Now! Ep. 17 Goku Day 2026 | Os 40 Anos de Dragon Ball!
O episódio de hoje é mais do que especial: vamos comemorar os 40 anos do anime Dragon Ball! Um tema que a gente queria fazer há dois anos, desde a morte de Akira Toriyama em 2024 — ano que já marcava os 40 anos do mangá — e que agora finalmente saiu do papel.
🔥 Matheus Volnutt recebe Jonathan Matos (Créditos Finais), Lucas Nogueira (Tamborcast) e Waly Goveia (Cultura Limitada) para falar sobre a criação de Dragon Ball, os antecedentes da obra e o começo clássico do anime: a primeira busca pelas esferas do dragão, a icônica Saga Pilaf e o lendário 21º Torneio de Artes Marciais.
Um episódio nostálgico sobre aventura, comédia, artes marciais e o início de uma das maiores franquias da cultura pop mundial.
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- Influencia Dragon BallAventura como pilar central da obra · Criação de mundo e a mistura de elementos fantásticos e cotidianos · O contraste entre Dragon Ball Clássico e Z em termos de tom e foco · Influência de Dragon Ball em outras obras (One Piece) · A genialidade de Akira Toriyama na construção narrativa e visual
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Saudades a toda nossa Anália, que sejam muito bem-vindos a mais um Terra Nerd canal. E hoje a gente reúne as esferas do Dragão para finalmente... Depois de dois anos tentando celebrar os 40 anos de Dragon Ball. Não, sério, eu estou há muito tempo querendo fazer esse tema, né? Desde quando teve os 40 anos do mangá do Dragon Ball, dois anos atrás. Que coincidiu, inclusive, com a morte do Akira Toriyama, né? E agora a gente tem a oportunidade aí, né? Com os 40 anos do anime de Dragon Ball.
Então, para montar essa equipe digna de disputar um torneio, eu estou aqui para tentar organizar essa pauta como se fosse um treinamento com o Mestre Kami, Matheus Von Nutt, seu host e editor-chefe. E representando o Crédito Finais, ele que analisa a cultura pop com mais seriedade do que o Vegeta leva à rivalidade, Jonathan Matos. Diga onde você está?
Que durante a noite sonhando eu chego até lá. Esse encerramento me faz chorar, maluco. Me deixa lágrimas nos olhos. Já sei que vou me emocionar com esse episódio. Cara, pra vocês não, não tá aqui, tá? Vambora. E direto do Tamborcast, ele comenta anime como se estivesse narrando uma luta final, Lucas Nogueira. Nosso Otaku. O Otaku do Grupo.
Oi, eu sou o Goku. Cara, prazerzado aqui pra falar do maior anime de todos os tempos. E digo mais. Não, é isso, é isso. Naruto não chega perto do Dragon Ball clássico. Eu vou falar sobre isso daqui a pouco. Me lembra, me lembra. Gente, me lembra sobre o que eu quero falar.
Eu vou falar logo. Eu vou falar. O que eu estava falando hoje mesmo com o coordenador de projetos lá da minha escola é porque vai ter amanhã um palestrante falando sobre mídias digitais e a gente estava falando sobre como as pessoas não estão mais assistindo TV juntas. Então a gente não está mais vivendo aquela coisa de ao vivo, todo mundo reunindo e assistindo a mesma coisa.
E essa geração, a geração que pegou Naruto, os animes que estão saindo agora, não vão viver o que a gente viveu com o Dragon Ball, que foi de levantar a mão pra fazer a Genkidama e depois chegar na escola e falar Caraca, eu levantei a mão também, que não sei o que, uma parada que todo mundo fez ao mesmo tempo. Verdade. E foi, você viu?
Mas, continuando aqui, estreando aqui no Now, pela primeira vez, né, ele que já participou do podcast da Terra Enética, mas é a primeira vez aqui nesse novo formato, ele que promete voltar mais vezes do que o Goku voltar na morte. O Oligo Veia do Cultura Limitada, aproveita esse espaço aí, cara, e se apresenta pro público, fala quem você é, o que você faz, como é que é do podcast, onde que encontra. Olha, só começando, eu tenho que dizer isso. Vamos desvendar as esferas do dragão.
Esse é o maior mistério que já me... Cada pouco com essa abertura parece que tá com o nariz entupido, né? Exatamente, bem essa mesmo. Eu já vi três versões dubladas dessa abertura e as três são oficiais, cara. E as três são oficiais, é. Eu aqui representando os trintões que assistiram no SBT lá longe. Olha só, aí é... Uau, do Cultura Limitada, é um prazer. Tá de volta ao Terra Nérdica, agora o Now. Muito bom.
Ótimo nome. E vamos voltar mais vezes. E quem não conhece o Cultura Unlimited, que é um podcastzinho, que tá agora no período sabático. Não me diga. Mais um período sabático, é. Acho que vamos abrir a temporada 7 já, com um episódio. Então...
Daqui a pouquinho eu tô de volta. Mas, galera, tem cinco anos lá. Se vocês quiserem lá também dar uma passadinha e ouvir lá, tem cinco anos de conteúdo, inclusive um especial de cinco anos, pra conhecer um pouquinho daquela bagaça que eu apresento junto com o Thiago Ash e falar um pouquinho sobre a cultura pop, nerd e cultura inútil também, porque todo mundo gosta de uma cultura inútil, né? Muito bom. E é um prazer estar aqui novamente pra falar do animezinho, assim, que mora no meu coração. Muito bom, né, cara? Cinco anos de um podcast animal.
Exatamente, quase um por ano Excelente 5 episódios Muito bom Mas seja bem-vindo aí Então procure o Cultura de Mitada Procure também o TalkinCast Eu acho que a primeira vez que você participou do Terranet Que você estava representando o TalkinCast Sim, o finado Esse é o finado oficial
Não, é, mas que também tá no mesmo feed Então se você enrolar um pouquinho Você acha que a gente tá tentando esquecer Esquecer e esconder Tem podcast meu antigo aqui Eu não posso postar não Aqueles que não foram derrubados, né Não, não, eles estão ocultos
Mas já fica o aviso, esse episódio tem mais spoiler... Cara, 40 anos, né? 40 anos de spoiler, né? Mas tem mais spoiler do que desejo mais feito com o Xilong. Então se você não viu Dragon Ball, bom, aí é um problema maior, né? Depois das vinhetas. Se não viu Dragon Ball, a pessoa tá errada, mas é muito. Quando viu Dragon Ball, tá maluco. É ranética. É ranética. É ranética.
Quando os humanos eram honestos e bons, Deus os abençoou e lhes deu a grande Dragon Ball, uma enorme esfera dourada com poderes mágicos. Mas de repente, todos queriam realizar seus desejos. O ódio e o interesse começaram a crescer e tomar conta de suas mentes e as pessoas passaram a usar Dragon Ball para o seu benefício próprio.
As disputas ficaram acirradas e violentas e Deus se enfureceu. Com todo o seu poder, dividiu a Dragon Ball em sete esferas e as espalhou o mundo afora. Então, para se ter o desejo realizado, agora é preciso procurá-las e juntá-las. Quem as reunir terá o desejo concedido por Shen Long, o guardião das esferas. Os guerreiros Z estão sempre atentos, prontos para nos defender e impedir que as esferas caiam em mãos erradas.
Cara, vamos sinceros, Dragon Ball acho que muita gente não viu, né? Eu acho que quem não viu Dragon Ball é quem acha que Naruto é melhor que Dragon Ball, só isso. Quem não viu Dragon Ball são os personagens de Dragon Ball, porque eles estão em Dragon Ball. Estavam em Dragon Ball. Não, não, mas é até interessante começar com isso já, né? Porque, realmente, eu acho que os maiores fãs de Dragon Ball, maiores que eu tô dizendo assim, não de fãs grandes, mas a maior parcela de fãs de Dragon Ball...
Não viu o Dragon Ball Não viu o Dragon Ball clássico É verdade O Dragon Ball clássico É um ponto muito bom, Matheus Realmente Porque assim É importante dizer Que eu acho que tem muito a ver Com a forma que foi passado Na televisão, né? Isso Como o Dragon Ball Z Passou mais vezes Na televisão aberta Do que o Dragon Ball clássico Você acaba Tirando essa ideia do público E acaba não assistindo Esse Dragon Ball clássico Ele viu mais o Z Tanto é que a galera Às vezes viu o Z E nem viu o Z completo É isso que eu ia falar
Tem um galera que acha que o Dragon Ball é Majin Buu e GT, tá ligado? Exato. Ele não viu Saga Céu, Saga Frieza, tá ligado? E tal, não sei o que. E quem viu foi mais daqueles primórdios, que, vamos dizer assim, diferente do Dragon Ball clássico, que teve um começo lá nos anos 90, que depois não foi exibido inteiro, o mil do mapa foi voltar só ali em 2000 com o Dragon Ball Z, vamos dizer assim, o Dragon Ball Z foi mais respeitado naquele jeito, né?
Termina a saga do Frieza, se pensa que vai entrar uma outra saga, volta de novo no Saiyajins. Mas vamos dizer, teve um respeito, você conseguiu assistir tudo ali, por exemplo, primeiro na Band, depois na Globo. O Dragon Ballzinho, vamos dizer, já ficou perdido, cara, porque ele passou ali 60 episódios mais ou menos no SBT, em 96.
de manhã, e sumiu. E só foi voltar depois do sucesso do Z na Globo. E assim, eu confesso que eu não lembro de assistir tanto ele na Globo. Foi assistir depois, terminar de assistir na internet. Eu tenho uma raiva, tinha uma vinheta que passava no SBT. Eu conheci no SBT também, no Dragon Ball. Tanto é que eu assistia o SBT passava no Dragon Ball, passava Fly também, que é do... Sim, que era muito parecido. É muito parecido. Não, é do Akira Toriyama, mas o design dos personagens foi criado pelo Akira Toriyama. Então... ...
Era parecido Então assim Na minha cabeça Era o mesmo universo Tá ligado Eu assistia E pra suprir a necessidade De ver Dragon Ball Eu assistia mais fly Porque o SBT Simplesmente Era bingo Você não sabia Se passava Dragon Ball ou não E aí tinha uma vinheta Que eu nunca esqueci disso Porque eu já Fui hiper foco Desde pequeno
Eu assistia muito SBT porque eu achava os melhores desenhos. E aí tinha uma linheta que passava todo dia sobre os desenhos que passavam no SBT. E aí ele ia citando. Era uma música que a música ia citando os desenhos. E tinha uma hora que falava Dragon Ball. Só que nunca passava Dragon Ball e ficava foda. Tem desenhos no SBT? Tem.
Félix, Focke, Big, Popeye, Pato de bigode, Costelinha, Mega Man, Cãozinho, Jucariu, Peggy, Bob, Henrique, Rio, Gato, Félix, Louvinha, Papalé, Cilindinha, Paz de maionese, Homem, Mátio, Paz de lisa, Petro, Lugan, Ganga, Serano, Liberais, Skipper, Dudu, Tocinho, Coupet, Dudu, Banana, Mep, Cabal, Tocinho, Dragon Ball.
Eu lembro disso. Por que vocês estão divulgando? Caraca. Caraca, Lucas, tu criou agora uma parada na minha cabeça, porque assim, eu lembro que eu fui ver muito depois, né? Fui ver na Google, né? E aí passava Dragon Ball Z, passava a saga Saiyajin. E aí no comercial da saga Z mostrava o Vegeta Super Saiyajin. E eu falava, caraca, cadê esse cara Super Saiyajin que não tem nos episódios?
