Episódios de Igreja Batista Gênesis

O Evangelho de João (João 15.1-2) - Pr. Léo Oliveira

03 de maio de 202652min
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João não escreveu este evangelho com propósitos acadêmicos nem puramente artísticos ou literários, mas com intenção evangelística e pastoral. Ele quer que o leitor, diante de sua história encantadora, face ao Deus que se fez carne em Jesus e que está aqui revelado, inflamado pelo Espírito Santo, creia e cresça na fé — um tipo de fé que tem Jesus Cristo, o filho de Deus, como conteúdo e vida eterna e abundante como resultado.

Participantes neste episódio1
P

Pr. Léo Oliveira

HostPastor
Assuntos8
  • A metáfora da videira e do lavradorCristo como a videira verdadeira · Deus Pai como o lavrador/viticultor · Ramos infrutíferos e frutíferos · A obra de corte e poda
  • Declínio e crescimento de fiéisDesinteresse pela fé e secularização · Perda de capital social ao aderir ao cristianismo · Crise do cristianismo cultural e nominal · Crescimento de cristãos nominais e evangelhos distorcidos
  • Interpretação de João 10:6-21O significado de 'cortar' (aerô) · Contraste entre cortar e cultivar · O julgamento dos ímpios
  • Discípulos verdadeiros vs. falsosRamos que estão na videira, mas não são verdadeiros · A fé dos caçadores de milagres · Falsos discípulos que se afastam · A importância da perseverança e frutificação
  • O papel da evangelização em instituiçõesAlcançar pessoas perdidas e a crença no inferno · Eficácia dos métodos de evangelismo e discipulado um a um · A importância dos relacionamentos no evangelismo · A Grande Comissão e a prática do discipulado
  • A disciplina e o julgamento de DeusA obra de julgamento e disciplina do Pai · A disciplina aplicada pela igreja · O exame próprio para não ser julgado pelo Senhor
  • A importância da igreja localA igreja como indispensável para a permanência em Cristo · Reconciliação com Deus e com o povo de Deus · A frutificação na comunhão da igreja
  • Exegese Evangelho JoaoPropósito evangelístico e pastoral · A videira verdadeira e o lavrador
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Olá, você está ouvindo o podcast das mensagens da Igreja Batista Gênesis. Queremos convidar você para estar com a gente todos os domingos. Para mais informações, acesse www.igrejabatistagenesis.com Igreja Batista Gênesis, uma igreja de teologia reformada. Bom dia a todos.

Retornamos para a nossa série O Evangelho de João, a revelação da glória de Deus. No mês... Só uma desculpa. Obrigado. No final, nós vamos fazer o nosso momento de súplicas e orações. Eu esqueci completamente, me perdoem. Obrigado.

Nós, no mês de maio, no último domingo, nós iniciamos a leitura do Evangelho de João, capítulo 15. E eu gostaria de dar continuidade nessa leitura, lendo novamente João, capítulo 15, e as suas vidas. Em João, capítulo 15, vamos ler apenas dois versos. O verso de número 1 e o verso de número 2. Evangelho de João, capítulo 15, versos 1 e 2.

Tivemos o nosso mês de abril, o nosso mês de aniversário, que foi maravilhoso poder ouvir pastores, homens de Deus, trazendo uma palavra a rena, uma palavra que nos edificou, nos consolou, nos exortou, e isso é muito bom. E hoje vamos continuar nesse mesmo espírito. Evangelho de João, capítulo 15, versos 1 e 2, diz assim a palavra do Senhor.

Eu sou a videira verdadeira e o meu pai é o lavrador. Todo ramo que estando em mim não der fruto, ele o corta. E tudo que dá fruto, ele limpa, para que produza mais fruto ainda. Irmãos, quando se fala de cristianismo evangélico ou protestantismo, ele o corta.

Dois extremos não podem sair do nosso radar, do radar cristão. O declínio dos números, de um lado, e do outro lado, a disparada dos números. E nesse caso, estatísticas podem servir de aviso. Os números falam.

E eu explico. O declínio nos números de convenções, batismos e membros em igrejas cristãs ou evangélicas revelam de um lado, e neste caso de forma categórica, o desinteresse por parte das pessoas pelas questões que são relacionadas à fé.

tais quais Cristo, o Senhorio, a convenção, ou seja, a salvação e mudança de vida, compromisso, prestação de contas, comunhão, o cuidado com o outro, dar e receber, e, por que não, comportamento, ética, moral e civilidade.

A secularização da sociedade tornou absolutamente descartável a necessidade do Evangelho de Cristo e da membresia da Igreja. Altajuda e ONGs cumprem o papel que um dia foi do Evangelho e da Igreja. E isso se deu, gente bonita e fofa de Deus, pelo afastamento das pessoas e do Evangelho de Cristo.

da cosmovisão teísta, o distanciamento da ideia de um criador, a completa aversão a Deus e as implicações da ideia de Deus e de Cristo para a vida em cada detalhe.

