1883 - EUA EM ALERTA! MORRE O PAI DAS GUERRAS AMERICANAS: DANIEL LOPEZ
DANIEL LOPEZ é jornalista, professor e pastor. Nesse episódio de “Ligando os Pontos”, ele vai bater um papo sobre a morte de Lindsay Graham, considerado o pai das recentes guerras americanas. O Vilela já perdeu a conta das conspirações que estão acontecendo simultaneamente.Cadeira é Elements, e o desconto pra vocês tá liberado. Acesse e garanta a sua: https://loja.elements.com.br/?utm_source=youtube&utm_medium=legenda&utm_campaign=inteligenciaConheça A Bússola, o curso gratuito de gestão e inteligência artificial do G4. https://on.g40.co/inteligencia_daniellopez04
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Olá, terráqueos, como é que vocês estão? Eu sou o Rogério Vilela e tá começando mais um Inteligência Limitada, o programa onde você já sabe, a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala e do cara que tá atrás do microfone lá operando as câmeras, que é o nosso Bigoda. Igual, você também tem uma inteligência abaixo do normal?
Abaixo do normal, né?
De 0 a 10?
Nível de inteligência? É. 3,5, assim. Depende do assunto.
Dependendo do assunto?
Eu sou mais inteligente.
Qual assunto, por exemplo?
Futebol, entendo bem de futebol.
Tá certo. O que você achou hoje da vitória da Argentina?
Cara, eu tô muito triste, né?
Quem não tá? O mundo está triste.
A gente não vai ser parcial aqui, né? Estamos todos revoltados. Não gostei.
Se tiver um time de cachorro, eu vou latir na arquibancada contra a Argentina.
Exatamente, eu vou junto.
E é o seguinte, estamos aqui com ele, o brabo, o brabo, dono daqui. Exato. Então eu vou me apresentar primeiro, eu sou Rogério Vilela, me sigam no Instagram, @vilela. Estou chegando a 1 milhão, ajude lá a essa campanha, né? E aqui Daniel, para quem não conhece, se apresente para o povo.
Fala, pessoal, Daniel Lopes aqui, jornalista, também escritor, né, professor. Tô sempre além daqui no nosso programa Ligando os Pontos, também no meu canal no YouTube de segunda a sexta comentando as notícias.
Melhor companheiro de um almoço possível. Coloca um apoiozinho do celular, vai almoçando, batendo aquele rango, batendo aquele bifão com ovo, né? Bifão com zóio. E vai vendo a atualização do Daniel.
Valeu. O horário é bom, né? Dá para ir agitando as coisas, escutando.
Você escolheu bem o horário.
Pô, cara, muito legal. Já tem gente querendo competir, né? Começou um monte de gente fazer live ao mesmo tempo, né? Mas faz parte do almoço, galera. É, cara, almoço e à noite também, né? Horário de pico. Falei, cara, não vou concorrer com, vou fazer concorrência interna, que eu não sou burro. Fazer concorrência com seu canal, fazer de manhã, né, pô? Na hora do almoço. Ainda bem que você não tem nada meio-dia, você não solta nada meio-dia ainda não.
Não, a gente vai ter, mas vai ser de esporte.
Solta uns troço mais fuleiro para mim.
A gente vai soltar programa de esporte, vai ter público diferente também, né?
Beleza. Então é isso, galera. Eu assim, tem gente que olha e fala, esse cara é maluco e tal, quem é esse cara? Os cara falam que eu tiro as ideias do ânus e já falam que eu tiro as ideias dos desenhos também, porque a gente fala às vezes de Simpsons, né? Mas não é só disso não. Às vezes eu leio algum livro, né? Eu fiz até um doutorado em linguística. Então sou jornalista também, né? Tenho doutorado e tô ali, né, fazendo análise de mídia, análise geopolítica e também análise de investimento também, né?
Que sou sócio da empresa de investimento. Então Eu tenho acostumado a dizer agora, Vilela, que o meu trabalho é proteção e crescimento. Então você proteger seu patrimônio e tal, e você multiplicar seu patrimônio analisando o cenário geopolítico. E às vezes a gente fala de filme, série, brinca no meio dessa história toda.
Eu acho que a coisa mais valiosa hoje em dia é a informação. Porque ao contrário do que era antigamente, que a gente tinha alguns veículos e que controlavam a informação, Hoje em dia a gente tem acesso à informação mais fácil, mas fica difícil saber onde assistir. Então o que a gente tenta fazer semanalmente aqui nesses assuntos mais sensíveis é ser um funil. Tem muita coisa, a gente escolhe alguns assuntos, faz uma curadoria de livros, de séries, de assuntos e o que está acontecendo no mundo, geopolítica, política, comportamento também e passar isso daqui para o pessoal.
Inclusive, você assistiu o filme lá? Eu não assisti ainda, Odisseia.
Cara, que filme maravilhoso!
Aí você fez um suspense, né, no story, que você falou, olha, eu não gostei do filme. Eu amei o filme, falei, porra! E agora?
Não, eu tava muito preocupado porque eu gosto do Nolan e gosto desse assunto, né? Sim.
Então Matt Damon tava direitinho?
Tava direitinho.
Fez serviço ok?
Tranquilasso. Não foi mal, não.
E o Tom Holland também?
Eu vou falar uma coisa só.
É Ciclope ou Cíclope, cara?
Eu ou Ciclope?
É, eu também, eu aprendi Ciclope.
Me falem se vocês não vão pirar na hora que aparece o Ciclope. É a coisa mais absurda do— eu não esperava aquele Ciclope. Inclusive, o Ciclope do X-Men que aparece na hora, que é brincadeira, senão os cara não vai acreditar.
Segunda-feira, segunda-feira não, não sei que dia que vai ser exatamente. Semana que vem vamos fazer o Ligando os Pontos sobre o filme. Vamos, bora, eu topo, bora! Aí eu dou uma destrinchada, vou assistir, vou também assistir de novo, dou dar uma garimpada ali, tiro todos os easter eggs.
Vou levar a Leia, que ela tem de— ela não, ela só gosta de filme, sabe, comedinha, filme água com açúcar, filme de uma hora. Vou levar ela e o Bigoda, dois que são dessa geração mais nova, que não— filme de 3 horas, quero. Não vou deixar os cara ir ao banheiro, vai assistir comigo e depois eu vou ficar perguntando sobre o filme.
Aí sim, topa?
Eu, você, vamos fazer isso, cara. Vamos combinar, eu, Leia e Bigoda, porque aí vocês participam dessa live. Vai ser engraçado, eu quero saber a opinião de vocês. Fechou aí, hein?
Mas não é a cara da—
você não, você é a Andréa, não, ela só curte coisa boa.
Aí não vai ser engraçado, vai ser mais culto.
Aí não dá.
Quero a Léia.
Mas é um filme, mas esse filme aí é Odisseia. Mas quem é Odisseia? Ele é Odisseu, ela é Odisseia, eles são marido e mulher, Odisseu e Odisseia.
Odisseu, mas também Ulisses, tem dois nomes, pô.
O Bigoda falou, não é, mas um filme de 3 horas, o que que é? É uma série que dividiram?
3 episódios. Emendaram a série, né?
Puxa vida.
Faz parte, né?
Faz parte, mas muito legal, muito legal.
Fiquei ansioso depois que eu vi ali o seu story falando.
Então vamos para o programa, só quero dar um recado para o pessoal aí. Pode ser, Bigoda? Dá um recado para o pessoal aí de casa. Deixa eu dar um recado rápido para quem está assistindo e tem uma empresa. Você sabe o que trava mais o crescimento de um negócio hoje no Brasil? Não é a falta de vontade ou de mercado, é a falta de método, de processo redondo. Deixa eu fazer uma pergunta, Bigoda. Se a nossa audiência cair pela metade amanhã e o caixa apertar, Qual é o plano de ação exato que eu devo executar no primeiro minuto?
Vixe, cara, eu demitiria o diretor.
Ele tá atrás de você, cara. É o cara que se chegar para mim, demite o bigoda. Você vai arranjar treta com ele mesmo?
Demite o Lenny então.
O Lenny tá mais tempo que você. Se eu fosse você, falava da Leia.
É a única pessoa que tá abaixo de você, a Leia.
Tá certo, tá vendo?
Tá vendo?
Ó, é difícil e não é porque você é ruim não, viu, bigoda? É porque ninguém te deu o processo e a maioria dos donos de empresa vive assim, no improviso, apagando incêndio todo santo dia. Exatamente aí que o G4 entra. E eu que gosto, eu gosto do que eles fazem, ó. Eles não te jogam um monte de curso na cara, eles pegam a tua empresa, fazem um diagnóstico e te falam exatamente onde apertar o parafuso. Tem mentoria mensal com gente que constrói empresa de verdade do outro lado te dando direção.
É isso que muda o jogo. Olha o time, o G4 está disponibilizando a Bússola, que é um curso gratuito de gestão e inteligência artificial aplicada e focada para os donos de empresas. Para operar no amadorismo, cara, não chama os caras. Lá o lance é profissional. Então para de operar no amadorismo, escaneia o QR code que está na tela ou clica no link da descrição e garanta já o seu acesso. G4, para quem quer mais, muito mais. E vocês notaram também, né, bigoda?
Você não, né? Os caras não mandaram ainda a cadeira para você. Vocês estão na cadeira antiga. Eu e o... Mas está marcando, porque o cara mandou 4 cadeiras, só tem 2 pessoas, podia estar usando a IA Elements.
O diretor pegou uma e a Leia a outra.
É por isso que você tem bronca com eles. Então é o seguinte, você já parou para pensar que parte da sua falta de foco pode ser física? Não é fraqueza mental não, é o corpo mandando sinal. Quando você está desconfortável, uma parte do seu sistema nervoso está ocupada com isso. Eu sei o que é isso, porque eu já passei algumas... No começo aqui, eu tinha umas cadeiras muito ruins. Não era nem essa que estava aqui antes. Eu ficava às vezes aqui me ajeitando.
O pessoal fala, por que você se mexe tanto na cadeira? Porque o corpo começa a dar aquele sinal de cansaço e vai para a cabeça. É sutil o negócio, mas é constante. Eu mudei de cadeira e percebi isso na prática. A cadeira da Elements, olha aqui, que eu escolhi para usar no meu dia a dia, por exemplo, tem um nível de ajuste que você raramente vê. Lombar, braços em 4 dimensões, apoio de cabeça e reclinação. Eu fui lá e experimentei modelo a modelo e escolhi o perfeito aqui pro programa.
Tudo é ajustável pro seu corpo do jeito que você precisa. Quando o físico tá suportado, o mental tem mais espaço pra trabalhar. Cupom Inteligência aí no link da descrição, vai lá. Cadeira é Elements, correto?
Exatamente, é isso daí.
Vou pedir pro cara mandar mais duas aí pra você e pro Lenny. Que o Lenny é um idoso, né? É. Quando ele tinha 18 anos, eu conheci ele há 20 anos atrás, ele já era idoso.
Na minha idade.
Na sua idade ele já era idoso, cara. O Lely é o cara que...
É Benjamin Button, né? Nasceu velho e rejuvenesceu.
É, ele tá agora no processo contrário, tá rejuvenescendo. Sempre foi boomer, né? E Daniel, que recado você tem para dar para o pessoal que eu também soube que é legal aí?
Sim, não, tem um recado muito legal. Então, Vilela, quanto mais instável a economia vai ficando, a galera pensa assim, cara, preciso colocar meu dinheiro num local ali mais seguro, proteger meu patrimônio, né? Então, no momento de incerteza, agora a gente tá vendo aí tanta confusão, até a guerra no Irã lá voltou. O dinheiro, o que que ele faz? Ele foge dessas aplicações ali mais voláteis, né, para ativos que são mais palpáveis: a terra, produção, né, negócio próprio.
E a gente tá vendo isso, né, hoje cenário infelizmente inflação crescendo, dólar volátil, mercado de trabalho também estável, né, e inteligência artificial aí com perigo de tirar as profissões. Então muita gente tem terra parada, o cara tá lá com terreno parado e começa a perguntar: cara, será que não dá para transformar isso num negócio?
Né?
Então o projeto rural do futuro, ele não pode ser só emoção, né? Hoje tem que ser algo funcional, tem que ser algo inteligente. É por isso que eu gosto tanto da Capsu Terra. Capsu Terra é uma empresa que ela te vende uma cabana completamente ali com uma tecnologia embarcada de alto nível, mas além disso eles trazem também um projeto de viabilidade.
Como que é isso?
Então, projeto de viabilidade é o seguinte: eles pegam o seu terreno, a parte topográfica.
Eu, por exemplo, lá você sabe, eu quero fazer umas cabanas para Airbnb.
Exato.
Inadaço o terreno.
Eles vão fazer essa avaliação, já resolveu, já. Eles vão fazer uma análise profunda, vão pegar topografia lá, toda a parte georreferencial, água, e eles vão estudar também como é que é o mercado de turismo na região, quanto que você pode cobrar, como é que você estrutura ali, quanto você vai gastar com reposição de cosmético, toalha e por aí vai. Então eles vão fazer as seguintes perguntas que são importantes: É, por que que alguém sairia de casa para ir até o seu, a sua propriedade, né?
Qual é uma taxa de ocupação realista? Quanto tempo que você vai pagar o seu investimento? Famoso break-even, né? Quem vai limpar ali o quarto na hora da troca? Então, se não fizer sentido, eles vão falar, ó, cara, não constrói, você vai tomar prejuízo, que o local não é bom, a área não é boa. Mas É claro que eles também ganham com o projeto e não com a construção. Então os caras vão testar tudo já na prática. Eles têm já um empreendimento próprio deles lá em Joaquim Egídio, fica uma hora e meia de São Paulo.
Então eles já aprenderam com tentativa e erro e eles ensinam uma coisa que eles mesmos fazem.
Vou falar com os caras então para ver no meu terreno lá.
Resolvido, sensacional. Você vai gostar demais. Inclusive eu—
Você passou o link para eles deixarem na descrição?
Passei o link, passei o QR code. Eles estão com QR code ali. E o CEO da Capsule, ele era um dos sócios do PicPay. Então, um cara que vem do mercado, um cara que conhece de números, de finanças. Então, o cara pode clicar ali para conhecer melhor esse trabalho, terra.capsule.co. E a Capsule preparou condições especiais para quem acompanha Inteligência Limitada. Então, você clicando aí, vindo por esse QR code e por esse caminho hoje aqui no Inteligência Limitada, vai ter uma condição especialíssima para você colocar ali as suas cabanas de alta tecnologia.
E hoje é uma renda muito boa, né, Vilela? Tem muita gente tendo aí um complemento salário, se aposentando com isso.
Tem um amigo meu que tá com Airbnb nesse local aí, tá fazendo 100 pau por mês só de aluguel.
Então, incrível. E isso aqui é muito interessante porque a cápsula deles, eles preparam a cápsula, tem um prazo ali por volta de 3 meses, e instalam por volta de 2 dias. Então, 2 dias de instalação. Porque uma coisa que é muito chata, né, Vilela? Você acha que vivenciou isso? Você fazer uma obra muito longe de onde você mora é chato.
Não, não.
Você administrar a obra, material de construção, né, os próprios trabalhadores ali, dá uma dor de cabeça. Aqui são 2 dias. Aqui não é obra, não é construção, é instalação. Você monta a parada, é pré-moldado, né?
Isso é maravilhoso. Sabendo disso, então, link na descrição, QR code na tela. E o diretor, Bora para vinheta. Estamos aqui de volta com Ligando os Pontos, o programa que você já sabe tem o tema central que está no título sempre, mas tem temas que estão flutuando ao redor desse assunto principal e a gente vai pontuando dando links com livros, séries, filmes e piadas, às vezes piada da quinta série, para dar uma descontraída quando o assunto fica muito tenso. Exato. Qual é o assunto de hoje?
Então, Vilela, segunda-feira começou a circular no noticiário que um dos senadores mais poderosos do planeta Terra, um senador que às vezes tava até mais no exterior do que nos Estados Unidos, o cara vivia lá em Kiev, lá na Ucrânia, o cara tá sempre no Oriente Médio, o pessoal chamava ele de o Falcão das Guerras, que é o Lindsey Graham. Lindsey Graham é o cara que fomentava as guerras, inclusive ele falava coisas até bem pesadas.
Por exemplo, ele chegou a dizer o seguinte: essa guerra na Ucrânia tá sendo muito boa porque nós estamos investindo dinheiro para matar russo, então tá sendo ótimo investimento. O cara falava isso, imagina o ódio que os russos tinham dele, né? E aí, o que que acontece, Vilela? Esse cara, ele tava lá na Ucrânia final de semana agora, visitou ali uma fábrica de drones e que matava muito, muitos russos, E de repente vem a notícia que ele tinha morrido.
Esse aqui, acho que para a gente o rostinho ficou meio prejudicado, mas para a galera tá redondinho, né? Então vem a notícia: Lindsey Graham morre de um problema de saúde repentino e fatal. Acho, cara, morreu de quê, pô? Como assim? Aí estão falando que é doença coronariana e tal. Só que aí, Vilela, começaram algumas especulações porque Perguntaram para o Donald Trump: Trump, o Trump era muito próximo desse cara, você ficou sabendo aí da causa da morte do Lindsey Graham?
Porque logo depois que ele morreu, o FBI tava na casa dele. Falou: é, não é qualquer senador que morre, só porque ele morreu, FBI tá lá. Perguntaram para ele no noticiário ontem, falaram: Trump, você acha que você tá a par? Você sabe o que que houve? Aí ele falou: é, os médicos me falaram que uma parte do corpo dele explodiu. Cara, você fala, pô, porque coração, o que que tem a ver? Só se for o coração, né? Mas o resto, o que que a galera começou a teorizar, Vilela?
E aqui a especulação pura: ele tava na fábrica de drones, e essa fábrica de drones, depois que ele saiu de lá, foi atacada. Então algumas pessoas estão especulando, depois dessa fala do Trump e por causa da linha do tempo dos eventos, que a fábrica foi atingida enquanto ele estava lá ainda. Então ele teria sido ferido e foi levado para os Estados Unidos, e aí faleceu nos Estados Unidos. Mas aí a pergunta é: mas por que que a mídia e o governo americano e o exército americano não assumiriam isso?
