O português Francisco José já tinha gravado “Olhos castanhos”, de Alves Coelho Filho, sem qualquer sucesso em 1957. Era um fado autêntico, acompanhado de guitarras tradicionais. Em 1960, ele voltou a gravar a música, mas acompanhado de grande orquestra. O resultado foi a venda de mais de um milhão de discos. Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos Edição: Filipe Di Castro