HOMEM-ARANHA NOIR + O QUE ESPERAR DE DIA D? + NOVA TEMPORADA DE X-MEN ‘97 - Plantão Nerd. #003
AFFONSO SOLANO é escritor de fantasia e TIAGO REX um super-herói da vida real. Eles são os âncoras do programa de cultura pop do Inteligência Ltda., e vão comentar, junto do Vilela, do GUSTAVO CUNHA, do PABLO PEIXOTO, RONY VERNET, do MICHEL AROUCA e do MIGUEL LOKIA, as notícias recentes do cinema e da cultura pop. O Vilela é o tipo de nerd que colecionou álbum de figurinhas dos gladiadores.
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Tchau! Está começando mais um Plantão Nerd aqui no Inteligência Limitada. Eu sou Afonso Solano, ao lado do meu amigo Mutante. Meu Deus, o filho do átomo, Rex! Senhoras e senhores, hoje falaremos sobre mutantes, falaremos sobre aranhas, sobre estratégias. O que vai rolar, Rex?
Pronto, nossos convidados de hoje para falar de Homem-Aranha no ar são Gustavo Cunha e Michel Arouca. E na sequência, para falarmos de X-Men 97, teremos Pablo Peixoto e Miguel Loquia.
Exatamente! Roni Vernet vem aqui para falar do dia a dia. Fiz para rimar também. Essa nova obra do nosso querido Spielberg, que não é estranho à ufologia. Será que é mais um filme de ficção? Será que ele tá trabalhando junto com Laranjão? Tô rimando muito, né, para fazer essa revelação dos nossos amigos lá do espaço. Eu não sei, você vai saber hoje neste Plantão Nerd. Balançando entre os becos mal iluminados de uma Nova York sempre chuvosa, o Homem-Aranha no ar salta dos quadrinhos para animação primeiro, lá com Miles Morales, e agora para o seu streaming.
Exatamente, o Aranha no Ar, estrelando o nosso Nicolau Gaiola, Nicolas Cage, chegou aí meio que de surpresa, meio pela surpresa. A galera: caramba, achei que ele só tinha feito a dublagem do personagem lá no Aranhaverso. Mas não, está aí na sua televisão, na versão preta e branca ou colorida. E tem muita gente, Thiago, que não tem ideia. Como assim, Aranha no Ar? O que que é o Aranha no Ar?
Ah, o Aranha no Ar. Vamos falar sobre Aranha no Ar aqui, com ou sem Nicolau Gaiola?
Fala primeiro sem. Como é que é o Spider-Noir original?
Vou tirar o óculos que eu não consigo.
Você não consegue ficar na sombra?
Eu gosto de deixar meus olhos claros.
Você é um cara do sol.
Eu sou um cara do sol. Sem sol no momento, mas vamos mudar isso. Tá meio faltando um bronze. Bronze. Mas o universo do Aranha-Noir, ele é o universo Marvel Terra-90214.
Tu decorou os números da Marvel.
Of course, my friend. E esse Homem-Aranha, ele é muito similar ao Homem-Aranha que a gente conhece. A diferença é que realmente as teias dele são orgânicas.
São pretinhas.
São pretinhas. E o universo noir é um pouco diferente porque as pessoas não têm poderes. O poder do Homem-Aranha veio através de uma aranha mística, entendeu? Como uma entidade mística.
Isso no original, tá, galera?
No original dos quadrinhos, tá? E aí ele absorve esses poderes. Porém, como o universo noir ele é mais pé no chão, esse Homem-Aranha, apesar dele ser forte, ágil, resistente, Ele não é tão forte quanto Homem-Aranha que a gente conhece. E para ele, usar armas não é um problema, porque faz parte daquele universo detetive. Então ele tem metralhadora, pistola. Ele é um cara bem dos anos 30, que é onde essa história se passa, né, nos Nova York dos anos 30.
Na 40 é pouco, não é?
Não, 30, é logo depois da grande crise americana.
Exatamente.
E aí você tem aquela América se recuperando, mas com muitos problemas. Você tem aquela coisa da Lei Seca, você tem a economia muito embaixo. Então você tem outros personagens também que fazem parte do universo Marvel, que depois também tiveram suas séries no ar. Então você tem ali a menção aos X-Men, você tem o Professor Xavier, você tem Wolverine, mas todos muito mais sutis, muito mais pé no chão e muito mais voltado nessa dinâmica de investigação, máfia, bem anos 30. Então esse é o universo dos quadrinhos desse Homem-Aranha no ar.
Agora, o Nicolau Gaiola aí, ele também é um cara que sempre que o próprio, o nome dele, Cage, ele vem do Luke Cage.
Ele se deu esse apelido, ele não queria usar o nome da família, ele não queria chegar em Hollywood usando o nome Coppola.
Ele é sobrinho, ele é sobrinho do Coppola, do Francis Ford Coppola.
E ele é um grande fã de quadrinhos, inclusive o Nicolas Cage foi uma das poucas pessoas que possuiu o original número 1 do Action Comics do Super-Homem.
Que ele tá segurando o carro.
Carro verde.
A galera tá vendo aí na imagem, ó. Sim, sim. Não, ele é nerdão. O Nicolas Cage sempre foi nerdão, ele sempre quis interpretar super-herói, a gente sabe, né? Tentou durante muitos anos, acabou conseguindo. Não foi o Super-Homem.
Não foi o Super-Homem.
Era o Super-Homem que a gente merecia, alguns diziam.
Sim, na mão de Tim Burton.
É, cara, esse Super-Homem, um dia a gente podia fazer um Plantão Nerd só sobre o Super-Homem que nunca tivemos. Lembro que o uniforme dele teria meio que um raio-X, aqui você poderia ver os intestinos do Super-Homem.
Tu lembra dessa porra? Não, tinha um vários concept art disso. Esse é um horroroso, por sinal, como se a roupa fosse uma coisa meio alienígena. Ele não voava, ele ia ter um veículo que ajudava ele a voar, ou seja, era uma visão muito deturpada da imagem do Super-Homem.
Ele via meio que num raio, ele pulava, mas meio que chegava num estrondo. Uma merda. Tim Burton fez muita coisa boa, mas tem as ideias ali não, ali não. Mas ele conseguiu ser o motoqueiro. Você acha que o Nicolas Cage é um bom motoqueiro fantasma?
Eu adoro o filme do motoqueiro.
O primeiro?
O primeiro. Ah não, Rex, o primeiro tem aquela— primeiro que ele é assim, é vamente, é vamente, já diz muita coisa. Ok, 2. Eita, tem quadro no filme!
Ele tá, ele ficou puto, tu viu, falando que quando ele apareceu no filme com o Luciano— vai botar, Luciano, bota aí o Nicolas Cage de quadradinho, ele fica puto. Ele deu entrevista falando que ninguém acreditou que era verdade. Aí ele falou: eu nunca mais vou— me prometi que eu nunca mais vou malhar porque achavam que era um dublê.
Ele tava excelente no filme e ele faz um bom motoqueiro fantasma.
Ele faz. O filme que eu não acho bom, eu não gosto, acho o filme muito plastificado. Acho que aquele final que ele chega para o escuridão— não, que quando ele chega para o Velho Oeste lá Pô, muito bom! E fala assim: pô, vamos uma última cavalgada juntos em direção ao coração de sombras, coração negro. Aí o cara, aquele bigodudo, que eu esqueci o nome do ator. E aí, meu irmão, foda! Ele de motocicleta e o Cavaleiro lá, porra, de fogo.
Os dois, os dois motoqueiros fantasma, o Cavaleiro Fantasma. Puta cena! Quando eles chegam para enfrentar o vilão, o Cavaleiro Fantasma se desfaz, fala assim: bom, muito bom cavalgar contigo, mas "O meu poder acabou, era o único que eu podia fazer, era cavar o buraco contigo.
Boa sorte." E ele vai embora do filme.
Pra manter a tradição do Plantão Nerd, vamos aqui analisar o shape do Nicolas Cage. Aí sim, por favor. Olha o shape do Nicolas Cage aí, Thiago. Vamos lá, você que é o nosso especialista.
Agora vamos lá, falando sobre Nicolas Cage na cena que a gente tá falando. Primeiro, os cara está besuntado de óleo porque ele está suado. Isso valoriza muito.
Ele suou de um pesadelo.
Exato. E ele tá trincado. Olha esse abdômen, olha, olha, ele tá bem, ele tá bem.
Tu vê que ele não tava assim fisiculturista, não faz sentido.
Não é, até porque ele era o quê? Ele era uma coisa que nunca me fez muito sentido, né? Os nomes da Marvel estão muito errados, porque para para pensar comigo, né? O motoqueiro fantasma, Ghost Rider, mas qual era a profissão dele? Ele era um stuntman, ele era um daredevil, que é o nome que se usa corretamente, né?
Que são aqueles caras que andavam de moto, galera, que saltava. Ele saltou 10 carros no estacionamento. Roda da Morte.
Fazia perigosíssimas coisas com a moto, entendeu? E o termo para isso em inglês é Daredevil, né? É um acrobata, né?
É o demônio sem medo.
Exato. Não, dare é de desafiador. É um diabo desafiador, entendeu? De dare. Ele poderia ser o verdadeiro Daredevil, porque o poder dele vem do inferno. Ele é o homem em chamas. Aí deram o nome de Daredevil pra um cara que vê como um morcego. O Demolidor tinha que ter se chamado Batman.
Ele é o Batman.
Então está totalmente errada a nomenclatura dos nomes da Marvel.
Fica esse disclaimer aqui a meu favor, mas eu vou fazer o meu próprio universo Marvel com jogos e prostitutas.
Eu acho que essa foto do Nicolas Cage sem camisa valoriza muito bem o personagem, que é um cara atlético, entendeu? Um cara que anda de moto, é um cara que tem que ser leve. Porém forte, resistente para segurar bem a moto, saber fazer as acrobacias, ter uma atividade física decente, entendeu? Se alimentava muito de jujuba, ou seja, muita, muita açúcar, entendeu? Para gastar muita caloria, aquela roupa colada de couro, em chamas também queima muita caloria.
Nicolas Cage, então está aprovado, está aprovadíssimo o abdômen do Nicolas Cage.
Você sabe que eu prefiro o segundo, o outro fantasma, o segundo já mais sombrio, eu acho.
É, eu gostei daquele bagulho da jaqueta de couro dele derretendo. Era uma coisa quase plástico, né, derretendo couro ou plástico derretendo, e tá sempre naquele estado semilíquido, mais sujo. Eu sei que é um filme menor.
A moto é melhor.
A moto é melhor. O primeiro é mais quadrinhos, eu aceito. O design da moto dele é mais quadrinho. É mais assim, sabe?
E quando eu olho a moto do primeiro filme, eu vejo muito o Milton Cunha falando: "Gente, essa moto tá maravilhosa!" Você acha meio... Eu acho muito carnavalesca, entendeu?
Por isso que eu achei que era mais quadrinho ela. A segunda, ela é mais rock and roll.
É, mais rock and roll.
É mais rock and roll, aquela cena e aquela fumaça preta saindo dele, é uma coisa mais assim.
Mas tem coisas no primeiro filme que vale a menção, cara. Vamos lá, que eu gosto muito, que é quando ele cai no rio e aí ele anda com a moto no rio e aí fica aquela fumaça em cima. Eu acho que é uma moto sobrenatural, né? E quando ele anda no prédio, que ele pega a lateral do prédio, faz vertical, isso é muito maneiro.
Cara, é um dos personagens mais poderosos da Marvel. Pouca gente lembra, né? Mas ao contrário dele, o Espada no Ar não é tão poderoso assim. Não, não é o que você falou, mas o Nicolas Cage é muito poderoso.
É, e para debater esse assunto com a gente sobre o Aranha no Ar, vem aí Gustavo Cunha e Michel Arouca balançando diretamente de São Paulo aqui para o Plantão Nerd.
Olha eles chegando!
E aí, e aí, gente, tudo certo?
Tudo bom? Bem-vindos! Prazer estar aqui.
A vantagem do paulista, o Rex, é que eles podem se balançar realmente na Avenida Paulista. O carioca vai pendurar onde?
É, a gente não tem prédios altos.
Não tem.
O Homem-Aranha aqui no Rio de Janeiro seria um fracasso.
E se tocar uma teia, hein, Michel, hein, Cunha, se tocar uma teia num poste daqui, esse monte de gato vai tomar um choque.
Nossa, ele fica limitado à Zona Sul, né? Não pode trabalhar na Barra.
O Eletro realmente seria um grande inimigo do Homem-Aranha, né? Porque todo poste seria um.
O Eletro aqui, acho que ele mesmo vai dar ruim. Vem cá, vai dar ruim também você vestido desse jeito aí. Os convidados, mostra seu rosto bonito.
Pô, eu gostei do Rex.
A lá que aranha no ar!
O algoritmo vai adorar isso.
Vamos lá, deve pensar que a gente tá assistindo o Ana Bomber com o assaltante de banco.
Mas, ô, Michel e Cunha, é porque eu não tinha nenhum fedora, né, preto aqui, não tinha um sobretudo pro Thiago vestir. Na verdade, não existe sobretudo que cubra o Thiago, convenhamos.
Eu tô mais pra Ed Brock, né? Eu tô mais pra Venom, né?
Não rola, né?
Mas a gente quis priorizar o Homem-Aranha, por isso que eu não vim de Viana dessa vez.
Pois é, mas vocês certamente— o Michel tem tudo a ver com o ambiente no ar, eu acho. Eu acho que seria um bom, né, um bom detetive no ar, cara. Você tem uma vibe assim anos 30, 40, 40, né, 40, 40, 50. Entendi. Um cara que tá ali com seu cigarro, seu whisky, e olhando pelas persianas a rua, ele fala assim essa cidade. Tem sempre essa cidade no manual, né?
Essa São Paulo mistura as pessoas.
Isso, já o Cunha é muito cyberpunk, esse fundo dele tá muito—
esse fundo dele seria bem cyberpunk. São Paulo tem uma coisa bem de noir, né? Quando você anda ali pelo centro de São Paulo, você olha os prédios, as arquiteturas antigas assim, tem prédios bem bonitos assim, que tem bem aquele estilo. Eu acho que na verdade São Paulo é Gotham City brasileiro.
Eu acho que para os cachorros de São Paulo, São Paulo é sempre noir. Vamos fazer uma piada veterinária? Vocês gostaram dessa ou não? Foi boa?
Não, foi média.
Entendi.
Isso foi média.
É porque o cachorro, ele vê preto e branco, entendeu?
Não vê preto e branco. Como não vê preto e branco?
Claro que vê.
Ele só não tem um— Não vou entrar nesse assunto, porque senão a gente já vai falar de cachorro. Estamos aqui para falar de aranhas radioativas, pessoas que aceitam ser picadas por animais e não procuram um médico, entendeu? Não procuram tomar um antialérgico. E por causa disso elas ganham poderes. Isso é uma coisa que tem que ser explicada para as pessoas não saírem se aplicando aranhas por aí. Beleza.
Eu, por exemplo, fui picado uma agulha radioativa, então eu fiquei assim, ficou desse tamaninho aí. É, meu querido Cunha, você já conhecia o Aranha-No-Ar antes da série assim? Porque eu acho que ninguém é obrigado, né, saber tudo do mundo nerd e tal, tem essa coisa.
Não, não, na verdade eu conhecia alguma coisinha assim, e eu comecei a estudar um pouquinho mais dele quando veio a animação do Aranhaverso, né, ele apareceu. E aí eu comecei a olhar um pouquinho mais justamente pelos vídeos, mas eu nunca cheguei, eu só li alguma coisa agora antes da da série do Nicolau. É, do Nicolau. Não sei se eu posso falar o nome das marcas aqui.
Pode, pode.
Prime, né, com o MGM+. É um negócio da Sony com Prime, com MGM+. A gente nunca sabe quem é que tá por trás do quê nessa questão.
Multiverso das marcas, multiverso das produtoras.
Você, Michel, você conhecia o Aranha no Ar antes da série do do Aranhaverso lá e tal?
Eu tô no mesmo barco do Gustavo Cunha também, né? Eu vi, acho que sabia que existia o quadrinho, mas fiquei mais familiarizado quando veio o Aranhaverso, dublado pelo Nicolas Cage inclusive. E aí nós tivemos essa série aqui do Prime Video que eu considero um presente, cara. Que presente essa série do Homem-Aranha no ar! Eu fiquei assim, eu estava muito vendido desde o trailer. Falei, cara, Beleza, pelo trailer já deu para ver que isso vai ser legal.
