Noticiário (17:00 CET)
Raimundo Lima
Antônio Cardoso
Silvonei José
- Exegese Evangelho JoaoPromessa de Jesus · Serviço e humildade
- Mensagem do PapaRegina Celi · Oração Mariana · Dia Mundial da Liberdade de Imprensa · Associação METER
- Reflexão sobre a liturgia
- Acordo Mercosul-UE
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!
Alô amigos de todo o Brasil e demais países lusófonos, está no ar o programa em língua portuguesa da Rádio Vaticano Vatican News deste domingo, 13 de maio. Traremos para você que está sintonizado conosco as últimas notícias sobre as atividades do Papa da Santa Sé e da Igreja do Mundo. Apresentação Raimundo Lima. E eis o pensamento bíblico que escolhemos para você.
Quem quiser ser grande, seja vosso servidor, e quem quiser ser o primeiro, seja vosso escravo. Do Evangelho segundo São Mateus, capítulo 20, versículos 26 e 27. E vamos aos destaques do nosso programa de hoje.
O Papa no Regina Celi, a fraternidade e a paz são o nosso destino. Ainda na oração Mariana, a Maria, a oração de Leão XIV pela comunhão na igreja e pela paz no mundo. O Santo Padre, que os pobres de Roma encontrem em seus pastores aquela maternidade que é o rosto da igreja.
Comece para a União Europeia, agir unidos para construir a paz e proteger a dignidade humana. Teremos a reflexão sobre a liturgia deste quinto domingo do tempo pascal. E ainda, o cantor, compositor e catequista Antônio Cardoso nos traz em A Canção e a Prece, Vós Sois o Caminho. Essas e outras notícias a partir de agora.
O programa em língua portuguesa da Rádio Vaticano Vatican News deste domingo está apenas começando. O Evangelho, proclamado neste domingo, introduz-nos no diálogo do Mestre com os seus durante a Última Ceia. Em particular, ouvimos uma promessa que nos conecta desde já no mistério da sua ressurreição. Jesus diz...
Quando eu tiver ido e vos tiver preparado lugar, virei novamente e hei de levar-vos para junto de mim, a fim de que, onde eu estou, vós estejais também. Com essas palavras, o Santo Padre comentou o Evangelho deste domingo, 3 de maio, no Regina Cieli, ao meio-dia, ao rezar com os fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro para a oração que substitui o Ângelos no período pascal.
Neste tempo litúrgico, tal como a Igreja Nascente ressaltou o pontífice, recordamos as palavras de Jesus que revelam todo o seu significado à luz da sua paixão, morte e ressurreição. O que antes escapava aos discípulos ou lhes causava perturbação, agora ressurge na memória, aquece o coração e dá esperança.
Os apóstolos descobrem que, em Deus, há lugar para cada um. Dois deles tinham-no experimentado desde o primeiro encontro com Jesus, junto ao rio Jordão, quando ele se deu conta de que o seguiam e os convidou a ficar naquela tarde na sua casa.
Também agora, diante da morte, Jesus fala de uma casa, desta vez muito grande. É a casa do seu Pai e do nosso Pai, onde há lugar para todos.
O filho descreve-se como o servo que prepara os aposentos para que cada irmão e irmã, ao chegar, encontre o seu pronto e se sinta desde sempre esperado e finalmente encontrado. O Papa observou que no mundo antigo em que ainda caminhamos, chamam a atenção os lugares exclusivos, as experiências ao alcance de poucos, o privilégio de entrar onde ninguém mais pode.
Em vez disso, no mundo novo, para onde o ressuscitado nos leva, aquilo que tem maior valor está ao alcance de todos. Mas não por isso perde o seu encanto. Pelo contrário, aquilo que está acessível a todos agora gera alegria. A gratidão substitui a competição. A acolhida apaga a exclusão. A abundância já não implica desigualdade. Acima de tudo, ninguém é confundido com outra pessoa. Ninguém está perdido.
A morte ameaça apagar o nome e a memória, mas em Deus cada um é finalmente ele mesmo. Na verdade, é este o lugar que procuramos durante toda a vida. A beate feide, te dice Jesus. Ecco il segreto. A beate feide in Dio e a beate feide anche in me.
Tende fé, diz-nos Jesus, eis o segredo. Tende fé em Deus e tende fé também em mim. É precisamente esta fé que liberta o nosso coração da ansiedade de obter e de possuir, do engano de perseguir um lugar de prestígio para valer alguma coisa. Cada um tem já um valor infinito no mistério de Deus, que é a verdadeira realidade.
Amando-nos uns aos outros como Jesus nos amou, oferecemos a nós mesmos essa consciência. É o mandamento novo. Assim antecipamos o céu na terra. Revelamos a todos que a fraternidade e a paz são o nosso destino.
