Por que você não decide? (e como isso está travando seu dinheiro) | com Isabella Dias
Você sente que sabe o que precisa fazer… mas mesmo assim não faz?A indecisão é uma das maiores travas da vida e principalmente da vida financeira.Neste episódio do podcast, recebo Isabella Dias, mentora de mulheres em decisões, para uma conversa profunda, leve e provocativa sobre por que tantas mulheres inteligentes continuam travadas, adiando decisões importantes e, sem perceber, impactando diretamente seus resultados, inclusive no dinheiro.Falamos sobre:🧠 Por que você pensa tanto e mesmo assim não decide💰 Como a indecisão pode estar te fazendo perder dinheiro⚖️ Mulheres que assumem demais (e o impacto nos relacionamentos)🔥 O conceito de “homens banana” e o desequilíbrio nas dinâmicas🚀 Como destravar decisões e agir com mais clarezaAqui a gente fala sobre dinheiro, mas também sobre comportamento, mentalidade e escolhas: porque no final, sua vida é a soma das decisões que você tem coragem de sustentar.Se você quer sair da indecisão, ganhar clareza e avançar na sua vida financeira, esse episódio é para você.A Isabella citou no episódio um vídeo pra você assistir e tomar decisão:VIDA MARIAhttps://youtu.be/yFpoG_htum4?is=iDJ8lgQeLeznviwLConecte-se com a Isa no Instagram:https://www.instagram.com/isabelladias.br?igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==⸻🛋️ Sobre o canal Mulher na BolsaConteúdos sobre investimentos, liberdade financeira, carreira e mentalidade para mulheres que querem assumir o controle da própria vida e do próprio dinheiro.https://msha.ke/mulhernabolsa⸻💬 Comenta aqui:Qual decisão você está adiando hoje?
- Indecisão e finançasImpacto da indecisão no dinheiro · Autossabotagem · Padrões familiares e decisões · Homens banana · Compromisso e clareza
- Destravar decisõesComo agir com clareza · Tolerância à frustração · Ação e compromisso
- Empoderamento FemininoLiberdade financeira · Sororidade
Quem precisa de afeto e reconhecimento são crianças. O adulto já está num nível onde ele precisa mais de recompensa e recompensa dinheiro. Você sente que precisa fazer alguma coisa, mas você fica analisando, pensando demais, às vezes você trava. No final você não decide. Então hoje a gente vai falar sobre uma das maiores travas.
da vida e principalmente da vida financeira, a indecisão. Porque não é falta de informação, não é falta de conhecimento. Às vezes você já estudou demais, carrega vários diplomas, especialização, mestrado, doutorado, mas não decide. Falta de decisão.
E para bater esse papo comigo hoje aqui no podcast, eu convidei uma das maiores celebridades do mundo digital, a Isabela Dias, que ela é mentora de mulheres em decisões, especialista em destrave decisional. Ela tem múltiplas formações com desenvolvimento pessoal, acompanhamento de pessoas, atua com clientes ao redor do mundo. Ela mora hoje na Suíça, em Genebra.
E ajuda mulheres a saírem da indecisão e sustentarem decisões que impactam diretamente nos seus resultados, incluindo dinheiro, posicionamento e investimentos, que é exatamente o core business da mulher na bolsa.
Ela é brasileira e suíça e leva uma abordagem com acolhimento brasileiro, mas com rigor suíço. Ela conseguiu fazer essa mescla aí, orientando a ação para mulheres que querem parar de adiar e começar a decidir. Seja bem-vinda, Isabela Dias. Olá, Carol. Bom dia. Muito obrigada pelo convite. Estou muito contente de estar aqui com você, dividindo sobre esse assunto no dia de hoje.
Que bom, Isa. Eu fico feliz de você ter aceitado o nosso convite e principalmente porque a gente precisa falar sobre esse tema. A gente já tinha conversado em alguns nossos bate-papos, em algumas sessões de mentoria cruzada que a gente fez e hoje eu acho muito importante a sua presença aqui.
porque a gente vai falar desse tema que a gente passou na pele. Você concorda? Para a gente chegar nessa conversa que hoje a gente realmente sentiu como é difícil ter tudo isso e não decidir. Isa, qual é a decisão que as mulheres mais evitam tomar hoje?
Então, para já, só para dar uma continuidade no que você disse aí, eu acho que é difícil se tornar mentora sem ter passado pelo processo.
Então, aqui, hoje, vocês têm a oportunidade de estar com duas mentoras, uma financeira e uma em processos de desenvolvimento pessoal. Então, isso é algo assim que é uma riqueza, é ouro para vocês. Então, peguem esse ouro aí, que vai ser muito interessante. Então, o problema da mulher de hoje em questão de decisões.
Eu gosto muito de trabalhar com metáforas. Então, é como se ela estivesse sentada na beira da piscina, tá? E aí ela fica lhes perguntando, entro ou não entro? Tá fria ou não tá fria? Me jogo ou não?
Será que vão olhar para mim? Será que o meu biquíni está bom? Meu corpo está bom? Me jogo ou não me jogo? E aí vai ali, sabe? Então, existe muito essa necessidade de aprovação, essa insegurança, né?
E a gente vai falar ao longo desse podcast, mas a segurança, ela se trabalha. Então, o que eu percebo no dia de hoje é que as mulheres ainda, apesar de todo o movimento que já aconteceu com mulheres que vieram antes de nós, e que nós devemos honrar também, porque graças a elas nós podemos hoje estar investindo. Nós temos voz.