Mas aí quando eu fui assistir, falei: pô, cara, obrigado, sabe? Eu não sei se eu merecia um presente desse tamanho. Eu fiquei muito feliz com essa série.
Não, essa autoestima baixa aqui no Plantão Nerd não pode. Vamos fazer já uma correção, pera aí.
Você não é assim, você não é exatamente autoestima, é estar calejado com Prime Video, é diferente.
Nós acabamos saindo do final de The Boys.
Concordo, concordo.
Entendi. Cunha, você foi pego de surpresa pela série também, que nem o Michel?
Sim, eu esperava que ela fosse ser legal, justamente porque ela prometeu isso nos trailers, né, cara? A gente sabia que ia ser uma coisa assim com o Nicolas Cage totalmente Nicolas Cage, mais canastrão do que nunca, numa série noir preto e branco, velho. Não tem como dar errado, né?
E não tem, eu acho que não tem como dar errado.
Tem que se esforçar um pouco mais só para entender.
Vocês dois aí não tem como dar errado.
É, os caras conseguiram errar com Star Wars, né, cara? Os caras erraram com Star Wars, não vão errar com...
Mas Solano e Rex, vocês não gostaram de Aranha no Ar? É isso que tá acontecendo aqui?
Vamos lá, eu vou dar meu ponto primeiro.
Sim, falamos um pouquinho antes de vocês entrarem, mas relembra pra gente.
Vamos relembrar aqui. Meu ponto sobre o Homem-Aranha no Ar: eu curti a série, eu gostei da ambientação. Puta, já vi, já vi. Não, não, aquele anos 30, é que tipo assim, quando você viu os filmes da... A história se passa logo depois da recessão, americana depois de 1929. Isso é bem nítido no universo, isso é falado na história, tá? E o Universo Noir é em cima disso, é uma Nova York dos anos 30. E aí o que acontece quando você vê cenas de gueto, de rua, ficou muito colorido, muito branquinho, muito limpinho, entendeu?
Tipo assim, é colorido, ficou. Eu vi a versão colorida, a versão preta e branca, porque olha só, desculpa, eu não estou em 19— 30, eu nasci para ver cores, entendeu? Eu não sou o Louie do Entrevista com o Vampiro, eu quero ver um pôr do sol colorido. Então eu queria ver a versão colorida. E o que acontece, quando você vê, tipo assim, por exemplo, quando você vê aquele filme Martin Supreme, tá, ambientação de Nova York dos anos 60 era bem suja, cara, os anos 30 deve ser pior ainda.
Então quando você vê a versão colorida, tudo é muito limpinho, tudo é muito clarinho, não tem uma noção, ele não tinha. O ambiente em si é legal, mas não ambienta você com o universo.
Agora, sobre o Homem-Aranha, A estética noir, ela não é necessariamente suja, não. Ela não é só, inclusive, não é só sobre o preto e branco, né? Ela é sobre um pessimismo da época. Você tinha ali a Grande Depressão, você tinha a Lei Seca rolando, você tem personagens que não eram, entre aspas, preto e branco, né? Eram personagens ambíguos. O Nicolas Cage traz isso, né? Um cara que a princípio é um herói, mas ele pratica extorsão nos seus próprios clientes. Então tem uma série de elementos assim.
Na própria Europa, né, a gente tem a ascensão do nazismo nessa época também.
Sim, exato.
Mas eu senti um pouco de falta da ambientação, que é aquela coisa que a gente sempre viu de Nova York, aquelas fumaças saindo dos bueiros, sabe? É tudo muito de dia, é muito, muito claro. Eu tava esperando algo mais noturno, porque o Homem-Aranha no Ar, o quadrinho do Homem-Aranha no Ar, ele pega exatamente isso, aquela vida suja de Nova York, tá? Os personagens que aparecem ao longo da série no os quadrinhos já no ar, isso virou uma série, né?
Tipo assim, você tem Homem-Aranha no ar e depois fizeram outros heróis, todos ambientados naquela Nova York meio gangster alguns, meio vilão os outros, nem todos têm poderes, sabe? A forma até que Homem-Aranha nos quadrinhos ganha os poderes é muito diferente da série, mas tudo bem, isso explica. Mas eu senti falta daquela Nova York mais suja, aquela ambientação mais sombria, sabe? Eu queria ver isso mais do personagem.
Eu achei que, eu vi um episódio, que eu não me lembro se foi o segundo ou terceiro, eu vi em a cores, né? Todo o resto da série eu vi em preto e branco. E a impressão que eu tive é exatamente essa, de que a série funciona muito melhor no preto e branco. Ela consegue dar aquela ambientação pesada e sombria, até luz do dia, no preto e branco. E no Technicolor, velho, que é aquele Technicolor bem saturado, né, com aquelas cores que a gente vê que não é real mesmo, a série fica um pouquinho mais bonita, mais bonitinha.
Não passa tanto daquele ambiente cínico e pesado que é o noir, né? A gente pega, por exemplo, tem as versões restauradas de que eles botaram cor há muito tempo atrás em Casablanca, né? Falcão Maltese ficou horrível. Eu acho que é exatamente isso que acontece com essa série, porque eu acho que ela foi planejada para ser feita em preto e branco. E a Marvel, a Marvel, a, eu nem sei mais, o MGM, a Sony, o Prime Video resolveram fazer em Technicolor também para dar essa chamadinha, que é legal.
Mas que eu acho que funciona só nos números musicais ali do salão lá da Cat, da Cat Howard. No resto, acho que não funciona. É um filme que se viste em preto e branco.
Jogando aqui para o Michel, né, a nossa geração, nós somos todos parentões aqui, né? O Cunha que é um pouquinho mais para frente aí, Cunha que tá mais próximo do Noir, né? É que ele tem os segredos dele da imortalidade, aí ele não entrega e tal. Mas a nossa geração, ela foi apresentada ao noir, obviamente não aos filmes do Humphrey Bogart, né, lá atrás, aquela galera toda e tal, mas foi com Dick Tracy, Roger Rabbit, essas obras que faziam homenagem àquele gênero que eu falei, que não são em preto e branco, mas que tem toda uma série de alicerces que sustentam as narrativas.
No videogame também você tem o Max Payne, que é uma obra super noir também, por aí vai. Então assim, Mafia, é. Então eu achei, Michel, jogando para você, você perguntou onde que mais ou menos a gente se encontra. Eu achei uma série ok. Tudo que tem Nicolas Cage eu gosto, desde o filme dele na Tailândia dando porrada. Ninguém imaginava que o cara fosse para Tailândia fazer um filme de porrada, até Esquisitinho em Las Vegas, Senhor das Armas, tudo isso.
Adoro. Mas aqui assim, eu assisti uma entrevista com ele muito bacana, ele fala sobre o Liechtenstein, que ele queria trazer essa coisa do pop art para as pessoas mais novas, transformando quadrinho em arte, não sei o quê. Eu acho que tem um grande esforço ali dele, principalmente, e da equipe. Mas o plot, Michel, que não me pegou tanto assim. Eu achei que demora para engatar. Gostei da virada, de onde vem os poderes, mas achei que ficou uma série meio tipo— é, para você não, para você engatou.
Engatou bem, cara. Eu acho que Homem-Aranha no Ar, ele é um exemplo muito interessante de um conceito que foi muito dito naquela série da Studio. Que é uma série com Seth Rogen, que ele é um diretor de estúdio. E uma das coisas que ele fala é que Hollywood é o equilíbrio eterno entre o capitalismo e a arte. Então, pra mim, essa série, ela emoldura muito bem isso. Porque, obviamente, obviamente, essa série foi feita pra ser em preto e branco.
Se a gente ver como eles trabalham as sombras, a fotografia, os enquadramentos, concordo 100% com Gustavo Cunha. Ela foi feita pra ser assistida em preto e branco, pra ser produzida em preto e branco. E aí, eles acomodaram a nova geração, a galera que não gosta de preto e branco, nessa versão colorida. E isso talvez explique o tal orçamento dessa série que foi divulgado. Ele não é um orçamento oficial, a Sony, MGM, Prime Video não confirmaram isso, mas tem os famosos insiders de Hollywood dizendo que essa temporada custou 400 milhões de dólares.
Se isso é verdade, coloca Homem-Aranha no ar como uma das séries mais caras na história da televisão. É insano. 400 milhões de dólares pra uma temporada de 8 episódios não existe, é muito raro. Porém, o Prime Video tem o histórico de realmente fazer orçamentos meio estourados. Então, eles fizeram a Ex-Poder, uma série que quase ninguém fala, mas que foi um grande desastre também, é a Citadel. Porque Citadel não foi uma série, foi uma franquia.
Eles fizeram o spin-off italiano, spin-off indiano, ninguém nem viu, ninguém nem sabe disso, os spin-offs foram cancelados, Citadel Provavelmente não vai passar da segunda temporada que eles acabaram de lançar. E eles também meteram 400 milhões na primeira temporada, chamaram os irmãos russo. E se isso é verdade, meu ponto é: muito veio exatamente em aplicar essa tecnologia de ter as versões coloridas, porque essa não era a intenção original da série. Isso tá muito claro.
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Falando que na opinião dele era para ter sido, não, vamos apostar no preto e branco. E aí que a galera falou, não, não, não, não, tem que ter uma versão colorida porque a gente não pode perder a galera mais nova que vai estranhar. Então tem que ter essa opção. E é isso, enfraquece, né?
Eu aposto que a grande maioria assistiu colorido. Se um dia soltarem uma análise da percepção das pessoas que assistiram preto e branco e colorido, eu acho que colorido vai ser, sei lá, 80%, vai ser a grande maioria. A minha intuição é o seguinte: eu quis ver a primeira temporada inteirinha em preto e branco, como foi idealizada, e eu ainda vou rever o primeiro episódio colorido pra pelo menos ter essa experiência. Mas sem dúvida alguma, cara, assistir ela em preto e branco Eu acho que supre todas as necessidades que você falou da ambientação, da sujeira, das sombras.
Isso aí você vai ser preenchido, o seu coraçãozinho, quando você consumir em preto e branco.
Olha, eu acho que é o seguinte: quem defende Homem-Aranha no ar preto e branco não pode falar mal de Zack Snyder quando ele fez a versão da Liga da Justiça em preto e branco. Fica aqui o meu disclaimer.
Ah, muito obrigado, obrigado.
Temos aí.
Que bom que temos, né?
Inclusive, eu sou acusado de ser um adorador de Zack Snyder, né, cara?
Então eu realmente não vou falar nada Um brinde aos Snidats!
Obrigado, Gustavo!
Vou gravar mais com você e menos com Solano.
Bora! Gustavo, você acha que tipo o Nicolas Cage lá nas entrevistas, eu vi um podcast, o nome mais sem graça que eu já vi chama The Interview, é o nome do podcast. Uau! Mas a entrevista é ótima. Original. É, e aí ele tava falando que ele tinha essa expectativa de que a galera mais nova ao assistir Homem-Aranha no ar talvez vá resgatar esses filmes Não Roger Rabbit, não Dick Tracy que eu mencionei, mas os filmes antigos mesmo que a gente falou, Falcão, Maltese, por aí vai.
Eu acho um pouco otimista demais. Você acha, Cunha, que a galera vai fazer isso? Seus sobrinhos, seus filhos, a galera aí?
De jeito nenhum, cara. A possibilidade disso acontecer, a não ser que eles façam um clipezinho de 10 segundos no TikTok e contem toda a história do Falcão e Maltese assim, é simplesmente impossível. As pessoas não conseguem mais voltar para esse tipo de narrativa. Se a gente, a própria estrutura das histórias, ela é muito mais lenta. Hoje em dia as pessoas não estão mais acostumadas com isso. Se a gente assiste, por exemplo, Uma Nova Esperança do Star Wars, né, o primeiro filme que George Lucas fez do Star Wars, que é o episódio 4, dá para perceber nitidamente que ele é muito mais parado, né.
A minha esposa, a primeira vez que assistiu, ela disse: meu Deus, mas para onde é que vai isso? Esse cara nem consegue mexer a câmera. E realmente ele não mexe a câmera. Nesse filme é tudo muito parado, tudo mais. E isso que é um Star Wars, né? Foi aquele sucesso todo. Então eu acho que não tem como as pessoas voltarem para aquele ritmo lá dos anos 30, dos anos 40.
Porque, Michel, por exemplo, uma coisa que eu senti falta nesse sentido de venda que você falou aí, desse equilíbrio entre o capitalismo e a arte, né? O filme do Sin City, né, baseado lá na— tá até aqui atrás na nossa mini biblioteca. Do Frank Miller, ele faz uma homenagem, é o novo noir, né? Ele faz uma homenagem a essa estética toda. De novo, não só o preto e branco, né, mas pessimismo, aquela coisa toda. Mas no que diz respeito à fotografia do filme, ele exagera esse efeito de claro e escuro.
Então as tomadas, né, o aspecto, os contrastes, eles são exagerado justamente para que a galera mais nova— e eu, quando eu assisti o filme, nós éramos mais novos também— aquilo tem um impacto em você para além de um filme preto e branco. O preto e branco, ele se torna narrativa. Na época que os filmes eram feitos no ar, era uma necessidade. Sim, era diferente. Então acho que, na minha visão— olha aí, a galera tá vendo aí o Bruce Willis e a Jessica Alba.
E aí eu senti falta dessa fotografia, dessa parte mais exagerada, no melhor dos sentidos, no Aranha no Ar, para pegar. Eu também gostaria de ver um pouquinho mais trabalhado. Você não, Michel? Para você foi tranquilaço?
Eu acho que são propostas diferentes, né? O Sin City, ele é muito legal, mas ele tem essa hiperestilizadaça. Isso é muito mais hiperestilizado do que o Aranha no Ar. Eu acho que o Homem-Aranha no Ar, eles tentaram equilibrar uma parada mais raiz Mas ao mesmo tempo tendo o Nicolas Cage. Então você tem uma pessoa mais pop que ao mesmo tempo é um apelo mais para millennials, geração X, tal, não para Gen Z. Então talvez os 42 vão gostar mais de Aranha no Ar, né?
E nós temos um histórico também de uma produção de 2024 que talvez seja a melhor minissérie ou uma das melhores minisséries de 2024, mas que ninguém assistiu, que chama Replay. Que era mais uma adaptação do talentoso Ripley, e ela foi muito ignorada só por ser em preto e branco. Então pingou lá na Netflix, ninguém nem assistiu, ninguém se importou, só por ser preto e branco. E é incrível, é uma das melhores coisas lançadas em 2024.
Então eu não tenho dúvida que o preto e branco ele sempre vai ter esse bloqueio, não só da geração mais nova, né? O Rex também, quarentão, não quis ver preto e branco, isso é normal, cada um assiste como quiser. E eu acho que essa Essa estratégia do Prime Video foi 100% acertada. Deixa as duas versões, é facinho de trocar ali. Pô, brilhante, achei muito maravilhoso. Agora, se isso inviabilizar uma possível segunda temporada, porque ainda não foi oficialmente renovada, isso seria uma questão.
Porque você gasta tanto dinheiro para agradar múltiplas pessoas e no final o investimento não se justifica para continuar isso, né?
Agora, por exemplo, o que o Solano falou aqui, A diferença dos dois que eu vejo é que, por exemplo, Sin City, ele foi feito para ser um quadrinho, tá? Ele não pega referência noir. Se você pega a revistinha do Frank Miller, você vê que os quadros são bem preto e branco, isso é bem marcado. Então a ideia ali foi criar os quadrinhos na televisão, no filme, no cinema, né? Recriar no cinema aquilo. E eles fizeram isso com muito cuidado, né? Os band-aid do Marv ser branco, quase negativo.
Exato.
Os olhos lá do branquinho assim, a lente você sente branca no olho. É uma coisa bem, bem quadrinhos mesmo, estilizada. Já o no ar ali apresentado, foi que eu falei, eu não vi o preto e branco, eu preferi ver colorido.
E poxa, você vai ficar repetindo isso?
Não, não é pra gente lembrar. O que ele falou, uma coisa legal, você pode ver cada episódio, você escolhe ver um colorido ou preto e branco. Toda vez que o episódio vai começar, você escolhe a sua seleção. Sim, mas eu ainda acho que tipo assim, talvez se tivesse pegado mais um sepia, as cores um pouco mais apagadas, eu acho que talvez teria um apelo melhor do que só o preto e branco.