Porque seria uma causa de guerra. Porque se os russos matam senador americano, ainda que seja na Ucrânia, cara, os Estados Unidos vão ter que retaliar, iam ter que retaliar de forma muito pesada. Então essa é a parte mais Ponto de interrogação, especulação. A grande questão agora é como é que ficam as guerras, já que esse senador que eu li, Lindsey Graham, e o Mitch McConnell, que é o outro que também tomou, é bem idoso já, 84 anos, tomou um tombo em casa esses dias, foi internado, tá sumido do mapa.
O jornalista pergunta: cadê o senador Mitch McConnell? Não, ele tá bem, tá trabalhando em casa, mas ninguém viu foto. Então assim, dois senadores que são os maiores fomentadores de guerra E obviamente vinculados com o lobby do complexo industrial militar, os dois em intervalo de 15 dias, um morre, o outro fica sumido do mapa.
É porque dá impressão para a gente que acompanha só grandes canais ou vê o que o algoritmo te entrega, que as guerras pararam, que o mundo inteiro está em paz assistindo a Copa do Mundo. Mas não, né?
Pô, cara, a treta tá rolando, né? E piorou agora, né? Porque segundo o Trump, O Irã rompeu o acordo ali de cessar fogo e atacou 3 navios. E aí os Estados Unidos retaliaram, começou esse negócio de fechar o Estreito de Hormuz novamente. E agora o Trump tá falando que ele vai atacar as usinas de dessalinização, as usinas hidrelétricas— hidrelétricas não, as usinas de eletricidade. E o risco também é que mísseis— caiu míssil perto de usina nuclear já, que é a usina de Bushehr.
Então é, o negócio tá muito estranho, tá muito quente lá nos Estados Unidos. Então Israel tá quieto, mais ou menos, né? Porque Israel, quando o Donald Trump fez aquele acordo ali de cessar-fogo, Israel não gostou. Por que que Israel não gostou? Porque o serviço não foi concluído.
Que era, qual que era o serviço completo?
É recuperar ou acabar com o urânio enriquecido, porque eles têm urânio enriquecido a 60%, ou seja, dá para criar bomba atômica.
Depois começa de novo o projeto da bomba atômica.
Não, mas o que que aconteceu? O urânio até para proteger de ataques israelenses e norte-americanos, o urânio fica embaixo de montanhas. Que que os americanos fizeram? Explodiram essas montanhas, jogaram mísseis onde ele perfura e estoura lá embaixo. É, ou aquele B-2, né, o stealth, ele conseguiu fazer essas bombas, né.
Tem até um gráfico desse míssil que ele—
bunker buster, né, não é hulkbuster não, né. Inclusive, você viu o trailer novo do Homem-Aranha lá?
Não, não vi.
O novo trailer mostra o Peter Parker com uma luva meio Hulkbuster lutando com o Hulk, né?
É, pô, essa eu quero ver.
Não sei se vai ser interessante, né? Você gosta dos filmes desses últimos do Homem-Aranha? Gostei, gostei.
Não é o meu personagem preferido, é outra parada, mas eu gosto.
Não, tranquilo. Então, Vilela, o que aconteceu? Segundo os relatos que a gente recebe, o urânio tá enterrado embaixo dos escombros. Então o urânio precisa, precisa ser retirado de lá. A Rússia até se ofereceu para retirar esse urânio, os americanos não concordaram. Porque qual o receio de Israel? Que esse urânio seja recuperado mesmo embaixo dos escombros e seja usado para fazer uma bomba atômica contra Israel. Então Israel tá muito preocupado aí, no nível de tensão ainda muito grande, porque essa questão não foi solucionada ainda.
E agora já estão até falando que o Trump vai ter que partir para ataque por terra, ele vai ter que entrar com soldados lá, porque é o cenário mais complicado, né, porque a geografia iraniana é bem complexa. É como a própria topografia iraniana faz do país quase que uma fortaleza natural, né? É muito complicado você acessar aquele lugar.
Já mostrou esse mapa, depois mais para frente o Bigoda pode mostrar, que aquele é cercado por uma cadeia de montanhas que é muito, vai ter muito sangue americano derramado, né, cara?
Isso aí pode virar um novo Vietnã.
Isso que eu ia falar, pode ser uma nova derrota tipo Vietnã mesmo, né?
Só que o Vietnã teve uma coisa interessante, Vilela, aqui para nós aqui que, né, estamos na mídia assim, trabalhamos com mídia, O Vietnã foi a primeira guerra televisionada, né? Isso gerou uma resistência por parte da população americana muito grande, porque o cara viu o filho dele tomando míssil na cabeça.
Nas outras guerras, o pessoal via no cinema uma versão editada do exército americano, estamos ganhando, dramatizar, cheio de romance.
E até a notícia chegar, imagina o gap, né, entre Segunda Guerra Mundial, anos 40, para Guerra do Vietnã, que é 60, 70. Já a televisão já mostrava. Aí tinha aquelas coisas terríveis do Agente Laranja, né, aquelas crianças, né, queimadas, né, correndo. Então aquelas imagens chocaram muito. Agora você imagina uma guerra, que é mais ou menos na Palma, imagina uma guerra transmitida em tempo real, né, cara, com internet ali, né?
É complicado. No caso até do ataque do Hamas, os caras com câmera corporal transmitindo ao vivo no Facebook, surreal.
É, eu não sei nem se aquilo ali os favoreceu ou atrapalhou, né? Porque gerou um ódio internacional contra os cara, né? Eu acho que foi em termos de propaganda, Porque independente do cara ser um extremista islâmico, o cara manja de propaganda. Ele sabe fazer a coisa do jeito que seja benéfico a ele. Não foi nem um pouco benéfico, né?
Mas aquilo era uma propaganda interna, né?
Era mais só se for, né?
Eles do que para o mundo, né? Mas teve esse efeito contrário mesmo.
Porque eu acho, na verdade, que eles caíram numa grande arapuca também, né?
Eles quem?
O Hamas, né? Porque os cara falaram, vamos fazer um monte de maldade, atrocidade aqui. Que aconteceu com eles? Os cara nivelaram lá. Gaza foi aniquilada, tá uma coisa horrorosa, né? Então assim, acho que foi um tiro no pé querer fazer uma, uma, um absurdo, uma idiotice daquela. E aí, Vilela, tem algumas outras coisas que somadas a esse, essa, esse renascimento do problema no Estreito de Ormuz, que envolve toda energia, petróleo, gás e por aí vai.
Agora, o que que acontece? A Ucrânia atacou com muita eficiência várias refinarias russas.
Pois é, cara. A União Soviética tá sofrendo umas perdas. É a União Soviética, a Rússia, cara.
Vão sacanear a gente, falar que a gente é velho.
Os cara tão fazendo perrengue. Então até a distribuição de diesel vai diminuir para o mundo para eles usarem para eles, né?
É isso que é preocupante, cara, porque o diesel aqui já tá caro, né?
Vai subir mais.
Teu carro é diesel também, né?
É o meu também.
Então você pegou um elétrico, já sabendo Olhando, né, o horizonte, então carrinho híbrido ou elétrico também para ter essa opção.
Eu peguei um 100% elétrico porque autonomia maior, né? Verdade, autonomia maior. E 500 km, cara, o meu bate uns 300 mais ou menos. Não é tão violentão não.
Tem uns, cara, tem uns que é, mas são híbridos, chega até 1000 km. Mas aí combinado, né?
Combinado, aí já é interessante também. E hoje tem muito mais posto com recarga elétrica, né? As máquinas são mais potentes, né?
Você levar uma dentro do seu carro também para quebrar o galho?
Dá para levar. Eu arrumei uma dessa aí, eu tenho uma dessa também.
Isso é bom, né, para não ficar—
vou botar lá na casa do meu sogro lá, né, vou carregar lá na casa do cara. Tô brincando, abração para o meu sogro e para minha sogra aí, valeu. Então, Vilela, é, olhando já, o que que eu pensei, cara? Se começar esse negócio de diesel ficar muito caro, tudo vai ficar mais caro, porque o Brasil, ao contrário dos Estados Unidos, a gente tem a matriz de transporte toda rodoviária. E aí é diesel 24 horas por dia, 80% depende disso.
A comida na tua casa provavelmente foi trazido do caminhão, né?
Porque em algum ponto tem um pessoal que olha assim e fala, não tô nem aí, meu carro é etanol, meu carro é flex. Você fala, irmão, o caminhão que leva comida para o supermercado é diesel, né? A usina que produz energia muitas vezes ela usa diesel também. Então a energia fica mais cara. E é, você voltou dos Estados Unidos agora, né, Vilela? Eu tava fazendo live sobre isso com meus alunos lá e os caras, os alunos falam assim, mas Daniel, É, e Brasil tem um impacto grande, mas pô, tô há 20 anos fora do Brasil, moro nos Estados Unidos. Aqui no Brasil, como que é o impacto? Eu falei, cara, é um pouco diferente.
Lá os cara tão chiando, hein? Tive lá nos Estados Unidos, galera tá reclamando do galão, galão tá muito caro.
É, mas é quando eles tinham, é muito menos do que a gente tem aqui, né? Se fosse o proporcional daqui, os cara tinham feito uma revolução já, né? Os cara pagava muito barato, era muito merreca, né? Eu não sei se tá, acho que teve lugar que chegou a $6 o galão, né? Que lá não é litro, é galão, é diferente. Mas o que que eu falei? Isso é interessante para galera que mora fora ou que tá olhando para fora. Estados Unidos, eles têm muitos dutos que transportam.
Quando o Vilela estava na escola, era Império Babilônico. Bloqueia esse cara aqui, cara.
Desculpa, falou errado, que era Austro-Húngaro. Império Turco Otomano, né? Pô, Babilônia não. Aí é brincadeira. Aí é da época do teu pai, né? E teu pai gostou para caramba da viagem, né? Ficou amarradão, né? Show de bola. É histórico assistir uma Copa do Mundo. Então, Vilela, os Estados Unidos têm algumas vantagens com relação ao Brasil. Primeiro, eles são autossuficientes de petróleo. O Trump deu uma volta por cima lá do que o Biden tinha atrapalhado tudo quanto é tipo de exploração de gás e petróleo.
O Trump já liberou logo tudo. Então, os Estados Unidos nunca produziram tanto petróleo, sem falar agora com acesso ao mercado venezuelano, que é a maior reserva do mundo, facilita para caramba. Os Estados Unidos têm muitas vias hidrográficas, pelos rios, eles exploram muito, escoa muito pelo rio, eles têm muitos dutos, né, que transportam os combustíveis. Eles têm, claro, trem, tem muito trem lá, né. Então lá o impacto é menor por causa dessas características.
Aqui o impacto é maior porque a gente tem petróleo para caramba, não refina, né. Isso é um problema gravíssimo, né. Então se a gente olha a associação dessa, desse renovo aí do conflito no Oriente Médio, lá no Estreito de Ormuz, por onde passa 20 a 25% do petróleo global. E essa questão da Rússia, porque, Vilela, o que que a Rússia fez, né? A Rússia teve um prejuízo enorme nas suas refinarias, que foram destruídas por drones ucranianos.
E aí eles tiveram uma queda de por volta de 20% na produção de diesel. O Putin na mesma hora emitiu uma ordem proibindo a Rússia de mandar diesel para fora. E o problema é que 85% do nosso consumo de diesel vem de fora e a maioria vem da Rússia.
Agora tem que arranjar outro fornecedor.
Eu acho que o Brasil tá tentando comprar dos Estados Unidos e da Índia, só que é muito mais caro, né?
O da Rússia, da Venezuela, não rola.
Venezuela por enquanto parece que não, porque Venezuela acho que eles estavam com problema de produção também, né? Os Estados Unidos estão mandando as empresas americanas lá, sucateado, né? E na verdade muitas refinarias do Texas, elas eram preparadas já para refinar o óleo venezuelano. Que o óleo venezuelano é um óleo, é igual a lama, é grosso, é grosso para caramba, né? Então é um refino específico. E o refino venezuelano tava muito sucateado, né?
Então parece que as empresas americanas entrando agora, elas vão dar um restart nessa produção, né? Mas eu não sei como é que tá isso da Venezuela. Parece que não é uma opção. Eles estão tentando compensar isso comprando do dos Estados Unidos e da Índia, só que muito mais caro. E uma outra questão, Vilela, que preocupa muito é esse negócio do super El Niño aí que falaram que tá chegando.
Tá previsto para quando?
Para agora, já para o segundo semestre, agora, para agora já, né? Então já estamos começando, sinal de alerta para o sul, né?
Para o sul.
Então é muita chuva no sul e seca no Centro-Oeste, então atrapalha muito a nossa produção agrícola. Que que acontece, Vilela? Se você produz menos comida ela fica mais cara também, né? Então a gente tá numa tendência de inflação aí preocupante, e é por isso que começa a surgir opções assim, cara, tô com terreno parado, tem que dar um jeito desse terreno gerar uma grana. Pô, carro elétrico, se começar negócio de combustível muito caro, aí o carro elétrico vai começar a ficar caro, todo mundo começar a comprar, fica caro também.
Aí o cara, o que que ele faz? Mete uma fotovoltaica em casa e carrega na fotovoltaica, né?
Então assim, é um momento, a Samanta tá Samanta tá falando aqui em Los Angeles, 8,16 por galão.
Tá bravo, hein?
É caro isso, né?
Muito, muito. O normal era 3 assim, né? Nossa, 8 tá— eu tinha visto 7, galera tava em Los Angeles, que é mais caro lá. É, então Los Angeles, eu não sei no Texas, né, como é que tá, na Flórida. Talvez lá o normal talvez hoje esteja 4, 5, né, pelo por alto assim, né? Eu fui para os Estados Unidos, mas tem um tempinho já, foi antes dessa encrenca. Era, tinha lugar que você botava R$3,50 o galão, quase sempre foi muito barato, né?
E já tá aí, galera já tava reclamando, falando que tava caro, né? Então esse negócio é, a galera voltou a falar numa tempestade perfeita, né? Porque tempestade perfeita, encrenca no Estreito de Ormuz, Rússia, tempestade perfeita para gente aqui no Brasil, né? É confusão no Estreito de Ormuz, confusão na Rússia lá que não tá exportando mais petróleo, e super El Niño. Também atrapalhando a nossa produção aqui. Então isso pode trazer um cenário aí de inflação, de aumento de preço aí para o segundo semestre.
Mas é claro, né, Vilela, existem várias maneiras de você se proteger e contornar isso, né? Por exemplo, muita, muita gente quando vai falar de investimento— eu não sou assessor de investimento, apesar de ser sócio, né, da Move Investimentos, da empresa— a gente acaba estudando os setores que são mais resilientes. Então, por exemplo, Que tipo de coisa resiste a um cenário de preço caro? Quando o preço tá caro, você tem uma ideia.
Eu tinha um, eu tinha não, porque ele tá vivo ainda. Eu tenho um amigo chamado Márcio que ele trabalha na área de decoração, ele tem uma empresa de decoração. Ele falou, Daniel, quando começa a ter crise, o cara, o cara não vai trocar as cortinas de casa nem os tapetes, ele vai dar uma segurada. Então existem setores que são altamente impactados com cenário de inflação mais alta e tem setores que são mais resilientes. Por exemplo, O cara pode estar gastando muito mais e ter que tirar o filho da aula de inglês, a filha da aula de balé, mas ele vai ter que continuar pagando a conta de luz de casa.
Então existem setores que eles são mais resilientes nesse cenário. O cara vai ter que continuar pagando conta em banco, então setor bancário, setor elétrico, as seguradoras. Então bancos, setor elétrico, seguradoras e telecomunicação também, né, Vila? Porque o cara tem que ter internet em casa para trabalhar. Hoje em dia ninguém faz nada sem internet. Então assim, o que eu tô falando pra galera é não só a gente mostrar o problema, tô apontando algumas oportunidades também de coisas que se valorizam nesse sentido.
Quer ver outra coisa, Vilela, que é muito interessante num cenário como esse, pra galera ficar de olho? É uma produção local para servir ao público local. Porque imagina, coisa que depende do frete muito distante, ela tende a ser muito impactada por essa alta do preço do diesel. Então os locais terem uma rede de distribuição, produção e distribuição mais perto, porque tudo que precisa deslocar muito longe fica mais caro. Então o cara que é malandro, o que que ele pensa?
Poxa, vou pegar aqui a região de Campinas, por exemplo, vou começar a produzir comida aqui do lado da cidade para oferecer para a própria cidade.
Eu vou ter um preço mais competitivo do que o cara que tem que trazer de longe.
Mais competitivo. Às vezes o preço nem é, ó meu Deus, tão competitivo, Mas você tem aquele senso de comunidade. Pô, tô ajudando a comunidade local, tem menos agrotóxico, não é uma coisa, não tô comprando de alguém que eu nunca vi e tal. Então são coisas interessantes que eu tô numa fase, galera, que eu não, eu tô querendo colocar oportunidade, esperança no coração da galera, não só mostrar problema, mas mostrar as grandes oportunidades, né?
Porque eu aprendi muitos anos atrás o seguinte, né? É, quem resolve o problema de alguém tem oportunidade de ganhar grana. Se você resolve o problema de um país inteiro, tu vai ganhar grana para caramba. Então quando surgem problemas, isso é desagradável, mas abre possibilidade para você, analisando o cenário, oferecer a solução. Então existem muitas soluções interessantes para um cenário como esse. E numa época também que a gente vai ter disputa aí no dia 4 de outubro, é importante a gente olhar, pô, seria muito legal a galera começar a botar na roda da conversa, ter uma matriz ferroviária no Brasil, a gente começar a ter trem, né, explorar a nossa, toda a nossa estrutura de cabotagem, de navegação hidrográfica.
Então isso são temas interessantes também que a gente poderia estar levantando, a gente valorizar nossa refinaria, a gente valorizar o biodiesel, né, o biogás. Tem tantas oportunidades, turismo, quanto a gente podia ganhar e não ganha, né? É muito mais explorado o turismo A gente tava falando da Espanha, né? Meu pai é espanhol. Meu pai fala, cara, a Espanha é um país mínimo perto do Brasil e ganha muito mais dinheiro com turismo que a gente.
É muito mais.
