1838 - O FIM DO MUNDO: IA, TERREMOTOS E GUERRAS? DANIEL LOPEZ E SACANI
DANIEL LOPEZ é jornalista, professor e pastor, e SÉRGIO SACANI é geofísico. Neste episódio de “Ligando os Pontos”, eles vão bater um papo sobre como o mundo está caminhando para o seu fim: terremotos, guerras, pandemia e vulcões. O Vilela tem medo da sua privada tecnológica criar vida.
O Estratégia Concursos disponibilizou um mapa interativo, com todos os concursos abertos, previstos e autorizados em todo o país. Acesse o link para conhecer o Mapa dos Concursos e encontrar o concurso mais próximo de você. https://estr.at/4vWKPcSA guerra entre os Harrigan está só começando. Tom Hardy, Helen Mirren e Pierce Brosnan voltam em Terra da Máfia, série de Guy Ricthie, em um universo ainda mais caótico e eletrizante, onde não dá pra confiar em ninguém. A nova temporada já está disponível, só no Paramount+. Assista e entre nessa guerra!👉https://bit.ly/4qZ6y3f Conheça o único aparador que não corta seu saco! + de 400 mil bolas salvas! Cupom INTELIGENCIA https://neresbrasil.com.br
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Olá, terráqueos, como é que vocês estão? Está começando mais um Inteligência Limitada, o programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala. Sempre trago pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais apocalíptica do que a minha e que a sua, porque não sei se vocês sabem, dessa vez a gente vai como um planeta pro saco.
Vamos de arrasto.
Lá na Europa, Alemanha falando em guerra híbrida, é terremoto. Eu tava na Espanha, a gente tava na Espanha, eu não sei se você pegou o terremoto no dia que eu tava indo embora.
No dia deu, mas a gente não sentiu, né?
É, foi em Granada.
Foi, mas deu terremoto lá, mas lá tem muito terremoto, viu?
Eu não sabia disso.
Agora, meu sonho é sentir um terremoto, cara.
Eu também.
Eu fui para o Japão, fiquei lá um tempão e não sei, terremoto.
Tá entendendo o nosso pedido, que é sentir, mas não ser vítima de um terremoto.
Já peguei em Los Angeles um terremoto, só que foi de madrugada, eu não acordei não. A galera falou, pô, tremeu aí.
Eu tava num terremoto na Cidade do México, mas eu não sei se tem a ver, Sacane. Eu estava na estrada com o carro. Sente menos do que estando no chão? Porque, cara, foi um dos pontos.
Se a suspensão do carro for boa, aí sente menos.
Então, é porque tudo vai depender da distância que você tá dele, da distância, principalmente da onde é o epicentro.
60 km da cidade do México.
Então tem que saber onde que ele foi, porque às vezes se você tá na estrada, aí talvez você sinta menos.
Eu vivenciei um terremoto recentemente, cara. Isso é sério, nós tava com muita cara de zoeira. Não, é sério, vou te falar, vou falar como é que foi. Eu deitei na cama para dormir, aí a cama começou a tremer. Aí eu, nas minhas batalhas espirituais, achei que era algum demônio sacudindo minha cama. Comecei a rir, falei, pô, vai me botar medo sacudindo minha cama. Aí na hora que eu fui orar, falar, sai demônio, minha filha entrou no quarto, pai, televisão tá balançando, vai cair. Sabe o que que foi o terremoto? O show do Travis Scott.
Para!
Gerou um terremoto de 1,3.
Você mora ali perto? Ah, meu filho tava lá.
O prédio ficou assim, ó.
Meu filho mais velho tava lá.
É verdade. É possível hoje?
O lustre ficou balançando.
Sabe o que que o pessoal tem feito hoje? E a galera pulando, a galera pulou ao mesmo tempo, porque aí ele manda, ele é rap, né? Então ele manda pular todo mundo ao mesmo tempo, todo mundo ao mesmo tempo, aí dá um terremoto. Isso é uma, o pessoal lançou muito, cara. Tem uma galera de show que tá usando isso para ver qual que é o melhor show, é o show que tá mais na escalaria dele, entendeu?
É uma boa medida, né?