Mas vou dar uma dica aqui, eu vou dar uma dica. Eu odeio, eu odeio, eu odeio as cores. Não, eu sou daltônico, cara. Eu acho muito bosta essa, essa hiper customização do entretenimento.
Como assim?
Do tipo assim, cara, a ver como você quiser a minha obra. Olha, tem aqui, você pode ver desse jeito, você pode ver daquele jeito. Você não gosta do sotaque desse personagem? Ah, se você quiser, daqui a pouco vai ser assim, você pode ver o personagem dublado com um sotaque americano. Se você acha o sotaque inglês difícil, ah, olha, você, porra, joga. Outro dia eu botei lá para jogar um jogo do Star Wars, cara, e aí juro para vocês, o jogo excelente lá da Ordem dos Jedi, lá do Ruivinho, esqueci o nome da porra do jogo, Jedi Order, alguma coisa.
E aí falou assim, se você tem medo de aranha, se você tem aracnofobia, juro para vocês, você pode desativar as aranhas do jogo. Não só as aranhas alienígenas, você pode desativar, por exemplo, um robô que tem muitas patas. Eu falo: "Cacete, a gente chegou nesse lugar assim? Tipo, eu posso dizer o que me incomoda?" Não. O artista, ele tem uma parada, ele tem uma obra, ele tem uma proposta. Eu acho que se... "Ah, não, eu não gosto de filme preto e branco." Porra, então não vai ver.
Se eles lançassem a série já no preto e branco direto, sem essa opção, eu veria de boa.
Então...
A série em si, porque eu falei, eu não achei ela ruim. Acho que até em preto e branco, eu vou parar para ver episódio, eu achei que faltou um pouco mais de ambientação para o período que ele apresenta. Mas temos que trazer um ponto importante agora da série: Nicolas Cage como Aranha no Ar.
Pois é, eu queria trazer esse etarismo para os nossos convidados aqui. Vamos fazer uma parte, porque é o seguinte, quando tá Nicolas Cage já tem 61 ou 62, então 61 ou 62, tá? Eu adoro homens velhos dando porrada, mulheres velhas dando porrada, os filmes aí que a mulherada e os cara estão recebendo porradas também de homens e mulheres. Mas nós gostamos de bons filmes de porrada com os cara mais velho, as mina mais velha. Mas aqui eu achei, quero para os nossos convidados, começando com Cunha, que é o seguinte: quando tá o Nicolas Cage, ele se movimenta como um cara de 60 anos que tem lá, e o cara treinou a vida inteira, é um cara que tá em boa saúde.
Mas quando ele vira o Homem-Aranha no ar, porra, fica muito desconectado. Tu não achou não, Cunha?
Ele é muito rápido, ele é muito É isso aí, cara, sabe que eu consigo entender e até achar uma desculpa que talvez os caras até da produção nem tenham, mas eu tenho, que ele foi mordido pela aranha, então ele tem o DNA da aranha. Ele diz no próprio episódio, num dos episódios, que a aranha tá sempre tentando tomar o controle do corpo. E até vai assistir os filmes no cinema para reaprender como é que os humanos agem, interagem e falam e se mexem.
E quando ele tá sem uniforme, Cunha, ele é um cara de 61 anos. Eu entendi se ele fosse mais ágil com 61, mas Exato, esse que é o ponto assim.
Não sei, aí ele tá no controle e quando ele se transforma no Aranha, a voz muda, ele tem aqueles cliques, aí ele fica mais ágil porque Aranha toma conta.
É meio que essa desculpa que eles dão, né?
Pode ser uma desculpa.
Eu sou muito bom, né?
Ele não tem batisson, né? Fica meio Capitão Marvel. Quando eu visto a roupa, eu me torno Aranha. Quando eu tiro a roupa, eu sou um velho de 65 anos. Eu acho que esse é o ruim. Esse é o famoso que eu falo, que esse é o efeito Pedro Pascal.
Entendeu?
Por quê? Tipo assim, por que tinha que botar o Nicolas Cage só sendo Nicolas Cage andando, parado, entendeu? Bota ele em cima de um carrinho e puxa, sabe? Fazer alguma coisa assim, porque, cara, bota no sol. É, a diferença é muito grande assim. Ele de roupa, você vê que ele é pancudinho, né? Ele é meio lerdo. Aí quando ele tá de Homem-Aranha, tá tudo magro, ele é menor, ele é mais magro, né?
Todo mundo te incomodou isso, não?
Sabe o que me incomoda mais? É que tipo assim, me lembra muito o efeito que eles fizeram no Capitão Marvel. Que você pegar, eles pegaram o Samuel Jackson e rejuvenesceram, mas na hora que ele vai correr, ele corre que nem um velho de 60 anos, porque é ele correndo, sabe?
O Will Smith fica assim também.
Também fica assim. Então tipo assim, bota o Nicolas Cage parado em todas as cenas, faz, talvez bota um dublê, uma máscara de 3D do Nicolas Cage pra fazer as cenas, porque eles fizeram isso no Guardiões da Galáxia com as dublês da Gamora. Faz uma coisa assim, uma tática desse jeito, porque é pra tentar enganar a gente, pô.
Pra misturar mais, né?
Fica muito telepunch.
É, eu acho que assim, nós estamos vendo um momento ali do Ben Reilly onde ele tá em decadência, né? Ele tá velho, ele não quer ser mais o Aranha, ele está nesse momento aí onde realmente a idade já pegou. Em vários momentos na série a gente vê que ele tá mais atrapalhado, né? Ele deixa a porta bater, ele dá uma tropeçada, ele precisa se esconder. Eu não senti esse lance do corpo, de quando ele tá com a máscara ele tá mais magro, tá se movimentando melhor.
Eu acho que quando você tá se tacando teia aí pela cidade, se balançando para cima e para baixo, vai ser aquilo ali mesmo, sabe? Então isso não me incomodou, eu na verdade nem notei, isso não foi uma discrepância física que fez algum problema enquanto assistia os episódios, não.
Eu também não cheguei a notar isso, não chegou a mim. Adrien Lanier correndo, cara, Adrien Lanier tá correndo quando ele tá lançando as teias lá e o cara Exatamente.
Esse tipo de coisa.
E o que o Gustavo falou, eu acho que resolve bem também. Realmente, é a forma como ele é tratado, né? Porque, ao contrário do Peter Parker, ele não foi mordido por uma aranha radioativa. Ele foi mordido por, literalmente, um Homem-Aranha. Um cara que era metade aranha e metade homem.
Sim.
Deu uma dentada nele. E eles tratam essa mutação, como eles chamam, não é nem superpoder, é uma mutação, como se fosse meio que uma entidade interna querendo dominar ele. Ele tem total, né, tendo que abafar aquilo. Então, para mim, tá, a coerência foi, rolou bem ali.
Essa parte pseudocientífica do pós-guerra, eu achei maravilhosa. Essa é uma parte que eu achei muito bacana, dos caras, né, do horror da ciência nazista ali, né, dos caras experimentando. É, exato. Essa forma deles introduzirem os vilões e heróis da ciência, que é uma coisa que é do Homem-Aranha, né?
A Marvel tem heróis da ciência e heróis da fantasia, e muito nos 30 também, né? Que aquele conceito de cientista maluco e afins.
Perfeito. Isso aí eu achei muito, muito bem bolado. Mas já que não pode falar mal de velho, então vamos encerrando aqui, meus queridões. Muito obrigado, tá, pela participação.
Obrigado pelo convite, cara. Sempre que precisar falar de qualquer coisa, qualquer coisa que seja, me chame, porque eu adoro conversar, certo? Obrigadão mesmo pelo convite, adorei estar aqui.
Cuidado aí, voltem sempre. Cuidado aí ao balançar de volta para casa.
Valeu, pessoal, prazer. Conte comigo também, abraço.
Valeu. Steven Spielberg está de volta ao gênero que eu diria que definiu a sua carreira, muito mais do que Peixes assassinos ou nazistas, eu acho que os alienígenas estão mais associados ao Spielberg do que qualquer outra coisa.
Com certeza, né?
Eu acho também que ele é um cara versátil, mas ET e Spielberg é uma preferência, é quase um casamento, né? Entre os dois, aliás. E agora, com toda essa treta rolando lá no Congresso dos Estados Unidos, os OVNIs agora São reais? São verdade? O Pentágono tá escondendo o quê? Que que não tá acontecendo? O filme Dia D, né, Disclosure Day, tá chegando aqui no Brasil e o Spielberg tá sendo meio que acusado de estar fazendo um projetão junto com o governo.
Tipo, será que o filme é mais uma propaganda de divulgação de que existe vida fora da Terra aqui comprovada?
É apenas o Spielberg brincando de Eu acho que o nome do filme não foi bom.
Disclosure Day?
É, porque o dia D, o Spielberg já fez filme de Segunda Guerra. Exato. E aí quando você vê o dia D, o nome ainda é muito marcante por causa do dia D da Segunda Guerra Mundial.
É, eu acho que foi proposital, né?
Sim, mas aí qual é a história do dia D? Era uma guerra, não era? O dia D era o quê? Era as forças se unindo contra uma investida a um ponto. País que eles estavam em guerra. Você chama de dia D, vai aparecer um filme de guerra alienígena, fica parecendo uma tendência a ser um filme de guerra alienígena. Exato, entendeu? Eu acho que a jogada do nome foi péssima por causa do que remete ser o dia D.
É, e para vocês que não sabem, pessoal tá vendo aí uns trechinhos do trailer, né? Não tem nada a ver com guerra, não tem nada a ver com invasão. É disclosure, é como se fosse revelação. A ideia do filme é o dia em que humanidade é, torna-se consciente de que existem vida fora da Terra.
O nome seria até melhor, né? O Dia da Revelação.
Eu acho que ia ficar meio religioso, o que tem a ver também, deixa de ser, né? Trabalha com uma transcendência de consciência de que não estamos aqui sozinhos sobre os conflitos da Terra, que se torna meio o dia da resolução.
Talvez pegar mesmo a tradução ao pé da letra e botar resolução, que eu acho que tem mais a ver com isso do que o dia a dia. O dia a dia ainda é muito impactante na nossa história, sabe?
É porque a palavra disclosure, vamos dar uma de Luciana Gimenez agora. A palavra disclosure, ela não é exatamente revelação. Disclosure é você pegar algo que estava escondido por meios burocráticos muitas vezes, algo que, né, se esconde debaixo de papelada, um projeto secreto, né? E você revela. Mas quando você usa revelação no português, fica uma coisa realmente bíblica. Sim. Então como é que você vai?
Exato, resolução.
Resolução é você resolver um problema.
Pois é, mas não deixa de ser um problema, né? Um problema escondido. É. Ou então um disclosure, no caso, seria o quê?
Trancamento dos exato, qualquer coisa que não lembra uma Segunda Guerra Mundial. Não, concordo contigo, entendeu? E até porque o Spielberg já fez filme de invasão, como a gente falou, já.
Ele fez Resgate do Soldado Ryan, não, de invasão alienígena, fez filme de invasão alienígena, que é Guerra dos Mundos. Ele também fez aquela série The Band of Brothers, sim, também, que é uma produção dele ali. Você acha que vai ter muita gente que vai entrar no cinema desavisada achando tipo assim: "Oh, mais um filme de guerra do grande Spielberg." Eu puxaria a pessoa: "Se eu não tivesse visto o trailer, eu chego no cinema, vejo lá o dia D e aí mostra, sei lá, Emily Blunt e uma outra galera ali, eu vou ficar pensando assim: Uns cliques lá?" "Tá esquisito, não é o tipo de filme de guerra que eu queria ver." "Quem é esse Alex?" É que nem você ir ver Brokeback Mountain esperando ver um filme de cowboy e você vê um filme de romance.
Mas é um filme de cowboy.
Mas é um romance de cowboy.
É um romance.
Então você não espera ver esse tipo de filme, né?
Não, muita gente inclusive ficou zangada. Ficou, lógico. A pessoa não sabia o que tava assistindo, né? Assistindo. Mas é um filmaço.
Sim, é um filmaço.
Mas eu entendo, eu concordo contigo, acho que a tradução brasileira sofreu, escolheram um nome que é difícil, né? Mas uma coisa que eu sei que é difícil também é esse tema pra você, Rex, porque você é um cara muito grandão e psicologicamente dizem que a pessoa que é muito forte é porque ela tá tentando esconder dando essa armadura de músculos. Eu gosto de malhar também, mas não cheguei nesse ponto. Olha aí, mas tá tentando esconder um menino assustado. Eu sei que você tem medo de ET.
Eu tenho medo do sobrenatural, sim, e eu tenho medo de coisas que a gente não consegue explicar e que a gente nunca se viu diante para poder debater. Eu acho que eu teria medo de qualquer alienígena da mesma forma que eu teria medo de um lobisomem, por exemplo, tá? É um fantasma Então assim, eu me preparo fisicamente, mas assim, a mente é muito difícil, porque toda vez que ela aborda esse assunto, quando eu vejo alguma coisa, ah, olha essa cena aqui, especificamente de ufologia, ou até de sobrenatural, né, um vídeo que mostra uma assombração, alguma coisa do tipo, capturado em câmera, né, por especialistas, que eu cheguei por muito tempo, curti muito sobre isso.
Eu assumo que eu me arrepio todo, meu olho começa a lacrimejar. Eu não sei se eu teria a reação necessária para lidar com um fenômeno do tipo. Sim, então por mais que eu prepare muito meu corpo, não sei se minha mente saberia o que fazer no momento como esse. Sim, eu assumo que é um medo que realmente existe.
Assim, uma pergunta de amigos, estamos entre amigos aqui, agora o Plantão Nerd está mais à vontade, já é o terceiro. Você é um cara que tem, você tem muita testosterona, consequentemente muito amor para dar. Sim, você estaria disposto a fazer parte de um experimento e ser, e desenvolver um relacionamento com uma linda alienígena?
Você acha que você não teria nenhum problema? Que tá aí para mostrar para gente que não existe boundaries, né? Não existe fronteiras para o amor, né? Que que é a prova disso, né?
Para quem, mulheres verdes, vermelhas, para ele não tinha diferença.
Eu acho que é o seguinte: se eu estou lá vivendo a minha vida, vem uma nave, me abduz, né, e leva, o cara já vem com seringa, coisa e tal. Irmão, não precisa, só me apresenta, a gente resolve, a gente conversa, tudo na conversa. Porque tem relatos e relatos, né? Eu vi relatos de pessoas que foram, né, de alguma forma induzidas a fazer amor.
Vilas Boas é um caso brasileiro.
É, foram induzidos a fazer de forma assim, manipulação mental, outros por estímulos forçados de equipamentos e afins, e outros que tiveram contato onde realmente houve uma troca, uma conversa, uma interação. É, houve, né, tomar cerveja, um vinho, um banho, uma sonda, rolou ali alguma coisa. Eu acho que dependendo da situação, se vierem conversar comigo de boa, eu falo assim Não, não precisa. Deixa eu conversar, deixa a gente se conhecer.
Pode ler minha mente, vai vir coisas sujas, eu vou ler a sua. Acho que pode ter uma troca.
Um bom candidato.
Será que eu viraria um, sei lá, um potro, né? Um de procriação?
Caramba, entendi. Vão te prender numa máquina, numa ordenha. Tá ficando muito sujo.
Oh meu Deus, que mundo é esse repopulado com narigudos de olhos claros e carecas? Meu Deus, o que aconteceu? Onde nós erramos? E para introduzir essa sonda espacial no assunto, estamos aqui com Rony Vernet para falarmos de dia D. Dia D, vitamina D também, não?
Olha aí, Rony, você não tem pego muita vitamina D? Volta e meia você tá no Ártico que nem o Kurt Russell lá com Enigma do Horizonte. Tudo bem, cara?
Beleza. Vamos falar sobre esse assunto aí que tá sendo comentado geral, né? Todo mundo falando sobre isso. E pois é, o que que vai acontecer? Será que os Spielberg tá envolvido aí, né, na revelação?
Exatamente, Roni. Eu e você estamos muito bem situados nessa pista de pouso aí redonda, né, dos UFOs, dos UAPs. Somos ufólogos há muito tempo, né, a vontade de bate-papo lá no Banca X ou no seu canal. Então a galera aqui do Plantão Nerd que não tá tão familiarizada com o lado ufológico digamos, do estudo mesmo, né, do que tá acontecendo lá no Congresso dos Estados Unidos, essa coisa toda do David Grusch, etc. Você pode fazer um rápido resumex e como que isso talvez se conecte com o que o Spielberg tá trazendo nesse filme?