É surreal isso, né? É surreal.
Tem uma cidade, eu não sei se é Paris, se é Madrid, ou se é Barcelona, alguma cidade europeia que a cidade fatura mais do que o Brasil inteiro de turismo.
Cara, é surreal isso, né? Então são setores a serem explorados ainda.
Tava agora em Orlando Foi o cara lá da Universal, um cara que fala pela Universal, falou que o nível de, o número de turistas que rodam em Orlando, cara, só esclarecendo, é Igreja Universal não, né? Não, não, não, é o parque da Universal. É absurdo assim, comparado ao Brasil é ridículo, cara.
Surreal, né?
Parece que o que gira lá em um mês é não sei quantos meses aqui. É absurdo.
Não, e você vê, cara, Pesquisei aqui, ó.
A Paris na França e Londres no Reino Unido movimentam mais que o PIB do Brasil inteiro.
Olha só, o PIB.
O PIB que, lembrando para a galera, Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país no ano inteiro. Cara, isso é surreal, né?
De turismo, né?
Turismo, olha o tamanho do PIB.
E o Brasil não tem capacidade para turismo? Tem Pantanal, Floresta Amazônica, Rio de Janeiro, tem o Sul, tem o Nordeste, cara.
Pô, cara, a gente pode não ter uma arquitetura parisiense, mas a beleza natural a gente ganha de 10 a 0. É complicado. Então assim, eu creio que o Brasil, Vilela, assim, eu posso estar errado no número bruto, mas dependendo da maneira como você calcula, o Brasil é o país mais rico do mundo, cara, em termos de riqueza natural, né, de posição, tamanho, proporção, água, tudo, terras raras. Então se a gente pensa em termos geopolíticos assim, existe também um benefício muito grande de fazer o Brasil viver aquela ideia de pôr o Brasil um lixo, né, hostil, que os cara fala.
Porque ele chegou aqui, levam tudo de graça, que a gente fala, o Brasil é um país amaldiçoado, o povo é nojento, não vale nada. Então é isso, eu acho que isso só beneficia aqueles que sugam os nossos recursos, né, e tudo que a gente tem. Então eu tô empenhado também nessa ideia de dar um, dar uma despertada no povo brasileiro, né. Porque a gente pode viver sim um cenário muito melhor do que a gente tá vivendo, eu creio. Não só entendendo o jogo e conhecendo como é que a gente tem de potencial, mas até através da oração mesmo, Vilela.
Eu tô num negócio de oração, de orar e tal, convocando a galera a orar para que, pô, eu comecei a ver muita notícia negativa.
Por exemplo, falar de uma coisa que talvez algumas pessoas torçam o nariz, mas Quem não acredita, veja isso como alguma curiosidade, alguma coisa engraçada, tá? Mas explica para o pessoal como funciona o lance de domínios de demônios territoriais, porque existe na Bíblia, fala, né, que a luta não é contra carne nem sangue, mas contra principado e potestade. Que que é principado e potestade? Sim, como funciona esse domínio por regiões, né?
Sim, isso é muito interessante. Eu acho um caminho legal para a gente trazer um pouco mais para nossa realidade, a gente perguntar o seguinte, cara, Brasil tem até onde eu sei 80% de pessoas que se consideram cristãs. Essas pessoas, imagino, tenham, dão um certo valor para Bíblia. Então você pode até olhar esse assunto como uma coisa tosca e você falar, ah, isso aí é delírio. Mas se você é cristão e você crê na Bíblia, a Bíblia fala sobre isso.
Vou dar um exemplo. Que com o qual eu me identifico muito, que tá no livro de Daniel, né? No livro de Daniel a gente tem esse personagem que é um cara que era de uma— o profeta Daniel, ele era de uma família rica e ele, o seu país foi invadido pela Babilônia pelo rei Nabucodonosor. E assim como os americanos fizeram quando venceram na Segunda Guerra Mundial, eles pegaram a elite científica e cultural intelectual da Alemanha, levaram para os Estados Unidos, e os russos levaram a parte para Rússia.
Então houve uma espécie de Operação Paperclip também lá na Israel na época que Nabucodonosor Nabucodonosor domina Jerusalém. Então ele leva essa elite, ele leva um cara chamado Daniel. E esse Daniel, ele, ele tá ali, ele era um homem de oração, e ele tava fazendo uma oração pedindo respostas para Deus. E ele ficou 21 dias sem receber a resposta. Depois de 21 dias, o anjo Gabriel aparece para ele e fala: você me perdoa que eu peguei um trânsito aí, tava meio engarrafado. E aí ele entra nesse assunto de batalha espiritual territorial.
Fala o que que ele falou de verdade. Isso é mais zoeira. Não, que que ele falou?
Eu vou falar. Ele Ele disse o seguinte: é, o príncipe da Pérsia me deteve no caminho.
Pois é.
Ou seja, é a Babilônia, é a Babilônia é considerada antigamente é o que hoje é o Iraque. Então é a Mesopotâmia, era o que naquela época era chamado de Mesopotâmia. Então quando o anjo tava vindo, ele ficou retido, o anjo Gabriel, ele ficou retido pelo cara que domina, o anjo que domina, o anjo caído, talvez o demônio, né, principado que dominava a região da Pérsia. Do Irã. Então ele ficou preso lá e os caras não deixavam ele sair.
Houve uma batalha espiritual que o espírito do que dominava o território da Pérsia impediu Gabriel de entregar a resposta. E aí ele fala, só que aí Deus mandou depois o Arcanjo Miguel e ele abriu caminho, mandou tipo um batalhão de operação especial.
E como esses demônios conseguem esse direito pela, por essa terra? Porque não necessariamente eles respeitam a demarcação humana, né? Não é o território, não é onde o Brasil termina.
Um demônio, eles às vezes acabam respeitando, sabe por quê? A Bíblia diz o seguinte, que os céus pertencem a Deus, mas a terra ele deu aos homens. Então o homem tem uma autoridade sobre a terra que é entregue por Deus ali, ó.
O anjo protetor do reino da Pérsia lutou contra mim durante 21 dias. Mas Miguel, um dos ant chefes, veio me ajudar, pois eu estava lutando sozinho contra os reis da Pérsia.
Pô, isso dá um filme maneiro, né? Imagina, nível Senhor dos Anéis assim, né? Você vê, o Gabriel tava lutando sozinho contra uma galera, né? Tipo, era 100 contra 1, né? Então, olha que interessante isso, Vilela. O céu pertence a Deus, mas a terra pertence ao homem. Então o homem, a gente tem autoridade, tem autoridade. Entregue por Deus.
Mas, por exemplo, não sei se vai atrapalhar sua linha de raciocínio, mas depois fica à vontade. Puxa para os 40 dias de Jesus no deserto, onde Lúcifer fala: olha, eu sou dono de tudo isso, se quiser eu te dou o que você quiser.
Então vamos supor, Vilela, seu pai deixou uma herança para você, certo? Você entrega para quem você quiser, não é?
E o homem?
O homem recebeu de Deus uma herança, entregou para Lúcifer.
Exato.
Então Lúcifer ou os principados e potestades, vamos supor que o presidente, hierarquia no inferno que nem tem aqui no mundo e como tem no céu.
Então o chefão é Lúcifer e tem os anjos, os demônios que mandam em territórios, que são poderosos.
Exatamente isso. Então vamos supor que um cara que é prefeito, não vou dar, não vou citar nomes para não comprometer aqui, Mas o cara que é prefeito de uma cidade, ele recebeu uma chancela do povo daquela cidade para governar sobre o povo. Então ele tem uma legitimidade nesse governo. E se ele serve esses seres espirituais? Seres espirituais garantem acesso a esse território que ele tá governando.
Pois é, entendeu?
Então assim, existem algumas entidades que são príncipes, por exemplo, da cidade de São Paulo.
Por isso que é preocupante quando um líder religioso tá corrompido, porque ele acaba vazando para toda a igreja, né?
Exato. É, vira isso, é muito perigoso. Então assim, existe a cidade de São Paulo, a cidade mais poderosa financeiramente do Brasil. Existem alguns espíritos que trabalham aqui, que são príncipes aqui, apesar de que eles também governam outras regiões, entendeu? Então isso é extremamente interessante. E antigamente, né, hoje não é mais comum isso, antigamente a galera que era de intercessão, cura interior, batalha espiritual, a galera fazia uma espécie espécie de reconhecimento de campo para buscar de Deus qual era o tipo de ser que dominava aquela região.
E exatamente isso. Tem uma coisa muito interessante que é o seguinte: tem livro sobre isso, bem interessante, muitos livros sobre isso, né? É, William Schnabel vai falar sobre isso no Lúcifer Destronado, né? E entre outros livros. Vamos supor aqui que dependendo da linha do ocultismo, o cara tá se iniciando e ele sempre tem um espírito guia, um mestre ascensionado, algum espírito que vai ser o guia dele, que geralmente fala coisa no ouvido dele, sopra para ele as coisas.
E aí o que que acontece é esse cara primeiro ele faz uma aliança com espíritos que são de bairros, aí ele vai crescendo, ele faz aliança com espíritos que são de cidades, e daqui a pouco, Vilela, o cara tá com uma aliança tão grande, ele já fez um processo de iniciação tão profunda que o cara consegue mandar uma ordem daqui para ser cumprida lá no Japão. Entendeu? Por quê? Porque ele serve um espírito que é príncipe de continente, e aí o chefe do continente daqui manda para o continente asiático e fala para ele, ó, surgiu uma demanda lá para arrebentar com alguém aqui no Japão.
Ah, tá vindo de onde? Tá vindo lá do Brasil. Mas quem que mandou lá? Mandou o cara que serve o ser tal. Ah, então manda os capangas aí cumprir, entendeu? Então é uma comunicação entre príncipes que manda os capangas cumprir a ordem. Então tem gente que dependendo do caso, o cara aqui ele dá uma ordem lá no Japão. Isso, isso no lado do bem também, pô, também, também. Porque eu posso orar por alguém no Japão e Deus é dono de tudo, ele, o anjo que tá naquela região lá, e vai lá e abençoa a pessoa.
É, exato. E aí foi interessante que você falou, né, Mateus 4, que é a tentação no deserto. É muito interessante que a galera acha que foi um acidente Jesus ter ido para o deserto, né, foi que foi contra a sua vontade. Mas Mateus capítulo 4, ele começa assim: o Espírito conduziu Jesus ao deserto para ser tentado.
É mesmo?
É, foi Deus que mandou ele lá.
É meio que o que acontece também nos filmes quando um herói precisa ser provado, né? Total. Jornada do herói, sempre ele vai ter provações.
Isso. Joseph Campbell.
Claro que isso vem também da história básica, a história de Jesus.
Total.
Você vai buscar lá atrás, com certeza, os grandes mitos A história de Jesus, as histórias antigas, sempre vai ter o personagem. No caso de Jesus, não, né? Porque normalmente na jornada do herói, o herói, ele não aceita.
É o herói relutante, é o herói relutante.
Ele não quer, não é para mim, eu sou muito pequeno, sou fraco, eu sou não sei o quê, não sou preparado.
Ele dá uma, e depois ele, Moisés fez isso, né? Moisés já não posso, não consigo. É, pô.
Com exceção de Jesus, né?
É, não, mas Jesus, ele chegou um momento que ele falou: Pai, passa de mim esse cálice.
É, mas foi lá na frente, né?
Já foi mais na frente, não foi no início. Mas aí teve aquele momento ali do—
mas isso foi para o quê? Para fortalecer o espírito de Jesus? Para ele sentir mais humano, como sente as tentações? Qual foi o motivo?
Eu acho que é, primeiro ponto, tudo que Jesus faz tem um aspecto pedagógico, né? Então, gente, é, ele tá querendo deixar um ensinamento. Ele deixa um ensinamento muito poderoso ali, que é vencer as tentações através da Bíblia, né? Porque a primeira tentação no deserto tá lá no capítulo 4 de Mateus. Jesus está jejuando há 40 dias já, sem comer há 40 dias, e Satanás fala: por que que você não transforma essas pedras em pães? E Jesus fala: está escrito, não é nem só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus.
Então Jesus usa uma expressão que é está escrito, e usa a Bíblia para contrapor às tentações do inimigo. E aí o inimigo, muito malandramente, vendo que Jesus está usando a Bíblia para se defender, ele também usa a Bíblia. É claro que fazendo uma jurisprudência, uma exegese, uma hermenêutica deturpada. Ele fala assim: a Bíblia diz que Satanás leva Jesus ao pináculo do templo, que era o ponto mais alto que tinha ali em Jerusalém, que tinha cerca de 50 metros de altura.
E ele fala para Jesus: pula daqui então, porque se gosta de citar a Bíblia, na Bíblia também tá escrito que aos teus anjos dará ordem para que você não tropece nenhuma pedra.
E ele devolve com outra situação.
Aí Jesus fala, mas também tá escrito não tentarás o Senhor teu Deus. Então ficou uma briga de Bíblia.
Você vê que o demônio conhece bem a Bíblia, né?
Conhece para caramba, que ele é um dos personagens principais ali da história, né? E aí a terceira tentativa, que eu falo que é a tentativa de tentar, é a tentativa do olheiro que quer comprar o passe do jovem talento, né, que Satanás fala, pô, o garoto é bom, né? Vou ver se eu vou puxar para o meu time então, né? Se você não pode vencê-lo, junte-se a ele. E aí ele mostra, leva Jesus ao monte mais alto, mostra todos os reinos da terra e fala: eu posso te dar isso tudo então se você prostrado me adorar.
E pode, né? Pode, tem pactos, né?
Pode, porque os seres humanos entregaram para Lúcifer.
E várias pessoas têm história de pacto, fazem isso para dinheiro.
Exato. Aí entra o filme, que é o filme Goats, ou Rim. Você não chegou a ver esse filme não?
Eu tenho que ter uma lista, porque quando eu tô procurando filme eu esqueço dessas coisas.
Vou anotar aí depois. Eu tenho a lista Vilela aqui no meu celular. É GOAT ou H.I.M., né? Depende. Nos Estados Unidos é H.I.M., aqui é GOAT. É H.I.M., que é ele. É ele, cara. Interessante para caramba esse filme, que é um cara de jogador de futebol americano que é convidado para fazer um pacto ali para se tornar o GOAT, né, que é o Greatest of All Time, né, o melhor de todos. Todos. Então existem, existe, existe isso sim, né? Olha lá, a vilã, é o Marlon Wayans, é isso, né?
Os cara comediante, né? Mas o filme não é de comédia não, é sério. Interessante para caramba o filme, cara, achei bem feitinho. Depois assiste lá, me diz o que que você achou. Então é muito, é muito interessante você ver como é que que na Bíblia o Lúcifer, ele era um grande caça-talento também, né? Ele tá sempre olhando os talentos, chamando para trabalhar com ele. Então isso é interessante, influenciadores do mal, né? Total, cara.
E é bom para a gente, tem muitos talentos espalhados, né? Então para a gente tomar cuidado aí com essas tentações aí da vida. Mas é legal para caramba essa ideia, né, das batalhas espirituais, os espíritos territoriais, porque quando você entende um pouco essa dinâmica você fica mais qualificado para isso, né? Porque Oséias 4:6 fala: meu povo é destruído porque lhe falta o conhecimento. Inclusive, Lela, tem até um diagrama meio mágico da época do Império Romano que é o quadrado Sator.
Vê se você acha, bigode, para gente. O quadrado Sator é um palíndromo, é aquele negócio que a palavra é a mesma coisa para trás e para frente, né? É, exato. Então tem Sator e Rotas lendo para o outro lado. Aí você tem Ópera e Arepo, que é o do filme, né, do Tenet. Exatamente. E o Tenet no meio é Tenet.
É isso aí.
Então aí você vai de baixo para cima, né, da direita para esquerda, mesma coisa, né. E você tem o Tenet ali, que é como se fosse uma cruz no meio. Então, se você for traduzir do latim essa frase, é como assim: o trabalhador, ele segue operando com a sua carruagem ou colhendo os frutos do seu trabalho. É isso aqui, Vilela, em algumas, em alguns círculos esotéricos, é o rodízio das entidades no planeta Terra na mudança das estações.
São os principados que fazem o rodízio nos continentes. Porque vou dar um exemplo: o Ó é um espírito chamado Oyama. O Oyama, em cada época, ele tá num continente, na mudança das estações. Eles vão fazendo um rodízio. E por isso que dentro do druidismo, da wicca, do esoterismo, eles têm as festas das mudanças de estação. São festas em que que eles estão se despedindo dos principados que estão indo para outra região e dando boas-vindas para os principados que estão chegando.
É por isso que desde o mundo antigo as festas de mudança de estação são sempre importantes, né? E são 4 festas, né, porque são 4 estações. Então você tem essas 4 festas anuais e mais, é, você tem além do solstício e do equinócio, são dias específicos, né, que é o dia onde é a noite mais longa e o dia mais longo. Existe também as mudanças das estações, né? Primavera, outono, inverno e verão. E então são 4 festas, mas tem a 5ª festa.
A 5ª festa é para o chefe, né, que é dia 31 de outubro, que é o dia das bruxas e tal, mas também dia da Reforma Protestante, né? Então assim, eu acho até, Vilela, que esse tema é relevante porque eu acho que um problema que a gente, muitos problemas que a gente enfrenta hoje até como nação, é porque as igrejas pararam de pensar e estudar batalha espiritual. Espiritual, né? A gente meio que relaxou nisso. Muitas vezes a igreja virou um local de networking, virou um local só para você buscar prosperidade material e tal, é coach e tal.
Então é uma coisa que eu tenho incentivado que seja voltada a ser conversada, porque a Bíblia do início ao fim fala de batalha espiritual, né? A gente vê que no Antigo Testamento Davi tocava a harpa para afugentar o demônio que tava em Saul, né? A gente vê no Novo Testamento, né, Jesus expulsando demônios e tal. Paulo fala muito sobre final dos tempos, a era do Anticristo, vai falar que é a era do grande engano, em que Satanás vai fazer sinais, prodígios e maravilhas de mentira.
