MacMagazine no Ar #692: assinaturas da Apple, novos Macs, “iPhone Ultra”, séries do Apple TV e mais!
00:00:00 Introdução
00:08:25 Apple Music e Apple One ficam mais caros no Brasil e nos EUA
00:12:32 Apple poderá lançar programa de assinatura de iPhones, iPads, Macs e Apple Watches em breve
00:24:55 Apple deverá lançar diversos novos Macs em breve, incluindo Mac mini com os chips M5 Pro e “M6”
00:33:51 Vazamento confirma abertura variável na câmera do "iPhone 18 Pro Max"
00:41:54 Código do iOS 27 faz referência a iPhone com mais de uma bateria
00:54:32 Jason Sudeikis quer que “Ted Lasso” tenha pelo menos mais 2 temporadas
01:05:23 Encerramento
Eduardo Marques
Rafael Fischmann
Adolfo Bernhard
- Seguro iPhone AppleCareApple · Seguro iPhone AppleCare · Mac · Apple Watch Success · Klarna · Leasing
- Estratégia de preço AppleApple Music · Apple One · Brasil · Estados Unidos · Custos de licenciamento
- Samsung One UI· TecnologiaSamsung One UI · Samsung One UI · Formato passaporte · Samsung
- MacBook Neo laptopMacBook Neo laptop · iMac · MacBook Neo laptop · MacBook Neo laptop · Mac Mini e Studio · Mac Mini e Studio · Chip M6 · Chip M5
- Ted Lasso 4ª temporadaSérie Ted Lasso · Michael · Apple TV+ · Roy Kent
- iPhone 18 e futurosiPhone 16 Pro Max · Câmera · Abertura variável · Sony · Profundidade de campo
- Uso e bateria do celulariPhone Air · iPhone dobrável · Bateria
- Encerramento de The Morning ShowThe Morning Show · Reese Witherspoon · Jennifer Aniston · Apple TV+
Você está ouvindo o Mac Magazine no ar.
Fala, galera do Mac Magazine, bem-vindos ao nosso podcast 692. Bom dia, boa tarde, boa noite, boa madrugada a todos. Fala especial, Rafael Fischmann. Eduardo Marques, como vai?
Grande Rafael Fischmann, tudo bem? Tudo bom, tudo certo por aqui, tudo indo.
Vou apresentar o nosso convidado especial aqui, já perguntando para ele se eu falo o sobrenome dele errado todo final do podcast, que eu falo Adolf Bernhard, ou se é um H mudo, tipo Bernard, de Bernardo. Estou falando certo ou errado, Adolf? Ou não é nada disso?
Na verdade, meu nome é tão difícil de falar que nem eu mesmo sei se tá certo ou se tá errado. Mas normalmente eu falo Bernhard.
Bernhard. Então é um pouquinho mudo, né?
Faz um— Mas é assim, é tão difícil que eu não me importo de ninguém. Todo mundo erra, eu também devo errar, meus pais erravam. Então não tem problema.
Seja muito bem-vindo.
Mas eu me divirto desde a primeira vez que você falou, quando você tava no canal. Eu me divirto. Vamos ver se da próxima você acerta.
Deve estar rindo todo episódio aí.
Me pegou, me pegou. Já vou ter que acertar hoje, né? Porque no final tem agradecimento.
Qualquer coisa você faz o seguinte, você começa o Adolfo e eu termino.
Pronto, perfeito. Hoje você me ajuda, hoje você me ajuda. Antes de mais nada, o nosso podcast é um oferecimento dos patrões Platinum Magic Miles. Planeja sua próxima viagem em segundos com IA e Shokan Premium, película para iPhones com garantia de tela original. Adolfo, fala de onde?
Eu falo aqui dos Estados Unidos, eu tô numa cidade chamada Liverpool. Ela fica no estádio em Nova York, não fica na Inglaterra. Então nada de Beatles por aqui.
Tem todas essas cidades do mundo, tem Paris, né, nos Estados Unidos também.
Tem. Eu sempre brinco que eu trabalho aqui nos Estados Unidos, nós temos uma fábrica no Canadá, e na estrada indo para o Canadá, que eu vou de carro, eu passo pelo México, uma cidade que chama México. Então ela tem, aqui temos Roma, temos perto daqui onde eu moro é Siracusa, que é Siracusa. Tem Veneza também aqui pertinho. Então é, tem os Estados Unidos, tem muita cidade, né, que foi baseada em cidades da Europa. Nova York é um exemplo claro, né, é a Nova York, é verdade, é verdade, baseada na Inglaterra.
Então eu moro aqui nos Estados Unidos, tô bem perto da fronteira do Canadá, então é bastante frio aqui, bastante neve. Mas graças a Deus nós estamos em pleno verão americano aqui, tá bem gostoso.
Muito bom, muito bom. E aí você já foi falando em off aqui que já nos acompanha bastante tempo, né? Como é que a sua relação aí com o mundo Apple e Mac Magazine?
Mac Magazine, acho que eu escuto vocês já pelo menos 10 anos, assim eu não sei precisar exatamente. Encontrei vocês meio que sem querer, vi pelo site, depois comecei a ouvir os podcasts. Então já faz bastante tempo que eu acompanho vocês, sempre aos sábados, porque vocês são meus companheiros inseparáveis de faxina, principalmente depois da pandemia que eu comecei a fazer faxina mais vezes assim, ou mais pesada. Então sempre coloco vocês para escutar.
Mundo Apple já faz muito tempo. É a minha primeira experiência com a Apple, foi engraçada porque foi em 1986, no ano que eu nasci. Exato. Em 86 a gente tinha duas opções de curso para fazer: ou você fazia datilografia, né, ou você fazia um curso novo de uma coisa nova que as pessoas estavam falando, de informática. E aí meus pais falaram, acho que informática vai dar mais certo do que datilografia. Eu fiz um curso de informática, era basicamente, você fazia programação em BASIC.
E na escola que eu fazia, além dos computadores normais que a gente tinha, tinha um Apple II. Não sei se era Apple II ou Apple IIe. E aí era o computador que já naquela época todo mundo ficava impressionado com ele, porque ele tinha jogos que não tinha na época. E era muito diferente, assim, ele era bem... o design dele bem diferente. Então... Desde aquela época eu já virei fã da Apple, né? E até hoje eu sou fã da Apple. Infelizmente, depois, até por a Apple sempre ser cara, era impossível você ter um computador da Apple naquela época.
Durante muitos anos eu fiquei sem, mas sempre tentando acompanhar e ver, invejando quem tinha. E até basicamente 2004, que foi quando eu tive realmente começando na Apple com iPod, logo depois iPhone.
Legal.
E aí vai. Eu tenho que assumir, eu sou fanboy, adoro a Apple. Até o pessoal da minha empresa, eu gosto tanto da Apple que o pessoal da minha empresa me chama de idol.
Olha que eu vou te agradecer no final dos Patrões Ouro assim agora, viu?
Pode agradecer porque eu sou consultor de Apple para todo mundo da empresa e mesmo na família e tudo mais, acabo, e você faz propaganda para Apple.
Muito bom, muito bom. Vai ser um prazer tê-lo conosco aqui, o Adolfo. Como vocês ouviram, é patrão ouro, é um dos que acompanha a gente há muito tempo e que apoia o nosso trabalho. Então obrigado aí pelo apoio, obrigado por aceitar o nosso convite para participar aqui do podcast. A gente sempre, periodicamente, a cada mês, a cada 2 meses, a gente faz um sorteio entre a galera do Patreon do Catarse. Dessa vez veio o Adolfo, vai ser um prazer.
E deixa eu só tirar uma dúvida aqui com o Adolfo. O tempo do podcast está bom para fazer a faxina? Precisa ser mais, precisa ser menos? Como é que está o esquema aí? Ou dá certinho?
Tá dando certo, tá dando certo. Às vezes eu escuto um pouquinho, eu tento não terminar exatamente no tempo do podcast. Às vezes eu dou uma enrolada, deixo alguma sujeirinha assim, mas dá tempo sim, é sempre bom. Eu tenho que assumir aqui que eu corneto vocês bastante.
Olha aí, justo.
Agora vai ser ao vivo, agora vai ser com a gente aqui.
Ou eu vou ser cornetado, né?
Ou isso. O Hudson também faz a faxina da semana assistindo ao Mac Magazine. Se você tiver assistindo, essa faxina não tá sendo bem feita não. Ouvindo é outra coisa.
Bota na tela e relaxa, né?
Saiu nesses últimos dias aí a versão 5.0.2 do nosso aplicativo. Para você que não sabe, macmagazine.com.br/app tem o nosso app para iPhone, iPad, Apple Watch, Mac. Baita update aí com retoques gerais de interface Liquid Glass, de marcação de posts lidos e não lidos. Agora dá para adicionar tickets carteira, mas o principal é que, atendendo a pedido de muitos de vocês, a gente trouxe de volta aquele gesto de deslizar do cantinho esquerdo para a direita para sair de um post.
Só dava para sair tocando no botãozinho de voltar no canto superior esquerdo. Isso está de volta. E agora, graças ao trabalho do Cássio Rossi, nosso developer líder aí do projeto do GitHub, os favoritos do app agora são devidamente sincronizados via iCloud. Então você marcou um post como favorito no iPhone, ele aparece no Mac, tira de um, some do outro. Tá muito bacana esse update. E vem mais aí, viu? Versão 5.1 já tá no forno.
