1856 - FACÇÕES TERRORISTAS: CEL. BUSNELLO, ARTHUR DO VAL E DEL HUGGO
ARTHUR DO VAL é político, DEL. HUGGO LEONARDO é delegado de polícia e CEL. BUSNELLO é coronel da PM. Eles vão bater um papo sobre a classificação do PCC e do CV como organizações terroristas. Já o Vilela ficou mais preocupado com a classificação do Corinthians na Libertadores.💡 Encontre o concurso mais próximo de você - https://bit.ly/4sQUX5P
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Já falei pra tu... Prepara o grito que Nescau chegou com o feat do ano. Vem torcer com o novo hit de Ana Castela, feat Pedro Sampaio. Essa dupla que combina igual leite com Nescau. Então joga, aumenta o volume e vem junto. Dá o play e ouça já a música agora ou nunca. Eu quero ver você jogar. Nescau, energia que dá jogo. Eu quero ver você jogar.
A NETUZ se uniu a uma das maiores lendas do futebol na busca pelo ETSA. Não é, Rivelino? Lendas? Tô aqui! Então vista sua torcida e baixe o app da NETUZ pra garantir o look 6 estrelas. Mais algum recado, Riva? O legado é agora. NETUZ!
Olá, terráqueos, como é que vocês estão? Eu sou o Rogério Vileira e estou começando mais um Inteligência Limitada, o programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala. Sempre trago pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais aterrorizada do que a nossa, cara. Quem não tem uma vida aterrorizante hoje em dia?
Com essa bandidagem aí fora. Pois é, né? Tem algum dia que você sai totalmente despreocupado com o seu celular, com a sua carteira e você fala, hoje eu estou tranquilo, não preciso olhar para os lados, não preciso ficar preocupado quando eu vou chegar em casa. Só quando eu estou dentro do condomínio. Mesmo assim... Sair do condomínio já não dá não. É, mesmo assim ainda rola perigo, né? Mas dentro do condomínio é mais tranquilo.
Mais tranquilo, né? Você é um garoto de condomínio. Sou garoto de condomínio, né? Tá certo. E o pessoal que não é garoto de condomínio e quiser participar, como faz?
Bom, já começa já deixando seu like, se inscrevendo no canal, torne-se membro, compartilha esse vídeo com toda a sua patotinha e espalha a palavra, né? Exatamente, então já dá o like, se inscreve pra gente chegar em 10 milhões e vamos que vamos que hoje tem assunto pra caramba. Ô, galerinha, é o seguinte, rapidinho, antes da gente começar o episódio, deixa eu te mostrar uma parada que pode te ajudar bastante, principalmente se você já pensou em fazer concurso, mas ainda tá naquela dúvida, né?
Não sei se a Andréia tá na dúvida, se vocês estão na dúvida também. É, tá, fica...
Naquela hora que dá aquela travada, né? Você não sabe direito por onde começar. Porque isso acontece com muita gente e pode estar acontecendo com você. Às vezes a pessoa, até que entrar nesse mundo, mas trava em uma dúvida básica. Tá, mas qual concurso eu procuro? Será que tem alguma coisa perto de mim? Ou por onde eu começo?
E foi pensando nisso que o Estratégia Concurso, que é o parceiro nosso, criou o radar do Estratégia. Ele é basicamente um mapa dos concursos. Então, em vez de ficar caçando informação solta e tentando montar esse quebra-cabeça sozinho, você entra lá e consegue olhar as oportunidades de um jeito bem mais claro. Olha aqui na tela! Na tela, ó.
Tá aqui na tela, tá vendo? Então esse é o radar de estratégia, um mapa que reúne concursos do Brasil inteiro. Se você tá assistindo agora, é só apontar a câmera do celular pro QR Code ou vai no link que também você cai direto lá no mapa, né? Já tá tudo aí. Já tá tudo aqui. Tanto QR Code quanto link. Você é um cara muito rápido. Você viu, cara? É, sua mulher também fala isso. Fala, direto. Fala aqui pra galera. Fala o Homer, né?
É um cara muito rápido. Rápido demais, cara. Rapidão. Vai ser bom, não foi? Igual um coelho.
Vai ser bom ou não foi, né? É. Como que tá essa semana passada? Como foi com a sua digníssima? Foi sexo quantos dias? Ah, você sabe que eu faço quase todos os dias, né, cara? Você viu isso, cara? Ah, o bumbum é seu. Ei! Não explica pra ele. É, eu faço quase todos os dias. Segunda-feira eu quase fiz. Terça-feira quase fiz.
Quarta-feira também foi quase, foi batendo na travessia. Quase todo dia, né? Quase todos os dias. Tá certo. Então você também que tá no quase, aí já vai mandando a pergunta que o Homer separa as melhores e eu quero apresentações. A gente tem um quadro aqui, né? O Arthur viu hoje, é um quadro que chama Especialidades da Casa, onde a gente coloca quem mais deu views aqui e quem mais veio ao podcast. E ele reclamou, porque lá tá quantas vezes?
Nem sei quantas vezes. Seis vezes lá. Seis vezes. Eu só vim... Seis milhões, seis vezes. Você falou que foram mais... Dezesseis. Acabei de contar aqui. Dezesseis. Sabe por quê? Porque o pessoal não contou os debates. E tem que contar. Ah, tá absurdo. Tem que contar. Mas seis milhões aqui já, hein? Pode pôr bem mais, Vila Lá. Cadê minha comissão, meu? Cara.
A comissão vai em... Vocês comeram as cozinhantes? As cozinhinhas. Mas em firra. Você apresenta para o povo que não te conhece. Quem não te conhece, nunca ouviu falar de você. Como você se apresenta, Arthur? Você já está errado. Não, meu, a gente é polêmico, pô. Você pode gostar de mim, eu posso me odiar. Mas não ouvir falar e a gente fica chateado, pô.
Bom, eu sou o Arthur Doval, conhecido como Mamãe Falei, já fui deputado estadual, o melhor deputado da Assembleia, modéstia à parte, o único que bateu de frente com todo mundo, reduzi o salário da galera, cortei o auxílio Peru, cortei o auxílio carro, cortei tudo. Fui caçado, me recuperei, estamos aí de volta e sou um dos fundadores do Partido Missão. E nesse ano agora, em pré-campanha com o Renan Santos,
O que você faz na campanha dele? Cara, na verdade, todo mundo faz tudo um pouco. Não é a campanha ainda, não é a pré-campanha. Você tem uma função específica? Na pré-campanha, não. A gente viaja junto com ele. A campanha vai ter. Mas vamos deixar as formalidades para lá, para depois. Para não dar problema aqui também.
mas a gente faz live todo dia no canal do MBL, as nossas lives estão indo bem, vai ter 7, 8 mil pessoas, faço vídeo todo dia no meu canal, faço meus podcasts também, é modesto, não chega nem aos seus pés ainda, mas estamos começando, faço as 17 horas, dependendo do dia ter convidado. Não vai mais fantasiado de vagina nos eventos.
Não, isso foi uma vez só, cara. Eu não posso nem falar sobre isso. Será que eu não posso falar sobre isso? Por quê? Porque judicialmente eu sou impedido de falar do processo que eu tomei. Eu só posso falar isso. Sério? Acho que foi o maior processo que eu tomei da minha vida foi esse. Tá. E hoje trouxe... Hoje eu sou mamãe e falei, mas hoje eu sou mamãe e escutei, porque eu trouxe duas feras, um que está chegando aí. Você vai ficar de co-host comigo perguntando e...
E trouxe o delegado. Só um minutinho, só um minutinho. A gente traz uma pessoa pra trabalhar com a gente. E eu acho que não... Não, não, só uma coisa. Eu acho que é a terceira vez que ela esquece de desligar o celular. Sobra de palmas pra Leia.
Continua, por favor. Eu escuto o celular, vou ver, tá ali assim, desesperado. E assim, eu sempre deixo meu celular no Vibra, porque é meio chato quando toca em qualquer ambiente. Eu não deixo nem para vibrar, porque até o Vibra... É porque rico é fogo, né? Rico tem secretária, né? É, tem essas coisas.
Mas seja bem-vindo mais uma vez. Então, um assunto extremamente importante. Está todo mundo falando sobre isso. Porque teve essa agora... Os Estados Unidos categorizaram PCC e ICV como terroristas. Você esperava isso? Porque estava se falando. Esperava, esperava isso. E não sei se eu vou apresentar agora. Vamos lá. Vamos primeiro para a apresentação. Você sabe que tem quem me dá presente, né? Está sabendo? Já trouxe, já. Você apresenta para o povo e eu quero o meu presente.
Eu sou o Hugo Leonardo, delegado de Polícia Civil no estado do Ceará. Há oito anos já, vou para nove. Servidor público há 16 anos. Antes de ser delegado de Polícia, eu fui policial militar durante seis anos. Foi a minha primeira profissão. Entrei na Polícia Militar com 19 até os 25.
depois saí da polícia militar porque eu passei no concurso do Tribunal de Justiça, onde eu passei três anos, Tribunal de Justiça lá do Ceará também, e saí do Tribunal de Justiça porque eu virei delegado. E aí já são quase 17 anos de serviço público, entre polícia militar, polícia civil, Tribunal de Justiça.
Atualmente estou pré-candidato ao governo do estado do Ceará, também pela parte do Missão, a missão dada pelo Diretório Nacional, Arthur Duval, Renan Santos, Kim Kataguiri, todo mundo me chamou para esse compromisso.
E tendo em vista que eu já... Qual é o teu conhecimento dessas facções? Enfrentamento, investigação... Toda a minha vida pública dentro da polícia foi fazendo esse enfrentamento, principalmente como delegado de polícia. Tenho orgulho de dizer que parte das maiores operações policiais do Estado do Ceará contra as organizações criminosas foram coordenadas por mim.
Eu participei ativamente da coordenação e da prisão de parte dos maiores criminosos do Estado do Ceará. Outros foram neutralizados, não quiseram se render e pediram para morrer. Infelizmente, a gente teve que atender ao pedido e os que se renderam foram presos.
E o presente que você trouxe? Ah, o presente que eu trouxe. É pra deixar aqui, viu? Não, pois é, por isso que tinha que ser especial. Esse aqui... É especial mesmo, viu? Não, é. Esse aqui eu tenho ciúme da porra. Eu tenho ciúme da porra desse presente aí, viu? O que que é? Esse aí é o grifo. Ele é o símbolo do patrulhamento urbano. O patrulhamento urbano, ele é um dos cursos mais complicados de se...
fazer na Polícia Militar um dos cursos mais doídos, como a gente fala. Ele é o curso que habilita o policial militar a fazer parte do Comando Tático Motorizado, o COTAM, que é como se fosse a rota aqui de São Paulo. Então, para você fazer parte do COTAM, você primeiro tem que passar no curso. E o curso é justamente esse, que é o curso do Patrulhamento Urbano. Eu sou o Patrulheiro Urbano 28, do 13º PU. Um abraço aqui a todos os patrulheiros do Estado do Ceará.
E aí eu trouxe esse brevê aí pra ficar na estante aí. Muito especial pra mim. Eu tenho um ciúme grande. Só não tenho mais ciúme do que a minha mulher. Tirando a minha mulher é a coisa que... Mas vai ficar aqui no nosso cenário pra sempre. Vai ficar pra sempre. Obrigado demais aí, cara. Vai ficar sim. Principalmente quando tem uma importância assim, a gente tem um carinho especial. O Arthur, só o terceiro convidado está a caminho. Só me fala por que ele foi escolhido pra estar aqui. Qual é a especialidade?
Bom, o Busnello é capitão do BOP, né? Casca grossíssima do Rio de Janeiro. E ele vai... Bom, eu acho que fica ruim eu falar dele. Deixa ele chegar que você vai ver o calibre dos caras que eu estou trazendo aqui. Certo? Pré-candidato também pela missão do Rio de Janeiro, né? Ele é pré-candidato à vice-governador com o nosso querido bombeiro Rafa. E a hora que eu vou me chegar, deixa ele se apresentar para você. O que eu vou pedir para você no começo, então?
Ele já está chegando daqui a 10 minutos, ele está aqui e entra na conversa com a gente. Arthur, cara, tem muita gente em casa que ouve muito falar em facção criminosa, em crime organizado. Por que esses termos? Crime organizado, facções?
PCC, CV, são só esses, são mais outros. Esses caras dominam tudo. Eles estão no Brasil inteiro, estão fora do Brasil. Dá uma geral para quem está perdido. Sim, eu vou falar. E depois a gente vai para esse assunto dos Estados Unidos.
Eu vou explicar em linhas gerais e depois eu vou passar para eles falarem. Mas hoje eu sou, como eu te falei, eu sou co-host. Eu vou fazer a apresentação e eles vão tocar. Mas basicamente aqui no país a gente tem um quarto da população vivendo sob a tutela do crime organizado. Um quarto é muita coisa. Só que é muito mais do que isso. E é justamente isso que a gente tenta explicar, porque é o seguinte, o que acontece? Quando a gente fala de crime organizado...
A gente sempre lembra de PCC e de Comando Vermelho. E existe uma diferença fundamental entre os dois. E na história a gente lembra da máfia também. Tudo isso são períodos humanos onde o crime vai se organizando de diferentes formas. Você pega o Al Capone, por exemplo, ele ficou gigantesco justamente com a lei seca vendendo bebida. Infiltrado no governo e tudo. E foi pego por conta de uma fraude no Imposto de Renda.
Então, o que acontece aqui no Brasil? Hoje, vamos falar hoje, você tem basicamente dois tipos de dominação do crime organizado. Você tem o que a gente chama de dominação horizontal e de dominação vertical. Quando a gente fala de dominação horizontal, a gente fala de dominação de territórios.
É basicamente o que o Comando Vermelho faz. O Comando Vermelho faz uma coisa muito menos sofisticada, muito mais agressiva no sentido violento da coisa, que é uma dominação física de territórios, onde você tem a venda... Tipo War mesmo. Exatamente. Esse território é meu e ninguém entra. Exatamente. Não, e assim, quando eles determinam um território... War que eu falo é do jogo, né? Todo mundo já que jogou aquele joguinho do War.
Quando você tem essa determinação de um território, o que acontece? Você tem, de fato, cobrança de mensalidade para que essas pessoas financiem barricadas para que a polícia não entre. Morador comum você está falando. Morador comum. E ali você tem, claro, você tem também a atividade criminosa de venda de entorpecentes, mas você tem diversas outras atividades derivadas da dominação de território, como, por exemplo, a venda de gás, a venda de internet. Falaram que até pão.
a venda de pão, a venda de serviços, o pagamento de pedágio para transporte. Você vai entrar de Uber ali, você tem que pagar um pedagiozinho. Você vai entrar de moto para entregar um iFood, você tem que pagar um pedagiozinho. Então esse é um tipo de dominação. Ela é horizontal. Quando inclusive eu uso uma camiseta do Prendeu Matou, que foi uma frase dita pelo pré-candidato Renan Santos à presidência.
Eu acho bem problemática essa frase, porque dá a impressão que, eu não sei qual é a explicação dela, mas que prendeu e lá dentro mata. Não é isso. Na verdade, é uma redução do seguinte. O ladrão no Brasil, ele vai ter... O ladrão não. O criminoso organizado, principalmente, ele vai ter duas opções. Ou ele vai se render, ele vai ser preso, ele vai ficar muito tempo preso. Ou ele não vai se render e como o delegado Hugo já ouve de fazer, ele vai ter que... ele está pedindo para ser neutralizado.
Esse tipo de lógica serve muito mais para esse tipo de dominação horizontal, porque é uma dominação onde você tem o confronto com operações policiais que vão recuperar fisicamente territórios dominados pelo crime organizado. Quando a gente fala de PCC, a gente está falando de uma estrutura ainda mais organizada, ainda mais perigosa, porque é o tipo de dominação vertical.
Então você tem um domínio de instituições. As operações do PCC são muito mais sofisticadas, elas são muito mais estruturadas e a ordem de grandeza dos valores movimentados pelo PCC são absolutamente maiores. Então você está falando do quê? Você está falando de tráfico internacional de drogas de verdade, você está falando de pegar a droga da Bolívia.
e tirar daqui para levar para a Itália e para outros lugares do mundo. Você está falando de uma operação de lavagem de dinheiro da ordem dos bilhões de reais. Então você está falando sim de pegar fundos como a REAG, você está falando sim de você pegar a Copap, por exemplo, você está falando sim de você pegar operadoras de funk, como por exemplo a Love Funk, e fazer com que se glamourize esse tipo de atividade.
transportadoras, a gente acabou de ver a doutora Deolane sendo presa justamente por isso. Você está falando de braços políticos, políticos financiados por organizações criminosas, você está falando de braços midiáticos, então artistas financiados pela organização, e você está falando também de braços legais, então você está falando de advogados do crime organizado. O que acontece, portanto?
O PCC, isso está acontecendo no Brasil agora, está vendo a operação estruturada do PCC, está querendo copiar. Inclusive o estado do Ceará é um estado chave, um estado estratégico para o comando vermelho, por causa do porto de P100 que eles querem utilizar justamente para exportar drogas. Então o que acontece aqui no Brasil? É muito importante que para esse tipo de combate você use inclusive inteligência.
E aí sim faz ainda mais sentido a cooperação internacional, porque você está falando de quebra de sigilo, você está falando de interceptações que em territórios extranacionais, você tem muito mais agilidade, inclusive, para desmantelar essas facções. E agora vamos para a segunda etapa, então, antes de estar os outros candidatos aqui.
O que muda um outro país? O Brasil é um país soberano, mas por que outros países podem ou não taxar ou falar que o PCC e o Comando Vermelho são terroristas? O que muda na prática para a gente?
Olha, muda muita coisa. Porque é o seguinte, o problema maior não é eles terem sido considerados organizações terroristas estrangeiras. O problema maior é eles terem sido considerados terroristas globais especialmente designados. Porque aí muda o jogo. Porque enquanto a capitulação americana é só em torno da organização terrorista estrangeira,
O terrorista global, especialmente designado, você ataca toda a rede de apoio. Você ataca tanto a organização quanto as pessoas que financiam, que lavam, que apoiam, que escondem. Então, inclusive, ataca o próprio americano. O próprio americano que, dentro do território dos Estados Unidos, apoia o grupo.
E na capitulação de organização terrorista estrangeira, é só o estrangeiro, não é o americano. Então, tanto o PCC quanto o Comando Vermelho, eles foram categorizados nas duas situações. Organização terrorista estrangeira e terroristas globais especialmente designados. E aí existe uma diferença legislativa em relação a isso aí. Porque...
Como o terrorista global, especialmente designado, é uma coisa mais gravosa, ele vem por medida executiva do presidente. Então não precisa de avaliação do Congresso. Por isso que quando o Marco Rubio anunciou...
imediatamente eles viraram terroristas especialmente designados. Já a organização terrorista estrangeira precisa passar por uma avaliação do Congresso que demora sete dias, do Congresso americano. E é por isso que só vai valer a partir do dia 5, porque o Congresso americano pode derrubar a...
a categorização feita pelo secretário de Estado, ou ele pode se manter silente. E aí ele se mantendo silente é aplicado de imediato. E a gente está falando aqui de quebrar todas as amarras que a quinta emenda americana ela garante a qualquer pessoa, principalmente o cidadão americano.
