#508 - 25* anos de Survivor! (ft. @rodrigocoletto)
O reality "Survivor" já está no ar há mais de 25 anos, com 50 temporadas já exibidas! O que o faz ser tão duradouro? Debatemos sobre o formato, história, participantes, experiências e mais! Vem ouvir para concordar - ou não - com a gente! ;) | Essa semana, nosso convidado é o Rodrigo Coletto.
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- 25 anos de SurvivorHistória e longevidade do reality show · Survivor como pioneiro de reality shows · Impacto cultural e audiência · Influência em outros programas e séries · O papel do vilão na primeira temporada
- Participantes icônicos de SurvivorRichard Hatch e sua visão estratégica · Boston Rob e Parvati Shallow · Sandra Diaz-Twine e Tony Vlachos · Cirie Fields e sua trajetória · A influência de participantes memoráveis em outros realities
- Evolução do formato SurvivorMudanças nas regras e mecânicas ao longo das temporadas · Introdução e impacto dos ídolos de imunidade · A "Nova Era" do Survivor e suas críticas · Twists controversos: Hourglass e Do or Die · A importância da estratégia e do social game
- Survivor no Brasil e "No Limite"Por que Survivor nunca deu certo no Brasil · Erros de produção e adaptação de "No Limite" · A importância da estratégia e do voto em Survivor vs. provas em "No Limite" · Comunidade de fãs brasileiros de Survivor · Disponibilidade de Survivor em plataformas de streaming no Brasil
- O futuro de SurvivorPotencial de longevidade do reality show · Impacto da pandemia na popularidade de Survivor · Possíveis substitutos para Jeff Probst como apresentador
Ei pessoal, está no Aro Extra Podcast, local onde falamos nossos reality shows favoritos. Eu sou o Rich, amarei o nosso convidado da semana, o Coleto, porque hoje estaremos aqui comentando os 25, quase 26, quando você ouvir esse episódio, mais ou menos, talvez o Survival tenha feito 26 anos. A gente vai falar desse reality show, que é um dos maiores reality shows do mundo, e nada melhor que ter o Coleto aqui, porque o Coleto também gosta de Survival, a gente já jogou Survivals online.
Então, bem-vindo, Coleto, de volta aqui, porque a última vez que você veio aqui para falar de reality show foi do próprio Survival.
É verdade, a gente estava aqui no off Logo antes de eu entrar, falando da última vez Que eu vim no podcast, fazia tempo E é bom estar de volta, obrigado Mas olha só, eu vou Colocar uma Começar com uma correçãozinha, na verdade O Survivor já fez 26 anos, porque O Survivor estreou em março de 2000 É, tá vendo? Então por isso no título Já fiz até a capa, tá um asterisco no 25 Porque esse episódio era pra ter vindo no passado Mas o Márcia Chefe inventou de coisa E aí
lançar 300 episódios cedo, ainda acabou deixando o meu fórum, tá? No coleto, vem, a gente vai comentar porque no episódio 149 a gente fez um guia, sem spoilers de como a X Survival, ou seja, a gente comentou de algumas coisas e incentivar as pessoas aí, porque coleto, como você falou, né?
26 anos. O reality show, enquanto a gente tá gravando esse episódio, é dia de survival tá acontecendo na internet, né? Assim, o povo tá assistindo lá nos Estados Unidos, o povo comentando no Twitter, lançando spoilers na cara da gente. Mas tá aí, um reality show chegou em 50 temporadas. Não é pra qualquer coisa, né?
É muita coisa. Survivor foi o pioneiro da febre de reality shows nos Estados Unidos. Como falei, começou lá no ano 2000. Ele foi crescendo. Acho que nem a produção sabia que ia ser um tamanho de sucesso. A finale da primeira temporada, acho que é uma das maiores audiências da história da TV americana. A segunda temporada estreou logo depois do Super Bowl. Ele manteve a audiência nas alturas. Então...
O reality nasceu sendo um fenômeno cultural e segue relevante até hoje. E é muito curioso isso, porque assim, Taker é exibido duas vezes por ano e isso ainda mostra ainda mais o poder dele, porque não é qualquer reality show que vai ser exibido duas vezes por ano que vai conseguir chegar a 25, 26 anos assim. Porque a gente tem, no caso, a gente tem casos recentes, a gente tem o The Voice, o formato morreu rápido, né? E era duas vezes por ano e foi um fenômeno também.
Mas Survival é praticamente o reality que solidificou, né? O formato de reality show competitivo.
Porque ele influenciou vários programas e várias séries. Até hoje a gente vê personagens de séries soltando o Survival. Cita algum participante. Cita o Rob. Cita a Bárbara. Cita a Ciri. Cita algum... O Russell. O povo cita alguma coisa do Survival nele. E o que você acha, Coletor? Que foi fundamental para a Survival virar esse sucesso? Porque era um programa que podia dar muito errado. Mas deu muito certo. Porque aqui no Brasil, daria fome e não entretenimento.
Você deixa as pessoas em condições não tão boas. Só com um arroz e um sonho de um milhão...
de dólares. E deu certo. Eu acho que isso é uma coisa nova que as pessoas... Eu já vi alguns documentários e os produtores falando. Era como se fosse uma série em que a gente é apresentado para os X personagens e é como se cada personagem morresse a cada episódio da série.
E aí isso pegou as pessoas de surpresa, as pessoas não estavam acostumadas a ver esse tipo de programação na TV. E Survivor veio como isso que abriu a porta para tantos outros realities que a gente tem, que hoje em dia é a coisa mais comum do mundo.
esse formato onde pessoas competem e uma eliminada por semana, mas Survivor inaugurou isso na TV americana. E eu acho que o fundamental para Survivor ser o sucesso que foi e continuar relevante até hoje foi o vilão vencer a primeira temporada. A gente fala muito que o primeiro vencedor...
molda o que é o reality. Em vários realities isso acontece. Eu acho que o grande vilão da primeira temporada ter vencido, aquele estratégico que ia jogar traindo e tal, ter vencido já deu o pontapé inicial para, olha, esse programa é sobre isso.
Não é nenhum crime mentir, enganar e respeitar todas as regras. Eu falo isso muito nos episódios do BBB aqui. Que estando na regra, a pessoa cumprindo as regras, tudo bem, só sucesso. Você vai seguir as regras porque, gente, é um milhão de dólares. Não sei se vocês sabem, mas se algum brasileiro chegasse a ganhar lá, imagina o quanto de conversão que ia ter aqui.
conta de zero até um milhão de dólares pra ver o quanto chega. É muito dinheiro, é muita coisa e como a gente falou em off da Kelly Clarkson também, né, assim, os Estados Unidos tem essas manias, né, de pegar as primeiras temporadas e botar um nome forte pra vencer, né. Não é à toa que foi um Rich que venceu a primeira temporada, spoiler de 16 anos, gente, aí, ó, tá vendo? Spoiler, assim, como ele, ao contrário dele, eu nunca ganhei nada, então, assim, o nome não ajuda, mas eu acho muito interessante isso, porque é muito fácil o reality show saturar.