O Cássio tá mandando ver aí nas próximas novidades.
E teve colaboração também do Moser nessa, ele foi inclusive o principal responsável por essa questão do gesto nessa versão aí, é um projeto de código aberto, então se você aí tá se aventurando, se você já é desenvolvedor, dá pra colaborar com o projeto lá no GitHub, é muito bem-vindo. Saíram 2 vídeos no youtube.com/macmagazine da semana passada pra cá, estamos explorando o macOS GoldenGate 27, Primeiro falei sobre Siri AI, tudo da nova assistente, pra vocês verem ela em ação no Mac.
E depois continuamos com as novidades de inteligência artificial com Safari, Fotos, Finder, Atalhos. E ainda tem mais um vídeo pra sair nesse fim de semana aí fechando as novidades de macOS. Afinal, muitas das coisas são as mesmas que a gente já mostrou, se eu não me engano, em 8 vídeos que saíram do iOS 27. A gente ainda tem os outros sistemas pra adentrar. E antes da gente ir pra pauta, mais um recadinho. Saiu no último fim de semana também, Michel Duarte Corrêa, mais um, um post bacana aí sobre aquele aviso de armazenamento quase cheio dos devices, né?
Ele disse que é o melhor vendedor da Apple porque a conta chega todo final de mês. Então se você tá com iCloud cheio, tendo que pagar, fazer upgrade e tal, vale conferir esse artigo do Misha. Bora pra pauta? Bora, let's go! Falando em assinaturas e preços e pagamentos, má notícia: Apple Music e Apple One ficaram mais caros no Brasil e também nos Estados Unidos. Nesses últimos dias aí. Furo inclusive internacional do Mac Magazine, né, correu o mundo aí.
No Brasil, a variação dos planos de Apple Music foi na casa ali de 8% até 17%, a depender se é o individual, familiar, universitário. Apple One, só o de entrada individual não mudou, familiar subiu 8%, Premium subiu 5%. E nos Estados Unidos, as diferenças foram proporcionais. A Apple nos serviços, ela não só ela consegue praticar preços mais de acordo com o mercado local, né? Ela não multiplica por 10, né, como nos hardwares, como acompanha assim mesmo.
Quando mexe lá, mexe aqui e tudo mais. Segundo a Apple, falou ao site Music Business Worldwide, esse aumento do Apple Music diz respeito a custos de licenciamento que estão aumentando o preço de assinatura. E eu acho que a mudança do Apple One é devido ao Apple Music.
Faz sentido.
O Apple Music, ele faz parte do pacotão Apple One, então levou o Apple One para cima também. Então só para vocês terem uma ideia, o Apple Music, falar só o individual, individual aqui, tá? O plano individual dele era R$21,90 no Brasil, passou para R$23,90, 9% a mais, R$2. Nos Estados Unidos ele passou de R$10,99 para R$11,99, também 9%. E aí o resto foi tudo ajustado aí para ficar correspondente.
Por enquanto não tivemos aumento de iCloud Plus, porque obviamente isso é servidor, servidor tem que usar memória, tem que usar armazenamento, tá tudo caro para burro, né? Nos últimos tudo subindo. Mas a Apple ainda não subiu, então acho que se ela fosse subir, subiria tudo de uma vez só também, né? Ia aproveitar o momento de notícia ruim para fazer tudo de uma vez só do que ficar subindo essa semana Apple Music, na outra semana iCloud, no outro mês o outro, porque essas subidas são sempre chatinhas, né?
Ela escolhe até fazer isso sexta-feira à noite ali, quando tá todo mundo já fora do trabalho, todo mundo pensando já no final de semana para ficar feliz. E aí ela vai, solta essas notícias.
Dessa vez foi na sexta-feira, mas foi no meio do dia, né?
Foi no meio do dia.
Nosso post saiu meio-dia e 40, então ela não deu para esconder dinheiro.
Alguém apertou o botão ali antes da hora, mas é isso, né? Não tem muito o que comentar, infelizmente. Subida é sempre ruim, né?
Eu acho interessante, às vezes é só uma estratégia da Apple de caçar quem só tem os planos individuais e ir para os planos de pacote, depois eles aumentam os pacotes. Né? Eu acho interessante que eles não aumentam uma parte dos produtos, e talvez seja para captar. E uma coisa, eu tenho conta nos dois países, eu assino nos dois, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil. E um dos motivos por eu ter mantido do Brasil foi por causa do preço, porque quando a gente vê os preços, realmente, apesar de não ter o câmbio de R$10, né, os serviços da Apple no Brasil ainda são É, eu também.
A minha assinatura toda eu mantenho no Brasil também aqui.
Eu também.
Ainda bem que é tranquilo, a Apple não é chata com isso, de você morar em outro lugar e não poder acessar o serviço, pelo menos até hoje continua tranquilo. Não vou nem falar muito para ela não me ouvir.
Pô, não, não faz isso não, porque realmente são todos.
Deus me livre.
Você não tem problema no Apple TV com esse negócio de você estar fora de casa e tal, não tem isso. Apple Music também, tem gente da minha família que está no Brasil, Eu tô no México e não tem problema, cada um ouve o negócio na sua casa, não tem problema. Apple Arcade, Fitness Plus, tudo funciona. Então, por favor, não mexa nisso.
E esses outros serviços todos, convenhamos, todos eles são diretamente responsabilidade e investimentos da própria Apple. Apple TV, Apple Arcade, Apple Fitness Plus. O Apple Arcade até que tem developers ali por trás que ganham uma parte, mas é um serviço, um acordo da Apple. Apple Music, ela realmente tem que licenciar isso de gravadoras, de distribuidoras, construidoras, então ela tem menos controle do que todos os outros serviços.
Então faz um pouco de sentido só ele ter sido afetado agora, mas é o que é. Passando de um modelo de assinatura para outro, segundo Mark Gurman da Bloomberg, a Apple vai lançar na próxima semana, pode ser a qualquer momento agora, o novo chamado Apple Upgrade, que é um serviço, segundo ele, né, não é oficial ainda, mas vai ser um serviço de assinatura para iPhone, iPad, Mac e até Apple Watch, em parceria com a Klarna. Aliás, a Klarna é uma empresa que está muito forte, está crescendo demais.
Até comentei no Slack do Mac Magazine, quando eu me mudei para Portugal, tudo que eu comprava aqui era à vista. Não tem essa cultura de parcelamento e tudo mais, a não ser que sejam coisas mais caras e aí você faz um cartão de uma loja para fazer um esquema de parcelamento bem personalizado, mas não existe isso de você ir na padaria e parcelar em 3 vezes o pão, não existe isso. A Klarna está mudando um pouco isso. Agora, nas compras online que eu faço, é raro não ter a opção Klarna, pelo menos em 3 vezes sem juros.
Super prático, funciona bem. E essa vai ser a possível parceria, parceira da Apple no Apple Upgrade, que vai ser um esquema de você poder alugar iPhone, Mac, Apple Watch com uma duração de 24 ou 36 meses no caso de Mac e iPads. A ideia da Apple é, de novo, ter mais uma questão de serviços, uma coisa que há pelo menos 10, 15 anos ela tem investido para diversificar e ampliar o faturamento de serviços dessa recorrência. Então, é mais um integrante importante desse guarda-chuva da Apple e seria para substituir o antigo iPhone Upgrade Program, que inclusive nunca chegou ao Brasil, mas tem a iPlace, por exemplo, tem um sistema de assinatura também muito parecido com esse upgrade program do iPhone.
Tem Itaú, tem acho que outro banco também, o Bradesco também tem.
E é tudo focado só em iPhone, né?
Tudo muito focado em iPhone. E tudo no Brasil, tudo com parceria oficial da Apple, né? Não é uma, não é que eles compram telefones por conta própria e fazem, né, esse serviço por conta própria. Tudo realmente bem arquitetado com a Apple. Mas lá nos Estados Unidos, como você falou, só tinha do iPhone também, né? E agora a Apple tá talvez muito por conta desses preços, né, que vem subindo. A gente fala desde o iPhone X, a Apple conseguiu nos smartphones atingir o patamar de $1.000.
Agora a gente tá vendo aí um possível Ultra chegando a $1.500 mais ou menos. A gente tem iPad Pro custando o preço de Mac já hoje em dia, né? Óbvio, ela lançou MacBook new a $600, mas agora já tá em $700, né? E Macs possivelmente Ultra chegando aí, MacBook Ultra chegando por sei lá quanto que vai custar um negócio desse, deve custar quase $3.000 assim. Então os preços estão ficando meio impraticáveis para muita gente, né? O preço que eu digo de você pagar ali preço cheio à vista na hora que você for comprar o produto.
E aí ela fazendo nos Estados Unidos também, hoje em dia a Apple já destaca financing e tudo mais, que antes ela não fazia muito não. Não é isso, Adolfo?
É, eu acho que o que nós estamos vivendo aqui nos Estados Unidos é uma coisa que a gente vive no Brasil há muitos anos. Aqui pela primeira vez, acho que em muitos anos, a gente fala em inflação. E assim, é a questão de você conseguir ter condições de comprar certos produtos que antes você não pensava duas vezes antes de comprar. E o encarecimento dos produtos da Apple também é um claro exemplo disso. Antigamente você só parcelava produtos que são extremamente caros, que é o caso de um carro, de uma casa.