Então isso é muito legal, Vilela, que eu não, eu não vejo muitas pessoas associando isso. É você, você fazer uma associação entre a geopolítica e a teologia, e você pegar o livro do Apocalipse, comparar com o que tá acontecendo hoje, ver que tá se cumprindo, né? Porque o nível de tensões globais que o livro do Apocalipse aponta é mais ou menos o que a gente tá vendo E com a tecnologia que existe hoje, é possível que um cenário caótico como a gente lê no Apocalipse aconteça.
Porque hoje existe tecnologia como das bombas de hidrogênio, faz você rachar a Terra no meio, né? Fora as armas biológicas, agora com inteligência artificial então, que acaba ajudando, né? Então nunca foi tão viável acontecer um apocalipse. Isso para nós é importante lembrar, tanta forma de acontecer esse apocalipse, muito.
Então assim, a Bíblia fala que vai ser por fogo ou não tem essa parte? Então teve água e agora seria fogo?
Existe, existe algo nesse sentido, né? Tanto que algumas interpretações chamam Apocalipse do dilúvio do açoite, que a Terra foi destruída por água, mas Deus fez uma promessa. Ele falou: nunca mais vou destruir a Terra com água. E o sinal arco-íris, e esse é o sinal da aliança de Deus. Então aí você fala: pô, mas pela Bíblia Deus vai destruir o mundo de novo. De novo, mas agora é com fogo, né? Então, mas o Apocalipse não é só fogo, né?
Os 4 Cavaleiros, a gente vai ver ali: fome, guerra, destruição, desespero e tal. E mais, e tem as 7 taças, 7 trombetas, né, e 7 selos. Mas o que a galera precisa entender é o seguinte: se você é cristão, se você não é cristão, ok, para você isso tudo pode ser mito, mas se você é cristão, o Apocalipse não deve te gerar medo, porque o Apocalipse não é a destruição do mundo em nenhum momento. Ontem eu encontrei a galera na rua, os cara: e aí, Daniel, o mundo vai acabar quando?
Eu falo: não sei, cara, mas falta muito ainda, pode curtir à vontade. Porque Apocalipse não é o fim do mundo, Apocalipse é tipo uma Terceira Guerra Mundial e alguns cataclismos geofísicos, só isso. O mundo continua existindo depois do Apocalipse, poxa. Então a galera fala assim: pô, Daniel, você não diz que o mundo tá acabando, né? Para que que eu vou guardar dinheiro? Eu falo: cara, quando que eu falei que o mundo tá acabando?
Acabando. Em nenhum momento eu falei isso. Eu falei que o mundo tá mudando, ele tá mudando drasticamente. Inclusive, Lela, nessa semana saiu uma notícia assim que atraiu minha atenção: 12 vencedores do Prêmio Nobel fazendo um alerta contra o desenvolvimento da inteligência artificial. Eles entraram nessa briga agora, entraram nessa briga, fizeram um novo abaixo-assinado.
Cara, eu acho que a gente tá tão para trás do que realmente tá em desenvolvimento de inteligência artificial, porque o que chega para gente como aplicativo com certeza é o mais ralo do raio aí, a xepa, né?
A xepa.
O que os caras devem estar conseguindo deve ser coisa absurda, né?
Não, com certeza. Eu creio que sempre foi assim. É só a gente ver um detalhe, né? GPS é de quando? 1969. Nossa, a gente começou a usar em 2015 direito assim, com Waze e tal. Internet, internet é de 69 também. Eu comecei a usar internet 94, 93, 92. 92 não, né? Acho que 4, 5. Como é que tá ali?
Ganhadores de Nobel e os 200 especialistas pedem ação sobre IA.
Obrigado, tá, bigode? Porque é legal, cara, que eu às vezes eu acho desnecessário eu, por exemplo, no meu canal tem que ficar toda hora mostrando notícia, mas é bom que às vezes o cara acha que a gente tá viajando. Isso é interessante porque muita gente fala assim também comigo: poxa, Daniel, eu comento as coisas que você fala e a galera me tira de maluco. Eu falo: cara, pega as notícias que eu cito e mostra. Porque eu não tô mostrando notícia de site de conspiração, é mainstream, é CNN, New York Times e por aí vai. Tem algum detalhe ali, Bigode, você quer ressaltar?
Parte aqui, ó, que os ganhadores, né, eram das próprias equipes de pesquisadores da OpenAI, né, da própria Google.
Então quem desenvolve tá criticando a própria IA, né, porque tava lá dentro, né, sabe do que não tá sendo contado.
Exatamente.
Então os caras são, eles, assim como os caras alertaram naquele Eu não lembro o nome do documentário, você pode ver no da Netflix, que os caras falavam sobre rede social, né?
É, eu lembro também, mas esqueci o nome. Muito bom isso, muito bom. Inclusive, só fazer um adendo aqui, eu falei para o cara ontem, né, cara, pode curtir a vida aí, mas assim, não tô falando para o cara pecar, né?
Claro que não.
O cara vai curtir a vida na gandaia e vai morrer, vai para o inferno. Até porque é tipo, curte a sua família, né, o seu trabalho, né, a sua, seu lazer, mas com santidade, decência e ordem, como a Bíblia ensina.
O nome é O Dilema das Redes.
Legal para caramba, mais uma dica aí.
Ficou defasado? Acho que ainda não, acho que ele ainda é atual, né? Que eram os caras que saíram de Google, Meta e tudo mais porque viram que aquilo lá, cara, tava sendo feito para viciar, para você ficar lá dentro e para pegar seus dados, né?
Sim.
Fora o aspecto, a frase mais forte desse documentário é: se você não tá pagando pelo produto, o produto é você, você é o produto, né?
Exato. É claro que é isso. Um dos primeiros caras que denunciaram isso, essa, é, essa, esse aspecto maquiavélico do algoritmo foi o Jaron Lanier, né? Jaron Lanier. Esse cara, ele escreveu um livro, alguns livros, né? Um dos livros, se eu não tô enganado, é Delete Suas Redes Sociais. Eu não sei se lembra desse livro. Então, o outro é You Are Not a Gadget, Você Não É Uma Bujiganga.
E não é estranho que os os chefões das Big Techs não deixem seus filhos e o pessoal acessar, ou coloque restrições pesadas para os seus filhos, ou a China que restringe também o acesso e o tipo de conteúdo que a população vai acessar.
Eu acho que isso deveria ser um sintoma muito interessante para a gente analisar, né?
No mínimo, não tô falando que o governo tem que fazer isso, mas cada família controlar, né?
É por isso que, na medida do possível, a gente sempre faz um esforço lá em casa para tirar, tentar tirar as crianças da tela um pouco, né?
Ir para pegar sol.
Mas era diferente, né?
Quando a gente era criança, a mãe: vem para casa, sai da rua. Hoje em dia, mãe: sai de casa, sai de casa, vai para rua.
Você fica o dia inteiro nesse negócio aí, vai no quintal. Eu lembro, eu ficava muito, eu gostava muito de ver televisão quando era criança, né? Aí meu pai falava: você é telemaníaco, telemaníaco.
Minha mãe falava que estragava a visão, às vezes vai estragar as vistas.
Não, eu tenho um amigo, André Ricardo, que era amigo lá de colégio, né? Até manda um abraço para ele. A gente sempre às vezes falava histórias do Chaves, né? Aí ele falava, cara, eu nunca assisti Chaves. Aí a gente fala, por quê? Minha mãe falava que quem assistia Chaves virava burro, eu ficava com medo, não assistia. Então tem algumas coisas realmente, né, que são sintomas interessantes. Eu já vi o Steve Jobs, né, que foi o cofundador da Apple junto com outro Steve, né, que é o Wozniak.
Ele falava que ele deixava os filhos usarem celular e iPad, né, computador, uma hora por dia para fazer trabalho de casa e trabalho da escola e da faculdade. E só a partir dos 14 anos de idade, cara. Deve isso é uma frase como essa deveria ser instaurar não apenas estudos sobre os perigos desses negócios, mas deveria instaurar até uma certa investigaçãozinha em cima dos efeitos do equipamento, né? Porque o próprio criador fala isso.
Isso, né? Imagina, Vilela, eu tenho uma empresa de fitoterápico, aí eu chego para você aí, Vilela, eu não tomo essas paradas não. Você vai falar, pô, mas é, né? Não era para gerar um certo pânico, né?
Total.
Falar, pô, irmão, vou te falar um negócio, tu é mau caráter para caramba, você tá vendendo isso, você não consome. Então realmente, agora, Vilela, tem uma conversa muito legal, se você quiser, só para a gente dar uma pinçada, é as origens militares das redes sociais ou as origens militares do Facebook. Esse é um comigo. É, o Facebook e as redes sociais surgem junto com toda a guerra ao terror, o aparato de espionagem total, que era um projeto que era da CIA.
Então vamos lá, a gente assistiu o filme Facebook, vai ter um filme novo agora que vai mostrar outro lado da criação do Facebook.
Isso é interessante.
O que a gente aprendeu lá no filme, o que entendeu, é que aquilo nasceu de um, por causa, porque a maioria das coisas, a maioria das coisas que acontece no mundo, que é o homem tentando pegar a mulher, é O cara tava na faculdade, era nerd, isso, não pegava ninguém, não era popular, não era popular. Aí falou, putz, e se a gente— e era um problema que todo mundo queria saber, será que essa menina ou esse cara, ele tá namorando, não tá?
Quem tá livre?
É que nem aquele, não sei se chegou da sua época, da minha, a Leia nem sabe o que é isso, Bigoda também não, mas o, o, quem vai ficar com quem, deve saber. Tinha umas festinhas que você ficava com adesivo vermelho ou verde, lembra disso? Sim, sim, lembra da dança com a vassoura? A dança com a vassoura, você sabe, não vem não, Daniel. Dança da vassoura, criança. Vamos por partes.
Festa americana, tinha festa americana aqui.
Como que era festa americana?
Festa americana no Rio é tipo menino leva salgado, né? Galera chama de festa americana porque os americanos tem essas paradas.
Mas festa da dança da vassoura era assim: você tava dançando com a mina, aquela musiquinha lenta, sentia alguém bater no seu ombro, aí o cara dava vassoura, ele ia dançar com a mina, você ia ter que procurar outra lá, né?
Uma mancada, né?
O lance da balada com um adesivo vermelho e verde, era assim: verde, tô livre, tá livre. Vermelho, tenho namorado, ocupado. Estranhamente, alguns adesivos verdes caíam no meio da festa, vermelhos caíam no meio da festa, né?
Mudava de— é igual na churrascaria, né? Que você tá no verde, muda, aí você bota no vermelho e fala: não, tô satisfeito. De repente você vê uma picanha passando, você fala: pera aí, pera aí, volta aí, volta aí.
A menina tava com os dois lá, ela tava com vermelho, mas dependendo ela falou: opa, deixa eu colocar o verde aqui, ó, aproveitar, né?
Relação custo-benefício, né? Pô, faz parte.
Por que que a gente tá falando disso agora?
Do início das redes sociais. O filme, você acha que os cara quer pegar mulher?
É, foi isso aí. No começo, para dentro da faculdade, para saber quem tá namorando, para colocar lá no perfil: tô namorando, tô solteiro, casado, essas coisas.
Então, e não é só isso, não. Ainda que tenha sido essa motivação inicial, o governo viu isso rapidamente, chegam os patrocinadores, os investidores, quem vai colocar grana pesada mesmo.
Exato.
Esses investidores não estão olhando o potencial de namoro nem reprodução da espécie humana. Eles estão olhando o potencial de espionagem, né, e de formação de perfil. Então, antes de ter o Facebook, que originalmente era The Facebook, né, tinha um THE, tinha um artigo antes, que o dono, o criador do— o Napster falou, pô, tira, deixa só Facebook. Então, o que que acontece? Quem foi um dos investidores iniciais do Facebook? Peter Thiel. E o Peter Thiel, ele tá vindo de onde?
Na época ele tinha o quê?
Ele tava vindo do PayPal. Só que o PayPal, o PayPal ele tinha um sistema de cibersegurança tão poderoso que atraiu a atenção da CIA. E a CIA procura o Elon Musk e o Peter Thiel para poder pegar esse sistema e aplicar no setor de guerra ao terror, de espionagem e proteção dos Estados Unidos. No meio disso tudo, e eu creio que não foi por acaso que o Facebook nasce no dia 4 de fevereiro de 2023, aí a Olha só, não é por acaso que esses cara mandam no mundo hoje, tem alguma coisa.
Ele era careca, agora tá mais cabelo e tá não sei o quê, tá, meteu um tratamentozinho, sambário.
Ele era mais cabeludo para os lados, né, para o lado, é total.
E era mais gordinho também, né, ou não? Não, ele é gordinho agora, mas o rosto não é, não era assim, né?
Ele tem um rosto meio largo, né, mas ele tá magrinho. Peter Thiel também mudou, vê a foto dele, horroroso, ele tá igual um maracujá de gavião. É, ele chupou tudo, não sei o que que deu não. Ele gasta bilhões nesse negócio de extensão da vida e acho que deu alguma zebra. Inclusive, aquele, não lembra aquele cara que injetava sangue do próprio filho? Você viu o que aconteceu com ele?
Não.
Ele tá com uma doença incurável no estômago por causa disso. Ele não falou o que é, mas o estômago dele tá se autodestruindo. O cara gastou tanta grana para— olha lá, ele tá até bem, mas ele tá com a cara muito chupada. É, tá estranho, cheio de veia no rosto. Ele deu uma minguada, não sei o que foi não.
Na veia, né, tomando todo dia.
Então, Vilela, esse cara toma muito hormônio também, né, muita testosterona.
E cara muito rico vai fazer muita coisa alternativa que ainda não foi testado, porque tem acesso a dinheiro, e os cara vem vender para ele, meio cobaia dos negócio, né.
Então, depois a gente volta na rede social, mas é interessante também que o Peter Diamandis, que é um dos caras que criou a Universidade da Singularidade, O Peter Diamandis, cara, ele teve uma conversa com Elon Musk muito interessante agora, deve ter um mês passado, que ele falou assim, cara, a gente tá tão perto de solucionar a questão do envelhecimento e daqui a pouco da morte.
Todo mundo falando sobre isso.
Ele falou, dica, eles pararam assim a entrevista e o cara mandou essa dica para todos vocês: não morra de bobeira nos próximos anos, porque vocês muito perto, segura um pouquinho.
Eu penso isso também, que a nossa geração aí pode ser salva no bongo assim.
É tipo assim, na hora que você olhar assim, pô, vou dar um pulinho de bungee jump, não faz. Ou então vou pegar e vou botar R$300 no carro, cara, dá uma segurada, alivia um pouquinho. Ou então vou me engraçar com mulher dos outros, algumas coisas assim, né, vou dar calote em alguém, cara, não dê mole de morrer de bobeira. Estava falando, aí você fala, meu irmão, parada tá ficando séria.
Quer saber uma parada bizarra? Você ficou sabendo o quê? Até compartilhei no meu Instagram, não sei se você viu, Lenny, também. Um cara foi numa concessionária que era de amigo dele, desceu de moto, tava na moto atrás com um cara, e tinha um cara lá vendo um carro. Você ficou sabendo disso?
Ele fez a fingida operação com a mão na cintura e falou, perdeu, perdeu!
O cara que tava vendo o carro já correu, já queimou ele.
Olha que brincadeira idiota, velho! Então Peter Diamond ia falar, ah, irmão, para que que você foi fazer isso?
Podia ter esperado 5 aninhos.
Puxa, cara, não faz isso não. Então assim, esses cara manjam muito, né? Esse maluco aí, ele cria a Universidade da Singularidade junto com a NASA.
Todo o dinheiro desses bilionários, trilionários aí, parte disso tá sendo porque os cara não querem morrer, velho. Os caras querem viver para sempre, conseguiram tudo, a vida é boa para caramba. Você acha que os cara querem ir embora?
Entre outras, ainda tem outra coisa, né? O cara pensa assim, meu irmão, eu não sei se Deus existe, se céu e inferno existe, vou tentar adiar minha prestação de conta, né?
Existir, eu não vou ter um destino talvez muito bom, tá ruim para o meu lado, não o que eu fiz.
Ele deve estar fazendo, Deus falando, tô só aguardando. Ele fala, eu não vou tão cedo.
Ô Deus, eu vou fazendo as coisas aí que eu vou demorar.
Eu tô agitando meus trampos aqui, né?
E tem algumas histórias, né, na literatura do cara que tenta enganar a morte, tenta, tem que é o, eu lembrei desse nome, muitas vezes eu enganava, Sísifo.
Sísifo, o que que aconteceu com Sísifo?
Sísifo condenado ao pior, cara, ele Ele tem o pior castigo que você pode ter, né, cara?
A história do Sísifo é muito interessante, que ele dava calote em todo mundo, e aí ele começou a querer dar calote nos deuses, né? Nesse nível.
A Odisseia tem um pouco disso também.
Tem, é, não, Odisseia ele quis dar sacaneada no Poseidão.
Não, mas tudo acontece porque a artimanha do cavalo de Troia é considerada uma desonra aos deuses. Ele não foi uma guerra justa, ele foi desonesto, e tudo que acontece Odisseu veio por conta dessa vitória não tão digna, entendeu?
Eu não lembro na história a ideia do cavalo de Troia foi do Odisseu. Ah, então por isso que agora eu lembrei porque que sobrou tanto para ele. Aí ficou o Telêmaco e a Penélope aguardando, né? Telêmaco, eu não me lembro Penélope qual a origem do nome, mas Telêmaco é tele é longe e maco é escutar. Então Telêmaco é como se ele tivesse capacidade de escutar a voz do pai de longe para acreditar que o pai tava vivo ainda. Né? Interessante, né?
Depois vê Penélope, o que significa.
É Penélope, eu não me lembro. Então, cara, a história do Sísifo é sensacional.
O pessoal falando: não tem como, o corpo humano é complexo, impossível imortalidade terrena.
Mas, ó, pensa o seguinte comigo, graça e paz: acho que não é impossível não.
Não, é, o nosso problema é que as células vão envelhecendo, vão morrendo. Agora você imagina se você consegue fazer isso como já fizeram a primeira, o primeiro celular a célula não viva se reproduzir, nanorobôs, implantes. Então você tem várias coisas que podem retardar. Ninguém vai ser imortal, mas amortal, que é aquele negócio assim, claro, se você for atropelado, você vai morrer. Se for uma coisa que dá para recuperar você, recupera, mas se você for esmagado, não.
