assim ter tecnologia monitorando a saúde. Para essas pessoas, você ter ali uma pulseira num pulso e um relógio bacana do outro, sabe, funciona. Eu acho que é um mercado que tem potencial, na minha opinião.
Concordo contigo, acho Tem um mercado, tá tudo certo. Só que a gente não pode abandonar as outras coisas. Você tem uma porrada de gente que é usuário do Apple Watch e muitas dessas pessoas tiveram esse ganho de qualidade de vida e de exercícios, tornarem mais ativas. E me parece que perdeu, perdeu assim. Talvez o caminho tenha sido o seguinte: pessoal, temos que monetizar o recurso de saúde. E aí a gente teve rumor na versão desse ano, na versão do ano passado, de que ia se lançar um coach com AI.
Beleza, não foi pra frente. Aí me parece que não só não foi pra frente, como eles falaram, ah, então, gente, desiste disso, vamos continuar vendendo pulseira e tá tudo certo. E não pode ser assim. É uma empresa que sempre prezou pela qualidade, pelo acabamento, não só dos lançamentos, mas das entregas finais também de software. Faltou, me parece que tá rolando um problema. Não sei se nessas saídas de tanta gente que a gente teve lá na Apple agora, que era líder de projetos e tal, nessa reformulação.
Talvez o Tendo ainda precise de um tempinho lá para reorganizar a equipe do Watch, mas sinto falta. Eu acho que a gente tem discutido muito essa questão de... Esse exemplo que você deu, por exemplo, acho muito legal da gente ter os dados de saúde. A grande questão é que esses dados são tão privados e a gente está correndo um risco tão grande com as empresas que hoje possuem soluções como essa, que eu acho muito complicado, sabe?
O Google, vou usar o exemplo do Google, tudo claro. Google compra praticamente todas as empresas que tem um tiquinho de destaque nisso, porque é troco de padaria para eles. E o que é feito com essas informações, o nível de informações que essa galera tem acesso para monetizar, e talvez essa seja, seja o ponto, me preocupa um pouco, sabe? Mas enfim, isso é conversa para um, talvez para um seminário que a gente pode fazer sobre dados, né?
E a Apple tem essa, essa força gosta, né, o discurso pelo menos dela, a própria privacidade, de não coletar dados para vender para anunciante. De fato, o negócio da Apple não depende disso como o negócio do Google ou de uma Meta dependem. Se a pessoa acredita piamente nas proteções, em tudo que a Apple diz sobre privacidade, são outros 500. Mas se tem uma empresa dessas Big Techs que tem esse discurso e que se você quer ter pelo menos a chance de ter dados seus seguros e privados, essa empresa é a Apple.
O Douglas Ribas falou: estou usando um smartwatch chinês genérico, mas estou surpreso com o próximo monitor de saúde do Apple Watch. Ele tem entregado resultados. Esse é o ponto, ele pode ter o hardware, não é o problema. A questão é o que é feito com as suas informações. Aí você fala assim: ah, mas isso é uma bobagem. Não sei, porque talvez ele esteja analisando os seus dados, ele te conheça melhor. Eventualmente, quando você— vou dar um exemplo bobo aqui, voz fonte Arial 14 na minha cabeça.
Tá? Quando você for renovar teu seguro de vida, talvez a sua seguradora tenha comprado um lote de informações. Ah não, mas não pode comprar. Cara, eu não sei, eu não sei onde tá a minha informação. Os caras vendem nosso CPF hoje em bloco na internet. Daí pra vender as nossas informações de saúde, eu assim, eu fico muito preocupado com isso e com o encaminhamento disso, sabe? E é muito barato. Os relógios, os xing-ling, os os relógios genéricos, os anéis genéricos de monitoramento de saúde, eles são muito baratos comparados com as outras soluções.
Hoje, se você quiser comprar um Oura, uma amiga comprou, $500. É muito caro, é mais caro que um Apple Watch, pra um negócio que não tem tela. Ah, mas ele monitora os meus dados. Enfim, é um conjunto de coisas. Eu acho que é um mercado que tá meio perdido ainda pra onde vai. A gente teve muito foco com esse negócio de óculos pra bater foto e os nossos rumores todos caminham pra isso. Vamos ver. Eu realmente queria que a Apple, mesmo que ela apresentasse uma coisa que fosse paga, mas que ela— pessoal, aqui, ó, vamos reformular aqui.
Se você quiser o seu treinador, você vai poder contratar aqui nosso plano e tal, ou vai vincular o Apple One.
Vamos ver, curioso, né, esse projeto não ter ido pra frente, mas talvez tenha sido adiado ou tá sendo reformulado. Vamos ver o que que vem mesmo. Bora falar de iPhone Ultra, o dobrável da Apple. Estamos a possivelmente poucas semanas de conhecer finalmente, oficialmente, esse Tão esperado ou não dobrável. Tem algumas coisinhas pra gente tratar aqui, bora por partes. Primeiro, o leaker Sonny Dickson publicou nesses últimos dias aí no X fotos de protetores de câmeras supostos para o iPhone.
Ele chamou de Fold, né, a gente tá chamando de Ultra, mostrando as possíveis duas cores dele. E assim, tem rumores realmente fortes de que serão só duas cores para o Ultra: prateada, praticamente dado como certo, e corroborado pelo Sonny Dixon. A outra cor que foi um pouco surpresa, porque falava-se de preto, né, cinza espacial e tal, e ele mostrou um quase preto, mas é mais para um azul escuro. E aí bate, me lembra muito meia-noite, azul meia-noite, como a Apple chama hoje em dia.
Eu não sei qual é dela, sabe, de ter que ter essa tonalidadezinha e não ser uma coisa neutra. Eu sei que muita gente gosta, tem uns meia-noites que são bonitos, tem alguns que você mal consegue ver o tom de azul ali, de tão sutil que é. Mas eu acho que é até mais seguro para empresa uma coisa realmente neutra, um cinza escuro, preto espacial, dark não sei o quê, grafite, não sei qual era a dela. Isso se isso for verdade mesmo, né, se isso concretizar. Teríamos então azul escuro ou meia-noite e prateado para o Fold.
A gente publicou também, eu não sei nem se tá na pauta, Rafa, mas a gente público sobre esse assunto, a ideia do lançamento por etapas, né?
Essa é a próxima etapa.