A gente está falando de os Estados Unidos não precisar mais de autorização, nem judicial e nem externo de outros países, para agir. Inclusive para aplicar o que aqui no Brasil nós chamamos de métodos extraordinários de obtenção de prova. Interceptação telefônica, interceptação telemática, quebra de sigilo bancário, quebra de sigilo fiscal.
bloqueio e sequestro de bens, capturas. E existe todo um escalonamento que vai desde ações menos gravosas até ações mais gravosas, como, por exemplo, ataques em territórios estrangeiros, que já aconteceu muito, acontece principalmente no Oriente Médio.
que podem ser executados agora no Brasil. É claro que isso é a última instância de um processo que vai ser construído a partir de agora que os Estados Unidos captularam PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas, e terroristas globais especialmente designados, e também vai muito da inação do Brasil. Porque essa situação é preciso que a população entenda que era só questão de tempo acontecer.
Por quê? A lei que regulamenta as organizações terroristas estrangeiras não é de agora, ela é de 96. Ela foi promulgada pelo Bill Clinton ainda quando a gente teve o primeiro ataque no World Trade Center em 93.
E teve também, se não me engano, no Oklahoma City, em 1995. E aí eles fizeram essa lei justamente para eles conseguirem atacar de um modo mais duro e asfixiar financeiramente esses grupos extremistas que ameaçavam a segurança nacional americana.
E aí, já em 97, que foi a primeira lista de 30 grupos que foram categorizados como terroristas, a gente já teve Farc, a gente já teve Sendeiro Luminoso, a gente já teve Exército da Libertação Nacional. E por que eu estou citando esses especificamente? Assim como a gente teve o Hezbollah, a gente teve o Hamas.
E por que eu estou citando esses? Porque o Sendero Luminoso, a Farc e o ELN, que são as duas da Colômbia, elas são parceiros logísticos e fornecedores de drogas, tanto do PCC quanto do Comando Vermelho.
E aí as pessoas precisam entender isso como um organismo inteiro. Por quê? Porque o PCC e o Comando Vermelho hoje, eles dominam a distribuição de drogas sul-americana. O PCC por parte da rota Caipira, como é chamado, que vai aqui desembocar no Porto de Santos, Paraná.
e o CV pela Rota do Norte, a Rota dos Solimões. E aí vai escoar a droga ali pelo Pará, Amapá, Porto do Pecém e outros portos do Brasil. Então, o PCC e o Comando Vermelho começaram a lotear...
toda a América do Sul. A gente tem, por exemplo, grupos criminosos que são considerados grupos terroristas, como os los tioneiros, lá no Equador, em que os los tioneiros são apoiados pelo PCC, e os los lobos...
que é o rival, apoiado pelo Comando Vermelho. E teve recentemente uma carnificina lá no Equador que PCC e Comando Vermelho mandaram representantes para lá para acabar com a guerra. Por quê? Porque estava atrapalhando os negócios e o escoamento de droga pelo Pacífico. Então você vê que eles têm uma atuação regional aqui na América do Sul. Aí você vê o PCC parceiro comercial do cartel de Sinaloa.
que também é considerado organização terrorista, e o Comando Vermelho, parceiro comercial do cartel de Realisco, que é os inimigos do cartel de Sinaloa lá no México, que também é considerado grupo terrorista. Então você vê que todos os parceiros comerciais, tanto de um lado quanto de outro, eles já estavam categorizados pelos Estados Unidos como grupos terroristas, principalmente com...
à administração do Trump, que em 2025 expandiu para os cartéis de narcotraficantes essa nova categoria. Então era só questão de tempo, era só questão de tempo isso acontecer, porque você não consegue imaginar...
Comando Vermelho e PCC atuando no tráfico de drogas sem esses grupos. Porque aqui no Brasil a gente não produz droga, quase não produz. Um outro ponto específico, mas para a grande produção internacional, aliás, a grande exportação internacional, o Brasil não produz.
E aí a gente vê o sendeiro luminoso, que inclusive foi colocado em 97 como organização terrorista, foi uma das primeiras. O sendeiro luminoso é um dos maiores fornecedores de cocaína de alta pureza, tanto para o Comando Vermelho quanto para o PCC. Então, você vê que ali existe logística, existe lavagem de dinheiro, existe troca de...
de armamento por droga, fortalecimento desses grupos criminosos, como o Comando Vermelho fortalecia as Farc com armas que trazia do Paraguai e a Farc devolvia em cocaína para que o Comando Vermelho atuasse no mercado interno, que até pouco tempo era o grande mercado do Comando Vermelho. Enquanto o PCC expandia para o mundo inteiro,
O Comando Vermelho sempre atuou mais de modo interno e de uns tempos para cá é que ele viu a lucratividade da operação que o Comando Vermelho, que o PCC estava fazendo dentro da América do Sul e também estava perdendo espaço por conta disso e ele começou a exportar também. E aí hoje a gente tem o PCC, por exemplo, como o principal fornecedor da máfia da Nangreta, que é a principal máfia italiana.
A gente tem o Comando Vermelho exportando para a Europa e África. A gente tem o PCC através dos lusquioneiros lá no Equador traficando droga para a Yakuza, no Japão. Nova Zelândia, Austrália. Além de tudo, ainda as facções se conversam e criam laços e trocam informações. Isso, e troca informações, troca armamento, troca dinheiro, troca valores. A gente tem um procedimento chamado de dólar cabo.
que é um procedimento de lavagem de dinheiro muito utilizado pelos grupos criminosos. Como é que eu explico aqui para a população entender? É o seguinte, eu sou de um grupo criminoso, o Arthur é de outro.
E você é o cliente. E aí eu estou em um país e você quer comprar alguma coisa nesse país, no meu país, com dólar. Não é o meu país, é em outro país. Não, é em outro país. Então você compra de mim. Você compra isso de mim. E aí eu fico retendo o seu dinheiro por conta de um produto que você comprou.
Lá na frente você vai precisar comprar do Arthur, esse mesmo produto. Só que, a depender do modo de fiscalização do país do Arthur, você vai ter que declarar esse valor que está sendo comprado. Então, o que acontece? Quando você vai comprar...
o bem lá, o Arthur pode fazer uma negociação direta comigo para que esse valor que está sendo comprado lá seja descontado meu e não dele. Fica como se fosse um crédito. E aí ele fica com esse crédito na mão. Meio que os bancos fazem entre si. É, exatamente. É tipo um CDI do crime. Um CDI do crime. E aí o que acontece? Esse dinheiro não transita entre Hugo e Arthur.
Porque o Arthur fica com a linha de crédito comigo. Sim. E aí, quando eu precisar comprar alguma coisa no país dele, eu peço para ele comprar e ele fica com esse crédito. E quando ele precisar comprar no meu, eu compro. E aí, você não tem trânsito de moedas entre os países. E aí, evasão de divisa, sonegação de imposto, ocultação de patrimônio. Porque, para todos os efeitos, o Arthur tem uma casa...
Vamos supor, ele está no Brasil e eu estou nos Estados Unidos. O Arthur tem uma casa nos Estados Unidos, mas essa casa não foi comprada por ele, ela foi comprada por mim, que sou americano e moro nos Estados Unidos. E eu quero ter uma casa no Brasil, mas eu não quero declarar essa casa. Então, o que é que eu faço? Arthur, lembra daquela casa lá que eu comprei para ti? Compre uma para mim aí no Brasil. Aí eu compro uma casa no Brasil, oculto esse patrimônio, porque, na verdade, a casa está no nome do Arthur, que é de lá.
E aí os caras fazem isso com tráfico de drogas. Então, os caras circulam dinheiro no planeta inteiro.
usando doleiros, e essa é a maior função do doleiro, é conseguir fazer esse dólar a cabo, porque os doleiros têm uma rede criminosa entre eles, em que eles fazem justamente essa troca, essa troca de valores. Então, os grupos criminosos fazem muito isso. E hoje eles fazem isso também com criptomoedas. A gente tem também o PCC, por exemplo, com a conexão muito grande com a Mara Salvatrucha.
que é uma organização criminosa também considerada terrorista, de El Salvador. E por que? O que tem a ver El Salvador com o Brasil? Por que o PCC faz essa conexão? Porque a gente sabe que El Salvador é um dos países mais criptoativos. O Bitcoin, por exemplo, é a moeda oficial de El Salvador. Lá existe uma facilidade e uma...
baixa fiscalização e tributação em cima das criptomoedas, até por esse estímulo que é dado pelo país. Então, as organizações criminosas de El Salvador, até antes do advento do Bukele, elas utilizavam muito, é tanto que a Mara Salvatrucha sai do Equador e vai para os outros países do lado, Guatemala e tudo por conta da repressão que o Bukele fez.
elas utilizam criptomoedas justamente porque não passam pelo sistema financeiro. Então eles conseguem, principalmente pela modalidade de 2P2, de transferência direta, ocultar esse patrimônio. Então por isso que você vê que era inevitável...
o PCC e o Comando Vermelho serem colocados nessa categoria, porque só faltavam eles na América Latina. Você vê, por exemplo, o PCC, ele transformou a Bolívia numa fábrica. Ele conseguiu unificar todos os cartéis bolivianos, todos os criminosos da Bolívia, eles trabalham para o PCC.
O PCC domina hoje o território boliviano, assim como domina quase que todo o território paraguaio. Aí você pode entender a Bolívia como a fábrica e o Paraguai como escritório.
Onde, por exemplo, o Paraguai tem uma facilidade muito grande pela legislação do país de comprar arma de forma legal. É muito fácil você comprar um fuzil no Paraguai. E aí o que acontece? Por essa facilidade de compra de fuzil lá no Paraguai, eles desviam esse fuzil do Paraguai que vai parar nos morros do Rio de Janeiro. Porque um dos maiores clientes do PCC a nível internacional, principalmente de arma, é o Comando Vermelho. Olha só.
E eles vivem brigando, mas eles brigam em certas regiões e mantêm tratados de cessar fogo por conta de um comércio que precisa existir em outras regiões. O Paraguai é um exemplo muito disso, porque o Paraguai foi o país que gerou o estopim da guerra entre CV e Comando Vermelho. Por quê? Por conta da morte do Farrar, que era o mega traficante do Paraguai que tinha ligações estreitas com o Comando Vermelho.
E aí o Comando Vermelho tinha uma atuação muito forte no Paraguai. Ao PCC vai, mata o cara, que era, vamos dizer assim, o Pablo Escobar do Paraguai, toma todo o território do Paraguai e começa a operacionalizar o Paraguai para fins de tráfico de droga internacional. Aí o CV viu aquilo ali, uma afronta. Eles já vinham brigando por conta dos estados do norte.
quando o CV se juntou com a família do Norte, que era a inimiga declarada do PCC, e o Paraguai foi estopim. Aí nesse momento eles deixam de ter paz, vamos dizer assim, entre eles, e começam a guerrear, que foram aqueles episódios que, acho que todo mundo lembra, daquelas mortes.
de dezenas de mortes que aconteciam dentro de presídios de uma facção matando a outra. Estourou em Roraima, depois estourou no Amazonas, depois estourou lá no Rio Grande do Norte. Essas mortes de uma facção matando a outra por vingança, por conta dessa guerra que foi declarada, se não me engano, no ano de 2016, quando o Farrar morre lá no Paraguai.
Então, essa é a conjuntura das organizações criminosas, agora categorizadas como organizações terroristas, na América Latina, na América Central, do Sul e parte da América do Norte.
Agora que chegou Chegou, né? Como é que tá? Seja bem-vindo Tudo bom? Tudo bem? Prazer Tudo bem? Prazer Tudo bem? Coronel, já aproveita, já sentou, já se apresenta pro povo aí Então, eu sou o Coronel Busnello, sou pré-candidato a vice-governador do estado do Rio de Janeiro Sou policial militar há 33 anos A gente nem ia perceber que o seu sotaque é carioca, né?
Mas eu sou gaúcho de nascimento. Cadê o Fotaque gaúcho? Tchê. Cadê o Tchê? O Bárbara. O Bárbara. Já ficou há muito tempo. E 33 anos na lida como policial militar. Agora já vestindo um pijama, já em casa, né? Depois de cumprir a missão. Aí me deram outra missão. Aí estou numa missão sendo...
nesse lastro político que a gente tem aqui para construir, desenvolver um novo Brasil, um novo estado do Rio de Janeiro. E o desafio continua o mesmo. A gente tem um corpo que não vibra, um corpo que não vive. Então, a política faz a gente vibrar. E o que você trouxe de presente inútil para a gente? Eu trouxe até um presente colorido, bem dourado mesmo.
porque é uma coisa que expressa muito, né? Estou até fazendo um mistério aqui. Olha lá. Olha o que ele trouxe aqui. Aí é padrão, viu? Olha só, o Kratos vai roubar da gente aqui, hein, o Homer? Se ele não roubar primeiro, eu roubo depois. Olha só. O que representa essa caveira aqui?
A caveira tem uma simbologia muito grande para operações especiais, mas não é porque ela leva à morte, é porque ela leva à vida. Porque é no crânio que você guarda o cérebro que te dá a vida, que te dá toda a inteligência, a sabedoria, o conhecimento. Então o crânio é um protetor.
De todos esses valores e todas essas... E tem isso daí também. Lá em Portugal tem uma igreja em Évora que é toda feita com ossos e esqueletos que era para as pessoas se lembrarem que eles são os mortais e pensar sobre a brevidade da vida também. Também, também. A vida é muito rápida. Depois só fica a história.
Exato. Fica só o esqueleto. Mas entre na conversa aí. A gente estava falando de como mudou agora a partir da classificação de Comando Vermelho e PCC como organizações terroristas. Deixa eu colocar uma pergunta antes de você fazer uma pergunta para ele. É o seguinte, a gente deve comemorar isso? Para a gente tanto faz?
E temos que agradecer Flávio Bolsonaro ou não agradecê-lo e ele é um cara que... Bom, eu posso... Ele teve algum peso nessa decisão? E a terceira pergunta é, por que o Lula está tão bravo com isso?
Vamos lá, o Lula está tão bravo com isso que ele está fingindo. A verdade é essa. Ah, é? O Lula está fingindo. Você acha que ele gostou? No fim das contas, para o Lula, sinceramente, é indiferente isso. Ah, é? Agora, o Flávio Bolsonaro... Vamos lá, gente, não é nem a minha opinião isso. A própria comunicação do governo dos Estados Unidos disse que não tem absolutamente nada a ver o Flávio Bolsonaro ter ido lá com o fato de eles terem feito essa declaração. Mesmo porque...
O ano inteiro já está se falando. Vai, não vai, vai, não vai. E como o delegado do Hugo acabou de expor, até demorou para isso acontecer. Era uma questão de tempo para isso acontecer. Até demorou. O fato é o seguinte, cara. Teve um timing aí certinho. Ele vai para lá. Mas é muito mais de você perceber que, acho que agora vai rolar, leva o nosso candidato para lá para fazer uma cortina de fumaça por causa do esquema do Vorcardo, que de fato, meu, leva ele lá para fazer alguma coisa. Pelo amor de Deus.
Posso só dar um... Eu acho que isso aí foi por oportunismo. É inegável que o Flávio, assim como a família Bolsonaro, eles têm um certo lobby dentro da Casa Branca. Tem informações, tem amigos lá. O que é que eu acho que aconteceu? E eu vou lhe explicar porque é que eu acho isso. Alguém bateu um telefone para ele e disse Flávio, vai ser colocado.
Aí ele pôs, tá bom, tô indo aí. E foi lá e foi fazer aquele oportunismo todo político dele. Por que que eu estou dizendo isso? Porque não é da forma como ele vendeu pro Brasil. Que ele chegou lá, ô Trump, coloca aí PCC e Comando Vermelho como terrorista. Ah, tá bom, vou colocar. Pronto, tá colocado. Não, não é desse jeito.
Nem é característica do Trump ficar ouvindo... Eu fiz até a questão de trazer para cá a sessão 219 da Lei de Migração e Nacionalidade dos Estados Unidos. É um processo de cinco etapas para você colocar um grupo criminoso como terrorista nos Estados Unidos. Não é de uma hora para outra. Não, não é. Primeiro começa com o levantamento de inteligência da CIA e do FBI.
para verificar se aquele grupo criminoso tem atuação dentro do território americano, a extensão dessa atuação dentro do território americano e o risco à segurança nacional. Depois disso é produzido relatórios. Esses relatórios passam de classificado e não classificado, secreto e não secreto, e vira um dossiê, que já é o terceiro passo. Desse dossiê ele vai para o Departamento de Justiça.
E aí é que vem o Departamento de Justiça e brifa o secretário de Estado. Olha, que no caso é o Marco Rubio. Olha, a gente tem aqui o dossiê desses dois grupos criminosos, PCC e Comando Vermelho, onde a inteligência apontou esses fatos. O secretário vê o documento e toma o convencimento que de fato ali são organizações terroristas. Aí é o momento em que ele...
Ele primeiro conversa com o secretário do Tesouro Nacional para pedir um aval. Por quê? Porque o secretário do Tesouro Nacional tem que ficar sabendo previamente, porque na hora que o secretário de Estado vai lá e determina que são grupos criminosos, o primeiro que age é o do Tesouro Nacional bloqueando os bens.
E aí acontece esse briefing entre eles, eles chegam à conclusão, o do Tesouro Nacional Americano dá o ok e o Marco Rubio anuncia. Quando o Marco Rubio anuncia, se ele categorizar como organização criminosa, que foi uma das categorizações que ele fez,
Esse relatório dele, com essa decisão, vai para o Congresso Nacional e o Congresso Nacional tem um prazo de sete dias para dizer se aceita ou não, que era o que eu tinha falado no começo. E o terrorista especialmente designado, ele faz de plano, que foi o que ele fez. Então existe todo um processo burocrático.
e todas as etapas que necessariamente precisam ser cumpridas, inclusive com pareceres de diversas agências e diversos departamentos e secretariados dos Estados Unidos, para se chegar a não, PCC e Comando Vermelho, eles são organizações terroristas. Então não tem como o Flávio ter ido lá e ter pedido para o Trump.
E depois o Trump ter dito, não, tá bom, a partir de agora é, não funciona dessa forma. Então, por isso que eu digo, ele tinha lobby lá dentro, tinha amizade lá dentro, disseram pra ele que ia acontecer e ele foi lá se aproveitar politicamente desse fato pro pessoal esquecer do Vorcaro.
Mas saí na foto, né? E saí na foto. E o pessoal esqueceu o que tinha acontecido na semana passada. O que aconteceu com o Vorcaro? Você me lembra aí. Dos milhões que ele pediu por telefone. E foi depois... E depois foi lá visitar o Vorcaro para dar um ponto final, né? Estou dando a versão oficial aqui, tá? Versão oficial. Versão Flávio Bolsonaro. Não, fui pedir dinheiro para fazer o filme do papai.
que custa três vezes mais do que um filme de Hollywood. Três vezes mais? Mas é porque Papai é especial. Acho que é um pouco mais. Bem mais, né? Pois é, mas Papai é especial. E depois que descobri que o meu financiador era um criminoso, eu fui lá para terminar o assunto. Porque para pedir milhões, eu peço pelo telefone. Mas para encerrar o assunto, eu vou pessoalmente. Meu irmão, isso aí é duvidar. É da inteligência alheia. Corta aqui.
