O Evangelho de João (João 15.1-8) - Pr. Léo Oliveira
João não escreveu este evangelho com propósitos acadêmicos nem puramente artísticos ou literários, mas com intenção evangelística e pastoral. Ele quer que o leitor, diante de sua história encantadora, face ao Deus que se fez carne em Jesus e que está aqui revelado, inflamado pelo Espírito Santo, creia e cresça na fé — um tipo de fé que tem Jesus Cristo, o filho de Deus, como conteúdo e vida eterna e abundante como resultado.
Pr. Léo Oliveira
Epaminondas
- A metáfora da videira e do lavradorJesus como a videira verdadeira · O Pai como o lavrador/viticultor · Discípulos como ramos · A importância da frutificação · A necessidade de permanecer em Cristo
- Poder das PalavrasA palavra do Evangelho como limpeza inicial · A palavra como lâmina cortante · A palavra podando o orgulho e a raiva · A palavra trazendo convicção e consolo
- O Papel da Mulher na ViticulturaPoda de ramos infrutíferos · Limpeza de ramos frutíferos · Disciplina como ferramenta de poda · Perseguição como forma de poda
- Tudo para a glória de DeusFrutificação como prova de discipulado · Glória a Deus Pai através dos frutos · A vida plena e abundante em Cristo
- Encontros com JesusQualificação da linguagem comum · Todo ser humano tem um relacionamento com Cristo · Julgamento pessoal e individual · Analogias bíblicas para o relacionamento com Cristo
- Alegoria da VideiraVerificar a fonte de vida · Reagir à poda de Deus · Aceitar a disciplina para frutificação
Olá, você está ouvindo o podcast das mensagens da Igreja Batista Gênesis. Queremos convidar você para estar com a gente todos os domingos. Para mais informações, acesse www.igrejabatistagenesis.com Igreja Batista Gênesis, uma igreja de teologia reformada. O seu santo e seu bem-nome, oramos.
Em nome de Cristo Jesus, aquele que vive e reina para todo sempre. Amém. Bom dia, irmãos. Pabram suas vidas no Evangelho de João, capítulo 15. Vamos estar dando prosseguimento ao que começamos quatro domingos atrás. Eu quero continuar a nos aprofundar nesse texto. O irmão está nos visitando. Qual o seu nome?
Epaminomas. Irmão Epá, que bom que o senhor está aqui. Gostei. Que bom que o senhor está aqui. Deus abençoe e fique à vontade. Amém, obrigado. Evangelho de João, capítulo 15. Mas antes de ler, irmãos, é muito comum se fazer referência
A relação de alguém com Jesus em termos de um relacionamento pessoal. Hoje se fala muito sobre essa questão. Eu tenho um relacionamento pessoal com Jesus. Eu e Jesus temos um acordo. Eu e Jesus andamos lado a lado. É muito comum nós ouvirmos isso.
Aliás, entre os crentes, essa forma de se referir aos cristãos se tornou uma espécie de vernáculo ou idioma contemporâneo evangélico. Na verdade, irmãos, pode ser esse o modo como você mesmo faz a distinção entre não cristão ou cristão nominal e o cristão genuíno.
Costuma-se dizer a alguém, bom, você pode ir à igreja e fazer isso ou aquilo. Você pode participar das ordenanças, você pode contribuir, dizimar, ofertar, servir e tudo mais. Mas você precisa de um relacionamento pessoal com o nosso Senhor, com Jesus. Do contrário, tudo será vão. Tudo será em vão.
ou ainda perguntar para conferir, você tem um relacionamento pessoal com Jesus? Convenhamos, irmãos. Essa é uma linguagem bastante comum entre a gente, mas que precisa ser qualificada. Assim do modo que se está, ela é no mínimo incompleta, e não é verdadeira.
Pense comigo, todo ser humano, qualquer ser humano, tem um relacionamento com Cristo. E para a maioria deles, não é uma boa e tal convivência. Estamos nos referindo à relação entre o condenado e o juiz.
Jesus conhece cada ser humano, Jesus conhece cada um de nós aqui nessa manhã, de modo pessoal, de modo íntimo, cada pensamento, cada plano, cada palavra que você, porventura, ainda irá falar, o nosso Senhor já conhece. Cada pensamento que você já teve, isso atendo.
E ainda terá. Cada motivação do seu coração, cada palavra que proferimos, cada ação que praticamos, relacionamentos que nos envolvemos, tudo isso, irmãos, fica registrado nos céus. E com base nesse registro, virá o julgamento para aqueles que não creram para a salvação.
