Redação PFC 258 - Maratona de Londres, Meia Maratona de Florianópolis e Dez Milhas Garoto
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.
📰 Notícias 🗞️
Números da Maratona de Londres 2026.
Sabastian Sawe, Yomif Kejelcha e Jacob Kiplimo dizem que ainda podem correr mais rápido.
Tempo médio de conclusão da Maratona de Londres 2026 diminuiu.
Des Linden fecha abril com 354 km de provas e completa a Maratona de Londres em 3:04:24.
Sebastian Vettel corre uma maratona pela primeira vez em Londres em menos de 3h.
Resultado da Seven Run, realizada em São Paulo.
Resultado da Maratona de Hamburgo 2026, com recorde do percurso na prova feminina.
Resultado da Maratona de Madrid 2026.
Meia Maratona de Florianópolis acontece no fim de semana e vai receber o Campeonato Brasileiro de Corridas de Rua - Etapa Regional Sul.
Maratona de Cali reúne elite mundial no domingo.
Maratona Internacional do Paraná acontece no fim de semana, com inauguração da Ponte de Guaratuba no litoral do estado.
Maratona de Piracicaba acontece no fim de semana com atletas de 166 cidades.
Dez Milhas Garoto 2026 esgota 20 mil inscrições em 14 horas.
Abby Steiner, velocista americana bicampeã mundial, entrou na Justiça contra a Puma e a equipe de Fórmula 1 Mercedes.
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- Maratona de Londres 2026Recorde mundial · Incidente Vettel Kvyat GP China · Des Linden
- Dez Milhas Garoto 2026
- Eventos de corrida de rua
- Empresariado e representação de atletasSebastian Sawe · Yomif Kejelcha · Jacob Kiplimo
- Resultados de maratonas internacionaisMaratona de Hamburgo · Maratona de Madrid
O Redação PFC começa agora.
O Redação BFC 258 começou, estamos animados de manhãzinha, de manhã cedo ou à noite, eu não sei quando você escuta, mas eu estou falando muito rápido. Para render, para render que hoje tem muito assunto. Ah, vai ser um espetáculo nesse dia 2 de maio, sabadão, depois de um feriado. Ei, coisa boa. Ei, Marcos Borges, tudo bom contigo? Tudo bom e vocês aí, pessoal? Tudo certinho? Redação 258. Aí, olha, começaram os números, hein? É o dia do número 2. É o 20º redação do ano, no dia 2 de maio.
que é o centésimo, vigésimo, segundo dia do ano. Então, um, dois, dois, que é o dia dois, que é o vigésimo. É tudo cheio de dois hoje. Tudo cheio de dois. E hoje é o quê? Dia Nacional de Luta pela Cidadania, Dignidade e Direitos Humanos na Política Nacional sobre Drogas. Dia Nacional do Ex-Combatente. E Dia Nacional da Ética.
Você é uma pessoa ética? Depende, né? Depende para quem avalia. Às vezes. Não vamos ser hipócritas aqui, né? Não, a gente é ético. Às vezes, dependendo da situação também, não vamos abusar. Nas efemérides do dia, que não são muitas, mas são relevantes. Em 1500, 2 de maio de 1500, a esquadra de Pedro Álvares Cabral, parte da Baía de Cabralha, no Brasil, continuando sua viagem para as Índias.
A Nau, comandada por Gaspar de Lemos, retorna para Portugal, levando a notícia do descobrimento da nova terra. Em 1886, foi inaugurado o Passeio Público em Curitiba. Em 1906, cerimônia de encerramento dos Jogos Intercalados de Atenas na Grécia. Sabe o que foi isso, Marcos? Não faço ideia.
Foi um evento multiesportivo internacional celebrado em Atenas, na Grécia, para comemorar o décimo aniversário do início dos Jogos Olímpicos da Era Moderna, que foi em Atenas, em 1896. Ainda bem que eles fizeram só uma vez isso, porque não faz sentido nenhum. Eles nem são considerados oficialmente Jogos Olímpicos.
Entendi. Foi aquela história, tipo... Isso aqui é aquele negócio, né? Pô, tá dando certo e tá vendendo bem. Vamos fazer mais uma edição aqui no meio das outras duas? Foi mais ou menos isso. Então você vê que desde 1906, a turma já tem esse fogo na bunda. E eu acho que isso é mais ou menos como comemorar mês-versário, sabe? Você vai até um ano.
E daí depois, pô, tá, não precisa do T20, do T30, do T40. Se fizeram isso, deu errado, vamos em frente. Em 1952, o primeiro avião do tipo jato comercial do mundo, o de Havilland Comet One, faz seu primeiro voo de Londres a Johannesburgo. Em 1985, nasceu ela, completando 41 anos, portanto, Lily Rose Beatrice Allen, cantora e compositora britânica. A Lily Allen, conhece a música da Lily Allen? É.
alguma coisa assim em 1986 a cidade de Chernobyl é evacuada seis dias após o desastre então nessa semana que passou aí o redação aconteceu o desastre e a cidade foi evacuada o acidente no dia 26 de abril e no dia 2 de maio evacuaram você já viu essa série né Marcos
Sim, eu já devo ter assistido essa série umas três vezes, eu acho. Eu gosto muito. Na minha opinião, é a melhor microsérie. Eu chamo de microsérie porque ela é aquele lá, sei lá, cinco, seis episódios, assim. Começa, acaba, já era, não vai ter temporada, não tem nada disso. Pra mim, ela é a melhor desse estilo, assim, de série, minissérie, microsérie. Vocês sabem como quiser. Que eu já assisti. Eu acho espetacular. Não tem nada comparável, assim, com a produção dessa série.