Com efeito, no meio de uma multidão de irmãos, no amor, cada um descobre ser único, disse por fim o pontífice, pedindo então a Maria Santíssima, mãe da igreja, para que cada comunidade cristã seja uma casa aberta a todos e atenta a cada um.
a intercessão à Virgem Maria, sobretudo pela fraternidade no mundo, o agradecimento a todos aqueles que se empenham na proteção dos menores mais vulneráveis, a saudação aos peruanos que estão no coração do Papa. Assim, após o Regina Celi, ao meio-dia deste domingo, 3 de maio, o pontife se dirigiu aos numerosos fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro.
No início do mês de maio, tradicionalmente dedicado à Virgem Maria, o Papa convidou a rezar o terço, dirigindo especialmente o pensamento às feridas do mundo causadas pela violência. Caros fratelos e sorelas, é iniciado no mês de maio. Em toda a chiesa se renova a joia de se encontrar no nome de Maria, nossa Madre, especialmente a pregar em si mesmo o rosário.
Queridos irmãos e irmãs, o mês de maio começou. Em toda a igreja renova-se a alegria de nos reunirmos em nome de Maria, nossa mãe, especialmente para rezarmos juntos o terço. Revivemos a experiência daqueles dias entre a ascensão de Jesus e o Pentecostes, quando os discípulos se reuniam no cenáculo para invocar o Espírito Santo.
Maria Santíssima estava no meio deles e seu coração guardava o fogo que animava a oração de todos. Confio-vos minhas intenções, em particular pela comunhão na Igreja e pela paz no mundo. Em 3 de maio, celebra-se o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, promovido pela Unesco. Uma ocasião para lembrar aos governos a necessidade de respeitar seu compromisso de oferecer garantias para uma informação livre.
É um dia de apoio à mídia que, como se lê no site dedicado, é alvo de restrições e de memória para aqueles jornalistas que perderam a vida na busca por uma notícia. Leão XIV não os esquece, não negligencia esse aspecto tão crucial que diz respeito à sociedade civil. Claras são suas palavras.
Lembrem-se de muitos jornalistas e repórteres vítimas das guerras e da violência.
Infelizmente, esse direito é frequentemente violado, às vezes de forma flagrante, outras vezes de forma dissimulada. Recordamos os numerosos jornalistas e repórteres vítimas de guerras e da violência. Entre as saudações do Santo Padre após a oração mariana, destacam-se também aquelas dirigidas à Associação METER, que há muito tempo luta pela proteção dos menores.
Saluto a Associação METER, que há 30 anos, se emprega para defender os menores da paga dos abusos, envolvendo a comunidade e a comunidade civil.
Saúdo à Associação METER, que há 30 anos se empenha em defender os menores contra o flagelo dos abusos, envolvendo a comunidade eclesial e a civil, educando para estar ao lado das vítimas e para a prevenção. Obrigado pelo vosso serviço.
Entre os fiéis de Roma e os peregrinos vindos de muitos países, encontravam-se os professores das escolas das Irmãs Franciscanas dos Sagrados Corações, grupos de Madrid e Granada, de Mineápolis e da Malásia. Uma saudação especial foi dirigida aos peruanos que, em Roma, formam a Associação Virgem de Txap de Arequipa. A eles, o carinho do Papa, que viveu no Peru parte de sua missão.
Deixem o espírito da profecia agir em vocês. Não se contentem com os privilégios que sua condição pode oferecer-lhes. Não sigam a lógica mundana de ocupar os primeiros lugares. Sejam testemunhas de Cristo que não veio para ser servido, mas para servir.
Vocês serão profetas em seu ministério se forem homens de paz e unidade, compondo com os fios de graça e misericórdia os espaços vastos e populosos desta diocese, harmonizando as diferenças, acolhendo, ouvindo e perdoando.
Foi o que disse o Santo Padre aos novos bispos auxiliares da Diocese de Roma, por ele ordenados no final da tarde deste sábado 2 de maio, na Basílica de São João de Latrão, sede da Diocese. Os novos bispos são Dom Stéfano Sparapani, Dom Alessandro Zenobi, Dom Andréa Carlevale e Dom Marco Valenti.
Após o canto Veni Creatur, Espíritos, e a apresentação dos eleitos, antes da ordenação episcopal, o pontífice fez a humilha da celebração. Leão XIV lembrou já de início às 2.500 pessoas presentes na Basílica que esta Igreja de Roma tem uma vocação singular para a universalidade e a caridade, graças ao seu vínculo especial com Cristo, ressuscitado e vivo.
fundamento do edifício espiritual de pedras vivas que é o povo santo de Deus. Aproximar-se de Cristo significa, portanto, aproximar-se uns dos outros e crescer juntos na unidade. Este é o mistério que nos envolve e transforma por dentro a cidade.