É tudo muito pessoal. Cada pessoa, cada um de nós, será julgada em uma base pessoal e individual pelo justo juiz, que é o nosso Senhor Jesus Cristo. Perceberam? Relacionamento com Jesus, todo mundo tem.
Relacionamento pessoal, inclusive, uns para a salvação, outros para a condenação. Simples assim. Há uma maneira melhor, mas biblicamente precisa, de se aferir à legitimidade de um relacionamento genuíno, salvífico com Cristo, do que meramente dizer que se tem um relacionamento pessoal.
com Jesus, ou indagar alguém, você tem um relacionamento pessoal com Jesus? Todo mundo tem, de um jeito ou de outro se tem, para o bem ou para o mal, todos temos algum relacionamento com Jesus, e que se pese sabermos o que se quer dizer com essa expressão, Jesus é o seu salvador pessoal?
Nós precisamos, igreja, irmos além, clarear esse sentido, pois essa não é uma categoria bíblica precisa, ainda mais nesses dias de tanta banalização quanto ao significado de se relacionar. Então, qual é a natureza do verdadeiro relacionamento entre o cristão e Cristo? Quem é o crente de verdade? Como se relaciona com Deus?
A Bíblia nos ajuda a responder a essas questões, dando-nos uma série de analogias. Há na Escritura, por exemplo, a referência ao relacionamento do crente com Deus ou Cristo. O relacionamento entre pai e filho.
Ovelha e pastor, súdito e rei, escravo e senhor, corpo e cabeça, noivo e noiva, adorador e cordeiro substituto. E todas essas, irmãos, transmitem algum aspecto de nosso relacionamento com o Senhor. Justificação.
Cuidado, intimidade, dependência, submissão, direção, obediência, provisão, proteção, alimentação, etc. Todas essas coisas e muito mais, irmãos, estão vinculadas a essas metáforas.
E diante de nós hoje, nessa manhã, no 15º capítulo de João, está outras daquelas metáforas muito instrutivas, a qual nos mune de vocabulário mais preciso, nos capacitando a definir, com terminologias bíblicas mais exatas, o relacionamento entre cristãos e Cristo.
Jesus aqui vai nos apresentar a metáfora da videira, do viticultor, dos ramos e dos frutos, bem aqui no meio de seu discurso de despedida, para deixar claro o significado da vida cristã. Descrever de modo inconfundível quem é o verdadeiro cristão.
apresentar qual é o propósito da vida do cristão e revelar como o cristão conseguirá viver a vida cristã. Com efeito, o que temos nesse texto nessa manhã é um tratado da relação entre ramos frutíferos e uma videira sobre os cuidados do viticultor.
Portanto, gente bonita e fofa de Deus, voltaremos a nossa atenção mais uma vez nesta manhã para João capítulo 15, versos de 1 a 8, para aprendermos sobre a vida na videira. Isso é, para sabermos qual é a natureza genuína da convenção, a natureza da vida cristã.
Veremos o seguinte, a vida começa na videira, o trabalhador, o trabalho do viticultor. A vida, irmãos, começa na videira.
Sabemos que de todas as coisas que o nosso Senhor falou lá no Evangelho de João 15, nada é mais definitivo ou importante do que os primeiros oito versos. Semana passada eu li para os irmãos os versos de número 1 e 2. E hoje eu vou me aprofundar um pouco mais. Esses versos...
que são expressados por metáforas, fazendo analogias, o nosso Senhor destacou o que há de mais profundo na vida cristã, a nossa união com Cristo para a glória de Deus, na nossa frutificação pela fé. Está claro aqui em João capítulo 15, que eu quero ler para vocês. Diz assim, João capítulo 15, vou começar lendo os versos 1 e 2.
Eu sou a videira verdadeira e o meu pai é o lavrador. Todo ramo que está em mim não der fruto, ele o corta. E tudo que dá fruto ele limpa, para que produza mais fruto ainda. 3. Vocês já estão limpos por causa da palavra que lhes tenho falado. 4.
permaneçam em mim e eu permaneceria em vocês. Como um ramo não pode produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira, assim vocês não podem dar fruto se não permanecer em mim. Cinco, eu sou a videira, vocês são os ramos. Quem permanece em mim e eu nele?
Esse dá muito fruto, porque sem mim vocês não podem fazer nada. Seis, se alguém não permanecer em mim, será lançado fora a semelhança do ramo e secará. E o apanham, lançam no fogo e o queimam.
Se permanecerem em mim, e as minhas palavras permanecerem em vocês, pedirão o que quiserem, e lhe será feito. Oito, nisto é glorificado o meu Pai, que vocês deem muito fruto, e assim mostrarão que são meus discípulos. Perceberam, irmãos?