Agora, isso aí seria ser imortal, tipo os cara tomam um tiro e não morre. Agora, se dá tempo de trocar por outra, por outra peça, de dar tempo de reconstruir aquilo, vai chegar um ponto que você reconstruir um braço inteiro ou biônico.
Sabe o que que eu diria para o Graça e Paz aí? E eu imagino que ele seja cristão, também sou. É, na Torre de Babel os caras estavam criando algo tão avançado, avançado, que a Bíblia diz que se eles concluíssemos aquele projeto não haveria nada, nada impossível para ele. Ou até contornar a morte.
É porque eu imagino que a Torre de Babel é um símbolo de tudo que tava acontecendo. Imagina pesquisas e magias e coisas que estavam mexendo além da Torre de Babel ao mesmo tempo.
Só que em tese não era só a capacidade humana, anjos caídos estavam ensinando.
Exatamente, né? Os vigilantes que trouxeram conhecimento para os humanos estavam ensinando isso.
Só que eu vou além, Vilela, agora eu saio da na Bíblia. Existem alguns seres vivos considerados imortais, alguns, alguns. Primeiro é a água-viva Turnitopsis dohrnii, que é chamada água-viva Benjamin Button. Depois, se o bigode puder pegar, água-viva Benjamin Button. História do filme Benjamin Button, do livro, né, que é do— como é que é? Scott— é, eu esqueci o nome do autor. O cara nasce velho e fica de novo, né? Resumindo grosseiramente, né, o Brad Pitt ali.
Como é que, como é que é o modus operandi da água-viva Benjamin Button? Ela nasce bebezinha e ela cresce. Quando ela começa a envelhecer, ela vira bebezinha de novo. Aí ela cresce, aí vira bebezinha de novo.
Fica direto.
Se você pisar nela, ela morre. Mas claro, nessa ela não tem o envelhecimento, ela reverte o envelhecimento. Falar.
A misteriosa água-viva de apenas 2 centímetros que cientistas acreditam ser imortal. No caso, seria amortal a palavra.
Mas que interessante isso, você vê, existem seres vivos, não é especulação, que eles contornam a morte. São mais simplificados do que nós, mas, meu, a própria planária, a planária é o Benjamin Button.
Tua mãe é o Benjamin Button, tá, o Luke Strake? A senhora, sua mãe, é o Benjamin Button. Saco, desculpa, meu saco é Benjamin Button. Cada vez ele, eu tô envelhecendo, meu saco tá ficando cada vez mais liso, ele vai, ele tá em processo ao contrário do meu corpo, cada vez mais, cada vez mais.
Achei que você ia falar minha latinha de formal, que é o Benjamin Button, né? É o formal. E não é só essa não, planária, tu corta no meio, ela vira duas, entendeu? Ou a hidra, por exemplo, né? É o pinheiro de Brittlecone, é considerado uma planta Imortal. Porque acho que é, tem um, tem 25 mil anos, pô, o troço não morre. E aí a gente tem a mulher das células imortais, que que é isso? A Henrietta Lacks. Depois você puder pegar aí, bigode.
Henrietta, mutação, que que aconteceu?
Anos 50, se eu não tô enganado. Tem filme, tem história real. A mulher teve de câncer. Uma afro-americana, né, de 40 anos de idade, descobriu um tumor no ovário, se eu não tô enganado, no útero. E eles fizeram uma biópsia nela. Apesar de ser anos 50, 60, já tinha essa microscopia e tal, é exame anatomopatológico. E aí eles descobriram que as células dela não envelheciam, são imortais. Ela é considerada a mulher das células imortais.
E aí as células da Henrietta Henrietta. Existem 2 toneladas de célula dela viva no mundo hoje. A célula não morre, ela não passa por aquele processo de degeneração e envelhecimento, ela permanece intacta. E ali, ó, essa é a foto dela, Henrietta Lacks. E aí, eu não sei, Bigode, se tem alguma matéria sobre isso, sei lá, é a mulher das células imortais.
Porque o pessoal tá perguntando, mas a alma da pessoa, consciência, morreria?
Envelheceria? Não, é aí já é outro departamento, é o departamento. A gente tá falando da estrutura biológica, entendeu? O que é, o que é para mim o mistério, Vilela, é que a Henrietta Lacks ela morreu de câncer. E a pergunta que eu fico me fazendo, eu não parei para pesquisar, será que ela, se ela não tivesse tido câncer, ela tava viva até hoje com a mesma aparência? Não, porque se ela não envelhece, a célula fica madura.
Então o corpo dela teve câncer por causa dessa anomalia?
Não sei. Ah, não sei se sabe. Olha lá, Vilela, cara.
Não, e já estão usando, usaram ela para isso daí, né, que salvam vidas há 60 anos.
Então ela gerou a vacina da poliomielite, só foi, só existe por causa da célula dela, da poliomielite. As células dela ajudaram a resolver vários problemas da humanidade aí. Chama células HeLa, H-E-L-A, ela, células HeLa. Então Não, não é a Hela da Marvel, né, do, né, que é a irmã do Thor, que é a rainha do Hel, né, que o inferno na mitologia nórdica é Hel e a rainha do inferno é Hela, né. É o que eu falo sempre para os caras, né, que os cara fala, Deus nunca permitiria o cara viver.
Nunca permitiria, mas conceitualmente não é impossível. Elon Musk tem falado muito sobre isso. Anos.
Vamos, vamos colocar, segundo a Bíblia, o homem era imortal. A partir da queda do paraíso ele se torna mortal, mas vivia muito. E depois os anos foram diminuindo. Por que que esses anos foram diminuindo?
É exatamente depois do dilúvio.
Ah, tá. Antediluviano vivia 400, 600, 800 anos.
Matusalém acho que foi 985, né? Foi o cara que viveu mais.
Foram encurtados. Você sabe por quê?
Então, a teoria é o seguinte, né? O detalhe é que antes do dilúvio não dia. É, a Bíblia diz que no final do dia vinha um orvalho que irrigava a terra. Então provavelmente a terra era como se fosse uma grande estufa cheia de vapor de água, tipo um clima da Amazônia. Então é a teoria que alguns geólogos, né, e cientistas de respeito defendem, né, porque a academia tende a desmerecer os caras que estudam isso. Mas para quem quiser pesquisar isso com um rigor acadêmico e científico, por mais surreal que isso possa parecer, que uma investigação dessa tenha rigor acadêmico científico.
Tem o ICR lá nos Estados Unidos, Institute for Creation Research, Instituto de Pesquisa da Criação, e é só cara com doutorado no mínimo. Tem o, tinha um professor do Nguiz que tinha 4 doutorados, para vocês terem ideia, né? Então são pesquisas bem interessantes nesse sentido. Algumas delas vão tratar desse detalhe da longevidade no mundo pré-diluviano. Então a ideia ideia é que a radiação solar ajuda muito a degenerar o DNA dos seres vivos e acelera o envelhecimento, é deteriorando ali os telômeros.
Telômero seria essa parte da célula que tá relacionada ao envelhecimento. Então, como você tinha um vapor de água, é como se fosse uma capa de proteção ao redor da Terra, a radiação entrava muito fraca aqui. E aí, uma vez eu perguntei para o meu professor Cídio Machado, eu fazia pré-vestibular, estudar para medicina. Eu queria ser médico, né? E eu estudava no cursinho do professor Cídio Machado. Espero, isso já tem uns 30 anos, eu espero que ele esteja vivo ainda.
Ele era professor da Universidade Federal Fluminense, onde depois eu fiz meu doutorado em linguística. E aí uma vez eu falei com o professor Cídio Machado, eu falei, professor, é porque ele falou um negócio assim na aula que eu pesquei, né? Ele disse assim, vocês sabiam que boa parte dos seres vivos nunca param de crescer? Os mamíferos costumam anos, os outros não param.
Que exemplo que ele deu?
Lagarto, peixe, não para. Ele cresce até o dia que ele tá morrendo. Aí eu falo assim, cara, se eu pego um dragão de Komodo, que é aquele lagarto gigante, eu boto ele para viver 1000 anos, eu falei, professor, ele ia ficar do tamanho de um dinossauro. Ele falou, se ele tiver comida suficiente, sim.
Era isso então, dinossauro.
Falei, então acho que a parada era essa mesmo, porque era um ser que vivia para caramba e nunca parava de crescer. Crescer. Os gigantes da Bíblia não são isso, porque a gente para de crescer. Existe um limite, algo é isso, tá no nosso código, no nosso DNA, que é um código de programação, né? E para galera, para a gente lembrar, né, todo código de programação subentende alguém que programou, né? Então isso seria uma evidência de que fomos programados.
Assim como um sistema operacional não surge do nada numa explosão dentro de uma fábrica, também o código DNA que tem bilhões bilhões de elementos ali, né, 4 letrinhas, né, um sistema quaternário. É, também não foi, não foi por acaso não. Então, Vilela, parece que antes do dilúvio tinha essa longevidade porque o vapor de água ficava em volta da Terra, era uma capa protetora da radiação. Essa é uma tese desenvolvida por alguns pesquisadores lá do Instituto for Creation Research, né, Instituto de Pesquisa da Criação aqui no Brasil.
Tem o professor Rui Costa Neto, que eu acho que ele tá com 100 anos já quase. Ele era professor de, acho que engenharia, da USP, e ele criou a SCB, Sociedade Criacionista Brasileira. Legal para caramba também. E tem também o professor Marcos Eberlein, ele tem um evento dele de design inteligente. Inclusive dei uma palestra lá no evento dele esses dias, foi bem legal, porque tava eu e a doutora Ana Beatriz Barbosa. Maravilhosa.
E a conversa foi sobre o fenômeno da consciência. Foi legal para caramba. Eu trouxe meu aporte como doutor em linguística, né? Ela trouxe como neurologista, como psiquiatra, perdão. Foi legal para caramba, né? Então existem vários estudos interessantes com chancela acadêmica e evidências ali suportando, que dão conta de que realmente, se a Terra tinha essa capa de vapor, isso isso promovia uma longevidade impressionante. Longevidade essa que, pelo próprio relato da Bíblia, ela reduz drasticamente depois do dilúvio.
Mas o que é muito interessante, vou dar um exemplo de uma curiosidade com relação a isso, é se você pega os caras que sobreviveram ao dilúvio, geralmente foram 8 pessoas, 4 homens e 4 mulheres. Seriam os caras que sobraram desse cataclisma. Noé e os seus 3 filhos homens.
Sobrou mais gente, hein?
Sobrou não, pela Bíblia não, né?
Pela Bíblia não.
Você acha? De onde você tirou? Do filme Noé? É do filme Noé, é uma sambari, né?
É, não leva em conta.
Até os cara falava, esse filme aí não é, né? Não é não, Lenny. Os cara, pô, para quem conhece a Bíblia, esse filme não é. É porque eu esqueci o nome do diretor lá, cara. Gosto para caramba dele, ele doidão, mas eu me amarro. Que ele fez o filme Pi, Hackers para um Sonho. Como é que é o nome dele mesmo? É dele também, Darren Aronofsky. Obrigado, Darren Aronofsky. O Darren Aronofsky ali, ele pega até o filme que ele fez, acho que é Árvore da Vida. Você lembra desse filme com Hugh Jackman?
Nossa, maravilhoso!
É com a Rachel Weisz também, se eu não tô enganado.
Não, você tá confundindo.
Árvore da Vida é do Terrence Malick? Não, que é com Brad Pitt.
É com Brad Pitt. Pera aí, é que tem, cara, eu acho que eu tô confundindo então.
Qual que é o filme do Darren Aronofsky que é com Hugh Jackman?
É isso que eu tô tentando lembrar. Não é Árvore da Vida, né?
É outro nome.
Que esse é bom para caramba, esse eu gostei.
Mas é um filme loucaço, louco, loucaço. Eu tenho quadrinho para dar uns, para dar um disclaimer, né, para galera, que eles vão falar: pô, indicaram o filme, não tem pé nem cabeça. É bem filme, você tem que estar preparado, bem fora do script, né? Rico, né? Esse, esse, o Darren Aronofsky, ele puxa muita coisa das lendas judaicas da cabalá, entendeu? Então aquela versão dele do Noé é uma fonte da vida, fonte da vida, fonte da vida. Beleza, beleza, fonte da vida.
Achar o cartaz e coloca.
Doidaço, doidaço.
Mas assim, dele, ou ele que tá, tem uma doença terminal, eu acho que a mulher dele, ele tá atrás da cura para mulher dele. É isso, já é um filme que a maioria vai olhar e falar, ó, meu irmão, já tenho problema demais na minha vida, não E tem umas paradas de ter sonho, tem um, ele corta para ele na época dos espanhóis invadindo, procurando El Dorado.
Cara, isso é muito interessante, é muito interessante, porque você vê que é como se fosse uma investigação espiritual esotérica também, como se ele tivesse buscando a Pedra Filosofal, aquilo, o algoritmo que poderia reescrever toda a realidade. Então assim, é o Eldorado, é isso, né? O quinto elemento, né? A pedra filosofal e por aí vai.
Vou até rever esse filme.
É, eu não me lembro como chama a atriz. Rachel Weisz, alemã. Então foi o mesmo cara que fez o Noé. Nesse filme do Noé, Tubal-Caim, que era um dos descendentes de Caim, sobrevive na arca. Pô, isso não existe, nunca. Mas esse filme é interessante, Vilela, porque ele puxa umas coisas que os Nephilims, ele coloca gigante de pedra, ele coloca, né, como se os anjos tivessem caído e caído numa lava, e aí eles ficaram com aquela, aquele peso, né.
Então a cena que eu mais gosto nesse filme é quando aparece Matusalém. Eu acho que é Matusalém que aparece, que vem vindo uma galera assim, que é o Anthony Hopkins, né.
É, tem uma, e é, cara, é uma das atrizes mais lindas, essa atriz aí, cara. Como que ela chama? Já foi minha paixão. Jennifer Connelly já foi minha paixão, hein? Podem anotar isso aí.
Seu crush?
Crush?
Já foi meu crush.
Chama ela aqui, né?
O bigode, ele é dos bons, porque eu nunca pensei nisso.
Você está sendo intimado.
Eu nunca pensei, vou falar para Fabi atrás dela.
Mas ela agora já, cara, lembrei de um negócio, cara, que não é piada, é fato real. Eu esqueci o sobrenome desse cara, mas o nome dele é Fábio. Fábio estudava comigo no colégio junto com a minha esposa também, a Bárbara. Ele era da nossa turma. O Fábio, para você ter ideia, eu fazia karatê com ele também no Budokan lá de—
eu não imagino o Daniel, ele já é surfista, e eu vi que ele é surfista mesmo. Você fala que é surfista, ninguém bota café, mas eu vi ele chufando. Agora, ele lutando karatê, eu não consigo imaginar, não consigo imaginar.
Meu pai fazia karatê, ele botou a gente também, né, cara? Ele chegou para galera, o Fábio. Isso é a primeira história para você entender quem ele é. Aí ele falou assim: aí, duvida quanto eu dou um golpe baixo no professor? Aí todo mundo, é, todo mundo: duvido, cara. Eu lembro dessa cena até hoje, devia ter uns 10 anos de idade. Ele chegou: professor, chega aí. Professor, o que que foi? Ele: não, chega aí. Professor abaixou Ele foi expulso.
E aí foi expulso, né?
Professor fez assim, ó, como se fosse dar um soco na cabeça dele, mas segurou. Aí ele foi expulso. Então esse é o Fábio. Fábio, de vez em quando eu conto com ele lá em Itacoatiara, ele surfa também, gente finíssima. Só que, Fábio, eu vou ter que contar a história da Jennifer. Eu lembrei porque a gente tá falando da Jennifer Connelly. Cara, tinha, eu não sei se ainda existe, mas tinha uma marca de guitarra chamada Jennifer, e ele arrumou uma namorada chamada Jennifer, e ele deu uma guitarra para ela e falou que mandou escrever o nome dela na guitarra. Era a marca da guitarra.
Que maravilha isso, cara!
Que genial, hein, Lenny? Eu tinha duas guitarras Jennifer, eu e meu irmão, uma vermelha, uma preta. Ele falou, pô, dei uma dessas para minha namorada, para Jennifer. Cara, você não fez isso? Eu fiz, ela ficou amarradona. Porque naquela época, né?
O nome da sua namorada mesmo é Ana Júlia. Ana Júlia falou, fiz uma música para você.
Aí, ó, a guitarra Jennifer.
Coloca a Jennifer Connelly mais nova, só ver como ela era bonitona.
Ela fez Lagoa Azul também?
Não, né? Não, né? Ela não.
Brooke Shields. Mas tinha uma outra também que fez depois da Brooke Shields, ano 2002, a nova versão. Brooke Shields também, né? Foi paixão de muita gente.
Aí eu era muito pequenininho.
Era o— como é que era aquele coroa que faleceu lá do Manhattan Connection? O velhão lá. Agora eu esqueci o nome. Ele era apaixonado pela Brooke Brooke Shields. Ele disse, a mulher mais linda do mundo. Sério?
É, olha só que veio essa foto.
Brooke Shields, cara, é, pô, falamos de filme para caramba, fomos lá no Noé. Ah, você tava perguntando, a gente tava falando da longevidade, né? Então aí, ó, mas aí você foi muito, ela era mais bochechudinha, né?
Na época do filme Sem Fim lá, a História Sem Fim.
Sem Fim.
Acho que é com ela, um pouquinho mais velha.
Sem Fim é história sem fim, é um filme alemão, né? Ah, não, não, História Sem Fim não é com ela não, cara. Não, não, vê com quem que é. História Sem Fim é um filme alemão, é com outra galera.
Não, História Sem Fim do Tom Cruise.
Esse aí não é História Sem Fim não, é outro nome. É A Lenda. Ah, verdade, que tinha um demonião, diabão. Acho que é A Lenda.
A Lenda é história do cachorrão, história sem fim, o garotinho voava no cachorro, né? O diretor.
Acabou, né?
Acabou o filme. Ele falou, é, fui enganado, a história tem fim, né?
Já trouxe minha mudança aqui para o cinema, né? Mantimentos.
É verdade.