Na HBO Max. Em 1995, nasceu Vitória Fernandes Falcão e está completando 31 anos. É uma cantora brasileira que faz parte do duo com a Ana Caetano. Então tem a Ana Vitória. E aí, Marcos Bosco, conhecemos alguma música? Conhecemos. Tem aquela... Tu que é trevo de quatro folhas é De domingo à toa, conversa rara e boa É a delas.
Já ouvi, eu achava que a música do Trem Bala era delas, mas essa é de outra Ana, da Ana Vilela. Pra mim, tudo veio igual o estilo. Eu tava confundindo, igual eu tava confundindo o Jason Maras e aquele lá que você foi ver o show. Não, eu fui no Jason Maras, caralho. De novo! John Mayers e Jason Maras, isso que eu dei uma confundida. Mas faz parte. O que você não confunde nunca é.
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No último domingo aconteceu uma Aratona de Londres, tivemos recorde mundial, a gente já fez uma redação só sobre isso, a gente não vai se estender mais nos dados que já falamos, agora a gente vai trazer algumas coisas novas, então vamos ficar ainda um pouco em Londres, porque muito já foi dito, mas a gente quer trazer mais algumas coisinhas que não puderam ser faladas naquele momento, porque o recorde aconteceu domingo de manhã e nós gravamos domingo à noite, publicamos, foi inclusive um dos redação mais assistido, então muito obrigado a você que esteve conosco.
nessa histórica manhã, porque eu fui o único canal que fiz live e depois o único que publicou um podcast na própria noite de domingo. Então a gente tem aí nossa história também sendo feita e Londres também fez história com alguns números interessantes, Marcos. Pois é, ela recuperou aí, que ela já foi, né? Deixou de ser. E agora ela recuperou o título de Maratona, com o maior número de finalistas. Ela conseguiu aí 59.830 concluintes esse ano e superou 59.226 da Maratona de Nova York do ano passado.
É claro que a gente tem que esperar Nova York pra ver como é que vai ser. Mas, assim, por enquanto, ela é a maior maratona da história do mundo, em termos de concluência. Ah, mas a Nova York vai superar. Tá, é. O recorde que quebraram lá também vão superar um dia. Então, é mais ou menos isso. É o maior evento anual de arrecadação de fundos de um único dia. Esse ano, eles conseguiram arrecadar 38 milhões e 72 mil libras. O que na cotação atual deve dar uns 3 trilhões de reais, mais ou menos.
Não, brincadeira, deve estar mais ou menos 7 para 1. Então, se a gente está com quase 40, a gente está falando aí de mais de 250, 260 milhões de reais arrecadados através das arrecadações, das instituições de caridade que tem vagas e tudo mais. Foi um aumento de 22% no valor em relação ao ano passado.
Ainda sobre Londres, nós já falamos bastante, mas oito, apenas oito atletas correram abaixo de duas horas e dois na história. E quatro deles fizeram isso em Londres. Então Londres tem agora cinco dos dez tempos mais rápidos da história. Ainda tem Berlim, Chicago e Valência nessa lista. O Denis Quimeto, lá em 2014, tinha um recorde de 2,257.
E naquela época ele era o único abaixo de 2 horas e 3. E aí, hoje, esse tempo dele é o 26º da lista. Você tem ideia? A pessoa corre 2, 2,57 e hoje ele seria o 26º. E se você, Marcos Bos, um dia quiser, tiver a pretensão de ficar no top 100, atualmente, da maratona, você tem que correr mais rápido do que 2,446. Se você fizer 2,447, você não fica no top 100 da história. Isso tem que ser na próxima maratona, porque eu não duvido nada que daqui a pouco...
Já alterou mais uma vez, né? Ah, vai ter maratona esse fim de semana, depois tem Chicago, Berlim, então tem que ficar bem atento a isso. Outras coisas legais. Recordes nacionais da meia maratona que são mais rápidos que o 59-01 que o Sebastian Soli fez. Kenya, Uganda, Etiópia, Suécia, Burundi, Eritreia, Bahrein. Só.
Nenhum outro país no mundo tem recordista de meia maratona mais rápido do que isso. Cinco dos seis melhores tempos de maratona da história agora são com split negativo na meia. Então você pega lá, o top seis. Cinco fizeram a segunda metade da meia mais rápida, exceto o Kipchoge lá naquele recorde de 2022, que ele saiu mais forte. Aliás, é a única meia desses seis aqui que foi abaixo de 60.
mas aí perdeu o ritmo. O Sol, o Ikegel, o Shaq Primo, o Kipitum e o Kipitum, tudo sub-60 no final. Talvez isso seja um indício do que você tem que fazer caso você queira ser um recordista ou fazer um baita tempo. O problema é que assim, né? Isso acaba, às vezes, normalizando o split negativo e não é tão simples assim, né? Mas pro amador, esses caras fazem o negócio realmente...
Fora do comum, o Kipchoge, no caso 22, adotou uma tática a mais de tentar usar os Pacers do começo pra dar aquela puxada e vamos terminar com o que tem. Os outros atletas não, né? Mas, olha, eu acho que tem uma questão que, às vezes, não é muito falada, né? Que aconteceu agora em Londres. Que, provavelmente, se o Kegelsha e o próprio Kiplimo...
Que tudo bem, ele não disputou com o Sao e até o final, né? Ele ficou um pouco antes. Mas se não tivessem tantos atletas fortes, será que a gente veria o Sao e fazer uma performance tão fora da curva assim, né? Porque querendo ou não, a hora que os Pacers saem, né? O que o Kip Shogui, por exemplo, faz em 2022, ele passa a primeira metade pra 59, 51. Depois que os Pacers saem, né? Que vai, por mais que eles durem um pouco mais, chega até o 30, 27, 28, alguma coisa assim. Aí ele faz a segunda metade em uma hora, um 18.
