Episódios de Papo de Cinema

#263 :: O Diabo Veste Prada 2

04 de maio de 202635min
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Duas décadas após o fenômeno original, O Diabo Veste Prada 2 retorna sob direção de David Frankel e roteiro de Aline Brosh McKenna, encarando o desafio de revisitar um clássico moderno em um cenário completamente transformado. 

Na trama, Miranda Priestly, novamente vivida por Meryl Streep, enfrenta a necessidade de se manter influente em um mercado em declínio, enquanto negocia com o novo centro de poder representado por Emily Charlton, interpretada por Emily Blunt. Ao mesmo tempo, Andy Sachs, vivida por Anne Hathaway, retorna em uma posição mais consolidada, participando de um jogo de forças agora mais equilibrado - e ainda mais tenso - dentro da revista Runway.

Neste episódio do Podcast Papo de Cinema, o editor do site Robledo Milani recebe a jornalista, escritora e cinéfila Vitória Pratini para falar sobre O Diabo Veste Prada 2.

Participantes neste episódio3
R

Robledo Milani

HostEditor
J

Júlia Klein

ConvidadoEmbaixadora do Papo de Cinema
V

Vitória Pratini

ConvidadoJornalista, escritora, cinéfila
Assuntos5
  • O Diabo Veste Prada 2Comparação com o primeiro filme · Nostalgia e legado do original · Desenvolvimento de personagens · Humanização de Miranda Priestly · Amizades femininas e sororidade · Atualidade e relevância contemporânea · Crítica ao jornalismo e mercado editorial · Lady Gaga e música tema · Participações especiais (Lucy Liu, Kenneth Branagh)
  • Moda e EstiloO papel da moda no filme · A relevância do jornalismo investigativo · Declínio das revistas impressas · Combinação de moda e jornalismo no sucesso do filme
  • Influência de adaptações fílmicas em interpretação literáriaDiferenças entre o livro e o filme · O segundo livro 'A Vingança Veste Prada' · Decisão de criar nova história para a sequência
  • Cinema e SériesSucesso do primeiro filme · Expectativa para a sequência · Orçamento e potencial de bilheteria do segundo filme · Possibilidade de um terceiro filme
  • Cinema e AudiovisualFormato do programa (blocos) · Convite para seguir nas redes sociais · Lista de transmissão no WhatsApp · Parcerias e inserções comerciais
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Seja bem-vindo ao podcast Papo de Cinema, programa oficial do portal papodecinema.com.br. Aqui a gente conversa sobre filmes, séries, festivais e tudo que movimenta o universo audiovisual. Prepare-se, porque o nosso Papo de Cinema já vai começar. Bom dia, boa tarde, boa noite. Estamos começando mais uma edição aqui do podcast Papo de Cinema. E hoje para falar de O Diabo Veste Prada 2, que é o filme do momento. Está todo mundo ansioso.

20 anos de espera pela sequência de O Diabo Veste Prado, o filme icônico de 2006. Um filme assim que ninguém dava nada e chegou entregando tudo. A gente ficou muito feliz e que bom, finalmente o filme chegou às telas. Gostamos, não gostamos, a gente vai falar sobre isso agora. Se valeu a pena essa espera, se o filme está à altura do original. E eu vou falar sobre isso com a minha convidada desse episódio, Vitória.

Vitória Pratini. Eu tava há muito tempo, já teve outros convites anteriores que a gente não conseguiu encaixar agendas. Que bom que dessa vez deu tudo ser chique. Vitória, um prazer estar aqui contigo. Prazer a todo mês. Muito obrigada pelo convite. Tô muito animada de finalmente poder participar do podcast pra falar de um filme que spoiler, eu gostei. Então, é... Que é um clássico, nostalgia. Então, muito obrigada, novamente, pelo convite.

A Vitória já deu meio que um preview de um pequeno spoiler. Sim, a gente vai anunciar, nós gostamos do filme. Agora, mas a gente vai falar por quê? Porque esse é um papo de cinema justamente para a gente mergulhar e fazer uns desdobramentos aí dessa leitura desse novo filme e tal. Mas, gente, já vamos deixar o aviso desde imediato. O programa, como você sabe, aqui tem dois blocos.

Nesse primeiro a gente vai tatear essas origens, por que o primeiro filme é importante, por que há tanto tempo as pessoas queriam uma sequência, pediam, exigiam, demandavam uma continuação. Agora, detalhes sobre a trama. O que acontece nesse segundo filme, os desdobramentos, surpresas, reviravoltas, isso a gente vai deixar para o segundo bloco. Então se você não assistiu ainda ao Diabo Veste Prada 2...

