Em tempos de escassez, Deus provê! | 1 Reis 17.7-24 | Marcos Thomaz
Quinta-feira, 30 de abril de 2026
Em tempos de escassez, Deus provê!
1 Reis 17.7-24 | Marcos Thomaz
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Marcos Thomaz
Ramsés Júnior
- A presença de DeusA história de Elias e a viúva de Serepta · Deus usa lugares e pessoas improváveis · A importância da obediência prática e da fé · A restauração espiritual através da provisão física
- A fé que aceita o testeO teste da viúva em Serepta · Prioridade e obediência a Deus · A fé como antídoto ao medo
- Morte e viver plenamenteA ressurreição do filho da viúva · A crise de provisão se torna crise de luto · A fé experimental e a verdade da palavra de Deus
- Superação de dificuldades e fé em DeusDeus se importa com o estrangeiro, a viúva e o órfão · A graça de Deus para com os pagãos
1 Reis 17, do 7 até o 24. Algum tempo depois o riacho secou-se por falta de chuva, então a palavra do Senhor veio a Elias. Vá imediatamente para a cidade de Serepta, de Sidon, e fique por lá. Ordenei a uma viúva daquele lugar que lhe forneça comida.
E ele foi, quando chegou à porta da cidade, encontrou uma viúva que estava colhendo gravetos e chamou-o e perguntou, por que me trazes um pouco de água numa jarra para eu beber? Enquanto ela ia indo buscar água, ele gritou, por favor, traga também um pedaço de pão. Juro pelo nome do Senhor, o teu Deus.
Ela respondeu, não tenho nenhum pedaço de pão, só um punhado de farinha num jarro e um pouco de azeite numa botija. Então colhendo dois gravetos para levar para casa e preparar uma refeição para mim e para o meu filho.
para que comamos e depois morramos. Elias, porém, lhe disse, não tenha medo, vá para casa e faça o que eu te disse. Mas primeiro faça um pequeno bolo com o que você tem e traga para mim. E depois faça algo para você e para o seu filho. Pois assim diz o Senhor, o Deus de Israel, a farinha na vasilha.
não se acabará e o azeite da botija não se secará até o dia em que o Senhor fizer chover sobre a terra. Ela foi e fez o que, conforme Elias lhe disse, dissera, e aconteceu que a comida durou todos os dias.
para Elias e para a mulher e a sua família. Pois a farinha na vasilha não se acabou e o azeite do Baltija não secou, conforme a palavra do Senhor, proferida por Elias. Algum tempo depois, o filho da mulher, dona da casa, ficou doente, foi piorando e finalmente parou de respirar. Senhor, obrigado por essa oportunidade que nos dá o Senhor. De mais uma vez, ouvimos a Tua palavra.
que ela traga...
os planos e os propósitos do Senhor para nossas vidas. Ninguém melhor do que o Senhor para conhecer o nosso coração e a nossa mente. Nos ajude nessa explanação, nos dê sabedoria e entendimento, que o nosso coração e a nossa mente se rendam ao Senhor. Fala conosco, em nome de Jesus. Me pode se assentar. Esse texto recentemente foi pregado.
E durante esse período de meditação, ontem, por assim dizer, a gente acabou se encontrando novamente. E queria que você imaginasse um cenário de fim do mundo. Você consegue? Consegue?
além daqueles filmes que você está acostumado a assistir de vez em quando na televisão, onde o dinheiro não tem mais valor, porque não há nada para comprar. E essa era a realidade de Serepta. Muitas vezes nós esperamos que Deus providencie, através de grandes milagres, como o maná que desceu lá no deserto, mas ele escolheu...
E, frequentemente, ele usa pouco que temos nas nossas mãos para fazer o que precisa ser feito. E, às vezes, não tem nada na nossa mão e Deus faz o que precisa ser feito.
Se você ainda não se adaptou a esse tipo de situação, seria bom você começar, depois de tantos anos de crente, a entender que Deus tem mecanismo de agir que foge ao pensamento humano. Amém? Nós temos o propósito de pensar logicamente. Deus não é assim.
E a história de Elias e a viúva de Serepta não é apenas sobre farinha e azeite. É sobre um Deus que cruza fronteiras geográficas, no caso aqui Sidon, social, que envolve a viúva e o órfão.
para manifestar a sua graça e o poder onde ninguém espera. Amém? Não sei como está o seu coração, a sua expectativa, a sua vida. Não faço ideia do que você tem passado, nem vocês, o que eu tenho visto e passado. Mas o contexto desse... o cenário dessa crise aqui, Elias, ele declara uma seca.