Aqui, acaba que a segunda metade, os Pacers são os seus próprios concorrentes, que não deixam a prova ser fraca. Ali, diferente, por exemplo, do que a gente viu em Boston no feminino, em que as atletas claramente não tinham a capacidade de acompanhar a Sharon no ritmo dela, e acabaram fazendo um começo de prova muito mais lento, e aí ficou...
Vou colocar entre aspas aqui, tá, gente? Quem não tá assistindo o vídeo, mas eu tô fazendo aspas voadoras aqui. Ficou fácil pra Xero na segunda metade, a hora que ela acelera, ninguém vem. Quando você põe ali três atletas super fortes, né? Como Londres conseguiu aqui no masculino, o Saúl. O que é gel? Já que a gente não tinha certeza ainda, mas o cara mostrou ser muito forte o Kiplimo.
Todo mundo ali, os três, estão pensando, meu amigo, se eu ficar correndo aqui no alíviozinho, o final vai ser... Tá maluco, não posso. Eu tenho que já botar o ritmo agora. Quem sabe eu já quebro pelo menos um desses outros dois aqui na primeira metade. Então, Londres, quando ela põe um monte de atleta de elite, né? Assim, um monte dos tops dos atletas de elite, né? Os melhores que tem, realmente.
ela, obviamente, contribui para fazer esse cenário favorável para uma quebra de recorde. Porque é meio que assim, um serve de pace para o outro, e um está ali sempre ameaçando o outro. Então, acaba ficando bem interessante. E a gente tem aí os três melhores tempos da história sendo feitos na mesma prova.
Exatamente isso que você falou é um ponto importante que eu ia citar mais para frente, mas a gente fala agora, porque só aconteceu 1,59 e 1,30 por causa dessa disputa. Porque às vezes a gente fica pensando, ah, recorde mundial, vai para recorde e tal. Mas os atletas, se fizer o recorde, melhor. Mas eles querem vencer a prova. Então é como você falou, só ele tinha que acelerar para chegar na frente do QG. E eu acho que eu tô aqui.
O Kiplima passou o 35 com 2 segundos atrás. Então, tipo assim, até o 40, 41, o QGL já estava ali nos carcanhados, então eu tenho que acelerar. Azar do relógio. Tanto é que na passagem do 35 ainda não tinha previsão de sub-2, talvez de recorde mundial. Na passagem do 40 que a gente veio ter essa certeza, vamos dizer assim, porque daí o sol acelerou e foi embora. É isso que as pessoas têm que ter em mente. A corrida...
É uma disputa, é uma prova entre as pessoas. O caso do Kipchoge, por exemplo, é que ele ia sozinho. Ele não tinha adversário também naquela época. Então tinha que ir os Pacers e depois ele sozinho. Quando ele teve Pacer o tempo todo, por exemplo, que foi lá no Sub-2 que ele fez, aí deu certinho. E isso traz outra coisa que tem que ter na prova também.
atletas bons disputando a prova até o final e clima ajudando, porque não adianta você fazer isso nos 30 graus do Rio de Janeiro, e Londres, você correu lá, você sabe, o final dela, apesar de ela ser válida para o recorde mundial, ela larga num ponto e chega no outro, e a chegada, você vai uma reta toda numa direção que tinha um ventinho ajudando esse ano que passou, tinha um pequeno vento ali e isso ajuda também, porque Londres é uma retona.
que vai para a chegada lá no Palácio de Buckingham. Então você passa aí uns, sei lá, 5, 6 quilômetros só com o vento te empurrando. É uma situação meio Boston. Então assim, foi tudo perfeito para sair essa condição. E aí saiu esse 1,59,30, 1,59,41.
Obviamente, quando você pega Londres, né? Tanto que ela se qualifica pro recorde. Você tem momentos que você tá indo, tem momentos que você tá voltando. Mas se eu tivesse que escolher em que momento que eu queria o vento... Porque, vamos lá, vamos escolher um vento constante. Eu prefiro que o vento esteja me atrapalhando no início e me ajudando no final. Que é quando eu tô muito mais cansado. Mas, né? Então, vamos compensar com o vento.
Você pode até falar assim, ah, mas é indiferente. Porque ele pegou o vento contrário em algum momento. Tá, mas se ele pega o vento contrário menos cansado, é muito mais...
fácil, entre aspas, também, dele manter o ritmo e depois quando o vento ajuda, quando ele tá mais cansado. Então, sem dúvida, a temperatura ajudou muito, né? A gente lembra o sol e o ano passado em Berlim. Berlim é um cenário onde a gente consegue ver muito bem. Ele faz uma primeira metade muito forte, muito boa. Na segunda metade ele fica sozinho e o clima esquenta demais. Então as duas coisas acontecem. E aí...
Aquela história, né, meu amigo? Será que ele conseguiria se matar e fazer um tempo melhor? Talvez sim, mas ao mesmo tempo a cabeça dele tava ali. Pra quê? Você vai ganhar a prova de qualquer jeito. Vale a pena? Assim, é claro que tudo isso, o cenário muda, né? O cenário do profissional é muito diferente do amador, né? A gente às vezes fica pensando...