Sobre as cores, eu acho assim, a Apple tem que vender cores para depois lançar uma outra cor. A gente antigamente justificava isso com aquele lançamento meio de meia temporada, né, que foi o verde. A gente ficou esperando um vermelho que nunca veio, mas enfim, verdade. Agora a gente não tem justificativa. Talvez eles queiram só alguma cor diferente mesmo. Tem muito carro que tá na cor pistache, a Apple gosta de usar o meia-noite e tá tudo certo.
Mas sim, o que o Marcelo falou aí procede no sentido de ter um rumor, não de que vai acontecer isso. E eu espero que não aconteça, senão vai complicar nossa cobertura aqui. Mas hoje saiu informações aí do site australiano Channel News. Assim, não, vocês não ouvem muitos rumores do Channel News, mas foi difícil de passar a informação porque vai que, né, se concretiza. Segundo eles, tem um pouco de sentido nas afirmações devido às dificuldades de produção, desafios, estoques, iminência de lançamento e tal.
Mas segundo eles, a Apple estaria planejando um lançamento gradual para o iPhone Ultra, começando nos Estados Unidos, e aí depois de X tempo, não sei se dias, semanas, ele se expandiria aos poucos para os outros grandes mercados Europa, China e afins, né? Pô, se foi isso, como eu falei, vai complicar nossa vida aqui, viu?
É, mas aí o Vision Pro tá aí para isso, né? O Vision Pro é o melhor exemplo recente.
Tivemos que ir lá para os Estados Unidos para fazer o conteúdo inicial do Vision, mas assim, não querendo menosprezar esse iPhone Ultra, eu acho que valia mais a pena ir para os Estados Unidos para cobrir o headset, por mais Por mais doido que seja aquele produto, caríssimo, nicho, $3.500, agora quase $4.000 mais taxa. Mas era assim, a primeira geração de algo muito legal, desconsiderando aqui todas as falhas, né, tudo que a gente já discutiu sobre o Apple Vision Pro. Mas um iPhone dobrável, não sei se eu vou para lá. Eu espero, Rafa.
Não menosprezo o Fold ou Ultra, o que quer que seja, Rafael. Cara, eu tenho visto muita gente, a gente publicou esses dias, e eu acho que na verdade essa semana a gente fez uma matéria falando sobre os valores do Samsung Fold 8 aqui no Brasil. E aquele modelo que não é o Ultra, mas é aquele modelo com formato novo, mais parecido com o do iPhone, né?
Ele ficou com o nome antigo, né? Ele é o Z Fold 8, e o outro é o Z Fold 8 Ultra, né?
Exato, exato. Aquele fator, aquele tamanho que casa com a ideia do que a gente tá acompanhando dos rumores até agora do iPhone, talvez seja um chamativo e assim para rachar de vender. Claro, dependendo do preço. Eu acho que o pessoal tá apostando alto nele, acho, pelo menos pelos rumores que a gente acompanha. E aí de novo, fonte Areal 14, essa história toda. Os rumores nossos hoje são muito pontuais em relação ao novo iPhone, tirando o Fold que vai ser revolucionário, incrível, duas telas, massa, tá?
Para o Pro e para o Pro Max, se mantiver essa nomenclatura, a gente tem rumor só de uma câmera com abertura lá variável e uma bateria melhor. E é isto. Ah, e uma ilha dinâmica menor, que para mim não faz a menor diferença hoje.
Aí vai ter alguma coisa, é um upgrade incremental, né?
Sem dúvida nenhuma. Aumento de preço de $200, $300 já não é uma coisa tão incremental. Então se a gente parar para pensar e falar assim, ah, se você for comprar hoje um iPhone, viajando aqui de novo, 18 Pro Max com 1 TB, ele vai custar, sei lá, $2.000. Ah, mas você pode comprar o Fold aqui que vem com 512, ele vai custar $2.300. O cara vai comprar o de $2.300 porque a novidade é o Fold 3. Ou não, não vai comprar nenhum dos dois, pode desistir e manter o dele mais 2, 3 anos.
É, pode esperar aqueles se passar aí.
Meu receio é que ela nunca passe, pelo menos não do jeito que a gente tá esperando. Quando teve o aumento, vocês falaram no podcast uma coisa que tá certíssima: os preços não voltam para aqueles que eles eram de antes.
Não, não voltam, mas alguma coisa cai.
Talvez, talvez. A gente observa um movimento muito interessante nos apps, e agora eu vou fazer analogia com a coluna que eu escrevo todo dia, né, lá no site. A gente hoje praticamente não tem aplicativos que são compra eletrônica, praticamente não temos, é tudo assinatura. Talvez a gente esteja caminhando para um modelo para quem quiser ter a nova tecnologia, a gente também precisa de uma assinatura. Porque foi uma conta que vocês fizeram também falando sobre, ah, só faz sentido.
E eles comentaram aqui, ah, só faz sentido para quem não faz conta e tal. E aí eu nem lembro quem tava com vocês, se era— na verdade eu lembro, mas não lembro o nome da pessoa que tava. Mas nesse podcast específico, vocês estão É patrão e tem, é isso mesmo. E aí ele falou assim, ah, mas faz sentido para quem compra no exterior, cara, que tá ficando caro no exterior também. E para você fazer esse dinheiro girar e você conseguir vender ele, só se você financiar o negócio a perder de vista.
E aí a Apple ganha. Talvez o problema no Apple Upgrade seja a falta do Apple Care já vinculado automaticamente, porque aí seria um deal breaker total assim. O cara fala, pô, não tem que preocupar com nada, tá aqui, é uma assinatura. Porque você não vai ganhar dinheiro com telefone, a não ser que você seja importador e venda rodo o negócio, ou que você compre tipo no lançamento, não tem o produto no lugar. Por exemplo, você é importador que tá querendo rachar de vender, provavelmente você comprar o iPhone Fold ou Ultra, o nome que der para ele, você vai conseguir vender para caramba.
Mas daqui alguns meses não vai ser tão simples assim, porque passa a ter no mercado e a galera começa a comprar a perder de vista. Melhor exemplo são os programas no Brasil que funcionam de assinatura de produto, que é um mercado enorme. A gente não dá atenção para ele, mas ele é um mercado enorme. E o do, e da solução, por exemplo, que a iPlace, que o Itaú tem de assinatura também. O iPhone para Sempre, por exemplo, é um sucesso.