E a pergunta é bom ou é ruim para a gente ou tanto faz? Essa classificação do PCC e o CV. Aí eu tenho que falar de legislação, porque a gente tem um problema legislativo aqui no Brasil que os nossos legisladores, com raras exceções, como o Kim Kataguiri e alguns outros dentro do Congresso Nacional, eles têm um sério problema de deficiência cognitiva.
Por que eu estou dizendo isso? Porque os que mais se beneficiam se a gente fosse aplicar a lei americana internamente era PCC e Comando Vermelho. Sabe por quê? Porque aqui no Brasil você recebe uma pena menor sendo integrante da Al-Qaeda do que sendo integrante de facção criminosa. Ô, louco!
E aí eu mostro para você a nossa legislação feita pelos nossos legisladores. Inclusive, eu tive essa conversa com o Kim hoje, e o Kim já falou que vai apresentar um projeto de lei para modificar essa incoerência legislativa que a gente tem no Brasil. E aqui eu trago, só a título do que eu estou querendo dizer, o seguinte. Artigo 2º da Lei 13.260. Essa lei...
13.260, ela é a lei antiterrorismo, que foi feita em 2016 por conta das Olimpíadas do Rio. Aí os legisladores já têm uma certa dificuldade, pela baixa cognição deles, de fazer um negócio bem feito quando é...
feito com calma. Imagina quando eles fazem isso de modo atropelado para dar uma satisfação para um organismo internacional, porque o Brasil não tinha lei de terrorismo até então. Aí eles fazem uma lei terrorista. Depois a gente pode até entrar nos detalhes da lei aqui, que é quase impossível você ser punido por terrorismo no Brasil. Mas o que é que importa aqui da lei? O que é que a lei fala? Ela diz que quem comete terrorismo...
pegam a pena de 12 a 30 anos. Se você for terrorista e cometer atos de terrorismo no Brasil, você pega uma pena de 12 a 30 anos. Mas se você for faccionado...
que agora é capitulado como organização criminosa ultraviolenta, pela última legislação penal, você pega de 20 a 40. Ou seja, se você for faccionado, você pega de 20 a 40. Se você for terrorista, você pega de 12 a 30. Então é melhor você ser da Al-Qaeda do que você ser do PCC. O pessoal do PCC estiver assistindo essa live agora, todos eles vão virar para o Estado Islâmico, porque eles vão ser punidos de forma mais branda.
Então, assim, é uma incoerência. Aí me diz como é que um país desse, ele chega para a comunidade internacional e ele diz que tem capacidade de enfrentar. Quando não tem capacidade nem de organizar as leis penais do país. E é aí que entra o grande problema.
que você estava falando. Porque a partir do momento em que os Estados Unidos categoriza grupos criminosos como terroristas, eles têm a liberdade, utilizando o artigo 51 da Carta da ONU, de agir por legítima defesa preventiva. Porque eles entendem da seguinte forma, o país ou ele é leniente ou ele é corrupto.
Então, se ele não consegue resolver porque ele é incompetente, ou se ele não consegue resolver porque ele é corrupto, e os crimes que estão sendo cometidos por esses grupos estão afetando a minha população, e um dos grandes recebedores de droga do PCC e do Comando Vermelho são os Estados Unidos, isso dá legitimidade dos Estados Unidos agir a partir do momento em que eles categorizam os grupos como terroristas.
E aí eles agem sem pedir autorização. Então os Estados Unidos podem vir aqui, é claro que essa é a última instância, mas só para saber até onde pode ir, os Estados Unidos podem vir aqui com um drone, lançar um míssel na cabeça de um faccionado, do PCC do Comando Vermelho e ir embora. E não pedir autorização. Ele pode entrar em território como a Amazônia, que tem uma rota de tráfego gigantesca, tanto do PCC quanto do Comando Vermelho, fazer uma ação de extração lá dentro, invadir por terra e mar,
e não pedir autorização no Brasil. Então, você me pergunta se é bom ou se é ruim para o Brasil. Eu lhe respondo com uma terceira opção. É vergonhoso para o Brasil. É uma vergonha para o Brasil. Porque isso mostra que nós não conseguimos resolver os nossos problemas.
E aí a gente precisa de um ator externo para vir aqui dentro do país tentar resolver algo que a gente ou é incapaz ou é cúmplice como país. Entendeu? Muito bom. Coronel, entre na conversa enquanto eu vou ao banheiro, por favor. Quer ajuda lá? O cara pergunta com maior carinho. Quer ajuda lá, né, amigo? Perguntando com esse carinho, hein? De repente. A gente tem que ajudar o próximo sempre.
Brunel, você que tem uma vasta experiência, uma das coisas que colocam bastante para a gente, e isso eu acho que é um mito, é que o Brasil não teria capacidade operacional para resolver os problemas. Eu não sei se eu estou falando besteira, eu discordo disso. Eu acho que a gente tem, eu acho que as nossas polícias são plenamente capazes, as forças armadas também. Os problemas que nós temos são burocráticos, são legislativos. Nós temos...
Uma legislação que privilegia a formação de quadrilhas e uma justiça que, infelizmente, seguindo essa legislação, muitas vezes atrapalha todo o trabalho das forças policiais. O que você tem a me dizer sobre isso? Eu tenho a dizer o seguinte, que no Brasil tem bandido para todo mundo prender. Se vier a CIA, a NASA, o FBI, as polícias, tem bandido para todo mundo prender. Agora você tem que ter uma forma de prender.
Essa forma, nós temos hoje a possibilidade de recebermos todo esse somatório de inteligência, de conhecimento que o americano tem e transformar isso em potencial para agir contra essas facções. Então você tem essa possibilidade, no meu entender.
E no meu querer como policial. Agora, você dizer que a polícia brasileira não tem capacidade para agir é totalmente falácia isso. Nós temos policiais excelentes, nós temos doutrina policial excelente, nós temos operações policiais excelentes. Nós não deixamos a desejar para nenhuma polícia do mundo, a nível operacional e a nível até de material bélico, hoje estamos bem.
A questão toda é que nós temos uma legislação, como você falou, que é totalmente fraca, frágil e que não leva a uma confrontação direta às facções. A qualquer crime que você tem. Hoje você matar alguém é de 12 a 30.
Jamais. Você pega um estuprador e... Quanto é um estuprador aí? Depende do tipo de crime, né? De crime. Mas é fraco. Você não consegue ter... E, aliás, isso é uma coisa importante. Na América Latina, o único país que tem a pena de morte é Cuba.
que trabalha com a pena de morte. Os outros, como o Brasil, em tempos de guerra militar, o Código Penal Militar prevê lá a pena de morte. Mas do civil, é Cuba. A pena de prisão perpétua. Poucos países tem. Então é da América Latina toda. Se você quer punir o bandido da América Latina, olha...
Eu vou te expulsar, eu vou te extraditar para os Estados Unidos. Lá tem uma lei forte, lá tem uma penalização grande, lá você vai pagar. Então, a maior pena que ele pode sofrer é a extradição, porque nós não conseguimos produzir, como o doutor estava falando aqui, uma legislação que venha a dar satisfação para a sociedade para que ela possa ter um elemento que vá combater essas facções criminosas ou qualquer outro tipo de crime.
Você tem algum exemplo operacional de alguma coisa que você participou, que você falou, olha, eu vou mostrar a capacidade da polícia aqui. Tem uma história assim, assim, assada.
Cara, tem muitos, tem muitos. Eu tiro por mim, onde eu operei no BOPE por 12 anos, nós não ficamos atrás por ninguém, nós temos as nossas táticas, a nossa doutrina, a nossa forma de operação. O Rio de Janeiro, desde o 174, não perdeu mais nenhum refém a nível de tomada de refém. A nível de investigação, a Polícia Civil do Rio de Janeiro tem a CORE, tem a parte operacional dela e tem a parte investigativa dela também, que é poderosa.
O problema é, é muita coisa, é muita gente, porque nós temos uma legislação que não diminui isso. Pelo contrário, ela fomenta, ela ajuda e ela se torna leniente. É esse divisor de águas hoje que nós temos que ter para podermos dar um basta. Então, ao mesmo tempo que o americano exerceu um poder dele, para a lei dele, para a legislação dele, eu acho que a gente tem que pegar isso e trazer o seguinte, vamos ver onde que erramos e onde que... Ele...
Vamos lembrar que o Fernandinho Beramar foi preso há quase 30 anos na Colômbia com as Farc. Na Comuna 16. Exatamente. Então você tem que olhar isso que há 30 anos já assolava um crime transnacional.
Aqui no Brasil a gente tem uma mania horrorosa E aí, só pra concluir Então você tem que ver Que essas facções Elas operam já Transnacionalmente há mais de 30 anos E nós não fizemos nada Tivemos que esperar o americano Dizer, olha, esses caras estão Vindo operar aqui no meu território No meu território não vai Essa discussão aconteceu no momento no Brasil ou não? Não Sobre ser
ser considerado terrorista? Não, sempre foi estada de fora. No governo Bolsonaro também não? Não, isso é outra coisa também, né? Porque a gente teve quatro governos que se disse de direita e não teve nenhum tipo de enriquecimento penal, não teve nenhuma operação. Me fala uma operação coordenada pelo Poder Federal, com a Polícia Federal, com as Forças Armadas, com as Polícias Estaduais, para combater o crime organizado no Brasil. Não teve nada, inclusive o pacote anticrime do Moro.
Na verdade, virou limitação de delação premiada e juízo e garantias. Mais do que isso, o Bolsonaro ativamente trabalhou para que não se passasse a PEC, que acabava com essa história de que, condenado de segunda instância, ainda pudesse recorrer infinitamente. Vou dar um exemplo para você. Você já ouviu falar daquele Felipe Prior? Sim, sim.
Esse Felipe Prior foi condenado por estupro em primeira instância. Recorreu, perdeu. Ele acabou de perder. Eu posso citar que ele é um estuprador condenado em segunda instância. Ele está solto por quê? Porque ele pode ficar recorrendo infinitamente, irmão. Se este cara foi condenado pela estupro... Se é um cara mais velho, daqui a pouco o cara não tem nem idade para ser mais preso. Tem a prescrição. Então vamos lá. Se o que eu estou dizendo é, se você tem um rapaz que é conhecido, ele é famoso, e ele foi condenado duas vezes por estupro e ele não está preso,
Que dirá um prefeito do interior por corrupção? Que dirá um faccionado poderoso que... Então, você nunca põe o cara na cadeia. Você nunca põe o cara na cadeia. E uma coisa que o coronel estava falando, que é importante, é o seguinte. Só Cuba tem pena de morte. E a gente vê muitos esquerdistas falando, não...
O mundo inteiro está indo na direção de enfraquecer um pouco as penas e de desencarcerar as pessoas. Ok, qual o índice de homicídios per capita no mundo? Menos de um a cada 100 mil habitantes. Esse é um nível aceitável. Se você pegar um nível de homicídios por 100 mil habitantes de um país aceitável, é um.
Um, os Estados Unidos tem sete, o que já é muito. O Brasil passa dos 20. Nós temos mais de 40 mil homicídios por ano. 50 mil mais. 50 mil? Mais. Pelo amor de Deus, cara. Então nós temos que fazer o que o mundo fez antes. É punir muito bem o bandido, principalmente o bandido faccionado. Há de haver um regime legal de exceção, que é o direito penal de inimigo, para punir especificamente o bandido faccionado. É diferente do cara que cometeu um delito e é um cidadão comum.
Ah, pô, sei lá, o cara... Fez seca. Fez seca, o cara foi pego bêbado, é um crime. Tá, esse cara não é prender e matou nele. Agora é o seguinte, meu irmão, você lavou dinheiro pro PCC, você tinha um bolso de gasolina, você tinha uma transportadora como a Deolane, você tinha uma operadora de funk que lavava bilhões de reais pro PCC. Você não tem essa igual o Rian, né?
O cara foi preso e depois o cara tá suando, jamais cabrinho, já suando pela testa. Como assim, bicho? Como é que pode? Isso aqui é uma vergonha, tá? Como é que pode? Eu falei isso na live. Quando caiu, quando veio a notícia que caiu a liminar do Oruan, porque o Oruan foi preso, aí veio uma liminar e ele foi solto. Eu falei, essa liminar vai cair. Quando veio a notícia de que eliminaram, eu falei, como é que esses caras deram o fim da liminar sem combinar com a polícia antes de uma operação?
Como é que eles fizeram isso? O Giz falou, não, não. Vamos tirar o liminar, agora joga o papel da polícia, vira aí pra prender. Ô, mano, não é assim, bicho. O cara é filho do Marcinho VP. Você tem que chamar as forças polícias, vai vir cá. Que tá pra sair pela frente. Exatamente. Ó, nós vamos fazer o seguinte, vai cair o liminar. Onde ele tá agora? Vamos fazer o seguinte, a liminar vai cair, sei lá, 5h30 da manhã, 5h31, você já tem que tá na porta. Beleza? É tudo coordenado, bicho.
Eu estou falando besteira? E essa questão do direito penal do inimigo, ele é aplicado em todas as grandes democracias do mundo. Os próprios Estados Unidos, enquanto você estava falando aqui, eu estava pesquisando aqui nos meus apontamentos, ele tem a pena de morte federal. Essa pena de morte federal é justamente para alguns tipos de crime, dentre eles o terrorismo doméstico.
onde o americano vai ter lá o seu processo criminal, e isso eu estou falando do americano, é a lei federal punindo o próprio americano. E após todos os recursos disponíveis para eles, que não são tantos quanto o Brasil, ele é punido com injeção letal à morte.
pentobarbital, a injeção. Só que essa injeção, ela está a cada dia mais difícil de conseguir nas farmácias que produzem esse tipo de medicamento letal. E aí ele passa para a segunda, outras opções de morte, fuzilamento, cadeira elétrica.
Tudo isso tem nos Estados Unidos, para certos tipos de crime, para crimes contra o Estado, crimes contra a sociedade. E aí você vê o terrorismo, por exemplo, o criminoso faccionado lá dos Estados Unidos também, os grandes grupos criminosos, a depender do Estado, ele também é punido com isso. O estuprador é punido com morte, a depender do Estado.
Então, assim, essa questão da pena de morte e da prisão perpétua ser uma coisa, ah, não, isso é muito antiquado. Antiquado aonde? Só aqui no Brasil que é antiquado? Só aqui no Brasil que não serve? Então a gente tem um direito penal que, inclusive, dentro da doutrina jurídica...
A gente tem um nome para isso, é um nome até estranho de se falar, mas é o garantismo penal hiperbólico monocular. Nossa senhora, cara! Exatamente. O cara saiu do proctologista. Porque é um garantismo penal e porque é hiperbólico, porque é exacerbado, é um garantismo totalmente desproporcional e porque monocular, porque só vê um lado da história.
E aí, a gente tem um dos princípios da nossa Constituição, que é o princípio da proporcionalidade. E o princípio da proporcionalidade, ele não fala só na hipertrofia do Estado. Ele fala também na proteção eficiente que o Estado tem que dar para o seu cidadão. Mas o garantismo penal hiperbólico monocular, como eu estava falando agora, só vê o lado de quem? Do bandido. E o Brasil, nas suas políticas de criminais, na sua legislação, sempre priorizou o bandido.
Sempre o ator principal que se buscou dar atenção nas legislações penais é o bandido. Nunca foi a vítima. Nunca foi a vítima. Isso aí vem mudando de um tempo para cá os trancos e barrancos. Só que o que acontece? É igual uma casa. Quando a casa está com a parede rachada, não adianta você ir lá e passar o reboco na parede. A parede vai cair. Porque o problema não é a parede. O problema é o alicerce.
E qual é o alicerce legal que a gente tem? A Constituição Federal. A gente tem que mudar a Constituição Federal. Inclusive, eu sou partidário de que a gente tem que ter uma nova Assembleia Nacional Constituinte. Porque existem coisas na nossa Constituição, chamada de cláusulas pétreas, que a gente não consegue mudar. A gente só consegue mudar, se extinguir a Constituição e colocar outra. Ah, vai fazer isso através de um golpe de Estado?
Não. A própria Constituição diz como é que a gente faz isso. O poder, ele emana do povo.
E qual um dos instrumentos de poder do povo? Plebiscito. Por que se não faz um plebiscito, para saber se a população entende que está na hora de mudar essa Constituição? Para colocar pena de morte, para colocar direito penal do inimigo, para colocar prisão perpétua. Por que os parlamentares, por que os presidentes que passaram pelo Brasil têm tanto medo de perguntar ao povo, como já foi perguntado antes, acerca do regime se queria monarquia, se queria parlamentarismo, se queria...
A gente muda ou não essa Constituição? Porque eu entendo a Constituição de 88. Para a época dela, ela era uma Constituição que precisava ser feita daquela forma. Porque a gente vinha ali de um regime militar, do qual esse regime militar era bastante criticado pela política daquela época.
E eles criaram diversos mecanismos burocráticos, ilegais e de garantias, principalmente no artigo 5º da Constituição, para evitar que aquele tipo de movimento que foi feito em 1964, através dos regimes militares, voltasse de novo ao país. É tanto que as cláusulas pétreas representam isso. Só isso aqui não pode ser mudado. E o que é que não pode ser mudado? O artigo 5º, que é onde está todas as garantias do cidadão. Só que eles criaram uma Constituição tão inflada,
com tanto medo e deram tanto poder para certos poderes, vamos dizer assim, apesar da redundância, como o poder judiciário e o poder legislativo, que isso impede hoje o presidente de executar. O executivo hoje não consegue fazer a sua função principal, que é executar, porque o presidente fica com a faca no pescoço o tempo todo do legislativo, principalmente através de emendas impositivas, e deu um super poder para o judiciário.
A época todos com medo de voltar um regime militar novamente. Então vamos dar um super poder para alguém, para que alguém evite, e criando mecanismos constitucionais disso, evite que isso aconteça. Só que esse garantismo exacerbado e esse poder exacerbado que foi dado,
para certos poderes da nossa nação, ele criou porque em 30 anos, a geração do coronel aqui, que deve ter 30 anos a mais do que eu mais ou menos, é uma geração que não tem tanta diferença.
Me senti discriminado. A gente brincava, né? A gente brincava das mesmas coisas. O Colércio brincava soltando pipa, pequena. Bola de gude. Também. Lá no Ceará a gente chama de peão. Como é que chama peão? Peão. Peão mesmo, né? Pronto, peão. Ou seja... Bolinha de gude, como chama? Pronto. Bolinha de gude é bila. Bila? É, bila. E taco. Pronto. O que é taco?
Um pedaço de madeira que você bate numa bola e tem uma latinha atrás. Ah, não, isso aí a gente brincava no Ceará, não. A gente pega o taco pra atacar na cabeça dos outros. Ou seja, as nossas brincadeiras aqui... Chamavam de bete também, né? Pois é. Por que que eu tô dizendo? Porque as nossas gerações aqui... Bete é proibido. Independentemente das nossas idades, elas não evoluíram tanto socialmente. É tanto que as nossas brincadeiras como crianças são as mesmas. E a brincadeira dos meus filhos?