Oh, mas não, vamos acelerar, faz teu RP. Isso é coisa de amador, isso é a tara do amador que não consegue ganhar. Então eu vou pensar no quê? Eu vou pensar no meu RP. Eu tô competindo comigo com a minha última prova. O profissional, ele quer ganhar. Agora, se eu precisar fazer 2 e 2, ou se eu precisar fazer 2, eu vou dosar. Não, com 2 e 3 eu vou ganhar, eu vou fazer 2 e 3 e dane-se. O dia que eu tiver que fazer 2 pra ganhar, eu faço 2 pra ganhar, ainda bato o recorde.
É outra realidade, né? Então, tudo isso, obviamente, você encheu o fio de atletas...
supra sumo da elite, é óbvio que tem um peso muito grande nesses resultados. E Londres conseguiu isso, até porque a maior maratona do primeiro semestre é mais plana, Tóquio tem ali, tenta, mas não consegue e aí no segundo semestre divide a tensão entre Chicago e Berlim então, por exemplo, esse ano talvez o Sol vai lá pra Berlim ainda e o Kiplimo vai pra Chicago eles não vão correr juntos, o Kegel talvez vá pra Berlim também já que é da Adidas
E é isso que o Marcos falou de ganhar. O Sol e falou, ó, eu acho que consigo correr na casa de 1,58. Então é aquela coisa, né? Mesmo quando a gente bate nosso RP na maratona ou em qualquer prova, a gente pensa, podia ser um pouquinho mais rápido aqui e ali. E essas marcas todas que ele fez, rendeu mais de um milhão de reais em premiação, porque acumulou prêmio de primeiro lugar, bônus por tempo, recorde mundial, recorde da prova. Foram 355 mil dólares. Tá bom, né?
Pra quem já correu quatro maratonas e ganhou as quatro, sendo duas Londres, uma Berlim e uma Valência, eu acho que o Sol, e se ele administrou bem as finanças dele, ele já agora pode ir por diversão e ir batendo os recordes, que a vida já tá garantida. E ele ainda, quando voltou pro Quênia, ele foi recebido pelo presidente do Quênia, e ele foi premiado lá com 8 milhões de chelins quenianos, que são um pouco mais de 60 mil dólares. Além do que o Enio já tinha falado, ele pôde escolher um carro.
Mano, sei lá, eu ia pedir um carro. Eu falo assim, qual o carro mais caro que tem a venda hoje no mundo? Eu vou querer esse daí, parceiro. Que daí eu vendia, fazia mais uma grana. E ele ainda conseguiu uma placa personalizada. A placa é 015930, né? Então é a placa com o tempo dele. Se eu fosse ele e conseguisse realmente bater de novo esse recorde, eu ia lá e falava, eu quero trocar minha placa agora. Eu quero uma placa menor.
E você viu que ele deu o tênis pro presidente lá, né? Não sei se o presidente vai conseguir aproveitar. É, mas ele autografou. Então, acho que nesse caso, eu tenho que fazer igual eu. Fico com a caminhada do Kipchoge aqui, ó. Pendura ela aqui. Ele deveria pegar esse daí e colocar numa... Mas não pode levar embora depois que acabar a presidência. Tem que deixar lá no palácio. E aí, o segundo colocado que o Kjelsha falou, né? Ah, ele acha que pode correr em 1,58.
Ele acredita nele. E o Kjelsha, pra quem vai ver a progressão dele e tal, a gente falou no anterior. Ele é...
muito, muito, muito bom. Mas sempre tem alguém melhor do que ele. Isso é muito louco. Ele é, olha só, no 5, no 10, na meia e na maratona, ele é o segundo mais rápido da história. Se você for lá pensar, Enio, na distância, né, fora da pista, ele é o número 2 da história. Você não pode falar coisa diferente dele, porque é isso. Tem o segundo melhor tempo do 5K, o segundo melhor tempo dos 10K. Ele tem o segundo melhor tempo da meia-maratona, já foi recordista, inclusive, da meia-maratona.
E agora tem o segundo melhor tempo da maratona na estreia dele. Vamos lembrar que foi na primeira prova dele.
E aí, assim, eu fiquei refletindo durante a semana e fiquei pensando, o grande feito dessa prova foi do que, Gelsha? Porque ele estreou com sub-2. Aí tudo bem, ele tem um azar de o Sol e Telar, mas o Sol já tinha experiência. O grande feito é esse, porque você estreia numa prova e você estreia nela sub-2. E ele colocou a régua para ele muito, muito em cima. Então, com certeza, vou falar com certeza aqui, daqui a pouco vai dar errado, né?
Eu não sei se a próxima maratona dele você vai conseguir ficar progredindo assim, mas talvez agora ele vença uma maratona e tal, né? Mas tá aí, o que é o Gelsha? 1,59 na estreia? Quem sabe, né? 1,58 dá. Tem estudos e previsões que falam que os atletas podem correr na casa de 1,57, 1,56.
Aí tem que ter toda aquela coisa funcionando. O clima, o percurso, o atleta, o tênis, a hidratação, a suplementação, tudo tem que funcionar bem para daí dar esse tempo aí. O Kiplimo também falou, que acha que pode correr abaixo de 1,58. O Kiplimo é um que está fazendo uma progressão interessante na maratona, já fez três, as três com bom tempo. E aí, Marcos, a gente falou de Boston, do índice que pode ficar pior e tal.
O Strava pegou ali, 60% dos participantes que completaram a prova estavam com as suas atividades lá. E aí essa base de dados mostrou que ficou mais rápido. Então Boston e Londres já tiveram condições mais rápidas que podem influenciar num possível corte para quem pensa em Boston. Pois é, no masculino lá em Londres o tempo médio foi 3,59,06 e no feminino 4,39,28.