Nós temos voz. Então honrando essas mulheres, a gente pode sim tomar decisões e sair desse jogo aí de entro no entro, pulo no pulo, que vão pensar. Então existe ainda essa trava, essa insegurança.
E é engraçado você falar dessa metáfora da piscina, porque eu já me vi muitas vezes nessa beiradinha da piscina, né? Então, são mulheres, e eu não falo só por mim, eu falo pelas minhas alunas, pelas minhas amigas, mulheres super inteligentes, capazes.
que tem uma bagagem gigantesca, mas que na hora de decidir vem aquele bloqueio, aquela trava. Parece que, assim, amarrou e aquela mulher é como se fosse um bebezinho que não consegue tomar uma decisão. E às vezes a decisão é muito simples, está na cara dela e ela não vê.
Então, o que está por trás, Isa, dessa indecisão? Seria medo, culpa, perfeccionismo? Existe um padrão feminino de indecisão?
Eu diria que talvez não um padrão feminino, mas talvez que dentro do comportamento feminino isso é mais acentuado, talvez pelo nosso lugar ainda na sociedade. Então, assim, a gente não pode esquecer que nós herdamos também de padrões.
familiares que nós decidimos repetir. Então, assim, nós estamos numa geração que é muito mais emancipada, né? Mas as nossas avós não tinham a mesma visão que a gente tem hoje sobre dinheiro, né?
Eu, por exemplo, eu tenho 42 anos e eu ainda escutei que era bom ter um cargo público e ficar naquele cargo até o final da vida, né? Aquilo era muito mais simples, mais previsível. Então, para que investir? E quando eu falei que eu ia investir na bolsa, por exemplo, meu Deus, você vai perder tudo. Então, assim, é algo que ainda é muito presente, né? É muito presente e quando a gente vê...
a questão dos padrões, existem muitos pontos cegos, tá? E isso, as mulheres, elas que estão travadas, quando elas não conseguem perceber, é porque justamente existe esse ponto cego. E esse ponto cego, como que ele vai sair dali? Ele vai sair dali através de...
Alguém que talvez vai trazer mais clareza, que consegue ver esse pão cego, é aquele caminhoneiro que está ali recuando e não consegue ver, e aí vem o outro e fala, vem mais um pouquinho, vira para lá, vai mais um pouquinho. E é por isso que existem pessoas como você, que são especializadas e que podem dar essa assistência.
o que acontece? Você falou algo muito significativo para mim, porque você falou sobre amarras e sobre você estar sendo puxado. Então, é como se a mulher realmente tivesse amarras. Então, ela quer ir para frente, mas algo a deixa para trás.
Então, o que é que puxa essa mulher para trás? E aí você nomeou. Medo, culpa, que são muitas vezes, como se diz, os malefícios da dependência emocional. Então, a gente conhece alguns dos malefícios da dependência emocional, que são medo, culpa, procrastinação, confusão.
E eu só citei isso, esses três, Isa, porque eu passei por isso. E às vezes na nossa vida ainda a gente vai passar, mesmo depois de todo o autoconhecimento, mesmo depois de todo o trabalho que a gente faz com terapia, etc., desenvolvimento, a gente também vai enfrentar situações em que medo, culpa, perfeccionismo pode travar a gente de dar o próximo passo.
Você concorda? Concordo. E outra coisa, o que acontece também muito é a autossabotagem. Então, na autossabotagem, você sabe, você viu, você já identificou o medo, você já identificou a culpa, mas ainda assim você se autossabota. Então, são várias as travas aí que eu posso dizer no dia de hoje que está presente não só...
nas mulheres, mas nos homens também, que não tem resultados, né? Mas para isso é preciso trabalhar com essa confiança, né? De ousar, essa ousadia. E como que a gente destrava isso? Ousando. É óbvio que não é do dia para a noite, porque uma pessoa que tem medo, ela não vai ousar. Por quê? Porque o medo, ele fala mais alto.
A pessoa que sente culpa, ela não vai ousar. Por quê? Porque a culpa não vai deixar. Então, de fato, é por isso que quando eu atendo nas minhas mentorias, eu já falo logo. Eu não pego pessoa com consciência baixa. Por quê? Porque a mulher tem que ter feito pelo menos um mínimo de trabalho, de consciência, de autoconhecimento com ela mesma, para que ela possa, pelo menos, estar disposta a ouvir.
e não adianta você querer ficar dando murro em ponta de faca, como a gente diz no Brasil, com alguém que não quer ouvir. Então, a primeira coisa que eu pergunto para uma pessoa que eu vou mentorear é o que você está tentando? E se ela ficar calada, eu vou dizer que você não está tentando nada.
Então, se ela não está tentando nada, trazer a mulher desse lugar onde ela não está tentando nada é muito difícil, porque exige terapia, exige ir trabalhar dentro de um conteúdo mais profundo, tá? Eu sou terapeuta, também eu trabalho com conteúdos mais profundos, mas hoje eu escolhi.
um método que é um método de destrave decisional mais rápido, porque justamente eu quero trabalhar com mulheres que querem resultado, e que querem resultados rápidos, né? Você citou, Isa, desculpa te interromper, você citou a questão da consciência baixa. E assim, tanto nos meus treinamentos quanto nos meus livros, eu trago a questão da consciência financeira.