é muito fácil cair na mesmice e formato serem vistos porque quem começa a assistir survival sabe que nas primeiras temporadas não tinha o que a gente tem hoje em dia, nunca e se você voltar uns 10 anos também não tinha coisas ainda, porque o reality mudou muito, né, por exemplo assim o ídolo de imunidade, não era uma coisa que já a mãe começou acontecendo quando eu comecei a assistir, por exemplo, a gente leva muito o movimento, porque o foco maior era muito na perda de peso, né atingente
era como mostrar como o participante emagreceu como aconteceu isso, hoje em dia isso o povo já sabe ah, fulano já vai perder peso, hoje em dia o povo já já ganha peso pra ir pra subvergador, porque sabendo que vai perder a temporada, né o povo já se prepara muito mais, já criou isso então também concordo isso, que um vilão ganhar e editar, dizendo assim, gente nós temos nossas linhas morais na vida mas num jogo valendo dinheiro é o que tem que ser, né não é matando nem roubando tá seguindo as regras, porque por exemplo
Eu vi que o reality foi inspirado no livro Senhor das Moscas, né? É uma coisa inspirada, alguém leu, gente, pra fazer survival, tá vendo? Cultura. E como eu falei, é um dos reality mais referenciados também. E foi o que deu um choque de cultura, porque é um jogo que é conhecido por ser uma competição que não é roteirizada, porque o povo não tinha essa mania, né? Achar que survival era tipo aí uma série.
Fulano vai sair porque eu vi que tem que sair fulano. Mas você quando começou a X-Survival, por exemplo, qual foi o seu choque? Você começou por temporadas novas, antigas, mas qual foi o choque que você teve ao longo dos anos acompanhando?
Eu gostei muito de No Limit, quando No Limit foi exibido aqui no Brasil, lá no início, as primeiras temporadas. E aí o programa acabou aqui no Brasil e ficou aquele gosto adormecido, sabe? E aí eu assistia, que passava na EXM, o The Amazing Race, que é um reality que também segue até hoje e que eu gosto bastante. E aí na sétima temporada do The Amazing Race participaram o Boston Rob e a Amber, que eram noivos na época e tinham acabado de participar de Survivor All Stars.
E aí eles comentaram muito na temporada que eles eram os The Survivors, que ela tinha acabado de vencer a Survivor, não sei o quê. E aí eu fui pesquisar o Survivor, vi que era o original do No Limite e me interessou de assistir.
A primeira temporada que eu peguei foi Survivor China, que é a 15ª temporada, que estava sendo exibida na época que eu descobri. E aí eu sigo assistindo realmente semana a semana, desde a 15ª temporada até agora, 50ª. Em algum momento eu peguei e fui assistido também da 1 a 14, para conhecer, mas que eu assisto ao vivo é desde a 15ª. Então já tem um bom tempinho.
Aí eu comecei a assistir por causa de jogo. Porque eu conheci as pessoas que jogavam e comentavam survival. Aí eu falei, vou pegar. Aí eu vi uma amiga nossa, Lívia. Eu fiz, vou assistir a que ela tem. E eu comecei com o Panamá. Se não me lembra, o Panamá é a décima segunda, né? Eu acho que é. Aí eu fui assim, todo mundo tem que assistir Micronésia, tem que assistir Heroes vs. Villains. Eu digo, é, mas pra gente ver participante retornando, a gente tem que ver.
a origem deles, né? Saber por que uma pessoa é herói, por que uma pessoa é vilã, do que cair de paraquedas. Porque eu acho que, por exemplo, eu fiz isso de acompanhar antes, por mais que eu me segurei muito pra não ser Micronésia, eu me segurei muito pra não pular pra Heroes vs Villains, porque é muito mais saboroso você ver retornante sabendo o que aconteceu na primeira temporada dele.
Ainda mais uns que voltam pela terceira ou quarta vez É bom porque o jogo nunca é o mesmo A pessoa pode tentar fazer a mesma coisa Às vezes dá certo, às vezes não dá Mas eu fui vendo, assisti da décima segunda pra frente Fui acompanhando Porque a que eu peguei no ar Foi aquela One World, que era todo mundo na mesma tribo No mesmo local A 24
24, então. Aí eu fui começando a 12, voltei 6 anos, né? Aí depois quando me atualizei, cheguei na 23, que já tinha terminado a 24, aí eu comecei a voltar. Peguei as antigas e eu vi muito choque disso. Porque eu já tava acostumado com a dinâmica de jogo. Aí fui pra os inícios, né? Tipo, nenhum povo sabia o que tava jogando.
então pra mim, acho que um choque pra mim foi isso de ver como o jogo tinha se evoluído a pessoa usando o ídolo falso, que era o nosso era um evento usar o ídolo falso criar um ídolo falso e fazer tudo então foi se moldando e pra mim o choque maior foi esse, mas é um reality que prende muita atenção porque é bom ver pessoas sendo enganadas, querendo ou não é bom ver o pouco o povo é capaz de fazer, seguindo a competição sabe
E o que você falou aqui, lá no início, nem o povo sabia direito o que estava jogando, eu acho muito verdade, e eu sinto assim na primeira temporada, que o Richard Hatch, que venceu a primeira temporada, hoje ele é uma figura polêmica por vários outros motivos, fora o reality, inclusive, ele não pagou o imposto do prêmio até hoje.
mas já foi preso por conta disso. Mas eu sinto que ele descobriu o que era Survivor, o que era aquele reality que ele estava participando, antes mesmo dos produtores, que enquanto o Marc Burnett e os produtores achavam que estavam fazendo um show de sobrevivência, um show de aventura, muito do que pegava o No Limite aqui.
ele sacou desde o início que era um jogo de estratégia, de números, que não importava se a pessoa que, por exemplo, teoricamente, era para você formar uma sociedade e eliminar a pessoa que não se encaixava naquela sociedade. Ele já tinha, desde o início, o pensamento de, não, estou aqui para formar aliança e para eliminar as pessoas que são um risco para mim e para a minha aliança. Então, isso dele ter sacado o que era o jogo, eu vi uma entrevista dele que... ... ...
Ele fala que o Jeff, o Survivor tem o formato do tribal council, que a tribo que perde vai para o conselho tribal, e aí o apresentador começa a fazer perguntas. E aí o apresentador fez uma pergunta para ele, que se existiam alianças e tal.
E ele falou, era a primeira temporada, a gente não sabia se podia ou não mentir para o apresentador. E ele começou a mentir para o apresentador. Então ele sacou que ele teve essa sacada de que o jogo é isso, é de blefe, é de mentiras, é de formar alianças, de eliminar os rivais. É isso que você falou, não saindo das regras, não matando, não fazendo nada. Vale tudo para ganhar um milhão e ele ganhou.