Segura, assiste, vai lá, assiste o filme, vai no cinema e depois volta aqui para conferir, porque no segundo bloco a gente vai falar de tudo. Vamos esmiuçar esse filme. E se você está chegando aqui agora no podcast do Papo de Cinema, eu já quero deixar um convite para vocês. Segue a gente, é arroba papo de cinema em todas as redes sociais, no Spotify, no YouTube, nas nossas multiplataformas. Dá a sua avaliação, cinco estrelinhas não custa nada e para nós faz toda a diferença do mundo.

recomenda, põe no grupo de amigos, da faculdade, da família, do condomínio, indica para todo mundo. E não quer perder nada que a gente publica todos os dias aqui no Papo de Cinema? Segue a nossa lista de transmissão no WhatsApp. É simples, é fácil, é gratuito. Melhor ainda, é gratuito. E você fica por dentro de tudo que a gente está publicando todos os dias.

em todas as plataformas do Papo de Cinema. Bom, vamos começar então falando de O Diabo Veste Prada 2. E já que a Vitória já se adiantou, a pergunta é por que, Vitória, que tu gostou da sequência de O Diabo Veste Prada? Eu não estava esperando nada, porque assim, eu adoro o primeiro filme. Então eu fiquei, não posso me decepcionar, vou com uma expectativa baixa.

Acabei me surpreendendo positivamente, porque eu achei muito nostálgico, achei que constrói muito bem a relação entre todos os personagens, traz de volta cenas de referência ao primeiro filme, e traz também uma novidade em relação aos dias atuais. A gente vai falar um pouquinho mais sobre isso, mas é bem atual.

com uma pegada de nostalgia. Então, foi o que eu achei muito interessante. Principalmente as amizades femininas foram muito bem desenvolvidas. Eu gostei. Achei que foi uma continuação que tem cara de continuação. Ele não tenta ser algo mais, né? A gente está num momento que toda hora estão reiniciando, né? Reboots, prequels, sabe?

O Pânico 5, que tirou o número da frente, era só Pânico, porque não queria ter ligações com os anteriores. E vários outros exemplos, eu lembrei de um agora. O Diavaste Prada, não. É dois e é totalmente conectado com o primeiro. É aqueles mesmos personagens 20 anos depois.

com as ligações ou não, ou os esquecimentos, a gente pode falar sobre isso depois, em relação ao que aconteceu no primeiro filme, então é muito bacana ver realmente como eles fazem uma referência, e reverência também, eles respeitam tudo que foi conquistado com o filme anterior, mas isso pra mim eu acho que foi a melhor surpresa que a gente pode elaborar até mais aqui.

como é um filme contemporâneo. É um filme totalmente situado em 2026. É um filme que reconhece o que foi feito e de onde ele veio, mas ele está totalmente com os dois pés no chão nesse momento que nós estamos passando agora. Para mim, esse vigor e essa modernidade, essa contemporaneidade que o filme traz é o grande acerto que eles fizeram.

Tem dúvida, até porque tem o segundo livro, para quem não sabe, a história é baseada num livro, existe o segundo, mas o segundo foi, não é exatamente, o segundo filme não é exatamente uma adaptação do segundo livro. Então, tem toda essa modernidade, justamente como você falou, adaptado para 2026, para todos os...

as questões mundiais em relação a jornalismo, né? E há, também. Não dá pra deixar de comentar sobre isso. Não, e há tudo, isso aí tá cada vez mais presente e é aquelas coisas incontornáveis. Goste ou ame, a gente tem que lidar com ela. Mas eu te confesso, assim, que o... Quando estreou o primeiro de Aves Prada, eu tenho uma mania, é uma coisa, assim, que eu já carrego comigo há muito tempo, eu adoro quando o filme é baseado num livro, correr e ler o livro antes.

E eu li o livro primeiro, assim que anunciaram, eu não conhecia, não tinha noção do livro. Ah, Meryl Streep e grande elenco vai estar num filme chamado Javeste Prada. Eu fui correndo, assim que saiu a edição brasileira, comprei e li. Gostei do livro, ótimo, vamos esperar.

E para vocês terem uma ideia, o primeiro livro é de 2003 e o filme é de 2006, ou seja, teve um intervalo bem curto, foram três anos só, o livro virou um best-seller, estourou e eles logo providenciaram a adaptação para o cinema. Só que a própria autora, a Lauren Weisberger, ela levou dez anos entre um livro e outro. O primeiro livro é de 2013 e o segundo livro é de 2013.

e o segundo livro não é o Diabo Veste Prada 2, o segundo livro é a Vingança Veste Prada, tem outro mote, é totalmente diferente do filme agora, e eu, quando saiu o livro, eu fui correndo ler o segundo livro, e eu me decepcionei muito, eu acho que eu tive a mesma impressão do Dave Frank, o diretor, da Aline Brosh McKenna, e do elenco todo que pensou, não.

