1862 - ALIENÍGENAS NO BRASIL? DANIEL LOPEZ, TIGRE, RONY, SACANI, NALATA
SÉRGIO SACANI é geofísico, DANIEL LOPEZ é jornalista, LUCIANO TIGRE é apresentador, RONY VERNET é engenheiro e HENRIQUE PEREIRA é YouTuber. Eles vão bater um papo sobre as recentes visitas de OVNIs ao Brasil. O Vilela acende uma vela toda vez que alguma nave é avistada, torcendo pra ser alguém da sua família.
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Olá, terráqueos! Daniel Lopes aqui. A gente tá começando mais um Inteligência Limitada, onde a limitação da inteligência é só do Rogério Vilela, que é o meu convidado especial de hoje.
Pô, meteu essa mesmo, cara?
É isso assim mesmo, cara?
Tomou conta do programa, que era Pessoal tava insistindo tanto para eu te convidar, eu tive que atender.
Obrigado, obrigado por ter me convidado.
A voz do povo é a voz, é, não é a voz de Deus, né, na minha opinião, mas é. Então aproveitando mais um programa aqui importantíssimo, cheio de convidados especiais, além do Rogério Vilela. Bigoda, qual é a boa de hoje aí?
É isso aí, Daniel, hoje é uma live muito especial, tá?
Então já deixa o seu like. Não podia gaguejar no programa tão especial desse, cara.
Ele tá com uma balinha apagada.
Vamos lá, vai de novo.
Hoje é uma live muito especial, então já chega deixando seu like. Ana Júlia tá assistindo aí, tá de casa.
Ana Júlia, beijo para você. Ele não vale nada, não vale, mas é um cara bom, cara.
Você é um cara bom, cara. É do bem, é do bem.
Você vem de essa, né?
Vem indo, vem indo.
Você vem de essa, foi para o Vaticano.
Vaticano, o cara tá ocupado.
Tá certo. Vamos lá então, Ana Júlia.
Então já deixa o seu like aí, tá certo? A sua inscrição. A gente tá caminhando rumo aos 6 milhões.
Isso.
Então ajuda a gente aí, tá certo? Já batemos 4 milhões lá no canal de cortes e agora 6 milhões no principal. Vai dar quanto?
6 mais 4?
11, né?
Quase 11. É uma emoção.
Ajuda a gente. Ajuda nós. E participar dessa live de hoje, você vai enviar a sua pergunta via Super Chat.
Hoje você tá aí, ô, Vigório. Pergunta. Não, ele meteu um castelhano aí. Pregunta.
O outro fala pergunta.
Alienígena.
Alienígena.
Quem que falou isso?
Foi o Homer?
Foi o Homer.
Obrigado demais, então já manda sua pergunta porque hoje é uma live muito... A gente reuniu aí os melhores, os melhores, muita gente pedindo para reunir esse pessoal e hoje estamos reunindo. Então você, terráqueos e terráqueas, fica aí que vai ser um programaço. Mas tem dica boa antes de começar. Para você que trabalha por conta, recebe no Pix, mas ainda não abriu CNPJ. Porque enquanto está tudo no boca a boca, beleza. Mas imagina se aparece aquele cliente novo, aquele que você está prospectando há um tempão e ele pede nota fiscal, hein, Bigode?
Aí o negócio já complica. Fica sempre aquele pensamento: "Puts, vou ter que mexer com contador, papelada, imposto..." Eu sei, eu sei. Só de ouvir essas palavras já dá vontade de fingir que nem... Ouviu, não viu, não sabe o que está acontecendo. Mas eu estou aqui para dizer que tem um jeito muito mais simples de resolver isso. É só contratar a Contabilizei. É isso aí, a Contabilizei faz tudo online para você. Abertura do CNPJ, ajuda a entender qual tipo de empresa faz mais sentido para o seu trabalho, tem emissão de nota fiscal, não é, bigoda?
É isso aí.
E organização dos impostos num lugar só. E não é aquelas plataformas que te largam sozinho tentando entender burocracia, não. Se precisar, você fala com uma pessoa de verdade pelo WhatsApp. Até quando? Nem minha mãe me responde depois desse horário, cara. É só até as 21h e olha lá: "Ainda, filho? Tô assistindo aqui, não me enche o saco." Os caras estão até às 22h. Então, para você que quer parar de fazer tudo no improviso e começar a deixar o negócio mais profissional, vale muito a pena conhecer. E sabe o melhor? Tudo isso por quanto?
R$195, meu querido.
Por mês? Repita.
R$195 por mês.
Eu falei por mês e você falou mensal. Eu gostei disso, porque as pessoas podem não ter entendido. "Por mês", aí você falou. Deixa eu reforçar, mensal. Agora todo mundo entendeu.
Você viu?
Obrigado, cara. De nada, cara. Muito obrigado. Usando o cupom... Tem o nosso cupom, né?
Tem o nosso cupom.
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Está na tela.
Está na tela em algum lugar aqui e já fala com a Contabilizei. Tem também link na descrição.
Link na descrição.
Sabe como é link na descrição em inglês?
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Link na descrição.
E em francês?
Link na description.
Aí é grego, né, pô?
É grego, é.
E em japonês?
Alexi Kanasa.
Cara, mandou bem, cara.
Você viu que foi rápido no gatilho.
Repete.
Não precisa, cara.
Não precisa? Gostei, gostei. Mandou bem.
Entendeu, entendeu.
Entendeu, então link na descrição. Desculpem a comunidade nipônica, desculpa por isso, tá? Cara, deixa eu falar também uma coisa para você rapidinho antes de começar o episódio, para quem está assistindo e também tem uma empresa. O que mais trava o crescimento de um negócio hoje no Brasil não é a falta de vontade ou de mercado, é falta de método, de processo redondo. "Bigoda, deixa eu te fazer uma pergunta, olha só, presta atenção.
Se a nossa audiência cair pela metade amanhã e o caixa apertar, qual é o plano de ação exato?" que a gente tem que fazer, que a gente executar no primeiro minuto?
Me fala.
Vixe, meu querido.
E agora?
Tá vendo? É difícil. E não é porque você é ruim não, cara, não estou te criticando não. É porque ninguém te deu o processo. E a maioria dos donos de empresa vive assim, no improviso, apagando incêndio todo santo dia. O Daniel também é empresário, sabe como é a bagaça, é um trabalho solitário. E é exatamente aí que o G4 entra. Eu falei "entra" ou eu falei "entra"?
Entra.
Eu falei "entra". Eu achei que ele ia falar do "entra". Não, não. É aí que o G4 entra.
É isso aí.
É isso aí? Então está certo. E o que eu mais gosto deles é que eles não te jogam mais um monte de curso na cara. Não, não, não. Eles pegam a tua empresa, fazem um diagnóstico e te falam exatamente onde apertar o parafuso. Você entendeu que isso é uma metáfora, né? Eles não vão ensinar você a apertar um parafuso.
Precisa aprender.
Você precisaria realmente, você não sabe nem fazer um ovo cozido, sal frito.
Tá querendo casar com Ana Júlia? Casar com a Ana Júlia?
Os caras têm monitoria mensal que constrói empresa de verdade do outro lado te dando direção, é isso que os caras fazem. Isso que muda o jogo e olha o timing, o G4 está fazendo 7 anos, é isso?
7 aninhos, cara.
Já é uma vida. 7 anos é uma vida curta, mas é uma vida.
É a metade da minha vida, um pouco menos.
Cara, você é muito ruim de conta, metade da sua vida.
É um terço, eu tenho 20 aninhos aí.
Terço.
Mas também, de 14 para 20... Deixa eu falar.
Pode falar. É melhor eu falar. Ô diretor, segura ele aí, ele está impossível. Então estão fazendo 7 anos e por causa do aniversário eles abriram uma condição que eu nunca tinha visto, o G4 Pass com acesso vitalício. Vitalício você sabe o que significa, né?
É para sempre.
É para a vida inteira.
Para sempre é outra coisa.
É outra coisa?
É outra coisa. Vitalício é para a vida inteira. Para sempre é forever.
Acabei de aprender, mas é isso mesmo.
Então, teve acesso vitalício a todos os cursos online do G4, os de hoje e os que ainda vão lançar. São mais de 100 cursos práticos de gestão, venda e inteligência artificial feitos por quem constrói empresas multimilionárias na prática. Tudo isso, Junto passa de sabe quanto? Fiz uma conta aqui. 35, 40 mil reais em valor. Então você pensa: "Beleza, e quanto custa?" É aniversário, então eles seguraram o preço lá embaixo. 12 vezes de R$249, uma vez sem renovação pro resto da vida.
É isso que vitalício significa. Eu sei que parece bom demais, eu também desconfiei, pedi pro Bigoda dar uma ligada lá, mas é exatamente isso. Paga uma vez só e o acervo é teu "Para sempre, forever." Em japonês como que é "para sempre"? "Forever." Para, cara. Não, para. "Forever." Você podia ter mandado... "Forever" está muito muçulmano. "Forever", eu pensei que era "forever". "Forever", então é para sempre. Junto com tudo que eles lançarem daqui para frente, é teu.
"Só que a janela de aniversário fecha logo depois disso, essa condição não volta. Para de operar no amadorismo, meu caro." meu caro, escaneie o QR code que está na tela ou clique no link na descrição, certo?
É isso aí.
E vai lá, tem que fazer esse acesso antes do carrinho fechar, né? Exatamente. Acessa lá, G4 para quem quer mais, muito mais. E também aguenta mais um pouquinho porque eu quero te mostrar uma ferramenta que pode muito facilitar a tua vida, principalmente se você está de olho em concurso, porque muita gente trava logo no começo sem saber qual concurso vale a pena acompanhar. Você abre um site, depois outro, depois mais um, ver notícia solta, edital espalhado, um monte de informação desconecta.
Aí começa aquelas dúvidas, né? Vou fazer várias vozes, sou eu mesmo, é minha qualidade vocal, tá? "Quantas vagas tem? Qual o salário? Até quando vai a inscrição?" Sou eu que estou falando, não é dublagem não, eu fiz a minha voz. "Até quando?" Entendeu? No fim, o que era para te ajudar acaba só deixando a busca mais cansativa. Agora olha isso daqui, põe na tela. Isso aqui é o Radar do Estratégia. Na prática, ele funciona como um mapa dos concursos.
Então, por exemplo, se você é de São Paulo como eu e quer saber quais concursos estão rolando no estado, quantas vagas cada um tem, qual é o salário, até quando vão as inscrições, é só abrir aqui e olhar. Você bate o olho e já entende o melhor cenário para você, em vez de ficar juntando informação espalhada na internet. Faz isso de uma forma organizada. Se você está assistindo agora, é só apontar o celular pro QR code que está na tela, espero que ele esteja na tela, está?
Fez o trabalho de casa. Tem link na descrição também. É isso, tem o link na descrição e aí você vai direto pro Radar do Estratégia e dá uma olhada nos concursos que estão mais perto de você, porque às vezes a oportunidade está ali, você só precisava de mais um jeito fácil de encontrar e eles têm o jeito mais fácil. Estratégia, valeu pela parceria, é isso?
É isso aí, meu querido.
Vamos de vinheta então?
Vamos lá.
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Estamos aqui com Ligando os Pontos, o programa que você já sabe é um quadro semanal meu e do Daniel, e às vezes a gente traz convidados. E hoje, convidados ilustres. A gente tem um tema central E desses temas que a gente trata, que você tá lendo aí no título, tem os temas secundários. A gente fala sobre filmes, a gente fala sobre livros, a gente fala sobre cultura inútil, como piadas de quinta série também às vezes.
É o que mais tem, né?
É, mas você não faz piada?
Eu não sei fazer, cara.
Então, por favor, não faz.
É porque ele não entende, né?
Não, então ele não entende piada. A última pessoa que veio aqui e não sabia fazer piada foi o Bora Bill. Você sabe. Eu sei. Então não faça. Pode deixar. O Romero eu confio. O Romero? Não, confio assim, em piada ruim. Cada um se apresente agora, começando por Daniel, que já se apresentou. Sua câmera aqui, ela dá um oi para o povo.
Primeira coisa, Vilela, eu estava pensando aqui, porque hoje foi eu que apresentei, né? Eu falei "Olá, terráqueos". Um programa com esse tema não era legal falar "Olá, terráqueos" não, né?
É, olá...
A gente está falando com alienígenas, né? Seres do universo.
Olá, seres do universo.
É, consciências lúcidas, né? Alguma coisa assim, né? Pessoal, Daniel Lopes, jornalista, professor, surfista também. A gente passou vídeo meu surfando aí outro dia, depois eu trago vídeos mais recentes. E eu tenho vídeos ali no meu canal de segunda a sexta, tem muita gente que acha que eu só apareço aqui, mas eu estou de segunda a sexta ao meio-dia no canal Daniel Lopes com Z. E estou na Arca também, que é o nosso grupo de estudos onde eu solto as informações mais contundentes.
Inclusive hoje, Vilela, soltei um assunto muito legal lá na Arca sobre um livro. Em que o cara mostra o que está por trás de toda essa questão alienígena.
Ah, é?
Uma estratégia de engano que pode estar por aí, um engano para toda a humanidade. Eu só não vou revelar o nome do livro porque era só para quem estava na Arca, mas vou dar uns pitacos aqui.
Vamos dar uns pitacos disso aí também.
É uma alegria estar com a galera hoje aqui, Luciano, Roni.
Estamos com um animal aqui.
Um animal. Um animal nobre assim, né? Um animal nobre, tigre. Não é uma formiga, não é uma barata, né?
Exato. Só deu felino essa semana.
Era o leão, o tigre.
Eu fui até acusado de estar ali com um culminado. Pô, o sobrenome deles é felino, cara. Eu acho que esses dois aí estão... São irmãos. E estão tentando fazer...
Não pode dizer que você é gato, mas...
Tigre você é. No exército?
Ô, Tigre, tua câmera é essa daqui. Já aproveita e já se apresenta para o povo aí.
Então, minha gente, eu sou Luciano Tigre. Tigre é o meu sobrenome. Eu sou apresentador do Discovery Channel, sou piloto de avião, sou instrutor de sobrevivência e os aparatos aí da sobrevivência para piloto, comissário, Vivo dando curso para empresas. A última empresa que eu treinei foi o pessoal, o CEO da Don Lupi aqui do Brasil. Sou professor de meteorologia e monto documentários e faço o que eu fui fazer essa semana lá, que deu toda essa polêmica.
Você era o herói, agora virou vilão. Já estão chamando ele de mentiroso. Mentiroso!
Eu sou o cara que passa pano, eu sou o cara mentiroso.
Hoje vamos falar sobre tudo. Hoje vai ter o Na Lata, que foi lá também, fez o curso. Vai ter vídeo desmascarando o Mike, vai ter a versão do Tigger que ele me falou aqui, o que ele acha, vai ter o Rony falando sobre alienígena, vai ter a gente falando sobre alienígena, dando pitaco também falando. Então não é só isso, não é só esse avistamento, tá tendo muito avistamento. E temos o Sacani, que é o cara que ele não acredita em ET, porque ele é o ET.
É, não, ele é ET e eu posso provar, e hoje eu vou provar. Vamos fazer algumas perguntas até começar a falar.
A gente já trouxe outro ET aqui também, que é o Afonso 3D, né?
Lembra?
3D, tu lembra?
Ele tem a 3D também. Um abraço para os dois Afonsos, Solano e 3D.
Roni, se apresente para o povo.
Olá, pessoal, Roni Werneck aqui, engenheiro eletrônico, agora quase físico, e nas horas vagas pesquisando há muitos anos fenômenos anômalos, né, que inclui OVNIs e outras estranhezas aí. Lancei dois documentários recentemente, da Amazônia até a Antártica, então hoje o papo vai ser bom aí sobre esse assunto. Tive hoje vendo o filme justamente do Alien aí que o Viliely me trouxe. O Dia D. Assinei o papel, não posso revelar ainda.
Não, disclosure.
E se passar da meia-noite eu falo.
Tô me sentindo um denunciante aqui do governo.
Não, mas eu vou descobrir por mim mesmo. Tá bom, eu só perguntei de 0 a 10 e ele falou 9, só isso. 9.
Tá, beleza.
Já me deu vontade.
Eu gostei da nota.
Eu também.
Eu tive acesso a informação, como é que eu falo sem falar, né? É o que os caras vivem.
9.
Mas você vê, quem tá assim com o governo sempre tem acesso a um acesso privilegiado.
Vamos fazer uma live, eu, você, Daniel e mais quem viu o filme? Vamos, vamos, vamos falar sobre o filme depois.
Você vai assistir que dia? Você consegue assistir?
Cara, eu chego nos Estados Unidos quarta-feira, eu já vou assistir.
Você vai conseguir?
Vou na quarta-feira à noite.
Aí me avisa que eu—
A gente já grava. Vamos lá. E tamo com o Sacani no link?
Sacani?
Eu quero que você fale na sua língua natal do teu planeta. Seja bem-vindo, Sacani.
Salve aí, galera. Não, não posso não, porque senão o pessoal traduz aí, vão descobrir.
Ah, sabia, sabia. Eu já ouvi ele falando, porque às vezes a gente tá aqui, desliga o microfone, o pessoal desliga a câmera e microfone, ele começa. Seja bem-vindo, Sérgio Sacani, meu amigo. Que saudade, cara.
Grande Vilela, grande Daniel, Roni. Aí, Roni, hoje tá o contrário, você tá ao vivo e eu tô aqui.
