Noticiário (12:00 CET)
Raimundo Lima
Silvone José
Camila Moraes
- Formacao SacerdotalDimensão escatológica da Igreja · Lumen Gentium · Reino de Deus · Fragilidade humana e instituições eclesiais · Comunhão entre cristãos
- Escola e proteção de criançasComunidade de Santo Egídio · Escampia · Combate ao abandono escolar · Visita do Papa Leão XIV · Crianças em Nápoles, Entre a Violência e o Futuro
- Conflito Israel-LíbanoUnifil · Forças israelenses · Hezbollah · Ataques aéreos · José Aoun · Benjamin Netanyahu
- Cabalismo CristãoSinal da cruz · Frei Ibrahim Faltas · Violência contra cristãos · Jerusalém · Destruição de escola cristã no Líbano
- Papa Leão XIV e Donald TrumpDonald Trump e a NASA · Armas nucleares · Irã · Marco Rubio
- Guarda Suíça PontifíciaCardeal Pietro Parolin · Saque de Roma (1547) · Juramento solene · Cristoph Graf
- São Leonardo MurialdoVida e obra · Turim · A Voz dos Operários · Evangelização e caridade
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! O noticiário da Rádio Vaticano Vatiganeus, direto da cidade do Vaticano.
Alô, amigos de todo o Brasil e do continente africano, estamos juntos com o noticiário da Rádio Vaticano, o Vatigan News em língua portuguesa, nesta quarta-feira, 6 de maio, trazendo as últimas notícias do Papa, da Igreja e do mundo. Nos estúdios, Silvone José, com a assessoria técnica de Luca Rossi. Uma saudação a você no Brasil e nos países de língua portuguesa.
Tempo doblado na cidade do Vaticano e a temperatura neste momento na Praça São Pedro em torno dos 22 graus Celsius. E vamos aos destaques do programa de hoje.
O Papa, a Igreja não anuncia a si própria, mas aponta para a salvação em Cristo. Continuando o ciclo de catequese sobre a Constituição Dogmática, Lumen Jensen, o Papa dedicou a catequese desta quarta-feira para a dimensão escatológica da Igreja, com frequência esquecida.
A Igreja anuncia o Evangelho. Se alguém me criticar, que o faça com sinceridade. O Papa, respondendo às perguntas dos jornalistas, comenta as últimas críticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Parolinha os guardas suíços ligados a Deus em uma vida de humildade e serviço. Terra Santa, do sinal da cruz, vem a força e a esperança do cristão. O pensamento do Frei Ibrahim Fauter.
Bom dia mais uma vez a você. Bom dia, Camila Moraes, comigo. Bom dia, Silvonei. Bom dia a todos os nossos ouvintes. Hoje a Igreja recorda Leonardo Murialdo. Bom dia.
Leonardo nasceu em 1828, em Turim, na Itália, numa família burguesa. Conheceu cedo a riqueza, mas a vida de oração, de sacrifício, de caridade, lhe proporcionou amadurecimento humano e o discernimento em todas as coisas. Era uma pessoa muito atenta aos sinais dos tempos.
sensível à opressão dos mais pobres, assim como discernimento que ser padre para os pobres. Leonardo dirigiu-se às classes mais desprezadas e simples, criando um jornal chamado A Voz dos Operários. Com esta fé solidária, ele foi sinal de esperança para a igreja e para toda a sociedade. São Leonardo foi um instrumento para que muitos se encontrassem com Cristo mediante o mistério da cruz e do sofrimento. Então, vamos lá.
Dedicou-se totalmente à evangelização, à caridade e à promoção humana e faleceu em 1900. A missão da igreja é anunciar o evangelho, pregar a paz. Se alguém quiser me criticar por anunciar o evangelho, que o faça com a verdade.
Depois do cardeal Pietro Parolin, na manhã desta terça-feira, foi o próprio Papa Leão XIV comentar as declarações que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez criticando o pontífice. Na saída da Vila Barberini, na noite desta terça-feira, sua residência em Castel Gandolfo, o Papa Leão se deteve com o grupo de jornalistas e respondeu às perguntas.