Os indivíduos que um dia sentiram a necessidade de Deus, ou mesmo que se importaram com o ganho de algum status social, ao se juntarem aos, entre aspas, evangélicos, muito comum entre os evangélicos norte-americanos em décadas passadas, inclusive entre os batistas do sul, a maior denominação evangélica na América do Norte,

hoje acham simplesmente absolutamente desnecessário e até desprezível se juntar a uma igreja. Ainda mais quando se fala e se leva em conta as revoluções sexuais e morais que remodelaram totalmente a nossa cultura.

Hoje, irmãos, quem adere ao cristianismo evangélico acaba por perder capital social ao ingressar em nossas igrejas. E nesse caso, a era do cristianismo cultural, ou nominal, está chegando ao fim. Sobretudo nos Estados Unidos. A Europa já não há muito o que é considerado pós-cristão.

Até recentemente, a maioria das pessoas queria reivindicar algum tipo de identidade ou afiliação cristã, mesmo que raramente frequentasse a igreja. Cada vez mais, irmãos, isso não é mais o caso. Por um lado, isso é bom, de outro, perigoso.

Caminha-se para a era pós-cristã na América e talvez no Brasil mais alguns anos adiante.

Nossa, paixão, sério? Sim. Além da secularização, o declínio nos números de novos crentes também pode revelar dois outros aspectos que merecem cuidadosa ponderação por parte das igrejas evangélicas, inclusive batistas aqui no Brasil e a nossa própria igreja.

Primeiro, irmãos, será mesmo que estamos nos preocupando em alcançar pessoas perdidas sem Cristo, condenadas por Deus? Ainda cremos no inferno e na condenação eterna? Levamos a sério, igreja, o pecado original?

a depravação total do homem e a sua necessidade de nascer de novo pela graça, por meio da fé, ao ouvir nossa pregação da cruz de Cristo no poder do Espírito, parece que não cremos na eficácia dessas coisas que compõem o Evangelho, pois não estamos indo atrás dos perdidos como o Evangelho.

Segundo, será que nossos métodos de evangelismo ainda são tão eficazes quanto outrora? Será que não está nos faltando, irmãos, praticar mais o evangelho pessoal, tal como o discipulado, um a um, do que lançar mão de métodos e de programas de igreja?

Hoje nós acreditamos que se fizermos algo que atraia multidões, isso é um tipo de evangelismo. Talvez. Mas nós perdemos uma das maiores características do evangelho, que é o discipulado um a um. É estar ao lado, partilhar, cooperar, ensinar.

Já faz muito tempo que convidar pessoas para o culto, para ganhá-las no culto, apenas pela pregação do pastor, deixou de ser eficaz. Hoje, como sempre, na verdade, as pessoas serão levadas a Cristo por meio de relacionamentos.

Entenda a minha fala, eu não estou dizendo que a pregação do Evangelho, você convidar alguém para ouvir a palavra, não seja eficaz. O Senhor usa os seus meios. Porém, irmãos, nós não podemos perder de vista a preciosidade que é de estarmos pregando a Cristo através da nossa vida. Testemunhando, ensinando.

Mas infelizmente hoje nossa agenda não tem permitido tal coisa, porque estamos muito ocupados com os nossos afazeres. Estamos muito ocupados porque é muito barulho e ruído que precisamos perceber. Mas a julgar a igreja por alguns números, parece que não estamos praticando a grande comissão. Vão e façam discípulos.

Por exemplo, eu queria fazer uma pergunta à igreja. Qual foi a última vez, se houve alguma vez, que você levou alguém a Cristo pelo seu evangelismo pessoal e discipulado via relacionamento? Números, igreja, revelam muita coisa.

O declínio nos números de novos membros em muitas igrejas revela que já faz muito tempo que não fazemos mais discípulos do jeito do Novo Testamento.

A disparada no número de adesão às igrejas cristãs ou evangélicas, por outro lado, e com efeito, o que parece estar sendo o caso do nosso Brasil nesses tempos, pode nos revelar, nessa mesma proporção de crescimento, enorme aumento de cristãos nominais nas igrejas, o que é conhecido como joio no meio do trigo.

Especialmente quando se leva em conta o tipo de, entre aspas, evangelho que se está pregando as pessoas nas, entre aspas, igrejas. Como assim, pastor? Por exemplo, o evangelho da prosperidade, saúde e bem-estar para resolver os problemas imediatos das pessoas. O evangelho de coach para treinamento de vencedores.

O evangelho de autoestima para afagar as carências das pessoas. O evangelho pagão com misturas de maniqueísmo, animismo, paganismos e outros ismos antagônicos à mensagem de Cristo na cruz. Enfim, igreja.

Evangelhos mil que estão sendo anunciados por aí, os quais não requerem em nada que o pecador nasça de novo. Arrependa-se do seu pecado, creia em Cristo Jesus e viva em novidades de vida pelo poder do Espírito Santo.

