1859 - O QUE ESTÁ POR TRÁS DOS OVNIS NO PARANÁ: DANIEL LOPEZ
DANIEL LOPEZ é jornalista, professor e pastor, e LUCIANO TIGRE é apresentador. Neste episódio de “Ligando os Pontos”, eles vão bater um papo sobre os OVNIs avistados no Paraná e o que está por trás disso. Cada vez que alguém vê um OVNI, os olhos do Vilela brilham com vontade de voltar pro seu planeta..
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Olá, terráqueos, como é que cês tão? Sou Rogério Vilela e tá começando mais um Inteligência Limitada, o programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala. Mas hoje, hoje em especial, é aquele dia da semana Onde tem aquele programa na semana que o pessoal fica esperando na semana, que é o quê?
É o Ligando os Pontos.
Como que é esse programa?
É um programa que a gente vai de A a Z, a gente vai de filmes, séries, vai de piadas, quinta série, fala de futebol, fala de tudo e ainda volta pro tema.
Inclusive o tema a gente fala.
Inclusive o tema.
E o pessoal fica no chat como?
Volta pro tema, volta pro tema, pessoal. Exato. Já estamos no tema, você que não percebeu ainda.
Exato, então o que o pessoal pode fazer a partir de agora, porque o tema é É o que todo mundo tá falando. Rapaz, todo mundo tá falando disso, faz 4 dias.
É verdade, cara. Estamos ao vivo nessa quinta-feira, então já deixa o seu like, se inscreva no canal, torne-se membro e compartilha esse vídeo.
Trabalhando no feriado, vou dar essa força.
É verdade, pessoal.
Podia estar na praia.
É verdade, cara.
O Daniel parou de surfar para vir para cá.
Você acredita? Cancelei minha sessão de 6 horas da tarde.
Você acredita que vindo para cá o pneu da minha nave furou?
É mesmo? Pois é, cara. Isso é um sinal, hein?
É um sinal. Aí você acredita que eu fui colocar o estepe para uma viatura do meu lado, falou assim: ô, cidadão, o que aconteceu aí? Falei: furou, né, o pneu aqui, tô substituindo. Aí o policial olhou para mim e falou assim, ó: você viu o estado que tá o seu estepe, meu amigo? Eu falei: o estado de São Paulo, rapaz, tomei um cacete, bicho.
Apanhou, né? Apanhou, mas se divertiu.
Pois é, eu perco amigo, perco a liberdade, mas não perco a piada, né?
Ó, seguinte, você já manda perguntas, manda comentário, porque hoje a live vai ser Quente. Daniel, se apresente para o povo e já vai pegando as melhores perguntas. Daniel, sua câmera é aqui, se apresenta para o povo.
Vilela, eu estou me apresentando de uma forma diferente agora. Por quê? Porque agora eu sou um cara mais sério. Comecei a rir, nem consegui falar. Não sério, não sério. Não, a versão do Daniel sério é o seguinte: eu sou analista geopolítico, faço análises de geopolítica preditiva tentando entender as coisas antes delas acontecerem, te ajudar a se preparar. A gente ajuda você a proteger seu patrimônio, Você tem um seguro para sua vida e você ser uma pessoa relevante no Brasil aí que tá num ano de eleição, né?
Então, melhor maneira de você ter uma nação transformada é você transformar a si mesmo. E eu quero ajudar a transformar você, porque se a gente tiver um coletivo de pessoas transformadas, a nação acaba se transformando, né? Então eu tô numa campanha pessoal, velho, ela é chamada lá no meu canal #Chega. Chega o quê? Chega de ser enrolado, né? Pela mídia, pelo político, por tudo. E a gente precisa entender que além da nossa participação no destino da nossa nação, a gente precisa orar também, porque isso é uma questão espiritual.
Então eu estou criando aqui um movimento Ore Pelo Brasil no ano de 2026 para que a gente tenha a melhor opção para 2027. Então a ideia é um pouco essa. A gente tem a Arca. Na Arca eu te ajudo também nessa formação. A gente está começando uma série de aulas lá relacionadas ao mínimo que você precisa saber para está preparado para esse mundo estranho. Estou usando como referência um livro muito legal chamado Cultura Geral, em que um professor alemão separou o mínimo que você precisa estudar para estar bem situado.
Eu queria sugerir uma coisa que eu pensei agora, a gente pegar algumas lives do Ligando os Pontos, pegar algum livro muito bom específico e a gente destrinchar esse livro aqui, esses que você cita.
Sensacional.
Não seria legal?
Muito legal. Muito legal. Eu amo isso aí.
Eu também gosto, cara.
Gosto para caramba.
Vamos fazer isso então.
Bora fazer. Como a gente fez com O Senhor dos Anéis, A obra do Senhor dos Anéis. Bora! Ah, foi verdade. É, quem não assistiu também fica a dica aí, porque eu já li quase a obra completa, mas reli boa parte, fiz uma pesquisa muito boa. E Vilela também gosta, conhece muito.
Foi muito legal.
Foi um programa muito legal. E para quem é cristão, para quem crê em Deus, foi— a gente falou muito de Deus também, foi bem legal.
É isso aí. Eu sou o Rogério Vilela, me sigam no Instagram @vilela. E diretor, roda a vinheta. Estamos de volta com Ligando os Pontos, o programa onde você já sabe temos um tema central que hoje é esse avistamento em específico lá no Paraná e outras coisas coisas estranhas que estão acontecendo no mundo, mas tratamos também de cultura pop ligada ao assunto. E semana que vem temos pré-estreia, não sei se eu e Daniel fomos convidados, mas não sei se a gente consegue ir porque a gente tem outro evento ao mesmo tempo.
O pessoal ficou louco, o Homer, pessoal falou: "Cara, vai você." Eles queriam eu, eles fizeram convite, eu, Daniel e Sacani na mesma sessão.
Ô louco, cara. Ia ser legal.
Porque eles falaram: "Aí vocês fazem a live à noite e fala sobre isso, mas a gente está tentando mudar um outro compromisso que tem de manhã, porque vai ter uma cabine só para a gente ver esse filme antes de todo mundo e eu estou muito louco para ver.
Gerou uma angústia terrível.
Talvez segunda-feira a gente veja o filme antes de todo mundo.
Que sinuca, meu Deus!
Vamos tentar, vamos tentar. Então vamos falar de vários temas, quero falar também para você aí que agora é a hora de curtir esse vídeo, porque hoje está especial. Vamos falar com o Ricardo Ventura, que vai fazer análise das falas e dos stories que o Mike fez, para ver se ele está mentindo ou não através das microexpressões faciais e análise das expressões. Eu nem sei se esses são termos corretos, ele vai me corrigir se eu estiver errado.
Roni também a gente vai falar. E quem mais a gente conseguir durante a live, a gente vai tentar também, inclusive com o Mike, que terça-feira ele quase falou com a gente no final da live, ele estava na estrada. Vamos ver se a gente consegue falar com ele também. E seguinte, eu só vou dar um toque para vocês assim, que é uma coisa pessoal mesmo. Eu queria muito ter escutado o que meu— tem a ver com esse assunto, porque eu acho, não é?
A gente tá falando sobre coisas importantes na vida e eu queria muito ter escutado o que meu avô me falou, senão não teria, eu não estaria passando o que eu tô passando agora.
Poxa, cara, e a pergunta que não quer calar: o que que seu avô te falou?
Eu não sei, eu não escutei. O meu avô, eu só tava esperando ver, ele não vai me perguntar, cara.
Deixa eu mandar um abraço para o meu amigo Felipe Mendonça, que toda vez que me encontra, ele me conta essa piada.
Então você me ajudou, na verdade.
Só que ele me contou essa piada pouco tempo depois do pai dele ter falecido.
Nossa, cara.
Eu falei: "Isso é hora, né?" "Você consegue brincar com isso?" Falei: "Meu irmão, tu é comediante mesmo." Porque, poxa... Abraço aí.
Então vamos falar a partir desse evento para falar de tudo o que está acontecendo.
Cara, concomitância brava, né?
O que você acha, Daniel, que houve essa comoção absurda? O cara passou de 20 mil, última vez que eu vi ele estava com 1 milhão e 500. Depois você dá uma olhada no Instagram dele.
Já passou de 2 milhões.
Cara, todo mundo falando sobre isso. Por quê? Gente lá fora falando sobre isso, ufólogos indo visitar. A gente vai ter também o Luciano Tigre também, que esteve no local. Onde ele teria visto aquelas luzes e ele foi até lá, que é um local bem remoto, como ele é um sobrevivencialista, ele conseguiu chegar lá na mata, no local, ele vai explicar também.
Eu estou muito ansioso para ouvir o relato dele.
Pois é.
Por que você acha que houve essa comoção e um interesse absurdo em relação? Parece que está tudo convergindo para uma grande revelação mesmo.
Então é porque, você vê, pensando numa estratégia de teaser, né, ou psicologia social, esse tema tá sendo construído já desde 2017 nessa ideia de alienígenas são reais, né. O governo americano agora acabou de lançar um site exclusivo sobre alienígenas, né, com .gov, né, .gov, né, .gov. E aí a gente tá na véspera do filme, né, o Disclosure aí. Como é que é o nome do filme exatamente?
O do Dia D, Disclosure D.
Em português é dia D? Dia D. Dia D. Então, acho que o hype estava muito alto.
E aí a galera já está: "Pô, vai lançar o filme, o Trump acabou de..." Muita gente falando que era um teaser para o filme, mas não pode ser, cara. O cara não ia pegar um cara de 20 mil inscritos, seguidores, para usar para fazer o teaser do filme, ia pegar um influenciador muito mais conhecido.
Concorda? Não sei, cara.
Faz sentido.
Faz sentido, mas eu não sei, cara. Mas às vezes eles pensaram assim: "Poxa..." Até onde eu sei, o Mike já tinha um perfil, ele tinha um perfil que ele falava de resgate de animais e tal. Mas às vezes os caras da produção mais local aqui no Brasil, tipo o chefe, o head de Brasil do lançamento falou: "Vamos pegar um cara que está no meio do mato." Tem que ser alguém que está no meio do mato. Então, cara, eu acho que o hype desse tema já tem sido construído muito fortemente nesses últimos meses, né, principalmente relacionado ao filme do Spielberg.
Mas a gente teve um lançamento também, The Age of Disclosure, né, recentemente, de um documentário. A gente teve o próprio Roni Vernier lançou alguns documentários, né. Então muita coisa tem sido lançada nesses últimos tempos. E aí eu acho que o público tá mais aberto a esse tema e de repente o cara não apenas é— O Mike Leão ele não apenas falou sobre mas mostra imagens estranhas contundentes. A única coisa que... O barulho também!
O que eu achei estranho é que o barulho que ele grava curiosamente semelhante ao barulho que a gente vê do filme. Aquela mulher lá com jornalista né? Que ela começa a falar em inglês: "A língua dos..." dos alienígenas lá, o código Morse.
Segundo os ufólogos, dizem que essa seria a língua do tipo daquelas raça alienígena insetoide.
É do Mantis, tipo Mantis, né? Louva a Deus, né? Louva a Deus.
Depois coloca aquelas 4 raças para o pessoal ver que é Fox News que divulgou isso, né?
Então essa divulgação da Fox News foi porque o Hal Puthoff que é o cara que foi escolhido pela CIA para desenvolver aquela ideia de super soldado do exército americano. Inclusive, a gente tem um programa aqui sobre isso, sobre super soldados. Quem não assistiu, assista. Muito legal de história, né? A parte oculta aí dos exércitos, né? As operações psicológicas. O Hal Puthoff, ele foi escolhido pela CIA para desenvolver o protocolo da visão remota ou usar paranormalidade no exército.
Soldados paranormais O Ocultismo na Segunda Guerra, está com 2 milhões de views já.
Então assistam, porque o programa está quase 3 horas de programa. Show de bola.
O Daniel aqui destrinchou tudo o que acontece, o que tem de verdade e o que tem de teoria, o que tem de suposição.
É muito bom aqui. Cara, foi muito legal. Eu fiz uma pesquisa bem aprofundada, é um assunto que eu estudo há muitos anos.
É um assunto fascinante, cara.
É sensacional esse assunto, cara.
Porque Hitler e os nazistas, Eles trabalharam em várias áreas de pesquisa, né?
Biologia, computação... E tem tudo a ver com esse tema de ufologia que a gente está falando, porque existe a lenda... E lembrando aqui, pessoal, né? Você vai falar: "Ah, Daniel disse que isso é verdade." Não, eu estou falando que é lenda. Existe uma lenda de que algumas das tecnologias que Hitler estava desenvolvendo foram recebidas ou espiritualmente, através dos rituais que eles faziam na sociedade secreta Thule, que é uma sociedade que existe, existe até hoje, ou rituais, ou a partir de alienígenas, né? Então ali, ó, Vilela, as quatro raças principais, né?
Mas tem outros, né? Mas tem, essas são as principais, né?
Então tem uma história muito interessante aqui, Vilela, já que a gente tá falando essas quatro raças, porque quem que falou sobre isso e bombou na Fox foi esse cara chamado Hal Puthoff. E ele deu uma entrevista no Diary of a CEO, Diário de um CEO, e a Fox recortou essa entrevista e jogou no canal deles. Ele falou algo muito interessante, a gente já volta aqui para o tema. Ele disse o seguinte: que durante a Segunda Guerra Mundial, os alemães estavam desenvolvendo essa ideia de utilizar a percepção extrasensorial ou habilidades sobrenaturais humanas na questão bélica, no exército.
Só que o que aconteceu? Quando— Isso é um dado que não é intuitivo para quem vive hoje, não se lembra da história, porque a gente imagina sempre Estados Unidos e Rússia inimigos. Mas na Segunda Guerra Mundial eles eram amigos. Os aliados eram Estados Unidos, Rússia e Inglaterra. Então você vê— E a França ali, mas você vê na conclusão, no final da guerra, a gente vê sentadinho os três ali, o presidente americano, Stalin e o Churchill.
A gente fez um programa aqui onde o Thiago Braga fala de um acordo que a União Soviética teve muito próximo de se aliar, de ser aliada da Alemanha, né? Num acordo pré-guerra.
Durante a guerra eles tiveram um acordo, Molotov-Ribbentrop, que foi o acordo do Pacto de Não Agressão, né?
Exato, exato.
Só que como o nome de Molotov é Molotov, Aí já terminou, explodiu o coquetel, explodiu tudo. Isso foi um momento muito estranho da guerra, porque se a gente pega o Rômeo, vou aproveitar que você é rápido no gatilho. Rômeo, eu acho que ele vem até da época do faroeste, né?
Tem, é.
Que ele é rápido, é rápido nas piadas e nas imagens que ele pega também, né? A galera olha o Rômeo assim, acha que ele é versão, né, Opala 69, mas o cara é rápido.
Eu bebo igual.
Bebe igual? Ô Rômeo, eu tô pensando Romero, tô pensando em trocar a cor do meu cabelo, o pessoal fica zoando. É verdade? Não sei, o que você prefere? Vou pintar, né? Você prefere que eu pinto de loiro ou pinto de ruivo?
Ah, não sei, cara. O que você prefere, lambir na frente ou picar atrás?
O cara não deixa uma, velho.
Ele falou um negócio de pinto, né? Aí pegou mal.
Manda, manda.
Você ia falar alguma coisa? Não, ele tá esperando.
Eu achei que você ia falar alguma coisa. Não, não, tô esperando.
Procura para mim no Google aí The Guardian, o jornal britânico The Guardian, aí bota assim Hitler e Bush. O esse eu não sei botar não, bota Hitler Bush, porque nessa matéria do jornal The Guardian, a gente vai ver que o Prescott Bush, que era um senador, Prescott Bush é o pai do buchão e avô do buchinho. O Prescott Bush ajudou a convencer o Senado americano a patrocinar Hitler. Então o Senado americano financiou Hitler. Você fala: "Para quê eles fizeram isso?" Para que Hitler fosse uma barreira contra o avanço da União Soviética.
Meramente para isso. É essa matéria aí. Como o avô do Bush ajudou Hitler a chegar ao poder. Cara, que... Essa matéria é de 2004. Beleza? Então você vê esse tipo de leitura. É legal, eu converso com muitas pessoas, eu estive em um evento agora em Brasília e encontrei muita gente, os cara fala: "Pô, Daniel, eu gosto do jeito que você fala, porque você não fala assim: é verdade, você fala dizem que", mas às vezes você pega e mostra o livro, o site, a matéria. Então a gente fala na humildade aqui e dá bibliografia se quiser pesquisar.
Eu acho que esse é o melhor caminho, cara, porque aí você vai e tira a sua prova, você lê o livro, olha o filme.
"Ah, quem não concorda comigo tá errado, é ignorante." Não, eu tenho meus fundamentos aqui. Quando não tem base, eu falo: não tem base, é mera especulação. Mas aqui não, aqui você tá vendo uma bibliografia interessante dessa matéria. Então, ô Vilela, o que que aconteceu?
Atualizando, o Mike Leão tá com 2 milhões e 300 mil seguidores.
Caraca, se continuar assim vai bater 10 milhões semana que vem. É, então, velho, o que o Raul Potz-Hoff contou nessa entrevista, que eu achei interessante para caramba, ele disse que quando termina a Segunda Guerra Mundial, os americanos ficaram interessados em levar para os Estados Unidos, na famosa Operação Clipe de Papel, né, Operation Paperclip, levar os caras mais da área de foguetes, né, de foguetes e equipamentos bélicos.
Os cientistas mais hardcore. Só que o que que os russos fizeram? Os russos se interessaram em pegar os cientistas alemães e levar para Rússia aqueles que pesquisavam essas questões mais paranormais. Então o que que acontece? A gente pega em 1945, os russos começaram a explorar essa pesquisa alemã. Nos anos 60, os americanos estavam tendo problema de que códigos de lançamento de armas nucleares estavam caindo nas mãos dos russos.
Eles pensaram que o general estava passando a informação, o que seria pena de morte na hora, que é alta traição. Só que aí eles espionaram o general de todas as formas, o cara estava monitorado 24 horas.
Não era?
Não era, ele não passou nada. Descobriram que os russos estavam invadindo o sonho do cara e roubando a informação no sonho.
Cara, é a origem lá, como chama? Inception.
Inception do Christopher Nolan. Christopher Nolan é um cara que não brinca em serviço, sempre Se você assistir um filme dele, assista com muita atenção, porque ele manja do Paranauê, você pode ter certeza.
Só que lá era o contrário, eles tentavam entrar no sonho da pessoa para incutir uma ideia.
É, para inserir, não para extrair.
Que também era fácil. Eles falaram que isso era mais fácil, o mais difícil era colocar uma ideia.
Tirar é fácil. Espionar é você entrar e ler alguma coisa e pegar uma memória e sair. E assim, por mais louco que você possa achar, foi isso que deu origem ao Hal Puthoff ser contratado pela CIA para desenvolver isso, porque eles chegaram à conclusão que os russos estavam fazendo isso. Os americanos disseram o seguinte: a gente vai ter que aprender a fazer isso também. Só que a gente está com 15 anos de atraso, porque os russos ficaram de 45 a 60 desenvolvendo, os americanos pegaram só o Wernher von Braun para fazer a NASA.
Um quadrinho que é legal, não sei se você já leu, Hellboy, né?
Hellboy.
Hellboy, você já leu, Homer? É muito bom. Ele trabalha muito com essa parte de do ocultismo nessa época de Segunda Guerra, época dos nazistas, é muito bacana.
Esse tema é muito interessante, cara. E aí a gente vê um pouco isso na parte dos russos, né? O Soldado Invernal, Soldado Invernal, um cara MK Ultra ali, né? Fizeram programação, lavagem. Aí tem aquele livrinho vermelho onde tem os códigos para dar o gatilho nele, é para ligar o cara. Então muito interessante. Então, Vilela, o O Raul Putzhofer, ele foi contratado. Esse cara tá vivo, ele deve estar com 100 anos já, o bicho tá caidinho, tá velhinho.
Tá vivo ainda? Tá. Você acha a foto dele?
É Raul Putzhofer.
Vai ser difícil soletrar isso.
É, o sobrenome é P-U-T-Z-H-O-F, Putzhofer, é igual fala. É esse aí, escorou. É esse cara? Essa foi a entrevista que ele deu agora no Diário de um CEO. Tá bem, tá bem.
Aliás, bom programa, né?
Bom podcast. Sensacional mesmo. Sensacional, muito bom, cara. Só entrevista top de linha.
Eu assisto muita coisa dele lá. Eu acho que é o melhor hoje em dia dos Estados Unidos.
Não, na verdade, é britânico. É britânico. Só que às vezes ele vai para Los Angeles, entrevista Los Angeles, mas é a base britânica.
Quer um café?
Não, obrigado. Estou tomando um suquinho de laranja aqui. Então, a gente olha essa história, você fala: "Cara, não é possível que isso é real, isso deve ser mentira." Esse cara fez essa pesquisa na Universidade Stanford, e ele dentro da Universidade Stanford, sério para caramba, e a Universidade Stanford é a universidade ali do Vale do Silício, né, fica ali em São Francisco. Então ele tinha um departamento chamado SRI, Stanford Research Institute.
Esse cara é um engenheiro e físico, manja muito de física quântica, um cientista de verdade, e ele tava no doutorado dele fazendo uma pesquisa relacionado a como as plantas respondiam a certas frequências, frequências de rádio, alguma coisa assim. E aí dessa pesquisa, a CIA achou interessante e começou a ver se ele conseguia adaptar isso para influenciar, em vez de planta, influenciar pessoas.
Influencia um ser vivo como planta, por que não?
Exato. Aí foi aí que ele começou, quando chamaram ele para fazer essa pesquisa de remote viewing e telepatia, essas coisas, ele falou: "Pô, não acredito nisso." Os caras entregaram alguns documentos mostrando que os russos já faziam. E aí ele encontra um paranormal chamado Ingo Swann. Você conseguia achar aí para a gente? O nome é igual fala mesmo, Ingo Swann, S-W-A-N-N, que é ganso. Ingoswan. Esse cara, Vilela, ele é cisne, né?
