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#152 - Indicatcholas

28 de agosto de 20261h16min
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No episódio de hoje, trazemos de volta um quadro que estava há tempos sem aparecer por aqui: O Indicatcholas.

Aqui, cada um de nós compartilha suas dicas de mangás, games, músicas, séries e filmes que estamos consumindo, para vocês conhecerem um pouco mais dos nossos gostos — e, claro, saírem daqui com algumas novas referências e um pouquinho mais de cultura!!!!

E, neste episódio, ainda fazemos uma homenagem especial a um dos grandes ícones da cultura pop: Tim Curry.

Então, vem conferir as nossas indicações !!!

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Assuntos6
  • Homenagem a Tim Curry e a influência de seus papéis na cultura popTim Curry·Os Muppets na Ilha do Tesouro·It·Rocky Horror Picture Show·A Lenda
  • Análise da série Dr. House e suas problemáticas atuaisDr. House·Machismo·Netflix
  • Indicação de mangás nacionais e o incentivo à produção brasileiraRei de Lata·Sense Life·Kari Kari·MPEG·JBC
  • Recomendação do filme nacional '15 Dias' e sua repercussão internacional15 Dias·Netflix·Débora Falabella·Vitrine Filmes
  • Apresentação do quadro Indicatcholas e seu retorno ao podcastIndicatcholas·Cholascast
  • Lançamento do MMORPG Aion 2 e suas características de jogoAion 2·NCSoft·MMORPG·Game Pass
Transcrição284 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz A

É pique, é pique, é pique, é pique, é pique no seu bumbum, seu bumbum.

?Voz B

Oi, gente, boa tarde, bom dia a todos! Sejam todos muito bem-vindos aqui mais um Cholascast começando a sua sexta-feira, tá bom? É um prazer estar aqui de volta com todos vocês, né, para a gente tá aí trazendo mais um conteudinho aí para vocês, trazendo aí mais uma alegriasinha na sua sexta-feira para você tá conversando aqui com a gente, trazendo aí mais uma coisa que seria o quê? O prazer de estar entre amigos. Tá bom, gostaste?

?Voz C

Gostaram?

?Voz B

E esse foi o programa de hoje. Espero que vocês tenham gostado, gente. Mais uns rolinhos começando. Tô aqui com meu querido esposo.

?Voz C

Oi, gente, Felipe por aqui.

?Voz B

Exato, eu tô ali com ela, o terror da Paraíba. E eu tô ali com ela também, o terror da baixada.

?Voz A

Arigato gozaimasu!

?Voz B

Goza mais, goza mais, goza mais uns 2 litrinhos aí pra gente. Precisamos de leite.

?Voz A

Muito, por favor.

?Voz B

Gente, quem não conhece a Josquete, tá? Se você tá ouvindo a gente aí pelo nosso, pelo seu agregador de áudio favorito, não esquece de seguir o nosso canal pra você aí favoritar para você não perder o episódio todas as sextas-feiras. Se você tá ouvindo a gente pelo YouTube, não esquece de deixar o seu like já, agora, final, agora. Comenta aí alguma coisa, que se terminar esse, esse coisa aqui hoje e você não deu o like ainda, eu vou infelizmente ter que matar você e sua família. Não vejo outra saída.

?Voz A

É verdade, eu acho que você vai fazer um bem para a sociedade inteira.

?Voz B

Isso, isso, tá correto. E outra, se você tá ouvindo a gente aí pelas plataformas de áudio aí, pelo mundo, recomenda para alguém. Faz assim, ó, vai ali no coisinho de compartilhar, aí você coloca lá no seu Instagram assim, ó: olha, gays, entendeu? Falando, gays falando. E outra, segue a gente nas redes sociais também. Mas hoje a gente vai fazer uma coisa que a gente não faz aqui há anos.

?Voz C

Nossa, faz tempo que a gente não faz isso.

?Voz B

Muitos anos. Quem tá aqui, ó, seguindo esse canal há muitos anos já vai lembrar que quando a gente começou esse negócio aqui, que eu esqueci o nome, que chama podcast, a gente fazia todos os episódios, tinham, tá, todos os episódios da primeira e segunda temporada tinham, que era ele mesmo, o Indica Cholas. Quem já conhece sabe, e quem não conhece saberastes. Quem não saberastes, sabereis, pois sou vós.

?Voz C

Quem chegou agora não deve saber o que que é o Indica Chula.

?Voz B

Exatamente. Quem tá chegando aí agora, quem vem de fora, vem chegando agora, mexe a barriguinha sem vergonha e entra, tá bom?

?Voz A

Vem para cá, vem, vem para cá.

?Voz B

O Indica Chula é um quadro que a gente tinha todo final de programa, que a gente indicava coisinhas recomendações para vocês consumirem, tipo um filme, uma série, uma música, um livro, um videogame, um baba de uma coisa, um negócio que fazia o quê? Normalmente ele tinha a ver com o tema que a gente tava falando, com episódio que a gente tava falando. Com o tempo a gente foi mudando os quadros, né, ajeitando as coisas. Aí um de cacholas meio que caiu, virou um quadro solo, e aí ele sumiu por um tempo, mas agora tá aqui.

Hoje a gente vai fazer um de cacholas gigante. Para vocês saberem o que que a gente tá consumindo, o que que a gente tá vendo aí de coisas culturais, né, coisas que a gente tá gostando, que a gente não tá gostando. Vai ter polêmicas? Não sei.

?Voz A

Será? Ah, Samira não tá aqui para, né?

?Voz B

É verdade, não vai pesar o clima. Então assim, o clima de hoje já vai ser mais leve, hoje vai ser leve, hoje vai ser light, entendeu?

?Voz C

Pega sua listinha aí, anota tudo aqui, são só dicas boas.

?Voz B

Hoje o risco da gente ir para cadeia caiu 80%.

?Voz C

Será?

?Voz A

Aproveita, dependendo do que a gente vai assistir.

?Voz B

Já não vai falar os 18%, tem 18% ainda que é ali só, naquela menina ali, ó. Os outros 2, a gente, nós 3 divide. Aquela ali é 18% sozinha, sozinha. Mas alguém quer começar, gente? Tem uma coisa aí que vocês querem tirar do peito? Posso começar? Pode, amiga. Gente, então eu vou começar com uma indicação, porque eu tava vendo ela agora mesmo. Mas eu não sei se eu indico, eu tenho ressalvas.

?Voz C

Por quê?

?Voz B

Porque assim, é um programa que eu gosto muito. Mas também é assim, eu consigo ver vários problemas.

?Voz A

Mas peraí, é porque é um programa que é um pouco mais antigo, aí ficou um pouquinho datado. Ou é ele?

?Voz B

Não, é isso mesmo, é isso mesmo.

?Voz D

Oi, da Dia TV!

?Voz B

Meu Deus, pode entrar? Não, pode sair. O último que sair apaga a luz. Gente, é o Dr. House! Gente, quem assistiu já conhece. Quem vem de fora vem chegando agora, porque Dr. House é uma série de médico, né, uma série médica. E o Dr. House, ele é bem assim, uma pessoa meio, né, como eu posso dizer, eu sempre achei estranho, falta tato, falta tato nele, né. Ele não tem, ele tem tato igual uma parede sem reboco. Isso, ele tem aquele traquejo social faltante, né.

E só que eu tava pensando assim, nossa, que roteiro, o roteiro é bem machista, sabe? Não machista, ele é machista, vai, ele é um roteiro bem assim, tem umas frases assim que eu falo, ai. Só que o problema que eu tava vendo é que o roteiro também assinado por uma mulher. Aí eu falei assim, ai, gente, onde que estamos indo? Não tô entendendo um pouco direito.

?Voz C

Na verdade, é de onde viemos.

?Voz B

De onde viemos, é. E aonde a gente vai? Só que assim, é uma série muito boa, ela é muito boa, muito legal, é gostoso de assistir. Só que assim, tem uns episódios que você fica mais assim, tá pegando, tá cutucando, tá pegando na minha beira.

?Voz C

2011, né, na verdade.

?Voz B

Então é uma série de 2011, então já era para ser assim uma coisa mais assim, um pouquinho mais avançado, né? Assim, faz 15 anos, vamos, né? Vamos, faz 15 anos, mas, né?

?Voz C

Mas a vantagem do House, assim, eu sou uma pessoa que não gosta de série médica, eu me impressiono muito com série médica vendo aquelas coisas, sangue, não sei o quê. E House é uma série médica para quem não gosta disso, porque tem muito pouca cena. O grande tchan do House é descobrir a doença, a tensão e as coisas que se passam por trás, né, da doença, né? Então Ah, sei lá, tipo um episódio, a mulher tava tentando matar o marido, só que envenenada, com veneno na mão, que ela sabe.

Então tem toda uma investigação, um suspense, um thriller. O que eu gosto muito do House é esse, é porque ele tenta descobrir da onde vem a doença, como foi originada a doença. Então é uma série médica mais voltada pro thriller, pro suspense, né?

?Voz A

Muitas vezes pode ser até um crime, né, que aconteceu, alguma coisa, né? Interessante, interessante.

?Voz B

É mais assim, é como se uma série investigativa médica se juntasse. Então assim, quem gosta de tipo...

?Voz D

Você tá indo... CSI com aquela série lá dos médicos.

?Voz B

Isso!