Em relação às minhas. E meus filhos não têm 30 anos de diferença de mim. Se eu perguntasse se meu filho já soltou pião, não. Se eu perguntasse se meu filho já brincou de bila, também não. Bolinha de gude. Não. Se ele já soltou uma pipa, só se eu tiver feito para ele. Ou seja, a sociedade nos últimos 30 anos, ela evoluiu de uma forma muito mais rápida, principalmente pelo advento da informática e da internet, do que a geração dos meus avós do meu pai e a geração do meu pai para a minha.
Então como é que você quer uma sociedade que evolui de forma, em progressão geométrica, você mantém um diploma normativo que estava pensando no passado e não no futuro? Porque em 88, quando foi feita a Constituição, eles estavam olhando para o passado, eles estavam olhando para 64. A gente não pode deixar mais que isso aqui aconteça.
Esse era o objetivo da Constituição. E 2026, ninguém olhou para isso. Então a gente precisa mudar nossa Constituição. A gente precisa ir mudando a Constituição, a gente cria mecanismo para mudar toda a legislação criminal. Pois é.
O Homer, o que o pessoal tá achando aí? O que eles querem saber? Olha, o chat aqui tá bem... Animado? Participativo, tá bem animado. Então vamos lá. Tem a pergunta aqui do João Rocha. Ele tá falando o seguinte, ó. Eu moro numa região onde muita gente já viu facção mandar mais do que o Estado. Qual foi o momento que fez vocês pensarem? A gente já perdeu o controle disso tudo. E aí, coronel?
Vamos contar primeiro a experiência de vocês em cada estado. A gente tem que entender esse processo e tem que esclarecer algumas coisas. A primeira coisa que nós não podemos confundir é que é só uma questão política.
ideológica e religiosa. O terrorismo hoje abrange muito mais. Até mesmo por aquilo que ele explicou. Hoje em dia, você tem uma transnacionalidade muito grande de todos, do comércio, da indústria, do trabalho, etc. Então, você não tem mais essa possibilidade de você ficar contido num lugar só. Então, o terrorismo clássico, ele atentava contra o poder político, contra o Estado e contra as instituições.
O poder já do terrorismo, do narcoterrorismo, já é uma congruência de três coisas. É o poder do domínio do território, o controle financeiro, ou seja, o controle monetário, o controle da força pelo dinheiro, e a governança paralela que você tem. Então você tem esses três fatores que...
juntados ao tráfico de drogas, torna o narcotráfico uma facção terrorista.
Então é muito diferente disso. Eu tiro para o Rio de Janeiro. Você tem áreas com governança paralela? Temos. Você tem áreas com domínio financeiro? Temos. O cara domina o gás, domina a internet, domina a luz, domina a água, ele domina o transporte auxiliar, ele domina tudo aquilo ali. Ele tem um domínio de... Então...
territorial? Tem. Ele bota a barricada, ele bota um garoto armado lá, menor de idade, com um fuzil na mão. Esse é um problema, né? De usar o menor de idade sempre pra... Explica pra quem não sabe porque usam tanto o menor de idade.
por causa do Estatuto da Criança e do Adolescente, em que você pega um garoto desse que já tenha cometido um homicídio, que esteja portando uma arma de guerra, ele vai cumprir, no máximo, uma pena de três anos de reeducação. Nem crime ele comete, tecnicamente. Nem tecnicamente. E depois ele sai ficha limpa.
É, ele pode matar uma pessoa. Depois ele sai e fica... Isso aí é até uma coisa que a gente lá no Ceará, dentro dos projetos do nosso pré-candidato lá ao Senado, o Murilo Rocha, uma das propostas que ele traz lá é a alteração legislativa da Constituição através de uma PEC, porque o que acontece hoje?
Hoje, e um abraço aqui para o Murilo, Murilão, Murilão é um cara fenomenal. Rapaz, o Murilo, ele é um cara, só um parêntese aqui, ele é um cara que poucas pessoas aqui no Brasil têm o currículo do Murilo, poucas pessoas aqui no Brasil têm o currículo dele. Ele é um cara que ele trabalha para o CEPAL, que é a Comissão Econômica
de alguma coisa da América Latina da ONU. O cara é, assim, é fenomenal. Fala oito idiomas, eu não sei nem como é que ele consegue, como é que cabe tanta coisa dentro da cabeça dele. Enfim, e ele trouxe, já dentro dos projetos dele do Senado, justamente essa coisa do...
do menor. Porque o que acontece hoje? Hoje a gente tem dois critérios penais pra avaliar o que a gente chama de imputação, que é a culpabilidade. Quando uma pessoa é imputável, quando ela consegue ser punida. Que é o critério biológico e o critério biopsicológico. O que é o critério biológico? A idade. Só comete crime o maior de 18 anos. Se for menor de 18 anos, não comete crime.
E a gente tem o critério biopsicológico. Que critério é esse? É que, à época dos fatos, você tinha plena capacidade de entender o caráter ilícito dele e mesmo assim você foi lá e cometeu o crime. Então você vai ser punido. Isso para os maiores de 18 anos. Olha só como é simples a gente resolver certos problemas do Brasil.
Por que a gente não acaba com o critério biológico? Como existe na França, como existe nos Estados Unidos, como existe na Inglaterra. E é essa a proposta de emenda constitucional do Murilo, pré-candidato ao Senado lá do Estado. É acabar com o critério biológico. Porque a partir do momento que eu acabo com o critério biológico e digo que não tem mais limite de idade, eu só vou adotar o critério biopsicológico. Para quem? Para todos.
inclusive para o adolescente. Então, se o adolescente passa por uma comissão, e essa comissão já existe dentro do sistema socioeducativo, de psicólogos, psiquiatras, e o sistema socioeducativo do Brasil, é um problema que a gente tem, não só no estado do Ceará, mas em todo o território nacional, por conta das mesmas coisas, principalmente a sensação de impunidade do adolescente. Mas voltando aqui.
quando você tira o critério biológico e coloca só o biopsicológico independentemente da idade, quando se passa por essa comissão, psicólogo, psiquiatra assistente social, e todos eles avaliam que aquela pessoa independentemente da idade
ela entendia o caráter ilícito do fato, ela é punida como se adulto fosse. É assim que acontece na França, é assim que acontece na Inglaterra, é assim que acontece nos Estados Unidos. E aí, quando ela não consegue entender... Cara, eu já vi... Posso ter enganado, mas eu já vi...
moleque com prisão perpétua. Isso, isso. Porque ele foi punido como adulto. Ele foi punido como adulto, porque se provou que no momento em que ele cometeu o crime, ele tinha plena consciência do que ele estava fazendo. Então não tem negócio de idade. Sabe por que? Sabe por que eu acho esse modelo que o Murilo está trazendo mais acertado? Porque não adianta reduzir de 18 para 16 só.
Porque se a gente reduz de 10 para 16, eles vão pegar de 15. Aí depois vai fazer o quê? Reduzir para 15? Reduzir para 15, para 13? Aí vai pegar o de 13. Aí a gente vai acabar o quê? Criminalizando de 10 para baixo? Entendeu? Então, a questão da idade, ela não é, pelo menos por esse modelo, ela não é relevante. O que é relevante é entender se o menor, ele sabia o que ele estava fazendo.
E é assim que funciona nos países desenvolvidos, nas democracias. Eu não estou falando aqui de ditadura e de nada. Nos países, nas grandes democracias do planeta, é utilizado esse modelo. Mas não funciona para o Brasil. É impressionante como no Brasil não funciona. Coloca aí a resposta do Lula em relação ao que aconteceu lá, dessa classificação dos Estados Unidos.
A frase dele, você acha que foi um ato falho? Os nossos bandidos? Por que tem essa preocupação dele? Você acha que isso atrapalha? Isso é mais para o Arthur. Isso atrapalha a campanha? Qual foi o posicionamento do Missão e do Flávio, dos outros candidatos em relação a isso? E coloca na tela o pronunciamento do Lula, pelo menos o que saiu.
Ele vai colocar lá, mas você viu o que ele falou. Sim, eu reagi hoje na live. Ah, você reagiu? Você viu que o Lula está ali... O Lula falou que ele não é comunista. Você viu isso, né? Não, cara, deixa eu te falar uma coisa. Na véspera de eleição. Na véspera de eleição, o Lula não é comunista. Nas eleições, eu estou falando de verdade. Mas tem várias declarações dele falando que sou comunista, que fizeram essa edição e depois ele não sou comunista. Nas eleições, ninguém é comunista.
Eu ia falar justamente isso. Na véspera de eleição, o comunista é cristão. O cara que pôs a taxa da blusinha é contra imposto. E ele gosta mesmo, sabe do quê? É de programa associado de vale gás, cara. Olha como ele é bonzinho. Ele gosta de pé de meia para o mais pobre. Ele quer cuidar do povo. E assim, a gente continua caindo na coisa mais falsa que existe. Para você ter uma ideia, cara, esse negócio da taxa das blusinhas é uma coisa tão...
Mas estão... Desculpa a palavra forte, mas uma coisa tão retardada, que é o seguinte, o cara ganha eleição, aí ele enfia imposto no seu rabo, aí ele fica 3 anos e meio ou anos tirando o dinheiro de você, aí na véspera da eleição ele fala, não, nada a ver essa taxa. Tira já com data de validade, porque a reforma tributária vai fazer essa taxa voltar em janeiro. Ah, vai voltar em janeiro? É só para eleição mesmo.
Fala mal da taxa e entrega pra você um programa social que você mesmo tá pagando. E as pessoas aplaudem e falam, o Lula é o pai dos pobres. E sabe o que me irrita, cara? Não é nem a população mais pobre que às vezes sem instrução, é enganada por um cara cafajeste como esse. O que me irrita mais é a classe artística. Porque a classe artística, ou aquele teu amigo de esquerda que você acha inteligentinho... Nessa hora fica quieto, né?
Não, a gente é mais esperto, a gente é descolado. Não, você não é descolado. Você é um braço, você é um auxiliar de um projeto populista que faz as coisas mais básicas que tem. Cobre imposto no começo, finge que está tirando imposto no final já com data de validade, entrega um programa social ridículo, estimula a política do pão em circo pra caramba e fala, vota em mim porque o meu inimigo é pior. Não tem nada mais velho na política do que isso.
E aí vai ter um monte de inteligentinho pagando de... É que posso falar? E muito também da esquerda que se encontra. Esse termo nasceu. O quê? Esse termo do inteligentinho. Claro, do Pondé. Mas o lance é o seguinte. Tem muita gente, inclusive, que não. Eu sou oposição ao Lula, oposição à esquerda. Um Jean Wyllys da vida, o próprio Jones Manuel. Não, imagina. O projeto neoliberal do Haddad. E agora fez o quê? Não. Em nome da monetização em dólar do AdSense dele.
Ele saiu do PCBR para se candidatar pelo PSOL pedindo voto para o presidente no 13.
É humilhação completa. É humilhação completa. Quer falar outro? Vamos falar... Ele vai poder falar mal agora do Lula? Acho que não. Quero ver. Quero ver ele falar que o Lula é ladrão. Quero ver ele falar do Mensalão. Quero ver ele falar do Petrolão. Da mesma forma que ele falava mal de banqueiro, mas não fala mal do Eduardo Moreira, porque vendia curso, aí é o banqueiro do bem, porque dá dinheiro para ele, ele não vai poder agora mais falar do projeto neoliberal.
Não pode mais. Ele cansou de descer a lenha no Lula e no Haddad. Pois é, e agora vai pedir voto para quem?
Isso aqui. Opa, opa. Quer ver outro? Quer ver outro? Vamos falar do Ciro Gomes? Não, porque eu tenho um projeto pro país e não sei o que lá. Tá agora apoiando o Aécio Neves. O quê? Ué, essa notícia é hoje. Cara, essa política é... Eu tô falando pra você, meu. O Ciro Gomes, que é apoiado pelo André Fernandes, bolsonarista no Ceará, agora está apoiando o Aécio Neves pra presidente. Meu irmão, aí a gente fala, pelo amor de Deus, gente.
acorda para o projeto de verdade que tem proposta para aprender e matar bandido, para resolver a economia do Brasil, para trazer projeto de educação. As pessoas não acordam, cara. As pessoas querem ficar nessa polarização ridícula. Tem gente que fala que era contra o fundo partidário. Sabia que ele ia fingir que ele tinha alguma lá. Você acredita nisso? Olha lá.
Só um minutinho. Quer entrar no mal do debate? Sim, só um minutinho. Qual é o único grupo que escreveu contra isso? Outro fundo eleitoral e agora é a favor. Qual grupo você está falando? Do MBR. Não, a gente não é a favor. Não é. A gente é contra? Não estamos?
Primeiro que a gente nem tem. Segundo que é o seguinte... Mas se tivesse... A gente vai usar. Não, quando a gente tiver a gente vai usar. Sabe por quê? Nós somos o único grupo político, o único, que escreveu um livro falando contra o fundo eleitoral. E mais, nós somos o partido que tem o parlamentar que protocolou um projeto de lei contra o fundo eleitoral. Então eu faço uma proposta. Vamos ninguém usar? O Jones Manoel escreveu um livro contra o Lula, ele pode apoiar o Lula?
Não, ele não escreveu um livro. Se ele escreveu um livro. Vamos lá. Se você escreveu um livro, pode... Deixa eu te falar uma coisa. Uma coisa é você pegar e tomar uma decisão estratégica para vencer uma guerra. Eu cansei, irmão, de chegar de Stilingue na guerra com os caras com umas espadas e com metralhador e a gente só perder. Porque a minha resposta para as pessoas é o seguinte. Me ajuda a eleger um delegado Hugo no Ceará, que vai acabar com o mando do Vremio no Ceará? Me ajuda a eleger um Busnello no Rio de Janeiro sem empresário?
Porque nós não temos empresários, irmão. Nós não temos a grana de um cara que vai vir com grana sem mensalão, sem petrolão. Como é que eu faço para combater os políticos do Centrão? Como é que eu faço para combater o projeto que o PT tem um bilhão de reais só de fundo eleitoral dado pelo PL e que o PL tem mais de um bilhão de fundo? Como é que eu faço para combater esses caras com dinheiro de doação que dá 20, 30 mil reais?
Se for para ficar perdendo eleição, eu estou fora do jogo. Eu fico lá nos Estados Unidos falando mal do Brasil. Olha lá. Fiquei triste com a notícia que o secretário dos Estados Unidos disse que nossos criminosos são terroristas.
Ainda bem que é os criminosos dele, né? Não é os meus. Mas você acha que esse tipo de declaração, cara, passa por um assessor, alguém, passa isso pra ele ou é coisa da cabeça dele e ele não entende que isso acaba atrapalhando a campanha dele? Cara, posso falar? Isso é coisa da cabeça dele e isso não atrapalha nada a campanha dele. Não atrapalha? Não atrapalha nada. Acho que não. Nada, nada.
Não vai ser usado contra ele? Nada, nada. O cara que vota 13, irmão, vou te falar. O cara foi no complexo do alemão, entrou, saiu, fez lá, usa o CPX na cabeça. Porra, ele tem o que falar, pô. Posso falar uma coisa? O cara que vota 13, ele vota 13 porque ele quer evitar o Flávio. Tem o fanático, tem o pedista fanático, o Lula é o painho, ele pode falar qualquer coisa. Coma um cocô, que esse cara vai votar 13. Agora, o cara que vota 13, entre aspas, pragmático, ele vota porque ele fala, o Flávio é tão ruim, a família Bolsonaro é tão ruim que eu vou de 13, viu? Que merda.
E a fala dele não interfere em nada. Sabe por quê? Porque esse ano, isso é uma coisa que todo mundo esquece. Todo ano eleitoral, o atual governo ganha popularidade. Por quê? Porque ele faz o governo inteiro pensando nos últimos seis meses, nos seus aliados irem entregar obra, irem falar dele, etc, etc, etc. Então isso vai acontecer. Infelizmente, esse ano, o Lula, perto da eleição, vai dar um salto de popularidade. Porque ele reservou toda a máquina para ser usada quando?
Agora. O que ele já fez? Blusinha? Do que você está falando? Do Lula. Coisas que ele fez para eleitores. Vamos lá. Vale gás. Vale gás. Pé de meia. Aumento do Bolsa Família. Fim da taxa das blusinhas, que é uma mentira. É uma mentira? Claro, é só para a eleição. Passou a eleição, vai vir para o tributário, acabou. Que ele colocou, né? Ele colocou a taxa que ele tirou.
E aí, não sei se você viu o Haddad hoje, também deu a declaração, não sei se foi hoje, ele falou o seguinte... Ele jogou nas costas do Haddad. E o Haddad falou, não, não, não, eu ainda sou a favor da taxa das blusinhas. Por quê? Porque politicamente o Haddad sabe que ele é muito fraco para o governo, ele não vai ganhar a eleição para o governo, ele está indo para o sacrifício.
Então faz o seguinte, pega toda a rejeição do governo Lula e fala que o povo da Haddad... E beleza. E aí o Lula fica lá falando que na verdade ele ama o povo e não sei o quê e parará. É isso. Agora eu vou te falar, sabe uma coisa que atrapalha o Lula? Janja. Essa atrapalha. Por quê? Porque viaja pra caramba. Declarações. Declarações e mostra roupa pra lá e pra cá. Fuck you, Elon Musk. Isso aí já passou. E eu vou te falar mais.
A própria galera do PT não suporta Janja. Então politicamente... Ouvi dizer isso também. Politicamente, o que prejudica o Lula...
Eu tenho uma segunda teoria para essa declaração dele aí. Nos Estados Unidos, uma das táticas que eles utilizam é o que eles chamam de parcerias de conveniência tática. Em inglês, aqui é sense. É o amigo do momento. É o seguinte, são os acordos de gaveta e as negações públicas.
Negações públicas. O que são esses acordos de gaveta e negações públicas? O governo, sabendo que nada pode fazer, secretamente... O governo nosso, o governo ou o governo deles? Nosso governo. Sabendo que nada pode fazer, secretamente autoriza...
atuação americana, estrangeira no seu território. Mas publicamente... E aí é que vem o segundo viés. O primeiro viés é o acordo de gaveta. E o segundo viés é a negação pública. Pra evitar desgaste político e revoltas populares por conta da decisão que tomou secretamente, ele vai a público esbravejar. Mas por debaixo dos panos, ele deixa ou no mínimo faz vista grossa do...
para a atuação estrangeira, para resolver um problema do qual ele não tem capacidade de resolver. Então isso é um modelo de tática americana, escrito na doutrina antiterrorista, para os países que são atacados pelos Estados Unidos. A gente pode usar a história como alguma fonte para a gente imaginar o que pode acontecer no futuro?
Os Estados Unidos taxaram algum grupo de terrorista e depois fez o quê? Tem algum histórico disso? Olha, o histórico mais recente que a gente tem é a captura do Maduro, né? Então. A captura do Maduro, o Maduro era considerado um terrorista pela administração trans. Isso foi usado. Isso foi usado para arrebatar ele de dentro do território venezuelano. Mas não fariam isso com o político brasileiro.