Hoje você tá entrando com esses produtos porque simplesmente as pessoas não têm dinheiro para comprar. O custo de vida aqui é muito elevado. Então o que acontece assim, hoje você consegue parcelar o seu iPhone na Apple, você consegue comprar parcelado, vamos assim, com Apple Card, só que ele tem uma desvantagem, vamos dizer assim, ele afeta o seu crédito, seu score. Se eles lançarem um programa que parece muito mais um leasing do que propriamente um financiamento, o leasing ele te ajuda no credit score, então ele não vai afetar em nada o seu crédito, ele até vai ajudar se você pagar.
Então assim, isso tá generalizado aqui nos Estados Unidos, antes não se falava em absoluto de financiamento, de parcelamento, e hoje tá começando. Inclusive, um dos relacionados ao meu trabalho, eu trabalho com a indústria de construção de casas. Mercado imobiliário nos Estados Unidos tá complicado porque não é somente pelo preço das casas, mas sim porque ninguém consegue mais pagar pelas casas, porque a inflação ela vai comendo o seu poder aquisitivo.
E para você, os $100, $500 era— a gente brinca aqui, né, você vai no supermercado, você entrou no mercado, gastou $100. Então isso tá acontecendo de forma geral. E com os aumentos de preço que a Apple tá sendo obrigada, entre aspas, né, a fazer, isso tá complicando. E para comprar, como o Eduardo falou, um telefone de $2.500 é muito dinheiro, não é pouco dinheiro não. É um investimento mais do que uma compra. E isso afeta muito.
Então talvez a Apple tá buscando alternativas para deixar o produto mais acessível, porque senão ninguém vai comprar. É igual O Vision Pro é $3.500, hoje $4.000, né? Se você colocar os impostos aqui de Nova York, sai $4.500. Não é todo mundo que tem $4.500 para jogar num produto, como vocês dizem, para usar 2 horas por dia e provavelmente deixar de lado. Então é uma forma da Apple também deixar mais acessível.
Eu tô curioso se eles vão chamar isso de leasing, que eu acho que parece muito leasing, ou se eles vão chamar mais de um aluguel. Porque se você— primeiro, eu não sei se vai ter um prazo mínimo que você se compromete. Eu estou alugando isso daqui, tenho que ficar com ele 24 meses ou não? Eu posso pagar 8 meses e devolver sem ônus nenhum? Não sei se vai ser assim. E principalmente, se depois desses 24, 36 meses, se você vira dono do produto, que é o caso do leasing, ele sai do nome da Apple para o seu nome, ou se você ainda vai ter que pagar uma taxa.
Se você quiser ficar agora com o produto, pague mais tanto para você virar o proprietário dele. Esses detalhes que a gente— o negócio não foi oficializado ainda, a gente não sabe como vai funcionar. Mas é fato que se você pega esses— vamos pegar os $2.500 previstos aí do iPhone Ultra. Se você for fazer esse Apple upgrade, óbvio que se você for pagar mensalmente, dividir os $2.500 por 24 meses, no final das contas você vai pagar para Apple $2.800, $3.000, $3.500, eu não sei qual é que vai ser a taxa de juros aí escondida no negócio.
É óbvio que vai ser mais caro, mas uma coisa é a pessoa fazer $2.500 cash à vista, né? Outra é você dividir $3.000, que seja, em 24 meses e pagar $125 por mês. Para muitas pessoas pode ser que $125 por mês durante 2 anos seja viável e $2.500 à vista não seja. É uma opção. É óbvio que tem que— a opção de pagar à vista tem que continuar existindo, né?
Mas eu acho que vai ter que ter um comprometimento, Rafa, de sei lá, 24 meses, não sei qual vai ser o mínimo, porque senão vira um aluguel muito— vamos supor que você pegue lá um pacotão com iPhone, iPad, Apple Watch, Mac, pega tudo novinho, aí usa 3 meses e devolve depois, sabe? É um prejuízo para empresa isso, né? Porque você pagou relativo a 3 meses ali, que não é nada em relação ao preço final do produto, e devolveu em condições que não são boas para empresa, né? Porque ela não pode pegar aquele produto e vender de novo.
Ela teve, inclusive, que esse, esse Apple Upgrade não vai incluir o Apple Care nele, coisa que tinha no iPhone Upgrade Program, o que é curioso, né?
Curioso, porque hoje em dia a Apple já lançou esse Apple One, que poderia facilmente botar já nesse pacote aí de aluguel, né, que você pega tudo. Vamos pôr, pega iPhone, iPad, Apple Watch, Mac, você pode botar hoje tudo no Apple One fácil, né, de uma forma simples. Então pode ser que tenha a opção, né, um adicional assim, ah, você quer com da Apple One. Então você vai pagar mais $20 aqui por mês para proteger tudo e tal. Mas eu arrisco dizer que vai ter um, vamos pôr, uns 24 meses.
E aí você obviamente pode renovar, aí você provavelmente devolve, ganha um crédito para o novo que você vai pegar. Não sei como é que vai funcionar, mas uma coisa eu tenho certeza: a Apple não vai perder dinheiro nessa de maneira nenhuma.
Se for um leasing tradicional, como é de carro aqui, Normalmente o leasing cobra, cobra só a depreciação do produto ao longo do período. Então, e você fica preso no período. Então se você fizer 24, 36, 48, você tem que ficar com o bem durante todo esse tempo, sob a pena, ok, eu não gostei, eu vou devolver, você tem que pagar o período inteiro. Normalmente eles não cobram o valor total do bem, é como eu falei, só a depreciação.
No caso de telefone, a depreciação é bem mais alta do que de um carro. Mas por exemplo, eles podem fazer, e isso pode chamar muita atenção das pessoas, porque assim, se você pega um leasing de um produto e cobra 70% do valor do produto ao longo de 24 meses, isso chama muita atenção das pessoas. E aí, ao final do leasing, se for, por exemplo, igual de carro aqui, você tem as opções: ou você troca por um novo e mantém o leasing, ou você fica com o produto e você paga o restante, né, do valor do produto, ou você simplesmente entrega o produto.
E aí eles, normalmente no caso de carro, obviamente eles revendem como um carro usado. Não sei, talvez até para o telefone seja possível de fazer isso, mas eles sempre fazem menos. Não é o financiamento sei lá, R$2.500 em 25 meses dá $100. Provavelmente eles vão fazer $69, o que vai chamar muita gente, né? E aí você, ao final do plano, você paga o restante ou você devolve e mantém. E talvez o que a Apple vai querer é que você mantenha o leasing, porque te mantém preso e vira aí um serviço, não uma posse, né?
Então é, eu acho que pode ser por esse lado. Se for por esse lado, até acho interessante, né? Mas enquanto a manutenção de carro, eles oferecem na concessionária, ó, você tem um pacote de revisões. E aí ele tá incluso no— você paga lá, sei lá, $10 a mais, $15 a mais, mas ele não necessariamente tá incluso num pacote de manutenção do carro.
Eu acho esquisito ela vender essa assinatura sem AppleCare, viu? Sem— para mim tinha que ser algo quase que obrigatório assim, porque você se comprometer a pagar uma coisa, né, em 24 vezes, vamos supor, e você tem um acidente no segundo mês de uso, que é muito provável que aconteça um negócio desse, falando de iPhone, obviamente, né? Mac é mais fácil de não acontecer. E aí você ainda tem que pagar, né, 22 meses, 21 meses de realidade do brasileiro que parcela tudo, é roubado no segundo mês e tem mais.
E aí acho que no Brasil tá bombando o negócio de seguro, né? Hoje em dia tem várias seguradoras. A Apple não oferece o Apple Care no Brasil, não Apple Care Plus como a gente conhece, né, principalmente com seguro. Com proteção de roubo e perda, mas hoje em dia é um mercado enorme. A gente na semana passada mesmo comentou um de Apple Watch, de uma seguradora que inaugurou. Então assim, esse mercado é muito grande e a Apple não obrigar a pessoa a ter esse seguro, que obviamente é bom para ela, que a pessoa vai continuar pagando e ainda aumenta a parcela do mensal ali, da assinatura.
Vamos ver o que acontece. Mas é o que você falou, vai ser um opcional, eles vão... Inclusive para ficar mais atrativo, ele coloca lá na home lá que o iPhone é $15 por mês, só que na hora que você vai fechar você tem que pagar mais $5 lá para fechar nos $20 com AppleCare, mas fica mais chamativo eles destacarem que é $15 por mês, enfim. E eles também já adiantaram aqui na reportagem que os produtos mais de entrada, né, MacBook Neo, iPad de entrada, iPhone 16 que ainda tá à venda, o Apple Watch SE Esses não estarão disponíveis no Apple Upgrade.
Vamos ver, nos próximos dias a Apple vai oficializar isso. Deixa eu até puxar aqui um Super Chat aqui do Marcos Felizberto. Que bosta isso da assinatura! A gente não é mais dono de nada, tudo alugado. Não bastasse software, games, agora hardware. Odiei. Não acho que seja apenas inflação, as empresas querem fazer isso, é mais negócio para elas. Calma, já foi cornetado já, viu, Adolfo?
É, vocês são verdadeiros. É uma forma de segurar o cliente, né? Você segura, você cria dependência, né?
É recorrência.
Não tem jeito.