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Final do governo Obama, onde teve aquela matéria New York Times, né, revelando que esse assunto, revelando que o governo tinha um programa chamado AATIP, para pesquisar esse assunto, quando na verdade eles falavam que isso não vale a pena pesquisar, isso não vale a pena ver, e estavam gastando por trás dos panos, ali nos bastidores, 22 milhões de dólares pelo menos para pesquisar isso. Então isso explode, acontece aqueles vídeos lá do Tic Tac, do Gimbal, que o pessoal viu alguns anos atrás, E aí isso despertou interesse dos congressistas, deputados, senadores, que estão muito interessados em saber, pô, os caras escondendo.
Eu sou eleito pelo povo para aprovar orçamento e os caras tendo um orçamento lá que ninguém aprovou, um orçamento negro, né? Então começaram a ir atrás, começaram a criar leis na lei de defesa para conseguir que testemunhas falassem o que eles sabem sobre esse assunto. Isso foi crescendo, crescendo, crescendo até chegar onde a gente tá hoje, né, no outro governo, governo já do Trump. E ainda com esse filme do Spielberg, e pouca gente sabe, mas o Spielberg é amigo pessoal do Obama, vive na casa do Obama.
Inclusive, quem antes dessa revelação do Trump, quem levantou a bola para ele foi o próprio Obama. Entrevistaram no podcast, ele falou: mas que que é isso, existe mesmo? Existe, tá aí, é real, todo mundo sabe. Depois ele meio que fez desentendido, né? Mas o Trump usou essa fala do Obama para justamente falar: não, o Obama tá revelando segredos. Não, então 'Para ele não ser preso, deixa que eu revelo.' Fiz aquele meme, né, aquela brincadeira com Obama.
E para mim, cara, é muito claro que assim, política é como se fosse uma luta, UFC. Os caras ali xingam o outro, bota dedo no olho, etc., e por trás dos panos, na vida pessoal, os caras estão cumprimentando, no churrasco, todo mundo junto.
Acho que é mais um WWE do que um UFC, né?
Telecatch.
Telecatch do que um— Exato. E o próprio Obama, uma vez, Roni e Rex, Ele brincou assim, falou assim: as pessoas acham que a política é tipo House of Cards, né? Aquela coisa de intriga o tempo todo, conspirações muito bem oleadas e um sabe o que tá fazendo. Pô, na verdade é muito mais um The Office. It's much more like The Office, né? Aquele jeitão dele. Então assim, essa coisa do cara chegar no podcast, dá com a língua nos dentes, mas será que ele, será que isso foi ensaiado para depois o Trump— essas coisas meio assim.
Provavelmente é muito mais uma baguncinha do que uma grande orquestra, né, Roni? E a coisa vai sendo, foi meio que pressionada, né, para acontecer. E o Pentágono tá aí nessa grande sinuca, sendo obrigado agora pelo Trump. Trump deu uma canetada lá, como você fala nas suas redes, né? E a gente também já viu aqui também, né, no Inteligência Limitada. Eles agora estão revelando todos esses vídeos, etc. E a questão aqui é se o filme do Spielberg, que não é um cara estranho a esse tema, né, desde lá do Contatos Imediatos, Guerra dos Mundos, é porque o Contatos Imediatos, né, Roni, é o que mais realisticamente tentou fazer uma previsão do que seria um primeiro contato. Você concorda com a gente?
As pessoas perguntam por que que tá acontecendo agora. A gente tem que se perguntar, na verdade, por que que começou em 2017? Por que que saiu a matéria New York Times? New York Times é um jornal muito próximo ali do Partido Democrata, Obama, que era quem tava na presidência. Por que que a gente começar esse movimento? Começaram, para mim, eu acho, em minha hipótese favorita, é que teve um plano de revelação controlado. Você não vai revelar um negócio desse, né, de forma irresponsável para população.
Envolve religião, envolve um monte de coisa. Então você vai ter um plano. E se você tem um plano para isso, nada mais justo do que ter um cara como Spielberg, um cineasta, para colocar em séries, filmes, nesses blockbusters, essa preparação para população. Entendo o fato que o Spielberg sempre teve ligado com o governo. Se pegar Contatos Imediatos de Terceiro Grau, o Hynek, que era o chefe astrônomo do Projeto Livro Azul do governo, da Força Aérea, tava no filme.
Ele participou do filme, ele contracenou lá. Então assim, é um cara que sempre teve ligado com a inteligência americana, ao meu ver. É um cara, como eu falei, amigo pessoal do Obama, tava na casa do Obama. Inclusive ele revelou esses dias, o Spielberg falou assim: o Obama me pediu para que fosse o primeiro a ver o filme. Eu falei: pô, não dá, Obama, pô, "Tem um sigilo aí, não pode." "Quebra essa aí!
Come on, Spielberg!
Come on!" E o Obama falou assim: "Então, só de brincadeira, eu vou assistir só no iPhone. Eu não vou no cinema, eu vou assistir no iPhone, se eu puder na vertical." Ofendeu!
Sacanagem!
O cara conta segredo pro Spielberg e não deixa o cara ver o filme antes. Isso é golpe baixo, isso aí não é troca de amizade, não.
E o fato é que ele visitou o set. O Spielberg fez uma brincadeira com os artistas, ele falou assim: assim, ó, Obama falou: quero visitar o set. Ele nunca fez isso, primeira vez na história que o Obama visitou um set de filme. E aí falou assim, e Obama visitou escondido, ninguém sabia. E quando chegou lá, todos os artistas, né, ficaram engasgados, ninguém sabia o que falar. O presidente, imagina, o ex-presidente visitando o set, foi só divindade ali para galera visitando.
E ele é maneiro, né? Ele é maneiro, ele é um cara, mas você acha que É, mas você não acha que isso é uma cortina de fumaça?
É um jeito assim de transformar, talvez não numa forma de preparar, mas de banalizar. E aí que não levar a sério e mostrar que cada vez mais quando uma coisa assim aparece, ah, é efeito especial, foi feito com IA, ah, isso aí é montagem, manter associado a filme, exato, manter a ficção e não a realidade dos fatos.
Poderia ser. Porém, o que o Spielberg tem feito, que ele nunca fez, ele tá indo em todas as entrevistas falando: olha, Contatos Imediatos de Terceiro Grau era uma ficção, ET era uma ficção da minha cabeça, era algo mágico que eu criei, aquela história. Agora, Dia D é realidade, é o que está acontecendo nesse momento. Ele nunca fez isso. Então eu não vejo outro sentido dele falar nisso se não fosse algo realmente que possa estar acontecendo.
Eu acredito que sim. Esse, pelo que eu vi no trailer, é algo que mostra bastante a realidade dos fatos da pesquisa. E ele pesquisou muito para fazer esse filme, com certeza. E não duvido nada que ele tenha obtido conhecimento do pessoal da inteligência, do Pentágono, etc., do próprio Obama, sei lá, por exemplo, para poder fazer esse filme aí. Então acho que pela postura do Spielberg diferente em relação aos demais filmes, eu acho que sim, isso pode ser uma preparação.
E como eu falei, nada mais perfeito do que manter um filme antes de um presidente revelar alguma coisa, manter um filme nessa linha de revelação. E para mim, aí ninguém, nenhum jornalista fazer essa pergunta para o Spielberg. Para mim não é um filme dele que retrata melhor o fenômeno. 77, Encontros Imediatos, é muito bom, tem muita coisa ali importante, mas o filme que melhor retrata, e não é um filme, é uma série, é Taken. Não dirigido pelo Spielberg, mas o Spielberg foi produtor executivo.
Ele é o cara responsável por fazer a série Taken ir ao ar. Então, e a série Taken mostra muita coisa, mostra a questão da abdução, da hibridização, que são temas que os deputados estão começando, por mais absurdo que seja, os deputados americanos estão começando a falar agora.
É, o Spielberg, ele tem duas séries que ele produziu também, né? Quer dizer, ele produziu Falling Skies, Falling Skies também é dele, e ele também é produtor daquela Super 8. Mas é filme, mas é filme, de série Falling Skies e filme Super 8.
Exato. É, o assunto sempre foi próximo do coração dele. Isso que o Roni falou, alguns ele leva mais para fantasia, outros para quem gosta de ufologia, como eu e Roni aqui representando a galera, a gente sempre enxergou essa intenção dele de ir fazendo de certa maneira uma, acostumando as pessoas com o tema, né, Roni? Porque a questão de como você fazer essa confirmação, né, aos poucos, primeiro você tem que, como Roni fez um rápido resgate, eles mudaram, por exemplo, para quem não acompanha, está fazendo vários resumos, depois vocês podem conferir os conteúdos do Roni, né?
Mas os caras mudaram primeiro o termo OVNI.
Não, vamos chamar de UAP, né? Que significa, traduz para galera aí, o UAP em português.
Fenômeno Anômalo Não Identificado.
Exato.
Que dificuldade.
Então é para você desassociar da coisa do capacete de alumínio, a coisa de que, ah, é sempre o fazendeiro, o biruta lá que vê. Eles começaram, a gente tem que, já que vai ser obrigado a revelar, tá ficando impossível esconder, a gente precisa começar a tratar isso como algo sério. Então começaram a trazer personalidade, cientistas. O Neil deGrasse Tyson, né, que é o entre aspas o Carl Sagan, né, que nos últimos anos sempre desmereceu ufologia, sempre falou que era bobeira, não sei o quê. Irmão, o cara virou a chave.
Cadê o deus dele agora, né?
Não, Roni, virou a chave recentemente. Grandes, grandes cientistas e representantes de universidades, os cara tão falando: olha, com todo material que o governo tá tá desclassificando, entre aspas, não dá mais para a gente fingir. Só que, Roni, como é que você acha então? Você acha que o filme do Spielberg, ele é essa última cartada para a gente apresentar? Depois do filme do Spielberg, o Trump vai lá falar: we are not alone. Como é que— ou você vai ter uma série de outros trabalhos nas igrejas, nos templos? Como é que vai ser feito isso?
O Luis Elizondo, que é um dos principais denunciantes do Pentágono, ele já tá fazendo briefing com o Vaticano tem mais de ano sobre esse assunto aí. O Stephen Miller, que é um assessor importante do gabinete do Trump, ele já tá discutindo anistia dos caras que vão vir a público porque esses caras cometeram crimes. Então, grande problema hoje é que tem caras que cometeram crimes para esconder esse assunto e que tem agora uma briga de interesse porque, claro, esse cara não quer vir a público ser preso.
Isso, né? E o próprio governo obrigou eles a mentirem, né? Isso é um servidor público, o governo te obrigou a mentir, e agora você pode vir a público falar a verdade, ser preso. Então tá discutindo uma nichinha em relação a isso, que deve sair agora para poder finalmente ter revelação final. Dizem que alguns grupos que eu tenho discutido com pessoas ligadas ao governo, que o Trump no aniversário dos 250 anos da independência dos Estados Unidos, que agora, dia 4 de julho, pode fazer uma grande revelação.
Se vai acontecer, eu tô tão certo quanto todos aí. Só acredito vendo, né? Mas há um indício que nesse 250 anos pode ter alguma coisa. E fato é que já estão lançando, né? A cada 2 semanas tem pacote. Talvez essa sexta-feira saia um novo pacote. A cada 2 semanas tem pacotes com novos vídeos, cada vídeo cada vez melhor. Eles estão aumentando o nível até chegar talvez no cabeçudo, né? O carinha que todo mundo quer ver aí.
Tu sabe, uma pergunta assim, porque acho que faz muito sentido, que eu vou te fazer agora, porque você falou da qualidade das imagens. Me explica por que até hoje Ah, é só uma vez. É uma curiosidade minha real. Todo fogo, porque todo mundo quando vê uma nave, uma luz no céu, uma coisa estranha, eles sempre pegam um celular 8 pixels e dão com alguém que tem Parkinson para filmar, entendeu? Porque não dá para entender, porque sempre a qualidade é ruim.
Aí você tem o governo americano com satélite que consegue ver do espaço a muralha da China, né, que você consegue ver a pessoa de cima na praia, consegue mandar um míssil o cara de longe acerta o cara, sabe? Drones, abelhas que matam pessoas. Enfim, você tem uma porrada de tecnologia. A gente tem celulares hoje com 50 mil megapixels, entendeu? Que não, que você tem celulares incríveis hoje em dia e é sempre uma qualidade péssima, duvidosa, mal explicada, mal feita.
Teve aquele caso em Nova York, não sei se foi em Miami, que teve pessoas que falaram que viram alienígenas nas ruas. Derrubando os carros e ninguém podia filmar naquela área.
E todos os celulares, você tá pegando exemplos muito ruins, Roni. Então vamos educar.
Essa é a primeira dúvida que eu tenho: por que sempre algo tão ruim na mão de uma pessoa muito ruim de câmera para filmar uma coisa dessa? E por que esse serviço de streaming do governo americano de querer lançar a cada 2 semanas coisas, uma série?
Porque é gradual, né, Roni? É para, tem que ser gradual. Vamos, vamos por partes, Roni. Vamos lá, responde aí.
Essa dúvida é muito interessante porque é a dúvida que todo mundo tem, né? Pessoa que tá fora dessa bolha desse assunto, que é uma bolha, verdade, hoje, que tá tentando ser quebrada, né? Eles falam: pô, todo mundo tem celular, se esse negócio tá aparecendo para um monte de gente, por que que não tá sendo filmado em Full HD, 4K ali do lado? E existem alguns motivos para isso, né? Quando tá muito próximo, esse fenômeno tá muito próximo, e eu já vivi isso, as pessoas não conseguem ter condição emocional de fazer uma filmagem, o troço tá muito próximo.
Quando está longe, o celular é uma batata. Então assim, o celular tem um sensor muito pequeno, pode ter 150, é 200 megapixels, o sensor dele é muito pequenininho ainda. Então, e principalmente fenômenos aparecem à noite, não aparecem de dia. E quando você filma algo de um celular à noite de longe, viram aquelas luzinhas que o pessoal chama da famosa tech pics, né? Parece que foi filmado numa tech pics. Então esse é um grande mistério.
Então assim, as pessoas não têm um telescópio, elas têm um celular, e o celular é horrível para filmar à noite, é péssimo, é muito bom de dia, de tarde, e ainda mais com o negócio longe. Se tivesse um objeto perto, um ser perto, um fenômeno perto, ia conseguir ser filmado, mas não é o caso, né? Então esse é um problema técnico, diria, do celular na mão das testemunhas. E a questão psicológica é importante. Quando o fenômeno tá perto, geralmente ele paralisa a pessoa, ele causa um medo indescritível.
A camada física do fenômeno, ela é só uma pequena peliculazinha para uma camada psicológica. O fenômeno consegue, e o filme do Spielberg vai falar muito disso, né, como o fenômeno entra na mente das pessoas, porque ele é capaz de fazer bagunçando a mente dessas pessoas. E claro, se o fenômeno quisesse aparecer, ele já tinha descido na Casa Branca, tinha descido no Maracanã, e não fez. Se não fez, ele quer se manter oculto. Então ele vai certamente fazer de tudo para se manter oculto.
Tem um caso em que eu tava no Acre, 2024, quando os fenômenos desciam nas aldeias indígenas. Eu fiz uma gravação numa câmera igual estádio de futebol profissional, um zoom, aquela motorizada. E quando eu tava vendo a filmagem o gravador ficou offline, só um do gravador que filmou esse fenômeno ficou offline, e quando voltou a imagem tava toda bagunçada, cheia de ruído, péssima, parecia que tinha sido filmado em uma tech pics. Então a gente tem que levar em consideração que está filmando algo não estático, como um planeta, como um astro, acho mais algo que pode influenciar na pessoa e no equipamento que tá sendo filmado também.
Boa. É, e o que que zoando o Thiago, mas claro, ninguém é obrigado a estar dentro dessa nossa bolha que o Roni tá falando que tá estourando aí, tá ficando popular para além da ficção. E tem um elemento também que eu acho bacana acrescentar, que qualquer pessoa pode resgatar. Por exemplo, uma coisa é essa coisa da filmagem civil que o Roni tá trazendo. Agora, você tem um acervo histórico muito grande de filmagens que agora estão vindo a público da Marinha, filmagens da NASA, né, dos satélites, etc., de caças, que, cara, é o contrário que você tá falando.