?Voz A

A coisa na família.

?Voz B

Isso, é o CSI com a Greiza.

?Voz A

Isso. Era o Checo, Checo, Checo, veio o House.

?Voz D

E é bem na mesma época do CSI, eu lembro.

?Voz B

Sim, é na mesma época. Porque ele é meio que uma mistura de série policial, porque assim, tem um assassino que é a doença. Então eles têm que pegar o assassino. É, né? Então eles estão investigando o assassino, quem tá matando essa pessoa. E aí eles ficam ali investigando, investigando, investigando, investigando para ver quem que é o assassino. E eles têm um monte de suspeito. Ah, é isso aqui. E um bordão que todo mundo fala assim, quem assiste séries médicas fala e não sabe de onde vem, que é: nunca é lúpus. E vem de House. Nunca é lúpus. Exatamente.

?Voz D

Na barriga, nunca é lupo.

?Voz B

Nunca é lupo.

?Voz A

Aí tocou diarreia, nunca é lupo.

?Voz D

Nunca é lupo.

?Voz C

Eu acho ela problemática, atrasada, vai, nesse quesito, né, do machismo, mas muito menos pior que Friends.

?Voz B

Ah não, muito, muito, muito, muito.

?Voz C

Ela tem umas jogadas que você fala, precisava disso, né? Não precisava. Mas em geral, a série não...

?Voz B

Mas é que assim, no fim das contas, o House é essa pessoa, né? Ele fala as coisas, você fala, ai, não precisava você ter falado isso, né? Você podia ter...

?Voz A

Cala a boquinha!

?Voz B

Então, mas ele é essa pessoa. Ele é essa pessoa que vai falar o desnecessário só porque ele quer provar um ponto. Ele quer provar que ele é o inteligentão e que ele sabe de tudo e que ele... E aí meio que isso dá uma cansadinha, mas isso também é ótimo pra um arco de personagem que tá tentando... Ele não tá tentando melhorar, mas ele acaba melhorando, você entendeu?

?Voz A

Ele, as situações fazem, acabou causando essas mudanças.

?Voz B

Por exemplo, a gente tá no último episódio da segunda temporada, e aí é quando o Foreman, que é um dos, tem uma coisa genial na escrita dessa série, que é o seguinte, sabe aquele, a gente já A cultura pop tá cheia daquele trio, que é a mulher super inteligente, um rapaz meio medrosinho e aquele que é meio que um protagonista corajosão. Esse é o clichê. Só que nessa série eles fazem uma coisa genial, que é o House, ele é aquele gênio incompreendido, não sei o quê, que ele falta... Ele é só o gênio, ele é só a inteligência, falta a humanidade nele.

?Voz C

Sim.

?Voz B

E o que eles fazem nessa série é que eles tiram a humanidade dele e dividem nessas 3 pessoas, que são meio que os estagiários dele, são meio que a equipe dele. Então ele tem lá o Foreman, que é meio que esse protagonista de esse— é meio que a consciência dele fora do corpo, a inteligência do House fora do corpo. Aí tem a Cameron, que é a humanidade dele, aquela pessoa que é É o cuidado, é o carinho, é o afeto. E tem o Chance, que é tipo o medo e o agradar o chefe, e o, sabe, essa coisa.

Então eu acho genial deles tirarem a consciência do House. Então ele não tem consciência nenhuma, ele faz o que ele quer, ele é completamente irresponsável, e coloca nesses 3 personagens o que é a consciência dele. É uma escrita genial isso.

?Voz A

É interessante. Aí, plot twist, na verdade é tudo na cabeça dele, essa equipe dele são fragmentos da consciência dele.

?Voz B

Olha aí, ó, seria esse o plot.

?Voz C

É muito bom essa série e ela tá disponível na Netflix, todas as temporadas estão disponíveis na Netflix.

?Voz B

Facinho, são 8 temporadas. É curtinho, mas é que são aquelas temporadas de 20 episódios.

?Voz A

Ah, tá, tipo sobrenatural também.

?Voz B

Então são o quê, 16 temporadas de hoje? Hoje em dia são 10 episódios por temporada, então são 16 temporadas.

?Voz C

Mas é muito bom assim, vale a pena para quem gosta de série médica e série de suspense, que o House não é um personagem que você— eles não tentam você fazer gostar do House porque ele é chato, mas ele é bom no que ele faz, entendeu?

?Voz A

Ele garante, né?

?Voz C

Ele garante. Então, mas não é uma coisa que a série fica te tentando vender ele. Em nenhum momento a série fica te tentando vender ele, porque ela não vai conseguir. O jeito que ele é escrito, ele é escroto, né? Só que ele resolve as coisas, ele salva um monte de vidas.

?Voz B

E como a série, eles salvam a série tipo fazendo você gostar dos outros personagens. Bacana, sabe? Então você gosta da relação dele com os três.

?Voz C

Show!

?Voz A

Apesar dele não ter tato nenhum, pelo menos o paciente sai vivo, né?

?Voz B

É, exatamente, ou parcialmente, ou mais ou menos. Quer ir agora? Quem vai?

?Voz A

Quer que eu vá, gente?

?Voz B

Eu posso ir, gente.

?Voz A

Eu tenho algumas coisinhas para indicar para vocês, porque que nem eu estava falando para os meus amigos aqui, ultimamente eu estou consumindo muitas coisas nacionais. Né, principalmente no que diz respeito aos quadrinhos nacionais mesmo, sabe? Botaram o famoso mangá nacional, né? Vamos dizer, vamos falar a verdade, que eu já tô cansado de ficar vendo o otaku médio sendo o cachorro de rua de mangá japonês, né, meu anjo? Se você quer realmente um mangá japonês, se você pegar um mangá japonês para você, você não vai nem conseguir ler.

?Voz B

Gag, mata eles, mata eles!

?Voz A

Que a verdade seja dita, né? Então, para poder tirar você um pouco desse mundo, né, minha gente, eu trouxe algumas indicações bem interessantes de mangás nacionais também. Eu queria começar com o que eu gosto bastante, que se chama Rei de Lata.

?Voz B

Rei de Lata.

?Voz A

Rei de Lata é como se é o nosso KND brasileiro.

?Voz B

É muito interessante. A Turma do Bairro.

?Voz A

A Turma do Bairro. Com poderes, com tudo certinho, é maravilhoso. O que eu tô gostando é que esses títulos nacionais estão ganhando espaço com as editoras. Então a MPEG tá fazendo publicação de mangá nacional, a JPDC já fazia antigamente, a Panini já tá fazendo, tá começando a criar vergonha para poder fazer mais, né, Dona Panini? Enfim, e Rede Lata tá saindo também, tá saindo acho que o 6º volume, se eu não me engano. É maravilhoso, indico muito, é uma obra nacional interessantíssimo.

Os poderes são maravilhosos, o desenvolvimento dos personagens, principalmente porque são crianças enfrentando adultos, basicamente, que nem no KND mesmo.

?Voz C

Então assim, eu não conheço o KND.

?Voz A

É como, se não me engano, houve uma explosão nuclear no país, e aí algumas pessoas que tiveram filhos depois desse acontecimento, esses filhos nasceram com poderes.

?Voz B

Eita, gag!

?Voz A

E aí o que acontece é eles não são, eles não são submetidos. Eu não vou dar muito spoiler, muitas coisas, mas dá uma pinceladinha. E aí essas crianças, elas meio que estão enfrentando adultos que querem meio que o fim delas, né? Porque são adultos que querem crianças normais, basicamente. Tipo, resumando, resumindo, resumão. Então tem esses embates aí, aí tem desenvolvimento de personagens muito interessantes. Tem o José, que é o personagem principal, Tem, ai, tem o boneco Josias, tem o boneco de Magnétude, ele parece o Magneto.

?Voz D

Magneto, tudo.

?Voz A

E aí é legal, e é legal que tipo é Brasil mesmo, gente. Então tipo é, vocês vão ver sertão, vocês vão ver favela, vocês vão ver várias coisas do dia a dia da gente aqui, vocês vão ver tudo isso, é maravilhoso. Rei de Lata, vários cenários, vários cenários.

?Voz C

Onde que tem? Para onde que você consome? No genérico ou no—

?Voz A

não, eu vou comprar, mas ele tá disponível, se não me engano, eu acho que na Caricari deve ter lá. Aliás, são outras plataformas que eu quero indicar também, plataformas de mangá BR para você também ler. Tem a Caricari, tem a Fukitum, tem a Shonen West, que foi, que para mim foi o que assim deu mais gás para galera também ter gás para lançar mais plataformas. Tem a Zines também. Tem os mangás físicos também, as editoras que nem eu comentei, né?

A MPEC tá trazendo, JBC já tá trazendo, tem mais, tem mais aqui, aqui atrás tem outras aqui também, alguns aqui. Mas, gente, Rei de Lata é maravilhoso, super indico. Outro, eu vou até indicar outro mangá também que tá no gosto da galera, que é a Sense Life, que tá indo para o seu terceiro volume. E assim, É um estouro na Caricari, ele começou a ser publicado lá. Não começou, ele migrou pra lá, eu não lembro onde ele ia, mas eu comecei a consumir mais por lá.

Eu comprei os 2 volumes, tô esperando pra comprar o terceiro. É uma história maravilhosa, muito bom. E basicamente é uma história onde o universo, tipo, as pessoas, elas ganham poderes quando alguém muito importante pra você falece.