E eu acho que é muito ligado isso. Porque a mulher que ela não sabe para onde ela vai, como diria Alice, qualquer caminho serve. Quando ela não sabe para onde ela vai, o que ela está buscando? É o que você falou. Para onde você quer ir? Onde você quer ir? O que você quer conquistar? Se você não tem pelo menos um norte para onde você quer ir, como você vai chegar lá?
Então, Carol... A questão de dinheiro é muito parecido, muito parecido. Você não tem um objetivo para você alcançar, como você vai chegar lá? Você não coloca nem um pontinho ali, olha, eu quero sair daqui e chegar ali na esquina.
Como? Você não consegue. Então, essa consciência baixa na esfera decisional da vida da mulher, eu acho que ela é exatamente o reflexo dessa consciência financeira que a gente tem que ter como um todo para cuidar do nosso dinheiro. Você disse a frase da Alice, você pode repetir?
frase da Alice no País das Maravilhas, né? Se você não sabe pra que lugar você vai, qualquer caminho serve, né? Então, e a partir daí eu vou te dizer uma coisa. Quando você não sabe pra onde você quer ir...
você fica dentro do giratório. Sabe como é que a gente chama isso no Brasil? É rotatória. É rotatória que se diz? Sim, é rotatória. Pois é. Então, olha para você ver. Você sabe dirigir. Você tem o carro. Você tem gasolina. Você tem disposição para dirigir. Mas você está dentro da rotatória. E aí...
Você fica, não sei, não sei, não sei, não sei. Arrisco, vou ou não vou? Entro na piscina ou não entro na piscina? E aí, o que eu faço? Fico dentro da rotatória. Então, não há nada pior do que uma mulher que não se arrisca, uma mulher que não pega uma saída, que não toma uma decisão.
Porque se ela não toma uma decisão, ela está bloqueada e ela vai continuar ali dentro daquela rotatória e a vida dela vai passar de qualquer jeito. O tempo passa conosco decidindo ou não.
O tempo, ele vai passar. Entende? Então, assim, às vezes eu ouço as pessoas falarem, ah, mas é arriscado. Ok, é arriscado, mas se você não tomar atitude nenhuma, você já tem uma resposta. É não. Mas se você tomar uma decisão, você tem três possibilidades.
Talvez funcione, e o que você ganha com isso? Talvez não funcione, e o que você ganha com isso? E talvez funcione mais ou menos, e o que você ganha com isso? Então, aí é que eu digo para as minhas clientes, vocês estão tentando o quê? Porque se vocês não estão tentando nada, a gente não tem nada para trabalhar aqui.
Entende? Então, é preciso chegar nesse lugar de pelo menos se dizer poxa, eu estou tentando alguma coisa. Eu ainda não sei fazer. Mas eu quero. E eu estou tentando. E a partir disso, ir buscar quem vai poder me trazer essa clareza do ponto cego.
Você tocou no assunto que é algo que a gente trabalha todos os dias, né? Quando a gente fala de investimentos, de Bolsa de Valores, que você falou do risco, do é arriscado. Aí eu pergunto, você quer um risco maior do que você trabalhar a vida inteira?
e com o seu objetivo de se aposentar pelo INSS, com salário mínimo no Brasil, você quer risco maior do que esse? De você não ter noção de como isso vai acontecer e se isso vai acontecer, porque é uma das maiores pirâmides que a gente já viu, que é o INSS. Só que a base dessa pirâmide fica fraca. Quanto mais corrupção a gente vê nos governos, e passa governo, entra governo, sai governo, a gente vê isso, os escândalos maiores, né?
Quer risco maior do que esse de você deixar a sua vida financeira e a sua vida futura, por exemplo, nas mãos de alguém que você nem conhece ou nem confia, nem sabe se vai existir daqui para lá? Então, quando a gente fala de investimentos, de dinheiro e de indecisão...
Eu percebo que muitas alunas minhas, elas estudam, estudam, estudam. Elas fazem curso, elas fazem aula, elas fazem sessão de mentoria. E aí elas nunca entram, elas nunca de fato abrem a carteira, abrem o portfólio. Eu falo porque a gente faz esse acompanhamento e essa pesquisa. E aí quando você vai...
a fundo, entender o porquê elas ainda não fazem isso, algumas delas, né? Porque as que fazem, a gente tem só orgulho, né? Recebe cada mensagem mais calorosa do que a outra, assim, de felicidade. E é uma barreira que a gente está quebrando também, cultural, porque...
Mulher nunca foi ensinada a cuidar de dinheiro, né? Deixa que o homem cuida disso, deixa que o seu pai, o seu marido, o gerente do banco, né? Só que a gente vê muitas mulheres se colocando em posições difíceis e aí chega às vezes, né, a vida delas fica muito difícil, às vezes passa por um processo de luto, às vezes passa por um processo de divórcio e aí ela se vê naquela situação de vulnerabilidade.
e principalmente com relação ao dinheiro. Então, como que essa indecisão, Isa, impacta diretamente o dinheiro e a vida financeira das mulheres?
Então, eu costumo dizer que já não decidir já é um investimento mais caro, né? Não decisão é o investimento mais caro que pode existir. Isso aí é assim, para mim, é fato. Você perde tempo, você perde oportunidade, você perde dinheiro, você perde o protagonismo. Vamos dizer assim, né? O protagonismo.