Esse livro a gente não vai mexer nisso. Vamos criar uma outra história. E pra mim, eu adorei que eles vieram com uma história completamente nova e deixaram esse livro ali. Dá pra livrar. É uma curiosidade, é um outro conto ali com esses personagens. Mas acho que a grande diferença, e eu quero ver a tua opinião sobre isso, é que nesse segundo livro, já tinha isso no primeiro, né? O primeiro filme, ainda que a Meryl Streep tenha sido indicada ao Oscar de Melhor Atriz, pela essa...

figura icônica que ela cria com a Miranda Priestly, ela é coadjuvante no filme. A protagonista é a Andy Sachs, aquela jornalista jovem que está começando. O filme todo é o ponto de vista dela. E no segundo livro, a personagem da Miranda vira mais coadjuvante ainda. É o personagem que ficou na memória de todo mundo. Todo mundo queria saber mais sobre esse personagem. E a autora, não sei o que ela pretendia, mas ela apaga ainda mais essa personagem no segundo livro.

curiosamente, o pessoal agora responsável pelo filme faz o movimento inverso, né? E a Miranda, agora sim, ela é co-protagonista, ela tá de nível de igualdade, tem momentos só dela, sem outros em volta, tu entende melhor as motivações, eu acho que esse crescimento do personagem da Meryl Streep também, assim, é um baita acerto.

Com certeza. Eu recentemente revi o primeiro filme e a minha memória afetiva tinha a impressão de que a Meryl Streep era muito mais presente no primeiro filme. E aí eu revi e pensei, não, é a Anne Hathaway, é a protagonista, porque a gente vê todo o filme a partir do ponto de vista dela. A gente está falando do primeiro, o Diabo West Prada. Já no segundo, como você comentou, todos os personagens ganham espaço. A gente vê cenas individuais, inclusive da Emily Blunt, inclusive da Meryl Streep, não só.

do ponto de vista da personagem da Anne Hatter. Então, achei isso muito interessante. Senti falta, tem que dizer, de que o Stanley Tucci tivesse mais cenas. Eu achei ele meio deixado de lado ali, coitado. Mas o filme, assim, achei que abordou muito melhor o co-protagonismo de todos eles.

Mas o Stanley Tucci é interessante porque, sim, ele é o que menos aparece desse quarteto, né? E agora, mais do que nunca, estão os quatro no pôster, né? Os quatro, todas, a Junket, as viagens, a Press Tour, foi sempre os quatro. Em alguns lugares, até a Lady Gaga foi, e a gente vai falar um pouquinho mais sobre isso.

Não é spoiler, né? Porque a música tema desse novo filme é uma música da Lady Gaga e ela tá super divulgando essa música e tal. Mas eu acho... Nos 40... Não vou dizer 45, mas aos 40 do segundo tempo, eles dão um jeito da Miranda ter um acerto de contas com o Nigel também, né? Ela tem uma hora, ela chega lá com ele e eles têm uma conversa. Isso eu achei muito bacana, porque parece que...

ela era tão avassaladora no primeiro filme, a Miranda, e ela atropelava todo mundo, que nesse segundo, ela parece que tem que se acertar com todos eles, né? Ela tem o momento de conversar com a Andy, o momento de conversar com a Amy, e o momento de conversar com o Nigel também, isso eu achei muito bacana.

É, eu achei que ela foi menos vilã, né? Ela menos o Diabo Veste Prada, né? Inclusive, temos outra pessoa que é Diabo Veste Prada ali, né? Na história, sem spoilers. Mas, assim, eu achei que a personagem da Miranda foi mais humanizada, assim. Mas a gente também vê que... Acho que isso tem nos trailers também, de que ela fala besteira e a assessora vai lá e fala... Não, você não pode falar isso nos dias atuais, assim.

E eu acho que isso é muito um reflexo de pessoas da geração dela, que a gente vê hoje que não entendem. Mas por que eu não posso falar isso, entende? Que é o politicamente correto e tal. Então, achei interessante que o filme abordou isso, ainda que não tenha se aprofundado muito. É, mas eles não podiam também fingir que isso não acontece, né?

Porque é importante, tem que pontuar Bom, pra mim, só a cena E isso não chega a ser um grande spoiler É mais uma delícia pros fãs Só a cena da Miranda Tendo que pendurar o próprio casaco no cabide

já é um acerto de contas ali por si só, né? Exatamente, exatamente. É muito bacana ver que é aquilo que eu estava falando de modernizar esses dramas e esses personagens. Só que daí eu acho que sim, eu acho que tu falaste muito bem dessa questão de ela está menos diabo, né? Ela não é mais um monstro, um vilão, uma figura inalcançável. A gente percebe...

a fragilidade dessa personagem, humanizaram a personagem, e eu acho que, em muitos casos, poderia ser um passo bem arriscado, né? Tu tem uma figura tão icônica e tu humaniza... Mas eles têm Mary Striep pra lidar com isso, né? Que é simplesmente a maior atriz viva de Hollywood. Então, assim, ela lida muito bem com isso e a gente assume o lado dela, a gente vê como as coisas estão funcionando. Agora, além disso...