Uma recorrência ali entrando todo mês ali, um dinheirinho fixo que você já sabe que vai entrar e tal. Mesmo no momento de crise, que aí as vendas reduzem, se a pessoa tá ali com assinatura, ela meio que acaba que nem faz conta, continua pagando essas coisas. Então, pra empresa é bom mesmo.
Estamos aí numa seca de Macs, né? Tem tempo que não tem Mac novo na área, mas segundo Mark Gurman, de novo, Bloomberg, a Apple tá preparando muitos updates aí para os próximos meses, final deste ano, começo do ano que vem. Ele cita MacBook Pro de 16 polegadas, o modelo de entrada só com chip M6, deve ser um dos que vai estrear o chip M6 talvez ainda no final deste ano. Fala em iMac, Inclusive duas versões, uma delas com tela OLED.
Não se sabe se é já para este ano ou ano que vem. Provavelmente não. Aliás, eu diria, a iMac OLED não me surpreenderia só em 2028, mas que a Apple está trabalhando nisso a gente já tinha até falado no ano passado. MacBook Pro de 14 e 16 polegadas com tela OLED e touchscreen, esse está para sair. Inclusive ele falou que deve manter os chips M5 Pro e M5 Max dos modelos atuais. Temos MacBook Air também, com inclusive com um futuro modelo com tela OLED.
Já não acho que é o próximo porque não chegou nem no MacBook Pro ainda, isso demora um pouquinho, né? Provavelmente só em 2028 MacBook Air com OLED. MacBook Neo, aí é o upgrade mais esperado, né, dessa máquina, embora o preço já tenha subido, né? Mas deve ganhar o chip A19 Pro e uma opção de 12 GB de memória, que eu acho que vai deixar o Neo nos trinques, resolvendo aí provavelmente o maior calcanhar de Aquiles da versão atual.
E principalmente, para fechar aqui a introdução, Mac Mini e Mac Studio. Essa daí é a única particularidade maior dessa reportagem, porque o Mac Studio fala-se do chip M5 Max e o M5 Ultra, que não foi lançado ainda, ok? Já o Mac Mini, ele falou que deve ganhar uma variante M5 Pro e M6. Ou seja, o Mac Mini provavelmente vai fazer o que o Mac Studio faz hoje, né, que é mexer, mesclar duas gerações. O Mac Studio hoje tá no M3, no M4 Max e M3 Ultra, e o Mac Mini novo teria o M5 Pro e o M6, M6 e M5 Pro na verdade.
Confusão do caralho, a gente fica tudo enrolado para falar esses negócios. E a Apple fazendo confusão com ela mesma, né? Porque é aquilo que a gente sempre fala, ela agora é responsável pelos chips, ela comanda aí o cronograma de lançamento dos chips e vai fazer essa confusão aí de ter M6, M5 e M3 rodando ao mesmo tempo em máquinas diferentes.
Não, M3 não. M3 Ultra, né? Não, eu acho que quando isso acontecer, quando sair os novos aí, aí o M3 sai.
Mas você acha que vai ser junto, por exemplo? Porque o chip do— o que que você acha que sai antes, o M6 ou o M5 Ultra? Acho que podem sair juntos, porque se ela lançar o M6 antes, que é o que o Gorman falou, que ela tá correndo para lançar o M6, ela já vai poder lançar o Mac Mini, por exemplo, com M6 e M5 Max, M5 Pro, porque o M5 Pro já tá aí, né?
O Mac Mini e o Mac Studio acho que vão ser atualizados juntos, entendeu? Aí vai ter o Mac Studio com M5 Max, M5 Ultra, e o Mac Mini com M6 e o M5 Pro. Já tô me perdendo já aqui. Eu gravo os vídeos, aí eu toda hora tenho que ficar me corrigindo na edição dos vídeos, porque o vídeo É muito número, mas é confuso mesmo, cara.
E a gente achou que ela ia agora, né, ela teria a chance de— se ela lança o M5 Ultra agora, fica tudo bonitinho, né, porque ela atualiza a linha inteira e fica todo mundo no M5. Mas como você tá sugerindo, ela vai lançar o M5 Ultra já com M6, e aí já vai botar o M6 e um monte de Mac junto também. Então a coisa só vai ficar normalizada segundo o quando vier o M7, né, que aí o M7 provavelmente vão ter todas as variantes de novo.
Vai ter M7 Pro, M7 Max, M7 Ultra. E aí em algum momento a gente vai ter todos os Macs rodando a mesma geração de chips para facilitar a nossa vida e a gente poder entender tudo. Ah não, esse aqui tem um desempenho melhor, pior, mais fácil de você conseguir analisar a linha de uma forma mais coesa, né, porque você botar M6 com M3 Ultra com M5 M5 Pro, M5 Max, aí fica uma salada. Para a gente é difícil, imagina para quem não acompanha isso diariamente, né, para quem não tá respirando esse mundo.
Eu, por exemplo, sou um desses caras, eu não faço nem ideia. Eu tenho um MacBook Air aqui comigo que eu comprei ano passado, então deve ser, sei lá, M5, M4. Mas é difícil para a maior parte das pessoas, e acho que às vezes a Apple faz de propósito, né, ela faz assim, joga aí o que tem, faz essa confusão mesmo. Então é pessoa comprando tecnicamente computador top de linha com um chip que tecnicamente também é defasado. E assim, para maior parte das pessoas a gente não percebe.
Eu sou um desse tipo de pessoa que eu não consigo— se você perguntar para mim qual é o chip que está no meu MacBook Air, eu não faço ideia. Sei que eu comprei ano passado.
Eu acho que a sua realidade é a da maioria das pessoas, porque a gente fica aqui preocupado e analisando que o benchmark de 10% de GPU e núcleo, a maioria das pessoas não quer saber disso. Ela quer entrar numa loja da Apple, qual que é o último, não importa se é M3, M5, M27, me dá, eu quero escolher a cor. A cor importa muito pra galera, quero uma cor bonitinha, quero fino, leve e tal, e é isso. É a realidade, tanto é que a gente já falou isso várias vezes aqui, se você tiver oportunidade, vocês que estão ouvindo aí, de estar num país que tem uma Apple Store, Estados Unidos, por exemplo, e for numa Apple Store física no dia que a Apple estiver anunciando um novo iPhone, por exemplo, você vai ver na manhã do dia as pessoas saindo com o iPhone anterior sem nem saber que tá no dia do lançamento do anterior. É assim que funciona o mercado.
Essas pessoas eu nem recrimino, porque a pessoa não é obrigada a saber que tá tendo evento que vai ser um lançamento. Mas depois que a Apple já anuncia e fala assim, o iPhone novo vai chegar às lojas sexta-feira da semana que vem, E aí já tem todo um alvoroço em cima disso. E aí a pessoa vai quinta-feira na loja para comprar um iPhone e compra o iPhone da geração anterior pagando o mesmo preço que na teoria vai custar o novo.
Ainda não tem nem banner do novo, porque eles só colocam no dia que começa as vendas.
Na loja sim, mas assim, os sites e tudo já estão tudo falando, já tá todo mundo comentando e tudo. Tem matéria hoje em dia, não é só site especializado que nem o Mac Magazine que cobre isso, você entra no O Globo, na Folha, você entra em qualquer jornal, tem gente falando, né? Tem a parte de tecnologia que cobre isso. Então às vezes tá lá na primeira página do site do jornal mesmo. Então, e tem uma galera comprando quinta-feira na véspera do lançamento, sabe?
Pagando preço normal que vai custar a próxima geração. Então pelo menos o bom é isso, você tem hoje, hoje você tem mais certeza até do que no começo, quando o M1 chegou e tudo, que por exemplo o iMac ficou 2 anos com atualização e tudo, né? A Apple atualizando esses chips anualmente e botando esses chips nos Macs, você tem certeza que você vai entrar na loja, vai comprar um aparelho que vai te atender, sabe?
Independentemente se um mês antes, até o A18 Pro hoje em dia do MacBook new. Que que é o A18 Pro? Ele é igual, superior ao M1, M2, M3? É muito confuso, né? Muito confuso mesmo. E essa questão do Mac Mini é porque, conforme os rumores apontam. A Apple não vai lançar M6 Pro, M6 Max, M6 Ultra, vai ter só o M6 base. E aí ela vai acelerar a transição para o M7. Pode ser que já no ano que vem a gente vai para o M7, ainda estamos no M5. Então essa, e aí tem esse M6 realmente tem que ser importante, né?
Ele tem, ele vem com alguma coisa muito boa para Apple poder lançar ele assim, só lançar ele e não, e depois já mirar no M7, porque essa, esse essa, esse piso que ela tá dando para IA e tudo, né, que deu uma, provavelmente uma modificada ali na arquitetura do chip para valorizar mais isso. Mas a gente vai ver mesmo o que que vem de diferente nesse M6 para justificar esse lançamento único ali.
Só acho que ele é especial não, Edu. Acho que o M7 vai ser especial. O M6 é a coisa cronológica, eles já estavam trabalhando, começaram no M1, começou a trabalhar no M2, no M3, no M4, e uma hora chegaram no M6. Beleza. Quando eles, em algum determinado momento nos últimos meses, ou no último 1 ou 2 anos, eles perceberam que em vez de investirem no desenvolvimento de toda a linha M6, a gente precisa focar muito em IA, porque fala-se que é isso, né, na parte do neural end, de processamento de machine learning.