Severa que, devido à idolatria de Israel sobre o rei Acabe e Jezabel. Essas figurinhas são bem conhecidas de vocês, amém? Não precisa falar sobre eles não, né? E qual é a posição do profeta aqui? Eles estavam fugindo, sustentados por corvos no ribeiro de Querite.
E aí o ribeiro vai e seca. Olha a situação. Profetizou. E antes de profetizar, o que tinha acontecido no cenário? Vocês lembram? Deus fala com o povo e o povo não quer se voltar para ele. Aí começa a idolatria. E aí o profeta sobe lá para o Monte Carmelo, tem aquele encontro.
entre os profetas de Aserá e de Baal, e aí todos são mortos ao fio da espada, ele desce, aí a notícia chega a Jezabel, Jezabel diz que vai arrancar a cabeça dele naquela mesma noite, e ele com coragem, ele fica na cidade. Não ficou não? Por onde ele foi? Que parte da Bíblia vocês estão lendo que eu não vi? Ele foge.
Quantas e quantas vezes nós também fugimos de situações, ou pelo menos tentamos. E aí ele foge, ele passa por algumas experiências que vão marcar o chamado dele, o ministério dele, onde coisas improváveis vão acontecer, como tem acontecido nos dias de hoje.
Então, Elisa estava fugindo, sustentado por covos lá no ribeiro de Querite, e aí acabou a água, secou a água. E aí a gente tem a cidade de Sidon, que fala sobre o quê? O que significa Sidon? Sidon significa pesca, provisão. E aí Deus envia Elias para Serepta, que pertencia a essa região de Sidon, que Sidon significa pesca ou caçar.
e sugere um lugar de provisão. Vocês lembram de alguma outra história que tinha um nome parecido com isso? Alguém sai da terra do pão e vai para onde? Vai para uma cidade que não tinha pão. Ou o pão que tinha acabado na cidade. No entanto, aqui era uma região que era pagã. Era um centro de adoração a Baal, terra.
Natal de Jezabel. E aqui a gente tem um encontro onde Deus envia o seu profeta a um, vamos dizer assim, um estrangeiro em terra inimiga. E pensa comigo. Jezabel e Acabe iam pedir para alguém procurar o profeta nessa cidade? Hã? Sim ou não?
Não. Vocês lembram de outro personagem que foi esconder em um lugar que também tinha esse contexto? Davi. Davi foi se esconder junto aos seus adversários. Você percebe que, de tempo em tempo, algumas coisas parecem que loucura acontecem?
E às vezes você se vê em meio a uma situação onde... E agora, o que eu estou fazendo aqui? O que está acontecendo aqui? Então, Deus envia o seu profeta, um estrangeiro em terra inimiga, para ser sustentado por uma pessoa rica. Era? Por uma viúva. Ela já não tem marido. E se não tem marido, não tem sustento. E além de não ter sustento, o que ela tinha?
Um filho. E o que estava acontecendo naquela região? Seca. Então, aqui, sustentado por uma viúva, uma figura aqui de vulnerabilidade, absoluta, e o seu filho. Então, aqui, três verdades que a gente precisa entender nesse texto e aproveitar essa história que ela vai nos ensinar. Mesmo no tempo de migalha,
Deus prepara os milagres. Amém? Primeira coisa que a gente vai poder ver aqui é que Deus usa lugares e pessoas improváveis para providenciar o milagre. Outra coisa que a gente vai ver nesse texto é sobre a verdadeira fé se manifestar na obediência prática.
não no sentimento. E a terceira coisa que a gente vai ver aqui é o milagre da provisão física preparada, que prepara o terreno para o milagre da restauração espiritual.
E aí eu queria fazer, antes de entrar no primeiro ponto, eu queria fazer um parênteses aqui. A gente tem o profeta que está cansado, está fragilizado, está com medo, fugiu. A gente tem a viúva que está fragilizada, está sem amparo, está sem marido, está sem sustento. E a gente tem o filho que está sem o pai e está com fome também. Percebe que o cenário está favorável?
Sim ou não? Se você estivesse nesse cenário, como seria? Hein, Tom Marcos? Primeira coisa que eu vejo aqui, a provisão que vem da escassez. Abra aí o verso 7 ao 16. Veja o que o texto diz. Algum tempo depois, o riacho secou. Olha que notícia boa.