Enquanto o primeiro filme era muito focado na jornada de amadurecimento profissional dessa personagem, da Andrea, né, da Dano Harwin, esse filme é um filme mais coletivo, né? É um filme mais sobre a profissão, sobre o futuro da profissão e desses negócios, e do meio onde eles estão vivendo.

vivendo e trabalhando, não só da moda, como a gente fala muito, tu fala de Javeste Prada, a gente faz muito esse foco da moda, mas do jornalismo, né, porque é uma revista e tal, e eu acho que isso fala muito alto com todo mundo, né? Sem dúvida, assim, pra quem não viu o filme ainda, se passa, bom, a Andrea logo no início, ela

perde o emprego de um jornal grande. E aí ela fica assim, mas o jornalismo importa, a gente está ganhando um prêmio aqui e está todo mundo sendo demitido. Eu acho que isso é muito reflexo do que a gente está vendo de layoffs, não só nos Estados Unidos, como no Brasil, com em vários lugares, de que as empresas estão focadas mais no dinheiro e menos no conteúdo, mais no... Até quando na runway mesmo a gente vê eles fazendo matérias que querem dar cliques ao invés de dar...

informação, né? Então, eu achei muito interessante que eles abordaram isso e que rolou uma identificação ali. O mundo que a gente vive, o nosso mercado jornalístico e tudo mais.

Para nós faz muita diferença, mas eu acho que é mais amplo que isso, isso que é muito bacana. Poxa, esse ano agora de 2026 é um ano de eleições aqui no Brasil, né? E a gente está vendo muito essas fake news já há tempos, eu estou falando de manipulação de imagem, a IA que tu falaste, inteligência artificial e tantas coisas.

Como o jornalismo levado a sério, que vai atrás da informação, com fonte, com comprovação, com testemunho, faz diferença. E é muito sobre isso que o filme se mergulha. Agora, como que o filme faz isso? Como que ele vai desdobrar essas questões? E quais personagens ele vai trazer para esse debate? A gente vai falar no próximo bloco aqui do podcast Papo de Cinema. Vitória, segura só um pouquinho o pessoal que está nos ouvindo. É o momento de ir no banheiro, fazer um xixi, tomar um gole d'água.

Que logo, logo, depois desse recado, a gente volta a falar mais sobre o Diabo Veste Prada 2.

Olá, pessoal! Eu sou a Júlia Klein, embaixadora do Papo de Cinema, e você está acompanhando o nosso podcast. Agora, para dar uma respirada na nossa conversa, eu estou aqui para lembrar que você também pode fazer parte desse espaço. Exatamente, pois os parceiros do Papo de Cinema tanto podem sugerir os temas a serem debatidos nesse momento de troca e discussão, como também podem negociar conosco inserções comerciais, divulgando seu produto, evento...

filme ou marca. Bacana, né? Fala com a gente, manda um alô por qualquer um dos nossos perfis nas redes sociais. E você sabe, estamos no Instagram, no Twitter, no Facebook e todas as outras redes sociais. Ou mesmo pelo nosso e-mail papodecinema.com.br. Estamos esperando pelo seu contato, viu? Tenho certeza que vai ser muito legal contar com você ao nosso lado, tornando esse papo de cinema ainda mais amplo e diverso. Bora lá?

Estamos de volta com o podcast Papo de Cinema agora sobre O Diabo Veste Prada 2. Sequência do icônico Diabo Veste Prada. Pra vocês terem uma ideia do que foi o Diabo Veste Prada, é o filme de maior bilheteria do diretor David Frankel, né? E eu não tô falando de...

Um diretor qualquer é um cara que fez grande sucesso com Beleza Oculta, com Will Smith, fez o Marley Eul com a Jennifer Aniston, tem filmes bastante populares, mas o Diabo Vestiprada está acima de todos esses, fez mais de 300 milhões nas bilheterias de todo mundo, teve duas indicações ao Oscar, inclusive uma de melhor atriz para a Meryl Streep.

E essa segunda continuação, Vitória, minha convidada agora desse episódio especial aqui sobre o filme, está à altura do primeiro? É melhor que o primeiro? É tão bom quanto o primeiro? Fala qual for a tua percepção desse segundo filme. Olha, o Diabo Vésperado 2 é muito bom, mas o primeiro ainda se supera, assim, ainda é o icônico aquele, pegadas e, enfim, acho que inovou muito no elenco, na montagem, no roteiro, né, enfim.

E esse filme funciona, como a gente falou no primeiro bloco, funciona muito bem como uma continuação. Ele não tenta se reinventar, reinventar a roda. Ele é aquilo que é e traz a nostalgia necessária com os quatro principais, com o roteiro. Enquanto no primeiro filme a gente viu Paris, Fashion Week, agora a gente vê Milão. E uma curiosidade, eu recentemente estive na Itália e fui lá em Milão, onde foi filmado.

onde tem o Duomo de Milão, que é a catedral, e aquela galeria Vitória e Manoel, onde tem aquele touro que todo mundo bota o pé e dá a rodadinha, vocês já devem ter visto na internet. E, bom, tem que dizer que faz jus, que o filme faz jus ao que é a beleza natural, assim, na vida real. E fica... porque às vezes os filmes embelezam, né? Mas realmente é muito bonito lá. E...

