1865 - VARGINHA: DR. ÍTALO, MARCO AURÉLIO LEAL, RUBER CÉSAR, RONY, EDISON
DR. ÍTALO VENTURELLI é médico neurologista, RUBER CÉSAR é morador de Varginha, MARCO AURÉLIO LEAL, RONY VERNET e EDISON BOAVENTURA são ufólogos. Eles vão bater um papo sobre a série “O Mistério de Varginha”, da Globoplay. O Vilela comprou uma casa em Varginha, em caso de seus parentes voltarem.
- Caso Bernardo BoldriniSérie "O Mistério de Varginha" · Captura de criaturas · Testemunhos de moradores · Envolvimento militar e civil · Documentos do FBI e EUA · O "Mudinho" como explicação alternativa · O "Grupo dos Sete" · O papel de Eric Lopes
- Fenômenos ufológicos e suas nomenclaturasPesquisa científica em ufologia · Audiência no Capitólio sobre OVNIs · Filme "Dia D" de Spielberg · Possível trilogia de filmes sobre o tema · Relatos de avistamentos no Brasil e exterior · Teorias sobre seres de outras dimensões · O "Homem do Futuro" como explicação para ETs
- Militares e comportamento institucionalTermos de confidencialidade e medo de represálias · Depoimentos de militares de baixa patente · Ameaças e hostilidade de Eric Lopes · Pressão militar sobre testemunhas · O caso do radiologista e a caixa metálica
- Liberação de Documentos UfológicosExpectativa de documentos americanos · Papel de Donald Trump na liberação · Apoio de políticos brasileiros · Coletiva de imprensa com membros do Congresso · A importância do caso Varginha mundialmente
- Bastidores do vídeo 'Isso é Papo de Hyundai'Oferta de recompensa por James Fox · Depoimentos de testemunhas que viram o vídeo · Busca e varredura no computador do Dr. Marcos Vinícius · Tentativas de golpe com vídeos falsos · Gravação de depoimento do Militar X
- A experiência pessoal do Dr. Ítalo VenturelliEncontro com a criatura no hospital · Descrição da criatura (olhos, corpo) · Interação com a criatura · O conto "Universal" · Viagem aos Estados Unidos e Congresso Americano
- Preconceito e estigma sobre GoiâniaChacota e descrédito sobre o caso · Bullying sofrido pelas testemunhas · Pressão religiosa e social · Desinformação e teorias alternativas (Mudinho) · Críticas a documentários e emissoras
- O passado e o futuro da inteligência artificialIA resolvendo problemas humanos · IA como tratamento instantâneo
Olá, terráqueos, como é que vocês estão? Sou Rogério Vilela, tá começando mais um Inteligência Limitada, o programa onde você já sabe, a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala, sempre trago pessoas mais inteligentes, mais interessantes, e com a vida muito mais ufológica do que a minha, do que a sua. Não sei, né, o Bigoda? Não sei se existe a palavra ufológica. Você pode me ajudar aí, Bigoda? Tá me escutando?
Estou te escutando, meu querido. Sim, ela existe, cara, ela existe.
Então só um minutinho, só porque eu estou nos Estados Unidos você está demorando para me responder? É por isso? Tá demorando para chegar o áudio até o Brasil?
Agora você não pode mais nem cobrar, entendeu?
Verdade, verdade. Vamos, vamos à apresentação de nossos convidados muito especiais. Vou começar com o primeiro que veio ao meu programa. Ele veio quando tudo era mato ainda, quando estávamos começando, antes dos 100 mil inscritos. Edson Boaventura, seja bem-vindo! Semana agitada da ufologia. Dê as boas-vindas, se apresenta para quem não te conhece, meu velho.
Tudo bem? Prazer, Vilela, tá aí de novo, né, no Inteligência Limitada, né? Já quase tô tendo a plaquetinha, né, de funcionário aqui, né? Mas é assim, essa semana foi super agitada, né, porque lançamento aí do filme Dia D do Spielberg, e também teve uma audiência no Capitólio em Washington onde Foi comentado sobre o caso Varginha lá, falaram que o FBI tem documentos lá. Então daqui a pouco a gente fala um pouquinho mais sobre isso.
E eu tô na ufologia já 46 anos, né, pesquiso usando metodologia científica. Caso Varginha a gente teve acompanhando desde 1996 até os dias atuais, a gente não abandona o caso Varginha, porque a gente sabe da realidade dos fatos que ocorreram ali naquela cidade mineira e do envolvimento, né, que teve com todo o exército, a polícia militar, os hospitais ali de Varginha, e depois americanos, né, chegando ali. Depois Campinas, né, Unicamp, Juiz de Fora, lá o HGE, E por aí vai, né?
Então Varginha é algo que parece que tá bem próximo de dar um boom e vir à tona aí documentos norte-americanos sobre o caso. Se isso acontecer, vai ser maravilhoso.
E segundo lugar também, um amigo também, um novo amigo que tá sempre com a gente também, não só presencial como remotamente, Roni. Seja bem-vindo, se apresenta o pessoal. Eu tenho percebido, Roni, que sua testa está aumentando. Estou correto ou não?
É, cara, mas agora com a IA vai acabar isso aí, né? Todos os problemas humanos vão ser resolvidos. A IA vai dar todos os tratamentos possíveis aí instantaneamente para a gente.
Vou te recomendar o que eu fiz, porque minha testa também tava aqui em cima. Fiz um implante aqui, cara.
Mas quem sabe eu não sou um híbrido? Eu posso ser um híbrido, você não sabe também, né?
Tem essa, tem essa, tem essa. Qual das 4 raças Você pertence insetoide, nórdico não é, né? Vamos falar, nem eu e você somos nórdicos, né? Sobra insetoide, grey, ou qual é a outra? Me ajudem.
Reptiliano.
Reptiliano. Então, isso foi no teste, quer dizer que você é reptiliano.
Final do programa vou tirar, fazer que nem o Sacane, eu vou tirar minha máscara aqui humana e aí o pessoal vai ter a revelação. Mas obrigado aí pelo convite, Vilela. Eu tava aí na segunda-feira, né?
Verdade, verdade.
Discutiu o famoso caso Mike aí com o pessoal, foi bem legal. E tô aí lutando para conseguir minha carteirinha de sócio no programa. Daqui a pouco já tem, já tem, já tem. O Edson tem só 40 anos a mais que eu de pesquisa, né, cara? Tô indo aí para pesquisa mesmo, tô indo para o 6º ano, né, nesse assunto de fenômenos. E pelo menos tentando trazer algo novo, tentando colocar mais uma pecinha nesse quebra-cabeça aí do que são esses fenômenos, ações de eletrônico, agora quase físico.
E é isso, tô ansioso para falar com os nossos convidados aí, que são pessoas que sabem muito. Uns viveram, né, o caso, pois é, outros depois correr atrás e descobriram tanta coisa para gente aí, junto com Edson, Marco, Léo, porque a gente vai falar hoje, descobriram tanta coisa do caso aí. Eu tô ansioso para conversar com eles hoje aí.
Como é bom, né, Edson, falar com pessoas que tiveram in loco, que participaram, porque é outra perspectiva. A gente que tá longe, a gente tem essa vontade incrível de achar cada vez mais evidências. A gente fica correndo atrás de notícia, falando com especialistas, mas é legal trazer quem teve lá. Então vou começar com Marco aqui também. Conta a história, se apresenta para o pessoal.
Legal, Vilela. Boa noite a todos. Agradeço a oportunidade de estar participando aqui do seu programa, né? E a gente faz esse trabalho de investigação lá em Varginha, em loco, praticamente aí há uns 21 anos, né? Eu entrei para ufologia tem praticamente 26 anos, lá no ano 2000 mais ou menos, né? Ainda era um adolescente, me fascinei com os assuntos da ufologia. E o de Varginha é o que me chamou muita atenção. Tinha somente 11 anos naquela época, né?
Via aí as vinhetas da época do Fantástico, né, dos meios de veiculação aí da mídia. E aí fui apaixonando. E aí eu quis sempre poder ter a oportunidade de ir lá em Varginha e começar uma investigação aí junto com esses ufólogos, né? O Roni já chamou nosso Edson aí de velho, Na época eu já via ele, na verdade, desde aquela época junto com os ufólogos.
Então eu vou mandar os ETs abduzirem vocês, hein, se falar que eu sou velho, hein.
Eu não ia falar nada, mas o Edson falou tem 46 anos, aí não teve como.
Não, de pesquisa. Seja bem-vindo, mano. Eu vou fazer 60, ô Vilela. Caramba, agora em dezembro faz 60.
Eu faço 56. Tamo velho, todo mundo velho aqui, né?
É, mas a gente dá um jeito.
Marco, seja bem-vindo também. A gente vai trocar ideia sobre esse caso Varginha, porque a gente tá no momento certo de falar isso, com tantas revelações, tanto Estados Unidos, filme do Spielberg, o que tá acontecendo, essa série de avistamentos aqui no Brasil também. Só eu vou falar, vou pedir para você, que tá dando um eco na tua voz, talvez tenha o volume do áudio aí, você tem que diminuir do que você tá escutando, depois dá uma olhada aí.
Ítalo, tá me escutando? Sim. Agora é sua vez. Vocês dois se livraram de trazer o presente inútil para mim porque é remotamente, mas quando vocês estiverem no estúdio eu quero o meu presente. Seja bem-vindo, se apresenta também, Ítalo.
É um prazer, gostaria de me inscrever então no seu canal aí como novo sócio. Boa! Por favor, é um prazer conversar com vocês, né? E fico à disposição. Estávamos conversando antes, né, antes do senhor entrar no ar, né? E tive lá nos Estados Unidos e tive a oportunidade de jantar junto com algumas pessoas e com o Spielberg também. Sério?
É isso? Isso é uma novidade para mim. Que incrível isso! Vamos falar sobre isso também.
Gentil, né? Muito gentil. Ouviu com detalhes. Eu tinha uma tradutora muito boa, Aline, né? E ele ouviu assim junto com coronel também, né? E lá o grande problema é que eles têm, eles têm uma lei ainda que se eles falarem, os militares falarem sobre isso, o Trump corta aposentadoria deles. Nossa! E aposentadoria é violenta lá porque eles tratam os militares todos como heróis, né? Você vai em qualquer local, tem militar, eles antes de começar o espetáculo, eles aplaudem. Você tá aí nos Estados Unidos, você sabe disso.
É verdade, é verdade.
Eles aplaudem os militares, né? Então ele ouviu a história com muito carinho lá. O daí o James conversou muito com ele também. E eu acho que vem mais um filme depois desse do D.
Não duvido não, não duvido. Não viu filme? Não me dê spoiler, tá?
Não, não, eu não vi também.
Não viu? Quem viu aqui? Ninguém viu?
Eu já vi.
Edson, Edson, vai chegar uma hora, é uma hora, final do programa, a gente fala um pouquinho sobre o filme, mas sem spoiler, tá bom?
Tá legal.
Eu acho, eu vou na linha do Ítalo, eu acho que ele vai vir não um filme, mas uma trilogia, talvez, quem sabe.
Tem cara, tem cara de ser uma trilogia mesmo. Eu vou aproveitar que o Edson tomou a palavra aí. Edson, dá o contexto para gente do caso Varginha. Você e o Marco aí podiam juntos explicar para gente, porque por incrível que pareça tem gente que não sabe dos detalhes o que aconteceu Quando aconteceu, como eram as criaturas. Então, Edson e Marco, por favor, façam essa introdução aí para mim.
Vamos lá. Caso Varginha aconteceu em janeiro de 96. Um objeto caiu lá, foi resgatado pelo Exército, e também depois dessa, desse abate de um objeto voador não identificado, várias criaturas começaram a aparecer já no dia seguinte. E aí foram capturadas, né, inicialmente pelo Corpo de Bombeiros no Jardim Andere. Então tinha um barranco lá, capturaram uma criatura. Depois teve algumas operações pente fino pelo Exército ali numa mata próximo ao Jardim Andere.
Aí foram capturadas mais duas criaturas à noite. Antes da noite, à tarde, teve o avistamento das meninas da da Kátia Liliane e a Valquíria, que viram no terreno baldio. E essa criatura, hoje eu sei que o Corpo de Bombeiros capturou ela, né? O pessoal pensava que o Marco Elixerese, que é PM, e mais o Eric Lopes teriam pego essa criatura que as meninas viram, mas na verdade era uma outra criatura que o Marco Elixerese atropelou, depois levou pro hospital, isso já à noite.
Então aí a gente tá falando de 5 criaturas. Tem militares que falaram para gente que só para os Estados Unidos foram 6 criaturas enviadas para lá. E aí tem criaturas que acabaram ficando por aqui mesmo, em Aramar, né, que fica lá em Peró. E enfim, o caso Varginha, ele envolveu militares do Exército, a Força Aérea Brasileira lá de Brasília, que fez toda a logística com os americanos, teve envolvimento de hospitais, Hospital Regional Humanitas, e depois posteriormente o HGE em Juiz de Fora e a Unicamp, né, lá o Hospital das Clínicas, né, do Badam Palhares.
E assim, muitas testemunhas hoje nós temos, mais de 150 testemunhas que participaram direta e indiretamente deste caso Varginha. E agora tá ecoando lá nos Estados Unidos que o FBI teve envolvido e que tem documento sobre o caso Varginha, né? Vou passar a bola agora para o Marco Aurélio Leal para ele falar um pouquinho também.