É, e eu acho que isso é fundamental pra Survival, seja da primeira temporada pra temporada agora, que a gente tá na 50, né, olha quanto tempo, você entender não só o jogo, como entender a situação, né. Ele pegou a oportunidade que tinha, quando tudo literalmente era mato, e foi lá e ditou, né, ditou o que poderia ser feito em Survival, que outras pessoas conseguiram ao longo dos anos, né, mostrar pra gente novas formas de jogar, porque...
o Surveval é um reality show, se você está ouvindo o nosso podcast e não conhece o programa e só acompanhou no limite, por exemplo no limite é muito focado em provas físicas você só ganha a prova, tanto que você vence no limite ganhando uma prova mas Surveval não, Surveval você se mantém na competição ganhando prova, mas você precisa de votos de quem você eliminou, direto ou indiretamente
pra poder ganhar. Então é um jogo que mexe muito com ego, é um jogo que mexe muito com físico e psicológico das pessoas, porque você trabalha tudo nele. Então, você entender o jogo logo de cara, o que pode ser feito, é complicado. E é bom pra quem entende muito. Porque tem isso, né, Cole? Ao longo dos anos, algumas pessoas não sabem jogar tanto survival. Já que você citou, por exemplo, o Richard, tem gente que a gente vê que fala que é fã do reality, chega lá e flopa, né?
Sim, e gente que, sei lá, eu acho muito engraçado que agora a gente está na quinquagésima temporada e tem uma pessoa que está participando pela quinta vez. E aí ele é muito conhecido já por ser muito bom em provas físicas e tal, mas já é quinta vez. E aí ele está aliado com outra pessoa que também está participando pela quinta vez.
E aí esse daí ele fala, porque eu estou aprendendo a jogar o jogo agora. Eu falei, querido, é a quinta vez que você está participando disso e você fala que é aqui e você começa a aprender agora, mas é justamente por isso. Ele entrou sendo muito bom na parte física, mas nunca foi tão bom na parte estratégica e social, que na verdade é o mais importante.
É, é porque, por exemplo, e por mais que esteja na quinta vez, é curioso porque às vezes quando a gente pegasse o mesmo cast de qualquer temporada e repetisse todo ano esse mesmo cast, as temporadas tinham a chance de ser tudo diferente, né? Outros vencedores, talvez o vencedor se repetisse, mas com outra final, talvez a ordem da eliminação mudasse, mas é muito curioso por causa disso, mas é porque o jogo também se transforma ao longo dos anos e Survival é um camaleão que muita coisa muda para o bem ou para o mal, porque, por exemplo, como eu falei do ídolo.
O ídolo antes não existia, começou a existir. O ídolo também teve a sua fase de ser... Desse clica logo para quem estiver ouvindo também. O ídolo, gente, é quando você acha ele em algum canto. Antes era mais difícil de achar. Hoje em dia você dá uma topessada na pera e ele está lá. É um colar ou um amuleto que você acha e você pode usar e anular todos os votos que você receberia naquele conselho tribal.
ou dá pra um aliado seu, ou qualquer pessoa, você usa naquela pessoa, todo voto que for pra ela, não vai ser contado, já rendeu momentos memoráveis, em survival ao longo dos anos, sempre um ídolo, causa a alegria dos fãs, e a tristeza de um participante, porque é um momento assim, então ele teve um momento, que ele era usado, depois do conselho tribal, que você viu os votos, é pra escolher, eu vou usar ou não.
E depois teve que ele é usado antes da leitura dos Votes, que pra mim é a maneira mais maravilhosa de usar, porque pega todo mundo de surpresa, pega até o público de surpresa se vai usar ou não. Mas eu falei disso porque ao longo dos anos o Survival teve muitas twists e teve se complementando. A gente entende porque é um reality que tem que durar, né?
Dá um milhão de dólares, gente. Dá dois milhões de dólares por ano. É uma produção cara. Tem que se manter. Tem que o público estar assistindo e fazendo tudo. O que você achou, Cole, dessas mudanças que Survival tem feito ao longo dos anos? Porque hoje em dia tem muitas críticas para o formato de algumas coisas que estão acontecendo, mas o povo ainda continua assistindo.
Eu acho as mudanças essenciais. Acho que a gente já teria enjoado do reality se ele se mantivesse com as mesmas regras que eram do início ou até que eram da época que o povo mais gostava, ali por volta de Heroes vs. Villains. O reality precisa ter mudanças. E eu gosto de uma filosofia que eles têm que é de fazer uma mudança, tipo, eles sabem o que é o principal do formato, que é...
esse tripé de físico, social e estratégico, e das pessoas saírem por voto e do júri, no final, escolher o vencedor. Isso é o básico que nunca pode ser mudado. Então, eles vão dando um passo de cada vez para essas mudanças. Eles não fazem mudanças muito bruscas que vão descaracterizar o formato.
Então eles têm esse cuidado de não dar um passo maior que a perna e testam coisas. Tem coisas que a gente não gosta mesmo, tem várias twists que eu já critiquei muito, tem umas que se mantém até hoje, que eu continuo criticando. Mas eu acho que essa coisa de testar deu errado, voltou, tem twist que o público criticou muito que nunca mais voltou.
Eu acho que essas coisas de testar são importantes para o reality se manter durante 50 temporadas. Acho que nenhum reality se manteria durante esse tempo todo se ele se mantivesse igualzinho. O formato já teria cansado, como a gente já viu tantos outros formatos cansarem. E eu acho que Survivor não cansa por causa disso. Eu acho que em um momento ele dá uma descalibrada em tentar dar um passo maior que a perna.
que foi na nova era, o reality teve essa pausa na pandemia, porque estava impossível filmar. Até por isso que a gente está na temporada 50, fazendo 26 anos e não 25, porque teve essa pausinha de...
de quase um ano na pandemia. E aí, quando voltou da 40 pra 41, voltaram cheio de ideias demais, e aí twists demais, e deu ali, a 41 e a 42, deram uma descalibrada, assim, virou quase um game show. Mas é isso, eles sabem ouvir as críticas e corrigir. Não tudo, tem coisa que a gente critica que eles não corrigem.
mas geralmente sabem ouvir a crítica e corrigir, e foi calibrando. Então mesmo a Nova Era, que é bastante criticada, eu sinto que eles foram calibrando, que começaram com muitas twists, foram dando uma limpada no jogo, e a Nova Era tem a sua personalidade, mas eles conseguiram calibrar isso de quais twists implementar e quais tirar.
Acho que pra mim, dessa nova era Duas twists que eu não gosto A primeira foi tirarem os títulos já temporadas Aí gente, eu adorava Não sei, só Survival 40 Ah não, 40 não, porque 40 foi TVT Mas 41, cadê gente? Só 41? Survival 42? Só isso? Não quero um tema, sabe? Como eu falei, One World, Micronesis, Heroes vs Villains
Se eu não me engano, essa temporada da tradução livre é nas mãos dos fãs, né? Porque os fãs tiveram que votar muito antes em algumas coisas pra ser usado ou não. Eu acho que foi interessante essa temporada, ele botar nessa twist, porque se der alguma coisa errada, aí o Jeff tem como dizer, foi vocês que escolheram. Vocês que quiseram, ele tira o corpo fora. Pelo menos nessa 50, ele joga o corpo fora. Ele fala, tá, olha, vai ter isso nessa temporada?
Porque vocês disseram o que queriam. Não vai ter porque vocês votaram o que não.