é o foco da moda, né? Lá onde tem a primeira loja da Prada, o primeiro shopping do mundo ali, aquela galeria. Então, acho que foi muito legal ver o que eu tinha visto na vida real, né? E, enfim, essa curiosidade pessoal aqui.

Não, o filme, com certeza, eu te confesso, eu fiquei ainda mais empolgado que tu. Eu ainda gosto desse, eu gostei mais desse segundo que do primeiro. Mas eu não sei, é uma questão, acho que é do momento, pode ser também, porque eu também fiz como tu, eu também fui rever o filme anterior, que eu não revi há muito tempo. Eu revi na véspera, antes de assistir o Diabo Veste Parada 2.

E eu te confesso que eu achei o filme assim, que eu fiquei pensando, cara, é o tipo daquela combinação que o todo é maior que as suas partes separadas, sabe? Porque é um filme relativamente simples, né? As coisas assim, tudo se resolve de uma maneira meio um mais um é dois, sabe? Não tem muitas complicações. No final ela joga o celular na fonte e vai viver a vida dela, com o namorado lá que também nem retorna nesse segundo filme.

Ela simplesmente diz, é, vamos dar um jeito, vamos ver o que a gente faz e todo mundo fica de boa. Não tem grandes dramas, grandes histórias. E a personagem da Meryl, como a gente falou, a Miranda Priestley, ela é muito mais finge nesse primeiro filme, né? A gente não entende por que ela age daquela maneira, por que ela faz daquele jeito. Ela é só, assim, o diabo mesmo. Ela é aquela coisa.

Eu gosto da complexidade que esse segundo filme traz para esse mesmo ambiente, né? Eles não ignoram o que aconteceu, mas eles humanizam esse personagem que a gente falou. Eles não falam mais só... Tem aquele monólogo icônico do primeiro filme?

da Miranda explicando a indústria da moda, quando ela fala do suéter azul dela e tal. Nesse filme, eles não estão só falando de moda, eles estão falando de jornalismo, eles estão falando da verdade, da importância das pessoas investigarem. Então eu acho que traz muito mais para a mesa do que uma comédia romântica como tantas outras que a gente vê por aí. E nem é uma comédia romântica que não tem romance nesse filme. Exatamente.

É mais porque eu acho que eu gosto desse romance não carnal, mas afetivo desses personagens, porque eles estão mesmo enamorados um pelo outro. Tem uma cena maravilhosa e, gente, a gente falou no primeiro bloco, esse segundo agora os spoilers estão liberados. Tem um momento de pazes das duas Emilies, né? Da Andrea com a Emily, da Emily Blunt com a Anne Hardwick.

que é muito bacana essa sororidade, ver duas mulheres que poderiam estar competitivas, uma querendo derrubar a outra e tal, e em algum momento isso meio que acontece durante o filme, tem uma tensão, mas elas conseguem se entender, uma respeita a outra, uma perdoa a outra, eu acho muito bacana os exemplos que esse filme traz.

Eu concordo com você. Eu acho que o ponto alto desse filme foram as amizades femininas, né? Da Andrea com a Emily, até da Andrea com a Miranda, personagem da Meryl Streep, né? E que ela foi mais humanizada porque ela também explica que ela adora trabalhar, ela é workaholic. Então, por isso, isso pesa dela ter perdido parte da vida das filhas e tal, que as filhas nem aparecem nesse, né? Mas a gente lembra delas querendo ler Harry Potter lá no primeiro filme.

as gêmeas, né? as gêmeas exato, as gêmeas e achei muito interessante tem também a Simone Ashley que é a menina do Bridgerton da segunda temporada de Bridgerton que ela fez uma das assistentes da Miranda, achei que ficou talvez um pouco perdido a participação dela ali, mas dá pra ver que houve uma evolução na Miranda e nas suas assistentes e aí

Porque ela dá toques que anteriormente a Miranda daria provavelmente um corte rápido e falaria, não, eu vou falar o que eu quiser e dane-se. Ela meio que se adaptou ao mundo, tentou, pelo menos, nesse filme. Eu achei também, eu acho que é um complemento do primeiro filme. Que eles estão, parecia que eles estavam felizes nas telas, se reencontrando todo mundo, né? E preservados no formal, gente. Porque tá todo mundo no string ali.

Eu acho que sim, porque cada vez mais a gente tem percebido, e graças a Deus a gente está percebendo em gerações mais novas, a urgência de dar foco para esse tipo de debate, que é saúde mental, respeito um ao outro, condições saudáveis de trabalho, de relações interpessoais e ambientes profissionais. Tudo isso está no filme. Isso é muito bacana. Eles trazem as questões. Só que ao mesmo tempo que o mundo não entrega as coisas de mão beijada.