?Voz B

E aí te deixa um poder.

?Voz A

Eu não sei se isso é spoiler, mas eu acredito que não, mas é como o universo funciona. E aí vai desenrolando um monte de coisa, duas pessoas completamente opostas se conhecem. Tem o Caleb, que ele é um pouquinho mais porra louca, aí tem um rapaz que ele é um pouco mais depressivo, ele é mais quieto, que ele só quer encontrar um jeito de acabar, finalizar a vida dele, basicamente. E aí esse embate, esse contato dos dois vai desenrolando uma amizade muito interessante.

E aí você juntou com essa coisa do universo, então Só vai, gente, tem muita coisa, é bacana demais de se ler. Gente, eu recomendo essas plataformas, esses mangás também.

?Voz B

Como que é o nome da plataforma? Que, que, que, que, o quê?

?Voz A

Tem Kari Kari, é muito bom também. Então, gente, tem várias plataformas para vocês curtirem aí.

?Voz C

E eu joguei aqui o Rede Lata, tá R$150 para vender, ó, o volume 1, e tá belíssima, Arte. Eu achei assim lindo, porque é isso, incentivar também, né, a cultura nacional, né, gente? Porque não adianta só ficar postando na internet que gosta de cultura nacional e não consumir, né?

?Voz B

Eita, lacra mesmo! O rei de lacra, muito lindo! Quer ir? Quem quer ir agora?

?Voz C

Quem mais?

?Voz B

Minha?

?Voz D

E vai, Chico!

?Voz C

Eu vou então. Então, já que estamos nessa linha nacional, gente, eu sou do filmes, né? Porque eu amo filmes, eu consumo muitos filmes na minha vida. Assim, se eu pudesse ganhar só para ficar assistindo filme. Eu trabalho numa empresa de filme, mas eu não ganho para assistir filme, tá, gente, porque eu não assisto filme no trabalho. Então, mas eu amo assistir filmes, eu assisto muitos filmes. E eu vou indicar um filme que eu acho assim, se tivesse saído na minha adolescência, eu seria uma adolescente muito mais feliz.

Então eu vejo, eu fico muito orgulhoso de hoje poder ver esse filme ganhar vida E sendo uma produção nacional, e os adolescentes têm essa referência, e aí os adultos acabam também tendo essa referência. Eu, a gente tinha assistido no cinema esse filme e agora estreou na Netflix, que é uma comédia romântica, 15 Dias se chama. É verdade, acabou de estrear na Netflix. Engraçada a repercussão que ele tá tendo, que até fala um pouco, muito, fala um pouco, não fala muito sobre o brasileiro.

Porque a sinopse é um menino que ele é gordo e ele vai, a mãe dele vai receber um filho da vizinha que é um menino padrão, né? E aí ele vai ficar 15 dias na casa deles, eles vão ficar no mesmo quarto e aí eles começam a desenvolver ali um relacionamento inesperado, né? Tipo uma pessoa fora do padrão e uma pessoa totalmente no padrão. Então era um livro na verdade e aí acabou virando um filme. E quando saiu esse filme no Brasil, foi super criticado, né?

Porque as gays brasileiras falaram, ah, isso jamais existiria, jamais uma padrão ficaria com uma gorda, não sei o quê. Nossa, foi uma chuva de críticas. E a repercussão internacional tá sendo totalmente ao contrário. As pessoas estão achando, ai, que lindo, que maravilhoso um romance desse. Tem vários reacts de YouTubers gays assistindo assim, chorando. Ele ficou em, acho entre os 5 primeiros de língua não inglesa no mundo na Netflix.

Então, tipo, é muito lindinha. E o filme foi gravado na cidade da mãe do Greg, inclusive.

?Voz B

É verdade, olha que tudo é verdade. Eles vêm, tem umas cenas ali, menina, que eu falo assim, nossa, já passei aí, já passei aí, já passei aí, já passei aí.

?Voz C

Maneiros. Mostra uma escola brasileira, sabe? Não é uma escola tentando ser brasileira, né? Tipo A escola realmente brasileira, as casas brasileiras, a casa. Eu, o que eu falei para o Greco, eu fiquei impressionado é com a fotografia, amor, que fala, não é a direção de arte, direção de arte, a direção de arte. Sabe que você entra na casa de onde ele mora, é uma casa que todo mundo quer, sabe? Os detalhes da casa, um quadrinho, aquele, aquela mesa redonda com paninho de cima, sabe? De crochê de toda casa de mãe.

?Voz B

E é uma coisa maravilhosa desse filme, é como a Débora Falabella é uma boa atriz. Puta que pariu! A Débora, quando eu vi que a Débora Falabella ia fazer a mãe do rapaz, que assim, o menino tem, é para ele ter 15, 16 anos ali, né? Eu falei, nossa, mas a Débora Falabella parece tão nova, como é que ela vai fazer a mãe desse Gente, ela faz! Gente, a Débora Falabella é atriz. Aquela ali, você olha e fala, essa é atriz, essa é atriz.

Você inclusive percebe ela tentando entrar na mesma vibe que os outros e trazendo eles. Então ela meio que dirigindo a atuação dos meninos, porque eles parecem realmente— tem cena quando eles estão sozinhos, parece que eles estão muito eufóricos. Isso é meio, tipo, meio fora, tipo, um pezinho ali fora do personagem. Tipo, eles estão muito... Parece que eles estão muito felizes de estar fazendo o filme. Isso aparece neles, que eles estão muito felizes de estar fazendo o filme.

Só que quando eles estão em cena com a Débora, a Débora, ela consegue puxar eles. Então ela... É meio que ela tivesse trazendo eles pra órbita dela, sabe? Então ela consegue dirigir a atuação deles com a atuação dela. Isso é muito doido de ver, porque você consegue perceber, você consegue perceber que eles estão entrando na sintonia quando ela tá em cena. Quando ela tá em cena assim, você vê que ela não é só uma grande atriz, mas ela consegue levar todo mundo junto com ela.

Isso é muito bom de ver em ator, muito bom quando o ator não deixa os outros para trás, sabe?

?Voz C

Sim, ela é uma atriz excepcional atuando com dois meninos que estão fazendo o primeiro filme na vida, e ela, nossa, ela não desce, ela faz eles subirem. Isso que é a questão. Tem um número musical que, nossa, que é belíssimo o número musical, né? Bem de filme, né, clássico assim. E acho que é grande sucesso desse filme. Eles fizeram uma versão brasileira, sendo brasileiro. Eles vão ter uma hora que eles vão numa feirinha. Inclusive, até a gente foi numa feirinha dessa lá, né, quando a gente foi visitar a cidade, sabe?

Uma feirinha bem brasileira, essas feirinhas de quinquilharia que tem, sabe? E o número musical é com o Jão, né? Acho que é uma música do Jão. Olha, acho que o número musical final lá é com a música do João. É maravilhoso assim, tudo. E tem, tende a ser muito filme confort de muita gente assim, porque por mais filmes assim brasileiros tão fofinhos, LGBTs, né, histórias gays.

?Voz A

É tão bom ver uma história LGBT que não termina em desgraça.

?Voz B

Pois é, menina, ninguém tem que morrer e é nacional ainda. Exatamente. Eu acho que tem muito, muito, muita chance de ser tipo comfort movie dessa geração nova. Seria tudo, seria tudo, seria tudo.

?Voz C

E o padrão não é uma pessoa branca, né? Porque não existe pessoas brancas brancas no Brasil, é só todo latino, né? E eles escolheram uma pessoa latina para representar, né, o padrão. O que eu achei maravilhoso também, sabe? Não escolheram um loiro para ser o padrão, né?

?Voz A

Escolheram Faria Limer.

?Voz B

Eu achei incrível.

?Voz C

Bom, é vitrine, né? A vitrine é maravilhosa assim, para ela que produziu o filme, ajudou a produzir.

?Voz B

Um beijo, vitrine filme!

?Voz A

Babarizou, Dona Vitrine!

?Voz C

Exatamente, menina.

?Voz D

Gente, eu vou indicar um filme, é ótimo, né? Um jogo aí que inclusive quem me lembrou foi o Vé Chico, né, que vai sair aí dia 16 de setembro. Que para quem é fã de jogo de mundo aberto, RPG, ARPG, Pokémon principalmente, né, que é o Animo, ou Ânimo, enfim, ele é um RPG de ação em mundo aberto que você captura os bichinhos, que você consegue se transformar nos bichinhos, jogar com eles. É uma mistura de Palworld, Pokémon, Ark.

?Voz B

Aí é um monte de gente junta.

?Voz D

Tem um multiplayer, você consegue ali fazer algumas coisinhas no multiplayer, tipo pegar os bichinhos, explorar. Pelo que eu tava pesquisando, não consegue fazer missão. Acho que as missões principais são só single players mesmo. As secundárias eu não tenho conhecimento se pode ou não no multiplayer, eu imagino que não. Mas eu acho que o que mais importa ali é a exploração, você pegar os bichinhos com a galera e tudo mais. E aí ele vai sair agora, dia, se eu não me engano, 16 de setembro. Já tem trailer, já tem gameplay.

?Voz B

Eu não sei se já tem acesso antecipado, eu não acho que teve um teste, né? Teve um teste beta, acho que teve uns 2 dias, eu acho. Acho que foi um alpha e um beta.

