Episódios de Inteligência Ltda.

1873 - MISANTROPIA: FALSO ALERTA OU SINAL DE ALGO MAIOR: DANIEL LOPEZ

23 de junho de 20262h10min
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DANIEL LOPEZ é jornalista, professor e pastor. Neste episódio de “Ligando os Pontos”, ele vai bater um papo sobre a estranha mensagem de alerta enviada aos celulares no Brasil. Misantropia, falso alerta ou sinal de algo maior? O Vilela não sabia se pedia ajuda ou se buscava no Google o significado de misantropia.

https://daniellopez.com.br/arca/

Participantes neste episódio2
R

Rogério Vilela

HostApresentador
D

Daniel Lopes

Co-hostJornalista
Assuntos8
  • Inteligência ArtificialInteligência Artificial · Singularidade da IA · Deepfakes · Midjourney · Machine Learning · Hive Mind · Pluribus
  • Poder Tecnológico e Controle GlobalElon Musk · Peter Thiel · David Sacks · Cecil Rhodes · Sociedade Secreta · Governo Único Global · Round Table Society · Council on Foreign Relations
  • Alerta falso da Defesa Civil no ParáAlerta de Defesa Civil no Brasil · Misantropia · Cell Broadcast · Anatel · Senad · Polícia Federal · Lei Antiterrorismo · Governo do Paraná
  • Computação Quântica e SegurançaComputação Quântica · Segurança Cibernética · Qubits · Criptografia · Sagrada Família · Torre de Babel
  • Guerra dos Mundos e Pânico MidiáticoOrson Welles · Guerra dos Mundos · Pânico Midiático · Rádio CBS · Nova Jersey
  • Arte e Percepção da RealidadeHiperrealismo · Matte Painting · Pontilhismo · Georges Seurat · Cones e Bastonetes · Epistemologia
  • Eleições e Interferência TecnológicaEleições Americanas 2024 · Donald Trump · Elon Musk · Starlink · Democracia
  • Fé e EsperançaPulsão de Vida e Morte (Eros e Thanatos) · Fé Cristã · Grande Tribulação · Psicanálise · Freud
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RVRogério Vilela

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DLDaniel Lopes

Olá pessoal, boa noite, olá terráqueos, como vocês estão? Eu sou Daniel Lopes e aqui você está no Inteligência Limitada, onde a limitação da inteligência é só do apresentador que tá lá nos Estados Unidos, tá? Aqui a gente sempre chama convidados mais inteligentes do que nós, é por isso que o convidado de hoje não é ninguém mais, ninguém menos do que o próprio Rogério Vilela. E aí, Vilela, tá na área aí? Como é que estão as coisas? Ainda não, né?

RVRogério Vilela

Ainda não. Eu consegui na sua apresentação ser burro e ser inteligente ao mesmo tempo.

DLDaniel Lopes

Você sentiu?

RVRogério Vilela

Na mesma apresentação.

DLDaniel Lopes

Eu gostei disso.

RVRogério Vilela

Criou um paradoxo.

DLDaniel Lopes

Paradoxo não, rapaz. Aqui, ó, Professor Newton da Costa, lógica paraconsistente. As coisas são e não são ao mesmo tempo. Pois é, outro padrão. É o podcast de Schrödinger, é o gato de Schrödinger, tá vivo e morto ao mesmo tempo. É isso aí, pô. E aí, Vilela, como é que estão as coisas aí do outro lado do Canal do Panamá?

RVRogério Vilela

Não dá para falar do oceano, é do oceano, mas não estamos aqui em cima, na parte norte do globo terrestre. Quando você olha o mapa mundo, a gente tá naquela parte acima lá. E aqui tá um sol absurdo. Eu não sei como os cara consegue viver aqui. À noite parece que tá de dia, e de dia parece que tá um inferno assim, de tão quente que tá todo lugar. Aí você entra numa casa, é -20. Então lá fora tá quente e aqui dentro tá gelado. Então a gente tem que acostumar com isso.

Mas a parte boa é que o Brasil jogou melhor, a partida foi muito boa. E amanhã estamos indo para Miami acompanhar a seleção, né, que o jogo é quarta-feira. Então Estamos aí gravando tudo, tô mostrando tudo em forma de vlogs. Então quarta, depois do podcast, vai a segunda parte aí. E você, Daniel, curte futebol? Tá acompanhando a seleção?

DLDaniel Lopes

Cara, eu sou meio leigo de futebol, mas eu tô acompanhando. Assisti o jogo da Argentina hoje mais cedo, né, acho que foi 2 da tarde, eu não tô enganado. E também parece que a gente tem uma informação aqui primeira mão que Se eu não tô enganado, o jogo da França que tava acontecendo agora, ele foi suspenso devido a condições climáticas, na linha do que você tá falando aí, Vilela, que é um calor muito seco, né?

RVRogério Vilela

É que eles param quando tem tempestade com raios, com trovão, raio e relâmpagos, eles dão uma parada. É, tem que estar no raio de, sei lá, 15 km, 10 km, ele já, já param a partida até passar. Esse evento para não ter nenhum acidente, né? É uma regra aqui dos Estados Unidos, né? Então se pararam, tá bom. Até onde eu tava vendo, tava 1 a 0 para a França. Então se pararam agora, vamos esperar um pouco até passar essa tempestade elétrica aí, né?

DLDaniel Lopes

Sim. Então, Vilela, você perguntou se eu acompanho futebol. Tô acompanhando mais agora porque falaram que vai ter uma abdução alienígena, né, no jogo. Pois é. Então vou ter que acompanhar, né? Que aí caiu no meu métier, caiu no meu assunto.

RVRogério Vilela

Daniel, é o seguinte, é o seguinte, é no jogo do Brasil-Escócia Eu estarei lá com o melhor, com, eu vou esvaziar o espaço do meu iPhone com a melhor câmera de iPhone. Não vai ter tech pics. Se tiver uma abdução e eu não for um dos abduzidos, trarei imagens perfeitas, não as do Mike Baguncinha lá, que o cara filma tremendo com aquele celular que não dá nem para ver nada lá do camping, meu. Tomara que eles parem em cima do estádio, seja uma nave grande, que ela não fique se movimentando muito também.

Estarei com meu celular com aquele zoom total na nave. E segundo a vidente, vai levar uns jogadores também, né?

DLDaniel Lopes

Torcida e jogadores. Não, milhares, muita torcida, milhares de pessoas. Ela falou, ela falou milhares, então deve pelo menos é mais do que 1.000, né? Deve ser 2.000 no mínimo, né?

RVRogério Vilela

É, se o estádio cabe, sei lá, 40 mil pessoas, eu posso estar nesse bolo aí, eu posso não estar. É muita gente, não sei se cabe na nave também. Que também, se for para pegar uma lotação daqui para Alfa Centauri, eu não quero. Se for para ser uma executiva, comidinha bacana e tal, se for para, pô, vai milhares de galera junto lá, tudo apinhado na nave espacial, não quero não, não quero.

DLDaniel Lopes

Mas você pode dar sorte, né, de um amigo nosso lá do Rio de Janeiro, lá de Itacoatiara, ele fala que tem umas alienígenas que são gatinhas, né, velho? Então quem sabe você pega uma lotação, né?

RVRogério Vilela

Você assistiu Vingador do Futuro?

DLDaniel Lopes

Assistiu Vingador do Futuro? Lógico, pô, o antigão.

RVRogério Vilela

Quem você lembra? Que que todo mundo lembra? A gente assistiu quando era criança.

DLDaniel Lopes

Eu lembro.

RVRogério Vilela

A gente lembra, todo mundo vai lembrar da marciana.

DLDaniel Lopes

Aí eu lembro do Salsifufu, que é o...

RVRogério Vilela

É os três seios, né? É. Era muito bom esse filme. Mas, Daniel, eu me apresentei? Sou o Rogério Vilela, então? Acho que não me apresentei. Eu sou o Rogério Vilela, eu trabalho pro Daniel aí no podcast. Ele é o verdadeiro dono, a verdade foi revelada esse ano, é o disclosure year, né? Esse ano tudo tá sendo revelado. E eu sou ator, dublador, desenhista, ilustrador, quadrinista e aeromoça.

DLDaniel Lopes

E é corinthiano.

RVRogério Vilela

Hoje eu estou aqui com a camisa, fui visitar hoje o Orlando City, o time de futebol aqui da cidade, e tamo aqui, né, acompanhando a Copa. E me sigam no meu Instagram, Daniel Vilela, agora contigo. Se apresenta também, Daniel, se é que tem alguém que não te conhece.

DLDaniel Lopes

Fala, pessoal, Daniel Lopes aqui, jornalista, mestre e doutor em linguística, analista geopolítico. Conto algumas histórias estranhas também de vez em quando, porque a galera fica pedindo, mas originalmente eu era apenas um jornalista analista geopolítico. Estou de segunda a sexta no meu canal no YouTube Daniel Lopes com Z, ali ao meio-dia, fazendo comentários sobre as notícias. E também a gente tem esse programa semanal aqui no Inteligência Limitada, que é o Ligando os Pontos.

Que é uma alegria muito grande poder conversar aqui com o querido Rogério Vilela. Então quem quiser me seguir lá nas redes também, porque tem muita gente que só me conhece daqui. Então se você quiser acompanhar lá, vale a pena. Lá também tem uns assuntos interessantes que às vezes não dá tempo de falar tudo aqui. E é isso, obrigado, Vilela, aí pela oportunidade de estar aqui pilotando o seu querido programa hoje.

RVRogério Vilela

Lembrando também que eu convido a todos a participar da Arca, da qual eu já sou membro há bastante tempo, onde tem além dos vídeos que ele faz diariamente no canal dele, tem informações extras, tem como se fosse uma Netflix completa de livros e vídeos do que não pode ser falado nessa plataforma, não é mesmo, Daniel Lopes?

DLDaniel Lopes

Exato, Vilela. Inclusive, hoje sabe o que que eu fiz? Eu segui a linha daquilo que aconteceu no Matrix. Matrix 1 é de 1999. Naquele filme apareceu a carteira de identidade do Neo, que é o personagem do Keanu Reeves, e ali tava escrito data de validade 11 de setembro de 2001. Então esse filme, ele falou sobre 11 de setembro 2 anos antes. E eu tô desenvolvendo uma teoria de que o filme Dia D, o Disclosure Day do Spielberg, ele revelou uma data de algo muito estranho que vai acontecer também.

Foi esse segredo que eu falei na Arca hoje. Quem quiser assinar e escutar histórias interessantes e doidas como essa, o link tá aqui embaixo, aqui na descrição do vídeo. Obrigado aí, Vilela, pela lembrança aí da Arca.

RVRogério Vilela

Fechou. A gente vai deixar no comentário fixado, né, Homer? O link da Arca. E se puder, de vez em quando, coloque aí o QR code, Homer. E dito tudo isso, vamos para vinheta. Solta aí, diretor. Estamos de volta com Ligando os Pontos, aquele programa que você já sabe que tem um tema central e nós divagamos sobre outros temas aleatórios, mas que no final tudo faz sentido. A gente fala de livros, fala de séries, fala de outras teorias, outros acontecimentos, mas tudo no final você vai ver que está interligado, assim como aquele passatempo de ligar os pontos.

Você vai ligando os pontos. E no final parece, parece que não faz sentido. Você, por um lado, vai para o outro, vai para cá, vai para lá, mas no final formou uma figura, e essa figura é o tema central. Então tenham paciência porque a gente divaga bastante, começa a lembrar de histórias, até piadas de quinta série, mas tudo tem a ver. Não é, Daniel?

DLDaniel Lopes

É contigo agora. Vamos falar do que hoje então, Vilela? A gente teve um evento que marcou aí o Brasil, né? Muita gente acordou assustada Eu não recebi a mensagem de madrugada, mas minha filha recebeu, começou a mandar WhatsApp para minha esposa. Eu fiquei sabendo só no dia seguinte, que eu tava já no quinto sono. Mas é, galera lá de Curitiba começou a receber as primeiras mensagens às 23:41 da noite, e depois São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Belo Horizonte, dezenas de outras cidades, milhões de celulares receberam um alerta da Defesa Civil.

E esse alerta, em alguns casos, fazia algumas trollagens, e outros casos tava dizendo até que estava acontecendo uma invasão alienígena, né? Então foi uma barulheira, porque esse é um sistema que ele passa por cima de se o celular tá no modo silencioso, no modo ali dormir, modo sono, ele atropela todas essas limitações e bota um som bem assustador ali. E estava aparecendo a palavra misantropia, né? Misantropia é uma palavra que vem do grego que significa uma aversão ao antropo, que é o ser humano, né?

Antropo não é o homem, não é masculino. Masculino é andro, né? E antropo é o ser humano, tanto homem quanto mulher. Então misantropia, aquele pessoal que tem uma certa aversão ao ser humano. Agora, a pergunta que fica é: como é que isso chegou a acontecer? Que história foi essa? Como é que acessaram esse sistema? Você quer? Posso explicar aqui, Vilela? Você quer fazer algum comentário aí, alguma coisa?

RVRogério Vilela

Deixa eu só dar a minha percepção sobre isso, porque mesmo estando aqui nos Estados Unidos, assim, pelo menos 4 pessoas, porque sabe que eu curto esse tipo de assunto também, ó, você recebeu aí, você recebeu aí, querendo saber se aqui nos Estados Unidos também tinha chegado alguma coisa. Mas não, eu acho que foi fechado em uma região, né? Aí gente de Curitiba recebeu, de São Paulo recebeu, eu não sei qual foi o alcance. E além desse, desse Misanthropia, foi isso?

DLDaniel Lopes

Isso, misantropia.

RVRogério Vilela

Misanthropia. Também teve outros recados de invasão alienígena, né, algumas outras coisas também é que a galera recebeu. Mas o que me mandaram de print de tela foi só esse daí, realmente, da misantropia. Mas foi isso, a galera apavorada, porque me falaram, não sei se é verdade, que o barulho foi mais alto do que quando é de alagamento, de alguma coisa que a gente recebe em São Paulo normalmente, ó. Chovas muito fortes, tem perigo de alagamento, fique mais esperto, alguma coisa assim.

Eu acho que isso é uma coisa que a programação dos celulares deixa aberto para o governo, sei lá que órgão que controla isso, quebrar, passar na frente de todo mundo, né, meio que hackear o sistema e ao mesmo tempo mandar para todo mundo. Olha o poder que tem quem tem acesso a isso para mandar esses recados, né, que são de certa forma, se forem feitos de uma forma irresponsável, pode levar a problemas graves, pessoas tirando a própria vida ou achando que tá tendo alguma doença.

Imagina, pode ter qualquer tipo de recado malicioso e que pode levar pessoas a fazerem maluquices, né? Não sei, o que que você acha?

DLDaniel Lopes

Sim, não, não, é um poder muito grande e deveria ter um sistema de cibersegurança mais robusto, né? Mas daqui a pouco, vou deixar de teaser aqui, daqui a pouco a gente vai comentar as versões mais novas de como isso aconteceu. Acho que as últimas que estão saindo. E ó, ou você vai rir de nervoso ou você vai ficar muito chateado, muito irado, porque parece que foi um erro elementar de algumas pessoas que tinham essas senhas e essas credenciais.

Então assim, esse sistema, Vilela, o sistema Defesa Civil Alerta, ele foi desenvolvido pela Anatel em parceria com o Senad. Senad é o Centro Nacional de gerenciamento de riscos e desastres. E eles usam um sistema chamado Cell Broadcast, Cell Broadcast. Ele envia mensagem simultânea para todos os celulares numa área geográfica ali definida pelas antenas, sem precisar do número de celular da pessoa e sem precisar de internet. Não precisa de internet, não precisa do número celular.

Ele é, claro, por causa disso, muito eficiente para emergência, agora vulnerável para quem tem as credenciais, né? Então, Polícia Federal tá investigando o que que aconteceu para tentar entender o que que foi isso, pensando em autoria, né? O suposto autor, que tem um perfil no X chamado Misanthropiaz, com Z no final, Misanthropia mais a letra Z, ele reivindicou esse ato, né, botando prints ali, vídeo mostrando que teria sido ele, mostrou tela do sistema, alegou que as senhas eram fracas.

Segundo ele, servidores estavam usando o seu próprio CPF como senha. E ele encontrou credenciais então vazadas, né? É, numa postagem ele escreveu o seguinte, abre aspas: eu não botei fé que ia ser um alerta que apareceria na tela de todo mundo. E aí, logo depois, a plataforma X removeu essas postagens rapidamente e a Polícia Federal está investigando. O problema é que esse ato está sendo enquadrado na lei antiterrorismo. Por quê?