E a Miranda é um ótimo exemplo. Ela reconhece que ela tem que mudar e ela está disposta a fazer essas mudanças, só que, ao mesmo tempo, ela reconhece os sacrifícios que ela fez para estar onde está. Então, assim, sabe? E não é assim, vou ficar em casa com os pés para cima que vai cair no meu colo. Não é assim que as coisas acontecem. Então, o filme está muito atento a todo esse debate que está nas redes sociais, que está nas nossas vidas, que está nos nossos trabalhos, exatamente, e ali a gente vê na tela.

Exatamente, a gente comentou no outro bloco sobre os layoffs que acontecem. O filme traz um vilão que é um magnata que tem dinheiro, que ele só quer vender a revista, e é por isso, porque ele não tem nenhum interesse em moda, ele só quer dinheiro mesmo. Então, é muito interessante trazer esses Mark Zuckerbergs da vida, que querem...

Ter só esse poder por ter. Tem, inclusive, o marido da Emily Blunt, né? No filme, que é o namorado, né? Esqueci o nome do ator. O Benji Barnes, né? Que é o personagem do Justin Trudeau.

Justin Tereau está irreconhecível. Eu fiquei, meu Deus, que diferença, sabe? E ele é um personagem intragável, mas assim... Não, isso que tu falaste há pouco, que está todo mundo conservado informal, com exceção do Justin Tereau, é o único...

Esse virou outra pessoa, né? Todo mundo tá igual, menos o Kenneth Branagh. Tá ótimo, tá igual. Mas é um pouco diferente. Tá sem óculos, então eu fiquei... É o Kenneth Branagh mesmo? Nossa. E tá sem o bigode do Poirot também, né? Deixou de fora. Também.

Exatamente. E, assim, de todos os personagens, eu achei que o ator que trouxeram pra fazer o namoradinho da Anne Hathaway, lá da Andy, eu achei ele meio assim, B, assim, por que não trouxeram um ator mais famosinho? Tudo bem. Deixa eu a desejar.

E bem o que a gente estava falando de não ser uma comédia romântica, porque ainda tem uma tentativa de romance que não pega fogo em nenhum momento, né? É uma coisa super morna, que ninguém está dando muita atenção. Ah, se ela vai... Põe mais cena dela com aquela amiga, que é muito mais divertida... Muito mais a da galeria, que é quem arranja o encontro, inclusive.

Exato, exato Sabe? Então assim E daí a gente traz a questão do personagem Do Kenneth Branagh Que é um baita ator Que já foi indicado ao Oscar, que é diretor Que tá no filme Eu nem chamo de coadjuvante É quase um figurante

Uma ponta, mas ele tá ali justamente pra dar suporte pra Meryl Streep, porque o momento mais frágil dela é com ele. Ele faz o novo marido da Miranda, né? E ela tem um momento que ela precisa se abrir, deixar... E é com ele. Tu vê que tem que ter um autor à altura pra conseguir fazer esse bate-bola, né?

Exato, eu achei sensacional, assim. Apesar de não ter nem explicado como que ela casou de novo, né? Porque, assim, no outro filme ela tinha recém se divorciado do outro marido, que nem tem muita... Eu acho que ele aparece de relance uma vez. É, exato. E aí...

trouxeram o Kenneth Bragna, mas eu gostaria de saber um pouco do background deles. Mas, Vitória, uma coisa que eu acho interessante que eu queria te perguntar também é que a gente, quando fala de Diabo Veste Prada, e a gente sabe tanto do primeiro quanto do segundo, esse segundo ainda mais, a gente sabe que o filme está falando sobre, como a gente também está batendo bastante nessa tecla aqui nesse programa.

Sobre jornalismo, sobre informações, sobre pesquisa, sabe? É uma revista que hoje praticamente não existem mais revistas, né? Tu chega numa banca de revistas, essas das ruas, tu vê vendendo de tudo, menos revista, né? Tu compra qualquer coisa e menos uma revista. Então, assim, nos aeroportos, tu chega assim, tu tava viajando há pouco tempo, ah, vou comprar uma revista pra ler no avião. Tu vai comprar livro, talvez tu encontre alguma coisa, porque revista praticamente tá num cantinho lá quase sumido.