Esses entre aspas evangelhos atraem todo tipo de gente. E nem requer convenção de fato e santidade de vida. Afinal, não é necessário de forma alguma que alguém seja regenerado pelo Espírito de Deus para desejar vida próspera, saudável, vencedora, livre de todos os tipos de pragas e males e demórios. Não é verdade? Trazendo lucidez e direção.

a toda essa problemática dos números, a todas essas estatísticas de crentes nominais nas igrejas. Entendam crentes nominais como crentes carnais, crentes não praticantes, crentes desigrejados. Isso é o texto que acabamos de ler de João 15. Nele, irmãos, nós temos, por metáforas, o tratamento que Jesus dá em relação essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa

entre Cristo e o cristão, de fato, entre o ramos e as videiras, sob o cuidado do viticultor. Portanto, gente bonita e fofa de Deus, estamos voltando a nossa atenção mais uma vez ao texto de João 15. E dessa vez, iremos nos concentrar nos versos de número 1 e 2.

Especialmente o verso de número 2. Vou ler novamente o verso 1. Eu sou a videira verdadeira, e o meu pai é o lavrador. Verso 2. Todo ramo que, estando em mim, estando em Cristo, não der frutos, não der fruto, perdão, ele faz o quê? Ele corta. E todo... E todo o verso 1.

E tudo o que dá fruto, ele o quê? Ele limpa. Para que produza mais fruto ainda.

veremos qual é a obra do viticultor, que no caso aqui é Deus Pai. E no final, de que modo essa obra afeta o nosso cristianismo e a vida da nossa igreja. Agora anota, igreja, na metáfora de Jesus, a videira é o próprio Cristo e o Pai é o viticultor. Verso 1. Eu sou a videira verdadeira e o meu Pai é o lavrador.

A palavra grega aqui é geogos, referindo-se tanto ao que lavra o solo, portanto, o agricultor ou lavrador, conforme em 2 Timóteo 2 e Tiago 5, como ao que cuida da videira, portanto, o viticultor, conforme Mateus 21. E é no sentido, igreja, de viticultor que Jesus a utiliza no seu discurso.

a terra, fertilizar o solo, plantar a videira, combater as pestes e pragas e regá-la com água, o viticultor tem duas outras responsabilidades primárias no cuidado da videira. Cortar e podar ramos. Passou, isso está parecendo mais globo rural. Não, não. Não é globo rural. É bíblia.

Verso 2. Tudo ramo que estando em mim não dá fruto, ele corta. Tudo ramo que dá fruto, ele poda, para que produza ainda mais. Jesus aqui, fofos de Deus, adiciona a metáfora da videira, ou seja, a ele mesmo, e dos ramos, ou seja, seus discípulos, a metáfora do viticultor, ou seja, seu pai, Deus.

para demonstrar o papel duplo do Pai na união de Cristo com seus discípulos para a frutificação.

Deus arranca da comunhão de seu povo o quê? Os seus ramos, que são infrutíferos. E ele apara ramos frutíferos. Ele corta o que não tem vida e cultiva o quê? Os vivos. Destrói os ímpios e disciplina o justo. Como o próprio Jesus disse na parábola da candeia. Vocês lembram? Lá em Lucas 8.

Lucas 8,18 diz assim, Portanto, ouçam com atenção, pois há o que tem, mas lhe será dado. Mas o que não tem, até o que pensa ter lhe será tomado.

Videira, ocasionalmente, irmãos, cresce em ramos improdutíveis ou estéreis. E quando isso acontece, o viticultor imediatamente faz o quê? Ele coloca a mão na obra. Viticultura. Imagine agora de pano de fundo, uma viola tocando. Consiste principalmente na poda.

na poda de uma videira. Eu gosto quando eu falo isso e as pessoas riem, porque te deixa relaxado. Porque eu acredito que daqui a pouco você vai começar a não gostar do que eu tô falando.

Na poda de uma videira, dois princípios são geralmente observados. Primeiro, todo galho morto, o que acontece? Ele deve ser implacavelmente removido. E segundo, o galho vivo deve ser podado drasticamente. Galho morto, irmãos, ele abriga insetos, doenças, e ele pode ocasionar, sabe o quê? O apodrecimento da videira. Um galho podre.

Sem mencionar ainda que eles são improdutivos e são feios. O galho vivo deve ser aparado para evitar o tipo de crescimento exagerado que faz o ramo roubar para si a maior parte da vida devida ao fruto. As videiras, no início da primavera, parecem formar uma coleção de tocos sangrandos.

e estériis, mas no outono eles são preenchidos de luxuriantes uvas roxas.

Assim como o viticultor empunha a faca de corte e de poda em suas videiras, Deus, irmãos, corta galhos mortos entre seus santos. E muitas vezes, pó do galho vivo, a ponto de seu método parecer para vocês, para nós, cruel. No entanto, porém, daqueles que mais sofrem com a poda, é que vem a maior fecundidade.