Tenho minhas dúvidas. Aqui não é Venezuela. Com Lula não faria. Com Lula eu acredito que não. Mas olha, e aí eu volto de novo à questão do terrorista global especialmente designado. Eu vou sempre bater nessa tecla porque todo mundo está falando de organização terrorista. Mas ninguém está falando disso que é muito mais grave do que a organização terrorista. Porque você consegue...
quando você categoriza o grupo criminoso dessa forma, como especialmente designado, você consegue buscar toda a rede de apoio, que é o apoio material, como eles chamam lá nos Estados Unidos. E aí o que é toda a rede de apoio? Bancos que lavam dinheiro, fintechs, empresas de fachada, fornecedores, atravessadores, laranja, todos eles estão...
de certa forma, abrangidos pelas ações americanas independentes, vamos dizer assim, que são as ações americanas que não dependem do país para que ele tome uma certa atitude. Então vamos aqui falar um caso hipotético. Caso hipotético, tá, pessoal? Caso hipotético. Hipotético. Hipotético, entendeu? Nós temos uma organização criminosa, PCC, que tem uma empresa de posto de gasolina.
que investe na campanha de um político. Esse político, ele se elege. E a partir do momento em que ele se elege, ele, através da política, começa a criar diversos mecanismos, principalmente com fraudes licitatórias, para beneficiar as empresas que financiaram a sua campanha, que, por sua vez, são de fachadas do PCC. Caramba!
Esse político, pela lei americana, a partir do momento em que os americanos descobrem isso, eles podem exterminar o político.
A lei antiterrorista da rede de apoio dos terroristas globais, especialmente designados, dá a possibilidade de isso acontecer, sem autorização do país. Eles sempre fazem uso progressivo da força. A primeira ação é captura e extração para interrogatório.
Mas quando se vê que há um risco muito grande para os operadores que estão fazendo isso aí, é extermínio, é execução, que eles chamam lá de target killing.
Então eles vão lá e executam e acabou. Vão lá, executam e vão embora. Onde aconteceu isso? O Bin Laden. O Bin Laden, eles foram no território paquistanês, que inclusive é um aliado americano, é um aliado dos Estados Unidos. Como eles sabiam que não tinham como capturar e extrair o Bin Laden para interrogar, eles foram lá e exterminaram. Qual era o objetivo da missão? Era exterminar.
Era exterminar. O objetivo da missão era esse. Então essa é a lei de terrorismo que agora vai ser aplicada PCC e Comando Vermelho. É claro que aqui a gente está indo para o extremo. Vamos pensar nas coisas boas. Vamos pensar nas coisas boas. Olha só uma coisa boa que essa...
essa lei de terrorismo pode trazer para um país. Isso foi feito na Colômbia, por exemplo. A Colômbia, o coronel Busnello sabe muito bem disso, é a polícia da Colômbia, eu estou falando da polícia, não estou falando do exército, estou falando da polícia da Colômbia, é a força que mais tem BlackRock.
além do exército americano, que são aqueles helicópteros de guerra gigantesco. Porque os Estados Unidos, uma das políticas que ele adota, quando o país assume que é ineficiente, que foi o que a Colômbia fez na década de 80, ela assumiu que ela era ineficiente, que não conseguia sozinha.
E aí quando o país é humilde o suficiente para dizer, olha, eu não consigo só. Aí os Estados Unidos sabe o que ele faz? Injeta bilhões no país, pois agora eu vou te capacitar a conseguir. E aí os Estados Unidos injetaram bilhões na Colômbia na década de 70, na década de 80, para fazer com que as forças colombianas conseguissem combater as Farc.
E a força colombiana hoje, pelo menos de aparelhamento e de treinamento, o Coronel Busnello pode falar muito melhor do que eu sobre isso aqui, a polícia da Colômbia era uma das polícias mais bem aparelhadas, equipadas e treinadas do planeta, justamente por conta desse investimento americano. Mas o Coronel pode completar com a experiência dele, que o BOP tem muita parceria bacana. Por isso que eu digo...
Essa oportunidade que nós temos é uma janela de oportunidade muito positiva para nós podermos criar uma forma de combate a essas facções que venham realmente a surtir efeito sobre elas. Não adianta nós criarmos aqui fantasias porque não vamos conseguir. Ah, vai mexer no meu território, vai mexer no meu político, vai mexer... Não.
É a oportunidade que nós temos de interagir, de trocar inteligência, de trocar conhecimento, de, olha, tenho fragilidade na polícia. A polícia, citar um exemplo aqui, Maranhão, ela tem dificuldades. Vamos calibrar investimentos para ela lá? O que é que pode dar? Os Estados Unidos podem dar? Investe nessa polícia aqui.
evita o desenvolvimento da facção nos estados em que ela está fraca ainda. Então, é essa a possibilidade que nós temos. A nível de Colômbia, a que se surtia alguns efeitos positivos e negativos, porque o tráfico está tão entranhado dentro do tecido social colombiano em que você não tem mais reverso.
Você é um narco-estado. Assim como a Venezuela era um narco-estado, o México é um narco-estado, e aí você não tem possibilidade mais de reverter isso. Então você tem que usar dessas táticas e dessas ações. Acho que aqui, se nós...
utilizando da humildade, chegarmos e falarmos, olha, precisamos disso, disso e disso, para poder operar, todo esse equipamento vai vir, toda essa técnica vai vir. Mas, continua a dizer, nós temos capacidade plena de prender e matar os bandidos que nós temos.
Não adianta vir de fora, porque não vai entender a nossa cultura, não vai entender a nossa demanda, não vai entender a nossa demanda. Vai gerar uma convulsão política de rejeição muito grande e o que era bom passa a ser ruim. É o que está querendo ser feito agora. O presidente está dizendo que não, não, não, coitadinhos dos meus meninos, coitadinhos dos meus bandidinhos, eles não podem ser terroristas. Eles têm que ser bandidinhos.
E na legislação americana, coronel, essa daí é a primeira opção que os Estados Unidos dá para o país. Se o país quiser ajuda, o americano vai ajudar. É justamente isso. Agora ele tem que pedir. Ele tem que dizer, olha, eu não consigo sozinho. Ele tem que ser humilde, como o coronel mesmo falou. E aí a partir do momento em que ele diz que não consegue ser sozinho, porque o americano... O México fez isso também. O México fez isso também.
O americano não quer expor as forças de segurança dele e as forças especiais dele em território estrangeiro. Então ele prefere investir na polícia local. Ele fez isso com o Iraque, ele fez isso com o Afeganistão, ele fez isso com o Azerbaijão na Guerra Fria. Ele fez isso com vários países que tinham problemas com grupos terroristas nos seus territórios. Então a primeira ação que os Estados Unidos tomam é justamente financiar.
o governo financiar o país para que o país tenha capacidade de agir. Quando o país não quer ajuda e ele não resolve o problema, aí é que passa para os mecanismos mais, vamos dizer assim, mais duros dos Estados Unidos, que foram os que eu citei anteriormente. E só reforçando aqui o que o coronel falou, cara, quando polícia civil e polícia militar se juntam para fazer, a coisa acontece.
aqui no Brasil. Existe domínio territorial? Existe domínio territorial. As facções territorializam e criam um estado paralelo em muitos locais. Rio de Janeiro está começando, já está acontecendo em certa escala no Ceará, acontece. Agora também não tem criminoso no país que consiga aguentar uma força policial articulada e integrada.
Isso aí a gente viu recentemente no Rio de Janeiro. Na operação do Rio, pelo amor de Deus. A gente viu isso no Rio de Janeiro. Os caras foram pra cima da polícia? Não, eles foram pra dentro do Matagal. Pra se esconder e combater de lá. A gente quando atuava lá no Ceará, os bandidos se enfiavam dentro do Matagal também na calcaia.
Porque eles queriam combater de lá. Porque eles não tinham coragem de combater de frente. Porque eles não tinham treinamento, eles não tinham a precisão que os policiais têm. E eles não tinham principalmente a coragem. Porque se tem uma pessoa que é corajosa no Brasil, meu amigo, é o policial. Se tem uma profissão, meu amigo, que você precisa ter coragem, é polícia. Só complementando.
Você vê Rio-São Paulo, você não vê um carro de raio-x para você passar um caminhão.
Como é que você pode ter a maior rodovia do país que passa ali, o PIB do país passa... Eu nunca pensei nisso, cara. Você tem que ter um raio-x, cara. Você tem que ter um raio-x. Você não tem um raio-x, cara. Você tem pedágio pra caramba. Tem. O pedágio mais caro, acho que, do mundo. Aqui, se você pegar valor do país por quilômetro, que é o da Imigrantes. Ah, é? Acho que está hoje quase 80 conto. Está quase 40 conto para você rodar 80 quilômetros.
Loucura. Então você não vê um uma máquina de raio-x. E olha que o Rio de Janeiro tem esse problema todo de recolher quase mil fuzis por ano, ou mais de mil fuzis por ano.
Você tem uma incidência criminal poderosa. Você tem um país que é o segundo país mais dopado do mundo, que mais consome drogas no mundo. O Brasil? O Brasil. Eu não sabia disso também. É o segundo país que mais consome drogas no mundo. Você não tem uma política de limpeza? Você não tem uma política de melhorar a questão sanitária?
do cidadão dependente químico, que é doente, que é um doente, você não tem. E você não tem nada. Você tem aqui, de seis em seis meses, você vai lá no território e fala, olha, eu que mando aqui, mata, aí depois o cara que mandou ir lá, é uma coisa importante isso.
O cara que mandou você ir lá, depois ele não vai estar no governo para te pagar a sua defesa. Porque o MP vai vir te massacrando. Os direitos humanos vão vir te massacrando. Aí você vira, não é mais CNPJ, você vira um CPF que vai sentar na mesa ali qualificado como homicida. E você que se defenda. Isso é absurdo. Eu respondi 20 anos um processo em que eu tive que responder a 8 juízos.
Com várias sentenças. Isso é um absurdo. Por quê? Porque o senhor Marcelo Freixo tem uma ONG chamada Justiça Global e que foi para a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, subiu e fez de tudo. E o estado do Rio de Janeiro, a qual eu representava, nem sequer foi condenado. Mas o Sérgio Cabral foi lá e pagou a indenização para o cara.
E você vê como é a diferença? Só para concluir. Então você tem que ver muito essas medidas. Do cara que chega aqui hoje e faz um discurso de que tem que matar, que tem que fazer isso, tem que fazer aquilo. A saúde mental desse policial depois. A saúde mental desse funcionário público. A questão da defesa dele. É um cara que vai... Ah, eu tenho dois homicídios.
60 anos de cadeia. Uma das propostas mais corajosas do Renan é justamente essa. A AGU vai defender o policial. Não, peraí, peraí. Você foi numa missão que o Estado te deu e executou ela brilhantemente, é o Estado que tem que te defender? Sim. É o Estado que tem que te defender, cara. Era isso que eu ia falar. Vocês lembram, e até quando erra, vocês lembram do Jean Charles? Aquele brasileiro que lá na Inglaterra foi confundido com terrorista pela Scotland A? A Scotland A foi condenada.
a Scotland Yard, que foi condenada. Porque os policiais que agiram ali, os policiais agiram com dados de inteligência que tinham sido passados. Com protocolo. Os policiais agiram com protocolo. Os policiais agiram com a tática e a técnica que se esperava de um atentado terrorista. E os policiais neutralizaram o alvo.
Depois descobriu-se que houve um erro estrutural de toda a investigação que gerou aquela confusão que o brasileiro nada tinha a ver e foi confundido com a outra pessoa. O erro foi do policial que sentou o dedo no alvo? Não, o policial é um instrumento. O policial é um instrumento. Ele é um instrumento do Estado que, diante de uma ameaça ainda que puntativa, ainda que imaginária, ele foi lá e executou o que ele foi treinado para fazer.
Então, reconheceu-se que, de fato, a polícia errou?
E a Scotland A é a instituição que foi condenada, não foi o policial. Porque há uma blindagem, há uma blindagem legal e cultural na Inglaterra para que o policial só seja punido em casos que demonstrem que o policial agiu com dolo mesmo de fazer aquilo ali, de fazer uma perversidade. Mas quando o policial está no estrito cumprimento do dever legal, ainda que ele cometa um erro...
Se esse erro não for por conta da ação do policial, mas por conta, como aconteceu lá na Inglaterra, de uma informação que foi passada de modo equivocado que gerou-se uma confusão, que não foi o policial da ponta que causou, que o policial da ponta fez aquilo que ele achava que deveria fazer porque a informação que ele tinha naquela, o policial não é condenado na Inglaterra.
E aqui o que a gente vê é que o policial ele é escrachado, primeiro pela imprensa. A imprensa já já condena logo o policial. Já joga o policial logo aos leões. E aí a gente tem uma justiça
em que a cada ano que passa, os formandos em direito perdem menos a noção da realidade e passam 4, 5 anos lendo Foucault na universidade e não se atém ao que está acontecendo na esquina da casa dele, porque a única noção de sociedade que ele tem só vai até a porta do condomínio de luxo que ele mora.
E aí é esse cara que muitas vezes vai avaliar e vai julgar um policial que está trocando tiro na favela de um complexo da Maré contra um cara que está do outro lado com armamento muito mais pesado que o dele.
com o cara que está atirando ali ao Léo, sem saber quem está pegando, enquanto cada tiro que sai aqui da arma do policial é um CPF que está escrito ali. Cada munição daquela tem um CPF. E aí é esse juiz, é esse aluno de direito alienado da faculdade, que não tem noção nenhuma de sociedade, porque vive numa bolha de um mundo perfeito, que vai julgar o policial que está no meio do inferno.
Entendeu? Então isso aí também é outra coisa que a gente tem que mudar a nível de sociedade. A nossa cultura. A nossa cultura. Ninguém falou do piloto do BOP, a não ser o Renan. Do piloto do BOP que morreu recentemente porque tinha levado um tiro. Da Corey. Da Corey. Da Corey. Ninguém falou dele. Ele não é herói. Ele não é herói. Agora MC Pose do Roda é herói. O Uruan é um ídolo.
Olha só as nossas referências. Olha só o modelo de sociedade que a gente está criando. Por isso que eu eleito, vou morar dentro da comunidade. Isso é uma coisa que eu já falei com o Rafa, não tem como. Por quê? Lá você vai sentir o que é a falta no serviço público, você vai conseguir sentir o que demanda aquela comunidade e você vai conseguir transformar aquela comunidade e você vai conseguir transformar aquela comunidade.
De uma forma que o cidadão que está ali seja incluso dentro do dia a dia da cidade. Porque hoje você tem esses territórios dominados e excluídos. Então eu vou morar lá dentro. Meu gabinete vai ser lá dentro. Você vai me visitar, vai tomar um café comigo, eu vou estar lá dentro. Ele vai visitar, eu vim aqui te visitar. Isso é importante. Toma aqui, senta aqui. Isso é muito importante. O político é muito distante. Aqui no Brasil você tem. A saúde não funciona porque o cara tem um plano de saúde.
A educação não funciona porque o filho dele está no melhor colégio. Isso não pode mais acontecer. É um discurso meio comunista isso aqui? Não. É uma realidade que hoje você não consegue mais excluir as pessoas disso. Você não pode dizer para o cidadão que você vai combater o crime se você não está lá dentro sentindo o que aquele cidadão sofre com o crime.
Eu até ia te perguntar, viu... Pagar o gás mais caro, a comida mais cara, o transporte mais caro. Muita gente fala da realidade hoje, de quem vive sob a tutela do crime organizado no Rio de Janeiro. Mas eu sei que existem problemas regionais do Ceará, que agora explodiram. A gente foi, inclusive, visitar. É que eu não te conheci na ocasião. A gente foi em cidades... Vira ela. Cidades inteiras fantasmas. Como assim? Você chega nas cidades e não tem ninguém.
E aí? Todo o crime organizado cortou a cabeça de um cara no meio da praça e a galera ficou com medo e foi embora.
Aí eu ia até te perguntar o seguinte, como é que estão organizadas hoje as forças políticas do Ceará? Porque, como é que isso acontece? Por que isso aconteceu lá? Rapaz, são sucessivos erros de gestão. Só mais uma questão. Esse é o cangaço novo? Não, não. Ou é outro ramo? É falta de controle sobre um problema que foi anunciado, pré-anunciado há muito tempo.
É como eu estou dizendo, quando você não tem noção do que acontece na sociedade, porque você não convive, como o senhor está querendo conviver, sendo eleito, que eu convivi, porque eu nasci e cresci em uma das maiores favelas do...
de Fortaleza, Vicente Pizum. Inclusive, familiares meus ainda moram lá. Eu ainda ando no Vicente Pizum. É um local que eu me sinto muito bem. E é um local que eu, sendo governador do estado do Ceará, eu vou aplicar o primeiro modelo de desfavelização do Renan.
Esse é o primeiro local de desfavelização que eu vou fazer dentro do Vicente Prisão. Trazendo saneamento, trazendo segurança, trazendo infraestrutura, trazendo dignidade para todo mundo que mora naquele morro, que eu estou falando de 60 mil pessoas. 60 mil pessoas. Agora, quando você coloca...
em gestões estratégicas, o senhor sabe muito bem disso, que é a gestão de segurança pública. Pessoas desconectas da sociedade e dos problemas sociais, você começa a tomar diversas decisões a nível gerencial.
E hoje o problema do Ceará não é a incompetência dos policiais. Não é a incompetência dos policiais. Não é a polícia militar que desaprendeu a trabalhar. Não é a polícia civil que desaprendeu a trabalhar. O que a gente tem hoje, primeiro, desmotivação da tropa. O senhor sabe muito bem disso, que a polícia não precisa de chefe, ela precisa de líder.
E o líder, ele lidera pelo exemplo. O líder, ele lidera pelo exemplo. Existe uma diferença muito grande entre líder e chefe. Chefe, meu amigo, qualquer um pode ser. Líder, você conta nos dedos. Quem nasceu para liderar. E hoje, o problema das polícias é que elas não têm uma liderança.
Hoje o problema das polícias é que o policial que está na ponta, ele não se sente seguro de dizer assim, eu vou fazer isso porque eu sei que o meu comandante, porque eu sei que o delegado que me acompanha, ele vai segurar as pontas e ele vai brigar por mim. Uma coisa que eu sempre faço nas minhas delegacias, eu sou o primeiro a levantar o escudo.
pros meus. Pros meus, eu sou o primeiro a levantar o escudo. O cara vem querer mexer com a minha delegacia? Não, comigo não, rapaz. Você vai mexer comigo. Você vai mexer com a minha delegacia por quê? A equipe é minha. Por quê? Porque ninguém cobra mais a minha equipe do que eu. Quem é da minha equipe sabe disso. Os caras... Diretor, delegado geral, secretário de segurança, ninguém cobra mais a minha equipe do que eu.
Agora, ao mesmo tempo, o policial que está lá comigo, que é cobrado, que é muito cobrado por mim, por que ele faz? Porque ele sabe que o primeiro que vai levantar o escudo para ele sou eu. E eu não deixo a flecha passar nele não, meu amigo. Pode passar em mim, mas não passa nele não. Porque se o comando é meu, a responsabilidade é minha, não é dele.