É cisne, é. Ganso é goose, perdão. O Ingoswan, ele foi puxado para dentro do setor militar, né? Esse cara aí, esse cara é assim, estudar a história dele é um grande, é uma descortinada da realidade. Porque em cima desse cara, o exército americano criou todo o protocolo dos soldados paranormais. Foi com base nesse cara.
Porque ele tem um estudo absurdo?
É, esse cara tinha uma paranormalidade que era muito famosa, tava ficando famosa, e o exército americano identificou ele e puxou ele pra dentro.
Ah, não era charlatão a princípio?
Não, não. Só que ele não sabia, ele não tinha conseguido refinar a capacidade dele. Por exemplo, ele errava 85% das vezes, né, e acertava só 25%, ou é 25%, né. E é só que aí o que que acontece, é 75%, 25%. Ele começou a ser estudado pelo Hal Puthoff e o Russell Targ. Se você quiser pegar esse outro, que é o sócio do Hal Puthoff, Russell Targ, igual fala mesmo. Esses dois cientistas começaram a estudar o cara e perceberam o seguinte.
Como é que era o teste que eles faziam com ele? Eles estavam lá no SRI, no prédio da Stanford Research Institute, e eles pegavam um papel, faziam um desenho e botava numa gaveta no outro prédio ao lado. Só que cada gaveta tinha um número. Então eles entregavam um envelope para ele, já que o teste é duplo cego total, nem os cientistas sabiam, nem ele sabia. Isso é o duplo cego. Aí o Russell Tarkin.
Por que os cientistas não podem saber?
Para garantir a lisura da pesquisa, para os cientistas não influenciarem no resultado. Como é que era então para ninguém saber? Chegava um envelope e ele abria esse envelope, no envelope tinha um número. O número estava relacionado à gaveta. Então ele só recebia um número. Em cima do número ele pegava uma folha de papel e desenhava o que estava na outra folha. Só que ele só acertava 21% das vezes.
Isso é alto ou é baixo?
É alto pra cacete, pô, pra um negócio desse. Mas o que aconteceu? Fazendo análises neurológicas dele e comportamentais, eles descobriram o que acontecia no cérebro dele quando ele acertava, entendeu? Era diferente. Era diferente. E ele tinha uns tiques também. Quando ele acertava, ele fazia uns tiques no rosto, ele tremia.
Ou seja, quando ele tava vendo a imagem certa, o cérebro tava diferente.
Em cima disso eles montaram um protocolo, eles inverteram o negócio, eles passaram a acertar 75 e errar 25.
Fazendo o quê? Algum procedimento?
Eu não sei exatamente o que que é, que eles não explicam, mas acharam um procedimento, acharam um protocolo. E com esse protocolo eles começaram a ensinar para qualquer pessoa. Segundo eles, qualquer um pode aprender. E esses caras, não o Ingo Swann não, porque ele já faleceu, mas os outros que trabalhavam, aí que aconteceu, expirando Daniel, não sei se você chegou a pensar sobre isso, inspiração mesmo.
Qual é o processo? Porque como a gente explica que o cérebro consegue, a gente consegue enxergar uma coisa que está fechada em outra gaveta? A gente não consegue, na verdade a gente invade o cérebro de alguém que colocou lá e vê isso através disso.
Qual que é a ideia? Existe isso, existe de o cara ler a informação que está dentro da sua mente.
Eu estou escondendo uma, eu estou pensando em um animal, você lê minha mente. Mas não é isso que está acontecendo.
Diferente.
O que ele fazia?
Eles dizem que é como se o cérebro humano conseguisse acessar uma rede de informações que está dispersa no universo.
É a mesma ideia de uma viagem astral, quando um espírito vai em outro lugar e consegue ver.
Exato. Na verdade, o que esses caras... Aí eu já vou para um...
Eu não sei se eles vão para esse lado espiritual.
Vão também. Eles pesquisam muito Deus e tal, o espiritual.
Porque só para o pessoal não falar que a gente está viajando, na Bíblia inclusive fala sobre fio de prata, que é o que liga o espírito ao corpo físico.
A Bíblia fala, por exemplo, Ezequiel, ele estava no exílio na Babilônia, ou seja, ele estava no Iraque, mas ele estava enxergando em tempo real o que estava acontecendo em Israel.
A Bíblia fala que essas coisas acontecem, que existem adivinhos e tudo mais. O que a gente não deve é acreditar ou botar nossa fé nesses caras.
O cristão, por isso que eu nunca estudei a fundo essa técnica, remote viewing. Que eu tenho uma enorme curiosidade para estudar, mas eu tenho receio de estudar porque talvez isso entre naquilo que Deuteronômio 18 fala para não fazer. Deuteronômio 18, no versículo 9.
Você cruzaria uma linha.
É, porque vem de uma fonte angelical, mas de anjos caídos. Então eu estaria pecando nesse sentido. Dos vigilantes.
Os primeiros vigilantes, os caras que trouxeram vários conhecimentos para os humanos.
Exato. Então eu estaria consultando anjos caídos, pegando deles as fontes. O pessoal tá falando para eu olhar o chat aqui, enchendo o saco.
Na realidade, o pessoal ainda fica: ah, live é gravada, estão ao vivo. Estamos ao vivo.
Ó, Vilela, liga para o Mike, ele precisa de ajuda. A gente tá tentando falar com o Mike, tem duas produtoras aqui, tanto a Andrea quanto a Paula.
Estamos ao vivo, 19:57 da noite.
Exato. Aí tem gente aqui falando: olha, invadiram a casa do Mike. Tem gente falando tanta coisa aqui, pessoal, vamos lá, né.
É, o disco voador funciona com pilha Rayovac. Mas a gente tá tentando acessar o Mike, tá? Ele tava numa live, a live caiu e a gente tá tentando falar com ele.
E lembrando que ele tá sendo super cogitado, né? Com várias participações, então pessoal, vamos ter paciência aí, fechou?
Não, mas a gente já falou com ele na segunda.
Sim, sim.
Já entramos em contato.
Entendi.
Então, Vilela... Então assim, existem essas coisas e qual seria o truque então? Não invadir numa cabeça de outro, qual a mente de outro? Como ele conseguiria ver uma coisa dentro de uma gaveta?
Aí eu vou te passar para um outro cara que é o Lyn. Escreve, Romy, é L-Y-N Buchanan, Lyn Buchanan o nome dele. Acabou de dar uma entrevista para o Jesse Michaels, que tem o canal American Alchemy, que é uma das coisas mais brilhantes que existe, porque ele chama... É um papo de teoria da conspiração, mas altamente fundamentado com documentos, história e tal, ciência. Ele chama físicos e cientistas de altíssima patente lá, os caras só com doutorado, PhDs, é muito legal.
Então, Vilela, o Lynn Buchanan, sabe o que ele diz que muda um pouco a nossa perspectiva? Ele diz que alguns alienígenas morrem de medo que o ser humano entenda sua real capacidade, porque nós temos capacidade que eles não têm, capacidade com o nosso cérebro de enxergar além do espaço e do tempo. Então, o Lynn Buchanan, aí, ó, coroa, essa entrevista foi semana passada. Lançou quinta-feira, tem 3 horas. Eu escutei as 3 horas inteiras.
É uma das coisas mais brilhantes e interessantes que eu já vi na minha vida. Vou ver. Sabe por quê, Vilela? Você lembra do filme Os Homens que Encaravam Cabras?
Você falou, não consegui ver ainda.
Não viu ainda não? É do George Clooney. George Clooney faz uns filmes maneiro, ele não é bobo não.
Faz, faz.
Solaris. Sempre temas interessantes, né? Toca em questões aí conspiratórias também. Vê se você acha essa capa, ô Rômulo. Os Homens que Encaravam Cabras. Os Homens Que Encaravam Cabras é um filme que tem um aspecto de comédia e ele é estrelado, tem um elenco show de bola, Ewan McGregor, Kevin Spacey, próprio George Clooney, entre outros, Jeff Bridges, não, é Jeff Bridges, é Jeff Bridges, cara, toda, quando ele mostrar a capa aí eu vou lembrar, aí tem todos os atores assim de lado e mais a cabra, né, mostra a cabra, olha lá, ó, Cara, parece filme nacional, não parece, ô Romer?
Os homens que enxergam... É Tirolipa! Quem mais? Tirolipa, Roni não sei o quê, todos os caras aqui, os homens que carambam a cabra.
E aí tem a cabra. Você vê, acertei, é Jeff Bridges mesmo. Na sequência ali, George Clooney, Jeff Bridges, Ewan McGregor, Kevin Spacey e The Goat, a cabra.
Cara, só ator bom, cara.
Cara, top, né?
Inclusive a cabra é boa, né? A cabra tua mente, entendeu? Pô, um elenco...
Top, né?
Ou sabe o que que a menina que trabalha com a gente, a Leia, falou esses dias aí das Costa Oca lá? Como que ela falou?
Infeliz da Costa Oca.
Infeliz da Costa Oca. Você já tinha ouvido essa?
Falar não, meu irmão.
Ô, infeliz da Costa Oca!
Dá para falar também cabrunco, cabrunco das Costa Oca.
Temos um vídeo aqui que a gente vai soltar para os membros da genealogia da família dela.
Não, que o Arthur Duval veio aqui, vulgo mamãe, falei viu a garota, que é uma garota bonita, loira. Que que ele perguntou? De onde você é? Que que ela respondeu? Ucrânia. Era de Serra Talhada, mas falou Ucrânia. Aí, claro que ele perguntou: você é rico ou pobre? Fala que é rica, fala que é rica, fala que é rica.
É melhor. Ô, homem, põe a capa de novo só para a gente ver isso aqui, só para mostrar um negócio. Você vê esse filme, é um filme de comédia. Por que eu acho que o filme é de comédia? Porque não dava para tratar desse assunto como se fosse sério, porque senão você estaria revelando documentos classificados.
A melhor forma de você falar a verdade é através do humor.
Exato. Está vendo o George Clooney? Deixa eu passar, vamos passar para o Kevin Spacey que está do lado da cabra. O Kevin Spacey está fazendo o papel de um cara real chamado Major Ed Dames. Se você depois puder achar, Ed Dames. É Dames, não sei se morreu ou se está vivo. Então, o Ewan McGregor acho que está fazendo o papel do jornalista que escreveu o livro, que é o John Ronson. O Jeff Bridges está fazendo o papel do Coronel Jim Shannon.
E sabe de quem o George Clooney está fazendo o papel? Daquele coroa que eu acabei de mostrar, o Limbio, que ele deu entrevista.
Mais novo, né? Claro.
Bem mais novo. Então assim, esse cara viveu isso tudo aí. Que o filme conta. Só que o filme, você falou que parecia negócio de brasileiro, né? Caravancada. Mas ao contrário de filmes assim que é tipo assim o Pagamento, né? Aí em português ficou Lá Garotas, né? Que não tem nada a ver. Mas em inglês é The Men Who Stare at Goats. É os homens que encaram o cabra mesmo. Traduziram ao pé da letra. O livro, vê se você acha aí o... Aí, ó, esse é o Esse é o Major Ed Dame, só que ele tá sem o bigode, porque se você pega a foto dele novinho, ele tá...
Ah, pegaram na época que ele tinha bigode.
Não, o personagem dele é igualzinho do Kevin Spacey. Ah, é? É idêntico.
Vou achar depois aí.
O Jeff Bridges tá idêntico ao Coronel Jim Tanner, igualzinho, entendeu? Então o livro é The Man Who Stared at Goats, eu não sei se tem em português o livro, porque eu tenho a versão em inglês. Os Homens que Encaravancravam Cravos, o autor é John Só que é John, só J-O-A-N, não tem H. J-O-A-N Ronson, John Ronson, que é um jornalista investigativo que fez essa pesquisa que deu origem a isso. E sabe com quem começa o livro, Vilela, que não aparece no filme? Ele entrevistando o Uri Geller, que entortava a colher.
Ele mora em Israel, né? Eu tentei entrevistar ele, eu tô tentando.
Tem vários vídeos, negócio de alienígena.
Tô tentando entrevistar o cara. Cara, esse cara numa época foi muito famoso, passava no Direto no Fantástico, ele entortava a garfo, tinha umas outras coisas que ele fazia.
Lia a mente dos caras. Israel tem muito desses caras, né? Depois saiu o Lior Suchart.
Tem algum motivo, será?
Cara, não sei. Os caras ali têm talvez um contato forte com o espiritual, né? Essa linhagem do povo de Deus lá é brava. Agora, aí, ó, essa é a capa original, mas eles fizeram uma capa com aquela mesma capa do livro. Livro, do filme, quer dizer, do filme, né? O livro, a versão que eu tenho do livro é com a capa do filme. Ele começa entrevistando o Uri Geller e ele fala: cara, é verdade você participou do projeto do Exército Americano, do Projeto Stargate, do First Earth Battalion, Primeiro Batalhão da Terra, Projeto Stargate?
E você trabalhava para a CIA? Ele fala: é tudo verdade, trabalhar mesmo. Começa assim. Ele falou: pô, se ele tá falando que é verdade, vou pesquisar. Ele descobre que é verdade. Nos americanos, no Fort Meade, que é um forte que tem lá até hoje, eles desenvolveram esse pelotão chamado Primeiro Batalhão da Terra, dentro de um projeto chamado Stargate, que eram os soldados paranormais do exército. E esses caras, segundo o Lynn Buchanan e segundo o General Albert Stubblebine, que já faleceu também, eles conseguiam matar uma cabra só olhando para cabra e conseguiu matar uma pessoa também.
Só que ele conta uma história louca nessa entrevista, que está no filme também, que o primeiro soldado que conseguiu matar a cabra— olha lá, esse é o— consegue diminuir um pouquinho?
Pronto.
Zoom out. É exatamente essa versão que eu tenho. Depois ali tem uma bolinha ali escrito: "Agora um grande filme." "Now a major motion picture." Então é John Bronson, cara. O livro é um livro de jornalismo investigativo, o filme fez uma versão comédia, cara. Ele disse que quando o cara conseguiu matar a cabra mentalmente, ele vivenciou a morte da cabra, ele se transportou para a cabra, ele morreu como se ele fosse a cabra. Ele sentiu a dor, ele sentiu a morte da cabra.
Isso gerou um terror tão grande nesse cara que era um, eu não sei a patente dele, talvez um sargento do exército americano. Ele pegou um helicóptero na base, fugiu da base com helicóptero, desapareceu do planeta Terra.
Ninguém nunca mais viu, o cara desapareceu, ninguém nunca mais achou o cara.
Então, é o Lynn Buchanan, eu tô falando isso porque você me perguntou como é que os cara consegue fazer a visão remota. Ele vai dizer que os alienígenas não são mais avançados do que nós. Eles só se avançaram numa linha diferente da nossa, mas o nosso cérebro é muito mais potente do que o deles. Então ele diz que a gente tem uma capacidade de ver além do espaço e do tempo, ver coisas que estão longe, ver coisas que estão no passado e no futuro.
Você só precisa desenvolver essa capacidade, né? E aí, o que acontece? O Ingo Swann desenvolveu 18 níveis da visão remota. São 18 etapas. O Lynn Buchanan, esse coroa que no filme é o George Clooney, ele disse que o Ingo Swann ia ensinar para ele até o 18, só que o cara morreu. Ele falou: "Aprendi só até o 11." Já deve ser absurdo. O cara tem capacidade de matar alguém olhando para a pessoa, segundo ele diz. E ele fala: "É impressionante quando você entende o quão fácil é fazer isso." Você fala: "Caraca!" Aí é claro que o apresentador Jesse Michaels não é bobo, ele falou: "Poxa, cara, mas assim, se isso que você está falando é verdade, era para ter um monte de líder inimigo dos Estados Unidos caindo morto aí.
Por que vocês não estão fazendo isso?" Ele deu uma resposta meio sambari, porque ele falou assim: "Não, porque às vezes é melhor a gente manter um líder vivo, porque se você mata o cara, chega alguém novo que é imprevisível. Pelo menos o que está ali você tem uma previsibilidade." Aí ele falou: "Mas isso não quer dizer que alguns "Os que morreram não fomos nós que matamos", entendeu?
Entendi.
Então, o que é interessante dessa história é a gente ver que esse cara, o coroa, Hal Puthoff, que trabalhou durante anos, provavelmente ainda trabalha no setor secreto, foi ele que falou sobre essas 4 categorias de alienígenas. Então, ele mexe com essa área também. O que é interessante, só para a gente, se quiser já muda o tema e volta para o Mike Leão lá.
Vamos falar do Mike Leão também porque o Tigre, o Luciano Tigre, tá na, já tá, já demorou então, ele tá esperando, pode deixar.
Então não, já vou concluir agora. O que é interessante ali é que o Raul Potts-Hoff, o Raul Potts-Hoff não, perdão, o Limbo, que é aquele coroa que o George Clooney faz o papel dele, ele tinha a maior credencial, mas mais alta, mais secreta que existe no Exército Americano.
Caramba!
E quando o general que era o superior dele, que era o chefe de toda inteligência do Exército Americano, que é o General Albert Stubblebine, ele chegou para o Lynn Buchanan, inclusive o Lynn Buchanan tinha uma relação de pai e filho com esse general, né? Inclusive ele não chama ele de General Stubblebine, ele chama ele de Bert, que é Albert, né? Albert, ele chama de Bert, né, o apelido. Então ele chama o cara de Burt. Você falou, pô, como é que um sargento chama um general de Burt?
Ele falou, não, cara, a gente tinha uma relação de pai e filho, ele tipo me adotou, entendeu? Então, o que que o Lynn Buchanan, ele diz? Ele diz que, pô, acabei esquecendo o que eu ia falar, sabia? Aí o ponto rompeu, o ponto agora. Aí o que que ele falou, cara? Ah, deixa, vamos falar com o Mike, chega lá que eu tô curioso.
Tá, vai pensando então.
É, vou até comer uma Juju para ver se dá um gás.
Coloca o Luciano Tigre aí então no ponto, que ele esteve no local do avistamento.
Esse aqui eu tô doido para escutar.
É, então, e ele mandou vídeo para gente, foto do local, que é bem remoto, bem difícil acesso. Tudo bem contigo, cara? Abre o áudio dele, por favor, diretor. Estamos sem áudio aí.
Tá aberto, agora abriu. Pronto, agora abriu. Olá, tudo bem, Vilela?
Bela barba, hein?
A patada virada no Guedes aqui.
Se apresenta para o povo que não te conhece, cara.
Pois é, rapaziada, eu sou Luciano Tigre. Pessoal pensa que é nome de trabalho, mas é meu sobrenome mesmo, né? Acabou combinando aí com a sobrevivência. Eu sou apresentador do Descobre Channel, instrutor de sobrevivência para piloto, comissário, sou piloto de avião, sou professor de meteorologia, trabalho com diversas áreas aí. Agora tô garimpando casos estranhos, comecei a trazer isso no meu Instagram, e a coisa deu uma explodida, digamos assim.
E você teve no local, você falou com o Mike, como foi? Conta a história aí, como você entrou nessa aventura aí.
Pois é, eu fiquei muito consternado, na verdade, com o que começou a acontecer com ele, né? Porque a gente que tá na aviação, a gente começou a falar sobre os temas mais misteriosos, digamos assim, há pouco tempo, por conta do que tá acontecendo no mundo, né? A gente, digamos assim, a gente tomou mais coragem para começar a trabalhar isso, porque senão a credibilidade, a reputação, ela era muito macetada, né, alguns anos atrás.
Isso começou a mudar, o pessoal começou a se encorajar. Não foi diferente comigo, sou uma pessoa muito cética, e eu ficava até mesmo brabo porque eu ia para o mato, tô sempre no mato, desde sempre, cara, 10 anos de Amazônia, Infantaria de Selva lá no Exército, e todo mundo via luzes, coisas estranhas, e eu nunca via. Então ficava bravo até o dia que eu comecei a ver. E por trabalhar na aviação, eu comecei a ver padrões de voo e luzes, comecei a ver coisa voando que eu não consegui explicar. E aí o buraco começou a ficar bem mais embaixo.
E como eu pesquiso esses casos, né, porque a gente que tá no mato, que tá na sobrevivência, a gente acaba escutando muito Luciano, sobre essa, só fazer uma pausa, acho que o Daniel vai entrar nessa também porque ele tem histórias relacionadas a isso. Essas luzes, cara, que a gente até tem coisas no nosso folclore que, que, né, que são associadas a fogo, a luzes. Eu mesmo já vi, não foi aqui no Brasil, mas eu vi lá na Terra do Fogo, perto de Chuai, uma bola de fogo acompanhando meu carro. Cara, quais são os relatos mais comuns e o que você já ouviu, ouviu, né?
Olha, tem um que é da terra do meu avô. Ele falava sobre uma chama de vela mais ou menos desse tamanho aqui que acontecia em cima de uma fonte de água. E chegou o dia, meia-noite e pouco, virada do ano, que o meu pai, meus primos, meus irmãos, a gente viu isso. E eu tentava dar um passo para me aproximar, porque eu metido a brabo, né? Não, vou lá ver, vou lá ver, vou enfrentar, vou lá ver, eu quero ver, porque eu sou cético. Eu dava um passo e ela sumia.
Aí na minha cabeça, bom, eu mudei de posição ótica, né? Então a luz desapareceu. E aí eu perguntei para tropa que tava aqui, meu pai, os outros, vocês estão vendo?
Não.
Mesmo eles mantendo a posição, ela apagou do mesmo jeito para eles. Então não era o meu movimento que tirava ela do Quando eu retornei, dei um passo para trás, ela acendeu de novo. E eu gosto muito de fazer fogo primitivo. Você deve lembrar que eu fiz fogo aí na tua mesa, inclusive essa mesa bonita aí. E eu tentei encaixar nas configurações do triângulo do fogo, não consegui. Então eu não consegui explicar fisicamente, logicamente essa luz.
Depois eu comecei a ver outras coisas também em cima dos rios que eu acampava e comecei a garimpar esses casos com outros amigos. A gente começou a se encorajar e a um contar para o outro. E tem o processo físico, né, tem o raio globular que acontece em dias de muita tempestade, atmosfera carregada. Isso foi relatado até nas navegações marítimas ali do Pedro Álvares Cabral, na ponta dos mastros. Tem o fogo de Sant'Elmo, né, que a gente que é piloto vê saltar da fuselagem para cima do plexo do para-brisa do avião.