Vamos lá, Marco.
Então, é, conforme foi indo nessas investigações deles, dos ufólogos, eu tive a oportunidade depois de estar em Varginha em 2004, que teve um evento, né, com todos os ufólogos da época. E aí 2005 comecei a fazer essa investigação, revisitar caso Varginha, e a gente conseguiu fazer um levantamento, né, de mais pessoas, tanto da área civil quanto da área militar, que teria se envolvido na época, né. Então aí nós tivemos também alguns moradores locais ali que entraram, né, na cronologia do caso Varginha ali, sendo o Ruber Ladeira, que infelizmente não pôde estar aqui hoje, que ele ia estar participando, né, que foi o morador que presenciou ali a movimentação, né, do Exército Brasileiro.
Inclusive foi impedido de passar, né, numa barreira ali, é meia hora antes, de certa forma, 25 minutos antes de as meninas avistarem aquela criatura ali no bairro do Jardim Andere, né? E ficou sabendo, né, que já tava tendo uma manifestação ali dos militares. E aí, no momento que um colega, eles estavam jogando uma partida de futebol, e aí o amigo dele, né, chegou falando que tinha escutado um tiro, né, de um fuzil, fall. E aí eles ficaram assim curiosos e perceberam quando dois caminhões, né, do Exército passaram na frente do ginásio onde eles jogavam futebol na época.
E daí eles se dirigiram até o local para ver, e aí perceberam que o exército tava fechando a rua, não deixaram eles passarem, né. E depois também a gente teve assim uma revelação de certa forma onde a polícia civil também teria se envolvido com o caso Varginha, né. A gente teve entrevistando para esse último documentário, Moment of Contact, de 2016, né, o New Revelations of Alien Encounter, Dr. Pedro, que é que era delegado na época e que teria recebido um chamado do Corpo de Bombeiros de Varginha para averiguar um bicho estranho, né?
Foi uma ligação de um investigador da Polícia Civil e ele nos revelou que antes, né, por exemplo, de o Exército chegar até o local assim, aliás, outros militares, ele chegou e viu o momento onde o Corpo de Bombeiros já tava fazendo a captura desse ser, né? Inclusive alguns praças na época que ele comentou do do próprio Exército estava ali, apontaram para ele também o fuzil e ele deu voz de prisão. Aí aconteceu uma questão ali complicada na hora, e aí ele foi enviado, foi falado para ele conversar com o General Lima, que era o comandante da ESA, da Escola de Sargentos das Armas, né, onde essas criaturas ali teriam sido levadas, né.
E também envolvimento da Marinha, possivelmente. A gente tem também o depoimento militar. Então assim, o caso Varginha, ele é um quebra-cabeça muito muito grande. A gente vem tentando montar esse quebra-cabeça, né? A gente costuma dizer que a gente só sabe 40, 45% de tudo que ocorreu, né? E agora a nossa esperança é que a gente consiga mais testemunhos, né? E a documentação, assim, uma ajuda da parte governamental para ver se a gente consegue a liberação de documentos, né?
E a gente teve aí ontem essa coletiva de imprensa lá, né, do pessoal da task force, os parlamentares, os deputados, junto com o James Fox, a Leslie King, né, o David Grusch, para ver se faz essa pressão. E um dos pontos foi justamente, assim, comentados, foi o caso Varginha, né, do qual eles estão tentando ali retirar essas informações. E pelo que a gente ficou sabendo ontem, tem já uma investigação onde aponta que o caso Varginha tem documentos do próprio FBI que fizeram essa investigação.
E o nosso ex-ministro da Defesa, o Aldo Rebelo, nos enviou um vídeo ontem, ainda não foi veiculado esse vídeo, no qual ele fala sobre, ele confirma a questão do incidente em Varginha e que tem ainda grande parte que mantém como reservado. E aí, conforme os Estados Unidos forem ajudando ali a liberar essa documentação, automaticamente o governo brasileiro poderia fazer o mesmo.
Então, sem um resumo, queria só falar uma coisa. O Marco Aurélio Leal, ele juntamente lá com James Fox, teve na casa desse delegado da Civil, que é o Doutor Pedro Luiz Aguiar, né? Ele faleceu agora faz pouco tempo, mas esse Doutor Pedro, ele tinha comentado, e às vezes ele dava umas carteiradas mostrando uma foto da criatura. Tinha duas criaturas nessa foto. E nós tivemos o prazer de conhecer o Nilson Ciccone. No meu livro tem a foto aí do Nilson Ciccone.
Durante essa entrevista que nós fizemos, o Nilson comentou que viu esta fotografia. E o Marco Aurélio Leal também conheceu uma moça, não é isso? Que viu esta foto que o Dr. Pedro Luiz Aguiar tinha, né, da criatura, das duas criaturas lá de Varginha. Conta para gente aí um pouquinho a respeito disso, Marco, que é interessante, porque são pessoas diferentes que comentam a mesma coisa.
É, Marco, pode falar isso, e daqui a pouco eu quero colocar o Ítalo para saber onde ele entra nessa história, para a gente colocar ele e o Rony depois comentando também. Então vai lá, Marco.
Beleza, muito bem lembrado, Edson, né? O seu Nilson Sicori, né, do qual ele já tinha comentado que ele tinha visto essa foto. E aí isso teria sido lá em 2011, quando ele comentava com a gente. Quando foi 2017, conheci uma moça chamada Patrícia, que ela mora na cidade de Pouso Alegre hoje. Na época ela morava em Cambuí. E ela, eu fui investigar um caso do qual ela alegava que estava num pesqueiro em Cambuí, aí veio um pareou sobre ela, jogou uma luz, né, ela adormeceu, desmaiou.
Ela estava com mais 5 pessoas ali, estava em torno de 6 pessoas, e ela foi levada na hora, né. Esse UFO apagou as luzes e foi embora. E aí pegaram ela, levaram ela para a unidade hospitalar ali local. E aí logo depois o Dr. Pedro, né, ficou sabendo sobre o incidente. E aí logo a Patrícia teve alta sobre, né, essa questão, não teve nada de problemas físicos. Ela foi chamada na delegacia e o Doutor Pedro Aguiar, ele começou a fazer um questionamento, né, assim, perguntar a ela, fazer um questionário sobre essa questão dela.
E aí, ao final dessa conversa, né, ela falou: Doutor, eu não estou entendendo porque o senhor me chamou aqui para falar sobre isso, o senhor é curioso no assunto. E aí ele teria revelado a ela, né, ela conta que ele tirou um jornal que tava na gaveta dele lá no escritório, onde tinha algumas matérias sobre o caso Varginha. E logo depois, né, ela não entendendo muito bem: Mas eu não entendi esse No caso de Varginha, eu me lembro, né, isso foi em 96, ela falou que daí logo em seguida ele tirou uma foto e aí mostrou para ela.
E essa foto teria esses dois seres, um em posição fetal e um outro, né, numa posição que ela não sabe dizer se tava vivo ou morto. E aí diz que você consegue ver botas, né, junto com a calça de militares. Então assim, são duas pessoas que não se conhecem e que assim falam a mesma coisa que o Dr. Pedro tinha essa foto, né? Então a gente também acredita que o Dr. Pedro, ele sabia de mais coisas, mas ele sempre teve medo de expor totalmente a realidade, principalmente pela segurança dos filhos dele, né?
A gente teve agora esse ano, é, conseguimos localizar os filhos, né, os 3 filhos, e os filhos justamente comentavam isso, que ele tinha muito medo porque ele já tinha tido alguns problemas, inclusive pressões, foi transferido de delegacia referente esse caso, porque ele chegava às vezes a comentar, como ele comentou com o Seu Nilson e comentou com a Patrícia, ele deve ter comentado com outras pessoas também, né? E ali as pessoas ficaram sabendo e ele teve esse problema, né?
Então o Doutor Pedro, ele foi assim um adendo muito importante para investigação do caso do Varginha, que onde coloca mais uma peça. E o Doutor Ítalo foi também aí, vamos dizer, a cereja do bolo, vamos dizer que a gente é, ele nos revelou, né, em 2023, que ele tinha visto o vídeo. E aí, quando nós fomos gravar em 2025, ele com muito assim, muita pressão ali também, ele tava recebendo, mas ele foi muito corajoso de nos revelar, né, no documentário do James Fox, que ele realmente estava ali na sala e teria avistado esse ser, né. Então aí que teria entrado.
Ítalo, Onde você entra nessa história? E Roni, você também me ajude a fazer as perguntas certas aí. Vamos lá então.
Boa noite novamente a todos. Eu entrei nesse caso por acaso, né? Eu havia operado uma criança, chama Eric, que tinha uma craniosinostose. Craniosinostose é o cérebro da gente quando é criança, o osso não é um osso compacto, é como se fosse um Lego, são vários pedaços. Osso e ele fica aberto para o cérebro poder crescer. A caixa craniana fica, tem umas comunicações, né? E algumas crianças isso fecha, então você tem que fazer, abrir um pedacinho desse osso para o cérebro continuar crescendo.
Eu operei essa criança, né? Depois fui ao consultório fazer umas receitas. Quando eu voltei, eu tava a pé O estacionamento do hospital fechado, aqueles caminhões do Exército, né? E uma repórter da Globo— não existia rede social, né? Então não sei do que ela tava falando. Ela veio com microfone e falou: 'Você operou o ET?' Na hora eu achei que ela tava falando do Eric, porque o menininho era disforme, sabe? Ah, não mandei para aquele lugar porque Cidade pequena e eu sempre era chamado na Globo, em várias televisões, para falar sobre vacinas, né, de meningite, fazia opinião pública, né.
Entrei, nem completei a frase, né, entrei. Aí quando eu entrei, tava descendo para pediatria, um amigo nosso me chamou, um amigo mais jovem, né, que sempre chamava a gente. Quando ele ia fazer alguma cirurgia, ele chamava a gente para ver o que que é para fazer, que que não faz, que que faz, que não faz. Não vai embora não, descansa um pouquinho no sofá, daqui a pouco o senhor volta, marca onde é, tá bom. Olha o que eu fiz, aí eu entrei numa sala e ele tinha uma câmera grande e me mostrou um filme.
Eu olhei, não entendi muito bem o que era, falei: uma outra criança com hidrocefalia? O que que é isso aqui? Ele falou assim: tá aqui do lado. Passou por trás de mim assim, tinha um biombo, esses biombo improvisado de hospital, um lençol, né? E quando eu olhei, tava o ser lá deitadinho. Não era humano, né?
Não era humano.
Cabeça grande, braço fininho, e o olho não era bem como as meninas depois, que nessa hora não sabia que nome que era. Eu não sabia que era extraterrestre, que era alien, que eu só fui deduzindo, né? Eu olhei e falei, pensei naquelas síndromes neurológicas, que tem síndrome neurológica de monte, né? Tem umas 500 síndromes neurológicas. Eu olhei, não era nenhuma das que eu, pelo menos que eu conhecia, né? Aí o ser olhou para mim, calminho, tranquilo, sem cheiro ruim, sem nada de de demoníaco, como o pessoal descreveu depois.
Olhou para janela assim, voltou olhar para mim. E eu sempre falo, eu olhei na primeira vez como médico, né? Se tá sangrando, se tá respirando, se precisa de urgência. Que quando chama, eu sou neurocirurgião, quando chama a gente é porque tem pepino, né? Já chama que você tem que entubar, você tem que levar para operar. Mas ele tava bem, o ser tava bem ali. Ainda perguntei para ele, falei assim: "Tá tudo bem, né?" Ele falou: "Tá." Só que quando o ser voltou a olhar para mim, eu digo que quem estava me examinando era ele, não era eu que estava examinando.
Quem estava me examinando já era o ser, né? E parece que ele entendia que eu falava mesmo sem falar. Ele não sabia falar, por isso que estava entendendo. Ele estava até agradecendo o que tinha acontecido por ali e doido para ficar fora daqui, né? Perguntei de novo para o Marcos, falei: Marcos, tá tudo bem? Tá. Quer dizer, eu não sei como que ele chegou ali, não sei como ele saiu dali, porque na minha limitação eu tava preocupado era com menino que eu fui ver.
Eu fiz uma cirurgia que sangra, e sangra de uma maneira que você tem que repor sangue logo, senão a criança morre, né? Era um hospital em 96, é um hospital com certa limitação, não tem UTI pediátrica, né? né? Tem que ficar atento. Então perguntei de novo, olhei de novo, o ser estava muito tranquilo. Fiquei uns 2, 3 minutos ali, não cheguei a tocar nele não, mas vi que a boquinha era pequena, nariz um risquinho, não era como o pessoal fala, com o olho assim, era parecido com uma gota.
Uma gota para baixo ou para cima, a pontinha?
Para baixo.
Tá.
E os olhos também. E o olho não era vermelho, como o pessoal fala, não. O olho lilás, né?
Podia ser também, podia ser também o reflexo da luz. Dependendo da luz, ela, ela, ele reflete de um jeito, né?
Exatamente.
Então era um lilás mais escuro ou mais claro?
Um lilás mais claro. Eu lembrei, claro, Elizabeth Taylor, olhos violetas, né? Olhos violetas, não é isso?
Acho que ela é famosa por isso.