Tem os resultados que eu vou pedir voto impresso. Ah, a gente vai acampar. Vai rezar para ídolo falso na frente da CBS lá. E nessa nova era, já que é a mais recente, que o povo acha mais fácil para assistir a nova era, qual é a twist que você acha que não deu certo e a que está mais dando certo até agora?
A que não deu certo foi a que teve na 40 e na 42, que era do Hourglass, que era da ampulheta, que você voltava no tempo, que era uma coisa ridícula, e você revertia a última prova, e quem tinha vencido a prova, na verdade, se tornava perdedor. Era horrorosa, os participantes reclamaram...
Eu até fiquei surpreso que entrou na edição os participantes reclamando com o Jeff o quanto a Twitch era ruim. E aí eles cortaram, não teve mais. E teve uma Twitch também que era Do or Die, que também aconteceu na quarentena, na quarentena e na quarentena. É isso, essa nova fase foi um período pós-pandemia, era um período que eles ficaram com muitas ideias. É a primeira vez que eles fossem produzir Survivor por um ano que eles tiveram que parar na pandemia.
ficou com ideias demais e quiseram implementar tudo de uma vez e deu uma descalibrada no que é o jogo. Aí, além dessa, tinha essa twist do Ordai, que acontecia ali pelo F7, que corria o risco de uma pessoa não ser eliminada por voto, que é a última pessoa que saía da prova.
fazia um sorteio e tinha 33% de chance de ficar e 66% de chance de ser eliminado direto só por prova. A sorte é que das duas vezes ela tirou no sorteio o negócio de ficar. E aí a gente teve o voto normal e não estragou o episódio, mas poderia ter estragado. E aí já cortaram essa twist também porque era péssimo.
Eu também não gostei deles acabarem muito com a mistura de tribos, né? Eu gosto de ver as pessoas tendo umas... Porque tem gente que tá em minoria, vai ter que sobreviver até a fusão, então. Aí eu gosto de ver uma mistura porque dá uma causada, né? É, mas quando eles tiraram, eu fiquei assim, gente, pra que? Não vai misturar, não? Porque ele... Acontecia muito porque ele tava com três tribos agora, né? Obrigatoriamente tava começando com três tribos.
Aí não mudava, não tinha uma mistura. Eu queria ver o que eu achava interessante, porque dinâmicas e alianças se formam assim, misturando, né? Eu acho que misturar os participantes de uma tribo pra outra causa aquele gostinho bom de que, tipo, nossa, será que aquela pessoa vai trair essa aliança nova ou vai trair a aliança antiga, né? Vai ficar jogando de que lado? Dá aquele primeiro expectativa, ilude a gente um pouco. Alguns participantes adoram iludir a gente que vai fazer uma jogada boa e chega lá e caga má ainda. Mas eu gosto da expectativa de ver o que uma mistura de tribos pode fazer.
Mas pra mim, o pior de tudo É decidir a última vaga Pro fogo, sabe? A última vaga na final Eu não gosto Eu também não, é essa que eu falei Que se na 50 continuar eu vou pedir voto Impresso, auditável, porque Eu não acredito que os fãs votariam pra manter isso
É porque eles não divulgaram todos que venceram, né? Eles divulgaram só os que... No decorrer da temporada, vão andando, eles vão divulgando, né? Porque, gente, assim, isso prejudicou o jogo de uma forma que o próprio júri começou a dizer que a pessoa era boa zona, só que essa pessoa se desafiava a ir pro fogo. Eu digo, gente, se eu tô com imunidade, eu não quero nunca abrir mão da minha imunidade pra tentar uma prova de fogo.
Eu quero chegar na final e defender meu jogo. Eu não quero depender disso, né? Porque muita gente que chega e ganha a prova de fogo, o Júlio chega dizendo, nossa, essa pessoa merece vencer. Por que ganhou o fogo? Porque pra mim, gente, em 50 temporadas, todo mundo tem que chegar sabendo fazer fogo ali já. É obrigação, gente. É um dos marcos que tu vai fazer o fogo.
A primeira pessoa que faz fogo na tribo. O povo comemora até hoje quem é o primeiro que faz fogo. Então, pra mim, é uma twist que eu espero que suma. Sabe? Que o público tenha tirado. Porque é bom a gente ver negociação. A pessoa negociando. Olha, me leve pra final. Vamos eliminar fulano. Então, eu prefiro isso. Do que decidir por causa de fogo.
E eu acho que essa twist parte de um pressuposto burro, porque no início, o Survivor, a final, era um de duas pessoas. Eram duas pessoas que iam para a final e eu defendi um jogo delas perante o júri e o júri escolhi entre aquelas duas quem era a vencedora. Aí isso acabou criando uma coisa comum, que geralmente a pessoa que os outros dois viam que era forte ia chegar na final e vencer.
os outros dois eliminavam em terceiro lugar. Então, vários participantes fortes começaram a cair no terceiro lugar. Aí, para tentar resolver isso, a produção foi e falou não, agora a final não vai ser mais entre duas pessoas, vai ser entre três pessoas. Então, agora três pessoas chegam na final e defendem o jogo delas perante o júri. Só que, obviamente, as pessoas continuam sem querer enfrentar a pessoa mais forte na final. É tipo, sei lá, se no BBB as pessoas tivessem a chance de eliminar alguém antes da final...
Teriam eliminado o Davi, teriam eliminado a Ana Paula logo antes da final. Sendo a final de dois, de três. E continuavam fazendo isso. Então eles empurraram. A pessoa que era considerada aquela pessoa forte, que ia vencer com certeza se chegasse na final, que antes era eliminada em terceiro, agora começou a ser eliminada em quarto lugar, porque as pessoas continuam eliminando ela antes da final.
E aí a produção, para tentar resolver esse problema de novo, criou, ah, não, então vamos tirar o voto da final e colocar essa prova do fogo. Só que é isso, acaba tentando resolver um problema criando outro, porque muitas vezes aconteceu agora, na nova era principalmente.
Quando vem que uma pessoa é muito forte, ela vai chegar na final e vencer, eliminam ela no F5. Sempre vão eliminar a pessoa que todo mundo enxerga como muito forte e na última chance que eles tiverem para eliminar. Por isso que Survivor é um jogo que, além de social, é estratégico. Você não pode mostrar para todo mundo que você é tão forte assim. Você tem que esconder sua força e chegar e só mostrar isso no FTC. Faz parte de você ser um bom jogador isso.
E a Alábia é poderosíssima, né? Porque tem gente que o povo não dá nada. E a gente vê na final pessoas expondo ídolos que ninguém fazia conta. Beijos, Mariane, maravilhosa. Mas a gente tem... De vez em quando a gente tosse igual. Quando a gente tosse igual, a gente tosse diferente. Mas quando a gente tosse igual, a gente sempre tosse certo. A gente nunca tosse igual pra gente ruim. Mas...