É para estar bastante esclarecido qual é o ponto desses oito primeiros versos de João 15. O verdadeiro cristão é aquele que está unido a Cristo. Seu propósito de vida é a frutificação para a glória de Deus Pai. E o modo de se viver essa vida é pela fé, palavra, oração e fé que nos unem a Cristo.
A vida começa e está na videira, fora da videira, que é Cristo. Não há vida, apenas morte. Não há seiva de vida. Tampouco há do que se alimentar. E no final, condenação, verso 6. Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora a semelhança do ramo e secará. E o apanham, lançam no fogo e o queimam.
A pessoa, a contrário do que se pensa e se busca obter, além de não ter vida em si mesma,
Não tem em si mesmo o menor potencial, a menor condição para prosseguir, vivendo de modo que agrade ao nosso Deus. Verso 5. Eu sou a videira, vocês são os ramos. Quem permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto, porque sem mim vocês não podem fazer nada.
A vida para a qual o ser humano foi criado, a vida plena, abundante, realizada e frutífera que todos almejamos, só é possível com a união com Cristo. Verso 8. Nisso é glorificado o meu Pai, que vocês deem muito fruto e assim mostrarão que são meus discípulos. Vejo uma das coisas, irmãos, mais belas, uma das doutrinas mais...
belas do cristianismo, é a união mística do pecador com Cristo. Os teólogos a chamam união mística porque tal união transcende, e muito, a todas as analogias das relações terrenas.
tanto na intimidade de sua conexão com Cristo, como no poder transformador de sua influência em nossas vidas e na excelência das consequências dessa união, nesta e na vida além. De fato, gente bonita e fofa de Deus, Cristo é salvador do povo. É salvador do seu povo.
Mas ele também é a fonte da vida, da força e da felicidade desse povo. Através dele, unidos a ele, é que obtemos tanto a salvação, justificação, como a santificação e a satisfação necessárias para sermos apresentados com grande alegria e sem defeito ao próprio Deus glorioso no céu.
Na noite de Páscoa, ao deixar o cenáculo a caminho do jardim do Getsemane, despedindo-se deles, Jesus ensinou a doutrina da união mística para os onze apóstolos que lhe restaram. Ele se preocupou, gente bonita e fofa de Deus.
com o desenvolvimento espiritual dos discípulos. Ordenou que fossem frutíferos. Cristo também, irmãos, revelou que é por meio da união ou da permanência nele, pela fé, que os verdadeiros discípulos recebem poder para frutificar para a glória de Deus. Aleluia! Dito de outro modo, a vida na videira começa na própria videira.
Essa é a vida do verdadeiro discípulo de Jesus Cristo, do verdadeiro crente. Esse é o tipo de relacionamento com Cristo que conta para o cristão. União com Cristo. O trabalho do viticultor. Eu falei isso na semana passada. Nós dissemos que, na metáfora de Jesus, a videira é o próprio Cristo e o pai é o viticultor. Verso 1. Eu sou a videira verdadeira e o meu pai é o lavrador.
Esse viticultor, irmãos, a parte de preparar a terra, fertilizar o solo, plantar a videira, combater pestes e pragas e regá-la com água, tem duas responsabilidades primárias no cuidado da videira. Cortar...
E poda ramos, verso 2. Todo ramo que estando em mim não der fruto, ele o corta. E tudo que dá fruto, ele limpa para que produza mais fruto ainda. E é desse modo, irmãos, que Jesus adiciona a metáfora da videira, que é ele mesmo.
e dos ramos que são seus discípulos. A metáfora do viticultor, que é seu pai, para demonstrar o papel duplo do pai na união com Cristo, com seus discípulos, para a frutificação.
Ele arranca da comunhão de seu povo os ramos infrutíferos. Ele apara os ramos frutíferos. Ele corta o que não tem vida e cultiva os vivos. Destrói o ímpio e disciplina o justo. Mas nós temos uma dificuldade enorme quando falamos a palavrinha disciplina. Nós já vimos na mensagem anterior.
A obra de julgamento do viticultor. Verso 2, a parte A diz assim. Todo ramo que estando em mim, em Cristo, não dá fruto, que é falso crente. Discípulos que não são discípulos de verdade, como falamos. Ele, o viticultor, o meu pai, o nosso pai, Deus, corta.
O Senhor Jesus estava preparando os seus discípulos para dois grandes inimigos que sempre atacam a igreja. A primeira, os primeiros inimigos, os falsos crentes que acorroem de dentro para fora. E às vezes desertam e vão embora atirando na igreja. Um exemplo, Judas Iscariotes.