Mas dá, mas acontece.
Então estamos adiantando aí, mas tem muito assunto, tem vulcão também para falar. E o pessoal tá perguntando se é ao vivo. Fala o horário agora, que horas são?
Estamos ao vivo às 19:56. Repita, 19:56. Lembra disso?
Lembro, lembro. Rádiozão, olha a hora!
Vamos embora, vamos embora! Então é o seguinte, deixa eu mandar um recado antes de começar.
Pode? Pode.
Então, o Terráqueos e Terráqueas, ó, mal acabou um feriado, um feriadão, e eu já vim avisar do próximo, né? Eu sou o cara dos feriados. A maioria cai na sexta-feira ou na segunda, ou seja, São 3 dias perfeitos para sair da rotina, mudar de ares e aproveitar um feriadão de verdade com muita liberdade. São várias oportunidades de reunir a família ou amigos e fazer uma viagem cheia de histórias para contar. Então não deixe para última hora não, já entra no Airbnb, coloca as datas do feriado e filtra do seu jeito.
No Airbnb você reserva uma, uma estadia inteira com espaço para todo o grupo, assim fica até mais em conta. Tem casa com piscina para criançada, cozinha completa, churrasqueira, quintalzão, espaço para família toda. Também tem cabana no meio da natureza, acomodação perto da praia, cidade histórica, montanha. Tem opção para tudo quanto é gosto e bolso, que é o mais importante. Dá uma olhada, eu sempre faço isso, nos preferidos dos hóspedes, porque aí você já sabe, ele tem aquelas acomodações que são bem mais, são bem mais avaliadas, né?
Os hóspedes dão aquela nota boa, você sabe que alguém já foi avaliou, então você pode ir, não é isso?
É isso aí.
É isso aí. Ó, e aí é só salvar essas acomodações favoritas, coloca aí, eu faço isso e depois mando no grupo da família, grupo de amigos. O Lenny tá aí ou não? No Carnaval a gente tinha um grupinho aí só os solteiros, né? O Homer queria entrar, a gente não deixou, né? Então faz o seu grupinho aí e manda lá pra gente escolher junto. E aí começa aquela votação, aí sabe, piscina ou praia, sossego ou passeio, quem vai ficar responsável pelo churrasco.
Nunca sou eu, que eu não sei fazer churrasco. E para facilitar ainda mais, no Airbnb dá para pagar no Pix ou parcelar até 6 vezes sem juros no cartão. Assim fica bom para todo mundo. Então já se organiza, porque o próximo tá logo ali, feriado liberado é no Airbnb. Tem um dia 12 aí, né? Dia 12 de outubro tem um feriado, cai na segunda. Você vai para onde? Padroeira, né? Ó, você que tá em casa, tá com saco peludo? É assim que começa mesmo as perguntas.
Desculpa aí, pessoal, porque assim Tem muita gente que tem medo de raspar as bolas e tomar aquele beliscão e acabar deixando o amigão todo cortado, né, Homer? A gente sabe das histórias. Mas com a Nerd não tem esse risco. Ó, cadê a maquininha? Tá, a Fabi vai pegar a maquininha para você, eu vou mostrar. É a mais segura do mercado.
Mas você vai mostrar ao vivo aqui? Não, não, não.
Olha lá ele, lá ele.
Vai tirar os pelos no kiwi aí, pô.
Acabou agora, agora pegou.
Você sabe que quando a bateria vai acabando dá aquela agarrada. Vê se a bateria tá ok.
Ó, só vou mostrar o produto, não vou, senão o canal cai também aqui, né? E não tem grande angular para mostrar tudo também. Ó, então, Panéris não tem esse risco. Essa daqui é a maquininha mais segura do mercado para raspar o saco. Ela tem lâminas em cerâmica e tecnologia anticorte para não machucar lá embaixo. Fora que ela é à prova d'água, então dá para tomar aquele banho e se raspar debaixo do chuveiro. E não tem chance de deixar algum pentelho passar despercebido, porque ela tem uma lanterna para os lugares mais obscuros.
Eu que gosto de tomar banho no escuro, já tem a lanternazinha e um visorzão LCD para você não ficar na mão no meio do caminho. E, amigo, com a Nerys não tem risco, pode confiar. É só usar o nosso cupom, né? É isso aí.