É, é, tinha ali, viu, em algum lugar. Eu olhei e falei assim: a moça tinha esse olhar aí. E era um olhar muito calmo, muito tranquilo, de quem tava entendendo tudo que tava acontecendo. Não tinha olhar desesperado, não. E saí para ver o Eric. Depois é que eu fui ver que as meninas conversaram com um ufólogo daqui, Aí que deu o nome de extraterrestre, daí que deu o nome de alien, né? Aí que apareceram esses nomes todos, com cheiro ruim, verde, marrom.
Eu via branquinho, quase meio acinzentado assim, não era verde, nada disso. Foi aí que eu entrei na história.
Mas eu evitei falar muito porque aqui no interior até hoje não é fácil falar sobre isso não, porque o pessoal vai para o lado da piada ou vai para o lado do descrédito, de 'ah, você é louco'.
O cacete Planeta falou que todo mundo aqui via era corno.
Ah, é?
É, o prefeito foi entrevistado e falava que o ET tinha comido todo mundo aqui, que todo mundo era corno aqui. Inclusive uma das meninas que viu engravidou, ela acabou se separando porque todo mundo falava que era filho do ET. Ai, cara, então a gente passava por muito bullying. Então eu fiquei quieto, não falei nada, falei Aí depois, com James Fox e com Marcos, aí eu tive câncer, fiquei, não sei o quê.
A gente já falou duas vezes no Jamie Foxx. Ventura, só, só, Boaventura, só explica quem é ele, né?
Ah, tá bem. Ah, tá. Então, James Fox é o que fez, é o diretor do documentário Moment of Contact, Momento do Contato, né, que é muito bom.
Você já viu?
Já vi, já. É muito bom, muito bom. Assim, eu vi que ele na segunda versão que ele fez, ele acrescentou mais alguns detalhes, mais algumas cenas, aí ficou melhor, né? Porque assim, o caso Varginha é muito complexo, então não dá para você também colocar tudo num único documentário, né? Porque ele tem várias vertentes.
Verdade, doutor.
E vale lembrar, ô filhão, aqui o Marco foi o produtor do documentário. É, cara, na frente do documentário, junto, junto com o James Fox.
Que fantástico isso! Inclusive, o Jamie Foxx, não sei se ainda é essa história é verdadeira, se ela persiste ainda, ele tava oferecendo uma grana por uma tal de fita do, sei lá quem filmou, se foram os militares. Que que história é essa, Marco, dessa fita? Existe essa fita? Ele tava oferecendo dinheiro mesmo, era $100 mil, se não me engano, né?
Isso, legal, Vilela. Isso mesmo. Na verdade, na época, né, ele ainda tá oferecendo aí uma quantia de $200 mil, né, porque justamente o doutor, né, teve um— antes do doutor entrar na história, né, dele revelar o que ele sabia, a gente já tinha confirmação de outros colegas dele, que a gente não pode falar o nome aqui, que são neuros, que também viram esse vídeo, né. Então eles deixaram a gente saber, olha, "Olha, fala para os meninos, para eles continuarem, porque isso realmente existe." Aí eles nos revelaram o nome de quem teria filmado esse ser.
Foi no momento de algum deslize, acredito eu, que houve ali no momento que os militares levaram esse ser. E no momento, esse Marcos Vinícius, na época, teria uma câmera, né, porque ele já gostava de tecnologia, ele tinha coleções de coisas assim, né. Assim mais avançadas para época. E ele tinha uma câmera e ele filmou, né. Inclusive, antes de nós encontrarmos com o Dr. Ítalo, 4 meses antes, eu estive na casa, né, da viúva, que o Dr.
Marcos Vinícius, infelizmente, ele faleceu em 2018. Inicialmente eu fui perguntar para ela, inclusive fazer, oferecer esse dinheiro e perguntar se essa história era verídica. Ela negou, falou que o vídeo não existia, né, e que só se lembrava do do marido falar daquela movimentação estranha dos militares no Hospital Regional naqueles dias, né. Inclusive ela comentou também que ele teria tido um avistamento de um OVNI, assim, tava mais uma senhora na rua, mas isso foi no momento que ele tava chegando depois do serviço, né.
E aí, antes do Doutor Ítalo, teria chegado a informação desse outro neuro que comenta que ele, na verdade, como ele não era de Varginha em 96, ele se mudou para Varginha em 2000, 2001, e depois ele ficou amigo dos médicos, né, por ele ser médico também, ele fazia muita chacota, às vezes brincava com os médicos ali, dizendo: ah, você que operou o ET e tal. E aí depois, em 2015, 2016, mais ou menos, ele teria ligado para esse neuro, falado: olha, vem aqui no meu consultório.
E naquele momento ele mostrou, né, o vídeo do ser. E aí ele ficou: meu Deus, mas isso realmente aconteceu? Saiu, né, e mandou nos avisar. E aí a gente ficou, né, em busca desse, dessa questão. E daí, 4 meses depois, nós conhecemos o Dr. Ítalo. E o Dr. Ítalo também teria visto, né, esse, esse vídeo, né, passado. E uma das coisas interessantes é que a viúva dele nos deixou mexer inclusive no computador, né, o James Fox junto, né, a nossa coprodutora Aline também.
E nós ficamos, gastamos uma tarde inteira na casa dele, né. Eu já tinha pegado o HD, ela tinha fornecido o HD, HD dele da época que ele tinha no consultório. Nós fizemos uma varredura, infelizmente não encontramos nada. A única coisa que nós encontramos no HD foram assim 2 vídeos ou 3 vídeos de OVNIs, aqueles vídeos que você baixa da internet, né, como você via que ele gostava acho que do assunto. E também uma questão que foi muito interessante é que tinha alguns CDs, e esses CDs ali continham cirurgias, né, que eram cirurgias do cérebro, como era neuro.
Então inclusive uma uma coisa que chamou muita atenção é que você via lá 1995, 96, 97, né, datado essas cirurgias que ele gravava. Inclusive, o que chamou atenção foi as músicas que ele colocava de fundo, Beethoven, umas músicas clássicas assim, operando, né, fazendo ali a questão do cérebro. Então a gente teve o acesso a todo esse material, mas infelizmente o vídeo mesmo, né, a gente não conseguiu conseguiu ter, né? Então a gente acredita que esse vídeo ele existe, existe algumas cópias lá, mas por alguma, algum fator maior, isso ainda não veio à tona, né?
Doutor, posso fazer uma pergunta para o Doutor?
Pode, pode.
O Doutor, primeiro agradecer pela sua coragem, né, de vir a público. Você comentou aí que não é fácil vir, tem ameaça, tem chacota, ainda mais você sendo a pessoa Você é um neurocirurgião conceituado não só de Varginha, mas da região, e que portanto tem que ter a sua credibilidade em dia, porque você lida diretamente com o público e a tua profissão tá diretamente ligada à tua credibilidade. Então parabéns pela coragem de vir a público para falar desse assunto, e isso incentiva, claro, outras pessoas também igualmente sérias como você a virem também.
A gente tava conversando aqui nos bastidores sobre o seu conto, né, que é uma ficção que você escreveu, sobre o conto da Universal Universal, que é um conto muito legal. O Doutor Ítalo é um cara que adora xadrez, né, praticando xadrez, e tem tudo a ver com neurocirurgião, né, porque o xadrez é uma coisa que estimula de fato o cérebro. E nesse Conto Universal foi feito anos antes do Doutor Ítalo vir a público, foi 2023, eu não tô enganado, em que no Conto Universal, claro, existe uma simulação de um jogo de xadrez.
É como se os seres que vieram invadir jogassem com os humanos, e como que seria isso, né? Então tem essa questão de ficção e colocando a parte real do xadrez e umas outras coisas, regras inventadas, etc. Eu recomendo inclusive o pessoal procurar no Google aí, Potter Conta Universal, para vocês verem, que é bem interessante. Mas tem algumas coisas ali, Doutor Ítalo, que são interessantes no sentido do caso em si. Por exemplo, nesse conto você comenta que, ah, seriam 3 criaturas, uma das criaturas era menor e as 2 outras eram maiores, e tinha uma que tava meio perdida porque estaria com o seu GPS se, entre aspas, em mau funcionamento.
E você dá detalhes inclusive nesse conto do que seria a estrutura fisiológica da criatura. Você fala dos 3 canais que ela tinha, que seriam, entre aspas, os chips que as pessoas comentam, comentavam, e que poderiam ser receptores, né, que a gente vê tanto em animais, né, vários animais seguiam pelo campo magnético. Enfim, eu queria saber desse conto se ele é totalmente uma ficção científica ou se de fato você quis colocar ali, existe algo de realidade que você diretamente ou indiretamente, uma coisa que você ouviu, você quis revelar por meio desse conto, já que foi anos antes de você vir a público?
Boa pergunta. A questão maior aí era— quando a gente estuda neuro, estuda linguística, a nossa fala Ela tem dois movimentos para você entender o sentido do que está sendo dito. Chama ação e retroação. Não adianta só você— a gente não se baseia só nas últimas palavras. Você precisa ir voltando para poder ter o sentido. Eu vou fazer um joguinho rápido. Eu vou falando palavras e vocês vão pensando. A casa. Pensaram?
Sim.
Vou falar outra. Verde. Mudou a primeira casa?
Mudou.
É um bairro de São Paulo, mudou tudo?
Tudo.
Então, porque a língua você precisa ler ação e retroação para dar sentido. Eu percebia que ele sabia o que eu ia falar, eu não precisava dizer, ele já tinha entendido que eu ia falar. Não tô dizendo que era telepatia, Não tô querendo deixar coisa mística, mas inclusive no jogo eu falo que o primeiro lance eu apenas falei porque ele já sabia o que ia fazer. Basicamente era isso, que eram 3. E a gente ouvi falar que hoje ouvi falar que eram 6, né?
Eu vi um, eu vi um, mas aí eu já, eu já, nessa época eu já conhecia a história das meninas, eu já conhecia a história do Marcos, que eu já conheci a história de todas as pessoas, os ufólogos, né? Então eu fui acrescentando para dar um pouquinho mais de sentido no que eu tava escrevendo, né? Porque é angustiante. Onde eu ando, graças a Deus, aqui na cidade, a grande maioria das pessoas me tratam muito bem. O problema são os religiosos que acham que a gente tá inventando coisa.
Como é que eu posso falar que era um anjo se eu nunca vi Anjo, a gente vê anjo em quadro, né, quadros, desenhos, né, relatos, né. E então é, mas a maioria das pessoas não só gosta do que eu falei, mas eu ouço histórias de ET o dia inteiro. As pessoas me contam coisas. Hoje mesmo me contou que viu um triângulo no ar, triângulo mudava de cor. Quer dizer, onde eu vou as pessoas contam, mas É o medo do ridículo, né? É o medo do ridículo.
Então você viu isso?
Posso perguntar uma coisa também? Pode. Naquela época, em 96, o diretor dos dois hospitais, se não me falha a memória, era o Adilson Uzier Leite, né? E aí, quando a gente tava pesquisando tudo mais, ele teve acesso Aí esse tipo de coisa, ele sabia de tudo, de tudo que aconteceu, as criaturas que passaram, né? E o Adilson, ele já faleceu, né? E parece que ele queria, ele queria revelar antes do falecimento dele, mas não, não houve tempo hábil dele falar isso. Em algum momento vocês dois chegaram a conversar sobre isso?
O Adilson foi diretor diretor do Regional e foi um dos diretores da Unimed. Pessoa maravilhosa que ajudou a arrumar muito hospital, mas a gente não conversava sobre isso, passava por ridículo, passava, perdia até o emprego.
Então não podia conversar. E aí eu queria que você olhasse, esse aqui é um desenho que um enfermeiro do Humanitas fez, se é parecido com o que Perfeitamente, perfeitamente.
E essas coisas, essas coisas na cabeça são chifres, são saliências? O que que são?
É umas protuberâncias, né, uns calombinhos.
São protuberâncias.
E tem outro na mesma cor da pele, na mesma cor.
Aqui é uma carta que eu recebi de um militar no dia 22 de julho de 96. Tá aqui a data. E aqui ele conta de umas operações pente-fino que foi feito no Rio Verde, e ele desenhou a criatura também. Era algo parecido com isso?
Perfeitamente. Sim, senhor, era isso. Sim, senhor.
Só que o olho que tinha essa variação, que era mais para lilás, né?
Eles fazem o olho assim. Assim, e o meu era mais inclinado assim. Mas como eles falam, eram 6, é mais como tá atrás de você, mas esses bonequinhos atrás de você, mais puxado, né? É. E como falam que eram vários, né?
Então aí você falou de 3, porque aí foi um aumento que o senhor fez no agora, por que a variação de altura? Novinho, é um baixinho, contavam aqui, né? Contava pequeno e tinha—
é, eu fiz só um que parecia uma criança de uns 7 anos, né? Eles dizem que tinha um que era muito, muito jovem. Alguns falam que era uma família, né, que eu examinei, o bicho. Me perguntaram lá nos Estados Unidos se tinha genitália, e eu não vi genitália, certo?
E eu, Doutor Ítalo, vou nessa linha do Edson que você comentou do tamanho. É interessante você falar isso porque você ouviu, né, obviamente você só teve contato com uma, mas você ouviu aí histórias demais, né? Tem um relato de um bombeiro em que o bombeiro fala justamente que uma das criaturas teria 60cm. Isso causou uma grande discussão na época porque falaram: ah, será que esse cara tá inventando? E tal, e sendo que pode ser essa questão de ter criaturas de múltiplas alturas, né.