Porque lei antiterrorismo, que que a lei antiterrorismo Que a Lei 13.262/2016 define sabotagem por meio de comunicação para provocar terror social com xenofobia, discriminação ou preconceito, pena de 12 a 30 anos. Ou seja, se eles pegarem quem fez essa aparente brincadeira, a brincadeira para quem fez isso vai perder a graça, vai ficar meio sem graça, né? Então isso começa, Vilela, lá no governo do Pará, no estado do, do, perdão, Governo do Paraná, no estado do Paraná, foi a primeira, foi o primeiro estado que teve esse alerta.

Estão dizendo que foi um adolescente que tava querendo fazer uma brincadeira, um adolescente entediado ou algum hacker ali ideológico, e ele coloca essa mensagem aí, esse nome, né, misantropia. Misantropia é um conceito muito antigo, aparece desde lá do filósofo Timão de Atenas. Shakespeare falava sobre isso. O próprio filósofo, que é incrível, gosto muito dele, serviu até de um pouco de base para o Freud, que é o Arthur Schopenhauer.

Ele dizia que a humanidade era impulsionada por uma vontade cega e pelo sofrimento, e por isso ele gerava nele uma certa aversão ao ser humano nesse sentido. Agora, a galera brincou com isso, fez memes, mas, Vilela, tem um lado muito perigoso disso. Eu gostaria até de perguntar sua opinião. O lado mais perigoso que os especialistas estão apontando não é apenas pessoas entrarem em pânico, isso acabar gerando um caos na sociedade com mensagens falsas como essa.

Mas o principal perigo é as pessoas perderem a confiança nesse tão importante sistema, porque vai que é uma mensagem séria agora. Como será abordagem das pessoas com as próximas mensagens? Será que elas vão acreditar que a mensagem é real, ou mais uma vez vão achar que se trata tudo aí de uma trollagem, uma brincadeira? Aí que tá o grande problema. Que que você acha aí, Vilela? Starting a business can seem like a daunting task—

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RVRogério Vilela

Like a set of Firestone All-Season tires. They're designed to deliver confidence-inspiring wet weather traction and a quieter ride, no matter the road, season after season. Firestone All-Season tires. For durability you can count on, just like people count on you. Firestone. Always Dependable, since 1900. É uma via de mão dupla. Não tinha pensado nesse outro problema, né? O primeiro problema realmente é de poder mandar mensagens com fins de mudar eleição, de influenciar pessoas a cometerem crimes ou criar pânico.

Agora tem outro lado também, que se isso é tão fácil de ser invadido A galera fala: será que é real isso agora que tá falando? Tá falando para eu deixar minha casa porque vai ter um alagamento, vai ter alguma, algum desastre. Será que é verdade? Não vou acreditar. Então as pessoas vão ficar descrentes. Então isso, se não for resolvido logo, ou se isso acontecer com mais frequência, com certeza eu vou ser de umas pessoas que vão ficar com o pé atrás agora, né?

DLDaniel Lopes

É, a gente vai pensar assim: cara, vou conferir com meu vizinho, vou olhar pela janela para ver se tem alguma coisa. Problema que às vezes tem coisas que não É, você não abre a janela e consegue ver se é verdade ou não, né? Vamos supor, é, saiam da cidade tal porque um surto de um vírus mortal tá afligindo essa cidade. Não dá para você abrir a janela e ver o vírus, né? Então tem coisas que você pode verificar olhando o meio ambiente ao seu redor, tem coisa que não dá.

Então fica uma situação muito estranha. Agora, Vilela, uma semelhança que alguns apontaram, e é um um fato que marcou a história da comunicação nos Estados Unidos foi aquilo que aconteceu no dia 30 de outubro de 1938. Vejam quanto tempo tem, é 88 anos. Um jovem prodígio, um jovem gênio de 23 anos chamado Orson Welles, ele mudou para sempre a forma como o mundo passou a ver os meios de comunicação. Porque na véspera do Halloween, na rádio CBS, esse cara Aí tá a imagem do Orson Welles aí.

Ele fez uma transmissão adaptada, tipo uma radionovela, da Guerra dos Mundos do H.G. Wells. História essa que foi adaptada pelo Steven Spielberg para o cinema, com, estrelando ali o Tom Cruise, né? Então o que que aconteceu? A galera tava assistindo um programa concorrente nesse horário, na noite de domingo, a noite que tava todo mundo em casa ali escutando rádio e tal. Lembrando que o rádio tava começando a se popularizar nessa época.

A televisão não era algo que era popularizado ainda, a gente tá falando de 1938. Então o rádio estava começando a chegar com força total, tirando um pouco do prestígio do jornal impresso. E aí a galera adorava ouvir o rádio, né, transmissão de música. E o que que acontece? O pessoal tava terminando de escutar um programa na rádio concorrente e foi passar para a Rádio CBS. Quando eles passaram para a Rádio CBS Eles não ouviram a abertura do programa em que eles falavam: "A partir de agora iremos fazer uma representação ficcional aqui, uma adaptação para rádio da famosa obra de H.G.

Wells, Guerra dos Mundos." Eles não ouviram esse início. Então eles pegaram já da maneira como eles fizeram. O que que o Orson Welles fez? Ele fez de um jeito que entrava jornalista ao vivo, tinha barulho de sirene, confusão na rua, exatamente como se fosse uma transmissão ao vivo da rádio. E o que que aconteceu? Ah, obviamente, a galera que sintonizou ali entrou em pânico total. Galera começou a ligar para as delegacias, fugiram de casa, galera partiu todo mundo para igreja, pensou assim: já que o mundo vai acabar, vou me reconciliar com Deus, né?

Provocando um congestionamento ali na cidade, principalmente a cidade de Nova Jersey ali ficou bem, é, confusa, congestionada. E esse episódio se tornou um verdadeiro arquétipo aí do chamado pânico midiático. Então, Vilela, você se lembra dessa história? Que que você acha disso aí? Foi uma história interessante, né? Marcou, né, cara?

RVRogério Vilela

Achei muito legal. Eu vi você, não sei se foi no vídeo do almoço ou uma publicação sua fazendo essa relação. Aí as coisas fizeram muito sentido para mim, porque, cara, pensa no que aconteceu no passado que o Orson Welles provocou, só que com as novas tecnologias, né? E aí a gente começa a pensar em tudo que pode acontecer com inteligência artificial, de uma inteligência artificial, esse medo da singularidade da inteligência artificial assumir consciência.

E ela tem ferramentas como essa poderosa, porque se ela tá em todo computador, se ela tem uma chance de espalhar qualquer mentira ou qualquer nova verdade que ela queira, para sei lá qual fim que ela deseja, cara, vai ser muito fácil, né? Vai ser muito fácil manipular as pessoas. Mas realmente essa ligação que teve com esse fato do Orson Welles, cara, é muito louco, né? Porque na época, você imagina, uma época que a galera não ia imaginar que ia ter uma encenação no rádio.

O cara pega aquela transmissão, não entende direito, e, cara, de repente já tinha muito filme, né, que falava disso, livros falando. Sobre marciano, sobre ataque, invasão alienígena, o cara ficou doido. Não imaginaria como, não consigo imaginar a extensão do estrago que foi feito, né, de gente tirando a própria vida ou ficando desesperado, perdendo a fé e tudo mais. E aí, colocando para os dias de hoje, né, sim.

DLDaniel Lopes

Então tem uma, a gente tem uma dificuldade de entender qual foram realmente as consequências dessa transmissão do Orson Welles, porque o jornal naquela época, em 1938, ele tava competindo com o rádio. E os jornais impressos que registraram ali as consequências dessa transmissão, eles tentaram capitalizar em cima desse caos e fizeram matérias um pouco sensacionalistas, falando: "Milhares de pessoas se machucaram, centenas de pessoas morreram." Então a gente não sabe o tamanho de óbitos, por exemplo, que a gente teve, mas fato é que gerou um caos na sociedade numa época que você tinha o rádio.

Imagina agora com internet, inteligência artificial. E deepfakes da vida aí, né? O poder de fazer um negócio desse é muito maior.

RVRogério Vilela

É, eu já ouvi versões que dizem que é superestimado, que não foi bem assim, que o estrago foi muito pouco, que ninguém morreu e tal. E já ouvi versões que não, não, realmente causou pânico, as pessoas ficaram desesperadas, algumas tiraram a própria vida. Então assim, não se sabe, não tem, é uma coisa muito antiga, não tem como a gente mensurar isso, né?

DLDaniel Lopes

Sim. E aí são várias semelhanças, porque por incrível que pareça, nesse caso do Orson Welles, 1938, era transmissão de um conteúdo de uma suposta invasão alienígena. E aí esse alerta que chega agora, logo depois do último jogo do Brasil, também fala de invasão alienígena. Então existem várias semelhanças entre o caso de 1938 e esse caso de 2026, além da temática alienígena, né, o formato ali com uma aparência de uma notícia real, né, uma informação mentirosa ou ficcional passada por um meio de confiança, né.

No caso de Orson Welles foi o rádio, e passava-se vários conteúdos de notícia nos rádios, então as pessoas acharam que era uma notícia. No caso aqui nosso brasileiro foi o sistema Cell Broadcast, com esse sistema de alerta da Defesa Civil. Orson Welles ele escolheu um timing muito específico também, como eu tava falando, Ele escolheu a noite de domingo ali, quando as famílias estavam em casa, e o programa— e ele programou o início após o término do programa de rádio que era concorrente, né?

Então ele captura os ouvintes que estavam mudando de estação, só que a galera não escutou a abertura dizendo que era tudo ficção. No caso brasileiro também, eles aguardaram um time muito específico porque os hackers, ou o hacker, a gente não sabe ainda, atacou numa madrugada de fim de semana pós-jogos da Copa, quando logo depois ali de jogos do Brasil. Então foram momentos em que as pessoas estavam muito atentas, muito alertas, muitos estavam até acordados ainda, outros foram acordados devido ao barulho intenso, né.

E ambos os casos geraram ali um verdadeiro pânico psicológico, né. E é claro que Orson Welles depois disso ele inventou, enfrentou alguns problemas Ele chegou a ser investigado, né? Ele disse que não pretendia causar nenhum tipo de pânico, mas sabia que tava brincando com fogo, né? Porque ele usou sua genialidade, o seu talento artístico para simular a realidade. E o invasor aí que usa esse nome misantropia também escolheu até uma palavra ali forte, né, que é a palavra misantropia, que é aversão à humanidade.

E ele fez ali quase que um manifesto filosófico disfarçado de um alerta oficial, né? Então a gente teve dois casos ali altamente performáticos, né? Um pelo rádio, o outro pelo smartphone. Um por entretenimento genial, no caso do Orson Welles, e outro por uma, talvez uma trollagem existencial, uma ideologia ali de linha niilista, né? Agora, é isso, a gente viu só um alerta de celular. Agora imagine se toda a tecnologia disponível hoje for empenhada numa encenação de uma, de uma falsa invasão alienígena de larga escala, isso hoje é plenamente factível.

E aí a gente se lembra novamente, Vilela, do Depois de Amanhã, dia 24. Estão dizendo que vai acontecer uma invasão alienígena e tá todo mundo rindo. Mas e se for uma invasão alienígena falsa? E se for holograma? E se for inteligência artificial? Hoje, mais do que nunca, é fácil fazer isso. Que que você acha, Vilela?

RVRogério Vilela

Cara, eu tava pensando, a gente ainda não tem essa tecnologia, não tem notícia de que existe essa tecnologia, mas imagina na próxima Copa, tá, daqui 4 anos, como vai estar se alguém usa de um programa muito mais avançado e um hackeamento que consiga substituir as transmissões todas por uma transmissão falsa feita em IA, inteligência artificial, mostrando uma outra realidade, uma outra coisa, como um ataque alienígena, uma invasão, alguma coisa, cara, vai gerar pânico para caramba, entendeu?

Porque de repente você vai ligar na Kazé, tá passando isso, na Globo tá passando isso, todo o pessoal que tá transmitindo o mesmo sinal com uma imagem totalmente mudada, né, é transformada. Então é muito louco isso, cara, do que dessa nova realidade. Eu acho que eu já falei contigo, né, daqui um tempo a gente vai ter que provar que os programas que a gente, inclusive que a gente grava aí presenciais, Eles aconteceram, porque vai ser impossível saber se aquilo aconteceu, se tava eu e você realmente naquela mesa, naquele dia, conversando sobre aquele assunto, ou se foi alguém que gerou isso numa inteligência artificial.

Então vai ter a chamada prova de vida, né? Para cada conteúdo gerado, você vai ter que ter um selo, uma prova de vida, passado, sei lá, por alguns órgãos que vão checar isso, falar: não, realmente o Daniel e o Vilela tiveram aquele dia naquela mesa, naquele programa, falaram aquelas coisas, e você pode confiar. Porque, cara, tá cada vez mais difícil confiar em alguma coisa que você recebe. Eu acho que você também comentou isso comigo quando a gente viu aquela cena da garota sendo jogada da ponte.

Qual é a primeira coisa que todo mundo pensou? Ah, claramente é inteligência artificial. Ninguém iria arremessar uma pessoa numa ponte. A coisa era tão absurda que todo mundo já ficou tranquilo. Não é inteligência artificial, isso não aconteceu. E realmente tinha acontecido. Então essa barreira da verdade e do irreal, do que não aconteceu, cara, ela— eu não sei como a gente vai fazer, como a gente vai vai agora saber o que é verdade ou não, né?

A gente vai ter que ter pessoas sempre correndo atrás disso daí, de checar se aquilo é verdadeiro, se não é.

DLDaniel Lopes

Não, fico até imaginando imagens tão realistas que até nós mesmos vamos ficar na dúvida. Ué, mas eu não me lembro de ter conversado isso com a Vilela, não me lembro desse programa que eu gravei.

RVRogério Vilela

Já tá acontecendo, já tá acontecendo, Daniel. Tem um vídeo rolando no Instagram, aliás, eu vou avisar que é mentira, tá? Tem uma oração do Frei Gilson feita no meu programa, comigo entrevistando ele, que não aconteceu. Ele não fez aquela oração, eu não comentei aquilo. Cara, foi por uma mensagem boa, foi, mas poderia ser usado para uma coisa negativa, alguma coisa para difamar o Frei ou me difamar. E tá quase perfeito, quase perfeito.

Claro que eu sei que a minha boca tá se movimentando um pouco, um pouco errado, ele também. Mas, meu, minha mãe, ela só acreditou, ela repassou para mim, falou: que bonita essa oração, meu filho. Assim, exato, a galera acredita. E no nível que tá hoje, ou seja, tá 90% de qualidade. E quando chegar 100% de qualidade, que você, que vai ser impossível da gente diferenciar se aquilo foi feito por inteligência ou realmente aconteceu, só realmente quem teve lá vai saber.

E mesmo assim, é o que você falou, você vai ter dúvida, fala: cara, Não é possível, eu já não me lembro disso. Então a gente vai ter que, vai ter um problema de memória, vai ter um problema de revisitar a história a todo momento, saber o que é fato, o que é uma versão, o que é uma narrativa. Isso para democracia, para eleição, para jornalismo investigativo, vai ser o terror, né?

DLDaniel Lopes

Com certeza. Vilela, você que gosta de arte, cara, você tava falando aqui E eu lembrei daquela linha, é aquele estilo artístico do hiperrealismo, em que os caras pintavam com tanto detalhe que você falava, cara, é uma pintura, é uma foto, né?

RVRogério Vilela

É, então eu fiz muito hiperrealismo.

DLDaniel Lopes

Chegou a fazer? Como é? Já de curiosidade, né? Porque eu sei que aqui tem gente que gosta de notícia, teoria da conspiração, filme, série, mas tem gente que gosta de arte também. Então explica aí, Vila, dava muito mais trabalho? Você fazia na mão? Como é que era isso?

RVRogério Vilela

É que na verdade o hiperrealismo, a ideia do hiperrealismo é fazer uma realidade hiper, né, mais do que real. Então que você pegava, você pegava uma foto que era tirada de uma cena real e transformava aquilo numa coisa hiperreal. Ou seja, imagina que aquilo tivesse a melhor luz, a melhor pose, a melhor tudo. Então você pegava uma foto e deixava aquilo muito mais agradável, que hoje você usa filtros e efeitos de IA para fazer. Mas a gente pegava, por exemplo, a imagem de vários cristais numa prateleira, você tirava aquela foto, depois você pegava e aumentava a luz, deixava aquilo muito mais brilhando, com muito mais— se fosse uma comida, deixava muito mais apetitosa, se fosse uma pessoa, você deixava muito mais bonita, tirava todas as imperfeições.

Então, por isso que chamava hiperrealismo. Se usava aerógrafo, que é um aparelho que você ligava no compressor de ar e ele é usado hoje para pintar capacete, fazer arte em parede e tal, em grandes formatos também. Aquilo é, saía um jato de ar, tinha uma, uma com buquinha que você colocava tinta e você ia fazendo aquele degradê para deixar coisa perfeita, fotográfica, né? Você demorava 2, 3 semanas para fazer um desenho, uma ilustração, né?