Então, não é só sobre dinheiro. Eu acho que existe aí o que eu chamo de os três Cs. Então, um C, dois C, três Cs, né? Que seria custo, clareza e compromisso. Então, muitas mulheres veem o custo.
disso, tá? E elas estão até dispostas a pagar esse custo, custo financeiro. Então, há mulheres que têm um dinheiro de lado para investir, ou que pensam em fazer isso, não sabem como fazer, mas tem, enfim. E aí vem o segundo C, que é a clareza. Algumas até têm clareza, né? Às vezes, elas têm clareza e custo.
só que aí vem o terceiro C que é o compromisso e aí é onde eu acho que é a virada de chave porque se você tem
O conhecimento do custo, porque aí a gente está falando de, talvez mulheres que vão começar a investir 50 dólares, ou que vão começar a investir 300 dólares, ou mil dólares, não importa. A gente está falando aqui de investir. A gente ainda não falou sobre quanto investir.
Então, se a mulher tem um bloqueio de colocar a mão no bolso, o bloqueio dela não está em investir 50 dólares ou 300 ou mil. O bloqueio dela está em colocar a mão no bolso. E aí a gente vai perceber...
O buraco é bem mais embaixo, né? É mais profundo do que a gente imagina. Totalmente. A gente vai mapear o que impede essa mulher de ir para o compromisso. Por que ela não se compromete com isso? Quais são as amarras que quando ela quer ir para frente, ela fica para trás?
Então, tudo isso está muito ligado à dependência emocional. Dependência emocional com quem? Com gato, cachorro, periquito, mãe, pai, vizinho, marido, tia, irmã. Por quê? Porque nos ensinaram que se eu ganhar muito dinheiro, eu vou parecer com o vizinho que anda de Porsche. E, olha, se ele anda de Porsche, provavelmente não é uma boa pessoa.
não está nem aí para ninguém. Ser rico não é uma boa pessoa. Fez algo errado. Com certeza que fez algo errado. Mas esse cultural coletivo nosso que a gente tem no Brasil e para a gente que crescemos lá, fomos criadas lá, etc. Fomos para a escola, etc.
Isso é muito forte. Porque não é só uma coisa de dentro de casa, é todo mundo. É um cultural, é coletivo. E todo mundo repete as mesmas frases. Dinheiro é sujo, dinheiro na mão é vendaval. E quando você vê, você está cheia de bloqueios que foram implantados em você. Você nem imagina como, por quem, como que aconteceu. Mas que te impede de colocar a mão no bolso.
e investir 50 dólares por mês, porque falta o C do comprometimento. Só que aí quando você vai cavando esses buraquinhos, para entender o motivo pelo qual você não consegue, todos os meses, por exemplo, você paga a sua unha.
Você gasta 400 dólares com a sua unha todos os meses, mas você não tem coragem de pegar 400 dólares e colocar na sua conta de investimentos religiosamente todos os meses. Sabendo que aquele dinheiro vai trabalhar por você enquanto você dorme, você vai multiplicar esse dinheiro na forma de investimentos, ele vai render automaticamente, você não vai precisar fazer nada com ele, claro, colocando ali nos ativos com a carteira bem balanceada.
mas que no futuro, e aqui eu estou falando de um ano, eu não estou jogando um futuro para daqui a 50 anos, daqui a um ano, talvez você, com esse dinheiro que você se comprometeu todos os meses e que parecia pouco, você vai ter, por exemplo, uma liberdade de decidir se você quer viajar.
para Aspen, se você quer esquiar nos Alpes Suíços, ou, enfim, para Leic Tarro. Então, assim, eu estou citando viagem como exemplo, mas cada mulher é única. Então, quando a gente fala de dinheiro, de comprometimento e de decisão, dinheiro é liberdade. Dinheiro é poder de escolha, é poder decidir. Então, se você trata a sua vida...
de uma forma que você não tem esse carinho com você mesma de decidir algo, e às vezes é algo muito pequeno, como os 50 dólares que você citou, como pular na piscina para saber se está gelada, se está gostosa a água. Com o que você vai se comprometer no futuro? Com você mesma? Você está adiando decisões. E...
E aí? Como mudar isso, Isa? Você trouxe algo primordial para mim, Carol, que foi uma palavra só, que resume todo o seu discurso, que é liberdade. Liberdade.
Quando eu sou liberta, tá? Quando eu tenho liberdade, que seja de movimento, que seja de decisão, que seja de ação, que eu posso fazer, né? Quem que eu deixo para trás? Quem vai comigo? Quem aprova? Quem desaprova? O que que eu ganho com isso? A não ser o dinheiro.
O que eu perco com isso? Porque nós precisamos entender que existe ganho e perda. E não só financeira. Existe o ganho, perda financeira, isso faz parte, é normal. Só que quando você ganhou e perdeu, mas que você uma vez já ganhou e consegue replicar, você perde o medo. Por quê? Porque se você fez uma vez, você é capaz de fazer de novo.
E todo mundo sabe, ninguém consegue ir para virar jogador de basquete profissional sem errar cesta. Gente, isso é muito, é algo assim, é uma utopia. Você precisa passar para a ação.
treinar, passar para a ação e ir treinando. Então, a segurança vem da preparação. Então, você prepara, você se capacita, você tem disposição e você vai correr atrás. Corre atrás de alguém que talvez vai gerir para você a sua carteira de início, corre atrás de métodos, corre atrás de formas de investimento.
Mas a confiança, ela só vem depois de ter feito. Então, é preciso iniciar. Não existe ter confiança. Ah, eu só vou decidir se me garantirem a 100%. Ei, peraí, você está querendo recoltar antes de semear. Não funciona assim. A lei da semeadora não é assim.
