019 - KOJIMA FOI DEMITIDO? + ANIVERSÁRIO DO BATMAN + NOVO RESIDENT EVIL
AFFONSO SOLANO é escritor de fantasia e TIAGO REX um super-herói da vida real. Eles são os âncoras do programa de cultura pop do Inteligência Ltda., e vão comentar, junto do Vilela, da LARE BUENO e do RODNEY BUCHEMI, as notícias recentes do cinema e da cultura pop. Já o Vilela viajou pra Nova Zelândia só pra se sentir normal nas casas dos hobbits.
- A demissão de Hideo Kojima da Sony e sua contratação pela Xboxnovo jogo Fizente·demissão por carta·Sony puxou o financiamento·Xbox recontrata Kojima
- O aniversário de 87 anos do Batman e sua relevância atemporalBatman para todas as gerações·adaptação a qualquer década·potencial máximo do ser humano·símbolo de justiça e disciplina
- A polêmica de Zack Snyder sobre o universo DC e o filme 300universo sombrio da Liga da Justiça·Batman matando no filme·filme 300 como filme gay·ex-namorada ressentida
- A nova adaptação de Resident Evil e sua fidelidade aos jogosfilmes de Paul W. Anderson·ausência de personagens clássicos·mitologia diferente do vírus·filme de terror bom, mas má adaptação
- A visão artística de Kojima e a relação com o cinemajogos indie com orçamento AAA·barreira entre videogame e cinema·atores famosos nos jogos·Kojima Productions
- A evolução do personagem Batman no cinema e quadrinhosBatman de Adam West·Batman de Tim Burton·Batman de Frank Miller·Batman Beyond
- A representação do Coringa em diferentes mídiasCoringa de Jack Nicholson·Coringa de Heath Ledger·Coringa da animação·Coringa de Piada Mortal
- A polêmica do fetiche por pés de Hideo Kojimarumor de escanear pés·atriz de Metal Gear·personagens descalças·incidente no concurso cosplay
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Welcome, stranger! Pois está começando mais um Plantão Nerd aqui no Inteligência Limitada. Eu sou Afonso Estranho Solano.
Eu sou Rex, Mr. Rex Músculos.
Olha aí, maior do que o personagem que você não vai ver no novo Resident Evil, que falaremos hoje também. E falaremos sobre o que mais, querido?
Hoje iremos falar Também sobre o novo jogo do Kojima e um pouco da história por trás de toda essa demissão online, tudo que vem envolvido com o Larry Bueno. Iremos falar sobre o Batman Day com o Rodney Buscemi, contar um pouco dessa história desse herói de quase 90 anos que está aí e nos inspirando cada vez mais. Iremos falar também sobre 300.
Exatamente, os homens oleosos que voltaram às notícias aí com o Zack Snyder super polêmico, porque é isso que tem aqui no Plantão Nerd. Polêmicas.
Então seja bem-vindo a mais um Plantão Nerd aqui no Inteligência Limitada.
Nem mesmo o Hideo Kojima está a salvo da tesoura, não. Papai de Metal Gear Solid e outros jogos esquisitíssimos que tem baleias voando pelo céu. Foi demitido pela Sony. Ele não recebeu louvores, não recebeu elogios, não levaram ele para jantar. Aí entra no Zoom rapidinho aí, Kojima, you are fired, you're out of business. Mandaram o cara embora. E logo agora que ele tinha um joguinho, é isso mesmo? Tinha um joguinho engasgado ali, cara.
A Sony demitiu o nosso querido Kojima por causa do seu novo jogo. Mas ele é o cara que, por ser muito talentoso, foi facilmente recontratado pela Xbox. Box.
Ah, já foi?
Já, já. Ele tem uma pequena produtora, tá? E dependendo desse financiamento, ou seja, de um patrão, de um investimento. E a Sony puxou o seu burro nessa carroça dali. Mas para falar deste novo jogo AAA que está entrando no mercado, temos aqui uma convidada muito especial que entende bastante de Kojima.
Finalmente!
Então bem-vindas ao Plantão Nerd, Lari Bueno.
Eu entendo principalmente da fofoca do Kojima, porque esse homem sofre, viu, gente? Ele sofre muito.
Quem sofre somos nós, nós que compramos os jogos do Kojima achando que entenderíamos.
Não, não, você para com isso, pô. Que que é isso?
Não, e assim, para você ver como ele sofre, como ele—
primeiramente, gente, tudo bem com vocês, né? É que começou a rolar um ataque ao Kojima, eu já me senti um pouco mal, não quis nem cumprimentar. Mas prazer estar aqui com vocês dois, é um prazer, Rex, Solano. E enfim, sim, ele foi demitido da Sony e é muito pior do que vocês contaram, porque não teve nem Zoom, foi carta.
Ah não, carta?
Foi carta, foi realmente carta.
Então ele não tem telefone, computador, WhatsApp, ele recebe as coisas por carta? Ele é old school, old school.
Chegou uma carta, foi analógico.
Chegou totalmente analógica.
Ele recebeu uma cartinha de demissão avisando que não ia mais rolar o financiamento desse projeto. Ele recebeu a cartinha, mas para vocês entenderem como isso é grave, eu vou dar uma breve explicação de como que foi essa chegada de Fisint, né, junto, junto da Sony, como que rolou tudo isso e por que que foi uma notícia chocante quando ele soltou a nota. Da demissão. Fizem-te foi anunciado em janeiro de 2024 em um evento ao vivo com transmissão mundial da PlayStation.
Então assim, foi um, fizeram um rebuceteio para anunciar esse jogo, né, como o grande sucessor de Metal Gear, que já tem uma história com a Sony, né, Metal Gear Solid.
Essa palavra em japonês que eu não falo, nunca ouvi falar.
Sim, rebuceteio, rebuceteio, rebuceteio, e a meta é que dá certo. Alguma coisa assim, andei estudando. Mas enfim, fizeram todo esse anúncio muito grandioso envolto disso porque simbolicamente seria o retorno do Kojima com o que fez ele ser Hideo Kojima, né, que é ação espionagem. Junto do console que lançou Metal Gear para o mundo todo. Então foi até um pouco absurdo na época, porque foi anunciado como um grande jogo inovador de PlayStation 6, e a gente já tava no PlayStation 5, numa geração super fraca, e os caras já estavam fazendo um escândalo para o PlayStation 6, sabe?
Então foi assim um misto de emoções e de notícias e algo muito grande, né? Como tudo que o Kojima solta para noticiar reverberou muito pela internet. E assim, foi levando para frente até que chegamos aqui em setembro de 2026 e veio essa bomba, né, da demissão dele. Que é tudo muito nebuloso, não tem um motivo específico, é tudo muito à base de rumor, né? Então é só soltar para cá, soltando para lá.
A gente pode especular que tenha sido por questões econômicas, né, financeiras. Me parece uma decisão de negócios. Convenhamos que o Kojima, ele tem um nome. Ele— eu vou te falar qual é meu lance sobre o Kojima, só para a gente ficar— vamos limpar o ar aqui lá, vamos tirar o elefante branco da sala. Eu consigo separar as coisas muito bem, eu consigo dividir as coisas. Eu admiro o Kojima. Eu tenho uma extrema admiração por ele, por ele ser uma pessoa que tenta fazer algo diferente.
Tá todo mundo fazendo trocentos mil Call of Duties e remakes, etc., e o cara faz um jogo do cara que é o FedEx lá, é o Correios do Apocalipse. Ia ter, como eu falei, tem uma baleia voando na praia e ele é o próprio bebê que vai nascer. É um negócio assim que você fala, porra, o cara tá tentando fazer um negócio que é muito diferente. Ele me parece um cara que deveria ser de jogos indie, que conseguiu enganar no bom sentido as grandes empresas para transformar as ideias birutas dele em triple A's.
E deu certo em algumas das obras dele. Como eu falei, o admin não é muito para mim, acho muito confuso. Nunca gostei de Metal Gear. A Lari tá considerando agora se esse é tarde do programa. É negócio dele, pô, o cara se esconder na caixa de papelão. Ler revista de mulher pelada para recuperar energia. São coisas que eu falei assim, cara, não consigo, não consigo me conectar com essa parada. Mas eu admiro, mas eu admiro, mas eu entendo que isso talvez nos últimos jogos dele, que foram o Death Stranding 1 e 2, talvez não tenham alcançado, né, as expectativas financeiras.
E a Sony falou, brother, teus jogos estão ficando muito caros. É uma especulação minha, não sei se a Lário e o Rex concordam. O que que você acha, Laila, dessa especulação?
Nossa, eu concordo totalmente, eu concordo com tudo que você disse, até na parte de você não conseguir gostar tanto de Metal Gear, né? E você realmente não gosta, né? Eu falei um não gostar tanto para eu me enganar e amaciar para você, mas você realmente não gosta de Metal Gear. Apesar de você não gostar de Metal Gear, eu concordo, eu acho o trabalho do Kojima, todos, tá? Mesmo os que não chegaram a vir para o Brasil de forma oficial, como venda, como o Snickers policial, eu acho muito nichismo.
Eu acho que essa descrição que você falou dele ser um indie com orçamento e um branding, uma fama de AAA, casa muito com ele essa descrição. Porque apesar de metal gear seja grande, tem muito nome. Quando você compara em vendas com franquias da época e popularidade, tipo, vai, sei lá, um Resident Evil, jogando assim um exemplo que acho que todo mundo conhece, não é grande como Resident Evil. Até porque eu culpo um pouco também a Konami, tá, pela barreira linguística também, que Metal Gear tem um discurso muito difícil.
É muito, apesar das Playboys E da caixa de papelão e de pôster de mulher aí, que toda a galeofagem do Kojima, ele tem um discurso muito político de monólogos. É um discurso político, é um discurso de amor fraterno, é um discurso de amor romântico descentralizado. Então são monólogos e monólogos que dificultam mesmo a pessoa a se conectar com o jogo, né? Então você pega isso com barreira linguística, sem tradução, Cara, eu tô jogando o quarto com legenda em português pela primeira vez agora, né?
Porque finalmente a Konami decidiu traduzir e o jogo tem outra forma para mim. Tipo, eu entendi o jogo agora, sabe? Então eu acho que além do texto, que é Kojima, eu acho, eu acho. Muito obrigada, Solano, você realmente entende, sabe?
Nenhum de nós entende a Kojima.
Assim, eu tenho uma defesa em relação a— pode concluir, pode concluir.
É só para concluir que eu concordo, ele é nichado. E eu entendo que empresas precisam tomar decisões financeiras, né? Eu acho que saudosismo não paga conta, né? E é o caso da PlayStation. Então eu sempre temia esse momento após Death Stranding. Death Stranding 1 é o meu jogo favorito dele. Não é nem Metal Gear, cara, é Death Stranding 1. E eu temia esse momento porque realmente é um jogo muito, muito atípico assim do que a gente tem no mercado.
É muito difícil mesmo. Eu acho que quando você zera, não tem como você não se apaixonar por esse jogo. Mas até você zerar, até você se interessar pelo que tá acontecendo ali, é desafiador mesmo. E ele mesmo disse que fez isso de propósito. Então Ele é doido.
Só para valorizar, antes do Rex entrar, só para valorizar aqui que eu tô tentando, como eu falei, tô tentando separar as paradas, cara. Eu joguei, sei lá, deve ter jogado umas 30, 40 horas de Death Stranding, o primeiro. Eu fiquei viciado, cara. Joguei muito assim porque eu fiquei viciadaço na mecânica. Cara, que negócio diferente! Fiquei intrigado com a história, fiquei preso naquele magnetismo ali, né, bizarro do cara. Só quando chegou, não sei se chegou a 40 horas, talvez estou exagerando, mas quando chegou num dado momento que eu estava procurando material para fazer estrada, para andar de moto, para entregar carta para o Conan O'Brien, e aí eu falei, cara, o que que eu tô fazendo, entendeu?
O que que eu tô fazendo da minha vida? Essa história não faz sentido nenhum. Aí eu fui no YouTube, vi o final, falei, realmente não teria valido a pena para mim. Mas você entende que assim, eu não sei, talvez eu represente uma galera que assim tá interessada. É esquisito, mas é um esquisito que você às vezes não consegue parar de ver. Ele tem uma cabeça que é muito magnética, né?