Em comparação com 2025, as mulheres tiraram praticamente 2 minutos. Tinha sido 4,41,57. Na verdade, até um pouquinho mais de 2 minutos. E os homens tinham corrido 4,02,19. Passou um pouquinho de 3 minutos. Então, tanto os homens quanto as mulheres foram mais rápidos na média.
em Londres, a gente já tinha visto isso também em Boston, no caso lá chegou em 5 minutos e uns quebradinhos, que o Strava publicou depois, o tempo médio lá de Boston tinha sido 3 horas e 20, aqui o tempo médio total foi de 4, 15, 48, então você vê que aqui a gente tem quase uma hora a mais, 55 minutos a mais do que a média de Boston, mas é claro, isso é esperado em Boston, além de ser menor, tem menos participantes então a variação acaba sendo menor você tem a questão do índice, que é como eles vão pra prova, então obviamente quer ter essa diferença tchau
Mas mostra uma tendência, e aí é o que eu tava falando. Eu acho que o índice de Boston esse ano vai tomar um corte bruto. Só por essas duas. Porque você pode falar assim, ah, mas todas as outras provas do mundo. Tá, mas é que essas são as maiores. Acaba classificando muita gente, né? Boston é a prova que mais classifica pra Boston. Então, se nessas provas grandes e tudo mais, a gente começa a ver a queda da média da prova, acho que existe uma tendência, realmente, aí, da gente ver.
Mais até por Boston mesmo do que aqui. Porque, beleza, você pode chegar lá em Berlim, pegar um ano quente, igual foi ano passado.
minha média é pior pode acontecer mas acho que bosta somente a queda do tempo lá de bosta mesmo deve jogar o índice um pouquinho mais abaixo nessa análise aí 45 por cento dos corredores tiveram uma quebra na segunda metade que foi definida por eles como uma queda de ritmo de pelo menos 10 por cento acho interessante esse padrão ali então apesar de parecer alto né E aí
Esse número foi 16% menor do que 2025, quando estava um pouquinho mais quente lá. Então você vê que quase a maioria dá uma quebrada. E outro ponto é que os homens quebraram mais. As mulheres tiveram mais chance de fazer o split negativo. Continuando aqui em Londres. Lembra que a gente falou da Deslinda, Marcos, lá em Boston? Que ela tinha feito uma outra e fez Boston. Agora ela foi para Londres e correu Londres também. Agora ela virou isso.
Ela virou pacer, praticamente, porque ela tinha sido pacer do próprio marido, né? Ela tinha ganho a maratão... Ah, tinha ganho não, tinha ficado em terceiro lugar na Maratão de Sables, correu o Boston puxando o marido, e agora ela foi pacer de uma amiga nesse último domingo. Ela correu pra 3 horas, 4 e 24, que dá mais ou menos 4 e 22 por quilômetro de média.
Então ela passou a primeira parte, a primeira metade para 1,3016 e depois 1,3408. Será que o Strava considera isso uma quebra? Vou fazer as contas aqui. Teslinden e a sua amiga não quebraram o segundo Strava. Se elas passaram a primeira metade para 1,3016, elas teriam a tolerância de passar a segunda metade para 1,3918. E como elas passaram para 1,3408, então o Strava não computou. Essa é como uma das quebras que ele trouxe aí na estatística.
O que você acha disso? 10% pode ser uma margem aceitável para definir quebra? Vamos adotar isso. Eu gostei. Qual a porcentagem? 5, 10? 10 está bom? Gosto 10%. Se você pensar que a pessoa estava, por exemplo, correndo para 5 minutos do KM. 5 minutos do KM dá 300 segundos. 330 é 5,30. Quer dizer que você colocou num ritmo de 5, 5,5. Eu acho que já dá para se armar de quebra. O cara que saiu de 5 para 5,10, 5,12, não acha que você já quebra.
Eu acho que, assim, é um limite bem tolerante, tá? Não é um negócio assim, nossa, talvez uns 8, 7 seria mais apropriado. Mas tá bom, vamos colocar 10 aí que é pra deixar ficar mais permissivo, vamos dizer assim. Acho que 10 tá ok. Mas é isso, a Deslinda então fechou o mês de abril com 354 quilômetros só de prova. Não sei se ela fez muitos treinos entre essas provas também, né? Porque, pô, com 354 quilômetros, talvez ela não tenha que se preocupar muito com os treinos. Mas só de prova 354 e a Deslinda depois que aposentou.
Tá parecendo o corredor iniciante, né? Tá se inscrevendo em tudo que é prova, né? Só que no caso dela é Maratona de Sables, é Boston, é Londres, é um pouquinho diferente. Falando em celebridades, Sebastian Vettel, tetracampeão da Fórmula 1, fez a Maratona de Londres. E a gente viu fotos dele, né, Marcos? Parece que ele tinha acordado ali no dia, botou uma camiseta qualquer, um Cayano 32, e foi lá e fez um sub-3, assim como quem não quer nada.
É, ele que estreou na maratona, ele nunca tinha participado de uma prova nessa distância. Ele é tetracampeão da Fórmula 1. E ele foi lá com aquele jeito que parecia que não tava muito aí com porra nenhuma. Meteu um sub-3, fez um 2-59-08. E na entrevista lá no final, a cara dele era exatamente essa.
Obviamente que eu não acho que tenha sido isso, né? Que ele tenha sido assim, ah, vou lá fazer a maratona. Ele deve ter treinado, claro, não sei o quê. Mas, sem dúvida aí, o passado dele como piloto de Fórmula 1 ajuda muito. Às vezes o pessoal não tem muita ideia, mas tem uma exigência física bastante grande aí, de pescoço e tudo mais. Então, hoje em dia, os pilotos de Fórmula 1 têm uma questão atlética bastante desenvolvida.
