Episódios de Inteligência Ltda.

1871 - O SEGREDO POR TRÁS DO FILME DIA D: DANIEL LOPEZ E RONY VERNET

18 de junho de 20262h11min
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DANIEL LOPEZ é jornalista, professor e pastor e RONY VERNET é engenheiro e ufólogo. Nesse episódio de “Ligando os Pontos”, eles vão bater um papo sobre o novo filme de Steven Spielberg, “Dia D”, e os segredos por trás da história. O Vilela tá esperando sair a versão em desenho animado pra entender melhor a trama.

Participantes neste episódio4
D

Daniel Lopes

HostJornalista
H

Homer

Co-host
R

Rogério Vilela

Co-hostApresentador
R

RONY VERNET

ConvidadoEngenheiro eletrônico de computação, pesquisador em física e de fenômenos anômalos
Assuntos8
  • Filme Dia D: Decepção com SpielbergO filme como preparação para revelação controlada · Crítica ao cristianismo e a ascensão de uma nova religião alienígena · O simbolismo dos animais (cervo, raposa, cardeal) e sua conexão com alienígenas · A representação de alienígenas como enganadores e a síndrome de Estocolmo ufológica · O uso de metamateriais e controle mental em abduções · A conexão entre o filme e teorias de conspiração sobre governo global e elite · O simbolismo do Ouroboros e sua relação com morte e renascimento · A crítica à narrativa do filme e a decepção com o marketing
  • Coincidências e destinoA morte do cantor Oliver Tree e a coincidência com seus clipes · A música "1406" dos Mamonas Assassinas e sua relação com acidentes aéreos · A teoria da multiplicidade de linhas do tempo e mundos possíveis · A previsão da "vó baiana" sobre a aparição de OVNIs durante o jogo do Brasil · A previsão de Uri Geller sobre eventos nas Olimpíadas de Munique
  • Controle mental Monarca e MK UltraO programa de controle mental da CIA e o uso de alucinógenos · O programa Stargate e a espionagem psíquica · O Projeto Monarca e o trauma infantil com abdução · A simbologia da coruja e borboleta no papel de parede
  • Ufologia e ExtraterrestresA teoria do cigarro aceso e a noção de presente alargada dos seres · O caso Tic Tac e a perseguição de OVNIs pela Marinha dos EUA · A existência de bases submarinas e terrestres de OVNIs · A possibilidade de seres interdimensionais e físicos · A relação entre OVNIs, anjos e demônios · O Projeto Roswell e a recuperação de destroços de naves alienígenas · O MJ-12 e o grupo Zodíaco como guardiões do segredo OVNI
  • Ufologia e religiãoA interpretação de alienígenas como anjos e demônios · A possibilidade de civilizações extraterrestres coexistirem conosco · A Bíblia e a visita de anjos em forma humana · A ideia de que os deuses das religiões eram alienígenas · A simbologia do cervo como guia espiritual e conexão entre mundos
  • Steven Spielberg· CulturaO curta-metragem "Amblin" e a temática de inocência pervertida · A inspiração em Arthur C. Clarke e a ideia de alienígenas demoníacos · A conexão de Spielberg com o setor de inteligência e o disclosure · A proximidade de Spielberg com Barack Obama
  • Nazismo e Solução FinalA operação que trouxe cientistas nazistas para os Estados Unidos · A possível continuidade do projeto do Terceiro Reich nos EUA · A relação entre o Projeto Paperclip, Roswell e o MJ-12
  • O Número 12 e o Número 13Os 12 apóstolos e a nova religião alienígena · Os 12 metamateriais e o número importante em religiões e ocultismo · O MJ-12 (Majestic 12) e o grupo Zodíaco
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Daniel Lopes:Olá, terráqueos! Boa noite, sejam bem-vindos a mais um episódio do Inteligência Limitada, onde a limitação da inteligência é apenas do Rogério Vilela, que tá lá nos Estados Unidos. E a gente sempre chama convidados mais inteligentes do que nós. E é por isso que o convidado de hoje é o próprio Rogério Vilela. Cadê ele? Tá lá nos Estados Unidos, fugiu, largou aqui o serviço na minha mão. E agora, Vilela, como é que eu faço?

Rogério Vilela:Tô aqui, tô aqui.

Daniel Lopes:Tá me escutando?

Rogério Vilela:Ó, eu tô aqui direto de Orlando, vi o filme ontem na última sessão, então tá tudo muito fresco na minha cabeça. E temos aqui também, Daniel, uma presença mais que especial. Apresenta nosso segundo convidado.

Daniel Lopes:Não é presença de Anitta, é o nosso amigo Roni Vernet, que tá aí na área, assistiu o filme também. Tá todo mundo aí preparado para fazer a melhor análise que vocês já viram aqui sobre esse tema. Fala, Roni! Aproveita, Roni, deixa eu pedir para você se apresentar. Todo mundo já te conhece, mas pode ter um ou outro que chegou aqui agora. Aproveita, já se apresenta aí para galera.

Rony Vernet:Fala, galera! Roni Verney aqui, engenheiro eletrônico de computação, pesquisador em física, pesquisador de fenômenos anômalos já há quase um pouco mais de 6 anos. E vi o filme aí duas vezes já, né? Vi na grande estreia graças aí ao Inteligência que me convidou lá na segunda-feira passada. Vi a primeira sessão e vi de novo com os membros lá do meu canal na quarta-feira. E aí deu para ter uma sensação melhor do filme para poder expressar para vocês hoje aí.

Daniel Lopes:Sensacional! Aproveitando que hoje eu que estou apresentando, Rogério Vilela, tá nos Estados Unidos, aproveita, Vilela, e se apresenta, porque pode ter alguém que não te conhece aqui ainda.

Rogério Vilela:Verdade, muito bem lembrado. Meu nome é Rogério Vilela, sou cartunista, ator, dublador, podcaster e atualmente aeromoça. Então queria muito que vocês me seguissem no Instagram, rumo a mais de 1 milhão de seguidores lá, @vilela. Me sigam lá. E eu queria já pedir permissão ao dono do programa, Daniel Lopes, aí para chamar um videozinho do pessoal que ajuda esse programa a continuar, né, que são os patrocinadores.

Daniel Lopes:Pode ser? Bora! Autorizado!

Rogério Vilela:Solta o vídeo! Olha a mensagem que eu vou passar aqui direto dos Estados Unidos. Ó, sempre que eu falo em concurso público por aqui, aparece alguém para dizer que concurso é só para gênio, ou só quem passa quem tem família rica. Pancando os estudos. Ou pior ainda, que é tudo carta marcada. Eu mesmo já fui aprovado, conheço dezenas de servidores que vieram de família simples. E te digo com tranquilidade, nenhuma dessas frases que a gente ouve por aí é verdade. A verdade sabe qual que é? Ela é bem simples: concurso público é uma das formas mais democráticas de mudar de vida no Brasil. É isso aí, a prova é igual para todo mundo. O edital fica disponível na internet e o melhor, o conteúdo tá disponível para você estudar no Estratégia, em qualquer lugar e do seu jeito. Ó, o serviço público entrega estabilidade e melhor remuneração ao mesmo tempo. Sabia disso, né? Para cargos parecidos, e os cargos são parecidos com os da iniciativa privada, o que é melhor ainda. O salário do servidor chega a ser o dobro. Auditor da Receita Federal, por exemplo, começa com mais de R$23 mil, enquanto o mesmo cargo na CLT dificilmente, ó, paga metade disso. Em 2026 vão sair mais de 180 mil vagas, isso em órgãos como Petrobras, INSS, Polícia Rodoviária Federal, tem Tribunal das Contas da União, Banco do Brasil, tem muito lugar, tem vaga em todo o país. Então você não precisa se mudar para Brasília ou São Paulo para começar uma carreira pública. O impacto na rotina vai muito além do salário. Você deixa de fazer hora extra só para complementar a renda, não vive mais com medo de demissão e consegue planejar uma viagem, comprar uma casa ou bancar a faculdade dos filhos com tranquilidade. E aí que entra a estratégia. Estratégia detalha todo o caminho, mesmo que você nunca tenha feito Nenhum concurso antes, tem orientação para começar do zero. É isso mesmo, com material certo, planos de estudos, e, e melhor, os professores que mais aprovam no país. No dia 1º de julho, às 10 horas, vai começar a Semana Nacional dos Concursos Públicos 2026, o maior evento de concursos públicos do país. São aulas ao vivo e gratuitas. Panorama das vagas que vão abrir nos próximos meses e orientação para você começar a estudar agora. Acesse pelo QR code que tá na tela ou link na descrição para se inscrever. Tem meu recado direto aqui de Orlando para você. Eu tô aqui na Copa, mas eu não quero deixar você na mão. Você tem que saber de tudo e saber do melhor. Valeu, Estratégia, é nós!

Daniel Lopes:Maravilha, obrigado, Estratégia Concursos aí. Rogério Vilela já deu a deixa, mais 180 mil vagas. Então Uma maravilha. Agora deixa eu aproveitar, Vilela, que você tá nos Estados Unidos, antes da gente começar a entrar no filme aqui. Como é que foi a experiência de assistir o jogo do Brasil aí? Foi emocionante? Sofreu mais do que se alegrou? Como é que foi, cara?

Rogério Vilela:A experiência é total, porque não é só assistir ao jogo do Brasil, né? A gente tá, tem um esquema aqui com a CBF, então a gente tem acesso ao CT, tem acesso a jogadores, a Tem uma área reservada lá em cada estádio, o transfer, os aviões são todos pensados pra gente estar o mais próximo da seleção. Então, eu tô registrando tudo isso. E hoje terminou esse programa aqui, se você não fizer nada, já vai entrar direto o vlog da primeira parte dessa viagem, que é desde que eu saí, tô viajando aqui com meu pai, um velhinho, um senhor de 81 anos que tá felizão porque tá acompanhando a seleção aí. Ele tava desanimado com o Parkinson, falando: "Não aguento mais, filho. Não consigo andar, não consigo fazer exercício, não consigo nada." Foi só eu falar: "Vamos pros Estados Unidos que o velho ficou bom." Agora tá andando, tá se divertindo, tá rindo aí e tá felizão. A seleção não mandou muito bem no primeiro jogo, mas é aquela coisa de estreia, né? Primeiro jogo, estreia, eu acho que um empate é até normal. Mas segundo jogo, se não fizer pelo menos 3 gols, eu ia falar que volta pra casa? Não. Eu vou continuar aqui pra ver o terceiro jogo. Então, hoje, depois desse programa aqui especial, Ligando os Pontos, vai direto pro vlog da primeira parte dessa aventura aqui nos Estados Unidos dos Vilelas. Vilela pai, Vilela filho. Aí, com os papéis invertidos, né? Agora eu sou o pai do meu pai, né? Que ele é meu filho agora. Tem que cuidar dele, cuidar. Senão ele é um velhinho, sai andando aí e fica perdido em Orlando. Eu queria também agora pedir pro Homer avisar como que o pessoal participa dessa live com perguntas, porque precisamos muito. Muito de suas dúvidas e perguntas. Homer, é contigo.

Homer:É isso aí, Vilela. Então já deixa aí o seu like, se inscreva no canal, torne-se membro, compartilha o nosso vídeo, né, que tá pra lá de supimpa. Compartilha com toda sua patotinha.

Rony Vernet:Espalha a palavra.

Homer:Exatamente. E já vai preparando as perguntas, né? Eu vou ler todas, mas somente as melhores que vão pra mesa.

Rogério Vilela:Eu não tô aí, eu não tô aí. Eu sei que vocês estão fazendo bagunça no estúdio porque tem câmeras e eu tô acompanhando daqui. Não ache que eu não estou acompanhando o que vocês fazem quando ninguém tá olhando, hein? Tô ligado que vocês estão usando a piscina, fazendo churrasco.

Homer:Claro, estamos aproveitando a sua ausência, né? Que você é quem pode fazer isso.

Daniel Lopes:O Vilela ficou sabendo que aqui você ficou sabendo que aconteceu um fenômeno meio sobrenatural aqui na tua casa hoje. Não, para com isso, cara. Apareceu aqui e tal.

Rogério Vilela:Ah, isso tem um gambazinho aí, uma família de gambá que vive aí no mato aí.

Daniel Lopes:É, tá, o negócio tá... Eles sangue, né? É, então... É melhor fazer um... Aonde vem esses sangue? Vamos fazer uma oração aí depois, que teve um dia lá que eu saí daqui, quebrou os negócio todo, os vidro caíram lá.

Rogério Vilela:Caiu, é... Caiu lustre e tal, tal, o negócio tá brabo aí.

Daniel Lopes:Tem o Batman também que aparece aí de vez em quando, né, o morcego.

Rogério Vilela:É, tem um morcego aí que... Sobrevoa Estúdio, falando sobre coisas sobrenaturais, sobre coisas especiais. Querido Daniel, antes da gente rodar a vinheta e começar o programa, fale da Arca. Eu já sou inscrito, tô lá há bastante tempo. Como que funciona?

Daniel Lopes:Então, Arca é o nosso grupo de estudos ali, onde de segunda a sexta eu faço vídeos exclusivos para eles, trazendo as informações assim mais sensíveis. Hoje, por exemplo, lá na Arca eu soltei uma aula especial sobre O lado oculto de Steven Spielberg, né? A gente pode até dar uma pitadinha sobre isso aqui hoje, porque alguns atores fizeram ali algumas falas estranhas sobre o Steven Spielberg, né? O próprio Corey Feldman, que trabalhou, foi o bocão, né, dos Goonies, entre outros filmes. Então a Arca é um local onde a gente faz esse tipo de reflexão sobre assuntos mais interessantes e também fala de geopolítica, fala de educação financeira, né, e investimentos e tal. E todo mundo pode acessar a Arca no link que tá aqui embaixo na descrição do vídeo, ou qualquer vídeo meu lá no YouTube ou no Instagram tem o link ali embaixo. E vai ser um prazer contar com a presença de vocês lá conosco lá na Arca. Obrigado, Vilela, pela oportunidade aí de divulgar a Arca aqui.

Rogério Vilela:Tá certo. Então vai ter também esse link na descrição e no comentário fixado. Dito isso, o pessoal tá perguntando se é ao vivo ou é gravado. Estamos ao vivo. A diferença é que eu não estou no estúdio. Aqui nos Estados Unidos são 6 horas e 49. É aquele negócio que os cara coloca 6 PM e 6 AM, né? É PM. Então agora é também conhecida como 18 horas e 49. Aí no Brasil são 7 e 49. Então, ô querido, roda a vinheta.

Homer:Fechou.

Rogério Vilela:Estamos agora com Ligando os Pontos. Desculpa, desculpa, eu atravessei o Daniel. Olha que mancada!

Daniel Lopes:Fica à vontade, fica à vontade, velho. Sinta-se em casa, apesar de você tá fora de casa. Sinta-se em casa.

Rogério Vilela:Só avisando para o pessoal, Daniel, como que funciona aqui o Ligando os Pontos, que muita gente chama, que chama, muita gente fala que é o Fugindo dos Pontos, porque a gente começa com assunto que é o tema central Hoje é o filme de AD, mas não achem que a gente vai falar só disso. A gente vai fazer conexões com avistamentos, com os arquivos secretos que estão sendo divulgados, com livros e outros filmes e outras séries e o que mais pintar aqui, porque o Daniel está munido de muito material. E eu fiquei sabendo que o Roni também tem muita coisa para falar. Então, como começamos, meu querido Daniel? Como que você quer abrir esse podcast com tema central? E depois a gente escapa desse tema central falando de outras coisas.

Daniel Lopes:Bora! Então, esse filme, ele traz uma tonelada de informações interessantes, de questões interessantes ali para a gente refletir. E uma das coisas que eu me lembrei foi que em 2023, no dia 9 de agosto, eu escrevi um artigo lá na Gazeta do Povo, e o título era: e se tudo isso não passar de uma operação psicológica? Falando sobre essa questão alienígena. E eu disse o seguinte nesse artigo, que tá no meu livro É a jogada final. Nesse artigo eu escrevi: será que a questão alienígena não será usada quando o mundo tiver à beira de uma Terceira Guerra Mundial, como se fosse um seguro contra a Terceira Guerra Mundial? No meio assim daquela tensão das nações quase se destruindo ali com armas atômicas, de repente naves aparecem e impedem essa guerra nuclear. Aí quando eu assisti o filme, falei: caramba, é exatamente o enredo do filme! O enredo do filme, ele começa ali com uma situação de guerra de prenúncio de uma guerra entre Estados Unidos e a Coreia do Norte. E a mídia está toda focada nisso, quando de repente esses cientistas que faziam parte de um grupo secreto dentro do governo, uma espécie de shadow government, que é uma empresa chamada Wardex Corporation, e um tal de Daniel Kellner, ele é um whistleblower, ele se torna um denunciante, é um doutor especializado em cibersegurança, criptografia, E ele pega vários pendrives com imagens sobre avistamentos de alienígenas, imagens sobre a queda da, a suposta queda da aeronave em Roswell, no Novo México, em 1947. E eles usam isso literalmente para salvar a humanidade. Então já vem aquela ideia dos alienígenas sendo colocados como salvadores da humanidade. E existe um contraponto com Jesus Salvador, porque tem uma personagem na história, que é uma ex-noviça, né, que tava estudando para se tornar freira, e ela tenta usar sua fé, usar o crucifixo, usar o cristianismo para se proteger dos ataques que ela tava sofrendo, e não dá certo. Ela chega a apertar o crucifixo contra as mãos, fura sua mão, a mão sangra, parece até aqueles estigmas, né, que a gente escuta em histórias como do Padre Pio de Pietrelcina e por aí vai. E a gente vê ali um cristianismo enfraquecido, a mulher falando que perdeu a fé, e de repente uma nova religião sendo colocada, uma religião religião ali do espaço, uma religião dos alienígenas. E até existe um novo Adão e uma nova Eva, né? A Eva é a Margaret Fairchild, que é o personagem da— esqueci o nome da atriz agora, meu Deus, me ajuda aí, Vila. Como é que é o nome dela?