Inteligência.
Inteligência.
Inteligência e raspa seu saco feio sem medo. É presente?
Pô, aí sim, ó. Tem até tela. Eu gostei da parte da tela.
Eu não quero, cara, essa imagem. Essa imagem de sacano com a lanterna raspando o saco. Sai da minha cabeça.
Tela em tela, meu amigo. Aí acabou.
Sabe o que ele fala quando termina de raspar? Complicado sair, cara.
Não, com essa aqui ele vai falar, agora descomplicou.
Descomplicado de sair, né, cara?
Até lanterninha, né?
Faço esse anúncio com o Sacani, ele todo na sombra, né, para não mostrar. Aí ele termina, descomplicado de sair, né, cara?
Descomplicamos tudo.
Vilela, essa história de tomar banho no escuro, o que que é isso? É sério mesmo?
Sério, eu gosto, eu ligo um som, fico no escuro lá e deixo a água ficar caindo no pescoço e tal.
Na brisa ali, legal, né?
Fico na brisa lá viajando. Eu gasto mais água do que devia. Desculpa, povo, eu sei que eu tô, eu tô anti-ecológico, mas como eu tomo banho um a cada 3 dias, então compensa. E deixa eu também falar, pessoal, recado importante para quem curte série de máfia com disputa por poder, traição e muito caos. Acabou de chegar a segunda temporada, Terra da Máfia. Terra da Máfia, eu indico. Muita gente já falou que é bom, eu fui lá ver e é muito bom.
Tem exclusividade onde? No Paramount Plus, o Paramount Plus, é isso? Eu já assinava por causa da Libertadores e Sul-Americana. É, rapaz. E o elenco já chama atenção: Tom Hardy, Helen Mirren, Helen Mirren e Pierce Brosnan, o nosso 007, né, cara? Eu gostava do 007 dele, ele tinha uma classe, né?
Tinha um estilo, tinha um estilão.
A história acompanha os Harrigan, uma família que comanda o crime organizado em Londres. E depois de tudo que aconteceu na primeira temporada, a disputa pelo poder fica ainda mais complicada. E sabe por quê? Porque agora a briga é dentro da própria família, com cada um querendo garantir seu espaço e, claro, chegar ao topo. E aí, você já pode imaginar, né? Quando tem uma família poderosa, dinheiro, crime e um monte de gente querendo assumir o controle, confiança vira uma coisa bem difícil de manter.
É o que acontece aqui na nossa equipe. Não dá pra confiar na Fabi pra você contar Um Segredo. E agora também o nosso diretor é um fofoqueiro também. Descobri que o diretor é fofoqueiro. Então se você gosta de uma boa história de máfia com poder, traição e reviravoltas, vale dar uma olhada em Terra da Máfia. Acesse o QR code que tá aqui na tela ou clica no link da descrição para assistir Terra da Máfia com exclusividade no Paramount Plus.
É isso?
Qual série que você falou que é boa lá do Paramount Plus?
Cara, tem uma série muito legal que chama Landman, que é com o Bob Thornton, com a Demi Moore.
Billy Thornton, ex da Angelina Jolie.
Isso.
Ah, é Billy Bob Thornton.
Billy Bob Thornton com a Demi Moore. Cara, é uma série muito legal que conta como que é a vida de quem trabalha com petróleo no Texas. Isso é muito legal, porque a gente costuma ver só petróleo no mar, né? No Texas o petróleo é em terra.
E as negociatas que tem, toda parte agrega aqui no vídeo.
Tem uma série famosa antes que era Dallas, que era sobre isso também.
Então, e ela é muito, cara, ela lembra muito Dallas, ela lembra muito Dallas, é muito legal. E aí o pessoal vai ver como que é a vida do, todo dia, toda, todo episódio tem um acidente, tem isso, e é muito maneiro, cara, vale demais a pena, é legal demais.