É muito interessante, onde você tem imagens claras, onde você tem medição, medição de velocidade, medição de temperatura, ou no caso, né, Roni, a ausência de temperatura, a ausência de eletromagnetismo, que esses objetos, eles não, não, esses OVNIs, né, eles não têm um sistema de propulsão que a gente que a gente reconhece. Eles quebram as leis da física. Isso também entra no que você falou, por exemplo, são objetos que vão de 0 a 15, 20 vezes a velocidade do som, ângulos diferentes, ângulos em 90 graus.
E aí o próprio sistema do caça, que é o mais avançado que os Estados Unidos no caso tem, ele não consegue trancar naquela parada. Você tá aos poucos vendo lá no site do governo, né, agora com Trump fazendo essa canetada, se tem acesso, grande público, né? A gente já tinha, que a gente gosta de ufologia, né, Roni? Mas o grande público agora tá começando a ter esse acesso dessas imagens que eu acho que vão mudar um pouco esse conceito do que o Thiago tá representando aqui.
E onde a gente vê esse streaming todo?
Esse streaming?
É, esse serviço de streaming todo.
Esses arquivos estão em qual site mesmo, Roni? Você lembra agora de cabeça?
Eles estão sendo colocados no— lembrando que o Departamento de Defesa UFO, né? Agora chama Departamento de Guerra, né? Então eles estão no site uor.gov/ufo. Então é o site que estão colocando, criaram um site específico dentro do Departamento de Guerra, que é o Pentágono, para poder revelar isso. Uma coisa interessante que o Solano mencionou é a gestão de assinatura. O fenômeno, ele consegue mudar sua assinatura térmica, eletromagnética, para aparecer da forma que ele quer.
É como se ele quis, quando ele aparecesse, é porque ele quer de fato aparecer. O pessoal pergunta: por que que tem luzinha? Por que que diz que o voador tem luzinha?. E a única explicação para mim é que ele tem luzinha porque ele quer aparecer. Se ele não quiser aparecer, ele tava apagado e camuflado, como ele faz muitas vezes. E o governo tem percebido isso, né? Muitas vezes os caças não conseguem filmar, o objeto do nada aparece em forma de temperatura, ou é mesmo luz visível.
E esse é importante: às vezes o fenômeno não aparece na luz visível, você não enxerga com os olhos, você só enxerga porque o caça tem um sistema de visão térmica que consegue ver a temperatura daquele objeto. Então ainda tem isso, né? É, às vezes o fenômeno pode estar aqui, a gente não tá percebendo porque ele tá camuflado, invisível. O governo tem pesquisado isso aí.
Rex, agora que você está ciente, agora você faz parte do— você já foi no Bunker X? Já, já fui. Pois é, agora que você já entendeu que é real o bagulho, você acha que a humanidade está pronta? A gente vai assistir o filme do Spielberg, tá chegando aí semana que vem. A partir dali se o Trump chegar e falar "it is real, not only illegal aliens but real aliens" e falar que, meu irmão, eles estão entre nós, etc., você acha que é pânico generalizado, caos, cachorros e gatos convivendo juntos, ou a humanidade falar "tranquilo, nada mudou"?
Difícil, difícil. Eu acredito, não acredito na humanidade, acho que isso vai gerar muitos problemas, muitas aceitações, Vai entrar em muitos conflitos, acho que religiosos também. Eu acho que o mundo tem que se preparar para voltar a usar armas brancas. Então espadas, machados serão bem-vindos. Sim, tá na hora, porque eles vão ter armas laser, né, e vamos ter outros tipos de equipamento. Então eu acho que nessa hora a violência brutal é sempre a resposta.
Você tem uma visão negativa dos alienígenas?
Não, olha, eu não consigo acreditar em nada que tá andando escondido por aí há tanto tempo e não quis vir falar com a gente.
Ah, você desconfia?
Desconfia. Afinal, se eles são seres capazes de fazer coisas cósmicas, viagens interestelares, da tecnologia superavançada, interdimensionais, o que somos nós para eles senão meros macaquinhos, ratinhos de laboratório? Então chega uma hora que o rato tem que se revelar, o macaquinho de laboratório tem que se revelar. E quando essa hora chegar, a gente tem que estar preparado. Então essa é a hora de você começar a treinar, começar a aprender a se defender, porque se for preciso cair no pau, a gente não pode ser vítima. Eu não quero essa estatística.
Olha aí, Roni, você vê que o Rex, ele representa esse pensamento muito humano, né, muito tribal, com certeza. E provavelmente é o que faz com que os nossos irmãos interestelares— olha eu já com uma visão— se mantenham cautelosos, Roni.
E esse interesse que eles têm por som da nau, é isso que eu Isso aí é outra, outra, outro capítulo.
Por favor, Roni, mantém o clima, mantém o PG-13 do programa aqui, meu amigo.
É, são diferentes interpretações, né? Na série Taken tem um trecho muito interessante que lembra assim uma professora numa classe de aula, e ela fala assim: olha, quando os espanhóis chegaram na América, parte das pessoas acharam que eles eram deuses e partes acharam que eles eram demônios. Então essa interpretação também cabe para os aliens, né? Isso que é por isso que a série Taken fala, né? Muita gente vai colocar de acordo com a sua religião religião.
E se não tiver religião, vai interpretar de acordo com a sua cultura, pelo folclore, por aí vai. Então a revelação, ela impacta cada um de nós de forma diferente. Impacta todo mundo, impacta de forma diferente, porque cada um tem uma crença, cada um tem uma vivência, cada um tem uma cultura, cada um tem religião, e cada um vai interpretar. E aí vai ter essa interpretação. Posso interpretar que da mesma forma que eles pegam pessoas escondido, coloca lá uma sonda, um implante, essa isso poderia ser para salvar a gente.
A gente não faz isso com onça na Amazônia, né? Pega a onça, bota para dormir, bota o implante. Por outro lado, tem questões que são feitas, como exemplo, a pessoa não tem uma anestesia, a pessoa morre de dor, grita, esperneia, e eles nem aí. Então você pode interpretar por esse lado que algo malevolente, não benevolente, tá aqui para nos salvar. Então vai ter essa filosofia, né, as interpretações diferentes de acordo com a pessoa.
Total. Tem uma, tem um número número significativo assim de líderes religiosos por tudo quanto é canto dos Estados Unidos. Aí fala os Estados Unidos porque a fonte que tá mais viva desse tema, né, falando na internet que eles estão sendo contactados por membros do governo para tipo, olha, começa a introduzir esse assunto na sua congregação, começa a trabalhar as escrituras, né, e falando mais das pentecostais, por exemplo, começa a trabalhar ali com a sua turma para a gente receber de que isso não vai anular sua fé.
Isso é uma transformação. Na casa do meu pai há muitas moradas. Aí cada um vai puxar, né, pelo menos das duas abrahâmicas ali a gente sabe que a gente consegue ajustar, né, Roni? Mas realmente vai destrancar uma série de novos capítulos aí sociais para o bem ou para o mal.
Eu acho que é uma etapa interessante. Se você realmente, se isso realmente está se provando e se comprovando cada vez mais, eu acho que você amenizando a situação, ir amenizando a situação aos poucos, de uma forma bem homeopática, para que as pessoas consigam entender, adaptar, aceitar, para não ser um choque. Porque se você se lembra aquele caso anos atrás, nos anos 20, que o cara numa brincadeira de rádio fazendo uma audionovela, as pessoas ouvindo aquilo se desesperaram a ponto de chegar até a tirar a própria vida.
Orson Welles, Guerra dos Mundos, no programa de rádio. Imagina se de repente uma coisa acontece assim com a internet, com a televisão, com a gente filmando, vendo, olhando, o impacto que isso pode ter em pessoas que não estávamos esperando por isso. Então realmente acho que tem que ser uma coisa realmente introduzida aos poucos, com calma, para que as pessoas possam aceitar esse tipo de situação, né?
Aproveitando que o Rex falou, a gente tá, a gente viu nos últimos dias uma coisa semelhante a esse efeito aí, cara, que foi com aquele, com aquele Mike Leão, não é? O, aquele influenciador lá, fazendeiro e tal, que conta um pouquinho dessa treta que rolou aí, cara. Para a galera que não sabe.
Aí o cara foi de 40 mil para 1 milhão, e agora já tá 1 milhão e meio, acho, se não me engano, de seguidores em 2 dias, 1 dia, por conta de um avistamento. Isso nunca aconteceu na história. Tem muitos avistamentos por aí em que pessoas fizeram filmagens até melhores que a do Mike, mas essa viralizou de uma forma absurda, furou a bolha. Pessoas que não acompanham esse assunto, nunca acompanharam, passaram a acompanhar. E isso tem um motivo.
Por que que está acontecendo, né? Para mim é essa atmosfera de revelação, né? Os Estados Unidos falando, ministro do rabo, ex-ministro da Defesa agora falou que Varginha é real. Então tem movimentações acontecendo, as pessoas estão ligadas nisso, estão querendo saber mais, elas estão querendo procurar o que tá acontecendo. E para mim esse é um dos motivos da viralização desse caso do Mike. Vocês estão com sede de saber, pô, Trump tá falando, liberou 2 pacotes de documentação, alguma coisa está acontecendo.
Então tem muita gente acordando, muita gente querendo saber o que que tá acontecendo.. E para mim o caso do Mike é isso, claro, além da simpatia que ele é, ele é um cara carismático e tal. Ele começou falando do fenômeno, de fenômenos que estavam acontecendo, sons estranhos amanhã, e aí de tarde apareceu, da noite apareceu as luzes. Então ele fez nos stories do Instagram como se fosse um reality show de avistamento de fenômenos.
E isso cativou as pessoas e fez de uma forma muito natural, uma forma não forçada, as reações dele parecem muito, são sensações, reações genuínas e naturais de uma pessoa que tá de frente com um fenômeno ali de fato que seria inexplicável. Claro que tem a questão psicológica, alguns elementos do que ele tá vendo pode ser coisas explicáveis, né, mas alguma coisa estranha parece que de fato ele viu. E fato que ele tem imagens ali é que mostram isso.
Então isso para mim foi o que aconteceu, esses elementos para que fizessem esse caso viralizar tanto. E tem um elemento aí que muita gente não sabe, e que eu pesquisei, e que o Mike viveu também mutilações de animais, que é o que tá acontecendo, que é o famoso do que seria um chupacabras, né, que o pessoal fala no folclore, e que para mim não tem nada de folclore, tem algo de real. O Mike viveu isso na propriedade dele 6 meses atrás. 2, 1 mês e meio atrás aconteceu de novo com vizinho.
Tá acontecendo em outros locais no Paraná. A gente não sabe o que que é. Em alguns casos pode ser onça, alguns casos cachorro, mas tem de fato alguns casos estranhos, como ele próprio relatou, o próprio Mike. Em que nesses casos os cachorros deles sofreram arranhões profundos. Em alguns casos, os animais deles tiveram coração, fígado sendo retirados. Então são coisas que a gente começa a ver que podem, que são ligados ao fenômeno historicamente e que aconteceram nesse contexto, que podem ter ajudado ele a explicar por que que ele tava tão ligado, né, o Mike, em filmar tudo, em ouvir barulhos, em ficar observando o ambiente, porque ele já tinha essa preocupação dos animais. Ele que é um cuidador de animais aí.
É, tem uma turma até que acusou ele de estar fazendo parte da publicidade do filme do Spielberg. Porque os sons, os estalos ali, né, meio que uns engasgos, que ele que entende de vida rural não soube identificar, né, um barulho realmente esquisito. E tem muita gente dizendo que, cara, mas parece os estalos dos ET lá dos Spielberg, será que isso não é, né, uma publicidade bem casada, tal?
Olha, se for, jogada de mestre, cara, jogada de mestre.
Se foi, você acha que pode ser possível, Roni, ou é genuíno para você?
Eu acho muito difícil assim. O caso dele, como eu falei, viralizou por uma série de fatores. Ele só tinha 40 mil seguidores, é bom lembrar disso, e viralizou por uma série de fatores. Uma pessoa, um amigo dele, fez uma liga, ficou interessado e fez uma ligação para ele, e esse cara tinha 200 mil seguidores. E aí isso começou a pipocar, as pessoas começaram a querer saber mais do caso, né. Eu não acho que o Spielberg ia contratar uma pessoa que tem 40 mil seguidores para relatar um avistamento e promover um filme, até porque, como eu falei, as reações dele para mim são genuínas.
Entrevistei muita gente desse assunto E para mim parece, a princípio, na minha opinião, que as reações deles são bem naturais ali. Eu acho que sim, foi uma série de coincidências. Esse barulho que ele comenta, para mim, ele deu várias explicações para esse barulho. Alguns barulhos ele fala que seriam cliques, ou que não dá para ouvir direito no vídeo, é no áudio do vídeo dele. Outras ele fala que parece uma corda tensionando, como se fosse um barco ali amarrado numa, aquelas cordas grossas, né, aquela corda.
Esse sim, esse barulho realmente dá para ouvir, e é muito estranho. Então assim, tem a questão psicológica. Às vezes a pessoa ouve um barulho, na hora de explicar ela vai explicar de uma certa forma que poderia dar a entender que poderia ser mais parecido com o filme do Spielberg. E claro, as pessoas, na verdade, estão fazendo o contrário para mim. Elas estão pegando o exemplo do filme, tentando colocar o filme nessa cena do Mike, nessa história do Mike, para tentar contextualizar.
E porque o ser humano, ele vai buscar um porquê, tem que ter um porquê. Esse fenômeno não pode ser real Isso não pode existir, então tem que ter um porquê para isso estar acontecendo. Realmente, então, é o Spielberg, a explicação. O que é algo tão absurdo quanto você ouvir um fenômeno anômalo.
É, e vale também, aproveitando que o Thiago tá aqui como alguém de fora da bolha, que a gente tá lembrando, é lembrar do Wernher von Braun. Wernher von Braun, para quem não lembra, foi um dos cientistas de foguete alemães que os Estados Unidos no pós-guerra surrupiou para ele, vem para cá para fazer os nossos foguetinhos e tal, né? Se tornou um grande, grande cara lá dentro e tal, muito controverso evidentemente. E ele no final da vida, dizem, né, Roni sabe bem disso, que ele confiou ali aos assistentes, a Carol Rosen também, que é uma mulher que fala muito sobre esse tema, tá, uma, faz parte desse universo todo, de que o complexo industrial militar norte-americano, porque a gente tá falando aqui dos Estados Unidos liberando documento conhecimento, não sei o quê, papapá, do próprio Trump. Ninguém é bonzinho ali, né?
Ninguém é bonzinho, sempre tem um interesse, pelo amor de Deus, né? Ainda mais o Trump também, no espaço aéreo nosso assim do nada, sem, né, deixar uma contribuição.
Não dá. Então assim, existem agendas que se cruzam com outras agendas e por aí vai. Às vezes alguma coisa forçada, mas já que vai ser forçada, qual é a vantagem que os Estados Unidos pode ter em cima disso? E para resumir, o Wernher ele teria avisado que uma grande cartada desse complexo industrial militar, Rex e audiência, seria usar a revelação alienígena, que seria real, mas como uma justificativa, transformar, reempacotá-la como algo ameaçador para justificar uma série de remoções de liberdade, uma série de novas leis, uma série de coisas que daria mais poderes, unlimited powers, para os governantes dos Estados Unidos.
Então é, se você pode tirar vantagem de uma coisa, por que não?
Não podem estar transformando uma coisa que deveria talvez ser transcendental para uma próxima fase de conhecimento, etc., numa coisa bélica, Roni.
É, sempre vão ter interesse. Inclusive eles pesquisam esse assunto para poder produzir arma, né? Se existe um fenômeno que pode controlar a mente, que pode causar ilusões na cabeça das pessoas, pode a distância causar marcas e feridas, enfim, eles querem usar isso como arma, né, uma espionagem psíquica, por exemplo, como ele já tem no passado, controle mental como MK Ultra. Inclusive vai ter uma audiência no Congresso sobre MK Ultra.
Então certamente esse é o interesse americano nesse assunto. Agora é o que você tocou, né, vocês tocaram aí no dia 2017. Por que que isso começou? O que que eles querem com isso? Por que que eles estão revelando? Eles ficaram, eles acordaram, ficaram bonzinhos de repente e agora vão começar a revelar o assunto? Eu não acho que seja isso. Acho que algo está para acontecer. Se resta saber se esse que tá para acontecer nessa revelação controlada seria algo por parte deles, dos não humanos, do fenômeno em si, ou algo do próprio governo, né?