A poda também era uma parte essencial na prática vitícola do primeiro século, como é hoje. A primeira poda ocorre na primavera, quando as videiras estão em floração. E isso, igreja, envolve quatro operações. A primeira, remover as pontas em crescimento dos brotos mais vigorosos para que não cresçam muito rapidamente.

A segunda ação é podar o que exceder de mais ou menos um metro a partir do pé dos galhos em crescimento para evitar que galhos inteiros sejam arrancados pelo vento.

Terceiro, arrancar alguns cachos de flores ou uvas para que os restantes produzam mais frutos de melhor qualidade. E quarto, cortar brotos que surjam do solo, do tronco e dos ramos principais, de modo que a força da videira não seja explorada pelos brotos. Só no cuidado que o viticultor tem.

poda da primeira não resolve a remoção de galhos secos e a subsequente queima dos mesmos. A segunda pode ocorrer no outono, após a colheita das uvas e a dormência das videiras. Isso envolve, irmãos, a remoção de ramos indesejados, os que produziram frutos na temporada anterior, mas não produziram frutos na temporada finda.

Irmãos, isso também envolve a poda dos ramos desejados, os brotos dos ramos, como o ano que produzirão frutos no ano seguinte. E para garantir a produção máxima de frutos. E após a poda do outono, o que foi aparado e cortado, incluindo muitos ramos ressecados, serão recolhidos e queimados.

A obra do viticultor, portanto, igreja, resume-se em garantir a vida saudável e a frutificação abundante dos ramos na videira. Agora, pegue essas duas obras do viticultor, uma de cada vez. A primeira é a obra de julgamento.

E a segunda é a obra de disciplina. Ambas igrejas, como veremos, para garantir vida e frutos na videira. Verso 2, verso A. Parte A. Todo ramo que estando em mim não dá fruto, ele, o viticultor, Deus.

O meu pai, corta. A interpretação não pode ser a de erguer o ramo caído no chão, que não está frutificando, como creio e prego alguns cristãos. Não é isso. E devido a esse equívoco comum, cabe aqui, irmãos, uma nota de esclarecimento quanto ao grego aerô. Significa cortar, arrancar, levantar e erguer.

D.A. Carlson, no comentário dele de João, relata que diversos escritores populares, remetendo direta ou indiretamente a A.W. Pink, afirmam que a erô não significa nessa passagem cortar, e sim erguer do chão. Isso é, os ramos sem frutos são erguidos para que possam ser expostos ao sol E essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa essa

que lhes foi negado, e assim se tornem ricamente frutíferos. Entretanto, porém, contudo, de suas ocorrências, só no Evangelho de João, apenas oito vezes, a irô pode ser traduzido por pegar ou erguer. As outras dezesseis vezes, irmãos, a irô é traduzido por como tirar, E assim se tornou um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um um

ou remover. Percebe a diferença? O mais importante, irmãos, embora o verbo por si mesmo possa, de fato, ter o significado de erguer, é que no contexto de viticultura, erguer não é o significado mais comum, como vimos nas citações anteriores.

Apesar de argumentos contrários, não há forte evidência para confirmar que ramos mais baixos ou caídos de videiras fossem erguidos do chão. Ainda mais importante, irmãos, que é a utilização do verbo grego e a prática da viticultura, o contexto da própria passagem.

Eu sempre ensino aqui, o André ensina aqui, que devemos sempre estarmos atentos ao contexto daquilo que você está lendo para que você não faça uma leitura equivocada. Nesse caso, o forte contraste entre cortar e cultivar, arrancar e podar, remover e revigorar, no verso 2,

Na interpretação tradicional, preparar o terreno para a linguagem forte do verso 6. Ele está preparando aqui o terreno. O verso 6 diz assim. Quem não permanece em mim é jogado fora, como um ramo imprestável e seca. Esses ramos são ajuntados num monte para quê? Para serem queimados.

Ora, a força desse argumento não vem do nada, aqui do verso 6. Trata-se, irmãos, da conclusão do trabalho do viticultor nos versos 2 e 6. Verso 2. Todo ramo que está em mim não dá fruta, ele corta. Verso 6. Joga fora como um ramo imprestável e seca. Esses ramos são ajuntados no monte para serem queimados.

Jesus usou a metáfora em Mateus 13, na explicação da parábola do trigo e do joio, para apontar, irmãos, em uma direção semelhante à de João 15, dos versos 2 e 6. Eu quero ler com os irmãos Mateus 13, versos 38 a 43. Mateus, capítulo 13, dos versos 38 a 43, diz assim a palavra do Senhor. O campo é o mundo.

E as boas sementes são o povo do reino. Os joios são as pessoas que pertencem ao maligno. E o inimigo que plantou o joio no meio do trigo é o diabo. A colheita é o fim dos tempos.

E os que fazem a colheita são os anjos. Da mesma forma que o joio é separado e queimado no fogo, assim será no fim dos tempos. O Filho do Homem enviará seus anjos e eles removerão do reino tudo que produz pecado e todos que praticam mal. E o lançarão fora numa fornalha ardente, onde haverá choro e ranger de dentes. Então os justos brilharão como o sol no reino de seu pai.