Então, vamos lá, vamos lá. Eu entendo que assim, meu ponto de vista, ele foi revolucionário. E quando ele fez Metal Gear, ele fez um jogo que você não precisava enfrentar ninguém, o stealth, né? Ele criou um modo de jogo que você podia fugir do combate até o final se você precisasse. E a gente só foi ver isso muito depois em outros jogos, como Last of Us, por exemplo.
Não, não, pera aí, não, tô dando um exemplo mais atual. Não, você tinha a briga clássica do Metal Gear contra o Sam Fisher.
Não, sim, mas o Sam Fisher veio depois, muito pouco depois, cara.
Não, veio bem depois.
O Metal Gear primeiro é de 86.
Não, você tá falando do joguinho de—
não, mas eu tô falando da franquia.
Começou quando foi para o PlayStation, não era stealth.
Não, mas quando foi para o PlayStation 2 na Marvel, o time ali direitinho né, com habilidade você conseguia fugir da coisa do combate. Isso foi sendo imitado por outros jogos depois. O mais recente que eu lembro foi o Last of Us.
É, os 4 são muito depois de Splinter Cell, mas você não pode esquecer que Splinter Cell foi o último de referência que eu lembro.
Mas foi uma coisa recente, entendeu? Que você podia passar a fase inteira sem enfrentar ninguém. Só que Kojima, ele tem uma história, e aí a Lari pode confirmar, que ele sempre quis fazer cinema.
Sim, fica claro nos jogos quando você fica 15 minutos assistindo um CGI. Exato, do cara no psiquiatra.
É o seguinte, eu acho que o Death Stranding é um jogo bonito, é um jogo visual incrível, tem uma história que as pessoas gostam, apesar das loucuras do Kojima, só que não atingiu o público necessário. E o cara quer entregar filme, tá? Tanto é que o próximo jogo dele que vai sair, que é o O'Day, não sei como se fala, né?
Não é esse eficiente aí que a Lari falou?
Tá produzindo o Odin, que é uma história que vai ser um terror, entendeu? Mas é um terror numa pegada menos— é um terror filme, não vai ser um— não vai ser uma coisa absurdamente gore como a gente tá esperando, né?
O estilo do terror de VG13, tipo. É.
E na sequência disso vai vir o— é esse que eu não sei falar o nome mesmo, que é o jogo novo, que é o Syphon.
Enfim, como é que fala esse novo jogo aí? Como é que pronuncia, Lari?
Fizente, eu acho que é Fizente.
Então ele vai lançar o Fizente, que é o quê? Um outro jogo de espionagem, só que eu acho que ele vai para um lado mais 007, entendeu? Mas não foi divulgado nada ainda do jogo, não tem data, não tem— agora sabemos uma plataforma.
Pera aí, tem sim, a Lari vai dizer. Nós temos um ator aí que vai ser—
temos o elenco do filme.
Fala para a gente lá quem tá no elenco.
É o Bill e tinha coisa, eu não sei falar. Gente, quem escreveu esse sobrenome? Quem deixou ele ter sobrenome?
Eu acho que o cara do cartório deixou cair uma senha no teclado.
É uma família super conhecida, né?
Sim, tem um monte. Tem ele, tem o irmão, o pai, tem outro irmão, o pai.
Os dois irmãos são ator. O irmão mais novo tá sendo ator agora.
Isso.
Entendeu? E a única inator da família é a menininha, que é a única menina da família, porque são 4 irmãos.
A única correta que foi ser dentista, sei lá, uma parada assim. O irmão dele é esse que tá— o Bill é o It, não é? É o Pennywise.
E ele vai ser então agente?
Não tem? Eu fiquei sabendo há pouco tempo que é uma nepo-família.
Isso, é uma nepo-família, exatamente. Nepo Babies do original Escargasse.
É isso aí.
E o pai dele Tanta gente nessa família e eu não sei falar o sobrenome, mas enfim, a gente, eu me perdi totalmente. Calma, que que é isso?
No jogo novo, quem que ele será no jogo novo?
Ele é o protagonista, ele juntamente com a Charlie Fraser, que é a mãe da Furiosa em Mad Max.
Ah, tá bom. Então o cara tá realmente há tempos que ele vem fazendo esse esquema, né, de trazer, como eu brinquei ali no Death Stranding, ele trouxe o ator lá do Walking Dead, esqueci o nome dele também, o que tá sempre com sono lá, o descabelado. Ele botou o Del Toro, ele botou o Del Toro dentro do, como uma brincadeirinha, sei lá, não é legal sobre isso.
Eu tenho uma curiosidade legal sobre isso, sobre esse interesse dele em cinema, é que já fazem muitos anos que ele tá fazendo, tentando fazer isso, e é desde antes dele tá só com a Kojima Productions, é da Konami que já vem esse interesse dele, né? Ele quando foi demitido de Silent Hill PT, eu não sei se vocês já ouviram falar nesse jogo em algum momento, que Ficou no meu HD um tempo. É, você come tudo que o Kojima Silent Hills PT.
Então, perigoso isso aí, hein? A gente não pode falar de política aqui nesse programa.
Poxa, uma menina toda de vermelho aí, ó.
Vamos passar então, vai. Mentira, pelo amor de Deus, pelo amor de Deus.
A Mira de vermelho já vem falar de PT no programa, tá ok?
Eu não sou uma infiltrada, eu vim falar de Kojima, calma.
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Pode falar do jogo aí, companheira.
Quando ele—
porra, velho!
Vilão tem— fala aí pra gente.
Quando ele foi lançar PT na Konami, desde lá o Norman Reedus já tava com ele, né, que é o descabelado de The Walking Dead, que tá sempre com sono. Então, além do Norman, tava o Guilherme Del Toro também. Então ele trouxe— por isso que eu acho assim, quando dizem que o Kojima é uma pessoa difícil de trabalhar, né, pela internet vê muitos comentários como esse, eu acho até meio que não fecha esse argumento, porque ele sempre consegue trazer as pessoas com ele.
Então ele fez isso com Guilherme Del Toro e o Norman Reedus. Então ele tá tentando fazer isso há muitos anos, há mais de década, inserir essa coisa de cinema, realmente pegar os atores, escanear os atores, botar eles para atuar e deixar cada vez mais, mais embaçada essa barreira entre videogame e cinema. E aí ele foi demitido da Konami, não concluiu o Silent Hill, e trouxe Guillermo del Toro e Norman Reedus para a Kojima Productions para Death Stranding. E eu acho isso muito, muito foda.
Você falou que ele é um cara de escanear as pessoas. Você podia explicar para a gente, por favor, qual é esse rumor, essa lenda que existe do Kojima em relação a escanear pés de pessoas? Você sabe disso?
Tipo Tarantino, ele gosta.
Ninguém no meu estúdio pode usar um sapato, tênis, né? Eu quero escanear o seu pé por alguma razão.
É uma pequena coleção. I have a small collection. I want to store your feet, please. It's for technical needs.
Eu falando mó curiosidade legal, mó coisa séria, né? Como é importante a barreira de Hollywood ser quebrada para videogame, como isso traz uma seriedade e uma coisa bonita. E os cara querendo saber de pé, velho. Homem, por que que a gente não enfoda?
Seria daí que você encontra. No noticiário, no jornal, no seu ChatGPT. Aqui a gente traz o lado obscuro que não é mostrado na internet, esse lado feticheiro.
Essa história do pezinho, gente, é uma loucura, porque eu vou escalonar isso para um nível muito comprometedor, tá?
Mas seja livre, aqui você é livre.
Primeiro que eu acho que surgiu esse boato dele curtir pezinho porque a declaração de uma das atrizes que fez Metal Gear É que ele ficava pedindo para escanear o pé dela, e ele pediu isso várias vezes. Ele queria ficar vendo o pé dela, e ela falou isso em live jogando o jogo. E aí pronto, né, o pessoal caiu matando em cima. E aí tem personagens que ficam descalças nos jogos dele. Então assim, ele acha que é— ele sempre realmente pede para escanear o corpo inteiro da pessoa, e aí vai o pé, né. Agora, se é um plano para ele disfarçar, estranhar o pezinho—
eu vi no seu Instagram que você teve um encontro com Kojima, você entrevistou ele e tal.
E é exatamente disso que eu quero falar, uma foto, porque é inacreditável o que que eu passei com o negócio do pé. A gente trabalhou junto como na bancada.
Agora chegamos ao corte do episódio.
Na verdade, o único motivo do convite da Lari aqui é para você falar essa história do pé.
É isso mesmo, Luciano, o Kojima Pediu para, né, tirar foto do meu pé.
Isso infelizmente não foi o do meu. Eu até queria, mas eu não conseguia tirar. Minha bota era muito ruim de tirar. Enfim, eu vou comprometer outra pessoa, mas eu gosto do cheiro.
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Mas continua lá, por favor.
Muito bom, gente.
Kojima, é o Kojima, é o astro do programa.
É, a gente estava julgando o concurso cosplay, eu ao lado dele, outra moça também tava de jurada, e durante o desfile tinha uma garota com essa personagem que fica descalça em Death Stranding. E aí a pessoa ia, desfilava na passarela da frente e voltava. No que essa garota que estava descalça voltou, ele se curvou levemente assim na bancada para checar os pés dela. E coincidentemente essa garota pegou pódio.
Pegou, olha aí, em defesa do Kojima, em defesa do Kojima. Eu acho que ele estava valorizando se a pessoa estava representando o personagem como deveria ser, da ponta do cabelo ao dedinho do pé.
E ela fez totalmente, totalmente.
Olha, eu trago aqui para vocês um comediante, um pensador e um homem safado, apesar de alguns dizerem que são sinônimos, que disse o seguinte: Luiz Siquei. Luiz Siquei certa vez disse, depois do escândalo todo, aquela coisa toda, ele falou assim: Galera, a realidade é que todo mundo, homens e mulheres, todo mundo tem um quink, uma safadeza, um negócio esquisito que gosta de fazer entre quatro paredes. A diferença é que agora o mundo sabe o meu.
Vocês dormem felizes, ninguém sabe qual é a parada esquisita que você gosta, que pede para fazer com você no quarto, entendeu? Só você e a pessoa. Agora sabem a minha. O Obama certamente tem alguma coisa esquisita, sacou? Mas ninguém sabe a parada esquisita do Obama. Agora sabem a minha. Então é do Koji Masa.
E ela é japonês, né, gente? Assim, com todo respeito, japonês, cara, japonês é safado. Eu viajei para lá recentemente e é uma loucura, é uma loucura. Porque eu, é uma, vamos supor assim, lojas, e aí você entra numa loja, elas são prédios, aí você sobe Um andar, ai, um creme de rosto, uma maquiagem. Próximo andar, coisas inimagináveis que eu olhava, falava, onde que isso entra, onde que isso sai? Então é o Japão, né?
É o Japão, é o Japão. É muito reprimido, né?
Argumenta assim, tem uma seção de tentáculos e afins assim.
Terceiro andar do prédio da Sony, você pode parar e fazer suas compras.
Pois é, olha só, então tudo bem, a gente entende um pouco esse lado do que talvez tenha sido a demissão dele, talvez por ele querer fazer uma coisa que seja muito mais cinematográfica, cara, cara, e não vai correspondendo. Afinal, nem o Bill Skarsgård deveria ter sido a primeira opção, porque também já teve um boato aí de que ele queria chamar o Robert Pattinson para fazer alguma coisa. Então, porque, por exemplo, então assim, é um cara que ele planeja, acho que realmente, e ele vai fazer uma animação agora do Death Stranding, chama Mosquito, que é uma animação nova que ele tá fazendo. Ou seja, mais e mais ele tá tentando trazer o conceito de audiovisual.
Desde o Metal Gear ele já deixava. O Metal Gear, ele é um, o Metal Gear 2, ele é um jogo extremamente cinematográfico.
Mas ele já tá tentando trazer. A pergunta é, a Sony caiu fora? Mas agora com a Xbox entrando, você acha que a Xbox vai cumprir, vai embarcar, vai acreditar no Kojima a ponto de fazer: não, beleza, dá teu preço aí que a gente cobre, mas traz um jogo aí. Porque tipo assim, você tem uma liberdade criativa até um certo ponto, mas a empresa tem que pensar em negócios.
