A publicidade contemporânea movimenta bilhões não apenas apresentando produtos, mas convencendo as pessoas de que suas rotinas são incompletas e insuficientes.
Inspirado no pensamento de Morgan Housel, o professor Ronaldo Nezo reflete sobre a mecânica da insatisfação programada, o conceito da esteira hedônica e o perigo de trocar o que funciona por puro impulso de novidade.
Uma conversa direta e sensível sobre como cultivar o contentamento com o que já foi conquistado, sem confundir ambição legítima com vaidade imposta de fora para dentro.