Inverteu, inverteu aí.
Lá no HandCast foi o contrário, hoje aqui grande Luciano aí. Cara, eu tô aí porque eu, todo mundo aí foi lá, né? Eu não fui não, fiquei em casa quieto no meu sofá.
Mas nós estamos certo, a gente tá certo. Se tem pessoa que vai para lá para a gente, ô sacana, a gente é o pessoal que vai no meio do mato, sobe, encosta. Tá arriscado ser picado por animal, cair no barro. Eu e o Daniel e você vão pra lá no fim.
O Roni outro dia foi conversar lá com os alienígenas, ele chegou em casa, os caras estavam na casa dele lá. Caroneiro, caroneiro.
Mas como o Sacani tem horário, vamos dar prioridade pra ele. Sacani, eu sei que você é cético, você é conhecido por isso, mas vamos dar um contexto geral. Por que que tá tanto avistamento, quase do Mike? Você acha que é um lance de a gente já ter aquele lance, como chama, é o viés da confirmação? Você já tá com aquilo na cabeça, então tudo que você vê já... Dá um contexto geral. E também a gente muito influenciado também com essa onda de arquivos que estão sendo abertos lá nos Estados Unidos também. Vamos lá, contexto geral, Sacani, por favor.
Exatamente, é mais ou menos isso aí, né, Vilela? Boa noite, todo mundo aí. Mais ou menos acontece isso, né? As pessoas ficam meio que tipo, sei lá, meio sensibilizados com tudo, começa a olhar para o céu, e o céu tem muita coisa que a gente não sabe explicar, o que não conhece, entendeu?
O Mundo Assombrado pelos Demônios, quem escreveu O Mundo Assombrado pelos Demônios?
Carl Sagan.
Não é ele que falava que a percepção do ser humano muda conforme o tempo? Antigamente viu uma coisa estranha, era demônio, depois é espírito, agora é ET, e é isso.
É isso mesmo, né? Você vai encaixando ali o que tem, o que tá no momento.
Mas não tô te dando argumento não, porque eu acredito nos ET, tá? Eu só tô fazendo amizade com você para deixar você falar, mas você sabe que eu sou do time que eu acredito, viu?
Mas o Luciano, por exemplo, que é da área da meteorologia, né, na própria meteorologia a gente tem vários fenômenos, muitos, dependendo da pessoa olhar, ela vai, cara, falar, cara, esse negócio é de outro mundo, entendeu? Porque é uma área nichada, né? São poucas as pessoas que estudam, poucas pessoas que conhecem o céu. Então hoje, com a órbita baixa da Terra lotada de coisa que há 10 anos atrás não tinha, né? Só Starlink temos hoje 11 mil satélites, entendeu?
Antigamente a gente falava, né, a gente tinha o Iridium, né, que era famoso, Iridium flare, né, que ele dava aquele brilho gigante. Muita gente confundia com também Tinha, aí tinha horário, né, para ver. Ah não, satélite você vê em tal e tal hora. Hoje não tem mais isso porque é tanto satélite, né, que você vê satélite toda hora, satélite indo para um lado, indo para o outro. Antes tinha tudo uma direção preferencial, hoje isso acabou.
A órbita abaixo da Terra, ela tá muito conturbada, e não é todo mundo obviamente que acompanhou tudo isso. Então causa toda essa confusão. Não é o caso aí, porque aí não tem nada a ver com órbita, mas só para dar um exemplo de coisas que as pessoas acabam vendo e tal.
A gente poderia dizer que hoje tem tanto satélite que se aparecer um OVNI a gente vai achar que é satélite.
E agora eu peguei ele.
Pode ser mesmo, pode ser mesmo.
Agora inverteu o problema, né?
O próprio Elon Musk falou assim, cara, se alguma nave, qualquer uma, entrar pela atmosfera da Terra, só pelas interferências na minha rede de Starlink eu consigo detectar. E é verdade, cara, ele tem uma rede gigantesca, né? Então isso, e o, é aí que eu, esse fenômeno, né, a gente colhendo, tá tendo uma conjunção agora muito bonita, né, de Júpiter com Vênus. E tem muita gente que confunde o planeta Vênus com um alienígena, com um OVNI, com, ele aparece muito forte, né?
E agora tá no entardecer, tá os dois ali, bonitão, entendeu? E muita gente já falou ali, ó, eles estão voando em informação, cara, estão parados, são dois planetas, entendeu? Então é esse negócio. Isso pode fazer com que as pessoas comecem a olhar mais para o céu. É legal para caramba isso. E tomara que comece a entender melhor os fenômenos que acontecem, são muitos e não são todos que tem. A gente não conhece todos, né? Então acaba que tem isso.
O Luciano aí, o Rory também, que é um cara especialista em lugares, fazer observação e tal, ele sabe, às vezes passa um negócio, às vezes vê um negócio Ou às vezes tem tipos de nuvens, por exemplo, que enganam muita gente, né? Aquelas nuvens lenticulares, muita gente confunde.
Aí o pessoal chama de disco voador mesmo.
Como chama aquele, aquele, não é Sprite? Que você já mostrou aqui, que é um Sprite também.
Sprite é engraçado, né?
Não, vou explicar para o Bigode, que eu vou pedir foto de Sprite. Você sabe o que ele vai ter?
Já vai botar um 7up.
Não, não, não é o refrigerante. O diretor tá do lado, ele vai te ajudar. Por favor, desculpa.
Sprite é um evento desse, cara.
Fata Morgana, o que que é mesmo?
É aquele negócio da pista, densidade, é o negócio da densidade do ar.
Eu cheguei a pensar em Fata Morgana até mesmo para esse caso aí que ele tá passando, que você tá na estrada e parece que tá molhado.
É isso aí, é Fata Morgana. Qual que é a explicação?
O efeito ele é tão grande A dobra da luz. O objeto que tá para baixo, ele fica em cima. Ah, eu vi!
Vê se acha umas fotos dessas.
Você tem navios às vezes?
Parece que tá flutuando.
Verdade, cara. Então até isso, cara, porque na distância que a gente tinha ali para casa, ali do menino até para pousada lá, e com o sol...
Olha essa imagem, olha, tio!
Isso aí é a Fata Morgana. Que doido! Então até isso tem uma dobra.
É um navio. Não, e você vê mesmo ele lá no começo do dia, né, o tal dos contrails, né, cara.
Nossa, cara, o quê? Os rastros de condensação de aviões, sim, sim, sim, formadas em—
isso, qual a explicação? Já me explicaram aqui, eu não lembro por que que tem esses traços.
A atmosfera, essa época do ano, por que que ele estranhou? Porque essa época do ano, como tá mais frio, tem muito mais contrail do que numa época é que tá mais quente por causa da atmosfera, entendeu? Então assim, às vezes a pessoa não tá acostumada a olhar para o céu e ela olha no inverno e ela vê o céu todo riscado. Por quê? Por causa da diferença de temperatura da atmosfera com a turbina do avião. E lá no começo ele fala, né, pô, ele até fala nave, né?
Não é, cara, é contrail tranquilamente. E é normal, mas assim, é normal para quem tá acostumado a olhar. A pessoa que não tá, quando ela acaba olhando, ela acaba se confundindo ou acaba, ou ela lembra de uma coisa, falou, pô, o cara lá viu tal coisa, será que eu tô vendo a mesma coisa? E aí aquilo ali começa, né? Então ainda bem que tem essa galera toda aí, cara.
Isso aí a gente explica dando aula de meteorologia para piloto, a gente explica de cabo a rabo como é que isso aí é formado, os núcleos de condensação, a sublimação do gelo lá em cima, a temperatura negativa. Só que aí a gente escuta muita coisa conspiratória, né? Muita coisa, né? Como se a gente fosse realmente colocar líquidos nocivos para espécie humana e ficar riscando o céu. Cara, a gente tenta tirar peso do avião até tirando rebite, se for preciso.
Os projetistas trabalham para cada vez diminuir mais o peso do avião. Então acaba sendo até um contrassenso, sabe?
Pessoal vai me dilapidar também, que é até monjaro para a gente pesar menos, né? Mas vamos falar, vamos falar do caso do Mike, vai. É, como que você entrou em contato com essa história? Foi junto com toda a internet te encher o saco? Não, o Sacani, o Sacani, eu, é, porque começaram a te encher o saco, Sacani, que que é isso? Que fica qualquer coisa, fico te perguntando, não é?
Não te dão folga, né? Isso, não dão folga. Como chegou para você?
Você viu os stories dele?
Aí eu fui lá ver os stories dele, cara, e assim A princípio, né, a gente sempre, acho, primeiro, né, primeira coisa, a gente sempre acredita nas pessoas, né, porque elas não têm por que mentir. Vamos partir desse princípio. E o que me pegou, a primeira coisa, quando ele fala que não tem ninguém ali, não tem nada ali, não tem nada ali, não tem casa ali, não tem tal, eu falei, cara, você não tem nada mesmo e tem luz ali, alguma coisa vai ser.
Agora, o que me pegou mesmo foi o lance da tal da nave em cima da casa dele, cara, porque que ele não virou a câmera 2 segundos que fosse. É 2 segundos, entendeu? Se era uma nave giga, que ele falou gigante, ele fala, cara, eu até vi agora, eu fui até ver de novo aqui para ver se eu não ia falar besteira. Ele fala: é gigante, é vermelha, é bonita. E outra, né?
Olha ele, ó, é o que eu sempre escuto, viu? É gigante, é vermelha, é roxa. Desculpa, desculpa, desculpa.
Mas o lance é o seguinte, cara, imagina a vista da galera da chácara vendo uma nave desse tamanho na frente da chácara. Verdade, esse é uma das vistas mais bonitas do mundo, porque os cara tava mais para cima do que ele aqui e a nave passou em cima da casa dele. Imagina a visão que a galera ia ter. Então assim, cara, pô, por que que não filmou, cara? 2 segundos, cara, era 2 segundos, você ia ter a melhor imagem de todos os tempos da história da humanidade ia resolver todo esse problema.
Então assim, mas é, cara, não dá para entender, né? Ou talvez dê, né? Aí tem que ficar aí. Um dia a gente chega numa conclusão, ele fala porque também, né? Não sei, vamos ver.
No caso dele, a tua avaliação, o que que é? É realmente que era chácara? Que você chegou a uma conclusão? Ainda espera?
Era assim, eu vou falar, né? Eu não tive lá, não fui nada, né? Eu vi o trabalho do, eu vi o trabalho do Na Lata Eu vi o trabalho do Luciano também, eu citei o Luciano lá nos meus vídeos também, entendeu? Que ele teve lá e fez esse trabalho. E eu vi o trabalho do Jorge, né? Do Jorge Uissou também, né? Que teve lá também. Do drone?
Não, teve um cara que levantou o drone também, né?
O Jorge foi quem traçou a linha reta exata da casa até encontrar a pousada. Eu conheci e conversei com o Jorge lá na pousada, lá em cima.
E ele fez um negócio muito legal porque ele mostrou a casa do Mike lá da pousada. E você vê a luzinha da casa dele lá cintilando, tipo mais ou menos o mesmo efeito que seria uma luz, né, de qual que é esse efeito?
Como você explica um efeito que a gente vê nas estrelas também?
Cintilação, né?
Então, mas é atmosférica, atmosférica, ela é tipo o ar que tá interagindo, ele passa pela frente.
Sim, você tem várias camadas de ar nessa distância, quente, fria, quente, fria, e E quanto mais distante, a luz vai fazendo, a luz vai fazendo um caminho meio aleatório.
E como ela é um ponto, ela é uma coisa pontual, na hora que ela chega na nossa vista ela tá, ela tá sentindo. Aí se a atmosfera tá mais quente, tá mais fria, é de um jeito. Se ela tá mais poluída, menos poluída, é de um jeito também. Se tem neblina ou não tem, é de outro jeito também. Então assim, a atmosfera que manda em como a gente vai ver essa luz. Então um dia eu posso ir lá filmar e a luz aparecer, sei lá, laranja, vermelha, tal.
Um dia pode ir lá o Luciano filmar e a luz não ter cor, ela tá toda meio esbranquiçada.
Perfeito.
Tudo isso vai depender das condições atmosféricas que estão no lugar.
É uma coisa interessante essa, Cânion, porque essa cintilação de intensidade, que é você pegar uma lanterna e a distância você vê ela maior ou menor dependendo da distância. O caso que você falou justamente, que George filma, né, você vê a luz da casa dele aumentando, diminuindo. Agora, eu mesmo não sabia que tava para ver o fenômeno da mudança de cor, né, a variação de comprimento de onda devido à distância. Para mim, 9 km era muito pouco para conseguir causar tamanho desvio na luz para você conseguir ver mudança de cor.
Então essa foi uma das coisas que eu coloquei em dúvida, né, será que tá mudando de cor porque anômalo ou será que está mudando de cor por causa da distância de 9 km? Você vê que nesse caso realmente 9 km já é suficiente para você ter essa variação, dependendo, claro, da atmosfera, né? O cara vai medir um dia, não acontece, aí o cara vai medir no outro, vai, porque justamente a atmosfera vai variando.
Pode ter até o efeito prismático por gotículas de água, a depender de ângulo, de uma série de coisas. É o prisma, cada gota pode— é o arco-íris, efeito arco-íris.
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Aí, tanto que eu acho que é o que ele fala lá na hora, né? Pessoal tá vermelho, amarelo e tal, entendeu? Vai saber, a gente não sabe. É porque é uma filmagem também, do jeito que foi feito, é que a gente meio que vai aquela brincadeira, né, cara? O cara vai filmar um disco voador, sempre tá tudo, tudo danado, cara. Mas o lance é o seguinte, a gente não tem como a gente saber qual era a condição atmosférica exata desse momento aí.
Então aí no outro dia ele faz a live lá, que eu acho que ele fez, né, e aparece de outra cor. Aí ele fala: ah, não pode ser porque não tá colorido. Mas não estar colorido ou tá colorido é o lance da atmosfera.
E tem um ponto, Sacane, que dificulta, que é ninguém teve acesso às imagens originais que o Mike fez. Nós temos acesso às imagens do Instagram. Então quando você joga no Instagram, já tem uma compressão da imagem, já perde qualidade, você vê menos. É, e pode aparecer coisas que são coisas que ele não filmou, né, que são coisas que o Instagram colocou na compressão ali para ficar com um tamanhinho menor, para gastar menos armazenamento para ele.
Esse é um outro problema, é um problemaço. Por isso que quando eu fiz meu primeiro vídeo lá, eu falei, pô, cara, eu quero te entregar, ou o pessoal que fosse lá pedir para ele original, porque com o vídeo original, o Rony sabe melhor do que eu, tem os metadados, tem aquele monte de coisa ali que você tira um monte de informação, né, igual quando faz análise de foto, né. O pessoal pega os metadados ali, com aquilo você consegue ter várias informações extras que ajudam aí a elucidar o caso. E em relação a isso, eu também não sei como entrar em contato com ele, né?
O Sacani, e em relação a essa explosão de casos de avistamento, governo americano soltando arquivos antigos, o que você acha sobre tudo isso?
Cara, é que as coisas todas elas meio que, né, acabaram se acumulando.
E para somar tudo isso, não, e somar tudo isso também, o filme de Spielberg, né, que ele não tinha momento melhor, ou ele sabia que, cara, é muito momento certo para ele lançar esse filme, né.
Tem que colocar mais uma coisa na equação. A gente não sabe exatamente o que aconteceu ali em Campo Largo na situação do Mike, mas teve do dia 31 para o dia 1º também no Pontal do Paraná né, luzes ali sobre o mar. Teve também Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, e também em outras regiões. Até alguns pilotos da Latam e da Azul relataram luzes desconhecidas. Então foram outras coisas também que aconteceram, não foi só ali no do Mike, não.
A gente estudou muito esse do Mike, né, e tá dando o que falar. Mas foi outra coincidência, além do filme, além do governo americano tá liberando documentos, a gente teve outras ocorrências no sul do Brasil nesse mesmo dia, nessa mesma noite. Isso É estranho também, né?
E acontece agora um fenômeno que pessoas que tinham imagens guardadas, que nunca mostraram pra ninguém, mostrou pro colega do trabalho.
Se sente incentivado a mostrar.
E outras que vão começar a observar mais o céu pra conseguir flagrar mais fenômenos.
E também muita gente que vai começar a colocar imagem de IA, querer rapar que o cara foi de 20 mil pra 3 milhões, 4 milhões, sei lá quanto.
Não fica dando ideia pra maluco não.
Esse caso ele teve catalisadores, né? Assim como aquele caso lá da montanha, que eu também trabalhei naquele caso lá. A menina foi o catalisador que explodiu com aquela entrevista.
E ele, no caso dele, o que você acha?
Cara, tem um momento planetário, tem essa liberação, tem o filme, tem uma série de coisas.
Foi uma encorrada, né, Diego?
O inconsciente coletivo.
Ele é um cara carismático.
Exatamente, exatamente. O inconsciente coletivo está carregado disso, entende?
E meio que foi um reality show, né? Ele estava em tempo real falando o que estava acontecendo. Isso nunca tinha acontecido.
Vamos fazer um reality show dele.
Vamos fazer um reality show dele.
Olha a dica aí.
É uma ideia, hein? É uma ideia. Então você vê, eu fui lá para coletar informações dessa situação toda porque eu estou trabalhando num documentário. Então todo mundo teve um motivo para acessar essa história de alguma forma, pesquisa, enfim, descobrir. No meu caso, não foi isso.