Quem é capaz de ouvir, ouça com atenção. Portanto, igreja, a primeira obra do viticultor, ou seja, o pai, é cortar, arrancar, jogar fora. É o julgamento dos ímpios. Parte desse julgamento agora e parte dele no final dos tempos. O que levanta nessa manhã a questão?

Pode um ramo, um discípulo verdadeiro de Jesus, ter a vida eterna em união com Cristo, mas perdê-la e ser condenado no julgamento? Afinal, note bem, o texto diz assim, todo o ramo que, estando em mim, não dá fruto, ele corta. Não é verdade? Não sou eu que estou dizendo, é a palavra. Mas eu quero me aprofundar com os irmãos.

Nesse texto. Logo, a indagação, pode o crente perder a salvação? É possível alguém ter a vida eterna e depois perdê-la? É possível estar unindo a Cristo e depois se destacar dele, desunindo-se de Cristo?

Grande parte do argumento daqueles que ensinam que a salvação eterna pode ser perdida se baseia em João 15, 2. Portanto, a pergunta é mais do que importante nesse ponto de nosso estudo. É possível estar em Cristo e depois ser amaldiçoado por Cristo para sempre? Cristo não preserva os seus eternamente? O pastor só está me deixando com medo, não é? Calma aí. Você estava rindo até então?

Vamos continuar rindo. Isso relaxa. Ora, não pode ser a respeito da perda da salvação que Jesus está falando em João 15, 2. Por que não, PR? Vamos ler. João capítulo 6, versos 36 ao 40. João capítulo 6, versos 36 ao 40. Diz assim a palavra do Senhor. Preste atenção, igreja. Eu acho que isso vai responder algumas questões.

Mas vocês não creram em mim, embora me tenham visto. Contudo, aqueles que o Pai me dá virão a mim, e eu jamais o rejeitarei.

pois desci do céu para fazer a vontade daquele que me enviou, e não a minha própria vontade. E essa é a vontade de Deus, que eu não perca um sequer de todos que ele me deu, mas que ressuscite todos no último dia. Pois a vontade de meu Pai, que todo aquele que olhar para o Filho e nele crer tenha a vida eterna, e eu os ressuscitarei no último dia.

Quero ler também o Evangelho de João, agora o capítulo 10, os versos de 25 ao 30. Evangelho de João, capítulo 10, dos versos de 25 a 30, diz assim a palavra do Senhor. Jesus respondeu, Eu já lhe disse, vocês não creram em mim.

A prova são as obras que realiza em nome de meu Pai. Mas vocês não creem em mim, porque não são minhas ovelhas. Minhas ovelhas ouvem minha voz. Eu as conheço e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna e elas nunca morrerão. Ninguém pode arrancá-las de minha mão, pois meu Pai as deu a mim. E Ele é mais poderoso que todos. Ninguém pode arrancá-las da mão do meu Pai. O Pai e eu somos um.

Dificilmente, irmãos, haveria declarações mais fortes e contundentes do que a que acabamos de ler sobre segurança eterna daqueles que o Pai dá a Jesus, os quais jamais perecerão. Ainda em João, agora no capítulo 6, o verso 89, diz assim, A vontade de Deus é que eu não perca um sequer de todos que ele me deu, mas que ressuscite todos no último dia.

E ainda, agora voltando para o capítulo 10, os versos 28 a 30, diz assim, Meu pai deu a mim, e ele é mais poderoso que todos. Ninguém pode arrancá-la das minhas mãos e da mão de meu pai. O pai e eu somos um. Irmãos, a segurança eterna dos santos A segurança eterna dos santos

Ela está ancorada no tripé da vontade soberana de Deus Pai, na obra sacrificial completa de Deus Filho, da eleição à glorificação dos crentes em Cristo e na unidade indivisível do Pai e do Filho. Aleluia! Logo, o crente, o crente de verdade, não perde a salvação.

Nada poderá separar do amor de Deus em Cristo. Nada vai poder te separar. Mas, pastor, o Senhor falou... Eu não, a palavra. A palavra está falando que Ele arranca aquele que não der fruto. Então, quem são os ramos que estão em mim? Cristo.

mas que não são cortados, jogados fora como imprestáveis, ressecados no sol e depois queimados pelo fogo do viticultor. Esses são os que não são crentes de verdade. Talvez tenha a aparência de crente, se veste como crente, fala como crente, mas não é crente. É um crente fake.

A chave é perceber que no Evangelho de João existem crentes que não são crentes verdadeiros. Gente que, por exemplo, em face dos milagres, cria em quem Jesus não confiava por conhecer a natureza humana das pessoas.