Em relação ainda a essa questão, eu queria colocar ainda no conto, você menciona a questão que a criatura estaria com GPS perdido, que elas teriam pressão intracraniana muito elevada. Isso iria de encontro com aquela questão que você colocou, que talvez tivessem colocado uma válvula na criatura para justamente aliviar a pressão intracraniana, né. É, você consegue falar um pouco desse detalhe do procedimento que foi feito? Isso de fato poderia ter sido algo nesse sentido, justamente aliviar a pressão intracraniana dela?
Sim, eu acredito. Quando eu vi o filme, quando eu entrei naquela sala e vi o filme, no filme não tinha material todo para colocar uma válvula, e era uma sala improvisada. Eu acredito que ele não tenha colocado uma válvula Eu acho que ele tenha dado alguns pontos, porque tinha um porta-agulha, uma cuba rim, é uma cuba em forma de rim mesmo, chama cuba rim. E no filme eu vi, e vi um porta-agulha. Porta-agulha, porta-agulha, eles têm uma ponta dourada, sabe?
Tava bem evidente no filme. Na hora que eu vi o ser, não tinha nada ali. Quer dizer, eu não sei quem filmou, né? Então eu acredito que não tenha colocado uma válvula. Eu acho que ele tenha dado alguns pontos, né, na criatura. E uma coisa que o rapaz não tá entre a gente hoje, né, ele sempre comenta, o Edson deve saber, que o alien, eles seguiam o rio, né, eles seguiam a água. Porque eu tenho, eu vou contar mais um caso em um minuto, pode?
Claro, claro, claro, Doutorito.
Um tempo antes disso, eu tava no hospital com mais dois colegas, inclusive com o Otacílio, tava junto, e o Domingos. Sábado de manhã, 9 horas da manhã, chegaram 4 pessoas com queimadura. O que aconteceu? Essa hora da manhã, 9 horas da manhã, não tomaram sol. Não deu tempo para tomar sol para ficar com queimadura. Pois é, doutor, nós estávamos dentro de um carro em Córrego do Ouro, quando nós, à noite, quando nós fomos entrar no sítio, veio como se fosse um Opala na nossa direção, parecia que ia bater, flutuou, ficou em cima do carro, a porta travou, o carro morreu, um calor infernal.
Dali a pouco ele saiu do lado, ficou em cima de um lago, aspirou toda a água do lago em segundos, os cachorros latindo, e foi embora. Por que que 4 pessoas vão chegar às 9 horas da manhã contando a mesma história num hospital? Ninguém que sabe disso, o Otacílio deve lembrar disso. Por que que ia contar uma história dessa? Quer dizer, acho que eles vêm muito atrás de água. E uma outra coisa, aproveitando aqui a minha hora de falar, a TV japonesa me entrevistou 4 horas, a TV Fuji.
Para eles não é extraterrestre, para ele é o homem do futuro que veio. Eles falam: Doutor, a evolução do ser humano cada vez mais precisa de cabeça maior e precisa— os braços não precisa, não faz mais esforço. Até a própria comida é muito mais pastosa, não tem esforço físico. Então o homem do futuro vai ser igual o senhor tá descrevendo. Tudo que eu falava, eles olhavam entre eles e falavam assim: é o homem do futuro, é o homem do futuro.
Quer dizer, uma outra— não sei julgar isso, só tô contando como eles me falaram, né?
Ô Vilela, vou ter que sair por um compromisso, tinha avisado a Andrea Fabi. Posso fazer só uma pergunta?
Mas exatamente isso que eu ia falar. Já que você vai sair, a regra é: manda uma pergunta e saia. E já agradecimento demais, cara, você é muito parceiro e sempre acrescentando demais aqui nas lives.
Obrigado.
E manda pergunta então e corre para lá para o seu compromisso.
Vamos lá, tá? Eu queria saber, Doutor Ítalo, se algum detalhe que ele ouviu de forma indireta, ou seja, que ele não foi testemunha, mas que ele teria ouvido de forma indireta, claro, sem mencionar quem falou para ele, sejam médicos, sejam outras pessoas, militares, etc., nesse tempo, que falem mais detalhes do que aconteceu, seja em relação às criaturas ou do detalhe, outros detalhes que ele possa comentar. E se ele acha que algum dia— a gente sabe que tem vários médicos em Varginha, cada um tem um pedacinho dessa verdade— se ele acredita que um dia possa haver uma reunião desses médicos e eles possam vir a público para poder, outros médicos além do senhor, para falar o que Duas coisas.
Uma, o Dr. Cesário é um paciente, é um médico que diz que viu lá no Humanitas. Quando estávamos reunidos todos na casa do Dr. Armando, o James fez uma pergunta. Se o Cesário fala que não viu, mas na hora que o James perguntou assim: ele tava, ele tava com alguma roupa, com alguma coisa?
O Cesário Desculpa, na verdade vocês vão ficar bravos, hein, doutor. Tava, ele foi o sobrinho do Janine que perguntou, né, se tava apertado, se tava apertado o ser, né? E aí ele respondeu, falou que não, não.
E uma outra é que um técnico de raio-x aqui, não vou falar o nome, ele me disse que levaram uma caixa no raio-x do hospital para ele fazer radiografia e não podia abrir a caixa. Ele falou: mas eu vou fazer um raio-x de uma caixa? Falei: é, faça o raio-x da caixa.
E você acha que pode acontecer essa reunião, Doutor Ítalo?
Nós fizemos um tipo de uma reunião uma dessa na casa do Dr. Armando, né? Reunimos lá, mas muita pessoa tem medo desses assuntos. Esse assunto aí não é fácil falar, as pessoas podem cair indiscretas. Eu felizmente não caí, graças a Deus, mas corri o risco, sabe, de quando você for trabalhar, alguém vai no consultório, fala: não vai naquele doido lá não, que já é neuro, todo neuro é meio doido, né? Vai falar que viu fantasma, fumou tudo, 'Deve ser maconheiro', entendeu?
Eles falam essas coisas, né? Então não sei se vai encontrar pessoas que vão estar dispostas a falar, tem muito medo, né?
Um dos fatos também, só para comentar, o Edson comentou do seu Adilson Uzier, que era o diretor na época, né, que ele nunca falou. Inclusive na época ele foi entrevistado pelo Goulart de Andrade, né, e ele falou que não tinha nada a ver a questão caminhão do extraterrestre e a movimentação militar. Ele deu uma desculpa na época dizendo que a movimentação militar no hospital era referente a um óbito que teve na época de um rapaz que teria se suicidado.
E aí, na verdade, tava investigação, levaram para o hospital regional, e dali isso teria sido a parte que eles falaram que as pessoas viram os caminhões, os veículos militares. Mas quando foi em 2018, a gente a gente tava organizando para fazer um evento lá em Varginha, né, inclusive com a presença já do James Fox na época. E aí eu me lembro que nessa época, né, o Dr. Adilson Uzziere, ele me ligou na noite e ele perguntou se a gente ia fazer realmente esse evento lá.
Falei que tava para ser feito e ele falou assim: olha, eu quero ir lá porque eu vou revelar o que eu sei, né. E aí assim Aí eu falei: mas o senhor sempre negou o caso, essa história do ET foi verdade? Ele falou assim: claro que foi verdade, né? Eu falei assim: mas eu não entendo, na época o senhor deu uma entrevista para o Goulart dizendo que não tinha nada a ver e tal. Daí ele falou: olha, teve as duas coisas, uma foi a questão realmente do rapaz lá que teve esse problema, né, que se suicidou, e o outro era o ET.
E aí numa, eu tive uma outra oportunidade novamente de conversar com ele, inclusive ele deixou gravar, né, a conversa com ele, que isso a gente nunca soltou ainda, mas eu tenho essas gravações com o Dr. Adilson na época comentando sobre essa questão e da pressão que houve na época dos militares, né? E ele comenta, inclusive ele falou que o Fernando Eugênio, ele disse assim, ó, eu não vi o ser, mas o Dr. Fernando Eugênio me disse que ele chegou a ver também.
Também, né. Felizmente o Dr. Fernando Eugênio também infelizmente faleceu, né, em 2015. E aí ele, então assim, foi muito surpreendente. No momento certo a gente vai liberar também essa conversa que a gente teve junto com o Dr. Adilson Zier. Ou seja, são pessoas ali que estavam realmente envolvidas, parece que no momento ali, várias outras, e ainda tem muito receio de falar. Então por isso que a gente agradece muito o Dr. Ítalo, né, por ele ter tido essa coragem coragem de expor aí é o que ele vivenciou, né?
E com todo respeito aqui falando ainda, eu acho que o doutor não fala tudo que ele sabe porque já viu como que é as coisas, né?
Então, então, pera aí, então eu vou pedir para o doutor Ítalo, já que a gente tá com uma audiência absurda hoje, de algum detalhe ou alguma coisa que ou não foi falado, não foi falado com tantos detalhes. Se o senhor tiver alguma coisa alguma coisa, agora é a hora.
Não, o que eu tinha a dizer eu já contei, né? Eu fiz sobre juramento para poder ir lá no Congresso americano, para poder falar essas coisas. Os militares tinham que fazer juramento, eu fiz também, né?
Conta como foi, como foi esse encontro lá em detalhes, como que foi o convite, como que foi, o que que você sentiu lá deles, como foi?
Então, James Fox que me convidou para ir. Eu não queria Não, porque de ficar associado a isso, ainda mais por causa disso, eu tenho trabalho aqui, né, para arrumar pessoas para ficar no meu lugar. Foi uma luta, porque se eu não arrumasse pessoa, eu perderia meu emprego aqui. Eu ainda vivo, eu vivo do meu trabalho, né.
Entendi.
Então o que eu cobrei para ir era o que eu ia, que eu tive que pagar aqui para os médicos ficarem no meu Certo, entendeu?
Certo.
Aí fui lá, fomos para o Texas, muito bem atendidos lá. Lá eles têm um, diz que algumas vacas eram levadas por extraterrestres. Tem várias camisetas lá com vacas sendo abduzidas, tá? Por isso que eles se interessaram, senador se interessou. E depois, no Congresso americano, lá é lindo, é lindo, é sob juramento. E é uma política violenta. Eu assisti uma audiência sobre um assunto lá em que tinha que ser votado. Na sequência, saiu todo mundo da, do, do, do, de lá do auditório, que era uma coisa que não interessava para ninguém votar.
Todo mundo saiu. Daqui a pouco voltaram, que era esse assunto. Junto para sensibilizar as autoridades americanas a liberar os documentos sem tirar aposentadoria dos militares. Então esse militar aí que eu tava dizendo do avião, ele pediu lá que ele queria o plano de voo porque ele foi um dos pilotos que veio com o avião base que abastecia os outros aviões. Quer dizer, veio um avião grande e outros aviões juntos. Os outros foram para Campinas, mas abastecia nele.
O outro veio para cá, para Varginha, ele que abastecia esses aviões no ar. E ele pedindo plano de voo, quer dizer, um coronel Israel e no Congresso americano pediu plano de voo, né? Tá falando sério, né? Tá falando muito sério, né?
Doutor Ítalo e Edson e Marco, deixa eu— a gente acabou não falando no começo, né, Bigoda? Mas para o pessoal mandar perguntas aí e dúvidas, né? Eu tô, eu tô aqui, eu tô com uma aqui do Marcelo É, porque que muitos moradores de Varginha não acreditam no caso e afirmam que a criatura vista na época seria na verdade um homem conhecido na região como Mudinho? Vocês já devem ter ouvido essa versão, né?
Eu já respondi essa pergunta algumas vezes, que tem 50 anos que eu sou médico, eu não sou nenhum idiota.
Quem é esse cara? Mas essa figura existe mesmo?
Quem que seria?
Existe, é o Luiz, né?, né? O Luiz, ele é conhecido como mudinho. Às vezes ele fica agachado mesmo, mas ele tem bituca de cigarro e tal. Eu vou mostrar uma foto dele.
Então, mas ele não tem nenhuma, ele não tem nenhuma deformação para parecer uma outra criatura. Ele é um ser humano normal, pelo que a gente tá vendo. Para pessoa confundir com ser alienígena, é um, né, Doutor Ítalo? É uma, é uma distância, né?
E assim, essa aí foi a justificativa que o IPM, que é o Inquérito Policial Militar do Exército, quis dar para o caso, entendeu? Para abafar e colocar panos quentes. Só que o que que a gente descobriu? Que o mudinho, esse Luiz, ele não estava no Terreno Baldio naquele horário. Naquele horário ele estava no Estádio do Marcão, mudinho e foi visto por outras pessoas ali, né? Então é, não tem nenhum cabimento de ser o mudinho, mesmo porque criaturas apareceram em vários locais e o mudinho não tem irmão gêmeo, né?
Teria que ter lá uns 3, 4 irmãos gêmeos, teria que se mobilizar, ir para Alfenas e para Passos e para vários locais para poder justificar isso, né? Então, na verdade, foi uma resposta ali para tapar o sol com a peneira, entendeu? Mas o mudim com certeza não é. O que aconteceu lá foi algo totalmente anômalo e relacionado a criaturas não humanas, diferentes de tudo aquilo que a gente já tinha visto. Tem gente que fala, ah, é um macaco, é não sei o quê, mas não tem nada a ver.