É muito interessante isso, porque o pôr da lábia é grande, e eu acho engraçado que uma das soluções que ele virou isso ainda, pras pessoas que estavam saindo no F5, é porque agora, afinal, o episódio é com 5, 6 pessoas, né? Não que sejam 5 e 6 na final, mas o episódio da final é duplo, e tem muita gente ainda, tanto que algumas eliminações são bem corridas, com 40 minutos já tem duas pessoas sendo eliminadas, então acho que foi ele virou isso, tipo, tá, só quem a gente sabe com as pessoas fortes vai sair, vamos levar tudo pro último episódio, porque todo mundo vai ter que assistir, né?
E já que já assistiu metade, não vai desligar a televisão na outra metade. Vai terminar de ver e ver quem ganhou. Mas acho que é isso. Só mostra como você falou no começo do Richard. Que o programa bota essas regras. Mas os participantes chegam dispostos a jogar. E começam a criar próprias regras também. Porque não é obrigatório você eliminar a pessoa mais forte. Ou fazer ela chegar na final por mérito dela. Não, você deixa chegar mais longe. Quem você acha que você vai ganhar.
Algumas pessoas que são boas demais em provas, em tudo, e conseguem ter uma lábia boa e conseguem iludir uma ou duas pessoas e conseguem chegar na final e mostrar sua soberania na final. Mas é muito disso. O programa cria as regras, mas cabe aos participantes como vão usar elas. Os meios que vão fazer pra justificar seus fins.
Eu acho muito legal como os participantes são livres para fazer as coisas em torno da regra do programa, que nem quando o programa criou o ídolo que você falou. Quem imaginar que os próprios participantes iam fazer ídolos falsos e começar a exponder ídolos falsos para os outros procurarem e usarem. É uma coisa que o programa não imaginava quando criou o ídolo, e foi da criatividade dos participantes, que quando tentaram fazer aqui no Brasil, a produção não soube lidar e desmascarou.
o ídolo falso que o participante criou, porque não estava previsto. Mas lá não, eles deixam os participantes, não está fazendo algo contra as regras, mas estão sendo criativos em cima das regras que já existem. Leonardo Reizinho Injustiçado, ele tentou alegrar a gente, porque ele é fã de Survivor, a gente que não assistiu a temporada, ele é fã de Survivor, tentou fazer isso, porque só um fã de Survivor faria isso, gente.
Completamente, né? Quem assistiu sabe Mas a produção não querer É sinal que a própria produção Do No Limite não assistia a Survival É um crime, gente, você não assistiu o reality show Que você tá produzindo uma versão E acontece Acontece dos participantes blefarem Em cima do... Teve agora
recentemente, o Survivor Australia vs the World, que foi o Survivor australiano fez uma tribo era de participantes da Austrália e do outro participantes do mundo, então tinha participantes dos Estados Unidos e participantes de outros lugares do mundo. E aí a Parvati achou maravilhosa, ela achou uma vantagem.
que dizia uma coisa. E aí ela chegou lá na hora do tribal council e leu outra coisa. Ela não leu inteira para blefar que ela tinha um poder que ela não tinha. O apresentador achou estranho na hora, porque ele conhecia a vantagem, ele sabia que ela não poderia usar daquela forma e pediu para ela ler de novo. Aí ela leu de novo, ocultando a parte de novo que interessava a ela.
Só aí que o apresentador se tocou, opa, ela está blefando, não posso desmascarar o blefe dela. E super funcionou para o jogo dela e foi maravilhoso para ela naquele momento. E é isso, a produção tem que jogar junto com o participante e deixar os blefes acontecerem.
Inclusive tem um episódio aqui do podcast que foi numa semana que saiu várias notícias de rádio shows e a Laura que comentou por cima disso porque, gente, se tem uma párvara e a Ciri numa temporada claro que ia citar em algum momento elas no recorrer do ano, eu acho que a párvara ainda trouxe como um dos melhores participantes do ano, ou como escolha fixa ou menção. Foi muito boa porque, se não me engano, a frase tinha um ponto, aí depois continuava com outra frase.
Ela leu até um ponto. E certíssimo porque a frase continuava fazendo sentido. Ela lenda até onde ela leu. Não foi como se ficasse, eu acho que tá incompleto, não. Mas ela foi muito maravilhosa.
Mas antes de continuar, eu quero lembrar que estamos nas principais plataformas de áudio, então com episódios semanais, seja com uma cobertura fixa, reality show ou episódios especiais como hoje. Então aproveite para nos seguir na plataforma que estiver nos ouvindo e nos avaliar com 5 estrelas, principalmente se for no Spotify. Conhece alguém que curta reality shows e vai gostar desse episódio? Conhece alguém que gosta de survival? Quer aprender mais sobre survival?
vai, manda esse link pra ele e ouvir os outros episódios da gente que, por exemplo, a gente tava falando aqui de survival se vale tudo no survival, né, o povo mentiu fazia tudo, no episódio 503 onde a gente cita um pouco de survival também nós debatemos se vale de tudo em reality show, seja por parte do participante, por parte do fandom e por parte da produção, então vamos lá ouvir
Você estava falando isso de vale tudo. A coisa que eu mais gosto de contar quando eu estou contando para alguém que não assiste Survivor e falando como Survivor é legal é que Survivor já teve uma participante que eliminou a própria mãe. E eu acho isso muito a cara de Survivor. Que em qualquer outro reality show a pessoa seria rechaçada e tal. E Survivor, ela virou icônica por ter eliminado a própria mãe.
aqui no Brasil a pessoa apanharia no meio da rua, né? Certeza. Maravilhosa. Como pessoa, horrível, né? Questionado. Ah, sim, vamos esquecer essa parte. Mas ali dentro, como survivor, como personagem ali dentro, é icônico a fotinho dela. Sempre no Dia das Mães eu posto no Twitter a fotinho dela colocando mam e a carinha triste, eliminando a própria mãe.
É você com isso e eu postando a Nicole Scherzer e eliminando a Rachel das crianças. Momentos, né? Momentos. Pra quem é vivido de reality show, gente. Gente, se você não assistiu muito reality show, procura temporadas antigas de todos os reality shows. Você tem momentos que são, assim, históricos. Referências que vão pra além.
do reality show. E, como falei, gente, deixar o disclaimer aqui, a gente tá falando dos participantes como participantes, né? Porque como pessoa, a gente sabe que alguns são bem questionáveis. Mas, voltando a falar de Survivor, a gente citou a Párvara, citou a Sierra, que eliminou a própria mãe, né? A gente citou a Siri, a gente citou o Richard. E a gente sabe que Survivor é conhecido por...
nos render participantes memoráveis, né? Porque eles se tornam grandes nomes, nomes que são referências que o povo cita toda temporada, por dizer, ah, essa pessoa tentando fazer o jogo de fulano. Seja o público dizendo isso como os próprios participantes, né? É típico, quando alguém fala que eu vi uma participante flertando, o povo fica logo falando, olha, nova párvara chegando, né? A própria párvara, quando retorna o flerte dela, ela fica imbatível, mas o hobby mesmo...