A serviço do seu dinamismo, trazido a Roma pelos apóstolos Pedro e Paulo, os nossos irmãos Andréa, Stefano, Marco e Alessandro são ordenados ao episcopado. É uma celebração do povo, pois eles vêm deste povo e do presbitério que os acolhe com amor, ressaltou o Papa.
Nossa comunidade diocesana se reúne hoje na invocação do Espírito Santo, que ungirá os novos bispos para que sejam plenamente consagrados ao serviço do Evangelho de Cristo. Ele é a pedra rejeitada que, escolhida por Deus, se tornou a pedra angular.
Igreja que vive em Roma, a Pedra Rejeitada, é o coração do anúncio messiânico, voltado para aqueles que a sociedade rejeitou e continua a rejeitar. É o coração do nosso anúncio, da nossa missão, disse o Santo Padre. Nesta cidade capital do Grande Império, a Pedra Rejeitada tornou-se o estandarte de uma nova esperança, a do Reino de Deus, como vislumbrado nas bem-aventuranças e cantado no Magnífica.
Ao subverter a lógica do domínio, daqueles que perseguem a ambição insensata de determinar a arquitetura da terra, acontece em Cristo que os rejeitados redescobrem a sua dignidade e se sentem escolhidos para o reino de Deus, observou o Papa. Sorelha e fratele caríssima, ecco porque, fino a hoje, se diventa pietra escartata da de homens e escolha da Dio.
Queridos irmãos e irmãs, é por isso que, até hoje, nos tornamos pedras rejeitadas pelos homens e escolhidas por Deus. Quando, com a vida e a palavra, nos opomos a projetos que esmagam os fracos, que não respeitam a dignidade de cada pessoa, que usam os conflitos para selecionar os mais fortes, negligenciando quem fica para trás, quem não aguenta, considerando quem sucumbe como um lixo da história.
Jesus caminhou entre nós como um profeta desarmado e desarmante, e quando foi rejeitado, não mudou seu estilo. E agora me dirijo a vocês, queridos irmãos, que a partir de hoje serão bispos auxiliares desta igreja, cujo cuidado recebi como um presente. A vocês que, com o cardeal vigário, poderão me ajudar a ser um reflexo do bom pastor para o povo romano e a zelar pela caridade de todo o povo santo de Deus espalhado pela terra.
acrescentou o bispo de Roma. Em seguida, Leão XIV encorajou-os a alcançar as pedras rejeitadas desta cidade e a proclamar-lhes que, em Cristo, nossa pedra angular, ninguém está excluído de se tornar parte ativa do edifício santo que é a igreja e da fraternidade entre os seres humanos.
O Papa enfatizou que ninguém, absolutamente ninguém, deve se considerar rejeitado por Deus e que os quatro eleitos deverão ser, em seu ministério episcopal, arautos desta boa nova que está no coração do Evangelho. Por fim, convidando-os a serem zelosos pastores, atentos e solícitos em seu ministério, o pontífice fez uma veemente exortação aos eleitos.
Não se deixem procurar, deixem-se encontrar. E assegurem que sacerdotes, diáconos, religiosos e religiosas e leigos engajados no apostolado nunca se sintam sozinhos.
Ajudem eles a reacender a esperança em seus diversos ministérios e a se sentirem parte da mesma missão. Saibam sempre motivar incansavelmente as pessoas e as comunidades, simplesmente recordando a beleza do Evangelho. Que os pobres de Roma, os peregrinos e os visitantes que aqui vêm de várias partes do mundo encontrem nos habitantes desta cidade, nas suas instituições e nos seus pastores, aquela maternidade que é o rosto autêntico da Igreja.
E trazemos agora, na voz do colega Silvonei José, a reflexão para a liturgia deste quinto domingo do Tempo Pascal. Vamos ouvir.
O caminho se faz caminhando. Essa ideia nos é passada pela liturgia desse domingo, especialmente pela primeira leitura.
Jesus jamais falou em sacerdotes e diáconos, mas em seguidores de sua palavra, em seus seguidores. Na leitura dos atos dos apóstolos, aparece uma situação que exige uma estruturação do serviço aos carentes, concretamente um socorro às viúvas.
Para ajudar na solução dessa questão, em clima de oração, é criada a função dos diáconos. Todos têm o dever do anúncio da palavra e devem estar plenos do Espírito Santo. Anúncio e ação deverão caminhar juntos. A ação é consequência do anúncio e sua expressão concreta.
Seguir Jesus como caminho, verdade e vida é a mensagem central do Evangelho e nos leva a vivenciar a novidade do amor de Deus por nós, sempre original, descoberto aos poucos e nos planificando. Jesus é o caminho para o Pai. Ele veio do Pai. Com o Pai é um.