Com macaco. As pessoas que viram falou: pô, aquilo não era um macaco, né? Não tinha pelos. Apesar que houve relatos de pessoas que viram criaturas peludas também, com olhos vermelhos e aqueles calombinhos, e o corpo todo coberto de pelos. Então havia esses dois tipos de seres, né, marrons com olho vermelho. E também há testemunhos lá de criaturas grays que foram avistadas na região, na zona rural de Três Corações, isso no dia 22 de janeiro de 96.
Então tem caso de grays que foram avistados, mas esses grays, e a gente não tem nenhuma informação de que tenha sido capturado, como aconteceu com os marronzinhos aí.
É muito bem lembrado. Também gostaria de fazer um adendo, esse do mudinho, né? Eles foram justamente, como Edson falou, né, foi implementado ali no IPM para dar uma resposta para população dizendo que o que as meninas teriam visto teria sido esse morador, né, que morava ali no bairro. Ele ficava agachadinho ali pegando bituca de cigarro e às vezes bala. As pessoas davam bala. Inclusive uma das meninas, as três meninas já conheciam ele, né.
Inclusive a Cátia já falou: olha, eu já dei bala para ele. Nunca que a gente iria, né, confundir esse mudinho com o ser que nós vimos, né. E daí o que que aconteceu? Isso que foi a instauração do inquérito, acho que 97, 98, veio uma produção da Discovery Channel para fazer, né, um levantamento do caso, filmar. E aí eles foram lá na ESA para perguntar o que que o Exército teria concluído, né, sobre o que seria essa questão do caso do ET de Varginha.
E aí eu me lembro que eles falaram, o assessor de imprensa, né, na época, que era o Major Causa, ele gravou esse depoimento. Na época, em vez de ele dizer simplesmente: olha, o Exército foi, investigamos, e nós temos aqui uma resposta que tá aqui no IPM, na verdade é o Mudinho, esse rapaz que tem deficiência, que mora ali no bairro. Mas ao invés dele dizer isso, ele falou que na verdade foram várias situações que ocorreram naquele dia e que foi pedido uma carona zona, e que parece que o caminhão foi para o hospital e tinha um casal de anões.
A anã estava grávida. E aí nisso as pessoas confundiram o anão com ser extraterrestre. Ou seja, ele complicou de uma forma, né? Isso, Edson tá colocando aí, o Major Causa, né, que foi esse rapaz que falou, se contradizeu justamente assim, né, sobre o que o próprio, a versão oficial do Exército. Então isso foi assim um, assim, né, uma gafe de certa forma que o exército cometeu naquela época, e que, né, fica bem complicado daí para a gente acreditar nessa versão.
Eu vou chamar o Bigoda. Bigoda, tá me escutando?
Tô sim, tô sim, tô aqui.
Manda alguma pergunta do chat aí.
Ó, vamos lá, tem uma aqui para o Doutor, é do Gustavo Almeida. Ele falou o seguinte: O senhor é um neurocirurgião muito experiente, então por que no seu relato sobre a criatura você traz tão poucos detalhes anatômicos e biológicos que poderiam fortalecer a sua história?
Eu vi o paciente de lado, né, eu vi o paciente por uns 2, 3 minutos, que não era meu paciente, ele pediu opinião, né, eu vi o paciente de lado virado para janela, E a gente vê como sob o ponto de vista emergencial, né? Como eu vou ser repetitivo: se tá sangrando, se tá respirando bem, se tá com dor, né? Se precisa de alguma coisa imediata, né? E na hora ali não havia nenhum, nada cirúrgico, ele tava coberto até aqui, né? Eu vi na fita só uma cubarrinha, né?
E não cheguei perto para examinar, nem pensei na época. Eu vi que não era um ser daqui, né? Não conheço anatomia dele, né? Se era igual a nossa, parecida, sim, parecida com a gente, o tipo de olhar, né? O tipo de respiração, né? O braço, né? Os dedos, né? Mas sem muito Detalhe, porque eu fiquei, eu não cheguei perto, eu cheguei, fiquei a 1 metro mais ou menos dele assim, né, olhando, né. E uma observação rápida, mais uma vez vou dizer, sempre que me chamam é para emergência, para entubar um paciente, para já sair para operar.
E ali o paciente já tava bem atendido, né, assim, tava bem atendido, tava muito calmo, muito tranquilo, respirando muito bem. Sem sangramento nenhum e aparentemente com muitas anatomia parecida com a nossa, né?
Doutor Ítalo, posso fazer uma pergunta? O senhor era bem próximo desse médico, né, que a gente sabe o nome e tal, tomava vinho, ele gostava bastante de tomar um vinho, né, de curtir, era uma pessoa bem, bem agradável também. Em algum momento ele falou para o senhor para onde que foi levado ou quem levou essa criatura depois que ele fez os procedimentos?
Não.
Ele todo Natal, Réveillon, ele vinha me buscar, não só a mim, mas alguns outros colegas. Tem que ir na minha casa, fazia jantar lá, a gente ia lá e ele mostrava a fita para todo mundo. Várias pessoas, a esposa falou que nunca viu, não sei, né? Mas mostrava para todo mundo, era uma coisa pública, né? Mas nunca a gente chegou a conversar sobre isso, porque a gente, não só sobre esse caso, a gente não conversa muito sobre pacientes, né?
Porque qualquer coisa que você fale fora dali tem processo, né? Tem sempre um advogado doido para extorquir médico. Muito perigo, né? Ainda mais se você fala qualquer coisinha que você fala, publica. Por isso que eu nem tenho rede social. Fala, publica ou sugere, já vem um advogado processar. Eu já tenho curso de auditor, eu sei como é que funciona. Então a gente nem conversava, não só sobre esses casos, a gente não conversa quase com caso nenhum, entendeu?
Edson, tem mais alguma pergunta? Se não, vou para chat, para o chat.
Pode puxar.
Então vamos lá, bigoda, mais uma pergunta, por favor.
Vamos lá, o Marcelo falou o seguinte: quem conduziu o ET do local avistado até a sala de cirurgia? Por que ninguém tá falando disso?
Eu não sei responder. Eu cheguei, já estava lá, e de sair, estava lá.
Marcos, você sabe?
Então, na verdade, não dá para a gente saber literalmente como foi, né? O que a gente sabe é que houve ali essa orientação militar, e que eles inicialmente, eles fecharam a parte da radiologia, que ficou uma parte ali. Inclusive depoimentos que nós temos do radiologista é que ficou parado ali por 3 dias por causa do cheiro, que ficou um cheiro muito forte de amoníaco, né. Mas essa situação do radiologista eu já acredito ser uma outra, um outro ser, porque já estava morto, né.
Foi aquela questão de onde os militares chegaram, dois policiais da Polícia Militar do Sul de Minas e 2 do Exército fardados com máscaras. E aí nesse momento eles traziam uma caixa como se fosse de defunto. Inclusive eu dei, eu tenho um vídeo que é o depoimento desse radiologista, que é uma parte do documentário que eu enviei para sua assessoria, né? De repente se ela quiser colocar do radiologista, que é um trechinho do documentário, ele contando essa situação ali.
Eu acredito, eu acredito que era criatura morta mesmo, que tava dentro da caixa lá, né, fechada já. Mas teve criatura que chegou viva, né, que era aquela criatura que o Marco Elixerese e o Eric Lopes levaram inicialmente para o pronto-socorro do Hospital Regional. Só que o médico de plantão lá não quis atender e falou para eles entrarem por trás do Hospital Regional, porque já tinha uma ala lá meio isolada onde já tinha chegado uma criatura.
Então, é, eu acredito que pode ou ter sido essa criatura que já tinha chegado, ou essa outra que chegou à noite, levada pelo Marco Elixerés e pelo Eric Lopes.
É muito nebuloso ainda essas particularidades, né, de informação. Quem que levou, como que foi, esse que é radiologista, a gente localizou ele lá em 2012, né, inicialmente ele estava trabalhando ainda no Hospital Regional, né, tava na ativa, e na época foi o seguinte, a gente fazendo essa investigação, a gente chegou em duas moças, tava eu mais um outro fórum chamado Paulo Aníbal, e eu me lembro que nós chegamos umas moças que faziam aulas de enfermagem, né, de curso de radiologia, daí a gente A gente perguntou ali, a gente fazia essas perguntas para os moradores de Varginha mesmo, e por coincidência ou não, as meninas falaram assim: olha, a gente não sabe de nada, a gente não viu nada, mas assim, tem um professor nosso que disse que ele possivelmente teria feito a radiografia no ser, né, do ser do ET de Varginha.
Eu falei: nossa, verdade! Ela nos passou a informação, nós fomos até o hospital Conversamos com ele, ele nos contou essa versão. É só que assim, na época eu me lembro até assim, olha, nós estamos fazendo um documentário junto ao James Fox, é, será que o senhor toparia? A gente não, o senhor não precisa se identificar, e aí a gente gravaria esse depoimento. Eu me lembro que ele não quis na época, né, inclusive chegou me bloquear.
E aí passaram os anos, aí quando foi 2021 Aí eu procurei ele, consegui localizá-lo novamente. Ele já tava aposentado e aí ele resolveu gravar, né, esse depoimento. E um dos fatos interessantes é que esse rapaz que a gente tava comentando, que é o Adilson Uzier, que era o diretor do Hospital Regional na época, ele inclusive falou, né, instruiu esse radiologista para que não comentasse nada sobre esse incidente. Quando a gente conversava com outros funcionários da época que trabalharam junto com ele lá do Hospital Regional, as pessoas falavam assim: olha, eu acho que aquele radiologista ali, ele sabe porque ele foi deslocado para sala lá, mas ele não fala para nós que nada aconteceu, né?
E aí depois eu fui tentar entender isso com ele. Ele disse que o Adilson, naquela, foi numa manhã por volta de 10, 10:30 da manhã, falou para ele: olha, vai vir o pessoal aqui do Exército, né, algumas autoridades vão trazer um corpo e você vai fazer a radiografia desse corpo. E aí que ele teria feito isso, né, mas teria omitido inclusive dos colegas dele ali interno, a pedido da diretoria do hospital. E aí depois de agora, como ele já tá aposentado, ele resolveu, né, ele falou: olha, se eu gravar de costas, né, eu falo, né.
E assim a gente percebe que parece que ainda há uma, mesmo passando agora 30 anos, 20 anos do caso, tem pessoas ainda que se envolveram com esse caso de Varginha, tanto da área civil, da área militar, que ainda tem medo de vir se expor, né. A gente percebeu que com a veiculação do documentário, é, outras, encorajou outras pessoas, né. Inclusive o Dr. Giannini, né, o patologista, Dr. Armando Fortunato, que fala é hoje sobre a explicação das da morte, né, do Marco Elixerese, sobre essa bactéria estranha que foram encontradas.
Então assim, são fatos que eu acho que com o passar dos anos vão surgindo mais informações aí que vai completando, complementando o quebra-cabeça do caso, né.
Você falou bem, cara. A impressão que a gente tem que é que é um quebra-cabeça que tem algumas peças faltando nesse quebra-cabeça, só que desde que aconteceu até agora Agora algumas peças apareceram então encaixando em lugares que a gente não achava. E só deixar claro para audiência aí que eu tenho também uma, um envolvimento com o caso do ET de Varginha, porque teve um jogo, né, um jogo brasileiro Incidente Varginha, que eu fiz a capa do jogo, fiz todo o material gráfico lá.
Então essa é minha contribuição para esse caso. Vamos para mais uma pergunta, bigoda?
Vamos vamos lá. O Kaique Porto mandou o seguinte: é porque nenhum militar que presenciou o caso dentro do Exército se pronunciou posteriormente.
Quem quer responder?
Eu acredito, eu acredito que seja por conta de terem assinado termos de confidencialidade que não permitem eles falar sobre o assunto. E aí eles têm medo de ser preso, de sofrer represálias e até ficar marcado dentro da própria força ali, dentro da própria instituição militar, né, ficar marcado com os colegas e tal. Então por isso que eles nunca falaram publicamente, né. Quer dizer, teve alguns mais rasos que chegaram a comentar alguma coisa, chegaram a gravar até vídeos naquela época, né?
E na atualidade tem, eu cheguei a conhecer um soldado lá da ESA que disse para mim, né, que participou do cerco, né, fazendo aquele isolamento numa dessas capturas, né? Inclusive eu tive com ele pessoalmente, eu, minha esposa, a gente conversando, ele deu detalhes detalhes de como que foi isso, mas ele era apenas um soldado ali raso, né. Depois ele acabou saindo da ESA lá e seguindo a vida dele normal. Mas ele disse que na época se comentava alguma coisa dentro do círculo militar, dentro da Escola de Sargento das Armas ali em Três Corações, mas é fora do círculo militar eles não falavam nada porque medo de sofrer algum tipo de represália, porque vamos assim, o negócio pegou bem forte quando aconteceu o caso Varginha lá, e eles evitavam de falar nisso, né, para não ser preso e sofrer algum tipo de problema.
Oi, pode falar, Marco.
Aí, desculpa, Vilela. Não, então, interessante isso que o Edson falou, que na época, né, a gente teve a uma gravação ali por parte dos ufólogos, né, de depoimentos de militares que teriam participado dessa operação, né, que foi inclusive gravado no dia 4 de maio de 96, ele detalhando ali, né, uma parte dessa operação. Eu mandei também para sua assessoria, que foi uma entrevista que a gente conseguiu meio que um furo, de certa forma a gente conseguiu convencer o militar X, né, que é o qual a gente chama o nome.