Ou então eles vão falar: diminui um pouquinho, ou diminui um pouquinho, esquenta um pouco da nossa opinião aqui para ser vendável.
Tu acha que vai ter esse acordo com a Xbox, essas concessões?
Eu acho totalmente que sim. Tanto que quando saiu tudo, toda a notícia, o que eu falei bastante no meu Instagram, que para as pessoas também não botarem tanto a mão no fogo pela Xbox, porque ainda é uma empresa. Eu acho que foi uma jogada muito foda o que que a moça fez, é a Asha Sharma. Eu sou péssima em falar nomes de fora do Brasil, gente. É, eu só sei falar Kojima, mas eu achei assim uma tacada de mestre porque movimentou a internet, gerou, gerou ela também.
Puta que pariu! Oi, ela movimentou a internet, deu clique. O nome Kojima, eu gosto de falar que eu sinto que às vezes o nome Kojima hoje é muito maior do que os jogos dele. Então, excelente, acho que foi uma jogada de mestre, mas reverberou muito. Eu como fã fui convencida já realmente ir para Xbox, né? Era o que faltava para mim ir. E só que eu não boto a mão no fogo, acho que com certeza deve ter tido acordo, porque é uma empresa ainda assim, a Xbox não é de todo uma santa, eles fizeram muitas demissões em massa por esses tempos, fecharam estúdios.
Então eu acho que essa bomba só estourou dessa forma porque é o Kojima, mas muitos devs se lascaram também nesse meio do caminho, tanto com PlayStation quanto Xbox, entendeu? Ela abriu essa porta para o Kojima, porque o Kojima é peixe grande. Então eu acho que com certeza deve estar até mandando ele segurar a linha, sabe? Ô Kojima, dá uma segurada. Mas também eu acredito que a PlayStation fez uma burrada grande, porque dessa vez eu acredito que Fizzen, diferente de Death Stranding, vai ser um jogo um pouco mais comercial. Eu sinto isso, que ele não vai meter tanto louco.
Oi!
Agora, olha só, vamos lá, a gente tá vendo Kojima voltando para o estilo de jogo, ficou muito conhecido como Metal Gear. Que era espionagem. Só que esse novo dele, ele falou que não vai ter nenhum envolvimento. Ou seja, está recomeçando uma nova franquia e a ideia dele é trazer esse um pouco de Death Stranding com o Metal Gear. Você acha que depois de 40 anos isso é válido, né? Você trazer uma nova IP, é uma nova IP para o mercado, para um assunto que ele já era conhecido por fazer, que é o lance da espionagem? Para os jogos?
Com certeza, eu acho ele inteligentíssimo, porque eu, eu me cansa essa questão de tanto, não só videogame, mas, cara, cinema, série, porra, até animações. E desculpa pelo porra, gente, até animações. Esse foi o ápice da, eu acho que tá cansativo Essa, essa questão de investimento conservador, de ficar repetindo títulos, ficar explorando remake, não fazendo coisas novas, não criando histórias novas que as pessoas podem se interessar, sabe?
Tipo, ficar sempre nesse conservadorismo. Olha só que essa palhaçada que tá acontecendo com Wolverine, sabe? Que mesmo sendo um dos maiores um dos maiores X-Men, cara, o nome dele não tá se sustentando para entregar o jogo, sabe? Tem muita reclamação acontecendo. Então eu acho que às vezes o que precisa realmente é isso, uma pessoa corajosa. Que a gente volta ao que você disse, Solano, que ele tem uma— ele é um desenvolvedor com cabeça indie que caiu no lugar de AAA.
E eu acho que é exatamente isso que precisa, histórias novas, histórias criativas. E eu acho ele um gênio de trazer uma coisa que todo mundo sente falta dele e que ele ficou conhecido por isso, né, que é espionagem e ação, numa IP nova. IP, né? Eu, numa IP nova.
Aqui é Brasil, aqui é IP, aqui não é PT, é PT.
Nunca antes na história do PlayStation Olha aí, olha aí, olha aí, pô, olha aí, amor.
Então, então, muito inteligente dele e também da Xbox. Eu acredito, posso estar sendo muito fangirl nesse momento, mas eu acredito que fiz em ti não tem margem de erro, não tem como. Até porque Metal Gear Solid tá vindo muito em alta agora de novo, a Konami relançou os remasters, né, da saga inteira, e também o remake do terceiro jogo. E Metal Gear tá com um fandom novo, novas pessoas conhecendo e conhecendo o trabalho do Kojima, porque isso nunca vai deixar de ser do Kojima, né, independente dele ter saído da Konami.
Tá tudo muito forte, tá tudo colaborando muito para, para Fission ser um sucesso. E eu acho que dessa vez ele vai abrir mão um pouquinho das loucuras dele. Olha aí, algo mais comercial para ser uma coisa que atinja mais público.
Muito bom. Lari, para encerrar então, explica o final de Death Stranding em um tweet e lembre a galera, convite a galera aí para te seguir nas suas redes, seu canal. Como é que a galera faz?
É qual a ordem que você quer isso? Dead Strange, cara, pai de menina é muito fofo.
É isso, é um filme de um pai solteiro, é isso, sobre um pai solteiro querendo construir uma estrada entre o coração das pessoas, entendeu?
Muito bonito.
Prefiro ver o Cinemask.
Pai de menina é muito fofo. Fofas também são as suas redes sociais. Conta para a galera como é que o pessoal continua conversar com Lari Bueno.
A Lari Bueno no Instagram. E eu sou péssima porque é só a Lari Bueno no Instagram, não sou multiplataforma. A pessoa que tá me agenciando vai me matar.
E é isso, gente. Você não tá no Truth Social, no X?
Não, não tô, não tô, Solano, mas eu catei a dica. Calma, eu vou melhorar. É porque É porque a verdade, gente, eu não sei como eu vim parar aqui, tá? Eu crio conteúdo direito há, sei lá, um ano. Eu não sei o que eu tô fazendo aqui. Quem me ligou?
Trazer o seu conhecimento do Kojima. Afinal, você entrevistou o Kojima, sabe da cara dele de pé, conhece toda a história dele. Então esse conhecimento que a gente tava buscando aqui para levar para as pessoas que não conhecem o Kojima. Por exemplo, eu durante anos joguei Metal Gear, não sabia nunca o nome do cara. Para mim era Konami.
Konami, entendi. Snake, Snake, cobra sólida.
Vai ter que jogar Metal Gear agora, tem que jogar para você lembrar.
Revólver ou Celote, os nomes são muito maneiros, muito ruins, cara.
Você viu os nomes?
É uma cobra delicada, cobra líquida, cobra líquida, cobra sólida, minha preferida inclusive.
Cobra sólida, eu nunca esperava fazer tanto sucesso na vida. É claramente inspirado, é claramente inspirado nos negócios.
Ele fala isso mesmo, ele fala isso mesmo, é realmente inspirado, gente.
Todo fã de metal. E você foi muito inspiradora aqui, Lari. Brigadão pela sua presença, pelo seu conhecimento. Perdão a quinta série aqui, as piadas de mau gosto, incluindo a de sepultou o cara aqui. No final a gente vai saber. Vamos juntos tirar o lápis dos nossos pés, subir numa loja. Vamos, tudo isso aí. Terceiro andar da Sony, gente.
Beijo na Lari, obrigado mais uma vez pela sua companhia, sua presença.
Tchau, tchau! Neste fim de semana celebramos todos o aniversário do milionário, bilionário, trilhardário mais amado do planeta Terra. Não, não é o Elon. Não é o Jeff Bezos, é Bruce Wayne, na verdade Batman. Sim, ele está celebrando em 2026 87 aninhos, Rex.
Pois é, e durante esses 87 anos nós tivemos um Batman para praticamente quase todas as gerações. É verdade, cada época, cada época teve o seu Batman. Os mais conhecidos como Adam West, Michael Keaton, Ben Affleck, que é o melhor de todos, mas Para falar desse universo gigantesco do Homem-Morcego, nada mais justo que trazermos para o programa alguém tão gigantesco quanto. Aí sim! Então, com vocês aqui no Platonerd, Roda de Buchete, por favor, adentre a nossa Batcaverna.
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You fell in love at first crunch, and now the Crispy Chicken Crunchwrap Slider is back at Taco Bell, but with a twist. It's crispy all-white meat chicken nuggets inside a slider sized Crunchwrap, mas agora você pode desfrutar do gosto do Hidden Valley Diablo Ranch ou tentar os nuggets de tortilla chip coberta sozinhos. Eles estão esperando você. O Crispy Chicken Crunchwrap Slider, um clássico novo, está de volta, só no Taco Bell.
Olha, ele tem até uma lista errada. Vamos já abrir com essa história aí, porque assim, o Rodney, ele sabe usar um lápis tanto quanto o Coringa usou. No filme lá do Batmão, né, Cavaleiro das Trevas. Ele é um desenheiro de quadrinhos, Rodney. Inclusive, tô vendo que você tá trabalhando agora nesse momento, parece que você tá trabalhando.
Tô trabalhando, tô fazendo uma página aqui.
Que belezura, hein? É para quem? Já pode falar? Pode falar para quem é ou é segredo?
É um teste que o meu agente pediu para fazer do Grifter da DC Comics, também conhecido como Bandoleiro do Wildcats.
Bandoleiro, bandoleiro, bandoleira. Olha, vamos lá então, por que que você já começa polêmico dizendo que o Batman está na editora errada?
Vai.
Porque, cara, ele tem todo um perfil de personagens da Marvel, visto que ele parece um pouco Batman, mas com Justiceiro com dinheiro, né? Porque o Justiceiro é um fodido igual a gente, né? Ele não tem dinheiro, né? Não, ele não tem dinheiro. Mas o Batman, ele é o Justiceiro com dinheiro, né? Então ele pode arrumar uns contatinhos muito bacana, mais humano. Aí não tem superpoder. O superpoder dele é ser inteligente, certo, né?
E intelecto de Bruce Wayne sendo colocado.
Não, mas o Bruce Wayne, para mim, ele é o Sherlock Holmes atual, né? Um excelente detetive, né, e perito em investigações criminais e tudo mais. Até o sobrenatural ele já enfrentou, né? E visto algumas sagas dele com o Petrigan, o demônio que fala por rimas, né?
Muito bom.
Você tem aí ele muito bom, os personagens muito bacanas, feito pelo saudoso Jack Kirby, né?
É do Kirby, né?
O Etrigan, sobrenatural da DC.
Você gosta do Etrigan? Mas é aquela suminha de lutador de luta livre.
Porque eu interrompi do nosso querido Butch Evans aqui. O Etrigan, ele é um personagem muito pouco explorado no universo da DC.
Eu gosto que o Rex, sabe, Luciano, você que tá com a gente, faz de novo o símbolo que você fez. O Rex, quando ele não Ele junta aqui as mãos dele para falar quando ele tá falando sério, e aí ele fala, ele tapa a voz dele entrando no microfone. Luciano, você acha legal isso?
Mas eu abro aqui e faz um eco.
Ah, é para fazer uma voz mais, entendi, tubular. Isso, eu nunca imaginei. O Batman tem que estar sempre um passo à frente.
Mas o Integra, por exemplo, naquela série, Batman, naquela série, por exemplo, do Sandman, série da televisão, os quadrinhos. Na televisão, outro personagem, mas quando o Sandman vai ao inferno e ele tem que conversar com o Lúcifer, quem guia o Sandman no inferno é o Antrigan. Maneiro, entendeu? E a história dele é muito maneira porque ele tá associado com uma maldição de um cara que foi um cavaleiro da Távola Redonda junto com o Rei Arthur.
Então, tipo assim, ele tem uma história, tipo assim, o Merlin. Então esse lado sobrenatural da DC é muito mal explorado, mas é muito bom.
Explorado, eu acho, eu acho, eu acho, eu acho o lado sobrenatural da DC mais legal. Agora não sei se eu tô botando também a Vértigo na jogada, né, mas mais legal do que o da Marvel, com certeza.