Isso é liderar. E a gente não tem isso na polícia. O policial militar, o policial civil, eu digo isso porque eu já vivo as duas realidades, já fui policial militar há seis anos, sou policial civil, vou fazer nove agora. O policial militar que está na ponta, ele precisa de um exemplo.
ele precisa de saber que o comandante dele tá ali com ele. E eu me lembro de um amigo meu que infelizmente faleceu, da Cori, o Alves. O Alves era um... Que a gente lá na Calcaia, no meio do inferno, lá trocando tiro e tudo, o Alves chegava pra mim e dizia assim, cara, tem hora que dá vontade de mandar ele, falando comigo, né? Tem hora que dá vontade de mandar ele pra casa do caralho, meu irmão, delegado filho da puta. Mas eu não posso fazer isso, porque ele tá aqui comigo o tempo todo.
Ele tá aqui comigo o tempo todo. Então eu chegava pra ele e dizia assim, ó, Mocha, tu vai fazer isso aqui. Tu vai ter que fazer isso aqui. Mas tu não se preocupa não, eu vou estar contigo também. Tu vai se lascar e eu vou me lascar junto. Não tem comando, é isso que você falou. Não tem comando. Ninguém segura o escudo. Não tem. E o próprio governador, porque assim, o governador é o comandante das polícias também. O governador, hoje o governador do Ceará é o... Caramba, esqueci o nome dele. É o Andy Freitas. Como é que tá lá?
Cara, assim, existe uma antipatia natural das polícias com governos de esquerda. Essa antipatia é natural. A polícia, ela não gosta, na sua ampla maioria, de governos de esquerda. Isso aí não é uma coisa do Ceará.
Isso aí é uma coisa que... Do mundo. Do mundo. Até por conta do problema cultural que a gente foi trazendo ao longo das décadas relacionados aos grupos de esquerda. Como, por exemplo, quem foi que trouxe toda a mentalidade de corporativismo e de organização para o Comando Vermelho?
Vocês sabem quem foi? Os presos políticos de esquerda que foram colocados no Caldeirão do Diabo, na Ilha Grande. O Comando Vermelho nasce quando presos políticos ligados à esquerda, MR-8, ALN, que é a Aliança da Libertação Nacional. Esses políticos são colocados no meio dos presos comuns e começam a doutrinar esses presos comuns.
E a partir do momento que eles começam a doutrinar, eles começam a organizar o preso comum para brigar contra o Estado. Por que o Comando Vermelho é tão belicoso? Por que o Comando Vermelho não é igual ao PCC? Pela sua própria origem. A própria origem do Comando Vermelho faz ele querer ser um Estado paralelo. Por que o Comando não é verde e amarelo? Por que o Comando não é azul e anil?
O comando é vermelho, por conta do Manifesto Comunista. A falange é vermelha, foi assim que começou. E o que a falange vermelha vai fazer? Ela vai massacrar todos os grupos rivais, como a falange do Jacaré. Isso aconteceu lá no Rio de Janeiro para ela ter um domínio territorial. E aí, a partir do momento em que você tem uma... Foram as guerrilhas que enfrentaram as polícias na década de 70.
certo ou errado, e aqui eu não estou entrando no mérito, eu estou dizendo de um embate que é histórico, entre polícia e grupo de esquerda. Mas isso a sociedade vai evoluindo, nós evoluímos como sociedade, os grupos de esquerda se transformaram em partidos políticos de esquerda, eles também evoluíram, e eles sabem que eles precisam da polícia, porque a polícia é o principal vetor de controle social.
A polícia não transforma a sociedade. Ninguém nunca vai conseguir transformar a sociedade com polícia. Porque essa não é a função da polícia. A polícia foi criada para controlar a sociedade. Ela não foi criada para transformar. Você transforma a sociedade através de saúde, de educação, de qualidade, de incentivo ao jovem, ao emprego, à renda, ao empreendedorismo. É assim que você muda uma sociedade a curto, médio e longo prazo.
Agora a polícia controla. A polícia consegue resolver a curto prazo muito problema.
E quando esses grupos de esquerda chegam no poder, qual é a primeira coisa que eles vão fazer? Eles vão criar uma antipatia que eles já têm naturalmente com as suas polícias. E aí ele não valoriza o policial. E aí ele acha que está valorizando o policial dando viatura, dando armamento e dando prédio bonito. E não se preocupa com o ser humano policial, porque atrás do policial tem um ser humano também. E aí quando o policial entra no embate com o bandido,
Vai se preocupar com o bandido? Vai se preocupar com o bandido? Ele não se preocupa com o policial que podia ter morrido ali? Quando o policial morre, quantos governadores o senhor já viu em velório de policial? Nenhum. Nenhum. Agora, quando a polícia mata bandido, só o que não falta é posicionamento em rede social condenando. Por quê? E o policial quando morre? Cadê os governadores? Cadê os prefeitos? Cadê os políticos?
o pessoal só veio falar dos três policiais, dos cinco policiais que morreram na ação do Rio, foi cinco, não foi? Depois morreram mais dois da ação do Rio, porque viram que a população apoiou. Até os veículos de imprensa frearam. Porque os veículos de imprensa começaram tacando o pau. Exatamente. Começaram tacando o pau. Falou isso nas lives na época, exatamente. E aí quando viu que a população da favela não era o cara da Zona Sul, não. Não era o leitor do Foucault, não.
Era quem estava no meio do veneno. Quando viu que oito de dez apoiou, opa, vamos mudar o discurso. Aí o Lula mandou logo o ministro vir para fazer ação integrada com o pessoal do Rio de Janeiro, mas não foi extermínio. Já mudou. Por quê? Porque o pessoal não está preocupado com a população. O pessoal está preocupado com o voto.
Como o pessoal tá vendo que foi bem visto pela população, opa, vamos tomar o protagonismo aqui também, governo federal. Então esse é o problema, entendeu? Então enquanto a gente não tiver um governador que de fato abrace, e não é com farofa, não é com farofa não, é com sentimento que o policial veja que o governador tem uma empatia com ele. E quer um exemplo aqui? Não é nem nosso aliado político, mas é um exemplo o Caiado. As polícias sem ter confiança no Caiado em Goiás. Ele não é unânime, ninguém é unânime. Nem Jesus Cristo foi unânime.
Mas as polícias sentem uma certa confiança no Caiado porque ele pega pra si a responsabilidade. Ele levanta o escudo pro cara. Ele levanta o escudo. Ele brigou com o desembargador lá. Ele brigou com o desembargador lá pra defender a polícia. Ó, a polícia aí cumpriu minha ordem. Se vocês querem algum problema, venham pra cima de mim. Não vá pra cima do policial, não.
aí tu ganha o cara. Porque todo mundo pensa que a polícia só quer dinheiro, não, só quer aumento salarial, só quer aumento salarial, não, pô. A polícia quer empatia. Ela quer empatia do governante. Ela quer saber, ei, meu irmão, eu vou brigar por esse cara. Eu vou brigar por ele, porque eu sei que se acontecer isso aqui comigo, eu vou ter um respaldo aqui. Quantos policiais têm seguro de vida?
Que o senhor conhece. Esse seguro de vida é pago por mim, porque o Estado não dá. O Estado era pra dar seguro de vida pra todo policial. O cara tá arriscando a vida dele todo dia. Aí quando esse policial morre, quem é que ampara a família dele? O policial delegado que perdeu a perna no Rio de Janeiro, naquele confronto... Tem as imagens. A prótese dele tá 800 mil reais. O Estado até hoje não pagou. Caramba.
E a pólice de seguro do policial não contempla a prótese. Ah, pelo amor de Deus. Tem que fazer uma vaquinha para esse cara. Que absurdo, cara. Fala com ele e vamos agitar isso. Vamos fazer uma vaquinha. Eu duvido que a gente não... A gente ajuda aqui também, claro. Eu duvido que a gente não levanta isso para ele. Junto. Duvido. O cara está lá, o nome de muleta está lá e ele necessita da prótese, porque ele é um cara grande, forte. Então ele tem que ter... De muleta ele vai ficar prejudicado muito, muito.
Ô, Homer, manda pergunta sobre o assunto aí. Vamos lá, tem algumas perguntas que já estão aqui separadas. Tem a pergunta aqui do Carlos Henrique. Ele mandou o seguinte, ó. Eu queria entender uma coisa. Quando uma facção começa a controlar bairro, comércio, transporte, internet e até quem pode entrar ou sair da comunidade, o que ainda falta para a justiça intervir nessas situações?
Leis. Leis que, de fato, dê poder para o Estado resolver o problema. É aquele grande problema que eu vinha falando lá da questão da casa. Não adianta a gente querer resolver o problema da parede se o problema maior está no alicerce.
Hoje, o policial tem uma dificuldade muito grande, legislativa, e isso foi virando uma esquizofrenia jurídica.
ao ponto de certos ministros do STJ defender que o policial não podia mais proceder uma abordagem no meio da rua se ele não tivesse uma fundada suspeita. Não, deixa eu só contar outro absurdo e fazer uma pergunta para você. Aqui no Brasil teve caso de traficante de droga que foi pego pelo GCM e a prova foi anulada porque o GCM tecnicamente só pode cuidar de patrimônio. É esse o nível.
Agora, eu vou até aproveitar para falar com o seguinte, você foi afastado pelo governador. Conta essa história. Essa história faz parte justamente disso. Por que facção do meio território? Porque quem combate, muitas vezes, sofre injustiça. Conta brevemente, se puder, o que aconteceu com você. Eu sempre fui conhecido no estado do Ceará por ser um dos delegados mais combativos que tinha dentro do estado. E muitos diziam, modéstia à parte aqui, muitos diziam que eu era um dos melhores delegados do estado do Ceará.
E eu deixei de ser um dos melhores delegados para virar o pior. Quando? Quando eu decidi ser pré-candidato ao Senado Federal por um partido da oposição. Na época eu era pré-candidato ao Senado. Os caras simplesmente instauraram um PAD contra mim e aí eu fiquei feliz pra caralho, coronel. Quando eu vi a motivação do PAD. Porque ninguém é santo, eu também não sou santo. Mas eu trabalho direito. Sempre trabalhei direito e as pessoas que trabalham comigo e me conhecem sabem que eu trabalho direito.
Eu disse, cara, por que vocês não foram aqui na cozinha que tem uma lâmpada queimada? E essa lâmpada era pra estar acesa. Por que vocês não instauraram um pad contra mim porque a lâmpada tá queimada? Os caras não tinham nada contra mim e nem vão ter porque, graças a Deus, eu trabalho direito e reafirmo isso. Os caras pegaram um vídeo meu. Essa é a fundamentação do meu pad, viu? Os caras pegaram um vídeo meu na internet de pré-campanha. Eu...
pré-candidato ao Senado Federal, cumprindo a agenda do partido, com outros pré-candidatos a deputado federal, o Gabriel e a Fabi. Um abraço, Gabriel, um abraço, Fabi. O Gabriel vai ser um excelente deputado federal, não tenho nem dúvida disso. O Gabriel Carvalho é um cara excepcional lá no Ceará.
E a gente fez uma denúncia lá de uma situação. A gente foi no local porque a gente não acreditou no que a gente estava recebendo de informação. E qual era a denúncia? O Comando Vermelho foi até na cidade de Cariré. O Comando Vermelho estava cobrando pedágio R$ 1,00.
por garrafão de água que era vendido na cidade. O comerciante da cidade só poderia vender água se ele pagasse um real pro Comando Vermelho. E aí teve comerciante que se insurgiu. Sabe o que o Comando Vermelho fez? Expulsou o comerciante da cidade. O comércio fechou. E aí os poucos comerciantes da cidade que continuaram se submeteram. Não tinham o que fazer, indefesa.
E aí a gente foi na cidade e o comerciante me disse, eu quero morrer agora se eu estiver mentindo. O comerciante me disse, doutor, esse garrafão de água aqui, ele custava sete reais. Agora ele custa oito. Porque um real está indo para a facção. E eu não posso fazer nada.
Meu irmão, eu como policial, eu estava até falando, dá vontade de tacar minha cabeça na parede de ódio com aquilo ali. Aí a gente mostrou essa situação num vídeo, falando sobre o problema de segurança pública, a gente estava criticando o modelo de segurança pública, aí os caras pegaram isso aí e utilizaram como fundamento para me afastar do meu carro.
Eu estava com um monte de interceptação telefônica e operações qualificadas na área da Grande Messejana em andamento. Como eu sabia que eu ia me desincompatibilizar em julho pela questão eleitoral, três meses antes da eleição, eu estava acelerando essas operações policiais para não deixar serviço pela metade. Porque se tem uma coisa que eu fico puto é de deixar serviço pela metade. Eu não deixo serviço pela metade. Os meus inquéritos têm começo, meio e fim.
Então eu estava fazendo das tripas ao coração para acelerar todos os procedimentos criminais que eu estava conduzindo contra a organização criminosa, e os caras simplesmente me sacaram da delegacia por perseguição política. Aí me diz aí, como é que eu faço propaganda pré-eleitoral, divulgação pré-eleitoral?
como partido de oposição se eu não criticar um modelo do qual eu não concordo porque se eu concordasse eu não era oposição se eu concordasse eu era da situação como tem diversos delegados da situação muitos deles meus amigos
que eu não critico o cara de estar fazendo propaganda para o governo. Ele apoia aquilo ali, ele acha que aquilo ali é o correto, viva a democracia. Só que o sonho do oprimido é virar o opressor, principalmente quando ele chega no poder. E hoje é o que a gente está vivendo. O oprimido, entre aspas, agora é o opressor. E hoje eu estou afastado das funções.
Ainda. E ainda tentaram vender aí que eu tava afastado das funções por questão eleitoral. Não, eu estou afastado das funções por punição disciplinar. Pra deixar bem claro aqui, hoje eu não estou trabalhando. Aí sabe o que é que tá acontecendo? A sociedade continua pagando meu salário. Eu continuo recebendo meu salário. Afastado. Isso é um absurdo. Eu quero ir trabalhar. Eu quero ir trabalhar.
E a sociedade está pagando, os tributos da sociedade continuam pagando o meu salário. E eu não estou sendo aproveitado por perseguição política.
Quem precisa trabalhar também é o Homer aí, e o pessoal está reclamando que o coronel está falando pouco. Faz pergunta para o coronel para ele responder. Vamos ver se eu tenho alguma pergunta aqui para o coronel. Olha, a Camila mandou o seguinte, a eventual designação dessas facções como terroristas pelos Estados Unidos poderia abrir brechas para intervenção de agências como o DEA e o FBI em território brasileiro? Como isso afeta a soberania nacional?
esse ato de colocar esses narcoterroristas como facção, terrorista, etc., sendo retundante, é um ato unilateral descritivo do direito americano. É o secretário que tem lá. A operação das agências, aí você tem duas formas. As agências podem trabalhar por cooperação.
Ou então você permitir que elas trabalhem aqui e operem aqui. O que eu acho que nós podemos fazer é aceitar.
a força, a inteligência, tudo o que eles têm para nos dar e nós transformarmos essa oportunidade de podermos criar mecanismos de controle dessas facções. Mas eu não vejo aqui a operação do DEA, a operação da CIA, do FBI, se bem que o DEA já paga por tonelada de cocaína apreendida no Brasil, ele dá uma remuneração aí.
a nível de material bélico, eles já fazem isso muito. Então isso vem a ser muito novo, tudo muito novo, para você poder definir isso, no meu entender. Eu acho...
que como policial eu gostaria muito que todos viessem aqui para prender tudo o que tem. Tem bandido para todo mundo prender, matar, levar. Quiser levar embora, o bandido leva. Você não tem apego com bandido? Nenhum, nenhum. A sério mesmo? Nada. Porque essa ação é uma ação que é limitada do Brasil, justamente por conta desse conceito de soberania. E aí a gente entra aqui numa discussão até filosófica do negócio. O que é soberania?
O que é soberania? É só você chegar no mapa e ver que o mapa está delimitado, uma área nos livros de geografia? Isso aí é soberania? Onde é que tem soberania? Numa favela do Complexo da Maré, onde a polícia não consegue atuar, onde o Estado não consegue atuar, a não ser num confronto armado com o cara do outro lado com armamento de guerra.
Onde é que tem soberania de um grupo criminoso que usa drone pra jogar bomba na cabeça do policial? Quem acha que eu tô falando do Rio de Janeiro aqui? Eu tô falando do Ceará. Ah, é? É, eu tô falando do Ceará. Viatura do Cotã, desse grupo especializado aqui, que é como se fosse o Rota.
Lá próximo da Arena Castelão, no bairro Boa Vista, os criminosos pegaram um drone, botaram uma granada e jogaram na cabeça dos policiais. Graças a Deus, uma não estourou e a outra estourou longe. Eles erraram o alvo. Aí pegou só os estilhaços na viatura. Isso aqui é banditismo social? Isso aqui é criminoso comum? Onde é que a gente vê isso? Eu vejo isso na Ucrânia.
Eu vejo isso na Ucrânia. Então, onde é que tem soberania? Onde é que tem soberania quando o Estado não tem a eficiência que ele deveria ter e ele não protege o cidadão? E aí, a nível, não estou falando mais só do Ceará, estou falando do país inteiro. Por conta das suas ineficiências legislativas.
Então não existe soberania. E é isso que os Estados Unidos utilizam. Eles utilizam justamente, e volto a repetir, o artigo 51 das Nações Unidas, da Carta das Nações Unidas. Quando o país é ineficiente na sua proteção...
ele perde o direito de soberania sobre o seu território, porque ele não tem eficiência no controle do território dele. E em tese, apesar de eu achar que também não vai acontecer, eu concordo com o coronel que não vai acontecer, mas em tese, a legislação americana, ela dá poder para os Estados Unidos, se quiser, entrar no território brasileiro.
e fazer a operação de inteligência, de espionagem policial, que eles entenderem que é cabível. Repito, eu acho que não vai acontecer. Eu acho que não vai acontecer, até porque a gente tem uma situação aqui que é o seguinte. Qual o grande problema hoje do Brasil? É um local chamado Bolívia. Por que Bolívia? Porque a Bolívia é um narco-estado. O PCC monopolizou a Bolívia. Todo mundo na Bolívia é...
calçado pelo PCC. Sabe onde é que estão hoje a maioria dos líderes do PCC? Na Bolívia. Eu, polícia, posso ir lá? Não. Eu não posso invadir o território da Bolívia pra prender um criminoso do Brasil. Agora, a partir do momento em que...
O grupo criminoso do Brasil é considerado terrorismo. O grupo criminoso da Bolívia é considerado terrorista. E a Bolívia hoje é o terceiro maior produtor de cocaína do planeta. E parte dessa cocaína vai para o território americano, e os americanos conseguem fazer essa ligação que eu fiz aqui, os Estados Unidos chegam na Bolívia, extraem o cara e acabou. Porque o Brasil foi ineficiente no seu trabalho. Certo? Deixa eu falar uma coisa.
Sim, a gente tem que observar hoje a questão do drone. A Ucrânia está produzindo em torno de 2 ou 3 milhões de drones hoje. Essa indústria bélica dela que está em desenvolvimento, você tem que ver que depois da guerra vai ter que continuar sendo escoada.