A leitura, irmãos, desse Evangelho, de forma cuidadosa, nos revela ainda que há discípulos que não são discípulos verdadeiros, pois que com o tempo, quando são desagradados, se afastam dele e o abandonam. Vocês podem perceber. A igreja tem princípios. A igreja tem as suas disciplinas. E muitas das vezes, quando o pastor vai disciplinar uma ovelha, não é fácil.

Isso primeiro corta no pastor. E a ovelhinha sente, grita, chora. Mas é o que eu costumo dizer. Se a ovelhinha aceita a disciplina, ela chora. Se a ovelha não aceita a disciplina, ela grita, ela é um bote. Hoje nós não podemos falar mais nada porque temos medo de ferir o irmão. Temos medo de magoar. Gente!

Por favor, somos maduros o suficiente para ouvir quando o próprio Senhor está nos exortando. A gente tem que parar com isso de sermos tão dodóis, sabe? Hoje os pastores não querem mais exercer a disciplina porque têm medo de ferir. Irmãos, com todo o amor que eu tenho pela igreja, com todo o amor que eu tenho por cada uma das ovelhinhas, mas eu nunca vou me furtar de disciplinar ninguém quando for necessário.

porque a cobrança virá sobre mim. E o Senhor disciplina quem ama, corrija quem ama. Agora, algo ainda mais intrigante. Esse Evangelho nos mostra, irmãos, doze apóstolos escolhidos pelo próprio Cristo. Mas um deles é o diabo.

E Jesus sabia disso desde o princípio quando o escolheu. Pois Jesus sabia desde o princípio que não acreditava nele e quem iria atraí-lo. Lá no verso 64 de João 6. Dessa forma, existem ramos que não são ramos verdadeiros. Eles estão em mim, mas não estão verdadeiramente em Cristo. Nossa, que lindo, mas não está em Cristo. Não está no Senhor.

Por exemplo, em João capítulo 8, verso 30, está escrito assim. Muitos que o ouviram dizer essas coisas creram nele. Mas vamos ouvir, vamos aprofundar e ler o verso seguinte, verso 31. Jesus disse aos judeus que creram nele. Vocês são verdadeiramente meus discípulos se permaneceres fiéis aos meus ensinamentos.

Seis versos adiante, o Senhor disse a esses então chamados, entre aspas, crentes, Sim, eu sei que vocês são descendentes de Abraão, e no entanto procuram me matar, pois não há lugar em seu coração para minha mensagem.

Portanto, gente bonita e fofa de Deus, veja, não se trata da fé de um discípulo inferior, é a fé dos caçadores de milagres, fé daqueles que de algum modo buscavam benefícios apenas para essa vida.

Essa era uma fé que fornecia algum tipo de apego a Jesus, mas não era verdadeira. Era a fé naqueles benefícios que o Senhor pode trazer. A cura da sua enfermidade, você conhecer os seis números da Mega Sena, você ter um trabalho próspero, você nunca ficar enfermo. Esses são os benefícios, são as benesses. Mas não. A mesma coisa, irmão, se aplica à palavra discípulo.

Lá em João, no capítulo 6, agora o verso 66, João escreve, Nesse momento muitos de seus discípulos, falsos discípulos, se afastaram dele e o abandonaram. O apóstolo João, mais tarde, conseguiu fazer sentido de tudo isso. Lá em 1 João, capítulo 2, versos 18 e 19, diz assim, Filhinhos, eu acho lindo João falando assim, filhinhos.

Acho que por isso que eu chamo de ovelhinhas. Filhinhos, chegou a hora final.

Vocês ouviram que o anticristo está por vir. E muitos anticristos já apareceram. Por isso sabemos que chegou a hora final. Eles, muitos anticristos, sairão de nosso meio. Mas, na verdade, nunca foram dos nossos. Do contrário, teriam permanecido. Mesmo o verbo usado aqui em João 15 para permanecer em Cristo. Conosco, quando saíram, mostraram que não era dos nossos.

O autor de Hebreus, irmãos, também conheceu esse tipo de crente, que não é crente de verdade. Discípulo que não é discípulo de verdade. Cristão Nutella, que não é raiz. Hebreus, capítulo 3, dos versos 12 ao verso 14. Hebreus, capítulo 3, dos versos 12 a 14, diz assim a palavra do Senhor. Portanto, irmãos, cuidem para que nenhum de vocês E um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo um tempo

Tenha coração perverso e incrédulo, que os desvie do Deus vivo. 13. Advirtam uns aos outros todos os dias, enquanto ainda é hoje, para que nenhum de vocês seja enganado pelo pecado e fique endurecido, porque nos tornaremos participantes de Cristo, se de fato mantivermos firmes até o fim.