Inclusive o universo de magia da Marvel é muito mais forte, mais bem explorado no universo DC do que foi no universo Marvel. No universo Marvel, as pessoas só têm de referência o Doutor Estranho, a Feiticeira Escarlate, e mais conhecidos, né? E o Doutor Destino.
Sim.
Agora, na DC você tem a Zatanna, Zatara, o Doutor Fate, você tem o Entegram, Constantine, agora você tem o núcleo.
Eu acho mais legal, eu acho também mais maneiro, né?
Eu acho muito mais legal, muito mais legal. Inclusive, só acrescentando aqui que o Rex falou aí do Etrigan, ele foi um cavaleiro, né, da Távola Redonda, que se ofereceu para encarnar o Etrigan, porque Merlin invocou Etrigan e tava sem controle. Então ele precisava de um corpo de um receptáculo, é, de um receptáculo para conter o Etrigan, que ele era um demônio muito louco, né? O Cavaleiro Jason Blood.
Ah, foi nessa aí. Beleza, o Etrigan bacana tal, com seu shortinho de yoga, mas eu quero saber mais do Batman.
Exatamente.
Porque, senhores, começando com o nosso convidado aqui, Rodney Bocchetti, por que que você acha que o Batman continua relevante, cativante para todas as idades?
Porque ele é o Batman, só isso.
Isso você acha que resolve a questão? Porque ele é o alfa e o ômega dos heróis.
É porque é um cara que ele está sempre preparado para tudo, ele sempre tem um plano. Mesmo quando o plano A dele dá errado, ele já tem o plano B, C e D pronto.
Né?
Então ele já tá, como se diz, prevenido, né? Precavido para qualquer situação, seja ela mística, seja ela interplanetária, seja ela civil, seja ela o que for, entendeu?
Os nossos boletos, tirando os boletos, ele não. Mas ele abre muitas empresas, ele gera o cara defendendo os grandes empresários. Olha, você já Por que você acha que ele continua relevante?
Eu acho legal do Batman, e acho que é por isso que ele é atemporal, é porque é um personagem que ele tá envolvido com todas as grandes situações que todas as décadas já passaram. A gente tá falando de crimes, a gente tá falando de corrupção, a gente tá falando de política, a gente tá falando de um cara que o crime existe até hoje, existe há muitos anos, e ele é sempre esse combatente. Então você consegue adaptar a história dele para qualquer década e ele funciona perfeitamente.
Lógico, ele teve uma fase mais palhaço, que foi nos anos 60, com Adam West, Birdwatch, a série de televisão. Era uma coisa mais pastiche, mas popularizou, né, estourou a bolha. E depois disso você veio a seriedade dos anos 80, com Tim Burton, quando ele trouxe uma coisa mais sobrenatural, sobrenatural, sobrenatural, sombria, mais sombria, digamos, né. Isso, que ele fugiu do paradigma do Batman colorido, que era grande referência que as pessoas tinham.
Sim, o Frank Miller, né, que eu acho que sim, mas o Frank Miller trouxe uma adultização do Batman, Batman velho, né. Já foi mostrado Batman velho antes, já, mas era sempre uma história muito feliz. Ele tinha casado com a Selina, ou ele tinha casado com a Caçadora. E aí teve, sabe, outros personagens que ele é bagulho, e e o Jason Dick Grayson assumia como Batman, ele ficava de mentoria. O Cavaleiros da Estranho foi a primeira vez que ele trouxe um Batman velho, sozinho, solitário, com problemas, né, cara? O problema da velhice, problemas, né?
É cardíaco, né, cara?
Cardiopata.
Exato, né? Então você tem ali uma visão adulta do Batman. Então isso quebrou esse paradigma. E em 89 99 veio a visão do Tim Burton, com ele todo de preto, né? A gente sempre soube que o Batman usava mais realista, mas ele trouxe aquilo, apresentação dele na cidade. Então isso foi o começo da gente começar a ver assim, mas poxa, olha só, dá para fazer um filme sério de Batman. Tanto que quando o filme estreou na época, ninguém levou fé no filme, no Tim Burton.
A quantidade de atores que eles chamaram para fazer o Batman e todos se recusaram. Era absurdo.
Mas quando o filme foi anunciado, ele foi muito aguardado, foi um puta marco.
Mas assim, quando o filme foi lançado em 89, tipo assim, olha quem tinha recusado o papel: Mel Gibson, Tom Selleck, sabe?
É, homens grandes tinham medo de fazer filme de super-herói porque é uma coisa infantil.
E aí quando saiu o filme em 89, foi o maior sucesso de bilheteria, sabe? O Jack Nicholson na época recebeu 25 milhões de salário porque ele trocou o valor de pagamento por porcentagem nos lucros.
E ele até hoje fala benzão do Batman, o Jack Nicholson. Você vê as entrevistas dele, ele se amarrou de fazer o Coringa. Ele fala, meu irmão, eu tive divertido, cara. Ele é meio Paulo Francis, né? Me diverti demais, as crianças falando do trem.
Por isso que eu acho que o Batman, ele é um personagem que ele funciona, porque apesar da sua criação em 39, até hoje ele é um personagem muito atual.
Ó, concordando com vocês dois, eu acrescento alguns elementos filosóficos aqui, simbólicos, que eu acho que contribuem para essa longevidade do— agora vou falar igual Paulo Francis, milionário. Eu acho que o personagem do Batman Uma coisa que permanece sólida em todas as encarnações que ele teve, sejam elas nos quadrinhos, nas animações, nas séries e nos filmes, é o potencial. Tô juntando tudo que vocês estão falando, indo para um caminho simbólico aqui, como eu falei, um pouco filosófico.
Ele representa o potencial máximo do ser humano, o ser humano que não tem superpoderes O ser humano que, sim, o cara herdou a fortuna da família, ele poderia ter usado isso para os seus próprios prazeres, para o seu, né, benefício, etc., essa coisa toda que entra na discussão social e tal. Mas o cara ali, ele tava inclusive disposto a jogar tudo fora no começo da carreira. E aí que ele entendeu, falou, não, eu preciso instrumentalizar isso para fazer com que as pessoas não passem pelo que eu passei.
Então o personagem, ele usa dessa fantasia literal e simbólica para mostrar como que a gente pode transformar uma dor em algo, em algo bom, algo positivo, para que não permita que isso se transforme num ressentimento que vai, né, carcomer. Exato, o cara, você tá se apontando, né?
Porque quando eu comecei a malhar com os meus 15 anos de idade, uma história de sucesso, conta para a gente. A inspiração foi inclusive o personagem do Batman, o Batman e o Conan, que você fala muito, né, desses dois referências muito grandes, pela determinação, pela força, por mostrar inclusive uma coisa que até o Robert Howard dizia muito, que era tipo assim: eu não quero que ele seja só forte, ele tem que ser inteligente, porque um cara forte pode ser facilmente derrotado por um cara sagaz.
E o cara muito inteligente que não tem força, ele pode ser derrotado por um cara bruto.
Perfeito.
Então, se você tem a combinação dos dois, você tem um preparo físico e o mental para um desafio.
Perfeito.
Sabe, ele passa por uma situação que é: não quero ser mais vítima. O que eu posso fazer para deixar de ser vítima? Eu vou sofrer, chorar e lidar com isso dessa forma, ou eu vou superar isso para poder nunca mais ter que passar por isso?
Perfeito. Perfeito.
Então essa definição do Batman, essa definição do Conan, sempre foram as pessoas que me motivaram. De quando eu lia nos quadrinhos, falei assim, cara, tá certo, ou eu posso escolher ser a pessoa rancorosa, reclama, ou eu posso chegar e superar e ser melhor do que eu posso ser.
E olha como esse símbolo é curioso assim em aplicação assim psicológica. Eu não sei se vocês ficaram sabendo, hein, o Buquê, me fizeram um experimento social Eu acho que foi nos Estados Unidos, foi que os cara botaram um homem vestido, primeiro eles mediram num vagão de metrô quantas pessoas davam, cediam lugar às mulheres, mulheres e idosos. E aí digamos que tinha lá uma média de 40% dos homens e mulheres cediam seus lugares.
E aí entra na próxima fase do bagulho, entra um cara vestido de Batman no metrô e ele fica em pé, ele fica parado em pé sem fazer nada, ele só fica parado olhando para as pessoas. E cara, o bagulho subiu para tipo assim 80%, subiu para caceta. As pessoas se sentem inspiradas por aquele símbolo fictício, ou intimidadas também, né? O Batman vai me sentar, porrada, vou levantar, velho, com essa grávida.
Eles fizeram outro, é muito interessante também. Com crianças, que era o seguinte, eles falam assim, pediam para uma criança fazer uma atividade, né, ali, e elas faziam, depois perdiam o estímulo. E aí depois falaram para as crianças o seguinte: imagina agora que você é o Batman fazendo isso. E aí deram uma máscara e uma capa para as crianças. Todas elas terminaram de fazer as coisas, as tarefas, porque elas começaram a se ver uma responsabilidade maior.
É muito foda, cara, isso.
Alter ego. Isso é responsabilidade, a responsabilidade, a maturidade, a decisão, a tomada de atitude.
É muito maneiro, né?
Eu acrescento aí, acrescento aí tudo que vocês estão falando, a questão dos quadrinhos na educação, né? Vocês sabem que eu dou aula de desenho e tal, né? E muitos dos alunos que eu tenho e que eu já tive foram, são e foram professores da rede municipal e rede estadual aqui de Belo Horizonte. E eles usam os quadrinhos como meio de, como suporte para o ensino, sabe? E muitos já usaram Cavaleiro das Trevas para questão de, da questão política que ali tem, né?
Também usaram Batman Ano Um, obras do Frank Miller, para poder mostrar o que que exatamente o que o Rex falou que você falou também, Afonso, da questão dele usar o dinheiro que ele tem não para o bel prazer, né, mundano, mas para ser um símbolo de justiça, um símbolo de disciplina, um símbolo de honra, né, um símbolo que vai contra as coisas, as doutrinas erradas, né, e tudo mais que a gente vê por aí até hoje. Então eu acho que isso que o Rex também falou que o Batman é atemporal, que você coloca o Batman em qualquer contexto histórico também, você pode colocar, porque vai se adaptar aquilo ali, ele vai se adaptar.
Tanto é que tem um selo da DC que chama Túnel do Tempo, em que o Batman tá em várias épocas. Ele até enfrentou o Jack Estripador também. Isso tem um conceito histórico, né? Por que que eu tô falando isso? Porque O quadrinista, no meu caso que sou desenhista e tal, eu tenho que fazer uma pesquisa histórica também, né? Então isso entra a questão da educação, a questão do ensino, né? As aulas de história que a gente teve, né, para poder pesquisar corretamente o estilo de época que eu vou estar trabalhando ali no roteiro, né? Isso é muito legal. Isso o que o quadrinho passa para gente é muito legal.
Ô Rodney, você já desenhou o Homem-Morcego?
Já, já trabalhei na DC. E quando eu fiz uma minissérie de duas edições, foi para o Batman DC do Reino Unido, cara. Foi em 2009. Tem diferença no formato e na diagramação, é um pouquinho diferente, mas aí são poucos, né? Muitos quadros não.
Mas eles também vão para o mercado americano ou não? Ficam só no mercado europeu?
Só no Reino Unido mesmo. Foi uma colônia, uma série especial, cara, que saiu lá exatamente para comemorar o Batman Day.
Ah, que maneiro! E 2009, quando a gente consegue achá-lo, você não consegue encontrar o a sua arte para a gente colocar aqui na edição. A gente faz isso aí porque os originais eu vendi, foram vendidos originais.
Se eu achar alguma coisa, deve estar muito bom.
Luciano é muito bom, ele acha.
Ele deve estar no meu deviantArt.
O Luciano é o nosso Alfred, ele vai encontrar.
Ele é o nosso Alfred, exatamente. Mas quando você fez esse Batman, essa minissérie para o Reino Unido, que tipo de Batman você manifestou nas páginas?
Eu fiz uma mistura do Batman do Frank Miller, Batman 1, né, a imagem que eu peguei assim, com um pouco do Michael Keaton, cara. Olha só, aquela postura assim, uma mistura de bombado com Michael Keaton, digamos assim, um porte físico atlético, digamos, entendeu? Não tipo Rex assim, não tanto, né?
