024 - PCC E CV TERRORISTAS + AVISTAMENTO OVNI + EBOLA NO BRASIL
FERNANDA COMORA é jornalista e RICARDO MARCÍLIO é especialista em geopolítica. Eles são os âncoras do Notícia I-LTDA, o programa de notícias do Inteligência Ltda. Eles vão comentar, junto do Vilela, as notícias recentes do Brasil e do mundo com os convidados CARLOS BEZERRA JR., THIAGO LIMA, MADELEINE LACSKO RAUL SENA, JOEL PAVIOTTI, LUANA ARAÚJO, MARIA CAROLINA GONTIJO, EDISON BOAVENTURA e REGIS TADEU. O Vilela fez o primeiro logotipo do Jornal Nacional.
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Fernanda Cômora
CARLOS BEZERRA JR.
EDISON BOAVENTURA
JOEL PAVIOTTI
Madeleine Lacsko
MARIA CAROLINA GONTIJO
Raul Sena
Ricardo Marcílio
Roni
Thiago
- Cobrança indevidaCobrança de seguros e tarifas não contratadas · Acordo com o Ministério Público de Minas Gerais · Ônus da prova para o cliente lesado · Lucro estimado do banco
- Morte da avó e avistamentos OVNIViralização do caso Mike Leão nas redes sociais · Aumento de seguidores e interesse público · Mutilação de animais na propriedade e arredores · Comparação com o caso de Varginha · Filme do Spielberg e divulgação de documentos dos EUA · Som de 'catraca' e sua possível origem · Resposta oficial da Força Aérea Brasileira (DSEA) · Documento falso da ABIN
- PCC e Comando Vermelho TerrorismoNomenclatura americanizada e política internacional dos EUA · Conflito de legislação entre Brasil e EUA · Atuação internacional do PCC · Lavagem de dinheiro e influenciadores digitais · Investigação sobre Deolane Bezerra · Lei de terrorismo no Brasil e seus limites
- Geopolítica e eleições na América LatinaEleições Colombianas e avanço da direita · Abelardo de la Espriella e suas inspirações · Controle da criminalidade em El Salvador · Guerra Irã-Estados Unidos-Israel · Brasil notificado como país desenvolvido (IDH) · Crise econômica e imposto de não natalidade na Alemanha · Conselho de Paz de Trump e tarifas sobre o Brasil
- Atuação de Lucia na políticaDeclarações polêmicas de Lula sobre traidores da pátria · Comparação com Joaquim Silvério dos Reis e Tiradentes · Linguagem populista e polarização política · Carisma de Lula e Bolsonaro vs. filhos · A importância da comunicação na política · O papel dos assessores e a perda da noção de realidade
- Risco de Ebola no BrasilCasos suspeitos descartados no Rio e São Paulo · Diferença entre Ebola e outras doenças · Transmissão do vírus Ebola · Resistência a antibióticos e antivirais · Uso de antibióticos na agricultura e pecuária
- Encíclica do Papa Leão XIV sobre Inteligência ArtificialEncíclica Magnifica Humanitas sobre IA · Comparação com encíclicas anteriores (Bento XVI, Francisco) · Relação do Papa com a empresa Anthropic e Palantir · Teorias sobre o Apocalipse e a besta · Quarta Revolução Industrial e robôs humanoides · Formação matemática do Papa Leão XIV
- Escala de Trabalho 6x1Redução da carga horária semanal · Impacto em pequenos e médios empresários · Custo da folha de pagamento no Brasil · Uso eleitoreiro do debate
- Contratos suspeitos com autoridades públicasContrato de R$108 milhões para pontos de Wi-Fi · Licitação direcionada para ONGs e não empresas de tecnologia · Aditamento do contrato para R$150 milhões · Relação entre a ONG e a produtora do filme do Bolsonaro · Investigação da Polícia Civil de São Paulo · Acusações de Mário Frias
- Habilidades Especiais e PeculiaridadesEquilibrista Ornei Alves sobre pau de madeira · Recorde de quebrar nozes com sentada
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Olá, terráqueos! Como é que cês tão? Está começando mais um Notícia Ilimitado, o programa semanal de notícias quentes, aterrorizantes, tenebrosas. Macabras e imprescindíveis. É verdade, hein? Hoje muitas coisas diferentes entre si. Sim, economia, OVNIs, rapaz, terroristas, facções. Tá uma mistura boa hoje, tanto de convidados quanto de assuntos. É verdade. Mas antes de falar com o povo, fala você aí. Bom, já começa aí deixando o seu like, se inscrevendo no canal, torne-se membro, compartilha nosso jornal com toda a sua patotinha.
Já estamos ao vivo, né? E compartilha o nosso jornal, né? É isso aí, é isso aí. Então, ó, fala, galera, rapidinho antes da gente começar o episódio. Deixa eu te mostrar uma parada que pode ajudar bastante, principalmente se você já pensou em fazer concurso, mas ainda tá naquela fase meio travada, sem saber direito por onde começar. Porque isso acontece com muita gente. Às vezes a pessoa até quer entrar nesse mundo, mas trava em uma dúvida básica, tá?
"Mas qual concurso eu procuro?" Ou então: "Será que tem alguma coisa perto de mim?" Ou: "Por onde eu começo?" Foi pensando nisso que o Estratégia Concursos, que é parceiro nosso, criou o Radar do Estratégia. Ele é basicamente um mapa dos concursos. Então, em vez de ficar caçando informação solta e tentando montar esse quebra-cabeça sozinho, você entra lá e consegue olhar as oportunidades de um jeito bem mais claro. Olha aqui. Tá no mapa?
Aqui, certo? Esse é o Radar do Estratégia, um mapa que reúne... Reúne concursos do Brasil inteiro, não é isso, Romer? É isso aí., você que tá assistindo agora, é só apontar a câmera do celular pro QR code. Isso, também temos um link na descrição. Isso, que aí que acontece, já cai direto na página, fechou? É isso aí, grande dica. Fernanda, seja bem-vinda. Hoje estamos sem o Marcílio presencialmente porque ele está doentinho, mas ele vai participar remoto, né?
É isso aí.
E Madá está chegando aqui para fechar a nossa bancada. Se apresenta para o povo, Fernanda.
Oi, gente, boa noite mais uma vez. Eu sou a Fernanda Cômora e, ó, a gente tá aqui com um programa muito especial. Aliás, hoje tem muita polêmica, tem assunto que tá aí pegando fogo desde ontem, que a gente traz hoje com atualizações para vocês, hein.
Fechou. Então, eu sou Rogério Vilela, meu arroba no Instagram é @vilela, é super fácil. E diretor, Vamos pro programa aí? Então roda a vinheta! Começa agora mais um Notícia Ilimitada com as notícias mais quentes da semana e a gente começa já falando de polêmico. Banco Itaú pegou dinheiro dos clientes— eu tenho conta no Itaú, hein?
Pois é.
Cara, eu quero saber sobre isso— que usavam cartão de crédito por 14 anos. Quem explica tudo isso pra gente é o investidor Raul Sena.
Daqui a pouquinho, olha, nós também vamos falar sobre o fim da escala 6 por 1 que agora caminha para o Senado com a Maria Carolina Gontijo.
A gente também fala sobre o ebola de novo. O Brasil chegou a ter 2 casos suspeitos da doença que foram descartados. Quem vai dizer se a gente precisa ficar preocupado ou não é a médica infectologista Luana Araújo.
E aí, Vilela, tem ainda o ufólogo Edson Boaventura falando, falando sobre o aparecimento de OVNIs e o Thiago Lima, o nosso especialista em conspirações, falando sobre a preocupação do Papa Leão XIV com a inteligência artificial.
Nós também vamos falar sobre a política brasileira com Madalene, a Madá, e o historiador Joel Paviotti traz tudo sobre a classificação do PCC e do Comando Vermelho como terroristas.
E o Marcílio hoje vai trazer tudo sobre geopolítica de casa, mas não vai deixar de estar presente aqui com a gente não, viu? Ainda tem crônica do Carlos Bezerra para fechar o programa. E no giro de notícias, olha, eu vou querer saber como é que anda o equilíbrio e a sentada, não vou falar isso, de algumas pessoas.
Olá, ela lá, ela sentada. Vamos falar sobre várias coisas, mas vamos começar de Itaú. O Fernanda, pois é, que que tá rolando aí? Eu tenho conta no Itaú, preciso ficar preocupado ou não?
Precisa, mas eu não sei se você terá como revogar alguma coisa, porque Porque olha, o Banco Itaú, que é o maior banco privado hoje do país, realizou cobranças indevidas, Vilela, em contas de clientes de cartões de crédito do grupo durante um período de 14 anos. 14 anos. E é muito interessante isso porque muitas pessoas durante esses 14 anos fizeram reclamações de algumas cobranças falando: olha, eu não contratei determinado serviço e estão descontando da minha conta.
E ainda assim o banco continuava descontando. E agora que o banco diz que vai ressarcir essas pessoas, o que que acontece? Ele tá dizendo o seguinte: mas só para quem reclamou naquele período.
Ô louco!
Exatamente.
Vamos saber do Raul essa história aí. Raul tá na linha? Pequeno Homer, você tá na linha? Raul, me ouve?
Opa, te ouço perfeitamente.
Como é que tá, Vilela? Tudo bem? Você tá devendo uma visita aqui, a gente já te convidou várias vezes.
Presencialmente.
Eu moro em Goiânia, eu tenho viajado muito a trabalho esse ano, cara. Já foram umas 5 viagens internacionais aí. Eu tô, eu vou dar um jeito, eu prometo que eu vou aí, faço questão de ir. É um programa que eu assisto muito e gosto bastante.
Apareça aqui amanhã, eu tô aí em Goiânia, depois a gente conversa. Então, ó, seguinte, Caso Itaú, explica para gente qual é essa treta. Eu vi um vídeo seu e trouxe para o programa aqui, eu queria saber o seu comentário.
Olha que loucura, do dia 13 de junho de 2011 ali até 18 de dezembro de 2025, o Itaú admitiu, né, numa ação do Ministério Público de Minas Gerais, que ele tava subtraindo o dinheiro da conta dos clientes ali. Se a gente tivesse falando de qualquer outro mercado, a gente diria que é roubo, né? Como é banco, não, tava cobrando uma cesta tarifária diferenciada ali. Então, na prática, ele colocava ali uma coisa na sua fatura de cartão de crédito, ele colocava isso como seguro com alguma palavra de difícil identificação.
E isso é mais complicado porque, como fica na fatura de cartão de crédito, se você não pagar, incide juros em cima daquilo, né? Ou seja, coloca ali e se você não paga, vai começar a incidir juros em cima da tarifa de cartão de crédito, que a gente sabe que superava 400% ao ano antigamente, né? O juros de cartão de crédito era um dos piores de todos. Agora ele só permite dobrar a conta. Mas esse caso aqui é lá de anos atrás, né, lá de 2011.
E aí, beleza, fizeram isso ali. Seguro Fatura Protegida, Seguro Casa, seguro compra segura, e até cobrança por envio de mensagem automática ficava ali. E aí, às vezes, valores de R$10, de R$20, de R$7, de R$30. Vocês têm ideia do tamanho dessa coisa, né? Se o Itaú tivesse cobrado ali cerca de R$2 de cada cliente ao longo desses 14 anos nessa cobrança recorrente, ele teria auferido um lucro de mais de R$40 bilhões. E ele não admitiu que tanto que ele fez isso. Ele admitiu que fez na ação pública, falou: não, é verdade, a gente fez, né?
Tá aqui, beleza, fizemos.
Ah, como o que vocês fizeram? Não, não vamos fornecer os documentos. A gente fez com essas pessoas e quem reclamou em algum lugar, né, não reclame aqui ou em qualquer lugar, tem que provar. O ônus de provar cabe a quem foi lesado. O governo aceitou isso, né, o Ministério Público aceitou que o ônus de provar cabe para quem foi lesado. A pessoa tem que provar que tinha reclamado, que tinha sido lesado, e provar que não contratou.
Agora, como é que eu provo que não contratei algo, né? Porque o Itaú, teoricamente, que tinha que me provar que eu contratei, mas é o poste mijando no cachorro. E daí, dessa forma, Itaú fez isso, fez um acordo, né? Qualquer reclamação que você tenha feito anteriormente no PROCON Consumidor, Ministério Público, Defensoria Pública, o Reclame Aqui, etc., tudo é válido. Mas eles têm aí até o dia 23 de fevereiro de 2028 para ressarcir.
Então, na prática, o Itaú mostrou que o crime compensa, e bastante, no Brasil aí para a gente.
Que absurdo, né, Fernanda? Um absurdo você ter que Como que você prova que você não contratou? É a mesma coisa assim: você tá me traindo? Não tô. Prova que você nunca me traiu. Tá aqui, ó, olha essa foto, olha a foto com ninguém do meu lado aqui, ó.
E se você provar, fala: não, mas você reclamou até o ano passado. Então passa régua, segue o casamento.
Não tem o que fazer. É muito assustador. E aí, Raul, acho que levanta um precedente assim, é quem é que de fato fiscaliza os gigantes financeiros do nosso país? Porque a partir dessa informação e do que o Raul tá trazendo para gente, acho que todo mundo começa a ficar super inseguro.
É, não, não, a prova que na verdade é que independente de quem fiscaliza, não, né, aparentemente se você for o Itaú você pode cometer o crime que você quiser, porque assim, não é nem o problema de fiscalização, o Itaú admite que ele cometeu o crime. Então é muito pior. Eu tô falando assim, eu tô deliberadamente falando, gente, sim, durante 14 anos eu estive cobrando serviços que os meus clientes não contrataram, né? Eu tornei essa cobrança difícil de ser percebida, eu modifiquei o número dela, eu fiz tudo isso.
E o pior, eu não vou pagar. Ele declara claramente, eu não vou pagar. E a justiça entende que tudo bem, o Itaú tem direito de não pagar, tem direito de não ressarcir, e quem não percebeu é otário. Então basicamente a legislação brasileira, né, ela tá dizendo para gente que se você for otário banco, a culpa é sua, a responsabilidade por ter checado e qualquer outra coisa é sua, né? Então, na prática, é você que tem que zelar pelos seus bens aqui e não o banco que é pago para fazer esse serviço, né?
Então, o banco não só não fez o serviço que ele é pago para fazer, que é guardar o dinheiro dos clientes ou intermediar, né, como colocou uma tarifa ali invisível, escondeu essa tarifa. Ninguém sabe de fato se a tarifa estava visível na fatura, não. Inclusive, tem diversos casos onde a pessoa nem tinha desbloqueado o cartão, então eles emitiram o cartão sozinho sozinho, cobrar tarifa sozinho, e ficou por isso mesmo.
Caramba, olha que absurdo, gente! Então, diante de Master, agora esse problema do Itaú, acho que eu e muita gente tá perguntando assim: corre o risco, periga ter outro escândalo, ter outra maracutaia, outra sacanagem? Porque todo mundo diz que o Itaú não vai, né? Faliu, Itaú não vai, né? Ficou mais claro que eles são muito Mas e outros bancos?
Geraram gigantesca assim. Então o Galípolo, ele foi lá sobre outro rolo, né? Então vamos separar as duas coisas. Itaú tá muito bem, obrigado, né?
O que ele tá fazendo é até graças a nós.
É, tá muito bem, lucro recorde em todos esses anos, não tem nenhum tipo de dificuldade financeira. E se tivesse também é simples, só coloca alguma coisa na fatura do cliente e foda-se, né? Não dá crime, não dá nada. Então ninguém vai preso, nada acontece, feijoada, Brasil. E no cenário dos escândalos dos bancos, a gente teve algumas modificações agora em relação a FGC. Então você não vai permitir mais que esses bancos possam emitir dívidas pagando tão caro por essas dívidas.
Então a gente deve ter uma tendência agora de uma fiscalização cada vez maior. Mas o Galípolo, que é o presidente do Banco Central, ele já disse que não tem profissionais suficientes para fazer a fiscalização da quantidade de bancos que a gente tem agora. É só a gente se lembrar, né, 20 anos atrás, 15 anos atrás, a gente tinha basicamente 6 bancos. Agora você Olha assim na esquina, você balança uma árvore, cai 200, né? Então subiu imensamente o número de bancos, mas não temos novos concursos, não temos novos sistemas, não tivemos nenhum tipo de aperfeiçoamento no processo de verificação.
Se isso não for melhorado, né, a gente pode cair no mesmo erro lá de trás. Então o problema que originou o Master, ele não foi resolvido. O Master foi um caso que foi pego, mas o problema não foi resolvido. A gente precisa de o concurso. Pelo menos foi isso que o Galípolo, que é o presidente do Banco Central, avisou, que ele não consegue fiscalizar tudo, que ele tá escolhendo o que fiscalizar. E a gente vai ver essas coisas acontecerem, né?
Agora, a quem interessa o sucateamento do Banco Central é que a gente precisa entender. Por que que é interessante manter o Banco Central sucateado? E se a gente não tinha resposta, acho que agora ficou mais claro, né?
Pois é.
Olha que loucura. Não, e é uma sensação de que, de impunidade no nosso país, né, e de que a gente vira refém e não sabe nem do quê.
A gente paga conta de quem a gente não precisaria pagar conta, não é dos mais pobres, são é do 0,0001. Cara, a gente vê os gastos, né, do Borcário e as festas e tudo que ele gastava. Ele tava muito tranquilo porque não era o dinheiro dele, era muito dinheiro, né, era muito dinheiro.
E ele saiu comprando todo, esquerda, direita, judiciário, é exatamente Cara, e para vocês terem uma ideia, tá, esse rombo do Itaú, é o que eu tô dizendo, não sabemos quanto que o Itaú auferiu disso porque não foi obrigado a falar, tá. Mas se a gente tiver falando, o rombo do Banco Master foi mais ou menos R$47 a R$52 bilhões para o FGC. Se o Itaú tiver cobrado R$2 de cada cliente nos últimos 14 anos aí nessas faturas dessa maneira, se foi R$2, vamos porque não colocou R$10 em 50% dos clientes, né, vamos porque ele colocou R$2 em todos os clientes.
Se ele tiver feito isso dessa maneira ele recebeu aí mais ou menos R$40 bilhões nos últimos 14 anos. Olha só, é um escândalo do Banco Master somente de tarifa.
Que absurdo! Raul, obrigado demais, estamos esperando você aqui. E se tiver alguma novidade semana que vem, te chamo de novo, tá? Obrigado demais aí.
Muito obrigado, valeu participar aí com vocês. Espero da próxima vez trazer notícias melhores assim. Nunca imaginei ter que participar aqui, minha primeira aparição contando rombo de banco. Então peço desculpa para as pessoas, eu juro que eu não sou tão chato assim. Abraço para vocês, excelente programa aí.
Valeu, vamos de escala 6 por 1. Pois é, vamos lá, vamos falar disso. Temos uma convidada que também está estreando aqui no programa, tal qual Raul. Fale um pouquinho mais sobre o que vamos falar agora, Fernanda.