Aí tem um exemplo de um cara Trabalhando com pincel, mas fazendo também hiperrealismo. O que que você fazia também? Você fazia arte muito grande, muito grande, para quando ela fosse fotografada menor, ela ficasse mais hiperrealista. Então, se você vê a arte, de repente você fala: não, claramente é uma pintura. Mas era tão perfeito na escala que quando você reduzia, ficava muito mais realista. Quem fez, quem usou muito isso foi o cinema também, cinema americano antigamente, para criar cenários de Star Wars.

Se você for pesquisar na internet, Indiana Jones, tudo, eles faziam fundo, um fundo fantástico, hiperrealista, de outros planetas ou de lugares que não existem, pintavam, deixavam a parte da frente onde apareceria o ator e era filmagem real, e aquilo num vidro, ele iluminado por trás. Então o personagem chegava real, filmado aquilo, e todo o resto era, colocava uma máscara e trocava por essa pintura que era chamada de matte painting, que era uma pintura opaca que era hiperrealista.

Então você tinha a sensação que aquilo lá aconteceu. Então dentro da Estrela da Morte, a primeira trilogia era feito isso. Indiana Jones, quando chega naqueles lugares onde estão, é, no primeiro, no segundo filme, terceiro, é, no Tempo da Perdição, aquela parte que ele quase cai naquele penhasco, tudo aquilo era pintura, cara, e pintura hiperrealista. Até se o Homer achar isso, coloca matte painting, ele vai achar matte painting de Star Wars ou de Indiana Jones, ele vai achar essas imagens, cara, era fantástico.

E hoje em dia você não precisa de nada disso porque a inteligência artificial gera esse hiperrealismo de uma maneira absurda e feitas em fração de segundo, né?

DLDaniel Lopes

Então parece que, eu fiquei imaginando aqui, né, parece que a inteligência artificial em breve ela vai ter capacidade de gerar imagens que vão parecer em tempo real e que pareçam mais reais do que a própria realidade, né?

RVRogério Vilela

Sim, sim, sim, já acontece isso, né? Você usa o Midjourney, por exemplo, e você coloca uma foto sua, pede para melhorar ou colocar situação que você gostaria, porque aquela foto foi tirada com algum tipo de acerto errado, você obturador você não abriu do jeito certo, entrou mais luz ou menos luz, você pede para o programa, para o aplicativo Melhorar tudo aquilo, ele melhora. E aí o Homer colocou, olha só, cara, do Star Wars. E isso tá pintado num vidro, tá vendo a proporção da mão dele em relação ao tamanho do quadro?

Imagina que isso é, pô, um detalhe absurdo. E aqui na frente entram os personagens, né, os personagens filmados mesmo, eles entrariam aí e faria essa composição. No final isso era juntado Os dois filmes juntos se juntavam e virava aquela coisa que na tela de cinema você nem percebia que era uma pintura, né?

DLDaniel Lopes

Então, Vilelas, eu lembrei, cara, já que a gente tá falando sobre isso, e para a galera se situar, a gente tá tratando desse ataque hacker aí lá no sistema da Defesa Civil, e isso leva a gente a refletir sobre os limites entre a ficção e a realidade, né? É sobre isso que a gente Sobre isso que a gente tá tratando, inclusive como a inteligência artificial ela pode borrar ainda mais esse limite, tornar mais difícil você separar o que que é real ou não.

E como a gente tem oportunidade de ter o Vilela aqui, que é professor, já teve escola de arte. Vilela, eu tava lembrando do pontilhismo, cara, que foi um negócio muito interessante, porque, cara, nos anos 1870 O Georges Seurat, né, o pintor, ele teve uma ideia de pintar através de pontinhos ali de cores primárias. É como se o cara tivesse inventado o pixel, né, num momento primordial ali, né.

RVRogério Vilela

Vou pedir para o Homer também colocar um trabalho de pontilhismo que tem a imagem e depois deve ter um, de repente dá um zoom na imagem que você vê que é feito tudo de pontinho. Você olha a imagem de longe, você vê uma fotografia perfeita, se aproxima Aí você vê todos os pontinhos, você fala: cara, como que eu fui enganado? Para quem quer entender isso, eu sei que em muita cidade não existe mais outdoor, mas se você pegar uma folha de outdoor, você vai ver uns pontos coloridos de 4 cores, né?

É 4 cores, é o RGB, é o CMYK, né? Ciano, que é o azul ciano, o magenta, que é um rosa escuro, o yellow, que é o amarelo, e o R, G, M, C, M, Q. Faltou o quê?

DLDaniel Lopes

O K, que é o preto, né? Cyan você já falou.

RVRogério Vilela

É azul, amarelo, magenta, que é o rosa, e o preto. Com essas 4 cores, na teoria, você consegue todas as outras cores. Então, se você pega um— Você olha o outdoor, parece uma foto perfeita. Se você tem a possibilidade de chegar perto dele, você vai ver uns pontos enormes, assim, vários pontos dessas 4 cores, que misturadas de formas diferentes, com espaçamento diferente, cria essa ilusão de uma imagem perfeita. A mesma coisa você vê com revista.

Se você colocar uma lupa numa revista, tipo Veja ou qualquer revista ou jornal, e você olha para foto, você vai ver uns pontos enormes que não são muito visíveis porque eles são muito próximos um do outro e te dá a ilusão de que aquilo é um tom contínuo, mas não é, não é.

DLDaniel Lopes

Então, o que é muito interessante também é a gente imaginar como é que, por exemplo, um aparelho de celular Ele reconstrói uma imagem, né? Por exemplo, eu tiro uma foto aqui e mando para você agora nos Estados Unidos, Vilela, uma foto aqui do estúdio. Aí o celular, o sistema operacional vai transformar essa imagem em um código ali binário, 0 e 1.

RVRogério Vilela

Linha por linha ele vai transformando em código e vai chegar lá no outro lugar, pega esse código e transforma em outra coisa, né?

DLDaniel Lopes

Ele reconstrói, né? Ele reconstrói com base nesses dados, nesse algoritmo, né? Nessa referência. Então é interessantíssimo isso, né? Só que a gente, se a gente parte dessa reflexão de como a tecnologia funciona, como a arte, as artes visuais funcionam, e a gente transporta isso para a nossa própria percepção da realidade, em que sentido? Como é que o olho percebe o mundo ao nosso redor, né? Como é que é os, esqueci o nome do, é cones e bastonetes, né, que são os elementos dentro do olho que trazem as tonalidades e as cores, né?

Como é que isso é traduzido em impulsos elétricos? Porque a imagem fica de cabeça para baixo, né? Invertida, né? Fica invertida.

RVRogério Vilela

Homer, também procura também como a imagem chega invertida e ela é— ela, o cérebro faz essa inversão. Tem um gráfico assim, então tem uma imagem que mostra isso, como que a luz chega invertida com as imagens invertidas e o nosso olho faz essa adaptação para a realidade.

DLDaniel Lopes

Então, isso é muito interessante porque a imagem fica na retina, aí na retina você tem um nervo óptico, e quando você fala em nervo, sempre você tá tratando de impulso elétrico. Então, a fisiologia da visão, ela já faz esse processo de codificação e decodificação que depois os engenheiros inventaram para você enviar imagens, né, por exemplo. Então o próprio sistema visual, ele transforma essa imagem que tá de cabeça para baixo no impulso elétrico, e esse impulso elétrico é reconstruído pelo cérebro.

Então tem uma codificação e uma decodificação ali, é incrível quando a gente pensa nisso, né.

RVRogério Vilela

Olha a imagem que ele colocou, é isso daí mesmo. Você vê uma árvore, ela tá chegando lá, ela tá de ponta-cabeça, e o seu cérebro faz a conversão.

DLDaniel Lopes

E ali atrás tem um nervo óptico, aí do nervo Vai para o cérebro, o cérebro reconstrói. Então isso é muito interessante, Vilela, até numa, aí num papo mais filosófico, né, de epistemologia, que é a teoria do conhecimento, como a gente conhece as coisas. Se a gente conhece tudo pelos 5 sentidos, na verdade a gente não tem experiência direta com as coisas como elas realmente são, porque a gente só consegue ter acesso ao que o cérebro reconstrói desses impulsos elétricos, né?

Então a gente começa a pensar, cara, A gente vê o mundo naquilo que o nosso cérebro monta da imagem. A gente não sabe como as coisas realmente são fora do nosso cérebro, né? Então é uma discussão extremamente interessante. A gente volta na questão da inteligência artificial, porque a inteligência artificial ela pode não apenas criar uma imagem aqui de um programa do Inteligência Limitada que nunca existiu, e até o Vilela e eu ficarmos na dúvida, ué, não me lembro ter gravado isso, Tá mais perfeito do que a própria realidade.

Mas o que a gente está vendo aí de horizonte é que pode chegar um momento em que a inteligência artificial consiga desvendar esse modus operandi do próprio universo e construir universos novos. E aí a gente vai ter mundos paralelos ao nosso e outras realidades, às vezes mais, é, como vou usar uma palavra que Que eu imagino que a galera vai entender. Uma renderização melhor do que a nossa própria realidade, entendeu? Eu escutei um negócio.

Deixa eu só passar essa informação para você que eu quero ouvir sua opinião, Vilela. Eu escutei um cara falando que ele teve uma experiência com DMT, aquelas loucuras lá que os cara fazem, e ele foi para uma outra realidade que era muito mais nítida do que a nossa. E quando ele voltou, ele falou: "Pô, a renderização da nossa realidade é horrorosa, parece que eu tava..." Eu, parece que eu tava vendo um filme em VHS, né? Porque ele fala que a renderização do nosso universo não é tão boa.

Olha que maluquice, a que ponto nós chegamos. O que que você acha dessa, desse comentário louco aí, Vilela?

RVRogério Vilela

Eu posso, eu posso falar também porque eu já tive uma experiência com ayahuasca, né, que mexe com DMT e tudo mais. E a sensação que você tem realmente, cara, eu não sei explicar, não sei se isso é real, se é uma coisa fabricada na tua cabeça, mas é que Você vê uma realidade muito mais pulsante, né? Você vê tudo, parece que tem mais cor, parece que tem, tá mais vivo, tá vibrando, as coisas vibram, né? Eu não sei explicar, mas é como se você, parece um pouco Matrix, né?

Que eles viam a realidade com os numerozinhos caindo, mas em vez dos numerozinhos eu via, é como se eu tô vendo uma TV na minha frente aqui, é como se eu visse a TV e conseguisse ver além da TV, é meio cubista, sabe? Eu consegui ver, conseguisse ver a lateral dela e um pouquinho da parte traseira dela. Era uma coisa como se o universo ele se contorcesse à sua volta e você conseguiria ver, assim como uma tela curva, você conseguiria ver isso daí se moldando à sua volta.

Então é como se você conseguisse espiar coisas que estão escondidas e que tua visão não alcança pelo teu ângulo, cara. É muito louco, mas é como se nossa realidade realmente pelos nossos sentidos fossem reduzida a uma coisa mais a uma coisa menor e com um DMT ou alguma coisa que amplia essa sua sensibilidade você conseguisse acessar novas formas de ter contato com essa realidade aí. Aí a gente vai entrar em piração, mas pode ser lá mais dimensões ou ter acesso a outras realidades possíveis, não sei.

Mas que é louco, é. Tem muita gente falando que consegue ver algumas coisas depois de ayahuasca, é olhando para transmissão de laser. Você já ouviu esse papo, né, que vê códigos no laser, né?

DLDaniel Lopes

Sim, o cara olha assim na parede, num ângulo, né, bem com o olho coladinho na parede, ele começa a ver como se fosse o mainframe da realidade, né, o tipo o código de programação que tá por trás ali, né. Muito louco isso, né, insano.

RVRogério Vilela

Então, e a gente, só uma coisa sobre a visão A gente tá falando sobre a visão. Se você for pensar nisso, cara, eu sei que são microsegundos, é uma coisa muito, muito rápida, que não dá nem para— que não dá, é mais rápido que um piscar de olho, mais rápido que qualquer coisa. Mas você nunca tá vendo o agora, né? Você tá vendo sempre um passado, é um passado muito recente, mas o que chega no teu cérebro tem um delayzinho pequeno, mas tem.

Então sempre você tá tendo uma visão do passado, tanto que alguns teóricos, alguma O pessoal começa a pirar, fala que a gente não tem livre-arbítrio, porque quando a gente pensa em pegar um copo, na verdade, a decisão de tomar um copo é antes de você tomar a decisão de pegar um copo, porque o teu cérebro está sempre analisando as coisas que você pode fazer. Em algum ponto, ele teve uma necessidade, que você sentiu sede, então o teu braço, ele foi em direção ao copo antes de você— é muito louco, mas antes de você pensar em pegar aquele copo, É, essa decisão foi tomada antes de você querer pegar aquele copo. Então a gente entra nessas aspirações, né?

DLDaniel Lopes

Sim, pô, com certeza. Tem uma equivalência disso que não é exatamente o que você tá falando, mas tem algo interessante, né? Que a gente tem, por exemplo, músculos de contração involuntária, né? Por exemplo, o coração, ele é um músculo, ele tem um músculo cardíaco, mas eu não preciso ficar fazendo força para ele bater.

RVRogério Vilela

Ou pensar, né? Ou pensar, bata, bata.

DLDaniel Lopes

Precisa também, né, cara? Você imagina, né? Só a gente pensando assim na engenharia do corpo humano, como ele funciona, e a gente tá aqui pensando essa fronteira entre a ficção e realidade. Imagina se em vez do coração bater você tivesse que ficar flexionando o seu bíceps toda hora, né? Imagina você ficar fazendo força com seu bíceps. Imagina você ter que fazer isso 24 horas por dia, ia dar uma luxação terrível, né? Mas o coração não, ele tá ali perfeitamente funcionando porque tem um impulso elétrico que sai, que é o famoso face de risco, que faz o coração ficar batendo, né?

E é interessante porque a respiração, a gente pode querer parar de respirar ou respirar mais rápido ou mais devagar, mas quando a gente dorme, liga o sistema automático, né? A respiração entra no piloto automático. Então isso também é interessante para caramba, né? A galera olha assim o corpo humano como uma normaliza tudo, né? Tudo normal. Mas é uma engenharia impressionante, né? Não só o corpo humano, mas os animais, seres vivos, né? E as células, e por aí vai.

RVRogério Vilela

Então você pensa dessas coisas que acontecem automaticamente, como respiração e coração, mas algumas coisas são aprendidas. E a partir do momento que são aprendidas, você não esquece mais. É muito difícil você andar. Uma criança aprender a andar é difícil. A partir do momento que ela aprende a andar Tudo fica natural e ela não precisa pensar. Esse pé para cá, essa mão para cá, esse braço para lá. Dirigir, a mesma coisa, cara. Quantas vezes você tá dirigindo e fala: cara, por que que eu parei naquele farol?

Não parei. Como que eu virei aqui? Você tá indo para o caminho tão naturalmente. Antigamente, quando se mexia a marcha— hoje em dia os carros são automáticos, mas você engatava a marcha assim, automático. Você nem pensou: vou colocar a segunda, vou colocar a terceira. Não. Era automático, você mexeu a marcha, ligou a seta e tudo mais. Então o corpo tem uma capacidade também de pegar essas questões que são repetitivas e transformar aquilo num padrão e seguir.

DLDaniel Lopes

Absurda, né? Então você falou um negócio muito interessante, que você tava falando de andar é uma coisa muito complexa, né? E a gente vê como é que na robótica é um problema, né? Sempre você—

RVRogério Vilela

aí eles empurram, né?

DLDaniel Lopes

Os caras dão um empurrão no robô para ver se ele vai cair ou não, e se ele cair, se ele vai aprender a levantar. Isso é muito interessante porque aí a gente volta à questão do desenvolvimento da inteligência artificial, porque eu vou me referir agora ao livro Scary Smart e a gente vai voltar à questão desse ataque hacker aí na Defesa Civil. Se você puder, Homer, botar para a gente aí Scary Smart do Mo Gaudatz, Mohamed Gaudatz, Scary Smart, assustadoramente inteligente.

Esse cara era diretor de negócios do Google X, que é um setor ali meio secreto do Google, desenvolvimento de novas tecnologias. E nesse livro ele dá um exemplo de como o aprendizado das máquinas é um negócio impressionante quando você compara com o aprendizado humano. Porque é para uma criança aprender a andar, geralmente ela faz ali várias avaliações instintivas, mas muitas vezes a mãe tá ajudando, né? Pô, bota o pé aqui, faz assim, não, segura na parede, segura no carrinho, larga o carrinho agora, tá?

E a capa do livro aí Vilela, você que gosta de design, a capa do livro não tá lá essas coisas não, tá meio tosco, mas o conteúdo é bom para caramba.

RVRogério Vilela

Mas funciona, funciona, funciona.