E isso vai vir para as facções criminosas muito maior. Você pegou no Rio de Janeiro um drone agrícola com capacidade de 80 quilos de transporte. Como que esse drone é agrícola? Deixa eu ver, ele é muito maior. Cara, parece um carro voador. O que? Ele transporta caixas de fuzil. Caixas de fuzil, droga, explosivo, material todo. Então, você... O alcance dele? A autonomia dele, não sei mais. Se não me engano, é 20 e poucos quilômetros.
Para uma cidade ele atravessa. Eles colocam o mapa do Rio de Janeiro, onde estão as comunidades, ele vai mostrando o raio de atuação, onde facilmente ele consegue ir de um lugar para outro. Então, por exemplo... Chega na Zona Sul. Exatamente. Está com um problema em tal comunidade, manda o drone lá descarregar fuzil, manda o drone lá descarregar não sei o quê. Isso, novamente, é a formação do Narque Estado. Uma das coisas que a gente fez, enquanto movimento, antes da gente ter o partido...
A gente mandou, inclusive, o Renato Batista lá para El Salvador para entender o que estava acontecendo lá. Vamos falar depois disso. Ele conseguiu, inclusive, conversar com o secretário de segurança ali. A gente escreveu uma revista sobre isso. Eu devia ter trazido ela aqui. Escreveu uma revista impressa, física.
sobre El Salvador e muito do que foi aplicado lá, de tecnologia e inteligência artificial, que hoje está sendo usado, inclusive, para outros setores. Está sendo usado, por exemplo, para a questão de saúde pública de El Salvador. A inteligência artificial identifica a comunidade, identifica...
de acordo com o seu diagnóstico, seu prototipo eletrônico, quais doenças você pode ter e manda ali uma... Não é uma caravana, mas um conjunto de médicos para fazer a saúde preventiva daquele lugar. Na educação é a mesma coisa, uma maneira muito mais eficiente de você entender a dificuldade individual de cada aluno. Mas hoje, inclusive, por que eles conseguem desenvolver tudo isso? Eles desafogaram o orçamento investindo.
num grande presídio que é o Secote, prendendo os bandidos lá, deixando o lugar mais seguro, deixando o turismo florescer, e inclusive cobrando aluguel para outros países mandarem bandidos para lá. É isso aí, meu. Você quer se livrar do seu preso? Manda ele aqui para El Salvador, manda ele aqui no meu Secote, e me paga uma mensalidade. Os caras estão ganhando dinheiro com o presídio.
Agora, uma das coisas que a gente previu no livro amarelo é o fascículo 4, Brasil Poderoso. Para quem não sabe, o MBL escreveu um livro, uma série de fascículos, que são as nossas pesquisas sobre o que a gente quer para o Brasil. No fascículo 4, que é o Brasil Poderoso, a gente diz justamente isso. Cada lugar do mundo, cada subdivisão do mundo tem um problema. Então você pega, por exemplo, o subcontinente indiano ali. Eles têm problemas ambientais, eles têm problemas de lixo, eles têm aquele tipo de problema ali. Você pega, por exemplo...
continente africano. Você tem muito problema com guerrilha. Não é nem facção, mas ali já é diferente. São exércitos de tribos diferentes que se matam e tem muito tráfico de arma ali. Quando você pega o problema da América Latina, principalmente, é narcotráfico.
E o Brasil sendo o maior país em território, o maior país em população, o maior país em PIB, a gente deveria liderar uma agência internacional de cooperação para combate ao tráfico de drogas. É isso que deve ser. E cada contribuição, cada país deve contribuir com a sua porcentagem do PIB. A gente prevê isso no livro Amarelo 4. A partir disso, você começa a entender o tráfico de drogas como um organismo...
que ele se espalha e não respeita as fronteiras, muito pelo contrário, ele usa as fronteiras nacionais e internacionais justamente para se beneficiar das leis de cada país e a gente tem que entender de uma vez por todas como combater, porque para nós, como o delegado Hugo falou, é uma vergonha a gente ter que se apoiar numa política americana.
para resolver os nossos problemas. Isso é uma vergonha, cara. Isso é uma notícia ruim? Depende, é uma notícia boa porque ajuda a gente a combater, mas é uma notícia ruim porque diagnostica que nós estamos muito para trás naquilo que a gente tem que fazer. E eu não quero transformar isso aqui em uma discussão entre Lula e Bolsonaro, mas muita gente acha que o Bolsonaro é de direita, que o Bolsonaro vai fazer e vai acontecer. Gente, a expansão do Comando Vermelho do PCC foi recorde na gestão Bolsonaro, gente.
Ele não fez nenhuma operação, ele não colocou essas organizações criminosas como organizações teoristas. O Nicolas Ferreira, que apoiou a PEC da blindagem, recusou o relatório que transformava PCC e Comando Vermelho em organizações criminosas. Ele estava lá no...
no post do Pose do Rodo, falando que mandou bem, quando ele depois não alerge. Então são pessoas que são influenciadoras. Elas querem ser as vigínias da direita. Elas não querem resolver o problema. Então o que eu peço para todo mundo é o seguinte. Veja qual grupo político tem um programa sério, escrito, estruturado, pautado em propostas objetivas para resolver o problema. Então a gente precisa fazer isso urgentemente. Fala, querido Homer.
Vamos lá. Tem a pergunta aqui do João Razaboni. Ele mandou o seguinte, ó. Coronel. Tem um cafezinho aí de quem que é? Só uma coisa. É seu? Não, não. Ah, é seu? Toma café, hein, mano? Meu Deus do céu. Pré-treino? Não, só funciona com café, pô. Lá na delegacia tem duas garrafas lá, né? Tinha porque me afastaram. Um era só sua. Quando eu ainda estava lá, tinha duas garrafas. Agora só deve ter uma. Um era só minha, de café.
Vamos lá, pergunta do João Razaboni para o Coronel. Qual sua opinião sobre o Adriano de Nóbrega, ex-BOP, que virou matador de aluguel? Como evitar esses traidores de farda? O Adriano foi cooptado de uma forma que a polícia foi...
Ela foi culpada, primeiro no processo seletivo dele, ele já tinha que ter sido rejeitado no processo de seleção. E aí ele conseguiu entrar, lá ele conseguiu se manter camuflado e conseguiu galgar até o posto de capitão. E depois tornou-se o que tornou-se. O que ele já era, ele não tornou-se, ele já era.
aquilo ali. Então, você não tem, porque quando você bota o fator humano para interagir, você vai ter o bom, o mal, o feio, o bonito, você vai ter o gordo e o magro, você vai ter problemas. Quando você lida com fatores, fatores humanos, você vai ter esse problema. A polícia não é 100% perfeita e limpa. A instituição tem que perceber isso antes e tem que tirar ele o mais rápido possível.
Acho que é isso que tem que ser feito. O Bombeiro Rafa, aqui um abraço, Bombeiro Rafa. Inclusive, acompanha o Bombeiro Rafa. O Bombeiro Rafa, para quem não sabe, foi quem resgatou o fóssil da Luzia, do museu que pegou fogo. Ele mandou aqui para você contar a história do refém da Tijuca. Que história é essa, meu? Então, a minha especialização é tiro de precisão. Você é sniper? Sou sniper.
Caramba, eu não sabia disso. Que legal. E aí eu estava de chefe de operações do 6º Batalhão na época e aí surgiu uma ocorrência em que um tomador de refém, ele estava com uma granada e tomou uma senhora como refém. E aí fomos para o local.
E eu estava com o meu fuzil pronto, com a luneta pronta, tudo calibrado. Aí subi para um patamar mais alto com o objetivo de auxiliar o comandante na época, que era o mesmo comandante do 174 no Rio de Janeiro. Não sei se vocês lembram do 174. Sim, do sequestro do ano 174. Isso, 174. A ocorrência do senhor foi que ano? Foi 2011, eu acho. 2011. O 174 foi que é? Foi 2006.
2000 e... Não, foi 2000... 99, 2000. É, bem mais antigo. Bem mais antigo.
Mas foi um divisor de águas na polícia do Rio. E aí surgiu. Só que eu consegui fazer uma leitura labial dele, que ele disse para a mulher, eu não estou conseguindo botar o pino na granada de novo. Então você não pode se mexer muito. Eu falei, imagina o Rio de Janeiro, véspera de ser declarado Cidade Olímpica, a polícia... Ah, é verdade. Uma questão de uma semana depois, o Rio de Janeiro foi declarado Cidade Olímpica.
E aí, imagina você, qual a imagem que você ia passar se você não tivesse aquilo ali? Tomado as decisões certas, né? E aí eu falei isso para o comandante, e aí ele falou, olha, se você tiver oportunidade, aplica a incapacitação total no cara aí. E aí foi isso, foi uma coisa rápida, foi uma coisa precisa, e um único tiro que...
o senhor que efetou o disparo? sim, sim, fui eu eu tenho três cursos de sniper como especialização e fiz meu curso de aperfeiçoamento de oficiais com tiro de precisão estudando um 7-4 e aí aconteceu que a menina conseguiu sair ilesa
E sem nenhum problema. Hoje ela é minha amiga, minha conhecida. E o cara foi pro... Junto do Capiroto. Foi junto lá, deu tchau. Ele nem ouviu que ele foi. Porque o tiro de precisão, ele tem uma... A munição é... Supersônica. Então o cara não ouve.
Se você ouviu é porque você já passou e você está salvo. Se você ouviu. Se você não ouviu é porque você já foi. Caramba. É isso. Tem a pergunta aqui do Rômulo Azevedo, também para o Coronel. Ele mandou o seguinte, ó. Coronel, eu tenho duas filhas moças e às vezes parece que o crime está cada vez mais organizado e o Estado cada vez mais falho. O que o Estado tem feito para combater crimes que vai desde o roubo de alianças e celulares a grandes tráficos de drogas?
O Estado não tem feito muita coisa disso, por quê? A nossa legislação carece, como o delegado falou aqui, de uma transformação muito grande. Eu costumo dizer que nós não vamos a lugar nenhum se nós não reformarmos o nosso Código Penal na íntegra, o nosso processo penal.
na íntegra, o Estatuto da Criança e do Adolescente e a Lei de Execuções Penais. Nós temos que deixar de fazer puxadinho nessas leis e criarmos, termos uma lei que realmente venha a combater isso. E isso, qual o nome da pessoa?
Foi o Rômulo. Rômulo. E isso só vai acontecer através da eleição de deputados e senadores que consigam transformar isso pelo caminho democrático, é claro, mas que tenham a visão de transformação desses institutos jurídicos nossos.
Tem uma pergunta aqui do Correndo pra Cachorro, para o Arthur. Você está acompanhando o que está acontecendo com o canal do Jones? Parece que estão tentando tomar o canal dele. O que você tem a dizer sobre isso?
Cara, eu acho que se ele é comunista, ele não tem direito à propriedade privada. Dá o contexto, né? Porque a galera nem está sabendo. É simples. Eu não sei exatamente. O que acontece é o seguinte. O PCBR, Partido Revolucionário da causa brasileira, falou, Jones, legal que você está aí estourando no seu farol Brasil, né, cara? Vamos rachar essa monetização pela causa, né? Vamos expropriar? Não, vamos dividir, lógico. Vamos fazer pela revolução. Mas é justo. É lógico. Ele falou, não.
Eu vou... Primeiro eu... Ele falou assim, não. Ele falou, olhe, primeiro minha família, depois a revolução comunista brasileira. E foi isso que aconteceu, cara. Não começou a revolução pelo próprio canal? A revolução não começou ainda, cara. Então é primeiro o canal dele. Mas quando começar a revolução... Deixa eu explicar a ordem. Primeiro curso dele com o banqueiro Eduardo Moreira. Depois a monetização dele pela AdSense do Google.
Depois, ele no PSOL apoiando o projeto neoliberal do Lula. Depois, se der tempo, a gente faz uma revolução. Não é mesmo? É isso aí, cara. Tem que ser muito otário por ele estar nesses caras, bicho. Tem que ser muito otário. E continua o desafio para o debate com ele. Ah, eu tenho um vídeozinho. Esse é o vídeo com ele. Primeira minha família.
Ele está explicando o que nesse vídeo? Que é isso? Ele está explicando que o dinheiro, quando é dele, é para ele. Quando é dos outros, é para ele também. Está certo. E ainda continua o desafio para o debate com ele? Na hora que ele quiser. Está bom. Manda, Romer.
Deixa eu caçar mais uma pergunta aqui que eu estava no vídeo. Enquanto você caça uma pergunta, o que o Renan falou sobre os Estados Unidos colocarem... Cara, isso é outra coisa. A capacidade cognitiva do Brasil é uma coisa muito triste. O Renan sempre foi a favor disso.
O Renan sempre foi a favor, não só dos Estados Unidos, mas da gente reformar, inclusive, as nossas leis, conforme o delegado Hugo mostrou. Mas o Renan não é entreguista, não, né? De jeito nenhum, de jeito nenhum. Muito pelo contrário, por isso que ele foi mal interpretado. O Renan falou o seguinte, olha, é óbvio que eles são organizações terroristas. E é óbvio que os Estados Unidos têm que fazer isso. Agora, é uma vergonha para o Brasil que esses caras têm que resolver o nosso problema. Nós é que vamos matar e prender os nossos bandidos. Aí a galera já começou, né?
Você está junto com o Lula defendendo... Não, cara. Quem está junto com o Lula defendendo que isso não aconteça é o Nicolas, que abriu mão do relatório. O que o Nicolas? É, o Nicolas abriu mão do relatório. Eu vou te contar a história. Fizeram uma PEC chamada PEC da blindagem, que eu vim aqui, inclusive, explicar para as pessoas. Era uma PEC que basicamente fazia com que deputado não pudesse ser processado sem os outros deputados autorizarem.
Então vamos supor que o coronel virasse deputado e ele me desse um, sei lá, me desse um tapa na cara.
Aí eu falo, não, eu quero processar ele. Não, eu vou ter que ir lá no Congresso. O Congresso diz, por favor, vocês me autorizem a processar o deputado que me deu um tapa na cara? E aí, claro que isso não aconteceria. Quando o Brasil era assim, de mais de 250 pedidos de processo, apenas um foi autorizado.
E aí o que ele fez? Ele foi lá e votou a favor e defendeu. Não, tem que ter pegue de blindagem sim. Temos que fazer o Valdemar da Costa Neto ter foro privilegiado também. Pegou mal. Aí o Congresso falou o seguinte, já que você defendeu a gente, vamos dar um presente pra você. Tó o relatório pra transformar Comando Vermelho e PCC em organizações criminosas. O que ele fez? O que ele faz de melhor? Pegou o relatório, fez um vídeo no Instagram.
Agora vocês vão ver quem é que gosta de blindagem. Vocês estão falando que gosta de bandido? Vocês vão ver quem é que gosta.
Deu like aí? Deu curtida? Bacana, eu estou abrindo mão do relatório. Aí, pose do rodo vai prestar depoimento na Lerge. Certo. Está lá o Nicolas, mandou bem, irmão. Irmão? Opa! Vai no Google e pesquisa. Nicolas, comentário, mandou bem, pose do rodo, você vai ver. O Nicolas foi lá comentar. O Nicolas está com os amigos do Neymar, irmão, que é tudo envolvido com essas coisas aí.
O Brasil é essa coisa esquizofrênica, velho. Cara, que doideira. O Brasil é essa coisa esquizofrênica, entendeu? Que doideira. O Nicolas não falou que ele era contra 6x1, mas teve que votar a favor? Se não o PT ganha a eleição. O Flávio não falou que ele era contra a lei da misoginia, mas teve que votar a favor, se não o PT ganhava a eleição?
O Valdemar da Costa Neto não falou a mesma coisa? Esses caras são isso aí, brother. Eu tô falando o seguinte, nós juntamos um time, irmão, nós temos um cara que foi afastado pelo governador porque ele é mágico, ele falou, eu vou, desculpa, eu vou ser oposição mesmo, não tô nem aí. Nós temos um cara aqui que deu um tiro de sniper e salvou a vida de uma refém.
Esse é o time que nós estamos montando. Esse é o time. Nós temos um candidato à presidência que tem a moral de vestir uma camiseta, prender uma tofa, nós vamos matar e prender bandido. Sabe aqueles vagabundos que estão na universidade lá fazendo greve? Se tem violência para o preto e pobre que é bandido, tem que ter violência para o branco playboy também. Tem que enfiar borracha nesses vagabundos. Eu quero gente assim, velho. Eu quero um partido composto de gente que tem coragem de falar as coisas.
O Kim Kataguiri não foi o único deputado que teve a manha de fazer um discurso, postar no Instagram contra esse projeto da Erika Hilton e do PT pelo fim das escala 6x1, que é uma enganação. Inclusive bateu, sei lá, recorde de audiência aí no Instagram. É isso, cara.
Eu quero um time de gente corajosa que faz acontecer. É isso. Inclusive, eu já vou até aproveitar aqui e pedir para as pessoas. Sigam, por favor, o Coronel Busnello no Instagram. Sigam o delegado Hugo e também o nosso amigo Bombeiro Rafa. Deixaremos um comentário fixado às redes sociais. Certo, Homer? É isso aí. Mande. Tem a pergunta da Débora Vaz. Ela está perguntando se o Brasil está preparado para enfrentar facções tratadas internacionalmente como organizações terroristas.
A maior prova de que não está preparado é que foi necessário os Estados Unidos colocar como terrorista grupos criminosos que nós não tivemos a capacidade como país de deixar que eles se transformassem no que eles se transformaram.
Tanto o Comando Vermelho quanto o PCC, eles só são hoje o que são porque nós não temos controle do nosso território, nós não temos controle das nossas fronteiras. O nosso Exército Brasileiro, que é uma das instituições mais importantes para a soberania do país, já que está todo mundo falando de soberania, não é valorizado pelo presidente.
Nós não temos uma aeronáutica que consiga defender nosso espaço aéreo. Pô, nós temos, se eu não me engano, são 35 caças Gripen, pô. Para o território do Brasil, que é quase a metade, ou é mais da metade do território inteiro da América do Sul. A gente ainda está pilotando Tucano, que é avião, por mais que seja muito bom e seja brasileiro, mas são aviões da década de 70, de 60.
A nossa marinha, a gente vê a Argentina, já passou por diversas crises, já deu calote várias vezes, sofre de um problema gigantesco de hiperinflação e a marinha da Argentina é mais estruturada do que a marinha brasileira em número de navios, de submarinos, de tudo. Então como é que você quer falar de soberania quando você não investe nas suas forças armadas?
A gente não tem bomba atômica, cara. Aí quando a gente fala de bomba atômica, chama a gente de louco. Quando a gente fala de bomba atômica... Você nem senta na mesa dos caras que não tem bomba atômica. Não senta, pô. Não senta. Não senta. Você vê que de todos os países que hoje tem o território que o Brasil tem, que tem o PIB que o Brasil tem, que tem os recursos que o Brasil tem...
O único que não possui bomba atômica, que é um poder de dissuasão gigantesco, é o Brasil. Por que a Ucrânia está sofrendo o que a Ucrânia está sofrendo? Porque com a dissolução da União Soviética, a Ucrânia pegou todo o arsenal nuclear dela e devolveu para a Rússia. Que era, inclusive, o terceiro maior arsenal do planeta. Só perdia para a Rússia e Estados Unidos.