Olha, após aprovação na Câmara dos Deputados. O que que promete esse projeto? Acabar com a escala 6 por 1, que agora precisa passar pela aprovação do Senado Federal. No entanto, o feriado de Corpus Christi acabou jogando essa avaliação da Comissão de Constituição e Justiça apenas para semana que vem. O que que define esse projeto, tá? A escala 6 por 1, ela vai reduzir os dias trabalhados, reduzir a carga horária que inicialmente é de 44 horas semanais, num primeiro momento ela passaria a ser de 42 horas no primeiro ano, no segundo ano de 41 a 40 horas.
De um lado a gente tem aí o trabalhador que defende a necessidade de mais horas de descanso, alegando aí um bem-estar, uma qualidade de vida, e do outro lado, principalmente, o pequeno e médio empresário, que diz que não tem como arcar com isso, que precisaria, na grande maioria das vezes, partir para demissão de funcionários, porque ele precisaria remanejar e que ele não tem fundo de caixa para novas contratações, já que este funcionário não conseguiria, então, suprir aquela carga de horário necessária para o atendimento.
Então a gente vem falando disso nas últimas duas semanas de forma muito intensa.
Existe um debate sobre esse tema e, claro, sendo usado por todos os lados como algo eleitoreiro, né? Todo mundo tá querendo pegar, transformar isso em votos, né? Tanto a esquerda quanto a direita.
Então vamos falar A gente vai falar com ela agora, que entende muito bem desse assunto, que é a Maria Carolina Gontígia Carol, né?
Também conhecida como Duquesa de Taxa, não é isso?
Exatamente.
É um apelido, é uma alcunha? O que que é Duquesa de Taxa? Fala com a gente.
É um alter ego, Vilela. Boa noite, Vilela. Boa noite, Fernando.
Boa noite.
É um alter ego que eu usei para tentar explicar para as pessoas de um jeito simples esses assuntos chatíssimos, mas que estão dentro É muito complicado para a gente.
Você vai, você promete que explica para a gente?
Eu prometo que eu explico para vocês do jeito menos chato possível. Mas vamos lá, Brasil funciona assim, né? A gente sempre agora transformou tudo numa discussão de bonzinhos e malvados. Então a gente tem de um lado ali os iluminados, todo mundo que tá pensando no trabalhador, e parece que do outro resolveu colocar todos os empresários, todo mundo que move a economia de alguma forma no país. O que eu defendo é o seguinte: não tem nenhum vilão e nenhum mocinho nessa história.
A ideia da escala 6x1, ela é extremamente— do fim da escala 6x1, ela é extremamente legítima. Quando a gente fala de um dia de descanso para alguém que tá ali, que mora longe, pega ônibus lotado, tem ali um dia só para resolver a vida, é lógico que a gente tá falando de uma carga excessiva, mas quando a gente fala de virar a chavinha e jogar isso e falar assim: "Agora acabou a escala 6x1, contratem mais", a gente tá dando uma solução simples para um problema que é muito complexo.
As pessoas às vezes elas têm a noção de imaginar que a gente tá falando de grandes empresas, empresas que contratam ali muitas pessoas, mas a gente tá falando principalmente do comércio de rua, daquela padaria que tá no seu bairro. Então esses têm muita dificuldade E o ponto principal, Vilela e Fernanda, que eu chamo atenção é que a gente sempre tem essa ideia do "ah, é um que tá contra o trabalhador, é um que tá a favor do trabalhador".
E o grande problema que eu acho que muito pouca gente fala é do custo da folha de pagamento. Quanto custa contratar um empregado no Brasil? Os encargos que vêm junto com essa folha. Então fica ali o governo colocando um contra o outro, como Vilela diz, todo mundo usa isso para fins eleitoreiros, Mas o problema real, que é quanto custa ter um trabalhador, a gente não vê ser discutido como deveria ser. Então, basicamente, a gente tá dando ali uma solução talvez simples para um problema que é extremamente complexo.
Pois é. Como a gente, o leigo que tá na rede social, como que ele pode fazer com essas notícias que são mais complicadas e sem ter essa paixão por um lado ou por Castro, como que a gente lê as notícias sendo que parece que às vezes a fonte já vem contaminada? O cara que você segue ou a fonte que você lê já vem lá na manchetezinha ou no texto com uma opinião ou com alguma coisa que te leva a crer que, ou como você falou, os empresários são malvadões ou que é um absurdo e vai quebrar o país.
Então a gente fica realmente perdido. Como a gente faz para ter uma leitura crítica em relação a assuntos de economia que são são tão complicados, principalmente a gente pode também falar sobre a taxa das blusinhas, né, que foi, voltou e caiu, aí parece que o ano que vem volta. Explica para gente tudo isso de uma maneira que a gente possa realmente ter um espírito crítico, né?, galera, o que que eu falo, né, é Vilela e Fernanda, que sempre tem alguém pagando por tudo que tá acontecendo.
Então não existe nada gratuito hoje mesmo.
Pera um pouquinho, Duquesa, me falaram que tem streaming que é gratuito, que o governo vai fazer, que ele é totalmente gratuito, ninguém paga, alguém paga essa conta?
E 100% nacional, né? 100% nacional, gratuito.
Que mágica é essa que ele é gratuito e ninguém paga por isso? Porque a gente só ouve a notícia pela metade, né?
É, exato, a gente só ouve o que querem contar pra gente, né, galera? Sempre é isso, o que que vocês querem que você saiba? Então hoje mesmo tava uma discussão na rede social, por exemplo, sobre vale alimentação, comissão como se fosse um dinheiro que a empresa te concede, te dá por uma— ah, não é o meu dinheiro, é tudo seu dinheiro, tudo vai sair de algum bolso. Não existe isso, não tem mágica, né?
Não tem.
Mesmo se a gente quisesse aqui imaginar, olha, eu acho maravilhoso, por mim acaba o escala 6 por 1, vamos colocar um 4 por 3, todo mundo ser feliz. Mas alguém vai ter que pagar por isso em algum momento. A mesma coisa é a taxa das blusinhas, quando a gente fala sobre essa ida e volta do governo sempre apresentando coisas com esse teor de querer, vamos dizer assim, colocar opinião pública. A escala 6 por 1 é mais uma dessas. Você pega uma pauta legítima, uma pauta que é muito cara a todos os trabalhadores, a gente sabe disso, como eu falei, mas a gente tem que saber que esse dinheiro vai sair de algum lugar.
E aí vai sair de onde? E se a gente tiver impactos econômicos, como é que a gente vai lidar com isso? Isso, como é que fica a questão de desemprego? Como é que fica a questão de esse vácuo de contratações? Então tudo isso a gente tem que analisar de um ponto de vista. E agora eu queria o seguinte, é sempre eu falo isso, vamos todo mundo ficar do nosso lado, do lado de cá.
Então, em vez de ficar maravilhoso isso, né, não escolhe um lado esquerda ou direita, Lula ou Bolsonaro, escolhe o nosso lado. Com certeza não é o deles.
Vamos ficar do lado de cá e aí a gente vai escolher o que é melhor pra gente? Porque, por exemplo, essa escala 6 por 1, por que que a gente não tá discutindo redução de encargo trabalhista pra gente poder contratar mais e poder conseguir baixar esse custo altíssimo que é do emprego no Brasil? Por que que a gente não tá discutindo sobre isso? Por que que a gente não tá discutindo, em vez de tributar blusinha que vem do exterior, por que que a gente não tá discutindo talvez ter um sistema melhor pra quem produz produz aqui no Brasil, para a gente ter um imposto mais justo para quem tá aqui no Brasil.
Então a gente fica essa discussãozinha boba que não vai levar a gente a lugar nenhum, a não ser ficar uns contra os outros.
Exatamente. E também, né, Carol, a gente vive um momento agora pré-eleição que a gente sabe que pacotes e benefícios mirabolantes acontecem muito nessa época. E como você disse, que nada é de graça e que tudo sai do nosso bolso, inclusive aquilo que é ofertado neste momento, seja por um lado ou pelo outro, também vai custar para gente um pouco mais lá na frente, né?
Sempre custa para gente esses pacotes, né, que são eleitoreiros, que parecem benesses, né? Parece dinheiro que caiu do céu. A gente vai conceder aqui agora um subsídio para todo mundo trocar de carro do aplicativo. que beleza, vai todo mundo trocar de carro. Por mais que isso seja muito bom para quem está recebendo, a gente tem que entender quais são os impactos disso ao longo da cadeia. A mesma coisa a gente fala do caso da 6 por 1, a mesma coisa a gente fala da criação de tributos que a gente teve, essa criação absurda de tributos nos últimos 3 anos.
Então a gente precisa saber o seguinte: olha, de onde é que está saindo do meu bolso e está indo para onde? Está financiando o quê? Está gastando bem? Porque se estivesse gastando bem, se a gente tivesse retorno, acho que A gente aqui ainda ficaria. O problema é se a gente continua pagando e não vê um retorno. Problema é se a gente passa alguma medida que no final das contas tem essa ideia, né, essa coisa meio nossa, parece bonzinho, parece um negócio, uma aura iluminada de ajudar todo mundo.
No fim, se isso vira desemprego, qual é o objetivo disso se a gente não tem uma política de longo prazo? Esse aqui é o ponto que a gente tem que discutir.
Duquesa, tem também esse assunto que é muito debatido e também viram um fla-flu que também vira uma questão maniqueísta entre bem e mal, que é a taxação dos milionários, super ricos, chame como for, que lá em Nova York, não sei se já implantaram, estão falando em implantar isso. Aqui no Brasil essa discussão sempre vem e também não é tão simples assim, né?
Essa é uma discussão que eu costumo brincar que é igual especial do Roberto Carlos, vem uma vez por ano ou às vezes mais, mas sempre aparece alguém com essa discussão. A gente precisa entender que o capital hoje ele é extremamente móvel, então Se fosse apenas pela ideia de: olha, esse aqui é muito rico, vou criar um tributo em cima dele e ele vai financiar os mais pobres. Mas, gente, se tem uma coisa que o muito rico é, é muito esperto.
Então o rico, o que ele vai fazer é conseguir algumas maneiras de se desviar disso ou de pagar menos impostos a partir disso. Então o que a gente precisa, como eu disse, é uma política tributária que faça sentido a longo prazo. Quando a gente tem algumas— e aí eu costumo brincar que o nosso sistema é tão ruim, o nosso sistema de cobrança de imposto é tão ruim Aí a gente vai criando ali, colocando baldes embaixo da goteira para não perceber que tem uma infiltração ali e tal.
O problema é que uma hora a gente só tem balde dentro da sala, né? Então a gente fica assim, olha, como é que eu vou fazer para andar aqui dentro? Então aí a gente aparece de novo com essas soluções que são mais um pedacinho do manicômio tributário. Aí depois a culpa vira para mim, né, Vilela? Tem que explicar esse sistema todo na rede social. Aí o pessoal fica com raiva de mim que explicar tudo isso.
Verdade, verdade.
E hoje, né, Vilela, saiu aí que o Trump provavelmente vem com tarifácio mais uma vez para o Brasil, em torno de 25%.
É, não sei se está relacionado com PIX, se isso é apenas uma cortina de fumaça. Você tá sabendo mais sobre isso?
A gente sabe, né, isso já vem acontecendo desde o início do ano passado. E é de novo aquela ideia, né, que desse caso agora Né, temos uns Estados Unidos indo go full Brasil, né, never go full Brasil. E aí eles estão colocando, nada mais é do que é um tipo de taxação que é muito parecido com a nossa taxa das blusinhas. Então, a gente vai criar aqui para proteger o sistema americano, para a gente proteger os empregos, mas no final das contas a gente sabe que isso não é exatamente assim que funciona.
A gente ficou aqui, a gente já teve a nossa cota, a gente poderia explicar para eles de cadeira que isso que eles estão tentando não vai funcionar muito Mas sim, tem muito componente político, tem muito componente das eleições desse ano. Acho que hoje em dia não dá para entender nada como uma medida simples econômica. Tudo tem sempre ali uma ideia atrás de alguma coisa, com objetivo de alguma coisa. A gente sabe da importância do Brasil aqui dentro da América, principalmente América do Sul.
Obrigado demais, Duquesa. Demorou para você participar do nosso programa. Espero que participe mais. Queremos você também presencialmente, assim como Raul Senna, e vamos nesse ano de eleição dar um pouco mais de educação financeira e ensinar. E eu tô incluso nisso, tá? Porque eu sou idiota nessa matéria. Então a gente merece você pensar nos temas aí que são bem legais e a gente fazer esse, que seja uma live que aliás é uma matéria que as crianças deveriam ter no currículo escolar.
Exato, exato. Mas eu queria que a gente fizesse uma coisa você desde o comecinho assim da live, explicando do mais simples até o mais complicado, e que os candidatos assistam isso e aprendam também um pouco mais. Eles estão precisando, né? Obrigado demais.
A gente vai fazer, vai ser super legal. Obrigada, obrigada, Vilela, obrigada, Fernanda, pelo apoio. E olha, te levo aí um regulamento do ICMS, tá? Não tem nada mais inútil.
Tá bom, fechou então. Já sabe até o presente inútil.
Obrigado, Luquinha. Até mais. Obrigada, tchau tchau.
Até mais. O querido Homer, fala comigo, convidado na linha aí.
Como que estamos?
Estamos, estamos, já estamos com a Dra.
Luana.
Vamos falar de ebola? Pois é, eu achei que tava resolvido isso.
Então, olha, essa semana a gente passou um aperto aí, né, com dois casos, um no Rio de Janeiro e um em São Paulo, duas pessoas que foram internadas e que com suspeita de ebola.
Caramba!
É, só que o Brasil chegou a ter esses dois casos suspeitos e as pessoas começaram meio que entrar em pânico. Agora, hoje, hoje de manhã, esses casos foram descartados. E aquela história, todo mundo fica com medo. Um tinha passado pela África, o outro não souberam explicar direito, disseram depois que estaria ligado a meningite. Então a gente pensou, vamos conversar com quem entende de fato e quem sabe o que tá acontecendo, que é a Doutora Luana Araújo, para contar para a gente se tá correndo risco, se o ebola chegou aqui no Rio de Janeiro, em São Paulo, ou não, né? Então vai lá, Fernanda, chama Doutora Luana. Boa noite!
Boa noite, Fernanda! Boa noite, Vilela! Como é que vocês estão?
Boa noite! Boa noite! Seja bem-vinda mais uma vez. Obrigada! Obrigada a você pela participação. E, Doutora, queria começar pedindo para que você explicasse para a gente. Falamos recentemente sobre Ebola, você até explicou sobre a diferença do Ebola do Brasil para aquele surto que estava acontecendo, que está acontecendo ainda lá na África. Mas aí surgiram esses casos, já tinha acontecido um, se eu não me engano, em Minas Gerais, e agora esses casos mais de dois viajantes, um em São Paulo e um no Rio de Janeiro, que foram descartados hoje cedo, dizendo inclusive que que se tratava de meningite.
Pois é, a gente tem, acho que primeiro, né, para as pessoas entenderem um pouquinho como é que funciona essa história, temos lá na África Central, que é um lugar onde a gente sempre vê casos de Ebola já há décadas, que é onde surgiu a doença na verdade, né, foi primeiro identificada naquela região entre a República Democrática do Congo, Uganda, Sudão do Sul, ali bem Centro-Oriente da África. E a gente está vendo um novo surto acontecer, dessa vez em condições mais complicadas, porque internacionalmente as ajudas humanitárias que aconteciam ali foram bastante diminuídas com a fragilização tanto da OMS quanto dos recursos que eram aportados na saúde global, e tudo isso tem consequências.
Então esse surto aconteceu e quando se percebeu já era curto maior do que a gente tá acostumado a ter a sensibilidade de perceber. E ele tá lá se desenrolando com bastante casos, mas restrito a uma região específica ali da República Democrática do Congo. E aí nessa semana a gente teve aqui dois viajantes que chegaram ao Brasil, um ao Rio e um a São Paulo, os dois que passaram por estas duas regiões. Um passou pela Uganda um outro passou pela República Democrática do Congo e chegaram aqui com um quadro de febre e alguns outros sintomas que são inespecíficos: vômitos, diarreia, dor de cabeça, enfim.
E aí esse quadro de sintomas inespecíficos, mas que incluem ali febre e a passagem por essas áreas consideradas de risco, os tornaram imediatamente casos suspeitos de Ebola. Mas veja, essa é uma definição que é uma definição de vigilância, quer dizer, a gente precisa que essa definição seja mais abrangente, mais conservadora, para a gente não deixar nenhum caso suspeito passar, mesmo aqueles que não parecem ser. Que foi o que aconteceu aqui.
Um, o do Rio, foi confirmado como malária grave e o outro confirmado como uma meningite meningocócica. Então, duas doenças que são importantes, mas para as quais a gente tem ferramentas para lidar com elas, né? A gente tem tratamento, a gente tem vacina, enfim. Diferente do que acontece para o Ebola que está provocando esse surto lá na África agora.
Doutora, quando você conversou conosco, já era assustadora a situação que estava acontecendo referente ao Ebola lá na África. Queria te perguntar como é que são esses números hoje, porque quando naquela ocasião, de um dia para o outro, tinha inclusive dobrado o número de mortes. E de lá para cá, Doutora, como é que tá o panorama?
Esses números continuam crescendo de uma maneira exponencial, é importante, mas estão restritos a uma única província ali da República Democrática do Congo, fronteira com a Uganda. Por que que é importante a gente falar isso? Primeiro porque a transmissão do Ebola não é uma transmissão respiratória, ela não acontece pelo ar, como acontecia, como acontece com a COVID. Ela precisa de um contato direto com fluidos e secreções dessas pessoas que já estão doentes.
Então, primeiro, o paciente tem que estar com sintoma e, segundo, a pessoa que entra em contato tem que encontrar, entrar em contato com essas secreções e fluidos: sangue, vômitos, fezes, urina, semen, leite materno, tudo isso contém o vírus nesses pacientes que estão doentes. Então muitas vezes, e como a doença é bastante letal, quem está mais sob risco são aquelas pessoas que cuidam dos pacientes, sejam familiares, sejam agentes de saúde, mesmo aquelas pessoas que preparam os corpos depois da morte dos pacientes, elas também estão sob risco.
É muito diferente do que a gente vê com outras doenças, então ela é bastante problemática, mas ela é mais difícil de espalhar para outros lugares. Entretanto, ali onde ela tá, ela tá fazendo um estrago muito grande. Além de tudo, porque esses lugares têm dificuldade em responder a essas doenças. Eles têm uma fragilidade social importante, têm muitos conflitos armados, tem muito deslocamento de populações, é uma pobreza bastante importante, falta, falta comida, falta muita coisa.
Então você ainda joga uma doença como essa ali naquele local, ela de fato faz um estrago grande. Mas só para a gente ficar entendendo um pouquinho com relação ao que já aconteceu para o resto do mundo, tivemos um outro surto de Ebola, o mais importante de todos, ali entre 2014 e 2016, com mais de 20 mil casos, com mais de 11 mil mortes, e não tivemos surtos em outros locais distantes ali daquela mesma região. Nós recebemos naquela época também pacientes suspeitos de Ebola que também foram descartados.