O Sebastian Vettel mostrou que mesmo já estando aposentado há alguns anos das pistas, da Fórmula 1 principalmente, pode ser que ele ainda tenha corrido outras coisas, mas continua em forma, meteu um Caiano, Caiano, gente, Caiano. Eu acho que ele foi na Centauro comprar o tênis e o cara falou pra ele, ó, tem esse Nimbus. Ah, não, mas meu pé, eu tenho muita estabilidade. Não, então leva o Caiano. Deve ter sido isso que ele foi comprar o tênis, não é possível.
Eu ainda penso que foi alguém que foi comprar para ele, pegaram o Cayenne e pronto. Porque o Vettel não vai na loja comprar. Eu acho que não vai, não sei. E assim, a gente falou do Sol e Kiplim, para você ver a diferença de um atleta super profissional para nós amadores. Se você pegar, eu não sei nem qual que é, que eu não acompanho, o pior piloto da Fórmula 1 que tem, o que nunca consegue completar uma prova, ele vai, se você colocar ele para correr 10 quilômetros, ele faz sobre 40 fácil.
Lance Stroll, coloca o Lance Stroll, eu não duvido realmente que ele faça isso. Ele pode ser horrível pilotando, mas ele é horrível dos melhores dali, né? Então, ele tem a preparação física. É, existe um atleticismo, é, exatamente. O próprio Lando Norte, uma vez a gente trouxe algumas notícias, se não me engano, o Lando Norte tem, tipo, tempos de 5K abaixo dos 20 minutos, assim. E não é que o cara se dedica pra isso, entendeu?
Você vê que é um negócio muito assim, ah, beleza, eu corri ali duas semaninhas, fui, fiz 5K, 19, 40. Com certeza tem um atleticismo aí que a gente às vezes ignora.
Mais de 5 mil corredores cruzaram a linha de chegada da Seven Run. E um deles foi o Marcos Blossi, que já tem o vídeo lá no canal. Marcos participou da prova, fez o 28. Um treino, na verdade, na prova. Essa 28, na verdade, acho que ela nunca é uma prova. Ninguém faz 28 quilômetros pensando numa prova.
Quem faz o 21.1, eu até acredito que esteja pensando na prova, né? Porque tem a distância do 21, tanto que eles falam 7, 14, 21.1, que é pra dizer que é, obviamente, uma meia, e o 28. De todas essas distâncias, pra mim, só quem tá fazendo o 21.1 pode estar preocupado com uma prova. Porque, claramente, essa aqui é a Run the Bridge do primeiro semestre, ou a Run the Bridge e a Seven Run do segundo semestre, como você preferir chamar. Você confunde as duas, né?
Falo direto Run The Bridge, falei inclusive no vídeo. E o Enio nem percebeu e manteve no vídeo. Então, é isso. É uma prova claramente de preparação, né? Aqui a Run The Bridge... Olha, de novo. A Seven Run, no primeiro semestre. Ela casa numa data muito boa aí pra quem vai fazer Rio e Porto Alegre.
Enquanto a Run The Bridge do segundo semestre casa muito bem quem vai fazer Buenos Aires, Berlim, Chicago, as principais provas fora do país. Mas foi isso, a 7 Run que acontece aí sempre finalzinho de abril, comecinho de maio, coisa do tipo. Teve lá as distâncias, como eu já falei, 7, 14, 21.1 e 28. Foram um pouco mais de 6 mil inscritos, 5.271 concluintes. Eu fiz o 28 lá. E é isso, um treinão. Uma grande maioria das pessoas estava no 28, inclusive a ganhadora, né? Que foi a Marina.
Ela foi correr o 28, blocado. Tipo, era um treino intervalado. Ela, sei lá, 5 por 1, uma coisa assim, repetido e tal. Ganhou a prova, fez 1,49 e 30. Já no masculino, quem ganhou foi o Eder William Oliveira da Silva com 1,37 e 22.
No último fim de semana também tivemos maratona de Hamburgo na Alemanha, uma boa maratona plana para tempos. E aí tivemos todo mundo que chegou no top 3, foi personal best. Olha, de novo, prova forte, puxa o pessoal. No masculino, Otman El Gunri do Marrocos ganhou com 2-4-24. Samuel Fitiwi da Alemanha ficou na segunda colocação. E o Kennedy Kimutai do Kenya fechou o pódio masculino.
Entre as mulheres, Brilliant Kipkoesh ganhou a prova 2-17-05. Rebeca Tanui, do Quênia, também na segunda colocação. E a Casaneste Ayenil Bazzi, da Etiópia, fechou o pódio. Ali pertinho, tivemos em Madrid uma maratona do circuito Rock and Roll. E aí tivemos vitória queniana em Etiópia. Maratona de Madrid que não é muito fácil, né? Ela tem umas subidas e descidas ali. Você chega meio que subindo. É complicadinha a Maratona de Madrid.
É diferente da maioria das maratonas espanholas que a gente conhece, né? Sevilha, Barcelona e tal, provas super rápidas. Valência, aqui não é. Esse evento que agora faz parte do circuito das European Marathon Classics, que são as maratonas mais tradicionais da Europa. E tem aquela história toda de conquistar, fazer as cinco provas do circuito, ganhar mandala. A gente trouxe já essa notícia aqui.
Foi vencida pelo Mike Shematot do Quênia com 2,0846. O Assefa Menguiza ficou na segunda colocação, que é Etíope. E o Dechaza Alemo, também da Etiópia, fechou o pódio. No feminino, Kenya Girma da Etiópia ganhou com 2,2600. A também Etíope Amenti Soromi Negashi ficou na segunda colocação. E a Keniana Leonida Musopi fechou o pódio.