Exato. Só que o filme fala mais do que jornalismo. O filme fala mais também, e eu acho que é um dos grandes sucessos, tanto do sucesso do primeiro quanto da expectativa em relação ao segundo, que é um filme falar de moda. Moda é uma coisa ainda meio enigmática para muita gente, né? Porque todo mundo gosta, todo mundo quer se vestir bem, todo mundo reconhece as grandes marcas, acha bonito, etc. Mas ninguém entende mais ou menos como é que funciona, sabe? Aquelas passarelas, quem são essas pessoas?

comem, do que se alimentam, como sobrevivem. É tudo uma coisa meio misturada, meio misteriosa. Só que ao mesmo tempo, qual é a chave pra ti do segredo? Porque quando eu assisti o Diálogo e As Paradas 2 e gente, nós temos cenas de passarelas, tem modelos, tem desfile, tem toda essa alta costura desfilando. E eu me lembrei de um outro filme que também fala sobre moda.

que é um filme que eu particularmente adoro, mas é um filme que ninguém lembra mais, que é o Preta Portê, do Robert Altman, tu deve lembrar desse filme, que é um filme que também investiga a Semana de Moda de Paris e tal, mas ninguém deu muita pelota pra esse filme. Já o Diabo Veste Prada, todo mundo entra em um frenesi. Por que essa combinação de jornalismo com moda em Diabo Veste Prada faz tanto sucesso?

Acho que essa é uma pergunta meio difícil, mas eu acredito que o filme teve muito sucesso por todos esses fatores que a gente estava comentando, que é o conjunto da obra, os quatro atores incríveis, o livro que já era muito famoso,

E ele traz a moda como pano de fundo. Tem toda a beleza, é um glamour ali que a gente vê nas telas, tanto no primeiro filme quanto no segundo. E filmes de jornalismo têm essa pegada de serem muito populares. Também temos...

exemplos de filmes clássicos falando de jornalismo que são muito populares. Então acho que juntou esses dois temas e funcionou muito bem. Sem contar que é atraente, o ritmo do primeiro filme é muito batida, tem vogue, tem música, tem cenas que ela muda de roupa.

enfim, e eles tentaram replicar isso no segundo filme também. Então acredito que, na minha opinião, essa é a fórmula mágica. Eu comentei também de cenas icônicas e referências ao primeiro filme, da cena dela, da Miranda, tentando pendurar o seu próprio casaco no cabide. Agora, tem cena melhor do que ela no avião, passando direto pela classe executiva e indo para a classe econômica?

Pois é, é assim perrengue chique

Perrengue, chique total. E outra coisa, fala pra nós o que tu achou, porque tinha muita expectativa em relação a isso também, da Lady Gaga no filme. Porque a Lady Gaga fez uma música inédita pro filme, né? É a música tema ali no momento justamente das passarelas. O nome da música é Runaway, né? Então é o nome da revista e tal. E ele tem importante. Mas a Lady Gaga tá também como atriz no filme. A gente pode falar sobre isso também.

É, exatamente, assim, eu fiquei surpresa com como ela apareceu, né? Que a gente, eles falam de nomes de que iam cantar e não puderam ir porque tinha que levar piano, acho que era o John Legend e tal, e aí ela diz, vou ligar pra ela, mas eu não gosto dela. E é muito interessante que a Lady Gaga...

É a própria estar como ela mesma ali e a Miranda não gosta dela e vice-versa. Então tem aqui ali aquela treta. Eu acho que foi um resquício do primeiro filme. Foi exatamente... A Miranda do primeiro filme estava ali tentando dar as boas-vindas, mas com a cara de quem não quer.

Eu adoro, porque a primeira aparição da Miranda no filme é uma cena pública, né? Ela está chegando no Met Gala, uma coisa assim, né? Tipo um momento de grande procura. As pessoas têm mágica na cara dela. Exato. A imprensa está toda reunida. Só que ao mesmo tempo que ela está sorrindo e feliz e abanando para os fotógrafos, o diálogo dela com o Nigel, que é o braço direito dela...

É completamente o oposto, porque é o início de uma crise que vai gerar o tema do filme, né? Eles fizeram uma reportagem que depois descobriram que não era bem aquilo do que eles acabaram vendendo na matéria. Então, assim, eles estão sorrindo, mas estão querendo morrer por dentro. E esse reencontro, que a gente sabe que é um reencontro, que elas têm um passado, as duas, da Miranda com a Lady Gaga, é assim também, né? É ela sorrindo, sorridente, mas assim que a Miranda vira as costas, a Lady Gaga vira para os seus assistentes e diz...

Quem deixou essa mulher entrar aqui? Tu vê que tem... O espírito da Miranda original tá vivo ainda, né? Exatamente. São as faíscas ali que aparecem, né? Então, foi sensacional. Eu acho que a gente tem que falar também de outra participação especial, que é da Lucy Liu, que eu achei incrível ela estar no filme. Ela é meio que a salvadora da pátria ali, mas também conservadíssima.

É, e eu achei muito bom que tem uma entrevista ali, né, que eles conseguem, que ela é o santo grau ali dos entrevistados, e quem faz a entrevista é a própria Miranda, então achei curioso isso, né, que ela sai da cadeira de editora para ir lá fazer essa entrevista icônica.