Rony Vernet:Emily Blunt.

Daniel Lopes:Obrigado, Roni, valeu, Roni. E aí, e ela é a nova Eva, e o Daniel Kelner, que é o outro personagem, é o novo Adão. Tem um Adão e uma Eva novos, e tem 12 apóstolos. Porque tem 12 cientistas também que saíram desse projeto, se arrependeram de trabalhar para esconder as coisas, e agora estão divulgando tudo. E tem até uma cena icônica em que um desses 12 apóstolos, que no caso era uma mulher, uma cientista, quando ela vê a Emily Blunt chegando, a personagem da Margaret Fairchild, ela se ajoelha e começa a orar para ela como se ela fosse um deus. E ela fala assim: "Ah, eu não quero ser um deus, não quero que ninguém fique me cultuando." Então é um contraponto direto com o cristianismo, como se o cristianismo fosse é falho e incapaz de resolver os problemas do mundo, mas esse evangelho das estrelas, né, dessa revelação alienígena, fosse capaz de trazer essa salvação. Então é um discurso bem anticristão e um discurso de que os alienígenas são nossos salvadores. E eu gostaria de saber a opinião de vocês sobre isso. Que que vocês enxergaram? Algo nessa natureza também? Que que vocês acharam nessa representação aí?

Rogério Vilela:Daniel, antes da gente entrar nesse assunto, só avisar o pessoal que essa live essa primeira parte da live é para todo mundo, inclusive para quem não assistiu o filme. Então fiquem tranquilos que não vai ter spoiler. Do que a gente tá falando são coisas gerais, coisas que já aparecem no trailer, ou alguns comentários em relação à estrutura geral. Quando a gente for começar em spoiler, que é da metade para frente, a gente avisa aqui, né, Daniel e Roni, para o pessoal não perder a experiência. Porque aí que que você faz? Você para a live aonde você, onde a gente avisar, assiste o filme e depois volta E aí você vai saber dos easter eggs, das coisas que são legais você saber, referências a outras coisas, como a gente começou aqui. Então bora, Roni, o que você achou disso que o Daniel falou?

Rony Vernet:É, sem dar detalhes, sem spoilers, o trailer é meio que um estelionato ali, porque o trailer mostra muitas imagens relacionadas a Aliens, da abdução e etc. E aí muitas pessoas foram para o cinema achando que seria de fato 99% do filme falando de aliens e 1% falando das perseguições e tal. Uma coisa que eu achei muito repetitivo, e aparece nos trailers isso, é que tem muita cena de perseguição, né? É muito massivo, é muito repetitivo as cenas de perseguição. Não é algo comum nos filmes dos Spielberg, né? Para quem tá acostumado, por exemplo, com Contatos Imediatos de Terceiro Grau, né, a própria série que ele foi produtor executivo, que é Taken, que fala também de aliens, né, ou Guerra dos Mundos e tal, que já é um pouco mais ação, mais focada justamente nos aliens em si. Isso deixa um pouco a desejar e desaponta um pouco. E tem relação trailer, uma coisa dá para elogiar é a quantidade de marketing, né, que o Spielberg fez desse filme. O filme tava em todo lugar, todo mundo só falava disso. Tinha um marketing específico para cada país, então, por exemplo, Brasil teve um marketing específico. E isso atraiu, e o filme tá indo dando 100 milhões, mais do que esperavam, né? Já deu 100 milhões de dólares na abertura. Lembrando que o filme gastou cerca de 200 milhões de dólares, 180 milhões de dólares aí. Então já estão na metade do caminho para pagar o filme, né? E aí tem uma questão também religiosa forte no filme, mas ao mesmo tempo rasa. Eu achei que iam dar mais profundidade nessa discussão religiosa. Vocês veem ali pelo trailer que o foco justamente na religião católica. Achei que ia ter uma discussão maior até com outras religiões, etc., durante o filme, e isso decepcionou um pouco também, né? E depois a gente comenta mais profundamente em relação a essa discussão religiosa, o que que aconteceu ali. Senti falta também de outros fenômenos serem abordados. Grande parte do que a gente conhece desse assunto o Spielberg deixou de lado, talvez porque se a gente olha esse filme, me parece muito quando eu vejo ele, um filme que de fato É uma peça importante na revelação, é um filme para preparar talvez as pessoas, né? Se ele coloca muita informação ali que é negativa e que a gente vê no fenômeno, aquelas abduções horrorosas que o pessoal quase é torturado, né, etc., que sofre, que sofre abusos, se colocasse muita coisa nesse sentido, acho que o pessoal ia ficar bem assustado e falar: 'Poxa, revelação é assim? Talvez eu não queira essa revelação.' E o filme, como eu falei, Não é um filme para falar de aliens, o filme é para falar como é o drama humano em relação à revelação. Esse que é o foco do filme. Então o filme roda 90% nisso, nesse drama humano em relação à revelação de que não estamos sozinhos. E esse é um dos pontos que as pessoas podem ficar um pouco decepcionadas no cinema. Algumas aí, depois de falar nisso, algumas até dormiram, né? E depois a gente vai poder— Pois é, um pouco sobre isso aí.

Rogério Vilela:Rony, você está falando com uma pessoa que aconteceu exatamente isso, cara.

Daniel Lopes:Tá dando indireta.

Rogério Vilela:Aconteceu o seguinte: eu fui ontem às 11:30 no cinema, estava morrendo de sono, e segundo vocês eu dormi na parte mais importante. Então vou querer saber na parte final do spoilers o que que eu perdi nessa parte. Mas o que que eu achei do que eu vi? Porque eu vi Isso daí que você falou, Roni e Daniel, cara, sendo filme do Spielberg, eu esperava algo muito mais magnífico, muito mais grandioso, um espetáculo visual, e o que a gente vê é um filme um pouco mais cru, né? Essa coisa de trabalhar muito em cima dos personagens, perseguição, e realmente a perseguição tem uma hora que enche o saco, cara, muita perseguição, muita coisa, eu acho que isso ficou meio maçante E chegou um ponto do filme que você fala: "Tá, e quando vão tratar dos aliens? Quando vão tratar dessa questão?" Aí você começa a já pensar: "Puts, não vai ser tão profundo quanto eu imaginei." Eu imaginei que ia ser uma coisa mais parecida com Contatos Imediatos de Terceiro Grau, como se aquele filme acabasse lá e a gente visse o depois do Contatos Imediatos de Terceiro Grau, o que aconteceu depois daquele primeiro contato com aquela nave e tudo mais. Ou então no filme A Chegada, que o filme todo é sobre essa questão de quem vai falar, com os alienígenas, como a gente resolve a questão da linguagem, como que, quem são esses caras, por que que eles apareceram. E não foi pra essa linha. Eu acho claro, é uma opção do Spielberg, mas o trailer realmente engana a gente achando que é sobre os aliens, é sobre esse primeiro contato, sobre a revelação, e deixa, fica meio apressado, fica tudo pro final, que é a parte que eu acordei e que realmente falei: "Nossa, agora o filme ficou interessante." Aí acaba o filme. Não é isso, Daniel?

Daniel Lopes:Não, você teve essa experiência que você dormiu, né? Que você dormiu, quando você acordou acabou o filme, né? Foi um pouco diferente, mas é exatamente isso, Vilela. Eu tava até pensando aqui, você falou do filme A Chegada, e eu tava imaginando aqui, acho que o Vilela gostou da Chegada porque os alienígenas se comunicam através de uma espécie de desenhos, né? Eles fazem alguns desenhos ali. Você que é dessa parte de desenho, isso deve ter te pego ali de jeito, ali deve ter te fisgado, né?

Rogério Vilela:Sabe qual é a referência que eles usaram? O ouroboros, né, da cobra que come o próprio rabo, né? Porque a linguagem dos alienígenas, ela não tinha começo, meio e fim. Ela era— ela, ela, eles se comunicavam de uma forma onde o tempo não existia, né? Tudo era constante, né? E os seres humanos não estão acostumados com essa coisa de você não— o passado, presente, futuro não estarem demarcados dessa forma, né? E por isso que era um círculo fechado sempre, né? A linguagem deles eram vários círculos.—

Daniel Lopes:Ah, botaram a imagem aí.—

Rogério Vilela:É sobre isso. É, exatamente. Eram vários esses círculos, e ela começa a estudar essas ramificações dos círculos. Que aí é isso que fazia a diferença do que estava sendo falado, né? E nesse filme não existe isso, né? Eu achei até que o drama humano, ele é até suplantado pelo drama... Os alienígenas são colocados até de uma forma: "Pô, como que os caras maltrataram os primeiros alienígenas que fizeram contato com a gente, né?" Os personagens até fecham a imagem para não ver o alienígena gritando, né? Ao contrário, a gente fazendo experiências neles, né? Sei lá, foi mais nesse sentido, né?

Daniel Lopes:Ô Vilela, já que você citou o Ouroboros, que é a serpente que morde seu próprio rabo, né? E às vezes ela aparece até com a simbologia do símbolo do infinito, como se fosse um 8 deitado.

Rogério Vilela:Explica, da onde aparece, da onde vem esse Ouroboros? É de alguma alguma cultura, alguma religião. Se o Homer puder achar essa imagem da cobra mordendo o próprio rabo, né, ela aparece em vários livros, vários escritos, né.

Daniel Lopes:É, então, Ouroboros, ele tem uma conexão muito forte aqui também com os incas e os maias, né, com toda essa simbologia mexicana, né, que a gente conhece. Inclusive, na abertura da Copa, houve algumas referências ao Quetzalcóatl, que é a serpente de penas voadora, né. Que também tem esse conceito de morder o próprio rabo. Lembra um pouco, Vilela, inclusive eu olhando ali o desenho da chegada, lembrei daquela tipografia do— pois esqueci o nome do deus grego ali, do deus egípcio, deus indiano, vou falar agora, que é o deus da destruição, Shiva, é o Shiva Nataraja, né, que ele aparece dentro de um círculo. Então, o Ouroboros vai representar a cobra que come o seu próprio rabo, com a ideia de união entre Eros e Tânatos, o princípio da construção, o princípio da destruição, a vida que vem pela morte, os sucessivos ciclos da vida e da morte, da destruição e da reconstrução, que é representado também por Shiva. Shiva também, conforme Oppenheimer celebrizou, isso aparece no filme do Krishnafanola, é Shiva, o destruidor de mundos. Então ele vem em cada ciclo ali, é, trazendo essa, essa reconstrução, né? Isso tem a ver dentro do calendário indiano com Kali Yuga, né, que é a era de Kali, que a Kali é a esposa de Shiva, que vem trazer essa destruição e a reconstrução. Agora, Vilelo, que é interessante, eu não sei se a galera já comentou essa semana isso aqui no Inteligência Limitada, mas a gente teve a morte do cantor, né, o Oliver Tree, que faleceu aqui no Brasil, num acidente de helicóptero, né? E já que você—

Rogério Vilela:Pois é, vamos falar sobre isso. A gente falou um pouco ontem no jornal, mas bizarro, né, cara? O que que você tem para contar? Quais são as ligações?

Daniel Lopes:O que é muito estranho é que em vários clipes dele, como no clipe Hurt e no clipe Flowers, existe cenas em que ele morre junto com carros pegando fogo, né? Ele tinha uma obsessão por representar nos clipes a própria morte. Falar sobre a própria morte. Inclusive nesse clipe Hurt, ele fala: eu vendi minha alma, meu dia vai chegar, alguma coisa assim. É bem, bem tenebrosa a letra, né? E aí você vê as imagens de carros pegando fogo e ele morto junto com o carro ali. E os helicópteros colidiram lá no Recreio dos Bandeirantes, caíram em cima de uma concessionária de carros elétricos e os carros pegaram fogo. Então foi uma coincidência tenebrosa. E nesse clipe Ele aparece crucificado. Eu mandei a imagem para o Homer, não sei se você consegue jogar, eu mandei no WhatsApp. Ele aparece num determinado trecho crucificado no guidom de uma scooter, porque ele era competidor de scooter. E uma vez ele tava na competição descendo a rampa, ele, a rodinha do scooter bateu numa pedra e ele capotou, quebrou os dois pulsos, teve concussão e tal. Isso foi um ponto muito importante ali na carreira dele, que foi A época que ele teve que parar de competir, né, de competição de scooter, ele ficou em casa, ele começou a compor músicas, né, ele migrou para parte musical a partir disso. E aí nessa cena que ele aparece crucificado ali no guidom do scooter, atrás dele aparece um Ouroboros, né, e é muito curioso porque ele era norte-americano e o clipe foi gravado na Ucrânia. Né, então ele achou um Ouroboros ali, ou produziram uma imagem do Ouroboros ali, que tem a ver com esse negócio de morte e ressurreição, né, se reinventar num novo personagem. Então assim, são coincidências estranhas aí desse mundo da indústria fonográfica, né. Então, voltando para o filme, é outra coisa interessante que a gente vê no filme, é que o pessoal colocou a imagem ali, não sei se você consegue ver, Vilela, você tá Tá vendo?

Rogério Vilela:Tô vendo sim, tô vendo.

Daniel Lopes:Tá vendo que ele tá crucificado ali com prego na mão e atrás numa ponte ali tem um desenho da serpente acima da cabeça dele ali. Pois é, cara. Exatamente o Ouroboros que o Homer colocou. Então eu só citei isso por causa da coincidência que você citou Ouroboros e eu tava falando sobre essa imagem essa semana, né? Foi um negócio que chocou o mundo. E aí tem várias histórias, né, Vilela? Ele tava em litígio com a sua gravadora Atlantic Records, né? Aí existe uma recorrência de vários cantores que logo depois de começarem a ter briga com a gravadora apareceram mortos, o avião caiu, o helicóptero caiu. Então são coisas estranhas, né? E nesse, num dos clipes dele, que é o clipe Flowers, ele aparece também entre dois helicópteros, né? Tem uma escada, ele sobe essa escada ali, fica no meio dos dois helicópteros. E isso é estranho porque o último clipe que ele divulgou tem toda uma simbologia de aeronaves. Ele aparece vestido de comandante, assim, de piloto de avião, né? E ele no meio de dois helicópteros, né? Então são coincidências sinistras e macabras, né, que não são tão estranhas. Eu me lembro do Christopher Reeve, né, que fazia o Superman. Não sei se você lembra, Vilela, que ele fez um filme em que ele era um cadeirante. E é mesmo Você lembra? Aí pouco tempo depois ele cai numa competição de cavalo e fica paraplégico também, ou tetraplégico. Então tem umas coincidências aqui, não é, né?

Rogério Vilela:Você acha que pode ser, vamos chamar de coincidência, ou de, é como se algumas coisas tivessem pré-determinadas ou tivessem alguma chance muito grande de acontecer e por algum motivo essas pessoas experimentam isso, esse um vislumbre do futuro. Porque a gente vê também antes da morte dos Mamonas, um dos integrantes, antes de entrar no avião, fala, pô, brincando que vai cair, que pode ser isso e tal. Isso não é uma coisa tão incomum assim das pessoas brincarem ou vislumbrarem alguma coisa no futuro, né? A gente, o ser humano, de alguma coisa, de alguma forma, teria acesso a algo que não aconteceu?