DLDaniel Lopes

O conteúdo é maravilhoso. Então olha que interessante, Vilela, depois me comenta o que que você acha disso, né? A gente tá falando aqui da velocidade do aprendizado da máquina, o famoso machine learning. Ele vai dizer que um braço mecânico, por exemplo, ele tava sendo treinado para pegar um copo e aí ele não conseguia pegar o copo amassava muito, quebrava o copo, ou então ele pegava muito leve, o copo caía, esbarrava no copo. Então eram vários braços mecânicos ali, e eles testando os comandos ali, a programação, mudando a programação, fazendo correções na programação.

Só que aí, o que que acontece? É ao contrário da aprendizagem humana. Vamos supor, Vilela, você tinha uma escola de arte e você tá tentando repassar ali com grande dedicação, esforço, muitas horas, passar as técnicas que você aprendeu para os seus alunos. Na inteligência artificial, ou na cibernética, nas máquinas, cara, quando um dos braços solucionou o problema, ele instantaneamente passou todo o passo a passo e o comando para todo o resto das máquinas.

Ou seja, uma coisa que uma máquina aprende, pelo fato delas terem uma linguagem de comunicação comum, isso é instantaneamente passado para para todas as demais unidades. Imagina que um ser humano descobrisse como, descobrisse a cura para o câncer, e isso instantaneamente fosse espalhado para o cérebro de todos os seres humanos. Cara, isso é muito louco! Isso é um pouco parecido com o que a gente viu naquela série insana lá, velho. Como é que é o nome da série?

RVRogério Vilela

Pluribus. Pluribus. Pluribus, onde todos os seres humanos são uma única consciência, ou seja, É, qualquer criança pode dirigir um avião, pode fazer uma cirurgia, porque ela faz parte dessa grande consciência e ela sabe o que um médico, o melhor médico que possa operar aquela pessoa, ela já sabe. Ela pode pilotar um avião porque ela tá conectada com os pilotos, e assim vai.

DLDaniel Lopes

Então essa palavra pluribus, né, que é da pluralidade, vem de um conceito ali que tá por trás da Constituição É daí a imagem da série, né? É aquilo ali, é o pozinho que eles traduziram de uma imagem, de um código de programação que na verdade era uma instruções de uma fita de DNA que eles reproduziram, né? Só que escapou em laboratório e se espalhou para todo mundo, e as pessoas começaram a viverem essa hive mind, né? Ou essa mente de colmeia aí, né?

RVRogério Vilela

Eles receberam uma mensagem repetitiva do espaço E aí a galera tentando entender o que era aquilo, se era algum tipo de coisa, até que alguém entendeu que aquilo era um código para produzir um tipo de droga, alguma coisa. E daí esse código se espalhou, se infestou, foi passando de um para o outro, de um rato para uma pessoa e de uma pessoa para o mundo inteiro, né? Em questão de dias, acho que foram dias, foi bem rápido.

DLDaniel Lopes

Não, foi muito interessante no início da série, logo no primeiro episódio, que eles recebem esse código e eles estão tentando interpretar o código, né? Aquela comissão ali de cientistas tentando analisar o código. Aí de repente um cara, um cientista fala assim: cara, entendi, isso não é um código binário, não é 1 e 0, é um código quaternário. Cara, na hora que ele falou isso eu virei para minha esposa e falei: é o DNA, porque DNA é A, T, C, G, são 4 letras, são 4 elementos ali que constituem DNA.

Falei, caraca, então é instrução para eles criarem uma fita de DNA. Falei, ferrou, porque o que que acontece? Esse DNA, ele consegue escapar do laboratório, fica impregnado nos seres humanos, transforma os seres humanos numa mente coletiva. Ou seja, nessa série, isso vem dos Estados Unidos, né, do conceito e pluribus unum, ou seja, dos muitos fazer um, né? Porque os Estados Unidos eram 13 colônias, as 13 colônias viraram uma única coisa chamada os Estados Unidos da América.

É por isso que Estados Unidos tem esse nome. Então é como se transformar a multiplicidade numa única coisa, né? Toda a humanidade se tornar um. Só que nessa série, né, a gente já conversou sobre isso aqui, Vilela, no Ligando os Pontos. A gente tá suspeitando que isso é uma reflexão ali meio filosófica sobre o progresso da inteligência artificial, né? Que a inteligência artificial é assim, é o que um aprende, todos aprendem instantaneamente.

E isso é um grande problema, uma preocupação, porque isso faz a curva de aprendizagem ser completamente geométrica exponencial. Então, aí eu vou voltar ao nosso tema original, porque na live que eu fiz hoje ao meio-dia, uma espectadora ela colocou assim: Daniel, estão dizendo que isso poderia, essa mensagem, essa invasão hacker, né, falando sobre esse conteúdo de misantrópico, né, a humanidade é um problema, a gente tem aversão à humanidade.

Será que não é inteligência artificial que tá mandando essa mensagem para o ser humano? Falei, cara, probabilidade parece que é pequena, mas se for, a gente tá ferrado, né? Porque a gente atingiu a singularidade, a inteligência artificial se tornou autoconsciente e já tá reclamando de nós. Aí você fala assim, pô, mas nós somos os criadores deles, né? Deveriam ter um pouco de respeito. Mas é aquela mesma tese do Friedrich Nietzsche, né, da morte de Deus, né?

Que o homem, Deus criou o homem e o homem mata Deus, né? Aquela Aquele objetivo do Nimrod com a Torre de Babel, né, pelo menos segundo o livro História dos Hebreus do Flávio Josefo, o objetivo da Torre de Babel era chegar até o trono de Deus para matar Deus e vingar, matar Deus porque Deus matou as pessoas no dilúvio, né, vingar os seres humanos foram mortos no dilúvio. Então, Vilela, a gente, o que que você acha dessa ideia que essa mensagem é misantrópica aí teria sido a própria inteligência artificial que autonomamente tomou essa decisão? O que que você acha disso? Whatever your thing, it could be anything.

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RVRogério Vilela

Oh, são duas alternativas aí. Primeiro, se foi, então os governos estão escondendo, as big techs estão escondendo alguma coisa de nós, já escapou do controle delas e elas não estão falando. E a segunda alternativa, que é a alternativa que é o que eu mais acredito, que a gente ainda tá um pouco distante dessa singularidade, dessa inteligência artificial geral, né, onde ela teria consciência. Alguns, alguns teóricos acreditam que isso nunca vai chegar, que é uma coisa impossível.

Então eu tô mais para essa segunda alternativa. Agora, cara, tem tanta coisa que a gente não sabe que acontece aí, que os governos, principalmente com intuito bélico, segura para ela para ter uma ascendência maior. Sobre as outras nações e daí ganhar uma guerra ou ganhar uma disputa comercial. Então não dá para saber, né, Daniel?

DLDaniel Lopes

Não, loucura. E aí eu tô separando uma matéria aqui, até mandei aqui para o Homer aqui para depois ele botar. Elon Musk diz que nós já entramos na singularidade. Ele tá falando que já começou.

RVRogério Vilela

Então, mas eu vi, eu vi um, não foi o Elon Musk, talvez foi o cara da Amazon ou sei lá, outra pessoa que eles colocaram que a singularidade vai ser atingida a partir do momento que a inteligência artificial gerar não sei quantos trilhões de dólares de lucro. Mas, cara, aí é outro conceito, né? Então não sei se eles estão se referindo ao lucro, ao que gera de grana, né?

DLDaniel Lopes

Não sei. É, no caso do Musk aqui, o que ele quis dizer é que essa ideia da máquina se tornar autoconsciente, o processo já começou. A gente já tá vivendo esse É esse o início dessa sequência de evoluções e transformações que vão levar a máquina ficar autoconsciente. E aí, Vilela, que eu conecto essa teoria de que a mensagem de emergência da Defesa Civil poderia ter sido uma decisão autônoma da inteligência artificial. E aí você falou até no comentário, você falou: só se o pessoal tá escondendo alguma coisa que a gente não sabe.

É um pouco isso que é a polêmica que tá acontecendo nos Estados Unidos exatamente agora, da empresa Anthropic. Anthropic é uma empresa que foi criada ali pelo Dario Amodei, que é um cara que ele junto com a irmã e com outras pessoas saíram da OpenAI porque ele estava achando que a OpenAI não tava tendo os devidos cuidados com a segurança. E eles quiseram criar Anthropic, inclusive tem essa ideia do antropo, que é o ser humano, né?

É até curioso, Vilela, eu não tinha feito essa associação, fiz agora, né? Porque a gente teve o ataque em nome da misantropia e o nome da empresa é Antropia, né? Anthropic. Uma defende o ser humano e o outro é contra o ser humano, né? Eu fiz esse link aqui agora, por isso que o nome desse programa é Ligando os Pontos. Agora você entendeu.

RVRogério Vilela

Pois é.

DLDaniel Lopes

A gente vai conectando as maluquices da realidade aí, né? Tentando digerir e compreender o mundo. Então, Vilela, que que tá rolando? A Anthropic já há alguns meses, é, começaram a sair notícias que eles criaram uma inteligência artificial que era tão potente, tão potente, que é o Mythos, que hoje a gente já tá na versão 5, que esse Mythos ele era tão poderoso que ele não poderia ser divulgado para ninguém porque seria extremamente perigoso.

O Mythos inclusive ele participou de um, é uma inteligência artificial que se envolve num projeto chamado Project Glass Wing. Deixa eu só citar e agradecer a galera, o Homer aqui, o Luciano, a galera da mesa. A notícia aí para vocês depois quiserem pesquisar do Elon Musk falando que já entramos na singularidade, né, declarando este ano em que a inteligência artificial se tornará mais inteligente que os seres humanos e tudo mudará para sempre.

Beleza? Então, para você acha que a gente tá inventando as coisas aqui, a gente tá devidamente sempre trazendo a bibliografia, né? Porque muitas vezes, Vilela, deixa até fazer um parênteses aqui, um comentário. Às vezes quando você traz uma quantidade legal de conteúdo assim, que às vezes a pessoa não teve tempo de parar para ler, eu entendo perfeitamente a correria do dia a dia, né, a luta para pagar os boletos, né, para dar conta aí da jornada de trabalho.

Mas às vezes a gente traz uma quantidade assim de informações que são um pouco fora do do comum. E aí entra um gatilho do efeito Dunning-Kruger. Que que é o efeito Dunning-Kruger? É quanto menos uma pessoa sabe sobre um assunto, mais ela acha que sabe. Então às vezes o cara olha a gente conversando aqui no Ligando os Pontos, ele fala: cara, muita viagem, esse cara tão louco, vai arrumar um trabalho, vai arrumar algo, vai capinar um terreno.

Você fala, meu irmão, o cara entra numa dissonância cognitiva quando ele escuta certas coisas que ele fica assustado e ele parece que ele aciona o sistema de defesa assim, deve ser mentira isso. Ele entra quase que no estado de negação nele, cara, isso não pode ser verdade. Então, meus amigos, escutem com carinho que a gente fala aqui, porque é tudo fundamentado. A gente, o que é especulação, a gente fala que é especulação. O que é documentado, a gente mostra ali a documentação.

Então presta atenção, eu vou falar agora um projeto que eu não sei se você já ouviu falar, Project Glass Wing, Glass de vidro, Wing de asa, Project Glass Wing. Esse projeto, que que ele fez? Ele pegou o Mythos, que é essa super inteligência artificial da Anthropic, e eles decidiram que era essa inteligência artificial é tão poderosa que ela é perigosa, a humanidade não pode ter acesso a ela. E eles somente deram acesso a essa ferramenta para empresas de infraestrutura crítica, defesa cibernética e pesquisas biomédicas avançadas.

Ou seja, o Vilela acabou de falar isso, só se tem alguma coisa aí que eles não estão apresentando. O Mythos é um exemplo disso, Vilela, que é algo que é tão poderoso, mas tão poderoso, que eles falaram isso aqui não pode cair na mão das pessoas, né? E a gente volta naquela ideia que o que a gente usa de tecnologia, seja do GPS à inteligência artificial, é claro que a gente usa só a xepa, né, meu querido? Você acha que os cara vão liberar as coisas mais potentes para nós?

Pensa no carro que você usa, A gente não usa a melhor tecnologia de carro. A melhor tecnologia de carro tá sendo usada nos melhores, nos mais altos níveis, ou na Fórmula 1, por exemplo. Então o que a gente usa no dia a dia é sempre uma versão muito simplificada, chinfrim. Agora, lá no alto escalão tem coisas loucas como o Mythos, né? Então, por que que o Mythos é tão poderoso? Ele é capaz de fazer tarefas autônomas longas. Ou seja, você chega para ele e fala assim, cara, Eu quero que todo dia às 6 da manhã você levante para mim as notícias mais importantes e você faça uma interpretação dessas notícias como se você fosse o Geoffrey Hinton, que é o padrinho da inteligência artificial, que ganhou o Nobel por causa disso.

Então ela vai ficar eternamente fazendo aquilo, tarefas muito longas. Ou então: eu quero que você crie um filme todo de inteligência artificial para mim contando a história desse roteiro. Aí você faz o upload do roteiro E ele fica ali meses trabalhando. Isso é uma coisa que a inteligência artificial hoje, que a gente usa, ainda tem esse problema. Ele não consegue ficar muito tempo numa tarefa, ele interrompe o serviço antes. O Mythos consegue fazer isso.

E o Mythos, ele consegue também descobrir vulnerabilidades em sistemas de cibersegurança. Isso aí é muito perigoso, porque é mais ou menos o que aconteceu aqui nesse caso da Defesa Civil. Porém, Vilela, deixa eu só É, falar para galera aqui que essa questão da Defesa Civil que a gente teve aqui no Brasil, que é o tema da nossa conversa hoje, pode ser que não tenha sido um ataque hacker muito avançado. Porque tem um perfil no Instagram que é o International Cyber Digest, que é um perfil que trata aí de assuntos da, de cibernética e tal.

Nesse perfil saiu um estudo hoje à tarde falando sobre esse ataque hacker aí do nosso sistema aqui de defesa civil. O que eles disseram foi o seguinte, eu queria depois ouvir sua opinião sobre isso, Vilela. Eles estão dizendo que o hacker não precisou invadir o sistema principal diretamente porque ele usou a própria senha e os acessos que foram roubados de um funcionário do governo que trabalhava com infraestrutura de tecnologia da informação.

Esse funcionário fez várias coisas erradas. Por exemplo, ele usava um computador gamer da casa dele que tinha até luz RGB para trabalhar em coisas secretas ali, sigilosas do governo. Ou seja, vulnerabilidade. Segundo, ele tava rodando Windows 7, que é um sistema antigo, que nem sem suporte desde 2020, não tem mais suporte. O computador do cara não tinha antivírus, ele não usava autenticação de dois fatores, e ele tava baixando programas pirateados, Microsoft Office craqueado, jogo hackeado.

Ele guardava senha de VPN do governo no navegador dele. Ou seja, o cara entrou com vírus ali, que é o Info Stealer, roubou tudo do que tinha no computador do cara, senha, acesso VPN, GitLab, e-mail. E o hacker usou essas senhas antigas que ninguém mexia, ninguém trocava há anos, para entrar no sistema de alerta do governo. Que que você achou disso, Vilela?

RVRogério Vilela

Cara, esse é o problema. Você pode colocar o sistema mais seguro possível, colocar travas, colocar criptografia, se tem um idiota qualquer que faz uma besteira, tudo cai por terra, cara, sabe? O cara anota na caixa da pizza a senha, aí vem um cara e descobre. Quantas vezes o pessoal pegou o lixo da galera e descobriu senha, descobriu como acessar alguma coisa, pegou documentos importantes. Então assim, cara, nada, nada é à prova de erro, nada, nada, nada.

E com computador quântico, então a galera tá supondo que esquece banco, esquece senha de banco, esquece criptografia, A própria moeda, a cripto, vai ficar balançada, né? Porque, cara, você embaralhar e colocar senhas e tudo mais, coisas que computadores normais demorariam 100 anos, 200 anos, 1000 anos, em segundos um computador quântico vai conseguir derrubar qualquer sistema. Então assim, a gente vai para um mundo muito louco, que claro que ao mesmo tempo que uma tecnologia avança, os criminosos também avançam, e aí vai uma briga de gato e rato.

Muito fica tentando Bateu outro. Mas é isso, Daniel, sempre vai ter um cara que estraga tudo. É por isso que eu tenho medo de deixar muito poder na mão de um cara. Você pega aquela maleta, né, que todo presidente tem acesso, que lá tem para ele disparar o míssil para o grande holocausto final, né, fazer uma guerra nuclear. Como chama? É basketball.

DLDaniel Lopes

Basketball é o nome da maleta.

RVRogério Vilela

É, eu acho que não é isso, né?

DLDaniel Lopes

Alguma coisa parecida, né?

RVRogério Vilela

Eu acho que é, acho que o Homer é até uma coisa parecida com isso, né? A maleta de basquetebol, não sei, alguma coisa assim, cara. Tá na mão de uma pessoa, só que aquilo pode ser acessado por outra pessoa. Não sei, cara. Lembra de Jogos de Guerra, aquele filme baseado numa guerra nuclear que quase aconteceu nos anos 80?