Pô, vocês estão falando da experiência O que o Jonathan está comentando aí Na saga de saiyadinho na Globo Isso já foi bem depois Porque primeiro Eu realmente também conheci o Dragon Ball No SBT Só que assim, eu conheci, mas não conheci Eu lembro de ter visto, achei interessante Era até um episódio do primeiro torneio O Lucas assistiu recentemente Qual é aquele personagem do primeiro torneio Ele é tipo um dinossauro com asa
É o Guirã. É o Guirã. É o Guirã, Guirã. Exatamente. E era justamente a cena que ele faz aquelas arbolas lá, que prende o Goku. E aí eu lembro também de uma cena chovendo. Eu lembro de ter visto justamente isso. Porque choveu, né, no meio desse torneio, né? Eles tiveram que interromper. Não lembro se foi antes do torneio. Mas enfim, acho que sempre tinha uma chuva antes do torneio, né? Acho que é normal. Mas eu lembro de ter visto exatamente isso.
E beleza, nunca mais passou. Eu fiquei interessado em ver e nunca mais passou, realmente.
O SBT era maluco. Vale dizer que o SBT comprou essa primeira dublagem de Dragon Ball. Ele pediu pra ser feita. Agora já não sei exatamente o detalhe. Essa primeira dublagem ela dublou apenas os 60 primeiros episódios, né? Sim. Então provavelmente passou os 60 primeiros episódios e nunca mais, entendeu? Era da gota mágica, né? Se não me engano.
Eu não sei como tá hoje, porque tem um bom tempo que eu não assisto SBT Na TV regular Mas o SBT era muito famoso Por ser completamente zoneado Se o Santos acordasse Com um desejo diferente, não olhava tudo Se não tinha ordem de nada, se não sabia de nada Cara, até a TV Manchete Pelo galera comentar, era mais organizado que a SBT
E você tira Mas você sabe que pode ser um efeito Mandela que eu tenho Eu lembro de assistir, mas assim Na minha cabeça foi no SBT Até a luta final do Jack Tune Contra o Goku no torneio Mas teve, teve Até ali eles respeitaram
Sim, mas aí está entre os 60 primeiros episódios, entendeu? Mas está entre os 60 primeiros. Então, assim, não é nenhum tipo de refeito Mandela, não. Está batendo, entendeu? Está batendo. Então, vamos dizer assim, os episódios, milagrosamente, eles conseguiram respeitar ali. Porque na maioria das vezes, eles iam só pular, voltar ali para a primeira saga. Então, até teve. E eu lembro que tinha muito... É a memória do velho agora.
Eu lembro que era uma trinca que tinha no sabrelo animado, que era o Fly, o Dragon Ball, e depois o Street Fighter Victory. Nossa!
Aí eu misturava Kamehameha com Hadouk na época. Parece que era a mesma coisa. Aí a gente tá provando que é muito velho mesmo. Foi demais. O Ryu ficava cinco episódios farmando o Hadouk.
Mas aí que tá, porque Eu lembro, beleza, eu vi esse episódio Que eu tô falando e aí nunca mais passou Só que aí começou a passar na Band O Dragon Ball Z E eu fiquei, caraca, cara, que maluco Eu gostava de Band Kids Eu gostava do Bucky Tem Shimuyo O que mais que passou no Band Kids? É do Hazard
Tem um que eu assistia no Band Kids, sempre que eu falo, ninguém leva desse negócio, não sei porquê, mas era muito bom, que era o Seis Bionicos. Nossa! Que era uma família de androides lá. Pô, era legal demais, eu gostava muito. Não lembro disso, mas... De nome só. É, também, não lembro de ter acompanhado, não. Mas aí eu lembro que passava Dragon Ball Z no começo do Band Kids, passou a saga dos Saiyajins até o final do Frieza, mais ou menos, e depois, no final do Band Kids, passava Dragon Ball Z de novo, que já era a saga do Tanks do Futuro.
E aí, a sensação que eu tive, e eu fiquei muito tempo maluco com isso, tipo, caraca, cara, não é possível. Que memória é essa, né? Que eu lembro de olhar pro Goku e ficar, cara, isso parece com um desenho que eu já tinha visto no CBT. Eu fiquei com essa memória, sabe? Porque tem um episódio na saga aí do Transculturo, quando eles estão naqueles filas antes do Torneio do Céu, que eles reencontram o tal Pai Pai, e aí tem umas cenas dele, criança e tal. E eu falo, caraca, eu já vi isso, cara.
Esse é o meu efeito Mandela Porque quando eu assisti o episódio do Top Aipai Eu tinha certeza que eu tinha assistido Top Aipai no SBT Só que não teve Mas na minha cabeça tinha Eu conheci o Top Aipai no Dragon Ball Z Antes de conhecer ele do Dragon Ballzinho Então aí tem o efeito Mandela pra mim também Porque pra mim o General Blue tinha sido morto Com o Top Aipai no SBT Pra mim também O Marco falou caramba ele levou uma linguada E morreu E morreu
Olha como mistura, né? Versão brasileira Alam.
Quem quer trazer então sobre os antecedentes, sobre a criação desse mangá, dessa saga que a gente gosta? Inclusive, antes de falar sobre isso, eu quero indicar muito o Créditos Finais, podcast Créditos Finais que a gente fez com a morte do Akira, que a gente fala sobre isso, e é muito bom, né? Acho que lá a gente acaba falando muito melhor até sobre tudo isso. Não vai dar tempo de falar do hoje.
Mas vamos encurtar o papo, né? Tentar pelo menos ir direto ao ponto. Basicamente é o seguinte, o Akira Toriyama, ele já era reconhecidamente famoso na época porque ele já tinha feito Slandunk. Slandunk não. Doctor Slam. Doctor Slam. É, Slandunk é outro. O Doctor Slam, que era um mangá meio que de comédia, assim. Um meio de comédiazinha. Tinha umas cenas assim de outra de empurrada. Era muito pouco, era mais um negócio de comédia mesmo.
Era mais comédia. E aí ele já tava com essa ideia de fazer uma história do menino macaco. Então ele primeiro fez um menino mocego, depois mudou pro menino macaco. Ele tava com essas ideias muito malucas assim. E aí ele, depois do editor, mexer muito na ideia dele, ele finalmente fez o Dragon Ball, né? Ele fez que, tipo assim, a ideia dele era misturar meio que uma ideia de mangá com comédia e aventura, né? Foi empurrada, né? A ideia era essa.
Ele tava gostando muito dos filmes de Kung Fu que estavam rolando, só que ao mesmo tempo ele tava querendo já fazer um mangá sobre o Rei Makaku, que meio que ele juntou as duas ideias. Eu soube que ele viajou pra China pra poder se inspirar melhor e tudo mais. E por um tempo na China ele era muito apaixonado pela cultura chinesa, tanto que Dragon Ball tem muito mais cultura chinesa do que japonesa, né? É.
É verdade. Muito. Ele leva a coisa do dragão, que é um símbolo chinês absurdo. Ele leva, Deus dragão, coloca lá. Sim, sim. Tudo isso que é mitológico, clássico, asiático, é mais chinês do que qualquer outro mesmo. É porque também meio que as culturas se misturam também, né? Eles meio que se misturam um pouco também. É, exatamente. O Japão só vai ter uma cultura independente muito depois. Antes era cultura chinesa. Isso, isso aí.
E aí cara, ele fez esse mangá. A ideia dele era fazer uma história muito rápida. Tanto é que ele comenta uma curiosidade, que eu acho que pouca gente percebe. Que quando você começa o anime, a Buma já tá com três esferas do dragão, né? E a ideia dele justamente é, tipo assim, cara, vou adiantar logo porque eu não vou ficar pegando esfera por esfera, entendeu? A história já vai começar engatilhada já, sabe? Ela já tá na metade do processo.
E aí ele conta o moleque no meio do caminho. Só que aí cara, qual o rolê? O mangá começou a fazer sucesso, começou a fazer sucesso, começou a fazer sucesso. E aí, mais tarde, ele resolveu ter uma ideia muito boa que a gente vai comentar sobre isso e... E cara...
Ele não sabia, mas ele basicamente fez um dos maiores, se não o maior mangá da história. Não tem muito pra onde correr, assim. O cara não tinha ideia do que tava vindo, tá ligado? Então, era genial, cara. Era genial. Se o Akira tivesse feito o Dr. Slump e aposentado e não tivesse criado o Dragon Ball, ele já teria sido um grande mangaka, sabe? Um grande mangaka. É, ele não seria. Seria um dos maiores, né?
Maluco, vocês pensaram no efeito que isso aconteceria? Porque seria tudo diferente, eu tô falando na moral mesmo Tudo seria diferente Não existiria um One Piece, por exemplo Não, Lucas, o mundo como um todo seria completamente diferente Você tá entendendo o que eu tô falando? Porque Dragon Ball, ele não é só um anime Que tipo assim, é um desenho que a gente viu na infância Não, não, ele influenciou cultura Ele influenciou moda, ele influenciou linguagem Ele influenciou cinema Ele influenciou muita coisa, cara Não teria Michael B. Jordan? Não teria
Não teria Zack Snyder. Não teria Zack Snyder. Cara, vocês estão muito... Acheque é melhor, não tem nada de bom.
Não, mas só, não tô zoando aqui, mas real, assim. Você ia mudar tudo, assim, porque muita coisa, por exemplo, do próprio Japão mesmo, seria completamente alterado, porque é muito feio do Dragon Ball também. O próprio sucesso dos animes e mangás é... Com certeza. Não vou dizer totalmente, mas é 90% por causa do Dragon Ball, tá ligado? Eu boto aí uns 40%, porque os outros 40 é de Cavalier do Diego, que era muito forte aqui no Brasil. No Brasil, no Brasil. No Brasil, mas no resto do mundo, o Dragon Ball foi mais.
Tem uma coisa que a gente fala também Lá no caso de final de novo Trazendo de volta É que quando teve a morte do Akira Toriyama Inclusive que eu chorei Eu chorei, eu chorei pra caramba Eu chorei pra caralho Várias nações pararam o que estavam fazendo Pra postar uma homenagem ao Akira Toriyama É absurdo O mundo nunca esteve mais perto da paz mundial Do que na semana que o Akira Toriyama morreu
Tem uma fica que eu acho que é real, vocês falaram que as gangues do México pararam de cair na forrada e foram um dia em homenagem ao Akira Torian. Isso pro México é muito importante, né? Porque o México tem um histórico com a pirataria de Dragon Ball Super. Exatamente, exatamente. Eu soube que a França também fez homenagem, o presidente, ainda é presidente até hoje, o Macron lá, fez homenagem pro Akira Torian, o cara que marcou a França.
Se eu também não é feito do Mandela nessa porra, que seria onde existiria Dragon Ball, o que seria do mundo? É isso que eu estou falando, né? Nossa aventura começa numa terra distante, esquecida pelas pessoas. Uma terra que está além do tempo. Uma terra bela e misteriosa, da qual ninguém ouviu falar e que jamais foi encontrada. Em alguma parte dessa região afastada, longe da civilização, existe um guerreiro jovem e valente.
É um garoto que vive sozinho, sob a proteção da Mãe Natureza.
E aí, assim, como eu falei, né, o começo dessa obra é justamente a ideia dele era adaptar essa lenda do guerreiro macaco, né? E aí ele misturou com uma ideia ali e outra ideia ali e ele fez Dragon Ball, que começa, na verdade, não com o Goku exatamente, né? Começa com a Bulma, que é uma menina da cidade grande. É interessante isso, né? Porque tu vê o primeiro episódio, até principalmente no mangá, né? Tudo bem que a primeira página do mangá tem o Goku.
Tem o Goku, sim. Mas se tu vê o primeiro episódio, dá muita impressão de que o protagonista é a Bulma.