O segundo, a fornalha da perseguição que consome de fora para dentro. A paixão de Cristo que se avultava diante deles. Seguida da perseguição da igreja no futuro próximo. Vimos o primeiro tipo de inimigo. O falso crente. Em face do qual Jesus reagiu dizendo, não tema meu pequeno rebanho.
Não pense que os desertores, os judas escariotes e os falsos discípulos terão sucesso. Eles serão cortados no devido tempo, jogados fora, ressecarão e serão queimados. O viticultor tem tudo sobre controle. A igreja jamais será imprudida. Não há cavalo de Troia que a destrua.
Nada pode se levantar contra a igreja de Cristo. Nada pode acabar com a igreja, porque a igreja nasceu no coração do próprio Deus. Se a obra de julgamento elimina os cavalos de Troia com potencial de detonação da igreja, a obra de disciplina igreja garante que as portas do inferno não prevalecerão contra a igreja, na medida em que ela avança frutífera no mundo, no poder do Espírito Santo, espalhando o reino de Deus.
João capítulo 15, verso 6, verso B diz, todo ramo que dá fruto, ele poda, para que produza ainda mais.
Em grego, o verso podar, no verso 2, é o mesmo verbo para limpar, cateré. E tanto que o adjetivo limpos, no verso 3, vocês já foram limpos, tem a mesma raiz grega do verbo podar ou limpar, catarói. Em outras palavras, é mais claro no original grego do que no português que Jesus está fazendo um jogo de palavras.
O pai poda, isto é, limpa, cateré, os ramos para torná-los mais adequados para a produção de ainda mais frutos. Verso 2. Mas lembre-se, igreja, vocês já foram limpos, catarói, pela mensagem que eu lhes dei. Vocês já foram limpos, podados, já estão adequados, equipados. Verso 3. Mas podem melhorar.
Por isso continuam sendo podados, limpos. Jesus já tinha usado essas palavras exatas. Lá em João capítulo 13, vocês já estão limpos. Jesus, lavando os pés dos discípulos, recebeu a objeção de Pedro. Lavar os meus pés? De jeito nenhum. Lá em João 13, Jesus lhe respondeu. Se eu...
Não os lavar. Você não terá comunhão comigo. E isso é impressionante. Jesus estava dizendo, Pedro, não há união entre mim e você, caso você se oponha à minha limpeza de seus pés. Pedro replicou no verso 9 do capítulo 13. Senhor, então também lave minhas mãos, minha cabeça e não somente os pés. E Jesus triplicou.
Verso 10, capítulo 13. A pessoa que tomou banho completo só precisa lavar os pés para ficar totalmente limpa. E vocês estão limpos. Essa, irmãos, é a mesma expressão do verso 3 desse capítulo que estamos lendo, 15. Vocês já foram limpos. Em seguida, o nosso Senhor acrescenta no mesmo verso do capítulo 13, verso 10. Mas nem todos estão limpos.
João, então, vai inserir uma nota de explicação. Pois Jesus sabia quem o trairia. Foi a isso que se referiu quando disse, nem todos vocês estão limpos. Mas, qual é o ponto de Jesus em dizer que os discípulos já estavam limpos, totalmente limpos? Já estavam podados e plenamente adequados. No entanto, deveriam ser lavados, podados de novo e de novo.
Se já estão limpos, para que continuar se limpando? Para que isso? Qual é o ponto de dizer que se alguém rejeita ser lavado, podado, tal pessoa não tem comunhão com Cristo, não está unida a Cristo?
Jesus, irmãos, estava deixando claro que a pronta aceitação de ser lavado, podado, ou seja, disciplina, santificação, é o sinal de que a pessoa já está lavada, podada, ou seja, justificada. A melhor exposição desta obra de poda...
Lavagem ou disciplina do Pai está provavelmente em Hebreus capítulo 12, onde se lê nos versos 4 ao 13. Eu te convido a abrir. Hebreus capítulo 4, ou Hebreus 12, perdão, versos 4 a 12.
Diz assim a palavra do Senhor. Afinal, na corrida da fé, sem pesos ou pecados, ainda não chegaram a arriscar a vida, não derramaram o sangue na luta contra o pecado. Acaso vocês se esqueceram das palavras de ânimo que Deus lhe dirigiu como filhos dele?
Ele disse, meu filho, não despreze a disciplina do Senhor, não desanime quando ele corrigir, pois o Senhor disciplina quem ele ama e castiga todo aquele que aceita como filho. Enquanto suportam essa disciplina de Deus, lembre-se de que ele os trata como filhos. Quem já ouviu falar de um filho que nunca foi disciplinado pelo pai?