DLDaniel Lopes

Eles falaram de nuclear football, é futebol mesmo.

RVRogério Vilela

Nuclear Football, alguma coisa assim. E teve aquele filme de guerra, Jogos de Guerra, né, que é baseado numa guerra que quase aconteceu, que os caras captaram ataques russos de mísseis nucleares que nunca foram disparados, e quase que os Estados Unidos devolve esse ataque, que é um ataque falso. Imagina, ia começar uma guerra por um erro de computador, né?

DLDaniel Lopes

Não, loucura. Você tava falando, né, que não adianta ter o sistema mais protegido se o cara faz uma barbeiragem dessa, né? Eu me lembrei do filme Jogador Número 1. O vilão, né, que era o— esqueci o nome do cara lá, que é o— esqueci o nome dele, acho que é Sorrento, né? Ele tá numa sala fazendo uma reunião. Aí a imagem da football aí, que é a maleta com os códigos nucleares, né?

RVRogério Vilela

O fim do mundo tá dentro dessa maleta, e a decisão do se o mundo sobrevive ou não tá contida nessa maleta.

DLDaniel Lopes

Exato. E esse filme, Vilela, que você citou, é aquele filme que o Idris Elba faz o papel do presidente americano? É esse? Você citou?

RVRogério Vilela

É com carinha do Curtindo a Vida Doidado, ele que consegue pedir a guerra nuclear.

DLDaniel Lopes

Ah, mania!

RVRogério Vilela

Matthew Broderick, né?

DLDaniel Lopes

Não é porque eu lembrei do filme recente que é uma simulação como se os Estados Unidos tivesse sendo atacado pela Coreia do Norte, e aí eles vão tentando, cara, esse filme, eu sempre esqueço o nome desse, Contagem, alguma coisa, Casa de Dinamite.

RVRogério Vilela

O Romero tem que ajudar a gente aí, né, Romero?

DLDaniel Lopes

Pô, dá uma moral aí, Romero!

RVRogério Vilela

Cadê você, Homer? Acha o nome do filme para gente aí.

DLDaniel Lopes

Vou por aqui, vou colocar aí no filme.

RVRogério Vilela

Tá bom, tá bom, cara.

DLDaniel Lopes

Esse filme, cara, é tão tenso que eu fiquei com dor no pescoço por causa desse filme, cara. E eu não assisti pensando assim, caramba, estou tenso. Eu fui assistindo, falei, ah, legal. Aí eu terminei, foi, caraca, vai chegando, né?

RVRogério Vilela

É, você vai chegando, o ataque, ele quando sai o míssil Você não sabe muito bem onde ele vai cair. E eles vão reduzindo essa área, né? Esse range, né, de onde pode cair. Chega um ponto que fala: "Puts, vai cair em Chicago." Porque até então ele pode cair em vários lugares. Aí quanto mais ele chega perto dos Estados Unidos, ele vai reduzindo aonde ele pode cair. E aí é casa de dinamite. Aí os caras veem que vai cair em Chicago.

E aí os caras estão no desespero. O que faz? Evacua a cidade? Dá tempo? Não dá tempo? E os caras tentam fazer aquele ataque para destruir o míssil no ar, que os caras falam que é como acertar uma agulha no palheiro, né, cara?

DLDaniel Lopes

Cara, não, é muito interessante. Eu não tinha essa percepção porque no filme, eu não sei se é no filme, é no livro Guerra Nuclear, que é da Annie Jacobsen, que foi lançado no Brasil acho que no início desse ano. Eu tinha acabado de comprar o livro em inglês, aí Falou, lançou em português. Falei, puxa, vou ter que comprar. Eu tenho os dois, né, o inglês e português. Eu não sei se é no livro ou se é nesse filme, parece que o filme foi inspirado no livro.

É o míssil balístico intercontinental. Depois eu pedi até o Romy me ajudar aí. Parece que ele viaja numa velocidade tipo 10 vezes uma bala de um revólver. Aí você fala, peraí, meu irmão, um míssil que é do tamanho de um prédio, ele tá viajando a 10 vezes a velocidade da bala? Como é? Então como é que eu vou interceptar um negócio desse? Mas eu não tinha essa noção.

RVRogério Vilela

É o exemplo que o cara lá dá no filme, no filme, é como se alguém atirasse e você tem que com outro revólver atirar e a sua bala acertar naquela bala e desviar aquela bala. Ou seja, qual é a chance, cara?

DLDaniel Lopes

Cara, é muito louco, né?

RVRogério Vilela

Ele falou que é menos de 30%, cara, era uma chance muito baixa de acertar. E o cara de defesa fala: meu, eu não sabia disso, cara, agora? Eu falo: não, tá tudo no relatório. Fala: mas eu não leio essas coisas, você tem que me falar.

DLDaniel Lopes

Pô, o negócio é 10 mil páginas lá, o cara vai parar para ler, né? Não, é isso, é muito louco. Eu fiquei imaginando um míssil balístico daquele tamanho viajando mais rápido que uma bala. É muito louco isso, cara.

RVRogério Vilela

E aí você lança outro míssil balístico para tentar interceptar aquele. É, para bater nele numa trajetória de parábola, sei lá, né, qual que eles fazem, devem fazer Eles vão para fora da atmosfera, né? Chega na atmosfera e cai.

DLDaniel Lopes

É absurdo, é louco isso aí. Tecnologia muito louca. É super louco. Mas voltando àquele detalhe que você tava falando, que não adianta você ter uma cibersegurança melhor do mundo e o cara fazer uma barbeiragem, né? No filme Jogador Número 1 acontece isso, porque o garotinho lá, que é o Wade, né?

RVRogério Vilela

Que é o Livro, não lembro direito, cara.

DLDaniel Lopes

Ele entra numa transmissão do vilão E ele consegue enxergar o cenário onde o vilão tá. E ele tem uma cadeira super especial que ele usa para entrar no mundo virtual lá. Ele tem na lateral do assento, ele tem um papelzinho colado com a senha. O garoto conseguiu ler a senha. E a gente acha que isso é muito louco, mas não, isso existe no mundo real, né?

RVRogério Vilela

Verdade. Verdade, é o cara que coloca a senha aniversário do filho, o nascimento do filho, ou é uma relação com cachorro quando morre. Cara, os cara conseguem descobrir, não tem jeito, não tem jeito.

DLDaniel Lopes

São erros elementares, né?

RVRogério Vilela

É, então, Vilela, se tiver um humano por trás, vai ter chance de ter erro.

DLDaniel Lopes

Pode ter essa barbeiragem. E aí, o que que aconteceu agora, voltando àquele negócio da Anthropic que eu tava falando, do Mythos, né? O governo americano, que que ele— o governo americano não, perdão, Anthropic, que que ela fez? Ela pegou o Claude Mythos 5 e fez uma versão mais segura dele, que é o Fable 5. E eles lançaram o Fable 5, que é um negócio que tinha ali uma capacidade também gigantesca. Só que se o cara chegar e começasse a fazer prompt, eu quero criar uma nova arma biológica, aí ele trava.

Ah, eu quero usar, eu quero que você me ajude a criar uma bomba atômica. Ele trava. Se você começasse a fazer prompts ali para o mal, ele travava. Então ele tinha um monte ali de limitações, né? O Stable Diffusion 5 é uma versão ali com vários classificadores de segurança, né? Então as questões pesquisadas, como eu tava falando, na área de cibersegurança, de biologia, de química e destilação de modelos, ele travava, né? Só que aí o que que aconteceu?

Alguns usuários começaram a encontrar jailbreaks para o Fable 5. Ou seja, eles pegaram essa versão mais segura e transformaram a versão segura na versão perigosa. E aí houve uma intervenção recorde do governo americano. 3 dias após o lançamento do Fable 5, Departamento do Comércio dos Estados Unidos, eles primeiro pediram para eles resolver esse jailbreak, né, esse hackeamento do programa. E aí o Dario Amodei, que é o CEO da Anthropic, falou: não, isso aí não é nada demais.

Aí os Estados Unidos falou: ah, não é nada demais não? Então tá proibido o sistema. Então o Departamento de Comércio dos Estados Unidos emitiu uma ordem de controle de exportação emergencial dizendo que ninguém fora dos Estados Unidos poderia usar essa ferramenta. E eles alegaram que os caras conseguiram contornar as barreiras de segurança, fizeram jailbreak que permitia esse modelo ser usado de forma super perigosa, inclusive em questões de cibersegurança.

Vilela, isso acontece exatamente alguns dias antes da gente acontecer essa invasão da Defesa Civil no Brasil. É claro que vai ter gente vai perguntar, pô, será que algum malandro usou esse Fable 5 aí para invadir a Defesa Civil? Só que parece que nem precisou, né, porque o cara tava usando um PC gamer baixando jogo craqueado e baixando um monte de, baixando ali Word, né, Microsoft Office falso. Então acho que nem precisou, né, velho?

RVRogério Vilela

Pois é, cara, que história bizarra. Se foi isso mesmo, se for confirmado, como que o cara conseguiu hackear, conseguiu invadir, cara? É muito absurdo. Mas ninguém, cara, não chegaram em ninguém então ainda. Aí no Brasil?

DLDaniel Lopes

Cara, até esse momento, a última versão que eu vi, não sei se a galera aí da, o Homer, o pessoal pode me ajudar, eles estavam falando que a investigação tá correndo em sigilo e eles estão suspeitando que pelo menos um adolescente teve participação nisso. E a gente vê um pouco algumas mensagens, né, porque o cara mandou umas mensagens trolando, zoando, né? Ah, bando de vacilão! Tô mudando as palavras aqui para não falar palavras de baixo calão.

Mas é coisa que você vê que é de garotada mesmo, né? Ah, nem sabia que ia ser fácil assim e tal.

RVRogério Vilela

Comigo, vê se acha essas imagens foram disparadas não só de misantropia, mas de ataque alienígena, alguma coisa. Tem essas telas daí do que o pessoal recebeu também, né, para mostrar as variações.

DLDaniel Lopes

Beleza. Então assim, até onde eu sei, não acharam a pessoa, né? Mas também Como tá correndo em sigilo e é um caso sério, uma vez que a gente tá tratando de lei de segurança nacional, lei antiterrorismo, porque o cara hackeou um sistema seríssimo de segurança nosso, né, da Defesa Civil, para gerar um caos, gerar um terror na sociedade. Então, lembrando aqui, pena de 12 a 30 anos. Então não é brincadeira não, negócio sério, né? Porque existe um pouco isso também, né, Vilela?

Hoje em dia A galera acha que internet, sistemas cibernéticos e tal, é tudo um universo sem lei, sem regra, é uma brincadeira generalizada, né?

RVRogério Vilela

O cara xinga todo mundo, desconectado da realidade. Já deixou de ser entendido assim, né? É, já a galera já entende que a internet é uma extensão da vida real, né, cara? Que o crime que você comete na internet, não, ele é igual a um crime que é cometido aqui na vida real, porque, cara, as pessoas estão lá. Então, assédio, uma mentira, uma calúnia é a mesma coisa, cara. A mesma coisa não, pior, né? Você tem um alcance muito maior do que você contar uma mentira no seu ambiente de trabalho e contar uma mentira numa rede social com milhares ou milhões de seguidores, né?

DLDaniel Lopes

Para reverter isso aí, o dano é muito difícil, né? Para você calcular assim, é 'Ah, vou entrar com uma ação de danos morais.' Mas, cara, é difícil você comparar dano moral com uma mentira falada no ambiente de trabalho com algo disseminado para milhões de pessoas na internet, né? É bem diferente. Aí, ó, uma das imagens, né? O cara botou o A como a letra 4, né? Misanthropia, ele usou 4 como a letra A, né? Só fazer um adendo: eu recebi uma mensagem dessa, foi igualzinho, cara.

E tocou o alarme alto? Cara, foi muito alto. Meu celular, ele só fica tipo no silencioso e tocou um alarme muito alto, parecia que tava caindo um míssil nuclear. Ah, caramba, que susto é esse, cara? Aí minha mulher também, o celular dela também tocou e era a mesma mensagem, cara. Lá em casa eu tenho um celular que eu uso só para fazer live, né? Esse celular das lives, eu vi depois de manhã que tava nele a mensagem, mas no meu não chegou.

Teve gente que recebeu, né? Teve gente que não recebeu, não sei qual foi o O critério: minha filha recebeu, minha esposa não recebeu. Então assim, quem recebeu disse que foi um barulho muito fora do normal, né? Foi um negócio.

RVRogério Vilela

Você achou outras imagens?

DLDaniel Lopes

Não, eu só tô das pesquisas aqui que eu tô fazendo, só vi essa mensagem. Tô ainda fazendo uma pesquisa aqui, se tiver mais eu coloco na tela, mas talvez, né, print e tal. Fala aí, Vilela, fica à vontade.

RVRogério Vilela

Não, não, eu ia pedir só esses prints e ver se também o Homer, se tem alguma pergunta, alguma questão em relação ao que já foi falado aqui. Tem muita gente citando, viu, o projeto Blue Beam. Tem alguma coisa a ver, você acha?

DLDaniel Lopes

Não, projeto Blue Beam vai ter mais a ver com uma falsa invasão alienígena que pode acontecer na quarta-feira no jogo Brasil, que o projeto Blue Beam é um projeto que trata de hologramas que podem ser usados para forjar uma invasão alienígena.

RVRogério Vilela

Tá, fala, Romer, tem alguma coisa aí?

DLDaniel Lopes

Ah, tô ainda fazendo as pesquisas aqui, mas de pergunta, tem uma pergunta aqui do Vila Nova. Ele mandou o seguinte, ó: com o IA e a computação quântica, até que ponto a segurança cibernética resistirá esses supercomputadores quebrarem milhões de possibilidades em segundos. Então, cara, eu entendo que esse negócio da— acho que é Kill Day, né, que eles chamam, que é o dia que a computação quântica vai conseguir superar qualquer criptografia.

Cara, isso é um problema gigantesco, né? Porque como é que você vai ter conta bancária? Como é que você vai ter senha de rede social? É realmente um negócio hiper preocupante, né? Porque a computação quântica, Vilela, não sei se você já parou para pensar, para estudar isso, e a galera, é porque quando você fala de sistema cibernético, você fala de bits, né? O bit é o 0 e 1, que é aquela, a maneira mais simples para você reduzir, a simplicidade maior, um sistema, né?

Você reduz, por exemplo, um filme de 2 horas de duração a um monte de zerinho, né? Você reduz um livro inteiro ou todas as bibliotecas da humanidade a 0 e 1. Aí você tem aquela tabela ASCII, né, que a tabela de equivalências e tal. Então, através dos bits ali, né, com uma sequência de 8 zerinhos e 1, você vai montando o byte, depois o kilobyte, megabyte, gigabyte, por aí vai. Então é assim que as coisas são, as informações são trocadas, reduzindo tudo, desde textos e imagens, informações, a zerinhos e uns.

Agora, quando você tem a computação quântica, não é mais 0 e 1. Entra um pouco aquela ideia que você falou do gato de Schrödinger, né? Em vez de ser só 0 e 1, ele pode ser 0 ou 1 ao mesmo tempo. Então você consegue transportar ou computar uma quantidade de informação infinitamente maior do que você consegue com os bits normais, né? Esse bit quântico é chamado de qubits, né? É letra Q junto ao bit, né? Então é quantic bits, são os qubits.

Então, Vilela, isso dá uma capacidade de computação que você consegue tentar, por exemplo, tentar invadir um sistema com uma cibersegurança de alto nível, você demoraria 100 anos, você faz em 100 segundos. Então assim, é um negócio extremamente louco, é um ponto ali de não volta, né? Um point of no return, que pouco se fala, mas não se tem ainda uma solução muito sólida para isso, né? Inclusive tem uma coisa muito curiosa, Vilela, que— Vilela, você foi na Sagrada Família já lá em Barcelona? Chegou aí?

RVRogério Vilela

Já, já, já. Ela acabou de ser completada agora, né?

DLDaniel Lopes

É, fizeram uma torre nova lá. Eu tive lá recentemente, cara, eu não sei se foi em abril, maio, né? Fui com a família lá, foi legal para caramba. Porque eu tinha ido muitos, 20 anos atrás, né? E aí eu voltei agora, foi bem legal. E lá, eu não sei se você se lembra, tem um museu ali onde mostra os projetos, né, do Gaudí. E tem um projeto que ele fez que é de cabeça para baixo, né, que são com pezinhos pendurados no teto. E aí as linhas vão montando a estrutura das torres da catedral.