Nosso sistema de vigilância funcionou parecido com o que está acontecendo agora. Mas o que importa, eu acho, para todo mundo é primeiro manter a tranquilidade. Para o resto do mundo esse risco é muito baixo, mas não é uma coisa que a gente pode fingir que não está acontecendo. Porque primeiro é uma tragédia naquele lugar, segundo que eventualmente esses vírus ganham outras capacidades, e aí a gente vai ter muito problema. Então é importante que todo mundo fique atento e que tente ajudar a resolver o que tá acontecendo ali logo de cara.
Acho que uma outra informação, né, Vilela, a gente tava até conversando outro dia, que a doutora trouxe naquela ocasião e que chocou todo mundo. As pessoas até mandaram muitas mensagens foi de que daqui pouquíssimo tempo, não, a preocupação constante de médicos e cientistas é que diversas doenças e vírus, nós não teremos antibióticos suficientes para combater, né, esses novos vírus e antibióticos. Doutora, eu queria até pedir para que você falasse um pouquinho mais sobre isso, porque chamou atenção e acho que deixou muita gente preocupada.
A gente tem um problema, na verdade, isso já começou, não é daqui a pouco. Então hoje a gente já enfrenta, principalmente nos hospitais, naquelas infecções que são mais difíceis, que são mais alastradas em pacientes mais vulneráveis, idosos, pacientes oncológicos, enfim, pacientes com múltiplas comorbidades, como a gente fala, vários doenças ao mesmo tempo, essas doenças, essas bactérias principalmente, elas já são mais difíceis de tratar.
Coisas que a gente tratava lá há 5, 10 anos com antibiótico menos abrangente, vamos pensar assim, hoje a gente já tem que associar com outra coisa, já tem que usar um antibiótico mais potente, mais difícil, com maior amplitude de ação, medicação. Então isso vai encarecendo, isso vai dificultando, isso vai fazendo com que esses pacientes precisem de ambientes para se tratar diferentes do passado. Então coisas que a gente eventualmente tratava com medicação oral hoje tem que internar para tratar.
Então não é uma coisa, veja, que a gente tá falando daqui a 10, 15, 20 anos. Já é um problema de agora. A questão é que a gente não a forma como a gente lida com o problema, que seria melhorar a prescrição de antibióticos, não tomar antibiótico à toa, terminar todos os tratamentos que são prescritos, diminuir o uso de antibióticos na agricultura, na pecuária. A gente teve agora, não sei se vocês chegaram a comentar aqui, até uma decisão da Europa em barrar alguns produtos da pecuária brasileira pelo uso de antibiótico.
Químicos que já são incompatíveis com o que eles fazem lá. Então assim, se a gente não mudar a forma como a gente lida com as coisas, esses resultados tendem a aumentar. Então infelizmente a resistência antimicrobiana, que é isso que a gente está falando aqui, a resistência das bactérias, dos fungos, que é um outro problema, isso tende a aumentar, mas não é um problema para o futuro, já é uma coisa que a gente enfrenta agora. É preciso, vejam, nós falamos aqui de Ebola, uma doença que está acontecendo num outro lugar no mundo, mas que tem implicações para o resto do mundo todo.
A gente está falando de comportamentos coletivos que têm implicações importantes para quem está doente, para quem vai passar por isso. Então nada do que a gente faz é uma decisão isolada. A gente precisa começar a desenvolver uma consciência mais coletiva sobre esse esses problemas. Do contrário, a gente tem aí um futuro um pouco mais difícil do que a gente gostaria pela frente.
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Doutora, só para terminar, as pessoas estão até falando aqui, né, Virela, que o vírus não se trata com antibiótico, né? Seria só para as bactérias, mas não significa não significa que novos vírus não irão surgir, né?
Antibióticos a gente usa para bactérias, antifúngicos a gente usa para os fungos, antivirais a gente usa para os vírus. Mas vírus tem duas características que são importantes, eu vou falar rapidamente aqui. Primeiro, eles sofrem mutações, alguns com mais rapidez do que outros, e isso pode significar que eles ganham algumas vantagens na sua evolução. Eles podem se tornar mais transmissíveis, eles podem ganhar alguma resistência mesmo aos antivirais, são características que eles têm.
A outra coisa é que eles podem fragilizar o nosso organismo a ponto de abrir as portas da nossa imunidade para doenças causadas por bactérias. Um vírus que faz isso com muita facilidade é o vírus do HIV, né, o HIV ele faz isso, ele diminui a nossa nossa imunidade a ponto de nos tornar frágeis para outras infecções por bactérias e fungos. Mas o sarampo faz isso, a própria COVID faz isso, então a gente nunca tá de novo isolado, né?
Eles trabalham em conjunto, vamos pensar assim, e nós, se nós não tivermos essa consciência, essa lucidez, a gente vai ter de novo um futuro que não precisa ser tão difícil. A gente pode transformar isso numa coisa mais fácil, mas tem que agir todo mundo junto.
Obrigado, Doutora Fernanda. Tem mais alguma pergunta?
Não, agradecer a Doutora e falar que a qualquer momento a Doutora pode entrar conosco novamente, né?
Eu não sei se isso é uma boa notícia para a gente ou não.
Eu me sinto muito pouco quista, me sinto uma persona non grata, que as pessoas me chamam para tomar tomar um café para falar sobre outra coisa?
Vamos chamar uma intimação agora para você.
Então é o seguinte, Fernanda, você vem com ela de co-host, e aí a gente vai fazer uma live tranquila sobre vários assuntos, e também os ruins, mas não só sobre isso. E aí a gente toma um café aqui.
Isso, fechou?
Tá bom, combinadíssimo. Será um prazer muito grande.
Obrigado, doutora.
Obrigada, gente. Até a próxima.
Tchau, tchau, tchau, obrigada.
Sabe quem está na linha? Quem está na linha? Marcílio, nosso querido Marcílio. Nosso amigo de bancada está doentinho, né? Ou meteu um atestado e tá em casa.
Tô achando.
Home office. Ele falou: "Vou hoje de home office." Tô achando.
Tá frio lá fora.
Mas ele podia também falar: "Tô doente, não vou nem participar." Ele fez questão de participar mesmo. Fez questão. É remoto, hein?
Como é que fala? Ele é fofo, né? Ele é fofo.
Ele é fofo.
Ele não ia fazer um negócio desse.
Chama então o nosso companheiro fofo.
Cadê?
Marcílio, cadê? Nosso menino fofo já está aí. Ah, ele é fofo mesmo. Eu vendo a imagem dele, eu concordo. Ele é fofo.
Você tá melhor.
Melhor é uma palavra muito forte, tá, Fernanda? A gente tá caminhando, tá caminhando.
O que você teve exatamente? Pode abrir aí ou é alguma coisa secreta?
Não, aqui assim, eu tive uma indisposição, começou a sair coisas pela parte de cima, pela parte de baixo. Aí comecei a ficar muito indisposto, tive que passar pelo hospital, ter medicação e tal. E agora tô vendo se passa aí, né?
Por enquanto é a famosa virose, né? Virose ou intoxicação alimentar, alguma coisa assim, né?
Exatamente. Aí falou que caso persista vômito, diarreia e tal, é pra ir no hospital de novo. Vamos ver, vamos ver, espero que não.
Tá certo então, melhoras aí, Ricardo. Marcílio, né?
Nossa, chamou de Ricardo, até estranhei agora.
Não é estranho?
Fiquei procurando quem era.
Não é Ricardo, eu sou Rogério. Às vezes a gente nem sabe que eu sou Rogério.
Também estranho, meu amigo.
Vamos falar de geopolítica então, Marcílio. Que que você conta para gente?
Então, acho que existem 5 pontos aí mais importantes que aconteceram ao longo dessa semana. Um que a gente tinha começado a comentar na semana passada, mas que o resultado surpreendeu muita gente, inclusive eu, que foram as eleições colombianas. Porque é basicamente, tava dado que o Ivan Cepeda, que é o candidato de esquerda, ele iria para o segundo turno. Ele teria bastante votos, mas não o suficiente para ser eleito acima de 50%, né?
E na segunda colocação tinham dois candidatos à direita: a Paloma Valencia, que ela é herdeira política do Álvaro Uribe, que é um ex-presidente colombiano, uma direita um pouco mais tradicional, e uma outra figura chamada de Abelardo de la Espriella, que foi quem foi para o segundo turno. Só que assim, a surpresa foi grande porque a gente tá falando de uma eleição que o Abelardo de la Espriella, ele já teve acima de 44% dos votos no primeiro turno.
Ou seja, o Iván Cepeda, que era o grande favorito, no primeiro turno ficou na segunda colocação. E claro que a esquerda colombiana, meio que todo mundo que era de esquerda já votaria no Iván Cepeda. Então a tendência agora é que para o segundo turno o Abelardo de la Espriella ele consiga ter os seus votos novamente e ter mais os votos da Paloma Valencia, de outros movimentos da direita, o que consolida o que a gente vem falando nas últimas semanas, né, que é esse avanço da direita na América Latina.
Só que assim, o Abelardo de la Espiella, eu diria que vai ser uma experiência ímpar, porque ele tem algumas aspirações, ele fala que ele tem algumas inspirações enquanto lideranças da América. O Trump Que é a liderança dessa direita mais populista que hoje ascende na América Latina. O Milei, do ponto de vista econômico. E o Nayib Bukele, de El Salvador. El Salvador é uma experiência polêmica demais. Estamos falando de um país que em questão de 4 anos prendeu quase 2% da sua população, mas que os resultados foram bem importantes no controle da criminalidade.
El Salvador saiu do segundo país mais inseguro do mundo, da América Latina, perdão, só perdendo para o Haiti, e passou a ser o segundo país mais seguro da América, só perdendo para o Canadá. Mas também nem dá para comparar, né, Canadá com El Salvador. O Abelardo Gilaes-Priez já fala que dentro das suas políticas ele vai construir 10 mega prisões, secote mesmo, estilo secote. Só que imagina você mexer com os cartéis de Cali, de Medellín.
Não sei se ele vai ter tanto sucesso como teve, por exemplo, o Nayib Bukele em El Salvador. Ele promete reduzir o Estado em mais de 40%, redução dos impostos e tal. E é o cara que vai ser eleito. Ele assim, ele é um cara meio— é difícil fazer a comparação, mas como se fosse meio um Pablo Marçal da Colômbia, né? Em que sentido? Ele é um empresário.
Adorei, adorei a comparação. Pablo Marçal da Colômbia?
Porque ele é um empresário, ele vende as suas roupas. Ele já não— que o Paulo Marçal seja isso, tá? Mas ele já teve algumas falas um pouco machistas, por exemplo. Ele tem pouco voto feminino na Colômbia, e uma jornalista perguntou para ele: poxa, mas Abelardo de la Estrella, como você vai fazer para fazer com que a população feminina vote em você? Juro, ele pegou uma foto dele e falou assim: as mulheres vão votar em mim por conta disso aqui, ó.
E mostrou a virilha dele falando que ele tinha um objeto fálico grande, e por isso que as mulheres votariam nele. Então é um cara muito polêmico.
Desculpa, Marcílio, eu só vou apresentar a Madá, que ela acabou de chegar, então ela pode também participar do papo. Então seja bem-vinda, Madá. Eu não sei se foi o momento certo quando ele fala do membro grande do candidato aí. Eu senti uma força espiritual movimentando, e eu falei, nossa, chegou na hora da virilha.
Eu cheguei Surgiu esse assunto do namoro.
Você vê, fica à vontade de comentar, tá?
Sobre o Pablo Marçal colombiano.
Não foi o melhor momento, né? Esse tipo de coisa faz sucesso hoje em dia. Mesmo que o cara não ache isso, ele faz porque dá sucesso. Quem não se lembra do Milei metendo o louco na eleição? Lembra como ele parecia loucaço?
Cara, é mesmo, aquela costeleta grandona, o visual dele.
Ele deu uma... Normal 100% não é, mas ele deu uma assentada boa.
Verdade.
Então assim, esse cara a gente não sabe, né, a que vem. Ele, o que ele tá fazendo é o que faz sucesso.
É o lance do fale bem ou fale mal, mas fale em mim, né? Sim, que o Marçal meteu essa aqui em São Paulo e deu certo até um certo ponto, né?
E tem uma coisa que eu acho que as pessoas podem começar a reparar. Eu, eu tenho para mim, como estudiosa de comunicação, que que pode ter a ver com o vício da galera em pornografia.
O quê? Dos—
no mundo político, você tá debatendo política, você tá debatendo o presidente tal, você tá debatendo escala 6 por 1, você tá debatendo projeto tal, aparece uma galera falando assim muito de fantasias sexuais, muito, é muito frequente. Acho que de mulher mais do que de homem. Eles Eles começam, tipo, no meu, que sou uma senhora, começa: por que você tem que fazer? Tipo, gráfico.
Mas dizem que é uma tática, né? Porque é um dos assuntos que mais prende atenção. Então, quando o assunto vai esfriando, você precisa, então, é um meme, né? Um engraçado ali, a audiência. Aí você entra com uma pérola dessa, que é para fazer de novo com que a pessoa preste atenção naquilo que você tá falando.
Pois é.
E nós estamos falando do cara aqui e nem sabemos se tem mesmo, porque a minha teoria é quem fala.
Marcílio, é contigo.
Eu não conferi, não consigo falar se ele teve ou não.
Quem é o analista de geopolítica é você, né?
Mas é geopolítica, não é sex-política, né?
Trouxe a informação incompleta aqui, né?
Exato.
E aí, e assim, Só para finalizar da Colômbia, e acho que isso mostra, Vilela, não só na Colômbia, mas em praticamente toda América Latina, como há um cansaço dos políticos, da população, com essa política tradicional e tal. Hoje, por exemplo, eu vi algumas pesquisas na Colômbia que mais de 40% da população coloca a questão da segurança pública em primeiro lugar. E eu vejo na América Latina que a esquerda dialoga de uma maneira muito menos contundente com a população do que a direita.
O Ivan Cepeda, por exemplo, fala em continuar as políticas do Gustavo Petro, que é uma tentativa de tentar fazer acordo com os cartéis, fazer um acordo de paz, enquanto a gente tem, por exemplo, os cartéis fazendo um cessar-fogo entre eles para que tivesse algum tipo de eleição na Colômbia. Então acho que a direita tá conseguindo propor uma resposta para segurança pública muito mais eficiente do que a esquerda. Outro ponto que acho que é importante também a gente trazer É a guerra entre Irã, Estados Unidos e Israel.
Por que que eu falo isso? Não mudou muita coisa. Na prática, a gente tem o Trump falando que o Irã está aceitando negociar agora o programa nuclear. Aí o Irã fala que é mentira. O Estreito de Hormuz continua fechado. Mas um ponto foi importante: Israel, ele vem anunciando nas últimas semanas a sua intenção de fazer uma expansão territorial no Líbano, na Síria já fez, O Benjamin Netanyahu falou de controlar 70%, por exemplo, da Faixa de Gaza recentemente.
E o Irã, no dia que Israel lançou ofensiva contra o Líbano e ameaçou até a população de Beirute falando para evacuar o sul da cidade, o Trump telefonou para o Benjamin Netanyahu porque o Irã falou que se Israel continuasse com as suas ações ofensivas contra os outros países, ou seja, guerra em várias frentes, o Irã não ia fazer um cessar-fogo. Só que o Benjamin Netanyahu aparentemente no telefone falou para o Trump que ele aceitaria paralisar os avanços no Líbano, só que começou a mexer com a política interna de Israel.
Por exemplo, Itamar Ben-Gvir, que é o ministro, ele falou que talvez seja a hora de não mais obedecer o Trump, que Israel não pode ser mais uma estrela da bandeira americana. Ou seja, essa divergência de posicionamento sobre como que Israel vai se comportar nas guerras do Oriente Médio pode estar gerando um afastamento entre Estados Unidos e Israel. Outro ponto importante, notícia polêmica, vê se vocês concordam. O Brasil pela primeira vez foi notificado como um país desenvolvido.
Vocês não concordam com isso, Vilela, Fernanda, Madá? Vocês não sentem assim praticamente a Suíça latino-americana?
É o Brasil aqui radical. Não vejo mais crimes, não vejo crianças na rua, não vejo mais nada. A gente realmente virou primeiro mundo. Mundo, cara. Pelo menos aqui no meu condomínio é primeiro mundo. Tá tranquilo aí, né?
No meu condomínio também é super primeiro mundo.
Saiu do condomínio, aí eu caio, a realidade bate na porta.
O nosso condomínio também é país. Eu acho que vieram medir no seu condomínio, no meu, você também, foi medido no condomínio.
É, existe uma taxa internacional que é o IDH, o ndice de Desenvolvimento Humano, que ele mensura saúde, educação e renda. Nesse índice, o Brasil, ele aparece na posição número 84, com IDH só alto, que não seria típico de país desenvolvido. Só que o próprio, a mensuração do IDH, ele financia, ele pede para que cada país faça sua própria mensuração, e o Brasil faz isso com índice chamado de IDHM. Que é o IDH Municipal. Também leva em consideração saúde, educação e renda, só que existe um outro atributo que é um pouco diferente.
E nessa mensuração que o Brasil fez, o IDHM, a gente apareceu com 0,805, que já é acima de 0,8. IDHM varia de 0, que seria o país mais subdesenvolvido de todos, não existe 0, né, qualquer país tem alguma coisa positiva, e 1, que seria o país perfeito. O Brasil aparece com 0,805. É claro que esses índices, eles escondem muita coisa, porque, como vocês me falaram, né, pô, o índice é uma média. Não dá para achar que o número vai representar uma realidade tão abstrata quanto a qualidade de vida de uma população, e que a população brasileira é a mesma no Distrito Federal e no Maranhão, por exemplo, em São Paulo e em Alagoas.
São regiões totalmente diferentes. Então, por mais que apresente problemas, a gente é obrigado a destacar também que houve avanços. A gente teve um aumento da expectativa de vida, uma redução da mortalidade infantil, A expectativa de anos de estudo nas escolas também aumentou. Ou seja, claro que país desenvolvido, a gente tá muito longe, mas alguns dados eles foram interessantes. E aqui, independente de questão política, tá, esse dado de 2024 não é um dado tão recente assim.
Se a gente analisar a série histórica, o Brasil vem melhorando a passos lentos, mas vem melhorando. Outro ponto que também coloco para vocês aí, a polêmica, é a Libânia. Ela tá com dificuldades econômicas, tanto que o Friedrich Merz hoje ele tá no seu pior momento de popularidade, que é um político mais à direita substituindo Olaf Scholz, que era do SPD, um político à esquerda que também era altamente impopular. O Friedrich Merz, sabendo que existe um rombo principalmente no que ele chama lá da Seguridade Social, que é como se fosse a Previdência, mas acrescido de alguns outros benefícios, tá com rombo de bilhões de dólares.
E muito porque a população alemã, ela tá envelhecendo. Naturalmente existem menos adultos que vão contribuir para essa previdência, para a Seguridade Social, e aumenta o número de pessoas que dependem dos benefícios do Estado. Sabe qual a atitude que o Friedrich Merz tá querendo tomar? O imposto da não natalidade. Ou seja, nós precisamos que a população tenha filhos para que os filhos no futuro, na próxima geração, trabalhem e sustentem os idosos, porque tá vindo o aumento da expectativa de vida.