Exato Ele é só a aventura que a Buma encontrou Não, tipo, é ser o parceirinho dela Na viagem principal Que ela é a protagonista de fato, ele é só o parceirinho É a história da garota cientista Que tá atrás do item mágico Isso, o amigo maluco dela lá
E o amigo guerreiro, caipira, macaco, aliás, ele tá basicamente a Buma precursora das treinadoras de Pokémon, né? Um disclaimer, a garota adolescente, ele tem 15 anos. Sim, ela tinha 15 anos na época. E o Goku tinha 12, apesar de não parecer. Ele tinha 12, sim. Se a gente levar em consideração o tempo que o Goku passou na sala do tempo, é mais velho que a Buma. É, mas aí você alinhata do sangue e o sangue sai adianta diferenciada.
Ele ganhou o Zenkai e só ia. Aí eu sou quando ficar mudando a idade por causa do tempo do cara passou na sala do tempo e o tempo que ele passou morto, na certidão do nascimento tá uma coisa só, cara. Não muda isso. Porra, não faz isso. Na prática, o Vegeta é mais velho que o Goku. Porque como ele morreu, ele não envelheceu. O Vegeta, por outro lado, envelheceu um pouco mais. Mas o Vegeta já era realmente mais velho que o Goku. O Jonathan confundiu.
Não, não confunde não, não confunde não Eles passaram o mesmo tempo na sala do tempo, certo? Depois disso o Goku morreu, ele ficou 7 anos Falecido E quem morre não envelhece, pô, é dito isso Quem morre não envelhece, não é a mesma coisa Sim, sim, sim Então o Vegeta é mais velho que ele Sim, mas sempre foi, pô Mas o Vegeta já era Ele realmente era, velho Ele não precisava disso pra ser mais velho É, então, ficou mais velho ainda Ficou mais idoso ainda Sobrou nada, pô
A gente já tá há muito tempo com essa ideia. Falar de Dragon Ball, né? A gente ia fazer ano passado, a gente ia pegar o gancho dos 10 anos de Dragon Ball Super, ainda bem que a gente não fez, né? Mas ia ter ano retrasado também, 40 anos de Dragon Ball e da morte da Kira. Acabou não rolando, cara. Sempre acabam entrando outros temas. E eu falei, não, dessa vez eu briguei pra ter esse tema.
E a gente até pensou, né, Jonathan, em fazer como se fosse um podcast ao longo de Dragon Ball, né? Aí teria sido o primeiro terço do Dragon Ballzinho, duas primeiras sagas, aí depois a saga do Red Ribbon, aí depois do Piccolo, e assim a gente vai. E é basicamente isso, acho que pelo tempo que a gente tem pra falar hoje, né? A ideia hoje mesmo era mais assim, os 40 anos do anime, né? E esse primeiro ano.
É basicamente isso, o primeiro ano do anime. Se der tempo, a gente avança mais um pouco. Mas que é pegando a primeira saga, né? Que é a das Esferas do Dragão, né? Ou conhecida como Saga Pilaf, pra quem viu o anime, né? Porque o Pilaf, ele não é introduzido no começo do mangá. Mas no anime ele é. E o 21º Torneio de Arte Maciagem. Mas vamos começar, então. Eu gosto de chamar de Saga das Esferas do Dragão. Eu prefiro chamar dessa forma.
que eu fui ver realmente esse primeiro episódio muito tempo depois, foi depois de ter passado o Dragon Ball GT na Globo, realmente. Passou os episódios finais lá do Majin Buu, aí entrou o GT, e depois de ter repetido o GT, que entrou o clássico, e aí que eu vi pela primeira vez esses primeiros episódios aí.
Cara, eu acho esse começo fantástico, assim, pra mim é que é onde tá a alma de Dragon Ball, assim, porque, até é bom falar sobre isso, porque muito hoje em dia você fala do que é a essência do Dragon Ball, né? Oh, meu Deus, o que é a essência de Dragon Ball? Não, é a porrada, não, é os músculos super atrofiados, e não, cara, a essência de Dragon Ball é a aventura.
É músculo, aura. É o powerscale absurdo. É o cabelo colorido. Não é disso, é aventura, sabe? É verdade, toda vez que alguém vai fazer uma referência, tipo, ah, isso daqui é muito Dragon Ball. Você tá normalmente comparando ao Dragon Ball Z. Exatamente. E o Dragon Ball de verdade é isso que o Akira gostava de fazer. É a pintura, é a comédia, é a ação que ele queria muito fazer, que ele tava realmente animado pra fazer.
E é isso, sabe? Esse sentimento... Cara, eu gosto muito do Dragon Ball Clássico, pelo menos o Dragon Ball Clássico inteiro, basicamente, porque o Z tem uma sensação de perigo iminente. Isso é muito bom, tá? Isso é muito bom porque, novamente, você considerando que é a continuação, né? É, mas é tenso, né? Ele é tenso. É muito tenso o tempo todo, vai todo mundo se fuder.
O Z não para, sabe? Não para, não para. Quando tem aqueles filas de slice of life, que é uma das coisas que eu mais gosto do Dragon Ball Z, inclusive, é uma sensação de alívio, né? Tipo, meu Deus, que bom que eles pararam um pouco, sabe? Isso, isso aí. E aí a parada do Dragon Ball clássico...
que ele é uma aventura, entendeu? Ele é pra ser divertido, é pra você dar risada, tá ligado? Essa porra não faz sentido esse moleque tem um ralo de macaco porque ele tem, entendeu? Ele não tem explicação, ele sou bem, entendeu? Sabe qual é? O rolê é isso aí. E tem uma coisa aqui, uma das melhores qualidades do Akira é justamente a criação de mundo comum, e isso nos expede. Quase não tem isso, tá ligado? Verdade, cara.
Isso. E tanto é que quando vai pro Super, e aí o Akeira já tá completamente mais gasto, essa parte já é mais chata. Não é tão legal botar no Dragon Ballzinho. O Dragon Ballzinho, a criação de mundo comum é muito legal. É um negócio absurdo. E assim, é um negócio legal que tem no Dragon Ballzinho que vai se perdendo quando vai mudando pra...
Z, por exemplo, a gente vivia naquele mundo que tinha lá os humanos e tinha os animais, os dinossauros, que eram humanoides, os caras viviam na sociedade. Quando você corta pro Z, isso vai diminuindo. E quase não tem. Vira só humanos. Ficam só os humanos pra ter que dizer que é mais realista.
Vamos dizer assim. Pizarro, né? Porque assim, quando não tinha pretensão de ter alienígenas, então meio que já é esse mundo vasto, assim. Você falou aí do One Piece, o One Piece é assim, né? Ele trabalha na Terra, então tem várias raças humanoides na Terra. Mas realmente, quando você apresenta alienígenas, como é que você vai diferenciar os alienígenas dos humanos? Você tem que fazer os humanos virarem humanos. Os alienígenas sendo mais parecidos com os humanos do que os próprios humanos. Pois é.
Isso é uma coisa que com certeza Já falei aqui, né Só reforçando que o próprio Oda Já falou que o Dragon Ball é a maior influência dele Foi o que motivou ele a fazer e tal E revendo agora eu percebi que tem realmente Muita coisa de uma pista que ele chupinha De Dragon Ball assim Principalmente
é esse começo. Sim, e essa parte o One Piece, ele é muito conhecido principalmente agora no live action, a gente tá vendo mais por conta das adaptações e um elenco multiétnico e tal ele é um anime muito cosmopolita então ele pega várias regiões do mundo e isso a gente não vê no Dragon Ball Z, mas no Dragon Ball Z é muito forte, então você vai ver os torneios que a gente vai falar daqui a pouco, aí você vai ver, tem um cara lá que é mais sumô, tem um cara que é mais luta indiana, tem um índio tem um índio americano, norte-americano tem vários... Muito maneiro Obrigado
grupos diferentes, étnicos e a interação deles é muito legal, é muito legal isso. Oi, eu sou o Goku, mas você já me conhece. Juntos conhecemos a Bulma, o mestre Kami, vivemos muitas aventuras e enfrentamos muitas batalhas. Me, me, me, me!
até aparecer uma oponente forte e poderosa. Bom dia pra você, eu estou muito emocionada porque está começando o nosso primeiro encontro. Alguém falou aí que o Akira teve essa inspiração, ele ficou focado na China, quando ele viajou pra China e ele viu essas montanhas, ele viu essa beleza, que não sei se vocês já pegaram pra ver essas montanhas que inspiraram.
o Monte Paoso, que é onde o Goku mora, e eles têm esse formato, assim, né? É engraçado, né? Eu esqueci qual é o nome do acidente geológico que forma essas montanhas, assim, meio que... Elas parecem como se fossem garrafas, sabe? Ele adorou ficar desenhando isso. Então, quando ele faz o Goku, ele desenha o cenário desse jeito. E, basicamente, o começo do Dragon Ball era tudo assim. Era basicamente a China mesmo, né? É isso que ele fez.
E você percebe que aí o Akira trabalhando conceitos que ele gostava, né? De você botar o mundo fantástico que você... E esse campeonato com a Associa de Bandeira, ele não explica nada. Ele fala, cara, esse mundo existe aqui, ele é assim e vamos embora, entendeu? É isso aí. E é impressionante como a gente só compra, né?
Sabe por quê? Compre porque assim, querendo ou não, e aí eu vou falar isso várias vezes, é meu autor favorito, é minha obra favorita, então faz o L. Cara, esse cara é um gênio, pô. Ele é um gênio, não tem explicação, Lucas. Ele é um gênio porque a forma que ele escreve, a forma que ele desenha é tão natural que você fala, ok, eu comprei, tá ligado?
tá questionando. E eu acho que isso também, Lucas, é uma maldição nossa do Ocidente. Nós, eu falo da Europa pra América, digamos assim. Que a gente quer explicar tudo. A gente quer explicação pra tudo. Por exemplo, Matrix. Por que que Matrix funciona? Porque os caras explicam pro Ocidente por que que aqueles caras podem sair pulando. O Tigre e o Dragão não tem explicação. Eles só pulam. Eles pulam porque eles...
Pula o caralho. E é isso, entendeu? Tem muita dessa autenticidade mesmo. Porque o Akira Toriyama, eu tenho essa sensação. Não só tenho essa sensação, como sei por entrevistas que a gente já viu dele e tudo mais. Ele não se pega muito a estrutura narrativa mesmo. Ele só, foda-se, eu quero fazer isso. Ele faz. Isso é uma explicação também na própria forma de produção dos mangás na época. Isso eu fui descobrir recentemente. Agora que ele faleceu, eu fui lendo várias entrevistas dele, né?
E aí falando que, tipo assim, como a parada era semanal, ele não ficava se preocupando com, tipo assim, ah, vou plantar isso aqui, esse bot aqui, pra lá na frente eu desenvolver. Não, não, ele fazia semanalmente o plot da história. Então, tipo assim... Por isso que ele esquecia várias coisas. Exatamente.
Tipo assim, ó, isso aqui é interessante e isso aqui vai puxar público. Não pode ser isso. Aí ele sempre deixava um ganchozinho, algum detalhezinho assim, alguma coisinha pra, tipo assim, uma próxima semana a pessoa comprar. Porque ele precisava que a pessoa comprava. Porque as pessoas comprando novamente ele ia sobreviver, né? Ele ia ganhar dinheiro pra poder comprar as coisas dele, pra poder se sobreviver, né? Então ele fazia as paradas semanalmente.
Não estou dizendo que ele não pensava em plotes futuros Obviamente ele pensava em plotes futuros Não tenho dúvida disso Mas eu acredito que principalmente no começo Isso é muito nítido Ele vai fazendo conforme vai na música Por exemplo Dando um exemplo aqui No episódio eles vão lá e encontram o Long Aí no outro episódio Não tem nada mais Vão pro deserto e encontram o Yand Aí cara O outro episódio depois desse É ele se enfrentando Um cara que é um coelho humano Não tem explicação Entendeu?