Há anos, a Igreja se pronuncia contra todas as armas nucleares. Portanto, não há dúvida alguma a esse respeito, disse o Papa, respondendo as afirmações de Trump, segundo as quais o pontífice consideraria aceitável que o Irã possua armas nucleares, colocando em risco todos os católicos.
Espero simplesmente ser ouvido pelo valor da palavra de Deus, destacou o Papa, reiterando que já falei desde o primeiro momento em que fui eleito e agora estamos próximos do aniversário. Eu disse que a paz esteja convosco.
Sobre o encontro com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, marcado para amanhã desta quinta-feira, o Papa expressou a esperança de que seja um bom diálogo para que, com confiança e com abertura, seja possível nos entender bem, disse ele.
Acho que os temas pelos quais ele vem não são os de hoje. Vejamos, acrescentou Leão, referindo-se mais uma vez às declarações do presidente dos Estados Unidos.
Depois da viagem à África, o Papa Leão XIV retomou suas catequeses sobre os documentos conciliares, comentando nesta quarta-feira o capítulo VII da Lumin Gentium. Neste tópico, a Constituição sobre a Igreja do Conselho Vaticano II reflete sobre uma das suas características definidoras, a dimensão escatológica.
A Igreja, de fato, percorre esta história terrena sempre orientada para o seu objetivo final, que é a Pátria Celeste, explicou o pontífice. Se trata de uma dimensão essencial que, ainda mais, transcuramos ou minimizamos.
Essa é uma dimensão essencial que, no entanto, muitas vezes é negligenciada ou minimizada, porque se foca no que é imediatamente visível e nas dinâmicas mais concretas da vida da comunidade cristã.
povo de Deus que caminha na história. A igreja tem o reino de Deus como fim de todo o seu agir. Isso significa que ela não se identifica perfeitamente com o reino de Deus, pois o cumprimento definitivo deste somente ocorrerá no fim dos tempos.
Guardiã de uma esperança que ilumina o caminho, afirmou o Papa, é também investida na missão de pronunciar palavras claras para rejeitar tudo o que mortifica a vida e impede o seu desenvolvimento e a tomar posição em favor dos pobres, dos explorados, das vítimas da violência e da guerra e de todos os que sofrem no corpo e no espírito. Senhor, em sacramento do reino,
A Chiesa é o povo de Deus pelegrinante na terra, que, a partir da promessa final,
lege e interpreta a partir do Evangelho e dinamismo da história. Sinal e sacramento do reino. A Igreja é o povo de Deus em peregrinação na terra, que, partindo da promessa final, lê e interpreta a dinâmica da história a partir do Evangelho, denunciando o mal em todas as suas formas e anunciando, por palavras e ações,
a salvação que Cristo deseja realizar para toda a humanidade e o seu reino de justiça, amor e paz. A igreja, portanto, não anuncia a si própria. Pelo contrário, tudo nela deve apontar para a salvação em Cristo.
Nesta perspectiva, a Igreja é chamada a reconhecer humildemente a fragilidade humana e a transitoriedade das suas instituições que, embora sirvam o reino de Deus, transportam a imagem fugaz deste mundo.
Nenhuma instituição eclesial pode ser absolutizada, recordou o Papa Leão. Pelo contrário, já que vive na história e no tempo, são chamadas à conversão contínua, à renovação das formas e à reforma das estruturas, à regeneração constante das relações, para que possam verdadeiramente corresponder à sua missão.
No contexto do reino de Deus, outro ponto a ser compreendido é a relação entre os cristãos que cumprem a sua missão hoje e aqueles que já concluíram a sua existência terrena e se encontram em estado de purificação ou beatitude.
A Luminjantium, de fato, afirma que todos os cristãos formam uma só igreja, que existe uma comunhão e partilha dos bens espirituais fundada na união de todos os fiéis com Cristo, uma fraterna solicitudo entre a Igreja terrena e a Igreja Celeste.
Ao rezarmos pelos defuntos e ao seguirmos os passos daqueles que já viveram como discípulos de Jesus, também nós somos amparados na nossa caminhada e fortalecemos a nossa adoração a Deus.