Olha a responsabilidade que temos como corpo De estarmos ali incentivando Está vendo o seu irmão pecando? Exorte, ensine Está pecando? Confesse o seu pecado Preste contas Não tenha medo Irmãos, estamos aqui não é para julgar ninguém, não Nós estamos aqui nos preparando para o grande dia Esse tipo de crente falso

fake crente, de algum modo superficial, confessa a Cristo. Ele se une a Cristo e se beneficia da igreja de algum modo. Mas ama mais o pecado do que Cristo. Hebreus capítulo 6, dos versos 4 a 6, nos diz o seguinte.

pois é impossível trazer de volta ao arrependimento aqueles que já foram iluminados, que já experimentaram as dádivas celestiais e se tornaram participantes do Espírito Santo, que provaram a bondade da palavra de Deus e os poderes do mundo por vir, e que depois se desviaram. Sim, é impossível trazer-os de volta ao arrependimento, pois ao rejeitar o Filho de Deus, enquanto rejeita o Filho,

de Deus, eles voltaram a pregá-lo na cruz, expondo a vergonha pública. Vocês são falsos crentes? Eu ouviria uma agulha agora.

Esse falso crente, não obstante a luz do evangelho e dos benefícios para a perseverança do crente para a salvação, da comunhão da igreja, acaba se afastando da própria igreja e no final serão destruídos. Ainda em Hebreus, agora no capítulo 10, dos versos 23 a 27, a palavra do Senhor diz assim, apeguemos-nos firmemente, sem vacilar, à esperança que professamos, porque Deus é fiel para cumprir sua promessa. Amém.

Pensemos em como motivar uns aos outros na prática do amor e das boas obras.

E não deixemos de nos reunir, como fazem alguns, para encorajermos-nos mutuamente, sobretudo agora que o dia está próximo. Se continuamos a pecar deliberadamente depois de ter recebido o conhecimento da verdade, iluminação, dádivas, bondade, já não há sacrifício que cubra esses pecados, postos que vivem rejeitando.

Há somente a assustadora expectativa do julgamento e do fogo intenso que consumirá os inimigos. Irmãos, há um tipo de discípulo...

via e cai da fé. Foi por isso que Jesus afirmou, vocês são verdadeiramente meus discípulos e permanecerem fiéis aos meus ensinos. Ou seja, existem discípulos e existem discípulos de verdade. Não se esqueçam disso. Existem crentes e existem crentes de verdade. Existem ramos e existem ramos de verdade.

Esses falsos crentes, por mais cedo ou mais tarde, ou serão arrancados ou irão embora. Mas se não forem...

serão terrivelmente desmascarados no final. Mateus capítulo 7, versos 21 a 23, diz assim a palavra do Senhor. Nem todos que me chamam Senhor, Senhor, entram no reino dos céus, mas apenas aquele que de fato faz a vontade de meu Pai que está no céu. No dia do juízo, muitos me dirão, Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome, não expulsamos demônios em teu nome, não realizamos muitos milagres em teu nome?

Forstem-se de mim, vocês que desobedecem a lei. Judas Iscariotes é o caso mais flagrante de um ramo que esteve unido a Jesus Cristo por três anos, mas ele foi arrancado e jogado fora por não ser um ramo de verdade.

João capítulo 6, versos 63 e 64, diz assim a palavra do Senhor. As palavras que eu lhes disse são espírito e vida, mas algum de vocês não crê em mim, pois Jesus sabia desde o princípio quem não acreditava nele e quem iria traí-lo. Portanto, irmãos...

A resposta à nossa pergunta. Uma pessoa pode nascer de novo e depois perder a salvação? Uma pessoa pode ser filha de Deus, filho de Deus, pela fé, e depois ser condenado, condenado eternamente ao inferno? Uma pessoa pode ser uma das ovelhas de Cristo e deixar de ser ovelha? Um crente pode ser um verdadeiro discípulo e deixar de ser discípulo? Nossa resposta é não.

Os ramos cortados e jogados fora para serem queimados são chamados de crentes de João 2 e 8, os chamados discípulos de João 6 e Judas Iscariote de João 6, 65. Eles estão na videira, em mim, mas não estão verdadeiramente em Jesus. Nunca estiveram, não são de verdade.

Você tende a ter essa compaixão fingida e ridícula, porque muitas das vezes você acha que você consegue amar mais do que o Senhor. Como assim Deus? Não, mas ele é tão bonzinho. Só que ele não está enxertado no ramo. Ele não é de verdade. A ligação explícita entre esses falsos crentes

E João 15, irmãos, é o verso de número 8. Quando vocês produzem muitos frutos, trazem grande glória a meu Pai e demonstram que são meus discípulos de verdade. Essa passagem é paralela a João 8, 31, que diz Irmãos, permanecer na videira não te torna um discípulo de verdade.

Permanecer na videira prova que você é um discípulo de verdade. Discípulos de verdade permanecem e frutificam, glorificando a graça de Deus. Falsos discípulos vão embora ou são arrancados, cortados e jogados para fora para a condenação, glorificando a justiça de Deus. Agora, de volta à metáfora de João 1,15. A razão de Jesus...

Não diz apenas, eu sou a videira verdadeira, vocês são os ramos. Mas inclui também o viticultor na metáfora. Eu sou a videira verdadeira e meu pai é o lavrador, verso 1. É que o Senhor deseja que conheçamos duas grandes obras que o pai realiza ao cuidar da videira e dos seus ramos. Uma.