Vamos revelar para fazer um controle da população, algo desse tipo. É isso que deixa a gente apreensivo, que a gente não sabe por que, né, isso tá acontecendo.
A verdade nos libertará, Rex. Olha aí, Roni Vernet aqui no Plantão Nerd. Hoje a gente cruzou os raios, hein, Vernet? Ufologia, Energice, que sempre estiveram conectada, né? Convenhamos, ufólogo é um nerd também.
Sim, sim, é um cara com hiperfoco aí no assunto, né?
Exato. Roni, brigadão, tá, galera? Sempre seguindo você aí, eles e os homens de preto atrás de você aí, atrás da verdade. Obrigado, queridão. Espero que você volte aqui no Plantão Nerd.
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Nos anos 90, os X-Men eram uma baguncinha gostosa. Tinha viagem no tempo, tinha clone, tinha traições, gente furando Sentinelas e Sentimentos. E nós temos o nosso desenho, que hoje é meio tosco evidentemente, mas que marcou a nossa geração. E aí resolveram muito tempo depois continuar esse desenho com a excelente série animada X-Men '97. Teve uma primeira temporada aí que surpreendeu muita gente, sim, muito boa, conquistou uma nova geração que não viu o desenho dos anos 90. 90, e agora tem a segunda temporada, que logo logo a gente vai trazer os nossos convidados aqui.
Mas eu quero saber de você, Rex, o impacto que os X-Men lá dos anos 90 tiveram no Menininho, Menininho Rex. É, dá para ver aí, ó.
Eu sempre, assim, os quadrinhos e os desenhos animados fizeram uma coisa muito legal para as pessoas que se sentiam excluídas, né? O conceito de você ser um mutante, porque você nasceu desse jeito, era uma representação muito forte, né? Acho que esse foi o nosso primeiro caso de representação nerd, eram os mutantes, porque a gente se sentia excluído, né? Não éramos os jockeys do colégio, não éramos os bonitos, né? E a gente tava naquele grupo de pessoas que, como nós, né, também eram esquisitinhas, né? O seu jeitinho, excluídos sociais.
Então, claro, dentro dessa nossa realidade, X-Men trabalhava com racismo, homofobia e todo tipo de pessoas diferentes que eram expulsas da sociedade, né? No nosso micro universo nerd, isso conversava também.
Era ser nerd, você era, de um nível, claro, muito menos, muito, muito menor, lógico. Mas a gente se sentia excluído quando criança, adolescente, desse aspecto, porque a gente não se encontrava, né? E a gente era muito rejeitado. Então quando os X-Men surgiu, a gente abraçou isso de uma forma muito boa. A gente se via, queria ser um mutante, queria ter um poder, queria Aquele fosse uma habilidade, uma coisa para fazer a gente ser diferente.
De certa maneira, você romantiza e valoriza você ser diferente. Sim, você entende, você aprende que aquilo que você achava que te fazia esquisito te faz especial. Exato, né? Em vários níveis aí, desde a criança até uma coisa adulta que você entende de outras formas.
E o desenho, quando surgiu, mostrava muito esse universo dos Mutantes, dos X-Men. Era um desenho que para época, né, hoje a gente vê, a gente achava ruim, mas na época eu achava um desenho maravilhoso, adorava o traço. Era aquela coisa bem anos 90, todo mundo extremamente musculoso, todo mundo extremamente forte. Até o Xavier era forte. Eu nunca entendi isso, Xavier na cadeira de rodas, o cara tinha mais quadríceps do que eu.
Impressionante.
O cara, o Magneto ser musculoso, Magneto era um senhor de 60 anos, sobrevivente de Auschwitz.
Os cara é, o que que ele tá tomando?
É, deve ser ferro.
Mas realmente, tudo que é nos anos 90, você tinha muita pochete e muito músculo, muito músculo. E todos os tecidos, o cara podia estar usando um terno, mas o terno marcava nas mulheres os seios, nos homens os abdômens e os peitorais.
Não tinha como, não tinha. E o desenho mostrava muita coisa também, que eles pegavam, que tinha nos quadrinhos, eles pegavam elementos dos quadrinhos. E lógico, de uma outra forma, porque no universo Marvel você inclui vários outros personagens no meio, não fica sendo só limitado aos X-Men. Mas eles pegaram sagas, episódios, histórias e colocaram no desenho.
Então, por exemplo, dos quadrinhos para o desenho, do quadrinhos para o desenho.
Por exemplo, o episódio do Wolverine que mostra como é que foi o Projeto Arma X. Era uma bichinha chamado Weapon X, que contava só a história do Wolverine, como ele ganhou o adamantium. Isso apareceu no desenho, então foi muito legal. Mostrava a Tropa Alfa, que era o primeiro grupo de super-soldados canadenses que o Wolverine fez parte. Então ele começava a explorar um pouco daquele universo mutante, mostrando, por exemplo, o Juggernaut, né, o Fanático, a relação dele com o Professor Xavier.
Isso você só tinha nos quadrinhos. Então ele começou a expandir isso muito bem, né.
E quando você vê na televisão os episódios eram limitados.
Quando passou, eu acho que já era na TV Colossus ou no Show da Xuxa, eu não lembro mais. Eu não sei mais ou menos qual foi o programa infantil que o X-Men passou, mas eu lembro que os episódios eram limitados.
Limitados, você disse, eles editavam?
Não, não editados, eles só tinham, sei lá, duas temporadas e ficava em loop. A Fox, quando você, aí já nos anos 90 já tinha TV a cabo e tudo Mas eu lembro de ver os episódios na Fox, e eu lembro que os episódios passaram muito. Então tem episódio que aparece ali Dilettante, sim, aparece os Morlocks. Eles vão expandindo o desenho até chegar ao final de 95, que é onde desenho para por um período, termina com o Professor Xavier indo para o espaço. E isso a gente nunca viu na TV aberta.
Então você puxa essa parada, eu me pergunto se a galera que só conhece os X-Men pelos filmes Quando resolveram assistir o 97, né, se eles, tipo assim, já abre com Xavier no espaço casado com um alienígena, brinquedo, né, e tipo o cara faz parte de uma guerra civil, a pessoa tipo assim, peraí, peraí, mas como assim os X-Men foram para o espaço? Era muito, que eu brinquei no começo, era uma baguncinha.
Sim, mas isso tinha aparecido do original, da Fênix, né, desenhos.
Mas quem só conhece os X-Men pelo Hugh Jackman, pelo, sabe, pelos filmes. Eu acho que vai botar no desenho e fala assim: cara, que negócio, ele é mais louco do que os filmes dos Vingadores.
Sim, verdade.
Você viu, os filmes dos Vingadores só introduziram viagem no tempo no final lá da saga do Thanos. Meu irmão, os X-Men já estavam nessa viagem no tempo há um tempão.
Sim, inclusive tem aquela série famosa, né, que até foi Foi um dos motivos do filme, que é aquele Dia de Um Futuro Esquecido.
Maneiríssimo, tem a capa com os cada um riscado. Isso, que fizeram filme também.
Tem um filme que é o segundo, acho que é o segundo ou terceiro filme dos X-Men, acho que é o terceiro, porque os Sentinelas estão muito avançados e aí tem que voltar no tempo e o Logan é o único. Então a história é muito parecida, não é, é bem diferente dos quadrinhos, Tem o sabor Viagem no Tempo.
Tem o sabor Viagem no Tempo.
E o desenho mostra um pouco disso também. O desenho chega a mostrar esse episódio. Ele não mostra, por exemplo, a Rachel, que é a filha do Summers com o Ciclope.
Rachel! Rachel! É outra Rachel.
Mas ela aparece no desenho ali, en passant, entendeu? Eles não exploram muito certos personagens que são muito comuns no universo Marvel, principalmente no universo do X-Men. Mas eles colocam no desenho de uma certa forma. Tem um desenho, por exemplo, que aparece Homem de Gelo.
Verdade.
Aí aparece o irmão do Ciclope, o Havok, com a Polaris, que é o X-Factor, que é um grupo militar, que quem comanda inclusive é o Ford. Mas o Ford, ele só aparece nesse desenho e num desenho que mostra no futuro onde o Bishop, né, o Bispo vem para o presente para evitar a morte do senador Kelly.
Porque era um personagem que eu sentia muito falta, sentia muita falta de coisa. Vou falar com os convidados disso, mas eu sentia muita falta disso no filme do Bryan Singer. O Forge, que eu achava foda, o próprio Bishop, né, com Mzinho aqui no olho dele. O Forge também tem um M? Não, ele não foi, não foi marcado. Mas tem muitos personagens que, além de não terem, outros que são muito modificados, né. O próprio Ciclope, né, cara, que porra, nessa, no 97 ele é a continuação do líder lá de 95. Sim, é o cara que a gente realmente seguiria num campo de batalha.
Mas engraçado, porque o desenho de 97, o X-Men 97, conseguiu valorizar muito mais o Ciclope do que o Ciclope era no desenho, porque no desenho era um desenho de grupo, né? Então todo mundo tinha um destaque. E quando eles começaram a ver que os brinquedos vendiam mais com certos personagens, os episódios começaram a ser focados mais em alguns personagens, tá? Entendeu? Por isso que aparecia mais Wolverine. Noturno não aparecia tanto no desenho original, perfeito, sabe?
Tinha uma diferençazinha ali. E para começar esse quadro, nós iremos chamar Pablo Peixoto e Miguel Loquia para falarmos da segunda temporada de X-Men 97. Seria X-Men 98? Vamos descobrir.
Olha só, temos aqui então Magneto, Isso. E Tom Holland, Tom Holland com o penteado do Wolverine. É isso aí, obrigado.
Preciso de outro papel.
O Tom Holland não envelhece, convenha. Ele é uma dessas pessoas que fez um pacto correto com o diabo na encruzilhada, né? O Miguel também. Pô, mas não sou o primeiro a dizer que você parece o Tom Holland, né? Você tem É bem parecido, cara.
Pô, eu não enxergo essa similaridade, mas realmente muitas pessoas dizem.
Então eu acho que a boca, cara, é, não sei, talvez de máscara ele fica igual, talvez. Quem não fica, não? Pablo Peixoto, seja muito bem-vindo. Miguel, obrigado, senhores, aqui no Plantão Nerd. Nós temos aqui algumas gerações diferentes, né? Eu tô brincando com o nosso Tom Holland aqui. Miguel, você é mais novinho do que nós.
Mais? Eu acho que sim, eu tenho 35, fazer 35 agora.
35. Eu tô com 44, Thiago 45, o Peixoto 47. Peixoto tava lá na Segunda Guerra Mundial, poxa, né? O Magnético, o seu Magnético. Exato. Então assim, é interessante a gente tá vendo aí esse desenho, que quando nós assistimos o X-Men ali na década de 90, Miguel, nós éramos adolescentes, você era um baby. A minha dúvida é a seguinte: você resgatou esse desenho em algum momento da sua vida enquanto você formava a Nerd, ou você só descobriu no 97? Aqui é uma pergunta genuína para sua geração.
Eu já conhecia por conta de flashes assim, né, da infância. Pô, esse desenho passava Mas eu realmente não me lembrava de nada. E o X-Men que fez parte da minha infância, da minha adolescência, foi o X-Men Evolution. Isso, pô, tá nos anos 2000 e tal, que é maneiríssimo também. É clássica. E quando eu vi o anúncio de X-Men 97 que ia rolar, aí eu fui atrás para assistir e acompanhar. É um choque de realidade muito grande, viu?
É bem diferente.
É a antiga, ela, os plots eram bacanas, mas o nível de animação era, era bem inferior, né?
Tinha erros bizarros de coloração, de continuidade, tinha de anatomia, né?
Total. Peixoto, você é nerdão de X-Men assim? Nos anos 90 você tava tentando entender de quem o Cable era filho, quem tinha, já tava tentando entender e já era difícil.
Meu grupo preferido de super-herói heróis, meus super-heróis preferidos desde sempre. Meu primeiro quadrinho foi X-Men, que eu comprei, a Saga da Fênix, segunda parte.
Sim, porque tinha essa parada, né, Thiago? Tipo, beleza, dos anos 80 já tinha o X-Men, tem essa coisa das grandes sagas, mas eu tenho essa impressão que nos anos 90 foi onde eles ficaram mais maneiros, por conta de viagens no tempo, essa coisa de quem é filho de quem, do Cable, tal, do Summers, mas ao mesmo tempo mais confuso. Era muito confuso dos anos 90. Na verdade, a sua bochecha, ela tá levemente—
é porque a máscara aperta meu rosto, aí eu tô me sentindo meio que o Ben Affleck de Batman, entendeu? O cara ficou gordão e a máscara não coube, entendeu? Mas vou ficar com essas minhas bochechinhas inchadas aqui, minhas alergias a castanhas canadenses. E vamos lá, nos anos 80 para os 90, Os X-Men ficaram mais famosos no Brasil, na verdade, né, quando veio a segunda formação dos X-Men, que acho que todo mundo pegou mais, que foi quando entrou o Wolverine, Colossus, a Tempestade, o Noturno, e tinha mais alguém que eu não tô lembrado agora, que eles começaram a fazer a segunda formação, porque a primeira ficou presa, porque inicialmente os X-Men era só o Fera, o Ciclope, a Jean Grey, o Homem de Gelo e o exanjo.
E aí, quando eles abriram a porta para você fazer mais coisa que nem fizeram Star Trek, que eles abriram outros, né, no primeiro, no primeiro Star Trek eles tinham russo, um chinês, um japonês, uma atriz negra. O X-Men fez a mesma coisa, eles mostraram que existiam mutantes em outros lugares do mundo. E aí era o Logan canadense, o Piotr, né, que é o Colosso russo, a Tempestade da África, o Noturno era alemão. Então eles começaram a expandir mais esse universo E foi exatamente essa pegada desses personagens que eles resolveram colocar no desenho de 95 dos X-Men, tá, que era o mais conhecido, né, que aí todo mundo sentiu.
Wolverine, o Ciclope, você tinha Jean Grey, misturaram tudo ali naquele grupo, né, que era a formação depois que eles escalaram como Formação Dourada e Formação Azul. E aí apresentou para gente nessa época esse desenho.
Cuidado com essa garrafa, perdão, perdão, terceiro episódio.
Sim, tá bom, não quero tirar o olho de alguém aqui.
É, e essa confusão, jogando para o Miguel de novo, você que quando você embarcou no 97, então, que eu tô entendendo que foi o que você parou para assistir, né? Porque os antigos é aquilo que você falou, você dá uma resgatada, beleza, para conhecer. Mas na primeira temporada do X-Men 97 já tem essa loucura, meu irmão, de clone da Jean Grey, de viagem no tempo. Isso foi legal para você? Funcionou?
Pô, para mim funcionou para caramba. Eu acho assim que o desenho foi até um sucesso muito grande porque a ideia geral dos personagens o público no geral já tinha, né, por conta de filmes, de todas as adaptações que já rolaram, né. E todas, apesar de X-Men 97 ter começado meio no meio ali da história, acho que foi muito fácil para todo mundo embarcar pela familiaridade dos personagens. E isso fica meio que uma lição, acho, para o cinema também, que não precisa ficar contando a origem o tempo todo, começar do começo, sabe?
Quando as pessoas já estão familiarizadas, não tem problema partir já para uma história interessante. E para mim, para mim particularmente, já tava acostumado com as doideiras de saga de quadrinhos e tal, então foi muito natural assim. Ele Eles conseguiram contar uma história boa e ao mesmo tempo complexa, sem deixar ninguém de fora, eu acho.
Perfeito. E a primeira temporada, Peixoto, para você, foi para além da nostalgia? Quer dizer, você acha que funciona como um produto novo também?
Então, como funciona?
Eles conseguiram reunir várias histórias clássicas que ainda não tinham sido abordadas no original dos anos 90. E de forma muito ágil, pular entre uma saga e outra muito rapidamente, com uma coesão muito grande, uma simplicidade que ajuda a equilibrar a confusão que isso poderia gerar. Porque a vantagem, quando você faz uma animação, você já tá num produto meio, meio de nicho. Não é igual fazer um filme. Para fazer um filme, essa história de, ah, esse personagem já são conhecidos, não era bem assim.