Vamos acelerar o desenvolvimento da linha M7. Não é que o M6 vai ser especial, o M6 já estava pronto, e eles não, eles resolveram não trabalhar no M6 Pro, M6 Max, M6 Ultra e antecipar a transição já para o M7, que vai ser uma transição importante porque já deve passar para— agora já não sei qual que é o de 2 nanômetros.
Eu acho que o M6 vai ser 2 e o outro vai ser 1.4, né, alguma coisa assim.
Se for isso, então é mais um motivo do porquê de acelerar, né? Já muda a litografia assim, é importante. Eu acho que é mais por aí.
Tinha que trazer o M7 para o lugar do M6 mesmo, acelerar trazendo a família inteira junto, né? Esqueceu o M6 e E não é que pularia o M6, mas o M7 vira o M6, né? Tipo, você traz ele para família de baixo. Mas enfim, vamos ver.
Bora falar de iPhones 18, 18 Pro, né? 18 Pro Max esperados aí para este ano. Primeiro tivemos um vazamento. Na verdade, não é agora, né, esse vazamento, mas encontraram naqueles documentos vazados da Tata Electronics uma confirmação, que é uma confirmação, mas vocês podem colocar aspas aí, de que sim, pelo menos o iPhone 18 Pro Max. Eu não acho que vai ser restrito ao Max, mas o documento falava dele, que o sensor da câmera grande angular principal vai ter uma abertura variável, que é uma coisa inédita no iPhone, né?
Ele vai usar uma nova versão do sensor da Sony com abertura variável. Não se sabe exatamente f1 ponto quanto, para qual que vai ser, qual Qual o mínimo e o máximo? Então, eu acho que ela vai ter dois estágios, um aberto e um mais fechado, sabe? Eu não acho que vai ser zerando lá.
Não vai ser uma coisa agressiva assim, tipo...
Não, eu acho que não. Se for, vai ser bem complexo, porque pensa, né? O diafragma, ele tem umas blades. Como é que é blade em português?
Umas... Lâmina, não. É tipo... É lâmina, né? São várias lâminaszinhas.
Lâmina. Às vezes são 12, às vezes são 8, e elas se sobrepõem ou se abrem, né? Isso pode ser um movimento único de abertura e de fechamento, ou pode ser constante, né, como é inclusive nas lentes profissionais. Mas sendo algo tão compacto e pequeno, delicado assim, eu acho que inclusive não é uma coisa inédita. Como eu falei, já houve. A Samsung inclusive já fez isso e desistiu, não deu muito certo no caso dela. Parece que a implementação da Apple que vai ser mais bem feita, já que ela tá trazendo agora.
Mas a ideia disso é, como o nome já diz, você deixar entrar mais luz ou menos luz. E aí isso afeta a profundidade de campo das fotos e dos vídeos que você captura também. Quanto maior a profundidade de campo, mais coisas ficam em foco. Isso significa que o sensor está mais fechado. Quando você fecha a abertura, você consegue deixar mais coisas desfoque. Quando você deixa mais luz entrar, você diminui a profundidade de campo e gera aquele desfoque natural de fundo, que é o que as pessoas tendem a associar mais com câmeras profissionais, lentes profissionais.
É o que a Apple simula com o modo retrato, porque o sensor é tão pequeno que você precisa fazer processamento de software junto da captura dessa natural, né, da profundidade de campo. E aí, quando você tem essa, se você deixa a abertura muito aberta, quando você tá em ambientes muito iluminados, às vezes você não quer tanta luz ali porque você tem que jogar o obturador para cima para não deixar estourado e tudo mais. Então a ideia é que isso vai deixar você ter mais controle sobre essa entrada de luz, sobre o quanto que as coisas estão mais ou menos em foco nas suas fotos e vídeos, e enfim, dá mais flexibilidade realmente na hora de você fazer suas capturas.
Eu acho que vai ser uma coisa positiva. Tô mais curioso para ver realmente como é que a Apple vai implementar isso na prática. E além disso, tivemos também um vídeo aí do John Prosser, né, do canal FPT, com renders bem— aliás, os renders dele hoje em dia acho que são os melhores que tem, né, Du?
Ele faz vídeo só por causa do render, ele nem tem mais nada para falar, mas ele quer mostrar o render bonitão que o amigo dele fez. Ele faz só para isso.
O cara, o cara manda muito bem. Ele mostrou renders aí, não é muito diferente da versão atual, né, mas dá algumas diferenças ali, especialmente da parte de vidro na traseira desse, dos novos iPhones, que não tende a ter esse contraste tão grande, né, quanto hoje. Mostra a tal da cor que deve ser a cor chamativa desse ano, o cereja escuro, Dark Cherry. Mas tendo preto, um cinza espacial, cinza Space Gray, não sei o quê, eu tô feliz. E no render dele, ele mostra, né, embora já tenha tido um rumor aí.
Esses vídeos dele eu não tô achando tão confiáveis nesse faz sentido assim de beleza, como a gente comentou, é maneiro para você ter uma ideia e tudo. Mas o último dele, por exemplo, do antes do lançamento do 17E, ele fez um vídeo com ilha dinâmica, né? E o negócio não chegou com ilha dinâmica.
Ele fez lá, eu não lembrava disso não.
Ele botou um disclaimer lá dizendo que pode ser que não venha com ilha dinâmica e tudo, mas o renderzão bonitão lá tá com ilha dinâmica. É esse negócio da cor preta também, né? Vai, não vai, vai, não vai, vai, não vai. Os últimos rumores dizem que não vai ter, que vão ser só 3 cores de novo e que o preto ou cinza escuro, enfim, não sei como é que eu chamaria, vai estar de fora. Então a gente teria de novo prateado, é uma cor especial, né, que sairia o laranja, entraria esse outro, e uma nova tonalidade de azul, então que não seria tão forte quanto a atual.
Então azul calcinha, né?
Então, rapaz, não, eu não sei não.
Se forem essas 4 cores e vocês forem pegar um desses iPhones, vocês vão de que cor?
Se for 4 cores ou 3?
Não, se forem essas 4 cores, né? Prateado, preto, vou chamar de preto, azul e cereja.
Ah, preto, tem que ser o preto. Eu já tô aqui sofrendo com meu azulzinho aqui.
Você tá na mesma que eu?
Eu peguei, tô.
Tá arrependido, né?
Não, não arrependido. Na verdade, eu gostaria do preto, que eu sempre usei desde o começo, mas... Ele não é feio, eu uso capa, então quase não aparece. Mas eu quase peguei o laranja, na verdade, mas foi o efeito risco Brasil, a gente chama, de sair com celular laranja. Todo mundo sabe que é um iPhone 17 Pro, que custa mais de R$10.000. E mas eu sempre prefiro o preto. E eu posso dizer, aqui em casa minha mulher adorou o cereja. Ela viu, falou, é o cereja que eu quero.
E você só teve preto, Adolfo? Desde todos que você teve?
Desde todos. O máximo que eu tive foi azul escuro, mas sempre preto.
Eu só tive iPhone preto.
O Beto Belo Horizonte mandou aqui que venha o preto ou grafite.
Eu tive que quebrar essa cor do iPhone do 17 porque eu já pulei algumas gerações, mas o 17 eu não pulei. Inclusive pulei o 16, fui do 15 para o 17.
Qual que é a cor do seu que eu esqueci?
O meu é prateado.
Ah, é prateado, que foi o único branco.
Assim, ah, eu vou nesse aqui que—
mas você tá usando capinha hoje em dia, não tá?
Hoje em dia eu tô usando desde o 15, na verdade.
Não faz tanta diferença.
Comecei a usar, ele fica bonito com a capinha porque a parte branca esconde, né? E aí fica o platô prateado ali com preto. A capinha que eu tô usando agora é preta, antes eu tava usando uma branca que eu fiz review também. E aí fica bonito, combina, mas eu quero pretinho de volta. Queremos opções normais, Dona Apple.
Mas só dela resolver essa diferença, né, da tonalidade do vidro com alumínio, já vai dar um, acho que um pouco mais de harmonia ali.
O prateado ganha mais alguns pontos nesse esquema de não ser tão, né, destoando tanto. Se for uma placa de vidro ali mais prateada do que branca, ele já sobe no meu conceito também, já vira uma uma possibilidade maior, mas o preto é o— agora, se não vier o preto, é prateado de novo, não tem jeito, vai ser ele.
É que aquela parte branca é horrorosa. Pois é, eu quando peguei o telefone eu falei, acho que eu vou no prata, que acho que a cor foi a mais parecida. Aí vem um negócio branco aí, foi isso que me levou para o azul.
E eu confesso que eu hoje em dia preferia estar com esse prateado.
O branco ele permeia mais os produtos da Apple, né? Assim, a gente tá aqui AirPods branco, a case branca, tem muita coisa, né, que é o carregador do Mac é branco, tipo, tem muita coisa periférica no mundo Apple que é esse branco.
O que me deixa mais chateado é que a Apple fez um dos iPhones mais lindos, que era o Titânio Natural, e jogou fora.
E pô, durou nada, 2 aninhos só que a gente teve para curtir essa cor.
Depois ela foi lá e eu só tive um, eu peguei um, um foi o Titânio Preto, e aí tive um Titânio Natural. Teve 2 anos, né?
Teve o 15 e o 16, né, que não mudou basicamente nada assim do aparelho. Mas vamos ver, titânio natural realmente não vai ter mais, né, porque agora é alumínio. Mas ela poderia fazer uma coisa muito parecida.