?Voz D

Isso é, e aí Vai ter eSIM, PS5, Xbox Series X e S e mobile. Vai ter PC, PS5, Xbox Series X e S e mobile.

?Voz B

Vai ter mobile? Mentira!

?Voz D

Vai ter mobile, só que eu acho que o mobile vai ser uns diazinhos depois. Acho que vai passar uns, acho que primeiro lança no PC e console, acho que depois uns 5 dias é mobile.

?Voz C

E é Game Pass, né? Acho que o jogo já é de graça, né?

?Voz B

É, teoricamente, né?

?Voz D

Tem Game Pass, vai ganhar uns brindes, né?

?Voz B

Espero em Deus.

?Voz C

Aí a gente tá assim, eu e uma arminha pelo menos aqui, tá muito ansioso para jogar esse jogo.

?Voz B

Mas será que vai dar para construir casinhas?

?Voz D

Vai ter que construir.

?Voz B

Vale agora, tome, pegue meu dinheiro.

?Voz C

Nossa, e é isso. E vai ter passe, né, também acho, né?

?Voz D

Já vai ter passe, vai ter o passe livre, porque assim, como é um jogo de graça, né, então a empresa precisa ganhar dinheiro. Então vai ter aquele passezinho de graça que a gente vai ter e vai ter o passe pago. Espero que seja R$50 no máximo.

?Voz C

Exatamente, estourando.

?Voz B

Lá vai meu dinheiro de R$50 por mês, mais um Mais um passe nascendo. Eu já perdi esse mês, eu já perdi 4 que eu comprei, hein, que ela contou, que eu contei, que eu lembrei que eu comprei.

?Voz D

Mas tá muito bonito o jogo, tá muito bonito, tá assim, o beta eu não achei que ele tava tão otimizado. Eu espero que eles lancem mais otimizado. Eu vi que tava travando, o beta tava assim no PowerPoint. É, ele é no Unreal Engine 5. Então assim, não é todo PC mais fraquinho que vai pegar. Mas vamos ver, né? Vai que eles lançam aí igual o Red Dead, que é um jogo assim perfeito e pega em qualquer PC bom.

?Voz B

Pode ser. Ou pode ser um Marvel Rivals, que botou no PC, explodiu.

?Voz D

Qualquer PC explode. Do ruim ao bom, podre.

?Voz B

Todos iguais. A Marvel, ela não faz a diferença. Não discrimina, vai todo mundo morrer, vai todo mundo.

?Voz C

Ai, tô ansiosíssimo por esse jogo.

?Voz A

Ai, que tudo legal, não ia conhecer, amiga.

?Voz B

Olha que tudo é tudo.

?Voz C

Eu não gosto de colocar muita esperança porque às vezes você coloca tanta esperança e você decepciona, né?

?Voz B

Eu prefiro colocar e me decepcionar porque eu não perco muito tempo.

?Voz C

Eu tô tentando me controlar, tentando me controlar.

?Voz D

Subiram 10 minutos, ela já desinstalou, não quero mais.

?Voz B

Exatamente. Não, não, eu vou comprar o passe, jogar, chegar no nível 5, e aí eu desisto dele.

?Voz A

Do passe, do jogo.

?Voz B

Eu vou fazer o seguinte, a hora eu vou fazer uma indicação que é, eu comecei essa semana também a sei lá, eu tava ouvindo musiquinhas e aí eu comecei a ouvir canções antigas e tal coisa. E gente, eu gosto muito de MPB e tal coisa, e comecei a ouvir mais samba. E aí eu já gostava dela, mas aí eu comecei a ouvir interruptamente, que é a Beth Carvalho. A Beth Carvalho, assim, para mim, já ouvi, logicamente, anteriormente. Mas essa semana, por algum motivo, eu não sei o que que foi, eu não sei o gatilho, mas teve um gatilho que aí eu comecei a ouvir Andanças da Beth Carvalho e não parei mais.

Eu tô ouvindo há 6 dias sem parar. E não tô viciado, paro quando eu quiser, a hora que eu quiser. E assim, eu sou aquelas doidinha que eu preciso ver o artista, sabe? Eu preciso ver o artista cantando, eu preciso ver alguma coisa. Só que a Beth Carvalho já faleceu, já faz uns 10 anos, sei lá. E aí eu tava vendo as coisinhas dela e, bicha, Que mulher, que mulher a Beth Carvalho! Ela é aquela que dava oportunidade para todo mundo.

Então ela criou, ela criou não, né, ela apadrinhou, ela era a madrinha do samba, né. Então ela apadrinhou o Fundo de Quintal, o Jorge Aragão, o, assim, uma caralhada de sambista nasceu porque a Beth Carvalho foi lá e falou assim, vem comigo, bora! Uma mãe, uma mãe.

?Voz D

Ai, mãezinha!

?Voz B

E assim, para quem não sabe, ó, Beth Cavalho faz o L desde 1980, tá? Rainha, queen, a maior, a maior do seu nome.

?Voz D

Antes do L existir, minha linda.

?Voz B

L inventou o L, que o JK, ela é L. JK é L aqui, é L. E ela foi assim, é Voz política, falou contra a ditadura, falou sobre contra vagabundo, falou sobre contra um monte de marginal safado, fila da puta. Foi para França, ela lotava todos os shows que ela fazia na França. Ela foi para a França, você pode falar que você foi para França? Não foi? Então pronto, cala sua boca, você entendeu? Ela foi para França, lotou estádios, ela lotava todo show que ela fazia porque todo mundo amava Bete Carvalho.

E tem um show que ela fez na França que ela começa a falar em francês, apresentar o samba pros franceses. E ela começa a falar sobre o samba. Eu não lembro qual que é o título do vídeo, mas joga aí. É Beth Carvalho falando francês. Que ela começa a falar sobre o samba e você fala assim: Deus...

?Voz A

Devolve ela.

?Voz B

Deus, devolve ela e leva o Bolsonaro. Leva a família inteira.

?Voz D

Inteira, inclusive tá todo mundo morrendo menos ele.

?Voz B

Exemplo, olha que inferno, você entendeu? Então Beto Carvalho assim, gente, vocês puderem ouvir Andanças, ouvir, como que é o nome daquela música? Ai, putz, bota aí, bota Beto Carvalho no Spotify e ouve tudo, que eu não vou lembrar os títulos das músicas. Então bota aí, Beto Carvalho.

?Voz C

Legal é perder esse preconceito de músicas antigas, né, brasileiras, né, e realmente ouvir músicas. Porque é muito comum a gente ouvir músicas retros americanas, né, mas a gente acaba não voltando para ouvir músicas retro brasileiras. Então é muito legal, tem muita coisa boa.

?Voz B

E assim, acho difícil não conhecer pelo menos uma, pelo menos uma vai conhecer, sabe? Tipo, Andanças é uma música famosa que todo mundo regrava até hoje, é o Ai, como que é o nome daquela música, gente? Do— ai, eu esqueci o nome da música, puta que pariu. Mas enfim, bota aí a Beth Carvalho para tocar, viu?

?Voz A

Bota um som, vai fazer alguma coisa, pode Beth Carvalho.

?Voz B

Beth Carvalho e outro, gente, aquele rapaz Belchior. Belchior, maior compositor da história do Brasil, maior compositor da história brasileira é Belchior. Belchior e Jamelão, os dois. E o Cartola, os três.

?Voz A

Enfim, é a tríade, é a tríade.

?Voz B

Jamelão, Belchior e Cartola, os três. E a Beth Carvalho, uma das maiores cantoras brasileiras.

?Voz A

Pronto, é isso.

?Voz C

Ai, que tudo!

?Voz A

Habla mesmo?

?Voz B

Descansei. Vai, Luciane, você agora de novo.

?Voz A

Eu de novo, gente, eu já tô nessa vibe de mangás nacionais, vou continuar, tá? Vou indicar mais 2 mangás nacionais maravilhosos também, tá? O primeiro é o B-Tiger, tá? É um mangá nacional, é maravilhoso, a arte é incrível. Assim, eu, se eu fizesse mangá hoje em dia, se eu desenhasse hoje em dia, eu acho que o artista do B-Tiger seria uma referência para mim. Eita! Eu adoro o estilo de arte dele, é uma arte clean, limpa, você entende tudo que tá acontecendo, cenários são incríveis, eu adoro.

Acho que é o Ratal, o nome dele é Ratal, capricha demais, amigo. Um beijo no seu coração, você é maravilhoso.

?Voz B

Deus te abençoe nessa empreitada.

?Voz A

E é uma história que basicamente acompanha um menino que ele tem muita sorte naturalmente, ele é muito sortudo. Só que ele detesta jogo de azar. Ele detesta. Por quê? Porque o avô dele era viciado em jogos de azar e acabou encerrando a vida dele por causa disso.

?Voz B

Meu Deus, seu nome é Tiger por causa do tigrinho?

?Voz A

Gag! Segurou o plot. E aí o que acontece? Um dia esse cara, ele é atacado por uma criatura que se chama Quebrado, que são pessoas que não têm mais sorte. E aí elas se tornam essa criatura. Deles não tem mais sorte por conta dos jogos de azar. E aí elas se tornam criaturas. E aí para ele enfrentar essas criaturas, ele baixa um aplicativo. Ele tem um aplicativo estranho, misterioso, no celular. E aí desse celular sai um tigrinho, um tigre mesmo.