São processos estáticos atmosféricos, bolas de fogo literalmente, né, daí que deriva A história do boi tatá, tatá do dialeto indígena significa fogo. Então os nossos povos mais antigos já relatavam isso, né? Isso foi passado, chegou até a gente. Geralmente dá em local pantanoso, tem a ver com gás metano pressurizado que sai, entra em contato com oxigênio. Então tem algumas coisas que a gente consegue explicar, mas, por exemplo, ir lá para o local onde aconteceu o fato do dessa luz que o Mike viu.
Eu queria ver o local, como cético que sou, né? Como eu tô sempre no mato, entendo bastante daquela configuração. Inclusive conheço aquele lugar lá por ter cavalgado lá anos atrás. Tem muita, muita estância de cavalo ali, então o pessoal vai cavalgar por lá, né? Eu resolvi ir até lá.
Que tipo de terreno que é lá? A gente vê, eu vi, se você puder colocar umas imagens aí, é, para o pessoal se ligar. É uma mata fechada?
Isso, ele vai ter uma encosta pedregosa, arenítica, alta para caramba, tem pontos ali de 100 metros, 90, 70 metros. E na parte do fundo, né, quando você desce ela ali, tem um espraiado grande com uma grande planície ali, toda de uma certa forma irregular, né, com pequenas elevações. Da borda dela até mais ou menos uns Uns 5 km é mata virgem nativa, sabe? Então a floresta com árvores embaixo desse morro, né, na frente desse morro ali, como que fazendo reverência para ele, né?
Árvores de 10, 15, 20, 30 metros, algumas de 40. Aí tem esse paredão que sobe, e eu fui para cima desse paredão. Foi muito complicado de chegar ali, mas eu precisava ver o local para descartar tudo que estavam fazendo com o Mike. É um drone agrícola, é um balão de São João com LED. Teve gente que me mandou mensagem falando isso. Não, é LED, é um balão, aquele, sabe, balão gigantesco. Eu já soltei, enchi de LED, ele cai, vai lá que tu vai achar ali em cima das árvores.
É ambulância do SAMU porque tinha estrada lá, era uma rave. Então falaram de rave no meio do mato, no meio do nada, no meio do nada, cara. No meio do nada. Eu pensei, bom, eu conheço aquele local. Aí eu peguei os vídeos do Mike, peguei a hora, a sombra das imagens que ele tava fazendo ali do sol, angulação do sol, descobri o horário, descobri os pontos cardeais ali, vi que ele tava realmente olhando para o oeste, reconhecer aquele paredão, joguei ali no Google da vida, fiz toda uma plotagem com muito detalhamento realmente para não errar o lugar.
E fui para lá porque eu já tinha estado no local anos e anos atrás. E não deu outra, eu cheguei naquele paredão ali depois de surrar um mato extremamente brabo, mas muito brabo, sabe? Chegar na borda daquele paredão não foi um negócio fácil, no ponto que eu tinha plotado. E, pô, local de muita serpente, né? Ali a gente já viu jararaca, já viu cascavel, já viu abelha. Então tive que andar com muito cuidado ali até que eu cheguei na borda desse paredão.
E quando eu tô começando a me aproximar na borda do paredão, eu encontrei uma primeira fenda muito profunda. É um corte na rocha assim que ele sai. O paredão tá aqui, ó, é o paredão tá aqui. Essa fenda ela sai do 400 metros assim para cima, o terreno tá aqui, ela vem cortando e vai se abrindo, e ela termina no paredão. Uma fenda monstruosa. Eu achei mais de uma, e essa foi a primeira que eu encontrei. Quando eu tô chegando perto dessa fenda é que a coisa começou a ficar muito estranha.
Saber, mas muito estranha. Como eu já senti coisas diferentes no meio do mato, mas dessa vez foi um negócio assim. Eu falo isso num vídeo que tá, que tá, que tá no Instagram. Há muitas décadas, Daniel Lopes vai lembrar desse filme, Fogo no Céu, o caso do Travis Walton.
Famoso esse filme.
Faz muitas décadas que eu não lembrava sequer.
Só dizer o prazer falar contigo, tá, meu querido. Obrigado, uma alegria.
Prazer imenso, Daniel. Valeu, muito aprendizado contigo aí.
Valeu, fico honrado.
Depois coloca o cartaz desse filme aí, que é um filme muito famoso. Eu assisti na época, que fala sobre abdução, né, do Descartes.
Esse filme, ele deixou muita gente sem dormir direito por um tempo, viu? Porque ele é um negócio assim, você realmente, acho que foi um dos primeiros filmes de abdução que conseguem colocar você na perspectiva da pessoa de uma forma assim aterrorizante, né? O próprio Travis Walton fala que, ó, 'Foi isso, mas não foi bem isso.' Ele tem um monte de relato, né, onde ele fala como é que a percepção dele captou isso, né. E eu tô chegando perto dessa fenda, já olhando a borda ali, que eu queria chegar na borda ali com segurança para ver o mato ali embaixo, aonde a suposta luz, nave, máquina, não sei, estaria.
E nessa borda, exatamente nessa fenda, eu escutei como se fosse uma vibração E aí, uma coisa que eu tô relatando dos meus stories o dia inteiro, eu tô há mais de 24 horas sem dormir. Eu voltei de lá porque quando eu cheguei nessa fenda eu senti uma vibração aqui, uma frequência, algo metálico, não sei explicar, que tá até agora aqui comigo. Eu não dormi essa noite, vocês terem uma ideia, né? Então eu tô virado desde ontem. Essa hora aqui ontem eu tava chegando em casa desse local.
Eu senti a primeira vez isso quando eu cheguei perto dessa fenda, e foi como se uma flecha tivesse entrado. E Travis Walton, a história veio pronta na minha mente, veio pronta. E uma coisa também que eu não revelei nos vídeos, que eu fiquei meio assim de comentar também, é que junto com essa frequência, essa vibração, eu escutei alguma coisa, como se fosse um nome, só que de forma metalizada, de forma vibrante. E quando eu fiz os primeiros vídeos, eu até pensei lá no mato mesmo, né?
Eu comecei a filmar, eu falo do Travis Walton, e dá para ver no vídeo que eu vou comentar sobre isso, eu paro. Eu literalmente parei. Ó, o encarte do fogo no céu, é esse aí. Eu fui, eu fui comentar no vídeo e, pera aí, a gente tá começando a falar desses assuntos e tal, uma galera vai me tirar para louco de todas as formas agora, porque eu escutei um nome metalizado, algo algo como Mark, alguma coisa assim, mas difícil de ser entendido.
Depois, voltando toda a fita, eu pude lembrar de outras duas vezes que eu escutei algo parecido, né? Cheguei a me virar. Hoje o pessoal que me segue no Instagram começou a mandar coisas ali dizendo que tinha vulto atrás de mim e tal. Eu nem fui analisar isso porque eu tô o dia inteiro com essa frequência, essa vibração. Então começou ali nessa fenda Aí eu respirei fundo, me acalmei, porque eu falo no vídeo inclusive, cara, eu tô com uma sensação estranha.
Eu já senti isso no meio do mato, mas eu tô lembrando do caso do Travis Walton aqui, e eu não sinto que algo ruim, mas tem algo muito esquisito acontecendo aqui. Eu não sei, eu não sei explicar. E aí eu continuo gravando e vou para essa borda. Aí, como eu sempre faço, eu explico para galera, ó, cuidado nessas bordas, porque a galera chega e já quer olhar E em terreno arenítico é muito fácil você ir para borda e despencar tudo, pode ter uma fratura e não dá outra.
E nisso tudo, a minha intuição gritando forte algumas coisas de forma amplificada e com eco na minha cabeça. Ó, passa informação do perigo que tem na borda, na borda, na borda. Um eco na cabeça que não tava antes, um negócio esquisito, cara. Aí eu contornei para ter uma visão que a montanha, a borda tava aqui e tinha uma progressão para cá. Então eu saí daqui e vim para esse lado para olhar para o paredão. E tá no vídeo, se o Homer buscar, ele vai ver que eu tô lateralizado numa das pontas do paredão, aonde eu vou e eu consigo ver a borda do paredão aqui.
E não dá outra, eu vejo ali que o paredão, aonde eu ia, onde eu poderia me aproximar para olhar ali para baixo, tem uma fratura e é muito comum que as pessoas desavisadas, né, os entusiastas ali da natureza, eles vão, larga o peso ali e o troço desanda. Então eu comecei a sentir essas coisas estranhas, essa sensação metalizada, que de alguma forma ela tá aqui até agora. Esse é o vídeo.
Cadê o vídeo?
Tem áudio nessa borda aí, o Homer?
Tem áudio? É só ouvir. Então vamos ver. Explica para gente aí, ó.
Aí eu tô dando para cima do morro onde eu tô. Ah, você tá falando? Areníticas como essas que vocês estão vendo aqui, ó, você tem que fazer uma avaliação muito precisa para se aproximar. Ó, eu tenho vários metros aqui, ó, até a borda, mas eu não sei como é que tá embaixo. Então, no entusiasmo, o cara vem, larga o peso aqui em cima e desce tudo, minha gente, desce tudo. Tem que tomar muito cuidado. Por isso que eu tava daquele lado avaliando esse aqui primeiro, tá?
Não dá para brincar com isso aqui, pessoal. Não dá. Eu vou dar mais recomendações aí para galera quanto à segurança, né? Aí eu tô falando que não é para os entusiastas. A galera vai buscar hype e eu tô tentando desencorajar o pessoal a fazer isso aí, porque a galera vai acabar se machucando. Natureza não é brincadeira. Se puder avançar um pouquinho, Homer, o vídeo. Vai ter outra fenda ali na frente, essa aí, ó, essa aí, ó, é uma outra fenda que também é facinho do cara cair.
E essa daí eu vi ela também com esse eco na cabeça que eu não consigo explicar. Então essa, e nesse local aí, pessoal, digamos que a história do Mike, que ela seja desmentida por qualquer motivo, apareça uma verdade que a gente não sabe e tudo isso aí foi montado. Olha o paredão aí. É só de ter a percepção e as experiências que eu tive aí, eu já não consigo explicar mais nada. Então, olha, eu tô apontando para onde tá a casa dele lá, e esse é o mato aonde ficou o Pairando.
Ali o paredão, né, de 70 metros, com o mato aí na frente. Eu tenho todo esse mato e a fenda na rocha que eu falei, ó, que a minha intuição falou, ó, não chega na borda porque tem coisa errada. Essa pedra inteira ali, ela poderia cair com peso. Então é como se tivesse alguma força, alguma coisa premeditando as minhas ações, com um eco na cabeça, sabe, falando: ó, não vai lá na borda. Eu sempre faço isso, mas dessa vez foi um negócio amplificado, diferente, não dá para explicar.
E a percepção que eu tive daí foi de uma quilometragem muito grande, né, desse ponto até a casa dele. E coisas estranhas começaram você mesmo. Porque uma coisa que eu não falei também no vídeo, eu senti uma paz absoluta. Aí eu tô mostrando com o dedo, né, onde que estaria o possível objeto. Essa copada de árvores aí, pessoal, ela tá toda queimada. A minha posição tá colocada ali, ó, e a luz do objeto tá ali. Eu fiquei bem do lado, né, da onde ele tá.
Então aquelas copas de árvores é a localização, seria a localização onde Então aquelas luzes não estaria sobre esse platô, então seria lá embaixo?
Não, estaria abaixo do platô, porque você consegue ver que o platô ele serve de fundo, né, na imagem que o Mike fez, ele serve de pano de fundo, ó. Ele tá quase no topo, bem acima daquela copada de árvores. Por isso que na imagem que ele fez tem um pedacinho de preto para cima da luz e daí a escuridão para baixo, né. Então ele tá pairando ali aí. O curioso é que toda vez que eu me aproximava dessa borda aí, ó, eu vou falar uma coisa agora que eu não falei nos vídeos, tá, pessoal?
Me tire para louco ou não. É, as sensações que eu comecei a ter, ó, a me aproximar da borda aí, ó, é que eu tava naquele mundo invertido do Stanley Fingers. Porque eu senti, eu senti uma paz imensa nesse local, e tinha um vento, e tava muito frio. E quando você chega numa encosta, todo mundo que chega numa encosta sente o ar frio chegando, né? É normal isso, é normal, é normal. Só que toda vez que eu me aproximava de um local que era para estar frio, eu senti um bafo quente, uma energia quente, e essa vibração aumentava aqui, ó.
Aí eu me afastava e invertia tudo. Local que era para estar mais aquecido, por exemplo, em cima de rocha onde o sol vai aquecer, eu vou para natureza, pô, desde que eu nasci, cara. Então tô acostumado com certos padrões que são muito cravados. Eu estudo meteorologia, eu sei que quando o sol aquece uma pedra você tem convecção, né? Quando eu preciso de fisiologicamente mais calor, eu vou para perto de rochas numa situação de emergência, ou mesmo uma situação de descanso, porque mesmo com céu nublado eu vou ter a radiação, né, ultravioleta entrando, aquecendo a rocha, eu vou me beneficiar disso.
Então eu sou muito físico, muito detalhista para essas coisas. E nesse dia eu percebi que nada se encaixava, parecia que tava tudo invertido, e sempre perto dessas benditas, dessas fendas ali que eu encontrei no chão. Uma delas, inclusive, em um primeiro vídeo, ela, eu comento, cara, esse negócio aqui tem mais de 70 metros, e era uma fenda assim que se o cara cai ali dentro, e eu falo isso no vídeo, inclusive eu mostro meu pé, falo que eu tô fazendo um pêndulo com a mochila, que eu tô tomando cuidado, que eu tô sozinho, né, afastado do pessoal do local aí que permitiu a minha entrada aí.
E as sensações de que tava tudo diferente, cara, tá tudo absolutamente diferente. E eu pensei muito se eu iria contar essa parte, né, porque é muito difícil de explicar as sensações que você tá tendo. Aí eu tentei dormir essa noite não consegui. Tem, tem Reels, stories no meu Instagram, 4 horas da manhã, cara, perto das 4 horas da manhã, eu falando para galera ali, galera, não sei o que tá acontecendo. Há muito tempo que eu não consigo, né, passar uma noite simplesmente sem piscar o olho.
A mil por hora, sabe, tudo diferente. É, notei também algo fisiológico muito diferente, né. Eu, de ontem para hoje, eu fui tirar água do joelho, Vilela, Mas 400 mil vezes, um negócio assim que eu não consigo explicar.
Tirar água do joelho é mijar, tá? Senão o pessoal tá pensando, pô, cara, como assim tirar água do joelho?
Tem gente que não conhece. Muito esforço subindo aí, joelho inchou, né?
Mas é, fisiologicamente falando, de percepção, pô, era para mim estar destruído de cansaço não posso, porque eu não tô dormindo e pelo esforço que eu fiz ontem. E eu tô a mil por hora, cara, não consigo entender. Luciano, eu não tô conseguindo.
Oi, pois não, queria te mostrar. Rodou muito na internet, nas redes sociais, as imagens do Google, né, Google Earth, que eu não sei se é próximo lá. Você deve entender melhor. Coloca na tela para o Luciano ver, ele já deve ter visto. E depois ainda fizeram uma imagem de IA dando uma melhorada nessa imagem, que seria aquela que teria os objetos lá Você tem ela fácil aí, o Rômulo?
Pode colocar essa imagem que tá aparecendo do meu vídeo aí, ó, é importante porque nesse momento eu comento o seguinte.
Então coloca lá, qual? Aquela de você ainda, né?
Essa aí, essa aí, essa que tá aparecendo agora, porque um pouquinho antes desse, o Rômulo pode voltar só um pouquinho, aí tá bom, aí tá bom. E eu tô abrindo o mato, e eu não tô usando facão para cortar nada, que eu quero respeitar o lugar. A gente tem a mania de pedir permissão antes de entrar no mato. Então, quando a gente não pede, misticamente, sei lá, as coisas começam a dar errado. E nesse momento eu me dei conta de uma coisa: eu já tava aí há horas e eu não tinha escutado nenhum pássaro, nenhum inseto. E isso me chamou muita atenção. Quando a câmera vira para mim, é estranho, né?
Porque o local desse é o DF vivo é muito rico em natureza, né?
Muito rico. E a gente tá sempre ligado nisso, porque silêncio na natureza geralmente pode estar premeditando o ataque de um animal. O Anderson Guedes foi atacado na Amazônia por onça, e antes disso, silêncio completo. Então a gente se liga muito nisso. Mas a minha própria percepção dentro disso, ela demorou quase 2 horas para perceber isso. Então eu falo que tava tudo meio diferente nesse momento, nesse cenário aí, tá? Então acho importante colocar isso porque a gente que vai para o mato presta demais atenção nesses detalhes.
E quase no final das minhas gravações é que eu escutei os primeiros pássaros, sabe? Como se a presença, energia, sei lá o que que estava ali silenciando tudo, ela tivesse saído dali.
Ô Luciano, eu lembrei do William Schnobelen, né, que é aquele cara que foi satanista e tal, escreveu o livro Lucifer Destronado. Ele conta uma experiência que ele tava no mato, num lago, né, e aí de repente veio um vento, mas não tinha barulho de vento. E aí depois o vento parou e ele começou a ouvir barulho de vento sem o vento. Então tinha um vento sem o barulho e depois o barulho sem o vento. E ele falou que isso entre os indígenas americanos é o sinal de uma entidade lá, de um espírito chamado Wind Walker, que é o que anda no vento, né, que tem o nome de Itoka.
Então lembrou um pouco disso, os sioux e os paonês falavam disso.
O seu relato lembrou um pouco isso.
E é a gente que tem essa conexão, né, com a natureza, que tá sempre ali envolvida com ela. Você tem uma ideia, se eu não tiver certas ações e até mesmo pedir permissão, eu não consigo fazer fogo primitivo no mato quando eu tô dando treinamento. Então tem certas coisas, né, que vem da linhagem indígena, até norte-americana mesmo, que a gente procura seguir para manter o respeito. A gente trabalha com as energias, não adianta.
Essa questão da permissão que você falou também me lembra um relato de um amigo meu que é o Pedro, lá de Niterói. Inclusive, manda um abraço para ele. Ele disse que eles estavam soltando balão lá em São Gonçalo, em Niterói, e o balão caiu numa região de mangue. Você falou do mangue, né, local de eventos estranhos, às vezes com explicação física, às vezes não tanto. E ele disse que sempre tem briga, né, para pegar balão, né. O pessoal chega até e armado, né, o balão é meu, ninguém mexe.
E aí um rapaz entrou no mangue para pegar o balão e os outros dois ficaram tomando conta para não deixar ninguém entrar. Só que esse rapaz e o mangue era numa posição mais baixa, os outros dois, esse Pedro e o outro amigo, ficaram vendo de cima o terceiro entrando ali no mangue. E o cara ficou perdido dentro do mangue, né, numa posição próxima, e começou a pedir socorro, socorro, socorro, tô perdido! E os cara falando: vem para cá, aqui, ó, nós estamos aqui, aqui em cima, olha para cá.
E o cara não conseguia, não tô achando onde vocês estão. Ele falou: tamo aqui. E aí eles falaram: caramba, vamos ter que ir lá resgatar o cara, né? É na hora que eles entraram no mangue, abriu o mato, saiu um velho com chapéu de palha e falou assim: "Sabe por que está acontecendo isso? Porque ele não pediu permissão para Nanã", que é a deusa do mangue. Aí saiu e falou isso. Aí os caras resgataram o amigo e tal, e os caras falaram: "Pô, meu irmão, você não viu a gente?
A gente estava perto." "Eu não vi nada, eu não conseguia ver vocês, eu tava sem conseguir saber como sair dali, virou um labirinto." E aí, para ficar mais estranha a história, esse amigo meu, Pedro, que tá vivo, é um ser humano que existe, né, eu encontro com ele de vez em quando quando eu vou a Niterói, ele disse que ele, isso foi num sábado, ele falou que no domingo seguinte ele acordou cedo, tava vendo Globo Rural, aí Ele, o mesmo cara que ele viu esse velho com chapéu de palha, é o cara tava dando entrevista lá na Amazônia falando que para entrar no mato tem que pedir permissão.
O mesmo cara falou, pô, pera aí, que que é isso? Então é só para ilustrar aí o que você falou, né, da permissão, né?
A gente tem isso, pode falar, Vilela.
A gente tem as imagens agora, dá uma analisada Porque é o seguinte, foram atrás das coordenadas do local lá dele, eu não sei se corretas ou não, mas estava circulando na internet desde terça-feira, eu vi. E aí quando colocava as coordenadas, vai lá, Homer, vai dar uma aproximada, né?
É próximo isso, Luciano, essa coordenada, esse local, o rio? Não tem nada a ver?
Não, porque me enviaram, né? Eu tô muito acostumado a fazer sobrevoo em cima de Curitiba, então a gente inclusive bate o olho numa represa, começa a dar lista, já sabe qual é. É, e na verdade, se você for olhar a data dessa imagem aí, ó, é antiga, é 2023, certo? Então já caiu por terra aí. Outro detalhe, em 2023, mais ou menos nessa época, tava tendo uma competição de balão, balonismo, nesse local aí, próximo desse local. Então pode ser, né, que se não for um efeito ali de pixelado defeituoso, pode ser um dos balões.
Campo Largo é conhecido conhecido inclusive por ter esses campeonatos de balonismo, né? Então pode ter sido isso.
Mas onde é isso daí?
Isso aí fica na região, na região de Campo Largo, só que afastado ali. Deixa eu ver, deve dar uns, da posição ali, deve dar mais de 20 km.
Dá um zoom, dá um zoom lá, homem. Aquela pedra que você tá perto, onde você tá perto, aquela encosta, aquele parque, é longe, é longe, bem longe. Mas é É bizarra essa imagem, né?
Claro, claro, faz o cara pensar, né? Pousou uma nave pontiaguda e pousou um descobridor do lado.
É porque a circular pode até ser um balão visto de cima, mas a outra— vê a imagem que deram uma tratada, Homer, a mesma imagem, né? E colocaram inteligência artificial para dar uma tratada, porque você tá embaixo, né? Você tem aí ela fácil, mas é legal que a gente já tira também isso da possibilidade. O fato de ser em 2023 até poderia ser justificado se fosse o mesmo local. Não, ah lá, é um local que as naves normalmente aparecem, então pegaram em 2023.