Ele fala que ele foi, tava na missão com mais 3 caminhões, né, e ele ele tava fazendo, né, circundou ali, fez, circulou com caminhão na parte da manhã do dia 23 de janeiro. A captura, né, teria sido no dia 20 de janeiro, avistamento. E no dia 23 ele alega que ele teria tirado, né, um ser, né, em uma caixa, numa missão que houve, numa missão de retirada desse corpo ali da, do Hospital Humanitas, né. Eu tenho, que eu mandei para ela, que é o Militar X, ele topou em contar novamente esse depoimento gravou para gente.
Ele também tá de costas, né, e é o mesmo que gravou na época. E o nosso interesse era justamente para ver se ele iria contar da mesma forma que ele contou a história naquela, naquele 4 de maio de 96. E para nossa surpresa, depois de 20 e poucos anos, né, a gente conseguiu localizá-lo e ele praticamente contou a mesma história sem expor o nome dos militares, né, dos assim, dos superiores dele, que estava dentro dessa sala lá no Hospital Humanitas.
Ele alega que ele viu parte do ser, que foi parte do joelho até o pé, que o pé era bifurcado, né? Eu não sei se vocês gostariam de colocar, só isso.
Posso falar uma coisinha antes de você colocar o trecho? É, essa criatura que saiu de lá no dia 23 de janeiro, ela saiu pela porta lateral do Hospital Mântas. Então dizem, né, as más línguas, que essa criatura ela foi transportada do Hospital Regional para o Hospital Mântas, porque o Hospital Mântas ficava numa área mais afastada do centro. Então, como tava tendo muita movimentação de caminhão do Exército por ali, não chamaria tanta atenção.
E aí, no dia 23, Era um dos motoristas, esse militar. E ele inclusive, depois de retirar dali, levaram para ESA e depois levaram para Campinas no dia seguinte. Logo de madrugada eles saíram em comboio para levar essa criatura. E ele relata, acho que a gente vai ver aí no vídeo, ele relata, não sei se fala da língua também, que puxou a língua. Ele fala disso?
Não, vamos ver. Vamos ver.
É, vamos ver, Marcos.
Você pode repetir o título aqui do vídeo, que tem vários aqui para gente?
Assim, acho que tá Militar X. Perfeito, tá.
Quer comentar alguma coisa antes, Marcos, de passar o vídeo ou não?
Então, é assim, foi muito difícil a gente fazer essa cena com ele Inicialmente ele não queria participar do documentário, foi uma negociação, né, quando a gente localizou ele, de 8 a 10 meses de conversa, porque ele tava assim, aparecia amedrontado ainda, falava que ele recebeu muita pressão naquela época, ele tinha muito medo de ser localizado. E aí me lembro que depois quando o James veio, né, ele falou: olha, eu não vou participar.
Ele confirmou toda a questão e aí a gente conseguiu convencer para que ele se encontrasse com o James James numa das noites ali de gravações. Aí nós dirigimos ali para uma cidade, 3 horas e meia de Varginha. Nós chegamos, ele tava com mais um outro rapaz, ele viu se a gente não tava com outras pessoas, nos tirou do local, ele nos levou a outra localização, né, de mais segurança dele. E é um barzinho, aí nós sentamos por 2 horas.
E ali o James, eu digo que foi o James que praticamente convenceu ele, ele falou assim "Olha, gostei do James, tal, mas eu vou pensar muito bem se eu vou dar esse depoimento ou não." E aí nos dias seguintes a gente começou meio que falar: "Olha, se você não fizer agora, você não vai mais fazer. Eu acho que é muito importante, né, para você relembrar isso agora a nível público nacional, mundial, né?" E aí ele com muito custo: "Mas onde que nós vamos fazer essa entrevista?
Não tem local nenhum para fazer." E aí de última hora a gente armou, né, já dirigindo na estrada, um hotel. E aí a gente alugou o quarto de hotel, né, e fizemos ali. Eu me lembro que até que teve um problema porque ele não queria que a gente subisse com tripé para não alardar, né, a recepção do hotel. Então assim, foi tudo praticamente levado, gravado na mão pelo diretor de fotografia, né. Tem cenas ali que você vê, né, que tem a câmera que ela tá sobre uma mesa ali ali.
Então foi assim algo de última hora e que ele confirmou o que o relato dele de 96, né.
Querem comentar?
Então eu queria comentar que assim, a primeira depoimento que esse Militar X ele deu, ele falava também que tinha militares da ESA com uma espécie de de câmera pendurada assim, não tava filmando naquele momento, mas tinha uma câmera pequena pendurada no pescoço, né, que provavelmente já tinha feito algumas imagens ali. É, tinha pessoas graduadas da ESA que eram chefes deles lá, né. E também teve uma hora que ele pensou pensou que essa, que esse ser que tava ali naquela caixa era uma pessoa queimada, né? Primeiro momento ele olhou, pensou que era uma pessoa queimada.
E gente, só explicando aí que pode ter dado algum tipo de direito autoral em relação ao filme ou a música que tava no trecho do filme. A gente depois vê isso. Então, por favor, Marco, continue. E eu quero opinião também do Ítalo e de quem viu esse vídeo, que isso é explicando também aquele vídeo que anda circulando, que alguém teria e tudo mais. Até conversei com Edson uma época, o pessoal tentou vender para gente, né, Edson? Aí eu falei para ele, falou: não, não, é roubado, esse cara não tem essa fita e tal.
Esse VHS, né, que ele andou, uma pessoa andou oferecendo para várias pessoas esse vídeo, mas quando a gente pediu alguma prova, alguma coisa, nunca mandava. Então com certeza era falso, né?
Com certeza era um trabalho de golpistas aí, aí, né, em função do James Fox ter oferecido uma quantia elevada de dinheiro, aí despertou no brasileiro aí esses golpistas de fazerem alguma coisa, tentar aplicar algum golpe e levar alguma vantagem, né. Infelizmente foi isso. Eu queria só voltar um pouquinho no que eu tava falando lá do Militar X, né, que eu Lembro que na primeira, primeiro depoimento dele gravado, ele falava também que chegou uns médicos e puxaram, abrir a boquinha da criatura e puxaram algo preto e bifurcado com uma pinça.
Aí ele não soube falar se era uma língua, de repente comprida, ou se era uma fita para medir putrefação, já que aquela criatura tava morta ali, né. Aparentemente tá morta. E o cheiro também, ele disse que era um cheiro bem ruim e parecia uma pessoa, num primeiro momento quando ele olhou, queimada, né? Mas depois ele viu que não era uma pessoa queimada, era algo totalmente diferente. E como ele viu o superior dele lá da ESA ali no recinto, aquele outro militar com a câmera do lado ali, né, uma câmera filmadora, não tá filmando naquela hora, mas tava pendurado no pescoço.
Ele percebeu que se tratava de alguma coisa bem diferente que eles estavam fazendo. Aí, quando eles voltaram para ESA no comboio, eles foram chamados, os graduados ali, né, para, pelo Tenente-Coronel Olímpio Vanderlei, na época, para serem orientados de que eles tinham participado de uma missão ultra O Tenente-Coronel Olimpo Vanderleu pediu descrição para aqueles militares, falou: olha, amanhã às 4 horas da manhã, dia 23 de janeiro de 1996, a gente vai pegar essas cargas que ficaram, esses caminhões com as caixas estacionados dentro da ESA, vai pegar esses mesmos caminhões e a gente vai seguir com a missão, né?
E aí a missão foi levar esses caminhões para a Unicamp, né? Levaram inicialmente para SPSEX, que é uma instalação do Exército lá em Campinas, e de lá foram trocados os motoristas. E os motoristas locais de Campinas levaram então e entregaram essas cargas, que hoje a gente sabe que seriam duas criaturas vivas e uma morta, para o Badam que então providenciou ali a necrópsia na criatura morta e também algumas análises preliminares na criatura, nas duas criaturas vivas.
Segundo o que a gente apurou, teria uma criatura viva totalmente sã e uma outra criatura viva, mas que estava machucada, né, que ela não estava totalmente na sua saúde perfeita. Feito. E depois então chegaram os americanos, aquelas coisas todas, e depois de alguns dias aí levaram tudo para os Estados Unidos.
Isso mesmo.
Daí depois nós tivemos a, também interessante, 2021, né, um depoimento foi gravado numa live diante de controladores de tráfego aéreo, né, onde teve o Marcos Férez, né, que no dia estava trabalhando, e ele comenta que no dia Ele estava lá na torre de controle e chegou, né, ele percebeu no radar que tava entrando um avião, né, que não tinha o protocolo que geralmente eles têm, o protocolo chamado AVOEN, que é um protocolo normal, né, para que toda aeronave que venha para o Brasil, eles geralmente têm esse registro.
Ele percebeu que não tinha, era um avião dos Estados Unidos que tava entrando no espaço aéreo. Nisso ele falou: eu vou ligar para Defesa Aérea para informar. E aí, logo em seguida, o superior dele entrou na sala falando: "Oh, Feres, esquece de ver, esqueci de avisar vocês que ia vir, ia entrar esse avião. Fica tranquilo que eu aviso lá os superiores, é só fica de olho para mim no radar aí para ver onde que esse avião vai pousar, né?" E aí ele ficou monitorando.
Aí, inicialmente, eles confirmaram que iriam pousar em Guarulhos. Aí, uma hora antes, Eles mudaram o destino dizendo que ia pousar em Campinas. Aí deram autorização, eles pousaram em Campinas. Meia hora depois, dois helicópteros da Força Aérea Brasileira ligou lá também, pediu autorização para que eles pousassem no mesmo local onde o avião da USAF teria pousado, né, que é da Força Aérea Americana. Eles pousaram. Aí o Férez, junto com Manuel Buenas, que que era um outro controle de tráfego aéreo, eles começaram a perguntar para a equipe de solo o que que tava acontecendo ali, né, porque eles estavam inclusive curiosos.
E aí o que foi falado é que esses americanos que vieram no avião, eles entraram nos helicópteros da Força Aérea Brasileira, eles decolaram com sentido ignorado, que depois, segundo o Manuel e o Félix, eles vieram a saber que era a cidade de Varginha, pegaram umas caixas metálicas colocaram nesses helicópteros, voltaram para o local, né, e aí colocaram no avião. E daí foi, o destino foi os Estados Unidos, né. E o James Fox junto da Leslie King, eles conseguiram recentemente uma carta, né, um e-mail na verdade, que foi enviado de um aeronauta americano, né, um membro da Força Aérea, dizendo que estava no voo que saiu ali de Campinas e ter ido para uma base americana, não é Área 51, seria uma outra base.
E aí eles pousaram lá e ele falou que no momento certo, quando ele puder, quando ele entrar na reserva, né, com toda essa função do disclosure americano, ele vai procurar para dar esse depoimento com mais detalhes ali, né. Então esses foram sucessão ali depois, né, bem resumido.
Gente, vamos lá para mais uma perguntinha aqui. Agora a gente vai para o Doutor Ítalo. O de Paul, ele perguntou aqui no chat: é, Doutor, o senhor já teve sonhos com a criatura durante esses anos?
Sonho não. O que tem é que eu trabalho no mesmo local onde eu vi, então toda hora que eu passo ele tá lá, parece que ele tá lá. Eu olho para ver se ele tá lá, parece que ficou na minha cabeça, né? Como se a gente quisesse tratar dele o tempo inteiro, sabe?
Agora, Mariana, ela falou o seguinte: é o que mais chamou atenção de vocês na explicação oficial das meninas que presenciaram o caso de Varginha?
Quer responder, Edson?
Pode responder, fala aí.
Não, assim, eu acho que o depoimento delas, elas são as mais guerreiras até hoje de estarem, né, afirmando o mesmo depoimento, né. Lembrando que na ufologia as pessoas também têm que se lembrar, pensar, imagina o tanto de anos que se passaram e tantas pessoas que vieram conversar Conversar com ela, é com elas, né, falando. E às vezes sem querer, não somente as meninas, isso é um exemplo para outras testemunhas também. Às vezes a pessoa dá um adendo a mais ou a menos, é porque às vezes sem querer, isso é humano, né.
Às vezes a pessoa fica com essa questão às vezes de falar uma coisinha a mais ou a menos. Mas o das meninas, para mim, todos esses anos foi a que mais permaneceu fidedigno, E elas assim, elas afirmam até hoje, né? Uma delas, a Valquíria, ela comenta que ela não sabe realmente se aquilo era um extraterrestre ou não. Ela tem um outro pensamento, ela só fala da criatura realmente que ela viu, que era daquela fisionomia muito esquisita.
Já a irmã Liliane fala que acredita que é um ser extraterrestre, e a Kátia também, né? Então assim, elas manteram muito firmes até hoje Houve inclusive assim, foi assim um desabafo aqui dizendo, né, pessoas que disseram, que colocaram elas na mídia naquela época e disseram que elas tinham visto o ser, hoje estão dizendo que ela viu aquele rapaz, né, que é o Mudinho. Então esse é o cúmulo do absurdo assim que eu acho que eles estão fazendo, né.