Daniel Lopes:Na verdade, eu acho que você tá tendo acesso a gente, tá? Você tá lendo a minha mente aqui, porque você falou do Ouroboros, eu tinha acabado de falar nas minhas lives no meu canal, e você falou do Mamonas, eu falei do Mamonas ontem. Porque um número que aparece muito nos clipes desse Oliver Tree, que faleceu, é o número 1406. Isso é muito estranho, o número 1406. 1406. E ele morreu no dia 14 de junho. Nossa, isso não sabia. Na verdade, deixa eu corrigir aqui, Vilela. Não é nos clipes do Oliver Tree, é nos clipes do argentino que tava junto com ele, que é o Gaspi, que morreu junto com ele no acidente. O cara tinha esse número, aparecia em vários clipes do cara. E se você pega os clipes dele, os clipes não, porque ele era ator, Ele fazia esquetes, né, o Gaspi, que é o Gaspar lá, o ator argentino que morreu lá no Recreio do Bandeirante, no mesmo helicóptero que o Oliver Tree, que era o Alien Boy, tava. E se você pega clipes dele assim, por exemplo, como você bota no minuto 14, 14 minutos e 6 segundos, aparece a imagem dele morrendo, entendeu? O 14:06 é um número que tá impregnado. E por que que eu tô falando isso? Porque a primeira música do primeiro álbum Primeiro e único álbum praticamente do Mamonas Assassinas é 1406. Aí você fala, caramba, é. E nessa primeira música, eu vou pedir até, ô, você consegue colocar a letra dessa música, 1406, Mamonas? Que a letra vai falar sobre avião também. A gente queria ser rico, queria ter um avião, mas só tem um barraco em Itacoaí e tal. Então assim, são coisas muito estranhas, né? Porque 1406, no caso do Mamonas, eles estão fazendo uma brincadeira com aquele negócio de telemarketing, ou tipo é marketing televisivo da época, que era "Disque 011-1406", né, que os cara vendiam coisa na televisão. Então eles fazem uma brincadeira com esse negócio da ganância, né, de você querer ter tudo e acabar gastando dinheiro que não tem, né, e acabar se enrolando aí nas coisas. Então ali, ó, a música 1406. É, atenção, é, creo ze back, né, o toque do, o toque do 4 e tal. Aí fala, né, eu queria um apartamento no Guarujá, mas o melhor que eu consegui foi um barraco em Itacoa. Você não sabe como parte, parte um coração ver seu filhinho chorando querendo um avião. Olha que estranho, os cara morre no avião, primeira música deles, né, falando sobre isso. Então assim, estranhezas, né?

Rogério Vilela:Mas voltando para o filme, Vilela, ou perdão, mas por que que isso, por isso que, por que que isso tem relação ao filme? Porque de certa forma, vamos partir do pressuposto que o Steven Spielberg não tá, não tem alguma relação com Trump ou com a abertura desses arquivos pelos Estados Unidos. Não é muita coincidência que as duas coisas estejam relacionadas no mesmo período? Seria, seria algum caso do Spielberg sentir que isso vai acontecer? Porque um filme, a gente sabe, ele para ser feito ele demora 1 ano, 2 anos, 3 anos. Então não dá para, ah, vou decidir lançar agora. Isso já tá decidido lá atrás, muito antes de saber que esses arquivos iam ser abertos, de se falar que esse assunto ia estar tanto na mídia. O que que você acha, Daniel e Roni?

Rony Vernet:Como que essas coincidências?

Daniel Lopes:Vou passar a palavra pro Roni aí, que ele tá, a gente tá falando aqui, esquecemos do Roni. Manda brasa aí, Roni.

Homer:É, exato.

Rony Vernet:Não, que isso. É bom lembrar que essa revelação começou em 2017, né? Inclusive os próprios Spielberg fala que desde 2017, quando foi a primeira matéria New York Times que os Estados Unidos tinham um programa de investigação de OVNIs enquanto publicamente falava que não estudava o assunto, o Spielberg começou a acompanhar ali, ele começou a fazer as primeiras anotações para fazer esse filme em 2017. E há um coronel, que é o coronel chamado Colonel, que inclusive ele chefiava O programa de engenharia reversa americano, e falam que ele é um dos caras do chamado programa legado, né, que fazia engenharia reversa não só dos MiGs russos ou dos J-20 chineses, mas também das naves não humanas. O Carnell fala que existe um programa de revelação controlada, ou seja, ele sabe muito bem o que que eles querem alcançar em cada ano, no nível, no estágio de revelação. E é o estágio de revelação chegou nesse ano, era o presidente, isso já devia estar programado e controlado há muito tempo. É, então Spielberg podia estar encaixado. E um dos pontos de revelação é você acostumar a população. E acostumar a população, certamente eles fazem isso, é muito tempo fazem isso. Inteligência faz usando filmes, usando séries, para conseguir justamente começar a fazer a população acostumar com o assunto antes de introduzir de fato na realidade, né. Então esse filme para mim pode ser uma peça importante. E se a gente for considerar que a revelação de fato é controlada, nada é coincidência. Spielberg pode ser colocado ali, ter sido colocado nesse filme já nesse plano de revelação controlada. E um dos indícios disso é que lá atrás, em 77, já no Contatos Imediatos de Terceiro Grau, no filme do Spielberg, tinha o Alan Hynek, que era o chefe do programa Livro Azul, que era o programa de investigação de OVNIs. Ele participa do filme. É, e também nessa mesma época o Spielberg foi envolvido na revelação nas Nações Unidas O OVNI, é para você pautar um assunto nas Nações Unidas você tem que ter um país membro. E na época ia ser o país de Granada, um pequeno país que foi escolhido para poder levar esse assunto OVNI nas Nações Unidas. O Spielberg chegou a se reunir com o presidente de Granada para tratar esse assunto e acabou que foi boicotado, não conseguiu pautar esse tema. Então Spielberg tá desde década de 70 envolvido com o presidente. Hoje ele é amigo pessoal do Obama, vive na casa do Obama, foi entrevistado recentemente pela mulher do Obama. O Obama falou para ele, ele falou publicamente que o Obama falou, queria ser o primeiro cara a ver o filme. E aí o Spielberg falou, não dá, o filme é sigiloso e tal, não pode e tal, mostrando essa proximidade. E além disso, o Obama pela primeira vez visitou um set de filmagem. O primeiro filme que o Obama visitou um set de filmagem foi o filme de Dia D, foi o set de Dia D. Então vocês verem como que o Obama tá envolvido nisso. E se vocês lembrarem, tem na Netflix um filme dos Obama, do casal Obama, que são os produtores executivos, que é O Mundo Depois de Amanhã. Você não tá enganado, eu sempre erro o nome do Mundo Depois de Nós. Depois de Nós. Aí, já tá vendo, errei de novo. Mas O Mundo Depois de Nós, inclusive, recomendo o pessoal ver. E tem nesse O Mundo Depois de Nós a cena dos servos, que aí os servos saem da floresta e começam a olhar, encarar as pessoas.

Rogério Vilela:Agora você explodiu minha cabeça, agora tudo faz sentido. Obama Spilberg, o Obama que soltou numa entrevista que existiam os aliens, cara. Ele, cara, tá tudo essa cena dos alces ou dos cervos lá, é, cara, tá conectado total com esse filme do Spielberg também.

Daniel Lopes:Parece que tá combinadinho, né? Parece que eles estão combinadinho aí nessa estratégia.

Rony Vernet:E para mim essa cena dos cervos no filme do Spielberg é uma clara referência ao filme do Obama. Né, ou seja, os animais, ele acha que é o significado disso, né?

Rogério Vilela:Qual que é o significado?

Rony Vernet:O primeiro seria, para mim, é que tá acontecendo alguma coisa e os animais são os primeiros a sentir. Então eles ficam perturbados, eles saem da floresta e começam a ter um comportamento estranho de se aproximar das pessoas e das áreas urbanas, encarar essas pessoas. Então, como se fosse um prenúncio que algo tá para acontecer. No ambiente. E um outro significado é que as próprias inteligências não humanas podem estar entrando no corpo desses animais. Eles são capazes de invadir tanto corpos animais quanto humanos e virarem observadores. Então tem a questão da coruja, tem a questão do cervo, é uma questão muito presente nesse assunto de fenômenos anômalos. Mas para mim é uma clara relação, uma clara referência lá para o filme do próprio Obama, que é O Mundo Depois de Nós, que fala também um pouco dessa questão de fenômenos não envolvendo aliens, mas a questão de fenômenos que acontecem com a população, né. Então, para mim, o Spielberg tá dentro desse âmbito de revelação. E para mim, nada não é coincidência. Ele fala que é coincidência, mas eu não acho que seja coincidência justamente agora, nesse momento, ele aparecer. E o Vilela lembrou bem, né, o Obama no começo do ano ele levantou a bola para o Trump cortar. O Obama falou: os aliens existem, são reais. E aí, logo depois, o Trump falou: olha, para o Obama não ser preso, eu vou revelar tudo porque ele tá revelando informação sigilosa. Então eu creio sim que isso tudo tá— todo mundo ali tem um grupinho ali no WhatsApp que tá ali combinando essa revelação, com certeza.

Daniel Lopes:Ô Vilela, tem uma simbologia, Vilela e Roni, a galera que tá assistindo, né, tem uma simbologia muito interessante também do cervo, do alce, e também da ideia do gamo, né, porque esse animal dentro do esoterismo, do ocultismo, Ele tem uma simbologia também do renascimento, daquilo que se renova, porque os chifres caem, renascem todo ano, né? Então ele tem também essa simbologia do ciclo da vida, da imortalidade. E ele também funciona como uma espécie de guia espiritual, porque geralmente ele aparece em florestas como um mensageiro do outro mundo que conecta o mundo dos homens com o mundo dos deuses. Só que nesse caso do filme, ele tá conectando o mundo dos homens com o mundo dos deuses alienígenas, né? Então tem o deus que é o Cernunnos, que na tradição celta, também na Wicca, ele tá ligado ali à fertilidade, aos portais entre os mundos, né? É um animal relacionado aos limiares entre o mundo dos vivos e o mundo dos mortos, o mundo dos homens e o mundo dos deuses. E ele representa até o chifre, é visto ali como se fossem espécies de antenas que captam essas mensagens cósmicas da intuição e por aí vai. Então é muito pertinente esse animal ter sido escolhido para representar os alienígenas nessa história. Mas o animal que o outro— fica à vontade.

Rogério Vilela:Não tem alguma coisa também relacionada à coroa? A gente vê alguma, alguma, algumas coroas no formato de chifres, né, de pequenos chifres. Não tem alguma relação de De reinado.

Daniel Lopes:Exato. Então, o rei, ele tem dois símbolos principais: a coroa e o cetro. Então, isso é uma direta referência à pecuária e à relação entre o touro e o pastor do gado, porque o pastor usava o cajado para conduzir a boiada E o touro tem um chifre. Então o touro, desde os tempos ancestrais, ele simboliza o poder e ele simboliza aquele que guia, porque no touro a gente tem aquela situação da junta de bois, né? E a junta de bois ela é feita com um touro veterano e um touro mais jovem, porque se fossem dois touros jovens, os dois seriam apáticos, e se fossem dois machos alfa, eles iam ficar brigando para quem ia mandar. Então a junta de bois é sempre unida ali por um touro mais velho, um touro mais novo, que estão conectados por um jugo, que é aquela madeira que une os dois touros, e um desses touros conduz. Então tanto o cajado do boiadeiro serve para conduzir os bois, quanto o próprio touro representa aquele touro que conduz, porque é o macho alfa que está conduzindo os demais animais ali. Então essa simbologia do chifre que vira uma coroa e do cajado do pastor que vira um cetro vem desde os tempos ancestrais e acabou simbolizando a realeza, né, com essa ideia de aquele que conduz, né, o rei é aquele que conduz o povo. Então tem uma simbologia muito interessante aí.

Rony Vernet:E no filme que eu esqueci de comentar, o Vilardo, que você perguntou, é a questão do tempo, né, que eu ia chegar nisso, acabei esquecendo. O tempo para mim é, inclusive o filme aborda isso, né, a Margaret ela tem certa, é abduzida e ganha certas habilidades. Uma das habilidades seria entrar na alma das pessoas, ou ter a clara, chamada clarividência, né, e que seria prever as coisas. E a gente tem isso na história ao longo das décadas, e muitas pessoas que apareceram que previram coisas, né, que tem esse poder de fazer a previsão de coisas que nem aconteceram ainda. Inclusive, o tempo é uma coisa que os físicos pouco conhecem hoje, né, há muita dúvida na física do que seria o tempo. E o tempo pode ser uma coisa em que O passado, presente, futuro é uma coisa humana, é uma abstração humana para a gente não ficar louco, para a gente conseguir seguir a nossa vida e para a gente conseguir ficar nessa realidade aqui que a gente se encontra, que a realidade material. Agora, o que pode estar acontecendo, e por isso que as pessoas conseguem prever as coisas, é que o passado, presente, futuro podem estar acontecendo ao mesmo tempo. E a gente só organiza isso, o cérebro organiza isso para a gente conseguir ter uma vida linear, para a gente conseguir de fato não enlouquecer, né? Mas pode estar acontecendo de fato É para o passado, presente, futuro só existem para o nosso mundo material ficar organizado nessa caixinha que a gente conhece, que é a realidade. Mas a realidade, eu diria, real de fato, que isso aqui pode ser uma grande simulação, né, um grande videogame que a gente tá aqui vivendo, né. A realidade real de fato, que mandaria, né, hierarquicamente superior, essa pode ser uma realidade em que as informações estão jogadas no universo e o passado, presente, futuro coexistem. E por isso pessoas conseguem acessar essas informações estão lá na frente, por sonhos, por exemplo, déjà vu, etc. Então tem muitos casos aí que as pessoas conseguem de fato prever o que ainda vai acontecer.

Rogério Vilela:É, no caso da Bíblia ou dos ensinamentos que a gente vê relacionados a um estudo à luz da Bíblia, o Daniel pode me ajudar nisso, seria uma explicação do mundo espiritual e o mundo material, o mundo espiritual como sendo algo que acontece antes e o mundo material é aquilo que se desdobra para o mundo material. Então algumas pessoas conseguem acessar esse mundo espiritual com uma facilidade maior e prever coisas que podem acontecer porque aquilo já aconteceu lá, só que por meio de regras ou autoridades você pode cancelar, alterar isso e aí isso acaba não se desdobrando. Então uma morte uma guerra, alguma coisa que tava muito clara para algumas pessoas nesse mundo espiritual, por um movimento de oração ou um movimento contrário, um movimento de várias pessoas querendo outra coisa. Daniel, não sei se eu expliquei direito, mas podem alterar esse futuro que era quase certo, né?

Daniel Lopes:Sim. Então, Vilela, isso tem relação com aquelas multiplicidade de linhas linhas do tempo, né? E são mundos possíveis. É um tema que é da física, mas também é um tema muito interessante da filosofia, né? Eu mesmo, quando fazia mestrado de filosofia lá na Universidade Federal do Rio de Janeiro, a gente estudava essa ideia, né, dos mundos possíveis, né, do universo da lógica que trata das possibilidades. Então é como se houvesse várias linhas do tempo. A gente vê um pouco isso na cultura pop, nos filmes lá dos Vingadores, né, da O Doutor Estranho analisando as 14 milhões de possibilidades, né, as diferentes linhas do tempo e tal.

Rogério Vilela:Ô Daniel, tem aquela série que eu já recomendei muito, não sei se você chegou a assistir, que é Dark Matter, né, Matéria Escura.

Daniel Lopes:Pô, não vi, cara.

Rogério Vilela:Onde o mesmo personagem de uma vida onde ele escolhia fazer uma decisão de seguir a carreira e se torna um cientista que ganha prêmio Nobel e descobre uma máquina, inventa uma máquina de viajar em mundos paralelos e uma outra vida de um cara que continua sendo professor e escolhe a família ao invés de mudar de cidade e abandonar a família para seguir essa carreira de cientista renomado. Então esse cara tem uma família feliz, esse outro cara que constrói essa máquina por acaso começa a viajar por vários mundos paralelos onde ele tomou outras decisões, cai nesse, esbarra nesse mundo onde ele vê que Esse cara tem uma família maravilhosa e ele inveja essa realidade desse cara. O que ele faz? Ele troca de lugar com esse eu dele que tomou outra decisão. Ele joga esse eu pra realidade dele, onde é um cara rico, renomado, mas infeliz, e começa a viver essa realidade onde ele é um cara que tem uma família feliz. E o mundo em volta começa a estranhar essa mudança, porque A partir do momento que ele faz esse pulo, outros universos paralelos em que ele também criou essa máquina começam a desejar essa vida desse cara e começam a querer tirar também o lugar desse cara e vira uma briga pra ter essa família feliz e todo mundo começa a ter aquela coisa meio vários reflexos dele brigando pra se tornar o um. Nesse mundo perfeito criado, nessa única realidade, ou uma das realidades onde ele é feliz, e todas as outras ele seria infeliz. É muito louco isso. Eu recomendo demais tanto o livro quanto a série, que vai para segunda temporada esse ano, né?