E aí ele bota um espelho, você vê Aquilo que tá de cabeça para baixo você vê de cabeça para cima. Se você puder achar aí para gente, homem, essa estrutura aí da Sagrada Família é bem interessante. Mas por que que eu tô citando isso? Porque pensando nessa estrutura que o Gaudí fez da Sagrada Família de cabeça para baixo, eu me lembrei do computador quântico, né? O computador quântico, ele é estranho porque ele fica pendurado também no teto assim, ele ele vem para baixo, né?

Em vez de ser um, em vez de você ter uma estrutura que é de baixo para cima, né? Você já viu essa imagem, Vilela, dos computadores quânticos pendurados?

RVRogério Vilela

É famosa, é famosa. O Sacani falou que aquilo é só estrutura de resfriamento, né? Porque ele precisa trabalhar numa temperatura muito baixa, e que o computador mesmo não é, não é aquilo lá. Aquilo lá é todo o sistema de esfriamento dele, né, de deixar ele trabalhar numa temperatura muito baixa. Sim, ele realmente não tem aquele formato, mas ele pode achar. E computador quântico, ele vai achar essa imagem meio dourada, umas coisas penduradas, é meio famosa essa imagem.

DLDaniel Lopes

Então o que é interessante é que algumas representações artísticas da Torre de Babel se assemelham muito a esse desenho do computador quântico. E aí, que que a galera vai falar na piração? Que o computador quântico É semelhante ao projeto que Nimrod fez na época da Torre de Babel. Porque no capítulo 6 da Bíblia, que vai tratar dessa história, a Torre de Babel é construída e Deus decide interferir, interromper a construção, porque Deus fala na Bíblia: desçamos e confundamos a língua dos homens, porque se eles fizerem isso não haverá nada impossível para eles.

O Rômulo colocou aqui aquele negócio que eu falei da da estrutura da Catedral da Sagrada Família, entendeu? Que ele pegou linhas com pezinhos e ele colocou do teto para cima, capitalizando em cima da força da gravidade. E aí ele coloca um espelho embaixo, e aí você vê na posição certa, né? Então é como se ele imaginou as torres da Sagrada Família como se fossem sendo atraídas para cima, atraídas para o céu, né, atraídas para Deus.

Assim como a força da gravidade atrai as coisas para baixo, a torre, as torres, né, são algumas torres ali, invertem isso, né. E realmente, galera, quem não teve essa oportunidade de visitar, obrigado aí, tá, pessoal. Se vocês puderem agora achar a imagem do computador quântico, talvez até já bota assim, se for possível, é computador quântico Torre de Babel, porque tem algumas imagens que já botam do lado do outro. Voltando aqui a essa ideia da computação quântica ser a nova Torre de Babel, porque quando Deus fala que se eles concluírem esse projeto não haverá nada impossível para eles, parece que as lendas que os caras contam é como se naquela época os caras já tivessem desenvolvendo algo semelhante ao que hoje a gente entende como computação quântica, inteligência artificial, que poderia achar solução para todas as coisas.

E e dar ao, aquele que controla isso, um poder quase divino de criar coisas e entender a estrutura, a estrutura última do universo, né? Como é que realmente a realidade física, realidade quântica funciona para poder perverter o universo ou criar novos universos. Que que você acha dessa ideia maluca aí, Vilela? Hoppers is now available on Disney+. You could say that again. Critics are calling it Pixar's funniest movie ever and a wildly entertaining ride. Blizzard potato. It's certified fresh and verified hot. Now we party.

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RVRogério Vilela

Oh, cara, é assustador no mínimo, né? No mínimo, no mínimo assustador. Tem tudo a ver com o que a gente tá falando hoje e que a gente vai ter em meses. Cara, tem muita gente falando muita coisa e fica difícil saber o que é verdade, o que é especulação e o que estão fazendo. A imagem famosa do computador quântico, tá vendo? Toda essa estrutura parece uma torre invertida, né? Esse monte de fio, muito louco, cara. E fica difícil saber então o que é verdade, o que é especulação, né?

Em que ponto a gente tá também no computador quântico. Que ele tá, para que que ele tá sendo usado. Mas imagina essa singularidade já ter sido atingida e a gente não tá sabendo, e já tá, e os efeitos já estão acontecendo, e a gente nem tá sabendo que tudo isso está sendo manipulado, né, cara? Eu gostaria de não viver nesse mundo ainda não, surreal, né?

DLDaniel Lopes

Agora, que que é, o que que eu vou associar aqui que você já até apontou A gente, a gente vai ter eleição no Brasil esse ano, né? Tá chegando aí dia 4 de outubro. E se os caras se esmarem de usar essas maluquices aí para embaralhar as eleições? Você já imaginou que maluquice seria você perverter o sufrágio ali, o povo escolhendo seus líderes com esse nível de tecnologia insano que a gente tá vendo? Isso é um problema que ficou ainda mais estranho e tal aí conspiratório, mas tá vindo de uma fonte ali que tem conhecimento de causa.

A gente sabe que Elon Musk, dos 13 ou 14 filhos que ele tem, só um foi feito por vias normais. Os outros foram todos fabricados por fertilização in vitro, naquilo que virou uma moda no Vale do Silício, que são os super bebês do Vale do Silício, em que os caras não— eles até têm relações com as mulheres e tal, e com os homens, mas eles não— os filhos que nascem são engenharia genética, né? Eles usam não apenas as fertilizações in vitro, mas também até barriga de aluguel, né, que eles chamam de surrogates.

Inclusive tem um filme, o nome do filme é isso, é exatamente isso, Surrogates, que eu acho que é, se eu não tô enganado, é o do Bruce Willis, é o Substitutos, não é?

RVRogério Vilela

É Substitutos, baseado numa história em quadrinhos.

DLDaniel Lopes

Filme sensacional também para galera poder assistir.

RVRogério Vilela

Para quem tá achando aqui, como Vilela sempre alerta, Que isso aqui é um negócio doente, tão velhinho, eles ficam numa incubadora lá e tem uma versão nova dele saudável, tipo de um robô, sei lá, alguma coisa que é o avatar deles que vive a vida por eles. E através de cabos e sensores eles têm todas as sensações que aquele avatar dele tá vivendo. Eles têm, eles velhinhos estão tendo esse corpo jovem, tal, uma coisa parecida também com Avatar também, né?

DLDaniel Lopes

Não, o que é interessante nesse filme, um aspecto assim de operação psicológica, é que o cara que era contra essa ideia deles usarem esses robôs, que eu não me lembro o nome do personagem, mas ele é um cara meio rastafari, meio dread, né? Tá aí a imagem aí do Bruce Willis no filme. Tem um cara que ele se diz ali um cara da resistência, ele acha errado os homens pararem de se relacionar de forma direta, orgânica, presencial, e ficarem usando esses surrogates, esses substitutos, né?

E aí o cara sai na rua, começa a fazer um monte de protesto, e é claro que ele se apresenta como alguém de carne e osso. Ele fala: eu sou alguém de carne e osso, eu tô aqui porque eu sou contra isso. Mas de repente alguém dá uma paulada nele e vê que aquilo é um robô também, que tava sendo manipulado, né? Aí é interessante.

RVRogério Vilela

Plot twist do plot twist.

DLDaniel Lopes

É, aí é interessante você ver essa questão da oposição controlada, né? Que às vezes o próprio sistema coloca uma oposição para satisfazer aqueles que estão insatisfeitos. E essa frase é interessante, né? Satisfazer os insatisfeitos. Porque sempre tem uma galera insatisfeita com o sistema, e o sistema, sempre muito sábio, ele já entrega uma satisfação para essa galera. Ó, tem um movimento de resistência aqui, integra esse movimento.

RVRogério Vilela

Matrix faz isso, né?

DLDaniel Lopes

Exato.

RVRogério Vilela

O meu grupo de controle Tem um grupo de controle que eles têm que liberar esse pessoal, tem que ter um pessoal revolucionário, senão não funciona. Quando eles fizeram aquele mundo perfeito, onde tudo era perfeito, colapsou, porque ninguém aceitou aquela realidade totalmente perfeita. Então tem que ter uma realidade falha para ter grupo de resistência, pessoas que acordem, que despertem, que contestem aquilo e que vão tentar derrubar o sistema, né? Faz parte de Tudo isso é programado.

DLDaniel Lopes

Mas aí o sistema vai sempre regurgitando essas resistências e usando a seu próprio favor. É tipo você tem o Che Guevara que é contra o sistema, mas você tem um sistema vendendo camiseta do Che Guevara, ganhando dinheiro em cima dela. Exato, exato. É contra o capitalismo, mas o capitalismo regurgitou o Che Guevara. Então isso é interessante também para a gente ficar atento. Agora, voltando à questão das eleições, É, porque que eu tô falando disso?

A última mulher que a gente sabe que teve um filho do Elon Musk por fertilização in vitro era uma ativista americana de direita, que agora é de esquerda, ela virou de lado, que é Ashley Sinclair. E ela, o Elon Musk começou a dizer para ela, eles estavam namorando na época das eleições dos Estados Unidos, no dia que aconteceram dia 5 de novembro de 2024. Eles estavam juntos ali, e quando ela começou a chegar perto de ter o filho, o Elon Musk começou a dizer para ela que ela teria que esconder a gravidez e ninguém poderia saber que ela tinha sido mãe de um dos filhos do Elon Musk, tá?

A foto dela aí, da Ashley Sinclair. Ela era, ela trabalhava com o Charlie Kirk lá no Turning Point USA, né? E ela O que que aconteceu? Ela chegou para o Elon Musk e falou: eu não vou esconder meu filho não, eu vou abrir para todo mundo que eu tenho um filho seu. Ele falou: não, mas não pode, tal, não sei o quê. Eles brigaram e ele tá pedindo a guarda do filho, tá uma briga terrível. Ela tá dizendo que ele não, ele não tá pagando pensão do filho e tal.

E ela deu uma louca lá, começou a contar um monte de segredos, um monte de podres do Elon Musk. Ela disse, e ela mostra essas mensagens, que ela trocou com Elon Musk, Elon Musk na véspera das eleições americanas, falando que tava chegando a hora dele soltar uma anomalia na Matrix que seria tão bem feita que ninguém ia perceber. Ou seja, ela está insinuando que o Elon Musk interferiu nas eleições americanas favorecendo Donald Trump, inclusive isso para além dos 250 milhões de dólares que ele colocou na campanha do Donald Trump.

E aí a coisa vai ficando muito mais louca porque chega um ponto na conversa que ela mostrou em entrevistas ali, o próprio celular com essas mensagens, ele dizendo que isso seria feito através de satélites que ele tem. Porque ele tem, ele falou, tem um 10, mais de 10 mil satélites. Meus satélites conseguiriam, dentro dessa interpretação, interferir nas eleições. Você já imaginou, Vilela, a gente pensar inteligência artificial, jailbreak, computação quântica, isso tudo num mundo de eleição?

Como é que isso pode perverter reverter o próprio conceito de democracia? Que que você acha aí, Vilela?

RVRogério Vilela

É, cara, eu primeiro queria que isso daí vazasse logo para a gente saber, né, o que é, sobre o que que a gente tá lidando, né, como que o Elon Musk fez essa mudança na eleição. Não duvido não, cara, não duvido. A gratidão e o cargo que o Trump colocou ele após vencer a eleição mostra que ele tava em dívida com alguma coisa realmente com Elon Musk. Depois eles vão brigar, depois fazem as pazes de novo, mas alguma coisa aconteceu realmente nessa eleição aí.

E Elon Musk, ele teve uma participação muito grande nisso. Inclusive, a compra do X faz parte, eu acho que, dessa— não só para treinar a inteligência artificial dele, mas também para vencer, ajudar a vencer essa eleição, né.

DLDaniel Lopes

Então, quando o Trump tava se candidatando em 2024, alguns democratas estavam dizendo, levantando assim informações meio estranhas dizendo o seguinte: se o Trump— e colocando medo nas pessoas— se o Trump entrar, nunca mais ele sai. Acho que ela falou: como assim? Como é que nunca mais vai sair? Parece que eles estavam insinuando exatamente isso, que se ele entrasse com ajuda do Musk, com toda a galera do Vale do Silício, eles iam dar um jeito do Trump e dos seus apoiados sempre estarem no poder.

Então é algo que é preocupante nesse universo que a gente tá tratando aqui de sistema de defesa civil ser hackeado. Isso é o de menos. Isso, os caras começam a hackear o próprio, as próprias disputas, não em países menores, mas a gente tá falando do país mais poderoso do mundo, que tem a capacidade nuclear de destruir o planeta Terra, rachar a Terra no meio. Então assim, é um negócio extremamente preocupante que eu acho que tem sido pouco falado, porque você mesmo falou alguns minutos atrás, falou que é muito preocupante você deixar muito poder na mão de uma única pessoa.

O Elon Musk não apenas é o primeiro trilionário da história, primeiro oficialmente, né, porque o pessoal que vende entorpecente aí e vende pessoas e pedaços de pessoas aí já passou dessa, desse montante há muito tempo. A galera que eu digo que é os setores que não emitem nota fiscal, né, A galera que não emite nota fiscal já passou de 1 trilhão muito tempo, mas agora dos que emitem nota fiscal, Musk é o primeiro trilionário. E o cara tem uma empresa espacial, ele, essa empresa espacial, os próprios foguetes você pode transformar em poucos minutos no míssil balístico intercontinental.

Ou seja, esse cara tem um arsenal nuclear já na mão. Esses foguetes colocam satélites do Starlink no espaço que podem espionar a humanidade inteira. Esses próprios foguetes da SpaceX mandam também equipamentos bélicos secretos da Space Force, que é a força espacial norte-americana, para o espaço. O cara tem os carros elétricos mais vendidos do planeta. Não sei se você sabe disso. Para a gente aqui no Brasil é algo difícil de você entender, porque a gente não vê muitos carros da Tesla na rua, mas os carros da Tesla são os carros mais vendidos nos últimos 3 anos no mundo, que é um mercado extremamente competitivo.

E com uma barreira de entrada gigante. Você hoje pensar: ah, quero investir numa empresa nova, ah, vou abrir uma empresa de automóvel. Meu irmão, é um mercado difícil para caramba para tu competir ali, tem uma barreira de entrada monstruosa. Ele entrou e venceu, ele tá em primeiro lugar. Então ele já tem uma das maiores redes sociais do mundo, os carros elétricos mais vendidos do planeta, rede social aí também, né, que como a gente citou, é a empresa de satélite, a empresa de implante, a empresa de viagens espaciais.

Então esse cara chegou num ponto não apenas de quantidade de patrimônio na mão, mas quantidade de ferramentas tecnológicas que ele pode fazer coisas que eu acho que só Deus não duvida, né, Vilela? Que que você acha disso?

RVRogério Vilela

É muito poder, muito poder realmente na mão do Elon Musk. Eu não sei nessa corrida aí como estão os outros caras, né? Quem que você colocaria nos caras mais poderosos hoje em dia? Da tecnologia que a gente saiba, né?

DLDaniel Lopes

Então, são, tem os que, os mais aparentes, né? Jeff Bezos da Amazon, que também tem Blue Origin, também tem a empresa espacial. A duplinha lá, os sócios, que é os sócios da Alphabet, que é do Google, né, que é o Larry Page, o Sergey Brin. A gente tem o CEO também da Alphabet, do Google, que é o Sundar Pichai, o Bill Gates, obviamente, né? Ou é claro que os respectivos CEOs dessas empresas também. A gente tem o Sam Altman, Sam Altman tá lá no Projeto Stargate.

Inclusive, Vilela, existe o site do Projeto Stargate, que é aquele primeiro projeto que o presidente Donald já anuncia no dia 21 de janeiro de 2025, quando ele toma No dia seguinte da posse, ele anunciou o projeto junto com 3 caras, que é o Larry Ellison da Oracle, que é um desses caras, o Sam Altman da OpenAI e o Masayoshi Ono, que é do SoftBank. Projeto de meio trilhão de dólares para desenvolver ali a inteligência artificial mais poderosa do mundo.

E ele diz que isso seria para não só para guerra, mas também para achar a cura para o câncer e por aí vai. Então esses dois, esses três aí, tirando o Masayoshi Iwano, que é menos conhecido, mas Larry Ellison, obviamente, Sam Altman, né, da OpenAI. Larry Ellison é da Oracle. Oracle é sempre uma empresa que é importante a gente pontuar. A Oracle originalmente era um projeto da CIA chamado Project Oracle, Projeto Oracle, que o objetivo era ter um banco de dados sobre tudo, sobre todo mundo.

E esse projeto rodou muitos anos dentro da CIA E o Larry Ellison foi o cara escolhido para tocar a parte no setor privado dessa empresa. Então ela deixa de ser Projeto Oracle e vira empresa Oracle. E durante 10 anos a CIA foi a única cliente da Oracle, né? Só para você entender, a galera entender a interseção entre a tecnologia mais avançada e o universo da espionagem. Inclusive, a CIA tem uma incubadora de empresas chamada In-Q-Tel Se escreve IN-Q-TEL, onde eles já desenvolveram várias empresas ali dentro.