E A Lenda, cara, que tem um tom, cara, são dois filmes assim que marcaram um pouquinho. Porque A Lenda, por causa do demonião lá, do capeta, que, pô, maquiagem bem feita para caraca, né? Na época ainda, aquilo ali é o quê, 81, sei lá, 82, 83? Caraca, muito antigo. E o História Sem Fim, porque tinha um clima meio, ó lá, a lenda, demonião. A menina não é, não é Jennifer Connelly não. Tom Cruise é ele. Olha o Tom Cruise novinho, cara, engraçado, cabelinho, né? Ó o chifrão do cara. Esse demônio era muito sinistro, cara.
Mas que maluco esse pôster também, era Photoshop antigo.
O filme é mil vezes melhor que o pôster. O pôster não fez jus, não fez jus ao filme Não. E o outro filme, A História Sem Fim, cara, eu achava muito triste aquele filme porque tinha uma escuridão que vinha destruindo o mundo, você lembra?
Eu não lembro desse filme.
Era deprê, mano.
Sabe o pôster de História Sem Fim?
Não vou lembrar. Um filme que minha mãe proibiu a gente de ver lá em casa, O Labirinto. O Labirinto com David Bowie, você lembra desse filme?
Não, cara, pera aí, agora tô confundindo tudo. Labirinto é David Bowie, É, qual?
Esse é História Sem Fim. É, filme alemão, tá?
E o, é que flutuava nesse animal aí. E o Labirinto, deixa eu ver com quem que é Labirinto.
David Bowie, cabelinho grande todo.
Então, mas quem que é o ator? Eu ia falar Tom Cruise, mas não, Tom Cruise é do qual?
Esse aí, A Lenda.
A Lenda. Então agora confundi os filmes, cara.
Vê o Labirinto, bota David Bowie que você vai ver.
E por que que sua mãe não deixava?
Cara, filme pesado.
Ele é pesado? Eu não sei se assisti esse filme.
É porque tinha muito filme que ele tinha uma atmosfera assim de fantasia, mas era pesadação, né, de jogo de RPG, né. Pô, minha mãe não deixava ver não. Olha lá, olha lá, quem que você consegue ver os atores aí? Só lembro David Bowie. Aí, viu, labirinto, sem querer, mas chegamos nela. Você vê como é que são as coisas, tá vendo?
Aí eu pensando nela, falei, será que você pensou nesse mesmo, no labirinto?
Então foi esse.
Foi esse. Só que a gente fez, né, vamos para História Sem Fim, para Lenda, e chegamos no Labirinto. E o David Bowie aí tá bom para caramba, né, que ele fez também no filme dos Mágicos lá, ele fez o cara da eletricidade lá, o Tesla.
Isso no filme do Christopher Nolan, né, que é Batman versus Wolverine, não é? É o Christopher Nolan e o Christian Bale.
Christian Bale e o outro, como que é, o Wolverine, como chama o ator?
É o Rio Jackman. Esse filme é o Rio Jackman. Esse filme eu esqueci o nome, né?
Ah, cara, eu sempre confundo. Truque, O Grande Truque, O Grande Truque, A Grande Magia, sei lá, tem tanto filme de mágico. Mas esse é um dos bons.
É, cara, Christopher Nolan é o cara. Então o cara se superou, você acha, agora com o último aí?
Cara, eu coloco entre os 3 melhores dele, viu?
Pô, eu olhei o Matt Damon no papel ali de Ulisses, eu fiquei meio—
eu também achei que não ia ficar Tosco isso aí, maluco. Poderia ficar melhor quanto ator, mas ele segura a onda legal.
E o Homem-Aranha lá, Tom Holland, também segurou legal.
O Telêmao tá bem para caramba, tá muito bem.
Fez um serviço incrível, viu? É a mulher, a Penélope, quem é a mãe, a esposa do Ulisses, é quem? Não lembro a atriz ali.
A Mulher-Gato lá do Michelle Pfeiffer.
Ah não, do Nolan.
Do Nolan, como chama?
Mulher-Gato? Ah, Halle Berry. Halle Berry?
Não, não, cara, essa daí é aquele filme horrível da Mulher-Gato. Você pôs Cara, esse é um dos piores filmes da minha vida, cara.
Essa é a mulher gambá, mulher gambá, né?
Mulher gambá. Faltou só ela cagar numa caixinha de areia lá.
É Anne Hathaway. Anne Hathaway, ah sim, lógico, lógico.
Boa atriz, boa atriz.
É muito, muito. E que tem uma lenda estranhíssima na vida dela, né?
Essa eu não sei.
Uma lenda urbana.
Essa eu não sei não.
Que o marido dela é igualzinho o William Shakespeare.
Ah sim.
E a esposa do William Shakespeare, o nome dela era Anne Hathaway.
Anne Hathaway, cara.
Muito estranho, né?
Que bizarro isso.
É isso, pode crer.
Depois você achar essa foto aí, e ela parece com a mulher, ela parece com a mulher, e o marido é idêntico ao Shakespeare.
O Shakespeare já tem uma história misteriosa para caramba, do jeito que ele morreu, que ele morreu numa taberna, taverna lá.
E o filme sobre o Shakespeare que fala mais da mulher do Shakespeare do que dele é bom para caramba também, que concorreu ao Oscar.
Eu tô com o Hamnet, não, Hamnet não, é Hamnet.
Ótimo no filme, cara. Eu não vi, eu tô com uma memória tão ruim para nome de filme, ator e tudo mais. Eu tinha uma memória tão boa.
Será que foi depois do COVID?
Deu uma chamuscada depois do podcast. Acho que aqui é muita informação.
Olha só, não, essa aí tá zoação, essa é zoação, né?
É zoação isso? Não pode ser, cara. Não, não, vê se é sério, porque acho que é zoação. É porque tá muito parecido.
Se for, os cara tão viajando no tempo, aí tão zoando com a nossa cara, porque depois você tem que mostrar o marido dela e o Shakespeare também, que é idêntico, né? Caraca, hein, é reto, velho.
Os caras falaram assim, ó, vocês estavam falando de quantos foram salvos na Arca de Noé, para a gente não se perder.
Só 8 pessoas, 8 pessoas.
Aí tem um detalhe, gente, a gente já saiu do tema faz uma hora, cara. Cara, isso aqui é tipo assim, cara, a gente vai ligando os pontos, cara, o ponto já tá longe.
Eu acho maneiro isso, Vila, porque a gente tá assim, imagina, sabe o quê?
É o tipo de conteúdo que eu gostaria numa viagem à noite. Eu tô indo 5 horas de carro, eu não vou ver o tempo passar.
Isso aí passa assim, ó. Não, é tipo uma outra situação. Você pega os amigos assim, você vai lá para montanha, fica lá de bobeira. Vamos supor que lá não tem internet, não tem internet, não tem eletricidade. Então conversa, não, conversa na fogueira, mano.
Seria uma conversa que você trocaria. O cara puxou uma conversa, outro fala isso, isso me lembra daquilo.
Dinheiro. E aí, outro dia eu tava vendo um cara falando o seguinte, meu irmão, internet é legal para caramba.
Os pontos já desapareceram.
Tinha que ser caçando os pontos, né? Fugindo dos pontos, em busca dos pontos perdidos.
Mas vamos lá, então a gente falou de tudo isso.
Eu tava só falando que sobraram 4 pessoas na Arca de Noé, Noé sem cães de afé. Só que se você pega a idade deles, esses cara tudo viveram 600, 800 200 anos. Então a ideia, o que é estranho é que, por exemplo, na época de Abraão, o Sem estaria vivo ainda nessa conta. Então tem uma teoria muito louca de que quando Abraão vence uma guerra e entrega dízimo para um cara chamado Melquisedeque, o Melquisedeque seria o Sem.
E por que mudou de nome?
Não sei, porque ele virou rei da cidade de Salém, né? E aí ele virou o meu Deus é o justo. E tem essa teoria, porque isso é interessante, né, que Pô, o cara, ele, ele é pré-diluviano, então como se o DNA dele tivesse preservado. Então era gente que vive 100 anos vivendo com maluco que tinha 800. Então isso seria curioso para caramba, isso, né? Uma ideia, uma ideia maluca. Sabe uma coisa que é legal, Vilela, que a gente falou, que eu acho que a gente poderia voltar?
A história do Sísifo, tá? Verdade, cara, a história do Sísifo é muito maneira. É, eu recuperei aqui para pegar direitinho, porque Cara, é realmente, né, a mitologia grega. Mitologia é uma covardia porque mito é mentira, né? Mitologia são as histórias de mentira. Pô, tem muito mais verdade ali sobre a alma humana, sobre o comportamento humano do que a gente possa imaginar. Então o Sísifo, ele era um rei da cidade de Corinto e ele foi conhecido assim como o cara mais sambare love, mais trapaceiro da antiguidade.
É como se fosse um Loki, ele seria um Loki da antiguidade, né? A punição, né? Esse é o spoiler, né? Tipo, o que Aconteceu com, basicamente, sou eu fazendo podcast todo dia, eu tenho que empurrar essa, essa, eu chego no, achei que você ia falar que era você malhando ali na cadeira também, né?
Mas conta antes de dar spoiler, cara.
O Sísifo, ele ofendeu vários deuses, o cara sacaneava os deuses, meu irmão. Eu me lembro do Chico Anísio que ele fazia o Batista, né, Batista, que era uma zoação ao presidente Gente, o antes do Figueiredo, né, como é que era o nome dele? Pô, tem um Médici, logo depois do Médici é o Figueiredo, né? É porque é João Batista Figueiredo. Aí era, era o cara, é a mulher conversando com o Figueiredo e ela chama de Batista. Então ele na ditadura sacaneava o Figueiredo na ditadura.
E aí, cara, tem uma cena que ele tá numa peça presencial imperial e o Figueiredo tá na plateia e ele fazendo o Batista. Aí o Figueiredo de viaduto, né? Não assim, mas é interessante porque muitas vezes o comediante ele é kamikaze, né, meu irmão? É, o cara ele desafia a autoridade, né? A figura do bobo da corte, bobo da corte.
Isso é interessante, meio que ele tem uma liberdade de zoar com o rei, né?
Mas tudo tem um limite, né? Acho que às vezes um perdia a cabeça, né?
Certeza.
Tipo, o cara olha assim, pô, vou dar um beijo na boca da rainha, né?
O cara tá rindo, tá rindo, de repente ele para de rir e fala, corta, É, cospe na cara do rei, né?
Então o Sísifo foi isso aí, cara. Ó, o Zeus tinha raptado uma ninfa chamada Egina. Ele denunciou Zeus, ele começava a fazer um monte de arruaça. Aí que aconteceu, o Sísifo ele fez tanta besteira que Zeus falou assim para o Hades, né, ou para o deus Tânatos nesse caso, falou, cara, tem que matar o Aí beleza. Aí que que aconteceu? Ele chegou para o Hades. Alguma história vão falar o Tânatos, até onde eu sei é o Hades. O Hades chega e fala, ó, Zeus mandou te matar, vim buscar sua alma.
Era o local também, o nome do local, o nome da entidade, né?
Tem entidade também. E aí sabe o que que ele fala, cara? O Hades chega lá para pegar a alma dele, ele fala, pera aí, mas quem pega a alma não é você, quem pega a alma é do meu colo. Isso tá, você tá destruindo a regra. Aí ele falou, aí o Hades falou, é mesmo? Na hora que o Hades falou, é mesmo, ele amarrou o Hades, ele prendeu o Hades. E aí o que aconteceu? Ninguém mais morria no planeta Terra. O cara prendeu a morte e começou a ter uma superpopulação na Terra, porque ninguém morria.
E aí deu o maior trabalho para resolver isso depois, né? E aí quando o Hades conseguiu levar o Sísifo para mundo, ele convenceu a Perséfone a deixar ele voltar para o mundo dos vivos, alegando que a esposa dele não tinha feito os rituais fúnebres corretos. Pô, me deixa aí, tudo sambare. E aí, por causa de tanto dele zombar tanto dos deuses, aí tem aquela condenação que ele tem que ficar empurrando o pedregulho montanha acima todo dia, né?
Ele empurra, é uma montanha que ela no formato de um triângulo, ela cai para o outro lado, aí ele vai lá busca, empurra para cima, cai para o outro lado, fica essa toda eternidade, punição eterna. Que que é pior, isso, isso, o Prometeu acorrentado?
Pô, cara, é difícil também.
É ali, é pesado, é comido e renasce.
E você vê a sabedoria dos cara, o fígado, é o fígado, porque eles já sabiam que o fígado regenerava. E aí comia o fígado, aí regenerava, comia de novo, regenerava.
Você viu, é para sempre.
É, você vê o conhecimento que os cara tinham já do corpo humano, né? É, esse é o Prometeu, né? O Sísifo, ele ficou— o Sísifo, né, foi ficar empurrando a pedra.
Pandora, né?
Pandora, né, da Caixa de Pandora.
Todos esses, todos esses mitos, todas as histórias, na verdade, era para ensinar alguma coisa para o povo, né? Sempre tem uma moral, né?
Uma moral. Não só as histórias da mitologia grega, mas o teatro grego também, né? Se você pega o Sófocles, o Édipo. E quem conta essa história, isso é bem legal, o Michel Foucault tem um livro chamado A Verdade e as Formas Jurídicas. Nesse livro ele vai contar como é que a ideia de verdade foi sendo construída ou evoluída, né? E ele vai mostrar que chegaram para o Édipo e falou, pô, meu irmão, tu matou seu pai, casou com sua mãe.
Ele fala, de jeito nenhum, é porque eu fui morar numa outra cidade. Aí o cara, não, você voltou para tua cidade final. E aí, aí, esse aí, exatamente. E por incrível que pareça, Vilela, isso aí foi uma palestra que ele deu aqui no Brasil, na PUC, que virou, virou o livro. É um livro sensacional, tá, Foucault, Editora Naua. E tá até ali, PUC Rio, né, foi a palestra que ele deu na PUC. Nesse livro ele vai dizer o procedimento como Édipo foi buscando a verdade.
Ele começa consultando os deuses e ele termina encaixando a última parte da investigação com o cego Tirésias falando uma informação para ele. Então ele vai falar, cara, a verdade começa com a palavra dos deuses termina com um mendigo cego. Então a verdade não é uma coisa que vem só dos deuses, ela é montada com várias pistas. Mas por que que eu tô citando isso? É, ele, o Foucault, quando ele vai estudar o mito do Édipo, ele primeiro ele faz uma tirada sensacional quando ele diz que o título original da peça do Sófocles, Édipo Rei, na verdade não é rei, tá traduzido errado, porque a palavra rei em grego é Dili, ou Basileu.
Basileu, que é rei. No título original da peça é Édipo o Tirano. Então é Édipo, o cara que virou um tirano. Por quê? Porque segundo Foucault, essa peça era apresentada para o povo da Grécia para levar o povo a não seguir o caminho da rebelião, porque Porque a tese é que Édipo só se deu mal. E aí, ó, Édipo, os tiranos, viu, do Sófocles. Valeu, obrigado. É porque tiranos é rei também, só que é o rei tirano, né?
Pegou uma das facetas.
É. E aí, olha que interessante, o Foucault diz o seguinte: a mensagem que a peça de Édipo, o Rei, passava—
aí ela não tinha umas roupas mais largas para usar? Usar não.
Tá igual as minhas de adolescente, né?
Nossa, ela pegou a camisa de uma pessoa de 2,15m, a calça de uma pessoa que pesa 200kg e falou, vou colocar aqui.
Acho que ela tá com frio, foi botando várias roupas, várias camadas.
E cara, tá parecendo um fantasma aqui, as roupas tudo flutuando.
Eu tava olhando para você, eu só vi um negócio, ninguém falou nada.
Passou um negócio aqui, umas roupas flutuando, é a Leia aqui.
Meu Deus, ela tá pregando umas peças com a gente, né? Quer dar uns sustos nessa hora da noite.
Vem cá, Lélia, vem aqui, senão o pessoal fica imaginando. Você vê que as roupas tudo largo. Olha só, olha essa calça, cara, olha essa calça!
É estilo, né?
Estilo tudo largo aqui.
Tá usando esse estilo, né? A gente não acompanha as tendências, né? Ela tá na moda, a gente que tá, a gente tá caduco aqui já na moda. Cara, aí que que ele, qual que é a mensagem? Eles passavam essa peça para colocar uma mensagem na cabeça do povo, para o povo não se rebelar contra as autoridades. Porque qual que é o conceito? Édipo só se ferrou porque ele não seguiu o que os deuses falaram. Porque o que que acontece? O pai de Édipo recebeu essa profecia: seu filho vai te matar e vai casar com tua mulher.
Certo.
Ao invés dele falar, poxa, não tem, não tem como evitar isso não, que que eu posso fazer para evitar? É, preciso fazer um sacrifício, você quer algum presente? Que que ele faz? Ele quer se rebelar contra essa palavra dos deuses. Ele fala, não vou deixar isso acontecer, sabe o que eu vou fazer? Eu que vou matar esse moleque, é meu filho, não quero nem saber. Inclusive, até no Império Romano tinha o conceito de patria potestas, que é o seguinte: se um filho ameaça a integridade física do pai, o pai tem legitimidade de matar matar o próprio filho e não dá crime, não é crime, é um tipo um excludente de ilicitude, né?
Então ele entra nessa, ele fala: ah, é, meu filho vai me matar e vai casar com minha mulher, vou matar. Aí ele chega para o escravo dele, servo, e fala: pega esse bebê e mata. E aí, só que aí o escravo ele olha a criança, fala: poxa, covardia, né? Criança bonitinha. Ele pendura a criança numa árvore de cabeça para baixo, pendurado pelo pelo pé. E daí vem todo um arquétipo da carta do tarô, o Enforcado. E vem um arquétipo também que dá origem ao próprio nome do Édipo, porque Édipos em grego significa preso pelo pé. É o nome dele.
E no tarô significa o quê, o Enforcado?
O Enforcado é tipo assim, você vê que a forca tá um pouco frouxa, né? Você tá preso numa situação porque você quer. Se você quiser, você sai disso. Então, tipo assim, ai, me ajuda, socorro, eu tô problema, você que cavou. Se você quiser sair, você sai, porque você não quer largar o osso. Então a mensagem é um pouco essa assim, bem de forma bem abrangente. Então o que que acontece quando o cara ele não aceita a palavra dos deuses e tenta se rebelar contra a palavra dos deuses? Aí a tragédia acontece.