A gente já foi no reality show lá no sítio do Vilela.
É, mas quero saber a opinião do Sacani.
Vamos, manda lá.
Esse contexto mundial.
Não, eu acho que é... Então, o lance da liberação dos documentos lá do governo americano Conversando tanto com o Daniel quanto com o Roni, né, e teve a reunião agora de gabinete, né, do Trump, né, aonde ele falou que é o assunto mais comentado nos Estados Unidos. Ele agradeceu lá a mulher lá que tá deixando o cargo dela, né. E eu acho que é aquilo que eu já falei com eles, cara. Eu acho que eles soltaram numa tentativa ali de melhorar a popularidade do Trump de algum modo e foram medir.
Cara, o site deu 1 bilhão de acessos, 1 bilhão. Aí eles viram que deu certo, cara. Eles vão começar a soltar nessa, nesse conta-gotas aí deles. E eu acho que eles vão soltando e medindo, pô, tá dando certo, a popularidade tá, né, tá dando uma recuperada ou não. Porque o Trump tá nessa crise de popularidade terrível lá. Vai ter a eleição agora, né, daqui a pouco tem eleição lá no meio lá do mandato, né, nos Estados Unidos. E eu acho que eles vão medindo, cara.
Enquanto tiver dando bom, eles vão soltando. Como a gente já conversou, né, cara, assim, não tem nada nesses, pelo menos nas imagens e nas fotos, não tem nada contundente, né? Tem aquelas filmagens de fenômeno, mas não tem nada que você fala assim, crava, né? Fala, não, cara, isso aqui, ó, tá aqui, ó, bonitinho, tal, não sei o quê.
Desculpa interromper, aquelas imagens da Lua lá que tinham alguns objetos estranhos ali O que que você achou daquilo, cara?
Aquilo lá, cara, eu acho que é coisa parecida com uns lens flare que a gente vê por aí, mas muito por conta do regolito lunar que pode ter colado ali naquela— o regolito, ele é terrível, entendeu?
O que que é isso? É coisa lá do Chaves?
É coisa do Chaves?
Não, o regolito é a poeira lunar. A poeira lunar, ela tem duas características: uma que gruda em tudo, que o pessoal sempre reclamou, e outra que ela, que ela é meio vítria, entendeu? Então, tanto que os astronautas sofreram muito com isso, de cortavam pedaço da roupa, né, fazer pequenos buraquinhos e tal. Eu acho que isso aí pode ter sido alguma coisa dessa que colou na câmera e tal, porque na verdade a imagem original, o negócio tá muito longe, né?
É que quando dá aquele zoom ali, dá aquela impressionada, violenta, para dar aquela impressionada. Cara, eu acho que nessas imagens aí não teve nada assim contundente. Será que pode ter alguma coisa aí para frente? Vamos esperar, vamos ver.
Parece que estão graduando, né, cada vez estão escalonando, né?
Ô, Sérgio, você viu que saiu também a transcrição do diálogo do pessoal que tava lá na Lua com a base e tal, que eles falaram: ah, tem alguma coisa aqui e tal, eles estão olhando. O que que você acha daquilo ali? É claro que você vai falar que eu acho que é tudo palhaçada, que não tem nada, mas você sabe que eu sou filhão.
Eu acho que é principalmente da Gemini, né, da Gemini, né, que a gente chama. Pode ser combustível, cara, entendeu? Combustível do purga do motor do foguete, porque combustível quando ele sai fica ali no espaço, ele brilha, e o pessoal fala aqui, ó, tô vendo OVNI, pô, tô vendo estrelinha, um monte de estrelinha. Marjinha e tal, entendeu? Então tem toda a cara de sepulcro de combustível de motor de foguete, o que eles acabaram relatando assim.
E aí junta com Spielberg, que dá uma entrevista falando que os americanos estão com ET de marjinha, cara. Aí fecha tudo, né? Aí, show, pacote completo, pacote completo, cara.
Mas é, como é que você digere essa informação? Pô, qual seria o interesse do Spielberg falar É só para fazer uma publicidade do filme, ou será que ele, na condição de insider, tá revelando alguma informação lá? O que que você acha?
Não, eu acho que, eu acho que é publicidade, cara. Eu acho que é publicidade para chamar a galera, entendeu? Ele já tinha falado que esse filme dele tem muito mais realidade do que ficção, né? Isso é uma coisa que tinha falado, mas ele não precisa.
Será que é uma operação psicológica? Tá querendo influenciar assim, né?
Ah, sim. Não, mas assim, ele não precisa de grana, mas ele precisa que o filme dê certo, né, cara? Assim, né, querendo ou não, né, isso aí ele precisa de ter uma boa, uma boa audiência no filme e tal. Ainda mais que ele vai brigar com o Odisseia, que daqui a pouco sai aí do Nolan, né? Vai ser a briga aí do meio do ano de filmes, vai ser o dia D, é o Spielberg contra Nolan, né?
Filmes do lançamento de verão nos Estados Unidos.
E tem também, e tem também o que o vice-presidente falou, que não são aliens, são demônios. Você viu essa também?
Claro, isso aí sim é o que ele fala, né? E o Jay Devens tem essa teoria dele, né, que são aliens, são demônios. Chamou atenção também. Na verdade, no final, né, o pessoal vê aqui que deu certo o lance lá do Trump, a galera vai capitalizar em cima, né, cara?
Até a gente tem uma boa capitalização.
As quatro raças, né, cara?
Quanto que a gente ia pensar na Fox News, o pessoal discutindo sobre as quatro raças alienígenas com fotinha?
Nunca. E agora eles estão falando de hibridização, que é mais sério ainda.
Sério, estão falando?
Sérgio, você viu que o ex-senador americano Matt Gaetz, ele falou que teve acesso a um documento onde eles estavam fazendo um projeto de hibridização de DNA alienígena com humano? Você viu isso?
Eu vi isso aí rapidinho, eu vi isso aí também, cara.
Então, o que você acha disso, cara?
É assim, eu acho que não tem nenhum alienígena capturado lá não, viu? Começa por aí. Se aparecer um, vai ser uma surpresa para mim. Mas, cara, é nessa linha, cara. Os cara tem que soltar. O problema, aí eu já conversei com o Roni disso, né? Eu quero ver o cara falar lá na hora que ele for no Congresso lá e pôr a mão na Bíblia lá, se ele vai mesmo assumir isso. Porque na hora a galera tudo cai fora, hein? Ah não, mas não fui eu que vi não, foi o cara que viu ali, me falou.
Aí a conversa muda, né, Sacani?
Aí a conversa muda meio de tom, entendeu? Mas nesse, cara, tá todo mundo falando. É o Trump fala, o vice-presidente fala, o cara lá, o cara da Fox era o ex-cara da CIA, né, que falou, né, na Fox News, né, o ex-agente da CIA fala. Aí vem um senador e fala, que é meu amigo, eu vou entrar nessa linha aqui também. Ai, o que que tá faltando? O que que ninguém falou? É hibridização? Daqui que eu assumo esse tema aí.
Não, e aí aparece, aí aparece o Navy SEAL com uma máscara que tem um negócio, uma sombra aqui. Aí todo mundo fala: "O cara tá usando uma máscara." Aí fala: "Que mundo é esse? Eu dormi e acordei num mundo onde todas as teorias da conspiração estão virando tudo junto, cara." É isso aí, otário, tudo.
Você viu que teve apresentador que falou assim: "É pra provar, né? Faz assim." Aí o cara: "Não, não vou fazer não." "Não é?" Pra piorar a situação.
Pra piorar a situação, né?
Velho.
Mas a gente já teve esse papo, acho que é legal pra encerrar a tua participação, que você tem horário, Sacani. Aquele papo que a gente já— eu queria saber a tua opinião, aquilo lá, tá? Tem uma raça alienígena, chegou no mundo, quem deveria fazer esse um a um assim? Quem vai ser o escolhido? É um político? É um religioso? Como que— como seria deliberado isso?
É exopolítica.
Exopolítica.
E aí, cara, é aquilo que eu falei, né? Eu, eu tenho um congresso chamado IAC, que é Conferência Astronáutica Internacional, E lá tem uma sala que o pessoal discute um negócio chamado o problema do primeiro contato, que é quem que nós vamos mandar. Aí fala assim, pô, vai mandar o cara da ONU, cara, mas o cara da ONU não representa a gente nem aqui na Terra, vai fazer o quê, entendeu? E aí o pessoal começa a discutir isso, pô, eu mando cientista, pô, mas qual cientista?
Pô, eu mando, eu mando um filósofo, pô, eu mando um linguista. Aí um spoilerzinho para quem viu A Chegada, né? Eu mando, quem que eu mando?
Me senti representado lá, gostei.
Para sentir representado. Então isso aí é uma discussão que ela é feita hoje num congresso de astronautica, cara, e a galera quase sai na mão por conta disso, viu? Porque cada um quer defender o seu lado.
Pô, não, tem que conseguir opinião, fazer uma suposição.
Eu, eu, eu, eu contaria, eu conversei com o Clóvis, né? Eu comecei aqui e perguntei para ele se ele achava que seria legal mandar filósofos, né, para contar um pouco da história da humanidade. Para o ser que chegasse ali, entendeu? Um pouco do pensamento da humanidade. Mas aí o problema é sempre aquele, né, cara? Quem que vai ser o escolhido?
Eu tenho um casal para mandar para conversar: Bambam e Virgínia. Virgínia e Bambam. Eu acho que a gente vai estar bem representado, cara.
Mas naquele filme O Contato acontece exatamente isso.
Aí chama uma linguista, né? Ah, não, Contato, não, A Chegada, filme mais antigo. Sim, o contato é do Carl Sagan.
É mais antigo.
O Carl Sagan já discutia, ele já discutia isso porque ele participava dessas reuniões aí. Por exemplo, chamar um biólogo é importante? Pô, parece que é interessante porque ele vai entender o que é aquela raça. Então o pessoal tem toda essa questão. Isso é uma discussão que ela existe muito grande, que tem um nome: o problema do primeiro contato.
Ô, Sérgio, como Como Carl Sagan acreditava na questão da panspermia, né, de que a vida veio para Terra através de um meteoro que tinha algum tipo de bactéria, a gente poderia dizer que o Carl Sagan, apesar de ser ateu, acreditava na existência de vida fora da Terra.
Cara, não tem cientista que mais lutou por isso. Um cara que foi, fez parte do Projeto SETI, foi o cara, quando ele era novinho, ele foi chamado na reunião do Frank Drake lá para discutir com a Sandy Drake Foi o cara que fez o disco da Voyager, o disco de ouro da Voyager, e o cara que comandou a missão Viking da NASA para Marte, que é a única missão até hoje que foi para Marte para procurar vida. Ele era o cara que mais queria encontrar vida.
Só que ele tinha a famosíssima frase, né, que alegações extraordinárias precisam de evidências extraordinárias. Que nesse caso aí que a gente tava, que a gente tá falando do Mike aí, a gente não tem a tal da evidência extraordinária, né. Isso que faltou, né. A alegação a gente tem, Mas a evidência não apareceu, né?
Legal, Sacani. Obrigado demais aí, e esperamos você para jogar na sua cara o dia que eles vierem aqui. Você vai ser desmascarado, você vai ser, você vai ser desmascarado ao vivo. Não, tem a sombra aqui, olha aqui, ó. Levanta, levanta um pouquinho o papo aí. Olha lá, olha o traço, olha lá, olha o traço, tem um traço aqui. É uma máscara, eu vou desmascarar. Que raça que ele é? Ele é reptiliano? Nórdico não é, né?
Sacaneando, pô. Eu acho que ele é insetoide.
Insetoide tá ótimo, cara. Um feature feio, um insectoide.
Sacane, sempre um prazer falar contigo, cara. Obrigado demais, demais, demais.
Valeu, Sérgio, um abração.
Todos aí o Daniel já veio aqui e todos aí estão convidados a vir aqui ó no ar livre—
Você só fala! Eu quero ir no seu cenário bonitão e você só fala: "Quero ir logo!" Aí eu já me sinto indo. É então, me chama que eu vou depois da Copa, depois da Copa.
Isso aí tá indo para Copa né?
Tô indo amanhã também.
Ó vamos se encontrar lá?
Vamos fechou te chamo no privado fechou.
Me chama a gente conversa até mais um grande abraço valeu demais estamos juntos hein. Valeu respeito máximo.
Valeu tchau tchau. Falou, abraço, cara.
Valeu, Luciano, um abraço, cara.
Que papo legal, né, cara? Apesar de qualquer coisa, é muito legal falar com o Sacani, cara, porque Sacani é incrível, cara. Tem um conhecimento incrível. Juntar ele e o Daniel aí, os cara já leram mais livro do que o nosso amigo Bigoda. O nosso amigo Bigoda lê só aqueles livros que tem as figurinhas, sabe?
O Gibi, nem Gibi se lê.
Lê, entende? Entendo, em português entendo. Em outra língua já não.
O Na Lata tá na linha com a gente?
Tá no ponto.
Ok, ok, ok. Faremos esse encontro, vocês acham que não? Tigre versus Na Lata, hein? Duas visões diferentes, ou não? Ou será que o Tigre ele reconsiderou?
Será que vamos ter um consenso hoje aqui?
Vamos ter um consenso?
Ele falou que o Na Lata tá no ponto, lembrei de uma piada de quinta série, pode descontrair. Cuidado. Tranquilo. O cara, a menina bonita, né, na rua, o cara falou assim: você tá esperando o ônibus? Ela falou: não, por quê? Ele falou: porque você tá no ponto.
Ah não, se você pegar uma garota com esse papo, Bigode, você pode agradecer ao nosso amigo aqui. O Bigode é o tipo daquela que vai falar: seu pai é padeiro. Ele mistura todas as coisas, né? Porque eu sou broxa, sei lá. Não, é porque sei lá. Espera tudo, coloca na linha então. Na Lata, na Lata, deixa eu falar para vocês, é um dos primeiros convidados aqui. Ele veio quando esse podcast era mato, não é, na Lata?
Você lembra disso?
Com certeza, pessoal. Boa noite, queria começar falando com vocês, muito obrigado por estar aqui, é uma honra estar aqui. Eu sigo todos vocês, acompanho o trabalho, e eu tô muito honrado de estar aqui.
Valeu, na lata! Vamos, se apresenta para o povo, porque você ficou muito famoso durante a pandemia, né? Você gravava, muita gente acompanhava madrugada dentro. Conta essa história aí, se apresenta para o povo.
Você se lembra que você bateu 100 mil seguidores na minha live, né? Você lembra disso?
É verdade, eu nem lembrava disso, Bigoda. Eu já tive 100 mil seguidores, cara, e foi na live dele.
Bigoda não era nascido não, cara.
E a gente fez alguma aposta lá, o quê, ficar de cueca, alguma coisa assim, ou não?
É, você foi na frente do carro. Eu fazia Uber naquela época, você foi na frente do carro lá e dançou.
Foi muito bacana, foi muito legal, cara. Que tempo bom, hein?
Tempo bom. E assim, Vilela, vamos começar essa história toda.
Contexto todo.
Eu quero falar uma frase aqui para vocês: ande com mentiroso, você se torna mentiroso. Eu acho que isso é uma coisa muito forte para a gente falar.
Vou poder vir aqui mais Eita, por quê?
Tá me chamando de mentiroso?
Não, você não. Tô falando do resto, funcionário aí. Ah, tá, você não.
O Homer mentiroso para caramba. Mas por que? Você acha que o Mike mentiu desde o começo?
É isso, Vilela? Eu estive presente no local, eu acompanhei antes disso todo, toda essa encenação que foi feita, toda essa comoção que foi realizada perante ao Brasil e o mundo. Eu me sensibilizei muito com os stories do Mike Leão. Eu acompanhei tudo desde o início e tá tudo no meu canal, desde os primeiros stories que ele fez. Eu fiquei preocupado com ele, preocupado com a família dele. Mas quando eu fui observando alguns pontos dessa história toda, eu fui já me entristecendo, ficando triste, ficando chateado, porque muitos detalhes tem explicações.
E é nítido que ele enganou mais de 3 milhões de pessoas, certo? E eu fico mais inconformado de toda essa situação que nós vemos aí cientistas, pessoas que são da ufologia, pessoas que são estudiosas, apoiarem esse discurso. No Brasil, principalmente, a palavra OVNI, né, as pessoas que são estudiosas desse assunto São discriminados. Se você falar hoje que você viu um OVNI, você vai ser discriminado. E é justamente por pessoas que, por certas situações, fazem um contexto gigantesco, ilustram uma situação na sua cabeça mirabolante, solta nas redes sociais e acaba tirando a crença das pessoas que realmente acreditam nisso, que acreditam que no nosso planeta, que no mundo todo existem outras vidas.
Mas, né, eu sou apaixonado pelo Sacani, gosto muito dele, no bom sentido, né, da intelectualidade dele. E eu vou falar uma coisa, que a única coisa que eu sou contra dele é ele não acreditar, né. E ele vai ter a experiência ainda, eu tenho certeza disso. Eu sou um cara que acredito muito em OVNIs.
E falando do Mike Leão, eu fui e contei, só antes de você começar, só para dar um mistério aqui, você já viu, você falou com tanta convicção Eu também acredito. Você já viu alguma coisa? Você já teve alguma experiência?
