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Utopías Amazónicas #08 | Alberto Acosta — El Buen Vivir y la Trampa del Progreso
03 de agosto de 202649min
Há palavras que o poder aprendeu a tolerar: sustentabilidade, transição, economia verde. Ele as repete em cúpulas climáticas, as imprime em relatórios corporativos e as financia com mercados de carbono. Enquanto isso, a Amazônia arde.
No oitavo episódio da série Utopias Amazônicas: Conversas com os Autores, o LatitudeCast recebe o economista e ativista equatoriano Alberto Acosta. Ex-ministro de Energia e Minas e ex-presidente da Assembleia Constitinte do Equador — onde contribuiu para inscrever, pela primeira vez na história, os Direitos da Natureza em uma Constituição —, Acosta é autor de uma das obras mais influentes do pensamento latino-americano contemporâneo: O Bem Viver: uma oportunidade para imaginar outros mundos.
No livro Utopias Amazônicas, Acosta assina o ensaio “A Amazônia na armadilha do progresso: violência, resistência, transformações, utopias”, abrindo seu texto com o anjo da história de Walter Benjamin para mostrar que o progresso não é uma promessa, mas uma catástrofe que acumula ruínas.
Conversamos sobre a ilusão do desenvolvimento sustentável, o extrativismo que sobrevivera a governos neoliberais e progressistas, a violência como condição estrutural do capital, a proposta Waorani e Kichwa do Kawsak Sacha (Selva Viva) e a urgência de "yasunizar" o mundo para desmercantilizar a vida.
Utopia não é um sonho distante. É a coragem de incomodar o poder, abandonar a religião do crescimento econômico e construir alternativas reais de existência em harmonia com a Terra.
📚 Utopias Amazônicas — Ateliê Editorial → shorturl.at/wxijK
🎙️ Produção e roteiro: Marcos Colón e Lucas Monteiro
🎧 Edição de som: Lucas Monteiro
🌿 www.amazonialatitude.com
No oitavo episódio da série Utopias Amazônicas: Conversas com os Autores, o LatitudeCast recebe o economista e ativista equatoriano Alberto Acosta. Ex-ministro de Energia e Minas e ex-presidente da Assembleia Constitinte do Equador — onde contribuiu para inscrever, pela primeira vez na história, os Direitos da Natureza em uma Constituição —, Acosta é autor de uma das obras mais influentes do pensamento latino-americano contemporâneo: O Bem Viver: uma oportunidade para imaginar outros mundos.
No livro Utopias Amazônicas, Acosta assina o ensaio “A Amazônia na armadilha do progresso: violência, resistência, transformações, utopias”, abrindo seu texto com o anjo da história de Walter Benjamin para mostrar que o progresso não é uma promessa, mas uma catástrofe que acumula ruínas.
Conversamos sobre a ilusão do desenvolvimento sustentável, o extrativismo que sobrevivera a governos neoliberais e progressistas, a violência como condição estrutural do capital, a proposta Waorani e Kichwa do Kawsak Sacha (Selva Viva) e a urgência de "yasunizar" o mundo para desmercantilizar a vida.
Utopia não é um sonho distante. É a coragem de incomodar o poder, abandonar a religião do crescimento econômico e construir alternativas reais de existência em harmonia com a Terra.
📚 Utopias Amazônicas — Ateliê Editorial → shorturl.at/wxijK
🎙️ Produção e roteiro: Marcos Colón e Lucas Monteiro
🎧 Edição de som: Lucas Monteiro
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