Mas para um público de animação, para o animador, a pressão que ele tem de expandir a sua, o seu público-alvo é bem menor, porque são menos compromissos que você assume. Por exemplo, com orçamento, você não tem investidores querendo retorno imediato. Aquilo começa a mexer na sua história, deixar ela mais leve, deixar ela mais pasteurizada, superficial. Comercial para poder ser atrativo a todos os públicos. A animação, eles podem ser um pouco mais imersivos no universo X-Men sem perder o interesse do público, já que eu sei mais nichado, mais acostumado com aquele tipo de produto.
Perfeito.
Eu acho que a vantagem do X-Men 97, até frente ao X-Men antigo, é conseguir dar agilidade nas tramas, intrincar várias tramas sem perder o interesse do público.
Mas, por exemplo, esse X-Men '97, ele é uma continuação direta do final dos anos 90, né? Então eu acho que eles já fizeram nesse aspecto essa animação já para falar: olha, se vocês quiserem ver o que tem antes, tá aqui, já tá pronto, é só sentar e ver.
Mas o desenho novo vai seguir exatamente a partir Agora é um choque de timing muito grande, porque o desenho de hoje em dia ele é lento, ele tem aquela coisa difícil você passar para uma criança hoje em dia acostumado com tanta velocidade. Esse desenho dos X-Men dos anos 90, ele vem de um outro projeto que fracassou, né, que era o Pride of X-Men, que foi a primeira tentativa. Deu tudo errado. Chegou a sair um videogame, aliás, muito bom, sim, para 6 jogadores.
E esse projeto foi engavetado. Depois voltou como X-Men da Fox. E muita gente perguntou para mim, pergunta: por que que não pegaram e fizeram a continuação do Evolution, que é uma animação muito mais próxima do público mais jovem? Evolução tem um grande problema, que ele é da Cartoon Network, ele é uma parceria, então ele não ia para Disney Plus, tá?
Então tinha um problema de produtor ali, entendi, Pablo. Mas assim, tipo, por exemplo, o que o Luquinha falou, que você falou, também se completam. Mas por exemplo, essa, essa mostra de desenhos, é porque na época dos anos 90 os desenhos eles eram feitos para serem vendidos quadrinhos e passarem com uma certa frequência televisão. Então era normal você ter uma temporada com 24 episódios, era mais para preencher uma grade de televisão do que hoje em dia é um serviço de streaming, que a gente consegue dar uma qualidade melhor com produto, fazer em 8 episódios, 9 episódios, entregar uma coisa muito mais bem feita.
Naquela época era toque de caixa, né? Tipo assim, tem que botar para fazer, tem que vender brinquedo, a gente tem que pegar essa geração que tá consumindo quadrinhos agora, que foi um boom dos quadrinhos dos anos 90, tava no ápice a Marvel, Jim Lee tava desenhando pros X-Men, então tipo assim, tava uma febre, os X-Men foram assim a maior franquia de super-heróis, né, vendáveis da época. Então você explica isso, tanto é que a animação original de 95 ela ia ser japonesa, né.
A abertura não é feita por um japonês?
Não, eles chegaram a fazer uma abertura do desenho pela animação japonesa e a abertura era era tudo que o desenho não foi, a qualidade de movimento, de design, de tudo assim, tava foda. E aí quando eles viram o desenho, não batia um com o outro. Aí o pessoal teve que fazer aquela abertura que a gente conhece, que é a clássica ali, que é mais próximo do desenho original. Então eu entendo isso. Acho que hoje a gente tem uma coisa que é feita mais para um público mais velho, a galera que acompanhou dos anos 90.
Acho que eles querem mais pegar isso, mas tá pegando a galera nova também, mas tá pegando a galera nova. Mas se você comparar uma animação antiga é muito mais lento, porque tinha essa coisa de você botar uma animação numa grade.
Vocês sabem que quando eu era moleque, né, Miguel? Quando eu era molequinho lá, sei lá, tava com meus 95, deixa eu ver quantos anos a gente tinha.
Eu tinha 95, tinha 15.
Você tinha 15? Então tinha 13, né, por aí. E aí a gente não tinha TV a cabo, não tinha dinheiro para ter TV a cabo, naquela época era punk. E aí eu via na Rede Globo Globo, né? Rede Globo. E aí a apresentação do desenho, para quem não lembra, era tipo assim: X-Men, começou o desenho. Exato. Aí beleza, eu me amarrava no desenho, tava lá comendo meu esquinha, tomando meu todinho, né? E aí um dia eu fui na casa de um amigo meu, um beijoca, o Damiani, e ele tinha Fox, né?
Ele falou: pô, vamos ver, vai começar o desenho dos X-Men. Aí eu falei: meu irmão, quando começou a abertura do desenho que era com essa qualidade foda, abertura do desenho 95, galera, né? Caralho, eu falei: o que que tá acontecendo? O que que é isso? Ele falou: é o X-Men, cara. Não, não, não é o que eu vejo. Na abertura do desenho de 95, ele apresentava cada personagem. Era lá Tempestade, aí tá ela voando, aí Ciclope soltando raio. E eu falei: cacete, eu vivi uma mentira!
A minha versão era Loh só passava assinatura, só passava assinatura, era comum fazer isso, né? E era comum também as aberturas de animações serem feitas no Japão e não animação. Sim, por exemplo, tem uma animação que é muito superior a animação do episódio.
E essa é uma estratégia típica de anime também, né? Porque os americanos também fazem esse lance da abertura ser super bem feita, mas os episódios em si é como o Rex falou aí, tem que ser total ágil, 40 segundos de boca mexendo.
E aí, para mim, que para a gente que não tá de costas, e para a gente que tava ali lendo e assistindo desenho, né, dos anos 90, quando chegaram os filmes do Bryan Singer Foi muito decepcionante, muito, porque os caras, todo mundo vestido de preto, aquela coisa, né, pós-Matrix. Exato.
E a gente, pô, pera aí, aquela primeira imagem que é o Bryan Singer fazendo assim, ó, e o capacete do Magneto em cima de uma mesa. Sim, não era esse capacete aqui, não, era muito, foi muito broxante.
Aí Halle Berry, que é ótima atriz, mas pô, muito fraca, como a Aurora, a nossa Aurora. É essa Ororo que a galera tá vendo aí no X-Men 97. Ela é uma deusa do continente africano que controla, meu irmão, o tempo, né? Ela é temida, ela é uma mutante de nível ômega, né? Meu irmão, aí chega a Halle Berry, solta um choque no sapo.
Você sabe o que acontece com um sapo quando ele toma um choque? Eu vejo que acontece com todas as coisas. Que frase ruim, cara!
Na época foi muito—
eu vi no cinema.
Isso foi muito triste para a gente, que aquilo dizem que tinha uma continuidade que foi cortada, né? Ah, é? Que o personagem falava isso, sabe o que acontece, não sei o quê, quando acontece não sei o quê, ele falava isso umas duas vezes para ela, e aí ela dá o treco usando bordão dele.
Só que ele era o reparto, cortaram as cenas que ele falava.
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O Ray Park só serve para ser dublê de cena de combate. Ele foi o Snake Eyes, acho que é o melhor papel dele no Comando de Ação, que ele é o Snake Eyes, né, que é mudo. Então deram o papel perfeito para ele. O Darth Maul, né, Darth Maul, que também não fala, ele é dublado do filme do Star Wars.
Ele é um bom dublê, mas não é um bom ator. Depois foi rolando os outros, né, virou essa franquia assim, né, do da Fox ali, dos X-Men e tal. E sempre foi, você se acostuma, né? Tipo, tá, tá, esses são os X-Men do— e só agora recente que o Wolverine botou uniforme amarelo, começou a brincar com essa parada. E aí quando chegou a primeira temporada do 97, quando foi assistir, eu tive um efeito muito, muito agridoce, porque ao mesmo tempo que foi maneiríssimo, que eu gostei, eu lembrei o quão merda são os personagens dos X-Men comparados ao animado, porque de novo, cara, olha que foda é o Wolverine, olha que foda é o Ororo, sabe?
Olha como é que o Ciclope é o líder que a gente nunca teve nos filmes. É um, coitado, um corno, um cocô lá para cá. Agora, falando em corno, vamos lá, por falar nisso, quero ver essa ligação.
Falando em corno, diga.
Vamos falar sobre o destino do nosso queridíssimo Gambit. Gambit no final da primeira temporada, para fazer a ponte para a segunda aqui, que é o foco do bloco, é furar o olho do nosso amigo.
Veja bem, não digo se furaram o olho, é porque se você— um Gambit naquela situação não tinha muito a oferecer.
Como não?
Não tinha. Os poderes se anulam, ele não consegue chegar perto dela porque ela absorve, entendeu? O Magneto consegue criar aquele campo eletromagnético no corpo dele que consegue repelir o poder dela. Tanto é que na série do Era do Apocalipse eles são casados, se a gente tem um filho. Então, tipo, ele é o único que consegue meio que bloquear ali, tá?
Mas aquela história, ele morreu, ele morreu mesmo, hein, o Pablo, hein, Miguel? Vocês acham que ele morreu ou ele vai voltar? O que que vocês acham agora, fazendo a ponte para segunda temporada?
Vai, morreu, mas volta, hein?
Volta.
Eu acho que o tipo de personagem que volta, principalmente porque a gente tem a saga do Apocalipse, que tem como mote, trama, a volta de quem morreu, tá?
E os Cavaleiros do Apocalipse também, né?
Vocês acham que ele vai voltar como um dos Cavaleiros do Apocalipse?
Como não teve viagem no tempo, vai ter essa parada toda. É um ótimo momento para ressuscitar quem morreu.
Mas vocês se lembram, Miguel, fala.
Isso é uma parada também que se conecta com que estavam conversando falou antes sobre a agilidade do desenho animado, né? Se fosse uma série live action, nunca que ia acontecer tanta coisa assim em uma temporada. Mas só pelo trailer da segunda temporada, nossa, parece que vai acontecer muita coisa.
Vai, perfeito, cara, muito bom.
Porque eles deixam um gancho no episódio da morte do Gambit. Acho que no final da temporada, da primeira, não lembro agora.
Ele explodiu lá.
Sim, mas eles fazem um gancho com O que dá para entender que a voz do Apocalipse pegando, indo acho que no cemitério, pegando os restos, alguma coisa do Gambit.
Sobrou alguma coisa?
Sobrou carta queimada, é uma carta queimada. Mas assim, se eles expandirem o universo, você já tem clones, você já tem as máquinas do Apocalipse que restauram o corpo por inteiro. Então dá para você trazer, talvez, acho que o que vai acontecer vai ser, porque o Apocalipse ele tá sempre associado com os Cavaleiros do Apocalipse, claro. Então bem provável que o Gambit volte.
Mas quem seria ele?
Talvez o Guerra. Ele seria energia de carregar as coisas, energizar as coisas e arremessar as coisas. Talvez ele volte como a Guerra.
Lembrando que o Anjo, né, para quem não acompanha tanto X-Men, ele morreu nos quadrinhos e ele se torna um dos Cavaleiros. Não, ele não morre não, ele morre no sentido, ele é transformado no Anjo da Morte lá.
Ele perde as no Massacre de Mutantes. Sim, aí ele entra em depressão. Eu acho que ele joga o avião dele, ele se suicida. Aí o Apocalipse pega lá e faz a proposta para ele voltar e ter as asas de volta. Ele faz esse pacto.
Ele nem precisava perder asa, né, porque ele já é um super-herói, com todo respeito, extremamente bom personagem. O Anjo, o Anjo é um dos X-Men. Ele é um homem-pombo.
Ele pode passar doença do pombo para os inimigos.
Pode ser, cagar nas pessoas voando.
O que o Ariete é para o He-Man?
Vocês estão falando mal dos clássicos. Não, mas pera aí, me lembrem aqui. Então, o Anjo, ele foi o único X-Men que foi transformado em Cavaleiro do Apocalipse até hoje? Não, né?
Não, Wolverine, durante uma saga, ele também foi um dos Cavaleiros do Apocalipse.
Wolverine originalmente é Pestilência, que é o Morlock. É um camarada guerra, um camarada que destrói as coisas. Ele transforma tudo em pó. Não, esse é o Fome. Esse é o Fome, é comida em pó. Sim, e o Guerra tinha um negócio.
Chama?
O meu caso é o Wave.
Sim, o Rex também transforma comida dele, né?
Transforma comida em pó. Que beleza, hein?
Sim.
Então vocês acham que o Gambit vai ser ressuscitado, vão achar o dedão dele que sobrou preso numa carta lá no meio dos Sentinelas, ele vai virar o Guerra, né? É, faz todo sentido. É uma forma de você causar um conflito com a Jog, que é outra também, hein, Miguel, que para a gente é uma tristeza. Assim, eu adoro a Anna Paquin, que faz a atriz que é a vampira, né, nos filmes do Bryan Singer. Eu acho que ela manda muito bem. Eles decidiram focar nos filmes do Bryan Singer no conflito dela não poder tocar nas pessoas, que é foda.
Dramaticamente isso é maravilhoso. Mas, cara, a nossa vampira, né, e o Miguel conhece agora a vampira, né, do desenho e tal, a galera mais nova Ela era essa, meu irmão, super mulher, brother. Ela é foda, ela soca. Os cara tão lá atirando de baixo, Wolverine ralando para escalar a porra do Sentinela, ela voa, arranca a cabeça do Sentinela e joga na cabeça do outro.
Você não pode contar a história da Vampira sem não mencionar a Capitã Marvel.
Então, e é uma das coisas que eu estou mais ansioso, senhoras e senhores, que o MCU destrua a Capitã Eu estou muito feliz ao saber que essa mulher chata demais será trocada pela nossa vampira. Pelo amor de Deus, vai lá, encosta logo, bota ela em coma e venha voar conosco nos X-Men.
Pô, será que vão fazer isso no cinema?
Olha, essa é a melhor forma de você dar um reboot no que foi a Capitã Marvel.
Ela é chata demais assim, não rola. Não coloca aposentadoria para exato, que não quer participar. A gente sabe, ela não gosta.
O X-Men Evolution tinha a vampira que não era essa fodona assim, mas era a deusa emo, né? Era a musa emo.
O problema é que a vampira dos X-Men, super forte, né, desde que naquela época ela usava aquele cabelinho chãozinho, chororó. Ela era uma vampira com os poderes da Miss Marvel, né? Não tinha esses poderes todos que a Capitã Marvel tem no MCU. Não, exato, muito mais poderosa do que era Miss Marvel, que era forte, voava. Bem lembrado, bem lembrado. Raio ela não soltava.
Não, não, isso foi, foi bem antes, foi na fase da Miss Marvel, que nos quadrinhos ela era uma super-heroína padrão, voo, super força, é resistência. Então não era a Miss Marvel, a Capitã Marvel que a gente conhece, brilhar com poderes cósmicos, não chega nesse poderes cósmicos.
A vampira rouba esse poderes aí, vai virar um outro personagem, não vai ser a vampira do desenho, nada que não resolva.
Mas no desenho original de 95, é, a história dela é contada com pegando os poderes da Miss Marvel.
Mostrava ela lá no hospital. Sim, ela tinha essa culpa.
E nos quadrinhos isso tinha também, porque o Wolverine era muito amigo da Miss Marvel e ele tinha um rancor da vampira, porque foi a vampira que deixou a amiga dele em estado catatônico.
Sim, ele tinha ódio da vampira.
Então ele tinha uma saco na verdade, né, porque ela era parte da irmandade. Também tem isso, né?
É, ainda tinha essa, ela era parte da Ah, mas ela é uma da, cara, Vampira é uma das personagens dos X-Men e dos quadrinhos mais icônicas, cara. É uma das personagens mais fodas assim. No 97 é o, para mim, gerou essa parada assim de eu ficar torcendo. Para mim, o que salva, o que pode salvar o MCU não é reboot, não é trazer Robert Downey Jr., essa porcariada toda que vai acontecer aí. Eu quero saber de vocês passando agora. Seria para mim, o que salvaria o MCU agora seria X-Men.
E eles deveriam ter feito isso no filme do Quarteto Fantástico. Fantástico, tá? Já que não fizeram lá na Feiticeira Escarlate, podiam ter feito ela mudar a realidade, não sei o quê. Falei, ah, vamos fazer no Quarteto Fantástico. Chato, filme chato demais. Desculpa quem gostou, filme maneiro, lento, mas eu achei que ali fosse assim, ah, beleza, a gente vai resetar o universo MCU e olha os X-Men surgindo junto com Quarteto e tal, piriri.
