Episódios de Programa Brasileiro per Rádio Vaticano - Vatican News em Português

Noticiário (11:00 CET)

02 de maio de 202615min
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Raimundo Lima

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Luca Rossi

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Assuntos5
  • Papal Foundationmissão da Igreja · ajuda humanitária · proclamação do Evangelho
  • Apelo da Comissão das Conferências Episcopais da União Europeiaconstrução da paz · instabilidade no Oriente Médio
  • Mensagem do PapaDom Filipe Iannone · Cardeal Mário Gresch · Dom Walter Herbi · Dom José Domingo Ulloa Mendieta · Dom Helvendequisito Wedraugo
  • Armas Nuclearessegurança nuclear · comunidade internacional
  • Relatório da CIFlavagem de dinheiro · financiamento do terrorismo
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Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! O Boletim de Notícias da Rádio Vaticano, Vatiga News. Bom dia, este é o Boletim de Notícias da Rádio Vaticano, Vatiga News, deste sábado, 2 de maio, nos estúdios Raimundo Lima e a assistência técnica de Luca Rossi.

O Santo Padre recebeu em audiências sucessivas este sábado, às 8h30, Dom Filipe Iannone, prefeito do Dicastério para os Bispos. Às 9h30, o Cardeal Mário Gresch, secretário-geral da Secretaria-Geral do Sínodo. Às 10h, Dom Walter Herbi.

Núncio Apostólico na Libéria, Serra Leoa e Gâmbia. Às 10h30, Dom José Domingo Ulloa Mendieta, arcebispo de Panamá, no Panamá. Às 11h, Dom Helvendequisito Wedraugo, Núncio Apostólico na República do Congo, em Gabão, com familiares. Às 11h15...

membros da Papal Foundation e, ao meio-dia, funcionários da Conferência Episcopal Italiana com os familiares. Às 17h, preside na Basílica de São João de Latrão, sede da Diocese de Roma, ordenações episcopais dos Bispos Auxiliares de Roma.

Na manhã deste sábado, 2 de maio, o Papa Leão XIV recebeu na Sala Clementina, no Vaticano, os membros da Papal Fundensio, organização que promove a missão da Igreja. Logo no início de seu discurso, declarou que viu em primeira mão o impacto positivo dos subsídios da Fundação durante seu serviço em Chiclayo.

O Santo Padre cumprimentou-os por saber que o número de membros da fundação continua a crescer, aumentando assim o compromisso em auxiliar o sucessor de Pedro. Ao recordar que a visita ocorre durante o tempo pascal, período focado na missão, sendo que, após a ressurreição, Jesus encarregou os apóstolos de serem seus mensageiros, Leão disse.

O Papa, o bishops, os successores dos apóstolos, continuam essa tarefa através do preencheio e do evangelismo. E todos os membros da Igreja, por causa da nossa bapôtima, compartilham a responsabilidade.

os bispos, como sucessores dos apóstolos, continuam esta tarefa através da pregação e das obras de evangelização. No entanto, todos os membros da Igreja, em virtude do nosso batismo, partilham a responsabilidade de proclamar o Evangelho hoje, tanto com palavras quanto com as nossas obras de caridade.

O Santo Padre disse que, ao financiar projetos, ajuda humanitária e bolsas de estudo para pessoas de todo o mundo, a Papal Foundation participa da missão evangélica contínua da Igreja, recordando ainda que a sua generosidade permitiu que inúmeras pessoas experimentassem, de forma concreta, a bondade e a benevolência de Deus em suas próprias comunidades e que, de outra forma, não teria sido possível, preparando-os para serem futuros líderes na Igreja.

Leão continuou afirmando que, além de promover a missão evangélica da Igreja, os esforços da Fundação também ajudam a fomentar a paz em nível regional e local. Recordando palavras de São Paulo VI, disse que a verdadeira harmonia não é simplesmente a ausência de conflito, mas decorre da promoção ativa de um autêntico desenvolvimento humano integral.

Promover o progresso genuíno através de iniciativas tangíveis como as apoiadas pela Fundação é uma maneira segura de incentivar a concórdia entre comunidades e indivíduos. Por fim, o Papa agradeceu a presença de todos e o que fazem para promover a nobre missão da Papal Foundation.

Publicado o relatório anual da Autoridade de Supervisão e Informação Financeira, a CIF, Supervisão e Transparência Financeira em Apoio à Missão da Santa Sé. Vamos ouvir com a colega Mariângela Jaguraba.