Não, nunca tive ainda, não tive. Eu tenho muita expectativa em ter. Eu faço lives aí na madrugada rodando o Brasil, já passei por diversas situações, mas o avistamento de um OVNI ainda não tive, tá? Já fui atrás, já investiguei, já estive com pessoas. Eu fazia lives com uma equipe de pessoas de diversas religiões, diversas formações, Essas pessoas viam, sentiam presença espiritual, mas eu mesmo nunca, nunca presenciei nada, nunca senti nada. Eu sou muito cético, eu sou bem fechado para esse tipo de coisa.
O Roni tem que levar ele lá nas missões lá para ele. O Roni faz umas missões especiais aí, às vezes o bicho vai lá na casa dele lá tirar satisfação.
Mas eu, a gente vai fazer um reality no sítio, é uma semana até ver.
Só não vai com bigoda, porque onde ele vai aparece o chupa-cu lá, não tem? O chupa-cabra. Tem um chupa-cu também, não sei da onde.
Tem o chupa-chupa, chupa-chupa. Operação Prato.
Tem uns lugares perigosos.
Ele não chupava, né? Mais em cima, né? No tórax.
Tem um comediante amigo meu que fala assim: "Ah, nós tinha medo do chupa-cabra e nós não somos nem cabra, né?" Chronic migraine is 15 or more headache days a month, each lasting 4 hours or more.
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É do Patrick essa piada, acho muito boa. Mas olha lá, então vamos lá.
Desculpa interromper, mas você falou convicção, falei, pô, esse cara na madrugada já deve ter visto umas paradas. Pô, nunca viu, né? Mas manda aí, fala do Mike aí que a gente tá curioso. Manda brasa aí.
A minha visão de tudo que aconteceu do Mike, né, eu volto a afirmar que que tudo que a gente fez de análise condiz que ele mentiu desde o início. São vários fatos, né? Desde quando ele olhou para o céu e falou dos rastros que poderiam ser os aviões ou naves, e realmente na área, na região lá, é um fluxo aéreo, né? Então passa-se aviões lá. E até mesmo na região, quando eu fui com meu carro no solo, andando com o veículo, você vê que em determinados pontos os vidros acabam embaçando, porque a variação de temperatura ali na região é muito grande por conta da serra.
Enfim, esse é um dos pontos. Outros pontos que nós vamos encaminhando para mentira é a questão do barulho, que já foi comprovado também que o barulho pode ser os bambus. Enfim, pode ser ele ter colocado, não é algo assim fora do normal. O avistamento também teve algumas coisas que ele disse que quis. É só você pegar os stories dele, ainda tá no ar lá numa pasta, dia 31, ainda está Ele diz plenamente nos stories dele que uma nave passou em cima da cabeça dele.
Gente, isso é muito sério. Você chegar numa rede nacional, como ele foi na rede nacional, falar nos seus stories, ganhar mais de 2 milhões de seguidores, você falar que passou uma nave espacial em cima da sua cabeça e você não gravar? Beleza, alguns, algumas pessoas podem falar que ele ficou nervoso, não, não deu uma quebrada na munheca para fazer a gravação. Só que quando ele foi lá em rede nacional, como ele foi ontem, e falou que as luzes da nave, da suposta nave, estavam apagadas, certo?
E nos stories dele ele falou que tinha luz, que tava aceso, que embaixo era vermelho, que em volta da nave era brilhante. Então assim, essas coisas, gente, é, tá na cara de todo mundo. As pessoas que não estão conseguindo enxergar isso, ou talvez se sensibilizaram, então se identificando pelo o Mike Leão, a pessoa Mike Leão, porque a gente tem que levar isso em consideração, porque o Mike Leão é uma pessoa totalmente extrovertida, sabe se comunicar, é uma pessoa que tem uma vida, que cuida dos animais.
Isso sensibiliza a massa, sensibiliza as pessoas, né? Mas é diferente, precisa separar quem é o Mike Leão, que as pessoas gostaram, que começaram a seguir, vão continuar seguindo, e tá tudo bem isso. Do fato dele tá afirmando e humilhando as pessoas, tá? Porque isso aqui eu quero deixar bem claro, um dos pontos que me fizeram sair de São Paulo, viu, Vilela? Sai de São Paulo para ir lá para o Paraná é a forma com que ele tá humilhando as pessoas.
Foram duas pessoas, foram duas pessoas na porta da casa dele, Vilela, e assim, foram lá querendo mostrar, fazer um, fazer um estudo sobre o possível OVNI que ele avistou. Ele tocou as pessoas da frente da casa dele, um casal lá. Se você assistiu os stories, ele tocou, ele vai embora daqui, vou chamar a polícia e não sei o quê. E essa convicção tá tão grande que quando eu estive lá, o pai e a mãe dele me receberam dessa forma também. Sai daqui, você não pode ficar aqui.
Se alguém tentar entrar no meu sítio lá também, eu vou tocar também. Os cara vão chegar lá no meu sítio?
Não, mas você falou que viu nenhum OVNI.
É, mas se eu ver, se eu vir É, você vai, você vai divulgar na internet?
Agora não, né?
Agora não vou divulgar, aguenta.
Vilela, mas você concorda comigo que assim, na rua da frente da sua casa as pessoas podem ir?
Ah não, na rua, beleza.
Exatamente, eu digo que as pessoas foram na rua dele, tá? É uma rua que é uma rua de terra que passa dois carros, uma rua larga.
As pessoas não com isso que o Henrique, que o Nalat tá falando. Eu ontem, né, eu conheci o Mike ontem e eu cheguei a perguntar para ele, né, cheguei a falar algumas coisas nesse sentido que o Nalat tá falando, é sutilmente, porque eu não queria ser desrespeitoso, eu queria entender o que tava acontecendo. Teria sido bem fácil de repente a gente resolver isso tudo, né, se você convidasse as pessoas para de repente, né, entra, ó, foi aqui, assado.
E ele fez isso com algumas pessoas, né, Só que aí começou, acho que com Boaventura ele fez isso, né? Aí começou isso.
Posso só dar um toque?
Pode, eu permito.
Disclaimer, eu tive, não sei se vocês assistiram Breaking Bad? Sim, sim. Breaking Bad, a famosa casa lá do personagem principal, e tem um episódio que jogam pizza em cima do telhado. Eu fui lá na casa, existe uma pessoa que mora lá. Uma velha.
Ah, eu tô ligado, só de eu parar na frente, ela enlouqueceu, ela enlouqueceu.
Sai daqui!
Eu falei, cara, eu só ia tirar foto. Aí eu fiquei sabendo que a galera ia lá de madrugada e ficava jogando pizza no telhado dela, não aguentava mais limpar. Então assim, a galera não tem limite, cara.
Eu vi reportagem disso, eu vi reportagem. Eu concordo plenamente com isso que o Henrique falou. Imagina o inferno, né, filho? E a gente tem que pegar toda sequência de eventos, né, porque ele recebeu pessoas E aí alegou que, né, tava sendo desrespeitado. E aí tocou o horror, como o Henrique tá falando, né. E realmente, né, a gente viu stories, todo mundo que acompanhou viu stories dele 1 da manhã tocando esse casal, falando que eles estavam armados.
O problema é que tem muita camada. Desculpa, Henrique, te cortar, foi só para corroborar, porque eu fiz essa pergunta para ele lá, ó, para esclarecer, né. Pô, leva a galera, deixa o pessoal medir, deixa o pessoal, né, Marca um momento para isso, né, para a gente poder esclarecer.
Só dá uma informação, é, o Mike fez um story falando: veio um rapaz aqui, ele era horrível, nunca me senti tão abusado, ele filmou tudo. Esse rapaz é o Diceu Clemba do Paraná, um pesquisador bem antigo, é um cara bem tranquilo, né. Obviamente que eu não tava dentro da casa do Mike, então não sei o que pode ter acontecido, tá. Mas o Mike convidou ele para casa contou a história, ele tem a filmagem disso tudo, tá gravado, ele nem liberou ainda porque tá a questão jurídica até, né.
O Clemba me contou isso na chácara, a gente se conheceu lá na chácara.
E aí a história, tem a versão do Mike, ele publicou no story, né, que ele teria meio que começado a andar pela propriedade sem autorização, começar a filmar coisas enquanto ele tava atendendo a mídia. Então tem esse lado e tem um lado que o Clemba publicou, que a gente tem essa de mostrar os dois lados, né, para ser justo, que o Clemba falou que que quando ele começou a querer, começou a ficar mais tarde, porque ele queria ficar à noite, ele queria ficar à noite para ver se as luzes iam aparecer.
Quando começa a cair a noite, ele começa a querer ficar ali para ver se as luzes vão aparecer, o Mike teria começado a ficar agressivo porque ele não queria justamente, talvez, exatamente, flagrar se as luzes aparecendo, que ia ficar muito na cara. E aí então eles têm aquele, aquela reação, então tem a versão dessa da associação, da nuvem do Klembach, que seria essa. O Klembach falou que foi super educado, não aconteceu nenhum atrito enquanto ele tava lá, ele falou isso.
Mas quando ele quis ficar mais um pouco, aí aconteceu isso tudo. Só para— eu não sei, tá, eu tô— posso estar dando pitaco errado, tá, ou na lata, mas eu acho que, pelo que eu vi no mapa, posso ter errado, é que aquela estrada, ela é sem saída, é uma estrada que dá só na casa dele. Não fui lá, não sei se vocês chegaram nessa rua.
Uma estrada sem saída, tá?
Mas tem outras propriedades, ele tem uns vizinhos na parte de baixo, tanto que quando eu estava presente, um vizinho passou com uma caminhonete, eu conversei com ele. Os vizinhos da região que eu conversei com ele falam que não gostam muito do Mike, tá? Que ele é assim mesmo, meio agressivo. Esse Mike que vocês estão vendo nos stories é uma coisa, lá pessoalmente é outra. Eu conversei com moradores da região, ele foi, ele foi totalmente agressivo nas palavras com o senhor de 92 anos. 92 anos.
A questão dele não deixar nenhum cientista ou ufólogo entrar na residência dele na parte da noite é justamente por conta disso. Essas luzes sempre estiveram lá, gente. Gente, sempre estiveram lá. Eu fui até o camping onde está as luzes lá. Eles têm aquele camping lá com aquelas luzes há mais de 5 anos, 10 anos, sempre existiram. É por isso que vocês podem fazer a comparação. Quando acabar esse podcast, vão lá nos stories dele, vocês vão conferir, tá tudo lá, gente, tá tudo lá, as evidências, tá?
Você chegou a ver a região ali na parte da noite? Você olhou ali, você passou, sim, ele viu, você conseguiu ver as luzes e tal.
Eu fui lá, eu vi as luzes, eu fiz dois tipos de gravação. A primeira gravação que eu fiz foi utilizando o aplicativo no meu celular. Eu tenho um S26 Ultra que eu faço as gravações e eu utilizo um aplicativo chamado Purge Live. A primeira gravação que eu fiz foi utilizando o aplicativo, só que ele não faz a utilização 100% da qualidade da câmera. Então eu finalizei uma live, tudo isso gravação ao vivo porque meu carro tem Starlink, Então estava parado na frente da casa dele com internet, porque lá não tem sinal de internet.
Eu saí do aplicativo, abri uma outra live fazendo a captação de imagem do meu celular. Então o que que acontece? O aplicativo, ele pega tudo que aparece na tela. Eu abri a minha câmera do celular e com a câmera em foto eu consigo usar toda a potência da gravação do meu celular, da câmera, e eu dei um zoom. Eu consegui ver perfeitamente todos os detalhes. Nos stories dele, muita gente questionou também o ângulo do tombamento das luzes, né?
É porque ele nos stories dele tem uma determinada hora que ele faz a gravação direta, como eu fiz, e tem uma outra hora que ele faz a gravação espelhada. Por isso que fica do outro lado. Aí as pessoas estão tirando corte da hora que tá espelhado, e aí a minha gravação fica o tombamento para um lado, na gravação dele fica o tombamento do outro. Mas é nítido, galera, é nítido. Pode entrar no Stories dele. Ele não deixava ninguém entrar lá.
Caiu um OVNI no seu quintal, você teve uma aparição de OVNI, a primeira coisa que você tem que fazer— isso fica aqui uma dica para quem presenciar essa ilustre visão— você tem que deixar as pessoas que são conhecidas, que têm um conhecimento de OVNIs, né, ufologia, cientistas, fazer os estudos. Como que você vai expulsar as pessoas que estudam isso? Estamos passando por um momento no mundo mundo em qual os Estados Unidos tá liberando imagens de possíveis OVNIs em seu site oficial.
Isso tá a flor da pele, são pessoas que isso pode mexer com a religião, com o que as pessoas acreditam. É um assunto que agora veio com muita notoriedade. E há vários outros avistamentos aí que a gente, que vem aparecendo nos últimos dias, são de luzes também. As pessoas estão vendo as luzes, estão colocando as câmeras, as câmeras estão estourando a iluminação, fica com essa movimentação de cor, de fluidez se movimentando, justamente por conta disso, por ser uma iluminação distante no local escuro e você tá colocando a sua câmera para ver.
Entendeu? Só uma duvidazinha, você disse que conversou com os vizinhos lá, você chegou a perguntar para os vizinhos, olha, é normal essa luz? Você acha que é a chácara e tal? Sobre o evento em si? Você perguntou para os vizinhos que que é, qual a opinião deles?
Perguntei, perguntei. As pessoas ali, é uma coisa assim, Daniel, tem muitas luzes, né? O Mike Leão, ele fala nos stories dele que não tem rua, que não tem nenhum avistamento, que não tem nada, é uma propriedade totalmente mentira. Eu esteve na região, você chega na frente da casa dele, você vê inúmeras luzes em volta de toda propriedade dele. Tem casas, tem, tem muitas pousadas, muitos campings ali. Não é só o camping que foi atacado, eu quero deixar isso bem claro aqui, tá?
O Mike Leão. E uma coisa que eu vou deixar bem claro aqui, que nós estamos aqui com o Tigre, né? Tigre, eu vou mandar uma palavra diretamente para você, cara. Por favor, você é um cara estudioso, eu acompanhei seu trabalho, um cara brilhante. Só que assim, cara, você Tá passando pano para um mentiroso, cara. Você foi lá em rede nacional, ao invés de você mostrar o seu conhecimento e a verdade, falar a verdade. Não, eu não sei se é porque você tá com a mesma assessoria que ele, eu não sei se é porque você ganhou seguidores dele, eu não sei o que tá passando na sua cabeça.
Só que você é um cara estudioso, você tem que apoiar a causa. Eu sei que você não foi lá por conta do OVNI, você tá fazendo seu documentário, mas é nítido que ele tá mentindo, cara.
Mas inclusive lá no programa mostraram os teus vídeos.
Posso mostrar?
E ninguém falou, e assim, nenhum momento foi questionado.
Peraí, peraí, vamos lá, agora é a hora do desculpa.
É que assim, Henrique, eu não sou o dono da verdade, eu não tenho a verdade, entende? Eu não fui lá para pesquisar, eu não tenho o direito, eu nem conhecia o Mike assim como o Brasil inteiro conhecia.
Acho até importante você responder, você tem a mesma assessoria que ele? Não. Ah, tá.
É que assim, o pessoal me acusou de hype, de passar pano. Cara, eu fui convidado para ir lá porque eu estive em um dos locais, né, que foi o— eu comecei a bater uma encosta e não deu tempo no meu trabalho de as pessoas entenderem que eu peguei um ponto que tá ali, ó, com a primeira visada da casa dele, e eu precisava avançar nesse ponto. Eu ia bater todo aquele paredão. Eu fui lá para entender e levantar as informações para o documentário e encaixar esse caso nos outros dois.
Que arrependimento! É, esse caso chamou atenção e depois que o meu vídeo foi para o ar, esse caso explodiu, né? Aí imagina, eu vou em rede nacional do lado da pessoa que eu fui lá para conhecer. Digo, já que o SBT me chamou, vamos conhecer o Mike Leão, porque eu preciso entender quem que é esse cara, preciso sentir como é que ele é, eu preciso falar para ele, né? Como eu falei, velho, negócio seguinte: se você tiver mentindo, você acabou de fazer uma publi veio aqui no SBT, né, que já tá no ar inclusive, lá para Copa, por Galvão.
Você tá se beneficiando disso. Eu falei com muito jeito, muita educação, né, a gente teve uma cordialidade muito boa ali, né. Eu não fui lá para atacar, para acusar, porque não é o meu papel fazer isso, né. Eu queria entender todo o contexto, né. Como eu entrei nesse contexto, fui lá para o SBT. Como é que eu vou falar qualquer coisa, qualquer opinião sem fatos, sem evidências, sem o aprofundamento que é da minha peculiaridade, entende?
Eu não tenho esse direito e eu não posso romper com contratos. Pessoal me acusa de tentar hypar, de tentar usar essa situação para ganhar seguidores, para ganhar visibilidade. Cara, eu tenho dois programas na HBO passando na Discovery Channel, né? E de verdade, pessoal, eu falei isso no story ontem, Eu não pedi para ninguém me seguir. Foi o Mike que viu o meu vídeo e na euforia publicou esse vídeo. E sigam ele, porque meu Deus, ele mostrou que não tem nada.