Sejamos gratos aos padres conciliares por nos terem recordado essa dimensão tão importante e bela do ser cristão. E procuremos cultivá-la nas nossas vidas, pediu o Santo Padre ao concluir a sua catequese.
Nápoles, da Escola da Paz em Escampia, uma mensagem de fraternidade ao Papa. Emoção e entusiasmo entre as crianças que frequentam a comunidade de Santo Egídio na expectativa da chegada do pontífice nesta sexta-feira, dia 8 de maio.
Só as crianças veem os anjos, porque elas próprias são anjos. Mas o mundo é uma alegria triste, porque te faz sentir e ver a escuridão que um anjo não conhece, que cansa a vida. Cole-se o que semeia, mas, na verdade, só gostaríamos de voar. São os versos que Simone escreveu em uma oficina de escrita em Escampia, um bairro com 80 mil habitantes na periferia de Nápoles.
Há sonho e amargura em suas palavras, mas acima de tudo, a verdade que nasce de viver em uma zona conhecida pela degradação e pela violência. Os sonhos são também daquelas pessoas que não desistem e pensam, inventam, compreendem que é preciso habitar também esses lugares.
A experiência das Escolas da Paz da Comunidade de Santo Egídio, em Nápoles, surgiu há cerca de 30 anos como resposta às dificuldades do território. Elas oferecem atividades extracurriculares gratuitas para combater o abandono escolar e apoio educacional, promovendo uma cultura de convivência e paz.
Paula Corteleza, diretora de um complexo escolar em Roma e coordenadora das Escolas da Paz, publicou vários livros, entre os quais Crianças em Nápoles, Entre a Violência e o Futuro, a história de Didi e Vozes das Escolas da Paz.
À mídia do Vaticano, ela conta o empenho das crianças na preparação do acolhimento ao Papa, que estará na capital napolitana na sexta-feira, dia 8. As crianças já estão, nesses dias, preparando faixas e frases criadas por elas mesmas. As mais pequenas pintam cartazes com as suas mãozinhas, como sinal de saudação.
Elas aguardarão um leão ao longo do trajeto que vai da catedral até a praça do plebiscito. Falamos a eles sobre o Papa, um Papa que deseja que haja paz no mundo. E essa é uma mensagem que as crianças compreendem muito bem.
É uma visita esperada porque, explica Paula, todos nós ansiamos pela paz, tanto nessa cidade quanto, sobretudo, em suas periferias, onde não faltam problemas e há muita violência. Estamos à espera de uma paz no mundo que, infelizmente, já não existe neste período.
A experiência das escolas da paz de Escampia, felizmente, diz o contrário. São espaços de acolhimento, de paz, onde chegam as crianças das periferias difíceis de Nápoles, mas também de outras partes do mundo.
Para elas, explica a coordenadora, é um sinal de alegria, de esperança e, de qualquer forma, algo a ser recebido com grande festa. A escola de Escampia trabalha com as crianças do vizinho Campo Rom, os ciganos, mas também de todo o bairro para unir tantas realidades e criar um clima de convivência pacífica, de amizade entre as crianças, guiadas por jovens que são um pouco como seus irmãos mais velhos.
E para a diretora da escola, o pontificado do Papa Leão insere-se nesse sonho de convivência pacífica, de fraternidade, de ajuda e, sobretudo, dessa amizade entre os mais velhos e os mais novos. Justamente porque o Papa Leão, desde o primeiro dia de seu pontificado, nos falou de como é importante viver em paz e de como, ao contrário, a verdadeira distorção é viver em guerra.
A situação no Líbano está cada vez mais instável, particularmente na zona de interposição protegida pela Missão de Paz das Nações Unidas, Unifil. Apesar da trégua em vigor desde 17 de abril e prorrogada até meados de maio, a ONU observou o agravamento das tensões no país dos cedros.
O porta-voz do secretário-geral das Nações Unidas, Stephanie Dujarich, anunciou que os capacetes azuis da ONU observaram intensa atividade das forças israelenses, incluindo extensos bombardeios aéreos perto de várias aldeias no sul, bem como atividade naval contínua na costa de Nakura, no sul do Líbano. Ao mesmo tempo, acrescentou, também foi registrada atividade de drones atribuída ao Hezbollah nas mesmas áreas.