Daniel Lopes:Poxa, show de bola, sensacional! Eu tava me lembrando aqui, já que a gente citou Marvel, né, que é cultura pop, né, bem acessível, o Doutor Estranho no Multiverso da Loucura é um filme que vai tratar dessa ideia dos tivesse também. Tem várias versões do Doutor Estranho. E também a gente tem o filme que eu sei que o Vilela não gostou, que é o filme do The Flash, mas ele vai tratar um pouco disso também, né, das múltiplas possibilidades. Mostra o que é muito interessante, é que eles recuperam o Michael Keaton fazendo Batman, né. Ele volta como essa versão do Batman. Eles apresentam várias versões do Superman, a do Christopher Reeve, e até a versão do Nicolas Cage, que foi uma versão que foi cogitada mas não aconteceu. Eles botam Nicolas Cage como Superman também. Então, um tema muito interessante. Como Roni Verney apresentou, muitas, muitas vezes o fenômeno alienígena, os fenômenos paranormais, sobrenaturais, eles são também como se fossem linhas do tempo que estão se cruzando e acabam ali. Aí é como eu me lembro um pouco também do Interestelar, né, que meu pai chegou, meu pai assistiu o filme e falou "Eu gostei muito do filme, o cara fica preso dentro do armário, aí não consegue sair de dentro do armário." Eu falei: "Pô, não é nada disso, pai, você entendeu tudo errado." O cara tá em outro tempo, tá em outra dimensão espaço-temporal, né? Só que ele aparece ali, pra quem tá na Terra, como uma aparência de um fantasma. Eles falam: "Pô, isso é um fantasma." Mas não é, é um cruzamento de linhas do tempo. Só que o cara não tá 3D na nossa dimensão, então como ele não tá físico ali, palpável, ele não tá 3D, ele tá só como se fosse 2D ali, tem só uma sombra dele, você fala, cara, é um fantasma. Na verdade é um cruzamento de linhas do tempo, né? Então é, eu acho que é um pouco isso também, né? Que era mais ou menos isso, né, Roni, que você tinha levantado aí, né?

Rony Vernet:É, e tem um conceito legal que é um dos principais denunciantes de óbvio de governo dos Estados Unidos, que é o Luis Elizondo. Ele fala da teoria do cigarro aceso, né? Imagina um cigarro aceso, você tem ali a parte que já queimou e virou cinza, que é o passado, Você tem ali a parte que tá em brasa, que é o presente. Você tem a parte que ainda vai queimar do cigarro, que é o futuro. O que ele diz é que parece que esses seres têm uma noção de presente que é diferente da nossa. Enquanto a gente tem uma noção que aquela pequena brasa, aquele filetinho de brasa, é o presente, ou seja, o podcast agora, o que a gente tá conversando agora, esses seres conseguem pegar um pouco do nosso presente, um pouco do passado e um pouco do futuro. Ou seja, essa brasa deles é um pouco, é um pouco mais alargada do que a nossa. E a gente pensa nisso, tem um caso interessante que é o caso do Tic Tac, que um caso lá que começou, quando começou a revelação dos Estados Unidos 2017, onde os caças F-18 da Marinha perseguiram os OVNIs em formato de tic tac, da balinha tic tac, né, por isso o nome. Eles sabiam exatamente aonde os pilotos iriam se encontrar horas depois, que é o cap point, que é uma coordenada secreta que ninguém sabia. E esses caras, esses não humanos, que seriam os tic tacs, que já sabiam e foram se deslocar, aplaudir, tic-tac, para esse ponto, para essa latitude, longitude, justamente para mostrar: tá vendo, eu sei onde é o ponto de encontro de vocês daqui a pouco no futuro. Então, como de fato que se esses seres já soubessem aquilo que ia acontecer, não no futuro muito distante, mas talvez é horas ou dias depois, eles têm, conseguem ter acesso, porque essa noção de presente para eles é um pouco mais alargada, né? Isso complementa aí também a questão que pode existir, que você comentou, linhas do tempo paralelas que se cruzam e etc.

Homer:Show!

Daniel Lopes:Agora a gente tava falando dos animais, né, que aparecem no filme, porque isso não é spoiler. Inclusive, Vilela, quando você achar que já dá para dar uns spoilers, você me dá um toque aí que eu vou mais.

Rogério Vilela:Eu ia falar exatamente agora. Vamos para o nível 2, tá? Nível 2, nível 1 sem spoiler, nível 2 spoilers, nível 3 a gente vai revelar até o final.

Daniel Lopes:Então é hardcore.

Rogério Vilela:Pro que eu vou falar agora também, que eu vou abrir para você falar sobre os animais, já é o segundo nível, tá? Então se você não assistiu o filme, não vai tirar sua experiência de assistir o filme, vai continuar sendo legal, mas a gente vai falar um pouco mais do que acontece no filme. E depois, quando eu falar de spoiler pesado, aí realmente a gente vai falar sobre final, sobre meio, e tudo isso tem a ver com os dias de hoje. Mas o que eu ia falar agora nessa sessão nova que a gente vai falar um pouco mais do filme, é que para os alienígenas eles usam essa projeção mental dos animais para acalmar as vítimas, né? Então ela vê como um alce, vê como uma raposa, se não me engano, e um passarinho.

Daniel Lopes:Exato.

Rogério Vilela:Para— porque ela era uma criança, é uma coisa mais lúdica para acalmar, porque se eles aparecessem com a forma real deles poderia assustar. Eu imagino que é isso, né?

Daniel Lopes:Então, a menina, ela tem em cima da sua cama, ela tem uma, um, como se fosse um abajurzinho que tem esses passarinhos vermelhos. Só que esses passarinhos vermelhos são pássaros muito específicos, que tem um nome interessante, uma simbologia muito interessante. O nome desse pássaro é cardeal, em inglês é cardinal, é cardeal mesmo, né? O galera colocou ali a cena, né? Ela tem inclusive nessa cena Obrigado, Homer. Aí é o círculo que tá em cima dela, também representa uma auréola dos santos. E mais uma vez você tem ali um endeusamento dessa personagem, da Margaret Fairchild, como se ela fosse a profetisa ou avatar dessa nova religião dos alienígenas que tá substituindo o cristianismo. Que enquanto o cristianismo não pôde salvar o mundo na Terceira Guerra Mundial, é a presença alienígena tem essa capacidade. Só que esse pássaro, em específico o cardeal vermelho, ele tem uma mensagem muito importante nos Estados Unidos, que existe uma espécie de cultura popular nos Estados Unidos de que quando esse cardeal vermelho ele aparece é um sinal de que um ente querido falecido tá vindo te visitar, ou então um anjo está trazendo uma mensagem. Ou seja, esse pássaro em específico, ele representa ali uma mensagem divina, uma presença de um anjo ou de um ente querido falecido. E ele também, esse pássaro vermelho, dentro da cultura até indígena norte-americana, representa, assim como o cervo, o gamu, né, o alce, representa também a ponte entre o céu e a terra, entre o mundo espiritual e o mundo material, né. E tá até na magia, no esoterismo, simboliza comunicação com os espíritos, profecia, né, o despertar psíquico, que é exatamente o que acontece com a Margaret, né. Isso aqui é um spoiler light porque é no início do filme. A Margaret, quando ela tá em casa indo para trabalhar, ela é apresentadora de um telejornal no Kansas, lá no Kansas, né, e ela tá saindo de casa, entra esse passarinho pela janela da casa dela. E quando esse passarinho entra ali, ela fica meio assim estarecida, né, fica meio paralisada, e ela começa a ter um dom de premonição. Ou seja, exatamente o símbolo que esse pássaro, o cardeal vermelho, traz dentro da cultura americana, que é, ele traz ali um presságio de algo espiritual que está acontecendo e traz ali também um despertar psíquico. Quando ela encontra esse pássaro, ela ganha poderes telepáticos e poder de empatia após esse pássaro entrar ali na sua casa. Então é uma simbologia também muito interessante. Além do pássaro e do gambo, tem a raposa, né? A raposa, como o Vilela bem lembrou, que é um animal que aparece menos, né, mas é importante também. A raposa, ela já vai simbolizar um pouco mais a astúcia, o truque, a magia das sombras, né? Até na mitologia japonesa, a raposa muito importante, né? Eles chamam de kitsune, que é um espírito que ele consegue mudar de forma, ele é um shapeshifter, né? E ele é um mensageiro dos deuses, ele tem poderes mágicos ali. E no ocultismo europeu, já indo para Europa, né, a raposa ela tem ali um símbolo de guia entre o mundo visível e invisível, um enganador, como se fosse assim o deus nórdico Loki, né, que é aquele mestre da do engano, né, e também desse conhecimento oculto. Então, assim como a raposa na simbologia mitológica, ela é um shapeshifter, é um ser que muda de forma, os alienígenas estão fazendo isso, porque eles estão mudando a sua forma e se apresentando de formas mais palatáveis para os seres humanos. A gente vê um pouco isso, Vilela e Roni, não sei se vocês se lembram, do filme Contato, né? Que no filme Contato, esse eu acho que não tem problema dar spoiler, né, Vilela? Que esse é antigo, né?

Rogério Vilela:Se apresentam como pessoas, pessoas queridas, né, parentes e tudo mais.

Daniel Lopes:Acho que se eu não tô enganado, o alienígena opta por aparecer como com a imagem do pai da cientista, né, da Jodie Foster, né? Então isso é um outro aspecto interessante que mostra que a escolha desses animais não foi absoluta não.

Rogério Vilela:E eu acho que deixa acrescentar uma coisa, Daniel.

Daniel Lopes:A vontade.

Rogério Vilela:Eu fiz essa pesquisa, eu fiz essa pesquisa para o meu livro, e o que você falou do Japão é muito importante mesmo, porque no Japão, para atender o telefone e provar que quem liga é você e não uma raposa disfarçada, que é uma lenda deles, basta repetir a expressão "moshi moshi" duas vezes seguidas. Isso é para pessoa do outro lado da linha saber que é uma pessoa e não uma raposa enganando ela, né? Porque a lenda folclórica diz que as criaturas mágicas e espíritos da floresta não conseguem pronunciar essas palavras corretamente. Então é muito louco isso, né, cara? Como o folclore coloca esses animais como representações de espíritos enganadores ou que querem ludibriar as pessoas. Então até hoje muita gente lá no Japão pode repetir isso sem saber qual é o significado, mas "moshi moshi" em vez de alô, eles falam mochi mochi para provar que é humano e não uma raposa.

Daniel Lopes:Olha que louco, cara, sensacional! Porque ao mesmo tempo que Steven Spielberg tá tentando pregar esse evangelho das estrelas, que os alienígenas são os novos salvadores da humanidade, ele tá dando a dica de que esses alienígenas são enganadores, que eles estão se passando por outras coisas que eles não são. E inclusive, Vilela, eu e Roni, eu gostaria de perguntar isso até para o Roni, que o Roni tem mais experiência prática nessa área comigo, do que eu, de abdução e tal. A Margaret, que é a protagonista, ela recebe dos alienígenas o dom da empatia. Então as pessoas que têm contato com esses seres, eles ficam super ligados, conectados, admiram esses seres, fala é amor puro, eles são muito amorosos, são muito carinhosos. Mas o que que eu percebo nisso? É como se os alienígenas tivessem a capacidade de gerar nas pessoas com as quais eles têm contato e eles abduzem, e muitas vezes, como Roni bem pontuou, as abduções são torturas, envolvem abusos, torturas e coisas hipertraumáticas. Eles, os alienígenas, o que que eles fazem? Parece que para apagar essa parte grotesca da tortura, eles fazem uma espécie de síndrome de Estocolmo ufológica. Que o cara se apaixona ali e fica completamente amigo e aficionado pelo seu algoz, seu torturador. O que que você acha disso, Roni? Você que já acompanhou tantos casos aí de abdução, faz sentido?

Rony Vernet:Eu vou começar ali falando do primeiro comentário dos animais, né, lembrando que tem o guaxinim também, né, quando aparece no quarto dela, está no trailer, tem lá raposa, o cervo e O guaxinim e o passarinho pousa no chifre do cervo. Isso é muito comum em abdução, em relatos de abdução, eles virem em 3. Isso é quase uma unanimidade, é um grande padrão. Às vezes varia um pouco, mas o 3 é um número que eu diria que aparece 90% das abduções. E o 3 é um número cabalístico, né, um número ali que tá em religiões, um número muito importante no ocultismo. Os seres virem em 3 tem para mim um grande significado, né. Inclusive, em algumas situações, os seres— não algumas, eu diria muitas situações— os seres têm 3 dedos nas mãos, às vezes 3 dedos nos pés. Então 3 é um número que aparece bastante. O passarinho, para mim, nessa situação— então os seres estão disfarçados nos 3, né? E o passarinho, que é como Daniel bem falou, que é o cardinal, ele tem um significado para mim, pelo menos a minha interpretação, é que o passarinho é como se ele denunciasse a presença do fenômeno. É como se o passarinho fosse a verdadeira inteligência por trás daquele fenômeno, por trás inclusive dos seres, dos aliens que estão por trás dos animais. É como se, olha, tem os 3 animais aqui, mas quando o cardeal tá presente significa que há uma conexão. Até quando o Daniel falou, né, com o céu e a terra, né, há uma conexão do mundo material com o mundo não material, do humano com o não humano. Então passarinho, ele denuncia justamente como se fosse um observador. A inteligência maior por trás dos fenômenos E quando ele está presente, você sabe que quem está ali não são animais comuns. E quando o passarinho também, o cardeal-do-norte, está presente, significa que o fenômeno está presente, né? Então essa seria a questão: por que que a Margaret consegue se reconectar com as habilidades delas fornecidas pelos não humanos, né? Algumas vezes, algumas histórias são os passarinhos, algumas histórias são as corujas, por exemplo, que é um ser que aparece muito, que falam que também teria o mesmo significado. Então essa observação que eu notei. Aí a questão da empatia, né? O filme aborda, o filme gira em torno da questão da empatia, que esses seres teriam perdido essa capacidade de se colocar no lugar do outro e por isso eles não se importam em te colocar numa experiência traumática, talvez, né? É uma coisa que talvez tenta, ao meu ver, isentar esses seres daquilo que eles estão fazendo com as pessoas, né? Pegando crianças ali, levando as crianças para uma experiência que seria traumática tirando aquela máscara de animal e se revelando como um alien grotesco, horrível. E a empatia, para mim, a falta de empatia seria uma forma de talvez isentar essa responsabilidade dos aliens, ao meu ver, no filme, né? Eles colocam o que eles não têm na Margaret, que ela consegue, com os poderes dela depois da abdução, olhar na alma, né, olhar através dos olhos das pessoas e enxergar tudo que tá na alma das pessoas, se colocar e sofrer os problemas viver os problemas que aquela pessoa vive, né? É uma coisa que gira central no filme aí.

Rogério Vilela:Fala, velhado. É o que você falou, me lembrou muito um livro do Arthur C. Clarke. Não sei se eu não lembro se o Daniel leu também, que é O Fim da Infância. Você chegou a ler, Daniel?

Daniel Lopes:Não li não, mas eu tenho lá em casa. Eu vi a série, né? Então tem tudo a ver com essa ideia de eles não querem aparecer. Quando aparece, a imagem grotesca, né?

Rogério Vilela:Sim, porque o que que acontece? Eles estão com boas intenções, ou seja, eles aparecem, eles pegam um humano só, escolhem para fazer a ponte. Então só um humano conhece a forma deles, e esse humano é separado dos outros e fica convivendo com eles. E toda a humanidade recebe esses dons dos alienígenas, ou seja, acabam as doenças, acabam as guerras, o mundo vive por um bom tempo só um novo tempo sem, só com coisas boas por causa dos alienígenas. E eles fazem um trato, é o seguinte: a gente vai fazer tudo isso com vocês, só vai ter, mas a gente só vai se revelar, aí eu não vou lembrar, sei lá, 40 anos depois. Eu acho que era 40 anos, porque seria o tempo de uma geração morrer e uma nova que já teria os frutos de todas essas benfeitorias dele. Então teria uma outra opinião com ele. E quando eles aparecem, se o Homer aí tiver a imagem dos alienígenas, aí você entende por que que eles não queriam que as pessoas os vissem, né? Você tem aí, Homer? Exatamente essa imagem que ele tá mostrando aí. Eles têm a forma do que a gente vê representado em pinturas e figuras como aqueles demônios, né? Vermelhos, chifrões, cascos nas pernas, aquelas pernas de bode. Então toda aquela representação que a gente tem de demônios seriam uma forma de a gente prever que um dia a gente seria visitado por esses seres, e esse medo do desconhecido. Então para evitar isso, eles falam que vão se revelar. O momento da revelação seria 40 anos ou 50 anos depois. Eu não lembro, que faz um tempo que eu li esse livro. Também tem uma série, como o Daniel falou. E aí, quando eles aparecem ao público, as pessoas estariam tão felizes porque a vida é bem melhor. Por isso que se fala do fim de infância, né? Aí eles não seriam mais dependentes desses seres, né? E aí eles poderiam viver uma vida plena com esses alienígenas convivendo, sem esse medo deles serem demônios ou terem atitudes ou ter um objetivo ruim, né, que me parece também uma coisa meio diabólica também, né, Daniel? Parece que o livro prepara a gente para aceitar os demônios, sei lá.