E por falta de chuva, chuva que foi profetizado durante três anos. Não ia ter chuva. Então a palavra do Senhor veio a Elias. Vá imediatamente para a cidade de Serepta, disse Dom e fique por lá. Ordenei a uma viúva daquele lugar que lhe forneça comida. A gente só tem notícias favoráveis aqui. Primeiro, o riacho secou. E aí Deus fala para ele procurar uma...
Viúva, não podia ser uma família comum? Você pode estar pensando, poxa vida, Deus faz umas coisas que parece que não tem nexo. Parece, só parece. E aí, o que a gente tem aqui? Elias é enviado a uma viúva que está recolhendo gravetos para a sua última refeição. Antes da morte do seu filho.
Ela não tem nada, apenas um punhado de farinha. E qual é o contexto que a gente encontra aqui? Deus ordena que a viúva sustente. Deus fala com a viúva antes do profeta chegar na cidade. Olha a situação. Uma cidade pagã, Deus fala com uma mulher viúva para que ela receba o profeta e faça aquilo que precisa ser feito.
Não podia ser um crente? Se fosse um crente presbiteradiço, o que ele faria? Não tem, não. Será que faria isso? Não, né? Crente não faz isso, não. Faz, Fabiano? Não, né? Ainda bem, graças a Deus. Ou faz? Vocês estão me deixando com dúvida.
Então, Deus ordena que a viúva sustente o profeta, demonstrando que a sua provisão ignora fronteira social e nacionalidade. Deus se importa com o estrangeiro, Deus se importa com a viúva e Deus se importa com o órfão. Lembram de estar escrito isso aí, o endereço dessa promessa? Deuteronômio capítulo 10, versículo 18.
Deuteronômio 14, 29. Além desse texto, tem um outro texto que também a Bíblia nos ensina lá em Salmos, que esse é o cuidado de Deus. Então, para a gente entender isso, não espere ter abundância para obedecer. Amém? Não espere estar tudo bem para obedecer.
Deus honra a generosidade que nasce na escassez. E a farinha não acabou porque o propósito do milagre era sustentar a vida em tempo de crise. E aí, fazendo uma conotação aqui, o que eu entendo aqui? Deus primeiro trata a pessoa e depois trata o propósito.
Deus tratou o profeta lá na caverna, tratou ele lá no riacho. Deus tratou ele porque ele estava com medo. Lembra que ele falou que todo mundo morreu e só eu fiquei? Ele falou, não, ainda tem gente lá que não dobrou o joelho para as entidades, não. Então, Deus está tratando o profeta. E aí Deus vai tratar uma mulher numa cidade pagã.
que precisa de ser restaurada, que precisa ser curada. Qual era a restauração que ela precisava? O que ela não tinha? O que ela não tinha, irmãos? Ela não tinha nada. Não tinha marido, não tinha comida, não tinha dinheiro, não tinha nada. E daqui a pouco o filho ia morrer. Ela nem sabia. Só notícia boa.
Quando eu li esse texto, eu lembrei do jornalzinho da região oeste, só tinha sangue. Só notícia ruim, é igual esses programas da televisão. Você que gosta de assistir televisão, muda aí, porque senão a sua mente vai ficar perturbada. Então, Deus ordena que a viúva vai sustentar o profeta. E não...
Não esperar ter abundância para obedecer é um princípio que Deus nos está ensinando nessa noite. Por quê? Que Deus honra a generosidade que nasce na escassez e diz que a farinha não acabou.
porque o propósito do milagre era sustentar a vida em tempo de crise. Então, esse é o primeiro item, o primeiro ponto que a gente precisa entender aqui, que é a provisão que vem da escassez. Segunda coisa que a gente aprende aqui. A fé que aceita o teste. Versículo 13, verso 13 e 15. Elias, porém, lhe disse, não tenha medo.
Ela estava com medo? Ela estava com medo? Eu não sei o que uma pessoa nesse estado está sentindo, mas aqui ele está dizendo que não tenha medo. Eu não sei se ela só estava com medo, não. Preocupada? Porém, ele disse, não tenha medo, vá para casa.
E faça o que lhe disse. O que foi que ele disse para ela? Ele pediu para que ela fosse fazer para quê?
Um bolo primeiro para ele. Então Elias falou assim, vai para casa, mas primeiro faça um pequeno bolo com o que você tem e traga para mim. E depois faça algo para você e para o seu filho. Se o pouco que tinha não dava para fazer para ela, ela ia fazer para ele e depois ia fazer para ela? Esse era o teste. Esse era o teste. Essa era a condição.
que você tem e traga para mim, e depois faça algo para você e para o seu filho. Olha o que a gente encontra aqui. Pois assim diz o Senhor, Deus de Israel, a farinha na vasilha não se acabará e o azeite da botija não secará até o dia em que o Senhor fizer chover na terra. Bom, estava seca, não tinha trigo.