De acordo com um relatório do Ministério da Saúde libanês, divulgado pela emissora britânica BBC, os recentes ataques israelenses causaram 17 mortes de civis, elevando o número total de mortos desde quinta-feira para 110.
Enquanto isso, o exército israelense emitiu novos avisos de evacuação para os moradores da cidade de Jibshit e Sarafandi, localizadas ao norte do rio Litani e fora da linha amarela traçada por Israel, alertando para iminentes ataques aéreos contra posições de milícias pró-iranianas.
De fato, a escalada no território continua. Na segunda-feira, ocorreram combates entre o Hezbollah e as forças israelenses pelo controle de um trecho do rio Litane na área de Deir Serian, no distrito de Nabatie. E na terça-feira, também no sul, dois presumíveis membros do Hezbollah foram mortos por um drone explosivo das forças de defesa de Israel, enquanto a milícia pró-iraniana reivindicou ataques contra soldados e tanques israelenses nas mesmas áreas.
Em meio à intensificação das operações ao longo do eixo sul do país, também foram relatados bombardeios e disparos de artilharia, bem como operações de demolição na zona de 10 quilômetros demarcada pela linha amarela, cujo acesso à imprensa e ao público foi proibido pelas forças israelenses. No distrito de Mariyayun, as forças israelenses detonaram e destruíram completamente uma escola técnica em Kantara.
Nesse contexto, o presidente libanês José Aoun, em um comunicado de seu gabinete, divulgado pela mídia libanesa, declarou Não é apropriado nos encontrarmos com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu neste momento. Devemos primeiro chegar a um acordo de segurança e interromper os ataques israelenses contra nós antes de abordar a questão de um encontro.
O presidente Aum acrescentou que o terceiro encontro entre os embaixadores libanês e israelense será realizado em Washington nos próximos dias para acelerar o ritmo das negociações, afirmando que não há como voltar atrás no caminho da negociação, porque não temos outra opção diante de nós.
Terra Santa, do sinal da cruz vem a força e a esperança do cristão. Frei Ibrahim Faltes Nas minhas primeiras lembranças da infância, é forte a imagem da minha mãe, que me ajudava com as mãos e a voz a fazer o sinal da cruz. Ela tinha ensinado aos meus irmãos mais velhos e, depois de mim, aos mais novos.
Todos nós a seguíamos em seus gestos e palavras ao acordar de manhã e antes de dormir à noite, ao começar o almoço e sempre que sentíamos vontade de pedir a ajuda e a proteção de Deus.
Usar uma cruz no pescoço, uma medalha com a imagem da Virgem Maria ou de um santo, e vestir trazes religiosos, especialmente para quem faz parte de uma minoria em sua localidade, é um sinal de pertencimento a Cristo. Os cristãos egípcios, como eu, têm uma pequena cruz tatuada na mão, que indica a identidade cristã adquirida pelo batismo.
Em Jerusalém, situações intoleráveis de violência, escreve Freibra em Faltes. Insultos e ultrazes contra lugares sagrados, figuras religiosas e cristãos têm ocorrido cada vez mais. O ataque físico sofrido por uma religiosa francesa que caminhava pela estrada que leva ao cenáculo foi particularmente brutal.
As imagens documentam uma agressão repetida e cada vez mais violenta contra uma mulher indefesa. O agressor estava sozinho naquela ocasião.
Frequentemente, porém, são grupos de pessoas que insultam, acediam e cometem atos de desprezo contra figuras religiosas, fiéis e locais cristãos. São palavras, gestos e pichações que refletem um ódio carregado de ferocidade e arrogância.
Esses ataques são sempre injustificáveis, mas são particularmente inaceitáveis quando ocorrem na cidade santa das três religiões monoteístas. Jerusalém é dividida e disputada por fiéis que rezam e se vestem de maneiras diferentes, continua Frei Ibrahim Faltas.
Essa diversidade, no entanto, não justifica a tensão que continua tornando a vida insuportável para cada pessoa que se encontra nas ruas e vielas estreitas da cidade velha. A convivência pacífica é possível se respeitarmos nossas vidas e as dos outros.