Se você não quer ter filho, seja por decisão pessoal, por questões econômicas, enfim, né, hoje a sociedade tá muito diferente do que era 30, 40 anos atrás, a Alemanha fala que você tem um ônus, um ônus com o Estado, e esse ônus vai ser suprido com você pagando mais impostos para solucionar a Seguridade Social. E sendo sincero, Vilela, por que que eu falo que essa notícia é importante, né? Isso ainda não foi aprovado, existem várias resistências, porque, poxa, principalmente a população, né, que olha o viés de um filho não exatamente uma questão econômica, mas uma questão sociocultural, fala que você tá punindo alguém por uma escolha pessoal, que seria uma obrigação econômica ter filhos.
Mas sendo sincero, com envelhecimento populacional Eu não vejo muita saída para os países adotarem, a não ser incentivos fiscais, mudanças, por exemplo, posicionamentos culturais, fazer um incentivo que as pessoas vejam até uma visão mais romântica do que significa ter um filho, e também colocar mais impostos em quem não deseja ter filhos. Eu já tenho Rafinha aqui, já, né, já tenho um filho, já tá ótimo. Então já não pagaria o imposto, pagaria imposto melhor aí no futuro no Brasil.
Também não paga imposto, quer fazer mais 2 filhos. É isso, isso vai ao contrário do que a China fez, né, de proibir ter mais de um filho. E agora a galera tá tendo que correr atrás do prejuízo, né? Vamos ter filho.
A China hoje já inverteu o processo. A China hoje faz políticas também de incentivo à natalidade, porque para eles a situação ainda pior, porque a política do filho único ela foi adotada em 1979. Hoje, 45 anos depois, proporcionalmente existem poucos adultos E como melhorou bastante a qualidade de vida na China, proporcionalmente existem muitos idosos. A China atravessa uma crise previdenciária. E para finalizar, acho que o último ponto, que até envolve, né, acho que a Madá talvez vai comentar com vocês, tal, que é o posicionamento do Trump de dois pontos.
Primeiro é sobre o Conselho de Paz. Para quem não se lembra, quando o Trump ele assumiu para si a responsabilidade de solucionar os problemas da Faixa de Gaza, ele falou que ele ia criar um Conselho de Paz em que ele ia ser o presidente, ele ia fazer o convite para os países que poderiam participar desse Conselho de Paz, e para você ter o ingresso, 1 bilhão de dólares. 1 bilhão de dólares para poder participar das reuniões. Para sentar mesmo.
Para sentar mesmo, exatamente. E com o Trump falando que se ele não gostasse do posicionamento, da retórica que o país utilizasse, o país poderia ser expulso. Até o momento nós temos no fundo do Conselho de Paz exatamente $0, ou seja, nenhum país até agora contribuiu para esse fundo de paz, para esse Conselho de Paz. Ele até falava que no futuro, como ele não acreditava mais na ONU enquanto uma organização que pudesse prever a paz mundial, o Conselho de Paz poderia ser uma alternativa A ONU, por enquanto não tá dando certo.
E o último ponto, que a questão das tarifas, né, que a gente teve aplicação das tarifas pelo— na verdade não aplicação, mas o anúncio do Escritório de Comércio dos Estados Unidos que tarifas de 25% vão ser aplicados a vários produtos brasileiros. Eu vejo isso de uma maneira um pouco mais problemática do que foi o primeiro tarifaço do governo Trump, porque aquele outro tarifaço Ele tinha uma base legislativa muito frágil, tanto que a Suprema Corte, por exemplo, colocou que eram ilegais as ações do governo Trump.
Esse não. Esse Brasil está sendo investigado pela Seção 301 da questão comercial. Os Estados Unidos passaram por todos os processos que realmente regulamentam possíveis sanções econômicas. A grande reclamação está em torno do PIX, alegando que o PIX, quem regulamenta e quem controla é o Banco Central, Os Estados Unidos alegam que isso pode ferir um pouco a soberania e a privacidade da população brasileira e também atenta contra o Google Pay, Apple Pay, contra as maquininhas de cartões.
Tem a questão, por exemplo, do tarifácio em relação às tarifas que o Brasil aplica em relação ao etanol americano. Ele também pede para que sejam reduzidas essas tarifas. Tem a questão da pirataria. Ele até citou a 25 de março como referência, alegando que os Estados Unidos fazem toda a produção da propriedade intelectual Só que o Brasil não combate a pirataria, isso prejudica marcas norte-americanas. E também alegou a questão do desmatamento e da corrupção.
Como passou por todo um processo mais complexo, para o Brasil conseguir eventualmente revogar seria muito complicado. E aí, por que que eu falo que a Madá possivelmente vai comentar sobre isso, né? Porque, gente, em questões um pouco mais políticas, a gente sabe Que no ano passado, o momento de melhor popularidade do Lula foi justamente quando houve aplicação de tarifas contra o Brasil, porque o Lula se vendeu como o cara que era nacionalista, que tá indo contra as tarifas do governo americano, que tá defendendo a soberania.
Isso fez com que ele aumentasse a sua popularidade. Nesse momento, olha que interessante, ó, essa Seção 301, supostamente, ou teoricamente, ou na prática, é muito difícil a gente saber, não tem relação com a visita do Flávio Bolsonaro. Essa investigação acontece há um tempo importante já, pelo menos desde o começo do ano. Mas por uma coincidência, o Flávio Bolsonaro faz a visita na quinta-feira, na sexta-feira, depois de 4, 3, 4 dias, o anúncio dessas sanções, essas possíveis taxas de 25%.
Tanto que o Flávio Bolsonaro faz questão de colocar: olha, eu pedi para o governo americano para que não punissem as empresas brasileiras, que não aplicassem tarifas contra o Brasil. Mas no mesmo dia que ele anuncia as tarifas, a gente tem o Trump, por exemplo, colocando a foto dele do lado do Flávio Bolsonaro, para dizer: ah, esse aqui é um grande líder, pensa no bem do Brasil. Poxa, no mesmo dia que aplica as possíveis tarifas de 25%.
Então, além das questões geopolíticas, porque o Brasil com certeza vai alegar: estão atentando contra a soberania do PIX, estão atentando contra a soberania brasileira, tem também as possíveis repercussões políticas aí do fato.
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Mother, sabe o que parece o Trump? Parece minha mãe, que fica colocando foto da minha irmã e dando cutucada para mim. Olha como ela é legal, lembrou de tal data, tá aqui comigo. Aí eu tô lá, ela fica mandando recado para minha irmã. Meu filho nunca esqueceu, não sei o quê, me deu um presente, essa viagem para não sei aonde. Então o Trump fica fazendo Quando vai o Lula, ele puxa o saco do Lula. Quando vai o Flávio, o Bolsonaro— Qual que é o jogo do Trump, hein?
Será que o Trump fez o L? Que é isso que eu tô perguntando, porque assim, eu acho que tem uma coisa espiritual rolando, que toda vez que um filho do Bolsonaro chega perto do Trump, sai uma tarifa para nós.
Vou proibir a família Bolsonaro de ficar perto, não sei quantos quilômetros, quilômetros longe da Casa Branca. Não é possível.
Não, esses filhos, cara, não dá, né? Não dá. E assim, a gente pode achar que é um acaso, mas não existe acaso numa comunicação de governo dos Estados Unidos, por mais caótico que seja o Trump.
Você acha que a gente tem outra alternativa?
Foi semana passada, tá? Ele não postou a foto. Aí hoje, no dia da tarifa, ele posta foto. É uma coisa que assim Tá sendo já muito utilizada pela campanha do Lula. Veja como o Brasil é um país maluco, né? O Lula falando: o Pix é nosso, vamos defender o Pix. Eu entendo que o Pix é uma coisa que o brasileiro preza muito, porque no Brasil só tem 3 coisas que funcionam direito: meme, crime organizado e Pix. Nada mais funciona aqui.
Então, o que que o Lula tá falando? O Pix é nosso, vamos defender o Pix porque a nossa soberania, porque isso, porque aquilo. As pessoas têm medo de qualquer coisa que mexa com Pix. É a pior crise do governo Lula foi quando eles queriam fiscalizar o Pix, não lembra que teve aquele vídeo do Nicolas? Então ele tá usando isso do Pix. E é muito curioso porque nesse século a gente praticamente só nunca foi governado pelo PT. O PT tem 5 governos.
E a grande realização que o Lula brada é a única que não foi feita em nenhum governo do PT. Mas é uma coisa assim, essa divisão entre esquerda e direita muda muito a lógica da política. Por quê? É tradicional, tem até uma frase que vocês já devem ter ouvido, aquela "é economia, estúpido". Que tipo, tudo que tem de lei— Isso é uma frase de um assessor de presidente americano.
Ah, é?
Que é o seguinte: tudo que vai bem na economia de um país presidencialista, as pessoas acreditam no presidente. E tudo que vai mal cai na conta do presidente. E não importa se isso faz sentido ou não, tá?
Verdade.
É o que acontece. A gente tá tão dividido que nós conseguimos que pela segunda vez alguém fez algo que vai afetar nossa economia, não caia no colo do presidente.
Que doideira!
Não é doido isso?
Ele tá ganhando de presente essa eleição.
Ele tá ganhando de presente. E da outra vez ele tava com a popularidade no chinelo, dessa vez vieram essas outras tarifas que muito provavelmente não tem nada a ver nem com Flávio Bolsonaro, nem com isso, é a cabeça do Trump. Mas eu Bolsonaro superestima o quanto Trump se importa com eles. Eu acho que depois que fez aquela coisa de Magnitsky, de não sei o que lá, eles falando: não, porque vai fazer a tal da Magnitsky, aí nós vamos ficar por cima da carne seca.
Fez, o cara não deu jeito. Americano não é igual brasileiro, porque brasileiro fala assim: ah não, mas também não deixaram, coitado, ele foi impedido. Americano não disso. Se falou que ia fazer e não fez, ou é mentiroso, é incompetente. Então já começa a ver meio como loser, sabe? Loser, falador demais. Já perde um pouco a confiança. E assim, presidente dos Estados Unidos, gente, não tem amigo. Ele tem a presidência. Então não é sobre o Brasil isso, é sobre o jogo interno dele, que convém, né?
É, ele tá com uma avaliação econômica está ruim, ele precisa desses cases, ele precisa melhorar a economia dele de algum jeito, ele tá com essas políticas de tarifa e ele tá olhando para ele, né?
Com certeza. Não, e é engraçado porque na última eleição já foi dito que boa parte aí é do, de responsabilidade do Bolsonaro ter perdido Foi justamente pela falta de comunicação ou comunicação ruim, digamos. E parece que a família vem repetindo, né?
Só que eu entendo que o Bolsonaro pode se dar ao luxo de ter uma comunicação ruim e contraditória, assim como Lula pode se dar ao luxo de ter uma comunicação ruim e contraditória, porque eles têm carisma. A pessoa ame ou odeie, que aliás não tem ninguém diferente ao Lula, não tem Bolsonaro.
É, não tem.
Ou ama ou odeia.
Alguém fala: para mim, eu não tenho uma opinião formada. Todo mundo tem uma opinião formada.
Tem. E assim, e eles têm carisma, eles mobilizam multidões. E um fala que o outro não mobiliza, mas enfim, eles são personagens muito marcantes da política nacional. É raro um país ter duas personalidades assim vivas ao mesmo tempo. Pois é, os filhos do Bolsonaro não têm carisma e são filhinhos de papai, que se comportam feito filhinho de papai e que só têm amigo vagabundo. Aí fica difícil, porque o Bolsonaro, com toda a série de erros dele, ele é um cara, ele e o Lula são os dois primeiros presidentes da República que vêm de baixo no Brasil, na história do Brasil.
Então, assim, na história do Brasil, na história da nossa república. Eles vêm de baixo, eles compreendem como o povo pensa, o povo se sente representado por eles. O Bolsonaro é um fenômeno diferente do Lula, porque ele é muito mais recente, ele não tem base social, ele surge de ideias que estavam em busca de um rosto, e ele se torna esse rosto. Mas o que você admite em figuras com carisma, Você não admite mais ninguém, não adianta.
O Bolsonaro podia fazer 500 coisas dessa, todo mundo desculpa. O Lula, o Lula vira e fala: os traficantes são vítimas do usuário.
Não, não é isso que ele quis dizer, mas se é um cara sem carisma, grilo duro, não, no Nordeste, essa não sei o quê, sempre tem uma justificativa, né?
Sempre.
Por quê?
Porque eles são carismáticos, a pessoa quer gostar deles, a pessoa gosta e Ponto. Agora, para os filhos do Bolsonaro, acho que fica muito difícil. Dentro do próprio bolsonarismo tem muita gente que é crítica aos filhos, né? Então eu acho que essa campanha do Flávio é uma campanha muito difícil. Hoje o Flávio tava gravando vídeo com Eduardo Cunha. Você viu isso?
Não vi. Vi uma foto, não vi o vídeo. Vi a foto, não entendi nada.
Não, ele gravou um vídeo que ele foi dar uma entrevista na rádio do Eduardo Cunha. Assim, hoje que é o dia da tarifa, que ele tinha que estar escondidinho, ele vai e grava um vídeo com cara preso por corrupção, sabe?
Não dá, tá muito mal assessorado, né?
É, agora ele trocou assessoria, né? Trocou assessoria, é, ele— mas enfim, eu entendo que o carisma E a emoção na política tem um peso muito forte. Então, a partir do carisma, você constrói muitas coisas. Lembra do Malafaia rezando pelo Bolsonaro?
Lembro.
Deus escolhe as coisas loucas para não sei o quê. Porque ele tem carisma, então as pessoas vão criando a história.
Ainda tem Messias no nome, né?
Ainda tem Messias. Ah, é verdade. Eu acho que é com os filhos Não é assim. O brasileiro tem birra de filhinho de papai, mais ainda.
É tipo, não tem tu, vai tu mesmo. É todo mundo, ah, é o Bolsonaro que tem, vou votar nele.
Os cara, quero tirar o PT. Mas eu vejo mesmo pessoas que continuam querendo votar no Flávio porque querem tirar o Lula.
Questão aqui, hein, Marcílio tá com a gente ainda? Sim, Marcílio e Madá e Fernanda. Jogada, se por acaso ele ainda não pode, mas entra um Pablo Marçal para tentar pegar esse espaço do Bolsonaro, como ele tentou fazer aqui em São Paulo e conseguiu quase, ele tira os votos do Flávio, ele derruba o Flávio, você entra Marçal na jogada.
Eu acho uma briga boa, eu acho uma briga bem boa, e eu acho que com a comédia de erros que é o gerenciamento de Flávio, periga um cara desse levar. As pessoas querem um salvador, né? Querem confiar em alguém.
O Lula e o Flávio parece que fala assim: ganha você eleição. Um faz uma coisa para o outro ganhar, aí o outro fala: não, não, eu não quero, ganha você. Ficam jogando para o outro.
Seria um candidato, uma concorrência fortíssima na direita, né? Com certeza, porque acho que é isso que a Madá falou.
O Nicolas aqui na época já deu, que é um peso forte na direita, foi para o lado do Marçal. Muita gente foi para o lado dele, não sei.
Eu acho porque as pessoas estão meio cansadas desse cenário, desse empurra-empurra, né? E acho que Madá já falou disso também, é essa disputa, essa— eles tinham tudo para sair na frente, mas tudo foi encaminhado para o lado errado.
Como que você consegue perder uma eleição com uma rejeição altíssima do PT exato, tendo a máquina do Estado na mão, e você consegue perder.
Por que que lá atrás não chegou e falou: olha, é o seguinte, é tudo assim, ó. Eu não sei em que momento você, que é uma especialista em política, o Flávio achou que ninguém fosse ficar sabendo disso.
Não sabia.
Eu acho que, eu acho que ele, ele é uma pessoa, é filhinho de papai, nunca ouviu um não na cara, é um homem feito pai de família que age feito moleque porque nunca na vida arcou com as consequências dos próprios atos, diferente do pai dele, que pode ter N defeitos, mas aprendeu como todos nós aprendemos, tomando não na cara. Os filhos do Bolsonaro, além de mentir igual o Lula, ele é uma coisa impressionante quanto mentem, eles nunca arcaram com as consequências dos próprios atos.
E assim, Aquela coisa que a mãe da gente fala: diga-me com quem andas que eu te direi quem és. Inclusive isso eu cheguei a conversar com o deputado Jair Bolsonaro antes desse fenômeno todo, que era uma preocupação dele. Porque assim, não dá para pessoa se cercar só de vagabundo e achar que vai dar certo. Olha esses influencers que estão com eles, o palavreado, o jeito se portar, você olha, aquilo não é alguém que você vai levar para almoçar no domingo com a sua mãe.
É cara de vagabundo, é jeito de vagabundo, palavreado de vagabundo, comportamento de vagabundo. Não tem como dar certo. Eu entendo que o Flávio viu ali uma coisa segura exatamente porque nunca na vida dele ele arcou com as consequências dos próprios atos. No próprio governo do treta do pai dele, a treta do Bolsonaro com Moro foi porque, exatamente, foi para segurar B.O. do Flávio. Pois é. Então assim, quando a pessoa a vida toda alguém resolve seus B.O., acho que fica difícil ela achar que uma hora vai chegar. Só que agora ele se pôs numa posição que ele que vai ter que resolver os B.O.
dele. Pois é. Eu vou me despedir então do Marcílio, que ele tá doente. Não sei se você sabe, ele tá, tadinho, é, meter um atestado, tá de home office Marcílio, aí ele tá lá, tá melhoras, mas tá passando mal por cima e por baixo. Ele deixou essa imagem com a gente.
Jesus Cristo! É muita informação, muita informação.
É, mas falei da virilha do presidente da Colômbia.
Ele não tá bem, tadinho.
Então, Marcílio, melhoras aí, e semana que vem estamos juntos, tá bom?
Obrigado, gente. Tchau, Vilela. Tchau, Fernanda.
Tchau, Madá.
Tchau, um beijo, querido, melhoras.
Deixar claro para nossa audiência que está pedindo muito, né, o caso do ET.
Exatamente.
Estamos com Boaventura para falar, o Roni para falar, e talvez o envolvido inclusive, né? Ele tá na estrada, mas tá tentando entrar aqui com a gente.
O ET, cara, isso seria aí.
Nossa, já reduziu.
Se a gente consegue uma exclusiva com ET, mesmo remoto.
Mas olha, quase, quase um abduzido aqui, que você viu tudo ali.
Exatamente. Então é o seguinte, ó, o Mike Leão, que deu, cara, tem 2 dias que a internet tá louca com os vídeos dele. A gente vai tentar falar com ele, ele tá na estrada e vai tentar parar o carro para falar com a gente até o final do programa. Mas enquanto isso, vamos de política. Então, madá, temos aí então essa suspeita de fraude envolvendo licitação entre Prefeitura de São Paulo e o Instituto Conhecer Brasil. O que tá rolando?