?Voz B

Meu Deus, o plot é maravilhoso!

?Voz A

E aí eles ali, eles fazem um pacto ali para um ajudar o outro. E aí ele consegue poderes com esse tigre para poder enfrentar os quebrados enfrentar quem perde a sorte por conta disso. É um mangá girando muito em torno disso, de bet e tudo mais, a luta contra bet e tudo mais. É maravilhoso, é muito bom, muito bom. Se não me engano, o Bitiger eu conheci por indicação, mas eu acho, deixa eu só ver, mas eu acho que deve ter no Kari Kari, se não me engano.

Mas está sendo publicado, eu acho, ou pela MPEG ou para New Pop. Alguma das duas.

?Voz C

Na Amazon, volume 1 tá R$49, nada. Aí, ó, um lanche do McDonald's, é maravilhoso, muito bom mesmo. Já vi aqui, belíssimo, belíssimo, muito bom.

?Voz A

E o outro que eu vou indicar se chama Lampião.

?Voz B

Já ouvi falar desse, já ouvi falar desse.

?Voz A

Isso já, esse é coisa, a arte é maravilhosa.

?Voz B

Lampião e Maria Fudida.

?Voz A

A arte fala do sertão brasileiro, conta a história de um dos maiores, uma das maiores lendas do cangaço, que acabou sendo morto por uma traição. E aí ele consegue fazer um pacto com uma criatura mística que traz ele de volta à vida para ele ter a vingança dele. E essa criatura passa a habitar o corpo dele, aparece aqui, ó, no pescoço assim, aparece. É lindo, a arte também é linda, maravilhosa. E eu super recomendo também, maravilhosa, salvai, gente!

?Voz D

Repete o nome, por favor, amigo dele.

?Voz A

Esse aí é o Lampião.

?Voz B

Lampião e Maria Fudida. E traços belíssimos, belo, belo, belo, belo, belíssimos, belíssimos.

?Voz C

Tô apaixonado por esses traços, é muito lindo.

?Voz A

O roteiro, eu vi aqui, acho que é o Carlos Eduardo que tá no roteiro, e a arte é o Heitor, Heitor é um nome japonês. Amatsu Carlo que fez, desenha muito demais, desenha muito. Oi amiga, desculpa.

?Voz D

É esse Amatsu Carlo que fez? São duas pessoas ou são uma?

?Voz A

São duas pessoas que faz campeão, uma fica no roteiro e a outra fica na arte.

?Voz D

Nossa, belíssimo, viu?

?Voz C

R$49, não, R$50 também na Amazon.

?Voz B

Coisinhas.

?Voz A

Você aí tá querendo pagar, aí eu vou desabafar, você tá querendo pagar mais de R$100 numa edição Kanzenban de uma série antiga japonesa que não tá recebendo nenhum devido atenção em detalhes do que você merece, minha flor. Olha aí, com R$50 você já compra um item maravilhoso BR nacional que vai enriquecer o seu imaginário, vai servir, ó, de carga para você, ó, sabe? Referência BR nacional. Respira, você tá aqui no Brasil, vai, gente, aproveita, muito bom, recomendadíssimo.

Agora lacrimeja totalmente, eu lacro mesmo, eu nasci para lacrar, eu vou lacrar é tudo.

?Voz B

Zico, oi, it's your turn.

?Voz C

Eu, eu vou continuar trazendo filmes e agora eu vou trazer um filme que eu achei assim uma jogada incrível, que é um filme, tipo de filmes que não estão saindo mais muito, né? Porque a gente só vê filme tipo, ah, no quarteirão, blockbuster, filme que tem explosão, captura, desenho, não sei o quê. E aí saiu um filme recentemente que a gente, eu e a madame, falou, ah, queremos assistirzinho. Aí começou uma repercussão, começou uma repercussão, todo mundo começou a assistir.

A gente foi assistir também no cinema, a sala A gente foi numa terça-feira e a sala tava lotada assim, a gente ficou passado. Então é, o filme chama O Convite, é um filme de adultos. É muito doido, né, pensar que tipo é um filme para adultos, que não tem mais esse tipo de filmes, né, para adulto. Ou é filme para adolescente ou é filme para criança, né? E aí os adultos acaba sendo filme para adolescente, mas eu não tenho filme para adultos.

E a sinopse Eles são, é um casal, e aí eles estão casados há muito tempo, e eles vão convidar o casal de cima do apartamento deles para fazer uma recepção na casa deles, que eles querem fazer amizade e tudo. Mas, gente, começa a acontecer umas coisas assim, e o filme inteiro se passa nesse apartamento, nessa noite deles no happy hour, entre aspas. E aí começa a Eu não sei se eu dou spoiler ou não. Não dou spoiler, né, amor? Não.

Mas vai assim, vai assistir, porque assim, são várias coisas realmente que vão acontecendo e eles vão discutindo as duas relações, tanto de um casal que parece que tá mais bem resolvido e o outro. Só que no fim, os dois casais têm problemas e vão conversando e vão se resolvendo ali. E é uns diálogos que você fica assim, é aquele tipo de filme que você sai diferente do jeito que você entrou. É muito doido assim, até perigoso esse filme.

Às vezes até perigoso assim, mas é porque você sai diferente do jeito que você entrou assim. O filme te provoca coisas.

?Voz B

O filme assim, gente, que texto! Que eu falei para o Zico quando a gente saiu da sala de cinema, é a primeira coisa que eu falei para ele: faz anos, muito tempo, muito tempo mesmo que eu não saí de uma sala de cinema que eu penso Puta que pariu, esse texto é maravilhoso. Esse texto foi bem escrito. Esta pessoa que escreveu esse texto quis escrever esse texto. Ela tinha vontade de escrever esse texto. Porque é um diálogo, assim, é tão rapidão, assim.

E é uma comédia que todo mundo na sala riu ao mesmo tempo. Todos, todas as pessoas que estavam na sala riam.

?Voz A

Todo mundo se identificou, né?

?Voz B

Todo mundo se viu. Tem esse gênero que tá saindo agora. Que o pessoal tá chamando de Millennial Movie, que é filme sobre os millennials, né? Que é tipo, teve The Drama, teve esse daí, O Convite, que são filmes sobre pessoas, são os millennials, né? Pessoa que tá chegando agora aí nos, entrando nos 30, 40, né? Dos 30 para chegando quase nos 40, né? Mas tá nos meios dos 30 e que é a reflexão dessas pessoas sobre a vida, sabe? Então, e principalmente sobre relacionamento, né?

E com os problemas que são dessas gerações, sabe? Com os problemas que é tipo, não é, por exemplo, dos meus pais, dos meus avós, que eram tipo problemas de, sei lá, virada de moeda, troca de, sabe, pós-guerra e tudo Guerra Fria, essas coisas.

?Voz C

Então são outros problemas da vida, sei lá, problema de depressão, problemas de não ser feliz no trabalho, além de todo, todo clima socioeconômico mundial.

?Voz B

Mas são os problemas que a gente descobriu que existem ao longo da vida, né?

?Voz C

Então facilmente é o filme do ano, facilmente o melhor. Eu acho difícil ter outro filme no ano que vá superar convite.

?Voz B

Para mim, ele é o meu filme do ano, assim, sem dúvida nenhuma. Ele tem aquele— eu não sei se chegou ainda.

?Voz C

Eu acho que ele ainda não. Daqui a pouco ele entra na Amazon, ele vai, deve entrar na Amazon. Daqui a pouco ele entra na Amazon. Ele tá no cinema ainda e foi uma aposta até porque o filme entrou no período de férias. E eu falei assim, porque acontece que hoje a gente tem muitos adultos que não têm filhos e eles não querem assistir filme de criança, né? Então esse filme foi um sucesso por ser um filme bom e por ser uma opção para quem quis ir no cinema sem assistir filme de criança.

?Voz B

E meio que o filme meio que toca nisso também, porque tem tipo o casal principal, entre aspas, é o casal que tem filho, só que tipo a criança nunca aparece. A criança nunca tá em cena. E o outro casal não tem filhos e eles são tipo meio que bem resolvidos em em questão a isso, sabe? Então é meio que assim, a questão de parentalidade é meio que bem resolvida, na forma que você tem e quer, você não tem e não quer, e acabou. Esse é o assunto, sabe?

E se você não tem, a gente tem que encontrar meios de sobreviver ainda como adultos e não apenas como pais, sabe?

?Voz C

Olha que tudo É maravilhoso. E o elenco é Olivia Wilde, que é a diretora inclusive do filme, o Seth Rogen, a Penélope Cruz e o Edward Norton. Então são só essas 4 pessoas que aparecem no filme. E a direção da Olivia tá maravilhosa, incrível.

?Voz B

Aquela cena de abertura que é tipo ela fazendo as compras para o jantar e ele tipo se virando para sair do trabalho, chegar em casa com Tipo, gente, olha, é maravilhoso. Eu amei aquele filme, eu amei esse filme. Para mim é o filme do ano, assim, sem dúvida.

?Voz C

Oportunidade de assistir no cinema ainda, vamos assistir, mas daqui a pouco tá no streaming assim. Mas é, foi tipo, e por mais filmes assim, filmes de milênios, né, porque o outro também, o drama que o Gracie falou, também é maravilhoso também. Olha, não tem explosão, não tem, é filme de história, sabe? Que é porque o cinema foi inventado. A gente esqueceu do motivo da invenção do cinema. O cinema foi inventado para contar histórias, né?