é que Deus corta os ramos infrutíferos, e a outra é que Deus poda os ramos frutíferos. Ele corta o que não tem vida e cultiva os vivos. Ele destrói e disciplina.

o Senhor Jesus estava preparando seus discípulos para dois grandes inimigos que sempre atacam a igreja. O primeiro, os falsos crentes que acorroem por dentro e às vezes desertam e vão embora atirando na igreja. Infelizmente nós já vimos muito disso. E segundo,

fraude de dentro e fogo de fora simulação de dentro e sofrimento de fora impostores de dentro e insurgentes de fora e hoje nós vimos o primeiro tipo em fase do qual Jesus reazeu dizendo não tema meu pequeno rebanho não pense que os desertores, os judas escariotes e os falsos discípulos terão sucesso

Eles serão cortados no devido tempo, jogados fora, ressecarão e serão queimados. O viticultor tem tudo sobre controle. A igreja jamais será implodida. Não há cavalo de Troia que a destrua. Aleluia! Deus permitindo, na próxima semana voltaremos a esse texto. Precisamos ver a obra do viticultor, a obra de disciplina.

Para encerrarmos, o pessoal estava pensando que ela lavei meia hora mais. Eu quero ficar com as seguintes aplicações. Na igreja, em toda a igreja, ramos que parecem de verdade, mas não são, são falsos crentes. Veja o exemplo de Judas Iscariotes, igreja. Enganou todo mundo, menos Jesus. Você pode enganar todo mundo, menos Jesus. Você pode fazer todo mundo de... Então é Jesus.

Acabou? Já acabou, Léo? Por fora, invejável, comedido, caridoso, bom menino, acima de qualquer suspeita, ganhou a estrelinha de bom menino do Chaves, mas se deixou ser guiado pela ideologia nacionalista, membro da seita de Zelotes, que pelo evangelho de Jesus amou mais o dinheiro do que o próprio Cristo.

Viu mais os falsos profetas que o profeta de Deus. Entrou pela porta espaçosa e seguiu o caminho largo da vida, não pautada pelas Escrituras Sagradas. Edificou a vida sobre areia e não na roda da Palavra de Deus. Justificou-se em seu valor próprio, em suas obras e palavras, não pela vida e obra de Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

Gente como Judas Iscariotes é ramo sem fruto, é falso crente. Tenham cuidado, igreja. Ramo de verdade permanece na videira. Ele se agarra com fé às promessas de Jesus para a vida eterna, o que inclui a comunhão constante e frutífera em uma igreja local.

Impressionante como ramos que são, serão ou precisam ser cortados são do tipo que mais consome a energia da videira e de todo mundo. Acham-se superior a todos e a própria videira. Quando vivem na igreja, não permite a igreja exortar, corrigir, servir ou consolar. Facilmente deixam a igreja. Vivem mais fora dela do que nela, quando não a deixam para sempre.

A igreja local, igreja, é indispensável para a permanência do ramo em Cristo e sua frutificação. Cristão de verdade é aquele que se reconciliou com Deus, unindo-se a Cristo com fé, mas também se reconciliou com o povo de Deus na comunhão da igreja local, conforme Efésios 2. E frutifica como veremos na semana que vem. Deus se encarrega de cortar, arrancar.

Deus se encarrega de proteger a saúde de sua videira, daqueles ramos que apodrecem e fazem apodrecer. Dos ramos que adoecem e fazem adoecer. Dos ramos que juntam bichos e espalham bichos. De ramos que roubam toda a energia da videira, deixando pouca energia para a frutificação que importa na videira de Jesus Cristo, sua igreja. De fato, para encerrar, mais minha hora.

É Deus quem corta e arranca e joga fora. Mas isso, irmãos, não significa dizer que a igreja local não pode agir para praticar a disciplina. Ela deve. Afinal, um dos modos de Deus cortar é pela disciplina aplicada pela própria igreja. Jesus se reúne com aqueles que se reúnem para ligar e desligar, conforme Mateus 18.

Deus nos chama, como igreja, a julgar sim pelos frutos, os que são de dentro. Por isso que somos regularmente chamados a examinarmos a nós mesmos para não sermos julgados pelo Senhor. Vamos celebrar a ceia. Você é ramo da videira, igreja. Que tipo de ramo é você?

Frutifica ou não dá fruto? É discípulo de verdade ou falso cristão? Una-se a Cristo pela fé. Arrependido e fé. Arrependimento e fé. Insira-se a uma igreja local. Na nossa, por exemplo. Isso é a obra do viticultor na sua vida. Fé e vida na família da fé.

A vida de videira é você unida a Cristo, pela fé e aos demais ramos, na mesma videira, para a glória de Deus, na frutificação. Que Deus nos bendiga.

O Evangelho de João (João 15.1-2) - Pr. Léo Oliveira | Castnews Index — Castnews Index