O relator anual de 2025 da Autoridade de Supervisão e Informação Financeira, publicado nesta quinta-feira, confirma a solidez do sistema de vigilância da Santa Sé e do Estado da Cidade do Vaticano na prevenção e no combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo.

Uma supervisão qualificada e constante sustentada por um acompanhamento cuidadoso da estabilidade e da sustentabilidade do Instituto para as obras de religião e OR. O documento também destaca o fortalecimento das relações com importantes contrapartes e organizações internacionais. Este é um sinal significativo num contexto global cada vez mais complexo.

onde o diálogo, a transparência e a confiança mútua junto com a competência profissional são determinantes para a eficácia da ação institucional. Em 2025, a Autoridade de Supervisão e Informação Financeira, a CIF, recebeu 78 denúncias de atividades suspeitas em linha com a evolução do sistema e com as expectativas amadurecidas após a fase de estabilização registrada em 2024.

além do efeito da implementação das medidas exigidas ao principal sujeito denunciante na sequência da inspeção direcionada realizada em 2024 e das atividades relacionadas aos eventos extraordinários que afetaram a Igreja Católica e a Santa Sé em 2025.

Em relação ao ano anterior, observa-se, além disso, uma menor incidência de denúncias relacionadas ao uso de dinheiro vivo, provavelmente ligada a uma diminuição do montante dos fluxos que transitaram pelo Estado, como também transparece das estatísticas relativas às declarações de transporte transfronteiriço de dinheiro vivo.

O nível de qualidade das denúncias recebidas pela ASIF permanece estável, conforme evidenciado tanto pelo número de comunicações e relatórios compartilhados com as contrapartes, quanto pelas medidas preventivas adotadas. A inteligência financeira confirma-se, além disso, como um ponto crucial para o desenvolvimento das atividades investigativas subsequentes.

Ao longo do ano, foram transmitidos 16 relatórios ao gabinete do promotor de justiça, em linha com os exercícios anteriores, mantendo-se constante a relação entre análise financeira e transmissões à autoridade judicial. Ao mesmo tempo, foram dispostas três suspensões de transações ou operações, num valor total de cerca de 522 mil euros.

No âmbito interno, o fortalecimento da colaboração entre as autoridades da Santa Sé e do Estado da Cidade do Vaticano é particularmente significativo. O fluxo de comunicações com as principais contrapartes nacionais aumentou significativamente em comparação com o ano anterior. Mais 65% de comunicações recebidas e mais 31% de comunicações enviadas.

Estes números refletem um sistema cada vez mais integrado e coeso. Por fim, o relatório destaca a estreita e contínua cooperação com o corpo da Gendarmaria, que permanece um parceiro fundamental no trabalho da Autoridade de Supervisão em Informação Financeira, a CIF.

Todos os estados têm o direito de desenvolver o uso pacífico da energia nuclear em plena conformidade com suas obrigações de não proliferação. No entanto, os mais altos padrões de segurança, proteção e responsabilidade ambiental são necessários, visto que a proteção das instalações nucleares, especialmente em situações de conflito armado, é uma preocupação urgente para a comunidade internacional.

Foi o que a Santa Sé reiterou numa declaração da Missão Permanente de Observação junto à ONU por ocasião da 11ª Conferência de Revisão das Partes do Tratado sobre a Não-Proliferação de Armas Nucleares, realizada em Nova Iorque em 29 de abril.

A Santa Sé salienta que hoje os próprios fundamentos da segurança estão sendo severamente testados por ataques a instalações nucleares, pela modernização dos arsenais nucleares e por tecnologias emergentes, como a inteligência artificial, que estão cada vez mais integradas aos sistemas militares e nucleares, cujas implicações ainda não são totalmente compreendidas.

Nesse contexto, o Tratado sobre a Não-Proliferação de Armas Nucleares continua sendo uma estrutura essencial, assim como a entrada em vigor do Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares e o progresso rumo à negociação de um tratado sobre a cessação da produção de material físico.

A Santa Sé, portanto, enfatiza o papel central do Tratado de Não-Proliferação como a pedra angular do regime global de não-proliferação, indicando a necessidade indispensável de todas as suas disposições serem implementadas integralmente e de forma equilibrada, a fim de preservar a integridade do tratado e promover a confiança e a responsabilidade entre os Estados.