E não para mostrar explosão, não sei o quê. Eu acho mais legal disso do que esses filmes remetem e voltam à origem do cinema, porque que existe o cinema.

?Voz A

Traz de volta aquela mensagem gostosa do cinema, que é você ir curtir um filme.

?Voz B

Eu saí assim se identificar, né, com a arte que você tá assistindo, né?

?Voz C

É provocar, né, você. É isso que causar, que os quadros causavam nas gerações anteriores, as óperas, né, as peças de teatro. Causa aquele incômodo, aquele, às vezes a gente ria na sessão, mas você ri meio de constrangimento assim, e outras horas você ri de nervoso, que é engraçado. Mas são esses tipos de risadas que o filme arranca Gente, assim, maravilhoso, muito bom esse filme.

?Voz A

Ah, eu quero ver, eu quero ver.

?Voz B

Vamos, vamos, Marcinho Liu.

?Voz D

Gente, continuando nos jogos, eu vou indicar para vocês, na verdade não é mais um MMORPG, né, que o Animo não é MMO, é um RPG. Esse aqui é um MMORPG que é o Aion 2, que é da NCSoft. Quem aí conhece a NCSoft sabe que é mais um lixo, né. Mas enfim, o Aion 2 é um MMO mais fantasioso assim. Quem gosta de Throne and Liberty vai gostar do Aion 2. Ele é uma coisa mais, sabe, magias, poderes, bruxarias e coisas assim. E aí ele vai ser lançado agora, o acesso antecipado dele agora dia 30 de setembro, e dia 5 ou dia 6 de outubro é o lançamento oficial do Aion 2.

Então quem gosta aí de MMO, mundo aberto, magias, poderes, asas, montarias, asiáticas peitudas, e personagens brancos, tem o Iron 2 para vocês.

?Voz B

Posso entrar? Olha aí!

?Voz C

Mas eu tô olhando aqui só a personalização de De personagem tem um monte de opção.

?Voz D

Então já é, tem várias opções, mas o trailer você fala assim, só não tem um preto, só branco. Não, né, amarelo, que asiático não é branco, mas não é todo sonho de asiático que é ser branco.

?Voz A

Olha aí, e vai ser para qual plataforma, amiga?

?Voz D

Vai sair infelizmente só para PC, né, não temos aí console, mas eu acho que em breve eles lançam para console até Porque, né, gente, quem não lança para console perde. É verdade, console vende.

?Voz A

Ultimamente estão optando até em versões mobiles do jogo.

?Voz D

Exatamente. Então vai sair aí para PC, mas eu imagino que em breve saia para console e para mobile, já que a NCSoft tem uma grande lista aí de jogos mobile. E o jogo também é free-to-play, você não paga nada. Tem aquela mesma questão do Animo e de outros jogos que já tem aí de sucesso, né, que é Comprando passezinho lá você ganha skin. Não tem pay-to-win, não tem essa de você— quem é fã de MMO sabe disso. Quando você entra no MMO, a grande maioria você pagou um dinheirinho ali, já tá full, já tem tudo, já mata todo mundo.

No Aion não, no Aion você vai ter um skinzinho de um cavalo, uma montaria, uma asa, uma roupinha, e é isso.

?Voz B

É uma coisa, um negócio.

?Voz C

É, são jogos que traz uma paz assim também, né?

?Voz D

É, você consegue ali ficar algumas horinhas jogando de boa, sem muita preocupação. Ele é PvE e PvP, então ele não tem essa preocupação de ser full PvPzão, full luta, full tá se estressando ali. Não, você faz seu farmzinho de boa, vai tranquilo ali, puxa, vai com Deus. Se quiser jogar hoje, joga. Se não quiser jogar, não joga. Você pode fazer tudo fim do mês, sabe?

?Voz B

Tá bem, tudo hoje, depois de manhã, uma coisa mais assim. Corta para eu dar live, filha da puta! E pode ser nem pessoa, é qualquer coisa, qualquer coisa. Se tiver uma parede na frente, não deu certo assim. Você vai ver só, me aguarde. Eu vou deixar o meu aqui por último então, que eu vou falar, eu vou chorar. Então agora a gente vai, Lucy, direto, vai você. Eita, mulher, vou falar, eu vou chorar.

?Voz A

Eita, amiga, respira. Eu vou respirar, gente. Vamos continuar, eu vou continuar na vibe de mangás nacionais. Tá? Eu vou começar indicando mais dois, tá? Só mais dois para vocês. Eu queria indicar um chamado Dusk Maiden, tá? Ele foi feito pelo Ricardo Mango. Este mangá concorreu a um prêmio lá num concurso japonês, tá? Da Manga Plus Global, e ele ganhou o prêmio de prata desse concurso. E o prêmio foi ser publicado mundialmente junto ao lado de outros títulos da Shueisha.

Então, por exemplo, Duskmaiden foi, tá sendo publicado no mesmo lugar que tá sendo publicado digitalmente mundialmente One Piece, Boruto, Dandadan, Spy x Family, Sakamoto Days. E ele tá lá, o nosso. E ele tá lá, quem quiser pegar, quem quiser pegar. E ele basicamente é o nosso Elden Ring brasileiro, gente, o Duskmaiden. É uma arte belíssima, é maravilhoso, é maravilhoso.

?Voz B

Como é que é o nome? Duskmaiden.

?Voz A

Duskmaiden, isso. Aí a história gira basicamente em torno de uma, da Duskmaiden, que é a principal, né? Eu vou chamar ela assim, né, por enquanto, que ela tinha uma história pós, sabe aquelas histórias de aventura que você chega no final, enfrenta o vilão final final e aí acaba, aquele clichê. Essa história é basicamente um pós-aventura, porque a aventura dessa DestinyMind era basicamente matar o Rei Demônio para poder salvar a humanidade, né, o universo e tudo mais, o planeta.

Só que esse Rei Demônio era basicamente um bebê, um recém-nascido completamente indefeso, a coisa mais fofa assim, a coisa. E ela não conseguiu. Fazer isso. E a jornada dela é sobre isso, sobre redenção e tentar novamente salvar o mundo desse rei demônio depois de anos.

?Voz B

Assassinos de bebê, ele quer um mangá de assassinos de bebê.

?Voz A

Olha aí, ó, é muito interessante. E como eu disse, é um Elden Ring brasileiro, porque se você for ver, é uma pegada medieval medievalzão, meio bem medieval, bem bastante medieval. E as criaturas que aparecem são criaturas tipo, tem o Curupira, aparece o Curupira, uma criatura chamada Curupira, por exemplo. Legal, gente, é maravilhoso. As referências à vida brasileira tá tudo lá. Eu recomendo, muito bom, muito, muito bom. Vai ganhar ainda publicação, ainda não tá sendo publicado fisicamente, mas eu acho que vai sair pela Mpeg.

A Mpeg maravilhosa, a Mpeg Indivisível, New Pop. New Pop também que tá trazendo também bastante muitos títulos nacionais e bastante título de gay. Então muito obrigado, tá? A gente agradece.

?Voz B

Mais um gay nascendo, mais um nascendo.

?Voz A

Então, gente, conheçam Duskmaiden do Ricardo Mango. Ele faz live no YouTube desenhando Duskmaiden, a legenda em japonês e um brasileiro desenhando, conversando com o chat. É maravilhoso, Duskmaiden é muito bom. E o outro se chama Forma ou Consciência, desenhado pelo Gabriel Áquila, que é o artista do Ordem Paranormal. E é assim, eu acho que se vocês jogarem aí o Forma Consciência para vocês verem as imagens, como é, a arte é impecável, a arte é belíssima, é muito lindo.

Só que é um mangá que ele, por ser muito trabalhoso e o Gabriel ter muitos trabalhos para fazer, então ele acaba demorando muito para sair. Já saiu a primeira, o primeiro volume faz um tempo Primeiro, é o primeiro volume, faz muito tempo, e só agora vai sair. Acho que ele já até publicou a capa do segundo volume. E assim, é, gente, é maravilhoso. Eu sei que eu fico dizendo que todos são maravilhosos, mas eu fiquei assim, realmente são, são propostas completamente diferentes cada uma.

E esse Forma Consciência conta a história de um mundo que é perigoso e é violento, e é violento e habitado por pessoas com os traços e aspectos meio animalescos, sabe? E aí é basicamente a protagonista, tem uma protagonista nesse mangá que ela sai enfrentando esses inimigos e tudo mais. E aí ao longo do caminho ela vai formando, vai juntando aliados, vai fazendo um grupo.

?Voz B

É um Sete Além, é um Sete Além.

?Voz A

E aí ela vai, eu não vou falar muita coisa porque tem mais coisas que vai acontecendo nessa jornada dela nesse mundo, sabe? Mas é uma jornada que eu já aviso, é uma jornada de sangue, é uma jornada de dor, é uma jornada de amor, é uma jornada sobre sentimentos e principalmente sobre o amor incondicional da protagonista pela filha dela. Então assim, vai, não vou falar muita coisa porque a farmacociência, quanto menos você souber para saber da história, melhor. Então tá recomendadíssimo Farmacociência e Dusk Maiden.