Se Deus não os disciplina como faz com todos os seus filhos, significa que vocês não são filhos de verdade, mas ilegítimos. Uma vez que respeitávamos nossos pais terrenos que nos disciplinavam, não devemos nos submeter ainda mais à disciplina do Pai, de nosso espírito e assim obter vida?
pois nossos pais nos disciplinaram por alguns anos como julgaram melhor. Mas a disciplina de Deus é sempre para o nosso bem, a fim de que participemos de sua santidade. Nenhuma disciplina é agradável no momento em que é aplicada, ao contrário, é dolorosa.
Mais tarde, porém, produza uma colheita de vida justa e de paz para os que assim são corrigidos. Portanto, revigorem suas mãos cansadas e seus joelhos enfraquecidos. Façam caminhos retos para seus pés, a fim de que os mancos não caiam, mas sejam fortalecidos.
No contexto, gente bonita e fofa de Deus, de Hebreus 12, a disciplina estava acontecendo por meio da perseguição por parte de perversos. E aqui em João capítulo 15, verso 20, Jesus disse, Vocês se lembram do que eu lhes disse? O escravo não é maior que o seu senhor. Uma vez que eles me perseguiram, também os perseguirão. A poda!
Seria pela perseguição. A perseguição não é a única maneira pela qual o pai corta e pode limpar os ramos verdadeiros da videira. Mas é uma maneira. E o que Jesus quer que vejamos é que a nossa união com ele não será isolada das piores experiências externas dessa vida.
Antes, nossa união com Cristo será influenciada por essas experiências. A vida cristã não é para ser vivida em uma redoma que nos resguarda das aflições desse mundo. De fato, no mundo nós teremos aflições.
conforme João 16, 33. Cristo quer que saibamos, nosso Pai, o viticultor, governa essas experiências dolorosas e amargas da vida. Perseguições, sofrimentos, calamidades e todo tipo de aflições impostas pelos maus ou pela vida mesmo, tocarão sim aos ramos e não os tocarão à toa. Jamais serão sim objetivo ou aleatórios os sofrimentos.
Serão sempre a obra do viticultor, que tem um propósito bastante definido, a saber, mais frutos. João capítulo 15, verso 2, verso B. Todo ramo que dá fruto, ele poda para que produza ainda mais. Irmãos, não se iludam. Ah, eu caminho com Jesus, a graça me alcançou, agora eu não passo o problema. Não, você vai passar por lutas, perseguições, dia ruim.
Mas isso é para o aperfeiçoamento da sua jornada. Você não pode deixar de observar a dinâmica da vida na videira. A nossa experiência de união com Cristo, nossa permanência na videira, é energizada, intensificada e animada por experiências externas controladas pela boa mão da soberana providência do Pai. Se eu perguntar que a toda igreja, todo mundo tem um testemunho a dar do cuidado, da soberania, do zelo de Deus.
Todos. Existem grandes operações internas, experiências íntimas em nossa união com Cristo por parte do Espírito Santo, do próprio Cristo e também do Pai em nós. Mas aqui em João 15, irmãos, o foco está no elemento externo dessa união. O viticultor, Deus Pai,
Não é a seiva nem a videira, mas seu trabalho de podar, cortar e cuidar tem uma influência profunda em nossa experiência com a seiva e a videira que é Cristo. Uma imagem de como isso funciona seria 2 Coríntios 1, versos 8 e 9. O apóstolo Paulo escreveu assim, Irmãos,
Queremos que saibam das aflições pelas quais passamos na província da Ásia. Fomos esmagados e oprimidos. Além da nossa capacidade de suportar. E pensamos que não sobreviveríamos. De fato, esperávamos morrer. É Paulo escrevendo. Mas como resultado, deixamos de confiar em nós. Deixamos de confiar em nós mesmos.
E aprendemos a confiar somente em Deus, que ressuscita os mortos. Irmãos, para de confiar em você. Para de confiar nas suas próprias forças. Confie no poder de Deus. Confie no cuidado, provisão e zelo do nosso Deus. Notem. A experiência do apóstolo Paulo em Cristo, em Deus,
foi profundamente auxiliada por essa poda que quase o levou à morte. Portanto, gente bonita e fofa de Deus, o ponto principal de João 15, 2 é duplo. Jesus está preparando os seus discípulos, nós, para a profanação de dentro. Esses profanos, eles mesmos cortam e lançam fora.
e para perseguição ou perturbações de fora. Essas aflições ele mesmo dosa e usa para podar. Os ramos limpos para que dê ainda mais frutos. Cristo, irmãos, está encorajando e animando ao dizer que o Pai, o viticultor, está no controle de ambos. Nenhum traidor ou profano...