O legal que o Rex não vai conseguir se pendurar. Imagina o Rex Batman, ele vai primeiro gárgula, que é tipo o Batman Absoluto, o gárgula quebra.
Eu sou o Batman Absoluto, que é o pior Batman, fala mal. Não é, não é, não é. Eu acho uma atrocidade, é o que o Cruzeiro seria se ele não tivesse dinheiro.
Coisa horrível.
Eu gostei muito desse conceito diferenciado que eles fizeram.
Que porra é essa?
Não dá, entendeu? Não é o Bats, entendeu? A sonoplastia da coisa.
Não é porque duas palavras parecem que elas precisam estar juntas.
Não faz isso não, não força não, não força amizade não.
Eu tô forçando, não dá para ver daqui não.
Olha, ele tá mexendo os seios dele aqui, ó, para gente, para audiência.
Eu vou dormir daqui, eu vou dormir, não quero ter pesadelo não hoje não.
Imaginar eles assim.
Mas fala a verdade, pré-requisito básico de todo Batman é o queixo.
Você concorda?
Concordo. Tem que ter uma queixada, tem que ter uma mandíbula, um GH ali, um GH, sabe? Tem que ter.
Tem, tá, concordamos que temos que ter. Qual de todos os Batmans quem tinha o melhor queixo barra boca? Você acha que o Batfleck?
O George Clooney.
O George Clooney, cara, eu sempre sonhei de ver o George Clooney de Batman.
Toda vez que eu olho aquele queixo dele, legal.
O queixo do George Clooney é o George Clooney, a fisionomia dele Lembra o Batman. Convenhamos que ele parece fisicamente com Batman. Você não acha que parece? Você não consegue nem olhar para mim direito com essa roupa aí, ó. Vira aí. Quanto você pesa, né?
Sabe o que eu acho que teria que— foi muito bem como Batman e saiu muito mal pelo filme?
Olha o Batfleck aí versus Val Kilmer. Mas pera aí, que Val Kilmer?
Ele era um cara bonito, ele deu um bom Bruce Wayne, mas Flash como Batman, ele também ficou legal, mas o filme não ajuda, cara.
Eu vou te responder, Luciano, bota assim, bota aí: Val Kilmer Batman sorrindo, smiling. Val Kilmer Batman smiling.
Antes que o Luciano achar, ele vai achar, eu não consegui gostar do Jared Leto porque toda vez que o Jared Leto entrava em cena ele falava assim: hi, Freeze.
Sim, ele balança a cabeça. Não, eu não falei que ele é o melhor Batman, eu falei que ele parece parado com Batman.
Let's go!
Eu acho que ele é meio idiota, ele não é um bom Batman, mas ele como assim caracterizado, achei legal, ficou mais a cara do Batman assim.
O melhor Batman foi o Christian Bale. Olha ele sorrindo aí, pelo amor de Deus! Isso é Batman onde vai, o filme é sorrindo.
Ele deu uma risadinha para fora da câmera. Batman não sorria.
O Batman é estoico, ele é uma estátua viva de— não, não pode sorrir. Ele é loiro, não pode ser loiro, mano, o Batman.
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Não pode, meu! O Michael Keaton não tinha.
O Michael Keaton também não é o melhor Batman. A gente só gosta do Michael Keaton, convenhamos, porque o Rodney é um pouquinho mais velho do que a gente. Mas a gente era criança e foi, e mesmo para o Rodney, foi o primeiro Batman sério do cinema, não é, Rodney? Então a gente gostou disso.
Eu assisti Batman do Tim Burton, cara, umas 4 vezes no cinema, velho. Pois é, eu fiquei alucinado com aquele Coringa. O Coringa dele, o Coringa do Jack Nicholson, é sensacional, cara.
Fantástico. Tanto que ele rouba o filme, convenhamos. Eu roubo o filme, roubo o filme, roubo o museu.
Eu vou dar uma polêmica aqui. Vou trazer uma polêmica aqui, hein?
Vamos lá, hein?
Eu acho que até hoje ninguém— polêmica— eu acho que todos fizeram muito bem mediante aos seus filmes, tá? Deixar bem claro. Mas eu acho até hoje que ninguém trouxe um Coringa como Coringa tem que ser.
Até hoje nenhum Coringa dos filmes foi o que o Coringa é.
O Jack Cruzou foi muito bom como Coringa para o Batman de 89, mas não era o Coringa, tá?
É um Coringa mais psicopatão, sombrio demais.
O Coringa do Heath Ledger foi um Coringa, porque ele mais real, mas bem extremamente, e nem caótico, porque ele tudo, ele tinha um plano.
Não, ele não, o plano dele é gerar caos.
Não, ele querer gerar caos é uma coisa, ele ser caótico é outro. Ele fazia tudo com plano, ele sabia o que fazer para tirar o Harvey Dent do lugar.
Uma coisa paradoxal, se o objetivo dele é causar o caos, mas ele é anárquico, mas para gerar anarquia— interessante você tá falando, entendeu? Para você provocar anarquia você tem que ter um plano.
Exato, ele é o cara de planos. Ele fala que ele é o caos, mas ele elabora todos os planos o tempo inteiro. Tudo dele que ele fez foi planejado. Então isso não é caos até o látice, entendeu? Então beleza, esse é um ponto de vista.
Quando vocês gostam da gente Batman, Robin, inclusive eu tô olhando agora, ó, acho que eu dou para um bom Robin. O que você acha? Você acha que eu dou para um bom Robin?
Você dá, você dá.
Eu dou bem para um bom Robin.
Pode dando.
Hoje é aniversário do Batman, pode. Então prossiga.
Eu Batman dei, por que que eu não posso dar, né?
Então eu acho que assim, ou então tá Esquadrão Suicida, o do Esquadrão Suicida. Foi péssimo. O cara não é um chefe de gangue, sabe? Um mafioso.
Bota a boquinha dele aqui.
Isso, mafioso meio gangsta.
E o Coringa do filme lá do Coringa, Joker?
O Joker é péssimo também. Não é um filme foda. Então olha só, o ator trabalha muito bem, ele interpreta muito bem, mas se você tivesse tirado o nome Coringa do filme, é um filme sobre o palhaço. Passava despercebido o nome Coringa, entendeu?
É tipo o filme novo do Resident Evil. Exato, é um novo filme, mas não é Resident Evil, mas não é Resident Evil, é um ótimo filme, mas não é o Coringa.
Eu acho que o mais perto que chegou de um Coringa, aí eu acho que poucas pessoas viram, foi a série do Gotham. Ah não, que aparece um cara que ele tem uma interpretação mais de psicopata ali, mas assim, a série tem muito mais chance de explorar o personagem que um filme tem. Mas eu acho que assim, todos trabalharam muito bem o personagem, mas não é o Coringa que a gente conhece.
Qual o seu melhor Coringa? Pode ser de todas as mídias então aqui, né, cara?
Vamos lá, vou colocar primeiro dos quadrinhos. O melhor Coringa para mim é o do Piada Mortal.
Porra, ok, perfeito.
Um desenho do Brian Boland, que é, para mim, é a imagem perfeita do Coringa, é do Brian Boland.
Concordar, eu tenho esse quadro inclusive dele com a pistolinha e tal.
Eu tenho um quadro aqui em casa que eu tenho que colocar na bolsa, que ele abrindo o jaleco assim, tirando uma piranha, um peixinho piranha, um batom e sorrindo. Sensacional, do Brian Boland também. É muito legal. Do cinema, do cinema, cara, vou botar o top of the top. Para mim é o Jack Nicholson, que é um puta coringa. Mas do Heath Ledger foi um contraponto muito foda, muito foda, né, visto todo o histórico dele ali, né. Da animação, eu gosto muito da animação do Batman Animated Series, que foi do puta Coringa, do Brustinho, do Brustinho.
Isso é o que dublaram em inglês original, que ele tem a sensação de algo mais assim. Isso, perfeito, perfeito. É esse Batman, é muito bom. E o do games, cara, do Arkham City, foda também, que também é o Mark Hamill. Eu acho que também é Para mim, eu fico entre o game e o desenho, são os melhores.
O Coringa, para você entender o Coringa, você tem que ter mais chance de explorar o personagem. É muito curto você contar a história dele, é como o primeiro filme que conta uma origem, depois mostra a loucura do Coringa, ou do outro que não conta origem nenhuma, só mostra uma pessoa louca. O da animação, para mim, é o melhor Coringa.
É, concordo, porque ele tem que ser um— acho que os que a gente citou, que a gente ama também, o Jack Nicholson, Heath Ledger, eles são muito psicopatas. Ele pode ser considerado um psicopata, claro, no desenho ele definitivamente é, mas ele tem, ele fica, eu acho que ele tem um limite ainda que o Heath Ledger ultrapassou. Olha aí que o Luciano colocou. Então é o do desenho, acho que ele fica bem equilibradaço. A gente, ah, mas é um desenho, tem uma coisa mais infantojuvenil.
Sim, mas é ali que eu acho que ele tem que ser. Eu acho que é bem ali que ele tem que—
inclusive as animações do Batman são desenhos incríveis e poucas pessoas sabem, mas foi um desenho extremamente premiado, ganhou Emmy de roteiro, de história, era uma arte conceitual muito inovadora, é um desenho excelente.
Tem um documentário, um mini doczinho em Rodney Rexy Audiance no YouTube contando a história do Batman do futuro. Que no Brasil era Batman do Futuro, no original, e lá é Batman Beyond. Exatamente, porque Batman Beyond. E aí é muito legal porque os cara contando que a Warner chegou para ele, falou assim, ó, a gente tem que, estamos pensando aí numa ideia de um Batman jovem, vamos contar as histórias dele jovem. Aí que a galera foi lá para sala de roteiro, falou, que ideia merda do caralho, né?
Alguém da produção da Warner Batman joga e o caralho, eles ficaram quebrando a cabeça dando. Aí alguém falou assim, cara, e se não fosse o Bruce Wayne? Não, tu tá maluco, vai passar a capa para outra. Não, não, não. E se fosse, porra, 50 anos no futuro? Não lembro mais quanto era no futuro, é mais ou menos isso, né? Porque é um tempo grande, ele tá vivo, mas ele tá vivo porque também o futuro curou certas doenças e tal. 40 anos é tipo isso.
E aí os cara fala assim, bora, velho, e se a gente sugerir uma ideia que o Julho, se passa no futuro. Lembra um pouco a ideia da Marvel 2099, né? Mas lá no futuro o Batman tá velho, a gente bota um garotão que vai ser o novo Batman, aí a gente não caga a história do Bruce Wayne, ao mesmo tempo entrega o que a Warner falou. E eles falam no documentário que na sala de reunião, tipo assim, você tá maluco? Você acha que a Warner vai deixar a gente fazer essa virtice?
Você tá louco, cara? Nunca vão. Aí os cara fizeram a ideia Rabiscar um monte de coisa, chegar lá para o Arnold, os cara diz assim: olha aí, brother, vamos fazer essa parada aí. Eles ficaram estupefatos. Não é possível que vocês deixaram a gente fazer. E cara, é um dos melhores desenhos de super-herói também. Assim como Batman Animated Series, o Batman Beyond, o Batman do Futuro, é muito maneiro, cara.
O que é legal do Batman Beyond, acho que o Buxê vai concordar comigo, é porque apesar de você ter o elemento que um Batman velho, né, com uma nova roupagem, né, e passando o manto para um novo personagem, né, que é o garoto lá, que é o Terry McGinnis. E aí ele assume como Batman daquela nova Gotham. Todos os vilões que aparecem são vilões novos. Eles abriram um leque de oportunidade para criar outros personagens.
Tem também, exato, funcionava muito bem.
E quando eles tentam trazer os personagens antigos, como foi o Mr. Freeze, o Bane, eles aparecem muito de fundo de plano. Por exemplo, o Mr. Freeze, ele tava em criogenia, então tipo assim, só sobrou a cabeça dele. E aí clonam o corpo dele para trazer ele de volta, entendeu?