Daniel Lopes:Não, com certeza, Vilela. Inclusive, eu não sei se a galera conhece essa origem, mas a gente sabe que a produtora do Spielberg, e a gente está tentando também entender a biografia do Spielberg, os interesses do Spielberg, o envolvimento dele com o setor de inteligência, com essa ideia da revelação, do disclosure, né, O Spielberg, ele tem a produtora chamada Amblin. Eu não sei se a galera sabe, mas essa, a gente olha lá Amblin e tem o garotinho pedalando a bicicleta com ET. A gente acha que Amblin tem a ver com ET, mas na verdade Amblin é o primeiro curta-metragem que o Spielberg fez em 1968. E nesse curta-metragem, a história é de uma jovem que é hippie É um filme mudo, eles não falam nada, tem só as imagens. E ela conhece ali é um rapaz, e eles, um rapaz hippie também, e eles viajam juntos e tal, e vão tendo uma relação íntima, usam os entorpecentes lá, e eles chegam até a praia. E aí no final desse, dessa história, que é bem curtinha, tem 26, 28 minutos, esse cara ele tem ali uma, ele tem uma, um case de guitarra. E ele não deixa ninguém mexer no case da guitarra dele. Só que ele vai dar um mergulho no mar, a menina vem e abre o case. Quando ela abre o case, ela vê que ali dentro tem algumas coisas. Tem uma gravata, uma camiseta branca, sapato social, desodorante, pasta de dente. Então o que que ela vê? Ela vê que o cara, a vida dele é uma fachada, ou ele esconde alguma coisa. Ele aparenta ser um hippie, mas na verdade ele é um executivo que tá fingindo que é hippie. Então isso já é um traço, parece que meio autobiográfico da obra do Spielberg, que ele tá sempre mostrando a inocência da infância e essa inocência da infância sendo pervertida, sendo destruída. Por quê? Porque no filme Dia D, as duas crianças, né, o Daniel e a Margaret, eles tiveram uma experiência hiper traumática na infância. Foi uma experiência tão traumática com esses alienígenas que essa memória foi deletada. Senão eles seriam pessoas completamente atormentadas, pessoas esquizofrênicas, loucas, né, com problema psiquiátrico. E sempre que eles dizem que eles precisam voltar a essa experiência, a Margaret entra em pânico. Ela fala: eu não quero voltar nessa experiência, não quero me lembrar de tão traumático que foi. E o porquê que eu tô falando isso tudo, Vilela? Porque dentro desse Case da guitarra, nesse primeiro curta-metragem do Steven Spielberg, tava o livro do Arthur C. Clarke, que eu não sei como é que é em português, mas em inglês é The City and the Stars, né? Então você citou o Cidade e as Estrelas mesmo, A Cidade e as Estrelas. Então você vê, desde o seu primeiro curta-metragem, o Spielberg se inspira no Arthur C. Clarke. Então você pode ter certeza que ele tem essa ideia de que os alienígenas têm uma forma horrorosa que se assemelha a demônios. A gente tem a conexão disso com Aleister Crowley, né, com o demônio Lam, quando ele fez o rito de Amalantra. Então a gente sabe que invocação de demônio, contato com alienígenas, são coisas que andam muito juntas, né. O próprio Roni pode nos ajudar aí, mostrar que isso aí é igual o suvaco e axila, é quase a mesma coisa. Sempre onde tem aparecimentos ali, fenômenos alienígenas, tem algum ritual acontecendo, né, Roni? Então isso aí sempre caminha junto. Eu creio, baseado nessas referências que o Spielberg usa, que ele tem plena consciência disso, que ele sabe o que que realmente ele tá divulgando, que ele não tá divulgando seres como a gente chama de extraterrestre. Eu acho que ele sabe que no topo da cadeia desses seres estão seres interdimensionais, que são equivalentes aos conceitos de anjos e demônios das religiões. O que que você acha aí, Roni? Não tem a ver aparecimentos e avistamentos, né, com cultos e rituais?

Rony Vernet:É, abdução do Spielberg nesse filme parece até um exame oftalmológico, né? Vem uma luzinha, né, vem uma luzinha no olho ali, aí brilha o olho, acabou. E assim, você tá correto, elas são traumatizadas porque são levadas por um bichinho das histórias de infância e chega lá na casa de João Maria. Inclusive, a casa João Maria é uma referência bizarra que a gente pode discutir depois, ele ter colocado essa referência. Ele chegam lá e aí o servo bonitinho vira um alien, né? Então óbvio que vai traumatizar criança. Mas se você vê o filme, subverte isso, porque depois que eles fazem a regressão, hipnose regressiva, e se recordam da experiência, vira uma coisa maravilhosa. Não, me deram dons aqui, ganhei superpoderes. Então é, o bicho era feio, mas não foi tão ruim assim. Porque eu acho que eles não tinham, eles tinham flash na experiência, tinham flash da cara do ser, mas não lembravam que era simplesmente um exame oftalmológico. A gente sabe muito bem que abdução na vida real não é assim. Abdução, a pessoa é levada à força, ela é ferida, ela é cortada, ela é furada, colocam objetos em todos os orifícios possíveis daquela pessoa, ela é abusada fisicamente, abusada sexualmente. Ela é obrigada a ter relações sexuais. Para que que um ser altamente evoluído, tecnológico, vai pegar uma pessoa no braço? E tem várias pessoas que lutaram com seres no braço na história, pessoas que não têm nenhum motivo para mentir, lutaram com seres no braço. O ser pega a pessoa no braço, amarra com uma corda, chega lá, a nave tem um monte de botão que é pior do que o nosso. Essas pessoas são, tiram-se litros de sangue. Para que você vai fazer uma pesquisa genética? Você precisa tirar litros de sangue. Nem a gente, que é pouco evoluído, precisa disso, né?

Daniel Lopes:Fazer um suavezinho, né? Suavezinho resolve, né? Pega um cotonetezinho, passa o suave na boca, né?

Rony Vernet:Então assim, tira litros de sangue da pessoa, não tem uma anestesia. Para que que você vai furar a pessoa sem anestesia? É para pessoa sentir dor, é para pessoa se sentir abusada, pessoa se sentir traumatizada. Abdução é para isso. Isso tem toda a cara de um ritual iniciático, né? A pessoa é levada à força A pessoa levada para um ambiente estranho, a pessoa levada quando criança, ela é iniciada nesse ritual quando criança, ela é torturada ali naquela mesa. Dentro da abdução você sempre tem um círculo, dentro desse círculo você sempre tem um símbolo mágico ou sigilo. E o filme aborda muito bem isso, o filme do Spielberg. É, o que é interessante é que ele joga as coisas, ele não explica. Então, para pessoa que não conhece o fenômeno, ela vai ver o filme e não vai nem se ligar no que tá acontecendo. Agora, se você olha no trailer, a primeira coisa que o Spielberg mostra antes da cena em que o servo vira um alien é justamente a criança em cima de uma mesa. E aí você tem um círculo, e dentro desse círculo tem esse símbolo, o sigilo, o que é muito comum em rituais de magia negra. Então, tanto a mutilação anômala do Chupacabras quanto abdução é muito parecido com os rituais que os humanos fazem de oferecimento a essas entidades. Então, para mim, de fato, sim, tem muita similaridade entre o que esses seres estão fazendo e que os humanos estão fazendo na magia. E para mim, a grande hipótese é que às vezes esses seres vieram aqui, ensinaram na antiguidade os humanos a fazerem esses rituais, e estão influenciando até hoje os seres humanos para praticarem rituais, para alimentarem esses seres. E às vezes esses seres ganham força e fisicamente eles vêm, invadem a nossa realidade e eles mesmos fazem o serviço. E lá o Spielberg colocou como grande exame oftalmológico a abdução no filme.

Daniel Lopes:Eu acho que tem cena, o Romer, eu passei umas imagens aí que tem uma cena dessa, desse momento em que as crianças estão passando por essa experiência, que o filme quer mostrar como algo light, igual o Roni tá falando, mas que na verdade foi tão traumático, algo tão grotesco, que eles tiveram que suprimir essa memória Senão eles ficariam loucos, né? Vocês estão vendo a imagem aí de um objeto que é tipo um bastão mágico, né, que os alienígenas usam. E as mãos do alienígena ali segurando o rosto da menina. Essa menina é aquela que no futuro seria a Emily Blunt, né, que é a Margaret Fairchild. Inclusive, Roni, eu não sei se você se ligou nisso, o sobrenome da Margaret— e eu fiz uma análise do nome dos principais personagens, é muito interessante— Mas o sobrenome dela, Fairchild, é exatamente o nome de uma empresa de aviação em que o Major Wernher von Braun, que era da SS nazista e foi para os Estados Unidos para fundar a NASA e fazer todo o projeto espacial norte-americano, o Wernher von Braun trabalhava na Fairchild Industries, que era uma empresa aeroespacial, e ele tinha uma secretária chamada Carol Rosen. E a Carol Rosen disse que no leito de morte o Wernher von Braun disse para ela que seriam criados, que a elite global iria criar Várias ameaças para desenvolver um governo único global. E a última ameaça seria uma invasão alienígena falsa para poder fazer com que a humanidade ficasse desesperada e tivesse que se unir num grupo unido da humanidade, assim como Independence Day, no filme A Chegada, para combater esses alienígenas. E seria escolhido um líder dessa confederação das nações no planeta Terra para fazer isso. Isso seria a instituição de um governo único global. A Carol Rosen, ela falou isso no evento que o Stephen Greer organizou lá no National Press Club em Washington no ano de 2001, um pouco antes do 11 de setembro. E até o Stephen Greer disse que é o 11 de setembro teria acontecido para desviar o foco do assunto da revelação alienígena que ele tava fazendo naquele momento. Eu acho que é exagero isso, mas realmente ele trouxe pessoas de altíssima patente dentro da inteligência, do setor militar e do setor do serviço público norte-americano. E isso que a gente vê no Congresso americano hoje, né, a partir de 2017, né, com David Grusch, né, com o comandante David Fravor, com Lue Elizondo, com essa galera toda, o Stephen Greer já fazia isso pelo menos desde 2001, né. Então é muito interessante a gente ver que o sobrenome da personagem da Emily Blunt, que é Margaret Fairchild. Fairchild é o nome da empresa onde o Werner von Braun trabalhava e onde ele trabalhou junto com a Carol Rosin. A Carol Rosin disse que ele revelou essa ideia de que é uma invasão alienígena e unir o mundo num governo único. Então é mais uma coincidência. Agora, Vilela, já dá para a gente passar para a fase do spoiler heavy metal, já do hardcore?

Rogério Vilela:Vamos, vamos começar essa fase heavy metal vocês me falando da parte que eu perdi, que eu dormi no filme, que é o seguinte: o que são aqueles objetos? Aliás, você que tá assistindo agora e não assistiu o filme, essa é a parte que a gente vai falar tudo, tudo, revelar tudo sobre o filme, inclusive o final. O que que são aqueles pedaços de metal, pedra que eles seguram, e a partir daquilo eles têm experiências extrasensoriais?

Daniel Lopes:Cara, o filme não explica exatamente o que que é aquilo. Algum tipo de tecnologia alienígena que eles usam para controlar a mente das pessoas, né? O cara é, em uma determinada cena ele segura esse objeto e desaparece. Numa outra cena, Emily Blunt segurando esse objeto, ela faz as pessoas ficarem invisíveis. É o Colin Firth, né, que é o Noah. Você vê o nome do cara, Noah, Noé, né? Tem toda uma simbologia com Noé da Bíblia. Só que nesse caso é um Noé invertido, que é um Noé do mal, que ele quer salvar o mundo do dilúvio, mas o dilúvio é revelar a verdade dos alienígenas, né? É esse cara, o Noah, ele usa esse objeto, esse bastão, para poder invadir a consciência das pessoas e controlar as outras pessoas, os outros corpos, à distância, semelhante a uma possessão espiritual. Eu queria até saber a opinião do Roni. Você tem mais alguma, um aprofundamento uma ideia do que seria esse objeto, Roni? Porque o filme não explica, mas você talvez nas suas experiências, seus estudos, você já teve contato com algum relato, algo parecido com esse objeto?

Rony Vernet:É, você falou da Amblin TV, né, que é a produtora do Spielberg. O Spielberg fez em 2008, se eu não me engano, a série Taken, que é uma série que fala justamente sobre o acobertamento do poder militar, sobre relação a esse fenômeno, como o fenômeno atua, né, abusando de pessoas, que é muito mais interessante até que esse filme. Recomendo, todos tá no YouTube de graça, até em português dublado vocês conseguem ver. Taken, né, e é muito boa. E na Taken fala sobre Roswell, né, aquela queda de OVNI em 1947. Quando eles descobrem os destroços de Roswell, eles encontram o I-Beam. O I-Beam é uma barra, né, metálica, é desse metal especial chamado metamaterial, que é um material feito pelas inteligências não humanas através de nanotecnologia ou processos ainda mais robustos a nível quântico atômico, de fato, que é uma coisa que a gente não consegue fazer, que é pegar cada atomozinho e empilhar cada atomozinho para construir um material com propriedades muito específicas, que vão ter propriedades eletromagnéticas também muito específicas, e fisicamente você vai conseguir de fato fazer a nave voar, entre aspas, né, com isso. Então isso seria inspirado no I-Beam, que é essa peça, essa barra de metal. No filme ele não faz a barra, ele faz esse formato que a gente viu na imagem. Em que tem símbolos nesse material e que não são compatíveis. São parecidos ali com hieroglifos, são parecidos com símbolos sumérios, mas não são nenhum desses. Ninguém consegue decifrar o que seriam esses símbolos do I-Beam. Então esse artefato, esse metamaterial, é inspirado nesse I-Beam encontrado em Roswell, que falam que o governo tem até hoje. E que esse artefato, como ele é um metamaterial com propriedades muito específicas, aqueles que têm habilidades psíquicas humanas foram treinados e ou nasceram com habilidades psíquicas, eles são capazes de segurar esse material e eles conseguem se conectar. Esse material consegue fazer a ponte, né, entre o mundo não humano com o mundo humano. Então, com esse material, dependendo do nível de habilidade psíquica que a pessoa tem, ela consegue de fato dobrar a realidade, fazer o milagre que ela quiser aqui, que é o que esses seres fazem. Então você vê que no filme a Margaret Fairchild, que é a jornalista, ela consegue ter uma, uma uma manipulação muito maior desse material do que, por exemplo, Skelon, que é o vilão, né? Ele tem umas habilidades meio limitadas porque ela foi abduzida. Ela tem uma habilidade psíquica muito avançada implantada pelos seres. Talvez o Skelon não foi abduzido, ele simplesmente treinou, o governo treinou ele nesse programa de habilidades psíquicas, né? E esse, esse é bem no filme, ele vem justamente daquele equipamento que introduz a luz na alma das crianças através dos olhos. Você vê que tem um símbolo até importante, são 12 metamateriais que são em forma circular. Quando desce, depois colocar a imagem, né, quando desce o metamaterial no olho da criança que tem no trailer, você pode ver que são 12 em forma circular, que também é um número importante aí em religiões e no ocultismo também. E você vê que o governo, ele conseguiu 3, né, por algum motivo eles perderam nos destroços, não conseguiram achar, enfim. Então eles têm 3 metamateriais, que são esses que o Daniel explicitou. Uma coisa interessante que o filme mostra também é que em vários momentos, aí tá aí na imagem, né, o metamateriais no olho da criança.

Daniel Lopes:Tem uma imagem mais de cima que mostra, é que tem um círculo completo com essas 12 peças, né, que é um sigilo também espiritual. Isso. Desculpa te interromper. É, eu sei, eu imagino que você tem aí um tópico para você não esquecer o que você vai falar, mas já que você citou os 12, o número de esses 12 bastões, os 12 whistleblowers, os denunciantes que saem da empresa lá para poder denunciar, é, eu vi também como se fosse o MJ-12, o Majestic 12 do bem, como se ele estivesse criando um MJ-12, é, só que para abrir a informação e não para esconder. Você poderia explicar um pouquinho para galera o que que na mitologia, no lore, né, nas lendas ufológicas, o que que é o MJ-12?

Rony Vernet:É, o MJ-12 seria os 12 Majestosos, seria um grupo de cientistas e militares que se uniram para poder serem os gatekeepers, né, os guardiões do segredo do fenômeno. Isso aconteceu lá no governo Eisenhower, quando ele monta esse grupo E tem documentos hoje, Majestic 12, que até hoje discute se é real, se é uma farsa, o que que é aquilo. Mas o fato é que os denunciantes falam que isso existe, que o grupo hoje se chama Zodíaco por serem 12. Então no passado seria os 12 mais restantes, e hoje o grupo se intitula Zodíaco, cada um representando um signo, né, do cosmos. E só para fechar esse raciocínio do metamaterial, a gente tem no filme, esse material se gasta. E se a gente pega na história do fenômeno OVNI, se a gente pega, por exemplo, OVNI de Ubatuba, década de 50, em Ubatuba, em São Paulo, um OVNI apareceu na praia de Toninhas e esse OVNI começou a despejar o material quente, esse metal. E esse material foi encontrado por vários pescadores, todo mundo conseguiu um pedacinho desse material. Então o que a gente sabe hoje é que esses OVNIs, eles usam uma espécie de um material, esse metamaterial, e a cada vez que o OVNI é utilizado, ele gasta um pouco do material. Esse material, ele corrói, pinga, e de fato você consegue resgatar esse material depois no chão. Isso aconteceu não só em Ubatuba como em Council Bluffs, nos Estados Unidos. O Jacques Vallée tem esse material, alguns já analisaram, e são ligas completamente diferentes das ligas humanas que a gente conhece. E no filme mostra isso, cada vez que a Margareth usa esse metamaterial para ter um poder, quanto mais avançado é o poder, e um dos mais avançados que mostra no filme é ela tornando todo mundo invisível, ela gasta um pouco desse material. Quanto mais avançado o poder, mais material se gasta até que ele se desfaz completamente. Isso é coisa interessante que mostra no filme.