Se estava seco, não tinha azeite. Se não tem azeite, não tem trigo, nem tem azeite. E aí quem entra? Entra Deus. Entra usando aqui o profeta para falar com ela, para que ela não tivesse medo. Você está com medo da situação que ultimamente tem acontecido? Sim ou não? Está se assustando com o mundo, do jeito que ele vai indo? Eu vou te dar uma notícia. Não é para você se assustar, porque isso está escrito.
É para você se alertar. Verso 15. E ela foi, obedeceu, e fez conforme Elias lhe disse. E aconteceu que a comida durou todos os dias para Elias e para a mulher e para a sua família. Nessa versão aqui, ela está clara que a gente tem Elias como hóspede em uma pousada.
aonde não tinha comida, não tinha dinheiro, não tinha nada. Não tinha esperança. Está parecendo aquela musiquinha, era uma casa muito engraçada, não tinha teto, não tinha nada. Então, a gente entende aqui que a fé que aceita o teste, o cenário é onde Elias pede primeiro o pão para ele,
Isso não é egoísmo, é um teste de prioridade. Eu tenho visto, nesses últimos dias, as pessoas dizerem que não têm tempo. E eu vou dizer com todas as vezes, as pessoas não têm tempo, não. Elas não têm prioridade.
Isso eu estou falando de relacionamento, estou falando de igreja, estou falando de trabalho, estou falando de família, estou falando de todos os tipos. As pessoas dizem que não tem tempo, elas não têm prioridade, não aprenderam o que é prioritário. Desde Deus até as ínfimas coisas. E aí depois reclama por que as coisas não acontecem. Olha onde Deus vai levar o profeta para transformar a vida de uma pessoa, assim como ele espera transformar a vida de uma nação.
Está transformando a vida do profeta, está transformando a vida da viúva e vai transformar a vida daquele jovem. Porque ele vai morrer. Não sei se ele pegou alguma bactéria, se ele ficou muito tempo com o organismo sem ter alimento e colou as placas das tripas. Lembra que recentemente aconteceu alguma coisa aqui? Hã? Vocês lembram?
De alguém que teve que ser internado, se eu feito a cirurgia, senão ia morrer? Vocês não lembram? Pastor Pajero. Estava com o intestino todo endurecido. Cheio do quê? De terra. Então, fé que aceita o teste.
A viúva precisa decidir entre o instinto de sobrevivência e a fé na palavra de Deus que foi trazida pelo profeta. E o cenário que a gente tem aqui é onde a fé da viúva de Serepta é recompensada porque ao confiar na promessa de Deus, ela viu o milagre da multiplicação diária.
foi diária para ela entender qual é o propósito para a primícia de Deus. Não foi um dia, foi todos os dias até que a chuva fiesse. Ninguém tinha comida, ninguém tinha água e lá tinha. Você percebe o cuidado de Deus com coisas tão pequenas? A obediência dela encontra o quê? Um instinto de sobrevivência que demonstra uma fé prática extraordinária.
A gente pode aplicar isso daqui, que a última refeição que você está segurando, imagina, você está segurando a última refeição. Você sabe que não vai ter lugar, não vai ter outra oportunidade. E aí vem a obediência a Deus e exige colocar a sua palavra acima do medo e do futuro.
Se na primeira provisão que vem da escassez, a gente não espere a ter abundância para obedecer, aqui na fé que aceita o teste, diz que a obediência a Deus exige colocar a palavra dele acima do medo e do futuro. Medo revela o quê? Falta de...
Fé, falta de confiança. Terceira coisa que a gente aprende aqui nesse texto. A vida que supera a morte. Abra aí, 17 ao 24. Algum tempo depois, o filho da mulher, dona da casa, ficou doente, foi piorando e finalmente parou de respirar. E a mulher reclamou a Elias, que foi que eu te fiz. Ó homem de Deus.
Vieste para lembrar-me do meu pecado e matar o meu filho? Dê-me o seu filho, respondeu Elias. Ele o apanhou dos braços dela.
levou para o quarto de cima onde estava hospedado e pôs em cima da cama. Então clamou ao Senhor, ó Senhor, meu Deus, trouxeste também desgraça sobre esta viúva, como quem estou hospedado, fazendo morrer o seu filho?