Uma versão nova, mas sem a doença.
Aí o Bane, ele tá meio animalesco, né?
É meio doidão.
Vem muito depois, foi um filme especial depois. O Bane, no caso, ele de toma veneno, ele tá tipo assim com problemas sérios no asilo.
Dá isso, é? Sim, se tomar muita, muita anabolizante.
Por enquanto não descobrimos, mas então tipo assim, é um cara que consegue refazer a fórmula dele e começa a usar nas pessoas.
Sim.
Então quando o Batman vai investigar, o Beni tá lá assim babando numa cama de hospital, sabe, tudo cheio de remédio.
Era dark para caramba, as paradas tinham um elemento.
Era o Coringa, tinha morrido. Inclusive, quem matou o Coringa no desenho foi o Dick Grayson, o Tim Drake. Foi um dos Robins que matou, porque o Batman, o Coringa, raptou o Robin e ficou fazendo uma lavagem cerebral nele para transformar ele num tipo um escravo, né? Tipo, ele é arlequina, né? Aí o Bane, cara.
E o Beni tá tudo podrão.
E aí o Coringa, por exemplo, ele vira uma coisa, uma moda no futuro. Então tem os caras, as gangues dos Jokers, né, cara?
Isso é foda. A cultura do futuro, ela foi inspirada pelo universo do Batman.
Sim, cara, isso é muito legal. Então tipo assim, você pega esses elementos de personagens novos, o universo novo, vilões novos, o Batman velho tendo que ensinar as coisas para o Batman novo, sabe? Cara, isso é muito bom, é uma renovação muito bem feita, que acho que a gente não vê isso há muito tempo.
Eu devo frisar aqui também o traje.
Freeze, freeze, freeze, freeze, cool.
O traje, o traje.
Nenhum de nós três consegue parar de imitar o Schwarzenegger se a gente deixar.
Não consegue, Moisés, não consegue.
Então cada um tem que falar agora o Everybody Cool como Schwarzenegger. Começa, Rodney.
Everybody cool, everybody cool, everybody cool.
Segue, segue o padrão.
Então o traje do Batman do Futuro é muito foda, eu acho ele muito, muito bem feito. Cara, que ele é tipo uma malha tecnológica, né, de nanotecnologia, né, que cobre o corpo do Maguinhos todo assim. Ele tem asa, né, cara, e ele pode pular.
Cortinazinha vermelha, é em termos de design, essa coisa do vermelho e preto. Pois é. E olha como é que foi audacioso. Eu que falo documentário, falo assim, porra, vocês vão fazer o símbolo do Batman vermelho? Não, não pode mudar, cara. É uma das maiores propriedades intelectuais da Warner. Ele é preto e amarelo, os cara: não, confia no pai, faz vermelho e preto.
Olha, confia no papai, caralho, que design foda!
Que ideia maneira!
E o legal, cobre todo o rosto, né, cara?
Não fica só no rosto.
E aí o piloto do desenho mostra o Batman, a história do Batman, né? O que fez ele desistir de ser o morcego, de ser o Batman protetor da cidade? O Bruce Wayne, porque o episódio mostra ele com esse uniforme preto, ele vai impedir um grupo terrorista, tá? E aí quando ele tá numa situação de vida ou morte, ele pega uma arma e usa isso contra o bandido.
Aí ele ia perder, finalmente ia perder, e não tem outra solução, ele pega sua pistola, ele usa a arma, o bandido olha para ele e foge.
E quando ele olha para a mão e ele percebeu que ele teve que quase cruzar essa linha.
Ele fala, não posso mais ser o Batman, tá na hora de eu me aposentar.
E aí ele começa a investir na cidade, deixa o tempo passar até vir o surgimento de um novo Batman, que é o Terry McGinnis.
Cara, e olha como é que a gente faz essa volta do que eu trouxe do símbolo, né, e da inspiração, a brincadeira do metrô. É o princípio, né, é aquela coisa do você ter um princípio e você não abandonar esse princípio Não importa as condições que você esteja, você tá beijando a lona, mas você fala, brother, eu não vou largar isso. Isso é extremamente inspirador, é uma das, eu diria que é o coração do personagem Batman.
E agora trazendo isso para uma coisa pessoal, que é uma coisa que todos nós temos, né, que a gente tem que saber quando parar também, né, nosso limite. Eu lembro do meu pai, que ele foi piloto a vida inteira, começou com 17 anos, né, já se formando como piloto, e foi até o final da Profissão dele, tá vivo ainda, gente, calma, tá vivo. Mas o que fez ele parar foi quando ele percebeu que ele estava errando em pequenas coisas. E você tem sempre comandante, o copiloto, né?
E o copiloto corrigir. Aí meu pai falou, cara, tá na hora, chegou num ponto que já não é uma questão de prazer pessoal, de eu gostar, de eu nascer para fazer isso. É tipo assim, eu estou colocando outras pessoas em risco, cara.
Sensacional, responsabilidade, né, cara?
Responsabilidade. Tá vendo, né? O uniforme, a presença, a vida de outras pessoas, resiliência também, né, cara? Eu como filho eu entendi, eu falei, cara, eu te entendo perfeitamente, sabe? Porque eu vi isso acontecer num desenho, eu entendi o meu pai, entendeu? Então foi uma lição de vida que eu aprendi com o Bruce Timm, e isso é muito significativo.
Mas diga, eu passei um pouco um sufoco aí em 2004 para 2024 para 2025, você sabe.
Você tava no avião do pai do Rex enquanto ele errou?
Também de mão dada com ele. Mas pare, meu querido, sou velho doido, tá na hora de se aposentar, tá na hora de aposentar, demônio. Mas é isso aí, cara, de 2024 para 2025 eu fui diagnosticado com câncer na no meio da direita, né?
Pois é.
E a batalha foi pesada, foi muito pesada. Em dezembro de 2024 eu não aguentava nem beber água, mas eu falava assim, não, tem que fazer, vamos fazer. É o que o Batman me passou, porque de todos, todos os personagens da DC, o Batman é o que eu mais gosto, né? Junto com o Etegra e toda a parte da Arca da DC eu gosto também, mas o Batman para mim é o mais legal de todos. Então essa questão da disciplina do Batman, da resiliência, né, da responsabilidade e tudo mais, me ajudou muito na questão da batalha contra o câncer.
Porque eu pensava assim, porra, eu não vou desistir, eu tenho a disciplina marcial, né, que o Rex e você também conhece, né. Eu pratico kung fu até hoje, vocês dois também passaram pela das artes marciais. A gente tem a honra, né? Temos a resiliência que a doutrina marcial passa para gente. E eu tenho a responsabilidade de cuidar do meu filho, né, cara?
Então eu não posso desistir.
Eu falei assim, eu não vou desistir, por mais que seja pesado, por mais que meu corpo peça para parar. Eu falei assim, não vou, não vou, porque se o Batman não desistiu, eu também não vou desistir. É isso, nunca desistiu, eu nunca vou desistir.
É a fantasia, é a fantasia se apropriando, né, servindo como metáfora para a gente aplicar na vida real.
Mas sempre foi assim, né, todas as mitologias, livros, contos heroicos, isso que é maneiro na cultura em geral, desde que o homem é homem, né. A gente vê isso inspirando a gente, os gregos, os nórdicos.
Exato.
Hoje os quadrinhos, que uma forma de você contar essas histórias, isso influencia e inspira a gente de uma certa forma.
Eu tenho uma amiga, cara, que recentemente ela se conectou mais ainda com a filha por conta da Marvel. Ela tava me falando justamente essa parada de que ela não tinha, nunca ligou muito para essa parada nerd e tal, sempre achava assim curioso vendo eu trabalhar com isso, tal, a gente aqui. E aí quando a molecada, filha dela tem 9 aninhos, eu acho, 9, 10 anos, começou a consumir essa parada. Falou, cara, eu vou me interessar por isso, deixa eu ver qual é esse lance da Marvel, né, esse lance do multiverso, essa parada toda.
E, brother, a cabeça dela explodiu, não apenas nessa questão de entretenimento, e, né, claro, com todas as falhas que a gente nerd aqui chato reclama, tal, de Marvel, DC. Mas assim, ela falou também, cara, como que tem filosofia para caceta nessa parada e simbolismo né? E essas mensagens, especialmente para uma menina de 9 anos, de 10 anos, para os meninos que estão assistindo, como é que isso se transforma em valor? Pode, evidentemente, né, se você tiver uma discussão e uma absorção desse material, como é que isso se transforma, inspira a criança, o jovem, a se tornar uma pessoa melhor?
Melhor, é.
Muito bacana, exatamente. Então assim, nosso amigo aí, nosso amigo.
Eu acho que o quadrinho é a melhor droga que a gente usa, né?
Exatamente.
E esse Batman Day virou um Terapiday. A gente falou aqui da nossa vida, nossa história, mas tudo isso para agradecer ao Batman, aos roteiristas, aos criadores, que ao longo desses quase 90 anos, vem inspirando cada vez mais gerações a mostrar para a gente que existe um caminho diferente e uma determinação nesses novos heróis.
Viva os bilionários! Viva os bilionários! E viva o Buquê! A gente encontrou aqui uma página da sua minissérie do Batman.
Pois é, estávamos vendo aqui.
O Luciano vai botar na tela aí, Lulu, vê se você consegue botar na tela. Tá rolando até uma homenagem a um grande pintor na hora que o Batman— deixa eu ver, você não consegue botar?
Muito mais para mim o estilo de arte aqui, o Buxeme lembrou muito mais do Piada Mortal. Mas como sempre, um artista incrível, né, cara?
Olha só, olha que maneiro! O que que tava rolando nessa cena? Você lembra? Já faz um tema, né, cara? Já faz um tempo que você fez.
Faz um tempão, cara. Mas pelo que eu se lembre, né, que a minha memória é semelhante Às vezes eu lembro aqui agora, como liguei, é o trauma da perda do chefe. Esse velhinho que tá no, acho que no penúltimo quadro aí, ele criou uma jaula que influencia na mente das pessoas, né? E o Coringa quis roubar isso daí, só que esse velhinho é um médico, é psiquiatra e psicoterapeuta, que ele usou essa jaula aí, essa Ficamos uma pequena sala para eventos terapêuticos, né, cara? Para poder ajudar em muitas coisas.
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Confia em terapeuta. Beijo no Guga. Beijo no nosso amigo.
Beijo, Guga. E então aí o que que acontece? O Coringa quer se apossar disso para fazer, né, as coisas erradas, pelo que eu me lembro, né? E tem e o Como esse doutor ficou sabendo, né, foi raptado pelo Coringa, ele pediu os assistentes dele que escondessem essa câmara, né, e esconderam num cemitério. Então no cemitério que o Coringa vai, tem onde tá escondido isso, tem uma sepultura falsa ali, né, que é tipo um bunker subterrâneo onde esse doutor tava construindo essa câmara.
E aí o Coringa acha isso daí e joga o Batman lá dentro. O meu Coringa é o do Brian Boland.
É, lembro assim, o gestual tá muito bacana. Rodney Bochemi, galera que quer aprender a desenhar com Rodney Bochemi, além de ficar por dentro dos maiores trocadilhos do nosso cimério de Minas Gerais. Nosso Viking Cimério de Minas Gerais, eu diria. Como é que faz?
É o Viking Nórdico Cimério de Minas Gerais, segundo o nosso amigo Daniel Gaderre.
É isso aí.
Bom, para mim, quem quiser aprender local, quiser fazer aula in loco aqui em Belo Horizonte, eu tenho um estúdio compêndio que fica na Savassi, na Fernandes Torino 641, aqui em BH City, na Galeria Príncipe.
Precisa.
Olha aí! E quem quiser fazer o digital, né, não puder vir aqui a Belo Horizonte comer pão de queijo, tomar um café, tem na plataforma Hotmart. Os meus cursos estão lá, é só procurar pelo meu nomezinho que tem lá os meus cursos na plataforma Hotmart. Inclusive vai entrar uma promoção bacana aí, viu?
Opa!
E tem também a minha única rede social, né? É a única rede social, é o Buquemi_Art, que tá no Instagram. Tem o Facebook também, eu acho, e o YouTube. YouTube tem.