E agora o que é que a Ucrânia está sofrendo? Se a Ucrânia tivesse bomba atômica, o Putin tinha invadido? Não. Não tinha invadido. Não tinha invadido. Então a gente não tem poder de dissuasão, nem externo, nem interno. A gente não tem interno porque a gente não constrói o que... Não investe onde deveria investir, nas polícias e principalmente no exército, para controlar nossas fronteiras, que é gigantesca. E a gente não tem poder de dissuasão internacional.
Aí tu sabe onde é que tem uma das maiores minas de urânio do planeta Terra? Ceará, cidade de Santa Quitéria. É uma das maiores minas de urânio do planeta Terra. E Santa Quitéria, por exemplo, é uma cidade dominada pelo tráfico de drogas, pelo Comando Vermelho, onde o prefeito foi caçado porque foi provado que ele era integrante, tinha relação com o Comando Vermelho.
A usina, a reserva de urânio de Santa Quitéria, ela não é só urânio, ela é fosfato. E por que o fosfato é importante? Fosfato é importante para agrotóxico. A maior parte do agrotóxico do Brasil é a base de fosfato. Aí teve uma guerra lá no Oriente Médio, onde os Estados Unidos com o Irã começaram um conflito que fecharam o Estreito de Hormuz, que era por onde passava a maior parte dos fertilizantes do mundo, que já estava em baixa por conta da guerra da Ucrânia.
E o Brasil hoje é um dos maiores importadores de fertilizante por conta da agropecuária brasileira, que é muito grande. E só a reserva jazida de fosfato de Santa Quitéria, ela tinha capacidade de abastecer de 15% a 25% de toda a agropecuária do Brasil. Só essa reserva.
E a gente não investe. Cadê a usina nuclear de Santa Quitéria? Não tem. Então, assim, a gente não faz o básico, a gente não faz o simples, que é investir naquilo que a gente precisa para ser um país.
Porque um país, pra ser respeitado, ele tem que se impor. Um país... Ah, não, é porque o Brasil é pacto de não agressão com ninguém. É urgente boa. Meu amigo, é urgente boa até não chegar um louco do outro lado e querer levar a segunda maior reserva de terras raras do planeta, que tá aqui. Porque na hora que quiser tomar, quem é que segura? Pois é. Quem é que segura? Segura como? O efetivo da polícia de São Paulo é maior do que o efetivo de todo o exército brasileiro.
O efetivo da polícia de São Paulo é maior do que todo o exército brasileiro. Como é que controla nossas fronteiras? Tu vai pra tríplice fronteira ali, Paraguai, Brasil e Argentina, tu atravessa a rua sem nenhuma fiscalização. Sem nenhuma fiscalização. Tu vai pra tríplice fronteira amazônica, Brasil, Bolívia, Peru, ali Letícia, Tabatinga.
que o que divide é uma rua. Tu vai pra divisa de Roraima, de Pacaíma, tu atravessa andando, indo e voltando, Brasil e Venezuela. Isso eu tô falando de cidades que são minimamente estruturadas. E quando a gente fala das florestas? E quando a gente fala dos rios?
A gente não tem controle sobre nada, pô. Entra tudo aqui no Brasil. É tanto que o PCC e o Comando Vermelho não precisam produzir, porque eles têm passe livre pra pegar da Bolívia, pra pegar do Paraguai, pra pegar do Peru, pra pegar da Colômbia, que já tem uma certa excelência, vamos dizer assim.
de produtividade, a maior concentração de droga produzida, de cocaína pura produzida no planeta é nos Andes, então os caras já tem um expertise naquilo ali. Então pra que eu vou perder meu tempo produzindo se eu tenho aqui um corredor gigantesco, onde eu tenho um porto de Santos que eu posso escoar, onde eu tenho um porto do PECEM que eu posso escoar. Aí sabe o que é que tá acontecendo agora lá no norte? Uma facção, um grupo criminoso da Venezuela, trem de Araguaia.
que muita gente não conhece. O trem de Araguaia está começando a dominar Roraima. E ele está começando a querer tomar as rotas do norte, do PCC e do Comando Vermelho. No norte e no nordeste. Isso está gerando um conflito lá, inclusive dentro das cadeias do norte. E a gente não tem controle.
A gente não tem controle nem com o interno. E agora tem gente externa, como o trem de Araguaia, que está querendo entrar no Brasil para usar os portos que hoje são usados pelo PCC e pelo Comando Vermelho para traficar droga para o planeta. Olha só o descontrole que a gente tem em resolver os problemas da gente. Então é isso, infelizmente.
Manda, Homer. Tem a pergunta aqui da Irita. Ela mandou aqui. Senhores, sabendo que as milícias surgem como resposta à incapacidade do Estado de prover segurança, como podem falar para um morador diário de milícia que a vida dele vai ser melhor na mão do Estado que já falhou com ele mais uma vez?
Nossa, cara, posso responder essa daqui? Por favor. Por favor. Quer dizer, eu não estou entendendo, cara. Você está achando que tem mais ordem na mão da milícia do que na mão do Estado? Você está de brincadeira, cara? Você está afim de ficar submetido ao crime organizado?
Tudo bem, aí o dia que o miliciano te dar um tapa na cara e roubar a tua casa, você vai reclamar para quem? Desculpa. Foi isso que vocês entenderam também na pergunta? Eu entendi isso, eu entendi errado. Por favor. Vamos lá. A pergunta aqui...
que a Irrita fez, ela mandou aqui, senhores, sabendo que as milícias surgem como resposta à incapacidade do Estado de prover segurança, como podem falar para o morador de área de milícia que a vida dele vai ser melhor na mão do Estado que já falhou com eles uma vez? Irrita, seu nome faz total sentido, viu? Parabéns. Irrita. Só para deixar claro, hoje você não tem mais só... Milícia é só mais uma sigla.
como tem o posto Shelter, Chaco, Petrobras e Piranga, você tem hoje a milícia, ela vai explorar o gás, o transporte legal, ela vai explorar a mesma coisa que o CV faz, que o terceiro comando faz. Então você não tem mais distinção entre milícia e facções criminosas. Você tem toda uma prática. Hoje em dia, você não consegue definir isso.
sem antes olhar o que é essa facção. Essa facção só não faz o crime transnacional, que até agora conseguiu se plotar em cima do Comando Vermelho e do PCC. Mas nos demais ele faz tudo aquilo ali. Então a mesma falha do Estado tem.
onde tem Comando Vermelho, onde tem PCC, onde tem as outras facções, onde tem milícia é a mesma falha. E você tem que aplicar a mesma legislação, você tem que aplicar a mesma transformação que a gente estava falando aqui. Você tem que modificar isso tudo.
para poder ter um retorno. Até melhorando a minha resposta. Agora eu entendi. Eu acho que ela nem fez na maldade. Eu acho o seguinte. Até responde um pouco de como você evitar, por exemplo, novos Adrianos da Nóbrega. Você tem que trocar o sistema de incentivo. No Brasil, a gente tem um sistema de incentivo muito nefasto que faz com que você ser criminoso te dá muito dinheiro e pouco risco e você ser honesto te dá nenhum dinheiro e muito risco.
Eu sempre estudo, eu sempre cito o estudo do Perishikida, eu falo que é Perishikida, acho que se fala assim, o nome dele que é japonês, onde ele mostra claramente que se você não tem o freio moral para cometer um crime, se você não deixa de cometer um crime porque você não teve educação em casa, por que a maior parte das pessoas não cometem crime? Porque você foi educado em casa e você sabe que aquilo é errado. A pessoa que não tem esse freio moral, ela faz uma conta econômica.
O que eu vou ganhar versus o risco, versus se eu for pego, o que eu vou perder? No Brasil, essa conta compensa para o criminoso. Os homicídios sequer são resolvidos, o crime organizado se expande cada vez mais, então tem de haver uma troca do incentivo. O incentivo tem que ser o seguinte, se você não tem o freio moral, se você infelizmente é o tipo de pessoa que cometeria um crime se lhe for possível, você então vai ter um desincentivo a partir de uma legislação penal muito rígida.
Muito rígida. Você vai ser preso por muito tempo. Você vai se ferrar demais. É banho de lei e ordem. É banho de lei e ordem. O cara, ah, cometi um pequeno estelionato fazendo o urubuzinho do Pix. Você vai ser preso por muito tempo. Putz, cara, fiz aqui um, sei lá, um... Sofou anelinha e roubo um dinheirinho. Você vai ser preso.
Aí você vai ser preso. Confronte a polícia, você vai ser morto. É a troca do sistema de incentivos que tem que ser feita no Brasil. É por aí. E tem a pergunta aqui também do De Perrone. Ele perguntou sobre os bandidos do Comando Vermelho e do PCC que estão combatendo na Ucrânia.
Ele tá falando de mim, ele tá me zoando. Eu não estou batendo nada. Não, não, não. Não é zoeira não. Ele tá perguntando dos bandidos, né? Do PCC e do Comando Vermelho. Nossa, não tem uma piada comigo. É real isso? Não, é real isso. Peraí, peraí. Existem bandidos do PCC? Sim, sim. Tem integrantes do... Assim como eles fazem concurso pra PM no Rio, como eles fazem concurso pra Polícia Civil no Rio, eles são... Adriano da Nóbrega, ele foi um cara do bicho.
que fez concurso para a polícia para poder reverter em cima daquilo ali. Nossa, eu achei que era uma piada. Isso é real, cara? Não, isso é real. Os caras estão indo lá para aprender táticas e técnicas. Estão bebendo na fonte. Bebendo na fonte. Está chegando arma de lado. A minha preocupação, volta a dizer, os drones, quando vierem para cá, com esses operadores lá, que eles operaram lá. Imagina esse cara operando um drone aqui.
Com o poder que tem. E essa é a maior busca deles, é a questão da operação com drones. É tanto que, se eu não me engano, teve dois ligados ao PCC que morreu, aliás, ligado ao Comando Vermelho, que morreu recentemente na Ucrânia, em que eles se alistaram voluntariamente para aprender a operar drone, para aprender como é que a Ucrânia, porque hoje a Ucrânia é referência em combate com drone.
para voltar para o Rio de Janeiro e aplicar isso contra as polícias. O que eu sei, a Ucrânia está investindo muito em combate com drone, inclusive de linhas logísticas. O cara não é nem só drone que pega o mano. Os caras vão lá, explode tanque, explode caminhão de combustível. Agora, como é que descobriram esses brasileiros lá? Porque eles morreram e aí foram ver quem eram? Como que descobriram isso? Vocês sabem? Eu acho que eles entraram com um nome falso, com documentos falsos, fizeram umas pontes em lugares totalmente...
fora do roteiro normal dos mercenários e foram plotados lá depois. Nossa, que loucura, cara. Isso é muito perigoso, porque eu volto a dizer, isso é banditismo comum, isso é um criminoso comum. O cara está indo numa zona de guerra, aprender tática de guerra, com equipamentos de guerra para usar dentro de uma sociedade civil organizada.
e querem dizer que isso não é terrorismo. Aí a gente teve declarações, e aqui, análise acadêmica, porque se não sabe o que vai acontecer, Arthur, vão cortar essa parte do podcast e vão acrescentar no meu pad, lá no Ceará, porque agora eles estão fazendo isso. Tem como cortar ao vivo? Tudo que eu falo, não, eles vão pegar essa parte do podcast e vão acrescentar lá no meu pad dizendo que eu estou com insubordinação de novo.
Questão acadêmica, operador do direito, bacharel Hugo Leonardo. O governador do estado do Ceará, Mãe de Freitas, deu uma declaração recentemente dizendo que a gente não pode considerar PCC e Comando Vermelho, organizações terroristas, porque se a gente considerar organização terrorista, só a PF vai poder investigar. De fato, ele está correto. Sim, porque aqui não muda.
Por que que não muda? Nos Estados Unidos, nós temos a figura do terrorista doméstico e do terrorista estrangeiro. Inclusive, o terrorista doméstico nos Estados Unidos é punido com a morte, como eu já tinha explicado aqui anteriormente. É simples. Por que que você não cria a figura do terrorista doméstico, comando vermelho PCC, e do terrorista estrangeiro, Al-Qaeda, Hezbollah? Aí você quer curar o problema do carrapato matando boi?
Porque é isso que me parece a declaração do governador do estado do Ceará. Ah, não, a gente não pode considerar porque a polícia civil não vai poder investigar. Pô, então é só mudar a legislação, pô, pra polícia civil também passar a investigar grupo terrorista interno. O que é que tem de mais nisso aí? O que é que impede isso aí? A lei antiterrorismo, ela é uma lei orgânica. Aliás, uma lei ordinária.
A maioria simples do Congresso Nacional consegue modificar. E o governador sabe disso, só deveria saber. É, lembrando que o governador tem muito poder de influência sobre os deputados federais do seu estado. Com certeza. Entendeu? Então aí você quer curar o câncer matando paciente? Ah não, como a polícia não pode investigar, eu não vou resolver o problema.
Olha só o nível de mentalidade de gestão pública que a gente tem em segurança. E aqui eu estou falando como um especialista em segurança pública me considera assim pelos poucos 16 anos que eu tenho. O coronel tem até mais tempo do que eu, pode dizer se ele discorda ou não de mim. Mas olha, é isso que imputece o policial.
É isso que imputece o policial, tu tá entendendo? O policial mesmo, o policial que vai lá combater o dia a dia. É essa falta de gestão, de visão de rua. Porra, os caras tão aqui indo pra Ucrânia operar drone, porra, pra jogar na minha cabeça aqui. Aí o cara vem me falar que é porque se considerar isso, pode acontecer isso. Muda essa porra, o poder não tá contigo, não tá na tua mão. Sem falar que uma das pontes do terror, do terrorismo, é causar o terror e o pânico.
Na população e também contra agentes públicos. Então, esse é mais um fator de poder deles. Exatamente. Aqui foi. Senhores, faltou alguma coisa para completar? Agora é hora. O que eu quero pedir para todo mundo que está assistindo é o seguinte. Se você assistiu esse podcast, você acompanhou o nível das propostas, o nível de coragem, de enfrentamento. Por favor, cara, siga acompanhando o trabalho desses dois.
Eu peço para você, eu peço encarecidamente, principalmente você que é do Rio de Janeiro, acompanhe o Busnello. Siga o Busnello nas redes sociais. Você que é do Suera, principalmente, pelo amor de Deus, acompanhe o delegado Hugo. Chega da gente ficar sempre nos mesmos. A gente não vai resolver o assalto da tua filha que vai para a escola. A gente não vai resolver enquanto a gente ficar sempre pensando nessa polarização ridícula entre lulismo e bolsonarismo.
Sai um pouco disso, cara. Pensa um pouco na tua região. Vê quem tem proposta, vê quem tem história, vem quem está de fato a fim de resolver o problema. O meu recado é básico. Sigam os dois, cara. Por favor. Queria agradecer pelo convite, por estar aqui hoje. Foi uma honra e uma glória. Aliás, o futuro é glorioso, né? E queria dar uma lembrança aqui, arroba Coronel Busnello, para as redes sociais.
E dizer que o Rio de Janeiro, eu falo pelo Rio de Janeiro, o Rio de Janeiro é um estado lindo, maravilhoso. É um estado que você vai da praia à montanha em duas horas e que ele tem soluções e pessoas capacitadas para resolver os seus problemas. Queria dizer também que covardia e fraqueza nunca salvaram ninguém. Então, não seremos covardes e nem fracos. Muito bom, muito bom isso mesmo.
Bem, queria agradecer ao Vilela aqui pela oportunidade. Digo que eu estava muito nervoso aqui enquanto estava falando, porque pela expressividade do podcast, pelo alcance do podcast. Cara, eu não tenho nervosismo, né? O Homer estava totalmente à vontade aqui. Imagina eu que cheguei atrasado.
Então tranquilo, relaxa. Pois é, mas queria agradecer também ao Arthur por também ter me convidado, ter vindo aqui. A todo mundo que está aí trabalhando nos bastidores para esse podcast ter a excelência que tem. E queria aqui mandar um beijo para minha mulher. Amor, te amo. Porque se eu não mandar um beijo para ela, ela é a única que consegue segurar no meu pulso. Eu digo para todo mundo lá no estado, eles ficam putos comigo, pessoal da polícia.
Vocês não se seguram no meu pulso. E vocês vão morrer e não vão conseguir segurar no meu pulso. Mas minha mulher segura, infelizmente.
existe um poder hierárquico dentro de casa. É uma sabedoria. Amor, te amo, beijo, amanhã eu estou de volta. E queria que todo mundo me seguisse, delegado Hugo CE, Hugo com dois Gs, Úgigo. A gente vai colocar. Úgigo. Por que teu nome é com dois Gs mesmo? Pergunta meu pai, porque toda vida que eu pergunto ele nunca me responde.
Então é Hugo com 2G, delegado Hugo, CE. Me siga lá nas redes sociais, a gente não fala só de segurança pública, nós temos algumas, principalmente a população do Ceará, nós temos algumas propostas para saneamento, infraestrutura, educação, a gente vai trabalhar todas as áreas, é claro que segurança pública, além de ser uma especialidade minha, é um problema hoje que eu acho que é o maior do estado do Ceará e a gente está disposto a resolver e sabe como resolver esse problema.
mas a gente também está mostrando soluções em todas as áreas do Estado. Então, espero que me sigam lá. Delegado Hugo, Ponce, abraço a todos. Tamo junto.
O Romer. Opa! Como que tava o chat aí? Tava tranquilo? Olha, o chat, alguns estavam mais tranquilos, outros estavam metendo o pau aqui e falando bastante coisa, absurdos. Alguns mais tímidos, mandando poucas perguntas, outros mais... mandando mais perguntas, mais exaltados. Tá certo.
Mas, agradecer demais para você que chegou ao final desse papo. Se você não deixou o seu like ainda, está panguando, cara. O papo foi maravilhoso. Agora é hora. Agora é hora. Então deixa o like, se inscreva no canal, torne-se membro, compartilha esse vídeo. Exatamente. Agradecer a estratégia que está aqui com a gente. O concurso tem o radar de estratégia, que através do link na descrição, o QR Code na tela, você fica sabendo qual é o concurso mais perto de você, não é isso? É isso aí. E o que você vai falar para o pessoal para...
Fechar naquele autoestilo. O que o pessoal escreve nos comentários para provar que chegou ao final desse papo? Para provar que chegou ao final desse papo, coloca aí, Sniper. Sniper. Obrigado. Nossa, hoje você está criativo, hein? Estou muito criativo. Que preguiça que você teve hoje. Estou mais preguiçoso que o cara que inventou a bandeira do Japão.
normalmente ele pega uma frase e tal, hoje ele foi no sniper só. Tira o certo. Tira o certo. Escreva o sniper nos comentários de prova que chegou até o final. Fiquem com Deus. Beijo no cotovelo e tchau. Até mais. Fui.
As opiniões e declarações feitas pelos entrevistados do Inteligência Limitada são de exclusiva responsabilidade deles e não refletem necessariamente a posição do apresentador, da produção ou do canal. O conteúdo aqui exibido tem caráter informativo e opinativo, não sendo vinculado a qualquer compromisso com a veracidade ou exatidão das falas dos participantes. Caso você se sinta ofendido ou tenha qualquer questionamento sobre as declarações feitas neste vídeo, por favor, entre em contato conosco para esclarecimentos.
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