Inclusive é importante perguntar isso, Luciano, tem outros relatos naquela região ali próxima ao Mike de eventos assim?
Ah é, isso é bom.
Existe? Eu falo isso em parte do vídeo, né, porque como eu frequento o local ali desde 2013, Cara, é um local de muito avistamento, de muito avistamento mesmo, sabe? O pessoal vê mesmo, sabe? Só que nunca a gente tinha tido um registro como esse, e com as percepções, né, do Michael, né, a forma como ele foi produzindo todo o material e jogando nos stories chamou demais atenção, chamou demais atenção, né? E quando eu fiz o escalonamento, né, o trabalho de escala de ir para o local e para o paredão E eu não fiquei só naquele ponto.
Aquilo ali, cara, é uma escarpa ali, ó, que você vai andando e ela é muito distante, ela tem quilômetros de extensão. Então até onde eu consegui surrar o mato para cobrir todo aquele setor que tá no vídeo, eu fui até perto daquela ponta que tá do outro lado lá. Então eu andei até lá, fui verificando muita coisa, mas esse local ali aonde eu chego e, caramba, o mato aqui tá diferente, tá ralo. Tá esquisito. E aí eu paro para mostrar aquela fenda, né, que eu ando para o lado, vou lá, mostra o paredão, mostra a fenda.
É perto de onde tinha aquela árvore caída, onde a árvore caída ali tava mais aplainado, né, parece, né, chapado, diferente.
É que assim, quando você tá acostumado a andar no mato, você toma essas, digamos assim, contramedidas e trabalha com muito respeito e vai pisando Andando, corta só o necessário se for necessário, toma cuidado aqui, toma cuidado ali. Então você vai nos micro detalhes. E quando você chega numa área que tá muito modificada por qualquer motivo, seja queimada ou porque caiu uma árvore ou porque aconteceu alguma coisa diferente ali, isso salta para quem tá acostumado.
Porque a gente anda no mato, cara, eu fui lá e eu encontrei carqueja, encontrei Marcelo, encontrei um monte de planta comestível. E eu tô sempre com essa mentalidade, ah, se você tiver que fazer um chá aqui, já tem, já tem a planta. Então você vai olhando micro detalhes. E dá para ver no vídeo que eu chego e sinto que tem alguma coisa diferente. E pois o mato tá diferente aqui, tá ralo, tá esquisito. E eu já tava sobre essa, essa inferência, essa, essa coisa estranha, sabe, que fica aqui, ó.
Ela ficou aqui, eu espero que ela passe, né, porque ela ficou. É um negócio que é difícil explicar, coisa de papo de maluco.
Luciano, só uma perguntinha. É, no universo das proporções ali, pelo ângulo que o Mike filmou e onde você tava, você acha que aquele objeto que ele filma teria quanto de largura? Boa pergunta, cara, porque parece ser—
não, você mostrou, é muito longe a casa dele.
Eu pensava que era mais perto.
Seria um negócio maciço ali, gigantesco, 100 metros, sei lá.
A minha Mais de 100 metros. Já adianto para vocês que mais de 100 metros. Quando você faz o escalonamento todo de distância da posição que o Mike filmou aquilo, quando você vem para a posição que eu tava, quando você olha para o paredão, tem uma imagem inclusive, se o Homer dá uma garimpada, acho que no segundo vídeo, aonde eu deixo o celular aqui e eu dou a volta para que eu pudesse aparecer lá em cima do paredão. Entende? Aí você tem noção do tamanho que é aquele lugar.
E eu sou da QM-07 lá do Exército Brasileiro, então eu fui atirador e a gente estudava aquelas lunetas e miras aonde tem a graduação para você plotar no alvo. E aquela graduação ali, aquela mira que tem ali, ó, na luneta, né, tem um escalão consegue ter, você joga no alvo. Estão me escutando?
Voltou, voltou.
Ah, tá, beleza. Você joga aquele escalonamento no alvo que tu quer, tu consegue ter a graduação de tamanho, consegue fazer cálculos, né? E quando eu comecei, peguei o meu binóculo, meu monóculo de visão noturna, e comecei a usar no local ali para fazer essas medições. E é por isso que eu faço com a mão assim, eu literalmente Eu circulo no vídeo com a mão e falo, ó, galera, o que tava aqui é muito grande em termos de proporção, né?
Pegando a distância lá do vídeo do Mike, lá pegando a dimensão da encosta, olhando para algumas copadas de árvore ali que estavam inclusive chamuscadas, que eu fiquei pensando, cara, será que foi a geada que fez isso? Porque geou, teve geada. Essa é a fenda, ó, Essa é a fenda que eu já, qual me aproximei primeiro, e veio a ideia do Travis Walton na cabeça. Teve isso, teve essa vibração, teve essa espécie de palavra, né, sendo falada, uma coisa como Mark, nesse sentido.
E teve uma outra coisa também que daqui a pouquinho eu falo, mas foi perto dessa fenda aí.
Luciano, também a gente aqui do outro lado, e eu já passei por situações que nem de você, de ter essa sensação de ter essa sensibilidade e tal. Falar para o pessoal também que, claro, tudo isso também pode ser uma brincadeira da nossa cabeça, pode ser, ó, a gente tá, a gente já tá, já tá sugestionado.
Claro que pode ser tudo isso.
É, exatamente.
Eu falo isso no vídeo, inclusive.
Eu falo, porque você, os parapsicólogos vão me olhar, os parapsicólogos vão me olhar e vão falar Eu sou como você, eu sempre tento também arranjar uma resposta lógica, mas também abrindo espaço para, cara, vou ver se é outra coisa, não é também, ah, porque se você também existe o inverso também, tipo, o cara fala assim, alienígena não existe, a nave pousa na casa dele, vai falar não, foi um balão. Exato, eu acho que a gente tem que estar aberto para as duas coisas, para essa, pode ser uma coisa Sugestionada na minha cabeça.
Tem amigo meu que fala: eu nunca vi nada. Eu falo: você olha para o céu? Ele fala: não. Falei: então você vai ver como, pô? Você não vai ver nunca, mano. Eu olho, por isso que eu vejo.
Mas tem outra coisa, desculpa, Vilar, pode falar.
Não, é isso que eu ia falar só, é que tem duas formas de analisar. Você pode estar impressionado com um evento, você tá no local e isso acontecer da sua cabeça, ou realmente o local tem alguma coisa diferente e você tem que estar aberto para canalizar essa parada, porque se você tiver fechado, você também, tudo vai falar não, esquece, e bloquear. Como eu com hipnose, que eu tenho medo de hipnose, então já me bloqueio total.
É que assim, ó, a gente nunca vai para o mato ou nunca sai de casa pensando em certos eventos. Por exemplo, eu não fui para lá com outro intuito que não, deixa eu ver o local, para provar ou não se dá para chegar a gente, se tinha uma rave, se tinha uma ambulância. Esse foi o meu objetivo. Tanto é que foi isso no meu vídeo que chamou atenção do Mike. Ele veio conversar comigo depois, porque eu não esperava também que ele viesse conversar comigo.
Eu não fiz isso para, entende, é, eu preciso participar do que tá acontecendo. Não foi esse o intuito. Eu tinha tudo na mão, um dia de folga, a sobrevivência bem treinada, o conhecimento local. Aí eu acordei ontem, falei, cara, eu vou lá, eu vou lá, e comecei a registrar isso.
E você, só uma pergunta, partindo do princípio que a filmagem não foi tratada com inteligência artificial, a filmagem lá do Mike, é, se realmente tinha uma estrutura brilhante lá em cima, você E ele filmou a nave, a suposta nave, descendo ou subindo? Porque eu só vi ela estática ali no— não, é só estática, né?
Só estática na montanha. É aquela luz que a gente vê quando a coisa passou, né? Porque ela saiu dali e foi na direção leste, direção a casa dele. E ele teve provavelmente a sorte de ter saído e viu ela passando em cima, porque ela passou sem ruído, sem fazer nada. Então ela passou de alguma forma ali por cima. E aí que ele, né, dá para ver nos stories dele, ele tá assim alucinado, tipo, gente, é muito grande, tá passando por aqui, meu Deus, tem uma luz vermelha embaixo, entende? E ele tenta de todas as formas.
Vamos colocar esses stories aí para a gente analisar.
Vamos ver. Última questão, rapidinho, é só para esclarecer para o pessoal. Vamos supor que aquilo ali era uma estrutura de de luzes que foi levada para lá e depois retirada. Seria uma logística meio impossível, né?
O meu vídeo, ele trata disso, ele trata disso, porque eu mostro, eu fiz questão de mostrar que o deslocamento e o acesso para você montar qualquer tipo de aparato, de estrutura, cara, se cai o balão ali daqueles gigantescos de festa junina com LED e tudo mais, dá aquele efeito, ele estaria na Copada das Árvores. Pro cara pegar o negócio quando ele caiu ali, eu duvido que conseguiria pegar.
É, ninguém teria retirado manualmente a estrutura que estivesse lá.
Não daria tempo.
É porque o evento foi pontualmente quando? Foi que dia da semana? Domingo, tá bem recente, né? Entendi.
Então virou meio que um reality show, porque ele ia filmando as coisas de dia, de noite, e as coisas iam acontecendo. Isso que viu. Por isso que as pessoas ficaram mais impressionadas. Não é um vídeo editado, é, não foi o vídeo.
Não, sabe por que que eu citei esse negócio da frequência aqui, ó? Porque o que mais me chamou atenção nesse caso foi o barulho que ele inclusive registrou com o celular dele, sabe? Eu não esperava, de todo coração, tô falando aqui, jurando pela minha mãe, pela minha família, porque o que é mais sagrado para mim, eu não esperava chegar perto aberta aquela fenda e lembrar do Travis Walton, começar a sentir um negócio aqui, sabe?
Eu comecei a acontecer umas coisas assim que eu falei, cara, não foi, eu não vim aqui para isso. Tanto é que eu comecei a fazer orações, eu comecei a orar, rezar, eu comecei a lembrar de tudo que a minha mãe me ensinou e literalmente colocar para fora, para me proteger. Só que aí automaticamente eu sentia uma sensação de que não, tá tudo bem, não é, não é ruim. Só que era algo estranho.
E aí começou a vir na minha cabeça, né, Luciano? Só às vezes pensando em mundo espiritual, muitas vezes a coisa é ruim, mas ela te induz a— tem isso aí, cara. É tipo assim, eu vou te matar, mas não é como um animal às vezes de caça que hipnotiza de certa forma a presa, deixa ela paralisada, deixa ela paralisada. Às vezes acontece, às vezes Você é feio.
Sim, eu confio muito, cara, na minha percepção. Eu sou muito sensível no mato para as coisas. Eu toco 7 instrumentos musicais, acho que tem que ter sensibilidade para isso. Adoro piano.
Você deve tocar até campainha então, hein?
É, eu gosto, cara, eu gosto. E quem trabalha com música, quem tem essa sensibilidade, digamos assim, vai usar na brutalidade, digamos assim, da natureza coisa do meu trabalho de uma outra forma. Então eu confio muito naquilo que eu tô sentindo, porque funciona assim, ó, eu concordo plenamente contigo, Daniel, mas já teve vez de eu estar no mato, cara, e eu começar a tropeçar, e eu literalmente senti alguém falando assim, ó, velho, caia fora daqui, vai embora.
E é bom seguir, e é bom seguir, né?
Na hora, lá dentro, né? É bom confrontar, não.
Então o som, cara, que ele escutou, o som que ele acabou registrando, eu acho que foi o que mais me chamou atenção em tudo, assim. Foi uma das coisas que me fez inclusive tomar a decisão de, cara, a galera tá moendo ele nos comentários e tá maltratando ele, eu vou lá. Porque se tiver alguma coisa montada, eu vou ver. Se o local for difícil, eu vou ver também. E não deu outra, local era muito difícil de manobrar qualquer aparato lá, entende?
Ô Luciano, deixa eu só perguntar para o Vilela, que o Vilela tinha falado para a gente passar para os stories. Só que tem uma coisa que eu tô super ansioso de saber, porque ele disse que ele conversou com o Mike.
Conversou?
Como é que a gente faz? Que que você conversou com ele? O que percepção você teve? Essa conversa foi presencial, foi online?
Eu preferia que ele falasse isso depois a gente vê o stories, pode ser? Porque aí fica com contexto.
Não, é bom que a gente faz um teaser então.
Nós temos um teaser agora.
Fique aí que daqui a pouco ele vai contar.
Mas é melhor ver os stories porque tem gente que, cara, tem gente aqui que tá assistindo o podcast que nem sabe direito o que aconteceu. Mostra aí, pode colocar com áudio.
Solta o pancadão aí, Romer.
Vamos lá, com áudio.
Oi, gente, meu nome é Mike. Eu acho que eu acabei de ver uma nave alienígena gigantesca. Gente, eu não, meu conteúdo não é esse, eu trabalho com resgate de animais, porém Aconteceu algo hoje no sítio sem explicação e eu gravei, tá, gente, com as câmeras, meu celular. Tinha algo que passou em cima, ficou parado em cima da minha casa à tarde, fez barulho. E agora à noite eu consegui registrar imagens maravilhosas de um ser, de algo que eu não sei o que é, gente.
Aquilo não é daqui, tá? Aquilo não era um avião, não era um drone, não sei. Era muito grande, tinha muitas luzes coloridas. E, gente, foi surreal. Eu vou deixar para vocês verem. Gente, olha, é muito bonito! Vocês estão vendo? Olha, ai, celular, o celular não consegue aproximar, gente. Olha, mas é redondo e tem muitas luzes em volta, gente. Vocês estão vendo isso, galera? Olha, eu não consigo aproximar mais, gente, tá parado em cima Gente do céu, o que que é aquilo?
Gente, ali não tem estrada, não tem serra, não tem nada, tá, gente? Pelo amor de Deus, eu não sei o que é isso aqui, ó. A minha câmera não consegue focar. Olha, galera, estão vendo ali as estrelinhas? Gente, meu Deus, eu tô com medo! O que que é isso, gente? Olha isso, é muito lindo, ó. Tem muitas luzes, gente. Olha, não dá para aproximar, o celular não consegue, tá muito longe da minha casa. Gente, olha, ele tá se movimentando!
A gente apagou, ó, tem mais nada, nada, serra todinha. Daí só tem as estrelas mesmo no céu lá. São as estrelas normais. Meu Deus, gente, sério, olha isso! Apagou, apagado, gente, não tem mais nada, nada, nada.
Uau, uau!
Bom, gente, essa é a filmagem dessas luzes. Eu não sei o que era isso. E à tarde, em cima da minha casa, tinha algo aqui que tava fazendo como se fosse alguém engasgado, tipo Uns estalos assim, ó, como tipo quase um código Morse. E eu gravei também. Então, gente, eu não sei o que aconteceu hoje, não tem explicação. E se alguém souber o que pode ser isso, eu ficaria muito feliz em me ajudarem, porque eu tô bem assustado, na verdade. Meu Deus, o que que é isso?
É isso, a gente pegou alguns, uma seleção de alguns, alguns vídeos.
E sabe o que que eu acho legal? Só para falar para galera, imagina que situação interessante, a gente tá aqui no feriado e tal, 40 mil pessoas assistindo, mas como se a gente tivesse tendo aquela conversa que você tá no sítio assim, né?
Você viu que o cara viu, e eu falo ao redor da fogueira, né?
Isso é muito legal, né? Vem um cara ali com conhecimento de causa, foi no local.
São amigos conversando sobre algo que aconteceu no real. E a gente tem mais de 40 mil pessoas acompanhando. O que eu vou até falar para minha mãe, Luciano, porque eu não sei se eu falei da outra vez que a gente conversou, eu tô com uma casa na montanha e tem muito relato de avistamento lá. E minha mãe volta e me acorda de madrugada: filho, olha o que eu tô vendo. Eu vou comprar o melhor celular para ela do mundo, mundo, porque as imagens do celular são que nem essas do Mike também, não ficam boas.
Eu já filmei muita coisa, a galera reclama da qualidade. É ruim mesmo, é muito difícil filmar, cara.
É muita captação de luz, né, cara? Se você não tiver a luz de bater, é que assim, tem que ter um tripé, né?
Tem que ter um tripé e uma câmera muito boa.
Mas é mais básico, né? Porque veja bem, a luz tem que bater no objeto, voltar e formar imagem dentro da objetiva da câmera, que simula o olho. Só que com baixa luminosidade, eu já falei tudo, não tem luz, você tem um ponto de luz. Então esse é o problema dessas filmagens. Você precisaria de uma câmera, por exemplo, uma A7S III com ISO absurdo.
É uma coisa que a câmera faz para essa luz ficar muito mais forte e evidente. E com ela vem um granulado também. Vocês já devem ter visto filme que é filmado à noite, que vem um grão assim muito forte porque tá tentando puxar o máximo de luz. Ou aquelas câmeras infravermelhas, naquelas imagens verdes, né? Por que que são verdes? Sabe por que que elas vêm no tom verde normalmente? Essas imagens noturnas, sabe?
Imagem noturna. Isso eu não sei te responder.
Que louco, que aí não, aí O cara pega essa câmera, pega qualquer coisinha de luz e estoura, né? Que os soldados usam em guerra, né?
Muito, muito detalhamento. Eu arrisco a dizer que pode ter alguma coisa a ver com a visão dos grandes caçadores, né? Pode ser o tigre, o aspecto de luz e tal. Eles enxergam um padrão que tende muito a isso.
O Roni Vernelli tem uns equipamentos desses militares, você já viu? Quando ele vai na floresta, ele já te mostrou como é que é? Não, ele não me mostrou, Mas ele falou, cara, você apaga a luz aqui total, aqui no estúdio, você vai ver tudo. É, você vê tudo. É impressionante, né?
Ele pega um espectro de luz que a gente não consegue ver, né?
É incrível.
É, o olho humano, a gente acha bom olho humano, mas ele não enxerga muita coisa que os animais enxergam, né?
É um espectro muito limitado, né?
É infravermelho.
Dá para—
vamos mandar? Vamos lá, pô, cara.
Como foi o papo com ele?
Diz aí, foi presencial, não foi?
Pois é. É, não foi presencial.
Foi quando? Hoje ou ontem?
A gente começou a conversar ontem, porque como eu falei, eu não esperava que meu vídeo fosse chegar até ele. A galera começou a pipocar ali, e eu tinha até um certo receio, né, porque vai que eu tô tentando fazer aqui algo para provar e tal que não tinha nada, ou tinha, e de repente eu vou colocar mais lenha nesse fogo. Então fiquei preocupado, mas fiz, publiquei. Ali a pouco chegou um story dele no Instagram tava me marcando.
E isso também me chamou muita atenção, porque quando eu fui amontoando a quantidade de detalhes que eu captei nos stories dele e do sofrimento que ele começou a ter, né, com a mãe tendo tido um infarto há pouco tempo, AVC aliás, há pouco tempo, então eu comecei a ver que tinha muito elemento ali que corroborava para não ser algo sendo fabricado, montado, o cara tentando chamar atenção, inclusivo, né, quando ele viu meu vídeo, ele correu fazer um story me agradecendo de pé junto.
Foi o único cara que foi de verdade lá, não foi um ufólogo que veio aqui me pentelhar. Ele falou literalmente assim, vocês podem ver o story, inclusive acho que ele tá no ar ainda no meu Instagram. E ele fala isso, eu fiquei muito surpreso porque eu vi outra coisa também que já tava começando espirrar de uma certa forma nos vídeos antigos que que eu comecei a ver dele. Ele é um cara de muita generosidade, porque ele fez o story falando assim: 'Senhor Luciano, muito obrigado, não tem como te agradecer.
Eu espero que todo mundo comece a te seguir.' Eu falei: 'Oi, me seguir?' Ele começou a induzir as pessoas a irem buscar o meu canal, a ver o meu trabalho, como, sei lá, uma forma de agradecimento, entende? E eu não tava esperando por isso. Então Então, e aí depois a gente trocou mensagem, passei meu WhatsApp para ele, a gente começou a conversar ali. E eu vi uma pessoa que ontem era 1 e pouco da manhã, é uma pessoa muito fragilizada por tudo que tá acontecendo. 1 e pouco da manhã tinha gente lá na porta da chácara deles, cara.
Chegaram com carro, derrubaram a cerca, fizeram umas coisas assim que é, não, uma loucura. Pessoal perdeu a noção, cara. Parece aqueles filmes norte-americanos, sabe? Independence Day, todo mundo vai para cima do prédio e, ah, me leva, eu quero muito.
Luciano, aquele, aquele, desculpa interromper, aquele documento que circulou na internet da ABIN, aquilo é real?
Não, não, mas nem de brincadeira, cara. É o serviço de inteligência, né? Eu trabalhei poucos meses em segunda sessão militar e, cara, jamais uma segunda sessão militar de inteligência vai trabalhar dessa forma, né? Né, pô, como é que me vaza um documento público e tá lá no Instagram? Pô, claramente os cara tentando fakear.
Não foi compartilhado pelo próprio Mike isso, né?
É, não tem como. Então o pessoal começa a inventar coisa. Você tem uma ideia? Ontem à noite, cara, tinha mais de 20 perfis fake do Mike Leo.
A dele é, tá, faz parte.
Pessoal extrapola, né? Aí teve o caso da FAB, né? A própria Força Aérea, isso é confirmado, né? Força teve que se pronunciar, né, dizendo que, ó, não captamos nada aqui nos radares na noite de 31, final da tarde, início da noite de 31 de domingo.
Também não ia falar, né? Se fosse algo contundente, não ia falar também, né? Vai, valeu, obrigado.
Isso aí vai entrar na leva de arquivos, sei lá, daqui uns 20 anos talvez, que vão ser liberados daqui a 20 anos. É assim, é assim que funciona, né? E foi uma explosão esse caso, né? Eu tava no mato no domingo, né? Tava com 70, 75 alunos da escola de aviação, a Draco, aqui de Curitiba, onde eu dou aula. Tava com 75 alunos simulando pouso forçado de aeronave. Então, quando terminou a tarde, a gente tava chegando, né, de volta a Curitiba, e esse caso começou a aparecer, começou a aparecer.