Daniel Lopes:Show! O Vilela, passando aí para parte do spoiler mais heavy metal, e tem um pouco a ver com a parte que você talvez dormiu, se bem que eu acho que essa parte você tava acordado ainda, que é o momento em que o filme revela que nessa encenação dos alienígenas se passando por animais fofinhos, eles também fantasiam aeronave ou laboratório deles como uma casa. A gente tem a imagem aí depois, se o Rony, o Homer puder botar, a casa que o filme diz que é a casa de João e Maria. E a gente fala, pô, pera aí, meu irmão, João e Maria no conto original dos Irmãos Grimm, né, o conto é de 1812, inclusive você pega as séries de Irmãos Grimm, é negócio de terror, não é coisa de criança, né. A Disney deu uma suavizada. O que que é a história? A bruxa malvada, ela cria aquela casa de docinho, de pão de mel, bolo e tal, para atrair as crianças famintas que estão perdidas. Ela captura João e Maria engorda o menino na gaiola para devorar o menino e planeja depois devorar a menina. Então tem a ver com o negócio de canibalismo ali. E aí o que é estranho é que se a gente pega os documentos de Jeffrey Epstein, os documentos do Epstein falam dessa elite consumindo esse tipo de material. E aí o que é estranho é que nos, nas denúncias que são feitas contra o Spielberg É, alguns atores falaram que ele praticava isso. Você fala, meu irmão, não acredito que o cara botou isso no filme. É uma denúncia que alguns atores fizeram contra ele, de que ele devorava bebezinhos. Então eu achei um negócio extremamente estranho e sinistro isso. Que que vocês acharam desse detalhe aí?

Rony Vernet:É praticamente o ET Webster, né? É praticamente o ET Webster, né? Porque fazendo ritual, levando a criança para casa de uma Maria, né? Praticamente o filme tá falando isso de forma, claro, velada ali. E ele mostra as cenas, mas muda todo o contexto para parecer uma coisa boa, né? Que alguma coisa que acontece com as pessoas que recebem, que são levadas para esses rituais, que são traumatizadas, é o que as pessoas falam, é não conte para ninguém. 'Mas foi uma experiência boa.' A pessoa é convencida a achar que aquele abuso foi uma coisa boa, né? Que o Daniel tava comentando agora há pouco, que o filme meio que romantiza isso aí.

Daniel Lopes:Então aí alguém pode falar: 'Ah, mas no filme os alienígenas não devoraram as crianças, o Daniel e a Margaret.' Não, eles devoraram, sabe o quê? Eles devoraram sim, mas não foi a carne deles, foi a inocência. Eles devoraram a infância, devoraram a alma. A autonomia das crianças. Porque fizeram experimentos com as crianças contra a vontade delas, apagaram a memória, implantaram poderes e prepararam as duas crianças para servir como instrumento dos alienígenas de revelação da nova religião alienígena. Ou seja, a Casa João Maria virou uma armadilha de abdução ali, de tortura das crianças. Porque o que parecia originalmente ali no início um conto de fadas para as crianças era na verdade um trauma de infância pesadíssimo disfarçado de maravilha. Você não enxerga isso, Roni? Porque eu vejo muitos caras, até o, tinha um sargento do Exército Americano que eu esqueci o nome dele, acho que era Clive alguma coisa. Ele era um cara que ele falava da abdução dele, ele chorava de emoção, ele falava, poxa, coitadinho deles, eles são tão, eles são tão prejudicados. A humanidade fez tanta maldade com eles. Eu falo, poxa, eles que fazem maldade com a gente, pô. Que história é essa? Parece que existe, né, eu volto àquela ideia que eu apresentei antes, parece que eles implantam na pessoa uma espécie de empatia, como se fosse ali uma síndrome de Estocolmo, né, que o cara fica apaixonado pelo torturador. Você já viu casos assim, Roni, que a pessoa fica, em vez de ficar traumatizada, ela volta super apaixonada, achou tudo muito lindo. Você já viu isso?

Rony Vernet:É, se a gente pega o caso Varginha, né, entrevistei as meninas no documentário e eu perguntei muito dos olhos. O filme do Spielberg fala muito dos olhos, inclusive Spielberg falou nos bastidores: olha, tudo tá nos olhos, a alma você consegue acessar pelos olhos. E é muito clássico que quando as pessoas olham nos olhos desses seres, e os olhos não são grandes à toa, os olhos são grandes para as pessoas acharem inevitável olhar para os olhos. Se você lembra no filme do Spielberg, quando tem a cena do serro virando o ET, é dentro do olho dele, tem um sigilo também, que é o mesmo sigilo que tá no círculo de plantação, que tá no material, e que está no chão quando a criança é abduzida. Então, o que que significa esse símbolo? Se a gente olha na magia, o símbolo ou sigilo é aquilo que conecta Quando você cria esse símbolo, ele tem uma intenção ali dentro, e ele é o que conecta nós humanos com essas entidades que seriam as não-humanas quando a gente faz uma magia, um ritual. Nesse caso, é tudo que tem símbolo no filme é justamente representando essa conexão que seria entre o céu e a terra, humano e humano não humano. E no olho do ser tem também. Então quando a pessoa olha no olho do ser, é como se olhasse para Medusa, ela entra no estado de paralisia, ela entra no estado alterado de consciência, e o ser consegue entrar na alma daquela pessoa e implantar qualquer sentimento e qualquer imagem, qualquer ideia que ele queira. Então ele consegue de fato implantar naquela pessoa que foi uma coisa boa, que ela tem que aceitar aquilo. Quando eu entrevistei a menina de Varginha, o que elas me relataram foi que quando elas viram o ser, era muito feio, era horrível, tinha veias saltadas, tinha aquelas coisas que pareciam chifres, as protuberâncias, tinha uma pele marrom, os olhos vermelhos. E quando elas olham finalmente nos olhos Duas delas, que é a Kátia, Liliane, a Valquíria não ficou olhando nos olhos porque ela ficou impressionada com ombro, com veias. Elas relatam que começaram a sentir pena do ser. Eu falava assim: mas ele tinha expressão facial de sofrimento? Não, ele era feio, era horrível. E como assim você teve pena de um ser que não tem expressão facial e que é horrível? Tivemos pena porque olhamos nos olhos. Quando olhamos nos olhos, ele colocou na nossa mente aquele sentimento de empatia e de que ele estava sofrendo. Vocês veem como esses seres são manipuladores.

Daniel Lopes:Sentiu, Vilela? Sei que enquanto, quando encontra com alienígena, fica olhando nos olhos.

Rogério Vilela:Para com essa mania aí, hein, cara, é trocar olhares. Mas me expliquem mais uma coisa que eu perdi no filme aí, Daniel e Roni. Eu, a partir desse momento aí que tem experiência com a menina, eu dormi um pouco e depois acordei, já tinha aquela revelação final. O que que foi essa revelação final? Um monte televisão, um monte de jornais de todos os países falando, mostrando cenas de filme, cenas de avistamentos e tudo mais.

Daniel Lopes:O que que rolou? Eles mostraram as imagens, né, dos alienígenas chegando, né, Presidente Nixon, Roswell, Novo México. Mas a galera podia pensar assim, ah, deve ser inteligência artificial isso, né? Aí que que eles fazem? Eles trazem o próprio alienígena, já idoso, antigão, né, velhinho, e bota ele, botam ele na frente da câmera, e ele chega e conta um segredinho no ouvido do Daniel lá. E o Daniel, que é o cara que recebeu a parte matemática da lógica de entender a linguagem matemática deles e traduzir o que eles estão falando, aquela linguagem dos estalos, né, que elas falam. E aí A menina, a Margaret, que é a jornalista, ela vai divulgar a informação. E quando ela vai divulgar a informação, ela fala listen, né, escute. E aí acaba o filme. Então foi isso que aconteceu.

Rogério Vilela:Aí todo mundo sai do cinema puto que nem eu.

Daniel Lopes:Pô, total. Aí a galera, não, a galera fala, pô, vai ter um outro, vai ter volume 2. Eu falo, cara, às vezes não, né, porque Às vezes o filme termina aberto, né? Acho que não vai ter nada.

Rogério Vilela:É como o peão, o peão de A Origem lá do filme, do que roda o peão e você não sabe se ele para de rodar ou não, entendeu?

Daniel Lopes:Exato. Então acho que a mensagem final é: escute.

Rony Vernet:Na segunda-feira, foi na segunda, a gente teve entrevista com o Doutor Ítalo Venturelli de Varginha aqui com o NACM Inteligência.

Daniel Lopes:Sim, eu não assisti.

Rony Vernet:Na, ele falou assim, quando eu fui para Varginha, que ele foi falar no Congresso sobre a experiência dele para os congressistas, os deputados, né, foram ouvir ele. Inclusive ele conversou com o físico Hal Puthoff, que era da CIA, sensacional, que convidou ele para jantar, foi Spielberg. Spielberg convidou o Dr. Italo Ventorelli para jantar com ele, e nesse jantar o Spielberg falou que vai ter mais um filme.

Daniel Lopes:Falou?

Rony Vernet:Então falou que vai ter mais um filme, e eu chutaria que pode ser a trilogia E eu espero que o Spielberg não dirija, porque eu queria muito ver talvez o Christopher Nolan, ou o cara que dirigiu lá, o indiano que dirigiu Os Sinais. Eu queria talvez ver uma mistura de vários filmes, cada filme com o Shyamalan. Nunca consigo falar o nome desse cara.

Daniel Lopes:M. Night Shyamalan. Vilela não gosta muito não, mas Vilela, é bom, assiste aí que é legal. Shyamalan.

Rogério Vilela:Ué, não gosto, gosto dele, que ele é tipo altos e baixos, né? Tem filme muito bom e filme muito ruim que o pessoal, a humanidade inteira fica fugindo de samambaia.

Daniel Lopes:Não, e aquele filme, um dos últimos aí que ele fez, que o filme já começa falando quem é o assassino, e o assassino é o cara, a revelação final já é logo no começo, já descobre quem é o assassino. Você fala: irmão, que proposta aí, estética diferenciada, né? Aí ficou meio chatinho, né? O que que você achou desse filme aí? Você gostou ou não?

Rogério Vilela:Não gostei não, não gostei. Principalmente que tem uma, tem a filha dele, acho que trabalhando muito mal assim, faz personagem.

Daniel Lopes:É, parece que ele fez o filme só para botar a filha no palco ali cantando algumas coisinhas, né?

Rogério Vilela:Pois é, pois é. Mas ele foi muito bom.

Daniel Lopes:Foi esse filme que você entrevistou a galera ou não?

Rogério Vilela:Não, não, esse filme não entrevistei não, mas teve um do Shyamalan que eu gostei muito, do Watchers.

Rony Vernet:Vocês viram Watchers, Os Vigilantes, que foi o último que passou aí?

Rogério Vilela:Sim, sim, cara, muito bom.

Rony Vernet:Que a filha dele que dirige, ele é produtor executivo.

Rogério Vilela:Muito bom, cara. Cara, agora eu não lembro do clima. Eles ficam presos numa floresta e tem que ficar numa casa e tem um vidro e uns seres ficam observando eles assim.

Daniel Lopes:Ah, eu vi, eu vi, eu vi, eu vi. Eu vi, é legal, é muito legal, interessante. Eu vi.

Rogério Vilela:O Daniel, só enquanto isso, vamos ver o que que a galera tá tendo de dúvidas aí, de perguntas, e a gente vai contornando aí em cima dessas dúvidas. Manda aí, Romer.

Homer:Vamos lá, tem a pergunta aqui do Resiliência Digital. Ele mandou aqui, ó: Boa noite, Roni. Pelo que percebi, no caso Roosevelt é o único citado na parte onde mostram várias imagens e vídeo. Há alguma probabilidade de alguma daquelas imagens e vídeos serem reais, já que Spielberg é influente no Pentágono?

Rogério Vilela:Como que chama o caso aí que você falou?

Homer:Ele é o Resiliência Digital.

Rogério Vilela:Não, não, o caso que você falou, o caso de Roosevelt. Roosevelt.

Homer:Roosevelt. Roosevelt.

Rogério Vilela:É que você falou Roosevelt.

Homer:É a forma como ele colocou aqui, eu li da forma como ele colocou.

Daniel Lopes:O presidente Roosevelt, né, tava junto.

Homer:É que ele não colocou como Roosevelt, ele colocou como Roosevelt.

Rogério Vilela:Aí eu olhei da forma que tava, tá tranquilo.

Rony Vernet:Então esse caso de 1947 mostra no filme, no final, aquela parte que o vilão dormiu, né, que começa a mostrar um histórico dos casos, os vídeos, né, e começa em 47 e vai indo, vai até, se não me engano, 80. Quando ia chegar em Varginha, 96, aí o troço acaba. Fiquei decepcionadíssimo. Achei que ia— o Spielberg é um grande fã de Varginha, viu, sabe tudo sobre Varginha, viu documentários. E eu achei que ele ia fazer uma referência. Tem uma referência a Varginha que depois a gente pode falar aqui no filme também. Vou até deixar anotado aqui. Mas em relação ao Roswell, aí que que a gente pode falar, né? Muitos especulavam que o Spielberg tem conexões e que ele iria colocar cenas reais de Roswell e outros casos. Nesse filme, né, e aparecem cenas muito bem feitas, uma recriação de um filme como se fosse 1947 mesmo, soldados pegando os seres, a nave enterrada lá no meio da terra. Mas não parece ser o filme real porque a nave de Roswell é uma nave que tem forma de arraia, ele tá mais ou menos na forma, no formato de disco, e os seres um pouco diferentes. Os seres de Roswell que contam, pelo menos os relatos mais convincentes, seriam seres muito parecidos com os humanos, com uma cabeça maior e os olhos todos pretos, uma mistura ali entre o alien tradicional e o humano, uma coisa um pouco diferente do que o Spielberg coloca ali, que é aquele ET clássico, né. Então, por isso, se os relatos convincentes dos militares estiverem corretos, não seria uma coisa de Roswell, mas uma coisa que o Spielberg criou de fato e colocou ali, né. Sabe-se lá se outros casos ele de fato tinha algo mais real, mais palpável. Um desses casos que eu posso colocar, aquele que não é o filme real, mas uma recriação que poderia ser perfeita, É quando o presidente Nixon, ele convida um artista que era um comediante muito amigo dele, que adorava ufologia, e ele chama esse cara para uma base na Flórida onde estariam as gavetas das câmeras frias, onde estariam os seres, e mostra. Isso é uma história real que circula muito tempo, com várias testemunhas, e é mulher do próprio comediante que revelou isso no programa de TV, e outras testemunhas também de que Nixon de fato teria mostrado esse ser E isso mostra no filme do Spielberg, inclusive uma das cenas de destaque, no meio para o começo do filme, quando o Daniel mostra para a Jane, que é a sua namorada, filmes que poderiam impactar a humanidade. E esse é um deles que ele mostra, além da tortura do ser do Alien, né? Então acho que sim, isso pode ser um dos que pode ter acontecido, e o Spielberg pode ter até visto esse filme e simulado muito bem ali para poder mostrar no dia a dia.

Rogério Vilela:Vamos lá, vamos.

Homer:Próxima pergunta aqui do Williams Barros. Ele falou o seguinte, ó: por que Hollywood não faz 2, 3 ou 4 filmes sobre o Dr. Wernher von Braun e a NASA? Será que eles querem esquecer o passado para criar uma ilusão, mentira?