Nenhum. E todas as nossas dores ou dificuldades servirão profundamente ao prazer da união com Cristo. Sabemos que Deus poda, e que Ele poda através das provações, da disciplina, mas na prática, como isso acontece, pastor?
Primeiro, o viticultor nos limpa pela palavra do Evangelho. João capítulo 15, verso 2, parte B e verso 3. Todo ramo que dá fruto, ele poda para que produza ainda mais. Vocês já foram limpos pela mensagem grego, logos, que eu lhes dei.
Logos, ou mensagem, no verso 3, representa toda a mensagem de Jesus, do Evangelho de Jesus, expresso aqui no Evangelho de João. Isto é, Cristo sendo o Filho eterno de Deus, sua vida entre nós na carne, Deus em corpo humano, seu ser sem pecado, seu morrer por suas ovelhinhas, sua ressurreição dos mortos.
Crer nessa mensagem, irmãos, é o que conecta uma pessoa a Cristo. Crer nessa mensagem é a união que Deus cria entre o ramo e a videira, entre o discípulo e Jesus. E no instante dessa união, o discípulo está completamente limpo, totalmente podado.
Eis aqui uma das declarações mais claras em todo esse evangelho sobre o que aconteceu com você, o que acontece com você, se você for um verdadeiro discípulo. Não como Judas Iscariote, que não era totalmente limpo. Vamos voltar lá atrás e ver João capítulo 5, verso 24. João 5, verso 24, diz assim.
Eu lhes digo a verdade. Quem ouve minha mensagem e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna. Uniu-se à videira verdadeira. Jamais será condenado. Jamais será cortado da videira. Mas já passou da morte para a vida. Foi totalmente podado. Está absolutamente limpo. Já passou da morte para a vida. Irmãos.
Se você acha que é surpreendente Jesus dizer a Pedro, você já está completamente limpo, e dizer aos ramos, vocês já foram limpos ou podados, considere então como é surpreendente.
Ouvi-lo dizer em João 5, 24, a respeito de todos os verdadeiros tempos. Vocês já passaram da morte para a vida. Vocês não entrarão em julgamento, porque vocês já passaram pelo julgamento em Cristo. Vocês já estão do outro lado do julgamento. Vocês nunca serão cortados da videira e queimados no fogo. Isso é simplesmente maravilhoso.
Então, o viticultor nos limpa pela mensagem do Evangelho. Segundo, o sofrimento está a serviço da palavra do Evangelho. A palavra do Evangelho é que limpa para a vida eterna. E é essa mesma palavra ou mensagem que limpa e poda para a santificação. Sem a qual ninguém, absolutamente ninguém, verá o Senhor. O viticultor tem uma faca, uma tesoura.
Para podar. Mas o que exatamente é essa faca? Verso 3 João 15. Responde a essa questão. Vou ler na versão árabe. Vocês já foram limpos pela mensagem. Pela palavra que vos tenho falado. A fé do crente. Nasceu de ele ouvir a palavra. O cristão verdadeiro foi salvo por crer na palavra.
Foi a palavra da verdade que gerou vida no verdadeiro discípulo. Os cristãos, portanto, são revividos, nutridos e podados pela palavra de Cristo. E em uma última análise, não são as aflições em si que são a faca de poda. A palavra de Deus é a faca.
Hebreus capítulo 4, verso 12, diz assim, Pois a palavra de Deus é viva e poderosa, mas cortante que qualquer espada de dois gumes, penetrando entre a alma e o espírito, entre a junta e a medula, e trazendo a luz até os pensamentos e desejos mais íntimos. Deus corta fora ramos mortos e poda ramos vivos para a frutificação pela lâmina da palavra.
O Pai é o viticultor. Ele é disciplinador. Ele tem a lâmida da palavra em sua mão para nos rodar. Mas o Pai é também aquele que em soberana e tantas vezes amarga providência, traz as provações, os problemas que nos perfuram fundo.
No entanto, é a palavra, o verdadeiro instrumento cortante, que quando vem a aprovação e reagimos mal, a palavra nos convence, traz-nos de volta ao trilho da fé. A palavra poda nosso desrespeito pelos propósitos de Deus.
A palavra poda o nosso orgulho e a nossa hostilidade. A palavra poda a nossa raiva. A palavra poda nossos questionamentos e nos acusa, consola e conforta. As provações de fato são o cabo da faca. A lâmina é a palavra de Deus. O Pai, irmãos, traz a provação e a lâmina é a palavra de Deus. A palavra de Deus é a faca.
Ouçam como Charles Spurgeon explica isso. Abro aspas. É a palavra que poda o cristão. É a verdade que o purifica. A escritura torna-a viva e poderosa pelo Espírito Santo. Eventualmente e efetivamente, limpa o cristão. A aflição é o cabo da faca. A aflição é a pedra de amolar que amola e afia a faca.