Não, não. Não vai rolar. Isso é big no, não vai rolar, né, senhores? Vamos continuar.
É o que eles vão fazer em Guerras Secretas.
Mas eu tô ouvindo isso, Miguel.
Ó, eu preciso criar uma saga multiversal de 80 filmes para poder justificar a entrada dos X-Men com Quarteto Fantástico no UCM.
Assim, já tá acontecendo de levinho, já tá acontecendo de levinho. Por exemplo, novo filme do Homem-Aranha que vai sair, pô, Tem lá o Axis Corp. O Axis Corp, para quem conhece quadrinhos, é a empresa do Senhor Sinistro, né, do Mister Sinistro. Olha aí, então tipo, eles não iam colocar isso no universo do Homem-Aranha sem você colocar ali alguma coisa. O Homem-Aranha tá virando meio que mutante, então faz sentido você ter alguém interessado em mutantes. Aí você tem a corporação ali do Senhor Sinistro.
Então estamos falando oficialmente, fazendo a transição de X-Men 97 para o novo trailer do Tom Holland aí, que está conosco hoje aqui no Plantão Nerd. Vira de frente, faz de novo. É Tom Holland junto com o Wolverine. Faz o cabelinho de novo para a gente aí. Exato, Logan Holland. Vamos lá, senhores, o que que vai rolar isso aí? Então estamos vendo finalmente a semente mutante não somente na transformação pessoal dele ali, tá, né, tá tendo poluição noturna, tá, né, soltando as coisas sem querer.
Mas vocês acham que vai começar ali, hein, Peixoto? Você acha que vai começar ali os X-Men finalmente?
Essa é a promessa.
Eles têm um grande problema, né, que esse filme se passa antes de um reset. Nada que esse filme apresentar, na verdade, tá cravado na pedra de ser continuado. Perguntando qual é a lógica de você introduzir os X-Men quando você está há 10 anos trabalhando multiverso para poder abrigar esses X-Men. Eu acho um pouco precipitado dentro das informações que a gente tem. Claro que eu vendo filme tudo pode fazer sentido, né? Mas me parece que esse filme do Homem-Aranha se passa depois do M7, não antes, de tão simplificado que está o universo Marvel ali.
Pois é. O que que você achou, Miguel?
Simplificado. Simplificado, o Hulk extremamente simplificado, Homem-Aranha extremamente simplificado, tirando a questão da identidade dele. Tá todo mundo muito fininho, prateleira Marvel, tá? Entendi. Os caras vão fazer um reset, os caras vão para o mundo de batalha, volta, Guerra Secreta. E aí, o que que vai ficar depois? Vai ficar tudo igual?
O que que tu acha, Miguel?
O que que vai mudar realmente?
Olha, eu sou, eu sou um da Marvel. Se sonhar fosse crime, pode me levar para prisão, porque assim, eu tô com muitas esperanças. E eu acho assim, no, na atitude desesperada da Marvel de trazer o Robert Downey Jr., o Chris Evans de volta, eu acho que foi correto, porque tava lá embaixo, sabe? Então eles precisavam ser desesperados, precisavam chamar atenção da galera. Então É a hora do desespero, é agora, é agora.
Deveria ser esse o subtítulo do novo filme, não tinha que ser A Era do Destino.
Como é que é o nome do filme novo?
Doomsday? Vingadores: O Destino.
Horrível. Não deveria, deveria ser Vingadores: A Era do Desespero.
Desperate Hour. Ia ser muito mais chato.
Você aprova? Se você fosse executivo da Marvel, você teria achado uma excelente ideia? Ideia, trazer o Robert Downey Jr. de volta.
Excelente, porque assim, o que que eu acho que vai rolar? Esse reboot não vai ser um reboot total, né? Eles vão manter algumas coisas, é tipo Guerra Secreta de 2015. Então assim, alguns elementos vão continuar os mesmos e vai dar oportunidade de coisas novas serem introduzidas. Talvez voltar um Homem de Ferro com outro ator, mas aí eu, sabe, eu tô jogando, não é que Tom Cruise Mas já tá velho, né?
Também nunca tá velho, pô. Tom Cruise morrendo daquele jeito, poder da Cientologia mantém ele vivos.
Ele voa, ele faz um monte de coisa, ele faz. Mas aí, no caso, o Homem-Aranha tá para introduzir uma personagem dos X-Men. Não sei se vocês ouviram aí, mas a boca pequena aí da internet na internet tá dizendo que a Jean Grey pode aparecer nesse filme do Homem-Aranha, tá? E aí, do meu ponto de vista, seria uma Jean Grey assim, antes de conhecer os X-Men, super crua, sabe? Uma jovem que descobriu os poderes. E aí já é uma forma da Marvel introduzir uma personagem que vai ser importante no futuro no filme desse outro personagem que é super importante para eles, que é o Homem-Aranha.
Aí já vai plantando a sementinha. Aí vai chegar Doomsday. Doomsday é o grande, a grande Acho que vai destruir o multiverso. Acho que esse é o passo de Dune. E Guerra Secreta vai ser arrumar a casa, basicamente assim, meio que construir como vai ser esse novo universo.
Eu gosto que os subtítulos que o Miguel tá trazendo parece inclusive os subtítulos dos filmes do Homem-Aranha. Homem-Aranha: A Grande Faxina, né? Homem-Aranha: Arrumando a Casa. Parece que os poderes eletromagnéticos do Pablo fizeram alguma coisa com uma imagem dele, um cenário dele.
Ele se teleportou para o Meteoro M. Cuidado com o meteoro M aqui, ó. Perdão, desculpa, te cortei sem querer, desculpa.
Vou ver um taco de tomate. Você tá mais para Edward Mão de Tesoura do que para Wolverine aí, não sabe mexer nessa. Ô Pablo, com tudo que o, com tudo que o asteroide M, eu falei meteoro M, com tudo que o nosso Tom Holland falou agora aí, você tem esperança para o MCU?
Com tudo isso dito, eu acho sinceramente que isso devia ter sido pensado lá em 2020, cara. Eu acho que a loucura deveria ter sido X-Men. Perfeito. A saga do multiverso, ela só tem um objetivo: fazer uma gambiarra para incluir X-Men e Fantastic Four no UCM. Isso poderia ser feito de outra maneira. Uma vez que já admitiram que existem mutantes escondidos no UCM, era só juntar essa galera, descobrir onde eles estão, introduzir o Professor Xavier.
Em 2, 3 anos tava feita a brincadeira. Perfeito. Fantástico, cara. Em vez deles serem de outro universo, bota eles no reino quântico, cara.
Boa também, poderia ter saído lá.
Não tem tecnologia avançada, tecnologia além da imaginação? A gente não aprendeu isso no Quantum então os anos 60 ficaram presos no reino quântico, você pode chamar de zona negativa. E aí a formação científica do Reed Richards é completamente diferente da do UCM, ele traz a mentalidade avançada para o UCM. Eles iam repetir mais ou menos o que aconteceu com Capitão América, que eles ficaram meio deslocados no tempo. Sim, mas ainda assim eu acho que ficaria melhor do que essa gambiarra que nós estamos vendo tá vendo essa fragmentação que foi feita, essa bagunça que foi realizada, e que agora eles estão fazendo gambiarra, mais gambiarra em cima da gambiarra, colando com cuspe, trazendo numa clara demonstração de que eles não sabem o que fazer.
Então eles estão falando assim: volta que deu ruim. É, passamos do período de dar muda para o período dar ruim. Isso aí vai fazendo que nós somos Marvel, não dá nada. Caralho, deu ruim, traz os caras, vamos fingir, vamos fingir que não aconteceu nada, vamos fingir que não aconteceu nada, que Ultimato conecta com Doutor Estranho e pronto. É isso que eles estão fazendo, eles vão fazer pós-crédito no Ultimato, vão relançar Ultimato em setembro com pós-crédito para dar impressão para as pessoas que nada aconteceu no meio, não precisa nada, nada é relevante. É um carimbo de irrelevância do CN.
Total, total.
Posso defender?
Defenda, por favor.
Caiu um pix aqui para o Xavier cuidar.
Você é o nosso Xavier e o Peixoto é o nosso Magneto. Vocês têm essa diferença ideológica aí.
O que eu gostaria de acrescentar aí é que Pô, o UCM foi construído em gambiarra. Ou por acaso, quando colocaram um cubo cósmico lá no primeiro filme do Capitão América, eles já sabiam que aquilo ia ser a Joia do Espaço?
Nem não, é meio bagunçado mesmo, né?
A primeira fase aí só estamos contando historinha porque ia levar para Vingadores. Aí depois passou Vingadores, aí a gente tem que conectar com alguma coisa lá para fazer a Joias do Infinito.
A gente sabe que tinha um tinha um mínimo de planejamento, mas até que a coisa ficasse assim, eles entendessem o que eles tinham na mão, tanto que os filmes são muito desnivelados em termos de qualidade, preparo, é isso que você falou, perfeito.
E tem que levar em consideração que na época eles não sabiam o que ia ser o universo Marvel, eles estavam testando, primeiro foi o Homem de Ferro, aí opa, fizemos dinheiro, vamos pegar de volta os direitos que a gente tinha dos personagens, que a gente vendeu e sucateou para outros produtores e comprar de volta. E aí eles foram criando e recriando. Mas assim, vamos fazer o Cubo Cósmico sem ser a Joia do Infinito? Vamos, porque a gente não sabe se vai fazer um outro filme.
Então a gente conclui essa história e daqui segue. Então era tudo meio que concluidinho, né, para gerar esses ganchos.
Mas conclui, Miguel.
Não, é meio que isso aí. E aí eu concordo com o Pablo que foi uma bagunça a saga do multiverso. Teve vários fatores para isso, né? Pô, pandemia, teve o Disney Plus lançando e precisando de um monte de conteúdo lá. E aí o Kevin Feige não teve como controlar muito bem a linha narrativa das histórias. E aí no fim, tanto é que, por exemplo, o Multiverso da Loucura, que poderia ter sido muito melhor, era para ser uma continuação de WandaVision, mas como fizeram Multiverso da Loucura nem tinham assistido WandaVision ainda, então não sabiam antes.
Então é uma prova da confusão que tava rolando lá dentro da Marvel. Daí agora existem gambiarras, passou do limite da gambiarra.
E nem irmão da Leia, né? Nem irmão da Leia, né?
São da história do cinema.
É, pois é, isso, essas coisas são São parte da criatividade, mas a forma como você amarra posteriormente também é uma forma criativa, mas justamente para não gerar esses furos, essas inconsistências e dissonâncias.
Você tem mais difícil amarrar. E o que aconteceu depois da fase 3 é que as cordas se multiplicaram, tais quais linhas do tempo na TVA, que não dá mais para amarrar tudo.
Tá segurando lá, o Locke tá lá, ó, segurando lá, segurando as cordinhas.
Realmente, 2028 a gente conversa.
É um Brasil, a grande promessa cheia de gambiarras. É isso que eu tô entendendo aqui da nossa conversa. Mas como o Aragorn já disse, não podemos perder a esperança, sempre esperança. França. E nós, otários que somos, nerds, estaremos na fila do cinema para ver essa porcaria que será o Vingadores com Robert Downey Jr. E tá aqui de volta para falar sobre isso. Falaremos aqui no Plantão Nerd com grandes convidados, como hoje tivemos aqui Miguel Peixoto. Muito obrigado, queridos, pela participação aqui. Voltem sempre, tá?
Muito obrigado pelo convite, prazer estar aqui.
A gente que agradece.
Beijoca, querido! Valeu! Rex, ao contrário do Garfield, para o nerd o começo de uma nova semana, a segunda-feira, apresenta todo um novo horizonte de nerdice. Gostou do caminho que eu fiz?
Muito bom! Isso tem o mínimo sentido, mas isso aqui importa.
É, porque você fala assim: pô, o que que eu vou assistir? Acabou, acabou agora o Plantão Nerd. Eu quero ir no cinema essa semana. Ou o que que estreou semana semana passada.
Então, que você já pode ver no cinema essa semana, o quê? He-Man está nas grandes telas do cinema para pessoas grandes. E também Todo Mundo em Pânico 6. Eu gostei muito dessa série, muito divertida. Ele faz massagem, ela com todo tipo de gente conhece e zoa muito com terror, que é o único jeito que eu consigo ver terror, que é zoando, porque eu me cago todo com filme de terror.
Eu tô curioso para assistir tanto o Todo Mundo em Pânico novo, quando os cara velho, né, achei engraçado as entrevistas, eles zoando lá a amiga deles. E o Remake, cara, o Remake eu não assisti também ainda, mas todas as resenhas estão dizendo que o filme ele consegue encontrar esse equilíbrio entre não se levar tão a sério, ao mesmo tempo que apresentar uma saga de herói que enaltece os valores universais que a gente conhece.
Sabe o que faltou enaltecer nesse filme? Aqui fica o meu disclaimer: qual é o problema com a tanga de pelo?
Ah, você queria?
O universo, todos têm tanga de pelo, todos os bonecos tinham tanga de pelo. Eu senti falta deste símbolo, sabe, dessa coisa assim emblemática que é a tanga de texugo. Eu senti primal.
Exato, entendi. Ah, mas não se pode ter tudo. Droga, mas se pode ter tudo, você é um homem ter tudo, né? Exato. E de T para D eu vou recomendar o filme que a gente falou hoje bastante aqui, que é O Dia D, galera, tá? 11 de junho agora nos cinemas. Eu não consigo me lembrar de nenhum filme do Steven Spielberg que seja fraco. Você pode não gostar tanto, que o tema não tem tanto a ver contigo aqui ou ali, mas o Spielberg, ele é o meu diretor favorito, pessoalmente. Spielberg, Tarantino e James Cameron.
Uau, boa escolha!
Mas o Spielberg, eu acho que ele consegue realmente traduzir ali coisas da infância que o adulto carrega de uma forma que eu acho muito, muito mágica. Tô com muita saudade de assistir um filme dele. E esse, apesar de ter essa controvérsia aí se ele tá trabalhando ou não com o governo, eu acho que nós teremos uma história muito, muito cativante, importante para uma nova era.
Eu encabeço especialista, primeiro James Cameron, que foi ele que trouxe Arnold Schwarzenegger para Os Exterminadores do Futuro. Um homem pelado, másculo, andando na escuridão, falando: "I want your clothes, your boots, and your motorcycle." Agora, falando do dia a dia, você que é um especialista no assunto, Solano, onde as pessoas podem ver você falando mais sobre isso?
Exatamente. Hoje, um colega meu, um fólogo aqui, o Roni Vernet, ele já esteve também no Bunker X, onde eu e o meu xará alienígena, o Afonso Falamos toda semana sobre ufologia, sobre o universo sobrenatural, conspirações, as tretas que o governo anda fazendo, fantasminhas, mitologia, tudo que é fora da caixa você encontra no Bunker X, meus queridos. E, Thiagão, hoje a gente falou de mutante. Sim, você é um mutante, quase um. Você é um cara que recusou a natureza.
Para do mutante.
Resolveu fazer. Você é praticamente o Senhor Sinistro, você gosta de fazer experimentos em mim mesmo, em você mesmo. O que que você pode recomendar aí para a galera que quer melhorar nesse sentido?
Olha, para você que quer fazer a coisa da forma certa, saudável e com um bom acompanhamento médico, que eu sempre recomendo a todos, que você sempre procure primeiro um médico, endocrinologista, alguém para poder te indicar os melhores suplementos e afins. Quando eles fizerem isso com você, vá lá na Growth Suplementos, faça a compra do seu whey, da sua creatina, dos seus minerais, vitaminas, e use o cupom OHEX.
Olha aí, OHEX.
Mas se você está procurando alguma coisa mais manipulada, tá, com a Oficial Farma, que é uma das maiores do Brasil, você também pode fazer a compra de tudo que você precisa lá na Oficial Farma usando o cupom HEX.
Excelente! E excelente também foi o Plantão Nerd de hoje. Se você curtiu, deu risada, aprendeu uma coisa nova, ou achou dois idiotas aqui falando. Tem sempre os haters, né? Hater faz bem também, é porque a gente aceita, ele faz o mundo gerar. Então manda esse vídeo aqui para os seus amigos haters, fala assim: olha esses dois bostas, mano, não entendem nada de mundo nerd, mano, de mundo nerd e tal. Mas você vai aprender a amar também, assim como Magneto aprendeu a amar a humanidade, tá bom? Até a semana
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