Eu falo, gente, o que acontece? Existe, eu trabalho com um modelo de PDA, né? Que é um modelo inspirado num outro mentor, que é concretamente o seguinte, perceber, decidir e agir. Se eu percebi que eu posso ter um outro, uma outra estratégia de ganho financeiro,
eu preciso tomar uma decisão quanto a isso, sim ou não. Se é sim, não adianta ficar no blá, blá, blá. Ah, Carol, ah, tá, então a gente vai ver, a gente vai ver, aquele famoso vamos ver depois, que a gente sabe que é não, né? Porque o sim, ele é muito claro. Você sabe que tem um, na barra de axis, tem um enunciado?
porque eu sou terapeuta em barras de axis, né? E a gente estuda isso, né? Se não é um sim grandão, significa não. O corpo já diz, o corpo te conta. Não, você fica na dúvida, se te dá arrepio, é meio que uma repulsa e você fica naquele desconforto, mas eu não consigo falar não.
mas você entende que porque que hoje eu quero trabalhar com mulheres que já querem passar pra ação não é que elas têm elas já decidiram muitas vezes elas não decidiram ou elas decidiram a decisão já foi tomada mas a ação não foi tomada ela não foi mas ação não foi tomada
Então é aí que há a trava. Decidir, ah, decidir é até fácil. Ah, eu vou pular, decidi que eu vou pular. Aí a mulher fica lá na piscina. Eu vou pular, gente, eu vou pular, eu vou pular. Mas não pulo nunca. E aí? Decisão sem ação não é nada. A gente precisa entregar, né? Precisa ter aquela parte do compromisso, do ser, né? O último ser, que é o compromisso. E se não houver compromisso, não há resultado.
então assim, é preciso tomar essa consciência, eu percebi, eu vou decidir, e agora eu vou agir, então isso é válido para tudo, e a nível financeiro é a mesma coisa, é transposto do mesmo jeito, só que aí, o que vai acontecer? Quando eu sou uma mulher de sucesso, o que isso traz?
Será que eu estou deixando alguém para trás? Eu estou puxando alguém para frente? Será que o que vão dizer entra naquele discurso interno, sabe? Então, aí, o que que eu já vivenciei algumas vezes? Algumas mulheres, eu já trabalhei com algumas mulheres de nível de consciência muito baixo, muito, muito baixo, porque eu trabalhei com mulheres vítimas de violência conjugal.
Então, essas mulheres não tinham nem liberdade de movimento. Quando elas vinham para consultas dentro de um lugar social, de um abrigo social, elas vinham falando que era uma consulta médica. Então, era algo realmente muito extremo. Mas qual era o meu conselho para essa mulher?
era faça do jeito que der para fazer, mas faça. Se ele deixou na sua mão 10 francos, 10 dólares, e que ele não vai te pedir o ticket do supermercado, gasta 5, compra no supermercado mais barato e coloca 5 de lado. Você vai precisar desse dinheiro. Então, assim, enquanto você não pode fazer do jeito que você gostaria de fazer, faça do jeito que dá para você ter.
Então, assim, não existe desculpa, gente. Se esconder detrás da desculpa é simplesmente não assumir o seu lugar no mundo. Então, assim, eu não posso investir 50 dólares? Tudo bem. 10 você pode? Será que você pode juntar durante cinco meses e depois investir os 50? Entende? Então, assim, por isso que a minha questão para a mulher que chega e que quer...
ser apoiada, eu falo, você está tentando o quê? Para mim é uma questão primordial, porque se mesmo essa mulher com a consciência baixa, pequena, numa situação de vulnerabilidade extrema,
que ainda não desenvolveu o poder de agir, se ela está começando pela própria vida, para salvar a vida dela, vida, nós estamos falando de vida, nós não estamos falando nem ainda de financeiro, porque isso vem com o tempo, mas a vida dela e dos filhos...
Poxa, nós temos a oportunidade de estar expandindo, expandindo a nível emocional, financeiro, espiritual, de saúde. Por que não? Quem disse, quem ensinou para a gente isso? Por que não? Entende? Então, assim, eu acho que a gente perde muito tempo, muitas oportunidades e também dinheiro por não fazer o que deve ser feito.
Concordo, Isa, concordo. E aqui são dois extremos, a gente fala de mulheres que não decidem, mulheres que estão em situação de violência e que às vezes elas não conseguem sair, né? Também já trabalhei com mulheres nessas condições, vítimas de violência doméstica. É muito triste isso.
Mas também a gente vive um outro extremo. E aí eu estava ouvindo você num outro podcast, você falando dos homens bananas, né? Que é quando, literalmente, as mulheres assumem demais. Elas pecam pelo excesso. Elas decidem por elas e por eles. Assim, acaba decidindo por dois. Então ela não decide. Ela fica ali naquele relacionamento que ela vê que às vezes está...
fadada ao insucesso. E aí, ela acaba decidindo por dois e ela carrega essa carga, né? Isa, me explica um pouquinho, assim, desse conceito aí dos homens bananas. E o que que isso acarreta pra vida das mulheres que têm companheiros assim?
Então, acarreta muitas coisas. Eu poderia falar por horas aqui. Mas, resumindo, a mulher que ocupa todos os lugares, ela acaba se dispersando. Então, o que eu quero dizer com isso? Ela pode ser uma mulher que trabalha, que ajuda em casa, que tem filhos, que investe financeiramente, que tem negócios. Ela pode. Ela pode tudo. A mulher pode tudo hoje.