Você fala assim, ninguém consome, consome, mas ninguém fala que não comprou o telefone. Não é o tipo de coisa que você vai ver e falar assim, porque para muitas pessoas a possibilidade que de comprar um negócio custa R$12.000, R$13.000 é essa, e tá tudo certo. Então, cara, eu tô bem curioso, viu, Rafa? Se for esse esquema do lançamento mesmo setorizado, vocês vão ter que mudar o bilhete de vocês, reetiquetar ele lá para Orlando. Vai ser super divertido.
Você já vai estar lá, provavelmente, porque eu sei que sua segunda casa aproveita, já vai ali na Disney, né? É uma beleza. Marcelo gosta. Mas vamos ver, vamos ver, pode ser, pode ser uma aventura divertida. E, cara, olha que loucura, né? Não sei se é bem loucura que a gente pode falar dessa forma, porque a gente sabe que se o produto vai ser apresentado daqui algumas semanas, é natural que já tenha equipes lá na Apple trabalhando na próxima geração.
Mas a loucura é porque já se fala na terceira geração desse iPhone Ultra, inclusive com tamanhos diferentes de tela do modelo que vai ser apresentado este ano, e que eu acho acho que deve se repetir daqui a um ano na segunda geração dele, né? Já se fala, os caras nem apresentaram ainda o primeiro modelo e o Gorman já disse que já estão vislumbrando aí uma mudança de formato. Tipo, não tem nem feedback ainda dos consumidores desse produto, não sabe qual vai ser o impacto dele no mercado de fato, né?
Tem várias previsões, a gente nem gosta de ficar publicando previsões de mercado no site porque é o que você falou, fonte aérea 2014, né? Algumas podem dar bom, né, de serem precisas, mas essas previsões são muito chutadas, né? Ainda mais num cenário de crise como esse, né, com preços inesperados. Quando a gente começou a falar do lançamento do iPhone Ultra, já todo mundo arregalava o olho, tipo, vai custar $2.000. Gente, não vai custar $2.000 mais.
Esse negócio vai vir, porra, no mínimo $2.300, no mínimo. A Samsung acabou de lançar esse Fold Ultra deles por R$1.900. O Fold Ultra, que eles chamam agora, tá R$2.100, se não me engano, já passou. Isso é Samsung, que tende a trabalhar com patamar abaixo da Apple. Então, e que inclusive vale notar, já lançou toda essa linha no Brasil, viu? Então, se a gente tá falando aí da Apple chegando tão atrasada nesse mercado, né, mais um fator aí de análise dessa situação, a Apple chegando anos e anos depois ao mercado pelo motivo que seja, né, lançando o primeiro dobrável dela.
Samsung já tá aí na suposta 8ª geração dos dobráveis dela e já lança mundialmente, né, já tá no Brasil esses produtos que foram anunciados poucas semanas. E aí daqui a um mês a Apple vai anunciar o iPhone Ultra para quem sabe um mês depois, 2 meses depois, chegar só nos Estados Unidos.
Olha que loucura, Rafa! Mas ó, depois do lançamento da Siri, da nova versão da Siri, Eu acho que a galera lá tá bem pé no chão em relação aos lançamentos, cara. Se ele não conseguir entregar— e a gente teve vários casos, vários assim incontáveis na história da Apple de produtos que ela lançou uma coisa de primeira geração, e a gente inclusive era quase um mantra que você acompanhava no fórum e nos nossos posts: nunca compra o produto de primeira geração.
Eu espero, né? Era 18 de janeiro.
Então assim, você imagina um dispositivo dispositivo desse que provavelmente vai ter um monte de parte móvel lá, um negócio que nunca foi testado fora dos laboratórios lá de Cupertino.
Aí, fixe, a gente publicou hoje, eu acho, a desmontagem aí desse Fold 8 e criticou muito o acúmulo de poeira, a forma como a dobradiça é construída. Eu vi bem por cima ainda, salvei para ver com mais calma depois, mas parece que tipo reparabilidade dele é péssima. Pô, também é um dispositivo hiper complexo, mas basicamente eles tentaram ali abrir, na hora de desmontar ali a dobradiça, a tela já se destruiu, já não tinha como recuperar nem nada.
Negócio é complicado, mas é a mesma coisa dos AirPods, né? Como é que você coloca uma bateria removível aqui no dispositivo desse, sabe? É muito complicado.
Mas, Rafa, e aí, o que que você, imaginando esse cenário que você vai ter o Pro, Pro Max e o Fold, vamos imaginar que o Fold seja tudo isso que a gente tá discutindo há meses, anos, de tecnologia, de recurso, de talvez ser o substituto do iPad para muitas pessoas. E vamos imaginar o preço de R$2.300 mesmo, seria um dispositivo para você?
Eu já falei aqui que não, acho que não. Aliás, eu estive esses dias no shopping aqui, já tem um standzinho lá da Samsung na Vorten, uma das varejistas de eletrônicos aqui, e fiquei 10 minutinhos brincando com essa linha de Flip, Fold, não sei o quê. E, cara, dei uma atenção especial ao Fold 8, né, que é o mais parecido com o iPhone Ultra. É um formato interessante, sabe, mas ele fechado é esquisito. De novo, fiquei alguns minutos brincando com ele.
É um formato que me causa estranheza. Ele aberto, para mim, é um formato que faz mais sentido num dobrável do que os dobráveis convencionais, né, estilo Ultra. Quando vira um quadrado. Eu acho que não faz muito sentido esse formato mais wide desses modelos passaporte estilo iPhone Ultra. Para mim faz mais sentido. Inclusive botei lá um vídeo do Mac Magazine para tocar, fica bem legal assistir ali. Me impressiona muito a espessura do negócio, é bizarro como tecnologia, a qualidade da dobradiça e tudo mais.
Só que, e aí de novo pode ser uma coisa de costume, interagir com a tela de plástico para mim é uma sensação muito esquisita, sabe? Ainda mais você com aparelho de $2.000, de $2.500 na mão. O vinco não me incomodou. Abri lá, os caras já resolveram isso, tá? Você pode chamar aparelho que não tem vinco. Botei contraluz e tal, passei o dedo ali, não dá para sentir o vinco. Mas interagir num plástico, para mim, assim, tô falando de pouco tempo de experiência, primeiras impressões e tal, mas não me convence, sabe?