Pessoal tá falando que a audiência subiu e subiu mesmo depois que a Leia apareceu, aparecendo mais 1000 pessoas aqui.
Eu acho que é o contrário, acho que caiu.
E não, não, tava 12 mil, foi para 13 depois que a Leia apareceu. E o pessoal tá falando aqui, vamos ter que colocar a Leia numa cadeira aqui agora, só para chamar mais, com outras roupas, é claro, né? Com roupa mais normal.
Semana que vem a gente não vai falar do filme, você vai levar o bigode da Leia.
Aí vocês dois vão participar então, fica o teaser, cara. Se vocês dormirem no meio do filme, mas tem pau, eu vou levar, vai levar um pedala, Robinho, que André não vai deixar você dormir. André estreia.
É bom, mas tem pausa, André?
Não tem pausa.
Você acha que pausa?
Você acha que o cinema para para o bonitão ir para o banheiro?
Intermisão, intermissão, intermissão.
O cara acho que nunca foi no cinema para ver. Aí hoje isso é sua casa, sua casa você fala pausa.
Eu fiquei sinceramente, eu fiquei na dúvida agora se ele falou sério, ele tá brincando. Você acha que tinha pausa mesmo?
Sempre fala sério.
Ah, falou brincando? Não, Muito bom.
Mas lá no Portugal eu tomei susto. Já te contei essa história?
Teve pausa?
É, eu tava assistindo filme Aquaman, que lá não é Aquaman, eles mudou o nome, né?
É Homem do Mar.
Não, não, é Uma Sereia de Sungas. É zoeira, não é Aquaman mesmo. Aí eu tô lá no meio do filme e tipo acende a luz e para o filme. Aí eu, sabe quando você corre? Não, você vai vaiar, mas todo mundo é educado, ninguém falou nada, você já fica Eu sou Brasil, né? Aí todo mundo saiu do cara, a gente falei, cara, olha que educado, o filme deu pau, ninguém reclamou, todo mundo saiu e foi embora. E eu fui embora para casa.
Aí você foi embora?
Aí minha mãe falou, seu idiota, que eles têm todo filme, para no meio para o pessoal consumir e ir ao banheiro, depois volta. Cara, eu perdi metade do filme porque não tem recado nenhum, cara. E outra, não espera uma cena acabar, é no meio do filme.
Mas você não se ligou que a galera não saiu do cinema?
O pessoal sai, sai do cinema, mas vai para fora, vai para rua. Não, eu fui para rua, mas a galera foi lá, ficou por ali. Eu vi o pessoal comprando umas coisas, não vou comprar nada, não quero comprar nada, e fui embora.
Mas você não achou estranho que o filme acabou meio de repente?
Não, eu achei que era um problema técnico. Aqui já aconteceu, nunca aconteceu você tá no cinema e dá pau no projetor. Hoje em dia digital é mais difícil, mas antigamente você tava vendo, já aconteceu isso?
Não aconteceu. Tava no shopping aqui, tava assistindo aquele Missão Impossível, é, É, na primeira, primeira parte, que é um filme longo também. Aí deu problema, faltou luz. Aí eles entregaram um papelzinho, ó, volta aí quando você quiser. Aí eu voltei com meu pai, cara. Só que o que que eu falei, cara? Eu não vou ver o filme de novo. Aí eu levei meu pai, ele assistiu só metade para frente. Eu falei, deu para— não, filme muito bom, só que esse cara corre muito, né?
Ele só— os filmes dele é só ele correndo. Aí, cara, se você olhar no perfil dele no X, do Tom Tom Cruise, tá escrito algo assim: eu sou sempre correndo nos filmes. Tá brincando? É a descrição, é isso. Maravilha. É isso. Então, Vilela, no Édipo Rei é como se a moral da história fosse o seguinte: se a tragédia é anunciada e você se submete, ela é evitada. Mas quando a tragédia é anunciada, olha lá, running in movies since 1981. Ator, produtor e correndo nos filmes desde Cara, eu mostrei isso para o meu pai, aí eu achei que o meu pai ia falar, pô, legal, né?
Meu pai, não, eu sei, porque eu que te falei isso. Que maravilha! Então assim, é como se, é como se a peça, Vilela, não só a mitologia grega, mas a peça do Édipo Rei fosse uma catarse para galera não se rebelar contra as autoridades. Que é tipo assim, se os deuses falarem, vai acontecer uma tragédia, e você aceita aquilo, você pode evitar tragédia. Mas quando você tenta fugir da tragédia, aí que ela acontece. Então é tipo assim, quando o rei falar—
mas não é tragédia, o herói não tá fadado a falhar?
Não, com certeza, né? É lógico, ele tenta, ele sempre tenta escapar. Quando ele escapa, que ele se ferra. Então é tipo assim, quando você respeita as autoridades, tudo dá certo. Quando você tenta contornar, que você se dá mal. Inclusive tem uma sequência do Édipo Rei, que é o Édipo em Colono, né? É, o Édipo, quando ele realmente, ele percebe que— eu vou dar o spoiler, que a história já tem milênios, né? Quando ele percebe que ele realmente matou o pai, casou com a mãe, ele fura os próprios olhos, né?
E aí ele vai viver tipo como mendigo lá na cidade Colono. Então a segunda parte é Édipo em Colono. Então continua, né, para mostrar ali o fim trágico ali do Édipo. Agora eu não sei, Vila, você quer caçar os pontos? Quer ver pergunta? O que que você prefere?
O pessoal tá falando, para a gente ver se volta para o tema ou fala alguma coisa desses assuntos aleatórios.
Vamos lá, o Vírus G8, ele falou: será que existe, previu que a Espanha vai ganhar a Copa? Tem um jogador naquela capa famosa, vermelha, sim, pode ser.
Então, Vilela, eu tava achando que agora assistindo o jogo de hoje à tarde, você assistiu? Perrengue, né? Pô, é da Argentina. Então a famosa na capa. Qual que é a ideia? Camisa vermelha. Trump tinha dado uma chave para o Cristiano Ronaldo na Casa Branca, todo mundo tava achando que é Cristiano Ronaldo. Beleza, não era. Só que aí, aí depois apareceu um clipe, Rip the Script, que é um clipe da Nike onde o Haaland fazia o último gol.
Então não vai ser a Noruega, vermelha. Aí nos Simpsons tinha um episódio de 1996 que tinha uma final da Copa nos Estados Unidos e a final era Portugal Portugal e México. Os cara fala, pô, então vai ser isso. Também não, Portugal e México já saíram. A única camiseta vermelha que tinha sobrado até então era a Espanha, até agora pouco, e a Inglaterra também, porque a camisa reserva da Inglaterra é vermelha. E eu pensei, será que afinal vai ser Espanha, Inglaterra, e duas seleções que tem camisa vermelha?
Então agora, meu irmão, só sobrou para Espanha, né? Então para essa lenda urbana, e é muito importante a gente lembrar isso que você Lembrou, cara?
Se a Espanha não ganhar, o mal vence, né? É o Sauron.
Morgoth venceu. Então, quando a gente analisa essas coisas, os cara fala assim: Daniel, você não falou que Portugal ia ganhar? Pô, eu falei que Portugal ia ganhar. Eu tô explicando as lendas urbanas, pô. Se eu achasse realmente, eu botava dinheiro nisso aí, irmão. Pô, pelo amor de Deus. Então assim, eu, meu pai espanhol, eu tenho cidadania espanhola, espanhola. Mas, ó, vou te falar, eu fiquei surpreso quando a Espanha golou da França também, cara.
Apesar de que a Espanha já tinha vencido, já, mas a França tava jogando muito. E eles entraram, parecia que eles estavam meio apático, né? Tava meio estranho.
A qualquer momento vamos ganhar aqueles pênaltis.
E teve várias atitudes estranhas ali do Mbappé também, né? É, o Mbappé chegou para o juiz, na hora que o juiz deu o pênalti, ele começou a chamar o juiz de idiota. Ele falou, are Are you dumb?
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Em inglês, né? Você é burro? E chega no ouvido, are you dumb? Falei, meu irmão, se eu sou juiz, o maluco manda essa, quero nem saber se é Mbappé, se é Dembélé, eu já meto ali o cartão. E no pênalti que a Espanha bateu, foi interessante que ele ficou atrás do espanhol que ia bater o pênalti falando para o goleiro, ó, ele vai bater na esquerda, vai bater na esquerda. Eu tô fazendo assim para direita porque tava invertido, né? E ele bateu para esquerda mesmo e o cara pulou, mas não deu para pegar.
Foi interessante que ele deu, ele conseguiu ele viu, não sei se pela posição que o cara tava, ele falou, ele vai bater aqui, ele ficou do lado de cá, do lado de cá. Interessante. E o Mbappé, ele tem um negócio meio estranho assim, que não sei se vocês reparam, ele raramente ele olha no rosto da pessoa, no olho.
Não percebi isso.
Ele, até o técnico vem falar com ele, ele não olha. Teve uma situação que o goleiro da Noruega veio apertar a mão dele, ele ignorou. Tem umas paradinhas meio, aí a galera fala, pô, o cara é narcisista. E tem aquele meme, né, que é o Mbappé ditador, né, ele com a Por que que esse meme, que ele é muito mandão, ele é muito mandão. Aí que acontece, hoje inclusive lá no meu canal, que galera quiser assistir depois, tá gravado lá. Hoje ao meio-dia eu fiz uma análise dessas, desses argumentos de que o Mbappé seria um narcisista.
Peguei toda na literatura. Aí o meme dele de Mbappé ditador, é o Mbappé ditador, né? Peguei todas as características do narcisista e fui comparando com ele, né? Fiz um estudo ali com a galera, foi interessante. Interessante. Então é, vamos ver se a Espanha ganhar, camiseta vermelha ganhou. Mas a gente não quer dizer que a Economist disse isso.
E na verdade, ela nunca argumentou que aquilo é uma coisa, lógico, de previsão, né?
E se você for olhar aquela capa, põe, você consegue botar de novo para gente?
Aquela fatiada ou a normal?
Não, a normal mesmo, porque você vai ver que não tem muito para onde correr. A capa é toda baseada nas cores azul e vermelho. Então Então não teria como ser, só falta agora a galera falar, já tava previsto que ia ser final Argentina-Espanha, né? Porque se você der um zoom, eu nem tinha pensado nisso, pensei aqui agora, tem uma parte que são dois boxeadores lutando. É verdade, tá de cabeça para baixo ali, ó, é perto do marinheiro ali.
Aí só falta o cara falar, pô, já tava previsto que a final era Argentina-Espanha. Mas assim, só tem, pelo que eu tô vendo aqui, aqui só tem 3 cores nessa capa: preto, vermelho e azul. Pois é, então não tinha muito para onde correr não, né? Eles construíram todo o design da capa com essas 3 cores, né? Então é só para dar um— eu ia falar spoiler, mas disclaimer, disclaimer, a gente não tá aqui— quando eu acho que alguma coisa vai acontecer, eu falo para vocês aqui. Então não é um exercício, é, a gente tá analisando as lendas urbanas aí.
Manda aí, Bigola.
Ainda sobre a Copa, o Alan perguntou, ele falou, na verdade, né, viu que o Trump interferiu na Copa com o cartão vermelho que foi recebido por um jogador dos Estados Unidos? Mais um momento onde a política interfere no esporte.
Então, o que é visível, né, o Trump, o Trump pediu para o Infantino, que é o presidente da FIFA, tirar o cartão. Ele tirou. E agora o COI, o Comitê Olímpico Internacional, se eu não tô enganado, tá processando tava comentando, existe uma, não acho que não é o COI, foi instaurada uma investigação contra o Infantino, que é o presidente da FIFA, por causa disso, dele ter tirado o cartão. Não adiantou nada porque os Estados Unidos perdeu do mesmo jeito, né?
E aí teve um negócio engraçado, Vilela. Eu fui dar uma palestra semana passada, sexta-feira passada, lá em Cuiabá. E aí eu tava no hotel e aí tinha um funcionário que era venezuelano, né? Eu tava conversando com ele, o cara fina. Aí de repente chegou um americano, começou a fazer umas perguntas. Eu falei para o cara, você é americano? Em inglês, né? Aí ele falou, sou. Você também é? Eu falei, não, eu sou brasileiro. Aí ele falou, ah, então meus pêsames aí pela derrota do Brasil.
Eu falei, não, mas Estados Unidos perdeu também, né? Aí ele, é? Eu falei, não, mas como o meu pai é espanhol, também tem cidadania, eu tô torcendo pela Espanha. Aí ele, ah, legal. Aí ele falou, você vai dar palestra de quê? Eu falei, vou dar uma palestra de geopolítica. Aí ele, pô, legal, pô, interessante, parabéns aí, boa da palestra. Aí eu fui tomar um banho. Quando eu desci, cara, aí eu tô descendo no elevador, eu e minha esposa.
Entra ele no elevador com a mulher dele, a mulher dele falando um monte de maluquice em italiano, falando mais ou menos assim: pô, você fica me obrigando a falar italiano porque só porque todo mundo entende inglês eu não posso mais conversar com você em inglês? Só que falando italiano perfeito assim, né? E eu quase que eu falei: olha, tá dando muito certo não, que é mais fácil até entender italiano. Aí ele falando com ela: não, mas é melhor, porque senão, pô, tudo que a gente fala todo mundo.
Aí ele me viu, ele, opa, pô, boa palestra! Quase que eu falei, ó, meu filho, faz isso com a tua mulher não, deixa eu falar inglês aqui. Mas achei engraçado ele me dar meus pesos, que o Brasil perdeu, pô. Eu falei, você perdeu também, pô, Estados Unidos. Eu ia falar, você perdeu ainda com a maracutaia que o Trump fez, negócio de tirar cartão, né?
O Vila Nova, ele falou, Daniel, você acredita que os vícios têm uma dimensão espiritual e que cada tipo está ligado a um demônio? E as redes sociais podem nos deixar tão distraídos quanto nos dias de Noé?
Então, olha só, eu não acredito que todo vício tem origem espiritual, mas eu acho que alguns vícios podem ter uma origem espiritual. Não são todos, não, mas eu creio que alguns podem ter, né? Só para separar, né, as coisas. Às vezes uma pessoa que tá com um determinado vício, quando ela se liberta espiritualmente, ela tende a melhorar, né? Então eu não sei se é porque o demônio saiu, porque esse Jesus entrou, né? Eu não sei se foi na saída ou na entrada que a coisa foi resolvida.
Agora, esse negócio das redes sociais, isso é muito interessante. Eu vou indicar um livro para quem gosta desses assuntos, que é A Tirania das Big Tech. Nesse livro, esse livro é do senador americano Josh Hawley, que é um senador jovem, é o segundo senador mais jovem da história. E ele fez um livro, ele é um dos caras que mais brigava ali, ele que ficava intimando o Mark Zuckerberg para ir no Senado toda hora. Sempre que o Mark Zuckerberg ia lá passar um sufoco lá, o Josh Hawley que chamava.
E ele escreve esse livro, A Tirania das Big Tech. Nesse livro ele faz uma comparação que é interessante, ele disse que o scroll, quando a gente fica descendo a tela no celular, é no cérebro, atua na mesma área do cérebro quando o cara tá no cassino e o Que é o mesmo vício. Então, cara, realmente o scroll é um negócio que ativa uma parte ali relacionada ao vício infinito.
Você não parar, ele não para também, fica direto.
Você fala, vou ler a mensagem, tu fica horas ali.
Sempre tudo teve um fim. Você ia num site, papapá, baixava, não parava.
Você chegar no poço, não tem fundo mais, né? Agora é incrível, é sinistro. Fale.
O Vanderlan, ele falou, vocês acompanharam a notícia do primeiro desembarque anfíbio de drones feito pela Ucrânia? Eu vi, acho que é drone que anda na água, né?
É drone aquático. Os americanos estão usando esses drones, né? Eles explodiram um porto, acho que foi ontem, explodiram um porto no Irã usando esses drones. É tipo um barquinho, né? Barquinho vem, bate no negócio, explode. E a notícia preocupante que eu vi agora à noite foi, foram drones iranianos chegando Cuba. Isso aí eu fiquei preocupado. Eu vi uma notícia interessante que a China tá investindo pesadamente em energia fotovoltaica para compensar a falta de petróleo em Cuba, que tá deixando a população no escuro total.
Isso eu achei interessante. Agora, drone em Cuba, cara, parece que é crise dos mísseis 2.0, né? Porque para tu jogar um drone que tá em Cuba ali na Flórida é dois pulos, né? Então é preocupante isso.
O Valadão perguntou quais são impactos econômicos e geopolíticos consequentes do El Niño, que está muito mais forte agora?
Então, é econômico severo, a gente comentou aí, né? Porque se você tem muita chuva no sul e uma seca e calor mais para o Centro-Oeste, cara, isso destrói as plantações. A tendência é produção menor de comida, preço mais caro. E na questão geopolítica, você tem o agravamento de problemas econômicos. Isso pode deixar o Brasil mais vulnerável numa negociação ali com os Estados Unidos. Algo que o Trump— isso era um tema até que eu tinha separado para falar hoje, esqueci totalmente— que parece que dentro da Câmara do Comércio nos Estados Unidos já estão confirmadas as novas tarifas americanas contra o Brasil, né?
Ou que tá chamando, sendo chamado de tarifaço. Isso é claro tem um desdobramento político e geopolítico, né? Porque quanto mais problemas econômicos, inflação e dificuldade, custo de vida alto para o povo brasileiro, povo brasileiro vai ficar numa linha de tendência de querer uma mudança de governo. Então indiretamente o Trump acaba interferindo na realidade das eleições de 4 de outubro. E geopoliticamente isso atrapalha as relações internacionais Brasil-Estados Unidos e coloca o Brasil numa posição mais de defensiva, de submissão diante dessas decisões americanas que podem aleijar o Brasil economicamente, né? Então é preocupante.
O Zórdico falou: Professor Lopes, nosso amigo Mastral falou nos livros sobre um falso anticristo que surgiria para enganar a todos. Como o senhor interpreta isso?
