Gasolina importada no Brasil atinge maior preço desde o início da guerra no Oriente Médio I comece seu dia
Brent em alta após nova escalada no conflito no Oriente Médio com a promessa dos EUA de escoltar navios no Estreito de Ormuz.
Axia vende participações em linhas de transmissão.
Relator do projeto de lei da Política Nacional de Minerais Críticos, Arnaldo Jardim propõe conselho com poder para vetar fusões e aquisições.
***Locução gerada por IA
- Importação de CombustíveisPreço de paridade de importação de gasolina atinge maior valor desde o início da guerra no Oriente Médio · Alta de 72% na gasolina importada desde o fechamento do Estreito de Hormuz · Preços de importação do diesel seguem trajetória parecida · Petrobras mantém preços abaixo da paridade de importação · Dependência externa de diesel e gasolina no Brasil · Aumento da mistura de etanol e biodiesel
- Infraestrutura energética no Oriente MédioEscalada das tensões no Oriente Médio · Fechamento do Estreito de Hormuz · Aumento da volatilidade dos preços do petróleo Brent · Riscos de desabastecimento no sistema global de energia · CEO da Chevron, Mike Worth
- Privatização de distribuidoras de energiaAxia Energia vende participações minoritárias · Grupo Energia Bogotá (Gebras Participações) adquire participação · Valor da transação
- Minerais críticos e terras rarasRelatório do Projeto de Lei nº 2780-2024 · Proposta de criação do Conselho de Minerais Críticos e Estratégicos (CMCE) · Poder de veto do CMCE sobre fusões e aquisições no setor mineral · Deputado federal Arnaldo Jardim
Comece Seu Dia, com a Aixos. Bom dia! Resta a edição de 5 de maio da Comece Seu Dia, a newsletter mais lida e ouvida por tomadores de decisões das áreas de energia, petróleo e gás.
Gasolina importada no Brasil atinge maior preço desde o início da guerra no Oriente Médio. O preço de paridade de importação para gasolina no Brasil atingiu a média de R$ 4,46 por litro na semana de 27 de abril a 1º de maio. É o maior valor após o início do conflito no Oriente Médio e o fechamento do Estreito de Hormuz, no começo de março.
Desde então, a gasolina importada subiu 72%. O pico anterior havia sido em junho de 2022, efeito de uma outra guerra, a da Ucrânia. Na época, a gasolina bateu R$ 4,95 por litro, R$ 5,82, se reajustada pelo IPCA do período.
Na semana passada, os preços dispararam mais de 9%, depois de duas reduções semanais seguidas em abril. Os preços de importação do diesel se beneficiaram de um recuo mais expressivo em meados de abril, mas seguem uma trajetória parecida. Na semana passada, o litro do diesel importado ficou em média a R$ 5,73, uma alta de 65% após a eclosão do conflito.
Vale lembrar que a Petrobras atende a maior parte do mercado nacional e vem mantendo os preços abaixo da paridade de importação. O diesel importado tem maior peso na inflação, já que o mercado brasileiro precisa trazer do exterior cerca de 30% do que consome. No caso da gasolina, a dependência externa é menor, devido à mistura com o etanol e a eletrificação da frota.
Atualmente, o percentual obrigatório de etanol na gasolina é de 30%, mas o aumento para 32% está na pauta de discussão da reunião do Conselho Nacional de Política Energética desta semana. Também está na pauta um aumento da mistura de biodiesel ao diesel para 16%. E o sinal é de que a alta vai continuar para as cotações internacionais.
Na segunda-feira, o Brent para junho subiu 5,8%, a 114 dólares americanos e 44 centavos o barril. Risco de desabastecimento O CEO da Chevron, Mike Worth,
afirmou que os estoques e reservas de oferta no sistema global de energia estão sendo reduzidos em meio à escalada das tensões no Oriente Médio e ao fechamento do Estreito de Hormuz, o que eleva a volatilidade dos preços e os riscos de desabastecimento. Venda de ativos de transmissão
A Axia Energia, ex-Eletrobras, vai vender participações minoritárias de 49% em quatro sociedades de transmissão de energia elétrica ao Grupo Energia Bogotá, Gebras Participações, por R$ 451,5 milhões. A Gebras já é proprietária da parcela de 51% das sociedades.
Minerais críticos. O deputado federal Arnaldo Jardim apresentou na segunda o relatório sobre o Projeto de Lei nº 2780-2024, que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. O relatório propõe que o Conselho de Minerais Críticos e Estratégicos, CMCE, tenha poder para vetar fusões e aquisições no setor mineral, com base em critérios definidos em lei.
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