Não é uma alguma coisa que eu olho assim, pô, finalmente a Apple vai lançar, vou correr para comprar. Não é.
E você ainda não tá considerando trade-offs importantíssimos. Primeiro trade-off: câmeras. Você tá acostumado com as câmeras, com a flexibilidade que as câmeras do Pro te oferece. E justo, não só isso, a qualidade, né? E mais do que isso, bateria. Porque você fala assim, ah, mas cara, a bateria do 17 Pro Max ela é muito boa, muito boa. Então assim, assim, se você tem que trocar essas coisas para ter um dispositivo— e outra, minha sensação, tá?
Isso aí também é falando de nada. Talvez a gente consiga ter nessa geração, por ser RFI, tudo isso, uma bateria semelhante ou pior do que o iPhone Air. E hoje já tem uma galera reclamando da bateria no iPhone Air.
Eu acho que não vai ser nesse nível não. Eu acho que ele é muito fino, mas ele é grande, sabe? Tem duas células, estimam algo próximo, pelos vazamentos, de 5.000 mAh. A tendência, claro, se você usar ele muito aberto, né, ou seja, com a bateria, com a tela grande, usando a bateria o tempo inteiro, provavelmente sua experiência não vai ser muito boa. Agora, se você tiver lá um equilíbrio legal de fechado e aberto, eu acho, eu acho que isso não vai ser um problema.
O meu palpite, anotem, pessoal, e nos cobrem na cobertura do lançamento dos iPhones, depois na review do iPhone. Provavelmente Rafael e Eduardo estarão em solo americano.
Enfim, vamos lá, né? Vai depender muito de como esse negócio for apresentado, se vai ter algum diferencialzinho, né? Um pozinho mágico, bico pertinho, software, né? Ou adaptação do sistema. Por enquanto não estou, como fala em inglês, I'm not sold, né? Não, não tô convencido, não me venderam ainda.
Eu fico preocupado é com os desenvolvedores, Rafa. Mais um formato para você preparar seu aplicativo.
Mas assim, eles quando começaram a mudar os formatos, né, o iPhone começou a crescer, aí tinha um mais esticado, aí vai ver dois tamanhos de tela e tal. Nessa época era tudo muito engessado. Hoje a Apple já tem muitos anos que tá preparando tudo para auto layout, para adaptação, aplicativo que roda em iPhone, que roda em iPad. A gente já tem um acervo aí de devices que variam de 5 polegadas a quase 8. Então eu acho que hoje em dia esse processo tá mais tranquilo.
Não tô dizendo que é trivial, mas não é a mesma coisa quando começou, sabe? E como a gente falou aqui nesse podcast, né, daqui algumas semanas teremos a possível apresentação do iPhone Ultra que a gente tava discutindo agora, do iPhone 18 Pro, do 18 Pro Max. E a galera que tá meio por fora dos rumores aí deve se perguntar: e o iPhone 18, né? E o iPhone 18e? E o o iPhone Air de segunda geração, tudo isso deve chegar só no ano que vem, entre fevereiro e abril possivelmente do ano que vem.
E o Jeff Pu, um analista aí que tem boas fontes na cadeia de fornecimento da Apple, meio que corrigiu aí uma expectativa para o iPhone 18, se ele tiver certo, que eu acho que faz sentido. Ele publicou uma nota ontem aí dizendo que esse modelo de entrada, né, de novo só ano que vem, ele deve deve passar dos atuais 8 GB de RAM do iPhone 17 para 12, o que vai colocar esse próximo iPhone de entrada no mesmo patamar dos modelos Pro atuais em termos de ter acesso a esse modelo mais avançado da Siri AI e tal, que exige 12 GB de RAM, entre outros recursos que aos poucos vão exigir mais memória.
E isso era um problema porque estavam dizendo nos rumores aí de que ele passaria de 8 para 9 GB só. Minticou, foi que falou isso. E agora parece que o que vai acontecer isso é em relação ao iPhone 18e. Esse sim passaria de 8 para 9. Aí beleza, a gente tá falando de um iPhone da entrada de entrada, né, é o primeiro da linha, né. Acho ok, ainda tem Apple Intelligence e tal, ganha 1 GB, não é que seja descartável, não faz tanta diferença você passar de 8 para 9, mas bem-vindo, ok.
Agora o 18, lembrando que o iPhone iPhone 17 foi um salto muito legal, né? Neste ano especificamente foi possivelmente o melhor upgrade de toda a linha de iPhone, tirando o iPhone Air, que foi super diferente, né? Mas o iPhone 17, com a chegada de tela ProMotion nele, né, foi assim, ele virou sem dúvida, sem dúvida nenhuma, o melhor custo-benefício para a maior parte das pessoas, embora a gente saiba que não é o mais vendido. A Apple consegue lá com o pozinho lá ainda existente campo de distorção da realidade dela, convencer clientes que é melhor comprar um Pro, um Pro Max, seja por bateria, seja por câmera.
Mas o 17 tá lindo, aparelho muito legal, muito completo, não deixa nada a desejar. Claro que tem diferenciais você pegar um Pro e um Pro Max, mas pelo preço tá muito legal. E se o 18 vier com 12 GB de RAM, e o Jeff Pu ainda fala também de ilha dinâmica redesenhada, ou seja, Ele já antecipa que o 18 também vai ter uma ilha dinâmica menor, que é uma das expectativas para o 18 Pro e 18 Pro Max.
Se vier isso tudo, meu amigo, tá bonito, mais $200. Não, mas os rumores, os rumores são muito, para esse ano específico, são muito certos em relação a essa divisão dos lançamentos. E eu acho que isso é uma coisa que é bom bom e ruim ao mesmo tempo, porque a gente tende a aceitar os lançamentos agora com preço mais elevado, porque a linha vai permanecer, o 17, 17e vão permanecer, né? Mas ao mesmo tempo gera-se uma expectativa de que lá em fevereiro ou março, abril do ano que vem, quando lançar o 18, você tem uma quebra da galera que tava esperando para trocar agora e não quis botar tanto dinheiro numa linha que vai estar mais cara.
Então acho que os números vão conectados nas duas frentes. Mas tô bem curioso, Rafa, se vier tudo isso mesmo sem um aumento de preço significativo, talvez a Apple esteja direcionando grande parte do público que tá aí com 15 e tal para migração já para o 18 ou para o 18E, né?