No domingo de manhã que a coisa tinha explodido. Então, é pelas conversas que eu tive ali com o Mike, ele me passou um contexto assim de muita seriedade, de muita humildade, sabe, de muito foco. Ele fala, cara, o meu conteúdo não é esse, eu não faria isso com a minha família, não exporia a minha família desse jeito. Ontem o pai dele quase bater no braço lá com o cara que tava invadindo a propriedade a 1 da manhã lá, aquilo do filmar coisa errada.
Então, e tem muita história dele assim descompensado, chorando. Você vê que o psicológico assim pegando por conta de tudo. Ele já falou inclusive que, cara, se soubesse que ia dar essa repercussão toda, não faria, não teria postado nada, cara. Ele fez o que ele faz no dia a dia dele, ele sempre faz isso. Você você voltar na linha do tempo dos stories dele, se ele liberar isso, vai ver que ele faz isso em toda rotina dele, mexendo com os bichinhos lá, com a chácara.
Então eu acabei de novo, é uma coisa que me intrigou foi quando eu vi que as filmagens que ele fez do objeto, o objeto estava estático, né, ele não se mexeu. Mas eu não sei se você viu, parece que tem outras pessoas que que filmaram algo no céu se movimentando, às vezes durante o dia, na parte da tarde, me parece muito parecido com aquilo. Você chegou a ver esses outros vídeos?
Eu cheguei.
Outras pessoas que teriam registrado. O que que você acha disso? Te parece ser a mesma coisa, o mesmo objeto? O que que você acha?
Olha, é difícil, né, porque daí a perspectiva muda. Você tinha um pano de fundo ali que era encosta da montanha, o fundo preto atrás. E essas outras imagens, elas se parecem com várias outras que eu já vi milhares de vezes. Eu até tô pedindo para galera, né, que tá porventura faça imagem, que até, ó, tá lá filmando, tá lá a luz, pô, pega e passa a mão na frente aqui do celular só para dar aquela comprovada de que não é uma inteligência artificial, né, que daí fica difícil de você forjar com essa passagem algumas vezes durante a filmagem, né, você mostrar que realmente é você que tá fazendo ali e tal, seria um recurso, né?
E eu não consegui encaixar muitos dos vídeos que eu vi naquilo ali. Até porque quando a gente volta para a história da escala, de tamanho daquilo, olhando para aquela encosta, olhando para as imagens durante o dia, cara, era um negócio muito grande, era um negócio muito grande.
Dá para sentir isso aqui, é maciço.
Ele relata isso, né? É maciço, aberto abertura aqui embaixo, uma descrição muito parecida com aquela que o comandante da Operação Prato, o Holanda, e o Biracy Holanda, o Iranger, o Iranger Holanda, ele fala disso. E ele, cara, ele descreve coisas muito similares. Eu escutei aquele barulho de catraca de bicicleta igual essa que a gente viu ali na história dele. Tinha uma abertura embaixo de cor âmbar tendendo para o vermelho. Era um objeto muito grande.
Aí eu fiquei pensando assim, cara, para ele ter passado em cima da casa do Mike ali, da perspectiva dele à noite, e a depender da altitude, meu Deus, tem 70 metros. Para ele falar que tinha 70 metros, eu te garanto que isso tudo sendo real, cara, era muito maior que 70 metros, muito maior. Porque quando você precisa de escala, por isso que eu fiz essa pequena imagem ali aonde eu deixo o celular Eu venho aqui, dou a volta na pedra e vou lá, ó, na beirada, quase na beirada do paredão.
Dá para ver, cara, que eu fico desse tamanhinho perto do paredão, porque as pessoas inclusive entendem que quando eu olho para aquele paredão e eu pequenininho ali em cima, cara, a máquina que ficou ali na frente era monstruosamente grande. A máquina, a luz, o efeito, o balão, as ambulâncias, eu não sei. O que que é, mas era grande.
Mas você acha que pela filmagem, imaginando que fosse um objeto mesmo voador ali, ele conseguiria pousar daquela forma ali no local?
É possível?
Ele estaria meio que flutuando, talvez flutuando, ele não encostou e não desceu completamente com o peso, não?
Isso, baseado em diversos relatos que a gente tem aí na ufologia, energia e avistamentos e tudo mais, eu tomei o cuidado nos meus vídeos de dar o zoom e analisar a copada das árvores. E eu até falo, ó, aquela árvore ali parece que ela tem aquela coloração vermelha, que é a antocianina, né, o repelente natural que os brotos largam para repelir a luz ultravioleta. Por isso que os brotos ficam vermelhos. Eu uso isso em sobrevivência para escolher o melhor local para colocar carregamento solar.
O ar, porque ali tá incidindo muita luz. Então eu foco naquelas árvores, ó, parece antossianina, mas tá vendo que tá tudo queimado? A copada inteira tá queimada. Eu vi várias árvores lá daquele local ali que eu tô filmando e fazendo, ó. A máquina deve ter ficado por aqui, ó. Então tem muita copada de árvore que estaria pairando acima das árvores.
Mas você viu, teoricamente, evidências de que houve algum tipo de queimada na copa das árvores, que elas estavam danificadas ali.
Exatamente. Só que aí vem outro detalhe, né, porque eu sou muito racional, eu sou muito cético, e eu estranhei, por exemplo, o seguinte, né, a gente tá acostumado aí para natureza, quando dá uma geada e queima tudo, legal, tem espécies que sobrevivem. Você pega, por exemplo, a palmeira giriváqui do do Sul. É a única palmeira que a gente tem no Brasil que aguenta gelo em cima dela, neve, nem queima folha, né? Então tinha o girivá ali, tinha árvore do lado do girivá fritada, cara.
E tinha uma outra árvore que não era girivá e não era essa fritada, que tava com as folhas tranquilas. Então é como se houvesse uma setorização. Se vocês voltarem nos vídeos lá no Instagram e derem uma olhada, Cara, eu falo isso, eu friso isso e dou o zoom.
Você consegue, você consegue mostrar nos teus vídeos? Você consegue mostrar essa copa da árvore danificada ali? É um pouco difícil, deve ser um pouco difícil aqui para achar o exato ponto, né, nos vídeos, né?
Teve até um momento ali que o Homer colocou, deu para ver. Deu para ver, entendi.
Se eu não me engano no primeiro vídeo ali, mas com aspecto de folha queimada mesmo, mato.
Isso, sabe aquela folha que escureceu porque teve excesso de calor, de radiação, alguma coisa nesse sentido? É, o que me chamou atenção é que algumas dessas espécies eu conheço visualmente, eu conheço, eu sei que espécie é. E aí tinha uma do lado que não tava queimada. Eu falei, opa, pera lá, beleza, explica. Mas por que que eu tenho árvores copadas? Olha a palavra que eu vou usar agora, tá? Selecionadas.
É estranho.
Intercalando entre elas, eu percebi a mesma espécie que não tava fritada.
Pode até ter uma explicação científica, racional, mas pode, é estranho, né? É estranho, é fora do padrão. É estranho.
E posso falar uma coisa, Luciano? Tava enquanto vocês estavam conversando aqui, eu tava seguindo porque a live aqui do Mike tá caindo e voltando, né? E o objeto tá aparecendo agora, ele tava mostrando nesse momento mostrando luzes lá, cara. Não sei se o Luciano volta lá e mostra pra gente lá, pô. É, cara, vai agora, vai agora pra lá.
Eu entrei, eu entrei na Assisti a live dele antes da gente começar aqui, eu tava observando isso. E aí ele mesmo comenta, pessoal, não é igual, ó, lá dá para ver que é uma fogueira, lá dá para ver que é uma lanterna. Porque a galera enlouqueceu, meu irmão, esse assunto. Eu conversei com pessoas ontem nas partes de baixo indo para lá, moradores locais que estavam se preparando ontem à noite para ir para o mar, entende, para fazer vigília.
Então, e tem vídeo onde a live que eu Mas quando eu cheguei em casa ontem, eu falo isso, gente, eu conversei com a galera que é do local, que mora lá, parente que veio, que não sei da onde e tal, porque o caso explodiu, né?
E os caras vão à noite para o mar, para o mar, que é altamente perigoso devido àquelas fendas inclusive que você mostrou, né, cara?
Primeiro que acessar aquele local alto ali, ó, você vai ter que entrar dentro de propriedade privada. Toda aquela cobertura ali, ó, aquela parte alta, aquele Plato Alto, você não acessa aquela beirada sem ter o contato que eu tenho e ter conversado com as pessoas antes, porque a gente não pode fazer isso de entrar e chegar uma multidão numa fazenda privada.
Às vezes o cara tá armado também, né? Então, para evitar uma tragédia, é bom ter bom senso.
Tem tudo isso. Então eu cheguei, briefei com o pessoal da fazenda lá, falei com o genro do capataz, falei com tudo, posição setada a minha track log, que fica no corpo também, com uma pessoa de confiança para saber onde eu tô. Porque eu tive que me afastar ali da sede da fazenda, o pessoal avisado, mas eu tive que ficar em alguns momentos sozinho. E se eu caio numa fenda daquela? E se eu vou para borda de um paredão e despenca tudo?
Então você subiu sozinho lá?
Eu fui sozinho ali.
Qual o local mais próximo que você conseguiu chegar dali de carro ali?
De carro?
É, até onde que você teve que abandonar o carro para poder ir a pé?
Na sede, na sede de um local lá que eu não posso revelar. Não, lógico, mas assim, teve uma sede física lá.
Do local que você parou nessa sede física até o ponto onde você chegou, a distância quanto?
Deu alguns quilômetros.
Você chegou a medir mais ou menos?
Não cheguei a medir não, mas eu chuto ali, 5, 2, por aí, 5, 6 talvez.
É uma distância razoável, né?
E essa eu desgastei bastante por isso.
Esse deslocamento seu a pé até o topo lá demorou quanto tempo?
Olha, como eu fui batendo mato, ele era muito difícil, até eu conseguir chegar no ponto onde eu comecei realmente filmar tudo, deu mais ou menos umas 2 horas de caminhada ali, 2 horas, onde eu vi, porque teve Pô, tinha charco, tinha mato fechado, tinha espinho, tinha vespa, tinha abelha, tinha fenda que eu tinha que andar.
As luzes de novo lá, você consegue ver aí? Tá funcionando agora. Ele tá apavorado lá e tá mostrando ao vivo, em tempo real. Ele tá agora mostrando lá.
Que isso, caraca, velho, que doideira, velho!
De uma forma ou de outra, ele tá participando ao vivo da live aqui.
O mundo digital permite essas coisas, né, cara?
Tá ficando uma loucura, né? Mas é, eu tava vendo isso aí e aí ele focou bastante nisso, né? Tanto é que eu mandei mensagem para ele, ele nem conseguiu visualizar. E ele começa a falar: não, lá dá para ver que é lanterna, né? Ele tava com o pai dele inclusive e falando: olá, pai, tá vendo? Ó, não é igual, não é aquilo que eu tava vendo.
Eu vi no chat dele ali, pessoal falando: ah, isso aí é gente acampando.
Flutuando.
Você acha que seria possível isso?
Acho meio difícil. Tem isso que o Luciano falou, que é acima da copa das árvores, né? Não é, não é, não estaria mais baixo?
Flutuando.
Olha, eu vou falar uma coisa para vocês: eu plotei a posição, eu sou muito detalhista, eu tomei todo, eu passei horas na noite anterior antes de ir para lá estudando o local, vendo, confirmando. Puts, cara, eu andava a cavalo aqui em cima desse platô e tal, em 2013 e tal, conheço o lugar. Plotei, olhei as orientações do sol dos vídeos dele, cara, fiz um trabalho assim daquele que a gente faz em faculdade militar. Deixa eu estudar a logística aqui toda, deixa eu estudar a geografia, deixa encaixar tudo.
Quando encaixou tudo, beleza, é esse ponto aqui. Aí entra no Google Maps, no Google Earth, crocheca, crocheca daqui, crocheca dali. Beleza, vou para o ponto. Para chegar naquele ponto, toda uma quilometragem, toda uma surração de mato no peito. Não é fácil, é perigoso, deu trabalho. Aí eu chego no ponto lá, começa a sentir essas coisas estranhas, e vou ver o local fisicamente. Aí beleza, deixa eu ver aqui, ambulância do SAMU com a sirene ligada, tá, tá off, tá Se me cai um balão desde domingo até aqui, como é que alguém pegaria ali?
Estaria lá ainda, né?
Eu vou riscando, porque para o cara pegar ele vai ter que manobrar, cara, por cima. Você descer naquela copada de árvore, dá um rapelzinho ali de uns 50 metros no mínimo. Paredão tem 70 em alguns pontos, tem 80 em outros, lá na outra ponta tem 100 metros.
Os caras estão falando assim: por dinheiro nenhum eu ia lá, cara. Ó, os Eu acho que eu tô nesse time aí. Se fosse com Luciano, até ia, mas sozinho, nem a pau, cara.
Olha só, a gente tem— ele mostrou um perigo ali, que ele explicou que a encosta pode ceder, né, uma encosta arenosa, né.
Imagina um grupo de pessoas, 5, 6, todo mundo.
Isso tá no meu vídeo, Daniel Vilela, e pessoal que tá assistindo, eu friso no vídeo, eu falo com ênfase: não é para entusiasta tentar encontrar esses locais. Você tem que saber o que você tá fazendo, cara. E eu falo no vídeo, eu tenho muito que aprender no mato ainda, mas, cara, eu tenho muita experiência para fazer esse troço, senão não vou. E eu falo no vídeo, eu preciso ter responsabilidade. E se eu amo de verdade a minha mãe, a minha família, as pessoas que gostam de mim, eu não posso, por conta de like, hype, eu sei, hype, eu parto, me expor a risco, cara.
Para poder fazer imagem, tá? A galera morre, cai de cachoeira por conta disso, entende? Então eu fui enfático. Aí tu para para pensar agora, a galera ontem à noite, 1 da manhã, eu tava fazendo story também, p da vida, porque os cara tava indo lá na casa do Mike. Eu tenho certeza que agora essas luzes aí é gente que tá invadindo propriedade, que pode ser, tá entendendo? Pode ser, pode ser gente que tá lá com lanterna, com luz, tacando fogo no mundo lá para inclusive tentar desmistificar o Maicon e continuar falando: não, cara, o que você viu é plenamente— é reproduzível, é explicável.
O problema é que depois da incursão toda tem outro vídeo também, tá no meu Instagram, onde eu falo: gente, não tem como trazer uma rave para copada dessas árvores para ter aquela quantidade de luz na copa da árvore. Eu veria uma galera com lanterna ali Tudo em cima da copa da árvore, né, na frente do paredão. Se você vier pelo lado de baixo, tu vem por baixo das árvores, você vem por baixo das árvores, e aí quero ver como é que tu vai manobrar, subir para fazer as paradas aqui em cima.
Então seria mais fácil por cima. Para ir por cima tem que invadir a propriedade de um local extremamente respeitável, grande para caramba, que você não entra sem tomar tiro, sem tomar cuidado, né, você não conhecer o pessoal lá. Então eu fui eliminando esses pontos. Pô, outra coisa também que me mandaram, ator da direita: drone agrícola. Beleza, cara, eu trabalho numa escola de aviação, nós temos o curso de drone na Draco, escola de aviação aqui em Curitiba. Beleza, a gente tem às vezes na sala de aula o drone agrícola, aqueles modelos.
É, o drone agrícola não tem 100 metros de largura, né, meu irmão? Ele tem o quê, 3 metros, 2 metros, 4 metros?
Alguns chegam perto de 10 metros, são muito específicos.
Mas seria, seria um pontinho naquela montanha, né? Se é que ele tivesse luz, né? Porque ele não é iluminado, até onde eu sei.
Exatamente. A gente não consegue ver no vídeo do Mike o padrão de luz que ele explica, mas é uma quantidade de luz estroboscópica. E olhando por escala, num volume tão grande horizontal ali, ó, ele voa e meio curvado, que tu fica assim, bom, beleza, se fosse 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 20, 30, 40, 50 drones desse, é, aí, ok, coordenado, talvez. Só que aí não encaixa outra coisa, ele vai ter luz branca, vai ter luz de navegação na asa direita aqui, ó, verde, e na asa esquerda vermelha.
Isso é padrão internacional da navegação aérea para você saber se ele tá vindo ou indo. Os aviões têm isso ou o Mike relatou ali luz âmbar, luz laranja, luz verde, luz azul, luz de tudo que é cor, né. Então, e pela empolgação na hora do relato dele, eu fui eliminando certas coisas que acabam acontecendo quando o cara tá montando uma história, né. Então eu fui por eliminação, eu fui tirando tudo, né. Difícil chegar ao lugar, não tem estrada nem por cima nem por baixo para aquele ponto ali.
Eu fiz questão de filmar a casa dele, fiquei com muito receio de fazer isso porque eu não conhecia, não tinha conversado com ele. Então, vai, cara, vou dar o zoom aqui na casa dele. E eu peguei meu celular aqui e dei um puta de um zoom. Depois eu coloquei na foto, gravei a tela e dei outro zoom assim que foi lá dentro da sala dele, quase foi lá. E eu falo para mostrar que era casa dele e que aquilo ali batia com a orientação do sol daquele momento, que era se pondo a oeste, tudo certinho ali, porque eu precisava fazer o crosscheck em vídeo para galera ver que realmente era o lugar e parar de, de repente, macetar ele, né, tirar a prova, digamos assim.
O meu intuito era ver o local e, de uma forma ou de outra, dizer se, ó, dá para chegar a gente aqui e montar, ou não dá para chegar e sei lá o que aconteceu.
E foi essa segunda opção, essa percepção que eu Eu tava falando aqui, né, dos perigos, né, alertando a galera. Aquelas fendas que você mostrou, para mim já é o sinal de que é um risco terrível uma pessoa desavisada ir ali, principalmente à noite, né, que o cara não vai ver a fenda. Agora, eu entendo que você tem um discernimento espiritual também. Se for um fenômeno espiritual ou alienígena real, aí é outro departamento momento de perigo também, né?
Também, porque a gente tava falando mais cedo de um sargento do Exército americano, Lynn Buchanan, né, que acabou de dar entrevista lá no canal American Alchemy. Ele tava falando de algumas bases alienígenas, supostamente alienígenas, que existem no planeta Terra, no Zimbábue, no Alasca, né? Ele foi dizendo ali os locais, e o apresentador Jesse Michaels falou para ele: se alguém, e se a gente for lá O que que acontece? Aí ele falou, ó, muita gente foi e desapareceu.
Aí ele fala, mas desapareceu, aconteceu o quê? Ele falou, ou eles mataram, eles botaram para trabalhar como escravo. Então, se você não quer perder sua vida ou virar escravo de alienígena, toma cuidado, se é que o fenômeno é real, né?
Meu irmão, eu vou te falar uma coisa, eu fui para lá já assim, mas quando eu cheguei lá meu irmão. A quantidade de vezes que se tombarem mil ao teu lado, 10 mil à tua direita, não serás atingido. Meu irmão, é o Salmo 91, mas eu fiquei gago de tanto recitar isso na cabeça, cara, entende? Porque realmente a gente tem que considerar, né, cara, você tá entrando no ambiente, e ali eu posso até colocar, depois pensando sobre tudo isso, é como se houvesse uma redoma E quando eu cheguei perto daquela fenda, parece que eu entrei dentro de um local onde tudo mudou, sabe?
Porque a percepção e a sensação ficou diferente. Então, e aí eu fui pego de surpresa, porque eu não vou para o mato esperando ver nada, sabe? Eu não sou aquele tipo de pessoa que vamos fazer uma vigília para ver. Cara, eu ficava bravo por não ver, mas eu também não ia. Eu só ficava me questionando, cara, por que que só eu vejo, né? Até o dia que começou a acontecer, eu falei, caraca, velho. Aí quando eu fui lá ontem e aconteceram essas sensações todas, pera aí, cara, será que tem um portal?
Tem o que que aconteceu? O que que tá acontecendo aqui? Porque as sensações, elas não estão encaixadas com nada do que eu tô acostumado.
Você teve a sensação de que num determinado momento você entrou nesse local atmosfera diferente. E depois você teve a sensação quando você saiu também?
Sim, exatamente. Tem uma parte do vídeo em que eu tô na encosta, e depois que os primeiros— olha que curioso isso aqui— vai passando o lapso de tempo, e de repente naquele mato, cara, eu me dei conta agora de que desde que eu cheguei eu não escutei nem pássaro e nenhum inseto. E tem um campo apícola ali ali para as abelhas, que mesmo com o tempo nublado elas estariam alvoroço, cara, que você escuta um zum zum o tempo inteiro. Eu já estive ali antes, eu sei como é que é o negócio.
E aí eu me dei conta de que, cara, não tinha som de nada. Era como se eu tivesse entrado no outro espectro de realidade. Beleza. Aí eu tô na borda da encosta, vou olhar as minhas bússolas. Olhei uma bússola da Suunto, uma bússola de régua que tu coloca na mão aqui, uma das melhores bússolas do mundo, que é da Sul. Agulha velha, cara, não, o sol ali, beleza, para se pôr no oeste. A agulha apontando para o sol, cara. Não é? Que diacho!
Aí, seria exatamente, é uma anomalia magnética.
Tá no vídeo também, pessoal, tá no vídeo. Aí eu pego a outra bússola, que é o GPS.
Esse lance da bússola, não sabia, Luciano, caramba!
Pois é, pois é, eu tô tentando trazer o máximo de informação, porque foi tanta coisa acontecendo. Eu tô sem dormir, eu tô fazendo força para não deixar nada, né? Tô pilhado, cara, tô acelerado. Não sei o que aconteceu. Aí beleza, peguei a segunda bússola, a segunda Sun.
A primeira poderia estar com problema, você tinha outra para bater.
Eu coloquei ela perto de uma árvore viva que tem bastante água para ver o que acontecer com agulha, porque a água altera o campo magnético. Pô, isso aqui é rocha arenítica, cara, não tem ferro aqui. Pelo menos eu não tô vendo, a gente não tem histórico de ferro aqui. Um grande campo de minério de ferro alteraria a agulha. E aí caminha para lá, a agulha parou de apontar para o sol. Ela apontava para todo lugar menos para o norte magnético do planeta.