O Boston Hobbit tá aí em vários reality shows, virou um também no Hall da fama do Survival. Siri, que também nunca venceu a temporada, mas tá aí também sempre lembrada e participou de outros realities e tudo. E isso acaba indo eles indo para Big Brother, para Amazing Race, para The Traitors. Então, eles abrangem muitas coisas. Mas é curioso, né, porque ao contrário do Brasil, eles não viram celebridades aqui de ganhar 5 milhões de seguidores. Eles continuam no ramo...
reality show e eles acabam dando uma certa relevância pra outros reality, né? Porque o público acaba vindo. Ah, e se eu vou dar uma chance pra assistir esse reality show aqui, porque tem fulano de survival. E sabe que eu acho isso ótimo? Porque se eles virassem celebridades a ponto do que eles conseguem fazer fora do reality valer mais do que um milhão, eles não fariam tudo o que eles fazem pelo um milhão.
Eles iam ficar, que nem teve um... Eu acho que o BBB agora foi... Foi super importante o prêmio subir para 5 milhões porque chegou uma hora do prêmio do BBB que, ai, para que eu vou...
aqui correr o risco de me queimar por um milhão e meio. Se eu chegando lá fora, eu faço um milhão em campanha publicitária, é muito mais fácil. Então eu acho muito importante que o prêmio do... pro bem do reality, que o prêmio do reality seja muito maior do que o que a pessoa vai ganhar do lado de fora. E é isso, o participante do Survivor, depois que acaba o Survivor, se ele entra pra esse hall da fama, ele entra aí no circuito de reality shows, ele vai fazer The Traitors, House of Villains...
The Amazing Race, Big Brother, mas fora isso, continua a vida dele normal. Tipo, a Siri que participou já cinco vezes do Survivor americano, uma do australiano, The Traitors, Big Brother, não sei o que, ela é uma enfermeira e ela continua sendo uma enfermeira.
Só acho que vai ficar realizado porque Survivor consegue exportar participantes, né? Mas não pega muitos participantes de outros realities. Raramente pega, né? Alguém que ficou conhecido em outro reality, que vem pra Survivor porque o meu sonho também é a Rachel vir pra... Gente, a Rachel assiste ao Big Brother e Amazing Race porque ela... Ela entregaria a gente um surto. Assim, ganhar talvez não, mas eu assistiria essa temporada ao vivo, quase.
É meu grande sonho a Rachel em Survivor. Eu acho que os nomes mais famosos de Survivor que não surgiram lá...
Foi a Nathalie Anderson, que venceu o Survivor e surgiu no The Amazing Race, tinha participado duas vezes do The Amazing Race antes. E o Mike White, criador de The White Lotus, que também antes de participar do Survivor participou duas vezes de The Amazing Race, que é famoso milionário, mas viciado em participar em reality.
E muita gente não conhece, né? Não sabe que o Mike White, que escreve White Lotus, sempre fica chocado, né? Quando vê que ele jogou Survival. E, gente, uma prova disso é que, em vez de outra, você vê um ex-Survival dando uma pinta lá. Angelina quase que ia negociar arroz, né? Em White Lotus. Mas apareceu lá também, vai na primeira temporada. Sempre tem um que jogou com ele, gosta. Na terceira também. Vai.
É, sempre tem um lá. É quase um este egg dele lá. Ele bota lá pra gente adivinhar qual participante vai estar. Mas é muito gente. O Cole citou a Nathalie. Assistam a temporada dela, porque não é um BBB 25, mas a twist é parecida. É com família, né? Mas o arco dela é muito bom.
arco de vingança sempre rende então assim, arco de vingança vai se vingar porque eliminaram alguém, sempre é bom, mas e se tratando assim de coisa, quem você acha que são os nomes não uma trindade, mas pode ser até mais gente mas que assim, que são pessoas que realmente é, você fala survival é aquelas pessoas que são pilares desse reality show, porque tem gente que realmente, você olha e diz, relaciona o reality logo com aquela pessoa, porque são muito ficaram, não maiores que o programa, mas se transformaram em quase o programa em si também atingente atingente atingente atingente
Eu acho que tem cinco nomes que eu não conseguiria cortar um desses cinco, que é Parvati, Sandra, Boston Rob, Tony e Siri. Eu acho que esses cinco, até pelo número de vezes que eles já participaram, Sandra e Tony já venceram duas vezes, então eu acho que esses cinco são, quando pensa na cara de Survivor, eu vejo esses cinco como os cinco mais importantes.
E o programa às vezes faz questão dizer isso, com o Boston e com a Sandra participando deporativamente. Inclusive já construíram uma estátua da cara dos dois em Fiji.
a temporada tem um momento complicado porque o Survivor também tem polêmicas mas foi uma homenagem aos dois que são dois grandes nomes do Survivor sem sombra de dúvidas e alguns já jogaram várias temporadas juntos, já tiveram uma tribo dos vilões juntos a Serio já foi herói, já jogou com a Pávara a Pávara tem duas vitórias, mas porque ela gostou de vencer de forma globalizada ela é winner internacional também
É verdade, Ansa, antes que os fãs da Parvati, eu sou super fã da Parvati, eu só não citei ela como duas vitórias que eu estava pensando só no Survivor americano, mas a Parvati tem duas.
Ela mostrou que não consegue ir a sair nos Estados Unidos, não. Ela consegue ir a fora também, na Austrália. Eu gosto, assim, gente, porque tem temporada de retornante. Não é spoiler, gente, porque tá na internet. Todo mundo já comentou, assim, mas de retornante como ela. Eu gosto quando o participante faz isso. Isso que faz um participante sonar grandioso. O participante entra. Você sabe que aquele participante é perigoso, que não pode deixar se criar.
E o que faz? Declara que é fã dele. Quer jogar com ele, sabe? Não poda. E tem participante que faz muito isso. Consegue uma legião de pessoas que ficam tão fã dele que...
acaba isso e o povo fica dizendo que é do vai participar, mas eu acho isso, Colet, é muito mais mérito do participante, né, que é um grande nome e consegue driblar todo mundo. Gente, se eu entrasse numa temporada e talapar vaticeria, eu ia falar me cadeliza, por favor, eu ia ser eu ia perder a chance de jogar com elas.
Nunca. Nossa, tem uma conversa do Boston com a Pavard no All Winners, que estava lá dos vencedores, que quando começam o primeiro conselho tribal que eles vão, aí eles começam a falar, porque eles nunca foram aliados, 100% e começaram a se aliar, aí eles foram falar, aí o Boston pergunta pra Pavard, é, quem estão falando pra votar? E a Pavard cita o nome, aí ela fala, e quem está votando? Aí ele pergunta pra ele, ele cita outro nome, aí um olha o ponto e fala, aí ele olha pra ele e fala,
Não é estranho ele estar dissentando vários nomes em nenhum seu da gente? Porque, tipo, gente, realmente você tem o Boston Hobbit, tem a Parvati na sua tribo e não quer limpar nenhum dos dois. Você merece ser eliminado por eles. E aconteceu isso? Tá que os dois não duraram tanto, mas a gente pensa logo que quando eles vão retornar, nomes assim grandes, a gente pensa que Sandra vai ser primeira eliminada, a gente pensa que o Tony vai ser primeiro eliminado, né?