Você lembra quando a gente veio aqui falar do filme do Bolsonaro, que eu trouxe o Josias Teófilo, que o Josias falou que desde não sei quantos meses ele falou que quem encostasse nesse filme ia acabar com a carreira? Por que que era? Por causa desse caso que a gente teve da Polícia Civil. No mundo político, nos bastidores, essa história já corre há meses, Vilela.
Meio que nos bastidores a galera já tá uma hora explodir.
Tanto que o Josias desde fevereiro tá publicando que ia preso quem encostasse ali. Aí quando apareceu o Vôr Caro, eu ligo pro Josias, ele falou assim: quem encostar nesse esse filme vai acabar a própria carreira política. Ele tá postando isso desde fevereiro. Aí aparece o áudio do Flávio Porvorcaro. Eu falei, pô, Josias, tá bem informado. Ele, não, eu não sabia de nada.
Ele nem tá falando sobre isso.
Não, era sobre esse contrato. O que que é esse contrato da Prefeitura de São Paulo? É um contrato feito para colocar aqueles pontos de Wi-Fi grátis, tá? É um contrato de R$108 milhões.
R$ 2 milhões.
É muito alto. Aí você abre a licitação. Quando você abre uma licitação, você diz que tipo de empresa pode se candidatar. Se é uma licitação para pôr ponto de Wi-Fi, o que que você espera que seja o chamamento? Para empresas de tecnologia. Não foi, não foi para organizações da sociedade civil, que geralmente são ONGs pequenininhas. Sim, e nenhuma é especializada em ponto de Wi-Fi.
Não precisa, né?
Não precisa. Aí o que acontece? Nenhuma das empresas daquele tipo, que não é empresa, tipo se fosse uma ONG, tá? Tem o nome técnico, mas assim, ele falou: vamos pôr ponto de Wi-Fi, 108 milhões, mas só pode ONG.
Que estranho.
Aí entra essa ONG dessa moça, ganha o contrato de R$108 milhões, e é um contrato que muita gente começa a ir atrás. Primeiro, pelo valor de cada ponto de Wi-Fi. Segundo, por essa coisa de você não tem isso de contratar um serviço técnico e no chamamento não é empresa técnica do negócio.
Não faz sentido.
O valor é muito alto. Essas muito burguês. Por exemplo, essa moça tem uma empresa faz tempo, mas pegava contrato assim, R$20 mil, R$30 mil, R$50 mil. Nós estamos falando de R$108 milhões. Não é qualquer empresa. Aí pegou, aí tem que instalar algum ponto de Wi-Fi. O que que ela fez? Ela teve que subcontratar as empresas que antes faziam os pontos de Wi-Fi da prefeitura. Não entregou tudo que era para entregar. De alguma maneira, conseguiu receber a mais do que fez.
Quem trabalha com poder público sabe que isso não existe. Você faz, entrega, às vezes demora 90 dias para receber. Não, ela recebeu antes de instalar uma parte. Esse era um contrato que movimentava muito. E aí, quando o Vôrcaro sai de cena, aditam o contrato e ele vai para 150 e tantos milhões de reais. E assim, aí vai se ver para onde que foi o fluxo desse dinheiro. Eu tive acesso já, desde aquela, aquela vez que eu vim aqui, eu já tinha todo o processo que o Ministério Público tá.
Então ele tem várias coisas assim que você não consegue acompanhar. Isso aqui foi pago, onde isso foi gasto? A dona dessa ONG é a dona da produtora do filme.
Ah, tudo faz sentido.
Que é uma pessoa que era uma microempresária até o ano de 2020, quando ela se aproxima do Mário Frias. É pelas mãos do Mário Frias que ela tem contratos milionários. Agora, empresas do porte da dela, com contratos de mais de R$100 milhões, tocando um filme de R$100 milhões um contrato para instalar o wi-fi de R$108 milhões. Isso não existe, é muito dinheiro, mas é muito dinheiro sumindo. E não tem esse do wi-fi. Aí veio o prefeito de São Paulo fazer uma entrevista, gaguejou para caramba.
Eu falei, não tá passando nem wi-fi no toba. Aí vira, aí vira e me Fala assim, ai, é perseguição política. De quem? Do Tarcísio? Foi a Polícia Civil do Tarcísio que foi atrás. Só foi atrás porque assim, é isso, eu te afianço, é um contrato que no mundo político se fala nele assim, todo mundo já fala pelo menos desde março, porque começou a história do filme, era a mesma pessoa. Então todo mundo tá meio ligado e o valor é muito alto.
E hoje Hoje em dia, ponto de Wi-Fi, tem prefeitura e tem empresas, tem prefeitura, por exemplo, que não paga mais para instalar o ponto de Wi-Fi. Você faz um acordo com a empresa, porque a tecnologia simplificou muito. Então, em troca de colocar propaganda imobiliária, o público dá para você fazer. Tem uma série de acertos diferentes que hoje se faz.
Claro.
É um contrato que é de muita grana. Drama. É muito, é muito dinheiro. E assim, tem que ter uma explicação. Parabéns à Polícia Civil que está investigando.
Mário Frias botando as pessoas numa fria. É basicamente isso.
Que é basicamente aquela coisa.
É um ator de renome, um ator da mais— eu não sei como ele não tem um Oscar, esse cara. Ele é incrível, né? Tem um currículo absurdo, né? Você tira um ator de malhação Aí você me derruba, eu tava elevando ele aqui.
Você tá terrível hoje, hein?
Não, gente, mas assim, não tem como dar certo, entendeu? Agora, os valores movimentados são monumentais. Eu acho que Mário Frias, até onde eu cheguei hoje, não tinha voltado ainda do exterior.
Acho que não vai voltar, né?
Tá fazendo intercâmbio, né?
Ontem inteira, a carreira em Hollywood também, né?
É verdade, é verdade.
Aparece num filme com Tom Cruise daqui a pouco. É, a gente não pode subestimar esse filme.
Eu te mandei, né, o roteiro do filme.
Roteiro maravilhoso.
Ou ET levou, o ET que tava lá no Mike já levou.
Eu coloco que esse roteiro tá no mesmo nível de Cinderela Baiana. Quem sabe do que eu tô falando sabe a qualidade de Cinderela Baiana.
Mas o Cinderela Baiana pelo menos é engraçado. Não, mas assim, É, eu te falei, você tem experiência nisso. Assim, ali é muito complicado. E essa questão da Prefeitura de São Paulo, a Polícia Civil tá investigando.
O pessoal tá falando que o Borcara bancou o filme do Lula também. Tem isso também? É verdade, né?
Não, não, não. O que tem são patrocínios, mas patrocínios que aparecem, porque a grande questão do filme do Bolsonaro é que não apareceria o patrocínio. Então ninguém entende essa transação. O banco Master bancou muitas coisas no Brasil como patrocínio e ele aparecendo, ou uma corretora que ele é ligado, ou não sei o quê. Sabe quando você vê filme nacional que dá aquela depressão, que você fala: Jesus amado, isso parece uma vaquinha que passa 90 mil marcas, são 18 minutos de todas as marcas.
Então assim, se lança essa coisa. Grande questão é: 130 milhões $130 milhões para um filme no Brasil nunca existiu. É, nunca existiu, não existe.
Algum filme que poderia ter, mas não tem como.
Não, o mais caro é o Ainda Estou Aqui, que é 45. O segundo mais caro é o Agente Secreto, que é 28. Então assim, não existe isso. E aí ele vai dar $134 milhões para não pôr a do banco e ser sigiloso? Então assim, eu entendo que as pessoas fiquem com vergonha de defender esse tipo de coisa porque elas falam que são contra a corrupção, mas eu acho que brasileiro pode ser sincero com ele mesmo. Eu acho que assim, o brasileiro algumas vezes já assumiu que na política só tem gente suja, então é assim mesmo, e que é do jogo, e que eu quero tirar o fulano.
Mas assuma. Eu acho feio as pessoas ficarem querendo achar uma desculpa para político, sabe? Para quê? É o que é mesmo. Infelizmente o nosso país tem isso.
Pois é. E vamos falar de PCC e CV, como é o assunto, né? Organizações terroristas.
Olha, esse assunto, gente, é engraçado como cenário aqui no país enlouqueceu, né, com essa notícia. De que os Estados Unidos reconhece agora o PCC e o Comando Vermelho como terroristas. A sensação que a gente tem é que todo mundo entrou em pânico aí.
Esse é o timing mais perfeito com a foto, né, do Flávio, né? Foi bem em cima daquela foto lá que saiu esse anúncio.
Sim.
Nesse você acredita que teve algum tipo de influência para esse assunto ou também não?
Não, eu fiz uma lista, é que eu não tenho ela aqui, de todos os que já foram declarados, todos os cartéis de drogas ou de armas da América Latina que já foram declarados terroristas pelo Trump. Acho que tem uns 15, 16. E aí eu fui acompanhar um que eu achava bem, que eu sempre achei bem interessante, que chama Tren de Aragua, que é da Venezuela, muito poderoso. Já foi também. O que que aconteceu com ele? Sabe essas lanchas que a gente vê de vez em quando, Trump bombardeando de droga, que fala que é droga?
Aconteceu isso, mas eles não desmobilizaram, não perderam poder. Tem no continente inteiro organização criminosa que o Trump declarou como terrorista. É o que que acontece com PCC e Comando Vermelho, principalmente com PCC. O Comando Vermelho é mais territorialista, terrorista. O PCC já atua em 12 estados dos Estados Unidos. Sabia disso? Tamo já atuando em 12 estados. E ele, o PCC, tem uma grande facilidade em fazer uma mistura entre os negócios criminosos e negócios lícitos, o que prejudica demais o combate ao crime, porque a pessoa até descobrir o que que é, o que que é o dinheiro do crime do PCC, o que que é o negócio lícito, é difícil. PCC agora, então, uma investigação enorme em cima de influencer, sabia?
É mesmo? É, tá caindo uma galera, né?
E vai cair mais, tá?
Hoje falaram de Virginia, não é? Quem que tava hoje?
Que a Virginia é hoje a Polícia Federal vai começar uma investigação, né? Mas diz que ligada aí até o Zé Felipe, não sei, ninguém falou direito o que que é, ninguém associou a PCC ainda, mas vão começar a investigar.
É porque eles perceberam pelo choquei pose do Rodo e o outro DJ Rian e a própria Deolane, que faz muito sentido na cabeça do crime organizado. Olhar um influencer que tem 20 milhões de seguidores e lavar dinheiro lá. Porque o que quer dizer financeiramente por mês uma pessoa ter 20 milhões de seguidores?
Nada.
Então, mas ninguém sabe. Pode ser nada e pode ser tenho dois jatos.
Eu mesmo não consigo entender como uma pessoa consegue ganhar tanto dinheiro pelo número de seguidores. E olha que eu trabalho com isso. E tem pessoas que ganham mesmo, né? O Carlinhos Maia ganha muito dinheiro, muita gente com patrocínio. Mas é qualquer pessoa que tem muito seguidor, ou são algumas? Quem são os patrocinadores? Porque o Carlinhos Maia faz aquele, como chama, o rancho. Aí você vê os patrocinadores lá, mas tem coisa que você fala, tá, mas onde estão, onde tá, de onde vem o dinheiro?
Então, mas aí eu comecei a ler sobre, e é muito interessante interessante o esquema que eles fazem com os influenciadores. Então, por exemplo, eles pegam um influenciador e aí, e aí, olha, vamos usar de exemplo aí, sei lá, vai, Deolane, porque acabou de acontecer. Não tô dizendo que ela ainda, né, supostamente, supostamente, tá? Então a gente vai lançar um produto no teu nome, ok. Só que aí vamos supor que ela tava acostumada a fazer trabalhos pela rede social e cobrar assim por esses trabalhos, por esses posts, sei lá, vamos falar, R$20 mil, R$50 mil.
De repente começam a virar notas de R$200 mil, R$300 mil, R$500 mil por venda de um produto, porque ela fez lá um shampoo, sei lá. Só que quando eles vão para cima da empresa, primeiro, a empresa não tem nem condição de vender, de produzir esse determinado shampoo, é para pagar esse poste de 500 mil, por exemplo. Ou que que acontece, ela já recebeu 10 milhões numa conta, aí ela fala 50 milhões, aí eu vou receber mais 10, então eu vou pegar de outros CNPJs.
Só que são CNPJs que foram abertos há 4 dias. A esses 10 milhões, ninguém vai sentir essa diferença. E aí, quando eles vão buscar, são CNPJs que é para complementar esses valores, que nem tem endereço. Quando tem endereço, é uma portinha, não tem ninguém trabalhando. Então eles começam a fazer essa varredura e um dado não bate com outro. Então, como é que um influenciador que de repente costumava cobrar um passa a cobrar 10, 20, 50 vezes mais.
E por onde que pega isso? Normalmente você recebe como uma transferência em conta, um pagamento que é dividido pela nota tal, o volume de dinheiro. Porque todo mundo hoje não ultrapassa 10% daquilo que você recebe em dinheiro. E aí começa a ter 60, 70% daquilo que recebe em grana.
Vocês foi a diarista tal, que via sacos de dinheiro, né?
Eu tenho PHB em Deolane, eu podia...
Só uma coisa, eu moro aqui, você já viu um saco de dinheiro aqui? Não? Cuidado com o que vocês vão falar, sem zoeira agora, porque senão... Você já viu um saco de dinheiro por aqui? Imagina, vocês estão mandando aqui escropessar o saco de dinheiro. Bilero, o que é isso? Ah, é o pessoal do... Se eu falar: "O seu pagamento." "Pode crer, né?
Seu pagamento, pega aí." "O pagamento, pega aí." "Notas de R$10." Não, mas pensa bem, gente, essa coisa de saco de dinheiro, toda vez que aparece as pessoas querem contemporizar. Eu lembro uma vez que eu fui pegar uma ordem de pagamento no banco. Lembra a ordem de pagamento? Você não podia... Eu tinha que sacar de uma agência do Santander na Paulista para depositar na do Itaú, que era na esquina seguinte, né? Eu lembro até hoje, fica com medo, né? Era hoje, meu Deus, R$8.000!
Eu passei até a hora que eu deixei, eu passei até alguém tá seguindo você, né? Que sabe que você tá com dinheiro, qualquer um que tá vendo a gente. Uma vida normal com dinheiro assim, é uma pessoa normal.
Não, Deolane, eu não sei se você viu os vídeos. Eu tô pleiteando meu mestrado em Deolane porque eu fiquei obcecada quando MC Kevin morreu.
Ah, é? Você começou a ter um hiper—
Cara, eu comecei, eu vi tudo, tudo, todos os stories, e era uma assim, era muito bizarro. As malas de dinheiro dela no balcão, ela preparando comida, gente, a comidinha Não sei o quê, no fundo, mala de dinheiro aberta com dinheiro.
Alguém tem tanto dinheiro, gente?
E nos Estados Unidos também já houve investigações sobre ela. Hoje saiu, é, hoje a gente fez ontem uma reportagem especial no Antagonista com a nova acusação do PCC sobre a Deolane, do PCC, da Polícia Civil. A nova acusação não é que ela participa como outro influencer, a nova acusação é que ela era roubou caixa da família do Marcola. Nossa, essa é a nova acusação com que eles estão trabalhando. Por isso que falam que é uma prisão, é muito mais difícil.
Mas eu acho que a gente tá diante de uma mudança, que é o seguinte: sabe coisas que você se perguntava? Por exemplo, você, Danilo, quantos anos vocês estão na estrada?
Não, não, segundo o meu diretor aqui, Diretor, cadê? Saiu, né? Ele falou que foi do nada que eu fiz sucesso. Olha só, ele falou brincando, né? Do nada começou a fazer o quê? Eu tô 55 anos trabalhando que nem louco, agora esse pessoal é do nada mesmo, né?
Então, mas assim, é muita gente fazendo sucesso do nada e que ninguém entende. É nessa era, eu acho Acho que tem muita gente que o crime organizado olhou ali e viu um jeito de lavar dinheiro e virou a história perfeita, porque é só você lotar a pessoa de seguidor que todo mundo acredita. E agora eu acho que a Receita Federal começou já aí, já estão cercando, já estão vendo. E também tem uma coisa que é o seguinte: a partir do momento que o PCC chega nos Estados Unidos, essas empresas todas de rede social, elas são gringas, né?
Elas também estão atrás do quanto que circula ali, quanto deixa de circular. Então acho que a gente vai ter uma mudança e muitas surpresas ainda nesse cenário de influencers famosos, sabe?
Mas eu tenho uma esperança, viu, Manu? Que é o assunto que a gente vai falar agora, que os descobridores estão vindo, vai dominar tanto. E aí esses assuntos assim de Deolane, de PCC, de eleição, tudo isso vai perder o sentido, porque seremos dominados, se já é que não estamos dominados, por uma raça alienígena ou 4 raças alienígenas, né?
E se a Deolane for ET?
Olha aí, olha aí, olha aí, olha aí, olha aí!
Ninguém tinha pensado nisso. Foi boa aí, ó.
Foi boa, foi muito boa.
Quem fala não pode falar foi boa, a gente tem que falar.
Já foi prêmio Trocadalho 2026, já tá com ele.
Vai pegar isso, certeza que vai pegar. Vamos chamar então Rony e Boaventura, estão na linha? Estou na linha. Então vamos lá, depois mandar qualquer coisa a gente volta para política, tá? Mas vamos aproveitar que o povo tá aí.
Não, eu quero saber do ET, gente, todo mundo quer saber.
Todo mundo quer saber, pessoal do chat tá louco aí.
Eu também, eu tô curiosa com essa coisa do ET.
Cadê, cadê, cadê, povo? Cadê?
Quem tá na linha?
Quem está? Vamos então falar, né, ó, que viralizou. Ah, tá aí. Aí, ó, olá, boa noite, boa aventura, boa noite, Roni, boa noite, boa noite, boa noite, boa noite. Vocês estão tendo que trabalhar muito esses dias, hein?
É muita coisa. Não para de chegar mensagem no WhatsApp, em tudo que é lugar aqui. Uma doideira, né? Hoje eu já—
eu nunca recebi tanta mensagem aqui de— Edson deve ter sido a mesma coisa, né? Hoje eu já participei de 2 entrevistas, né?
Uma loucura. Mas e aí, aí o Mike Leão deixou a gente doido, né, com essa, doido, porque viralizou, né, viralizou. E aí todo mundo só fala nisso.
Pois é, eu vou começar com Roni Boaventura porque ele tem uma live depois. Então vamos, Roni. Ah, ok, vamos começar então de trás para frente. Esses vídeos que estão viralizando, tá todo mundo só falando nisso. Ele tá, ele tá, conseguimos falar com ele, ele tava num caminho de carro, ele tá na estrada, ele vai tentar entrar no final do programa, mas vamos adiantar. Se vocês tiverem os vídeos, passa de fundo sem o áudio por enquanto, mas dá o contexto pra gente.
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Aí, agora foi.
Alô, foi, foi, tá me ouvindo aí? É, como Edson falou, nunca recebi tanta mensagem por conta de um caso nos últimos tempos aí. Acho que esse viralizou e acho que isso tem um sentido. A gente vê aí o governo dos Estados Unidos falando muito no assunto e acho que isso tem despertado interesse de todo mundo. Eu acho que isso foi um dos motivos por esse caso ter viralizado, né? Estados Unidos divulgou dois pacotes já de documentos do governo com vídeos, etc., ainda Não aqueles que a gente deseja, mas o que foi divulgado já é algo, né?