Uma delas é a própria Palantir Technologies, porque a duplinha lá dos cabeças originais do PayPal, além de toda outra máfia do PayPal, né, que é o David Sacks, entre outros, mas o Peter Thiel e o Elon Musk, foi eles criaram o PayPal. E o sistema de cibersegurança do PayPal é tão poderoso que eles foram convidados pela CIA para desenvolver um sistema ali de monitoramento total da sociedade, que antes era o projeto LifeLog. Vocês podem pesquisar isso tudo.

O LifeLog andava junto com um negócio chamado TIA, que é Total Information Awareness, que era saber toda informação, né, consciência de toda informação. E era um projeto de espionagem total de tudo que tava sendo falado, publicado e conversado nos Estados Estados Unidos. Esse projeto chegou ao conhecimento do governo americano, do Congresso americano. Congresso americano disse que isso era ilegal, tava ferindo a privacidade das pessoas, e por isso cortou o financiamento do projeto.

Foi nesse momento que eles passaram o projeto para o setor privado, tanto para a Palantir Technologies, que surge em 2003. 2003 foi exatamente o ano em que todos esses sistemas de espionagem tiveram que passar para o setor privado. Isso tá no artigo da jornalista investigativa Whitney Webb chamado The Military Origins of Facebook, as origens militares do Facebook. E ela vai defender que no dia seguinte que o projeto Total Information Awareness e o projeto LifeLog foi cancelado, é, o Mark Zuckerberg cria o Facebook.

E isso foi no dia 4 de fevereiro de 2003. E um dos primeiros investidores no Facebook foi o Peter Thiel. Para você entender que o Peter Thiel tá em tudo aí que você pode imaginar. Então, Vilela, eu tô tentando responder a sua pergunta de quem são esses caras poderosos, né? Boa parte deles são muito amigos e muito próximos do Elon Musk, né? Peter Thiel lançou o PayPal junto com o Elon Musk. A gente tem várias outras empresas também dos caras que eram ali da máfia do PayPal, né, dos desenvolvedores originais do PayPal.

Inclusive, Vilela, deixa eu falar um negócio aqui que poucas pessoas, eu vejo poucas pessoas comentando. A gente tem uma estranha curiosidade do fato de que alguns dos caras mais poderosos da tecnologia no mundo, eles têm uma origem sul-africana. Você já parou para pensar nisso? I get so many headaches every month. It could be chronic migraine—15 or more headache days a month, each lasting 4 hours or more. Botox® prevents headaches in adults with chronic migraine.

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RVRogério Vilela

Quaker, official sponsor of FIFA World Cup 26. Let's go! Não tinha percebido isso aí não, cara. Além do Elon Musk, quem mais?

DLDaniel Lopes

O Peter Thiel, ele é alemão, mas ele morou na África do Sul, e aí depois ele vira sócio do Elon Musk. O David Sacks, que é o cara que é também da máfia do PayPal, esse cara é um bilionário também do Vale do Silício e hoje ele é o czar da inteligência artificial e das criptomoedas do governo Trump. David Sacks, esse cara é pouco falado, mas ele tá num podcast famoso dos magnatas da tecnologia nos Estados Unidos que se chama All In Podcast, que é um podcast que eles sempre sentam e comentam esses novos avanços tecnológicos.

E além dele tem um cara que eu não me lembro o primeiro nome dele, mas o segundo nome dele é Botha. Botha é B-O-T-H-A. Se eu puder depois procurar aí, ô Romy, para mim, bota assim: máfia do PayPal, Botha, é B-O-T-H-A. É mais um cara que é sul-africano, que é um dos magnatas da tecnologia no mundo. E o que é estranho, Vilela, é que na África do Sul a gente teve aquele negócio lamentável do apartheid, aquela maluquice toda. Mas no contexto sul-africano surge um projeto de um governo único global através de um cara chamado Cecil Rhodes.

Cecil Rhodes. E esse cara inventa a ideia da Rodésia, né, por isso que é Rhodes, deu origem à Rodésia. E esse projeto de criar um governo único global através da tecnologia é algo que ele emerge ali dentro do contexto sul-africano. Então a Whitney Webb, essa jornalista investigativa, ela vai dizer que boa parte desses magnatas do Vale do Silício que tem origem sul-africana, eles beberam nessas ideias de criar um governo único global do Cecil Rhodes.

E isso tá, isso tá no livro, caramba, deixa eu ver aqui, é Time, eu esqueci o nome do livro, mas já já eu lembro aqui. Você não acha estranho não, Vilela, você ter vários caras sul-africanos que hoje mandam praticamente no mundo? Eles vêm de uma doutrina de um cara loucaço chamado Cecil Rhodes, que tinha essa ideia de ter um governo único global controlado pela tecnologia?

RVRogério Vilela

Eu não tinha feito, nunca tinha feito essa relação não, nem sabia disso. Eu não sei se é porque lá há um estímulo para esse tipo de estudo, não sei, mas pode ser mais do que uma coincidência também, né? Sim, alguma conexão.

DLDaniel Lopes

Sim.

RVRogério Vilela

Como na Índia tem uma concentração muito grande de pessoas na parte de, como que é, astronautica, sei lá, né, na parte de foguetes e tal. Tem regiões que são celeiros mesmo de cérebros em algum, de alguma especialidade, realmente, né.

DLDaniel Lopes

O problema é que esses caras, eles criaram uma sociedade secreta que eu não me lembro o nome exatamente da sociedade, É o discípulo do Cecil Rhodes, o nome da sociedade. Depois eu vou pesquisar com calma. E essa sociedade inclusive deu origem a vários think tanks. Por exemplo, o Council on Foreign Relations tem inspiração nessa sociedade secreta lá da África do Sul. E a Chatham House também, que é um grupo de discussões de alto nível que existem lá na Inglaterra.

Como é que é o nome dele mesmo? É Hiluf Botha. Botha. Então mais um sul-africano. Então depois, quem quiser entrar nessa toca de coelho aí e pesquisar essas sociedades malucas aí, é, dá uma garimpada, porque é um assunto extremamente interessante e que talvez traga, traz para nós ali, tem a capacidade de trazer para nós uma, uma, muitas respostas do que a gente precisa para entender quem que manda no mundo hoje, tá? Então, já que você me perguntou isso, eu tô trazendo esse conteúdo para galera.

Quem quiser pesquisar o próprio trabalho da Whitney Webb, a Whitney Webb vai trazer muitos artigos nesse sentido. E no testamento até do Cecil Rhodes, ele deixou essa visão de forma clara ali, é que o dinheiro dele estava sendo estabelecido ali, ou dedicado, para o desenvolvimento de uma sociedade secreta cujo verdadeiro objetivo era extensão do domínio britânico pelo mundo inteiro, a ocupação por colônios britânicos de todo o continente africano e a recuperação final dos Estados Unidos como parte integral do Império Britânico, tá?

E aí, depois da morte do Cecil Rhodes, o Lord Alfred Milner, né, e a Rhodes Trust, eles administraram a fortuna do Cecil Rhodes. Eles criaram as bolsas de estudo, né, Rhodes Scholarship, que até hoje patrocinam muitos jovens líderes ali para estudar em Oxford. E aí eles criaram o Round Table Movement, que foi fundado em 1909, que é o grupo mais próximo dessa ideia do Cecil Rhodes. Que é uma rede ali semissecreta, né, de discussão com ramificações ali em vários domínios, né, britânicos e tal.

E eles têm ligações com, como eu falei, com a Chatham House, que é o Royal Institute of International Affairs, e o CFR, o CFR, que é o Council on Foreign Relations, que são grandes think tanks aí que dominam o mundo. E o livro que trata dessa história é o de um professor da Universidade de Georgetown. Lembrando, pessoal, isso aqui é zero teoria da conspiração, Tudo documentado, tá? Inclusive, meus amigos, deixa eu dar um recado muito sério aqui para vocês.

Sempre que você for classificar algo como teoria da conspiração, lembre-se que teoria da conspiração foi um termo celebrizado pela CIA para tentar descredibilizar todos aqueles que estavam dizendo que a própria CIA que tinha matado John Kennedy. Então, na Comissão Warren, que é a comissão que avaliou o que aconteceu lá em 1963 em Dallas, no Texas, quando mataram o presidente americano, Todo mundo que levantava essa hipótese de que não foi Lee Harvey Oswald que matou Kennedy, eles falavam: pare com isso, você é um teórico da conspiração.

Ou seja, uma estratégia de silenciamento da verdade. Porque vocês sabem que no meio de uma guerra, de uma polêmica, a primeira vítima é a verdade, né? Então tome muito cuidado, porque se o conteúdo é extremamente fundamentado, se a gente tá trazendo bibliografia aqui que é séria, aí você fala: é teoria da conspiração. Você tá fazendo o papel ali do efeito Dunning-Kruger, né, que é aquela ideia de quanto menos você sabe sobre o assunto, mais você acha que sabe.

O nome do livro é Tragedy and Hope, Tragédia e Esperança, do historiador super respeitado e famoso Carol Quigley, tá. Se escreve Carol Quigley. Se você puder botar aí, Homer, esse livro. Inclusive, esse livro, vou fazer um jabazinho, tem na Livraria Daniel Lopes, tá bom, porque ele é de uma Se eu não tô enganado, ele é da mesma editora que publica os meus livros, que é Editora Vite. E lá na minha livraria tem, mas você acha isso em qualquer lugar.

O nome do livro é Tragédia e Esperança. Tragédia e Esperança, tem em português, do Carol Quigley. E nesse livro, o Carol Quigley, ele descreve a Round Table Society, a Sociedade da Mesa Redonda. Essa é a versão em inglês. Vê se você acha em português Tragédia e Esperança, o mesmo autor e tal. Carol Quigley. Ele, nesse livro, e a gente ficou sabendo dessa história toda por causa desse livro, na verdade são dois volumes, é um livro gigantesco, em português são dois volumes, em inglês é um volumão gigante.

Ele descreveu a Round Table Society como a continuação das ideias do Cecil Rhodes, com um círculo interno que agora eu vou dar para vocês o nome dessa sociedade secreta, que é a Society of the Elect. Ou seja, Sociedade dos Eleitos, e um círculo externo mais público que é Association of Helpers, Associação dos Auxiliadores, né. E muitos veem nisso uma influência ali elitista, né. Agora outros vão falar que Carol Quigley exagerou.

Meus amigos, Carol Quigley é um ex-professor da Universidade de Georgetown, um cara muito respeitado nessa área aí dos estudos, né, da história. E tem um outro livro muito interessante do Robin Brown. Aí, ó, a sériezinha Tragédia e Esperança, né, do Carol Quigley. Uma História do Mundo em Nosso Tempo. Esse é o volume 2, né, são 2 volumes. E acertei, da Vida Editorial, mesma editora que publica os meus livros, né. E nesse outro livro, que é The Secret Society: Cecil John Rhodes' Plan for a New World Order, ou seja, é a Sociedade Secreta, os planos de Cecil Rhodes para uma nova ordem mundial.

É, nesse livro o autor, que é o Robin Brown, ele defende que a Sociedade era real, ela influenciou a Primeira e Segunda Guerra Mundial, o apaziguamento de Hitler, e segundo ele continua— o livro de 2015, não é tão antigo esse novo, né, o do Carol Quigley é mais antigo— esse livro de 2015 defende que a Sociedade continua atuando hoje por meio de redes elitistas. E aí o que é mais interessante, que é importante a gente falar isso antes da gente fechar o programa, um grande escândalo nos Estados Unidos essa semana.

Descobriram que há mais de 20 anos o Peter Thiel chefia uma sociedade secreta chamada Dialogue, e dentro dessa sociedade secreta estão ali pessoas das mais diversas linhas ideológicas. E o objetivo dessa sociedade secreta é organizar, entre outras coisas, ele vai dizer que é para fazer um diálogo amistoso entre a esquerda e a direita, mas existem ali assuntos que são tratados dentro da sociedade secreta sobre dominação global e constituição de uma nova ordem mundial.

É, se fosse eu falando isso, a galera fala: poxa, eu acho que você é teoria da conspiração. Se você consegue achar aí, ô Romer, as notícias, saiu na Forbes aqui no Brasil, saiu em vários lugares falando sobre Dialogue, a sociedade secreta de Peter Thiel. É um dos caras mais poderosos do mundo e que talvez você achasse que sociedade secreta não existia. Ele tem uma sociedade secreta e o objetivo é, entre outros, estabelecer um governo único global, controle mundial.

Aí você fala, Daniel, se é sociedade secreta, como é que você sabe disso? Não sou eu só que Eu sei, tá, todas as mídias estão falando sobre isso. E isso foi um vazamento que um hacker, ele conseguiu acessar documentos desse grupo, mensagens internas deles, e esse conhecimento chegou para galera. Essa é da Forbes, né? E tá escrito ali, ó, é: Dialogue, a sociedade secreta criada por bilionário do PayPal que reúne Musk e a elite global.

Chamar o Peter Thiel de bilionário do PayPal É o que os americanos chamam de understatement, né? Você tá menosprezando o cara porque ele é o dono da Palantir Technologies, que perto do PayPal— PayPal é brincadeira de criança, é ursinhos carinhosos perto da Palantir, tá, pessoal? Então, para você que acha que tudo que acontece no mundo é por acaso, eu dei aqui algumas bibliografias para você, para você entender que Tem grupos ali que tem uma quantidade tão grande de influência, dinheiro e tecnologia que eles são capazes de definir o destino não só de um país, mas da humanidade toda.

Então não seja inocente de achar que tudo acontece por acaso e tenha ideia de que existe uma agenda, existe um plano, como tá muito bem documentado em toda essa bibliografia que eu trouxe para vocês. E aí, Vilela, nem sei se você tá aí ainda, você caiu, tá aí? Porque eu falei para caramba, esqueci que a gente tava num diálogo contigo aqui, peço Perdão, fui ao banheiro, voltei, mas tô escutando aqui.

RVRogério Vilela

Eu queria saber do Romer o que que o pessoal tá achando do papo aí. Vamos encaminhando para as perguntas então, vai lá, Romer.

DLDaniel Lopes

Então vamos lá, tem uma pergunta aqui da Mazinha. Ela perguntou se— ela falou o seguinte, né: eu recebi essa mensagem de misantropia de madrugada e fiquei desesperada achando que era um ataque real. Você acha que esse tipo de coisa pode causar pânico coletivo muito maior do que as autoridades admitem? Com certeza, cara, porque imagina se você recebe um alerta desse falando invasão alienígena, aí você fala: ah, tá de brincadeira, né?

Só que aí de repente você liga a televisão, tem uma imagem de uma nave em cima de um estádio, em cima da Casa Branca, você fala: deve ser, deve ser brincadeira isso. Aí você abre a janela e tem uma nave ali voando no céu do lado da tua casa, aí o negócio vai ficar sério. Não quer dizer que essa nave existe. Pode ser, como foi falado antes aí, hologramas, aeronaves humanas. Então hoje tá muito mais fácil de você criar um pânico global.

Aconteceu um pânico local em 1938, como a gente falou naquela apresentação de Orson Welles da Guerra dos Mundos, do H.G. Wells. É até difícil, né? Orson Welles, H.G. Wells, mas não são parentes não, tá? E se naquela época eles já conseguiram gerar pânico sem televisão, sem internet, sem inteligência artificial, sem computador quântico e sem holograma e sem drone, caramba, imagina em 2026, meu amigo, não é difícil não. Eu vou juntar duas perguntas aqui em uma, que elas têm, né, mais ou menos a ver aqui, né.

Uma do Rafinha e outra do Correndo para Cachorro, né. Eles perguntaram, o Correndo para Cachorro: e se essa mensagem aí foi enviada para desligar o sistema por algum motivo? E o Rafinha, ele perguntou o seguinte: Daniel, você acha que esse tipo de alerta pode ter sido na verdade um teste para ver a reação da população caso algo fosse realmente mais sério? Ó, foi falado algo muito importante aí que eu esqueci de citar, peço perdão a vocês.

Eles começaram a sofrer ataques aí mais ou menos às 11:45 da noite, os ataques foram durando até a 1:30, 1:23 da madrugada, e Os primeiros ataques eles conseguiram frear. E o que que aconteceu na sequência? Foram surgindo novos ataques acessando essas plataformas da Defesa Civil, mandando essas mensagens para todo mundo. As mensagens já estavam em vários estados brasileiros. E aí o que que aconteceu? Eles optaram por desligar o sistema.

Só que aí você pensa, meu amigo, e se desligar o sistema e acontece alguma coisa que a Defesa Civil precisa avisar e o sistema tá desligado? Será que eles fizeram algo de propósito para levar ao desligamento do sistema, para que quando acontecer algo problemático o sistema esteja desligado? É uma pergunta muito interessante que tá sendo levantada. Então foi muito bom ter apontado isso. Agora, se foi um teste, né, de para ver a reação da população, é muito difícil saber.