Não tem sentido, entendeu? E esse coelho, que ele simplesmente, quem ele toca se transforma em cenoura. E não tem explicação. É só isso mesmo. É isso. Essa parada que você estava falando sobre a gente aceitar a não explicação das coisas, principalmente do mundo fantástico que é o começo de Dragon Ball. Na verdade, me passa muito a sensação de fábula, sabe? Não sei se vocês também entendem isso no Coisa de Dragon Ball. Porque quando a gente pega qualquer fábula, às vezes tem animal falante e tal, e beleza, a gente não questiona isso numa fábula.
Mas aí, tipo, quando quer pegar, às vezes, num anime complexo, quer questionar, e eu acho que o Dragon Ball, ele tem essa naturalidade, né? Tipo, quando você vê no começo, você realmente, tipo, ah, beleza, esse é o mundo, é um mundo que tem animal que fala, é um mundo que... O cachorro é presidente, né?
humanos tem naves voadoras ao mesmo tempo que dinossauros ainda vivem, sabe? Isso eu acho muito maneiro. Isso eu acho genial. Nossa, isso é muito bom, mano. Eles conseguem comprimir prédios em uma capa. Possível. E a família da Buma, ela enriqueceu com essa tecnologia de diminuição. Mas você percebe como ele é genial porque ele fala assim, cara, peraí, eles estão viajando de moto. Aí ele pensa, pô, mas viajar de moto o tempo todo deve ser, pô, isso é...
Aí ele vai lá e cria uma cápsula Que aí a gente pronto cria uma casa Ele vai criando as paradas Olha como eu enfio essa moto agora Tem esse detalhe Que é muita inteligência dele Mas é uma inteligência Muito pra desviar da preguiça que ele tinha Ele era realmente muito preguiçoso Assumidamente muito preguiçoso E você percebe também que como eu falei Ele vai fazendo semanalmente E ele vai criando esses plots Então por exemplo, ele criou essa parada da cápsula E aí não sei se você se lembra no começo Quando ela abre a cápsula E aí
Tem várias cápsulas ali, você percebe que ela tem um bocado E aí lá na frente, meio que o Long O Long, eu não lembro, quem joga fora as cápsulas Ele tá fazendo isso, primeiro Pra diminuir esse tanto de cápsula E segundo, quem tá lendo, fala Caraca, ela tá sem cápsula, e agora? Eles vão fazer o que? Você tá entendendo como o rolê? O cara pensa, irmão, o cara é um gênio A preguiça do cara é genial, cara Esse cara que é um gênio Isso foi só pra ela se vestir de coelhinha Também, também Mas aí é o Fonseca, é babai Aí é... Mestimando e escuchando
Olha, o Mestre Camp, por exemplo Um velho que vem numa tartaruga Qual é a lógica dessa parada? Não tem lógica Não tem lógica, não tem explicação Porque não é pra ter Essa coisa de fábula aí que o Matheus falou Eu percebo e é uma das coisas que eu mais gosto No Dragon Ballzinho É que eu fico um pouco chateado que se perde no Z Porque o Z é muito racional Ele começa a ficar racional demais É tudo muito lógico, tudo tem uma lógica Tudo tem um sentido E antes era um negócio muito mais despretensioso E antes era um negócio muito mais despretensioso
E legal, que era tudo isso que a gente já comentou aqui. E realmente, o Oli falou da coisa dos animais. Eu lembro quando eu era criança que eu tinha os mangás. Era muito marcante pra mim quando eu analisava. Que eu sempre fui assim, sempre fui estranho. Eu ficava analisando. Bem-vindo ao time, meu irmão. Bem-vindo ao time.
analisando a sarada. Todo mundo aqui é de Eurodivergente também, Lucas. Eu encontro o Eurodivergente. E assim, eu comprava o mangá da Conrad, na época, na banca, que era até baratinho, eu comprava com amesada. Tipo, me dava 5 reais pra passar o mês. O volume 1 da Conrad valia 3,90. Eu estou com ele aberto aqui no mangá. Eu tenho um mangá aqui...
Pois é, eu tinha. Eu tinha. Eu comprei vários, assim, da Conrad, que eram muito assim... Ele, com o tempo, foi ficando mais caro, assim. Eu acho que o último mais caro que eu peguei foi R$7,00. Já foi lá na fase do book. O primeiro volume tá caro demais agora. Olha que loucura. A Conrad, o primeiro volume custou R$3,90, certo? O último volume custou R$3,90.
Só que ele era aquele mangá, o Dragon Ballzinho clássico. Até o Dragon Ballzinho clássico custou R$3,90. Então quando passou pro Z, aí provavelmente já começou a mudar os valores. É porque aqui no Brasil, o clássico custou R$3,90. O anime lançou primeiro, né? Por conta do anime, a série separa. Então tem o Dragon Ball e o mangá e o Dragon Ball Z. Isso, isso, isso. O Dragon Ball clássico lançou primeiro, aí depois de um tempo veio o Z, e aí juntinho com o Z eles lançaram o Dragon Ball mangá.
Exatamente, o mangá do Dragon Ball Z Ele já estava saindo Inclusive, né Antes de terminar de sair o Dragon Ball Clássico O Dragon Ball Z estava saindo já Mas aí eu tinha os mangás e eu não conseguia Por conta de ser só 5 reais no mês Eu não conseguia acompanhar a banca E comprar, gente, normal Todo mundo que compra em banca sofre por isso De pegar a numeração completamente aleatória Nossa, assim, eu desisti de acompanhar Os 9,52 por isso Nossa
Eu rodava cinco bancas na cidade pra achar o nosso 52 e não achava. E aí eu tinha vários e aí eu gostava de comparar os torneios, né? Que era a minha parte favorita, sempre foi. E aí eu lembro de olhar o torneio lá do Bull. E aí eu olhava e eu via... Ele tinha meio que uma arena, né? Ele sofreu alguma metrização do que o futebol sofriu.
O torneio virou uma arena. Era um estádio, e era só pessoas. E eu reparava nos detalhes dos desenhos, era só pessoas. Não tinha que bancar dando clássico. Quando você botar para o clássico, era no meio do mato, um bocado de gente ao redor, e na plateia tinha urso, tinha dinossauro, tinha um monte de bicho assistindo o torneio. O velho Maracanã e o novo Maracanã.
É verdade. Cara, tem um episódio que é o do Yandia, né? E aí tem o Pooh, né? O Pooh e tem o Long. E aí o Pooh fala assim, ah, esse Long aí, a gente participou junto da escola de transformações, ele era um merda. Eu tipo assim, caraca, tem uma escola de transformações? Que loucura é essa? Que loucura.
Você nunca foi, tá ligado? Nunca foi explorado isso, né? As falas de transfiguração. Exato. Você tá entendendo o rolê, cara? É muito massa, cara. É muito massa, cara. É muito legal, velho. Pô, é genial, cara. Aí tem um filler também, desses que tem os outros dois porquinhos, tipo o Long, que fazem parte dessa escola, né? Que eles querem ver a Titi tomando banho depois, né?
eu torço pra que o Toyotaro já falou que a ideia dele é voltar mais pro clássico, a continuação do Super então eu torço pra que ele saia pegando esses ganchos vai falir, vai falir infelizmente ele vai transformar eles em crianças de novo? é, vai não, não, transformar em criança não, vai pegar esses ganchos que o Dragon Ballzinho deixava, que dá pra trabalhar com isso, sabe?
Ah, é verdade. Então, esse que dá medo, que a última vez o Goku virou um BV, né? Mas aí é Toei, aí é Toei, o Tenaxi no mangá, segue o jogo. Pior que tem no mangá, sim. É porque teve o Daimah, né? Mas o Daimah foi o Toriyama que fez. É o que tá falando, Lucas, aqui no Super, o Goku fala que ele nunca beijou a Titi. Ah, mentira, pô. Não tira do caralho. Não, não, não. Peraí, peraí, peraí. É porque tem uma cena, no mangá é melhor.
Tudo no mangá do Super é melhor do que no anime. A gente vai falar disso quando a gente... Evento canônico, tudo no mangá é sempre melhor. Não, mas quase quase quase.
É, é, quase. Que é o seguinte, o Trunks encontra a Maia desacordada e meio que ele dá uma semente dos deuses e ele precisa mastigar pra dar na boca dela porque senão ela não ia conseguir engolir. Aí o Goku fica horrorizado, tipo, caraca, o que ele tá fazendo e tal. Aí o Vegeta, tipo, pô, como assim? O que ele tá fazendo? Aí ele, pô, ele tá encostando a boca dele na boca dela. Aí, Goku, você nunca fez isso? Ele, não, por que eu faria isso? Você tem dois filhos.
O que isso tem a ver? Mas ali, pô, é outro contexto, cara. E o pessoal também leva muito a sério uma piada. Sobre o clássico. Depois a gente fala do... Depois? Porra, irmão. A gente tem uma longa jornada pela frente, cara.
A gente tem 10 anos. O Matheus falou, a gente tem essa primeira saga das esferas. E uma coisa que é muito legal, que o Akira começa a alternar entre busca pelas esferas e torneio. Isso, é maneiro.
E é o tempo exato, porque tem um tempo de recuperação para as esferas, né? Para elas voltarem a funcionar. Isso. E aí é o tempo exato do Goku fazer isso. E é muito legal como ele vai adaptando a história das esferas, né? Primeiro começa com o Pilaf. Depois é o Goku que vai atrás porque ele queria recuperar a dele. E depois é...
o Piccolo que quer pegar, também por causa do Pilaf e tal. É muito legal como ele faz isso. E realmente a parte das esferas é algo que também com o tempo foi se perdendo. E eu entendo, porque realmente ia ficar chato se fosse assim pra sempre, né? Alternando um torneio e a busca de esferas. Um torneio e a busca de esferas. E aí chega uma hora que ia cansar. Mas é um pouco chato que isso se perde ou então quando eles inovam sai aquela porcaria do Dragon Ball JT que a gente gosta.
Mas eu acho horrível aquela porcaria que eles fazem com as esferas. Mas a gente tem que lembrar que o nome da parada é Esfera do Dragão. Então a gente tem E aí
Então, eu queria falar sobre isso Uma coisa que eu reparei Eu só fui reparar também Quando eu estava vendo o Super Na verdade, o único arco de Dragon Ball Que não tem as esferas de Dragon Ball É o primeiro torneio, né? É o primeiro torneio, logo no começo É o único, porque a partida ali Realmente, você falou
O arco da Red Ribbon, ele resolve ir atrás das esferas pra recuperar a dele. E a partir dali, todos os arcos têm... Em algum momento vai ter o Shenlong, vai ter alguma coisa assim. Nem que seja outro Shenlong, né? Mas vai ter, sabe? Não, e tem um... Olha que curioso, que é o seguinte, a gente não chegou a comentar, né? Teve esse primeiro arco, que é o arco do Pilaf, que é muito bom. Eu acho que a gente tem que comentar sobre ele, que ele é muito bom mesmo. E aí, só que o mangá, ele tá vendendo bem, assim.
vendendo bem, mas era vendendo vendas de mangá comum. E aí o editor chegou pra ele e falou assim, ó, cara, faz o seguinte, por que você não bota um pouco mais de ação nesse negócio? Bota um pouco mais de ação, de luta, de porrada. E aí ele criou o torneio. Mais ação do que eu já botei aqui, cara. O marcado gigante acabou de destruir o castelo. E aí ele colocou, ele colocou, começou o torneio. Cara, do torneio pra frente, o Dragon Ball, ele não parou de vender, mano.
Foi tipo assim, um volume vendia mais do que o outro e foi assim até o final, cara. É um negócio absurdo, pô.