E o pessoal tá mostrando interesse. Vai ter um filme também do Spielberg semana que vem que tá chamando muita atenção. Ele falou sobre, inclusive sobre Varginha. Então esse é um dos motivos que viralizou. O cara tinha, o Mike tinha 40 mil seguidores no domingo e hoje tem 1 milhão de seguidores, cara. Então eu nunca vi isso em relação um avistamento, a pessoa que postou um vídeo de um OVNI E saltou de um dia para o outro de 40 mil para 1 milhão. Acho que isso é inédito no mundo.
Olha o interesse da galera. E a gente está falando 1 milhão de pessoas, não é só a gente que se interessa por UFO. Todo mundo meio que se interessou nisso, para ele ter um crescimento tão alto. Não é só aquele nicho que está sempre ligado nas notícias, né, cara?
Por quê?
É por causa do filme, por causa dos documentos que os Estados Unidos estão divulgando, mas por causa também, eu acho que da pessoa, o jeito que ele tratou isso, né? Você vê espantando, ele é uma novela, né? Vai crescendo, né? Vai crescendo que ele tá vendo o que tá acontecendo. Depois ele filma à noite, não é isso?
É um cara carismático, né? Um cara jovem, carismático, cuida de animais, não tem uma causa ali por trás. Não, o cara que postava OVNIs, né? O cara que postava assim a vida dele de animais na fazenda. E acho que também o que interessou do lado pessoal dele é isso. E além disso, como você falou, né, ele tipo um reality show ali, óbvio, né? Ele foi postando de manhã alguns acontecimentos, alguns que podem ser explicáveis, outros algumas coincidências, outros de fato podem ser anômalos.
Mas o fato é que ele foi montando ali no Stories de forma natural, não foi uma coisa forçada, deu para ver isso. E o relato dele também é bem espontâneo. E acho que isso que cativou o pessoal, a forma que ele fez, né? Foi criando ali uma intensidade, algo também que eu não tinha visto acontecer. Alguém com tantos detalhes, com que fala bem, né? Ele é uma pessoa que fala bem também. É, então isso também ajudou. E o que que tinha por trás?
Por que que ele começou a fazer esses stories? Porque ele tava com muito medo, porque há meses atrás começou uma onda de mutilações na propriedade dele. Vários animais foram mutilados.
Essa informação não tinha.
Não, também não sabia.
Gente, para com isso, cara! Eu não sabia dessa informação.
Eu achei que era só o vídeo. Eu achei que ele se assustando com as coisas no dia.
Mas, cara, conta isso, eu não sabia disso aí não.
Em agosto, né, do ano passado, um pouco mais, né, de 6 meses aí. E acho que no começo do ano também aconteceu. Então, entre 1 ano e 6 meses aí, ele perdeu muitas ovelhas lá na propriedade dele. Ele é um cara que resgata animais para poder cuidar, né? E ele perdeu de forma inexplicável ovelhas que o pessoal estava achando que era uma onça, uma onça parda, já que não tem onça pintada lá no Paraná. Achando que era uma onça parda.
Só que os animais eram encontrados sem órgãos, né, sem fígado, sem um coração, às vezes com furos. E que é o que tá acontecendo no Brasil todo, tá acontecendo, aconteceu no Piauí, aconteceu no Maranhão, aconteceu agora no Paraná, aconteceu, tá acontecendo muito. Alagoas virou um epicentro disso. Então tem casos que são onças, tem casos que são cachorros, e tem casos que ninguém sabe o que que é, que é uma coisa anômala que fura, tira sangue, às vezes corta, às vezes tira órgão.
Isso aconteceu, mas achavam que era uma onça, né? E agora hoje eu vi até a declaração dele falando que, olha, já não sei se é onça mais porque isso aconteceu. Então isso aconteceu também há um mês atrás, se eu não me engano, não na propriedade dele, mas propriedade do lado. Cachorros foram feridos, vários cachorros, inclusive cachorros grandes como fila brasileiro, feridos por essa criatura, ou seja lá o que for. E isso causou muito medo nele.
Inclusive ele fez antes, muito antes desse caso, vídeo alertando a população: olha, tem uma onça solta aí, tranquem seus animais à noite, ela tá atacando 7 da manhã, 5 e 6 da tarde, quando anoitece, quando vai clarear. Então cuidado. Isso causou muito medo nele. Para mim, aí depois o Edson vai poder falar melhor, que o Edson falou com ele diretamente, eu não falei com ele diretamente, eu só assisti as informações que ele tinha publicado.
É, para mim, o que causou, o que fez ele criar esses vídeos todos Era esse medo que ele tava desse animal desconhecido, que ele achava que era uma onça e que tava matando animais. Ele tá muito preocupado com isso porque ele é um cuidador de animais. Então começa a ser a história, ele de manhã é assustado com barulhos, com um tipo de rosnado diferente, com outro barulho que parecia uma catraca, uma engrenagem, uma corda esticada.
E aí ele, por isso que ele começou a ir gravando as histórias. Antes não tinha nada de OVNI, né? A preocupação dele de fato era essa questão da onça mesmo, que tava na propriedade. Então assim que tudo começou, até chegar à noite, né, onde ele grava esse fenômeno, essa luz na montanha próxima ali.
Pois é.
E assim, é uma história interessante que ele tá contando, porque o que a gente vê é um rapaz que cuida de animal, preocupado com os animais genuinamente. Eu vejo em outros casos assim que a gente teve antes, que a pessoa vê algo, grava algo, que parece que alguém que tava com muita vontade de ver, né? Sim, é alguém que queria muito, que tinha essa pauta. Essa diferença de ser assim, o rapaz tá preocupado porque pode ter alguma coisa que é perigo para o bicho, e será que é outro bicho, e será que é um não sei o quê, papapá, e de repente vem essa história.
Acho que isso também tocou muito as pessoas porque Você não vê ele forçando para querer dizer que é OVNI desde o começo?
Não, ele tá assustado, tá achando estranho.
E tem algo que chama muito atenção, gente, que no momento em que ele assusta com barulho, os animais, todos os animais estão olhando para o lugar que ele começa a procurar de onde vem o barulho.
Se sou eu, eu tenho uma casa na montanha, mas eu saio, eu só pego, eu não pego nem o carregador do celular. Se meu filho: papai, papai, fica aí, papai volta daqui a pouco. Não, eu vou embora, eu fujo. Você acha que eu vou ter treta com esses ET? Eu não sei o que que ele quer, né?
Você sai correndo, só que ele vai deixar o filho, ele come essa criança aqui, não, viu?
Tô brincando, filho, nunca faria isso. Mas vamos liberar o Rony então. Rony, a gente vai voltar a falar com você mais para frente, porque claro vai ter desdobramento disso. Tem um lançamento do filme do Spielberg também. Como você quer encerrar isso sobre tudo isso que tá acontecendo no Brasil, que você falou desses casos e os casos dos Estados Unidos, para a gente já falar com Boaventura?
Você vê que o interesse tá enorme, né? 1 bilhão de espectadores lá entraram no site do Pentágono para ver. Agora o cara ganhou 1 milhão de seguidores. Todo mundo tá querendo saber disso. É como as meninas falaram, esse medo dele evidentemente gera nele uma vontade enorme de ficar olhando tudo que tá acontecendo em volta, por conta que ele tá interessado em saber o que que tá acontecendo. E por isso certamente que ele gravou esse, esse vídeo.
Às vezes ele podia estar dormindo, mas não, ele tava preocupado com os barulhos, com os animais. Isso fez ele observar mais a natureza e gravar esse vídeo, né? É obviamente que esse estado psicológico dele tem coisas ali que podem ser explicáveis, coisas que não são. Mas o que chamou interesse de fato é esses fenômenos que todos andam juntos, né? A mutilação de animais sempre anda junto com OVNIs, questão de efeitos físicos, como sons estranhos, poltergeist, tá tudo sempre andando meio que junto ali.
Isso que é interessante. Espero, torço aí para que o Edson— eu sei que o Edson, consigo contato com ele, torço para que o Edson consiga ir lá visitar, conversar com ele, obter mais informações, já que o Edson vai conseguir fazer as perguntas, certamente perguntas que ninguém fez, né, por conta de estudar esse assunto há muito tempo. E é isso, o assunto tá esquentando muito, todo mundo quer saber o que tá acontecendo. E faço a campanha aí para você, o Vilela, faz a campanha lá com a Universal para se tiver alguma sessão premiere do filme do Spielberg, chamar eu, Boaventura, você, e depois faz um programa discutindo filme do Spielberg.
Chamaram a gente, se quiser colar com a gente é só colar terça-feira, hein? Vem para São Paulo, a gente assiste junto.
Só me mandar, falar com a Fabíola para ela mandar o WhatsApp lá.
Tá bom, valeu, Roni, brigadão aí.
Valeu, abraço, valeu.
Até mais. Boaventura, cadê você? E eu pediria para nossa equipe aí colocar os vídeos onde aparece a cena noturna das luzes lá na montanha, para o Boaventura falar com a gente. Cadê Edson?
E aí, tô na área aí, não fui abduzido dessa vez. Ainda, ainda, ainda. Então a gente tá feliz porque vivemos um momento histórico aí da ufologia brasileira e mundial nessas liberações OVNI para tudo quanto é lado, as pessoas querendo saber cada vez mais. E aí a gente acorda aí dia 31 de maio, né, com esse, com essa filmagem aí do nosso amigo lá do Paraná, né. Tava escrito aí Santa Catarina, mas é porque também teve alguns avistamentos e filmagem em Santa Catarina dia 28 de maio.
Né, alguns dias antes aí do Mike filmar lá em Campo Largo, né. E como o Roni falou aí, ele teve, né, durante o dia ali algumas situações estranhas, escutou barulho. Eu conversei com ele hoje de manhã e ele tava me falando que era um barulho parecido com uma catraca assim, né, como se fosse um uma máquina de costura antiga, né? Aqui tá, tá, tá, tá, tá, né? Então o interessante que isso lembra é uma parte do teaser do Spielberg, né, que tem aquele barulho na hora que a jornalista começa o programa ali.
De repente ela começa a falar numa língua dos seres lá, ou sei lá o que que vai desdobrar ali.
Só dá o contexto Nesse teaser, depois do trailer do filme do Spielberg, que é o Dia D, o Disclosure Day, a jornalista, ela recebe algum tipo de, por telepatia, alguma coisa, começa a falar a língua dos caras, que é meio uns negócio meio esses sons que dizem, né, não sei se você concorda, que seria das 4 raças que a Fox falou há umas semanas atrás, seria dos insetoides, né, desse dos insetoides.
Exatamente.
E aí a gente vê nesse primeiro vídeo que eu vi, pelo menos, desse cara, um barulho extremamente igual. Muita gente que pensou: ah, ele tá fazendo propaganda, é todo um, uma publi disfarçada, daqui a pouco ele vai falar do filme. E ele mesmo já vem em público falando que não tem nada a ver.
Eu falei com o Bruno Bocchi agora há pouco, ele tava nessa ideia e falou: Edson, o que você acha? Será que não é um marketing em cima do filme? Eu falei: pelo que eu conversei com ele não tem nada a ver. Assim, uma pessoa simples não tá fazendo propaganda de filme nenhum. E foi uma baita coincidência essa questão do barulho, né, de parecendo uma catraca.
Teve algum relato, Edson, de outros?
Tem vários, tem vários. O Lauro Miguel lá do Caso Cláudio, ele publicou nas redes sociais dele agora um caso que ele entrevistou lá na região de Minas Gerais, em que um promotor tinha escutado esse tipo de barulho também, né? No caso da Operação Prato também é relatado esse tipo de catraca, né? No litoral paulista eu já investiguei alguns casos, poucos, mas que tinha esse barulho quando dá proximidade do OVNI. E o interessante é a característica do OVNI que ele filmou, né, que aquele objeto comprido, né.
Eu tô até com um desenho do Mike aqui, ó, e é o típico, é o típico disco voador, é o que ele viu. Ah, tá, ele filmou, só que na filmagem você vê as luzes, né. E inclusive eu falei assim, ah, mas que cor que eram essas luzes? Aí ele falou, tinha diversas cores, inclusive ele falou lilás, né, que é meio um arroxeado ali, um lilás. Essa parte de baixo era fogo, né, era vermelho, né. Então ele tinha uma parte baixa ali que era bem vermelha e o resto das luzes eram multicoloridas.
Se a gente for pensar num drone Geralmente ele vai ter luzes verde, vermelha, branca, né, talvez, mas não tem outro, não tem luz lilás, por exemplo. E a gente vê que esse objeto ele tá bem baixo ali, porque eu dei uma olhada no Flight Simulator, aliás, no Flightradar, né, o Flightradar ele te dá os voos que ocorreram ali, horário, tudo, E tem, por exemplo, drone passando ali naquela região. Só que eu peguei especificação do drone, inclusive algumas imagens, filmagens, né, desse drone, desse tipo, e durante a noite não tem nada a ver com aquilo que ele filmou, que tá a baixa altitude.
E esse drone que passou por ali na região Ele é um drone agrícola grande também, mas ele leva, do percurso que ele fez, né, de Santa Catarina até Curitiba e passando ali por Campo Largo, ele levou 40 minutos, né. E pelo que ele comentou, é, o objeto ficou ali parado pelo menos 20, 30 minutos, né, naquela naquela mesma região ali. Então o drone, ele passa e vai embora, ele não vai ficar parado ali em cima da lagoa, segundo ele, né, onde tem ali uma lagoa.
É, o Schwarza, por exemplo, ele deu uma tentando explicar, né, esse fenômeno. Ele falou: ah, de repente é um barco que tá navegando ali naquela lagoa tal. Só que a lagoa é pequena, estreita, e não ocorrem passeios turísticos ali de barco. Então essa possibilidade de ser um barco também está totalmente descartada. E o interessante, eu não sei se dá para colocar aí, eu pedi para colocarem aí um vídeo que foi feito lá em Cláudio, dia 14 de fevereiro de 2026, que lembra muito o que o Mike filmou lá em Campo Largo, no Paraná. Então, só para a gente ter uma ideia, tem como colocar esse vídeo aí?
Tem sim. A Fábio, a Fábio se manifestou sobre esse caso.
Sim, sim, vou falar sobre isso também.
Beleza.
É, que que esse vídeo Aí, aí é um vídeo feito pela Jéssica Rodrigues no dia 14 de fevereiro de 2026, lá em Cláudio, em cima de um morro também, um objeto desse com várias luzes, né, que ela acabou filmando em companhia da família. Tava os filhos, tava o marido, né, ali. E lembra muito esse objeto profusamente iluminado que o Mike Leão Filmou lá a partir do sítio dele, né, numa região assim bem, bem erma mesmo, cheio de mata. Tem bicho lá, como foi falado, onça, cobra, um monte de coisa.
E realmente aconteceu essas mutilações, algumas estranhas, não só no sítio dele, mas em sítios vizinhos que não ficam tão próximo da propriedade dele. Mas alguns fatos podem ser explicados por predadores, né, animais selvagens e não OVNIs. Agora, uma coisa que eu explorei com Mike hoje pela manhã, porque a gente tá pensando em viajar para lá, ou no dia 8, no dia 9, ele só tá vendo com o pai dele porque Ele tá com um pouco de medo, né, essa situação toda, as pessoas querendo ir para lá e conversar com ele.
Então ele não se sente à vontade de ficar sozinho no sítio. Então ele quer parentes ali ao lado dele para que ele possa atender, né, pessoas diferentes que ele não conhece mesmo, porque ele nunca teve assim acesso a essa questão de ufologia. O trabalho dele é outro, com animais, né, que ele pega para cuidar ali no sítio, né. E como você bem falou, falando agora da Fábio, ela foi consultada e eles responderam o seguinte. Tô aqui com a resposta.
Eles falam assim: no dia 31 de maio, nenhum objeto foi identificado pelos radares de defesa aérea ou reportado por aeroportos locais com informações de objetos desconhecidos. O controle do espaço aéreo ocorreu dentro da normalidade. Quem informou isso foi o DSEA, que é o Departamento de Controle do Espaço Aéreo da Força Aérea Brasileira. Então eles falaram que não houve nenhuma detecção Não houve nenhum reporte ali de algo anômalo na região ou pelo aeroporto, né, ali mais próximo, que aí seria o de Curitiba, né, o CINDACTA ali.
E a gente então, da aeronáutica, não teria ali uma explicação. A gente não sabe se de fato não teve, mas é a resposta oficial. O Mike, ele recebeu também é um documento é que seria possivelmente da ABIN. Quando eu vi esse, esse documento que ele publicou nas redes sociais, imediatamente, como eu sou conhecedor de documentos militares da ABIN, tudo mais, eu vi que não era do padrão da ABIN. Além do mais, tava muito mal escrito, né, tinha alguns erros ali estranhos.
E logo que olhou, falar: isso aqui é fake, alguém provavelmente mandou para o Mike lá para assustar ele de alguma forma. Mesmo porque a gente vive aí uma onda de negacionistas, né, dentro da ufologia, ou mesmo algum militar, sei lá, de de repente querendo abafar o caso, já que tomou essas grandes proporções. E aí mandou esse documento fraudulento para tentar intimidar a testemunha. Isso às vezes ocorre, né, ou uma brincadeira, né, que foi feita ali, uma brincadeira sem graça, né, ao meu ver, né, porque fazer isso com uma testemunha do calibre ali do do Mike, né, que é uma pessoa simples e que você vê que tem bom coração e tudo mais.
Então eu achei meio deselegante esse tipo de atitude, e que pode ser de responsabilidade de alguém ali que realmente é um negacionista da ufologia. Outra coisa que me saltou aos olhos— Oi, pode falar.
Queria até para colocar nessa história que ele tá falando com você. Você viu a declaração que a Veja publicou do Spielberg em relação ao filme, em relação ao ET de Varginha? Não, sim, queria colocar essa história junto.
Opa, vamos falar disso! E aí, então, o Spielberg é o Spielberg, e ele falando que os Estados Unidos levou embora duas criaturas, né, que ali de Varginha, né, do Brasil, do caso Varginha, é provavelmente ele tem alguma informação privilegiada que os outros não têm, né. E vindo do Spielberg, né, e principalmente nesse momento em que ele vai lançar aí o filme O Dia D, eu acredito aí que é um peso forte, né, para o caso Varginha, né?
Então a gente não sabe se no futuro, com esses lotes que vão ser liberados aí posteriormente pelo Donald Trump, né, pelos órgãos ali de inteligência no Departamento de Guerra, no CIA, se vai vir alguma coisa do Brasil. Eu tô esperançoso que venha. E se vier alguma coisa de Varginha, vai ser muito bom para a gente até confrontar algumas pessoas que não acreditam aí no caso, não acreditam que algo de fato tenha acontecido em Varginha, né?