Saiu nessa última semana aí mais uma beta do iOS 27. A galera da Macworld achou uma coisa curiosa lá nos códigos códigos dele aí, uma referência a um iPhone com mais de uma bateria. Olha só, como é que será? Tem partes do código que fala assim: as baterias deste iPhone estão apresentando desempenho esperado, ou a saúde das baterias desse iPhone se degradou significativamente, contate um centro de serviço autorizado e tal. Enfim, a gente sabe do que se trata, é o iPhone Ultra, iPhone Fold dobrável da Apple aí, que vai ser apresentado em setembro.
Afinal, Como a gente já explicou aqui, a tela OLED dobra, mas as baterias não dobram. Então cada lado dele ali por trás tem uma célula diferente. Inclusive já vazaram as possíveis capacidades dessas células. Provavelmente uma vai ter 1921 mAh, a outra 2962, totalizando 4883 mAh, que tá dentro de rumores que falavam entre 4800 e 5000 mAh. Enfim, mais uma confirmação de inúmeras de que esse iPhone dobrável está a caminho. Mas como o Adolfo puxou aqui antes da gente começar a gravar, o iPhone Ultra foi lançado essa semana, gente, pela Samsung.
Tivemos aí ontem, né, o Galaxy Unpacked lá em Londres, e a Samsung apresentou a nova linha de dobráveis dele, com Flip, com Fold anterior, que agora virou Ultra, e o novo Fold normal.
Ainda cagou os nomes, né, para confundir com a Apple quando a Apple lançar, né, porque ela ainda botou lançou Ultra no formato, não vai ser o Ultra da Apple, né? Ela, o formato passaporte dela não tem Ultra no nome. Aí vai ser uma confusão danada aí para na hora da concorrência.
Esses são, olha que loucura, né? Eu não sei se o número corresponde, mas eu acho que deve ser correspondente. É a 8ª geração de dobráveis da Apple, da Samsung, desculpa. Saiu o Z Fold 8, o Z Fold 8 Ultra e o Z Flip 8. O Flip todo mundo sabe o que que é, é Como o nome já diz, né, o Philips estilo StarTAC. Se você não sabe o que é StarTAC, vai na Wikipedia. Eita, velho! E o Z Fold 8 Ultra é o sucessor de todos os Folds anteriores, né, com aquele formato mais alongado quando ele tá fechado, que quando aberto fica mais quadrado.
É um formato que não me agrada nem um pouco. E como o Edu falou, o Z Fold 8 normal é o que estavam especulando que seria chamado de Z Fold Wide, porque é um formato passaporte muito parecido com o que tá especulado para o iPhone Ultra.
Então aí a Samsung mandou bem, né? Porque ela fez o que a Apple quer fazer de botar o Ultra, tem 3 câmeras da Samsung, mas o normal tem 2 câmeras, que é como a Apple vai lançar. Ou seja, ele é tecnicamente assim Ele tá ali próximo do iPhone Ultra, vamos botar dessa maneira. E a Samsung lançou por $1.900, que é caro pra burro, é muito caro, mas na teoria é muito mais barato do que o preço que vai custar o iPhone Ultra.
Não, $1.900 é o Z Fold, concorrente direto do iPhone Ultra. O Ultra da Samsung, que é mais ultra do que o Ultra da Apple, R$2.100 e a Apple não vai vir, eu cravo aqui que não vai vir por menos de R$2.300.
Também acho difícil, acho R$2.300 é a linha de corte, sabe, é o piso ali. Eu arriscaria até R$2.500, mas acredito que pode vir por R$2.300. Acho que a Apple poderia abrir mão de alguma margem aí, fazer algum sacrifício, digamos assim, para conseguir vender por R$2.300.
Até devido a esses lançamentos da Samsung, né?
E eu acho que o marketing da Samsung tá esfregando as mãos, né? Porque quando lançar o iPhone Ultra, eles vão falar: compre um Ultra de verdade com 3 câmeras e tudo, tudo que você tem de melhor, uma tela maior. Enquanto isso, o nosso normal é o Ultra deles, né? Então, e pelo preço que você vai pagar, que eu acho também vai ser famoso R$2.499, vai ser o preço que a Apple vai lançar. E ainda vai dar desculpa de não tem duas, duas em vez de três, porque eles vão conseguir achar alguma coisa para falar: essas duas aqui fazem o trabalho das 3 e muito mais, né?
Mas o marketing da Samsung deve estar dando risada agora porque foi uma jogada, eu acho uma jogada muito inteligente que a Samsung fez. Achei estranho eles terem lançado porque até como eu comentei com o Rafael antes da gente começar aqui, eu imaginava que a Apple tinha algum tipo de preferência ou prioridade ou exclusividade nessas telas. E bem, pelo jeito não tem, né?
Então vai ser uma tela dessa num Foi na CES, gente? Foi no começo do ano?
Foi na CES. Eles botaram um protótipo em exposição, ficou algumas horas e depois tiraram de lá.
Era deles esse negócio ali.
Essa relação entre as duas é muito delicada. A Samsung é uma empresa gigantesca e a Samsung que fornece as telas para a Apple é a Samsung Display, não é a mesma Samsung Electronics que acabou de lançar esses Galaxies. Mas assim, Samsung, né? Então até que ponto eles usam informações privilegiadas? Assim, eu acho que eles devem tomar muito cuidado com isso, sabe? Porque assim, eles têm informações privilegiadas dos projetos da Apple, tem linhas de produção sendo preparadas para Apple, tem testes, tem protótipos, mas também tem vazamentos da indústria.
Talvez, vou só jogar aqui uma ideia, talvez a primeira vez que falaram que esse iPhone Fold vai teria esse formato com essas dimensões, a Samsung nem tinha recebido ainda um pedido de projeto da Apple, sabe? Essas coisas vazam e as empresas são concorrentes também. A Electronics é concorrente da Apple, a Xiaomi, a Huawei, essas outras empresas, quando veem essas coisas, elas correm também, porque a Apple é referência, né, no mercado.
Elas sabem do poder que— e de novo, nada de pioneiro nisso, né? Já houve outras fabricantes de Android Não sei por que não pegou, que já apostaram nesse formato passaporte, não é uma coisa totalmente inovadora da Apple. Mas quando ela faz, essas empresas sabem que isso puxa o mercado, que influencia o consumidor. Se os caras demoraram 8 gerações para lançar isso e estão fazendo dessa forma, eles estudaram. E até a coisa do vinco, que falava assim, esse é o motivo do porquê a Apple demorou tanto, já foi resolvido.
Também, você vê o vinco desse, desses novos e-Fold aí, tá lá contra a luz, você consegue ver. Mas assim, eu acho que dá para dizer, eu não sei se dá para ficar melhor do que isso, sabe, numa tela de plástico.
Vamos ver da Apple, né, se vai ter, se não vai.
Eu acho muito, muito improvável que você fazendo aquela, aquela coisa assim de inclinar ele com a tela desligada para luz, você não consiga ver exatamente uma coisa. O da Oppo O último que lançou aí tá até um pouquinho melhor do que esse da Samsung, mas eu acho ok, sabe? O jeito que está agora é satisfatório para um dobrável, na minha opinião.
Mas eu não entendo como é que é essa coisa aí de— porque você vê, a Samsung lançou antes, né? No ano passado, no ano passado não, no iPhone 15, quando a Apple colocou titânio, a Samsung também colocou titânio nos telefones, sabe? É óbvio que as duas empresas estão estudando as mesmas, né? Muito dos estudos dessas empresas apontam para o mesmo caminho, isso é inegável assim. Mas eu não sei, tem umas coisas assim que, né, elas se cruzam muito, sabe?
Por que que a Samsung lançou o passaporte nesse ano, né, não no ano passado ou não no ano que vem? Por que que o passaporte veio com duas câmeras e não com três e não com uma, sabe? Tem umas coisas assim que parece que é de propósito assim, sabe? Vou tentar fazer Realmente muito parecido.
E vou fazer antes da Apple, porque em teoria em setembro a gente pode dizer, os haters vão dizer que a Apple copiou a Samsung, afinal um já tá no mercado e o outro—
Mas será que existe o tempo? E aí é uma dúvida de ignorância minha mesmo. Será que tem tempo de fazer um projeto desse tão rápido, em tão pouco tempo, depois que os rumores da Apple apareceram, e lançar em meses assim, sabe? Ou não, a Samsung realmente também há mais de um ano já está estudando uma tela assim, um formato assim, e tecnicamente num formato desse não tem como botar 3 câmeras por conta de algum compromisso de tamanho ali que não tem o que fazer mesmo.
Porque senão a Apple demora muito para fazer as coisas, né? E as outras empresas fazem muito rápido. Porque como é que vaza um negócio desse? Fala: não, vamos juntar todo mundo aqui, vamos fazer aqui o projeto, papapá, em 6 meses esse negócio tá à venda já, sabe? Eu não sei, aí é ignorância minha mesmo, não sei quanto tempo demora para fazer um projeto desse.
Eu acho que a Samsung talvez não tenha, não vou dizer, talvez vai soar meio leviano agora, esse compromisso. Lembra o Samsung Bifold? Eles lançaram do tri, né?
Do mesmo jeito que ele apareceu, eles chamavam de tri-fold erroneamente, era bi mesmo, né?