Então ele se deitou sobre o menino três vezes e clamou ao Senhor, ó Senhor meu Deus, faz voltar a vida a este menino. O Senhor ouviu o clamor de Elias e a vida voltou ao menino e ele viveu. Então Elias levou o menino para baixo, entregou a mãe e disse, veja, o seu filho está vivo.
Então a mulher disse a Elias, agora sei que tu és homem de Deus e que a palavra do Senhor vinda da tua boca é verdade. Então significa que até agora Elias precisava ser borilado, precisava ser tratado.
precisava ser mexido ao ponto de entender o que Deus fala para fazer tem que ser feito e o que Deus fala tem peso de realização. Assim como Deus também traz ao coração dessa mulher...
E aí você vê dois reclamando. Ela reclama que o filho morreu e ele reclama que o levou para uma mulher que estava com a vida toda desgraçada. Ou seja, uma vida sem graça, uma vida sem a presença, uma vida sem glória, uma vida sem vida. Eu acho que não sei se eu posso chamar isso aqui de vida.
Porque tem uma diferença entre viver, sobreviver, e aqui eu não sei nem como colocar isso aqui. Porque a pessoa estava na última, falou, é a minha última comida, eu vou comer e vou morrer, meu filho, não tem o que fazer. Aí você chega para mim e está querendo que eu faça para você, primeiro? Você não me respeita, não, eu sou uma viúva. Eu tenho um órfão, eu não tenho marido.
Você já se pegou orando nesse tom? Deus, o senhor não está vendo isso não? O senhor não está vendo essa afronta? O senhor não está vendo esse desafio? Fala para mim o que é que Deus não vê. Fala para mim o que é que Deus não conhece. É mais fácil dizer que nós não conhecemos Deus. Para fazer esse tipo de questionamento como o profeta fez. Para fazer esse tipo de questionamento como essa mulher que não conhecia Deus. Mas nós que dizemos que conhecemos, Deus, o senhor não conhece Deus.
podemos ser testados até o limite, para entender o que Deus é, como que Ele quer fazer e por que Ele está fazendo aquilo. Então, aqui, a vida que supera a morte, o filho da viúva adoece e morre.
A crise da provisão, a fome, vira uma crise de luto. Ou seja, se ela já estava em crise porque estava com fome, agora vai ficar enlutada porque não tem filho. Então, a vió questiona o profeta no versículo 18 e diz, que foi que eu te fiz, homem de Deus? Viesse lembrar do meu pecado e matar o meu filho?
Aqui tem uma boa notícia. Se ela está dizendo isso da boca para ele, significa que alguma coisa estava fora do lugar. Dá para entender? Veio revelar o meu pecado? Então ela tem consciência de o que é pecado e o que não é pecado. Amém? Tem coisa que está escrita que você precisa garimpar. Seja curioso, vai lendo. Por que ele falou isso aqui?
Qual foi o objetivo que essa mulher falou isso? Você veio apontar o dedo por causa do meu pecado? Eu estou assim por causa do que eu pequei? A gente não sabe, a Bíblia não diz o que aconteceu durante o tempo que ela viveu com o marido. Mas a gente tem informação de que ela vivia em uma terra pagã. E pode ser que ela estivesse adorando os deuses daquela terra, porque era comum. Então Elias...
clama a Deus e Deus demonstra ser Deus de vida, ressuscitando o menino. O texto mostra que o cuidado de Deus com o órfão e a viúva é total físico e relacional. E a gente pode aplicar aqui que, às vezes, passamos por provações para que a nossa fé não seja apenas nominal.
mas experimental. A ressurreição do filho provou que a palavra de Elias era verdade. Olha o verso 24. Então a mulher disse a Elias, agora sei que tu és um homem de Deus e que a palavra do Senhor vinda da tua boca é verdade. Amém? Amém? A vida que supera a morte.
Então, nós vimos que esse texto nos ensina que a provisão que vem da escassez, a fé que aceita o teste e a vida que supera a morte. Concluindo, o profeta, a viúva e o órfão nos mostra um quadro de graça. O profeta foi humilhado para aprender dependência.
A viúva pagã foi exaltada para aprender a fé. E o órfão foi restaurado para viver a vida. Deus continua sendo o mesmo. Ele usa pouco que temos, envia o seu socorro de onde menos esperamos e no final prova que ele é o Senhor da nossa vida. Amém?
Se eu tivesse que fazer um apelo aqui, eu ia pedir, eu ia solicitar, eu ia orar que você confie em Deus e o seu pouco. Obedeça em meio à seca. O Deus de Serepta é o seu Deus de hoje. Se coloque de pé.