E eu queria só falar mais uma coisa a respeito do Mike, que durante a nossa conversa que nós tivemos pela manhã, eu perguntei para ele se ele já tinha tido algum sonho ou teria avistado alguma coisa relacionado ao fenômeno OVNI. E ele me falou que uma vez teve um sonho, é, num outro local, né, é, e que seria um ser pequeno, magrinho, meio cinzento, que eu interpretei como poderia ser uma espécie de grey, né. Então, se já existe é um indicativo, mesmo que em sonho, é às vezes daí é uma lembrança de algo que pode ter acontecido com ele no passado e que agora é esses contatos, essas coisas pode ser que estão tendo a continuidade, né.
E por isso que ele acabou filmando. Outra coisa que eu perguntei é se a família dele tinha um histórico de avistar esses fenômenos luminosos. Ele falou para mim que o pai, ele sabe que o pai já viu alguma coisa relacionado a luzes estranhas. E um outro pesquisador que é de Ponta Grossa, que é o Dirceu Klemba, que faz parte da ANUBIS também, eu também faço parte atualmente da Anubis, ele parece que vai lá para região, pois tem um fazendeiro próximo que é amigo e que inclusive ele disse que tem outros casos de avistamento na região, o que confirma que vez ou outra esse fenômeno ufológico ele é avistado ali naquela região de Campo Largo, e redondezas também.
Vê lá, muitas pessoas mandaram aqui no chat uma localização no Google Maps e eu fui consultar.
A gente pode colocar para o Edson, para ele dar uma olhadinha?
Não quis, não, não é pegadinha não. Colocando essa localização, né? Eles colocaram aqui uma localização próximo ao Rio Takanis, aqui no sul do Brasil, e olha só, Tá marcado aqui, tem um negócio diferente aí. E olha só, o próprio satélite tá mostrando isso. Ah, não é possível, cara.
Então, apesar que isso daí é antigo, tá? 2023, né? 2023, não é de agora não, mas é estranho. O que seria isso?
Se é um lugar que tem habitação, pode os cara tá sempre lá, né?
Então, mas não tem como você pousar aí alguma coisa. É esquisito, né? É mata. E isso que aparece aí é um defeito do Google Earth, né? É alguma coisa que realmente aconteceu? Então não dá para saber. Por quê? Porque assim, o Google Earth é um negócio estranho, né? Por exemplo, no caso Cláudio, eu tentei acessar algumas regiões que eu sabia que teve pouso lá, E curiosamente, a área, ela está pintada muitas vezes de verde, de vermelho, de azul, de amarelo.
A gente não sabe qual a significação que tem, né? Qual o significado dessas cores aí? Por que que eles tarjam alguns locais e outros não, né? Então fica difícil. E como isso daí também é monitorado o Google Earth é dos Estados Unidos lá, pode ser que seja alguma coisa que eles manipulam de alguma forma, né? Tô jogando aqui, né? Mas eu acho muito curioso. E esses, esse negócio que foi encontrado aí parece um jato aí, um negócio meio arredondado.
Ele, ele realmente é curioso, é, mas não dá para, não dá para associar esse caso de 2026, porque aí são fotos antigas de 2023.
Tá certo, Edson. Obrigado demais. Com certeza teremos mais novidades semana que vem e a gente chama de novo para—
beleza. E só dando um toque aí, o pessoal fica de olho que logo logo deve ter o terceiro lote sendo liberado aí pelo Trump, né? E é bom tá analisando esses documentos Mas é só uma dica: o deputado Eric Burleson, ele disse que pode ser que no terceiro lote venha alguma contaminação, ou seja, alguma desinformação. Ele que falou isso, né? Então vamos ficar atentos aí e antenados nesses novos documentos, vídeos que certamente virão.
E eu tendo novidades lá do do Mike, que eu vou para lá semana que vem, eu depois trago aí em primeira mão para vocês. Porque se ele topar também fazer alguma hipnose, alguma coisa, a gente vai auxiliar lá no processo.
Tá bom, se você puder filmar alguma coisa, a gente mostra no jornal aqui semana que vem, tá certo?
Fechou, fechou.
Até mais, obrigado, Vilela.
Grande abraço, tchau tchau.
Mada, voltando para política, tem um vídeo do Lula circulando aí que ele fala de enforcar o Flávio. Você viu isso daí? Alguma coisa de enforcamento, de brincadeira?
É o seguinte, eles estão falando de enforcar. Ele falou, é um, como é que eu vou explicar? O Lula tava falando, o Lula falou o seguinte, que os traidores da pátria tem que ser enforcados como foi enforcado o Joaquim Silvério dos Reis. Quem é Joaquim Silvério dos Reis? Quem é que lembra?
É o Tiradentes?
É o que dedurou o Tiradentes. Ah, o que que aconteceu? No caso, Tiradentes era o quê? Aqui era a coroa portuguesa que cobrava um imposto de 20%, que era chamado a derrama. Então Uma organização da população, sim, surge contra a coroa. Portanto, os traidores são eles, tá? Porque eles que estão contra a ordem estabelecida. Inconfidência mineira. Inconfidente é exatamente quem tá aí. Um cara que é favorável à coroa portuguesa, que é o regime vigente, vai lá e dedura o Tiradentes.
Que é o Joaquim Silvério dos Reis. Então assim, primeiro que ele não traiu a coroa, e depois que o Joaquim Silvério dos Reis também não morreu enforcado. O Joaquim Silvério dos Reis ficou riquíssimo com a delação que ele fez e morreu de causas naturais. Então assim, é um vídeo esquisitíssimo ele falando Joaquim Silvério dos Reis, que foi o traidor da pátria. Ele não foi O outro patriota foi o oposto. Ele era o cara que era o vassalo dos governantes.
Entendi.
Então foi isso. E também não morreu enforcado.
Então a informação é toda truncada, a informação.
Não, é—
Mas ele queria passar um recado para o Flávio, certo?
É.
E para o—
Sabe o que eu acho muito curioso agora? Essa história, os patriota agora são a esquerda, é isso?
É.
Eles estão usando usando toda linguagem que era típica da ditadura militar, traidores da pátria, soberania, é, tá usando essa linguagem.
É, eu não acho que isso é amarelo, daqui a pouco vão, ele já pediu, né, pediu o quê? Ele falou para usar verde e amarelo, é mesmo? Sim, é porque é a Copa do Mundo também, né? A galera já vai usar o verde e amarelo, né?
Então, né, mas a camisa do goleiro é vermelha.
Então aí houve esse vídeo, assim, tudo que acontece é que o entre assim na corrida presidencial nesses dois grupos populistas, a galera fica muito nervosa, a galera ficou muito defendeu que não sei o que, o Flávio, o outro também defendia metralhar, petralhada, a linguagem dos políticas populistas, ela é uma linguagem assim: se não tá comigo, tem de ser aniquilado. Aí o grupo que é fã do Lula, que tem uma profissão que é muito interessante no Brasil, que é o tradutor de político, a gente não tá em condição de entender o que ele fala, tem um pessoal que traduz para a gente, traduz, que não é essa barbaridade toda que ele falou.
Não, não, não, na verdade ele tá falando uma coisa linda. Então assim, a linguagem do Lula é uma linguagem que é filosófica, Violenta. Ele tem uma linguagem violenta. Eu acho, eu acho assim, pela minha experiência, eu faço cobertura política desde 1996, cobri a campanha do Lula em 2003 de perto, cobria ele como dirigente sindical antes. Eu acho que ele não tá, tem hora que ele não tá falando coisa com coisa mais, nem parece a mesma pessoa.
É, ele falou agora que não é comunista, né?
Que ele é cristão conservador, é, e aí católico, ele é católico, e ele é mesmo, e no catolicismo é proibido ser comunista. Mas tem declarações dele falando no passado, aí tem um mês antes falando eu sou comunista, eu tenho orgulho de ser, não é, não, assim, tem de agora dele falando Flávio Dino, ele fala que ele é comunista, aí depois ele volta atrás, mas aí tem a equipe de tradutores de político, porque assim, nossa, não foi isso que ele quis dizer.
Que quando a pessoa fala assim, não, não foi isso que ele quis dizer, ele, esse povo é telepata do político deles, né? Tudo pet de político. Eles é que nem minha cachorra, por exemplo. Se eu fizer a maior barbaridade do mundo, minha cachorra vai me amar igual.
É capaz do meu filho, quando abrir a porta, ela vai te lamber, vai te—
e esse pessoal age assim com político. Sabe que eu tava ontem ontem com o Geraldo Rufino, sabe? E o Geraldo tava falando uma coisa muito interessante, que ele vê esse pessoal que tá apaixonado por um lado e pelo outro. Ele falou que outro dia ele achou a metáfora perfeita na fazenda de gado da filha dele. A filha dele faz uma linha de gado, e aí vão indo todos para lá, e ela tira uns. Não, esse não tá indo para lá, esse vem para cá, esse vem para cá, esse vem para cá, Como se fosse direita, esquerda.
Esses vão para cá e esses vão para cá. Aí ele: filha, essa aqui da direita, ele tá indo para onde? Ah, é gado de corte, tá indo para corte. E esse você tirou do corte? Isso, tirei para engordar mais, que ele vai para o corte depois também. Então as pessoas estão indo para o mesmo destino achando que estão indo para destinos diferentes. E aí assim, o Lula hoje teve uma participação porque ele foi aproveitar, leu Twitter dos filhos do Bolsonaro e não sei o quê. Mas quando ele se empolga muito nos discursos, ele fala muita groselha, né?
Pessoal deve ficar desesperado, né, quando ele começa a se empolgar e começa a falar. Nossa, você imagina, não lê discurso, né?
E não tá mais—
eu vi o Lula no auge assim, não acho que ele tá meio Biden, acho.
E aí é perigoso, não tem informação disso.
Tá, é axômetro total, mas assim, corre o risco de um debate acontecer o que aconteceu com Biden, né?
Sim, porque não tá, não tá assim.
O Lula sempre foi muito bem em debate, e se ele não tiver em condição, vai ficar muito evidente no debate.
Ele sempre, o que ele fala, que todo mundo fala, não, o Lula sempre falou essas bobagens. Não, ele sempre escorregou com grosseria, sempre escorregou com preconceitos, mas você não— o cara chega no meio do país inteiro que está sofrendo com o tráfico de droga e fala o traficante é vítima do usuário. Ele nunca fez esse tipo de coisa. O cara enforcou o Joaquim Silveiro dos Reis. Pois é, é muito esquisito, é muito esquisito. De onde que ele tirou que enforcaram o Joaquim Silveiro dos Reis, eu olhei aquilo.
Vamos reescrever os livros de história agora, porque tem que adaptar, né?
Não, e ele falou numa certeza, ele acostumou a falar o que ele bem entende e sabe que quem tá com ele abraça isso. É como a Madá falou, inventa uma história como se ele tivesse quase filosofando. É, e tá tudo certo, exatamente. Discurso e tá tudo bem.
Sabe que eu assessorei, que é figurão? Eu lembro que eu fui contratada para assessorar, assessorar discurso, tudo. Aí ele tava fazendo um discurso que ele tinha feito um erro, e era um discurso que em cadeia nacional de rádio e televisão. E eu interrompi, falei: olha, o senhor que sabe se regrava ou não, mas o senhor falou tal coisa com um erro. Porque eu, como assessora, Eu tenho que fazer sair um melhor produto dali. E ele tinha falado uma palavra errada.
Aí ele falou para mim: "Ai, obrigada, eu vou gravar outra vez." Negócio de 30 segundos. E regravou e ficou ok. No que o homem sai, as pessoas que já eram mais antigas ali olharam para mim e falaram: "Você está louca?" E eu que tinha acabado de sair de São Paulo, nunca tinha feito parte de staff assim, E eu olhei assim e falei: "Como assim, louca? Se o discurso vai daquele jeito, o país inteiro vai rir desse homem, ele vai ficar p da vida com a gente." Não, você não fala pra uma pessoa nessa posição que o discurso dela está errado.
O próprio staff, eles deixam o cara quebrar a cara e ficam falando: "Não, é a imprensa que implica. Não, isso aí é intriga da oposição. Não, isso aí não sei o quê." Por quê? Porque puxando o saco, eles ganham benesses. E aí depois o cara se ferra, eles largam o cara lá e já fizeram a vida deles. Então assim, essas pessoas que estão— o poder é solitário, né? O poder é solitário. E às vezes a pessoa acha que tá rodeada de pessoas que gostam dela, que isso, que aquilo, mas não é. E a gente vê eles perderem a noção, né? Perde muito.
Tem um vídeo do Joel ainda sobre o PCC e o CV, que a gente teve que ir direto para o ET, caso do alienígena, por causa dos convidados. Vamos voltar então, coloquem o fone por favor e a gente comenta. Solta o vídeo aí, diretor.
Fala pessoal, tudo bem? Vilela, Ricardo, Fernanda, espero que vocês estejam bem aí. Bom, vamos comentar um pouco sobre essa questão de transformar o CV inserir o PCC em grupos terroristas. Essa ideia, ela é uma ideia americanizada, né, ela vem dos Estados Unidos. O Trump já tem investido nessa nomenclatura em vários países da América Latina, principalmente da América do Sul, onde estão os produtores da cocaína: Colômbia, Peru e Bolívia, mais especificamente.
Primeiro, ele declarou que os grupos dos cartéis mexicanos, que são os principais responsáveis por inserir a droga nos Estados Unidos, como grupos terroristas, para poder intervir, principalmente, né, naquela região, no México. Já faz muito tempo isso, inclusive. E aí agora tem essa investida em cima das facções criminosas da América do Sul, que inclusive crescem muito, tá, se potencializaram muito. Mas isso tem dois vieses, tá.
Um é político eleitoral, obviamente, e o outro é da política internacional norte-americana. Primeiro, existe grupos no Brasil que ele já tem adotado o nome narcoterrorista, e isso vai ser usado nas eleições partidárias, tá? A outra face dessa questão é a face da política internacional norte-americana de combate às drogas, que acaba tirando um pouco da autonomia e da soberania dos países em que eles se inserem. Bom, o Donald Trump então, ele declarou junto com o Mark Rubio que seria esses grupos, o PCC e o CV, mais especificamente, seriam terroristas, tá?
E aí o CV e o PCC, eles seriam terroristas porque eles têm uma atuação internacional já significativa, tá? Principalmente PCC, que tá hoje em 28 países, inclusive no próprio Estados Unidos. Bom, mas como ficou essa situação e esse impacto aqui no Brasil? Houve um conflito de legislação. Estados Unidos declara que essas duas organizações são terroristas, porém a legislação brasileira diz que eles não são, porque segundo a legislação, terrorista é o grupo que faz ataques e causa terror por motivos políticos, xenófobos, raciais, enfim, religiosos, por intolerância religiosa principalmente.
Então, na legislação brasileira, esses grupos não se encaixariam, tá? E aí teria que ter uma modificação dessa legislação para o Brasil fazer isso, e teria que respeitar todo um processo. De minha parte, eu digo que as facções criminosas, elas têm que ser muito bem combatidas, elas têm que ser inclusive extintas, tá? E no caso, a discussão popular sobre isso é sobre nomenclatura. As facções criminosas, o nome facção, ele já não dá mais a sensação de como elas são perigosas e têm que ser combatidas, porque elas são realmente ultra-violentas.
E aí narcoterroristas meio que traz um peso que a população tem adotado. E logicamente que esse argumento será usado na campanha eleitoral, dizendo que a esquerda não quer que nomeie os caras como narcoterroristas e a direita quer que nomeie os caras como narcoterroristas. No fim das contas, não muda muita coisa Nesse combate às facções criminosas que não tem sido, que apesar de ter sido, estar sendo feita aqui no Brasil, ela não está surtindo os efeitos necessários que deveria se surtir.
O PCC hoje, por exemplo, é uma das maiores empresas do Brasil, legais, claro, e ela produz aí, tem um lucro de 12 bilhões por ano, tá, numa movimentação de pelo menos 20, 30 bilhões com lavagem de dinheiro e outras coisas, e o Comando Vermelho também. Mas enfim, essa é mais ou menos a discussão que a gente colocou aqui. Do ponto de vista do que mudaria, é que os Estados Unidos, ele vai fazer um combate a essas organizações criminosas como faz combate ao terrorismo.
E no Congresso norte-americano, a partir do momento que você chama grupos de terroristas, é mais fácil de você conseguir permissão para invadir outros países ou para fazer intervenções em outras localidades, que propriamente seria, né, nos três países produtores de cocaína e obviamente aqui no nosso país. A gente vai ver em cenas dos próximos capítulos. Algumas coisas importantes é que o maior especialista, por exemplo, em PCC do país, que é o Lincoln Gacchia, ele se coloca contra, tá?
Ele dizendo que isso pode complicar um pouco a cooperação entre Brasil e Estados Unidos na questão terrorista, porque isso vai para CIA e não ficaria, por exemplo, no FBI e na DEA, tá? Mas enfim, são essas questões aí. E contrapartida, muita gente coloca que chamar os caras de narcoterrorista e considerar grupos terroristas melhoraria aí o combate. Beleza? Porque as pessoas acham que o cara vai tacar um avião, né, nos Estados Unidos vai tacar um monte de bomba.
No Brasil, e matar todo mundo dentro de favela, muitas vezes. Mas não é, o processo é muito mais demorado, muito mais complexo. Falou, pessoal, até mais, um abraço.
Valeu, Joel. Joel tá magrão, né, o homem? É verdade, tá emagrecido, né? É, cara, tá bem. Será que tá no monjaro? Será? Vamos perguntar para ele. É verdade. Seguinte, quer completar alguma coisa, Madá, Fernanda?
Isso que ele falou da nossa lei de terrorismo no Brasil é uma coisa muito curiosa, porque é uma das— é uma— a gente tem muita lei mal feita, mas essa é muito mal feita. Porque no mundo inteiro tem variações, mas o que é terrorismo? O terrorismo é o tipo de ato que você faz para provocar terror social.
Estabilidade.
Tanto faz a sua motivação. O cara que é um, sei lá, eles juntam lá 3, 4 indivíduos que eles têm uma crença maluca e faz um ato de terrorismo, sei lá, explode um posto de gasolina com gente dentro, não sei o quê, é terrorismo. Quando foram fazer a lei, eu lembro quando você viu o salve do PCC em 2006, aquilo não é um ato de terrorismo?
Com certeza.
Só que não tinha. A nossa lei de terrorismo é de 2016. E aí começou uma briga porque o povo da esquerda não queria que determinadas, não organizações criminosas na época, mas que movimentos sociais que praticavam atos de terror, o MST fazia, à época era muito falado, eles não queriam que entrasse. Então a nossa lei antiterrorismo não é praticar atos de terror social? Tem que ter o ato de terror social, mas só se aqui, olha, se for por razões de xenofobia, discriminação, preconceito de raça, cor, etnia e religião.
Então, se você fizer um atentado terrorista político, não é um atentado terrorista para fortalecer uma organização criminosa, pela nossa aí não é terrorismo. É, sabe aquelas coisas que começa aqueles embates que vira emocional? Não podemos criminalizar os movimentos sociais. O povo caiu no barulho, acabamos com isso aqui. Eu não sei se você lembra, antes de ter o 8 de janeiro, você lembra que teve um cara que tava tentando explodir um caminhão tanque?