Pensa assim, mas eles não. Eles mostram que são bons jogadores e conseguem durar mais tempo. Tanto que, mais um spoiler, gente, é uma noite triste porque inventaram de eliminar a Parvati e a Sandra no mesmo dia.
E a pandemia começou logo depois É, né? Foi esse episódio que desencadeou a pandemia Foi feito borboleta Não mexe com as duas O fandom das duas brigam Mas inventado de mexer com as duas de uma vez só Mas foi muito grande Mas eu acho isso, participantes se tornam grandes nomes E pra outros shows é bom
E isso não acontece no Brasil, né, Correio? Eu lembro que a gente falou disso no episódio que a gente comentou, mas foi em 2021 muita coisa aconteceu, mas você ainda se mantém com o mesmo pensamento no sentido de por que Survival, um reality show que tá aí, ó, 26 anos, 50 temporadas, nunca deu certo aqui no Brasil, e no limite é reality que já veio em diferentes eras, né? Porque já veio a mais recente e tem a mais antiga. Eu acho que é porque quem fez no limite nunca entendeu realmente o que é no limite. É...
Eu culpo muito as pessoas da produção, primeiro porque as primeiras temporadas foram feitas na malandragem, né? Porque eles não compraram os direitos de survival e fizeram, pegaram as primeiras temporadas mudando uma coisa ou outra e tal. Mas depois, quando eles compraram os direitos...
No Limite sempre foi vendido assim como um programa, tanto é que você pergunta para qualquer pessoa no Brasil, mesmo que tenha assistido um pouco, acha que é um programa de prova e No Limite a prova é o que vale mais e tal. Sendo que na verdade não, aliás não deveria ser, porque No Limite só teve uma temporada que teve final por júri igual Survivor, que foi No Limite 4.
Mas eu sinto que, tirando a última temporada, já foi melhor editada, já foi a que Fully participou, já foi com foco mais em estratégia e tudo, mas mesmo assim a final foi por prova. Então no momento em que os participantes, que as alianças teriam motivo para se trair, teriam motivo para começar a funilar o jogo, já virou tudo por prova. Então eu sinto que o programa nunca foi muito bem entendido por quem fazia e por isso nunca deu certo.
Eu acho que falta uma coisa que eles fazem com o estrelado da casa, mas que não dá certo porque o estrelado da casa é ruim. Aí é diferente. Mas eles faltam um pouco mastigar o formato para o grande público. Tipo, fazer mais algumas ações de tipo, olha, o programa funciona assim, ó.
Eu acharia muito interessante pegar alguns vencedores do Big Brother numa chamada pro No Limite, eles mostrando no BBB a gente venceu com o seu voto, mas como seria a gente num reality que a gente tem que se votar? A gente que se elimina. Não que eles vão estar na temporada. Pra mim seria maravilhoso um all-in-days de Big Brother no formato de survival. Seria uma loucura. Seria um caos. Desculpa Ana Paula, mas Ana Paula paguei uma prova ali, ia ser difícil. Não é mais...
ia ser engraçada, mas falta isso, sabia? Porque pegar o participante do Big Brother, que o público acostumou a dar vitória pro Big Brother no Brasil, porque até fora é eles mesmos que dão a vitória, o público vota pra dar o vencedor do Big Brother explicando o jogo, que é eles mesmos, os participantes que ditam isso. Explicar, olha, eles vão trair, mas isso não é errado, né? Realmente a gente tem que educar o público. E eu faria uma temporada pro Global Play, ao streaming, que eu acho que não irritaria tanto, mas teria uma liberdade maior de não ter que agradar tanto, porque no limite é que voltou com propaganda com o povo...
no show de Wely Safadão na praia. O povo ganhando carro. Aí eu digo, gente, não. Mencher do público também não ia acionar porque era um show de Wely Safadão e o povo tá lá. O povo tem muita regalia. Era a tribo na sombra, né? O povo ganhava roupa térmica. Sim, isso é muita coisa. Falta isso. Falta mastigar pra gente. E o povo ficava num cercadinho que eles não conseguiam sair pra conversar.
Pelo menos nessas primeiras que voltou também. Era muito ruim, porque em Survivor você precisa falar nas costas dos outros. Então você tem que poder puxar o pessoal ali para a selva, não sei o quê. No limite que fizeram de Big Brother, eles ficavam, acho que não tinha câmera suficiente. Investiram muito em marketing, não investiram tanto em câmera. Porque não tinha câmera suficiente que eles ficavam ali num cercadinho, que eles não conseguiam sair para falar direito, combinar voto.
Ou seja, matava um formato, um formato que precisava de conversa. Não tem conversa, você ganha só por prova. Às vezes funciona por entretenimento, mas não cria a fidelidade do público e o povo fica assim, se eu quisesse ver Jim Cana, tem passo-repassa no SBT. Tem essas coisas acontecendo. E para os fãs de Survivor, a prova é a parte que menos importa. Até a produção começou a perceber isso, tanto é que...
Hoje em dia as provas, até uma reclamação que as provas hoje em dia são meio quase todas iguais, porque a prova realmente é a parte que menos importa de Survivor.
Uma coisa que eles fizeram pra tentar chamar a atenção foi colocar algumas vantagens durante a prova, né? Que tá escondido na prova, digo, ah, a gente tem que assistir isso aqui direitinho, porque vão estar uma... Alguém pode achar uma pista de ídolo no meio da prova, que tá lá. Acho que botaram isso pra chamar a atenção, mas não há tempo... Por exemplo, o mais perto de Survival que a gente já chegou foi graças ao Fully, que é que eu e o Coleto, nós conhecemos ele, que tentou mostrar pro público, né?
Ele foi muito criticado também por isso, mas ele tentou mostrar pro público que o reality existe.
De uma forma que não é só pra ganhar prova Ele chegou na final, teve aquela questão do ídolo e tudo Então assim, eu acho que falta Isso, trazer pessoas que gostam do survival Eu e o Colete, não ia dizer que ele se conheceu Ele se conheceu na comunidade do American Idol Outro reality que ele já comentou aqui com a gente Mas a gente já conheceu várias pessoas que jogam survival online Que pega a gente, pega 20 pessoas 18 pessoas ali Que jogaram survival online, bota numa ilha De vir em tribo, pra você ver o que vai acontecer Ok
Vai acontecer coisas maravilhosas, né? Vai acontecer coisas maravilhosas. Não coloca aí o colito junto porque o colito me elimina. Não, não, não. Mas se as pessoas que a gente conhece se matavam só pelo título, imagina por um milhão. É.
Aquele momentinho de jogos online. Gente, o Coleto já ganhou até um survival online. Não ganhou com o meu voto. Porque eu fui lembrando do júri. Mas eu tenho votado nele. Eu já joguei jogo também. Tem uma comunidade enorme. A gente quer jogar survival. Procurem survival Brasil. No Facebook. Que você vai achar muita informação lá. Tem a tribo falou. Também. Que está presente até hoje. Vão lá procurar para assistir as temporadas. Por meio do One Piece.
de assistir, né? Mas, infelizmente, não tem. Aqui fica a crítica, porque a Netflix dos Estados Unidos tem alguma temporada aqui, não tem nenhuma aqui no Brasil. Não tem nenhuma plataforma de streaming que comprou os direitos. Poderia, né? Já que a Netflix lança tanta bomba por ano, gente, pega a Survivor que é bom. Tem tantos shows questionáveis. Pega um. Subir o Survivor aqui.