Não, mas você sente a diferença, né? Nem só por causa da luta mesmo. O torneio, ele é muito bem escrito. É muito maneiro. Eu lembro que eu, nesse sofrimento de tentar assistir o clássico, é difícil, né? Tipo, a gente, né? A gente tá com a nossa paciência que a gente tem hoje, trabalhando e, né? E a falta de tempo. É, e tendo outras coisas saindo ao mesmo tempo.
Aí eu tentando rever o Dragon Ball Clássico. Essa primeira saga aí das Esferas do Dragão, eu demorei um pouquinho pra ver. Mas quando chega no torneio, eu fiquei... Caraca, eu não lembrava que era tão maneiro assim, cara. É muito maneiro. Todas as lutas são muito boas. É muito engraçado, sabe? E é engraçado de um jeito diferente do que da primeira saga tava sendo, né? Porque a primeira saga, as piadas são sexuais. Mas só que desse aí do torneio, são umas piadas inteligentes. Tipo assim, o Kuririn venceu...
O cara porque ele não tem nariz. Usando piadas. Mais ou menos, porque também tem aquela personagem que o poder dele vai ficar pelado, que é a Lanfão. O poder dele vai ficar nua. Tem um pouco também. Mas é genial. Tem aquele mini torneio da vovó Uranaik. É um torneio. Não é, mas é um torneio. Que o Yantia vai lutar com um cara invisível pra ganhar. Vai ter que mostrar os peitos da bomba.
Cara, é muito louco isso, mano. É muito louco. Mas, cara, esse começo do Dragon Ballzinho tem uma parada que eu acho muito bacana também, que é o seguinte, quando você tá fazendo o primeiro arco, pode pegar aí qualquer... Dá um exemplo aí de um mangá. Dá um exemplo aí de qualquer mangá, o de anime famoso. Dá um exemplo. Naruto. Quem é o primeiro vilão de Naruto, Matheus? Os hábios da Mungu. O demônio do reto oculto. Aquele cara...
Aquele cara sinistro, não sei o que Eu matei gente pra caralho Na minha infância eu matei tanta criança Que porra, o negócio Esse cara cheio de sangue Aí cara, o primeiro vilão O primeiro vilão de Dragon Ball É o mandãozinho, cara Isso é maluco
muito bom, cara. Falamos sobre isso, né? A dublagem me fez acreditar que era um marciano. Imperador marciano. Caraca! Caraca! Como assim, pessoal estranho alienígena se tem alienígena desde o clássico? O imperador marciano. Ele era mais parecido com o Namekusei do que com o cara da Terra? É que a gente tava falando sobre isso, os Namekuseidins, eles parecem o conceito que a gente tem de marciano, que é verde, com anteninha e tal.
Se tirar aquele chapéu, deve ter uma antena debaixo. Deve ter. Cara, e assim, é muito bom isso, cara. Você vê que o vilão da parada é um pilafo, tá ligado? Que é um cezinho pequenininho, baixinho e tal. Só que qual que é essa cara da parada? É que ainda assim, sendo baixinho e etc. Ele também é perigoso, entendeu? Então tem certos momentos que realmente ele pega os caras, tá ligado? Dá uma zoada, entendeu? E pô, é muito foda isso.
Isso é algo que se torna recorrente, né? O vilão, ele sempre acaba sendo algo que quebra a expectativa, né? Você tá parecendo assim, ah, quem é o grande chefão por trás de tudo? Vai vir um cara fortão e tal, e às vezes é um cara baixinho, às vezes é um cara gordo, né? É sempre assim, é um velho. Pensando bem, o Akira tem um trabalho, tem uma coisa com um complexo de Napoleão, né? Tem vários personagens assim. Muito, muito. Inclusive de ter o desejo, né? É, querer ficar mais alto.
Isso, mas olha que curioso, isso é interessante, porque assim, o Pilaf, ele tinha o poder de ser o cara mais poderoso do mundo, beleza. Mas olha que interessante, o Akira, eu não sei se é proposital, mas todos esses seres baixinhos, eles normalmente têm muito dinheiro. Aí eu não sei se é uma crítica pra ele, tipo, a esses donos de mega corporações.
de empresa, que são os caras que acham que é fodão, porque tem muito dinheiro ou alguma coisa do gênero, tá ligado? Porque assim, você percebe que, ó, o cara da Red Ribbon também é baixinho, o Pilaf é baixinho o Freeza, e aí lá na frente, o Freeza é baixinho também, tem essa parada também o Uririm
Mas o Freeza, eu acho que ele é mais ameaçador mesmo. O Freeza é pra ser ameaçador mesmo. Aquele chefe, tanto que ele é seu chefe, que tipo assim, um chefe teu que é um cara bem educado, só que ele é completamente ameaçador. É porque o Freeza é o contrário, né? Ele começa bem maior e vai diminuindo depois, conforme ele fica forte. O Freeza é aquele que luta por continuar 6x1. É isso aí, o Freeza é esse cara, entendeu? É esse cara aí.
Então é muito maneiro isso, cara. Eu acho muito bacana toda essa lógica que o Akira vai criando. E que, cara, você vai rindo, tá ligado? O Pilaf tem que ser respeitado. Porque ele é um cara merdeiro pra caramba. Completamente abestalhado. Mas ele é inteligente, cara. Ele é inteligente. Eu percebi isso revendo a Red Ribbon. Conta aí, conta aí. Porque a Red Ribbon se destrói. Tentando pegar as esferas do dragão na mão do Goku. E o Pilaf teve a ideia mais genial que foi. Vou deixar ele pegar as esferas pra mim. É genial, sim. É.
Inclusive, eu gosto a piada que tem nesse começo aí, que é quando eles prendem o Goku e eles estão lá tipo assim, ah, onde será que eles estão escondendo as esferas? Aí a Mai, ah, eu acho que aquele garoto tá com duas esferas dentro das calças. E eles ficam olhando assim pra elas e realmente ele tava com as esferas. Não, pô, o próprio personagem do Yante, cara.
genial, cara. Do cara que é o banditão do deserto, o picho ruim, vamos lá, o povo matou o moleque. O cara tem medo de mulher, velho. O Yant é o Vedita original, né? É muito bom, cara. Ele é basicamente um cangaceiro, né, cara?
É isso, é um cangaceiro É verdade O ponto fraco dele é meio de mulher Isso é muito bom Tem a técnica com o melhor nome Que é o Rogafufuquem É o melhor nome que tem dragobor Isso é uma parada que eu sou
legal você ter falado isso as técnicas especiais eram muito boas não era só ficar mais forte e ter poderzinho eles tinham técnicas especiais isso fazia toda a diferença se você estava enfrentando um inimigo mais forte que você aí você usava a sua técnica especial que acabava superando isso é muito maneiro, e as técnicas eram criativas tipo essa do Yantia que imitava o instinto de um lobo eram muito criativas essas coisas era maneiro, maneiro maneiro
E olha como essa luta é maneira também. O cara, o Akira é muito gênio, cara. Desculpa, gente, eu tenho que falar de novo. Porque tá o Goku lá no deserto, ele abuma e o Long lá, sem comida, sem nada, e ele tem que lutar contra o Yandia. Sem comida. Então, tipo assim, caraca, o moleque fala, como é que ele vai conseguir investir esse cara? Caraca, né? É o Goku nervado. É o Goku nervadinho.
É muito bom, cara. É muito bom essa parada, tá ligado? Ele vai criando coisinhas ali, pequenas coisinhas que você vai assistindo, você vai assistindo, e você vai assistindo e você vai assistindo. É muito bacana, cara. Você falou uma coisa, né, que esse começo tem esse aspecto de vilão da semana. Realmente tem, né? Se você tira o pilaf do começo, ele realmente fica parecendo que cada episódio é uma aventura diferente. Só que ela é muito fluida, porque, por exemplo...
Você começa lá com a Bulma encontrando o Goku, né? E apresentando as esferas do dragão. E aí ele resolve ir com ela atrás das outras esferas do dragão, né? Ela meio que dá uma volta nele, né? Convence ele de que vai ser melhor pra ele se ele for com ela. Só que na verdade ele tá protegendo ela. E realmente...
Porque como é que essa garota sobreviveu? A partir dali, ela começa a ser sequestrada todo o episódio. Mas aí... Aí, beleza. Eles estão saindo da barraca deles no primeiro dia, na primeira noite. Ele se esbarra numa tartaruga que está muito longe do mar. Ah, eu acabei vindo para longe do mar.
E aí eles tem que levar a tartaruga Para longe do mar, né? Enfrentando os bandidos no caminho E aí, ah, não, beleza, obrigado por me trazer No mar, agora eu vou recompensar vocês Fica aí, aí traz o Mestre Cami Cara, a partir da introdução do Mestre Cami Eu acho que é quando tudo muda E, literalmente, o Mestre Cami Ele define o que vai ser Dragon Ball A partir dali, ele apresenta A nuvem voadora, né? Logo mais Ele apresenta o primeiro Kamehameha, né? Que é o marco do Dragon Ball Pô E aí
Cara, isso sendo Kamehameha, velho Isso aí eu acho que eu não sei Realmente é meio nebuloso, assim Mas eu lembro que na minha casa, algum parente meu Tinha um mangá de Dragon Ball E aí ele tinha um mangá exatamente Esse capítulo do mestre Kame Usando o Kamehameha E aí eu ficava impressionado, porque aquele Teorema desenhava os músculos do cara Sim, sim
e aí quando eu vi isso no anime pela primeira vez, sabe quando dá um estado tipo assim, caraca, igual o Matheus eu já vi essa parada em algum lugar eu já vi esse rolê em algum lugar se não me engano é o segundo volume que começa justamente o brasileiro ou japonês quando eu tô falando volume é que reúne os sete primeiros capítulos e eu acho que o primeiro ele termina com a parte da montanha de fogo e aí
E aí corta pra solução do Master Kami E começa com o Master Kami fazendo Kamehameha Eu acho que era isso Esse mangá foi o que eu mais li De todos que eu tinha, foi o que eu mais li É o segundo volume sim, Matheus É um azul, azul é roxo Que tem o Goku e o dragão em volta Eu nunca esqueço dessa capa É muito marcante, eu viajava e levava esse mangá pra ficar lendo Eu li umas 400 vezes Esse mesmo volume O azul e roxo é o volume 3 É o volume 3 da Conrad, você tá falando, né?
Você fala do brasileiro, então é o volume 3 da Conrad, né? É isso aí, nessa capa. Caraca, mas é um nerd, né? Olha isso. Vocês não estão entendendo como eu falo que eu tenho hiperfoco nessa parada, a galera ainda não entendeu isso. Vocês não estão entendendo. Não estou te julgando não, Jonathan.
Esse mangá foi a obra, não vou dizer literária porque não é, mas a obra desenhada em papel que eu mais consumi na minha vida. Foi esse o volume especificamente. Por baixo eu devo ter ido mais de 1.500 vezes. Por baixo.
Ah, tô vendo aqui. Então, essa capa aí, que é a capa do terceiro mangá no Brasil, mas que foi a da primeira edição do mangá original, né? É, inclusive, a minha tatuagem, né? Que eu tenho no braço aqui, né? Depois de quem quiser, siga lá meu Instagram, arroba Matheus Van Ute, pra ver minha tatuagem. Mas eu quis tatuar isso daí, né? Olha isso, cara. Ela é muito linda. Pois é, ela é muito linda.
muito bonito essa capa na minha tatuagem inclusive eu acrescentei as esferas do dragão, isso queria ter o efeito Mandela, porque eu vi assim, caraca peraí, na minha cabeça era essa capa e tinha as esferas do dragão em volta dele, só que aí depois pensando, realmente não faz sentido ele tá em cima do Shenlong, então ele já invocou o Shenlong, só que aí eu acrescentei no desenho as sete esferas do dragão pra tatuagem ficar completa, o símbolo afinal.