E assim, quando ela reajustar os preços no mês que vem, ela vai trazer o Ultra com preço surreal, beleza, novo patamar que a gente achava que seria 2 e provavelmente vai ser mais do que 2 mil. O 18 Pro e o 18 Pro Max vão ter um salto de $50, $100, $200, $300, ok, mas ela não vai esquecer o resto da linha que não vai ser alterada. Esses vão ser os piores, né? O 17 que vai ficar em linha vai subir de preço, o 17X vai ficar em linha, vai subir de preço.
Esses aparelhos só vão ser atualizados daqui a meses, e aí talvez quando forem atualizados não subam de novo de preço, ok. Mas para esses modelos vai ser pior ainda, né, porque vai ser só um ajuste de preço. Os outros sobe o preço, mas é uma nova geração, pelo menos, né?
O negócio é que a gente, me parece que a gente tá tratando as coisas tudo como novo normal, né? Que o discurso agora é aproveitar para aumentar tudo que puder aumentar porque da crise das memórias. Sei lá, vou comprar uma pipoca no semáforo, não, crise das memórias, pipoca aumentou para R$20 ao invés de R$15. Então assim, tudo é crise das memórias. A gente viu isso no novo normal depois da pandemia, né? Negócio de atendimento ao público, Não tem mais central de atendimento para as pessoas.
Então é mais ou menos a mesma coisa. Acho que para a galera que tiver pensando em comprar o 17, dados os rumores, a hora é agora. E possivelmente se você comprar agora, você conseguiria comprar o 17 Pro com desconto, porque tá no fim do ciclo dele, vamos colocar assim. Então assim, para quem tá acompanhando o nosso podcast e tá pensando em trocar, ó, 17 é um baita aparelho, um excelente aparelho. 17 Pro Max também é um aparelho excelente.
E como o Luiz Ferne, ele falou assim, ó, meu 17, depois 20, devolvi para Amazon, peguei o 17 Pro por causa da flexibilidade das câmeras, tô adorando. Exatamente isso. Se você gosta de bater foto, é o momento agora de você aproveitar as ofertas, os grandes varejistas. O nosso canal de ofertas lá do fórum tá bombando com ofertas desses dispositivos. A hora é agora. O Pedro faz um trabalho lá de curadoria disso. A hora é agora, pessoal.
Então se você você tá pensando, refletindo, ah, tô juntando uma grana para fazer troca, o momento é agora. Porque assim, aumentar vai. Quanto? Não sabemos, descobriremos em breve. Quem tiver conosco na cobertura, vamos descobrir juntos. Então assim, o 18, seja 18, seja 18e, seja 18 Pro, seja 18 Pro Max ou Fold, o nome que for, vai vir mais caro. Então se você está aguardando, quebre o seu porquinho, retire o dinheiro lá do seu investimento que você fez na vez do TrueMaster e faça agora a compra do seu novo dispositivo. A hora é agora, tá? Então é isso.
Só para a gente fechar essa pauta aqui, o Mateus Júnior mandou um comentário aqui também: o 17 Pro Max é o melhor já criado, resolveu meus problemas com a linha Titanium. E ele pergunta: qual problema no seu celular deve ser resolvido na linha 18? Eu publiquei meses atrás o meu review completo do iPhone 17 Pro Max e falei dos para mim os pontos negativos dele que eu acho que deveriam ser corrigidos na nova linha. Primeiro que eu acho ele muito feio, eu acho um iPhone mais feio dos últimos tempos.
Se eles conseguirem resolver essa duotonalidade traseira ali que me destoa tanto do vidro ali, do alumínio e tal, para mim aquilo ali ficou meio esquisito, já é um ponto bom. Se vierem novas cores, se vier um preto, maravilha. Mas principalmente para mim o ponto negativo dele que é também um ponto muito positivo, foi esse alumínio tão frágil.
Pessoal, Rafael, desde a semana 1 desse iPhone, ele vem acompanhando e registrando numa caderneta.
Vou revelar aqui uma novidade, novidade de hoje, ó.
Ah, não creio, você substituiu o seu telefone!
Olha aí, cara, estraçalhou a tela no último fim de semana e troquei.
Não é qualquer primeiro iPhone que você faz isso, hein, Rafael?
Historicamente. Agora eu vou meter ele numa capinha porque tá chegando o momento da troca. Não poderia ter sido melhor, mas tá aqui novinho. Mas ainda acho feio, mesmo bonitinho como tá.
É, acho feio. Já, Rafael, já acostumou.
Para com isso. Não acostumei, juro que não. Mas pela cor, tá? Eu me arrependi de não ter pego prateado, que eu acho feio também, mas não tanto quanto esse azul. Enfim. Ótimo. O alumínio, cara, eu, ele tava muito detonado, vocês viram nos vídeos e tal. Não é que ele seja frágil a ponto de empenar muito fácil e tal, de impossibilitar o uso do aparelho. A fragilidade dele é muito mais estética, ou como a Apple gosta de falar, cosmética.
Qualquer coisinha vai tirar um teco. A gente falava desde o lançamento que aqui em volta do do platô da câmera era um dos pontos mais frágeis dele, mas não é só em volta do platô. Qualquer batidinha que você der vai tirar teco e vai começar a ficar feio, sabe? Não vai impossibilitar você de usar o aparelho. O Ceramic Shield 2 é fantástico. Não sei como eu consegui quebrar. Ele caiu no asfalto dessa vez, de cantinho. Foi aquela, aquela combinação perfeita de condições para o vidro, que é vidro, partir.
Mas assim, ele caiu muitas vezes, inclusive no asfalto, no vidro e tal, e o Ceramic Shield tava excelente. No alumínio já tava cheio de marcas de não sei o quê. Então o que eles têm que melhorar talvez é alguma mistura, combinação ali, um banho do alumínio, né, o banho que o alumínio recebe, anodização. Não sei se eles mudam ali, eles têm a série, né, alumínio 7, série 3000, alumínio aeroespacial, que não sei o quê. Enfim, eu não—
o xalalá do alumínio.
É, não é que eu quero que eles voltem para o titânio, titânio natural. Vocês viram no vídeo da troca da bateria, lindo, né? Aquele ali, ó, iPhone mais bonito que eu já tive, aquele natural que tá com a esposa. Mas o benefício do alumínio, né, em termos de temperatura junto da câmara de vapor e tal, tudo isso é muito bom. Então se eles conseguirem equilibrar aí, melhorar um pouco essa questão da fragilidade, deixar ele mais bonitinho e tal.