Mas ela deve? Será que ela precisa? Por que ela precisa? Por que ela precisaria fazer tudo? E aí, mais uma vez, fala sobre as crenças e sobre ela mesma. Por que eu tenho que dar conta de tudo? E aí a gente vai entrar de novo nessa questão da autossabotagem.
essa questão de estar aí levando o outro, é quem está me puxando. E o que acontece? Uma mulher que se destaca, se ela tem os padrões limitantes quebrados, o homem também se destaca.
Então ela não vai sair com um homem banana. Fora de questão. Ela não vai ficar com um homem banana. Ela não vai aceitar isso para a vida dela. Fora de questão. Então vocês mulheres que estão aí, que são empoderadas, que têm dinheiro na carteira, que estão saindo com um homem banana, agende a sessão. Porque alguma coisa não está funcionando. Foge, Mulher Maravilha. Foge.
Pode com o Superman. Mas não é só uma questão de fugir. Olha para dentro do seu padrão. Alguma coisa não está funcionando. Entende? Porque senão, esse homem não estaria nessa comodidade.
de ficar ali naquela situação de desequilíbrio, e aí ela decide tudo, né? Então, assim, a mulher, ela precisa se empoderar, ela precisa ter clareza em todos os âmbitos da vida, né? Mas ela não pode...
em momento algum, perder essa liberdade também de escolha, não só de escolha, mas de perceber o que está acontecendo na dinâmica. Então, assim, tipicamente um homem banana, quando ele vai ver a mulher crescendo financeiramente, ele não vai agregar nada, sabe? O que ele vai fazer? Ele vai só aproveitar.
Então, aí, existem dois casos, né? A mulher vai ficar naquela coisa ali, deixa, né? Vamos deixar assim, que pelo menos se ele não vai embora, eu estou bancando tudo. Água de salsicha. É, eu estou bancando tudo e vai. Ou então, esse homem vai puxar essa mulher para baixo. Por quê? Eu costumo dizer que, dentro das relações, a gente anda na velocidade do mais lento.
Então, é como se você estivesse subindo uma montanha, tá? E eu sou uma pessoa assim, aqui tem montanhas em todos os lados. Eu tenho um cardio bem limitado, sabe? Eu sou aquela que vai mais pra aquajima, aquabox, aquabike, aqua tudo.
Então eu não sou, apesar de ser suíça, eu não sou aquela suíça que vai com aqueles bastões e vai sumir na montanha. Não é para mim. Fazendo um hiking. Definitivamente não é para mim. Mas enfim. Mas só para fazer essa metáfora com vocês. Se uma pessoa vai rápido, tá? E que ela sobe lá com o bastão dela. A que está atrás nunca fez ou faz com dificuldade. O que vai acontecer?
Ela vai ficar ofegante. E a outra vai ter que esperar ela. A outra vai ter que esperar ela, porque ela não vai subir mais rápido, Carol. Não tem como. Não tem como. Você tem um limite, sabe? Então, assim, eu falo que o meio é muito importante. Se você quer crescer, se coloque no meio de pessoas que querem crescer. Se você quer ter boa saúde...
Se coloque no meio de pessoas que estão dividindo esse mesmo valor com você. Porque senão vai ser sempre assim. Eu tô de regime, gente. Regime entre aspas, tá? Sou contra regime, mas... Estou fazendo atenção à minha alimentação. Ah, deixa de ser chata. Que isso? Um refrigerante. Um chocolatinho. Então, assim... Será que você está...
De verdade, alinhado com o que você decidiu, porque é aí que entra o compromisso. Será que eu estou alinhada realmente com o que eu decidi? Então, se eu decidi, eu vou agir. E a minha ação é sustentada. Ela precisa ser sustentada com o tempo. Então, se eu me comprometi...
dando o exemplo financeiro que eu vou investir 100 dólares por mês não é quando porque as coisas acontecem quando a gente quer quebrar padrões tá então vamos supor que eu nunca investi
E aí eu decidi passar para a ação e agora eu invisto. E aí eu vou falar com você, Carol, eu tenho 200 dólares, 100 a 200 dólares por mês para investir. Aí você vai me dizer, Isa, vamos pela prudência, para você não ficar muito apertada, investe 100 por mês. Beleza. Primeiro mês vai funcionar, segundo mês, terceiro mês, mamãe ficou doente. E aí o que acontece?
Será que eu vou sustentar a minha decisão de investir, de quebrar um padrão familiar, talvez, de mulheres que têm a liberdade financeira, que podem dizer que sim, que podem assumir o compromisso, ou eu vou falar assim, ah, não, mamãe está doente, então, Carol, aqui, nós vamos parar aqui agora com o nosso investimento, porque, entende, é mamãe que ficou doente.
E eu não estou dizendo aqui, gente, que não é importante a saúde da mãe. Eu estou dizendo aqui que vai haver sempre situações que vão te fazer voltar para o padrão antigo. Então, isso são as amarras que estão lá atrás, te puxando para trás de novo quando você quer ir para frente. Então, se você não entende isso, se você não trabalha isso, você não sustenta esse compromisso a longo prazo.
Então é preciso entender o que está escondido atrás desse padrão. E a partir daí, realmente, assumir o compromisso. Compromisso é essencial.