Ele mesmo se explodiu, não é esse caso?
É um que tentou explodir um caminhão tanque lá em Brasília, na entrada do Aeroporto, não, o cara tentou explodir um caminhão tanque que ia explodir aviões no aeroporto de Brasília. A Débora do Batom tá presa, esse cara já tá solto. Olha só, não é terrorismo porque não é em razão de xenofobia, de razão era político. Então o cara pegou 5 anos de cadeia, cara. E isso é uma coisa que precisa ser corrigida com urgência, porque Porque essa coisa do terror transnacional, arregimentar pessoas, ela está ficando cada vez maior.
Só o Estado Islâmico arregimentou, via internet, num período de 10 anos, 40 mil jovens ocidentais e levou 3 mil para morar lá. Então é algo que precisa ser corrigido e não é difícil, é uma lei ordinária. Basta corrigir, né?
Pois é. Vamos de Papa, vamos falar do Papa. É o seguinte, temos aí o Tiago, que já tá na linha, né, tá na linha aí com a gente. Toda quinta ele tem o E se for verdade. Semana passada foi sobre o segundo lote dos arquivos UFO e hoje ele vai falar sobre o Papa Leão XIV.
É isso, Leão XIV.
Cadê o Tiago?
Fala, Vilela, boa noite, boa noite, Fernanda. Boa noite, Madá, tudo bom? Como é que vocês estão?
Boa noite, Thiago!
E aí, hein, que que você tem essa semana para gente?
Nessa, nesses últimos dias aí, agora no mês de maio de 2026, o Papa Leão XIV, ele fez uma encíclica que chamou a atenção do mundo, porque nessa encíclica ele tá falando a respeito de algo que possivelmente pode causar a maior guerra, ou pelo menos a maior arma de guerra que o mundo já viu, e que pode inclusive acabar com a humanidade. O Papa Leão XIV, ele tá falando da inteligência artificial, mas existe algumas informações por trás disso que é importante observar, e que foram teorias que a galera começou a levantar em cima disso, que chega a não fazer muito sentido, até porque o Papa se juntou com o CEO da empresa Anthropic, que é daquela produtora do Claude, né?
E ele participou do lançamento dessa encíclica. Então ficou um negócio meio que numa contramão, né? Se ele tá falando sobre a regulamentação da inteligência artificial, sobre os perigos daí, sobre um freio na inteligência artificial, ao mesmo tempo ele tá colocando alguém que é envolvido com a inteligência artificial, que é o Antropic para participar disso, sendo que a Antropic é uma das empresas que tá envolvidas nisso. Então esse é o início da conversa aí, o Vilela.
Para onde é que vai essa história, né? Posso continuar ou você quer fazer uma observação aí?
Continua que eu tenho umas perguntas aqui.
Vamos lá. Beleza. Essa encíclica, ela chama Magnifica Humanitas. Agora, é importante observar que Esse não é o primeiro Papa que fala sobre isso. O Papa Francisco, em 2025, em janeiro de 2025, ele chegou a fazer uma publicação de uma outra encíclica, mais ou menos nesse mesmo viés do Papa Leão XIV, falando sobre o uso da inteligência artificial de uma forma mais leve. Mas somado a isso, a gente tem uma outra encíclica de Bento XVI, lá em 2009, que chama Caritas in Verità, que fala a respeito da necessidade do mundo criar um governo único global com um único líder que pudesse sanar os problemas da humanidade.
Inclusive, uma reportagem como essa chegou a passar na época até no Jornal Nacional. Eu tenho vídeo ainda até hoje do William Bonner dando essa notícia, né, dizendo como o mundo precisaria de um novo líder global, um único líder global que mandasse em todos os presidentes de todas as nações. Então, quando você observar uma informação como essa, você percebe que ela aparentemente tá truncada, né? De um lado você tem papas falando sobre a criação desse único líder, a única forma de se criar um único líder mundial hoje é por meio da tecnologia e por meio da inteligência artificial.
E agora você tem o Papa Leão XIV contra isso, mas ao mesmo tempo interligado com o CEO de uma empresa como Anthropic. A Anthropic tem ligações com a Palantír também, quando a gente fala de áreas militares, né, sistema de defesa militar. A Palantír é de um homem que se chama Peter Thiel. E tudo isso então fez com que pessoas observassem essa situação com aquilo que está descrito no livro de Apocalipse, quando a gente fala das bestas, né, uma besta que se levanta do mar, outra vez que se levanta da terra, são poderes político-religiosos que estão envolvidos nisso tudo, e que parece que tá acontecendo isso aos olhos do mundo, principalmente quando a gente fala da inteligência artificial que vem para impulsionar, trazer força a tudo isso.
E aí a gente tem a marca da besta e por aí vai, toda aquela história lá que tá descrita no livro de Apocalipse.
Pois é, cara, a besta do mar ela tem o nome, né?
Olha, ela não tem um nome específico, Vilela, mas a gente pode entender que essa besta que sai do mar ela sai do meio de pessoas, porque as águas representam pessoas, né? Todo livro de Apocalipse, ele é totalmente figurativo. As águas representam pessoas. E esses poderes, quando eles, quando o profeta João cita ali a besta, né, ele tá falando de algo que é uma monstruosidade, algo muito, muito poderoso. E a gente entende isso como um sistema político e também um sistema religioso, porque Ela fala como um cordeiro, e por aí vai, né?
Então são dois braços que estão envolvidos de uma forma gigantesca. Hoje a gente vê a junção de um sistema político-religioso, principalmente quando a gente fala do catolicismo romano, e temos um papa americano, né, na situação, nesse momento em que estamos vivendo.
Essa comparação com o Papa XIII, que que você acha, que fez um ano semelhante em relação à Revolução Industrial no final do século 19.
Olha, Vilela, eu não tô sabendo a informação do Papa. Qual o nome desse Papa? Você falou 13.
Engraçado, porque é isso, é Papa Leão XIII, e agora é o Papa Leão XIV.
Ah, o último, último Papa Leão, né? O último Papa Leão falou sobre a Revolução Industrial.
Cara, faz muito sentido numa nova revolução, né? Agora a Revolução Industrial, ter esse tipo de quarta.
Perfeito, perfeito.
A gente tem a quarta Revolução Industrial agora. O que que é a Quarta Revolução Industrial? É justamente a substituição do trabalho pesado humano pelo trabalho de máquinas, de robôs, né. Você vê que robôs humanoides já vão começar a chegar ao mundo, podemos dizer assim, civil, né, de uma forma grande. Até então a gente tem os robôs humanoides no meio empresarial, né. A Tesla, por exemplo, vai fazer com que a partir dos próximos anos Elon Musk seja o primeiro trilionário do mundo, justamente pela venda de robôs humanoides.
E isso vai trazer então com força essa quarta revolução, a substituição do trabalho humano pelo trabalho de máquinas, e encaixa perfeitamente, né, com esse, essa encíclica aí do Papa Leão XIII, somada agora com uma nova revolução do Papa Leão XIV.
O Papa Leão XIV, ele faz algumas referências ao Papa Leão XIII. Então, logo que ele uma das primeiras falas dele é fazendo exatamente essa comparação, que o Papa Leão XIII passou por uma revolução industrial e ele estava passando pela próxima revolução industrial, que seria a inteligência artificial. E aí tem mais um dado que eu acho muito interessante, que é o seguinte: você sabe qual é a formação do Papa?
Esse? Não, esse não.
Ele é matemático.
Olha só.
Ele é de exatas. Ele é um... Um, ele tem um perfil diferente porque ele é um reitor universitário, um cara da área de exatas. Então assim, ele com esses caras de tecnologia é um passo além, né, dos outros papas com os caras de tecnologia. É algo diferente que a gente tem ali.
Pois é. O Thiago, obrigado demais aí pela participação. Que que, qual vai ser ponto de quinta-feira?
Na quinta-feira, o Vilela, às 11 horas da manhã, no programa Será que é Verdade, transmitido aqui no Inteligência Limitada. A gente vai falar sobre um lado oculto da Maçonaria, que no caso é uma sociedade secreta chamada Skull and Bones.
Maçonaria, que é uma sociedade discreta, e Skull and Bones, essa sim é uma sociedade secreta. Obrigado demais. Tiago, valeu, Vilela! Quinta-feira, 11 horas, Será Que É Verdade? Até semana que vem, falou!
Obrigado, valeu, pessoal!
Boa noite, tchau, Fernanda!
Tchau, tchau, obrigado!
Agora para ficar aterrorizada com as notícias que você traz. Então vamos para o giro de notícia.
Eu nem sei se eu vou aterrorizar a madame, mas alguém depois dessa noite assim, então tanta coisa que a gente falou, então eu tô com medo com medo dos ET, que eu tô com medo do ET até agora.
Vai chegar em casa, tem um cara lá.
Pelo amor de Deus, Vilela, a gente nem sabe mais o que vai encontrar.
Eu já tô ouvindo barulho. Para com isso, Vilela, pelo amor de Deus.
Eu morro de medo de ET.
Aí vai vir meu pai comendo sopinha.
Você viu a atriz lá, principal, que faz o papel da jornalista? Você sabe que ela que fez os barulhos, né?
Ela que fez aqueles barulhos?
Não sabia. A Bia, ela tinha duas opções: a inteligência, utilizar inteligência artificial, ou se aventurar. Na hora ela falou: não, eu faço, eu faço desde criança. Não, para com isso, pelo amor de Deus! É sério, você tem que assistir essa entrevista, você que gosta.
Aí você vai mandar essa entrevista para mim? Aí não vou dormir hoje.
Tô te falando, foi ela que fez. Gente, nossa, no meio do mato, que foi um momento assim que o set parou. Olha só, não, gente, que faz?
Mas você já imaginou? Você tá ali, ela fazendo aquele barulho? Eu tava correndo até agora, eu sumia também. Imagina, eu tô fora, eu morro de medo, eu tô fora.
Mas vamos de giro de notícia então, diretor, roda a vinheta. Fernanda, que que temos essa semana?
Olha, vamos lá, né? Eu vi uma coisa que acho que vai ser bem interessante. Aliás, aliás, vamos aproveitar a estreia da Mandaki, né? Que é o seguinte, olha, o Ornei Alves, que se apresenta nas redes sociais como um operador de motosserra, ele é o maior operador de motosserra, não é qualquer Ele já tá certo. Ele viralizou recentemente, sabe fazendo o quê?
Motivo muito inusitado, usando motosserra em alguém.
Não, nada disso, nada disso. Aí ele já tá craque. Ele aparece demonstrando uma habilidade muito incomum: manter o equilíbrio. Duvido que você faça isso.
O quê?
Sentado sobre um pau de madeira, mas não é qualquer pau. Olá, ela não é assim, a mais de 3 metros de altura. Nas imagens, Ornei surge apoiando as pernas no pau e impressiona pela estabilidade, dando a sensação de que estaria até flutuando. Sim, eu não tinha gravação, ele ainda faz isso.
Já se equilibrou em cima de um pau?
Lá ele é comigo não.
Manda aí, mano.
Quero muito que vocês conheçam Ornei.
Tem áudio?
Tem áudio, porque ele faz comentários.
Ah, tem? Então vamos lá.
Conheceu o Orlei?
By Orlando Orfei. Cadê o Orlei? Cadê o Orlei?
Olha isso!
O quê?
Ele que se diz Jesus Cristo, Deus é mais.
Sales, eles que fala o desafio, compartilha com o Abra o Sol nesse vídeo e manda ele fazer esse desafio aqui que eu faço. Porque aqui é para poucos, porque você tem que ter a profunda, a profundidade. Se você não tiver profundidade, você não consegue fazer esse equilíbrio. Olha lá, esse aqui é para poucos. 2, as 2 pernas no ar, ó.
Agora cruza as pernas.
Eu já tentei cruzar, mas é difícil porque sai de dentro quando você cruza as pernas.
Não chegou nesse ponto ainda, gente. Mas olha o Orlei, esse Orlei, esse vídeo com Álvaro Souza.
Olá, ele que se diz, é isso, mostrando toda profundidade, ó. É isso, eles que fala é o desafio. É o famoso, na minha época no colégio chamava CDF, né, um cara desse não chamava?
Literalmente, não é?
Sabe o que é CDF? Gente, é de ferro, né? É uma toba de ferro. Pois é, rapaz. Cara, mas eu não entendi, tá no furico ou ele deixou meio de ladinho?
Rapaz, eu acho tudo fácil.
Só Arley saberá responder. Mas será que os amigos têm orgulho disso? Gente, isso é perigosíssimo, não façam em casa.
É interessante que ele diz a gente não faz em casa, mas ele fala sobre profundidade, né? Então não dá para entender.
Você que entende de coisa, Romero, o que que você acha? Que, olha, qual é o truque? Tem uma galera lá no bairro que tá acostumado a fazer um truque desse, viu, cara? É desequilibrar em coisas que não devem, cara. Mas assim você não tinha visto tão alto assim? Não, nunca vi. Esse ganhou, viu? Ganhou, né?
Como é que será que ele desenvolveu?
É, foi aumentando o tamanho, começou com E como é que será que desce dali, né?
É, eu também fiquei pensando nisso. Acho que ele tá lá até agora. Eu acho que ele não desce nunca mais. Alimenta-se, se alimenta de folhas.
Quem é, onde vive, né?
Como desce?
Esse cara falou: "Pode ser fatal." Sim, não tentem fazer isso em casa, tá bom?
Gente, pelo amor de Deus, não tentem imitar, não tentem imitar.
Empalado vivo, né? Vai que sai pela garganta, né, cara? Exato, o cara empalou. Empalado é isso, né?
Olha, segunda até ficou leve porque é um feito inusitado que chamou atenção nas redes sociais. Um homem bateu o recorde ao quebrar 110 nozes em apenas 30 segundos usando uma técnica convencional, uma sentada.
Hoje a gente tá falando, caramba, tudo tem a ver.
Eu acho que a gente tá muito relacionado ao momento que o brasileiro tá vivendo, né, essas notícias.
Rapaz, tá difícil hoje, viu, cara?
Mas você é tranquila.
Olha, não dá, Vilela.
No final de ano ninguém vai comer nós, né?
Olha, na verdade, o responsável aí por essa é o Dharmendra Rajbhar. Rajbhar, acho que é. A conquista aconteceu durante um reality show Onde? Na ndia, só poderia, né?
Tem vídeo?
Tem um videozinho aí, ó.
Olha a habilidade dele, gente!
110, nossa, rapaz!
Esse eu gostei.
Coloca um funk de fundo, colocar um funk de fundo aí.
Senta, senta, senta, senta, senta!
Olha, mano, ó, eu admiro gente que é boa em alguma coisa assim. Ô, rapaz, tá difícil hoje, hein, porque um se equilibra no pau, outro senta força, tá? É isso, cara.
Quem comeria as nozes?
Eu não comeria.
Eu achei legal, mas eu não comeria.
Essas nozes vão pro lixo, né?
Deve ter gente que deve ter: ah, eu quero comer essa noz. Claro que deve ter. Se ele vender isso aí no OnlyFans, fica rico.
Olha aí, é isso.
É isso, obrigado demais, Fernanda. Obrigado, Madá.
Valeu, valeu.
De ET, de nozes, terrorismo, orlei.
Tá sensacional.
Hoje foi, hoje foi bem variado, né? É verdade. Que que o pessoal aí, tava tranquilo? O pessoal, olha, participando bastante, viu, galera. Que que o pessoal vai escrever nos comentários? Eu já sei, você sabe, todo mundo sabe que o pessoal vai escrever nos comentários para provar que chegou até o final. Agradecer primeiramente nosso patrocinador, o Estratégia Concursos, que tá patrocinando o episódio de hoje. Se você ainda não deixou seu like, tá panguando, então já deixa o like aí.
Lembrando que você chega no radar do Estratégia para achar um concurso perto de você. E aí, isso aí. E para provar que você chegou no final desse papo, coloca aí: "E te olane!" "E te olane!" Bom, essa pegou. Eu ia resgatar essa também.
Eu também tava pensando nisso.
Não é?
Fernanda, redes sociais, obrigado demais.
Muito obrigada mais uma vez, meninos. Obrigada, Madá, que tá aqui conosco, meu amigo Vilela. E ó, é @fernandacomora. Beijo, gente, boa noite.
O meu, todas as redes sociais, @madeleinelacsko.
Deixaremos no comentário fixado as redes delas, do Marcílio, que hoje não teve com a gente, mas tá sempre com a gente. Lembrando que o Marcílio tem tem vídeo todo dia, né? Todos os dias, sem falhar, sem falhar, sobre política e geopolítica. É, também me sigam no Instagram, Instagram @vilela. Estou perto de 1 milhão, então me ajudem. Eu vou precisar ver um OVNI para chegar em 1 milhão, porque o cara chegou em 1 milhão, foi de 40 mil para 1 milhão.
Você viu, rapaz? Verei um OVNI também. É verdade, eu procuro, viu? Olha que eu procuro lá na minha casa. Procurando. Minha mãe sempre manda uns vídeos de celular tremendo, fala: mãe, é só estrela, é sua mão que tá tremendo. É sério, ela treme, eu falo: não, olha como tá se movimentando. Não, se você colocar num tripé, a estrela vai ficar parada. Então, mãe, não foi dessa vez, mas vamos torcer, né? É isso, Romer, obrigado demais pela presença de você.
O diretor está aqui com a gente, temos a presença também de um médico, o marido da, da Vai que ele aparece. Eu vou contar a história.
Meu Deus, que medo! O coração até dispara.
Ozônio.
Não, é o cara que não precisava. Eu fazendo tratamento com ele, falou: Vilela, tem um tratamento mágico, vamos injetar ozônio no seu ânus. Eu falei: Para quê, doutor? Ele falou: Para ter história para contar. Porque é só isso. E fiz esse tratamento, não vi diferença. Eu Ficou melhor, mas não sei se foi pelo ozônio. E agora ele tem história para contar aí.
Mas pelo menos você tem uma história igual do Orlei para contar, ó.
O Orlei começou assim, você sabia, né?
Primeiro dia está furado no avara.
Tome cuidado.
O doutor perguntou para você: tá sentindo alguma coisa?
Você: sim, estou apaixonado. Boa foi aquela piada, né? Aquela piada com o, como chama o médico lá, o urologista. Cheguei no urologista, cara, primeira coisa que ele falou, abaixa as calças. Aí ele falou assim: Rodrigo, não fique excitado. Rodrigo, não fique excitado. Falei: Doutor, meu nome é Rogério. Ele falou: Não, Rodrigo sou eu.
Depois dessa, valeu, gente.
Fiquem com Deus aí. Até mais, valeu.
As opiniões e declarações feitas pelos entrevistados do Inteligência Limitada são de exclusiva responsabilidade deles e não refletem necessariamente a posição do apresentador, da produção ou do canal. O conteúdo aqui exibido tem caráter informativo e opinativo, não sendo vinculado a qualquer compromisso com a veracidade ou exatidão das falas dos participantes. Participantes. Caso você se sinta ofendido ou tenha qualquer questionamento sobre as declarações feitas neste vídeo, por favor, entre em contato conosco para esclarecimentos.
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