Quando ele aproximava da borda do penhasco, aí a agulha velha despirocava, ela ficava maluca. Aí peguei a segunda bússola, O interessante que a segunda bússola, ela também tava funcional, era uma Suunto também muito boa, uma das melhores marcas do mundo, e nos mesmos locais ela apontava para direções diferentes. Então ela não batia nem com a loucura da primeira bússola. Aí eu peguei a minha bússola mais furreca, que também sempre funcionou, nunca me deixou na mão, ela tava mais louca ainda.
Por que que isso chama atenção? Porque quando eu voltei Cheguei lá para perto do meu carro, longe de tudo aquilo. Eu peguei as bússolas, as três, e crochequei, cara. Tava tudo encaixado, tudo bonitinho, tudo funcionando como sempre foi. Porque além da navegação celeste noturna, de olhar para o sol, eu preciso ter uma bússola, o backup dela e o backup dessas duas. Eu preciso de redundância, né, se eu precisar de uma navegação séria no meio da E, cara, as bússolas estão aqui funcionando plenamente. Eu testei hoje de novo.
E é claro que no seu celular, nos aparelhos eletrônicos, teve alguma interferência?
Teve, teve. Eu testei o celular também, a bússola do celular. Isso, eu comento isso no vídeo também. Eu, galera, eu não sei se é porque não tem sinal direito aqui, porque o sinal ele ficava entrando e saindo, mas eu já testei com modo avião ligado dando treinamento na Amazônia, modo avião ligado, e eu ensino a galera, ó, abre o Google Maps, ativa o GPS, abre o Google Maps e olha para o teu celular. Cara, dali a pouco, no meio do nada, sem sinal, modo avião ativado, você aparece.
E ontem não aparecia, e a bússola do celular também tava, sabe? Só que aí ela tava esquisita, porque aí a triangulação vai ser feita satélite, né, por posicionamento satelital e tal, aquela coisa toda. É o Google mesmo ali, a bússola do celular. Daí ela não vai ser analógica, ela vai ser digital, é um outro princípio. Mas as minhas 3 bússolas analógicas, se eu precisasse naquele momento, tava uma roubada. Eu tinha o sol se pondo.
E quando começou, veja que curioso, logo depois, logo que eu usei a bússola, eu usei porque Porque finalmente o sol apareceu, e tava tudo nublado, tava esquisito. Aí o sol apareceu, beleza, tá ali. Aí, opa, eu tenho as bússolas, deixa eu testar. Fiz esse teste. Quando o sol apareceu, a energia começou a mudar um pouco. Eu senti uma paz muito maior. Fui ali para beirada do paredão com segurança, fiz um take, né, mostrando que eu tava ali do lado e tal, o som do vento, barulhinho.
Mas enquanto eu não abandonei completamente o local, a minha, digamos assim, tranquilidade, sabe, velada mil por cento, ela não voltou. Eu tive que sair daquele local ali. Então aí você junta todos esses elementos, né, ou talvez um sugestionamento, né, do caso. Tanto é que eu tiro sarro, né, com a parapsicologia. Eu falo para os caras vão achar que eu tô realmente indo meio induzido pela comoção. Só que aí eu começo a lembrar de outros momentos que eu estive no mato, senti coisas parecidas, não com intensidade, né?
E foi por isso que eu comecei essa nossa conversa falando que, ó, mesmo que, sei lá, os cara comprovem que não foi nada disso, foi algo tudo montado, forjado, eu tive uma percepção e vivi certas coisas ali, inclusive com as minhas três bússolas, que, cara, Não consigo te explicar, não consigo. Tô acostumado a trabalhar com isso, a lidar com isso, e não consigo explicar. Então as minhas 3 bússolas estavam sugestionadas também de alguma forma.
O Luciano, obrigado demais pelo teu depoimento, por tudo que você contou para gente, acrescentou demais no papo. Só deixar claro também que a gente falou que, como a gente não tá acompanhando a live lá do Mike, a gente não sabe o que tá acontecendo. Ele mesmo tá comentando relatando que podem ser pessoas, como você falou, fazendo graça com luzes lá. Ele não sabe direito, então a gente não pode supor que sejam as mesmas luzes, mas só tá relatando o que tá acontecendo lá em tempo real.
Obrigado demais. Se tiver alguma novidade, entraremos em contato contigo. Se você falar com Mike também, dá um toque para gente, tá bom?
Um abraço aí, Luciano. Prazer falar contigo.
Um abraço, Daniel, Vilela, todo mundo aí, a produção, Bigoda, o Homer, todo mundo. E eu vou fazer uma outra expedição, né, que já tá, digamos assim, programada, porque eu preciso ver outro local lá. E aí, em off, eu passo para vocês, tá bom?
Luciano, é, não sei se você lembra, temos uma promessa aí que eu fiz e falei com você, que a gente vai fazer uma expedição junto aí, hein? E a gente vai filmar tudo.
Vamos levar o Daniel Lopes aí.
Então vamos.
É, o Celso Cavalini, só para corrigir, eu fui servidor civil, né? Eu não fui no exército, não cheguei a ser militar não.
Mas é um surfista.
Eu fiquei no NPOR lá, na reserva.
Não, pode crer. Não, mas você tem a operacionalidade, você tem, tem que eu sei. Valeu, valeu, tamo junto. Uma honra muito grande, viu, Guerreiro?
Obrigado, valeu, prazer, um abração, hein.
Valeu, Luciano.
Valeu, até mais, pessoal.
Até mais. Tem duas coisas que eu passei para você também, o Romer, enquanto a gente ajeita O Ricardo Ventura que vai falar sobre análise do que ele viu do Mike. O pessoal já começou com memes, algumas empresas se aproveitaram disso. Você viu o que McDonald's fez, Romer? Coloca na tela aí.
Vou colocar na tela.
Você viu isso daí? Não vi, não.
O McDonald's aproveitou o que eram as luzes ouro que eles colocaram, que eram aquelas luzes lá na montanha. Ele vai colocar na tela, você vai ver. Eu achei uma sacada boa isso, cara.
Estão atentos, né? É, para ponto para galera do marketing.
Pois é, cadê, cadê aí, bigoda? Coloca na tela para gente. E também a gente vai colocar depois uma declaração aí do mais recente do Mike sobre o que tá acontecendo lá na região. Lá, cadê? Olha lá, o McDonald's colocou, falou que era uma, era uma, era uma lojinha, uma um Maczinho lá, né?
Um Mac voador.
Um Mac voador lá.
Ah, entrega por drone? É, exatamente. Essa semana agora começaram a fazer entrega por drone aqui em São Paulo. Aqui já? É. É porque eu vi isso lá na China. Não falei o nome da empresa para não dar moral nesse aqui.
Mas lá na China a gente pediu um café, eles entregaram.
É? Chegou direitinho?
É. E o Mike já fez propaganda também para outra marca aí, já tá faturando muito com delivery.
Já tá no sambar já, né?
Exato. Você tem aquele o depoimento lá do Mike que eu te mandei um pouco antes. O Ricardo tá no ponto? Então vamos, vamos colocar o Ricardo Ventura assim quando puder. O Romero tá quietão hoje, né, cara?
Ele tá focado, você percebeu? Tá concentrado.
Olha, tem bastante pergunta para pegar, tem comentário, tem bastante coisa aqui, cara.
Tá trabalhando a beça, hein?
O Ricardo tá aí, depois separa umas perguntas para gente já, que a gente de repente até faz essas perguntas para o Ricardo junto. Seja bem-vindo, meu amigo Ricardo Ventura, na área!
Fala, Ricardo! Tá sem áudio aí, porra.
Ele apareceu antes para a gente. Vamos falar a verdade, vamos falar.
Pronto, levanta aí, levanta aí para a gente voltar.
Ele colocou uma calça, pô. Ah, ele estava de samba canção antes, né?
O raio não cai duas vezes no mesmo lugar.
Poxa vida, achei que a gente ia pegar ele no pulo agora, né?
Só em off, só em off.
Essas imagens a gente viu ele indo ainda, né? Tivemos a visão privilegiada.
Se apresenta para quem não te conhece.
Eu sou Ricardo Ventura, criador do canal Não Minta Para Mim. E assim como o Daniel, a coisa progrediu agora para Sociedade Não Minta Para Mim, porque se a gente quer mudar mudar o mundo, a gente tem que começar a mudar a nossa casa, o nosso quintal. Então eu abri uma sociedade onde outras pessoas que pensam ou querem estudar aquilo que eu estudo, querem participar em tempo real daquilo que eu estudo, a psicagogia, toda essa parte não só das ferramentas que a gente utiliza na linguagem silenciosa, mas na vida, no empreendedorismo, naquilo que dá unicidade, quem sou eu, qual é meu papel É, aqui na Terra as pessoas estão conhecendo agora na Sociedade Não Minta Pra Mim.
Eu sou psicanalista, eu tenho um foco na linguagem silenciosa. E se as pessoas quiserem conhecer mais, pode inclusive lá no YouTube, o Não Minta Pra Mim, inclusive com análise sobre esse caso, a qual eu vou trazer aqui também para vocês.
Vamos lá! Eu já participei lá também, foi muito legal.
Também fui lá, já fui entrevistado, já falei para ele uma das melhores entrevistas que fizeram comigo.
Eu falei a mesma coisa, o cara é muito bom, cara é bom entrevistador.
Pô, que honra, que honra, que honra! Fico, já gerei o game, posso ir embora já. Não, não vai embora, não vai embora, só começando. Exatamente. Vamos começar já, o Vilela, já vamos começar com uma provocação. Vamos lá, fala para o rapaz colocar o, aquele que parece que é um disco voador. Redondo, um disco voador triangular. Sei, a imagem do Google Maps, do Google Maps, para você ver como é que é o viés da confirmação, como é que é a cosmovisão.
Sabe o que eu vi ali? Se o pessoal conseguir colocar para todo mundo ver, ali para mim nada mais é do que um balão e uma cangalha do lado. Cangalha, você pode ter uma cangalha com explosivos, né, com fogos de artifício, ou com uma bandeira tipo essa aqui, assim, ó, tá? E o balão sobe, e quando ele desce— se o pessoal fizer esse exercício em casa, pegar o seu pano de prato e deixar ele cair, ele muitas vezes vai cair naquele formato.
Entendi.
Aquilo nada mais é do que uma bandeira. Você pode ver que ela tem até as dobras, e do lado um balão. Só isso. Só que aí, se eu quero ver um disco voador e uma nave triangular, eu vou ver.
Por quê?
Porque essa é a minha cosmovisão, essa é onde eu já estou aberto com as possibilidades. Você sabe, Vilela e Daniel, que nos 7 aspectos da linguagem silenciosa, o último— vamos lá: vocalização, expressões, narrativa, trajetória ocular, unidade corporal, rito da mensagem. Sabe qual que é o último? Ah, é abstrair-se do que você tá analisando. Se eu for até o local, se eu for analisar Já com espectro do que eu quero encontrar, eu vou encontrar, eu vou distorcer a realidade.
É igual quando a gente era criança, é o viés de confirmação, com certeza. Tanto é que em casa, quantas vezes, quando você tinha lá 14, 15 anos, ficava sozinho em casa, você ouvia um barulho na cozinha, você achava que era o demônio, você achava que era alguém querendo entrar na tua casa. Dependendo do viés que você tinha, você fala assim: meu Deus, é um espírito que tá na cozinha! E na realidade era simplesmente os encanamentos.
É, se ajeitando. Você sabe que aquela Lorraine, sabe aquela que processou lá o Mr. Beast? Olha que coincidência, anos antes ela disse que a casa dela tava possuída porque na cozinha fazia barulhos e pediram para mim analisar naquela época. Olha a coincidência, eu falei: Lorraine, muito provavelmente é encanamento velho, do jeito que você tá mostrando aí. E eu, como eu construo, eu tenho um pouco dessa expertise. A vibração que aparecia atrás do móvel eu falei: Lorraine, isso daí tá parecendo encanamento de água velho.
Sabe o que aconteceu? Acho que meses depois ou semanas depois, eu nem fiquei sabendo, fiquei sabendo agora. Naquela época, os encanamentos estouraram, ela teve até que deixar esse apartamento. Então, olha que interessante, na cabecinha dela, ela tinha comprado um copo num brechó e ela achou que o copo tava possuído, porque aquele copo podia ter pegado uma energia de alguém. E aí, aquela coisa toda. Tudo. Agora querem para o Mike?
É, vamos lá.
Que que você—
aí tá a imagem que você pediu lá do lado.
Olha a cangalha ali do lado e o balão. É um balão visto de cima e um monte de coisa que foi soltada do lado dele, que chegou antes dele, foi soltando.
Ricardo, você—
olha as dobras, tem até as dobras, as dobras da bandeira ali, ó.
Você falando que isso aí não é um OVNI, é uma cangalha, Você escangalhou o argumento. Pois é, aí você escangalhou tudo.
Pois é, porque, e aí agora, se eu, muitas pessoas que inclusive mexe com balão e tudo mais vão agora olhar com esses olhos, é o balão visto de lado e do lado da cangalha. E sabe aquele momento que ele tá desinflando e ele fica muito tempo inclusive ainda inflado, só que não com a capacidade de subir e carregar peso? Sacaram isso? É, então a parte de combustão, às vezes tem a combustão acontecendo ainda, mas muito pequena, ou até o próprio ar quente.
E ali tá ali, ó, é um monte de coisa embolhada assim, ó. É isso aqui, ó, é um monte de coisa assim. Aí você vê ele assim, é um monte de coisa dobrada. Só isso é uma bandeira dobrada.
Mas ficou com a pontinha sensual, né?
Mas é, e se você soltar isso aqui várias vezes, ela vai ficar com a pontinha também, porque ela tem ponta. Isso aqui tem ponta, olha aqui, ó, olha a ponta aqui, ó.
E para completar, e para completar, o Luciano falou que tem um trajeto de balão na Inglaterra, uma época do balão frequente.
Então é só um balão e uma cangalha do lado, nada mais do que isso.
Mas agora vamos falar mais, que, Leão, vamos lá. Que que você analisou dos stories lá dele?
Então, Vilela, é assim, cara, primeiro eu quero fazer um disclaimer, porque muitas vezes a pessoa vai falar, pô, Você tá falando do Mike em si? Não, eu tô falando dos stories que eu vi. O Mike parece ser um cara muito do bem, é um cara inclusive que faz resgate de animais, animais inclusive aos quais muitas vezes as pessoas não dão um carinho, porque não é que nem um pet, é uma cabra, é um bode, é um cavalo coitado que passou a vida inteira numa charrete e agora abandonaram ele porque não serve para nada.
Ele faz um trabalho excepcional. Ele é um cara que parece ser muito de bom coração. Agora, dito isso, então a gente não tá atacando o Mike, a gente não tá destratando o Mike. Inclusive, eu quero que eles aproveitem isso. Eu falei que ele é o São Francisco. São Francisco é o padroeiro dos animais, né? Ele é o São Francisco da atualidade. Tomara que ele use essa popularidade para ele conseguir alavancar ainda mais o projeto dele.
Só que nas análises que eu fiz dos stories ficou muito parecendo, sabe, a Bruxa de Blair, aquela coisa que foi aos poucos mostrando o que tava acontecendo e com camadas que vão se sobrepondo, antecipando. Então fazendo um seeding, sabe, o seeding, fazendo uma, como se fosse um call to action da, da, não, um callback daquilo que eu falei lá atrás. Então vamos lá, eu dividi em 7 etapas. Primeira etapa: os animais agitados. Então, se você depois pesquisar, ou se as pessoas lembrarem de como foi os stories, ele começou assim: gente, os animais estão agitados hoje, nossa, tem alguma coisa estranha.
Porque aí, quando filmou os cavalos, os caras estavam comendo, tava tranquilo. Aí, daqui a pouco, eles olharam para casa. Por quê? Porque tinha um cara de moto ligando a moto. Até o bode, que ele falou assim: olha, o bode tá agitado. Eu olhei o bode, o bode tava olhando para o outro lado. Então é tipo assim, quando eu ensino algo, eu posso acreditar e ver aquilo que estão pedindo para que eu veja. É igual o mix direction, né, sabe, da mágica, que eu tô com o plastiquinho aqui, ó, que um plástico é complicado de ver, né, mas aqui o plástico, né, tô com o plástico, aí eu coloco aqui e tal e aponto, ó, cadê o plástico? Eu falo, ó, sumiu, sumiu.
Por quê?
Porque eu apontei para lá e na realidade ele tá nessa mão, sacaram? Então quando você induz a pessoa a Eu já começo a pensar desse jeito. Então, primeiro ato: os animais estão agitados, não estava. Depois, alguém de moto surge. Cadê a imagem de alguém de moto? Não tinha imagem de alguém de moto, mas você viu o barulho da moto. Será que estão invadindo? Será que é moto? Por que que os animais estão daquele jeito? Aí depois, a cerca.
Olha, alguém pulou da cerca para lá, mas a cerca tava tombada para cá. Aí depois, é Tinha os rastros dos aviões. Aí, daqui a pouco, ele parece que ele comete um ato falho, que ele diz assim: muitos, muitos traços de aviões e de naves. Pô, por que naves? Você não chama um avião de nave, você chama um avião de aeronave ou avião. Agora, nave? Então, do nada, eles soltam: olha, tem vários rastros de aviões, naves, e daqui a pouco muda de assunto.
Isso me chamou muita atenção, esse ato falho. Aí depois o barulho, o tal do clé clé clé clé clé clé, que muita gente inclusive ficou dizendo assim: ah, pode ser o queixada, né, o porco, porco selvagem. Outros falaram que era bambu. Eu até achei que era bambu, porque quando o bambu— não sei se você já viram aqueles bambuzais grandes, grossos ali, O que é o cara tirando da gente?
Já viu aquele bambu largo, grosso? E o Ricardo, estamos falando sério aqui, ô.
E aí, ficou até arrepiado, ficou arrepiado, ficou.
Aí esses bambus, pô, pera aí, não sei por que que minha bateria, eu deixei ela carregando, mas parece que não sei porque que ela não carregou. Meu Deus do céu, deixa eu botar em outro lugar.
Cuidado levantar assim de repente.
Pô, eu não sei o que que ela— deixa eu ver se pega de novo aqui, porque eu tinha colocado para— opa, deixa eu ver aqui se vai, senão eu ponho— deixa eu ver aqui para outro lado. Eu não sei, vamos lá, parece que agora tá. Vamos lá, tá bom. Aí, o que que acontece quando faz esses barulhos que parecem até barulhos de bambu, que aquele movimento, cara, parece um barulho sobrenatural. Eu não sei se o pessoal do chat já viu esses barulhos de bambu.
Um barulho sobrenatural. Mas será que é uma previsão autorreexecutável? Será que é uma previsão autorrealizável? Porque eu vi esse barulho já com o Orégê, eu vi esse barulho nos trailers. Será que pode ter sido? Porque o barulho aconteceu, aconteceu. Mas eu tô dizendo o seguinte, depois no final eu vou falar das 3 possibilidades. Aí tem o barulho, aí vamos para a sexta, sexta etapa. Então agora estamos no sexto eu vi é o quê? A imagem.
Aí ele pegou a imagem, tá? Você vê uma imagem. Por mais que o nosso amigo Tigre falou, pô, consegui mais ou menos ali, cara, à noite você perde a profundidade. À noite você não tem muita ideia de altura. Tanto é que você já confundiu, não sei se vocês já confundiram, quando você tá na estrada, às vezes uma luzinha que tá do outro lado, uma luz que tá do outro, e você acha que é um carro. É quando você fala: nossa, tá vindo um carro!
Não, não tá vindo não, ele tá do outro lado do desfiladeiro. Só que a ilusão de ótica, você não consegue, nem ilusão de ótica, você não tem uma percepção muito precisa de luzes. Da onde o próprio farol que ilumina, ele abre numa situação absurda que parece que é muito maior do que é, porque a luz ela abre e o bocal dela vai falar: meu Deus, Meu Deus, o negócio deve ter 100 metros. Só que é uma lanterna, que aqui, lógico, não tô dizendo que aquilo era uma lanterna, mas eu tô dizendo assim, você percebeu que era uma fonte eletromecânica ou mecânica, porque a luz até falhava por conta do frame do celular.
Então não era uma luz assim desconhecida, era uma luz muito parecida com qualquer farolete que a gente conhece, e eram 5 ou 6 só, e numa distância ali que de repente ele simplesmente apagou. Ele tava estático, ele tava parado o tempo inteiro, e depois ele apaga. Agora, o que pegou mais para mim, sabe o que foi, gente? Que é o sétimo ato. Ele tá com o celular aqui, aí daqui a pouco ele fala: gente, ele está aqui em cima de mim, olha que lindo!
Que, cara, custava fazer assim? Ah, não estava, não virou. Não, ele ficou filmando o bigode dele. Gente, olha lá, tá aqui! 'Olha aí, e tem um fogo embaixo, nossa, que lindo!' Passou. Porra, custava fazer isso aqui, dá uma quebrada na munheca. Porra, ele passou o dia fazendo seeding, fazendo a semeadura de tudo aquilo. Então o que bateu muito para mim foi o seguinte: friamente, não querendo que seja um alien ou querendo que seja um alien, independente do que eu acredito ou não, Para mim tava uma escalada de seeding e uma escalada de capítulos, viu, Vilela?
Você que é um escritor também, o Daniel também, é uma escalada de capítulos preparando para o grande final, que tava muito, muito de uma forma que ia acontecer alguma coisa no final do dia, você entendeu? Agora, que que isso pode ser? Pode ser que o Mark criou, pode. Pode ser que ele foi usado para isso, alguém meio que trollou ele. Pode, e pode ser, ter de repente tem essa possibilidade também. Eu acredito muito mais nessa possibilidade de que essas camadas desses capítulos que foram projetados desde manhã foram propositais, pelo que eu vi na análise da narrativa e do rito da mensagem.
Para mim Para mim foi proposital ali. O pessoal do chat deve estar me odiando agora.
Ah, com certeza.