A capa da Panini, que é a primeira vez que o Dragon Ball foi lançado pela Corhand né?
E depois você é da Panini. E essa capa, essa pose que o Matos tá falando, ela também é realmente do primeiro volume, só que o fundo é branco. E a Konji botou roxo, né? Então tem uma diferença aí, bem, bem. A Konji é mais bonito. Então, tem um detalhe muito interessante, que o da Panini tem um quadro, né? Você tem esse desenho do Goku, ele tem um quadro por trás. E é como se o Shenlong estivesse saindo do quadro, tá ligado? Então tem um perfeito meio 3D, assim. É bacana também.
Eu lembro de ter encontrado essa primeira versão colorida, né? E eu achei estranho que o Goku, no começo, ele tá usando esse Gi. Gi ou Gi? Acho que não, é Gi, né? É Gi, com G. Esse Gi, ele tá usando o Gi laranja. Sendo que no anime você vê o primeiro dele sendo azul. É azul, né? Ele só passa a usar o laranja. Também me confundi. Ele só passa a usar o laranja depois, né? Quando ele passa a ser treinado pelo Master Kami. Isso. Que, inclusive, pô...
É isso que eu tô falando, cara. Tudo que tem o Mestre Cami nesse começo, ele dá o conceito ou símbolo que vai se tornar aquilo que vai ficar até o final da franquia, né? É, o Mestre Cami, na verdade, ele é um clichê, né? A grande realidade é essa. Ele é um clichêzinho. Com certeza. Um clichê muito... De todas as histórias de heróis. Não, sim, mas também dá aquele... Você falou mais cedo que ele viciou muito em filmes de porrada, né?
Ele tava viciado muito em filmes de porrada e tal. Sim. E aí em filmes de porrada, normalmente, você tem esse clichê do velho sábio, né?
O senhorzinho que aparentemente é inofensível Mas o velho é foda-ol, tá ligado? Dá porrada, tem poderes especiais, etc Então ele pegou desse clichê aí e funciona Funciona até hoje e funciona sempre Aí ele ao invés de fazer um velho sábio, ele fez um velho tarado É, é isso aí Sábio poder diferenciar E aqui é a mais real, é a mais realista, inclusive, né? Tem que acabar com o teórico de idoso sábio
Ele pode ser sábio, mas também é tarado. É uma vertente. Que é o que ele é. Até a chegada do Goku, ele era o mano mais forte, realmente. Sim. E não é uma coisa só de falar que ele é o mano mais forte. Não, durante o Dragon Ballzinho, tô inteiro, ele luta, ele vence todo mundo. Tanto é que o Goku nunca venceu ele na luta. As duas pessoas que o Goku nunca venceu, o Mestre Kami e o Teixeira. Inclusive, foi uma das melhores batalhas, eu acho que de todo Dragon Ball, é a luta do Mestre Kami com o Goku no final do turnê.
Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac Isaac
É, Jack Shun. Jack Shun. É muito demais. Eu lembro assim de virado de criança, assim, sabe? Eu queria te corrigir, Lucas. Mas você tá assistindo o anime, então eu continuo assistindo o anime aqui. Não, pode corrigir. Pode corrigir. Eu queria. O Tenshian, ele ganhou bem ser o Tenshian do terceiro torneio. Ele ganhou na parada. Ah, é verdade. É verdade. Esqueci, esqueci. É verdade. Eu queria te dar spoiler, mas é real ele ganha.
E até o que o Tenshinhan ganha Então empatou, né? Mas até o que o Tenshinhan ganha Ele só ganha porque o Goku caiu primeiro É uma tecnilidade, né? E esse primeiro torneio Também é uma coisa interessante, né? Porque tem essa parada de, tipo assim Mas ele vai participar do torneio, né? Para o Goku e nem o Kurimin se tornarem muito egoístas Tipo assim, olha Cara, isso é muito legal, cara
Esse é muito fora, porradão, e também pra mostrar pro Goku que, cara, tem gente mais forte que você, tá ligado? Tem pessoas no mundo lá fora mais poderosas do que você. A culpa do Power Scale descontrolado Dragon Ball é do Master Cami. É do Master Cami, tá ligado? Pior que é. Ele que moldou...
Esse vício do Goku, esse perfoco do Goku. Mas uma coisa que eu tava até comentando antes da gravação, né? Que eu, por acaso, eu assisti o Dragon Ball desde o começo até o final do Z pelo canal da Kyla, né? A Animai-chan. E aí é muito engraçado porque, assim, ela nunca tinha visto Dragon Ball. Ela tem, tipo, a nossa idade, né? Ela conhece, né? Porque o irmão dela já tinha visto, ela já tinha visto...
cenas quando ela é criança, mas ela nunca tinha parado pra assistir. E ela comentou uma coisa assim, que tipo assim, cara, o pessoal fala que Dragon Ball é clichesada e que não sei o que, isso porque vários animes usam conceitos que vieram do Dragon Ball. Ela falou, mas mesmo assim, eu estou tendo muitas subversões de expectativas.
E ela falou assim, em todas as sagas, todas as sagas, o Akira, ele parece que ele tá te preparando pra um lugar e ele te joga pra outro. Então, assim, esse primeiro torneio, você vai o quê? Ah, pô, o Goku treinou pra caramba, né? Ele era claramente o mais forte ali. E então o Goku iria vencer. Não, você tá vendo um torneio inteiro pro Goku não vencer. Isso é muito bom. É muito bom, cara. Isso é muito bom.
E ensina. Você pode treinar bastante, mas sempre haverá alguém mais forte que você. Então continue se esforçando. Muito legal. É o clichê que o Ash demorou 25 anos pra aprender, né? É. A fala do Ash é isso, assim. Porque é isso que eu penso quando você fala do Ash. Eu lembro do Dragon Ball. Porque o Goku, ele perde o primeiro torneio, ele perde o segundo torneio, mas ele ganhou o terceiro torneio. Então quer dizer que a mensagem é se você continuar persistindo, uma hora realmente você vencerá, entendeu? Não tem muito pra onde correr.
Quando você ver, você vai estar apostando o futuro do seu universo num torneio. Só pra ter um torneio. Só pra ter um torneio. Condenou oito universos só pra poder lutar com caramba. Mas, tipo assim, uma hora você vencerá, uma hora você vai conseguir. O Ash não, a mensagem do Ash é tipo assim, não importa o quanto você tente, você vai perder. Aí, pô, aí... Apareceu um maluco mimado com três pokémon lindaram e você não tem o que fazer. Você perdeu.
Porque tipo, não sei se Matheus sabe disso, Matheus, mas tem uma temporada do Pokémon que o Ash tem um time tão poderoso, mas tão poderoso que era impossível ele perder aquele campeonato, pô. Era praticamente impossível, os pokémons dele, todos deles, eram diferentes de todo mundo ali, era absurdo. Aí o cara que aparece no campeonato, o maluco tem um Lachios e aí tem um Dark Eye, ele tem dois pokémons unidade, pô. E aí ele ganha do Ash, tá ligado? Cara, é muito absurdo, cara.
O que faltou pro Ash é o roteirista e o Guiô. Faltou isso. O poder da amizade das cartas. É o roteirista, é o roteirista, é o roteirista. Você fala muito do roteiro, ah não, esse roteiro aqui favorece o personagem, o Pokémon é o contrário, o roteiro não favorece o personagem, ele só é o personagem. Interessante você ter falado isso, porque todo mundo...
Tem essa coisa de falar do protagonismo do Goku. Mas raramente o Goku vence. Você falou realmente, ele venceu o terceiro torneio. Beleza, e nunca mais venceu. Caraca. Tanto que ninguém lembra dele quase. Verdade, né? Verdade, tem muito tempo, né?
Passam-se anos, né, de um torneio pra outro. Pois é, né. É muito isso, né. O pessoal tem muita essa coisa do clichê da Dragon Ballização por ver a influência de Dragon Ball em vários outros desenhos, animes, filmes, séries, tudo que foi influenciado, sabe. Só que quando você pega pra assistir o Dragon Ball, principalmente o clássico,
você vê que, na verdade, não é isso, né? É o contrário. Ele subvertia muito as expectativas. Não tinha o clichê. Mas, justamente, as coisas que ele fez quebrando a expectativa na época criaram os clichês que vieram depois, sabe? Então, é isso, né? Isso é importante falar, né? Ele criou muitos clichês, né? Ele acabou criando muitas ideias que foram propagadas depois, né?
Não só ele, né? Mas naquela época, muita gente também foi criando parecem semelhante, ideias parecidas ao mesmo tempo. Muito, muito. Mas ele foi o que mais se pagou, né? Porque ele vendia muito, né? Ele vendia muito bem. Então todo mundo que lia Dragon Ball, então todos os autores que se tornaram o futuro dos Mugakasa, obviamente, leram Dragon Ball. Sim. Cara, o resto é história. Então os caras foram copiando. Basicamente todos os shonen dos anos 2000 são filhos do Dragon Ball, né?
São filhos do Naruto, inclusive. A galera pode chorar à vontade aí, mas é oficial. O cara já falou que o Naruto e do Sasuke é inspirado no Goku e Vegeta, tá ligado? Ele fala isso. Não só a roupa, né? Não só a roupa, né, cara? Inclusive, a luta no Vale do Fim, do Naruto e do Sasuke, a pose que eles fazem é a pose do Naruto e Vegeta. Do Goku e Vegeta, tá ligado? Essa pose aí, né? Essa pose aí que até eu já referenciei nos meus quadrinhos também. Referência, pois é, pô. É isso aí.
Os caras pegaram até a Úrsula pra dublar o Naruto. Verdade. É que, curiosidade, né? A Úrsula não foi a primeira dubladora do Naruto. Não foi pela SBT, foi pela Gota Mágica, né? E aí foi outra pessoa e tal. Do Goku, do Goku que você tá falando. É, do Goku. Sim, na verdade a maioria da dublagem do Comet de Dragon Ball, ela é diferente. A primeira dublagem, ela é diferente. E aí depois que veio realmente quem a gente foi conhecer e tudo mais.
Acho que com isso eu mato a minha fome. O que será isso? Gente, eu detonei ele. O que aconteceu? Onde é que eu tô, hein? Que sorte, está vivo. Ah, seu monstro maldito! Você tá pensando que vai roubar meu peixe? Vai ver só, viu?
Porque assim, a nostalgia pega, porque sabe que eu lembro da primeira dublagem e eu gosto, eu não sei porquê, desculpa até a Urso, Fabriciano, eu prefiro a voz do Kuririnho e do Goku da primeira dublagem no Tagomolzinho, cara. Não sei, a nostalgia pega, porque o Kuririnho é aquele que ele fala, meu nome é Kirilin, né, que ele não fala o Kuririnho, né.
inclusive a dubladora do Goku ela não dubou mais, ela parou de dublar desde, sei lá, uns 90, 80 90 na verdade, dublar de Dragon Ball é 90 e ela parou de dublar, ficou 20 anos sem dublar e aí uma vez encontraram ela, entrevistaram ela falou, cara, eu já não me lembro de nada tem tanto tempo que eu não lembro de mais nada não lembro de nada, nada, nada mas assim, eu só lembro, foi maneiro faz o câmera me errar ela
Isso é muito triste Porque o primeiro Dragon Ballzinho Tem muita coisa que se perdeu Por exemplo A gente sabe quem cantou O primeiro encerramento Que eu acho muito lindo Mas você não tem a versão full Digamos assim A versão da música completa De encerramento Não existe, entendeu? E aí é uma parada que Naquela época você fazia É
Apesar de que já era bem grande, né? Era um encerramento. Não, não. Tipo assim, cara. Pensa o seguinte. O encerramento é um minuto e pouco, certo? Só que a música original tem três músicos. Eu entendi o que você falou. Normalmente faziam. Sempre tem a música longa. Isso. E não tem, entendeu? A cantora mesmo fez essa abertura e sumiu, entendeu? Sumiu do mapa. A galera tentou procurar entrar em contato com ela e não achou, tá ligado?