A paz é possível se formos capazes de conhecer melhor a vida dos outros, se criarmos e estabelecermos relações entre vidas que se tocam, mas não se conhecem.
Uma escola cristã em uma aldeia no Líbano foi demolida, arrasada por tratores. Era o único edifício restante, juntamente com o convento das freiras que ainda não havia sido bombardeado, e meios mecânicos cancelaram o ponto de referência espiritual e educacional para centenas de crianças e jovens.
Em nome de quem? E por qual motivo lugares sagrados podem ser destruídos e ultrajados? Seres humanos ofendidos e humilhados? Sinais e símbolos religiosos pisoteados? Que perigo pode representar um local de culto? Uma escola ou um convento?
Essa violência nasce de uma ideologia, preconceitos ou racismo cego? O que causa tanto ódio contra outros seres humanos, histórias de fé e vida diferentes? Tais atos violentos não são respostas ao comportamento daqueles que professam a fé cristã.
Porque os cristãos da Terra Santa não reagem à provocação. Eles são acolhedores, abertos ao perdão e amorosos com seus semelhantes. Eles se orgulham e se sentem honrados por pertencerem a Cristo e por terem nascido na terra que viu suas obras terrenas e ouviu sua voz revelar o amor do Pai e o poder do Espírito Santo.
Não acredito, diz ainda Frei Ibrahim, que as guerras ocorram por causa de conflitos religiosos. As razões são outras e diversas. No entanto, acredito que devemos prevenir e denunciar episódios que sejam sintomáticos de um clima tenso e situações que possam se agravar ainda mais.
Viver o Evangelho, seguir os ensinamentos de Jesus a cada dia e nos reconhecermos nele, são sinais que identificam um cristão que professa a fé com coração puro e em liberdade.
As primeiras comunidades cristãs sofreram perseguição. Os primeiros mártires testemunharam Cristo, oferecendo suas vidas. Os tempos são outros, mas a percepção de viver em tempos difíceis e complexos permanece forte.
Da cruz, sinal indelével da paixão e morte de nosso Senhor, floresceu a esperança da vida através da ressurreição. O sinal da cruz, o gesto espontâneo e confiante de quem confia na misericórdia de Deus,
É a nossa força. Olhemos para a cruz que ajuda, sustenta e conforta. E graças a Deus, em Jerusalém, ainda podemos ver muitas delas.
Assim como o ramo da frutos, o vosso serviço diário, tanto em locais importantes como humildes, é uma expressão de fazer o bem gratuitamente, sem esperar recompensa, porque é mais bem-aventurado dar do que receber.
Inspirando-se na passagem do Evangelho de João, lida na liturgia, o cardel secretário de Estado, Pietro Parolin, dirigiu-se aos recrutas da Guarda Suíça Pontifícia no início da sua homilia, proferida na manhã desta quarta-feira, no altar da Confissão, na Basílica Vaticana.
No dia em que é recordado o saque de Roma ocorrido em 1547, quando 147 guardas suíços perderam a vida defendendo o Papa Clemente VII, 28 deles prestarão o juramento solene na tarde de hoje, na cerimônia marcada para 5 da tarde, hora local, na Sala Paulo VI, na presença do Papa Leão XIV.
O cardeal após saudar, entre outros, o comandante do corpo, Christoph Graf, que as autoridades civis e militares reunidas recordou a frase que constitui o cerne do discurso de Jesus. Eu sou a videira, vós sois os ramos. Por meio dessa imagem, enfatizou...
O Carleão Parolin, o Senhor mostra-nos o forte vínculo que nos une a ele, um vínculo vital. De fato, se o ramo se separa da vida, morre e torna-se inútil. Bem diferente se vive da própria seiva da vida dando fruto. Por essa razão, insistiu o secretário de Estado, se permanecermos unidos ao Senhor, a nossa vida torna-se frutífera.
trazendo bem a todos e permitindo-nos experimentar na generosa doação de nós mesmos um sentimento de plenitude e alegria. E assim chegamos à conclusão do nosso espaço de hoje, agradecendo a sua presença. Nós voltamos amanhã, nesse mesmo horário, com mais informações direto do Vaticano para você. Um bom dia e até lá!