Eu acho muito curioso a quantidade de... Essa comunidade de fãs apaixonados que tem no Brasil, sendo que o reality não passa de forma oficial aqui. Passaram algumas temporadas na TV paga há 20 anos, pouquíssimas, mas mesmo assim é um reality que as pessoas precisam ver por métodos One Piece.
E tem essa comunidade de fãs que criam jogos online ou que a gente fazia o real life, que se juntava todo mundo numa praia ou num sítio, numa praça para jogar durante um dia inteiro. E eu acho muito legal como se construiu essa comunidade e mostra que o reality tem potencial mesmo. A Netflix lá nos Estados Unidos colocou algumas temporadas e lá nos Estados Unidos...
Tem todas na Paramount Plus, que a Paramount é da CBS. Eu não sei porque não chega na Paramount daqui. Chega The Challenge, chegam outros. E Survivor não. E era um reality que às vezes eu fico com vontade de indicar para pessoas que eu sei que não conhecem e que gostariam, mas que tem essa barreira mesmo de não ter nenhum streaming. Não é realmente tão fácil de achar como se fosse só ligar num streaming e assistir.
É, e a Paramount podia botar em todos aqui. Nem a do Brasil pedida, assim, a de fora. Porque você tá com dinheiro pra comprar o Warner, né? Tá com dinheiro pra botar um Survival, gente. É um reality show, gente. Dá pra botar. Não precisa botar em todas as temporadas. Você começa a pingar algumas de pouquinho em pouquinho, pra ir fidelizando o público, né? E depois quando você vê, opa, tem 50 temporadas aqui, ó. E tem temporada, gente, que é tão boa que você consome os 13 episódios de forma tão rápida, sabe?
E fica com gostão de Quero Mais, por isso é bom. Eu já revisitei algumas várias vezes.
Primeiro, pra temporada, pra eu revisitar, tem que ter o que eu tô se ganhando. Primeiramente. Então aí eu volto, vejo. Porque tem tempos que são boas. Tem twists boas acontecendo. Eliminações interessantes. Arcos bons. Então é um real show que pode durar muito. E é o último tópico esse aqui, Coleta. E aí? 25, 26 anos já chegaram aí. 50 temporadas já chegaram. Você acha que survival tem fôlego pra um dia? A gente tá aqui comentando.
Gente, estamos comentando aqui a gente com uma certa idade. Já falando. Comentando as 100 temporadas de survival.
Olha, eu acho que sim, viu? Porque, sei lá, eu não consigo. Tá na 50ª temporada, eu não consigo ver Survivor terminando num...
num futuro breve, assim, ele continua com uma... É lógico, a audiência toda da TV aberta caiu nos Estados Unidos, se pensar nas séries relevantes de duas décadas atrás, a maioria era de TV aberta, hoje em dia a maioria de streaming, mas ainda assim, Survivor tem uma audiência muito sólida e que a pandemia deu um novo fôlego para Survivor, porque teve muito fã que descobriu Survivor, ele teve essa interrupção da produção por um ano, porque não dava para produzir.
Mas isso das temporadas terem entrado na Netflix e as pessoas não terem o que fazer deu um fôlego muito grande lá fora e aí famosos descobriram, Tom Holland descobriu Survivor e começou a comentar Survivor. E aí alguns famosos também começaram a comentar e aí pessoas que começaram a maratonar. Então a pandemia deu um novo fôlego para Survivor que...
que o reality deu essa... não que ele estivesse numa fase ruim, porque tinha acabado de ter a 40, que foi Winners at War, que foi uma celebração e tudo, mas o Survivor ganhou muitos fãs com a pandemia e continuou com uma audiência muito sólida até hoje.
Então eu acho que o Jeff não vai ter mais idade para apresentar numa centésima temporada, porque são mais 25 anos aí, ele já está um senhorzinho, mas eu consigo ver o reality durando, sim, por muito tempo ainda. É, gente, se o próprio Miranha está assistindo, gente, está dando crédito, e eu vou fazer essa pergunta, vamos supor que o Jeff vai decretar que se aposenta agora.
Porque a gente sabe até que as problemas vocais que ele tá tendo, né? Que a gente sabe que a voz dele já também não é a mesma. Ele já consegue dar aqueles tons mais fortes. Tem temporada realmente que ele tá muito rouco, né? Porque são anos e anos. Aí a idade também tá chegando. Mas ele envelhece, mas o Luke é sempre o mesmo, gente. Você sempre vai ver, por exemplo, o mesmo roupinho, o chapéuzinho, né? Ele não quer chamar atenção mais do que ninguém, às vezes.
Mas se ele fosse assim, ah, eu me aposentei. Se você tivesse que trazer um ex-participante pra apresentar, que eu acho que seria interessante. Quem você botaria pra comandar?
Ai, o Australian Survivor fez isso agora, né? Não por aposentadoria, mas deram um pé na bunda do apresentador e entrou um ex-participante. Eu acho que os primeiros nomes que a CBS pensaria seriam Parvati e Boston Robb. Eu não sei se eles têm traquejo para comandar um...
um reality, mas eu imagino que esses nomes seriam pelo menos testados como apresentadores e eu acho que seriam nomes interessantes que conseguiriam carregar o legado que Survivor tem por serem essas grandes figuras do reality.
E os bastidores do programa ela conhece, que ela trabalhou lá já, né? Exato. Tem até aquele vídeo maravilhoso dela eliminando o Jeff com Blind Side, né? Então, assim, eu acho que... Não sou nome de Alessandro, só pensaria no Jôs também. Mas vamos ver lá. Mas é isso. Muito obrigado a quem nos ouviu. Muito obrigado, viu, Coleto, pela participação. Coleto que tá acompanhando os reais, ficar de olho no que o Coleto tá assistindo pra gente chamar mais vezes aqui também, porque Coleto assiste Operação Triunfo, mas a Operação Triunfo a gente comentou em dias que a gente não tinha hora pra gravar.
Eu não sabia a hora certa, mas muito obrigado, viu, Coleto, pela participação. Pode chamar sim, vai ser um prazer. Sempre é um prazer estar aqui. E é isso, gente. Muito obrigado a quem nos ouviu. Semana que vem a gente está de volta. Essa semana vai estar quase começando o My Chef, mas não está. Tem chances de que eu e Laura venham assistir O Segredo de 1 Milhão de Dólares, se eu não me engano. É isso, o Realtor da Netflix. A gente vai assistir para comentar a primeira temporada.
A gente sabe que tem duas, mas a gente vai assistir. Tem planos, né, se a gente conseguir.
Mas tem episódio semana que vem, antes do Masterchef. E é isso. Beijo, amiga de Laura. Beijo, amigo de Tonho. Beijo, meus amigos. Beijo, amigo de Coleto. E a gente se vê nos próximos episódios. E até lá. E tchau.