Cara, era a primeira encosta que eu tava batendo, né? E repito, eu não fui lá para encontrar o OVNI, eu não fui lá para encontrar uma explicação, porque eu não sou ufólogo, não sou pesquisador. Eu sou um cara da sobrevivência que trabalha com aviação, meteorologia envolveu o mato, meu irmão, eu vou. E como eu tô trazendo esses casos para o meu canal, né, porque que o vídeo que eu fiz foi para o meu canal? Porque eu tô pegando esses casos e tô aquecendo, eu tô testando.
Eu tive que conversar com o pessoal que tá no documentário comigo, né, com o canal inclusive, que eu não posso falar que canal que é porque é grande, né. E ó, eu vou ter que falar que eu tava usando esse vídeo para fazer o teste de febre, para entender como é como que as pessoas vão reagir a essas histórias estranhas que acontecem no mato. Então esse era o meu contexto, né, e eu ia batendo aquela encosta. Só que a euforia em responder isso tudo, ela foi tamanha que rapidamente traçaram uma linha reta, o Jorge achou lá a pousada.
Eu já tinha visto essa pousada lá quando eu fiz o meu levantamento no Google Earth, só que inclusive eu até falei, né, não, pessoal, é isso aí mesmo, Jorge tá certo, eu fui no local Depois daquele paredão eu ia bater outro, ia bater outro, ia pegar todas as linhas de visada. Eu faço levantamento ali, ó, dentro desse projeto que eu tô quase na verdade não usando mais esse caso no documentário, né, porque eu realmente não preciso de hype, não preciso dessa visibilidade.
Fui acusado também no caso do Betinho, né, de ir para esse caso lá porque o menino se perdeu na montanha, né, para buscar visibilidade. Cara, de verdade, olha o que eu vou falar aqui, ó. Se esse é o problema, todo mundo que começou a me seguir por conta do caso Betinho e do Mike, né, se quiser parar de me seguir, tá tudo certo, cara. O meu trabalho e tudo que eu conquistei até hoje é orgânico, é calo na mão, né. E eu respeito profundamente o que na Lata fez, profundamente, que ele fez, né.
O próprio biólogo Henrique falou: ô, tigre, você comeu bola, era para você ter feito isso. Não, cara, eu não fui lá para fazer isso, não é o meu, não é o meu objetivo, eu tô em outra ideia, outro projeto, entende? Então isso tem que ficar bem claro, né? E eu respeito muito o que o Nalata fez, porque ele fez o que todo mundo queria fazer, ele foi lá e se posicionou. E aí entra as outras questões, né, se é permitido, se não é, se invadiu a privacidade, se não invadiu.
Ele tem como fazer isso, eu tenho contratos que eu eu preciso honrar. Eu tenho grandes canais com os quais eu tô trabalhando de forma velada que eu preciso respeitar, entende? E quer queira ou quer não, a minha imagem já ficou maculada de uma certa forma, mas não tem problema. Eu conversei com todas as minhas marcas, com todo mundo, e tá tudo certo, tá tudo certo. É, o que tem que ficar claro é que eu jamais iria lá no programa que a gente foi ontem, né, para desmascarar ele, porque Tem pessoas que têm liberdade, né, para fazer, se é que é isso que aconteceu, né.
E repito, né, Henrique, eu corroboro com muito do seu trabalho, que é um trabalho sério, tá. É, o pessoal até perguntou até, mas a forma como você tá agindo não vai descredibilizar ufologia? Cara, eu não tenho envolvimento com ufologia, eu não tenho nenhuma ligação com ufologia, sabe. Eu sou entusiasta, eu pesquiso, eu olho, eu já vi coisa voando Eu já vi coisa, já falei em vídeo isso, vi coisa em beirada de rio com meu pai e meu irmão.
Tive 3 possíveis avistamentos ali que eu não consigo explicar. Eu trabalho com meteorologia, pilotagem de aeronaves, e não consigo explicar o que eu vi. E a gente começou a ter mais liberdade para trabalhar, graças a Deus, né, trazer esses casos à tona. E o que eu fui, o que eu tô fazendo com esses casos estranhos, eu chamo de casos estranhos, eles envolvem mato, envolver o mato, chácara, fazenda, local onde eu posso ir para o mato, é o que eu faço, entende? Só para deixar claro isso.
É só um comentário aqui. Acho que o que, que uma coisa muito legal que aconteceu nesse caso foi a mobilização da sociedade toda em busca da verdade. Se pessoas que não pesquisam esse assunto, como você falou, como você, o Conalata, vocês não pesquisam isso, mas vocês se mobilizaram para conseguir a verdade, foram até lá, viajaram, pegaram um carro, Levaram antena, levaram equipamento, foram lá e cada um trouxe um pedacinho dessa verdade, né?
E aí quando você pega na latinha do lápis, apagando e acendendo a luz da pousada, você indo no camp, o Ezo traçando ali a direção, você pega a vanzã e outras pessoas que levaram drones para ver, avisar.
Foi uma convergência, né, Edir?
Foi montando, né? Porque é muito fácil você chegar e falar assim: "Ah, tá na direção do camp, então é o camp, assunto encerrado." Isso é debunking. Aqui não é nada, é o anticientífico e vira uma outra religião. "Ah, eu acho que tá na direção do campo, então o campo é assunto encerrado." Mas não, vocês foram lá até o limite para conseguir buscar e trazer a verdade.
Eu precisaria, né? Como eu disse, eu respeito muito. Eu tava na live, inclusive, ontem, no dia que o Nallato tava lá. O biólogo Henrique me mandou o link, eu entrei também para participar, para ver, e eu analisei muita coisa lá, muita coisa mesmo, sabe? E aí entra todo um Eu precisaria da posição exata, né, como a gente já falou aqui. De repente o Mike deixa a gente, alguém lá que pesquisa, entrar, ficar exatamente, ó, fiquei aqui e foi naquele morro, a exata posição.
Tem uma série de coisas, sabe, se for para ver o aparato científico em si. Eu estive na estrada, né, que dá acesso à pousada, exatamente onde o Jorge traçou a luz. Tem um vídeo no meu Instagram que mostra isso exatamente daquela estrada ali. Eu não consigo ter uma visada da casa do Mike. De cima da pousada eu consigo, né? Eu conversei muito com o Jorge lá. Eu lembro do Jorge até comentando comigo: eu acho que é o fulano que vai acabar desvendando esse caso.
E na minha cabeça já reverberou, já reverberou, né, cara? Ainda bem que eu não tô nessa luta, digamos assim, para ver quem é que vai desvendar esse mistério, porque eu não vim aqui para isso.
Só para explicar, a gente tá Não sei se a produtora ainda tá aqui, tá aí a Andréia, já foi, tá aqui a Andréia. Se puder vir até o microfone. A gente tá desde o começo do caso atrás do Mike, a gente conseguiu falar com ele várias vezes através do Luciano também, né? A princípio ele topou, aí depois queria cachê, a gente explicou que a gente não pagar cachê. Ah, mas se não for presencial, pode ser sem cachê. 'Ah, vou ver, fala com meu assessor.' E a gente tentou falar com ele, tentou falar com ele, e depois não teve mais resposta.
Mas a gente se deu todo, não é, André? A gente deu todas as, fala aí, por favor. A gente chamou ele várias vezes, né?
Várias vezes para ele dar a versão dele.
Ó, tem um negocinho que chama isso, microfone. Isso, a gente chamou o Mike várias vezes para dar a versão dele sobre o caso, né? A gente deu várias oportunidades, mas ele não, a princípio ele queria, né, falar com a gente, Aí depois que entrou o Celso Portioli, eu acho que aí falou que era só com cachê. A gente falou: a gente não paga cachê, não é um programa de televisão, aqui é uma entrevista, vai ter a sua versão. Até porque tem gente lá que vai dar outra versão.
Aí falou: ah, remoto eu vou ver. Aí: estou cansado, né, estafado, não aguenta mais falar sobre isso. E estamos até agora esperando, até hoje ainda pode ser que ele apareça, mas a princípio o Luciano tentou falar com ele.
Tentei, tentei, agora pouco eu mandei outra mensagem Porque seria muito interessante, né?
Porque de verdade, pessoal, de verdade, pelo menos eu nunca vou partir do pressuposto que a pessoa tá mentindo, porque ela é enganadora. Eu sempre vou, a princípio, dar o benefício da dúvida.
É isso, porque é o que eu penso, sabe? Eu falei isso no story ontem. Cara, assim como todo mundo tem direito aí, tá tendo direito de entrar nos meus comentários e desossar, falando que eu tô passando pano, o cara tá tudo certo. Direito, pode ficar à vontade, não tem problema. Eu também tenho direito de tentar entender a versão dele, entende? Eu falei isso, além de tentar entender os dois lados, quem quer que seja verdade, quem não quer que seja verdade, eu ainda vou fazer força para tentar ser um construtor de pontes. Claro, entende?
O cara, é o que a gente tá fazendo aqui, né?
Que assim, ó, é que assim, olha só, o meu trabalho é pautado numa coisa, Duas frases: se você tá fazendo a coisa certa, não vai dar errado.
Também acho.
Pode parecer que tá dando errado, como muita gente acha no meio do Instagram que tá dando errado. Eu tô leve, cara, tô calmo, numa boa. Se você tá fazendo a coisa errada, não vai dar certo. Se você tá fazendo certo, não tem como dar errado. E outra, cara, se você não encontrar um modo de fazer a diferença para a vida das pessoas nesse mundo aqui, como quer que seja, Se você não encontrar essa maneira, você tá perdendo a viagem.
Eu falei ontem para o Mike, com muita educação, no camarim lá: velho, se isso não for verdade, né, a grana que entra ela pode não ser abençoada, cara. Lá na frente isso pode— eu acredito em ação e reação. Se eu der um soco, Daniel, na parede aqui com toda a força, a minha mão quebra. Não porque a parede é dura ou a mão é mole, o que eu apliquei de volta Entende?
E o que que eu—
Cara, quando começou esse caso, eu me emocionei exatamente como o Na Lata, o Henrique, sabe? Eu fiquei comovido, todo mundo ficou comovido com a história do Mike, né?
A vaquinha dele explodiu, sabe?
Teve tudo isso.
Eu fiquei, eu fiz story: "Pô, os cara tão invadindo 1 da manhã a casa do cara." E outra, vamos falar a real, se for provado que ele agiu de má-fé, cara, a casa dele vai cair. Não sou eu que vou julgar. Não é a gente. Vai acontecer, talvez já esteja acontecendo ou vai acontecer.
O problema, Vilela, é que a gente vive num campo de batalha. E quando começou a comoção, eu juro que eu pensei, cara, a galera vai parar um pouco de brigar por conta de política e tal. Olha, olha isso, virou de novo, cara, polarizou. Repito, pode me chamar de isentão, de o cara que fica em cima do muro, eu vou tentar construir a ponte, sabe? Eu não tô aqui para julgar, não quero saber, cara.
E respeito Só aproveitar que o Nalata tá aqui também, é porque eu assisti você conversando com o pessoal lá da chácara e eu vi o trecho em que eles falaram que não tem iluminação na frente. Aí depois, a entrevista com o Nalata eu não assisti, eu vou pedir o Nalata para me ajudar aí. Me parece que o que foi falado para o Luciano foi diferente do que foi falado para você, Nalata, ou não?
Não, não, não, não foi diferente, foi interpretação.
Iluminação.
Quando o Luciano foi conversar com eles, eles passaram informação para o Luciano que não tinha iluminação na frente, somente nas casas. E é verdade, a iluminação na casa ela reflete, ela é o pessoal, o Mike viu a iluminação das casas. Tanto que lá eu pedi para a chácara apagar as luzes, eles apagaram as luzes, acenderam de novo. Eu estava num ponto muito próximo do ponto do que o Mike avistou as luzes. E não estava diretamente aonde ele estava, porque eu ia ter que invadir a casa dele.
Jamais eu iria fazer isso. Uma coisa que eu quero deixar bem claro também para vocês é que os pais dele vieram até mim, conversaram comigo. Eu tratei eles super bem, porque eu vi os meus pais na minha frente ali, entendeu?
E você tava fora da propriedade, né, quando eles vieram?
Fora da propriedade, em nenhum momento. Não tenho drone, não usei drone. Eu tinha minha câmera, eu fiz um ao vivo saindo da minha casa indo até lá. Então eu tenho só minha câmera, minha Starlink, meu carro, somente isso. Agora, só para terminar um pouco a minha fala sobre o Luciano. Luciano, a única coisa que eu ia te pedir é o seguinte: eu queria uma explicação sua, tá? Pois não. Dois pontos. O primeiro ponto é: você se envolveu com a história, né?
E o que as pessoas está chegando até mim, e a minha sensação também, são os pontos de que você foi até o local pau. Você alimentou essa possível alucinação da cabeça do Mike. Você falou que passou mal no local onde você estava. Você falou que 3 bússolas suas deram pau e você só gravou uma, cara. A única bússola que você colocou no seu Stories foi uma. Aí quando você passou informação que 3 bússolas suas ficaram com problema, isso tem um peso.
E é aquilo que você falou, hoje quando a gente fala de ufologia, a gente fala de OVNI. A gente tá falando de uma situação em que as pessoas estão levando isso tanto para sua vida e para o seu coração que as pessoas ficam mal, cara. As pessoas ficam mal. Então, e eu fiquei também, porque quando eu vi o Mike mostrando as luzes, eu falei: pronto, conseguimos, temos uma evidência que os OVNIs existem. Verdade, temos a evidência. Aí depois você vai vendo os contextos, as coisas acontecendo, a gente vai falando: não acredito, o cara faz vaquinha vaca, arrecada 100 mil e uma.
Aí faz vaquinha para moto, aí quer vir no Inteligência Limitada, pede cachê. O cara só fala de dinheiro, é só dinheiro, é só público, é só que, pelo amor de Deus, gente, assim, outro detalhe muito importante que eu quero frisar aqui, tá? O Instagram dele bateu 2 milhões e 500 mil depois que começou a aparecer as evidências de que é possivelmente uma mentira. O Instagram dele em um determinado momento desceu para 1,5 Isso ninguém tá falando.
E do nada voltou para os 2 milhões e meio. Eu estou aqui com pessoas que são da internet, são conceituadas, e eu vou fazer até uma pergunta para todos: qual influenciador que sobe de 20 mil seguidores, 40 mil seguidores que ele tinha, para 2 milhões e meio, é jogado na mesa as cartas falando que possivelmente pode ser uma fraude? Inúmeras pessoas fazendo vídeos, inúmeros canais fazendo vídeo que o cara é mentiroso, o cara mentiroso, e o Instagram dele não vai cair 100 pessoas.
Isso é manipulação de dados, isso tá na cara, galera. É o que eu falo para vocês, vocês precisam entender as coisas.
É impossível. Você acha que o Instagram tá envolvido nisso?
Não, não Instagram, mas ele tem uma agência que pode estar manipulando números. Como, Vilela, uma pessoa chega em 2 milhões e meio, comprar seguidores. Exatamente, 2 milhões e meio, Vilela. A pessoa chega em 2 milhões e meio de seguidores, tem um cancelamento parcial de uma parte que tá entendendo o que tá acontecendo, e ele não cai, não cai nem 100 mil seguidores. Isso não existe. No mínimo, no mínimo, a conta dele tinha que ter perdido esses 500 mil seguidores aí.
Mas também aí é um campo de suposição também, a gente não sabe, né?
Não, isso é um campo de suposição, não tem como eu afirmar. Eu estou fazendo uma suposição e é uma lógica. Qualquer pessoa que trabalha com a internet vai entender isso.
Faz sentido, faz sentido. Eu acho que os próximos dias a gente vê, porque Porque se forem seguidores fantasma, de tempo em tempo o Instagram derruba esse pessoal aí.
Ele tira, ele tira.
Então é isso que eu queria falar para o Tigre, que eu só queria que ele explicasse mesmo porque que ele não gravou as 3 bússolas, né, lá na hora.
Mas é, na verdade, por corte, edição, né. Mas como eu vou voltar lá no lugar, a gente pode fazer isso de novo. Além das 3, teve a bússola do celular, só que aí é satelital, né. É outra história.
São 4, 4 bússolas.
São 4, teve do celular também, teve do celular. É que assim, ó, o negócio é voltar lá e fazer novamente o teste, né? Só como se eu tivesse, né, que provar por A mais B que foi, que não foi. Veja bem, se eu soubesse, né, que esse, que ele ia inclusive repostar esse vídeo, cara, você sabe quando que eu teria colocado esse vídeo no Instagram? Mas nunca, cara. Nunca. Eu teria trabalhado em outro caso. Eu já tenho dois lançados lá, o do Juliano Toniolo e o do Ferreiro, para ir testando o aquecimento da história, ver, né, como é que o meu público reage a isso.
E resolvi colocar isso, né. Quando ele publicou o meu vídeo, a parada explodiu, cara, explodiu. E aí, quando você fala isso, né, eu sinto o peso da responsabilidade, né. E, cara, como é que eu ia saber saber? Como é que eu ia saber que o caso ia tomar essa repercussão? Pô, o meu, o meu Instagram lá com 180 mil, cara, tu acha que imaginei que a minha cara feia aqui ia passar a vigorar no Brasil inteiro dali uns dias? Eu não fazia ideia, cara, sabe?
Outra coisa, né, eu tenho as minhas experiências pessoais, né, foi a primeira vez que eu tive no local e senti coisas que eu já senti no mato, e o negócio foi muito atípico, tá? Aí tem toda a história que é importante dizer, né, Chico? Não era o local, não era o local, cara, não era o local, era outro local. Tanto é que depois eu brinquei com essa informação, falei: gente, o Jorge lá tá certo, não é o local da visada da casa dele, local é a pousada.