Daí a indicação de que as zonas livres de armas nucleares permanecem hoje uma expressão regional tangível de um compromisso compartilhado com a paz e a segurança, razão pela qual se revela particularmente importante o estabelecimento de tal zona no Oriente Médio.

Neste momento atual de profunda gravidade para a comunidade internacional em meio ao iminente ressurgimento da retórica que contempla o uso de armas nucleares, afirma a Santa Sé, a cooperação internacional, particularmente através da Agência Internacional de Energia Atômica, é essencial.

Um uso pacífico da energia nuclear, explica a Santa Sé, contribui para o desenvolvimento, a promoção de relações de confiança e cooperação colocadas a serviço da dignidade humana e do bem comum. Diante dos atuais desafios sérios, é a conclusão, a comunidade internacional é chamada a cumprir suas responsabilidades e a comunidade internacional é chamada a cumprir suas responsabilidades.

seguindo as diretrizes do Tratado de Não-Proliferação Nuclear, para evitar que o medo se torne o fundamento da segurança e, portanto, uma característica permanente das relações internacionais.

a União Europeia e seus Estados-membros devem continuar a agir unidos e com determinação, intensificando seu compromisso diplomático, político e humanitário para proteger a dignidade humana, defender o direito internacional e apoiar iniciativas inclusivas de construção da paz, garantindo que as vozes de todos, incluindo as comunidades religiosas, sejam ouvidas e seus direitos respeitados.

Esta é a Exortação da Comerci, Comissão das Conferências Episcopais da União Europeia, divulgada na conclusão de sua Assembleia Plenária de Primavera, realizada em Chipre, de 22 a 24 de abril. Os bispos delegados, em uma declaração intitulada Um Apelo Urgente para Buscar e Promover a Paz, expressaram sua profunda preocupação com o destino de todos aqueles que sofrem com a violência devastadora.

A instabilidade e a injustiça na Terra Santa, no Líbano, no Irã e na região mais ampla do Oriente Médio. Os bispos votaram seus pensamentos para outras áreas geográficas afetadas por guerras que vêm ocorrendo há vários anos.

Carregamos em nossos corações e mentes, especialmente a Ucrânia, o Sudão, bem como outras partes do mundo que sofrem com o mal da guerra e da violência. Estamos profundamente tristes com essas tragédias, diz a declaração, que resultam na perda de inúmeras vidas humanas, destruição generalizada e crises humanitárias que afetam tantas famílias.

De Chipre, uma terra caracterizada por uma rica herança cultural e religiosa, mas também por uma história que continua a carregar as feridas da divisão, somos lembrados da importância dos esforços contínuos para a construção da confiança e da reconciliação. Ficamos profundamente comovidos com o testemunho das comunidades maronitas na parte norte da ilha, cuja presença contínua é importante para promover o diálogo e contribuir para uma cultura de encontro.

A Comércio lembrou que o Mediterrâneo é uma das dimensões fundadoras da identidade europeia, enfatizando que deve receber maior atenção da União Europeia e ser moldado não pela desconfiança e pelo confronto, mas por políticas que promovam o encontro, o diálogo, a reconciliação, o desenvolvimento e a paz.

Em seguida, apelou à União Europeia para que desempenhe um papel maior na diplomacia e nas negociações. A União Europeia, enfatizaram os bispos, nascida como um projeto de paz, tem a responsabilidade particular de atuar como uma força crível para a paz e uma promotora ativa da estabilidade e do diálogo em toda a região do Oriente Médio, contribuindo simultaneamente para a segurança marítima e energética.

e para os esforços de não proliferação nuclear no âmbito de um processo de paz global. Ao mesmo tempo, acrescentaram, a União Europeia é chamada a demonstrar solidariedade com os Estados-membros afetados pela instabilidade regional e a responder adequadamente às repercussões desses conflitos nas sociedades europeias, particularmente no que diz respeito à promoção da coesão social e à gestão do crescente custo de vida.

Em Nicosia, no contexto da presidência cipriota do Conselho da União Europeia, os bispos tiveram a oportunidade de dialogar com a vice-ministra da Cultura, Vasiliki Kassianido, com quem discutiram os principais desafios que Chipre enfrenta, como a persistente divisão da ilha, o acesso aos locais de culto cristãos e a proteção do patrimônio cultural.

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