Neste domingo acontece a meia maratona internacional de Florianópolis da Oakberry 2026. E essa prova faz parte também do Campeonato Brasileiro de Corrida de Rua, que vai ter etapas regionais e...
nacionais. Vai acontecer agora sábado e domingo, né? Provavelmente você que tá ouvindo redação no sábado já largou porque ela vai simular o campeonato de corrida de rua. Então vai ter o que? Milha 5km e 10km no sábado a milha exclusivamente para os atletas federados e no domingo a gente tem a meia maratona num percurso planíssimo. O pessoal vai pegar um clima relativamente bom, baseado nos últimos 4 meses do ano vai estar muito bom.
pode ter um ventinho sul ali, mas quase não tem elevação. Se eu tivesse que escolher uma meia maratona em Florianópolis para tentar correr rápido e tal, porque é uma prova rápida, seria essa daqui. Das que tem aqui em Florianópolis, é a melhor que tem. Então, quem estiver lá vai poder aproveitar o percurso na Beira Mar Norte. E considerando o tanto que você come de Oakberry, você devia ganhar uma inscrição nessa prova.
Ah, eu acho que sim também, mas o pessoal não me considerou. E aí, Marcos, fale para nós onde é que vão ser as outras etapas desse brasileiro de corrida de rua. A gente vai ter depois disso etapas em Petrolina, Pernambuco, ainda em maio. Depois disso, as provas vão para Paraupebas, no Pará, no comecinho de junho. Ainda em junho, etapa de Belo Horizonte, no final do mês. Em julho, vamos ter etapa em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Agosto, provas no Rio de Janeiro fecham o calendário deste circuito.
Nesse domingo também está acontecendo a Maratona de Cali, que está reunindo um pessoal de elite ali e interessante. Yuki Kawawushi vai estar lá, Marcos. Oi, o japonês já ganhou a Maratona de Boston, né? A prova esse final de semana reúne aí no masculino um pelotão com 12 atletas abaixo das 2 horas e 10. Entre eles o Ronald Kurir, Abel Kirui e Ezra Tanui. Além do Yuki Kawawushi, que é um dos grandes destaques, né? Porque, obviamente, é bastante conhecido. Já no feminino...
Os principais nomes são da Fátima Gardasch, que é medalhista mundial e olímpica, além da Verônica Niauray, a Cíntia Kosgay e outras corredoras com bons pbs lá na Maratona de Cali.
Nesse domingo também acontece o Maratona Internacional do Paraná, que vai passar pela Ponte de Guaratuba. Até deu uns problemas aí na inauguração ou na projeção, né, Marcos? De alguma coisa assim. Mas vai acontecer. Sábado, 5h21, domingo, os 42h. Nessa que é a primeira edição da prova.
A gente tinha falado, né, que a chance de dar pii era muito grande, porque dependia da inauguração da ponte, da obra e tal, não sei o quê. A data não foi alterada, mas eu sei que já deu confusão aí, não vai estar aberta para passar carro, não sei que dia de manhã, que a prova acontece entre duas cidades, né, que é Guaratuba e Matinhos. E ele, obviamente, passa pela ponte, que é o grande destaque da prova, inclusive dá nome para a prova.
E é isso, no sábado tem as distâncias de 5 e 21, e no domingo, a partir das 6 da manhã, a largada dos 42 e também dos 10 quilômetros.
Essa prova que tem um percurso na maratona não muito fácil no início, o começo da prova é meio complicadinho, que tem duas subidas fortes, antes e depois da travessia, que dá um 232 metros de elevação. Depois, quando vai para a parte da chegada, aí já fica mais plano. Então, boa prova para você que estará por lá. Nos conte como é que foi sua prova.
O Brasil está virando um lugar com muitas maratonas. Eu quis colocar isso aqui porque lá em Piracicaba também vai ter maratona, Marcos Bollas. Você acredita que Piracicaba é perto de você? Não, né? Não, deve dar pelo menos umas 5 horas daqui. Ah, não vale a pena, então. Não, não, mas é famosa aí pelo...
Rio de Piracicaba. E também pela famosa Pamonha, Pamonha, Pamonha. Pamonha de Piracicaba. Essa prova lá é organizada pela Chelsea Sports. Essa marca, inclusive, ela tem muita presença nesse interior paulista. Quando eu fazia triatlon, tem um circuito que chama Copa Interior. E era assim, nessas cidades, assim, lá do interiorzão, mesmo assim, né? Que eles faziam...
várias etapas e são bem conhecidos ali naquela região. E é isso, nesse final de semana do dia 2 e 3 de maio, essa prova inaugura, vamos dizer assim, a primeira edição da Maratona de Piracicaba e já conta com mais de 2 mil atletas. No dia 2, vai ter a largada dos 10km e também dos 5. E no dia 3, que é o domingo, a partir das 4 da manhã já rola a concentração
Pra 5 da manhã ter a largada dos 21 e dos 42 quilômetros. Pelo menos aí, contando que tinha uma boa chance de estar calor, o pessoal meteu a largada da maratona 5 da manhã, porque Piracicaba também é quente, viu? Não vai achando que é um lugar de clima muito agradável, não. Mas é isso. Estreia da maratona de Piracicaba.