Então, ó, 99% de chance de ser as luzes, na minha cabeça, porque eu ainda não fiz a pesquisa que eu teria que fazer. E eu não sou pesquisador, não fui lá para isso, né?
Mas enfim, quando você falou, eu falei assim, ó, naquele local que o tigre foi, é muito mais provável ser alguma coisa do que as luzes que o Mike viu.
Não é que assim, Roni, veja bem, aí eu achei interessante porque, veja bem, na lata, eu tô todo dia no mato, cara, o meu trabalho é no mato, e de repente eu chego num local.
Aí você falou que não foi, não foi a primeira vez que você sentiu esse tipo de coisa.
Outras vezes, cara, já teve vez de chegar mato e literalmente uma sensação assim, ó, velho, caia fora daqui, eu pegar minhas coisas e ter que vazar.
Eu, a última vez que eu tive uma sensação ruim no mato foi uma caganeira que me deu. Eu sabia que você tava com o Cavalini, tava, tava eu e o Cavalini, e aí comi um peixe estragado.
Aí o Cavalini que é o problema, tô brincando.
Eu já falei até no dia que você falou, cara, tem uma, sabe, uma vez que eu tava descendo, a gente tava no acampamento em cima da montanha e descendo para a cidade. E, cara, acabou a luz. Cara, você— eu nunca tinha tido essa sensação de estar caminhando por uma trilha no meio do mato, numa escuridão total. Você escuta um rio, um riozinho, uma distância absurda. Escuta tudo quanto é barulho e dá uma sensação— eu não sei se é aquele negócio de você já ficar psicológico, mas dá uma sensação que está sendo observado, que não sei o quê e tal. É uma sensação Estranho.
E outra, eu deixei bem claro depois, conversando com muita gente, que, cara, isso pode ser plenamente explicável.
Claro, claro.
Campo magnético. Cara, a gente tem catalogado gente que antes de terremoto ou sei lá o quê.
A rocha do local, né?
Cara, tem um cara que pesquisa aurora boreal, eu não consigo lembrar, acho que é ele.
É o Chico Matos.
Cara, ele veio falar comigo: "Se você estiver para esses lados aí, fica ligado com esse caso do Mike e tal, porque vai ter uma explosão solar." e tal. E cara, quando eu fui para o mato teve isso. Então vai, sabe, pode ser isso, eu não sei, mas eu tive uma sensação estranha.
No Skinwalker Ranch tem uma questão das rochas que tem lá também, não tem? Que gera um certo magnetismo.
Eles chamam de mesa, né, que é uma acumulação de pedra.
Isso, isso bate, isso interfere, né?
Tirando a questão sobrenatural, interfere na questão eletromagnética.
É elétrico, entende? Então pode ser puramente e plenamente explicável. E isso corrobora de repente com as minhas bússolas doidas. A coisa que eu mais estranhei lá foi a seguinte, né? Eu tô muito acostumado a estar no meio do mato, e um sinal de alerta para gente é o seguinte, cara: se o mato ficar quieto, a gente para tudo e começa a tentar entender o que tá acontecendo. O Anderson Guedes foi atacado por onça lá em Rondônia, quase morreu, lutou com o bicho, matou o É um caso alucinante.
E o sinal que ele teve para não morrer, cara, é que o mato ficou quieto. E a gente que tá sempre no mato, como eu e ele, ficou quieto. A gente para tudo. E que que tá acontecendo? Ele sentiu um cheiro de carniça. Quando ele fez isso aqui, ó, ela tava vindo, chegando já.
Aí deu tempo dele se preparar.
Se ele não presta atenção nisso, ela pega na nuca aqui, acabou, já era. E, cara, e eu tenho gravado isso, gente. Pô, faz duas horas que eu tô aqui, faz um tempão desde que eu cheguei, só agora eu percebi que não tem som de pássaro. Tem um pasto apícola ali, eu cavalgo naquela região ali desde 2013.
De abelha, né?
De abelha, inseto, você escuta muito. E aí eu me dei conta, cara, tem alguma coisa estranha acontecendo aqui. Aí as árvores que eu filmei lá de cima do paredão, pô, espécies que eu conheço, sabe? Beleza, eu tenho filmado, galera. Vocês vão achar que eu tô buscando pelo em ovo, mas a copa da árvore queimada ali e tal. E ó, pessoal, isso aqui pode ser explicado. Teve duas geadas muito brabas aqui já esse ano, então pode ser isso.
Quando eu desliguei o celular, eu— mas peraí, essa árvore dessa espécie tá torrada, a do lado não tá, e é a mesma espécie. Essa aqui tá, mas pô, a geada foi seletiva?
Caiu só numa árvore, não na outra.
Você tá entendendo? Então foram coisas que me fizeram pensar, e daí eu publiquei o vídeo falando isso. Cara, eu tô com uma sensação estranha. Eu lembrei do caso do Travis Walton lá, e eu não sei, pode ser sugestionamento, pode ser campo eletromagnético, pode ser muito explicável.
Ali, cara, é uma área que tem muitos fenômenos, tem muita avistamento.
Não foi a primeira vez, né? Inclusive outras Houve outras filmagens de outras viagens voando.
Só para aproveitar o Na Lata também, para ele não ficar aí com a gente. Na Lata, é isso? Quer completar com alguma coisa?
Deixa eu só fazer a última pergunta.
Claro, manda bala.
Na Lata, só uma perguntinha. Por que Na Lata? Não, não era isso não. Na sua opinião, já que você visitou o local, qualquer pessoa que tiver ali à noite próxima da residência lá do Mike vai ver aquela luz Do you hear that?
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Qualquer pessoa vai ver a luz. Esse é um dos motivos que ele não deixou ninguém entrar lá de noite, que ele expulsou pessoas, xingou as pessoas, mandou as pessoas, falou que a polícia ia ir lá e a polícia tava apoiando ele. E ele fez uns stories depois que ele apagou falando que o Mib, homem de preto, tá indo atrás dele. Que ele sabe de informações que só o governo sabe, que a polícia falou para ele, orientou ele de não passar as informações, é justamente por conta disso. Se a pessoa ir lá de noite gravar, vai desmascarar ele.
A pessoa não precisa entrar na propriedade dele para ver, é só ficar tranquilo, né?
Com certeza, a pessoa na rua, você conseguiu ver a noite tranquilo? Eu vi, fiz a gravação inclusive lá no meu canal, na Lata Driver, tá todas as gravações lá. A gente tá mostrando aí na Então essa imagem aí foi a que eu fiz, entendeu? E mostrei ainda, entrei em contato com a chácara e via WhatsApp com a mãe e o pai do Mike ao meu lado. Eles desligaram ao vivo as luzes e ligaram novamente. Isso para mostrar exatamente que existe as luzes lá, entendeu?
Ele viu, foi as luzes, galera. Possivelmente, né, para falar sobre o caso do Mike, só para mim encerrar, possivelmente ele não sabia que ia repercutir da forma que repercutiu. E assim, ele tem que mesmo, ele tem que continuar surfando do hype que ele conseguiu, mas não maltratando as pessoas, né? Não colocando as pessoas que buscam conhecimento da ufologia como pessoas negativas, como que não tem credibilidade.
A gente tem que apoiar a ufologia, buscar conhecimento. Eu lembro de quem?
Filósofo.
Eu sabia que ele ia falar.
Ô, na lata, tem um pessoal no chat aqui, né, o Bigoda, que mandou um negócio aí. Lê aí sobre os seguidores.
Pode falar, pode falar.
Vamos lá.
Nossa, o Bigoda é tão legal. Eu mesmo vou ler, porque até ele— nossa, eu acordei o Bigoda! Desculpa, Bigoda, desculpa.
Ele tá comendo hoje.
Não tomou café.
Lê aí.
O Anderson perguntou o seguinte: Vilela, acabei de entrar no Instagram de uma o Mike e verifiquei que ele tem muitos seguidores novos e que não seguem ninguém e tem zero seguidores comprados.
Cara, o diretor paga um curso de leitura para ele, cara. Ele não respeitou vírgula, ele, entonação, não, entonação. Ele tem muitos seguidores novos que não seguem ninguém e tem zero seguidores comprados.
Eu tô É muito fã do Luciano, ele fica nervoso.
Ah, ele fica nervoso, tá certo. Não, não, a leitura desse daqui eu vou te falar, viu, cara. Até a Leia lê melhor.
Pode acabar com a Leia.
Chega pra gente e fala assim: que que ela falou das costas ocas? Infeliz das costas ocas. Leia, posso contar aqui, Leia? Veio o Arthur Duval aqui semana passada, viu uma loira nova trabalhando aqui, que ele perguntou "Da onde você é?" Ela falou: "Ucrânia!" Então obrigado aí, Na Lata. Mais uma pergunta? Tem pergunta pro Na Lata?
Pra ele em específico, não.
Obrigado demais, Na Lata, aí, pô, saudades aí, cara.
Valeu, abraço aí, Na Lata.
Valeu, obrigado aí.
Valeu, pessoal, obrigado aí, viu? Obrigado aí pela participação, boa sorte pra vocês aí.
Redes sociais?
Valeu, guerreiro, um abraço.
Redes sociais?
Meu canal no YouTube é Na Lata Driver, certo? E meu Instagram é nalatadriver.oficial. Beleza, pessoal?
Obrigado aí, valeu, abração, boa noite, valeu.
Bigoda, perguntas, leia com calma.
Vamos lá então, hein?
Você com muita calma, ele dorme.
Cuidado. Nossa, eu fiquei até mal quando eu pedi para ele ler um negócio.
O quê?
Eu leio? Por quê?
Porque faz parte da minha tarefa.
Eu tô aqui curtindo a live, tô—
não, ele prestando uma atenção aqui na gente, tipo, nossa, eu tô assistindo de dentro a live.
Ele tinha que pagar para assistir. Não, ele tava muito, cara, ele sabe quando o cara tá viajando, que papo legal, cara.
Ele tava pensando, vou filmar umas parada lá perto de casa e vou fazer uma grana.
A Milela vai pedir para eu trabalhar, eu tô curtindo tanto essa live.
Ele tá me fazendo uns sinais aqui, cara.
Ó, o Tom Ângelo, ele perguntou assim: o que pensam da ideia do Problema dos Três Corpos, onde os aliens tentam sabotar a evolução tecnológica?
Cara, esqueci de falar isso com o Sacani, porque um monte de cientista sumindo, um monte de cientista morto, e no livro Problema dos Três Corpos, no primeiro livro, como os caras estão vindo lá de, sei lá qual sistema, eu não lembro se é Alpha Centauri, talvez, eu não lembro, mas é 400 anos eles vão demorar para chegar.
Estrisolarianos.
É, aí que que os cara pensam? 400 anos, eu saio de lá com uma tecnologia, até eu chegar na Terra os cara suplantaram a minha tecnologia, vão matar a gente. Aí que que eles ficam fazendo? Ficam tentando sabotar a tecnologia aqui na Terra.
E é uma grande possibilidade, né? O próprio fenômeno está controlando a revelação.
E aqui no Brasil, aqui no Brasil, aqui no mundo acontecendo isso, cara. Quantos cientistas sumiram ou morreram?
Não, Vilela, a gente mostrou aqui que na época Na época eu não vi ninguém no Brasil falando sobre isso, a não ser a gente aqui. A gente falou aqui na época que a série foi lançada, porque tem a série chinesa, teve a série na Netflix. Aconteceu uma anomalia no acelerador de partículas lá do CERN. Foi nessa época, foi na mesma época, no mês de março, de março de 2024, e eles não conseguiam explicar o que que era e deram o nome de partícula fantasma 4D, porque parecia que vinha de É porque no livro eles mandam, né?
Você lembra o nome da partícula? Não vou lembrar, né?
Também não lembro. Tem a ver com, como é que é, entrelaçamento quântico. Aí eles têm um objeto que se comunica instantaneamente com a Terra, né?
Embaralha as informações e fazem as pessoas terem medo de avançar a ciência, que tem um contador dentro da retina deles que fica um contador regressivo, né?
E outra coisa, Vilela, você falou que o pessoal cientistas começaram a desaparecer e morrer, um dos produtores da série, o principal, foi assassinado, envenenado pelo—
da série, da série O Problema dos Três Corpos.
Então várias semelhanças, muito estranho na vida real.
E o guerreiro lá do History Channel, né, do Alienígenas do Passado, lá também ele morreu, né? Um cabelo estranho lá. Não, não foi o— foi outro, foi outro cara, foi o David Wilcock. Isso, ele mesmo, ele era pesquisador.
E o bigode é vivão ainda. Ué?
Agora faz igual você fez com as crianças lá naquela reunião que a gente teve lá, que o garoto tava quietinho dele lá e você virou: "Lá blá blá." Ah!
Eu fiz isso com filho dele também, coitado... Sacanagem!
E vale lembrar esse assunto aí quando eu estava no documentário da Amazônia né, quando fui ao Acre eu joguei o drone uma vez na luz E o fenômeno fez a câmera ficar totalmente preta, como se fosse assim, ó, vou deixar você chegar com o drone, mas você não vai coletar o dado, eu não vou aparecer. Era um orbe, né, uma esfera vermelha. E na outra vez filmei, apareceu, eu vi, o gravador caiu, quando voltou tava imagem completamente ruidosa e diferente.
Agora, ó, Vilela, pode ser tudo enrolação isso aí do Mike, pode ser, mas no dia que nós fizemos esse episódio com Luciano online, aconteceu alguma coisa.
Aconteceram várias coisas. Não é caô, não tô inventando, vou falar o que aconteceu aqui. Acredite no que você quiser, se é coisa demoníaca, se é coisa de alienígena, eu não sei.
Deixa eu contar minha parte primeiro, porque a minha foi antes.
Foi o meu sugestionamento.
Ó, vamos lá, o Luciano.
Não, não, mas o seu sugestionamento não mete em coisa material. Você vai ver o que aconteceu.
Ele tava online, então a gente tava com fone.
Fone, certo?
E eu comecei a ouvir uns barulhos. Aí eu pensei, deve ser o barulho de onde ele tá.
Era a barriga do Homer, você pensou, né? Mas não era, era vindo dos fones.
Aí eu vi, aí o Homer olhou, só que o Homer tava com fone também. Eu falei, cara, deve ser do fone. Aí eu tirei o fone, continuou, continuaram alguns barulhos estranhos.
Era aqui então?
E eu não sei, era aqui. E eu não sabia, o meu filho tava sentado Ele viu, né?
Ele viu as luzes de atrás se apagando.
Ele falou que as luzes...
Ah, tá apagado até agora, tá vendo? Tá vendo esses LEDs? Você tá brincando. Eles vinham até o final, apagaram tudo, ficaram só aqueles. Mas isso não foi pior.
Mas sabe o que ele falou? Que meu filho que tava sentado aqui de costas para as luzes, as luzes apagaram, mas aí ele falou que a luz que tava atrás dele passou, ele ficou como se fosse com brilho no olho. De repente uma coisa estranha. Aí eu tava, a gente saiu do programa, eu tava dirigindo e voltando para casa, ele do meu lado falando isso: "Ô pai, você ouviu uns barulhos estranhos e tal?" Eu falei: "Pô, não ouvi não." Aqui é normal, né, Vilela, acontecer umas coisas estranhas.
Lembra quando apareceu um arran aqui, né? Às vezes entra arran, não lembra? Não, não tem, não, né?
Ah, eu tava nesse dia.
É, foi um sapinho.
É porque o morcego, morcego, tem arran.
Então, pessoal, eu tô aqui toda semana, há muito tempo já. Então vem aqui sempre, tô acostumado, normal. Agora esse dia tava muito estranho, começaram os barulhos. Meu filho falou que a luz veio para frente dele.
Ouviu um barulho de um baque assim?
Ouviu barulho.
Para mim, o que que foi? Alguma porta lá em cima que bateu.
Então, antes de vocês não manifestaram nada aqui, às vezes a porta aqui em cima bate enquanto Enquanto eu falava...
Aí vai entrar a tua parte agora. Eu estou no carro dirigindo e meu filho falando: "Pai, eu ouvi os barulhos, eu vi a luz." Eu falei: "Que isso, não é nada demais." Aí você me mandou o áudio.
Mandei o áudio, cara. Aí quando você mandou o áudio, eu falei: "Rapaz, então fala aí, o que você mandou no áudio?" Subi o elevador no último andar, onde ficam os quartos, e no elevador, na caixa das máquinas, tem uma moldura, como se fosse... É uma madeira bem pesada. Que fica sempre fechada lá, que só abrem lá para fazer a manutenção. Cara, estava estilhaçado tudo, o lustre, tem um lustre na frente do elevador, um negócio de vidro, tudo vidro no chão, aquela porta caiu, aquele negócio caiu do nada e tem 2, 3 parafusos que segura aquela parafuso no chão, estava caindo para casa.
Isso é aqui?
É aqui no andar de cima. Aí você imagina ter o filho que circula aí, o troço cai em cima. Cara, que bizarro!
E foi esse o som? Será que foi o som dessa porta?
Foi, foi. Mas eu ouvi vários sons diferentes, não foi só esse.
E tava tudo estilhaçado no chão.