E volta para o Pai. Ninguém conhece o Pai a não ser o Filho. E ninguém conhece o Filho a não ser o Pai, nos diz o Senhor. Jesus é a verdade, a revelação autêntica do projeto de Deus, a manifestação visível e encarnada do amor do Pai.
A verdade vos libertará. Em Jesus nos sentimos plenamente livres e amados. Jesus é a vida. É a própria ressurreição. A vida eterna. A vida.
Muitas vezes em nossa vida surge uma novidade Algo com que não contávamos e que precisamos acolher Dar espaço e lugar Precisamos saber inserir esse inesperado Que parece ter vindo para ficar e modificar nosso dia a dia E até nossa própria vida
De acordo com as leituras deste domingo, é necessário que sejamos movidos pelo amor, pelo desejo de servir, que recorramos a Deus na oração e que coloquemos em prática aquilo que o Espírito Santo nos orientar. Quando Jesus fala que vai nos preparar um lugar no céu, Ele nos está prestando um serviço.
Na vida cristã, o maior é aquele que serve. A vida de Jesus foi um eterno serviço, desde o nascimento até a morte, sem deixar de lado a ressurreição e os atos após ela. É necessário seguir Jesus, caminho, verdade e vida, que se retirava em oração, ouvia o Pai e agia.
Assim, do mesmo modo como fizeram o Senhor e a primeira comunidade, estaremos anunciando que Deus nos ama e está conosco e através de nossas ações, de nossos serviços. Continua criando o mundo.
E agora, como todos os domingos, o cantor, compositor e catequista Antônio Cardoso nos traz em A Canção e a Prece, Vós Sois o Caminho. Vós sois o caminho, a verdade e a vida, o pão da alegria descendo do céu.
Nós somos caminheiros que marcham para o céu. Jesus é o caminho que nos conduz a Deus. Vós sois o caminho, a verdade e a vida. O pão da alegria descido do céu.
Da noite, da mentira, das trevas para a luz, busquemos a verdade, verdade é só Jesus. Vós sois o caminho, a verdade e a vida, o pão da alegria descido do céu.
Pecar é não ter vida, pecar é não ter luz, ter vida é só quem segue os passos de Jesus. Vós sois o caminho, a verdade e a vida.
O pão da alegria descido do céu. O pão da alegria descido do céu. Jesus é vida, caminho que conduz. A igreja peregrina que marcha para a luz. Vós sois o caminho.
A verdade da vida. O pão da alegria. A descer do céu. Não se perturbe o vosso coração. Tem desfé em Deus. Tem fé em mim. Na casa de meu pai há muitas moradas. Se assim não fosse, eu não teria dito.
Vou preparar um lugar para vós e quando eu tiver ido, preparar-vos um lugar, voltarei e vos levarei comigo. Afim de que onde eu estiver, estejais também vós. E para onde eu vou, vós, conheceis o caminho. Aí Tomé disse, Senhor, nós não sabemos.
Para onde vai-se? Como podemos conhecer o caminho? E Jesus então respondeu. Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim. Jesus é a verdade e vida.
A igreja peregrina que marcha para a luz. Vós sois o caminho, a verdade e a vida. O pão da alegria descindo no céu. Como seria maravilhoso se a humanidade pudesse descobrir.
esses passos, essa tua estrada, Jesus, essa luz que tu coloca em cada lugar para servir de referência na tomada das nossas decisões. Vós sois o caminho, a verdade e a vida.
O pão da alegria descido no céu. Senhor, vos abençoe e vos guarde e vos proteja. Amém?
a União Europeia e seus Estados-membros devem continuar a agir unidos e com determinação, intensificando seu compromisso diplomático, político e humanitário para proteger a dignidade humana, defender o direito internacional e apoiar iniciativas inclusivas de construção da paz, garantindo que as vozes de todos, incluindo as comunidades religiosas, sejam ouvidas e seus direitos respeitados.
Esta é a Exortação da Comerci, Comissão das Conferências Episcopais da União Europeia, divulgada na conclusão de sua Assembleia Plenária de Primavera, realizada em Chipre, de 22 a 24 de abril.
Os bispos delegados, em uma declaração intitulada Um Apelo Urgente para Buscar e Promover a Paz, expressaram sua profunda preocupação com o destino de todos aqueles que sofrem com a violência devastadora, a instabilidade e a injustiça na Terra Santa, no Líbano, no Irã e na região mais ampla do Oriente Médio.
E assim, amigo ouvinte, chegamos ao final do nosso programa deste domingo. Como sempre, agradecendo pelo carinho da sintonia e a vocês desejando uma boa semana que se inicia. Prometemos estar de volta amanhã neste mesmo horário, se Deus quiser. Você, como sempre, o nosso forte abraço e até lá.