É, o Ricardo, você já fez a leitura de algum alienígena?
Isso. Não, eu já fiz, eu já fiz uma leitura de um cara que disse que tinha trabalhado na Área 51, um senhorzinho brasileiro. Não, não, um senhorzinho americano. E eu disse, cara, esse cara tem todas as características e que realmente tudo que ele tá contando ele viveu. É porque ele lembrava. Ele agora, o que ele viu, eu não sei. Ele dizia que viu aeronaves, que ele viu engenharia reversa, que ele viu experimentos e tudo mais.
Pergunta de brincadeira, ele respondeu um troço interessante para caramba, hein? Mas isso foi nos Estados Unidos ou no Brasil que você encontrou?
Estados Unidos. Não, não, eu fiz a distância, mas assim, é um senhorzinho que ia morrer. Ele tava, falou, cara, tem um pouco tempo de vida, eu não quero levar isso para o mundo, entendeu? Um fato legal de Varginha, a pessoa até falei isso para o Boaventura, ele falou o seguinte: Ventura, e aí, o que que você acha das meninas lá, né?
Eu falei, olha, as três viram muito estranho, o cara pode responder, é um troço meio, né? O que que você acha das meninas lá de Varginha?
Aí é complicado, tem umas meninas bonita lá em É, tem uma menina bonita lá, imagina, pintou um clima aí.
Mas fala aí, o que que você interpretou ali, que eu fiquei curioso?
Então, você fala das meninas, foi o seguinte, eu tô com medo aqui, eu vou botar em outra tomada isso aqui, que é o seguinte, eu—
Você fez uma leitura do Edson Boaventura ou não?
Não, não, eu fiz das meninas lá de— Tanto é que eu falei para o Edson, que eu falei assim, pô Edson, eu tô com uma vontade enorme de ir lá para Varginha junto com você para encontrar as meninas, porque eu queria conversar com elas presencialmente, entendeu?
Interessante.
Daí ele falou: pô, vamos marcar, Vitor, vamos marcar. Porque é o seguinte, as três, na minha concepção, na minha análise, na minha psicoanálise, elas viram alguma coisa. Isso elas viram. Agora, o que elas viram, eu não sei. Não sei se era um ET, não sei se era um bicho que elas não conheciam. Agora, a mãe, eu já Desconsidero. A mãe tá, tem muito caco, tem muita influência, tem muito complemento de histórias não realizadas. Eu não sei se você já viu esse, esse, esse, esse método, o Daniel.
Inclusive, quando a gente faz esse teste, a pessoa ela não tem a total lembrança dos fatos. E pelo, como eu pergunto, eu começo a criar uma lembrança na cabeça da pessoa da forma que eu faço a pergunta, sacou? Por exemplo, vou dar um exemplo para vocês. Se eu chegar para você e falar assim: Daniel, como é que foi que aquele carro encostou no outro? Aí eu chego para o Vilela e falo assim: Vilela, como é que aquele carro bateu no outro?
É.
E para uma terceira pessoa, fala assim: como é que aquele carro destruiu o outro? Você entendeu? A minha própria pergunta, eu induzo que a coisa foi leve 'Foi uma certa gravidade' e 'Foi um absurdo da coisa'. E a pessoa, ela começa a fazer, ela começa a criar coisas quais nem aconteceram. Sim, porque você entendeu? Então tem que tomar muito cuidado, e principalmente quando a gente está analisando um caso. Esse caso, se eu olhar já com a fé dele 'cara, ETs existem, cara, foi um quase um contato de terceiro grau' e tudo mais.
A pessoa sempre vai, inclusive até para satisfazer a escolha dela, ela vai ir para um negócio que chama, mais uma vez, a confirmação, pois esqueci o nome, que é para eu confirmar e eu continuar acreditando naquilo. Me fugiram as palavras, daqui a pouco elas aparecem. Mas eu tenho que criar situações as quais aquilo que eu não me interessa, eu excluo da minha cabeça e da possibilidade de voltar na equação.
É estado de negação também assim, né, denial?
É quase isso. É o gatilho da compromisso e coerência.
Coerência, tá?
Então, como eu assumi um compromisso de acreditar que era um OVNI, eu preciso manter a minha coerência. Olha que interessante, como eu escolhi esse compromisso, eu vou ter que manter a minha coerência sempre exaltando aquilo que vai fazer com que corrobora essa minha tese, e vou excluir e vou ignorar quem falar aquilo que não corrobora.
É tipo aquela história assim, quando os fatos não confirmam minha tese, em vez de eu mudar minha tese, eu mudo os fatos.
É isso aí.
Tem muito jornalista que faz isso hoje em dia.
Infelizmente, né? Para o nosso desgosto.
Ricardo, Ricardo, tá me ouvindo? Obrigado demais. Aí a gente vai começar umas perguntas aí. Se tiver na live também e algum insight, alguma coisa relacionada à pergunta, é só chamar aí o pessoal aqui dos operadores, tá?
Legal, legal. Então vamos para as perguntas.
Valeu, obrigado, valeu, meu querido. Obrigado, abração.
É mais, Homer, é uma pessoa me mandou aqui, até te mandei aí, né, falando: Vilela, a foto é de um balão com uma bandeira mesmo, porém está muito alto e a câmera do satélite pega de lado com a perspectiva de 45 graus.
Foi o Michel É o Léo Pereira que mandou essa mensagem.
Manda aí perguntas.
Bom, primeira pergunta aqui do Michael Douglas.
Fazia tempo que ele não aparece.
É meu aluno, pô. Ele é uma pessoa real, Michael Douglas. É Michael com W, não é? É o Michael Douglas, pô. Eu dei uma bronca nele outro dia lá na Arca. Falei: pô, você tá sumido lá do...
Ele e o Correndo pra Cachorro e Suada 88 parou de aparecer. E quando a gente fica preocupado, será que morreu?
Tá doente? Dá uma preocupação, pô.
O Correndo para Cachorro tá presente quase todas as lives aqui, fica empaturrando aqui no chat. Michael Douglas mandou o seguinte, ó: Daniel, você acha que tem chance de uma nave alienígena pousar no meio do estádio de futebol em uma partida da Copa do Mundo?
Ô louco, cara! Você pegou essa notícia aí, ô Homer? Cara, saiu uma notícia hoje dizendo falando que uma vidente falou que no jogo do Brasil vai ter uma abdução.
Não, uma série de abduções, não só uma.
Esse jogo eu acho melhor tu não ir não, tá, Vilela? Porque ela deu a data.
Ah, mas não jogadores, gente que vai estar assistindo.
Eu não sei se são jogadores. Aí lembra um pouco, não é exatamente isso, aquele filme do Chris Pratt lá da— era um jogo do Brasil, se eu não tô enganado, não é?
Não sei se era do Brasil não, mas tem um jogo.
De repente os cara aparece, mas era uma viagem no tempo, né, que eles estavam tentando a recrutar, gente do futuro, mas tem a ver com alienígena também, total, né? Você não gostou muito do filme não, né? Qual que é o nome mesmo? Batalha do Amanhã?
Confunde Batalha do Amanhã com não sei o quê do amanhã, né?
Guerra do Amanhã. Guerra do Amanhã é batalha e guerra, é igual sovaco e axila, né? Tudo parente. Então, Michael Douglas perguntou isso, cara, seria surreal, né? Total. Imagina, tem A chance disso acontecer é zero, mas se acontecer, eu vou olhar, Vilela, eu vou pensar: é uma operação psicológica, é uma enrolação, eles estão enganando a gente, não são alienígenas.
Também vou achar isso.
É, num evento desse, a maioria vai ficar atônita, vai ficar desesperada, vai arrancar os cabelos. Eu não vou arrancar cabelo, que eu tô com pouco, e eu vou olhar e vou falar: acho que é uma enrolação. Eu não acredito não. Não, isso não quer dizer que alienígenas não existem.
Pois é, manda.
Eu achei aqui uma imagem do filme.
Ah, é verdade, olha lá, ó, juro, Brasil, que ele aparece.
É Brasil mesmo, surreal, né? Só faltava essa, né?
Um portal. Cara, adoraria estar presente vendo isso daí acontecer em real time.
Pô, seria surreal, né?
Exato.
Fazer igual o Mike, ele ia bravar.
Imagina, ó, Hoje batemos 50 mil pessoas, a gente bate 4, 5, 10 milhões de pessoas. Então, alienígenas, vamos combinar o seguinte: eu vou estar nesses jogos, escolha um jogo do Brasil, dá um beijo já direto no de Marrocos, que é para já começar já bacana. E eu vou estar com celular, um celular bom, eu vou estar.
Mas você vai fazer igual o Mike, não, você falar, tá aqui em cima, você vira e mostra, né?
Esse 17 tem um zoom bom, cara. Esse eu acho que vai dar bom e vou levar um tripézinho. Aí sim, manda, manda, homem.
O Saulo Miranda mandou aqui, ó: Professor, as 4 raças de alienígenas poderiam ser os 4 demônios aprisionados no Eufrates? Aí ele colocou aqui que ele é o Saulo Miranda de Plainmouth nos Estados Unidos.
Teoria louca, professor. É para você, né, Vilela, que você tinha escola de arte lá, você era professor. Acho que nem falou comigo não, né? Não, que o cara fala professor, é estranho. Os dois são Professora, né? Mas assim, cara, eu já ouvi essa tese, eu achei muito interessante, eu acho curiosa, não seria de todo impossível. Mas o que que a gente— deixa eu botar um contraponto, né? A Bíblia diz que Satanás ele pode se transfigurar em anjo de luz.
Então será que os nórdicos são demônios transfigurados chamarem de anjo de luz, porque ele tem uma aparência meio angelical. Outra questão, a Bíblia diz que a gente tem os 4 seres viventes, são os 4 querubins, um tem rosto de águia, o outro tem de touro, o outro tem de homem, o outro tem de... águia, touro, homem, faltou quem? Águia, touro, homem... e rapaz, Taurus? São as constelações, né?
Leão. Obrigado.
Constelação de Taurus, que é touro, Leo, que é o leão, Andrômeda, que é o homem, né? E o— faltou o outro aí, pô. Aquila, que é a águia. Mas a Bíblia diz que Lúcifer também era um querubim, querubim ungido da guarda, tá lá em Ezequiel 28.
É mais próximo talvez de Deus ou não?
Então existe uma teoria muito curiosa, estranha, de que a Bíblia fala que Deus navega no vento nas costas dos querubins. Então é como se a tipologia que a gente tem da Arca da Aliança sendo carregada nas costas de 4 levitas, sacerdotes, fosse um pouco uma representação do trono de Deus. Então existe uma teoria de que o trono de Deus, as 4 quatro pernas do trono de Deus são esses quatro seres viventes, que é o touro, a águia, o homem e o leão.
Mas o quinto elemento, e é um nome importante, né, um filme importante também, né, o quinto elemento ou a quinta essência ou a pedra filosofal, o número 5, o quinto querubim seria o encosto do trono Deus. É aí, aí entra a tese de que a Arca da Aliança ela era um trono, ela não era uma caixa com anjos em cima.
Já falamos até sobre isso, que fizeram uma representação com a Arca da Aliança como um trono.
Isso, até inclusive um dos apelidos da Arca é o assento da misericórdia. Então na estrutura que geralmente representa com os dois anjos em cima, não dá para sentar ali. É, não tem uma tipo um trono.
Ou ele talvez ache essa imagem aí da Arca da Aliança como um trono. Você trouxe duas imagens, a primeira não era muito boa e tem uma outra melhor, não sei se você vai lembrar.
É, eu lembro dessa uma vez que a gente mostrou, né?
Se colocar na tela eu te falo.
Então, então Vilela, a ideia é de que você tem esses quatro, essas quatro representações, o leão que representa os animais selvagens, os animais, o touro que representa os animais domesticáveis, as aves que representam os animais que voam, e o homem que representa a humanidade. Falta um grupinho aí. É claro que falta um monte de coisa, mas em geral falta o quê? Peixes e répteis. Então peixes e répteis seria o Lúcifer. O Lúcifer estaria mais para esse aspecto.
E quando a gente fala de réptil, lagarto, sapo, cobra, tem a ver com reptilianos. Também. Então, o William Schnobelen, no livro dele Space Invaders, para quem gosta de videogame, aqui no fliperama ali, será que tem Space Invaders? Deve ter, né? Então, Space Invaders, que era o nome de um jogo de videogame, mas é o nome de um livro muito interessante do William Schnobelen, não tem tradução para português até onde eu sei. Ele vai desenvolver uma tese de que os diversos anjos, quando eles caíram e saíram de uma submissão a Deus e passaram a ficar abaixo de Lúcifer, eles passaram a uma forma reptiliana, eles passaram a se assemelhar a esse seu novo pai.
Então o fato da gente ter alienígenas reptilianos seriam anjos caídos com essa tipologia réptil-peixe, que porque eles estão vinculados a Lúcifer, que seria esse dragão. A Bíblia chama ele de serpente, chama ele de dragão. Leviatã, né?
Então o monstro do mar lá, o Leviatã, tem alguma coisa a ver?
O Leviatã é uma serpente marinha, né?
Seria uma ave, né? É uma cobra. Eu já vi umas representações de serpente. Sim, uma serpente gigante que tá muito associada ao mar e que muitos navegadores descreviam, né? Teriam visto e desenhavam nos mapas como as beiradas dos oceanos desconhecidos teriam esses Monstros.
Exato. E aí, já que aqui é Ligando os Pontes, a gente sempre tá conectando filmes e tal e livros, entra um pouco a história do Beowulf, né? O Beowulf, ele luta com essa serpente. Lembrando que Beowulf é importante, esse conto, esse, porque é um dos primeiros, ele é um conto nórdico que ele marca ali toda a cultura nórdica, né, desse herói, né?
Tem uma jornada do herói ali e tem inspiração serviu para muita outra coisa, inclusive Tolkien, né?
Tolkien se inspirou muito no Beowulf, né? Porque vai ter essa batalha contra o dragão, contra o monstro, contra os anjos, demônios e tal.
Por que o cara luta nu? Tem algum significado?
Cara, agora eu acho que quando ele tá lutando nu ali, foi um significado de pureza, talvez? Não, é tipo assim: eu brigo com você até sem armadura.
Entendi.
Você é muito inferior "Eu ganho você no braço." Não é que ele não só nu, ele tá sem arma, né?
Tá sem arma também?
É, ele luta, quando ele luta nu, ele tá lutando com Grendel. Grendel é o filho da deusa marinha, né? Tipo uma, acho que me fugiu o nome, que é a deusa que tá representada ali no Starbucks também, né? Que é a deusa, por incrível que pareça, tá relacionada ao nome do daquele avião que caiu com o time de futebol brasileiro, lembra?
Chapecoense?
Chapecoense.
Ah, não lembro.
Como é que era o nome daquela empresa?
É o nome de uma deusa, ou então bota aí qual é o avião, né?
Ou então Starbucks é representado por qual deusa?
Vocês estão colocando Sheila B. Wolf, o ator, não tem nada a ver não, cara. Tá confundindo as coisas aqui. E você falou de Rap 2, Eu lembrei da irmã da Leia, que veio lá de Serra Talhada, né? Falou pra irmã dela pra fazer uma frase com reptil, né? Ela falou: "Minha irmã reptil de ano." É, então, é.
Não, é porque o lagarto tava triste, né? Porque ele reptil de ano. Ah, foi isso. E eu lembrei de um primo meu, tinha reptil 4 vezes, o apelido dele era Grapete, porque o slogan era: "Grapete, quem bebe, não dorme." Repete.
Ah, então ele ia falar.
Aqui eu tô pesquisando, é Melusina.
Melusina, é Melusina. Mas isso era o nome do, não era o nome do avião não, né? É, isso é a deusa que é representada lá na Starbucks. É, vê o nome da empresa de aviação que, do avião que caiu da Chapecoense, que era estranho também, tem a ver com essa deusa, né? Então é o Nobel Beowulf. O Beowulf tava lutando, ele foi chamado por um dos reis lá, que é representado no filme pelo Anthony Hopkins. E é um filme também que ele é, não é aquela técnica de desenhar por cima, mas ele é digitalizado, né? Eles filmaram os personagens, depois ele foi, ficou meio digitalizado.
É aí, aí é outro tipo, é uma técnica que a Disney usava muito, pegava atores reais, sim, estudavam o movimento, tirava esse movimento, mas aí era desenhado na mão mesmo, na mão mesmo, mas era para ficar bem suave. Então eles pegavam a imagem, estudava. Você vê isso na Branca de Neve, aqueles brinquedos, ela dançando, era tudo, tem um movimento interessante, diferenciado, bem humano.
Mas ó, falei aqui, ó, é uma empresa boliviana chamada La Mia, né?
La Mia tem a ver com essa deusa, aérea Mérida Internacional de Aviação. Não é, Lamia também é essa deusa, essa mulher como se fosse uma sereia, que é representada no filme do Beowulf pela Angelina Jolie, né? Verdade, verdade. O elenco bom, muito bom do filme.
A imagem aqui do Beowulf para ver o que que tá aqui.
O ator que faz é um coroa gordão e tal, mas ali ele tá bombadão, né? Parece até que é o Chris Hemsworth, né, que faz o Thor, mas não é ele não, né? Ele não. E aí, ô Vilela, que que ele faz? Ele luta com Grandel, que é o filho deformado dessa—
Ah, eu tô vendo aqui o ator, realmente.
Você sabe quem faz a dublagem e a tipologia desse monstro, Grandel?
Não.
É o—
Aqui só para contextualizar, é o ator Ray Winston.
Ray Winston, é. Hoje ele é um coroa barbudão e tal.
Coloca depois a imagem, é uma imagem meio realista, meio É, tá estranho.
Você lembra do personagem lá, o ator que fez o George McFly, o pai do Marty McFly? É esse cara.
É esse cara?
É esse cara, porque o Beowulf e o De Volta Para o Futuro é dirigido pelo mesmo cara, que é o Robert Zemeckis.
Ah, que doideira.
Entendeu? Então, aí, então, quando o Beowulf luta com esse Grendel.
É, cara, é um 3D, tem Thanos realista. Você viu? Ele quase chega, porque eu tô vendo a Angelina Jolie, cara, ela tá, entra naquela Não é zona da estranheza, tem um nome isso daqui.
É, cara, bota aí qual que é o nome da técnica usada no Belo Wolf.
A técnica é animação 3D.
É?
Eu lembrei agora, é animação 3D. Só que é uma animação 3D que tá muito próximo do real, mas ainda não tava tão boa que nem tá hoje. Então fica aquela naquela zona de estranheza que é que você fica incomodado, porque é real, mas não é tão real. É que nem quando você vê um robô humanoide, Sim, você fica mal porque dá um estranhamento, dá um estranhamento, é uma sensação ruim, né?
E aí, o que que acontece? Ele luta com o Grendel sem roupa e ele mata o bicho na porrada, na mão.
É válida estranheza, que chama, é uma hipótese que descreve a repulsa ou desconforto sentido por humanos ao interagir com réplicas ou avatares que se parecem quase, mas não totalmente, com pessoas reais. Então esse filme e aquele outro que o Tom Hanks faz, que é de Natal, é um trem de Natal, não sei o quê polar.
Você vai ver, não sei o quê polar também, acho que é Express Polar também.
E era uma fase do 3D que ainda não tava tão bom, mas tava bem realista. É a boca não se mexe direito, você fica incomodado, é o Vale da Estranheza.
Então a gente tá Respondendo aí, eu acho que ainda é o Michael Douglas, né, que perguntou se essas 4 raças alienígenas seriam esses anjos.
Foi o Saulo Miranda.
Saulo Miranda, obrigado, Saulo Miranda aí. Então meio que respondi aqui, fiz uma reflexãozinha, né.
Tem uma pergunta também da Vila Nova, ela mandou o seguinte, ó: Daniel, OVNIs podem servir como distração da rejeição de Trump? Um ataque à Copa poderia emagrecer e a jornada menor, a mais regulação de trabalho, poderia levar o RBU, principalmente olhando a automação?
RBU, Renda Básica Universal. Mas ele falou, né, de um, de ser um diversionismo, não é um ops lá, como chama, é operação psicológica, é uma das alternativas, pô, é a mais, mais usada, é a questão alienígena desviar atenção, né? Mas eu acho que Acho que seria um desvio da atenção da baixa popularidade do Trump, não é? É desvio da atenção do que eles estão fazendo no Irã, talvez.
Do insucesso que está acontecendo na guerra do Irã?
Não do insucesso, do que realmente eles vão fazer lá, porque eu acho que vai ficar muito ruim aquilo ali ainda. Que eles devem usar uma arma atômica ali ainda. Então isso já seria uma espécie de distração, talvez. Mas na verdade, na minha opinião, não é a questão alienígena sendo forçada goela abaixo pelo governo americano, não é uma estratégia de distração nem de diversionismo, é a concretização daquilo que o Major Wernher von Braun, né, quando foi trabalhar nos Estados Unidos para criar a NASA, né, o alemão que era da SS, a tropa de elite nazista, ele na leito de morte ele confessou para sua assessora Carol Rosin, e esse vídeo, depoimento dela, tá na internet.
Escreve, é o sobrenome dela, é R-O-S-I-N, Rosin. Carol Rosin, ela diz que ele falou que a última cartada para implementar um governo global seria uma falsa invasão alienígena. Então acho que a ideia de forçar goela abaixo a existência alienígena para criar essa ameaça de fora para que a humanidade se una contra essa ameaça e aí eleja um líder da humanidade.
Tem uma pergunta aqui do Correndo para Cachorro. Apareceu, ele mandou a seguinte: por que essas aparições geralmente são em lugares de bastante mata ou mais isolados e não em zonas urbanas?
Mas já teve avistamento em zonas urbanas no passado, né, que um estádio inteiro viu, cidades grandes.
Teve as luzes de Phoenix no Arizona, que era um negócio monstro. Monstruoso.
E aí foi ridículo essa notícia aí, por favor.
A luz de Phoenix foi ridícula porque o prefeito ali da cidade, ele foi, ele reuniu a população e fez um, fez ali uma tipo uma coletiva de imprensa num teatro, tipo no Teatro Municipal lá de Phoenix, para dizer o que que era. Aí ele mandou um cara entrar fantasiado de alienígena. Aí o cara tira o capacetinho, aí ele fala: "Viu? Isso aí não é nada, é tudo brincadeira." Os cara: "Não, mas a gente viu a luz." "E as luzes?