Ah, tá, isso aí, meu queridão! Você mora no nosso coração, assim como o Batmão. Deu até tosse aqui que ele tá te passando a emoção. O Rex ficou emocionado, ele não chora, ele tosse.
Ótimo, ele ficou motivado, motivado.
Queridão, beijoca para você!
Valeu, meu querido, obrigado, meu chefe!
Beijo a todos, obrigado a todos aí, valeu espectadores, valeu Luciano e Fabi pelo convite, beijo a todos e dá look próspero!
Quase 10 anos após o colapso do universo DC de Zack Snyder, universo ressentido, triste, sorumbático, escuro do Zack Snyder. O nosso visionário diretor deu uma entrevista para Variety onde ele revelou que um ex-executivo da Warner chegou para ele no cantinho ali e falou assim, brother, te falar uma parada, na boca miúda, na boca mesmo, você tinha razão, você tinha razão, o seu universo ele era maneiro, ele tinha um objetivo, tinha uma direção Mas a Warner na época não entendeu, nós não entendemos, e a gente atrapalhou o andamento da coisa, dificultou seu trabalho.
A gente sabe nos bastidores que rolou a tragédia pessoal lá na vida do Zack Snyder, né, uma questão lá de uma vida que se perdeu da família dele, que só atrapalhou para caramba e tal. Mas houve também muita interferência da DC porque os filmes do cara depois do Homem de Aço Eles não foram unânimes, Rex. Vamos fazer um rápido resgate aqui, aproveitando que o cara da hora—
eu não sei nem o que dizer, porque eu acho que todas essas histórias estão erradas.
Você é um defensor do Zack.
Eu sou um defensor do Batman versus Super-Homem, para deixar bem claro, tá? Mas por tudo que eu já ouvi do que o Zack pretendia fazer, eu não gostaria de ver.
Ah, você me surpreendeu agora.
Sim, sim, apesar de eu gostar do filme, da visão, achar um pouco escuro demais, sentir falta do azul do Super-Homem, né, e tudo mais ali, eu entendi que era uma visão dele. Porém, a visão dele era cada vez mais sombria para o universo da Liga da Justiça, que não faria sentido. Por exemplo, o Batman teria um filho com a Lois Lane.
É isso, eu nem sabia dessa coisa.
O Batman não ia morrer O Batman morreria, iria morrer. E quem iria criar o filho do Batman com a Lois Lane seria o Super-Homem. Então o cara tava planejando uma heresia sem tamanho para contar essas histórias, entendeu? Que eu juro que eu fiquei pensando, cara, não é que ele tinha um caminho, ele tinha um caminho muito torto.
Então, cara, isso você tá falando sobre ele querer quebrar, né, meio que as coisas que estão pré-estabelecidas ali, ou pelo menos a estrutura da coisa. Eu tenho uma entrevista do Zack Snyder no Joe Rogan, que eu assisto bastante. E o Zack passando lá a carreira toda dele e tal, quando ele fala aqui do Batman, ele fala: a primeira coisa que os fãs disseram quando eu comecei a dizer que eu ia fazer o Batman é: não se esqueça que o Batman não mata.
E aí o Zack Snyder fala para o Joe Rogan o seguinte: quando eu ouço um negócio desse, o meu instinto criativo é dizer: então ele vai matar no meu filme.
Isso para mim é coisa de criança birrenta.
Pois é. Achei babaquinha também.
Achei babaquinha. Eu, por exemplo, acho que quando você vê o Super-Homem, Homem de Aço, apesar de defenderem para caramba, eu gosto do Homem de Aço, mas a morte do Zod tinha mil coisinhas que podia fazer ali.
Prende ele na prisão fantástica, entendeu?
O próprio filme tem um grande furo de roteiro, é alguns, mas não, mas o principal é por que diabos o Jor-El fala para Lois Lane que a máquina abriu um portal para Zona Fantasma e não falou para o filho, porque aí o filho pegava a nave, ligava, arremessava da Terra direto na base, explodia, mandava todo mundo no espaço.
Então, mas é isso também, é o Zeca querendo falar assim: não, então o Superman não pode matar, então ele vai matar. Exato. Não pode matar, ele vai ter uma metralhadora em cima do carro.
Defender, vai que bala de borracha. Depois não tem como, cara, não tem, sabe assim.
Então muita borracha apaga a vida da pessoa também, chega uma hora que não dá mais.
Para mim, o mais polêmico do senhor Rezeque é que agora, depois de passar tempo, né, de passar de tempo, ele vem aí querendo reafirmar. Tá vendo? Não deu certo com James Gunn, mas não me deram chance.
É, ele tá meio tipo assim, ó, tô aqui, hein.
Sabe quem tá parecendo? Aquela ex-namorada, o ex-namorado ressentido, entendeu? Que tomou um pé na bunda, mas não guardou aquela mágoa, mas aguarda aquele rancorzinho. E aí, quando soube que você terminou o seu novo relacionamento, ele tá vendo, posta uma foto de biquíni, sunga, tô aqui, ó, tô aqui lindo, malhado, entendeu? E você tá aí com essa vaquinha, você tá com essa dor de cabeça aí.
Eu acho que ele tá um pouco assim. E tirou foto lá na Warner de novo, né? Tipo, ah, tô aqui com os meus amigos da Warner provocando a galera. Tipo, ó, vocês estavam reclamando de mim, Toma Supergirl aí, toma Gorila agora, toma Lanternas. Olha aí, vocês não estavam reclamando de mim? Aí a parada que vocês estão ganhando.
Pois é. Então eu acho, tipo assim, eu acho que a Warner voltar para o Zack Snyder é um tiro no pé, tá? Eu acho que é uma história que já foi contada, é uma saga que já teve o seu fim, entendeu? Não um fim que ele queria, mas assim, terminou, aceita. O James Gunn não tá indo bem, também não é um motivo para trazer ele à tona. Mas o que mais me chateia dessa história toda do Zack é que ele lançou um filme agora que tem tomado uma porrada de gente na crítica.
Galera tá metendo.
E aí começaram a vir com papinho de chamar ele de, ah, você, senhor Snyder, é fascista, fascistóide.
Entrou também para essa, entrou.
A galera viu o filme filme dele começou. E ele falou, aí qual foi a defesa dele? Gente, eu não sou isso, eu fiz o filme mais gay da história, eu fiz 300. E aí nós, pessoas que crescemos vendo aquele filme, que leram os quadrinhos do Frank Miller, falamos, entendeu?
Tem razão.
Meu ponto de vista aqui, tá, meu, meu, que leu os quadrinhos, que leu o livro, entendeu, que viu o filme, o livro que inspirou os quadrinhos, que é o Portões de Fogo.
Portões de Fogo inspirou o Müller a fazer uma versão fictícia, fantasiosa, lá dos 300 espartanos e aquela guerra da Termópila. Termópolis, sei lá, o nome é simples. Agora não lembro. Cadê o Thiago Braga para ajudar a gente? Cadê ele?
Contra os chefes, os de Zeus, né?
Meu chicote, Santorão! Deixa eu fazer aqui as mãozinhas dele aqui, ó.
Eles não é do chicote que eles têm medo.
Eu adoro o Santoro no Porra, Como Chega. É maravilhoso.
Mas enfim, o cara pega toda essa história, um filme, né, que consegue retratar isso muito bem para todo mundo, né? E aí o cara, para dar uma desculpa para uma crítica ao atual filme, se ele fosse de direita, né?
Exato, entendi.
Uma questão política e várias coisas. Aí ele falou assim, não, mas espera lá, gente, eu fiz um filme que é sobre, é um filme gay.
O meu amigo, eu tenho um amigo de infância, eu tenho um amigo de infância que é gay, e ele fala que quando é tipo a J.K. Rowling fez quando falou que o Dumbledore era gay, tipo assim, pô, ninguém sabia que era gay, ele não mostra isso na história. Ela falou assim, não, mas ele é gay, ele é gay, claro, ele sempre foi gay, é porque você não percebe no filme e tal. E esse meu amigo ele fala que isso é o pozinho gay, entendeu? É tipo assim, quando a pessoa quer participar, quer botar uma parada, tipo assim, não, mas aqui, ó, ele também tem um sabor, né?
É, tem um sabor X ou Y, seja qual a identidade que você queira agora fazer parte, né, e tal. Agora, com tudo isso dito, eu acho que é uma estratégia também meio que as pessoas fazem. Agora, é um filme gay sim, cara. Eu defendo, eu sempre disse que Os 300 de Esparta Ele é o único filme que uniu, como poucas obras conseguem unir, os héteros e os gays. Ele é um filme para todo mundo, meu irmão. Ele é um filme para hétero, para gay, para homem, para mulher, para criança, para velho. Ele é filme para todo mundo.
Tinha que entrar aquele meme, né? Estou indo pelo filme. E aí o filme mostra o Jesse Butler, o Bruno olhando sarado, sem medo.
Claro, claro, claro, claro.
Claro, eu não espero menos do Luciano que uma foto sobre esse momento.
Esse momento é extremamente homoerótico, extremamente homoerótico e excelente. Esse filme, ele é sensacional. Ele tem isso tudo que a gente tá brincando, mas isso é um undertone assim. Ele é também interpretativo de certa maneira e tem questões históricas também. Eu brinquei do Tiagão Brago Braga aqui, ele ocasionalmente aderece a essas polêmicas, mas rolava também e tal. Então assim, cara, eu acho que é muito aquela frase famosa: é sobre isso.
Tipo assim, sacou? É uma das paradas, é um filme homoerótico, mas e é isso aí, maneiro, puta filme do caralho.
Importa é a mensagem que o filme passa, entendeu? Isso é que era importante. Agora você usar isso como desculpa, cara, assim, no meu ponto de vista É até ofensivo, não para gente, entendeu?
Claro, entendi.
A comunidade que tipo assim, sabe, tá sendo usado de escudo, é o que o pessoal, porrada dele, sabe, que a galera chama de chaveirinho, né?
Tipo assim, eu não sou seu chaveirinho para você usar, para agora você dizer que você é da nossa turma, né?
Exato.
Meus amigos falam isso também, mas eu acho que é meio que isso, é paralelo, entendeu? Eu não acho que é uma mentira não, eu acho que ele é um filme Um filme bem legal.
Eu não ligo, entendeu? Eu mesmo já fui o 300. Porra, posso contar isso aqui? Porque eu vou explicar isso melhor. A Record fez uma novela chamada Rainha da Pérsia, e o primeiro episódio da novela é os Xerxes lutando contra os espartanos. Eu estou lá, você não tá escutando?
Olhoso, você foi um olhoso do outro lado.
Morreu várias vezes porque só tinha um vídeo, eu mesmo forte para fazer os espartanos. Ah, você morre toda hora duplicando a gente. Então eu tive que morrer de várias formas diferentes para fazer as cenas lá, mas foi divertido. Eu já fui espartano, eu posso falar com prioridade, entendeu? Olha isso, estou vindo pelo filme, o filme.
E aí, deu beijo grego nas filmagens? Como beijo grego?
Beijo grego técnico. E depois de muita polêmica envolvendo Resident Evil, nós temos aí Zack Snyder trazendo um filme que não tem nada de Resident Evil, apenas o título, o nome, mas eu vou falando aqui especialmente com a pessoa que viu este filme, porque eu não tive chance de ver ainda, que é o meu querido co-host. Olha só, Afonso Solano, declaração sobre este filme de Resident Evil que não é Resident Evil.
Pois é, meu querido Rex, sou muito fã, devo dizer, sempre fui fã. Tem essa hashtag, sempre fui fã de Resident Evil. Tava lá no meu PS1, PS1. Eu tentei rodar no meu PC quando era moleque, não rodou. Eu não tinha poder no meu Pentium 133.
Eu só joguei no 2.
Tu só jogou no 2? Eu tentei, aluguei lá o CDzinho, não rodou, rodou malzão no meu PC. Só depois que eu fiz um upgradezinho, depois no PlayStation, cara, eu sempre fui fã. Você sabe que eu gosto de terror para caramba.
Sim, você é um grande fã de terror, é o que diferencia nossa amizade, inclusive.