3 telas, né? Vamos dizer assim, ele foi lançado do mesmo jeito que ele apareceu, ele desapareceu e já não existe mais. Você não compra mais. Então às vezes é uma questão de assim, sim, eu acredito que a Samsung tá balizando o mercado de acordo com o que a Apple vai fazer, e eles têm de certa forma acesso. Se nós leigos aqui temos acesso aos rumores, você imagina no ponto de vista empresarial o nível de informação que eles devem ter.
Eles devem ter, se bobear, a Samsung já sabe que a Apple vai lançar até 2040, né? E vice-versa, eles, eles têm, infelizmente ou felizmente, esse acesso. Então eles devem ter alguém lá na Coreia do Sul falou assim, olha, Apple vai lançar esse ano o Passaporte, então pode pôr aqui, a gente já tem a receitinha de bolo aqui, põe ele para fazer. Então eu acho que é uma forma de balizar, porque é o que eles estão fazendo ultimamente.
E assim, estão fazendo muito bem, eles estão lançando o produto querendo ou não 2 meses antes da Apple. Eles anunciaram 2 meses antes. Então assim, para nós, nós sabemos que estão, nós acompanhamos esse mercado de tecnologia, nós sabemos que sim, a Apple já tá bons anos fazendo isso. Mas é para o consumidor normal, ele vai falar assim, opa, tá copiando da Samsung. Então, ah, então hoje a Samsung que é copiada da Apple, e não a Apple copia a Samsung, não mais a Samsung copia a Apple.
Então isso, isso passa uma mensagem muito forte aí para eles. Talvez eles tenham esse passaporte já desde desde o começo do Fold. Só foi uma questão de saber assim quando nós vamos colocar, né?
Então é isso que eu ia falar. Eles, esses protótipos, esses formatos, eles têm vários lá dentro, né? Mais alto, mais curto, que abre duas vezes, que abre três vezes e tal. Eles simplesmente decidiram em algum momento nos últimos meses, um ano, tocar esse projeto para frente. Provavelmente aí é, eu acho que é quase inegável que por influência da Apple nesse caso, mas Executaram, entregaram, e eu acho que não só fizeram com timing muito bom, né, 2 meses antes da Apple.
Aliás, 2 meses no mínimo, né, porque a Apple vai apresentar daqui a 2 meses, pode ser que só chegue daqui a 3, 4 meses, imagina, e possivelmente num preço bem maior. Então é um mercado feroz, que bom para gente que tenha uma Samsung assim para desafiar e brigar com a Apple, porque se ela tivesse sozinha aí nadando de braçada, a gente Acho que seria pior. É bom ter uma concorrente tão forte assim como a Samsung. Para o consumidor é positivo.
Elas que briguem quem foi primeiro, o ovo ou a galinha, e a gente tem escolha, né? A minha...
Agora, eu fiquei com vontade de comprar o Passaporte aí.
Ah, é?
Eu não tava muito animado com o Fold normal. Eu vejo sempre o Samsung, acho muito grande, um trambolho.
É, o formato faz mais sentido.
Passaporte deixou mais vontade de comprar, não sei vocês.
Não, não, não, não, não, não, vou complementar o que eu tô falando. O formato Fold Passaporte pra mim faz mais sentido do que o Fold tradicional, mas eu continuo, tenho que esperar essa keynote da Apple, continuo não... Ah, o preço, meu amigo. Se fosse assim, Edu, ah, você tem a opção de comprar o Max ou...
Não, não tô falando preço na jogada, esquece preço, que o preço é só pra te dizer.
Se fosse, por algum motivo do universo paralelo aqui, o Max e o Ultra tem o mesmo preço. Você escolhe, você quer um iPhone maior slab, um negócio que não dobra ou um negócio que dobra? É o mesmo preço. Qual que você escolhe? Aí a história muda. Eu já estou ajustando as minhas expectativas.
Aí a história muda, né, Renato?
O preço pesa muito, meu amigo. Eu não só não tenho interesse como ainda tem esse preço maluco aí. Não vou, não estou...
Mas agora você pode comprar com uma assinatura, com uma assinatura de suaves prestações.
Eu tô querendo é quitar minhas dívidas, chega. Bora falar de Apple TV aqui para fechar esse podcast. Temos duas séries para tratar aqui, duas que eu gosto muito pessoalmente, começando com Ted Lasso. Jason Sudeikis, o Ted Lasso, falou aí esses dias com The Hollywood Reporter. A gente sabe que agora dia 5 de agosto, né, daqui a menos de 2 semanas estreia a 4ª temporada de Ted Lasso, uma volta dos que não foram, né. A série ela foi totalmente projetada para ter 3 temporadas, isso os roteiristas falaram, ela teve um arco muito certinho, 1ª, 2ª e 3ª temporada.
Tem gente que amou as 3, eu sou um deles, eu considero que é uma baita série aí. Tem inegavelmente a 1ª foi especial, mas eu acho que ela se manteve até a 3ª temporada. E assim, embora eu gostasse, eu fiquei triste com o fim dela. Fico ao mesmo tempo feliz com o retorno, mas preocupado. E aí tem nessa matéria do Hollywood Reporter, tem duas informações curiosas. Primeiro, o Brad Goldstein, que é o Roy Kent, né, que é um dos roteiristas inclusive, diz ele, né, e claro ele tá puxando a sardinha para o lado dele, mas ele disse que essa 4ª temporada resgata um pouco da magia da primeira.
Então já me empolgou. E o Jason Sudeikis falou que a Apple não confirmou nada ainda, não tem nenhuma 6ª temporada, 4ª, 5ª e 6ª temporadas não estão ainda confirmadas, mas ele disse que a ideia é ter um novo arco de 3 temporadas tal como o primeiro. Lembrando que agora ele vai treinar um time feminino, né, de futebol. É a nova história, é essa. Então a 4ª tá para estrear 5, ele acha, se tudo der certo, se o sucesso vier, que a gente teria mais 3 temporadas contando com essa 4ª. Vamos ver.
Provavelmente a Apple tá só esperando ali uns 2, 3 episódios dessa 4ª temporada estrearem para sentir o termômetro ali, né, para ver, ah, o negócio explodiu, tá com a mesma audiência das primeiras temporadas, da primeira, da segunda, da terceira, pode renovar esse troço aí que vai dar certo. Porque agora é uma série cara, né, para Apple, não do ponto de vista de produção assim, de efeito especial, nada disso. Mas a galera ali já tá muito bem remunerada, né?
Acho que o Ted Lasso tá ganhando, sei lá, 1 milhão, 1 milhão e pouco por episódio, sabe? Não só ele.
Ele falou que ele negou lá no final do primeiro arco uma oferta de mais de 1 milhão de dólares por episódio para continuar.
Aí depois aceitou, por isso que tá pelo quarto, né?
É porque agora não é mais 1 milhão, deve ser 2 para ele ter aceitado.
Então assim, é caro, mas assim, é inegavelmente, como você falou, um dos carros-chefes do serviço. Deve trazer muito assinante para o Apple TV com esse negócio de indicação.
Estourou uma bolha, né?
É, estourou. Como Ruptura, né, também estourou. São algumas séries assim que conseguiram atingir um público que não é só muito falada pela qualidade, né? É muito falada pela qualidade e pelo alcance que ela teve, né? Copa do Mundo, o cara tava lá. Assim, para botar o cara na Copa do Mundo é porque o mundo de alguma forma conhece aquele personagem. É óbvio que não todo mundo conhece.
Sabe o que eu achei curioso dessa aparição lá na final? Para quem não viu, o Ted Lasso junto com o Coach Beard, que é o parceiro dele lá na equipe técnica do time, eles participaram, fizeram uma ceninha lá antes da apresentação do Justin Bieber na final da Copa do Mundo. Inclusive, a placa do Believe virou Belieber, né? É Belieb, na verdade, Belieb. O que eu achei curioso é que a Apple não apareceu como patrocinadora. Eles mostraram as marcas lá que patrocinaram a final e a Apple não tava ali.
Eu achei que ela apareceria. Botaram uma grana ali para os caras estarem ali, né?
É uma propaganda da série, sem dúvida nenhuma, mas é realmente, vai ver, foi só uma pontinha.
As marcas que apareceram não eram as marcas que patrocinam a Copa do Mundo inteiro? Teve marca aqui?
Teve, apareceu assim, eles tentaram imitar o Super Bowl, o halftime show. Inclusive foi um intervalo maior do que o normal entre os dois tempos da final e tal. E aí apareceu FIFA World Cup Final Halftime, sei lá o que era, e tinha os patrocinadores do halftime show, sabe? Tinha uns 6 assim, aí eu achei, a Apple vai aparecer ali, não apareceu. Esse vídeo está no YouTube lá da FIFA, dá para rever. Eu achei que ela seria uma das patrocinadoras desse show de encerramento.
Inclusive, coincidentemente, o Super Bowl hoje em dia é patrocinado pelo Apple Music, né? É o Apple Music Halftime Show e tal. Mas foi um bom timing, né, os caras aparecerem ali logo. Eles tinham aparecido também na— não, o Ted Lasso tinha aparecido também numa propaganda da Nike, né?
Da Nike pré-Copa, né? Que aí todo mundo faz. Adidas faz, a Nike faz, todo mundo quando faz o seu grande comercial, a sua grande produção, a da Nike, como tem sido nos últimos anos, tem uma penca de atletas, né? Muita gente famosa, muitos atletas ícones aí.