Então é meio triste, assim. Você pensa que foi uma parada muito maneira, que marcou época e não tem. A Almo sumiu com ela, né? Sumiu. Sôme com essa mulher aí.
Então, cara, é muito interessante, assim, você vê que tem coisas de Dragon Ball que não tem mais informação, não tem como encontrar e tal. É interessante falar em dublagem, porque dublagem também acho que é um ponto interessante a gente comentar, porque, principalmente no primeiro, porque era uma coisa meio que zoneada, assim, eu duvido que os dubladores tenham lido o mangá, assim. Eu acho que, no máximo, a pessoa que trouxe, que adaptou, deve ter lido alguma coisa ou outra que deve ter mandado pra ele, a pessoa lê. Porque não existia nem no Brasil ainda o mangá do Dragon Ball.
O que rolou no Dragon Ball Clássico é que eles pegaram o da Espanha, ou foi do Chile, um lugar assim, que era em espanhol, e aí eles dublaram em cima do espanhol, entendeu? Isso é muito maneiro. Era espanhol, era a dublagem espanhola. Isso é muito maneiro, cara, porque várias traduções que a gente tem e que a gente mantém até hoje, que a gente é apegado, é por causa dessa versão espanhola aí, né, sabe? Sendo que o mundo inteiro não conhece da maneira que a gente conhece.
Mas ainda bem que a onda vital não veio, né? Mas aí é Portugal, papai. Portugal vai pra lá. Nossa guiana brasileira é pra lá.
Aí é brasileiro arcaico. E aí que entra como a essência do desenho é bom. Porque além de tudo que a gente comentou de como era feito, de que o Toriyama tinha preguiça, de que ele adaptava, de que ele ignorava certas coisas e tudo mais, quando chega para o Novo Aja era um negócio meio bagunçado, assim. Porque tem diálogos. E aí como eles adaptavam, como eles traduziam do espanhol. Provavelmente quando chegou na Espanha, e o anime era tudo cortado, porque ele censurava um monte de coisa e tudo mais. Sim.
eles tinham que criar uma conexão entre o diálogo e às vezes o que eles cortavam era muito importante. Então os personagens, eles repetem coisas sem sentido, assim, falam coisas sem sentido, nada a ver. E na dublagem, olha isso, eu tava assistindo um episódio hoje que o Goku vai atrás do Piccolo e aí ele sai e ele pega e ele fala Buma, me dá o radar do dragão. Aí ele pega o radar e vai embora. Aí passam os três episódios depois, eles estão lá do nada, alguém fala assim, ah, o Goku não votou ainda, né? Aí a Buma fala, é. E eu nem entreguei o radar do dragão pra ele. Não é?
Era cheio dessas coisas Que o próprio anime se contradiz Por causa da dublagem Uma vez eu vi um comentário falando sobre isso Justamente por causa dessas diferenças Isso é real Existem diferenças de lore Nas dublagens Você pega a dublagem americana É outra mitologia É doideira E aí por exemplo Você tem a lore do mangá Aí você tem a lore do anime Original em japonês E aí
Aí você tem a lore da dublagem americana, a lore da dublagem brasileira. Aí você tem a lore do Kai, que é um pouco mais universal, né? O Kai, ele conseguiu se manter um pouco fiel, assim. Aí você tem a lore do Abril, que é outro que o pessoal gosta muito também, e que o pessoal considera, às vezes, muito mais canônico até. E você tem a lore do funk, que imagino que ele quer.
Exato, exato. Mas meio que justamente por causa disso, cara, porque é difícil. Então, por isso que, inclusive, eu fiquei muito tempo, acho que o ano passado, boa parte do ano passado, eu fiquei assistindo canais de Dragon Ball. Vou mandar um abraço aí pro Augusto Mota do Sessão 4, sabe? Team Verso 7, muitos canais canalizam Dragon Ball.
Justamente porque é muito difícil Porque é muito difícil você encontrar um Cânone certo, realmente Porque você não encontra direito como era Geralmente no mangá já, sabe, muita coisa se perdeu Tem as cartas do Akira Que explica muitas coisas também Tem coisas que mudam depois, sabe Então assim, é uma obra Muito mais rica do que as pessoas sabem E que é uma parada que você ser um estudioso De Dragon Ball, tu vai ficar muito tempo Explorando isso, cara, é muita coisa Você tem que dedicar uma vida
E eu acho triste, assim, triste não sei o que é. Eu acho uma obra muito fantástica, ela é muito rica, mas as pessoas ainda têm essa ideia de achar que Dragon Ball não tem história. Isso daí vem muito do que a gente falou no começo, de que a grande maioria é acostumada a ver Dragon Ball do Buu e do GT, tá ligado? Quando chega no Buu, ainda tem toda uma política, tem toda uma história envolvida, mas é bem menos... Expande pra caraca a coisa.
uma agonia até. É, pois é, mas é bem menos do que era, por exemplo, o do Zé, que ele apresenta a sociedade dos Sayajins ali, e depois o do Frieza, o império do Frieza e tudo mais. E principalmente... Nossa, esse daí é muito maneiro, né? É muito bem feito, é um negócio impressionante. E no Dragon Ballzinho era muito disso, todas as histórias. A gente falou que era caso da semana, esse episódio do Coelho Gigante mesmo, quando ele chegou lá, tem toda uma lógica política social naquela sociedade ali. E ele vai abordar vários temas ali.
Inclusive, quando eu cheguei nessa parte da gangue dos coelhos, eu fiquei, não é possível, eu tô assistindo um episódio de One Piece aqui. Caraca! Realmente, esse personagem aí, esse chefe coelho, eu não tinha visto ele quando criança. Eu não lembrava dele. Eu não lembro se ele chegou a passar na Globo nessa época. É um pedaço que a buma fica vestida de coelho. Então, de repente, eles até cortaram. Eu não lembro disso.
E aí quando eu revendo, eu falo, caraca, cara, é muito One Piece. Essa vila toda aqui onde eles pararam, sabe? Parece meio alabasta aquilo ali, sabe? Sim, sim, sim, sim. Essa fase do Dragon Ball realmente tem muita trama de fato. É muito videogame, né? É. Deixa eu te dizer pro ouvinte, os vídeos do Link lá do quadril na Sarjeta, que ele faz os análises de Dragon Ball absurdas, assim, um negócio muito bom. Ah, que ele fala do comunismo, não sei o que. Sim, sim.
Não, se você mata a sua de One Piece, por exemplo, o Oda fala que muita do design dele, de máquinas, de coisas assim, ele puxa do Akira do Neyama. Porque o Akira parece que era engenheiro, malandro. O cara fazia um negócio absurdo, assim, o cara pô, que isso? Aí ele sempre copia, assim. Aí o Akira, como sempre no vídeo, falava, cara, eu faço do jeito que dava, entendeu? Eu desenhava lá.
Eu acho que tinha muita humildade, eu acho que ele se auto-substimiu Exato, eu também acho Porque existe todo um estudo, já vi um vídeo Inclusive é um vídeo que influenciou Ele mudou a minha forma de desenhar Eu já desenhava inspirado na Kiretoriama Muitas coisas, mas eu não sabia Da parte da geometria A geometria simbólica que tem em todos os personagens Da Kiretoriama, eu acho que nem o Kiretoriama Sabe disso, eu sabia disso Porque assim, é um cara que analisou Que veio como assim, ah, meio que respondendo Muitos deles são só
A pergunta, por que que os personagens, os designs, não só de personagens, né, de casas e tudo, no Dragon Ball, no começo, eram muito mais arredondados, né, e depois ficando mais retos e pontiagudos? E que tem muita relação sobre o arredondado ser algo que representa a inocência, sabe? O triangular, o espetado, é algo que representa poder. Então, por exemplo, o Goku, ele é arredondinho com o cabelo espetado. Ele é uma criança, né, ingênua e poderosa.
O quadrado, ele é algo que representa algo mais quadrado, assim, né? No sentido de dizer, tipo, militarismo, ciência, progresso, sabe? Então, por exemplo, as coisas da Bulma, né? O maquinário dela, apesar de ter um pouco de arredondado, porque ela ainda é inocente, né? Ela é boa ainda, mas já são um pouco mais quadrados. Até o cabelo dela já é um pouco mais reto, né? Que é pra mostrar que ela é uma garota da cidade. E quando você chega na Red Ribbon, esse redondo, ele se perde um pouco.
Tudo muito mais reto, mais quadrado, sabe, chapéu pontudo, sabe, que é pra mostrar, sabe, tipo, o militarismo e o poder. Então, caraca, cara, essa análise, assim, abriu minha mente. Eu falei, caraca, beleza, eu só vou desenhar assim a partir de agora. Ele é muito bom. Inclusive, o velho clichê também de pouca gente percebe que é aparecer duplas, né? Quando você vai botar um vilãozinho, você não bota um vilão só. Você bota um ele com outra pessoa.
Ele faz isso no clássico Aqueles capangas do Pilaf Cara, tão lindos São dois juntos A Mari e o Shu São dois personagens pra terem diálogo Pra conversar sobre os planos Isso aí é verdade Os capangas, os minions
Falou que a gente nem ia falar a partir da Red Ribbon, acabou que a gente fala. Mas assim, eu acho que a próxima vez que a gente for falar de drama, a gente pode analisar realmente a grande saga Red Ribbon, se eu conseguir terminar de assistir. Tem muita coisa pra falar de Red Ribbon. Então, é, é um pouco mais complexo. A gente tava falando, né, Lucas, que você vê um pouco mais de seriedade do Akira ali, né? É uma santa, sim, mas é uma trama...
bem trabalhada mesmo, né? Mostra muito muita crítica ao imperialismo, enfim. Mas, gente, pra terminar, eu normalmente eu termino o Now falando pros convidados fazerem uma sugestão de pergunta, só que eu tô pensando assim, cara, gente, foi tão gostoso esse papo aqui, eu tô pensando fazer alguma coisa diferente, de repente, assim, tipo, cada um falar desses primeiros dois arcos aí de Dragon Ball, né? Que é, como eu
chamei a Saga das Esferas do Dragão, ou a Saga Pilafio, né? E o 21º Torneio de Artes Marciais, qual é o momento favorito de vocês desse começo? Cara, eu vou mandar real assim, cara. O meu momento favorito desse começo, assim, é o Goku e o Mestre Kami, no caso o Mestre Chum, soltando o Kamehameha um contra o outro, cara. Isso é brilhante, meu irmão.
Pariu, é muito foda. Aquele momento eu falei, caralho, Dragon Ball é bom demais. Então foi um épico assim, você tem um choque. O Kamehameha, né? Você tem um choque de poder. Até então isso não estava acontecendo na hora. E aí de repente toma um choque de poder entre os dois golpes. O golpe mais famoso do anime inteiro, né? Então é muito... E o detalhe é que nesse momento o Mestre Kamehameha era o único que sabia realmente fazer o Kamehameha.
O Goku perdeu por conta própria. É, porque o Goku é vacilão. É muito bom isso, né? Porque todo mundo sabe que quem é o Mestre Kamehameha, menos o Goku. Então é esse cara.