?Voz B

Gostaram?

?Voz C

E aí Para quem não sabia, o Luca trouxe um monte de artes e mangás brasileiros, né?

?Voz B

Porque mangá brasileiro, 6 mangás brasileiros, Queen.

?Voz A

Exatamente. Eu quero ver agora quem é que vai falar que brasileiro não pode fazer mangá. Eu quero ver quem é que vai falar que brasileiro não tem criatividade. Vamos lá, gente, vamos comprar, vamos apoiar o mercado nacional. Vai lá, boba, para de ser boba.

?Voz B

Tem uns mangá aqui no chão, quiser pegar, por favor, por favor.

?Voz C

Zico, eu vou trazer um último filme aqui que eu não sei como esse filme apareceu na minha timeline. Eu não sei, eu não sei por que que eu fui assistir esse filme, sei lá. Eu sei que, ah, eu acho que ele recém estreou na HBO e eu tenho uma atriz que eu gosto muito E aí eu coloquei na minha lista. E aí eu às vezes eu pego no meu Letterboxd, fala assim, vou assistir um filme aqui. E aí a primeira opção que aparece para mim eu assisto.

Ele tem a— como que é o nome da atriz? Ele tem a Kathy Bates, que é uma atriz maravilhosa. Então eu falei, ah, se tem a Kathy Bates, meio filme já tá garantido. E é um filme dos anos 90. E aí ao mesmo tempo eu falei assim, nossa, Hollywood desaprendeu. Me atraiu a fazer filmes, porque é a essência de filmes. Tipo, é uma mulher que trabalha há 30 anos como empregada doméstica para uma ricaça. A ricaça morre e ela é acusada de assassinato numa cidadezinha desse tamanhinho assim.

E a filha dela, que é jornalista em Nova York, vem para cidade para acompanhar. Só que aí você começa a descobrir que ela e a filha dela tem uma treta, e o filme vai tentando contar assim por que que a filha dela e ela tem uma treta. E é uma moça, tipo, ela dedicou 30 anos para trabalhar para a mulher. Por que que ela teria matado a mulher? Será que foi ela que matou mesmo? Será que— então vai tendo essa coisa assim no filme. E é, aí você descobre que tem uns machos toscos e eles começam a expor os machos toscos no filme dos anos 90.

Isso, sabe? Fico, caramba, como pode? Nossa, é assim, é maravilhoso. Se chama Eclipse se total o filme, um nome bem cafona, né? Acho que o nome original é Dolores Claiborne. É um livro do Stephen King, assim, você começa, falei, nossa, como Stephen King contribuiu para o cinema americano, né? É um livro do Stephen King, mas é um filme maravilhoso, tem um plot twist incrível que eu falei assim, gente, eu não acredito! Sabe, é gostoso de tipo filme que você assiste, que quando você descobre que são vários plot twists acontecendo no final assim, que você fica boquiaberto.

?Voz B

Eu vou assistir esse daí.

?Voz C

Eu não acredito que isso tá disponível na HBO Max, o filme.

?Voz B

Como que é o nome? Eclipse Total, né?

?Voz C

Eclipse Total. Você tem preciosidades que são feitas assim, que estão prontas do passado, sabe? E que poderia ficar assim abandonado para o resto da vida. E são filmes muito bons. Então às vezes a gente fica querendo assistir coisa nova, sendo que tem coisa muito boa já feita e de antigamente. Eu amei. Assim, para mim, por mais filmes assim, a Amazon coloca um monte de filme bom de antigamente sem falar nada para ninguém. Ela simplesmente joga lá.

Você tem que garimpar os filmes da Amazon, mas tem muito filme bom na Amazon. E a HBO é que a HBO colocam por mês, aí chama atenção, né? Sim. Tal chamou atenção por causa disso, porque entrou assim. E a Stephen King, como esse cara contribuiu para Hollywood assim muito, sabe? Ele não faz só terror, ele faz tipo, é um suspense, um thriller, né?

?Voz A

Nossa, ele é bem diversificado, né?

?Voz C

Ele é muito diversificado, Stephen King, assim. Eu nunca li um livro do Stephen King, mas eu amo Stephen King porque eu assisti muitos filmes dele, né? Muitos filmes das histórias. Inclusive tem um episódio especial que a gente fez aqui, eu e o Graffy Semana passada, sim, contando Casa dos Horrores, foi especial Stephen King.

?Voz B

Quem não ouviu, aí ouve aí.

?Voz C

A gente traz toda a carreira dele para Hollywood, para livros assim. Então fica essa dica, minha última dica: Eclipse Total na HBO. Vocês não vão se arrepender.

?Voz A

Achei tudo, achei babado, gostei.

?Voz B

Marcinho Liu.

?Voz D

Gente, a minha última indicação vai ser não um jogo e não um filme e não uma série, ou uma coisa, jamais um quadrinho, que eu não sei ler. É verdade, mas vai ser o meu novo hiperfoco, que se chama Kylie G. Para quem não conhece, coloca aí agora no Instagram que ela acabou de lançar novos stories. Eu detesto todos os influenciadores do mundo, mas a Carly Gui eu passo o pano. Coloquem lá, Carly Gui, ela é a nova rainha dos memes.

Ela é gay, homossexual, preta, do Piauí, que não é do Piauí, mas é de São Paulo, e é muito engraçada.

?Voz B

E viciada em tubaína, viciada em tubaína.

?Voz D

Ela é contra betes, hein.

?Voz B

Sim, tudo. E ela precisa do dinheirinho dela para tubaína dela, porque ela é do Piauí, ela é viciada em tubaína. É, querendo ou não, querendo ou não.

?Voz C

Tô procurando aqui, não tô achando como que escreve.

?Voz D

Kylie igual Kylie Jenner and Kylie Minogue.

?Voz B

Coloca tudo junto, Kylie Gui.

?Voz D

Pensa no boyola engraçado, ela é everything.

?Voz B

É verdade, é o hiperfoco mesmo, porque a cada 10 minutos ela me manda um stories novo dessa menina.

?Voz D

Ela é nova com muitos memes.

?Voz B

É ela, né? Não tem jeito, ela nasceu para isso, ela será sempre.

?Voz D

Quando uma suprema morre, no caso todas as outras, nasce uma nova.

?Voz B

E a Kylie Gay, ela é assim, ela tem um filtro. Tem um filtro, ela só precisa disso, só porque ela não se ama. Isso, tá, bala!

?Voz D

Não se aceita, muita gente não se aceita um pouco, é verdade.

?Voz B

Quem não se aceita de forma nenhuma, então olha aí, ó, quem não se aceita pode seguir. Um beijo, Kylie, um beijo para você, um beijo, querida. Gente, eu vou encerrar É vibrando baixo.

?Voz C

Ai, meu Deus.

?Voz B

Porque hoje, felizmente, aí infelizmente faleceu Tim Curry, que é assim, é um dos atores que quando você para para prestar atenção, você fala, caralho, como essa pessoa esteve presente na minha vida, né? E aí hoje eu acordei com meu marido fazendo assim, ó, Ei, Tim Curry morreu! E eu falei, meu Deus, não, não é possível!

?Voz C

Mas eu agora disse, se prepara, segurei a mão dela.

?Voz B

E aí assim, vou contar a história, minha história com Tim Curry. Eu conheci o Tim Curry, a primeira vez que eu vi o Tim Curry foi naquele filme Os Muppets na Ilha do Tesouro, que é onde ele faz aquele pirata completamente maluco, que é assim, mudou minha vida. Porque ele era um pirata super extravagante assim, ele tá em busca lá dos tesouros e tal coisa, ele começa, ele se enche tanto de ouro, de coisa assim, eu falei, gente, eu queria muito ser ele, meu sonho era ser ele, meu sonho.

Acho que inclusive foi daí que veio o meu vício em coisa dourada, ó. Tudo dourado, tudo que é dourado vem desse filme com o Tim Curry fazendo o— esqueci o nome do pirata, mas enfim, gente, quem tiver aí pode assistir. Eu acho que, se eu não me engano, tá na HBO, Os Muppets na Ilha do Tesouro. Aí um tempinho depois Eu assisti pela segunda vez o Tim Curry fazendo o It, né, o Pennywise, na primeira versão lá dos anos 80 e tal coisa.

Que se eu não me engano, não lembro se foi no SBT que passou, mas foi a primeira vez que eu vi o Pennywise e já fiquei toda cagada, né, não consegui mais dormir. E aí a terceira vez que eu encontrei o Tim Curry foi com o Dr. Frank-N-Furter de Rocky Horror Picture Show, que eu assisti. Eu acho que eu tive que baixar esse filme no LimeWire. Não sei se vocês lembram do LimeWire. E só que Eu tava vendo várias imagens, fotos dessa pessoa, que eu, que pessoa é essa esquisita e tal.

E eu fui saber o que que era, fiquei sabendo que era Rocky Horror e baixei pelo LimeWire. Só que assim, você, quem lembra de LimeWire, vinha em 4 partes, cada parte de 95 GB, então demorava uma semana para baixar. E foi a primeira vez que eu assisti o Rocky Horror. Assisti na época, eu acho que eu não cheguei a entender completamente o que que era, mas eu já me apaixonei pelo filme. E só fui ele assistir de novo em 2009, quando eu tava com o Zico.