Exatamente, temos essa, essa rusga entre nós, esse sangue Esse sangue coagulado entre nós. Eu tento recomendar filmes aqui excelentes para o Thiago, mas ele insiste que não tem metáforas. Fizemos um episódio bacana com a Paula Febb onde a gente debateu. O Thiago inclusive foi muito elogiado porque o pessoal falou assim, pô, o Thiago não liga muito para terror, mas sabe dos filmes, ele conhece a mitologia das paradas, sabe os diretores e tal.
Então você, o selinho, selinho de sei, mas não gosto. Eu acho que vale. Mas então, senhores, eu sempre gosto, assim, como fã de Resident Evil, sempre fiquei puto com os filmes lá do Paul W. Anderson com a Milla.
Adoro a Milla, eu gosto, gosto do Paul W.
por ele ter feito O Enigma do Horizonte, gosto, é um filme que eu sei que você gosta também, Mortal Kombat. Mas, porra, Resident Evil não tem nada a ver. E os filmes dele que tinham a ver com Resident Evil que é o 1 e 2, são ruins. Eu acho o 2 uma porcaria. E aí eu falei, porra, agora vem o Zach. O Zach fez Noites Brutais, que eu gosto bastante até o final. Afinal, acho meio bagunçado. O Weapons, eu esqueci o nome em português, enfim, lá com sobre as crianças sequestradas, aquela coisa toda.
Eu acho o filme mais bacana também até o final, que é meio perna longa ali, as crianças correndo atrás da velha. Aí eu falei, pô, meu cara, é bom. Aí o cara começou a dar entrevista, pô, eu sempre joguei os jogos. Eu falei, porra, agora vai, agora vai! O cara jogou jogos, mas não vai ter o Mr. X perseguindo os protagonistas. Falei, porque é meio ridículo, né? O Zeca falou, é meio ridículo.
Não vai ter o Leon, que é ridículo também. What are you waiting for?
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Também não vai adiar porque homenotizar o filme não vai ter mutações aquelas que vocês viram no filme não vai ter. Aí a gente fica ué então o que que vai ter? Vai ter zumbi? Mais ou menos, mais ou menos porque eu vi o O filme é o seguinte, como filme é bom, minha opinião, filmaço de terror. Eu achei um baita filme de terror. Ele tem body horror, essa coisa das coisas se transformando, o pé da pessoa virando tentáculos e tal, sangue para dedéu, mortes. Ele não economiza, do tipo assim, todo mundo se ferra. Ele não poupa ninguém.
Gosto disso.
Falei, caraca, brother, o cara é bom, mas não é Resident Evil, não é Resident Evil.
Eu tenho uma teoria.
Teorize.
Ele chegou com o roteiro, falou assim, tem um filme de terror para contar, bateu em várias franquias. Aí a gente compra o teu barulho. Então vou botar Resident Evil no título aqui, deixa eu ver o roteiro. Viu que todo mundo no roteiro dos personagens vão para vala. Aí ele pensa, você não pode matar o Leon, você não pode matar a Cléa, você não pode matar a Gil, vai dar merda, vai dar problema. Faz o seguinte, usa o título, escreve a história e cria uma galera, uma galera paralela.
Porque eu acho que esse é o segredo de todo filme que quer contar uma história, mas não pode envolver o núcleo principal.
Eu acho que pode ter sido isso, ele não querer. E a gente teve outra adaptação também recente, alguma coisa Tem duas, eu acho horrorosas assim. É, tô tirando os filmes em CGI de Resident Evil que eu acho legais, tem uns muito bacanas, filme em computação gráfica e tal. Mas, Thiago, eu acho que tem esse elemento também dos cara falando, não, esse diretor biruta aí não pode, meu irmão, fazer o Leon ser devorado por um— ah não, então eu vou fazer o seguinte, eu vou criar não somente outros personagens, vai ser o Leonel, Leonel, Leonel, Leonel Richie perdido no Hello.
It's me, cara. Só que assim, não é só as pessoas, a mitologia em si, tipo o que o vírus que tem no filme do Resident Evil, ele faz umas paradas que são diferentes dos jogos.
É o que eu tô te falando, entendeu?
A mesma história da franquia do Aliens, da franquia do Aliens, a série do Aliens. Ah, ok. Parecia outra obra de sci-fi, negócio de clone, boa e tal.
Isso, outras raças de alienígenas ali.
Mete o pozinho, isso, mete o pó de alho em cima para ficar com sabor de alho, sabor alho no título.
Porque tipo assim, a gente sabe que apesar do Paul W. Anderson ter feito uma coisa diferente, ele se manteve preso à mitologia.
Você tem lá a Umbrella, você tem os laboratórios, temos que admitir que é isso aí, entendeu?
Você tem as estruturas. Era o CGI horroroso, era, mas eram coisas, elementos do jogo. O que ele fez foi: só não vou matar os personagens, nem vou mostrar os personagens principais, eu vou criar o quê? É como eu sempre falo, é que nem um jogo de RPG. Quantas vezes você já com seus amigos não jogou um Game of Thrones, um Star Wars, um Senhor dos Anéis, mas você não era o núcleo principal, você era um outro grupo de personagens fazendo, ajudando aquela a missão acontecer.
Isso eu acho legal.
É um filme que conta uma história assim, Assassin's Creed fez isso.
Então, mas eu não teria nenhum problema de o filme ser isso. É um cara lá que tá, meu irmão, numa história paralela. Aí você mostra, sei lá, o Leon e a Jill correndo do outro lado da rua, ia ser maneiríssimo eles passando do outro lado da rua. Mostra uma hora o cara, sei lá, ele abre uma porta, alguma coisa explode. Quando ele vê, tá um maluco gigante usando um um chapéu e um sobretudo, não precisa enfrentar. O bicho olha para ele e fala: Stars!
E vai andando para o outro lado, porque tá nem aí para aquele cara. Mostra que é uma história paralela. Esse filme, de novo, eu achei um filme muito bom de terror, muito maneiro mesmo.
Mas podia se chamar qualquer outra coisa, porra.
Podia chamar The Evil Residence, sacou? Bota uma parada então que faz só uma alusão. Aí o pessoal fala: ah, mas tem a escassez de concurso. Ah, mas tem um cara vendo. Ah, encontrei uma escopeta. Desculpa, os Resident Evil não são essas paradinhas assim do cara abrindo gaveta para procurar munição.
É easter egg do que uma homenagem. Que, por exemplo, se uma ligação de rádio: olha, quem tá falando aqui é o Leon, cuidado com não sei o quê.
Pronto, me dá alguma coisa.
Exatamente, já acabou.
É, me dá alguma coisa, entendeu?
A Detetive Jill tava investigando esse caso.
Ele entra lá no precinto da polícia, vê por onde o Leon passou e dá um nomezinho do Leon escrito na mesinha onde ele trabalhou, ele ia trabalhar.
É um pouco que faz o negócio. Mas assim, mas por que? Isso que eu não entendo. Eu quero contar uma história, mas eu tenho medo da mitologia. Então, irmão, não faz, entendeu?
Tem vergonha.
Exatamente.
Você já tem culhão para caralho, você fez barbarian, você fez um nome, você não precisa de franquia para contar tua história, cria a sua.
Foi um pouco decepcionante nesse sentido, mas eu acho isso, que as pessoas também têm que— duas coisas podem ser verdades ao mesmo tempo. A gente vive uma, a gente vive numa sociedade, tem esse meme, né, a gente vive numa sociedade que é o 880, ou você é direita ou esquerda, você é preto ou branco, né, ou você tá conosco ou você é parte dos inimigos, que nem disse o Bush certa vez. Tipo assim, não, não, às vezes duas coisas podem ser verdades ao mesmo tempo. É o que eu acho. Eu acho um ótimo filme de terror, mas uma péssima adaptação.
É por isso que eu tô sempre no cinza.
The Grey Wolf.
The Grey Area. The Grey Jedi. Porque tem que ser ziga. Agora, se você tá disposto a fazer alguma coisa, tenha culhão pra ir até o final.
Mais culhões de velhos cinzentos. Querido Rex, pra quem quiser ficar tão grande como o Mr. X, que não tem no filme do Resident Evil, Como é que faz?
Você pode ajudar sem precisar virar um zumbi ou ser infectado. Isso. Então você compra os seus suplementos na Growth Supplements. Olha aí, você pode usar o meu cupom OREX e lá você compra o seu whey, sua creatina e qualquer outros produtos que você queira relacionados ao mundo da musculação e fitness. Agora, se você está procurando medicamentos ou remédios que sejam de forma manipulada, eu recomendo a Oficial Farma com o meu cupom REX, que lá você também vai poder passar por todas as experiências boas Sem precisar morrer no final, sem crescer um olho gigante no seu ombro, nem árvores acumuladas no seu braço, nada disso.
E o senhor Solana, onde as pessoas encontram mais sobre você? O que você tem a nos dizer?
Você quiser saber justamente o que as empresas fazem por trás de suas portas trancadas, todo tipo de teoria da conspiração, todo tipo de sussurro na escuridão— eu tô muito rapper agora, tô querendo manter— você segue o Bunker X. Você procura ele no YouTube, no Spotify, temos também as nossas redes sociais. Bunker X, eu e meu chará alienígena falando sobre tudo isso aí que está acima e abaixo da Terra. E eu quero fazer uma recomendação, por favor, recomende.
Quero fazer uma recomendação aqui que é a seguinte: tem um joguinho que eu gosto muito, eu já falei dele aqui algumas vezes, e o Thiago Rex, ele também gosta muito desse joguinho. E aí eu tava fora da PSN, que eu virei papai, tô sem tempo, tô terminando o livro novo e tal. Aí o Rex falou, pô, cara, vamos jogar, vamos jogar junto aí, a gente nunca jogou esse jogo. Falei, tá bom, vou voltar para PSN. Voltei para o Helldivers 2, Helldivers 2.
Esse filho da puta até hoje, já tem um mês já que eu voltei, não jogou uma partida. Então convido vocês a entrarem no Helldivers 2, tá, para a gente em conjunto convencer safadinho a faltar um dia na academia para jogar com a gente.
Justo, justo. Tem mais alguma recomendação?
Uma pergunta, meu querido. Existe um cross-player? Porque eu sou do Xbox, mas gostaria de jogar com vocês. Cara, existe, existe sim. É PC, Xbox e PlayStation podem jogar Helldivers 2. Bora fazer um time, time do Plantão Nerd.
Eu acho válido, eu quero.
Vamos filmar, vamos botar aqui um trechinho para ver o que que aconteceu.
Vamos lá, Thiagão, além do Helldivers 2, o que que você recomenda para a galera fazer esse Eu recomendo, já que a gente falou de zumbis e criaturas sobrenaturais e afins e vírus, eu recomendo um filme de 2006 chamado Black Sheep, Ovelha Negra, tá, que é feito, as artes especiais, né, são efeitos prostáticos e tudo mais, da Weta.
Efeitos prostáticos?
Prostáticos.
Caramba, acho que sim.
Efeitos, efeitos, como é que é isso? Fala aí.
Agora eu só consigo pensar em prostático.
Pois é, que fugiu a palavra.
Bota assim no Google, galera: massagem prostática. Vocês vão ver eles passando, acariciando lá as ovelhas.
Não é esse tipo de filme com ovelhas, mas é um filme de ovelhas infectadas e mutantes, entendeu? Feito pela Ueta, que faz muito aquele efeito prático. Pera aí, se derrubou, meu Deus! Mas aqui no plantão é assim.
Eu gosto, eu gosto disso aí.
Vocês vão gostar, que é um filme de terror, meio comédia, né? 2026, agora a parte 2.
Ah, é uma, é um projeto grande, é um projeto grande.
Recomendo para vocês.
Tá bom, excelente. Então foi excelente também esse programa, convidados de alto garbo, elegância. Fomos para o Japão, fomos para Grécia. Olha aí, estamos de volta aqui no Brasil, nosso programa que é verdinho e roxo. Uma beijoca para vocês, até semana que vem aqui no Plantão Nerd. As opiniões e declarações feitas pelos entrevistados do Inteligência Limitada são de exclusiva responsabilidade deles e não refletem necessariamente a posição do apresentador, da produção ou do canal.
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