As pessoas dizem: ah não, que elas viram foi aquele rapaz ali ali, né? Mas não, elas inclusive, é importante dizer que na época até o Edson Boaventura estava lá, ele pode comentar isso. Vem um psiquiatra renomado, né, o John Mack, que era de Harvard, professor, esteve lá fazendo inclusive ali a terapia com elas e percebeu que, falou assim, olha, se essas meninas tiverem mentindo, eu rasgo meu diploma, né? Então ele esteve em Varginha, acho que o Edson pode comentar, na época ele esteve Esse aqui é o John Mack, ó.
Aqui é quando ele teve, né? Isso aqui é o John Mack. Essa é uma foto daquela época, saiu inclusive publicado no UFO Magazine. Isso aqui é um periódico inglês, né, do Graham Birdsell, né, já falecido. Mas Caso Varginha, ele ganhou muita notoriedade, né? Saiu na Anno Zero, né? Saiu na Aliene, que é italiana. Né, e várias revistas, né, na revista UFO Especial. E assim, é como o próprio Marco Aurélio tava falando, é, as meninas elas nunca assim mudaram a versão, sempre continuam afirmando, mas elas sofreram durante a vida muita chacota, né, na escola, na igreja que elas frequentavam.
E eu acho assim uma baita, um baita desrespeito com elas, é o que fizeram, por exemplo, agora com esse documentário de uma certa emissora aí, né, que de repente, né, coloca tudo em xeque, né, sendo que o depoimento delas foi fidedigno. Elas viram alguma coisa lá, não não sabem o que que é, né? Não dá para você dar uma origem, uma criatura. E a mídia que criou esse estigma, essa nomenclatura de ET, né? ET de Varginha. E pegou, mas não necessariamente é um extraterrestre, pode ser um ser de outras dimensões, pode ser alguma outra coisa, mas era certamente uma criatura não humana, uma criatura diferenciada.
Alcançada que apareceu lá no sul de Minas naquela época. E não foi só naquela época, tá, porque essas criaturas com a mesma característica de Varginha, vez ou outra aparecem em outras localidades, né. Eu tenho casos com o mesmo tipo de criatura na Espanha, no México, é, em outras partes do Brasil, no Nordeste, Oeste, no interior de São Paulo, em outras cidades de Minas. Por exemplo, a própria cidade de Cláudio já identificou criaturas parecidas com Divaginha.
Ponta Grossa também, né, tem o caso da Dona Marisa lá, que é mais recente. Então a gente vê que não é uma exclusividade Divaginha, mas foi o caso que ficou mais notório no mundo todo. Tanto é que a imprensa Do mundo inteiro veio para cá, ufólogos. E o próprio John Mack lá fez a análise das meninas do ponto de vista psiquiátrico, acompanhado ali pela Gilda Moura, que fez toda a tradução para ele simultânea. E eu fui o cinegrafista naquele dia.
Naquele dia que o John Mack tava ali, ele pediu para tirar todos os ufólogos, eles ficaram fora de da casa, né, das meninas lá, o Pacatini, o Birajara, o Cláudio Covo. E eu fiquei com a câmera operando, gravando todo o procedimento psiquiátrico ali de entrevista que o John Mack fez naquela ocasião, né. Então a gente acompanhou isso tudo de perto. E no finalzinho da filmagem, ele falou assim, 'Ó, elas estão falando a verdade, passaram por uma situação traumática, e eu rasgaria minha carteirinha de Harvard, né, se elas estão falando mentira', né. Na verdade, ele atestou que elas estavam falando a verdade.
Eu jantei com elas. Grande problema é preconceito. A senhora tem que mudar de escola. Sentamos lado a lado assim. O grande problema sofrendo preconceito, muda de escola. Outra se separou porque falava que o filho dela era do ET. Isso existe até hoje. É difícil falar sobre essas coisas.
É, a gente até, até, né, Edson, tentou falar com elas uma época através de você, e elas estavam receosas de dar entrevistas porque isso causou muito problema para elas, né?
E exatamente, tiveram que mudar de Poxa, o padre falava para ela que não precisava vir aqui não, o negócio era do demônio.
Caramba, que absurdo! O Bigoda, mais perguntas, por favor.
Vamos lá. O Ed João Júnior, ele falou: por qual razão o Eric Lopes não fala e é irredutível em se pronunciar? Ele é a chave para esse caso?
Eu acredito que ele não fala porque durante a vida toda dele, ele serviu ali, né? Agora ele tá na reserva, né? Ele aposentou, mas ele deve ter assumido um compromisso de manter o sigilo a respeito desse assunto, né? Apesar do Marco Elixerés ser o colega dele, aquela coisa essa coisa toda. E eu sei, eu vi, né, lá na cidade de alguns amigos bem próximos dele, que ele chegou a comentar que aconteceu o fato realmente, que é verdade tudo isso aí, só que ele não pode falar publicamente.
E aquela coisa, se você pressionar ele, certamente ele vai espanar e vai falar que não, que não teve nada, né, vai dar que ele perdido, como aconteceu, né, Marco, com James Fox. Vocês foram até lá e praticamente foram escorraçados do sítio do Eric Lopes, não é isso?
Isso, bem lembrado, Edson. É, realmente eu acho que assim, se o Eric viesse falar, ele seria uma das testemunhas vivas assim, né, da área militar, que poderia dar muito, muitos detalhes. Mas o que nos chama atenção, esse medo, né, essa questão posição que ele tem hoje, que ele não toca no assunto. A gente já tem tentado falar com ele desde 2012, primeira vez quando eu localizei, tinha localizado a esposa dele, que ela falou assim: "Olha, ele não fala sobre esse assunto." E aí em 2021, quando a gente esteve lá para gravar o James, a gente pediu uma ajuda com o prefeito da cidade.
O prefeito nos apresentou, inclusive por coincidência eu já conhecia um político local que era um ex-vereador chamado Rômulo, muito bacana o Rômulo. O pai do Rômulo era sargento da polícia e tinha servido junto com o Xerez e com o Eric Lopes. E ele falou: olha, eu sei onde o Eric mora. E eu falei: James, você tem certeza que você quer ir lá para entrevistar ele? Eu acho melhor não, não é uma boa ideia, né? E ele comentou: não, mas eu sou um jornalista, eu preciso ir para tentar falar com ele.
O que que você acha de pior que possa acontecer? Você. E aí eu até, eu lembro que eu alertei ele, falei: olha, eu acho que se a gente for lá, ele vai ficar muito nervoso, ele perde, ele fica fora de sério, né? Daí a gente, daí falou: não, mas eu vou tentar do mesmo jeito. E nós fomos, né? Tanto que eu falei assim: olha, James, eu vou ficar no carro em respeito, porque eu sei o tanto que ele fica bravo, né? E aí nisso eles foram, né?
Chegaram, entraram, o Rômulo intermediando. E aí nesse momento O Rômulo chama, né, daí sai na janela ali da propriedade dele, que é como se fosse um sítiozinho rural. E aí, para nossa surpresa, é o Eric, só que era o Eric, só que assim, o Eric ele não se identificou no momento. Aí nisso, Rômulo: Eric? Ele falou: Ah, ele não está aqui no momento. Ele falou assim: Ah, é que tem uns americanos aqui querendo falar. Daí, antes de o Rômulo terminar a frase, ele falou assim: Se for sobre aquela história do ET de Varginha, é melhor vocês irem embora, porque senão— ele falou ET— se for sobre isso, você, melhor vocês irem embora, senão vocês vão arrumar problema.
Daí o pessoal não entendeu direito. Não, mas a gente gostaria de falar, é que é só uma pergunta. Daí o James tenta, nesse momento que ele não tava entendendo português, né, percebeu, ele fala que ele percebeu a expressão facial do Eric ali, que no momento ele ficou muito nervoso e fazia assim com a mão a todo momento na janela, né? E nisso o diretor de fotografia gravando e o nosso técnico de som também com boom, né, longe. Mas dá para você escutar que nisso, quando o James tenta dizer não, mas é o— quando ele foi falar que o prefeito nos ajudou para vir aqui, ele falou assim: não, melhor vocês irem embora, senão vou sair com vocês daqui na bala, né?
E aí ele ameaçou a equipe durante 3 duas vezes ali. E aí nisso Rômulo percebeu, ó, desculpa então, né. Daí ele se identificou como Eric na cena. Logo depois de, então, não, a gente só queria falar com o Eric. Daí ele fala, não, eu sou Eric, é melhor vocês irem embora, senão, né, vou sair na bala aqui com vocês. E aí a equipe sai, não entendendo muito bem, né. Assim, o fato é que ficou dessa cena aqui, por que que ele não recebeu de repente, fala assim, "Olha, eu não quero dar entrevista, essa história ela é totalmente mentirosa, foi invenção dos ufólogos, então eu não tenho nada a declarar, né?" E foi de uma maneira assim hostil, né, da maneira que ele nos recebeu lá.
Eu até entendo ele, né, respeito muito essa questão, até preferia que a gente não fosse fazer isso, mas foi uma tentativa. E aí tem essa cena também que acontece, né, que tá no documentário Secretário, né? Então assim, é, era uma testemunha chave do caso Varginha, que eu acho que se ele viesse a público ele ia esclarecer muitas coisas. E uma das coisas que as pessoas não sabem, ele tem um, parece que um fator emocional, porque ele entrou com Marco Xerez, eles eram amigos de infância, eles entraram para corporação juntos, né?
Inclusive, né, como eles eram muito amigos assim, eles conviviam nas mesmas casas. Acabou que durante os anos o Eric acabou namorando e hoje é casado com uma das irmãs do Chereze. Então assim, tem uma irmã que fala totalmente, que denuncia, né, essa questão que ele realmente houve a captura, que ele fez a captura, que ele morreu devido a essa bactéria, onde hoje os médicos, né, o legista e o patologista tem falado que eles encontraram essa bactéria, né.
Enfim, que comprometeu o sistema imunológico dele, que nenhum antibiótico era imune, né, a essa bactéria não era imune aos melhores antibióticos da época, ele piorou e 27 dias depois ele veio a falecer. Então assim, o que a gente percebe é que parece que o Eric, ele se sente de certa forma, a gente já escutou isso, um pouco culpado também sobre aquela noite ali, né.
E um detalhe do... Gente, um detalhe do Eric, eu consegui certa vez o telefone dele, aí a gente conversando também através de amigo, e aí ele me bloqueou no WhatsApp, né, simplesmente me bloqueou e não quis conversa. Então, como o próprio Marco Aurélio Leal falou, né, é uma atitude hostil, e a gente entende porque provavelmente ele foi orientado obrigado pela Polícia Militar a não falar sobre o assunto.
Tá certo.
Eu preciso me despedir de vocês agora, às 9:30, viu, gente?
Tá bom, Doutor Ítalo, obrigado demais aí pelo papo. A gente só vai seguir com algumas últimas perguntas. E obrigado demais pelo teu tempo e pela tua atenção.
Um abraço a todos, muito prazer, viu?
Quer passar alguma rede social, alguma coisa?
Agora é a hora. Eu não tenho, o Marcos me acha.
Tá certo. Tchau, tchau, até mais. Obrigado, Doutor. Então vamos então para as últimas perguntas, querido Bigoda.
Vamos lá, ó, tem uma aqui para o Edson, que é do Vinícius Paes. Ele falou o seguinte: tem um fórum que dizem que selecionaram pessoas específicas para ver a fita de Varginha, mas que são brigados com você, Edson. Se chama Brasil Alien UFO Research, e só dá para entrar com VPN próprio porque eles são bem seletos. Qual a sua treta com eles?
Não sei, eu nem conheço essa turma aí, não sei. E assim, eu, eu, por exemplo, nunca vi, nunca vi a fita. Tem gente que às vezes inventa falar, o Edson viu, aí manda mensagem para mim, ó, você já viu a fita, como é que é? Como é que eu nunca vi. Vi vídeo nenhum de Varginha, né? Não, nem sei. O que a gente sabe é pessoas que viram essas fitas, né, que viram essas imagens e contaram como que é essas fitas para nós. Agora, eu desconheço daí, provavelmente de repente é golpista, né, o Vilela, né?
Que pode ser, na época teve um monte. Teve o Ale, o Sherminator, que também recebeu um monte de proposta. O Bruno, o Bruno Bock também. A gente conversava muito sobre isso, foi através do Bruno, né? O próprio Roni Venner também recebeu umas propostas aí e tal. Se ele tivesse aí publicamente, poderia falar sobre isso, né? Então tem muita coisa que nada a ver, né? O pessoal inventa e fica tentando causar dentro do caso Varginha, né?
Pois é, o que mais a gente recebe é essa questão de golpe hoje em dia. Essa semana mesmo passada, a moça falou que tinha foto do ET, que ela morava próximo daí. É assim, tem as pessoas bem mais articuladas, mais inteligentes ali, que até difícil, né? Teve até pessoa que se passou por um membro da PIN. Enfim, são vários casos que as mesmas pessoas, acho que entraram em contato com o Edson também, né, tentam ficar aplicando golpe.
Isso. E tem outras que perde tempo de ficar mandando casos fake, né. Então manda e-mail com história de Varginha, que é o personagem XYZ, que é militar não sei da onde, e aí fabrica lá um para tentar colocar os ufólogos numa situação chata, vamos dizer assim, tá? Mas isso daí é só perda de tempo, né? Porque não agrega nada, né? E mostra que a pessoa ela tá apenas focada para tentar destruir os pesquisadores do caso. Porque se conseguir tirar os pesquisadores de linha com certeza o caso vai morrer, como aconteceu com o Birajara.