Explica as luzes agora." Entendi.
Ficou ridículo, né? Então assim, às vezes é no mato porque existe o interesse desses seres de não aparecerem muito, né? O pessoal outro dia falou assim: "Cara, imagina se a humanidade tivesse invadido um planeta para roubar recursos lá do planeta ou sequestrar alguns alienígenas, você ia fazer isso na moita, né?
Também tem a teoria de que são lugares onde tem ou terra rara, metais, tem alguma coisa mineral, alguma coisa interessante aí, ó.
Então é isso aí, é um negócio, pô, se a gente falou que teria 100 metros, né, isso aí é uma parada de que é 1 quilômetro de nave, né, que era um triângulo gigantesco, meio independente desse dele, é total. Legal isso aí.
Aliás, aquela imagem do Independence Day, eu sonhava com aquilo antes de eu ter visto o filme. É mesmo? Aquela coisa de uma sombra cobrindo a cidade, você olha e tem uma nave imensa, aquilo já sonhei várias vezes.
Sinistro, né?
Acho que faz parte um pouco do inconsciente coletivo.
Faz, faz. Porque se fosse antes de 1947 seria estranho, mas depois de 1947 é difícil.
Tem muita referência, né?
É, porque tá indústria cultural tá sempre jogando isso, né?
É, pode crer.
Fala, tem que perguntar se os cara de antes de 47 sonhava essas paradas.
Vai saber.
Aqui, a Lira Fábio, né, o Fábio Lira, sei lá, mandou aqui, ó: acabei de entrar na live, eu vi o vídeo e fiquei me perguntando, como que ele falou que a região tem ouro? Não poderia ser um drone ou alguém monitorando a região?
É, ele comentou, né?
Eu não sei, alguém falou que tinha hora?
Não, não, ele tá supondo, né?
Supondo, supondo.
Mas sobre drone, o Luciano já falou, né? As cores de drone são o verde e o azul, verde e vermelho, para você saber se ela tá em que direção que o drone tá indo, né? Não tem esse monte de luz que ele falou dessas cores aí.
É, só seria um drone mais assim, carnaval, carnavalesco, né?
Colocou essas luzes lá para causar esse medo aí.
Drone carnavalesco.
Falei, Romer.
Milton Magalhães mandou: a Rússia fez um documentário sobre Operação Highjump e de lá para cá a cultura OVNI aumentou. Não foi o caso de Roswell, é tanto que a Antártida segue proibida a civis. O que os convidados têm a dizer sobre isso?
Convidado não, a gente manda aqui, né? Não sei se são os caras que estão, os caras já, que eu tô sempre atento a quem que eles querem que responda, que os convidados diz sobre isso. Será que é na hora que a galera ainda tava ali? Você acha que os convidados quer? Acho que não, a gente aqui não é convidado, né?
Na realidade, o convidado hoje é o Vilela, né?
É o programa Ligando os Pontos, né? O cara, a galera sempre me agradece. Obrigado, Daniel. Daniel, você ter convidado o Vilela hoje. Fala sempre, né, pô.
O que que é isso aqui? O Romer Vilela perguntou, Daniel, sobre Bob Lazar, cientista que trabalhou na área, que meteu isso no OVNI. Já falou várias vezes, né, cara.
Inclusive saiu o documentário S4 sobre a biografia do Bob Lazar, e é todo com inteligência artificial.
O quê?
O documentário, as imagens, as imagens fizeram o Bob Lazar. Porra, diz, eu não vi, eu vi alguns takes e tava Mas o Bob Lazar disse que quando ele viu a reprodução, ele falou: "Cara, vocês extraíram as imagens do meu cérebro." Como vocês conseguiram chegar nesse nível? E o maluco meteu um óculos de realidade aumentada, realidade virtual nele, para ele se sentir dentro do lugar. Ele falou: "Cara, é idêntico, parece que eu tô no lugar mesmo, no hangar onde eu trabalhava na NASA." Que doideira, quero ver isso. Eu não achei disponível no Brasil, talvez agora O cara já esteja.
Por métodos bucaneiros, será que a gente consegue?
Faz a boa aí, o método sambare.
Quem que é o mais novo aqui?
É o Bigode.
Ele tem obrigação de ir atrás.
Não se amarra essas paradas, você não é bom nas pirataria não? Negócio do Bigode é jogar, jogar bocha, dominó.
Você sabe baixar torrent? Então vai atrás. Como chama o filme?
S4, letra S, o número 4.
Faz a boa para a gente, faz uma sessãozinha.
Exato. Bora!
Demorou. Essa aí saiu com a Ana Júlia, né?
Ana Júlia vai trazer num CD com caneta.
Cara, ele podia trazer Ana Júlia um dia aqui para a gente conhecer, né?
É verdade, cara. Mas sei lá, acho que é a namorada dele, acho que é a Samara Ilovski, é a futura esposa segundo ele.
Ô Bigode, acho que os pais da Ana Júlia gostavam de Los Hermanos. É, né?
Fala, Romer.
Vamos lá, Giovanna Gentil mandou: muita gente fala que vê alguma coisa no céu e acaba sendo chamado de louco.
Nas suas pesquisas, cada vez menos, né?
Não, tem gente que não viu nada no céu e também é chamado de louco, né?
É, não precisa ver coisa no céu para ser chamado de louco, na verdade. Mas eu entendo, entendi o ponto.
Aí ela mandou aqui, ó: houve algum relato que mais fez pensar que talvez exista algo que a gente não O próprio Daniel já contou a experiência dele, que ele também viu lá perto de Aparecida, né?
Grotesco. Eu vi 3 vezes, eu vi em 3 momentos diferentes da viagem, cara. Eu vi em Aparecida, eu vi ali em Taubaté, quando você pega a saída da Dutra que vai para Carvalho Pinto, né? SP-070, ou Ayrton Senna. E aí depois eu vi lá na frente, cara, quase em Guarulhos já. E na terceira vez, a nave nave, sei lá o que que era, tava pousada no mato. Quando eu olhei essa imagem do Mike Leão, parecida, não, a nave que eu vi era triangular.
Aí não dá para saber se é circular, ali parece que é redonda, né? Mas tem um desenho que o Mike fez, você recupera para a gente?
Ele fez um desenho no papel ali, né, Romer?
A gente usou, a gente mostrou na terça-feira, na terça-feira, e a similaridade com pôster do Dia D você vai entender. Se você colocar os dois, você vai ver que são, cara, me deu um flashback, porque a primeira vez que eu passei, só uma coisa, o Mike disse na live que tem uma mina de ouro lá, é por isso que ela tá falando.
Ah, beleza, beleza, tranquilo. Aí, aí puxa aquelas histórias da mãe do ouro, né?
Ô Bigoda, Kenya Neves falou: achei o S4 fácil aqui, amanhã assisto. Ou seja, se você não achar, não tem desculpa, tá? Já era, já achou fácil.
A gente chama ela para ficar no teu lugar.
O desenho que o Mike fez, chumbo, né? 60 metros aproximados, luzes coloridas.
Pô, metros faltou o R ali, né?
Tá, metros, né? É, metros. Parece um, qual que é aquele salgadinho que a gente come, que é assim, o Fofura, né? Não, não, não é empada, aquela que que fecha e fica com o chão.
Isso parece um quibe deitado, né?
É, pode ser um quibe, mano. Tem uma empada, não é empada, é um...
Lembrou aquele esfofora de conchinha, sabe?
Goiabada. Por que que eu pergunto para Leia, né, cara? Pô, goiabada. E tem o pôster do... Meu Deus do céu, uma goiabada. Ah, Leia, vai dormir, Leia.
Pera aí, ó, aí tem Onde você, Goiabada, é um pote, é redondo, né?
Não tem nada a ver com isso.
Será que lá na terra dela é diferente?
Na terra dela, Goiabada, é assim. Pronto, pronto. Ô Romer, o pôster do Jardim que tem um olho no céu assim, que é parecido com o que ele desenhou aí.
Olha lá, olha lá.
Eita, esse filme, hein?
Tô— é angústia, angústia.
Eu acho que vai estourar de bilheteria esse filme, porque na hora certa, né?
Tomara, né?
Tomara que a gente não ganha nada com isso, homem. Tomara, tipo, se estourar, que que a gente ganha? Não tem uma porcentagem? O Spielberg não vai dar entrevista pra gente?
A gente não ganha nem pipoca quando vai no cinema.
Se estourar, a gente faz um programa legal comentando, pô.
Ah, audiência lá no ar.
Você viu, hein?
É só uma honesta audiência.
A gente faz altos programas.
O bigode Tá tossindo ainda desde aquele dia, rapaz.
Ó, tosse de cachorro, tosse de cachorro, meu.
Ô, Rômer, bota a máscara nele aí, mano. É, rapaz, essas gotículas aí, ó, como é que faz?
Tem que colocar uma focinheira mesmo.
Perde gota aí, cuidado aí, Rômer.
Vamos encaminhando para o final aí, Rômer. Pega a sua pergunta boa agora, duas perguntas boas.
Vamos lá, o Heriberto Santana mandou aqui, ó: Daniel, você acha que o maior problema esses casos? É a falta de provas?
É provas contundentes, né? Sempre alguma coisa pela metade.
Vou falar uma parada para vocês com base no que os caras lá nos Estados Unidos estão falando. Vai chegar vídeo, não são esses de longe nem preto e branco, vai chegar parada com alta definição, meu irmão.
Você vai ver em Full HD, não é louco que a tecnologia chegou num ponto Esse é o ponto, que mesmo que chegar vídeo hoje, o que vai ser confundido com deepfake, inteligência artificial? Se fosse no passado, esses vídeos bons, a gente saberia que não tinha inteligência artificial. Hoje em dia, todo mundo vai desacreditar. Tem que ser uma coisa muito contundente mesmo para...
Mas os caras falam, alguns senadores americanos e deputados, como a Ana Paulina Luna... Que viram. É, o Tim Burchett também, eles falam que eles viram. Parada assim que te arrebenta, meu irmão, te arrebenta, você fica sem chão.
Espero que seja.
Parece que em algum momento, talvez esse ano ainda, eles vão liberar algo dessa natureza.
Última pergunta.
Tem uma pergunta interessante aqui do João Vítor Almeida.
As outras não eram então?
Todas são, mas tem umas que assim, num grau, umas são mais interessantes.
O nome não é tão interessante, né? João Vítor Almeida, não é o Correios.
Nome de um cara rico, né?
Suada 88, filho de um cara rico, não parece?
Aqueles cara que fica o dia inteiro jogando CS. Vamos lá, já teve vários casos mal explicados como o de Roosevelt depois do avistamento de Mike Leão. Você acredita que essas naves podem ser, além de possíveis aparições, é apenas uma manobra do governo ou aeronaves de plataforma exótica?
Pode ser, cara, pode ser também. Pode ser e eles estão se exibindo, estão se exibindo porque se eles têm esse tipo de tecnologia de antigravidade, por aí vai, eles têm tecnologia também de ficar invisível. Aí eles estão cheios de luzes no escuro para quê? Estão querendo aparecer. Então por isso que eu falo, tem uma agenda aí. Essa agenda é uma agenda humana que quer criar um frisson, um hype de que existe uma invasão alienígena para criar um governo global.
Ou isso é uma agenda dos alienígenas, ou isso é uma agenda dos anjos caídos que querem implementar o reino do anticristo. Não sei, cara, talvez seja as três coisas ao mesmo tempo, e é difícil você separar quem é quem, né? O Stephen Greer, ele tem já um modelo, método ali, uma, um estudo de separar através de algumas características das aeronaves, as aeronaves que são interdimensionais alienígenas, daquelas que são de engenharia espécie humana.
Tem um vídeo rolando aí também no X que eu vi de uma nave que some num tipo de portal.
Não sei se você viu esse vídeo, né?
A navezinha tá no céu escuro, abre um negocinho, ela some. Ah, mano, é muito bizarro, cara, é muito bizarro de acreditar, né?
Antes já era difícil, agora com inteligência artificial, deepfake, aí é complicado. Mas, cara, existem fenômenos estranhos acontecendo no Desde que o mundo é mundo. Desde que o mundo é mundo. A gente tem desenhos em cavernas, pequenas esculturas no Egito que se assemelham a essas coisas todas, então isso é estranho pra caramba. E assim, na minha humilde opinião, vamos supor, Vilela, que eu tô ali na casa do Mike Leão junto com ele, ele tá vendo aquilo ali, a galera fala: "Vamos lá." Eu não vou não.
Você não iria?
Não, não vou não. Não se brinca com essas coisas.
Eu iria em turma, sabe?
Não, em turma também não vou não, sabe? Que aí ele já passa o Serol em todo mundo.
A gente vai em turma com uns pedaço de pau. Os cara com arma, os cara vem de outro planeta e a gente tentando ir com pau só, com pedaço de pau.
A gente pode falar: Homer, vai na frente, manda um "Clato Barada Nikto", né? Que é o cara sai com a mão assim, né? Na Guerra dos Mundos, o alienígena sai da nave e manda essa frase. Clato Barada Nikto. E na verdade, no Na Guerra dos Mundos, a refilmagem que é com Keanu Reeves, o nome dele é Klaatu. Com o Tom Cruise? Não, é no Dia em Que a Terra Parou, perdão. Apaguem Guerra dos Mundos, o Dia em Que a Terra Parou. No Dia em Que a Terra Parou, o maluco sai da nave alienígena, manda essa frase.
E na refilmagem com Keanu Reeves, o Dia em Que a Terra Parou, é com ele, o nome dele é Klaatu. Inclusive, você vê o O nome, o conceito de "é que a Terra parou", porque se tiver um negócio desse, mesmo que seja forjado, a Terra para.
É aquele acontecimento que todo mundo vai lembrar o que estava fazendo naquela hora, tal qual a morte do 11 de setembro ou a morte do Kennedy, né? Sim. É isso?
É isso. Ele estava falando do filme do Keanu Reeves, né?
Ah, lá vem, é piada.
Eu estava pensando o seguinte, que se aparecer os ETs todo mundo vai falar: "Keanu Reeves, viu?" Ou então tem gente que vai falar que ano legal, né?
É para fechar a live, né?
Se você assistiu essa live até o final, bota aí: que ano horrível!
Ô Daniel, baita live hoje, hein? Fizemos em tempo real aí o acompanhamento dos acontecimentos. Foi legal, foi legal demais aí.
A audiência chegou junto, chegou junto aí.
Ô Romer, fala comigo. Agradecer o pessoal aí, né, que teve com a gente.
Pois é, rapaz, a gente chegou longe aqui. Bastante gente aí assistindo, comentando, compartilhando. Não deu para ler todas as perguntas, né, que o negócio aqui tava, tava pauleira.
Agradecer o Ricardo Ventura que teve com a gente, ao Luciano Tigre, né, que já participou outras vezes com a gente também, e a você.
E o Mike Leão também, que sem saber participou também.
Ele nem sabe, mas ele tava ao vivo na nossa live. Obrigado, Fala aí, Rômulo.
Agradecer demais para você.
Eu não vou agradecer, sabe quem? Quem não vou agradecer? Leia. Todas as intervenções dela foram para dar opinião boa.
Ela vai ter que— cara, ela foi abduzida?
Vem aqui, pera aí, vem aqui que agora— sério isso? Você foi abduzida?
Já fui abduzida, já contei isso para você já.
Não, eu sei, mas aqui conta para a gente em live que O que foi?
Eu acho que eu tinha 7 a 9 anos de idade. O que você lembra do meu corpo flutuando e eu acordando num lugar muito branco? E a pessoa— tinham pessoas que pareciam humanos, com a pele bem clara, quase para um azulado, com roupa, ou aquele tipo de alienígena sem roupa? Sem roupa. E eu lembro dos olhos bem grandes e eu lembro— não lembro Não sei se tinha boca, mas eu entendia tudo que eles falavam, só que por telepatia, não abria a boca para falar.
Quando ela tinha 7, 8 anos, ou seja, fizeram alguma coisa no teu corpo assim, na minha barriga, mexeram na minha barriga. E ficou uma listinha, tipo essa listinha assim da mão, extra, com lixa na minha barriga.
Quando eu acordei, você ainda tem essa marca?
Ainda tem, tipo, é tipo uma listinha assim, bem marquinha.
Cê já fez, é, o útero do abdômen? Já. Não deu, não tinha nada não?
Não deu nada lá não, mas—
Então tem que fazer uma colângio-ressonância então.
Que que é isso?
É uma ressonância dessa área aqui do abdômen, né?
Mas eu tenho muita certeza que foi verdade assim mesmo. Eu lembro que eu acordei já assustada.
Mas eles, cê falou que entendia tudo que eles falavam, eles falavam o quê mais ou menos assim de tá tudo bem?
Eu lembro que eles falaram mais alguma coisa, mas eu não lembro lembro o quê, mas eu lembro que eu não ficava com medo, mas eu ficava meio que muito apreensiva, mas eu entendia tudo que eles falavam, só que eles estavam de boca fechada, tipo, não lembro nem se tinham boca ou se a boca era muito pequena.
E você tentava se mexer, não conseguia? Era tipo isso?
Eu lembro que eu ficava paralisada, só paralisada, e eu lembro que tinham outras pessoas também dentro desse lugar bem claro, e eu acordei, já acordei apreensiva, olhando para minha barriga e com aquela aquela sensação mesmo de que realmente tinha acontecido.
E sentiu algum incômodo, ardência na barriga, alguma coisa?
Só a sensação de que mexeram sim na minha barriga, ficou uma sensação muito real assim, palpável, de que eu tenho isso comigo, que eu fui, mas só vou dizer de verdade que fui. Quando eles voltaram, disseram sim. Eu lembro que eles disseram que iriam voltar, só lembro disso.
Isso foi lá na Serra Talhada? Pernambuco. Pernambuco, né? Tem outros casos disso lá ou não?
Não, que eu saiba não, mas eu lembro disso assim real. E também já vi anjos também.
Aí a gente tem que fazer um programa mais aprofundado com a Leia, causas da Leia, pegar a Leia e outras pessoas que, que tem o mesmo relato.
Dá para fazer um programa só sobre isso. Obrigado, Leia.
Por nada.
Tá certo. O Romer e o nosso amigo Bigoda que a live inteira ficou quieto, e na hora que a Leia foi falar, ele queria ajudar com as palavras, né? Soprando.
Eu achei que você ia falar: 'Hey, homie, você, tua barriga ficou assim porque foi engravidado por um ali.' Na realidade, eu tenho minha barriga sarada.
É verdade, uma vez eu fiz um corte, ela sarou, ela tá sarada.
Depois que os alienígenas fizeram a cirurgia nele, ela sarou.
É que nem eu tenho o abdômen negativo, ele se nega a diminuir, né? Fala aí, Homer.
Bom, dá o like, dá o like e se inscreve no canal.
Essa live merece que você seja inscrito.
Merece.
Você aí não deixou seu like, tá panguando esse homem.
Você tem um desafio absurdo agora, que é colocar o que o pessoal escreve nos comentários para provar que chegou até o final.
Tô curioso agora.
Vamos de Mussum então. Que ano horrível.
Que ano horrível.
Que ano horrível. Coloca nos comentários. Eu pensei que você ia colocar aí o bambu. Lembra do bambu lá?
Bambuzão.
Né, Vilela? Já viu um bambu grosso e não sei o quê?
Falei: "Eita, rapaz." Ele tenta segurar com a mão, não consegue.
Eu tinha pensado nessa também, mas o Gabriel já falou. Que ano horrível.
Versão Mussum. Pois é, me sigam no Instagram, @vilela e Daniel, já bateu 1 milhão no Instagram, Vilela?
Ainda não, cara.
Aí, bateu 1 milhão, cara. Então vou te dar umas dicas aí, me ajudem lá.
Aí fica eu e o Daniel com 1 milhão. Vamos fazer uma oraçãozinha no final. E mais antes, o Daniel, como que o pessoal faz para entrar na Arca?
É só visitar qualquer um dos meus vídeos, tem o primeiro link ali embaixo. Talvez tenha aí também na descrição do vídeo, a galera sempre coloca. Exato. E lá na Lembrando que a gente vai ter live de segunda a sexta, a gente vai atualizar as estratégias para te ajudar a você estar atento com esse mundo estranho e tá preparado para ser uma transformação na tua vida e em quem está ao seu redor se proteger. A gente fala de proteção patrimonial, proteção financeira ali, é bem legal. E vamos, vamos à oração, Vilela?
Vamos, vamos! Agradecer demais a vocês, fiquem com Deus aí. Vamos terminar com a sua oração.
Bora! Senhor Deus, nós te agradecemos, Pai, por mais mais esse programa, esse episódio. Ó Deus, te pedimos, guarda-nos no esconderijo do Altíssimo, na sombra do Onipotente, que nenhuma arma forjada contra nós possa prevalecer, porque a tua palavra nos garante que nós somos mais do que vencedores em Cristo Jesus. Nós não sabemos exatamente o que esses seres são, se são anjos, se são demônios, se são alienígenas, mas independente disso, nós te pedimos, ó Deus, guarda-nos de toda afronta, de todo ataque, que nós possamos estar completamente invisíveis aos olhos do inimigo, Pai, que nós possamos estar firmes na tua palavra, firmes na rocha que é o Senhor Jesus, para que vindo sobre nós o vento, a casa fique firme, Pai, porque os seus alicerces estão bem consolidados.
Eu te peço, ó Deus, traga cura a todo aquele que tá enfermo, traga libertação àqueles que estão passando qualquer tipo de dependência e dificuldade. E eu te peço, ó Deus, abençoa os lares na área financeira, na saúde física, na saúde emocional, na vida espiritual, Pai, que nós possamos viver a tua palavra que diz que o Senhor veio para que nós tenhamos vida e vida em abundância. Assim eu declaro, decreto e profetizo em nome de Jesus.
Amém, amém, amém! Obrigado, Daniel, obrigado vocês. Fiquem com Deus, beijo no cotovelo e tchau! Que bom que vocês vieram.
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