Para mim tá show de bola. E aí esses outros aprimoramentos, né, sempre bem-vindo. Câmeras melhores, vamos ver como é que vai ser na prática essa abertura variável aí. Acho que promete. E para a gente fechar o podcast, mais uma discussão aqui curiosa sobre iPhones do ano que vem. Muitos rumores de iPhones aqui, agora vamos falar do ano que vem, que é um ano importante para o iPhone porque vão completar-se, ou sendo mais formal aqui, completar-se-ão 20 anos do lançamento do primeiro iPhone.
E aí tem esse rumor, né, de um iPhone comemorativo. A Apple não chama muito de comemorativo, mas a gente sabe que quando ela completou 10 anos, né, em 2017, ela lançou o iPhone X, ou X como alguns gostam de falar, que ela não chamou de comemorativo, mas foi um iPhone diferente, né, revolucionário, já ocupou um patamar de preço acima, né. IPhone, déjà vu, virou obsoleto hoje. É, acabou, é verdade. Hoje o iPhone X se tornou um produto oficialmente obsoleto.
Então tem 7 anos que ele foi descontinuado de vez, né, que não tinha mais nenhum modelo à venda no mundo inteiro. Mas ele ocupou um patamar novo, né, esses $999 era inédito e trouxe Face ID, trouxe uma tela assim, um botão frontal, novos gestos. Foi um salto significativo. E a Apple pode querer não talvez repetir isso, mas trazer alguma coisa também significativa no ano que vem. E aí rolou uma, não foram farpas pessoais aí, mas foi um contradizendo o outro nessa semana aí.
O analista Edison Lee da firma de investimentos Jefferies, ele falou alguns dias, foi repercutido pela Barron's, que esse projeto de um iPhone 20 todo de vidro e tal teria tinha sido cancelado devido a baixo rendimento de produção. Deu uma repercussão enorme aí online, acredito que inclusive mais do que deveria, né? Quando tem uma notícia desse jeito assim, os sites caem em cima. iPhone de vidro foi cancelado, a Apple não consegue fazer iPhone de vidro e tal.
E o Mark Gurman logo no dia seguinte veio rebater isso daí, dizendo que o projeto continua mais do que de pé, que a Apple tem inclusive dois modelos em desenvolvimento com codinomes V73 e V74 internos aí. E é esse projeto majoritariamente de vidro, né? Lembrando que o iPhone sempre teve vidro na frente, mas atrás já tivemos mais ou menos. Aí agora hoje em dia tem uma boa parte ali, né, que eu tava inclusive falando agora dessa dual tonalidade.
Mas a maior parte da traseira do iPhone é alumínio hoje em dia. E esse aparelho seria basicamente um sanduíche de dois vidros, né, com um metal, eu suponho que seja titânio, bem fino, só para dar estrutura ali na lateral, porque o próprio vidro deve também curvar para as laterais, tanto na frente quanto atrás. A ideia é ser realmente uma coisa diferente do que de qualquer um que a gente viu até agora. E aí não só o Mark Gurman falou que o projeto continua de pé, como o outro leaker, o Digital Chat Station, também corroborou isso com fontes lá da Ásia de que o projeto continua em desenvolvimento forte.
Provavelmente vai ter dois tamanhos de tela e tudo mais, maiores do que os iPhones atuais, mas mantendo as proporções atuais. Enfim, esse me deixa um pouco mais ansioso e empolgado do que o Ultra.
Rafa, eu lembro quando a gente saiu da linha 8, eu lembro que a Apple lançou o 8, o X junto com o 8 normal e o 8 Plus, E aí você no 8 você já tinha um telefone todo de vidro, era lindíssimo, né? A frente e a traseira dele eram de vidro. Cara, a gente pensando na durabilidade das coisas, na praticidade, o vidro ele é mais frágil, né? Gorilla Glass até pode não ser, mas se você imaginar um Gorilla Glass, o Ceramic Shield 2 que a gente tá, que é baseado no Gorilla Glass, né?
Se a gente tivesse isso na frente, na traseira, você imagina o preço desse dispositivo. Então, eu assim, se eu pudesse escolher uma coisa para ter no meu próximo iPhone, o que que você gostaria? Eu acho que assim, é um dispositivo que a gente mais gosta, mais usa para bater foto das coisas, e eu acho que a câmera ali podia ter um upgrade. A câmera já é muito boa, mas para algumas coisas ela ainda é muito— eu me sinto usando aqueles nossos primeiros iPhones lá de trás, sabe?
Assim, umas coisas idiotas, fotos. Você quer bater uma foto macro, aí você vai lá no manual, no próprio sistema câmera é uma last, mas você passa para o aplicativo. Então assim, talvez essa novidade do 18 para esse ano, 18 Pro Max, seja um deal breaker para mim. Eu falo assim, pô, é isso que eu queria para o meu dispositivo. Não quero bater foto da lua, tá? Que esse negócio da Samsung, ah não, vamos destacar foto da lua, não faz sentido.
Ontem rolou eclipse, né? Eclipse solar aqui. É, não acompanha a totalidade aqui perto de casa foi 94%. Aliás, fiquei um pouco decepcionado, que eu achava que 94% pelo menos daria uma pequena penumbra. Mas, cara, 6% de sol, ele ilumina como se nada tivesse acontecido, sabe? Não tô nem aí que tem 94% da Lua. Muito pouco, Marcelo. É incrível, cara. 6% do sol, dava para ver um pouquinho de esquisitice, sabe? Quando tá começando o sol se pôr assim, que reduz um pouco a intensidade.
E é basicamente isso, né? Quando o sol começa a se pôr, ele tá se cobrindo atrás de alguma coisa, né? Mas era uma coisa muito bizarra. Você olhava assim em volta, o olho também acostuma, né, com a claridade se adaptando aos pouquinhos. Mas praticamente não tinha mudança nenhuma. A potência do sol, uma coisa de doido. Mas ainda assim a gente tava com óculos de proteção e tal, deu para ver super bonitinho. E aí eu metia o óculos na frente da câmera do iPhone para tentar registrar alguma coisa. Nossa, cara, eu tive muita dificuldade, não consegui.