E o Goku tem um hack Que ele tem um sentido apurado Então ele sente o cheiro da pessoa A gente falou disso, eu tava lembrando aqui Daquele momento do treinamento Do Mestre Kami com o Goku e com o Kuririn Esse treinamento é muito maneiro É muito maneiro É muito Karate Kid Karate Kid é muito esse momento Pelo amor de Deus Exatamente
Aí tem aquele momento que os meninos têm que levantar a rocha, né? Sim. A montanha, né? A rocha primeiro, depois vem a montanha. E o mestre Kamei mostra como é e fala, pô, vocês vão conseguir? O Goku vai lá assim, não, não, me levanta. E o mestre Kamei coloca, não, mas isso aí é muito fácil. Não, vamos levantar essa outra aqui. Ele fica lá assim, cara, boa. O menino chegou agora, tá surpreendendo, né? Eu não posso mostrar que ele me surpreendeu, sabe?
Pois é. Esse momento que engana, que faz a gente pensar que o Goku venceria porque ele já estava muito mais forte. Ele realmente estava muito mais forte. É, força física, né? Mas técnica... Exatamente. Ele não dominava a técnica. Não, e tem um conceito também que o Master Kami, ele tá meio que, tipo assim, como ele é idoso, ele não treina muito. Mas no torneio, você percebe que ele deu, tipo assim, fez o cardio dele e, cara, o cara tá a puta de bala já, irmão. Pode vir o Goku, pode vir todo mundo que o cara tá nessa parada, tá ligado?
E o Mestre Kamei só ganhou porque ele tem a perna maior. Isso é uma parada muito maneira também. Essa é a maior mentira do Dragon Ball. Porque depois isso nunca mais acertou. Nunca mais acertado. Não, toda vez que tem um soco ao mesmo tempo de dois personagens, você vê, por exemplo, o Goku e o Vegeta. O Vegeta tem pelo menos 30 centímetros a menor do que o Goku. É, o do Goku tem que ser...
primeiro, né? E não acontece isso com o Frieza, a mesma coisa. Depois isso nunca mais existe. Mas aí é impacto, rapaz. Tem que ter impacto da cena. Tem que ter impacto.
Vai tomando. Tem que formar aquela imagem que a molecada ia pegar e desenhar no caderno. Verdade. Desenhar igual. Eu tava Chinden Mordor com o Lucas. O Lucas não tá aí, não deixa mentir. Chinden Mordor semana passada. E o Demordor tá caindo na porrada com o mercenário. Ele dá o golpe igualzinho, cara. Igualzinho, igualzinho, né. E dando um soco na cara do outro, indo pra trás, assim, ó. Eu falei, caraca, Dragon Ball. Eu filmaram igual a cena do Creed lá. Isso, exatamente. O Creed 3 tem muita cena igual Dragon Ball, né. Pois é.
A minha é quando a Buma vai mostrar a calcinha pro Mestre Cami. Não, tô zoando. Quando o Long pede a calcinha. Olha, a Buma, a dubladora, farei isso hoje em dia, tá?
Deixa eu falar sobre isso, Lúvia, rapidinho Porque quando passou na TV Não tinha essas cenas, né Só que aí eu lembro que quando eu tava no curso de cinema E lá tinha uma biblioteca também E tinha vários mangás Aí tinha o primeiro volume de Dragon Ball, né Eu lembro que eu chegava cedo, né Porque eu saía, não sei se eu saía do trabalho Não lembro o que eu tava fazendo na época Mas eu chegava mais cedo E aí eu ficava lendo lá Aí eu cheguei nessa parte e eu ficava Caraca, cara, tem muita coisa que eles cortaram, né No anime, né E Jesus
aí eu lembro que, cara, só esses cinco primeiros capítulos tem muita putaria. Então, no primeiro episódio tem aquela cena que a Bulma, ela meio que oferece, tipo, levantar um pouco aqui o vestido, né? Ah, é. O Goku, o Goku. Eu não quero ver sua bunda feia. Tipo, uma coisa assim.
Eu não quero tocar isso, não. Isso é sujo. Isso é sujo. Não, mas eu lembro que teve uma coisa que eles não tiraram, que é muito bom. Que é quando eles estão dormindo no trailer, né? E a Bumba tinha perdido todas as roupas dela, né? Porque eu acho que foi isso, né? Acho que o Long tinha jogado fora, né? Não lembro. E aí ela dorme pelada, né? E aí o Goku, ele sente falta de dormir. O que que é isso, velho? É, dormir andando entre as pernas do outro lado dele.
Não, não, na verdade ela estava de calcinha, porque ele tira a calcinha. Ah, ele tira. Nossa, cara. Ele tira. Porque ele sente que tá diferente do vovô. Ele dá um mó tapão, não sei se... Mas eu lembro disso, né? Eu lembro também do Yantxa, né? Dele tentando invadir esse trailer. E toda vez que ele entra, ele vê a bumba pelada. Primeiro, é lá tomando banho. Fica tomando banho com uma janela enorme pro deserto.
E aí é nessa do Goku tirar que ela vai mostrar pro Mestre Kami e ela tá sem nada. Pois é. Lembrei também do momento do General Blue também, né? Que a Bulma meio que dá em cima dele. Sai fora, fia. Que é isso? Sai fora, fia. A puta que tu gosta e eu... Opa. Mas esse daí do trailer que o Yand já tá tentando roubar a Esfera do Dragão. A Bulma se cobre. Cara, isso é muito bom. Isso é muito bom. Porque o Yand, ele não sabe o que é Esfera do Dragão.
Então ele pega no pedaú e fala assim, pô, essa parada é macia, né? Aí ele vai tirar o negócio e a Buma vê lá, né? A gente não falou sobre isso, né? Os desejos deles, né? Que eram os desejos ridículos também, né? A Buma queria um namorado e o Yantia... O namorado e o Yantia queria um namorado. O Yantia queria perder o medo de falar com mulher.
Cara, você percebeu que no final desse arco todo mundo realiza o desejo? Sim, sim, mas é sobre isso. Acho que é verdade. Mas é o vilão, pô. Tô falando dos heróis. Porque a Bulma queria um namorado e ela consegue que é o Yann. O Yann queria um namorado e consegue a Bulma. O Long queria uma calcinha e consegue. O Long queria a calcinha e aí ele conseguiu. E o Goku queria participar de grandes aventuras e ele conseguiu. Então todo mundo ali era o sonho dele, tá ligado? Todo mundo encontrou o One Piece deles. É isso aí. Qual a minha oração?
E o Puao, o Puao é o Puao. O Puao é o Gold. O Puao é o importante até o Yante. O Puao é um cara bacato. É, menos o Puao é o Puao. O Gold, ele já tava feliz do jeito que ele tá. Ele já viveu.
O Pugato, o Karakobu. É, tudo certo. O Pugato é o Hobbit de Dragon Ball. É isso aí. É isso mesmo. Não, cara, eu gosto muito justamente dessa parte do primeiro Kamehameha. Eu acho que é muito por conta exatamente desse mangá que eu falei, que foi o que eu mais li. E era muito marcante para mim, porque quando eu comecei a ler eu já sabia o que era o Kamehameha e tudo mais. E é a primeira vez que o Goku faz, ele destrói aquele carro. E o Toriyama desenha o carro absurdamente bem.
Cara, não tem explicação Esse cara era mecânico Muito bom E uma menção honrosa ao Goku e o Jack Shun Dançando no torneio Muito bom
Olá, eu sou o Jack Tchum. Um, dois, um, dois, três, quatro. Lá, lá, lá, babiruba, babiruba.
Cara, é pior que, off topic aqui, eu tenho uma sobrinha, né, ela fica em casa de vez em quando, né, e aí quando eu vou, ela tá brincando comigo, eu fico cantando, e ela adora, cara, ela adora a música, né. Mas funciona muito com criança essas coisas, funciona. Não, é pior que eu tava cantando, tava com as minhas duas sobrinhas aqui, né, Matheus, eu tava cantando pra mais novinha, tem um bebezinho e tal, e aí minha sobrinha de sete anos ficou cantando no fundo, posso só passar uma menção honrosa também?
Cara, eu lembro muito Quando eu era criança de ver a primeira vez A primeira vez que ele virou Osaro Eu ia falar isso Porra, que maluco Você explode a cabeça Caramba, como você virou um macaco de gente E todo mundo que eu conheço Que assistiu o Dragon Ball depois de adulto Não sabia que o Goku virava um macaco de gente
Eu lembro de pessoa que começou a assistir, ah, eu comecei a assistir e tal, beleza, tava meio chatinho e tal, não sei o que. Aí daqui a pouco me manda assim, como assim o Goku vira um macaco de que? Eu tipo, caraca, pô. Falei assim, todos os Saiyajins fazem isso. Aí ela, mentira, o Vegeta, o Gohan também? Sim, sim. Principalmente o Vegeta, principalmente o Vegeta. Principalmente o Vegeta, é.
principalmente o Medina. Inclusive, tem uma coisa que eu já vi muita gente criticar, e realmente é uma coisa... Tá dentro dessas liberdades do Toriyama, que é quando o Mestre Kama destrói a Lua. Como é que eles vão existir nesse mundo sem Lua? Mas no anime eles falam, no anime o narrador do torneio fala peraí, ele destruiu a Lua, pô, como é que a gente vai viver?
O que será do mundo agora? Depois tem um reticom disso, dizendo que, na verdade, o Master Camerou jogou a lua pra longe, e quem destruiu a lua mesmo foi o Piccolo, lá na frente com o Gohan. Ele realmente destruiu a lua também. Mas então, já que o Oli roubou o meu momento, que é o do Azaro, né? Então eu vou falar de um outro momento que eu também lembro, que era muito vacante pra mim quando eu vi que eu era criança, que foi quando...
o mestre Kami, ele fala pra eles irem atrás de uma garota bonita, né, aí já tem isso daí, né, que primeiro que tipo, o Goku, como é que a gente vai saber se é uma garota? Você consegue saber que é uma garota sem chegar perto dela? Aí eles levam a lante lá, e é interessante, né, porque
a Lante, ela vai sentada na nuva invadora, né? A gente não comentou isso, né? Mas a nuva invadora, pra poder ficar em pé em cima dela, né? Sentado firme em cima dela, você tem que ser, tipo, puro, né? Você tem que ser bom, né? E nesse começo aí, só o Goku, a Tite e a Lante conseguem fazer isso, sabe? E outra coisa...
quando ele fala que ele vai treinar ela também e ele dá o uniforme, que era uma lingerie você tem certeza que é um uniforme apropriado para as arquivestias? com certeza, todos os meus alunos se vai nascer tá todo mundo com aquela roupa e aí é um momento que eu me lembro muito bem
que ela espirra nesse momento, se transforma na Lancia Super Saiyajin e metralha todos eles. E aí você vê como a escalada de poder daquela época já estava alta. 20 de poder de luta que eles viam ter ali naquele começo deles já eram o suficiente para resistir a balas de uma Shinigana.
É, o Tenshihan perdeu uma boca É isso É que o negócio dele era o caos O caos Quem explica o que o coração sente É isso Na verdade o Tenshihan estava pressentindo o perigo Que era a Lancia Ah não
Pô, mas eu tenho que adiantar o meu também. Matheus agora engatou isso, agora tem que fazer o meu também. Agora tem outro vontade também, pô. Ai, calma, caraca, não vai acabar nunca. Vou chamar as mesmas pessoas pra falar da mesma coisa. Tinha que ter sido um crossover. Cada episódio de podcast era uma saga. Tá ligado? É, a gente tá falando só do começo. Mas vai lá. Fala aí.
Tu não ia falar? Não, pô, eu tô dizendo aqui, tipo, tem que fazer o meu também, caralho. Eu quero te nascer agora. Ah, tá. Então, pô, então... Ah, então deixa eu tirar o prego lá. Antes que a gente não pare mais. Muito obrigado por ter escutado o Terra Neste Canal até o final. Aqui é o Jonathan Matos. E se você quiser mais podcasts sobre animes, filmes e outros temas, escute o meu podcast, o Crédito Finais, que você pode encontrar no Spotify e em outras plataformas. Até a próxima, pessoal.