Mas a faca é a palavra. A aflição é o instrumentador. A aflição é aquele que tira nossas vestes cirúrgicas, desnuda a carne doente e passa o bisturi ao cirurgião que fará o corte. A aflição nos prepara para a faca, para sentir a poda da palavra de Deus. O viticultor é Deus. A aflição é o cabo da lâmina e a ocasião do corte. Fecho aspas.
Mas a poda, irmãos, a poda é feita pela lâmina da Escritura. A palavra de Deus é a faca que corta. E por quê? Para que produzamos mais frutos. Quanto mais você conhece a palavra de Deus, quanto mais você a ama, melhor você vai reagir às provações e tanto mais você permite que a faca, na mão do viticultor, faça o seu trabalho.
Quantas e quantas vezes, inúmeras vezes, nós ficamos reclamando, murmurando pelas lutas, provações que passamos. Mas em nenhum momento nós olhamos para elas e damos glória a Deus. Porque sabemos que se vem, é para que venhamos a dar mais fruto. É para glorificar a Deus.
Em um dos parágrafos mais lindos do Salmo 119, nós encontramos o salmista descrevendo o papel da aflição e da palavra de Deus na poda que Deus faz nos seus filhos para que eles deem ainda mais frutos. Leiam comigo e não deixem, irmãos, de notar que a aflição é o cabo e a palavra de Deus e a lâmina da faca que poda. Abra sua Bíblia no Salmo 119.
Salmo 119, vamos ver do verso 65 ao 72. Salmo 119, verso 65 ao 72, diz assim a palavra do Senhor. Muitas coisas boas me tens feito, Senhor, como prometeste. Ensina-me bom senso.
E dame conhecimento, pois creio em teus mandamentos. Antes de me disciplinares, eu vivia desviado. Agora, porém, sigo tua palavra de perto. Tu és bom e fazes somente o bem. Ensina-me os teus decretos. Os arrogantes mentem ao meu respeito. Mas eu obedeço as tuas ordens de todo o coração. O coração deles é todo e insensível.
mas eu tenho prazer em tua lei. O sofrimento foi bom para mim, pois me ensinou a dar atenção aos seus decretos. Tua lei é mais valiosa para mim que milhares de peças de ouro e de prata. Mais adiante, nesse mesmo Salmo, nós lemos no verso 143, quando aflição e angústia pesam sobre mim, encontro prazer.
como seria diferente se de fato nós praticássemos isso não é irmãos? nas lutas, aflições, dores nós encontrarmos prazer na palavra do Senhor, nos seus mandamentos nós cantamos aqui como amáveis são os teus tabernáculos Senhor a minha alma suspira
O pai não está perdendo tempo quando ele pode disciplinar você e a minha igreja. Vãos são os raciocínios que dizem algo do tipo, bom, se eu estou limpo e podado, eu já passei o julgamento, então não preciso de qualquer disciplina do pai. Para quê? Por quê? Bom, ora, aqueles que pensam vocês já estão fazendo Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal
Ou falam dessa maneira. Ouvirão a mesma repreensão de Jesus a Pedro. Se eu não te lavar, você não terá comemão comigo. Se o Pai, igreja, não podar você, você não está limpo. Você não é discípulo. Discípulos de verdade se submetem à poda do Pai com o fim de que frutifique ainda mais para a glória do Pai.
De fato, João 15, 8, quando vocês produzem muito frutos, trazem grande glória a meu Pai e demonstram que são meus discípulos de verdade, o Pai nunca perde tempo com a poda diária na vida de seus discípulos. Ele o está salvando, santificando, satisfazendo e assim mantendo os frutíferos de múltiplas maneiras que no final comprovarão que são reais e que darão grande glória a seu nome.
Portanto, gente bonita e fofa de Deus, não resmunguem da obra do viticultor na sua vida. Pare de reclamar. Não se iluda com a placa em frente a algum local dizendo, pare de sofrer, você não vai parar. Desculpa, você vai continuar. E passe dando glória.
Passe dançando, como o rei Davi fez. Dance. Celebre. Pare de reclamar. O ponto de João 15, 3, vocês já foram limpos pela mensagem que eu lhes dei. É esse. Aceite a poda. Por quê? Porque você está completamente limpo, já foi podado, já é um verdadeiro discípulo e precisa ser santificado para a frutificação.