Daniel Lopes:É, cara, a ideia foi boa, né, para quem tiver, o cineasta aí que tiver ouvindo, né, mas Mas parece que esse assunto é tão delicado que nem mesmo os mais ousados diretores ali tiveram disposição de mexer nisso. Porque existem teorias de que, na verdade, eu queria até ouvir a opinião do Roni sobre isso, que o Projeto Paperclip, que foi essa operação que trouxe os cientistas mais brilhantes nazistas da Alemanha para os Estados Unidos, dando ali uma espécie de salvoconduto para eles, mudando o nome, dando passaporte novo. E dizem que muitos desses caras, dos filhos desses caras, né, circulam por aí. A gente olha, acha que é americano, mas é tudo filho de nazista que tá, foi levado para os Estados Unidos. Dizem que foi nesse momento que o Henry Kissinger, é, que ele tava trazendo, ajudando a trazer esses caras no Projeto Paperclip. Eles também estavam tendo que lidar com Roswell lá no Novo México. Porque a gente tá falando de 1947, é bem pouco depois do final da Segunda Guerra Mundial. Então tava tudo acontecendo na mesma época. E o Wernher von Braun, junto com o Henry Kissinger, que apesar da gente escutar Henry, nome dele era Heinz Kissinger, e ele era alemão, e ele foi escolhido para fazer a ponte entre os cientistas alemães e os Estados Unidos para selecionar e escolher cientista, porque ele era alemão e falava alemão fluentemente. Então esse cara, ele nesse mesmo período, ele tá constituindo o grupo MJ-12, Majestic 12, né, que tem vários personagens ali icônicos faziam parte. Então parece que se você mergulhar muito profundo na história do Major von Braun, eu ia falar Emmett Brown, né, Emmett Brown do De Volta para o Futuro, que aí tem a ver com Thomas Townsend Brown, que era um cientista lá que nos anos 20 desenvolveu a eletrogravítica e trabalhou nos projetos ali secretos da indústria da defesa para criar essas aeronaves aí exóticas que a gente vê hoje. Mas o Wernher von Braun, se você mergulha muito na história dele, você vai descobrir que talvez quem comanda os Estados Unidos são esses nazistas e os descendentes nazistas que se infiltraram na administração pública americana e continuar a tocar o projeto do Terceiro Reich lá de dentro dos Estados Unidos, entendeu? Esses caras estariam impregnados ainda ali no, na política, no Congresso, na cultura, na arte, na inteligência, na CIA, e por aí vai. Então acho que é um, é uma toca de coelho ali perigosa para se mexer. É minha opinião.

Homer:A Fernanda Almeida Ela mandou o seguinte, ó: Daniel e Roni, eu também acredito que aliens são demônios, porém dada a vastidão do universo, vocês não acham que realmente pode haver vida em outros lugares, mesmo que nunca não entrem em contato conosco?

Daniel Lopes:Então vou só dar uma explicação rápida. Passa aí, Roni. Não, fala aí, fala aí.

Rony Vernet:Não, assim, a gente tem vários tipos de fenômenos, né? Tem muito esses orbes, esses fenômenos que são amorfos, que vai começar a aparecer muito vídeo do Pentágono, provavelmente em breve. Tem as águas-vivas, as arraias, além das naves metálicas, né? E esse tipo de seres infinitos, pessoal fica achando que é todo mundo Grey, aquele cabeçudo com olho, tipo, vocês são infinitos. Se pegar a tipologia aí, é aquilo que a imaginação de provavelmente da inteligência que tá comandando, tá gerando aquela, como se fosse uma inteligência artificial gerando, né? Então são vários tipos de seres que aparecem, né? Agora, tem seres tecnológicos que aparecem muito dos oceanos, né? Inclusive essa revelação toda muito impulsionada pelos encontros que os caças americanos, que os ativos americanos tiveram no Oceano Pacífico e Atlântico durante os seus treinamentos, principalmente. Então será que alguma civilização sobreviveu ao cataclismo, os Atlântico, por exemplo, e tem base no oceano. Os deputados estão falando que existem 6 bases, não falaram quais são os locais ainda, mas que eles já identificaram 6 bases no fundo do oceano em que esses caras estariam saindo. Muita gente vê ali em montanhas também, na base Cheyenne, por exemplo, onde está a base chefe ali do NORAD, né, que é o sistema de defesa espacial norte-americano junto com o Canadá. Falam que existe também uma base ali, inclusive trabalhando em conjunto com os militares. Então assim, tem uma parte do fenômeno que ele pode ser de fato interdimensional, que a gente chama, que estaria mais ligado a um conceito teológico ali de anjos e demônios, seres que não têm corpo, como se fosse uma verdadeira inteligência artificial, e que tem, e que podem materializar o que quiserem aqui na realidade nossa, material, física, 3D. Mas seres também talvez físicos, seres como nós, físicos, e que talvez sobreviveram cataclisma em Marte. Marte era um planeta que era igual à Terra bilhões de anos atrás. Seres que talvez estavam aqui, seres tecnológicos da antiguidade, dos atlantes, e que por um cataclisma na Terra tiveram que se abrigar no fundo do mar. Então a gente pode ter um misto aí de vários tipos de inteligências não humanas que estão aqui na Terra, e elas podem estar inclusive brigando entre si. E esse pode ser um dos motivos porque algumas naves caem, são recuperadas pelos governos aí.

Daniel Lopes:Então, nas hierarquias angelicais— perdão, Vilela, pode falar aí, fica à vontade. Não, não, nas hierarquias angelicais, pelo menos na hierarquia do Moisés Maimônides, né, a gente tem um tipo de anjo que ele chama em hebraico de Ishim, que são os semelhantes a homens. E inclusive o apóstolo Paulo, ele diz na Bíblia que muitas pessoas sem saber receberam nas suas casas anjos, né? A gente tem Gênesis, 3 anjos visitam Abraão, um deles é uma personificação de Deus, e eles jantam com ele, comem, conversa e tal. Então quando a galera pergunta: você não acha que pode ter outras civilizações? O cara começou falando: ah, eu concordo que são anjos e demônios, mas será que não tem outras civilizações? Mas tem anjo que, segundo a Bíblia, é igual gente, que a gente olha assim, você não consegue diferenciar. Entendeu? Então acho que isso é uma resposta também.

Homer:Tem uma pergunta do Soldado Ryan, ele mandou aqui, ó: e aquele equipamento que entra na mente? O filme ficou mais de 50% do tempo nisso. Qual a mensagem de Spielberg quanto a isso? É alguma revelação?

Daniel Lopes:Vou deixar para o Roni aí.

Rony Vernet:Isso liga muito com o programa MK Ultra, né? Inclusive vai ter uma audiência no Congresso americano sobre o MK Ultra. Ia ser agora em maio, foi adiada por conta desses vários assuntos que estão sendo tratados, inclusive OVNIs. E o MK Ultra é o programa de controle mental americano, né, aquele que gerou ali um processo contra a CIA. A CIA quase acabou por conta do MK Ultra porque eles estavam pegando ali criança, prisioneiro, todo tipo de gente para dar alucinógenos, para dar LSD, e tentar controlar a mente dessas pessoas. E dizem que com essa tecnologia que eles estudaram de fenômenos anômalos, sejam fenômenos religiosos, como por exemplo levitação de santos, bilocação e outros, mas também fenômenos de inteligências não humanas, é dessas que foram recuperadas desses acidentes de naves, algumas pousadas, e que tem habilidades psíquicas. Com esses estudos e também com ajuda desses metamateriais que foram recuperados dessas naves, eles começaram a fazer um programa de estudos da mente que gerou o programa Stargate, por exemplo, cujos documentos também estão no site de leitura da CIA, que é o programa de espionagem psíquica, que eles aprenderam com, na verdade, com a União Soviética, que foi a pioneira. Tem os programas de, que eles chamam GATE, né, crianças, que é o Gifted and Talented, que as crianças que são recrutadas ali, que tem dons ou são super talentosas psiquicamente falando, algumas delas são selecionadas para esse programa de psíquicos A série Stranger Things fala um pouco sobre isso, né, crianças que são recrutadas para os programas do MK Ultra, porque o governo começou a ver que alguns desses artefatos encontrados nas naves só são ativados por pessoas que têm habilidades psíquicas, que é justamente o que o filme fala. Qualquer pessoa que toca sem luva nesse artefato, acontecem coisas estranhas, inclusive podem morrer essas pessoas. Já as pessoas que têm treinamento psíquico conseguem ter uma conexão com esse objeto e consegue se conectar aos não humanos, que é como se fosse uma ligação via satélite, né? Você manda um sinal para esse mundo não humano, eles devolvem aqui na nossa realidade fazendo as mágicas e maravilhas. E somente essas pessoas psíquicas ou abduzidas ou que têm habilidades psíquicas conseguem controlar esses metamateriais. Então é mais ou menos assim que o filme dialoga com essa questão de controle mental. E o filme fala isso também, né? Quando o Skellum, que é o vilão, segura esse metamaterial, ele que é um cara treinado psiquicamente pelo governo, Quando ele consegue segurar esse metamaterial, ele consegue fazer a bilocação, que é uma habilidade que muitos santos têm. Então ele consegue aparecer para pessoas, ele estando em outro local. Ele consegue possuir a pessoa, que seria a possessão demoníaca. Ele consegue entrar no corpo da pessoa e controlar aquela pessoa à distância. Então essas habilidades começam a aparecer para essas pessoas que têm treinamento psíquico, amplificadas por esses metamateriais que foram recuperados nesses OVNIs. E o Spielberg com certeza retratou isso porque ele sabe muito bem o que está acontecendo.

Daniel Lopes:Isso é interessante porque isso muda um pouco até a nossa abordagem da criminologia, porque muitas pessoas que cometeram crimes assim meio infundados, sem uma causa aparente, elas falam: eu ouvi vozes e meu corpo ficou fora de controle, eu comecei a perder o controle das minhas próprias atitudes, e não fui eu que matei a pessoa, foi alguma força que me controlou. A gente começa a pensar: será que existe uma tecnologia capaz de fazer isso? Agora, falando do controle mental, eu queria ver se o Romer conseguia achar uma foto da menina, seja ela novinha ou Emily Blunt já adulta, no quarto dela mostrando o papel de parede. No papel de parede tem corujas e borboletas. Então isso, para muitas pessoas atentas que olharam, As borboletas têm uma direta relação com o Projeto Monarca, que era um projeto ali de trauma infantil relacionado com abdução também. Isso tudo foi revelado pela Lei de Acesso à Informação nos Estados Unidos, que é no filme, tem a ver com a criação ali, ó, na tela você pode ver que são borboletas e corujas, né? Então a borboleta é um símbolo clássico do Projeto Monarca, inclusive Monarca é um tipo de borboleta, né? E Relacionado ao filme, o Projeto Monarca tem a ver com o trauma infantil mais abdução, criando pessoas com poderes úteis ali para essa nova era dessa revelação alienígena, da empatia dos alienígenas, né, o canal de mensagem alienígena. E a coruja também é um símbolo muito importante do ocultismo, porque a coruja é um animal noturno, né, de caça noturna, por isso ela tem um olho muito grande. E esse olho simboliza dentro do ocultismo a capacidade de enxergar nas trevas, ou seja, conhecer as trevas, conhecer aquilo que tá em oculto, capacidade de enxergar mesmo no escuro. Então tem a ver com o grupo, né, o clube das elites globais lá, que é o Bohemian Grove. E isso tem a ver com uma simbologia não apenas do conhecimento ocultista de enxergar em meio às trevas, mas também o controle da elite, né, porque os verdadeiros donos do governo ali, que é o governo secreto, que essa empresa World X Company, né, essa elite global, eles usam esses programas, seria o significado no filme, para preparar a humanidade para essa grande transição. Qual a grande transição? Fim das religiões tradicionais antigas. O filme só vai criticar o cristianismo, parece que só o cristianismo é a única religião que existe no mundo. E essa chegada dessa nova religião cósmica aí, desse governo global unificado, só para tratar aí da simbologia.

Homer:Só para contextualizar, você acabou de responder a pergunta da Dani, né, que ela perguntou por que que a Igreja Católica ela tem sido tão atacada no filme.

Daniel Lopes:Beleza.

Rony Vernet:E aí, olha a clarividência aí, ó.

Daniel Lopes:É, viu?

Homer:Tem uma pergunta também do Correndo para Cachorro.

Daniel Lopes:Opa, aí sim!

Homer:Ele mandou o seguinte, ó: tá rolando na internet aí uma previsão da vó baiana onde os ETs vão aparecer durante o jogo do Brasil com a Croácia nessa Copa. Vocês estão sabendo disso?

Daniel Lopes:Tô sabendo. O que que você acha disso aí, Juan? O tempo vai dizer, né? É só esperar um pouquinho.

Rony Vernet:Eu acho extremamente pouco provável, mas se ela acertar, essa mulher vai ganhar aí 1 bilhão de seguidores, vai superar o Mike Leão. É aquela aposta que você tem pouca chance de ganhar, mas se você ganhar é alto ganho, né? Altíssimo ganho. Vai virar o Mike Leão aí 100.0, né? A grande pergunta é que foram mais duas pessoas, cara. Parece que foram mais duas pessoas. Inclusive eu vi o Uri Geller, lembra do Uri Geller, aquele psíquico estudado pela CIA, entortador de garfos e xaléns? Ele comentou aí semana passada que ele teve um sonho com a Escócia, e ele teve um sonho com a Escócia de que no jogo da Escócia, ele não falou Brasil, mas no jogo, em um jogo da Escócia aconteceria a apresentação desses seres, né? Então não sei se ele viu ela falando, ou ele é um cara que foi até ajudado pela CIA, também tá sabendo das coisas. Mas o fato é que foi mais de uma pessoa, já tem pelo menos 3 aí que previram esse negócio. Vamos aguardar aí para ver o que acontece.

Daniel Lopes:Não, é só para lembrar que o Uri Geller, ele previu o atentado que ia acontecer com a equipe de Israel. O Uri Geller é israelense, nas Olimpíadas de Munique, e ele falou para o Israel não mandar a equipe, mas aí o pessoal achou que era delírio e acabou mandando. Então, provavelmente isso que o Uri Geller falou não vai acontecer, é a probabilidade maior, mas a gente não pode esquecer que teoricamente, hipoteticamente, ele já acertou algo estranho que aconteceu nas Olimpíadas de Munique, né? Só para citar aí.

Homer:Tem a pergunta do Ian Marcico.

Rogério Vilela:Oi, capricha na pergunta, estamos chegando ao final da final das perguntas.

Daniel Lopes:Capricha na pergunta aí, pega só o filé aí, né?

Homer:Vamos lá, tem uma pergunta. Eu já tinha deixado separada essa daqui, que foi do Ian Marcico. Ele mandou o seguinte: o que leva uma pessoa a ser abduzida, ou o que classifica a ser abduzida e passar por esses traumas?

Daniel Lopes:Vou deixar para o Roni essa aí.

Rogério Vilela:Existe algum tipo de seleção, algum tipo de pessoa é mais passível de ser abduzida, assim como A gente vê em show de hipnose, né, algumas pessoas são mais fáceis de ser hipnotizadas do que outras.

Rony Vernet:É, quando a gente fala dessa abdução aí, que é abdução que parece uma tortura, né, algo negativo realmente, que a gente vê muitos casos, a gente tem, por exemplo, pessoas que estão em extrema depressão profunda, não tô falando uma tristeza qualquer não, falando depressão profunda, e às vezes elas vão, por exemplo, uma floresta ou até no seu dormitório, e elas são levadas. Por esses seres. Então, como se o estado mental da pessoa criasse uma espécie de sistema imunológico, criasse uma brecha para esses seres poderem aparecer e levar essas pessoas. Umas pessoas que mexem com ocultismo, com magia, de forma inadvertida, como curiosos ali, sem saber o que estão fazendo, começam também a relatar algumas experiências dessas, como se o interesse dela, e ela faz sem nenhuma forma de proteção, abrisse também uma brecha desse mundo nosso humano com o mundo não humano, né, o mundo material com o mundo não material. Esses seres também aparecem. Você tem às vezes as pessoas fizeram magia para uma pessoa e ela não tá protegida, às vezes ela começa a ter experiências também, sonhos que são mais reais que a realidade. Muitas abduções são físicas, né, ou seja, a pessoa é levada, tá de carro, ele é levado, como tem um caso, João Cayana, 3 santistas, que a família inteira foi levado no carro. Mas tem a maioria das abduções hoje, abdução que seria não física, ou seja, em dormitório ela tem um sonho Esses seres invadem o sonho, como se fosse o filme do Freddy Krueger, do Pesadelo, e as pessoas têm um sonho mais real que a realidade. Como é que a gente sabe que não é só um sonho? Porque ela acorda com marcas, implantes na pele, com feridas, com cortes. Então uma experiência não física que tem uma consequência física. Às vezes pessoas que tomam de forma inadvertida ayahuasca, LSD, cogumelos, coisas que colocam a pessoa no estado alterado de consciência, e a pessoa já estando ali, às vezes pessoas vão buscar cura, vou fazer uma ritual de ayahuasca, buscar uma cura, ela começa também a ter uma chance de ser visitada por esses seres que seriam seres negativos. Enfim, tem algumas portas que são abertas, como eu falei, é que criam brechas, como se fosse um sistema imunológico espiritual da pessoa, que esses seres conseguem invadir e conseguem entrar na mente. E aí, a partir daquele momento, cria uma conexão permanente com a pessoa, eles conseguem sempre voltar nela, né? Às vezes quando colocam um desenho em forma de sigilo ou coloca um implante, que é geralmente o que acontece. É como se esse símbolo físico fosse um símbolo que fizesse com que esses seres sempre conseguissem voltar e criar uma conexão permanente com o alvo. E a pessoa vai tendo, vai contar para as pessoas, ninguém acredita, as pessoas começam a fazer piada, isso tudo cria aprofundamento da experiência mental. Ela já tá em depressão e acontece a experiência dessa, ninguém acredita nela, e ela convive essas como se fosse uma realidade virtual, né. É como se fosse de fato um filme do Freddy Krueger. As pessoas começam a ter as suas mentalidades, as suas mentes corroídas, e parece que é isso que esse ser, alguns desses seres negativos, querem no final do dia, né? Corroer as almas de fato das pessoas.