Pô, quando eu escutei esse nome, chegou a dar um calafrio, né, meu irmão? Porque não, o Zórdico, Zórdico é um personagem dos livros do Mastral.
E eu não li o final do nick, né, mas tava Zórdico 666.
Nossa, então já falei depois. Eu achei que o cara ia vir para confrontar, né? Mas Zórdico era o codinome de um cara que, segundo Mastral, morreu, né, através de uma batalha espiritual. Repete aí que eu fiquei tão, tão atento ao nome do cara.
Nosso amigo Mastral falou nos livros sobre um falso anticristo.
Sim, é, sim, a gente precisa ficar atento a isso porque realmente ele fala, só que a timeline tá toda errada, né, porque o falso anticristo ele apareceria no ano 2000 e no ano 2006 viria o verdadeiro anticristo. Então a agenda tá nada, né? Mas eu acho que ainda vai aparecer o falso, a gente tem que ficar de olho.
O Vitor Moreira falou: o que falar sobre a possível greve dos caminhoneiros? Quais suas implicações econômicas no Brasil?
Então tivemos, né?
É, a gente em 2018, você diz, é, foi R$100 bilhões de prejuízo para mais, né? Foi uma coisa horrorosa. Eu lembro que eu ia dar uma palestra nessa época, cancelaram a palestra, né? Foi uma confusão, fiquei chateado para caramba, que era uma palestra legal tava aberta, acho que era em Londrina, né? E aí, se eu não tô enganado, Bigode, aí você ia ter que me ajudar porque eu não consegui pegar atualização disso. A medida provisória que foi emitida em favor dos caminhoneiros, ela vence amanhã.
Amanhã é quinta, né? Dia 16. Hoje é 15, ela vence amanhã. Ela precisava ser votada no Senado até hoje ou até amanhã. E aí o Davi Alcolumbre, que é o presidente do Senado, não tinha colocado em pauta ainda, por isso que eles fecharam lá o Porto de Santos e tá uma confusão terrível em Santos. Teve até confronto ali dos caminhoneiros com os policiais, um negócio bem triste. Mas eu, eu tive a impressão, Bigoda, que eu vi que o Senado tinha pautado a MP e tinha impedido a MP de caducar.
É, perde a validade amanhã mesmo, 16 de julho.
E o Senado ainda não votou? Porque eu tive, eu tive a impressão de ter lido uma notícia que o Senado tinha votado já. Eu vou pesquisar aqui, mas ou algo assim, greve é descartada porque Senado aceita pautar a medida provisória. Então isso é preocupante também, né, Vila? Porque na verdade toda essa medida provisória, essa encrenca aí, tava ali, Senado aprova MP do frete. É, tem um paywallzinho.
Foi isso que eu disse de medida, exatamente, ela aprova.
Então acho que resolveu, né, aparentemente. Então assim, se eu tô certo e essa notícia é— eu acho que a notícia é válida, né, pelo que eu vi, é Jornal O Globo. É, eu acho que a gente não tem um perigo imediato de greve. Só que com esse negócio da Rússia parar de mandar diesel para o Brasil, esse negócio de El Niño, super El Niño, isso pode fazer com que o diesel encareça ainda mais. Mais e nem a MP consiga dar conta e o governo também não tenha recurso suficiente para dar os subsídios para os caminhoneiros, né?
Então, e todas aquelas garantias de valor mínimo de frete, né, garantias para ficar minimamente viável o trabalho do caminhoneiro que tá sendo muito penalizado com essa guerra na Ucrânia, essa guerra no Irã e o fechamento do Estreito de Ormuz. Então assim, mesmo a MP sendo votada, isso não impede de que a questão do combustível seja e o custo, o custo de operação para o caminhoneiro fica inviável, né? Porque o cara às vezes tá pagando para trabalhar, o que é horrível, né?
A Soninha falou: Daniel, já leu o relatório de Lugano e A Origem de Dan Brown? O que pode falar sobre essas obras?
Não li, cara, não li nenhum dos dois. A Origem eu não li, mas eu conheço a história. Se eu não tô enganado, A Origem é sobre uma questão alienígena, não é? Que envolve da NASA, porque se for esse eu tô ligado. Eu não li não, mas eu conheço, eu pesquisei. Teve uma época que eu tentei colocar todos os livros do Dembrow numa sequência para ver se ele tava querendo dizer alguma coisa, né? Aí eu fui pesquisando a temática de cada um, mas eu não sei, acho que não é a origem, eu não me lembro, que é cai um cometa, esse cometa teria vida alienígena e tal.
E aí depois você vai ver que tem uma conspiração que a NASA inventou uma história assim porque ela tá precisando silenciamento. Na hora que você vai achar que ele vai, o filme vai, o livro vai acabar, pô, existe alienígena? Não, não, é tudo uma conspiração. Então é pegadinha do malandro. Eu não sei se é esse a origem.
É o Caio Marques, ele falou: tenho muitos amigos ateus, não agnósticos, aqueles ateus que são mais fiéis que os próprios cristãos. Como posso ajudá-los a encontrar a verdade sem ser aquele cristão chato?
Cara, a gente tem uma série de livros, a gente tem não, existem, né, uma série de livros interessantes. Tem um livro que é Não Tenho Fé Suficiente para é ateu. É legal, né? Muito bom. O outro é, ateu é uma forma de, é um tipo de confissão de fé, é uma religião, é que você crê que não existe. Eu creio que Deus não existe apesar de não poder provar.
Diferente do agnóstico falar assim, ó, eu acho que não existe, mas se me provarem, eu, é, não, o agnóstico, olha lá, é do Norman Geisler, né?
O Frank Turek, é bem legal esse livro, cara. E são, são de dois apologistas de peso, maravilhoso, né? E tem um outro livro interessante também que é do John Lennox, que é A Ciência Explica— A Ciência Pode Explicar Tudo? É uma pergunta, né? John Lennox. John Lennox é um— a gente não pode chamar ele de apedeuta, né, ou analfabeto. John Lennox, ele é um professor da Universidade de Oxford, né? Então, cara, esses dois livros são muito interessantes.
É, olha só, tá mais rápido até que o Homer, né? O Homer também já tá meio idoso, né? Os dedinhos dele são gordos, ele é bom no pensamento, nas piadinhas, na piada, na piada, bom para pesquisar.
O dedo dele demora mais.
O Lenny então, às vezes aperta as teclas erradas, tem que corrigir.
O Lenny tá sempre pensando em outra coisa, né?
Lenny tá pensando em música, né, que ele gosta muito de música. É umas coisas mais nobres, né, mano?
E o Edson Teixeira, ele falou, é um comentário na verdade, né? Esse filme Growth que o senhor tinha comentado anteriormente, eu e minha esposa desistimos de assistir na cena que ele bate a cabeça em outro jogador de propósito e o cara morre em campo. Aí eles começam a cantar uma música sinistra, é muito tenso e macabro.
Nossa, cara, é exatamente, o filme é pesadação. Então eu até já aviso, eu faço uma meia-culpa aqui ou um Blame, cara, é espiritualmente pesado, é visualmente pesado. Se você é cristão, fica ligado porque tem cenas, tem uma outra cena de nudez também. Porque cristão fica chateado tu indicar um filme para ele, tem cena de nudez, ele não sabia, né? Você tem que dar a dica porque ele senão ele chama a galera da igreja para ver que é um filme.
Você sabe, o Bigode, o que que o mineiro acha de nudez?
Não conheço não.
É melhor nudez do que no nosso, né?
O Lenny gostou também dessas piadas. Essa eu não lembro não, não lembro não.
Olha, capa é boa, vou assistir.
Legal, cara, vou ver onde eu acho, né? Eu achei, não, acho que é Amazon Prime. Eu achei um filme bem, bem produzido, bem feito. Mas assiste lá porque talvez eu me empolguei demais com a história, que é uma história que me atrai. Mas é, eu não vou dizer que é igual, mas é um filme que tem uma atmosfera parecida com o Under the Silver Lake. Shrek, né, debaixo do Lago Cinza, né. Então eu gosto desses filmes, dessa atmosfera de mistério.
A Raíssa tá falando ali no chat que eu sou, no podcast, eu sou bonzinho, que eu sou um anjo. Ela não me conhece, né.
Olha só, não me conhece.
Eu sou assim fora do podcast? Não sou, né.
É um personagem, né.
Ah, também joguei a isca, ele mordeu.
Você viu? Sentiu? Manda aí, bigoda.
Por aqui foi, foi, por aqui foi. Mas é de confirmando, não tem na Prime Video esse boot.
Aí, viu? Tem na Prime, viu? Ó, não tem mais desculpa, Vilé. Agora tá na mão, hoje tá na mão. Hoje, 18 horas. Eu só não te garanto que é tranquilo dormir depois.
Faça aquela oração lá. O Daniel me passou uma oração para toda noite aí.
Essa aí é boa, que é de proteção. Essa é boa.
Fala aí, Bigode, acabou aí? Por aqui não tem dúvida sua?
Minha não. Eu ia fazer um comentário.
Fale.
Que o filme que você assistiu, A Odisseia, né, é o primeiro filme em película em IMAX, né?
Assim, primeiro totalmente Porque tem muitos filmes que alguns trechos são em IMAX e outros não. Esse daí totalmente.
Então tem que assistir em tela IMAX.
Eu assisti no IMAX, mas acho que aqui no Brasil não tem cinema que reproduz em IMAX.
Não, é o seguinte, tem IMAX e IMAX. O IMAX IMAX não tem aqui, mas tem um IMAX que você perde pouquíssima faixa em cima e embaixo, que é praticamente igual, que vale a pena, que é no, aqui em São Paulo, JK e no Bourbon.
E Bourbon tem também?
Tem, tem. Mas o IMAX, que é aquele imaginário formato próprio para isso. Ele é um pouquinho mais, é o formato quase televisão antiga, né, quadradão.
Sei, sei.
E aí você vai assistir no cinema normal, você tá perdendo duas fachonas em cima e embaixo. Ele vai ficar, não fica esticado, mas você perde.
Desculpa a minha ignorância, o IMAX não é um super wide não? Ele é mais quadrado?
Ele é mais quadrado. É, em vez de ser aquele super wide, imagina o super wide como se tivesse muita tela para cima, muita tela para baixo, fica quadradona e enorme.
Entendi.
Entendi.
Ele é o Super Wide mais o em cima e embaixo, entendi, o quadradão monstruoso.
E o, sabia disso não, fotograma, ele é o maior, tem muita qualidade, que ele é maior do que o normal, né? É como se fosse aquele filme 6x6 quadradão assim, e as câmeras são enormes também, por isso que é um trabalho filmar.
Mas você sentiu essa, ah, o quadradão, né? Você sentiu essa diferença estética? Deu para perceber que tem algo na textura assim, na gramatura. Tem, ele é.
E no formato, né? Você fica envolvido pelo filme, porque principalmente lá no JK onde eu assisti, a telona, eu peguei uma posição legal, filme tá aqui, ó. Então você, cara, você tá imerso no filme mesmo.
Legal, legal, show, legal.
Eu vi uma conta matemática que se fosse—
você tem certeza do que você vai falar?
Eu vi num vídeo do YouTube, eu fico preocupado com ele, né?
Você viu no TikTok, 30 segundos, né?
Mas o cara é confiável. Fizeram uma conta matemática, os cientistas, que hoje o máximo que a gente tem de resolução é 4K, né?
O filme, não tem 8K já?
Não, se fosse comparar, seria 18K a qualidade do Odisseia.
Ah, mas tem televisão 8K também já.
Então, mas não pegou muito.
É 18K?
Isso, 18K.
Você tem uma ideia de qualidade, né?
Caraca, hein, monstruoso, hein? É isso, mais uma, deu mais vontade ainda de ver.
Não, vejam, vejam e depois comentem aqui.
Então a gente pode— desculpa te interromper, Vilela— dever de casa para galera. Assistam, vai nesse final de semana ver, para semana que vem não ter que ficar: ai, não dá spoiler, né?
Semana que vem a gente vai falar, começa sem spoiler, mas no final a gente vai dar spoiler, porque também é um livro que, pô, tem Ciclope, tem Sereia, tem a Calypso lá.
E é um livro antigão também, né? Não dá para o cara falar: pô, você deu spoiler na história. Pô, o livro ancestral, né, irmão?
A Calypso não é Calypso da Joelma. É a Calypso, é outra Calypso, que inclusive é aquela atriz, a loira de olho azul lá do Mad Max.
Ah, Charlize Theron. Beleza, tá bom.
Então é isso, né, Bigoda?
É isso aí.
Ô Daniel, faltou alguma coisa?
Falamos de coisa bacana, né, cara? Demos umas dicas legais. Ó, vou te falar, a galera pode até ficar assim, poxa, não tem um filme, uma linearidade. Pessoal, a gente gosta de Christopher Nolan, É, Christopher Nolan assiste o Amnésia que você vai sentir, né?
Amnésia tem uma história de trás para frente, tem uma história em preto e branco que é no tempo normal e depois elas se juntam.
Em vez da gente falar que o negócio é bagunçado, a gente encaixa o Nolan, fala: Isso aqui é Nolan, meu irmão.
Tem que fazer um meme do eu e o Daniel, Absolute Podcast. Sabe aquele assim? Absolute Podcast. Olha lá, Amnésia.
Amnésia, sensacional. Isso aí revolucionou o cinema. É igual Pulp Fiction também, que é totalmente não linear, né, cara?
Eu vi um pessoal saindo do cinema puto. Bruce Wayne morreu e tá de novo na cena, queridos. Daí aconteceu antes, calma. Não era tão normal antes ter esse tipo de coisa, né, cara?
A galera fica—
Orson Welles, né, ele fez muita coisa também no cinema revolucionário.
Total. O próprio Cidadão Kane, ele é não linear, total. Ele fica voltando às memórias da Rosebud lá do William Hearst, né, do Ken.
Então obrigado demais, Daniel. Obrigado vocês aqui.
Prazer estar com você presencial, pô.
É muito melhor.
É flesh and bone, carne e osso, é muito melhor.
Na próxima viagem, a gente vai fazer umas viagens, a gente vai falar com vocês, a gente vai fazer viagem aqui do Lírio.
Não é só viagem na maionese não, viagem geográfica com vocês aí.
Final do ano a gente já tá programando uma viagem para ver a aurora boreal, bora, uma vez na Islândia. Então a gente vai fazer, além de fazer viagem, vamos fazer podcast celular.
Demorou, né?
Algum dia eu vou lá gravar.
Imagina você gravando lá com aurora boreal de fundo e a gente falando, e a Leia passando com roupa larga atrás, que nem um fantasma assim, né?
Só lembrei daquele filme Assassinato no Fim do Mundo, né? Não pode ter assassinato, senão aí vai estragar a série. A série, legal para caramba. Então mais uma dica aí.
Agradecer demais ao nosso patrocinador. Lembra a gente aí, Elements, a nossa nova cadeira.
Exatamente, cara.
Um conforto físico absurdo que ajuda a mente.
Tomar cuidado para não dormir, né?
Que dá para você descansar e dormir, né?
E o G4, né, nossa parceirona.
O G4, nossa parceirona, os dois têm link na descrição e aqui na tela.
E a Capsule, né, que tem um projeto de viabilidade para você montar ali um Airbnb com cabanas. Vai no link, vai no link ali, mais informação.
A gente vai falar mais nos próximos programas sobre ele. Ô, amigo, É contigo aí agora.
Quero agradecer a todos que chegaram até o final, né? Se você não deixou o seu like, tá vacilando. Deixa o seu like, se inscreve no canal.
Você tem que criar o seu próprio universo de palavras, né?
Pois é, cara, eu tenho um roteirinho assim, porque o Moscando é do povo, ele registrou já.
Como seria o seu? Quer dessa geração? Tá vacilando. Você é geração o quê?
Tá bigodando, tá bigodando.
Então como que é? Se você não deu like, tá vacilando, pô. Vacilando não, é cringe.
Cringe é da minha, mas eu acho cringe falar cringe.
Dá uma voadora no like, sabe? Você tem que, agora vai para casa, bola umas coisas, conversa com Ana Júlia, conversa com Ana Júlia, pega um anjo. Os dois vão criar junto um negócio. Perfeito. Ou a Leia, que é quase da sua geração também, que é uma piveta também. Ah não, ela é mais velha, né? É mais velha. Nunca só tem você aqui, cara, você tá isolado. Então é isso, like, compartilha esse vídeo. E para o pessoal que quer provar que chegou até o final, o que que escreve nos comentários.
Escreve aí latinha de formol.
Lata de formol. A gente tá falando disso lá dos cara que não quer morrer, é isso? Da onde foi isso? Não lembro do que hora foi.
Uma piada que você fez, cara.
Foi na hora do Benjamin Button lá. Ah, tá, tá, tá, que eu não vou relembrar. Lata de formol nos comentários. E também se inscrevam na Arca, porque sempre que a gente termina aqui faz um conteúdozinho também para Arca, que vai exclusivo para lá. E às vezes a gente faz também aqui só para os membros.
Exatamente.
Torna-se membro, tem conteúdo só para membros que você nunca vai ver se você não for membro. Inclusive o Bigoda de sunga de crochê, tem esse vídeo aí. Quer dizer, não tem, mas vai ter. Aí não, agora vai ter, né? Eu prometi agora. Ô Lenny, arruma essa sunga de crochê para nós aí, vai bombar. Vou pedir para minha mãe fazer hoje à noite.
Achei que era igual festa de pedir, que vocês bebedaram ele, né? Ele nem ficou sabendo da bebê no carro. Pô, não lembro. Mike Tyson, confusão do caramba.
Então é isso, fiquem com Deus, beijo no cotovelo e tchau. E que bom que vocês vieram. Valeu, fui!
As opiniões e declarações feitas pelos entrevistados do Inteligência Limitada são de exclusiva responsabilidade deles e não refletem necessariamente a posição do apresentador, da produção ou do canal. O conteúdo aqui exibido tem caráter informativo e opinativo, não sendo vinculado a qualquer compromisso com a veracidade ou exatidão das falas dos participantes. Caso você se sinta ofendido ou tenha qualquer questionamento sobre as declarações feitas neste vídeo, por favor entre em contato conosco para esclarecimentos.
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