Cara, que bizarro, velho! É, porque eu tava contando pra eles, Roni, exatamente o que eu tinha vivido lá, porque eu falei pra eles ali naquela gravação, e cara, me arrependi de falar porque tem coisa assim que é muito pessoal, né? Mas eu fiquei com um jash de um negócio vibrando aqui, ó.
Passou, passou.
Passou, cara, depois de 2 dias passou. Na primeira noite não dormia, cara, sabe? Um troço esquisito. E aí, claro, a galera vai tirar a gente para louco, normal, faz parte.
Floresta tem muito, cara.
Você foi para Amazônia, né? Eu vivi 10 anos, eu fui militar na Amazônia, né? Tem coisa que a gente experienciou lá, cara, que eu não conto até hoje. Você esteve em aldeamentos lá? Eu tive lá com os caripunas perto do Amapá. Tem coisa daquela época lá que talvez eu conto para você, No privado, que é o cara que estuda.
Só lá na Arca, lá na Arca eu conto depois para você.
Pronto, para o Daniel e para você, o Vilela, contamos para ele também?
Conte. Vilela acredita. You have faith.
Porque assim, você esteve na Amazônia e você sabe que a galera que está retirada e vive lá o tempo inteiro, cara, vê umas paradas que faz o tal do boi-tatar ficar... Ser fichinha. Ossuleto, entende?
E tem aquela questão da permissão, pedir a permissão.
Cara, isso aí, ó.
Você faz isso também?
É muito, eu falei com muito caçador que já ficou perdido na mata 10, 20, 30, 40 dias.
Isso eu escutei muito, o cara não sabe explicar, o cara tá acostumado a andar no mato, se perde, não sabe mais onde ele tava.
Eu contei a história do Mang, né, o cara ficou perdido num lugar que não tinha como ficar perdido, e aí saiu o velho do mato e falou: "Sabe por que aconteceu isso?
Não pediu permissão." Então esse é o tipo de história, de caso estranho que eu falo, que eu comecei a esquentar no meu Instagram. E aí acabei me enfiando em toda essa história. E agora a gente vai ter que manobrar, lidar. Não que eu tenha que fazer isso, eu não faço, mas a gente fica escutando, né?
É, para digerir.
"Ah, você quer hypar, você quer fama, você quer e tal." E, cara, não é isso. É que assim, esse planeta, pessoal, ele é muito mais inexplorado e entendível do que a gente imagina.
É o fundo do mar, então a gente conhece mais o espaço do que o fundo do mar.
A Fossa das Marianas, cara. Os pontos mais profundos. Ninguém sabe exatamente o que que rola, né, no meio do mato, né. Tem muita coisa que não é explicável ainda na meteorologia. Tem fenômeno que a gente tenta entender até hoje.
Pois é, acho que o fato é assim, esse caso do Mike, a gente nunca vai entender o que passou na cabeça do Mike. Não adianta a gente discutir o que que passou na cabeça dele, não adianta discutir se ele quis disfarçar ou não isso. A gente tem as evidências, né. Tinha uma luz, a luz sempre teve ali, e eles têm que se perguntar: será que o Mike, que mora ali, nunca viu aquelas luzes? Ou realmente à noite ele não fica ali, não viu? Agora, a gente julgar realmente o que ele viu ou não é muito complicado.
A gente teve na lata: Tigre, você, Daniel, Sacani, Ricardo Ventura, Luciano. Sim, ele, o Tigre.
Falei, Tigre?
Falou?
Falei. Não, mas sabe o que que é estranho? Tirando o que eu falei, tirando o negócio do Mike, no mesmo dia, 31 de maio, 1º de junho, teve também no Pontal do Paraná, um cara chamado William Adriano gravou ali luzes brilhantes sobre o mar, num lugar chamado Balearipanema, entrando na água, saindo da água.
Já estive lá também.
No mesmo dia. Depois, em Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul, também dia 1º de junho, uma produtora rural lá gravou as luzes em cima da casa dela. Isso tem com barulhos também que parecia barulho de corrente, de engrenagem. Será que todo mundo combinou de fazer videozinho no mesmo dia? Não sei, cara. Olha lá as imagens.
E existe uma coisa importante aí: o fenômeno, ele é totalmente ligado à intenção e fé. Então, se você tem um experimento social como foi feito, em que as pessoas, 3 milhões de pessoas, acreditam em uma pessoa que viu algo, virou uma egrégora, passam a acreditar que o fenômeno vai se manifestar, manifesta a realidade, mas realmente que vai começar a se manifestar mais. A primeira coisa que eu falei nos meus stories do Instagram foi isso.
Vai ser um experimento, um laboratório. Se seja falso ou não, e está se provando que provavelmente é falso, não importa. Não importa, gera. As pessoas vão querer ver algo e começam a acontecer e vão começar a apostar. Por isso que a questão de revelação é muito delicada.
Mas assim, simultaneamente aconteceu, não tinha dado tempo da consciência das pessoas ativar, né? Que que você interpreta, Roni, você que é estudioso disso? Será que tava acontecendo alguma coisa nesse dia? Porque foram alguns pontos ali no sul do Brasil.
Eu acho que avistamento de fenômeno nunca é um ingrediente só, é uma questão da tua consciência, do como você tá emocionalmente no momento. O local tem que ser um local isolado, ele não vai aparecer em um local populoso, cidade, por exemplo, muito difícil, muito raro. Então, conjunto de ingredientes, acho que o fator chave, né, Nesse caso específico foi a questão de uma pessoa ver, ficar conhecendo o Brasil inteiro, e as pessoas começaram a querer ver aquilo, né?
Então, mas eu tô muito mais interessado nas mutilações de animais que aconteceram nas propriedades dele, que pouca gente fala, do que na luz, porque as mutilações não houve sensacionalismo, ele não quis viralizar com essa história, ele quis sim alertar as pessoas que estavam, tinha um problema, um predador ali oculto na localidade. Aconteceu com o proprietário dele, tá acontecendo com todos os municípios.
Isso vai de Campo Largo, cara, a Fazenda Rio Grande. É uma região muito grande. Eu levantei casos, cara, que vão de Campo Largo a Fazenda Rio Grande. Tem um caso que a câmera pegou, era um cachorro realmente ali em Fazenda Rio Grande fazendo isso, só que o ferimento era completamente diferente daquele que você tá acostumado a documentar. Aquele padrão de às vezes é cirúrgico, às vezes é só extrair o órgão, é furo, é diferente, é diferente, cara, bem diferente.
Então assim, aquela região é uma região que manifesta muita coisa, muitos fenômenos, né? E essa mutilação tá acontecendo no Brasil inteiro. Será interessante se ele pudesse um dia, né? Ele falou que tirou fotos e tem imagens também disso, talvez um dia poder revelar isso, né? Agora, casos de luzes em montanhas, cara, o esse tempo todo dia, caso. O que acontece é que se você tem uma luz parada numa montanha, qual a maior probabilidade?
É que seja algo prosaico, algo explicável. Então, se eu fosse parar para analisar todo caso de luz em montanha, eu só faria isso da vida. E você tem que— o tempo é limitado, você tem que colocar energia, focar energia no que é mais importante. Como esse caso tomou uma proporção nacional, aí todo mundo, claro, a sociedade pediu, né? Então todo mundo teve que parar e olhar. Isso é a coisa mais legal nesse O tigre na lata, eu, as pessoas.
E principalmente aqueles que foram lá, como vocês, né? A gente sabe que se acontecer de novo um caso desse, todo mundo, a sociedade, vai estar preparada para poder levar.
Você tava falando que esse fato pode ter gerado uma expectativa, uma intenção nas pessoas, e isso gerar mais ocorrências, né? Mas será que não pode dar o efeito reverso, caso essa situação do Mike seja comprovada? Que foi algo inverídico, de gerar uma descrença nas pessoas.
Isso, esse é outro lado, né? Agora, sendo a probabilidade maior de ser algo explicável, as pessoas criaram uma expectativa tão grande que agora vai ter uma queda de falar assim: se o fenômeno do Mike não existiu, todos os casos agora não existem. E vai causar um efeito reverso.
É que a gente está num momento mundial, Daniel, Roni, que as pessoas ansiam por algo que realmente mude as coisas, né? E um evento como esse, todo mundo sabe que mudaria tudo da água para o vinho: religião, política, as crenças em si, né? E eu não sei, cara, eu senti algo muito parecido com isso na década de 90, com o fenômeno Chupacabra, que ia para TV e foi uma coisa muito parecida, sabe? É televisionada, é o hype assim forte, todo mundo, era o assunto do momento, mas dava para sentir uma energia diferente.
E eu senti isso de novo, sabe, as pessoas querendo que realmente isso seja verdade. E aí, ó, é o que eu tô, o que eu tentei colocar desde o início, pessoal, sem um estudo aprofundado de quem entende do assunto, e não sou eu, cara, eu sou do mato, sou da sobrevivência, aviação, meteorologia, tá, eu vou resgatar pessoas Eu vivo no mato às vezes, porque eu vivo no mato, então tento usar isso para ajudar. Aí, pô, precisa de todo um ensaio, de todo um estudo, é uma série de coisas, sabe?
E eu entendo plenamente a ansiedade. Meu Deus, será que é verdade? Será que não é? Que que a gente faz? O mundo vai acabar ou a gente vai ser salvo, abduzido, sei lá, sabe? Eu senti muito isso.
Eu acho que esse, essa queda vai acontecer, mas eu acho que não vai abalar tanto porque a gente tem um contexto contexto todo que tá acontecendo mundial, né, cara. O filme do Spielberg, eu não posso falar ainda o que que eu vi, mas é muito claro para mim que aquilo você vendo é como se fosse um manual de preparação das pessoas.
Entendi, entendi. É uma maciada na galera.
E para mim é muito claro que como se eles tivessem que apressar muito, depois vou falar porque que eu acho isso, tiveram que apressar muito, ó, tem que sair logo isso porque daqui a pouco "Para mim pode acontecer alguma coisa." Então temos que lançar o filme logo para preparar, porque essa fase tem que chegar.
Você ficou com essa sensação?
A sensação, depois eu vou falar por quê.
De urgência. De urgência desse filme sair. Mas assim, deixa eu só te fazer uma pergunta e você vê o que dá para responder ou não, que você se comprometeu a não revelar nada do filme nesse momento. Começaram a haver falas lá nos Estados Unidos de que alguns deputados federais e senadores tiveram contato com aquilo que o governo americano estava querendo revelar. E esses deputados que eram cristãos ficaram meio que assustados e foram conversar com lideranças cristãs para falar: olha, preparem os membros das suas igrejas para as informações que estão chegando.
E a gente não sabia por que que as igrejas deveriam se preparar, que tipo de informação. Aí agora começam a dizer que o governo americano estava prestes a liberar uma informação de que o que eles receberam dos alienígenas é de que Deus não existe, a Bíblia é mentira, Jesus é mentira, e que na verdade esses deuses do passado são os alienígenas que visitaram a Terra e foram eles que criaram a humanidade, não Deus. O filme dá algum insight de que o discurso é esse?
O que eu posso falar é o que o Spielberg falou publicamente, que o filme vai abordar de uma forma que eu não posso falar porque eu assinei o papel dele.
É lógico, lógico.
O Spielberg falou assim, e é uma fala no filme disso que o Spielberg já publicou, Então posso falar? Sim. Uma determinada personagem fala: nós fomos educados a acreditar que existe um Deus supremo e agora vocês estão nos apresentando vários deuses supremos que podem fazer milagres?
Caraca.
Como que você não pode revelar isso? Como que a sociedade fica nesse momento, né? Então vai ser uma discussão que cada um com a sua cultura, religião, vai ter que discutir, né? Esses briefs que você comentou já estão acontecendo não só evangélicos. Tem gente no Vaticano, Luiz Elizondo, que é um dos denunciantes, tá no Vaticano. Então essas discussões já estão acontecendo, não é de hoje, já tem mais de ano para preparar as pessoas.
O Vaticano já tinha feito uma reunião para isso tá acontecendo, porque a religião vai ter que— cada religião vai ter que ter umas lideranças, né, que vão falar o caminho vai ser A, o caminho vai ser B, e às vezes podem ser caminhos diferentes, né. Cristãos, por exemplo, será que os evangélicos protestantes e os católicos vão tomar caminhos diferentes em relação a essa discussão? São coisas curiosas que a gente começa a pensar, né?
Sim, vai na linha do que a gente já vê no cinema. A gente sabe que cinema é um grande, principalmente cinema hollywoodiano, é um grande instrumento de propaganda, tanto que o vínculo entre a CIA e Hollywood já é documentado há muito tempo. O filme Prometheus, lembra, Vilela? Do Ridley Scott, em que os engenheiros aparecem ali E eles que criaram humanidade fazendo essa engenharia, né, engenharia genética, introduzindo DNA, toma black goo, é através da black goo, né, que aquela goagem mais escura que o cara bebe aí, e que a gente vê na cultura pop em várias capas, ensaios fotográficos. Sim, a própria Venom é meio que uma black goo.
Não sei se você tem essa imagem que a gente usou em outro programa, do Prometeu.
Então o que eu acho interessante, o Prometeu, eu como Eu, cristão, a princípio fiquei...
Sabe o que falam desse filme, né?
Prometeu, mas não cumpriu.
Exatamente. O Ridley Scott prometeu, mas não entregou. Mas eu gostei do filme, eu gostei.
Eu gostei também, mas ele cortou cenas, né, cara? Ele cortou? Cortou, tem cena cortada ali, cara.
Sabia.
É do papo lá do engenheiro com... Ah, sim, tem.
Tem essas cenas, cara. E numa das cenas cortadas, sabe o que eles falam, os engenheiros alienígenas? Eles falam assim: "nós nos arrependemos de criar a humanidade, porque nós criamos a humanidade e eles nos crucificaram". Ainda faz uma alusão que Jesus era alienígena.
Só que eles acharam que ia dar muita polêmica e daí eles cortaram essa cena. Mas depois ela vazou, ela está no YouTube, eu já vi essa cena.
E a ideia é exatamente essa, eles falarem que Jesus era um alienígena e que Maria não ficou grávida através do poder do Espírito Santo nem de Deus, mas ela foi abduzida concebida e foi inseminada ali um óvulo híbrido nela e Jesus seria um híbrido que veio para fazer uma ponte entre a humanidade e essas raças alienígenas.
Seria uma boa saída para religião, né? Trabalhar uma ideia dessa.
Mais ou menos, né? Eu acho o negócio meio diabólico na minha leitura, né?
Mas como é que a religião explicaria a chegada de Jesus?
Então, o Vaticano já tem o o Padre Giuseppe Tanzella Nitti, né, que é um dos jesuítas que tá à frente disso, ele já tá dizendo que pode ser que os alienígenas não tenham passado pela queda nem pelo pecado original. Pode ser também que eles não precisem ser evangelizados nem batizados, e pode até acabar acontecendo que nós tenhamos que aprender com eles essa teologia das galáxias, né. Então ele— eu fico com receio de apresentar tratar em seres como se eles fossem santos e quase semideuses, né, que a gente tivesse que submeter a eles.
Que a gente vai numa linha um pouquinho de Problemas dos Três Corpos, né, ou do Prometheus. Porque no Prometheus, a parte que eu no início não gostei, depois eu gostei, porque ele se apresenta como os criadores da humanidade que deixaram pistas ali no registro arqueológico e mapas para que os seres humanos, quando tivesse evoluído, soubessem Só que quando você vai ver, eles estavam vindo para a Terra para poder destruir a humanidade.
Aniquilar a criação. Porque ficaram tristes ali, porque os seres humanos estão destruindo a natureza e tal.
Não corresponderam.
E aí você acaba vendo que na verdade eles são seres que são nojentos, malignos, egoístas, exploraram a humanidade e que são mentirosos também. Então assim, dá mais para você interpretar que isso é uma mentira e não a verdade revelada.
Eu não sei se você viu, mas pela primeira vez na semana passada, uma liderança da Igreja Católica veio declarar que aliens são demônios.
Aí foi demitido, né?
O pastor exorcista chefe. E o cara nada mais é do que da Arquidiocese de Washington, na capital dos Estados Unidos. O Papa, ele é um Papa americano, então certamente teve um peso muito grande. Imagina um cara na capital dos Estados Unidos, exorcista chefe, gravou um vídeo de 5 minutos falando que inclusive as luzes são demoníacas.
Rico.
E dias depois ele foi destituído do cargo, foi limado aí.
Mas será que ele foi limado com a chancela do Papa ou foi uma decisão local ali?
Talvez local, porque o bispo ele tem a autonomia, né? Então pode ser as duas coisas, né? Pode ter sido uma determinação, ou ele como bispo ele tem ali a—
é porque eu sinto que não há um interesse de que o alienígenas sejam classificados como demoníacos, porque eles vão acabar passando como criadores e/ou salvadores da humanidade. Eu acho que esse que é o plano que está sendo... Talvez o filme vá nessa linha. Eu não sei se o filme vai nessa linha.
Eu acho que as pessoas começarem a pensar nisso é muito perigoso, porque isso pode abrir uma porta.
Com certeza.
Essas pessoas... É por isso que existe a chamada elite calling nos Estados Unidos, que são os os católicos religiosos do Pentágono, né? Eles falam que se as pessoas acreditarem que aliens são demônios, aquilo começa a se manifestar de forma de fato demoníaca. Então é uma discussão. E amanhã vai ter uma reunião com deputados, senadores e os denunciantes para ter novas revelações, porque o David Grusch finalmente obteve do Pentágono autorização para falar dos seres, inteligências não humanas.