10 milhas garoto, abriu as inscrições num dia e em 14 horas acabou. O mundo da corrida das inscrições vive uma loucura, Marcos Boaz. Eu fico muito feliz de já ter feito essa prova no tempo que dava para você se inscrever. 2, 3 meses depois de abrir a inscrição, agora não dá mais. O pessoal ficou louco tentando se inscrever, deu um monte de problema. Por quê?
problema. Essas provas grandes que estão acabando, o pessoal tem que entender. Faz sorteio, meu amigo, está dando muito problema. Embora eu ache que a da Garoto, talvez não tanto, mas se você faz sorteio, você cria um negócio de desejo ali que pode ser interessante. Mas é isso, Marcos. Abriu, você pensou em se inscrever e já tinha acabado. Pois é, a 35ª edição da 10 Minhas Garoto, que a da Nestlé hoje em dia...
ela que acontece lá no dia 27 de setembro de 2026, ela abriu aí as 20 mil inscrições disponíveis. E em 14 horas, acabou tudo. Pra quem achava que lá em 2025 já tinha sido rápido, quando as 17 mil vagas esgotaram em 48 horas, aqui as vagas aumentaram 3 mil, né? Foram 3 mil vagas a mais, mas já esgotou em um quarto do tempo. Então...
Foi uma doideira. Essa é uma prova super tradicional, né? A 35ª edição que vai acontecer esse ano. Percurso de um pouquinho mais de 16 quilômetros. Porque é 10 milhas, né? Então, dá 16 e 100. E ocorre lá entre Vitória e Vila Velha, no Espírito Santo. O pessoal gosta da prova porque o kit vem cheio de chocolate, né? E aí, a galera gosta de se inscrever. A prova é muito tradicional. 10 milhas, garoto, lá no Espírito Santo. Se você queria ir esse ano, já era. Acabaram as inscrições.
Bicampeã mundial, culpa, marca esportiva e equipe de Fórmula 1 por lesões e fim da carreira. Olha aí, esses tênis, essas sapatilhas de carbono modernas, Marcos Boazes, são horríveis para as pessoas.
É, pelo menos é o que é. A Abby Steiner, que é bicampeã mundial de revezamento, acredita, viu, Enelgusto? Porque ela que já ganhou títulos aí no 4x100 e no 4x400 lá em 2022, ela acionou na Justiça a Puma e a equipe de Fórmula 1 Mercedes. Você viu, a Mercedes também entrou na brincadeira e também rodou.
A atleta acusa que as duas marcas desenvolveram sapatilhas esportivas defeituosas, que teriam causado uma sequência de lesões e precipitado o fim da sua carreira. Ela que tem apenas 26 anos, era uma velocista, tinha lá boas marcas nos 200, 300, Indorno, 400 também, acabou que depois que ela saiu da faculdade e tudo mais, entrou no profissional, não durou muito tempo, são várias lesões, desde 2023 é uma lesão atrás da outra, depois dos Jogos de Paris de 2024, ela decidiu realmente encerrar a carreira dela.
Segundo a ação que ela moveu, ela afirma que as sapatilhas fornecedas pela marca e que o design foi desenvolvido pela Mercedes, é por isso que a Mercedes entrou na história também, eram defeituosas e inseguras. De acordo com o processo, o modelo utilizava tecnologia com placa de fibra de carbono e espuma nitro, o que teria aumentado o risco de lesões.
Ela também acusou a Puma de ter conhecimento dos supostos defeitos do produto e mesmo assim mantido a sua promoção, a promoção do produto aí no mercado. Ela pede compensações financeiras, responsabiliza as empresas pelo impacto direto na sua trajetória no esporte. Eu suspeito que não vai dar em nada, porque para ela provar vai ser difícil e a Puma tem sempre um outro argumento.
Tem um monte de atleta que usou a mesma coisa. Vê se alguém tá fodido aí. É, eu acho que a única coisa que pode ajudar ela é assim, alguma mensagem ou tal dela falando com a Puma, ó, a que vocês me deram, talvez tá com problema ou não tá bom, tem que testar outra, sabe? Alguma forma de comunicação dizendo que tinha esse problema, mas pode cair nisso que você falou, né? Quantos atletas estão usando todos os produtos da Puma e não estão tendo problema, né? Acho que talvez ela possa ter tido... Claro que a gente tá só...
optando aqui, mas ela pode ter tido o azar de com ela não deu tão certo, naquele momento o corpo ainda não estava adaptado para isso, enfim, pode ser um monte de coisa, mas a Habsteiner está aí buscando os seus direitos, e eu achei curioso até a Mercedes entrou aí, porque ela que fez o design, você vê como esse mundo é complexo, né?
Vamos acabar então, vamos acabar o programa de hoje, Redação PFC, sem ser extraordinário, mas geralmente é extraordinário e especial, né, Marcos? Porque nós somos e fazemos o melhor programa de notícias da face da Terra. É sábado e só vai ter este sábado, tá? A gente não vai fazer nada amanhã no domingo, não espere isso.
Se alguém bater o recorde da maratona, a gente até pensa. Mas eu acho que isso não vai acontecer até Chicago ou Berlim. Curta o vídeo, se inscreva no canal, seja membro e participe conosco. Comenta aí o que você achou, qual foi a pauta mais legal que nós temos que ir embora, Marcos. Tchau para ti, a dica de hoje. Tchau, a dica de hoje é cuidado quando você se enfia num projetinho legal, porque está vendo? Pode dar muito...
merda, olha a Mercedes, também tomou um processo. E fica uma dúvida aqui, Ani Augusto, se esse PFC, Redação PFC, não foi extraordinário, ele foi o que? Ordinário? Ah, ordinário, pode ser, ordinário é uma coisa que acontece regularmente, né, não vamos pegar o ordinário da palavra, o significado ruim da palavra, vamos pegar o ordinário de ser algo constante e extraordinário porque nós somos extraordinários. Vamos embora, voltamos no próximo Redação PFC, tchau pra vocês!
Produção Por Falar em Correr, podcast multimídia.
Baratinho
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