A quebra de padrões não se dá do dia para a noite. Ela se dá fazendo. Eu faço, eu replico, eu faço de novo. E agora a vida entendeu que agora é diferente. Entende? É como se a vida te servisse o mesmo prato o tempo todo e você começasse a recusar. Mas aí você chega e a vida fala assim, mas você sempre comeu lasanha. Hoje tem lasanha. Você vai falar, não, mas hoje eu não como mais lasanha.
Ah não, mas você sempre comeu lasanha? Vou te servir lasanha. E você vai precisar recusar essa lasanha várias vezes, até que a vida entenda que você agora não come mais lasanha. Então assim, a partir do momento que a gente toma uma decisão, é preciso sustentar essa decisão. Então, a nível financeiro é exatamente a mesma coisa. Eu digo, comece, comece.
E como que a gente sai desse ciclo? Porque às vezes a gente pensa, a gente coloca um objetivo, a gente até começa, depois trava e começa a adiar. E como você falou, você começa bem o primeiro mês, o segundo mês e no terceiro mês já vem a queda de novo. Aí você volta para aquela... É o ciclo, é a rotatória, é a beirada da piscina. Tudo junto ali ao mesmo tempo. E aí você sente que foi um pouquinho, mas você não consegue...
Não consegue. Simplesmente você volta para o lugar de onde você estava e você não sai dessa rotatória. Como que a gente sai desse ciclo? Então vamos lá, Carol. Olha só. Quem precisa de afeto e reconhecimento são crianças. E aí eu não digo que nós, adultos, não precisamos, mas não é vital. Nós podemos viver sem isso.
O adulto, ele já está num nível onde ele precisa mais de recompensa, e recompensa é dinheiro. Então, quando a gente está simplesmente naquele degrau de afeto e de reconhecimento, nós estamos numa postura infantil. E aí a gente precisa trabalhar. Será que eu vou a cada vez retroceder por causa de afeto? Por causa de tapinha nas costas?
Será que eu vou retroceder porque eu preciso de reconhecimento? Entende? Então é preciso ter tolerância à frustração. O adulto, ele suporta a frustração. Você é do tamanho das críticas que você consegue suportar. Se você não suporta críticas, você é uma criança birrenta. É isso.
Não existe mais ou menos. Criança birrenta que se joga no chão e fala, eu não vou fazer, não quero, não vou, e pronto, acabou, e rola no chão e não sustenta. Então, assim, quando a mãe fala, né, levanta daí tudo, e a criança está lá, e a gente vê aquela situação, fala assim, nossa, gente, os adultos também fazem isso.
Só que eles fazem de uma maneira que eles tentam esconder, mas isso é muito visível. Pessoa que não sustenta a decisão é uma criança birrenta. Pronto. Então, se você quer sair da rotatória, pega uma saída qualquer, caramba. Pega uma, tenta, não deu não, faz retorno e volta. Pelo menos você já sabe que essa não funciona.
Volta para a rotatória, pega a segunda. Não tem como você se esconder atrás de desculpas sem passar pela ação. A ação, ela é necessária, ela é obrigatória. Então, é como eu disse anteriormente, a segurança, ela pode até vir do preparo, da capacidade, da disposição de fazer as coisas. Mas a confiança, ela só vem depois de ter feito. A gente não pode inverter as coisas.
Então você precisa fazer, não tem pra onde correr. Então quando você não sabe, o que você faz? Você pede ajuda. Mas você faz, você assume o risco de fazer. Não tem pra onde correr. A gente pode fazer terapia, pode fazer mentoria, pode fazer um monte de coisa. Gente, sem ação, nada vai acontecer.
E aí você tocou no ponto principal que a gente fala aqui no canal Mulher na Bolsa, que é justamente a prática. É você sair da inércia, é você parar de tanto estudar, de tanto ler, de tanto fazer curso e, de fato, colocar a mão na massa.
Isa, se alguém na nossa audiência aqui, e agora eu vou aproveitar e mandar um beijo para a galera que nos acompanha nas nossas plataformas, seja no YouTube, no podcast, no Spotify, no Apple Podcast, enfim, todas as plataformas que a gente está disponível para vocês ouvirem e assistirem.
Aliás, eu já quero só pedir uma pausa aqui para vocês, né? Verifiquem a inscrição, gente, nos canais aqui, viu? Porque muita gente que nos assiste não está inscrito no nosso canal. Olha que incrível essa pesquisa que a gente chegou essa semana aqui pela nossa equipe. A gente descobriu isso. Então, verifique a sua inscrição, porque você sabe que aqui tem muito conhecimento dividido, compartilhado, e que você vai alavancar a sua vida financeira.
E aí, lembrando da nossa audiência, se alguém, por acaso, né, está nos assistindo, está nos ouvindo hoje e está travada, qual seria um passo prático, uma regra simples para ela começar a tomar uma decisão já nas próximas 24 horas? De hoje para amanhã, da noite para o dia.
Tá bom, boa, Carol. Olha só, primeiro, eu vou deixar aqui, você vai deixar aqui fixado no link abaixo, um vídeo cearense, tá, de oito minutos apenas, que se chama Vida Maria.
Vida Maria fala sobre a repetição de padrões femininos. E eu recomendo que toda mulher veja esse vídeo. E depois de ter visto esse vídeo, de ter visto, mas realmente depois de ter visto esse vídeo, não antes, veja o vídeo, dura só oito minutos.