E eu tava com o Zico e tipo em casa eu falei assim, você precisa assistir um filme. E aí eu comprei o DVD. Acho que a gente inclusive, acho que a gente saiu para comprar o aparelho de DVD Você lembra disso? A gente saiu para comprar um aparelho de DVD porque eu tinha comprado o DVD de Rocky Horror Picture Show. Então, só que a gente não tinha onde assistir, então tinha que comprar o DVD. Aí a gente saiu para comprar o aparelho para assistir esse filme, que eu falei assim, você precisa assistir esse filme, você que é um gayzão.

?Voz A

E assim, foi o que a senhora fez comigo, né? Porque eu também não tinha visto esse filme.

?Voz B

Exatamente. E é o que eu vou fazer com chamo todo mundo porque eu vou fazer uma live assistindo esse filme em live. Eu vou levar cultura para esse povo. E é assim, é um filme que, sei lá, eu acho que é um filme que mudou a minha vida de várias formas. Aí, ó, tá vindo. É um filme que mudou muito a minha vida de várias formas, de sei lá, de amor à arte, de sentimento de pertencimento, de como formar uma comunidade, como conversar com as pessoas, como se abrir para as pessoas, como realmente trazer as pessoas para você, para o seu mundo, e de fazer parte do mundo delas, sabe?

E tem aquela cena do final que ele Ô mulher, tem aquela cena do final que ele canta de tô voltando para casa. E eu acho que nesse filme foi isso que eu senti, sabe? De essa sensação de, gente, isso aqui é minha casa! Esse filme é minha casa, eu moro aqui nesse filme. E ele foi essa pessoa, esse personagem que É de verdade, mudou muito a minha vida. E não queria que terminasse assim o episódio de hoje, gente, mas é Rocky Horror para mim é um, sei lá, é um, é mais do que qualquer outra coisa que eu já participei na minha vida.

E eu me sinto participante de Rocky Horror, sabe, assim como todo mundo que já assistiu Rocky Horror, eu acho que pode se sentir. E relembrando do Tim Curry, as partes que ele fez parte da minha vida, foi muito— gente, como é que um rapaz conversando com um monte de bicho de pelúcia poderia ter mudado, sei lá, a fantasia de uma criança? E foi isso que ele fez para mim na minha infância. Depois como que ele me fez apaixonar por terror, sei lá, por Stephen King, quando eu tinha, sei lá, 12, 13 anos, num filme.

E quando me tornei adolescente ali, quase um adulto, ele de novo traz isso. E aí ele me ajuda a criar um vínculo com o meu marido, me ajuda a criar um vínculo com meus amigos, e me ajuda. Então assim, Tim Curry para mim é Foi um personagem muito recorrente e daqueles personagens que a gente não faz parte, não entende como tá fazendo parte da nossa vida. É daqueles atores que a gente fala assim, puta, é esse cara, eu lembro dele, eu lembro, eu sei quem ele é, ele fez parte de toda a minha, todo o meu conhecimento cultural, todo o meu engrandecimento cultural, minha vontade de ser criativo, minha vontade de sei lá, ser eu, sabe?

Ele fez parte disso. Então eu vou indicar para vocês tudo do Tim Curry. Assim, assistam o Muppets na Ilha do Tesouro, assistam o It, o Pennywise dele, assistam Rocky Horror Picture Show, pelo amor de Deus, que esse filme é essencial para a vida de todo gay. Todo gay tem que assistir esse filme.

?Voz C

Teve a oportunidade de ir no cinema, que ele reestreou ano passado no cinema.

?Voz B

Exatamente.

?Voz C

Fiquei muito feliz de ter ido. A gente fez questão de ir assistir esse filme. E é muito doido porque era uma sessão, sei lá, quarta-feira, 4 da tarde, e a sala tava lotada de gays, tipo, assistindo esse filme que representa muito isso. É um, tem um número musical, tem uma travesti, ele faz uma travesti, né, tipo nos anos 60 isso. E tem a comédia, tem o terror. Ele muito representativo. Ele traz tanta coisa assim tão profunda nesse filme que você olha assim, você fala, a princípio você olha, nossa, que filme bagaceira, mas aí você vê como ele toca as pessoas assim, como ele foi um dos primeiros musicais que o Luca assistiu também, né?

?Voz A

Eu nunca me esqueci, para falar a verdade, ficou marcado assim, né?

?Voz C

E ao mesmo tempo emocionante, né?

?Voz A

Eu vi esse filme com vocês, eu lembro que uma vez eu comentei, ah, eu achei, eu fico fiquei um pouquinho envergonhado, tudo mais, porque eu fico um pouco envergonhado com musicais. Mas eu me pego lembrando de algumas cenas assim desse musical. De alguma forma ele, ele clicou para mim também, ele fez girar.

?Voz C

É isso, ele causa uma coisa na gente LGBTs assim que é inexplicável. Eu não sei o que é, mas é inexplicável assim o que ele, o clique que ele dá na gente. E fora assim, ele tá em cartaz até hoje nos Estados Unidos, ele teve várias montações de teatro, ele teve paródias do Glee, ele sim, esse filme, e na época que estreou foi um fracasso assim. Imagina você fazer um filme sobre uma transexual de terror nos anos 60 assim, não vendeu nada o filme.

Só que graças a tudo assim, graças à cultura ao longo dos anos, ele foi sendo reconhecido com o talento que ele mereceu, né? Então Hoje, dia que a gente tá gravando, é o dia que o Tim Curry faleceu. E é isso, é um ator, são atores que, ah, ele nunca foi tipo um grande, assim, um grande ator valorizado em Hollywood, né? Sempre fez filmes medianos ou assim, papéis medianos, mas numa importância e tão profundo que é absurdo assim esses papéis.

?Voz B

Eu diria que ele é obviamente um grande ator. Eu acho que ele não Ele não cedeu a Hollywood. Esse eu acho que é o ponto. Ele não cedeu a Hollywood. Eu acho que o preço que se paga a não ceder a Hollywood é você não ter seu nome piscando em letreiro assim o tempo inteiro. É você não tá com paparazzi no seu portão gritando seu nome. Então eu acho que é isso que ele fez. Ele, sei lá, Não tem nem palavras para descrever assim. E outra coisa, tem um filme que ele fez, eu não, esse filme eu conheço menos, mas é, esse filme é essencial para o cinema como um todo, que é um filme que mudou a fantasia dentro do cinema, que é A Lenda.

A Lenda é um filme do Ridley Scott que tem o Tom Cruise como herói. Se eu não me engano, é Michelle Pfeiffer que faz o filme com ele. E o Tim Curry, ele faz, ele é uma versão, é um diabo, ele é basicamente um demônio. Vocês já devem ter visto, é um, quem procurar aí, ficou bem icônico, né? É um, é esse filme mudou tudo no cinema, na representação de fantasia no cinema. Por causa desse personagem. Inclusive, esse filme não passava na TV aberta por causa dessa representação do diabo que ele faz.

E é tipo, é uma das cenas mais icônicas de tipo aparição, de tipo introdução de um personagem, que é ele saindo de dentro de um espelho, é um portal, alguma coisa assim. É ele saindo ali, aí mostra o pezão de bode aparecendo assim. A maquiagem, o efeito O efeito em cima dele ali assim, gente, ele fez só barbaridades no cinema. Ele é maravilhoso. E essa A Lenda, né, esse filme é o que mudou assim o filme de herói, né, de fantasia dos Estados Unidos.

Então assistam aí, ó, A Lenda, Os Muppets na Ilha do Tesouro. It, eu acho que não vai ser mais difícil porque como é minissérie, né, eu não sei se vai estar em todos os lugares. E principalmente Rocky Horror Picture Show, que é life-changing.

?Voz C

É Rocky Horror e Muppets estão na Disney, disponíveis na Disney, e a Lenda tá disponível no Telecine, no Telecine, no HBO.

?Voz A

Arrasou!

?Voz C

Só para as pessoas saberem onde procurar, porque para não ter desculpa, ah, não tá tudo aí, vai lá assistir, porque é muito, muito icônica. E se você é um LGBT, você tem obrigação de assistir Rocky Horror Picture Show.

?Voz B

Exato, gente. Não era a notícia que eu queria hoje, não queria terminar assim, mas vai terminar assim porque Rocky Horror merece. E esse foi o nosso episódio de hoje. Se você gostou, deixa aí seu like pra gente, comenta aqui embaixo se faltou alguma coisa. Você gosta de tudo isso que a gente falou aí? Já conhece? A gente vai deixar marcadinho também aí todos os autores que o Luke falou. E os filmes aí, vocês ouviram onde é que vão estar? E a gente se vê semana que vem.

?Voz C

Depois volta e comenta aqui, assisti.

?Voz B

E se você for jogar, se for jogar Animo aí, manda aí um presente para gente, por favor.

?Voz D

É, tu tá pobre.

?Voz C

Ela vai fazer live de Animo.

?Voz B

E a gente aceita passes, dê um para cada um.

?Voz A

Fechou?

?Voz B

Até semana que vem. Não esquece de seguir a gente nas redes sociais, @joeloscast em todas as redes. Se você gostou desse episódio aqui, não esquece de favoritar no seu agregador de áudio favorito. Se você tá vendo a gente pelo YouTube, deixa aí o seu like, comente aqui embaixo, e a gente se vê semana que vem.

?Voz A

Beijo, gente!

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