É um processo que demorou quase 3 anos e agora o David Grusch amanhã vai ter esse evento, vai ser televisionado para poder falar sobre isso.
Então, vou falar um negócio para vocês. Você sabia que existe um conto, um mini conto de 2005 chamado The Lion of Judah? Nesse conto, 2005, o Papa que tá governando é o Papa Leão XIV.
Você falou isso já? Ah, sim.
E esse Papa é o Papa que vai receber os alienígenas.
Ele tem um vídeo falando disso. E qual que é o nome do Papa? Tem uma referência lá, cara.
O Leão Cato. Só fala o nome. Não, Robert.
Robert de Andalco.
É, mas nesse conto não tem nenhuma referência a ele ser americano, algo assim? Tu consegue?
Não me lembro, cara. Acho, não me recordo. Mas assim, é um conto que eu achei meio de blasfêmia.
Sim.
Porque o Papa O conto começa, o Papa está com o filho bastardo dele que trabalha com ele e ele está na cama com uma concumbina dele. Então já começa ofendendo, para quem é católico já saiba que é um conto que vai te irritar e te ofender. Mas eu achei extremamente estranho e curioso a gente estar vivendo esse negócio de alienígena agora e o Papa ser o Leão XIV.
E me diz uma coisa aqui, Daniel. E aquele papo de que durante a Copa do Mundo a gente pode ter um evento aí.
Coloca aí, eu mandei para vocês. Coloca, põe na tela, põe na tela. Eu vou estar lá, cara. Eu prometo que eu filmo.
Aí eu lembrei daquele filme que é um jogo do Brasil no filme.
Como é que é o nome do filme? A Guerra do Amanhã, se eu não me engano.
Isso, mostramos aqui, né?
A Guerra do Amanhã, né? Que pô, o Brasil tá em campo ali.
É, o Brasil.
E abre um portal e os cara vem e tal. Aquela coisa toda.
É, no filme não são os alienígenas que estão chegando, mas tem a ver com alienígenas. São seres humanos, mas tem a ver com alienígenas.
No jogo do Vasco e Operário, é lá no Morenão, Mato Grosso do Sul, teve investigação.
Olha a comparação! Estão falando de Copa do Mundo, mas é que a gente tá falando de filme, ficção. Vasco e Operário.
O Roni tá falando de realidade.
Foi uma ficção, foi um avistamento em massa no Brasil. Fazendo um jogo de futebol.
Olha aí, ó, jogadores.
Não foi você que trouxe esse caso? Acho que foi ele que trouxe esse caso.
Era um fenômeno episódico assim, brilhante, passou embaixo do, quase no campo, cara.
Tipo, muita testemunha, todo mundo viu isso aí, muita testemunha. Eu lembro, acho que foi você que trouxe, né, para internet esse caso, não lembro.
Não, isso foi o Jevaé, antigamente falecido. Foi testemunha desse caso também, foi um dos casos que motivou ele inclusive, os cara os nomes bonitos na ufologia, né?
Você vê, ó, G.Vaer, Wierand Jolanda e Roni Vernier. Só nome top, né? Edson Boaventura eu tirei porque, né, já é o nome mais normal, né?
Ô Bigoda, últimas perguntas. Olha lá o que o Roni falou.
Foi que ano isso aí, ô Roni?
Ó, bem antigo, olha o jornal antigo.
Que ano foi isso aí?
Não lembro.
Caraca, drone acho que não era não, né, viado?
Acho que não tinha drone nessa época não. 82, será?
82, tava nascendo. Vilela já jogava bola já, andava de ônibus.
Nessa época eu já tava barbado. Eu e a tua mãe, ô bigodão, olha o que você vai falar.
Eu não tinha nascido ainda.
É, mas tua mãe já. Sua mãe não, brincadeira, brincadeira, Dona Bigoda, brincadeira. Ele pode ser meu filho e nem sabe, cara.
É verdade, a gente tem o mesmo sobrenome, né, cara.
É mesmo, ele é É sério, cara. Sério? Ih, rapaz, tem alguma coisa aí.
E a idade bate, né?
A idade bate.
Não, não, bate para ser filho.
É, para ser filho.
Porque do jeito que você falou, né?
Tem que levantar agora um teste genético aí.
Vamos fazer um DNA aí.
Vamos fazer.
Mas você andou bagunçando em Austrália, né, cara?
Rapaz! Aí você achou uma mulher bonita, é que ele é mais pentoso que você, hein, Vilela.
Isso é verdade.
Não, só o cabelo. Ele saiu melhorzinho.
O maxilar aqui, ó.
Vamos mudar de assunto, vai, vai, perguntas, perguntas.
É só responder É de 82 o jogo.
82, é isso aí. 82, cara, não dá pra falar que era drone, né?
É, não tinha drone.
É drone, não... Ó, a próxima pergunta é do Renato Marques.
Ele falou: "Conseguem explicar as imagens que surgiram da Patagônia?" Eu tenho imagem aqui?
Ah, é só começar a ler, né?
Ah, essa eu não sabia não.
Também não.
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É, ele não tá muito feliz não, né?
Parece a capa de um disco de black metal.
É, tá meio macabro.
Essa imagem é bem conhecida, né?
Você conhece?
É uma formação ali.
É um glacial ali?
Não sei se é glacial, é uma formação rochosa, eu acho, tá? Acho que não é gelo não.
E nos Estados Unidos você viu a vaca que tem um desenho do alienígena na cabeça?
Esse acho que eu não vi, não.
Não viu não? Que ela tem uma mancha igual a cabeça de um alienígena. A galera vê essa vaca à noite, fica desesperado. Procura essa aí, ô biguá da galera aí.
Ela foi abduzida e voltou com carinho, mano.
Cara, a mulher fala: olha o susto que eu levo todo dia.
Ela tem a tatuagem nela, até fez a tatuagem, né?
Ela tem aqui assim na testa igualzinho o rosto, cara, da menina.
Mas Roni, tu conhece aquele caso, óbvio, né, de Peixoto de Azevedo? O Sacani fez uma live, cara, passou um objeto por cima do lugar e o senhor que morava sozinho lá Ficou dias sem ser visto. O pessoal procurou ele na casa, chegou na propriedade, os animais mortos, e arrombaram a porta da casa lá porque ele correu. Dizem que ele, eles acham que ele correu do objeto, se escondeu lá dentro, encontraram ele morto lá dentro. Tem foto disso, o Sacani mostrou num podcast, tava camiseta, bermuda, o corpo totalmente tostado.
E no chão assim, a cabeça encostada no chão dele deitado, né, o cabelo todo caído em volta da cabeça. E aí o Sacana até comenta sobre isso, né, pô, queimou o corpo, mas não queimou o cabelo, não queimou a roupa.
Tem vários casos desse aí, tem o homem que derreteu de Araçariguama, 1946, 46, tá? O homem que derreteu.
É similar isso.
É sintoma de radiação, né? Pois é, tudo que é inorgânico, roupa, né, fica, e o que é orgânico sofre a reação. Com as partículas e...
Cara, eu achei bizarro, o Sacani trouxe isso num podcast.
É isso aí, tem muito caso em sigilo que guardam sobre isso aí, é um dos pontos que... Porque esse assunto tá... Entendi. A parte negativa, né? Tem uma parte que é legal, mas essa parte realmente mutila, quanto mais tem mutilações, o pessoal tranca.
Sim.
Bigoda, última pergunta?
Eu achei imagem aqui da vaca, ô Daniel.
Aí, ó.
Fala assim, cara.
A cabecinha da vaca.
Não, isso daí é sério?
É.
É, não, velho, a vaca tem essa mancha na testa.
Não, o negócio colocaram ali. Ah, não, mano, se uma vaca dessa aparece no meu sítio, é churrasco na hora, cara.
Leva tiro, não leva não?
Leva tiro, cara.
O cara assustado larga de chumbo.
Falando em levar tiro, deixa eu fazer uma última pergunta pro Rony. Rony, um grey dá para dar tiro nele, não dá para matar? Um alienígena grey, pô, porque eles são avatares, né?
É orgânico.
É, dá para bater hoje. São os bonecos enviados aí.
Nórdico, acho que não dá para matar. Olha lá, olha o zoom na vaca.
Olha lá, a testa dela.
O brinco da vaca lá.
Imagina, de madeira.
Agora, o que os físicos do governo estão dizendo, Hal Puthoff, Eric Davis, é que tem 4 caras, 4 raças que tem corpo, né, reiterado, físico. Nórdico, reptiliano, insetóide e o tal do cabeçudo lá do Grey. Agora vamos ver se o Trump libera para ver essas fotos aí.
Última pergunta, ô bigode, é boa, é non-English.
Michael Douglas, cadê o suado aí?
Dá para os três responder?
Olha lá ele.
O Júnior, ele falou o seguinte: depois de acompanharem tantos casos, qual foi o vídeo de um suposto OVNI que mais convenceu vocês?
O meu foi o que eu mesmo filmei.
Eu também, eu achei o mesmo vídeo. Acho que cada um é a própria experiência.
Eu filmei, quem tá na arca já viu o vídeo.
Contei também da experiência da bola de fogo, que pode ser um orbe, alguma coisa lá perto de Ushuaia, indo para Ushuaia, quando você atravessa a balsa lá no Estreito de Magalhães, se não me engano. Aí, cara, é uma montanha que você não para de subir, eu estava de madrugada e eu achava que era uma fogueira ao longe e eu rodava, subia, virava para cá e aquele negócio me acompanhando.
E você estava puro, né?
Estava puro, sempre puro. Sempre, pô, vou dirigindo ainda, né? Já não sou de substâncias, ainda mais dirigindo. Na época, a namorada tava dormindo e eu não, eu fiquei com medo até de acordar. Eu só tava tentando fugir daquela parada e dirigindo rápido e tal. E a sensação que tava vindo atrás, em cima de você, não aproximava nem afastava, mantinha a mesma distância, mas era estranho assim.
Não quis pagar para ver, não parei acompanhando. Acompanhando assim?
Não, tava me acompanhando subindo a montanha, virando lateral.
É lateral.
Eu calcularia, não sei tamanho da parada, mas eu calcularia uns 3 km assim de distância, bem longe assim. E você, Ronis?
Ah, foram os meus mesmo, né? Já vi seres duas vezes, né? E nunca mais vi. É como se fosse, ó, só vou te mostrar aqui para você ver uma vez, para saber, para você saber que existe, continuar pesquisando. E nunca mais me foi mostrado nada do tipo. Agora, imagem pública Tem umas imagens bem interessantes que o pessoal pode ver. Tem o OVNI do Reino Unido, né, que o governo que fez a imagem, a imagem perfeita do OVNI em forma de losango.
Você esqueceu de falar da visitinha que eles fizeram lá, né? Ah, sim, sim, sim.
Quem pesquisa a fundo fenômeno é visitado, né?
Efeito físico. Pera aí, o pessoal—
Por isso que o Vilela não pesquisa.
Bloqueei aqui o Andrew, falou que era o Kid Bengala com uma lanterna atrás do Vilela.
Ô, querido, pô, bem, Kid Bengala tá passando frio, né?
Depois dessa é para acabar, né? Tem alguma pergunta boa? Não, né? Se não tiver, boa.
Não tem um comentário aqui que eu achei interessante, que eu até anotei, que é do Alex Weber. Ele falou: por que uma nave alienígena precisa ter luzes piscantes, que o objetivo é justamente não ser visto?
Cara, isso é uma ótima pergunta, Roni.
Ela tá se exibindo, ela quer ser vista.
Toda nave, os cara tentam é fazer stealth, né? O negócio para não passar por radar, tal. Aí vem os cara aqui assim vende tudo quanto é lugar.
Sabe o que que acontece quando ela não quer ser vista? A gente não vê.
Exatamente, viu?
Cara, por isso que poucas são vistas.
É isso, porque tem relato de transparência.
Aqui esbarrou numa luz, pô, você acendeu a luz, cara, não era para acender a luz.
Eu acho que não, cara. Inclusive parte dos casos, bigode no comando, é total, são de seres iluminados.
Aí, ah, tá. Não, e tem no filme Olhe Olha para cima, não, não olhe, não olhe, não olhe para cima, que a nave era um ser vivo, ela devora as pessoas.
E agora, quando existe a luz, existe o olho grande, justamente porque os dois elementos, a luz e o olho grande, é para pessoa não conseguir não olhar, ela tem que olhar. Quando ela olha, aí acontece a conexão com o fenômeno, e aí depois acontecem visitas.
É tipo Medusa, não pode olhar para ela.
Olha, eu não vou aparecer para todo mundo, mas Quando aparecer para você, você não vai conseguir tirar o olho de mim.
Que que é isso, bigode?
Esse é do Reino Unido, né?
Olha o tamanho do trem, cara.
E aí essa imagem feita pelo governo, né, feita por dois montanhistas, que o governo confiscou essas imagens. E aí depois o Nick Pope, que é falecido, faleceu agora pouco, ele obteve lá, que não era Papa, né, só para lembrar, né? Não era o Papa, não era o Pope, mas são imagens que os Montanhas até hoje não apareceram.
O governo pegou as imagens deles e sumiram. Aviação, cara, aviação, ela tem muita coisa.
Ninguém nunca mais viu os caras.
Aviação tem muita coisa. E eu como piloto, né, eu conheço muito piloto que já me deu relato, cara. Eu, o único que eu vi voando, né, foi em cima de Curitiba, de olhar para o meu instrutor, ele olhar para mim: você viu? Eu vi. E você? Eu vi. E você? Aí, pô, será que falamos controle?
E como é que era, cara?
Alongado. O formato clássico, alongado, só que ele não era, como é que é, afilado aqui, né? Ele era um pouquinho, ele era sutilmente.
Mas tem avistamentos que o pessoal descreve iluminado, iluminado de luz.
Meio-dia, cara, meio-dia, procedimento IFR em cima do aeroporto ali.
Hoje no evento que eu fui de manhã, no evento com o Vilela, e lá tinha um cara que trabalhava, falou que trabalhava no Sindacta, E ele falou que ele viu já várias coisas, a galera sempre comentava.
Alguma coisa tem, pode ser testes de governo, pode ser armas que ainda não apresentaram, pode ser só viagem, pode ser demônios, podem ser aliens, e pode ser sabe o quê? O bigode. Bigode, é você, apertei o botão que não devia. Exato.
É redes sociais, @lucianotigre com dois Gs, ou se você digitar Coloca Luciano Tigre na internet, você me acha.
Só colocar lá Canal Roni Vernet e qualquer rede vocês vão me encontrar.
Quem for membro acessa lá o documentário novo.
Exato, tem um documentário novo de Varginha. E quem não quiser virar membro, tem um documentário público, minha ida ao Acre lá, que todo mundo pode assistir no YouTube.
Pode não parecer, mas hoje foi o episódio especial de Ligando os Pontos, hoje com convidados célebres aqui. Daniel, suas redes sociais O que você faz e como faz para fazer como eu e ser um associado da Arca?
Então, Daniel Lopes com Z, né, tanto no YouTube quanto no Instagram. Faço live de segunda a sexta ao meio-dia. Para você vir participar do nosso grupo de estudos fechado lá, Arca, é só você clicar em qualquer link embaixo dos meus vídeos no YouTube. Ali tem um link ou na descrição do meu perfil no Instagram. Prazer, Vilela.
Prazer. Foi mais uma vez uma live, foi um sucesso. Hoje batemos mais de 40 mil pessoas ao vivo. E você que está aí, agradecer também aos nossos patrocinadores que fazem isso acontecer, né?
Estratégia Concursos, Contabilizei e G4 que estiveram com a gente.
Exatamente, tem link na descrição, QR code na tela, assim como a Arca. A gente deixa tudo no comentário também fixado. Aliás, hoje não teve muito livro, muita dica, não precisa fazer. Falamos de filme e faremos um episódio sobre o dia D, hein, Roni?
Tô dentro, tô dentro.
Pô, cara, super dentro. Os momentos.
Tem que ter muito.
Eu tô me segurando aqui porque quando terminar a live eu não vou nem perguntar, porque eu gosto de não saber nada.
Eu já não ligo para spoiler.
Ah não, eu não gosto de spoiler.
Não gosto.
Tem que segurar pelo menos 5 minutos.
Não pergunte, não pergunte, eu não quero saber nada. Eu não vi nem trailer, cara, sério. Eu não vi nem trailer desse filme porque eu não quero que apareça uma criatura, eu não quero ver como que é a forma dos cara. Olha lá ele lá. O que que você tem que falar agora mesmo?
Obrigado a todos que chegaram até o final, né? Se você não deixou o seu like lá no início, aproveita e deixa agora. Deixa agora aí o seu like, cara, tá certo? A sua inscrição, rumo aos 6 milhões, ajuda a gente aí. E muito obrigado por ter chegado até o final.
O que que o pessoal escreve nos comentários para provar que chegou até o final desse papo maravilhoso?
Manda aí.
Etebilu. Etebilu. Poxa, que comercimento, né? Filósofo. Era um cara com moletom cinza, né? Até mais, fiquem com Deus, beijo no cotovelo e tchau. E que bom que vocês vieram, valeu!
Impuntes. Caso você se sinta ofendido ou tenha qualquer questionamento sobre as declarações feitas neste vídeo, por favor, entre em contato conosco para esclarecimentos. Estamos abertos a avaliar e, se necessário, editar o conteúdo para garantir a precisão e o respeito a todos.
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