É, eu acho que faz parte desse processo que a gente falou no primeiro bloco, né? De humanizar o personagem, né? Ela tem que botar a mão na obra, ela tem que sujar a mão, tem que ir lá, fazer acontecer. E eu achei muito bacana, porque quem consegue a entrevista é a Andy, né? A Andrea, o personagem da Andy Harwin. E seria super natural ela ir fazer a entrevista e voltar. Tá aqui a matéria e vai salvar a revista. E não, eles montam todo um circo lá pra levar a própria Miranda e fazer esse bate-papo.

E depois tem a reviravolta mais no final, que a gente sabe que vai ter o dedinho dessa personagem da Lucy Liu ali envolvida. Agora, Vitória, no primeiro filme era bem mais claro essa meio que divisão do time Miranda e do time Andy, né? Ficando bem dividido. Então acho que dá pra falar ainda dessa divisão entre uma e outra nesse segundo filme? Ou tá todo mundo de braço dado? Ou a gente afunda todo mundo junto? Ou sobrevive todo mundo junto? Como é que tu vê isso agora?

É, eu vejo mais como sororidade, como estamos juntos, né? Até tem um resquício ali da vilania, só que da Emily e não da Miranda, né? A Emily que quer fazer a traição ali, porque ela quer o holofote pra ela, né? Quer ser dona da revista e tudo mais. Mas depois ela volta atrás e eu acho que tem esse braço dado, como você falou, né? Das amizades femininas. O que a gente tem de time, assim, que não...

não é bem tímido, porque a gente sabe que os vilões são os magnatos que estão ali querendo destruir a revista então a gente está 100% do lado das meninas ali elas estão... que maravilha eu estou com a expectativa altíssima agora para o retorno de público, eu acho que é um filme que pode fazer o orçamento desse filme é tipo 3 vezes maior o orçamento do anterior, então assim não acho que vai fazer 3 vezes na bilheteria um pouquinho

fez o primeiro, porque isso significaria ir lá pra casa do bilhão, eu acho que não chega tanto, mas é um filme que pode performar super bem e pode entrar pro imaginário do público agora, tu acha que cabe um Diabo vs Prada 3? Pra indústria sempre cabe, se tiver dinheiro né, mas eu pessoalmente acho que encerrou direitinho no segundo que não precisa o próximo entende? Mas se der dinheiro vão querer cavar um próximo

Bom, se tiver um terceiro, que não esperem 20 anos, né? Que passam logo com uma ótima história. Exatamente, porque a Meryl Streep já vai estar aposentada. Ou vai ser como a nossa Fernanda Montenegro, que continua atuando também, pode ser. Bom, daqui a 20 anos a Meryl vai ter mais de 90, a Fernanda Montenegro está com mais de 90. Nunca diga nunca em casos assim. Exatamente.

muito obrigado por ter aceitado esse convite de vir aqui pro podcast do Papo de Cinema pra gente falar desse filme tão comfort zone, um filme tão querido tão gostoso da gente, e um filme ainda que, ao mesmo que dá conforto dá material pra pensamento, pra reflexão pra problematizar esse mundo que nós estamos vivendo Vitória, quem tá te conhecendo aqui do nosso público do Papo de Cinema, que tá ouvindo falar de ti agora, dá os teus arrobas, como é que as pessoas encontram Vitória Pratini como é que as pessoas ficam sabendo mais a teu respeito e acompanhando o teu trabalho Vitória Pratini

Bom, muito obrigada novamente pelo convite. Foi uma delícia falar aqui sobre o Jabba Esprada. Fico à disposição para próximos, para a gente falar bem ou mal e desenvolver aí, né, como a nossa indústria funciona. E, bom, meus arrobas são arroba Vitória Pratini, P-R-A-T-I-N-I.

e Vitória Sem C, você pode acompanhar meu trabalho. Eu faço contribuições com versão dublada, com papo de Cinemateca, outros sites e até no meu próprio Instagram eu faço o Ponto de Vitória. Então, você pode acompanhar ali minhas análises sobre alguns filmes, séries e produções. Então, me acompanhem. Muito obrigada pelo convite novamente.

Maravilha, pessoal. Vai todo mundo, então, agora seguir Vitória Pratini no Instagram, arroba Vitória Pratini, que ali tem muito conteúdo bacana. A Vitória é super antenada, está sempre ligada nesses momentos. A gente está muito feliz, porque há tempos a gente queria tê-la aqui com a gente. Pessoal, foi um prazer estar com vocês. Mais um episódio aqui do Podcast Papo de Cinema.

fica o recadinho, papo de cinema, arroba papo de cinema em todas as redes, segue a gente lá segue também a lista de transmissão no nosso canal do WhatsApp, é simples é fácil, é gratuito, melhor de tudo é só clicar em acessar o canal e acionar as notificações, clicando no sininho lá em cima que você vai receber tudo na palma da sua mão, muito obrigado semana que vem a gente volta com mais conteúdo aqui no Papo de Cinema, beijo pra vocês tchau, tchau