Daniel Lopes:Deixa só fazer uma perguntinha para o Vilela aqui. Vilela, a vó baiana, a vó baiana falou que durante o jogo do Brasil com a Escócia, dia 24 de junho, em Miami, As naves extraterrestres aparecerão sobre o estádio. Ela falou que isso veio nos sonhos. A nave vai causar pânico, correria e abdução de jogadores. Neymar vai ser abduzido, Vini Jr. também, e vários torcedores, milhares de pessoas também. Eu vou estar lá. Então, isso que eu te perguntava, você estará nesse jogo?

Rogério Vilela:Eu estarei nesse jogo, mas não estarei nesse bonde da abdução. Não contem comigo, alienígena. Ô pessoal, a gente vai ter briga, não vai ser fácil não. Eu já tô achando que eu vou—

Rony Vernet:o Vilela acredita, o Vilela vai voltar para contar a experiência, como é que foi.

Daniel Lopes:Então eu tô preocupado porque a gente já tem que montar aqui um plano de contingência. Se o Vilela for levado, a gente não sabe quando que eles vão devolver o Vilela. Vocês se virem aí, meu irmão, porque eu não posso vir todo dia não, tá?

Rogério Vilela:A gente tem que combinar uma palavra de segurança aí. É, mush, mush, mush, mush, mush, mush, mush, mush. Se eu fosse substituído, como vocês vão saber que eu sou verdadeiro Vilela?

Daniel Lopes:Aí eu te ligo, eu te ligo. Se você não atender falando mush, mush, eu falo: galera, perdemos o Vilela, perdemos, perdemos mais um. Vai lá, homem.

Homer:Olha, tem uma pergunta, tem uma pergunta que eu achei muito boa aqui, que da Albany Romano. Ela perguntou se existe alguma ligação do filme do Spielberg com os documentos liberados pelo Pentágono.

Daniel Lopes:E aí, vou deixar para o Roni também, que o Roni tá mais por dentro.

Rony Vernet:Legal, quando nas cenas finais que mostram como seria a revelação, em que mostram os vídeos secretos, um desses vídeos são os vídeos, objetos ali voando em formação, entrando e saindo do oceano, que são vistos em câmera térmica, são muito parecidos com o que o governo americano tem liberado. Então isso conversa um pouco com essa atual revelação que o governo tá fazendo, principalmente essa questão de vários objetos desses vêm dos oceanos. E aparece essa imagem no filme, que é uma clara referência justamente a hoje, né, o que tá acontecendo nessa atual plano de revelação americano que tá todo aí.

Homer:Aqui foi.

Rogério Vilela:Homer, não tem uma dúvida sua? Não tem uma dúvida sua? Já viu o filme?

Homer:Eu ainda não vi, mas a minha dúvida é: se você for abduzido, será que você vai voltar falando a língua dos ETs?

Rogério Vilela:Já falo, né, cara? Mas quando chiclete, eu falo essa língua com o pé nas costas aí, cara.

Homer:O problema não é falar O Bigode que tá aqui do meu lado, ele ficou branco agora porque ele achou que tava sem áudio.

Daniel Lopes:Eu também fiquei preocupado, eu falei: meu irmão, os alienígenas tiraram o som porque eles não querem que o Vilela conte a verdade. Eu acho que o Romy não vai ver o filme não, que eu tô sentindo aqui, você não tá olhando ele nos olhos, eu tô de frente pro Romy. Ele depois desse programa ficou com medo, cara. Acho que ele não vai ver o filme não.

Rogério Vilela:Ó, filme que eu fiquei com medo, Daniel, é aquele que é, cara, que fala de contato imediato de quarto grau. Como chama esse filme? Já viu esse filme?

Daniel Lopes:Não vi não, cara. Não vi esse não. Mas você me falou que ele tem um clima meio sinistro, né?

Rogério Vilela:Ele é de Final Fantasy, como se fossem tapes, fitas gravadas de Sessões de hipnose com gente que sofreu abdução e elas começam a falar em aramaico, umas línguas antigas aí. É bizarro assim, cara, bizarro.

Daniel Lopes:Vai para uma linha meio de possessão, né? Tem uma atmosfera assim de possessão.

Rogério Vilela:É, vai para esse lado. Aliás, obrigado demais pelo papo. Acho que agora é a hora da gente fechar então esse assunto aí, tanto o Roni quanto o Daniel. Se faltou uma ponta solta, agora é a hora. Sobre o filme, sobre a sensação geral e o que pode vir daí pra frente. Roni, é contigo.

Rony Vernet:Eu não sei se o Daniel percebeu, nem você, Vilela, mas no filme tem uma cena em que a Jane, que é a namorada do Daniel, ela arranca o crucifixo que tá no pescoço dela. Isso acontece— qual o contexto dessa cena? É assim que o Skellon possui o corpo dela. Ela tá brigando ali, ela consegue voltar, ele entra de novo. Ela volta, ele entra de novo, fica nessa briga eterna. E aí, que que o Skellon faz quando ele consegue, né? E a gente sabe disso por causa do olho. Como é que o filme representa a possessão demoníaca? Na verdade, nesse caso é uma possessão humana, né? Um humano possuindo outro humano. É um, o Skellon, que tem os olhos castanhos escuros, ela fica com a cor dos olhos dele. Então é como se ele tivesse invadido a alma dela, né? E o olho dela muda de cor. E o olho azul dela passa para ele, como se ele tivesse roubado a alma dessa pessoa. E isso é representado fisicamente no filme. E a primeira coisa que ele faz quando ele consegue invadir um pouquinho mais de tempo é logo arrancar o crucifixo dela. E a gente sabe que é ele arrancando porque ela está com os olhos escuros. É como se o filme tivesse mostrando nas entrelinhas: olha, se ela tivesse a proteção, é muito mais fácil eu invadir o corpo dela. E eu vou para as considerações finais, né? É, eu acho que esse filme ele poderia ter gasto muito menos tempo de perseguição, inclusive perseguições mentirosas, né? A pessoa fica atrás de uma pedra e os agentes de inteligência não acham a pessoa. A pessoa tá ali com um carro parado, eles não conseguem abrir o carro para tirar a pessoa de dentro. Então assim, dá até um nervoso, né, de tão irreal que foi algumas cenas de perseguição. Acho que podia ter perdido muito menos tempo com isso, mostrado mais aliens inclusive filme foi IMAX. O IMAX é para ter experiência de fato de efeitos especiais massivos, né, sons, efeitos especiais. E a gente não teve muito, teve no final do filme praticamente os efeitos especiais. Gastou o IMAX à toa aí o Spielberg. Então seria muito mais interessante para mim. E eu achei que pelo trailer, o trailer vendeu um engano para gente. Eu achei que o que que o trailer ia mostrar que ia ter uma história ali desde 1947 em Rose Hill, e explicando todo o fenômeno desde 47 até chegar em 2026, talvez, ou 2030, sei lá o ano que o filme ia se passar, com a revelação no final. E aí você ia ter muito mais efeitos especiais, ia ter muito mais aliens na tela, ia ser muito mais dinâmico do que foi esse filme, que é basicamente uma perseguição mocinho e bandido o tempo todo. E nos 30 segundos finais você tem as cenas de fato Spielberg que interessam, dos aliens, né? E aí o filme acaba, você fica na cadeira ali 30 segundos ainda esperando, na esperança que o filme volte. Será que acabou mesmo? Será que ele tá enganando? Será que vai ter um pós-créditos? E não tem nada. Ele te expulsa do cinema, vá para casa e se contente com isso que passou. Então, é claro, tem muitas coisas interessantes que a gente comentou no filme, mas tem muito furo aí. Falaram, o roteiro foram 50 revisões. É, talvez a primeira tava muito boa, né? Os cara mexeram tanto que acabaram estragando o filme lá. O David Koepp, que fez o roteiro. Então é um filme que eu acho que foi pouco aproveitado e poderia ter tido um enredo melhor para prender mais aqueles que foram de fato esperando ver um filme do Spielberg, acabaram vendo um filme que parecia um filme de outro diretor aí. Então essas são minhas considerações aí finais.

Rogério Vilela:Obrigado, Roni. Suas redes sociais?

Rony Vernet:É, quem quiser me achar pode entrar principalmente no YouTube Roni Vernet, e também no X, né? No X eu dou muitas notícias do que tá acontecendo, atualidade, o x.com.br Roni Vernet. Também Instagram, e no Instagram é Canal Roni Vernet, e no Facebook também Canal Roni Vernet. É isso, obrigado aí, galera.

Rogério Vilela:Valeu, valeu, Roni, te acompanho lá no X. E quando sai alguma coisa relacionada a OVNI, já vou lá no teu perfil, ver o que você tá falando. Obrigado demais, então. E Daniel, é contigo. Faça aí um geral, um apanhado geral do que você achou do filme, considerações finais e suas redes sociais, claro.

Daniel Lopes:Então, o Roni citou a Jane, né, que é a Jane Blankenship, né. Eu falei para vocês que os nomes nesse filme tem um significado interessante. Então, Jane Jane é um nome que é o feminino de John, né? E John vem do hebraico Yohanan, que é Deus é gracioso, né?

Rogério Vilela:É um nome comum.

Daniel Lopes:Então a Jane, ela representa ali uma ex-noviça, uma ex-freira que perdeu a fé. Ela fala que perdi a crença de que Deus é divino. E ela é o elo no filme entre o cristianismo velho, que o filme coloca como cristianismo inoperante, que não funciona, E essa nova religião capaz de salvar o mundo. Agora, o sobrenome dela, que é Blankenship, é Blanken, pode significar branco, né, sem nada, vazio, né, deletou, tá apagado. E Ship é navio. Então seria um navio vazio, ou seja, uma mulher oca, mulher sem herança, ela que tá agora vazia, mas tá vazia, pronta para receber essa nova crença, essa nova religião alienígena, né. E E eu acho que essa mensagem do filme é uma mensagem muito perigosa, de que os alienígenas são maravilhosos, são bonzinhos, e que agora eles vão salvar a humanidade. Jesus não é mais o salvador da humanidade, agora são os alienígenas. Esse discurso tá sendo preparado já há muitos anos para ser implementado. Então você que é cristão, lembre-se, é, líderes cristãos nos Estados Unidos estão sendo visitados ali por deputados federais, senadores que tiveram contato com os documentos que eles querem revelar. E esses documentos vão dizer, segundo eles, que a grande revelação que eles estão segurando até agora para não chocar a humanidade é que Deus não existe e os deuses das religiões na verdade eram quando alienígenas visitaram o planeta Terra. Meus amigos, na minha singela e humilde opinião, isso é o grande engano do final dos tempos, como a gente lê no filme de Ômega, lê no livro The Omega Conspiracy, do A.D.E. Thomas, assim como no livro também Space Invaders do William Schnobelen, ou no livro Exo-Vaticano do Thomas Horn. Esses 3 livros aí, se você ler, meu amigo, você vai ficar hiper blindado contra esse engano do final dos tempos. Eles vão dizer que Maria não foi engravidada ali miraculosamente por Deus, mas foi abduzida por alienígenas. Alienígenas fizeram experimento com ela, e assim como nas abduções que acontecem, muitas mulheres voltam grávidas. Maria também teria voltado grávida dessa inseminação alienígena. Não acreditem nisso, mesmo que você veja naves paradas em cima do Vaticano, em cima da Casa Branca. Isso faz parte, na minha singela e humilde opinião, do engano do final dos tempos. A Bíblia diz em 1 Timóteo 4:1: O espírito expressamente diz que nos últimos dias muitos abandonarão a fé, dando ouvido a espíritos enganadores e doutrinas de demônios. Então, meus amigos, meu alerta para vocês: Tomem muito cuidado, fortaleçam a sua fé e firme a sua casa na rocha, porque diante disso tudo que tá acontecendo, eu creio que o grande engano tá chegando. Deus abençoe, Deus proteja vocês e dê a vocês todos uma excelente semana em nome de Jesus.

Rogério Vilela:Redes sociais, canais, arca.

Daniel Lopes:Valeu, valeu, Vilela. Então, eu faço live de segunda a sexta no meu canal Daniel Lopes com Z e transmito simultaneamente no Instagram também. É tudo Daniel Lopes, tá, com Z. E também a gente tem a Arca, que é o nosso grupo de estudos ali onde a gente entra em temas ainda mais profundos. Lá na Arca, por exemplo, Vilela, vou dar, vou deixar uma pimentinha aqui para galera, uma pulguinha. Na Arca hoje eu revelei uma data secreta que aparece nesse filme. Aí você fala, Daniel, o que que significa isso? Lá na Arca a gente explorou, eu falei qual é a data, e eu lembrei que vários filmes revelaram marcaram datas de eventos que acabaram acontecendo, que foram marcantes. Como por exemplo, vou dar um único, uma única ilustração. No filme de 1999 Matrix, que é o Matrix 1, aparece uma imagem da carteira de identidade do Neo, que é o personagem principal, do Keanu Reeves. Nessa carteira de identidade tem a data de validade, é 11 de setembro de 2001. Ou seja, você sabe o que aconteceu no 11 de setembro? O filme trouxe essa data 2 anos antes. Será que essa data que aparece lá no filme Dia D é uma data que pode acontecer alguma coisa? É uma data próxima, é ainda no período da Copa do Mundo, não é o dia 24 de junho, é outra data. E a pergunta que fica é: será que o filme também tá avisando que alguma coisa vai acontecer nessa data? Para saber isso, só lá na Arca, o link tá embaixo. Agradeço aí, Vilela. Um abração aí, boa viagem. E depois, Vilela, antes de você ir para o jogo no dia 24, faça uma oração. E se aparecer uma nave, agarre na cadeira e fala: daqui ninguém me tira, em nome de Jesus.

Rogério Vilela:Pode deixar, não serei abduzido, não serei abduzido. Mas ao contrário de todas as pessoas que avistam OVNIs, levarei um celular de última geração, com a melhor câmera possível, inclusive com uma lente especial, e filmarei tudo para vocês em 4K. Parem com esse negócio de gravar com tech pics. Eu vou ser o primeiro que trarei imagens perfeitas desse homem que vai aparecer acima do jogo do Brasil-Escoça. Obrigado demais, pessoal, por estar aqui. Se você não deu like, você está moscando uma live dessa especial comigo aqui e o pessoal lá no estúdio e o Roni também no Rio. Não sei onde ele tá agora, tá no Rio, Roni? Rio de Janeiro, conexão Rio de Janeiro, São Paulo e Orlando. Então live mais do que especial. Deixa o like, compartilha esse vídeo.

Daniel Lopes:E Roni—

Rogério Vilela:Roni não, desculpa, Homer, hora de você brilhar. Que que o pessoal escreve nos comentários para provar que chegou até o final desse vídeo? Depois de me seguir no Instagram, que é depois de ler ela e acompanhar a minha viagem que estou por aqui.

Homer:É isso aí, Vila. Então já deixa aí o like, né? Agradecer também demais ao nosso parceiro, né, o Estratégia Concurso, tá patrocinando episódio de hoje. E para provar que você chegou ao final desse papo, coloque aí "moshi moshi".

Rogério Vilela:Moshi moshi, escreva como você achar que é o certo. Acho que é com SH. Escreva como você quiser aí, mostra, mostra aí nos comentários, prova que você chegou até o final. E fica na linha, não desliga, logo em seguida aqui vai o primeiro vlog da viagem para os Estados Unidos, cobrindo tudo essa viagem que eu tô fazendo com meu pai, maravilhosa, mostrando os bastidores, o encontro na Times Square com toda a galera lá, torcida brasileira, depois o primeiro jogo, como que é essa experiência com a trinca e com a CBF. Até mais, fique com Deus, beijo no cotovelo e tchau. E que bom que vocês vieram. Ficou aqui, ó. Valeu. Bye, ET.

Daniel Lopes:As opiniões e declarações feitas pelos entrevistados do Inteligência Limitada são de exclusiva responsabilidade deles e não refletem necessariamente a posição do apresentador, da produção ou do canal. O conteúdo aqui exibido tem caráter informativo e opinativo, não sendo vinculado a qualquer compromisso com a veracidade ou exatidão das falas dos participantes. Caso você se sinta ofendido ou tenha qualquer questionamento sobre as declarações feitas neste vídeo, por favor, entre em contato conosco para esclarecimentos. Estamos abertos a avaliar e, se necessário, editar o conteúdo para garantir a precisão e o respeito a todos.

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