Você vai se perguntar qual é a decisão que eu estou evitando. E seja honesta, não minta para você, não adianta mentir para você. Você pode até tentar colocar lá numa caixinha e fechar a caixinha, mas está dentro de você e isso vai voltar. Então, qual é a decisão que você vem evitando? E trazendo para o contexto financeiro, tá? Qual a decisão financeira que você já percebeu?
que você ainda está evitando. Então, eu acho que somente isso, em 24 horas, se você não tiver uma resposta aí dentro, aí eu vou te dizer, você não pode trabalhar nem comigo e nem com a Carol. Cara, eu amei tanto esse papo. Eu queria ficar aqui mais duas horas conversando com você, Isa. Mas o nosso tempo é limitado também.
E eu quero te agradecer muito, mas antes de você ir embora, eu quero saber algumas coisas, tá? Primeiro, passa...
para a nossa audiência, os seus contatos. Então, se você tem uma página do Instagram, se você tem um website, conta como as pessoas vão te encontrar. Então, Carol, hoje eu trabalho com o Instagram, o meu é arroba isabeladias.br e o meu e-mail é isabeladias.mentora.gmail.com E aí
A gente vai deixar tudo aqui na descrição do vídeo. Então, para quem quiser, já é só clicar no link também. Já vai ser levado direto para lá.
Então, lá dentro da minha plataforma tem a landing page, tem os links lá para marcar sessões, tem os links de compra dos meus três livros, que se chamam Você Merece Mais, um, dois e três, porque nós merecemos muito, nós mulheres, porque muitas das vezes a gente cala a nossa voz. Então, a gente...
para ali, não quero ver, né? É como eu disse, vida Maria, e aí decide alguma coisa. Ou então olha para o que você não quer decidir. Então, perceba. E a partir dessa percepção, tome alguma decisão, que seja pequena.
E aí, se você realmente precisa de ajuda para destravar as questões de pertencimento financeiro, de quem está me puxando para trás quando eu quero ir para frente, quem está me deixando lá atrás quando eu quero avançar e ganhar dinheiro, eu estou à disposição. E com relação a dinheiro, ele mesmo para fazer multiplicar e ganhar, aí é com a Carol.
A gente trabalha em conjunto aqui, destrava ali e vem pra cá que a gente já coloca o dinheiro pra trabalhar. Isa, que mensagem você deixaria pra uma mulher que sabe, ela sabe o que ela precisa fazer, mas ela ainda não tem coragem? Para de pedir permissão.
E a permissão, ela se trabalha. Permissão para ser, para ter, para ir e para fazer. E isso se trabalha. Pare de pedir permissão.
É isso. Uau. Um tapa na nossa cara. Um tapa, né, de luva de pelica. Simbora, Pérez. No final, não é sobre ter mais informação.
No final de tudo. Porque a gente fica, às vezes, adiando muito, né? Ah, eu preciso estudar um pouquinho mais, eu preciso me informar um pouquinho mais. Não, é sobre ter coragem mesmo. Coragem de decidir e de sustentar, como você disse. Eu vou decidir e vou sustentar essa decisão para ver o que vai ser daqui para frente. Porque, e no frigir dos ovos, né? A nossa vida é uma somatória de decisões que a gente teve coragem de sustentar. A gente vai saber se a decisão é certa ou errada?
antes da gente decidir? Carol, às vezes a gente decide... É igual músculo. Deu pra entender, né? Tem que trabalhar pra ele crescer, né? Ou atrofia. Então, é isso.
É isso. Eu amei muito o nosso papo, Isa. Estou muito feliz. Foi uma grata conversa. Assim, todas as vezes que a gente se encontrou, né? Nas nossas reuniões, nas nossas mentorias, né? E workshops, né? A gente faz, gente, assim, ó. A gente é aluna uma da outra. Vocês terem noção.
A Isa abre o workshop, tá lá a Carol se inscrevendo. A Carol abre o workshop, tá lá a Isa se inscrevendo. E a gente faz isso, essa troca. E eu acho isso muito gostoso. Eu acho que... Eu sempre falo assim que...
eu desejo que mais mulheres tenham, né, outras mulheres como eu tenho esse privilégio, né, de conhecer pessoas como você, Isa, e caminhar juntos, né, porque trocar um dia numa conversa por telefone, a Isa me deu um tapa, tipo esse aqui que ela deu aqui pra gente hoje.
que eu não estava vendo, e a partir disso eu falei, caramba, olha Carol. Então, assim, às vezes é muito gostoso isso, essa troca.
E eu acho que isso é sororidade na prática, sabe? Esse discurso, às vezes, é muito bonito, né? Na teoria, mas e na prática? Quem é a mulher que está ali do seu lado? Às vezes, tirando a venda dos olhos ali por um momento que você não está conseguindo enxergar, e ela está vendo, olha, você está fazendo isso. Por que você está fazendo isso? O que está acontecendo aí? Entende? Então, é...
Tenho esse privilégio e eu desejo que outras mulheres, e se vocês ainda não têm, gente, a gente está aqui para te ajudar. Saiba disso, você pode contar com a gente para isso. A ideia é elevar mais mulheres a esse patamar. E se ninguém te disse isso hoje, eu acredito em você. Muito obrigada, Isa, por esse nosso papo aqui. Foi ótimo.
Que você sempre faz a sua. Ótimo. Que sejamos mulheres que levantam outras mulheres. Eu costumo falar isso. E aqui mais uma vez. Então é isso. Até a próxima, Carol. E até a próxima a todos aí que seguem a Carol. Se inscrevam aqui. Grande beijo.