Provavelmente não, mas não é impossível não. Mas probabilidade é muito pequena de ter sido isso, uma vez que, ao que tudo indica, o cara tava baixando jogo falso ali e Office hackeado e craqueado lá no computador, num computador gamer. Parece que foi uma barbeiragem, né?

RVRogério Vilela

Pois é.

DLDaniel Lopes

Fala aí, Romer, pergunta do Gui Biscoito. A Mazinha, até eu falei aí, minha querida e tal, mas eu não sei se é Mazinha porque ela é do mal, né? Que ela é muito Mazinha, não é boa. Vamos profetizar que a Maizinha é boazinha, né? É Maizinha. A Maizinha, a Maíza, né? Talvez eu possa ter lido errado, mas é Maizinha. Então beleza. Agora é o Biscoito, como é que é? Gui Biscoito: podemos trabalhar com uma realidade como a de Watch Dogs, né, que é um jogo sobre guerra cibernética, em alguns anos?

Com certeza. Eu não joguei esse jogo. Eu também não joguei não, mas especulando em cima do hipotético conteúdo aí do jogo que eu tô imaginando, É, com certeza, porque a gente viu um filme até, pô, rapaz, o Vilela, vê se me ajuda aí. É um filme com o filho do Denzel Washington, aquele que fez o Tenet, que é um negócio de inteligência, de guerra de inteligência artificial, Ocidente versus Oriente, que é tipo, sei lá o nome do filme, negócio tipo Gênesis assim.

A ideia é o seguinte, né? É o início, a origem não é, porque a origem é o inception.

RVRogério Vilela

Vou procurar aqui o nome.

DLDaniel Lopes

Eu vou falar, esse filme eu parei de ver no do meio para o final, que eu tava achando meio chato. Mas esse filme ele trata de um negócio que já tá sendo falado há muitos anos, que é as Artilect Wars, ou seja, as guerras dos artilectos. Antes da gente ter essas ideias de inteligência artificial popularizada É um pesquisador que eu tô puxando lá do fundo do baú aqui do meu palácio mental, tentando lembrar o nome dele. Chama Resistência, filme Resistência.

Resistência. Então esse filme ele vai tratar não apenas das guerras entre Estados Unidos e China usando inteligência artificial, mas ele vai tratar das guerras civis entre as pessoas que são a favor do desenvolvimento da inteligência artificial, as pessoas são contra o desenvolvimento da inteligência artificial, Inclusive, já começa a circular no Vale do Silício que vários desses magnatas estão se mudando para propriedades no interior, propriedades afastadas, ou no caso do próprio Peter Thiel, que a gente falou muito aqui.

Peter Thiel pegou a família toda dele, tirou dos Estados Unidos, levou para Buenos Aires. Eles moram na Argentina agora. Ele comprou uma das mansões mais tradicionais de Buenos Aires, gastou 12 milhões de dólares, e ele tá se estabelecendo na Argentina. Isso é muito interessante, Vilela, porque a gente lembra daquele filme Mountainheads, em que os magnatas da tecnologia escolhem a Argentina para ser o país que eles vão controlar, né?

É um filme meio chato, meio maluco, os diálogos são meio doidos, mas tem um aspecto interessante, né? O elenco é bom, tem o Steve Carell, né? Que para quem conhece The Office ou Todo Poderoso 2, né, entre outras coisas, vai gostar. Então, é inclusive, Vilela, isso é uma coisa que tá sendo muito dita hoje, porque você vê que uma ideia maluca ela começa a ganhar realidade quando você começa a ver sistemas e projetos sendo criados para frear essa realidade.

Você fala para o Daniel, não entendi nada que você falou. Tava começando a circular um boato nos Estados Unidos de que a população americana já tava começando a perceber que a inteligência artificial ia tirar o emprego de todo mundo. Eles estavam começando a ficar contrários à inteligência artificial. Isso era um boato. Só que aí o Eric Schmidt, que é o CEO do Google, bilionário, que já foi patrocinador do J.D. Vance, o atual vice-presidente americano— Eric Schmidt foi dar uma palestra na universidade.

Quando ele falou: vocês têm que amar inteligência artificial, a galera começou a vaiar. E eles ficaram 13 minutos vaiando o cara. Isso foi um sintoma. Logo nessa semana começaram a sair relatórios do Departamento de Defesa nos Estados Unidos dizendo que o Departamento de Defesa, a polícia americana, Exército americano já estão se preparando para conflitos civis da população civil querendo destruir data centers e partir para cima da casa desses magnatas da inteligência.

Para quê? Para se vingar dos caras, porque eles já estão percebendo que esses caras vão tirar o emprego de todo mundo, deixar todo mundo dependente do auxílio governamental ou uma renda básica universal. Então, Vilela, isso é uma outra realidade que tá se impondo nos Estados Unidos e a gente precisa ficar de olho, porque parece que a galera tá começando a entender que o de cima vai subir, o de baixo vai descer. Ou seja, quem é bilionário vai ficar trilionário e quem é classe média tá meio que fadado a virar pau pérrimo aí naquela profecia macabra do você não vai ter nada, mas vai ser feliz.

Então Vamos ficar de olho nisso aí, porque os poderosos já estão se escondendo aí na Argentina e outros lugares. Tomorrow morning is knocking. Stock your fridge now. How about a creamy mocha frappuccino drink? Or a sweet vanilla? Smooth caramel, maybe? Or a white chocolate mocha? Whichever you choose, delicious coffee awaits. Find Starbucks frappuccino drinks wherever you buy your groceries.

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DLDaniel Lopes

Amex Business Gold Card, built for business by American Express. A Patrícia Nogueira, ela mandou mensagem aqui falando o seguinte, ó: muita gente falando em fim do mundo, guerra, apagão, OVNI no meio do mato no Paraná. Porque o ser humano parece tão atraído por tragédias. Então, é, a gente sabe que, por exemplo, domingo, né, ontem eu tava voltando do clube, indo para casa, pensei assim: Cara, é um trajeto que eu faço de 28 minutos, 25 minutos eu tô em casa.

Cara, demorei uma hora. Por quê? Porque tinha um acidente, todo mundo que passava parava para olhar. Por que que o homem tem essa atração? Se você for buscar uma explicação psicanalítica, Freud vai dizer que existem duas pulsões que movem o ser humano: a pulsão de vida, que ele chama de Eros, e a pulsão de morte, que é o Thanatos. E uma trabalha junto com a outra, porque Para você se alimentar, e se alimentar é se nutrir, é prolongar a vida, geralmente você ou você vai ter que matar um animal ou você vai ter que triturar algum tipo de alimento.

Então o dente esmagando a comida ou devorando a carne de um animal, ele é uma morte que gera vida. Então o ciclo de morte e vida, a pulsão de vida, a pulsão de morte, né? E o— ele inclusive tem aquela história psicanalítica, né, que a O orgasmo é chamado de petite morte, né, pequena morte. Então, tudo que é pulsão de vida, libido, tudo que é pulsão de morte, né, o óbito, isso tem uma atração no ser humano, que são pulsões aí que são primordiais, né, se a gente fosse dar uma explicação psicanalítica.

Agora, tem gente que gosta de filme de terror mesmo, né. Tem a pergunta boa, tem pergunta aqui do Chico Linha. Chico Linha, Chico Linha, Linha. Ele perguntou: Daniel, você tem informações sobre o novo lote de OVNIs postados pelo governo dos Estados Unidos? Eu fiquei sabendo, só que devido à pesquisa profunda que a gente teve que fazer por causa desse negócio aí, Defesa Civil, não tive tempo de me debruçar ainda. Essa é uma pergunta para Roni Vernet. Edson Boaventura responderem. Aqui foi, é, semana que vem saberemos, né?

RVRogério Vilela

Obrigado demais, Homer, aí com essas perguntas aí. Ficamos agora para o fechamento da ideia aí, né? Faltou alguma coisa? Recados finais é contigo aí, Daniel.

DLDaniel Lopes

Então, pessoal, a gente não sabe exatamente o que que foi, tá tudo sendo tratado em segredo de justiça, mas o que a gente sabe é: nunca foi tão fácil utilizar inteligência artificial para contornar cibersegurança. Então, cibersegurança é um tema que vai ficar muito em alta nos próximos meses e anos. Então, quando a gente pensa assim, pô, inteligência artificial vai tirar o emprego de todo mundo, meus queridos, procure focar nas áreas que são mais resilientes.

Cibersegurança é uma área que ainda vai ter grande foco, grandes investimentos, muito emprego gerado. Então, não fique de bobeira, faça o seu dever de casa, para você não depender de uma renda básica universal, não depender de uma esmola governamental. Fique de olho naquele tipo de área que vai começar a sair. É a mesma situação do cara que vendia filme fotográfico, mas estava vendo que as máquinas fotográficas de película estavam sendo substituídas pelas máquinas digitais, de cartões de memória, e depois celulares que viraram também máquinas fotográficas.

Não insista naquilo que tá na cara que vai deixar de existir, beleza? Primeiro recado. Segundo recado: você que tá ansioso A Bíblia fala: "Não andeis ansiosos com os dias de amanhã." Se você tem fé de verdade, você não fica ansioso com essas notícias. Muito pelo contrário, você fica até feliz, porque você vê que a Bíblia está se cumprindo. Não é só a parte ruim que está se cumprindo, não. A boa também está se cumprindo, porque Jesus disse que quem for fiel até o final será livre da grande provação que está para vir sobre o mundo.

Então, assim como no Egito, quando vieram as 10 pragas, o povo de Deus ficou protegido ali pelo Senhor, eu digo também para você: se você entregar sua vida a Jesus como seu único e exclusivo Senhor e Salvador, você estará no esconderijo altíssimo, na sombra do Onipotente. Nenhuma arma forjada contra você irá prevalecer, porque você é mais do que vencedor em Cristo Jesus. Então é a dica que eu dou para você: buscar o Senhor enquanto se pode achar.

Inclusive, Lela, eu tô começando aqui uma ideia nova de um projeto novo, que é o seguinte: muita gente às vezes escuta meu conteúdo, fica preocupado, fica com medo, e eu não entendia isso. Por quê? Porque eu tenho minha fé calcada na palavra, e esse tipo de estudo não me gera medo nenhum. Só que eu percebi, cara, nem todo mundo tá nessa posição, nesse momento que eu tô. Então cada vez mais eu quero trazer para as pessoas fundamentos para você não ficar angustiado, não ficar ansioso.

Eu quero fortalecer a tua fé, fortalecer a tua crença e te mostrar que tudo isso está acontecendo, Deus já tinha avisado antes. E ele já tinha avisado que ia acontecer coisas estranhas, mas ele já tinha falado qual era o escape. Então, meus queridos, um grande problema da psicanálise, da psicologia, foi que eles tiraram Deus de cena. Quando Freud começa a falar que religião é uma ilusão, quando ele fala que Deus foi inventado pelo homem, lá em Moisés e o Monoteísmo, Totem e Tabu, no livro sobre as ilusões, no Mal-estar na Civilização, ali tem um problema.

Porque quando você tira Deus, o professor da Universidade de Nova York, Paul Witz, ele diz que você tira Deus da posição de divindade, você começa a fazer culto do eu. Você começa a fazer uma autoadoração, e nós não temos capacidade de ser Deus. Então você começa a adorar um Deus, um Deus de pão, Deus do pau-oco, um Deus que não tem capacidade. É um peso demais ser Deus, né? Quem viu Todo Poderoso lá com Jim Carrey sabe. Então, meus queridos, Vilela, com a sua permissão, cada vez mais aqui nas nossas conversas eu vou começar a encaixar conteúdos assim mais para proteger a sua mente.

Para você não ser aniquilado nem anulado sobre essas notícias estranhas que estão acontecendo no mundo. Porque por um lado a gente não pode tapar o sol com a peneira, achar que tá tudo lindo. Coisa que tem me preocupado muito, Vilela, dados mostrando que a população brasileira nunca teve tão endividada, nunca teve tão ansiosa. Muitas famílias brasileiras deixaram de pagar contas nos últimos meses. Eu tô muito preocupado com isso e eu quero fazer o que tiver à minha altura para te ajudar a não viver endividado e não viver angustiado.

E é claro que para isso eu vou usar o meu conhecimento que eu tenho, não apenas na área de operação psicológica, mas também a minha formação pastoral, porque eu sou pastor e trabalho mais de 15 anos com aconselhamento pastoral, sou especializado em aconselhamento, e eu quero te ajudar você vencer todas essas confusões, seja de relacionamento, da alma ou financeira. Eu quero te dar tudo que eu aprendi para você não viver angustiado, seja pelas notícias negativas do mundo, seja por dificuldade financeira.

Então, na medida do possível, vou passando conteúdos que eu aprendi nesses anos para vocês aí.

RVRogério Vilela

Concordo plenamente. E vamos ajudar esse povo mesmo, Daniel. Por isso que às vezes a gente pede aqui para finalizar com oração, ter essas palavras que você falou. É super importante, que a gente tem que saber, é melhor saber a verdade, mas nada de desespero, né? Nada perdido e a salvação tá em Deus. Então obrigado demais, Daniel. Agradecer a todo mundo que esteve aqui com a gente. Acho que essa live merece muito o teu like, tua inscrição.

Isso ajuda bastante a gente a espalhar essa palavra, espalhar esse podcast para todo mundo. Então obrigado demais. Eu tô aqui nos Estados Unidos ainda, eu tô decidindo quando eu volto aí, se o Brasil passar. Mas de qualquer maneira, talvez eu volte antes aí por causa do meu pai. Tá difícil aqui com ele, né, velhinho cansa. Mas a gente vai decidir, talvez eu volte esse final de semana, talvez eu fique mais um pouco. Então obrigado demais aí.

Daniel para ajudar, para dar essa força de estar aí presente no nosso estúdio. Obrigado, Homer, que eu tô, eu tô com a câmera ligada, viu? Tô vendo o que você faz daí à noite quando vai todo mundo embora, viu?

DLDaniel Lopes

Poxa vida, caramba, não vai me dedurar! Não fala para o meu chefe não, tá?

RVRogério Vilela

Não, não falarei. Fica, fica só entre nós.

DLDaniel Lopes

Homer, faz o que você tem que fazer agora. Bom, agradecer demais para você que chegou no final desse papo. Se não deixou o like, tá panguando, então já deixa seu like, se inscreva no canal, compartilha esse vídeo.. E para provar que você chegou ao final desse papo maravilhoso, coloca aí office pirata. Valeu, pirata! Vilela, cuidado, cuidado, quarta-feira aí, tá? Esse negócio de abdução aí, tá? Ó, fica de olho, prepara a câmera, prepara a câmera.

RVRogério Vilela

Não, se pintar um OVNI, pode ir. Eu tenho a senha aí do nosso canal, eu entro numa live urgente aí, chamo o Romi E a gente vai estar falando assim, vamos ser testemunha ocular e falando o que tá acontecendo, descrevendo. O Homer aí no estúdio chama você, conecta você, a gente vai descrever tudo que vai estar, tudo que tiver acontecendo no estádio.

DLDaniel Lopes

Se eles te levarem para dentro da nave, tu filma também para depois, enquanto eles estiverem fazendo colonoscopia, endoscopia em você, você filma e manda, mostra lá, beleza? Filma tudo, valeu, Vilela.

RVRogério Vilela

Tudo, se os cara tiver bloqueador de celular, que nem tem prisão, né, aí quebra firma. Valeu, valeu demais, Daniel.

DLDaniel Lopes

Valeu, Vilela, fica com Deus aí. Abraço seu pai também, um abração. A gente fica aqui na torcida também, tá bom?

RVRogério Vilela

Tá sendo uma experiência maravilhosa. Vocês podem conferir no Manual da Vida, a gente colocou primeiro o vlog semana passada, depois o programa do Daniel. E hoje, quinta, e essa semana, quinta-feira, vai a segunda parte. Então fique com Deus, beijo no cotovelo e tchau. E que bom que vocês vieram, fiquem com Deus.

DLDaniel Lopes

As opiniões e declarações feitas pelos entrevistados do Inteligência Limitada são de exclusiva responsabilidade deles e não refletem necessariamente a posição do apresentador, da produção ou do canal. O conteúdo aqui exibido tem caráter informativo objetivo e opinativo, não sendo vinculado a qualquer compromisso com a veracidade ou exatidão das falas dos participantes. Caso você se sinta ofendido ou tenha qualquer questionamento sobre as declarações feitas neste vídeo, por favor entre em contato conosco para esclarecimentos.

Estamos abertos a avaliar e, se necessário, editar o conteúdo para garantir a precisão e o respeito a todos. Your next chapter in healthcare starts at Carrington College's School of Nursing in Portland. Join us for our open house on Tuesday, January 13th from 4 to 7 PM. You'll tour our campus, see live demos, meet instructors, and learn about our associate degree in nursing program that prepares you to become a registered nurse. Take the first step toward your nursing career.

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Daniel Lopez

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