Deixa eu te contar uma coisa que muita gente não sabe, Terráqueo. Você provavelmente já ouviu falar dos grandes concursos, aqueles que aparecem toda hora nas notícias. Polícia Federal, Receita Federal, INSS, Banco do Brasil. Mas aqui vai um dado que quase ninguém para para pensar. Enquanto você espera esses editais grandes saírem, dezenas de outros concursos estão abrindo no Brasil todo mês. Prefeituras, câmaras municipais, tribunais estaduais, secretarias, autarquias. Muitos deles pagando bem.
Meu pai está assistindo.
É, meu pai é professor de português, minha mãe também. Muitos deles. Estão pagando bem, com número bem razoável de vagas e com muito menos concorrência do que os grandes que a gente vê na TV. E olha só, é bem provável que tenha um concurso na sua cidade, no seu estado, na sua área de interesse, acontecendo agora, right now, ou previsto nos próximos meses, que passou completamente despercebido. Sabe por quê? Porque não tem propaganda em rede nacional, porque é edital regional, porque não vira manchete.
O nosso parceiro Estratégia Concurso, que é líder em aprovações no Brasil, criou uma ferramenta gratuita para ajudar você a encontrar oportunidades como essa, que é o Mapa dos Concursos. É um mapa interativo com todos os concursos abertos, previstos e autorizados em todo o país. Você filtra por região, por área, por nível de escolaridade e descobre o que tá rolando perto de você. Sem propaganda no meio, sem clickbait, só o cenário real de concursos disponíveis.
Talvez sua vaga esteja logo ali, a uma cidade de distância, e você nem sabia. Tem link na descrição, ô querido Homer?
Sim.
E QR code na tela, que você conhece o mapa dos concursos e encontra um concurso bem próximo de você. Beleza?
É isso aí.
Então vamos rodar a vinheta, que na volta temos mais um anúncio aí do nosso querido Daniel e também do Sacane, também dos dois. Vamos lá, roda a vinheta. Daniel, estamos aqui com Ligando os Pontos, o programa onde o pessoal já sabe, a gente começa com o tema central. E hoje com o Sacane, então a gente vai falar de muitos temas, inclusive os que estão no título. A gente aqui vai ter piada de quinta série, de história.
Às vezes acontece, né, do tema do título entrar também. A gente vai até falar do título, mas a gente vai falar de vez em quando, aparece.
Daniel, se apresenta para o povo e dá aquela dica boa de negócio.
Bora! Fala, pessoal! Daniel Lopes aqui, jornalista, linguista, surfista também. Vilela já viu, tem prova documental. E a gente tá— eu tô sempre aqui toda semana no Ligando os Pontos, mas eu tenho meu canal também no YouTube. A gente faz live ao meio-dia ali atualizando as notícias, a parte geopolítica misturada com questão de proteção patrimonial, investimento. E até sobre isso que eu gostaria de falar, porque a Move Investimentos é a empresa que te ajuda a te proteger Nesse cenário caótico que a gente está vendo, petróleo sobe e desce, a gente vê a bolsa sendo muito impactada com essa questão do conflito, não só no Oriente Médio, mas na Europa agora.
E lá na Moo Investimentos a gente tem uma estratégia muito interessante, que é a estratégia que o próprio Nassim Taleb, aquele famoso lá do Cisne Negro, ele indica, que é a Barbell Strategy, que é a estratégia do haltere. O haltere tem as duas pontas mais grossas e ele é fininho no meio. Significa uma estratégia de você colocar o aporte naquilo que é mais conservador e naquilo que é extremamente arriscado. Um pouquinho no arriscado, boa parte no conservador, porque aí quando você tem uma oscilação você consegue ter um contrapeso na sua carteira.
Então lá na Mu Investimentos eles já estão completamente preparados, completamente sintonizados com essa oscilação internacional para você não ficar no prejuízo quando tiver esse tipo de volatilidade. Acho que o link tá aí, tá para galera aí no chat, né? Tem QR code. E é isso aí, Vilela, obrigado aí pela, pela mais uma vez oportunidade de estar com vocês aqui, com Serjão hoje.
Então, que é dois caras que não precisam de apresentação, mas sempre tem alguém que, pô, quem é o Serjão, quem é o Daniel? Então se apresenta para quem não te conhece, é, Serjão, e também divulga o que você tem que divulgar. Agora é a hora.