E aí, e ele, e nessas últimas versões ele ainda troca a câmera do jeito que ele tá a fim de trocar. Então é, você luta não para bater uma foto, você luta com a câmera do dispositivo. Então é um negócio assim desolador. Então talvez esse seja uma coisa assim que me chamaria atenção. iPhone de vidro é, para mim é legal visitar no museu assim, sabe? Vai no Guggenheim, né, você encontra lá.
Mas o que eu penso, Marcelo, assim O 8 era um iPhone já muito redondinho, como você falou, já era bonito o iPhone 8. Mas quando o iPhone X foi lançado, o 8 pareceu ultrapassado, sabe? Quando você pegava o iPhone X na mão, era outra história. Você deu um—
mas aí você tem o mercado. O mercado era todo de 8s, todos os concorrentes da Apple estavam trabalhando com 8. Você tinha a galera, tava engatado da mesma forma que o iPhone quando foi lançado. A gente tava— o N95 da Nokia era o auge Caraca, meu telefone tinha joguinhos, ele tinha uma câmera lá muito boa e você ainda conseguia colocar um cartão de memória. Então era assim. Aí veio o iPhone, quebrou isso. Aí veio o iPhone X e aí as telas passaram a ser todas touchscreen, fora a fora.
Os gestos foram copiados pelo mercado. Hoje o que que você tem de diferente? O Fold. Ah, mas o que eu tô te provocando é justamente isso.
Será que esse esse projeto do iPhone 20 não vai dar uma sensação de que o iPhone 18 Pro vai ficar ultrapassado, sabe? Será que não vai ser um projeto tão bem feito? Muita gente fala, ah, esse vai ser o iPhone que vai combinar o hardware com o Liquid Glass do sistema, sabe? E trazer uma coisa realmente moderna. Não sei, tô viajando aqui. O que eu tô falando é, será que esse projeto, quando você pegar na mão, você vai falar, não, isso daqui é algo realmente totalmente diferente, não quero mais saber dos outros, sabe?
Torço para isso, mas ao mesmo tempo, quando a gente fica com essa, quando a gente começa a discutir rumor antes de ter o lançamento, por exemplo, de um iPhone que tende a ser revolucionário, que é o Fold para esse ano, e a gente tá discutindo, revolucionário, eu não concordo com isso. Mas Rafa, imagina só, você consegue abrir 2 aplicativos ao mesmo tempo. Para mim hoje, a tela do Pro Max daria, teria espaço para você fazer duas coisas ali.
Hoje, para mim, o aproveitamento de tela em determinados aplicativos— vou dar um exemplo. Ontem eu fui editar um documento no Pages, precisava editar um documento, e aí tentei no Word, não deu certo e tal. Aí abri o Pages. Rafael, eu me senti um completo idiota. Esse ícone novo do Pages aqui, muito legal, ele vai irritando você, porque é uma coisa meio laranjada, né, um negócio mais puxando para o vermelho, cara. Aí eu clicava no botão e para mim não tinha lógica nenhuma.
Eu me senti um Neandertal, juro para você. Aí desisti, peguei meu iPad, peguei meu— minto, peguei meu computador e fui fazer nele. Então assim, a gente tá num negócio de tentar inventar a roda. Talvez a gente precise de— eu sinto que alguns passos a gente hoje tá tendo que justificar muita coisa para fazer determinadas coisas, porque assim que as pessoas fazem, talvez. E a gente sempre teve o slogan da Apple, do Think Different, é talvez o argumento base para essa minha fala.
A gente tá seguindo hoje o padrão do mercado, dos gestos, dos recursos. Se a gente tivesse talvez um, uma pegada— imagina só você, antigamente a gente falava do airdrop, e você falava assim, putz, o airdrop é revolucionário, todo mundo tem agora uma coisa parecida, né?
Aliás, melhorou muito nos sistemas 27, hein?
18, muito. Porque o 16 era desolador, era desolador.
No 25 não existiu. 26, o 18, 17, 16, o 15, quando ele queria ele funcionava. Agora, cara, parece que ele tá esperando que você vai tocar. Você toca, já enviou. Finalmente, Apple, finalmente.
Então eu só queria deixar aqui nesse, nessa pauta específica do iPhone do ano que vem vem antes da gente ter o lançamento do Fold, que pode se revolucionar e seja o iPhone preferido do Rafael Fischmann e de toda a equipe do Mac Magazine.
Você já sentiu que você tá comprando? Você é o primeiro na fila. Já sentiu?
Tô nada, tô nada. Não, na verdade, vamos ver como é que eles vão vender o negócio pra gente, né? Eu, a minha expectativa, na verdade, é que eu gostaria de ver no iPhone X, talvez seja um iPhone que tem um sistema redondo. O iPhone 10, iPhone 20, né? Que seja um iPhone que tenha um sistema estável, um sistema bem pensado para o lado que os feedbacks que a Apple ouviu para esse ano sejam reverberados até o ano que vem, a gente conseguindo fazer algumas melhorias incrementais, que o hardware desse novo iPhone desse ano consiga chegar lá com melhorias incrementais também.
Porque se a gente tiver um celular estável, se a gente tiver um celular que não tenha um dispositivo que seja confiável e que tenha qualidade nas coisas, você até compra com menos dó, né, de gastar dinheiro, de investir aquele seu recurso ali, porque é muito caro o dispositivo que você usa mais, é o que você passa mais tempo com ele. Então, para mim é isso, Rafa. O negócio de vidro para mim é muito Star Trek, é muito Star Wars. Star Wars, já basta o que a Disney fez com Star Wars.
Eu acho Acho que pode ser um iPhone para Apple dar um salto em tecnologia, sabe? Conseguir esconder o Face ID, não sei se a câmera também, tipo, não ter nenhum recorte ali, ou só ter um recortezinho pequeno para câmera. Pode ser que ela finalmente passe a usar baterias de silício-carbono, e aí você tem um aparelho fininho com uma baita bateria, sabe? Não sei se ela coloca aquele esquema da tela de privacidade da Samsung nesse iPhone também, para você poder esconder certas partes ali da tela quando tá inclinado.
Quantas pessoas você já viu usando esse recurso de privacidade na rua aí em Portugal?
E o humano sai muito de casa, Marcelo.
Aqui, ó, aqui eu tenho, conheço pessoas que têm o S26 Ultra. Até hoje eu não vi nenhuma pessoa na rua usando esse recurso.