O Birajara não fala mais, né? Outros ufólogos já faleceram, Cláudio Ircovo, tudo. Quem tá aí na pesquisa ainda desse caso sofre ataques, mas isso é normal, a gente tá acostumado. Eu, Marco Aurélio Leal, o Marco Antônio Petit também de vez em quando sofre, o Vitório Pacatini, aí, né? Então essa turma recebe ataque direto dessa turma que quer desconstruir o caso Varginha, né? Mas não vai conseguir não, né? Depois que sair esses documentos americanos aí, aí eu quero ver como é que vai ficar essa turma aí. Vai ter que botar o rabo entre as pernas e, ó, vaza essa treta aí.
Ô, Bigoda, oi, tem pergunta boa?
Eu tenho mais algumas aqui. A próxima, acho interessante, é do Leonardo. Ele falou: não é estranho que um ET com tanta tecnologia foi parar em Varginha, no terreno baldio?
Já ouvi também esse tipo de gozação de piada, né?
Se você for pensar desse ponto de vista, é assim, e é muito simplista também, né? Porque você tem que analisar todo o contexto da história. Que a nave foi abatida, caiu. Tinha criaturas Grey também, cinzentas, que poderiam ser mais inteligentes. O que foi capturado eram criaturas talvez subalternas. Tô falando aqui, conjecturando, né? A gente não sabe o que de fato aconteceu. Então são N possibilidades, né? Como, como parafraseando meu amigo Sérgio Sacani, pode ser um milhão de coisas.
É, pode ser. Manda, bigoda.
A Caroline Andrade pede para o Boaventura falar um pouco sobre o Grupo dos Sete.
Não sei se você sabe o que é. O Grupo dos Sete foi um grupo criado inicialmente pelo Claude Ircovo, que era um pesquisador muito amigo, amicíssimo do Birajara Birajara Franco Rodrigues, porque assim, o caso ele foi descoberto pelo Birajara Franco Rodrigues, depois se agregou ao caso o Vitório Pacatini, que veio do Sicoane lá de Belo Horizonte. O Claudeir, como era amigo do Birajara, já tava sabendo ali do caso. Eu era o vice-presidente de um grupo do Claudeir Covo, então por tabela ali, por ser o vice-presidente, também estava acompanhando o caso Varginha inicialmente à distância, mas depois aí o Cláudio falou: a gente vai ter que ir para lá.
Aí eu falei: eu vou chamar o Jamil, Jamil Villanova, que é o meu vice-presidente do GUG, do Grupo Folclore do Guarujá. Ele faz desenho, ele pode ser o croquinista quando a gente for fazer as investigações lá. E aí nisso a gente já tinha 5 pessoas do grupo dos 7, que era o Birajara Franco Rodrigues, Vitório Pacatini, Edson Boaventura Júnior, Claudeiro Covo e Jamil Villanova. Quando a gente soube que o caso teve um desdobramento em Campinas, na Unicamp, a gente chamou para ajudar um grupo que chamava CPEX de Sumaré, que era coordenado pelo Eduardo Mondin, E Osvaldo Mondini, que são dois irmãos gêmeos, né?
Então aí tinha 5 mais 2, Eduardo Mondini e Osvaldo Mondini, 7 pessoas. E aí o Cláudio, ele criou uma lista manuscrita. Eu tenho essa lista aqui com o telefone de todo mundo, né, que naquele tempo era telefone de fio, não tinha nem celular. E aí ficou instituído que era o grupo Grupo dos Sete, né? E esse Grupo dos Sete, ao longo da pesquisa de Varginha, ele, ele foi citado em vários jornais, né? Então tem jornais da região de Campinas onde aparece foto ali de alguns integrantes do Grupo dos Sete, aí foi mencionado na matéria Grupo dos Sete.
Tem jornais do litoral que citaram o Grupo dos Sete, mas a revista UFO, ela publicou também um box, que é esse box aqui, ó, ó, caso aumenta a credibilidade da ufologia. Nesse box que foi publicado na revista UFO, o próprio Claude Herculve, que é esse que tá na foto aí, ele fala do Grupo dos 7. Aqui eu vou colocar o meu dedo justamente no Grupo dos 7. Então quem criou o Grupo dos Sete foi o Claude Hélie, porque eram 7 investigadores que estiveram logo no início das investigações.
Depois foram agregando outros pesquisadores, aí chegou o Marco Antônio Petit, depois veio o Marco Aurélio Leal, né. Hoje a gente tem um grupo maior de pesquisadores que ajudou o Roni Venner mesmo, né, que entrou entrou fazendo pesquisa também. Então assim, o caso Varginha não é de ninguém. O Grupo dos 7 foi aquele grupo que participou logo no começo, mas o caso hoje tem as mãos, né, e a mente também, e as pesquisas de vários pesquisadores brasileiros.
O Bigoda, você tá aí ainda?
Oi, tô aqui sim.
É porque eu não tô aí no estúdio, às vezes eu acho que você saiu, né? Foi dar um migué. Exato. Manda aí mais uma ou duas perguntas.
O que que você acha? Fechando, da Caroline Ferreira, ela perguntou onde que tem um documentário para a gente assistir completo, né, dos trechos aqui que a gente mostrou durante a live.
Boa! Ah, legal. Então, documentário, ele tá disponível assim para os brasileiros mais fácil aqui pelo próprio YouTube, né? YouTube Movies. É só vocês procurarem moment of contact, new revelations of aliens encounter, ou momento do contato. Vocês vão ver, 2025. Aí abre a opção lá para alugar, né? E aí não tá muito caro. E infelizmente assim, ele não veio para as plataformas brasileiras ainda. Ele tá restrito nos Estados Unidos pela Amazon Prime Video, pela Amazon Prime Video, Apple TV, Dango, Vimeo, essas outras plataformas, né, que estão disponíveis.
Mas no Brasil, por enquanto, pelo YouTube Movies tá conseguindo acessar, né, o documentário. E assim, fazendo um merchanzinho aqui, gostaria que muita gente que não imagina sobre o caso Varginha assista esse documentário para ter um pouco de noção que realmente se sucedeu lá. Isso que eu e o Edson, o Vilela, todos aqui estamos comentando, é somente uma porcentagem pequena de tudo que ocorreu lá, né?
É a ponta do iceberg, certo?
Certíssimo.
E por falar em ponta do iceberg, eu acho que você, Marco, você, Edson, o Roni, acho que a gente vai ter muita participação ainda aqui no Inteligência esse ano, porque parece que esse é o ano da revelação, não é não?
Exatamente, né? Com esse filme do Spielberg, e tá para sair sair o terceiro lote de documentos e vídeos que o Donald Trump vai liberar lá no Departamento de Guerra, né, no site do Departamento de Guerra, né. Geralmente eles fazem isso na sexta-feira. A gente tava com expectativa de sair na última sexta-feira, mas a gente tem que ficar de olho que pode ser que seja na próxima sexta-feira aqui. E se sair alguma coisa, eu tô com expectativa Expectativa de que saia algum documento citando casos brasileiros.
Se isso acontecer, vai ser muito legal, né? Porque é casos brasileiros, geralmente aqui no Brasil é tudo acobertado, e de repente Estados Unidos sair alguma coisa boa ou algum documento posteriormente aí de Varginha vai ser muito bom para a gente pressionar também o governo brasileiro para liberação do que eles têm aqui nos arquivos militares e de inteligência.
E você, Marco, o que que você espera esse ano?
Então, a gente é isso que o Edson falou, a gente tá na expectativa aí agora de um disclosure, né, de uma liberação de documentação lá primeiro por parte dos Estados Unidos. A gente ficou muito feliz, para quem não acompanhou ontem, né, teve essa coletiva de imprensa, né, com membros do Congresso lá. Então assim, foi citado bem o caso Varginha, né? A gente tem alguns governantes aqui do Brasil que tem nos ajudado nessa questão, né?
É o Chico Alencar, né? Temos também o Eduardo Girão e agora o Aldo Rebelo, que tem, né, falando, afirmando que o caso realmente é real. E nós já tínhamos também um outro militar de patente super alta, que era o Brigadeiro José Carlos Pereira, que comentou em off com a gente que realmente esse caso teria acontecido, mas que eles não poderiam comentar isso publicamente, né? Então é essa que, essa questão que a gente espera aí da liberação desses documentos, né?
Obrigado demais aos dois, foi uma live espetacular, né? Até pela presença do doutor que teve lá no local e pode falar com a a gente mais sobre os detalhes. Então esse é o momento que eu acho que se ficou alguma ponta solta ou querem fechar sobre a importância desse caso Varginha na ufologia, não só no Brasil como mundial, como o próprio Spielberg falou, né? Então é com você, Marco, primeiro, e depois fechar com Edson. Aí, que que vocês querem falar para fechar esse assunto?
Tá, muito obrigado. Primeiramente agradecer a oportunidade, Vilela, de a gente estar aqui podendo falar um pouco sobre isso. E a gente espera que assim, no caso Varginha, mais outras testemunhas delas sejam encorajadas a vir, né, corroborar tudo isso, inclusive da parte da área médica. Quem sabe algum, alguma, alguns militares também, testemunhas militares que vivenciaram isso na época, possam vir a público dizer, né, para a gente ir montando esse quebra-cabeça cada vez mais.
E gostaria de aproveitar a oportunidade de também divulgar que a Revista Ufológica, né, que é uma revista nova que tá saindo, que o Edson também é o editor da revista, a gente a gente tá com lançamento aí para o dia 24, né, seu lançamento do site, que é www.revistoufologica.com.br. E por enquanto tá no Instagram, né, como Revista Ufológica. E todos os materiais que a gente for fazendo, artigos, né, de outros casos também que a gente investiga, a gente vai estar podendo vincular lá, né.
Então é isso que a gente espera. Vamos ver se o disclosure aí acontece se conhece com mais intensidade esse ano aqui, né?
Tá certo, Marco. Rede social?
Olha, eu tenho um canal simples aqui no YouTube chamado Canal Marco Leal, e o Instagram, quem quiser me chamar, é @lealmarcoaurelio. Fico à disposição.
Obrigadão. Obrigado, Marco. Agora contigo, Edson, fechamento aí.
Então, é como o próprio Marco Aurélio falou, Caso Varginha é uma colcha de retalhos, né, é um quebra-cabeça. E pouco a pouco a gente vai montando esse quebra-cabeça. Tem algumas peças que a gente tá conversando para ver se dão depoimento, né, se trazem mais alguma luz sobre esse caso. Então aguardem aí que deve vir muita coisa boa a respeito desse caso, e a gente vai estar publicando na Revista Ufológica. Fora isso, se alguém quer saber alguma coisa, eu tenho um livro que eu escrevi, que é ETs de Varginha: Montando Quebra-Cabeça.
É, tá lá na minha loja, é www.lojadoedsonboaventura.com.br. É todo colorido, ilustrado, o livro, né? E agora eu tô escrevendo o volume 2 2 também, porque ao longo dessa pesquisa, né, de mais de 30 anos, a gente obteve muitos dados e muitos depoimentos e informações. E aí por isso que a gente tá fazendo, fizemos o volume 1 e agora estamos escrevendo o volume 2, onde vai agregar bastante aí sobre esse caso Varginha. Tenho o meu canal no YouTube, canal Edson Edson Boaventura, com vários vídeos lá, mais de 1.300 vídeos.
E nas redes sociais, no Instagram, eu sou @edsonboaventura, você me acha lá. É isso aí, obrigado, Vilela, por mais essa participação. Obrigado, Marco, toda a equipe aí.
Obrigado demais, Edson. Você sabe que sempre pode contar com a gente também, e a gente precisa ir um dia lá em Varginha também fazer uma para ela, tá certo? Bora lá, fechou. É, Bigoda, contigo.
É isso aí, agradecer a todo mundo que chegou até o final da live, tá? Se você não deixou o seu like lá no início, aproveita aí agora, tá? E deixa o seu like, agora é a hora, exatamente. Também a sua inscrição, tá certo?
Tá certo. Que que o pessoal escreve nos comentários, querido Bigoda, para provar que chegou até o final? Mas antes disso, eu tenho uma pergunta muito importante para você. Você acredita que aconteceu, que os fatos são ou você é um cético e acha que precisa de mais provas, precisa de mais investigação?
Cara, do que eu vi, do pouco que eu vi, né, porque eu nasci em 2005, isso aí aconteceu em 86, não foi?
96.
Do pouco que eu vi, eu vi, eu acredito que seja real, mas estejam ainda escondendo algumas coisas. Mas do pouco que eu acho, eu acho que sim, tipo Existe, e realmente, mas toda acreditar que sim.
Eu também quero acreditar, e toda a verdade será revelada esse ano. Eu acredito. Que que o pessoal escreve nos comentários para provar que chegou até o final desse papo maravilhoso?
Coloca aí: ET mudinho.
E tem mudinho. E eu estou muito preocupado, Edson, porque eu estou nos Estados Unidos e podem bater na minha porta. Quem? Os homens de preto, a qualquer momento.
Cuidado aí, se disfarça de ET que eles não vão bater na A porta.
Exato. Obrigado demais, gente.
Valeu, até mais.
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