O apóstolo Paulo escreveu sobre essas podas necessárias na vida, dos que já foram podados por Deus, lá em 1 Coríntios 5, 7, que diz, livrem-se do fermento velho, e algumas versões, do velho fermento, para que sejam massa nova, sem fermento, o que de fato são. Cristo, nosso Cordeiro Pascal, foi sacrificado. Noutra carta, o mesmo apóstolo Paulo escreveu em Filipenses, capítulo 3, verso 12, Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal
Não estou dizendo que já obtive tudo isso, mas já alcancei a perfeição. Mas prossigo a fim de conquistar essa perfeição para a qual Cristo Jesus me conquistou. A poda é, sim, necessária na corrida da fé. Hebreus capítulo 12, verso 1. Livremos-nos de todo o peso que nos torna vagarosos e do pecado que nos atrapalha. E corramos com perseverança a corrida que foi posta diante de nós. Aleluia!
Assim, os que foram podados para a salvação, o viticultor continua podando para a frutificação e glória do Pai. Eu sou a fideira verdadeira e o meu Pai é o lavrador. Todo ramo que está em mim, ao der fruto, ele corta. Todo ramo que dá fruto, ele poda para que produza ainda mais. Vocês já foram limpos pela mensagem que eu lhes dei. Quando vocês produzem muitos frutos, trazem grande glória ao meu Pai e demonstram que são meus discípulos de verdade.
Nessa manhã, irmãos, nós vimos que a vida dos ramos começa na videira. E que o trabalho do viticultor consiste em cortar e jogar fora os ramos que não frutificam. Além de podar ou limpar os ramos frutíferos para que deem ainda mais frutos.
Essa, pois, é a vida na videira. Recebemos seiva e vida de Cristo. E somos constantemente podados para gerarmos ainda mais frutos. Portanto, gente bonita e fofa de Deus.
Ser crente de verdade é estar unido a Cristo pela fé na palavra. O crente de verdade é constantemente podado pela faca da palavra para que não cesse a fortificação para a glória de Deus. E para encerrarmos nessa manhã, vamos às aplicações dessa mensagem. Você está unido a Cristo pela fé? Como saber?
Repare, irmãos, com atenção aonde você recorre e busca de seiva para viver. Cristo é a sua fonte de vida? Onde ou quem ou o que você conecta sua vida para se sentir vivo? Nas dificuldades que você passa, você recorre a pessoas ou recorre aos pés da cruz?
Quais são os seus frutos de vida? Olhe para a sua vida e as suas ações e responda. O que você tem produzido? O que eu tenho produzido? Mais de Cristo no falar e no agir? Mais de Cristo na vida de outros? Mais da minha velha natureza? A vida começa e está na videira, Cristo. A vida plena é fruto da união com Cristo pela fé. Não há outra vida, irmãos.
Fora de Cristo não há vida. Não há vida. Nele nós vivemos, nos movemos e existimos. Atos 17 e 28. Fora dele nós secamos e somos queimados para sempre em tormentos infernais. Como você reage à poda de Deus? Como você tem reagido aos sofrimentos, às dificuldades, à luta?
Como você expressa as suas dores? Você é do tipo que rejeita a poda de Deus? Resmunga quando é podado? Ai não, para senhor, não quero. Deus poda.
disciplina, limpos que ele ama e estão dando frutos para que frutifique ainda mais para a glória de seu nome. Os que foram limpos para a salvação se submetem com fé às podas de limpeza recorrentes de Deus. Essa atitude, irmãos, dá provas de uma fé salvífica, genuína, fé verdadeira.
Você é do tipo que pensa que os crentes mais fiéis e frutíferos são os que menos sofrem ou que eles não sofrem nem devem sofrer? Ledo engano. Ingeno você é. Vimos em João 15, 2, que aqueles mais frutíferos são os mais fodados para que frutifiquem ainda mais. Poda de Deus.
Não é sinal de juízo, mas de graça. Aleluia. Disciplina de Deus não é maldição, mas benção para nossa frutificação. Saber disso, irmãos, nos guiará. Guiará você de se decepcionar com Deus. A poda de Deus tem uma influência profunda, revigorante, revitalizadora em nosso relacionamento com Cristo. Precisamos ser podados.
Pela faca, cujo cabo ou contexto é o sofrimento e cuja lâmina é a palavra cortante de Deus. Una-se a Cristo pela fé. Arrependimento e fé. União com Cristo é o que consiste em ser cristão verdadeiro. Submeta-se a poda de Deus para sua frutificação. A poda para a frutificação serve ao propósito de revitalizar nossa união frutífera com Cristo. Renove sua mente com a verdade.
Deus poda sim aos que amam e fortificam para que fortifiquem ainda mais. Crente de verdade. Precisa de poda sim, Senhor. Que Deus nos bendiga. Baixe sua cabeça. Vamos orar. Santo Deus.