Nenhuma, nenhuma.
Mas eu vejo mais AirPods com USB-C do que isso.
Mas independente de não ter muitas pessoas usando, ou você não ter visto, ou eu não ter visto, foi legal, cara.
É muito, mas você perde alguma coisa.
Foi uma coisa, sim, perde. Tem a questão da qualidade lá dos pixels, mas assim, foi uma coisa pelo menos diferente. A gente não, em se tratando de tela, a gente teve um salto gigantesco. Não sei quantos anos atrás, que foi a primeira tela Retina. Foi absurdo, até a nossa avó conseguia ver a diferença da nitidez, sabe? Foi talvez o maior salto em telas. Depois teve o salto para OLED, foi também legal. Muita gente não vê tanto, mas é perceptível.
Teve o salto para 120 Hz, esse menos perceptível ainda. Esse daí não é um salto nem que se compara em nenhum desses, mas pelo menos é uma coisa diferente. Sabe? Uma, não é tipo, ah, você tá ganhando 5% de brilho.
Concordo, concordo. Mas, mas, Rafa, aí a gente talvez tem um problema maior do que só o hardware. É, e aí pegando o nosso histórico de coberturas que a gente já fez aqui, a qualidade dos aplicativos mesmo no mundo Apple caiu muito. Muitas vezes a gente tinha um telefone novo e tinha um destaque para um aplicativo que fazia alguma coisa revolucionária, certo? WWDC a gente teve meia dúzia de demonstrações, mas nenhuma que você falava assim, caracas, isso aqui— eu lembro daquele recurso do Fusion da foto, que batia uma foto de um tapete, de um sofá, e ele combinava as imagens.
E você viu Deep Fusion? Exato. Faz muito tempo que a gente não tem uma novidade assim. Então eu acho que talvez não esteja vinculado só ao hardware, mas o software também. A questão da polidez, eu sinto uma dificuldade terrível jovem hoje, aconteceu isso ontem, eu tava ajudando alguns colegas sobre um negócio de aplicativo e a pessoa que eu tava ajudando era muito mais nova que eu. E aí ela, por exemplo, não usava, ela não usa nenhum ícone naquela parte onde fica no dock, né, da tela.
Tava vazio, não tinha nada. E aí eu entendi que isso é uma coisa dos jovens hoje em dia, eles não usam nada ali, eles sabem onde estão as coisas deles, os aplicativos. Rafa, você imagina isso para uma empresa como a Apple se comunicar com o perfil do jovem, que quer um negócio desse jeito, conosco que estamos ali no meio do caminho, somos entusiastas, e com a galera old school?
Deve ser um trabalho, o cara de marketing, muito, muito legal você de colocar a gente no otimista e não no outro. Muito bom, muito bom.
Entusiasta, nós somos grandes entusiastas, trabalhamos muito Mas, ó, de todo jeito é muito difícil, Rafa, muito difícil, porque são linguagens completamente— esse negócio de farmar aura, 67, eu vejo aquele negócio, eu falo, meu pai do céu, que que é isso?
Ninguém falou TikTok, Marcelo?
Olha aí, e é um dos canais que a Apple mais tem investido dinheiro. Então olha o tamanho da loucura de você fazer um dispositivo que que se comunique com todo esse público sendo o mesmo dispositivo. É muito difícil, Rafa. Então assim, talvez a gente, talvez o ponto central desse iPhone 20 seja para quem eu quero vender. Se a gente pegasse as nossas coberturas lá de trás, Moscone Center, antes de ir para o Apple Park, até no campus mesmo de Cupertino, a Apple chamava quem para as coberturas?
Chamava imprensa, chamava jornalistas, blogs. Hoje em dia são TikTokers, YouTubers. Não que isso seja ruim, mas é um público diferente. É a galera que vende conteúdo em 30 segundos de vídeo. E não é uma galera que tá querendo aprender alguma coisa nova. Não é uma galera que tá querendo desvendar recurso. A gente vê no tipo de vídeo que a gente faz aqui. Se você fizer hoje um vídeo de review de um aplicativo com 40 minutos, você vai ter X público.
Se você gravar um vídeo curta desse negócio com 30 segundos, você vai ter um público muito maior. Então a galera tá querendo conteúdo muito rápido e é um público completamente diferente do cara que tá querendo.
A Apple sabe, ela mete um laranja cósmico, vende para caramba. Pronto, esse ano vai ser, esse ano vai ser um cerejinha, sei lá, tá tudo certo, tá tudo certo. E é isso aí, senhoras e senhores, Mac Magazine no ar 695. Marcelo Melo, um prazerzão, cara, obrigado, até a próxima.
Obrigado pelo convite mais uma vez, Rafa. Obrigado, pessoal, para quem que nos acompanhou. Quem estiver acompanhando a versão editada pelo nosso querido Edu Garcia, não deixe de deixar o like. Nosso querido Edu Garcia. E por favor também não deixem de divulgar o nosso conteúdo do canal, os nossos posts, as nossas reviews, os vídeos que o Rafael faz. Essa da bateria, até ele reverter esse investimento que ele teve que fazer perdendo Apple Care durante todo esse ano, ou para o iPad que ele vai ter que comprar para em substituição a esse que ele vai tentar fazer a troca da bateria, precisar de um alcance maior.
A força tá boa, agora eu tô mais confiante do que nunca.
Acompanha os próximos capítulos, pessoal.
Nosso podcast foi possível graças a todo mundo que apoia a gente no Patreon, no Catarse, especialmente os patrões Ouro: Adolfo Bernard, Alan Ribeiro Leitão, Arthur Duran, Cadu Valsésia, Aderson Lopes, Epizênio Feitosa, Fernando Brum, Fernando Feg, Humberto Barbato, João Carlos Magalhães, Leandro de Carvalho, Leandro Santos Bonfim, Luciano Paranhos, Marcelo Carvalho, Marcos Ferreira, Mateus Paes Mendonça, Pedro Cobatini, Rafael Dossers, Rafael Mantovani, Rafael Stanzani, Romário Henrique, Sérgio Bergamini, Ulisses Aguiar Rocha, Vanderlei Gadotti, Wendel Belarmino e Yuri Chaves.
Gente, vamos ficando por aqui. Obrigado pela audiência, pelos likes, Super Chats e tudo mais. Até semana que vem com mais um Câmbio de Esgrima.
Tchau!