Eu fiquei pensando quem não estava naquela propaganda.
Não, porque não era só atleta, né? Botaram celebridade, botaram, sei lá, influencer, botou todo mundo ali no negócio, inclusive Ted Lasso, né? Então Faz sentido. Agora é isso, é uma série muito cara, então eu acho que a Apple tá só esperando, eu suponho que seja uma série muito cara, e a Apple tá só esperando ver se vai manter ali o mesmo nível de audiência pra poder renovar, porque qualidade, como você falou, os caras têm de roteiro.
Foi um roteiro muito bom da primeira, muito bom da segunda, muito bom da terceira. Esses caras escrevem outras, o Roy Kent escreve outras séries pra Apple, ele faz, ele é roteirista do Falando Real, ele é roteirista de de um filme também que ele atua também. Falando a real, ele também atua. Enfim, ele é ator e roteirista de um monte de produção da época. Então já tem ali um, ó, o cara tem a manha ali, vamos deixar, né? Vamos fazer.
Então esperar para ver. A outra série que eu ia falar aqui, a notícia de hoje, quinta-feira, essa já tinha sido confirmada que teria uma quinta temporada, é Morning Show com a Reese Witherspoon e a Jennifer Aniston. Tá para estrear também, né? Agora eu já me perdi, a quarta temporada já Não, já acabou a quarta, né? Essa quinta vai ser a próxima para o ano que vem, não é para agora. Mas o que o Apple TV anunciou hoje é que essa quinta temporada, próxima ano que vem, vai ser a última, vai encerrar a história de The Morning Show aí, do jornalismo lá das duas, da Alex Levy, da—
uma das primeiras séries, né, apresentadas.
Ela tava na apresentação do Apple TV Plus ainda, né, na época.
É porque não tem uma primeira, né? Porque quando o Apple TV Care Plus, na época tinha esse nome, foi lançado, obviamente tinha que ter um mínimo de produção ali no catálogo. Sei lá, tinha meia dúzia, 12, 20, não sei quantas tinham, tinha algumas poucas. E Morning Show já estava, né, já era uma dessas primeiras produções, uma das estreantes, né, do serviço. Então tem, a Apple deve ter um carinho especial aí também pela, por isso, né, por esse aspecto de tava com a gente aqui desde o início e tudo.
E é uma série legal também porque ela vem, né, sempre acompanhando a realidade, digamos assim, né, vem apresentando temas reais. Por outro lado, não sei como eles conseguem fazer isso, porque, por exemplo, a extração em 2027, já estão obviamente trabalhando nesse negócio. E hoje em dia as coisas ficam velhas muito rápidas, né, os assuntos. Cada semana tem um assunto bombástico que fica velho na semana seguinte. Não sei como que eles conseguem deixar.
A última, eles exploraram muito IA, né, de deepfake, né, de não só deepfake, mas fakes, né, áudio fake, Deepfake, um monte de fake ali de jornalismo.
E a segunda temporada eu acho que coincidiu também com a pandemia, também exploraram muito isso.
Teve pandemia, teve aquele movimento MeToo, teve algumas coisas, né, que eles pegaram da realidade e foram adaptando ali para ficção. Mas maneiro assim, é uma série boa, bem avaliada também, ganha um monte de prêmio sempre, toda temporada. Como é que é o nome dele lá? Ele ganha um Emmy.
Ah, é o Corey Ellis. Corelli.
Toda temporada ele ganha um emzinho ali de coadjuvante. Então ele deve estar triste que ele vai deixar agora de ganhar os prêmiozinhos dele. Mas é isso, abrir possibilidades para novas séries aí.
E sai, já tá vendo?
Tô vendo. Eu vi com a Lê. Esse eu vejo com ela. E aí a gente viu aqui no Brasil juntos. E hoje tem episódio novo, né? Porque na verdade é na sexta-feira, mas sempre sai na madrugada ali, à noite, na noite de quinta para sexta. Então, dependendo do cansaço aqui, a gente vê hoje, senão a gente vê no final de semana.
Agora, não sei se vocês têm o mesmo problema que eu acompanho o Salvo também, e só que é tanta coisa que acontece entre uma temporada e outra que eu não lembro mais o que aconteceu na história. Você tem que voltar aí no YouTube ver resumo, porque eu não lembro de mais nada. Isso é horrível, né, cara? Acontecendo no meio tempo que não dá para lembrar.
Eu não quero dar spoiler, mas queria ouvir superficialmente aqui da opinião de vocês sobre, sobre o estágio atual.
Spoiler, não tem como a gente dar porque a gente não viu, né? A gente tá junto.
É, não, mas pode ser que o que a gente vai discutir, a galera que não assistiu ainda, se eu vou tentar ser bem superficial, então quem não assistiu não vai entender nada, quem tá assistindo vai entender.
Então quem tá muito preocupado, parem de escutar agora antes do Rafael falar e avança aí mais 1, 2 minutinhos, tá tudo certo.
Não, não, não, é uma dúvida que totalmente espontânea, porque eu realmente não sei. Me passa a impressão de que a gente tá vendo duas cronologias diferentes agora, mas tem gente que acha que não.
Tem gente acreditando que não, né? É, pode ser um plot twist esse negócio, pode ser.
Se é ao mesmo tempo, se é diferente, quem tá na frente um do outro, né?
O que pega é aquele patinho, né? O patinho da—
o patinho demonstra uma cronologia, né? O patinho tava muito novo em uma timeline e muito velhinho na outra, né? Mas esse patinho fica velho em um ano e pode ter outros patinhos, né?
Podem ter vários patinhos aqui nos Estados Unidos. Tem 200 patinhos em todo posto de gasolina aqui que você vai, tem um patinho desse aqui. Então pode ser outro patinho.
Pois é, isso me deixou curioso, ainda mais com o negócio do avião lá, né? Daquela que aconteceu ali.
Eu não gostei muito dessa, tá meio esquisito, dessa nova janela que foi aberta, né? De sei lá, muito ficção. Não que Silo não seja ficção, óbvio que é, mas já começou no final da terceira temporada, né, que foi— a gente tá na quarta, né, ou é terceira?
Não, estamos na terceira agora. É a terceira.
Então já começou no final da segunda, né, com esse negócio do cofre lá e tudo, com essa conversa.
Aliás, eu acho que ela acaba na quarta e já foi gravada. Foram gravadas juntas, a terceira e a quarta foram confirmadas juntas, né, e foram gravadas juntas. E eu acho que a quarta finaliza a série também. Então estamos indo para vários finais aí de séries bacanas. Mas é assim que é mesmo. Mas não vamos continuar discutindo não, porque eu não quero ferrar com ninguém. Assistam Flash.
A gente tem que fazer um bloco de assistindo todo episódio aqui para a gente ficar falando das nossas teorias aqui das séries que a gente está vendo.
E é isso aí, senhoras e senhores. Este foi o Mac Magazine no ar 692. Começando agradecendo aqui a participação do nosso convidado especial, Adolfo. O Adolfo eu vou deixar para o encerramento. Foi um prazer, Adolfo.
Obrigado, prazer foi meu, uma honra participar. E como eu falei, muito interessante. Espero ter contribuído um pouco aí para o pessoal também. Demais, demais, demais. Espero ser sorteado em breve de novo.
Valeu, Edu. Semana que vem estamos de volta. Aliás, semana que vem tem resultados financeiros da Apple, talvez a gente grave na quarta, não sei, vamos decidir.
Ou talvez meia hora depois, né? Vamos ver, um pouquinho mais tarde vai ficar ruim para o Rafa ali um pouco mais tarde. Mas valeu, Adolfo, obrigado. Faxina essa semana vai ser especial, vai ser se ouvindo, vai ser ou não, né?
Ou não, não aguento nem me ver nem me ouvir.
Eu tenho esse problema, eu tenho esse problema também. Eu quando O podcast eu já não escuto mesmo, né, porque a gente grava aqui. Mas quando eu tô com o Rafa e a gente faz vídeo assim, eu não consigo ver os vídeos que eu gravo não, que eu participo. Não, não gosto, não gosto de ver o Rafa editando do meu lado para ouvir minha voz, para me ouvir no vídeo. Fala, não, não pode passar aí, usa fone de ouvido, por favor, que vamos nos poupar aqui.
Obrigado. Então somos do mesmo time.
Mas é isso aí, fica o agradecimento a todo mundo que apoia a gente. Lá no Patreon e no Catarse, especialmente os patrões ouro: Aidolfo, Alain Ribeiro Leitão, Arthur Duran, Cadu Valsésia, Aderson Lopes, Enio Feitosa, Fernando Brum, Fernando Feg, Humberto Barbato, João Carlos Magalhães, Leandro de Carvalho, Leandro Santos Bonfim, Luciano Paranhos, Marcelo Carvalho, Marcos Ferreira, Mateus Paes Mendonça, Pedro Colbatini, Rafael Dórceres, Rafael Mantovani, Rafael Stanzani, Romário Henrique, Sérgio Bergamini, Ulisses Aguiar Rocha, Vanderlei Gadotti, Wendel Belarmino e o Yuri Chaves.
Valeu, gente, mais uma vez obrigado pela audiência, pelos likes, pelos comentários. Até semana que vem com mais um. Um abraço, tchau!