Salve aí, galera, tudo bom? Boa noite a todos, um prazer estar aqui com Vilela, com Daniel de novo. Eu tô aí, né, faço aí, eu sou, eu sou da, eu sou da área do petróleo, na verdade, essa é minha área, mas faço vídeo sobre astronomia, astrofísica, ciência em geral, né? Tiver muita coisa, tem muita coisa sempre acontecendo. Agora muita coisa de IA também, ainda bem, né? Porque trouxe a matemática aí para o mundo. Então meu canal Space Today, eu sou Space Today aí em todas as redes sociais, só me procurar.
Não sou Serjão dos Foguetes, não sou Sérgio Sacane, não sou Gordão dos Foguetes, tudo isso aí são fakes. O meu é Space Today. E vai lá que é o seguinte: a NASA lançou um novo telescópio chamado Nancy Grace Roman. Que ele está indo lá para o ponto de Lagrange L2, ele vai ser vizinho do James Webb, ele vai demorar uns 80 dias para chegar lá. E o que que eu fiz? Eu reuni todas as informações dele, tudo você precisa saber, porque ele foi, ele na verdade ele foi ganhar, sabe quem deu de presente para NASA? As Forças Armadas Americanas.
Interessante, hein?
É, e ele é do tamanho do Hubble. Aí por aí você já vê que deve ter vários Hubbles aí no espaço. Aliás, saiu a notícia semana passada, né, que o ministro da Força Armada falou que tem, ele confirmou pela primeira vez da história que arma no espaço. E eu quero a fila de todo mundo que vai pedir desculpa para quem? Para o mano Monark. Cadê a fila para pedir desculpa para o Monark, galera?
Porque essa hora ninguém aparece. Você viu o Trump falando que tem que se preparar para ter guerra em volta da Lua?
É, ele falou isso mesmo, ele tá nessa aí. E é o seguinte, eu preparei um e-book para você com tudo do Nancy Grace Roman, tá? Então você faz o seguinte, vai no meu último vídeo, acabei de postar antes de vir para cá, Lá tem o link e você adquire ele, R$29,90, baratinho. Tem tudo que você precisa saber porque é um telescópio aí que tá todo mundo dizendo que deve resolver os grandes mistérios do universo, matéria escura, energia escura, e descobrir, segundo a NASA, 100 mil exoplanetas. Vamos ver se vai ser isso mesmo, mas vai lá para você entender tudo isso.
É isso, o nome bonito, hein? Você sabe a origem disso aí?
O nome Nancy Grace Roman é muito legal pelo seguinte, cara, É em homenagem à Nancy Grace Roman. Ela foi a primeira diretora de astrofísica da NASA.
Primeira mulher diretora?
Primeira diretora geral.
Inaugurou?
Ela inaugurou esse departamento da NASA e ela é considerada, e ela é chamada da mãe do Hubble, do Telescópio Espacial Hubble. Porque a ideia dela foi muito legal, cara. Ela sempre teve a ideia óbvia de colocar um telescópio no espaço. Porque está fora da atmosfera, você vai ver mais legal, com certeza. Só que ela sabia que ia ser muito caro, então ela fez toda a parte dentro da NASA junto com os congressistas, né? Porque os Estados Unidos, a NASA, para ela aprovar o negócio, o Congresso precisa aprovar a verba.
Então ela fez todo, foi, foram duas pessoas, ela e um cara chamado Spitzer, que é muito famoso. O Spitzer saiu rodando os Estados Unidos inteiro convencendo os estados E ela fez um trabalho junto com o Congresso e junto com a NASA para aprovar o Hubble, e o Hubble foi aprovado. E ela é considerada a mãe do Hubble. Em homenagem a isso, a NASA colocou nesse telescópio espacial o nome dela.
Na verdade, eu lembrei, Sérgio, eu já vi a história dessa Nancy Grace, sabe onde? Naquele museu, não sei se é museu que chama, lá em Gramado, da NASA. Isso, eles têm um mural, né? Isso, conta a história dela, tem uma foto dela. Agora eu lembrei.
É, ela tem uma foto dela bem velhinha que ficou famosa. E ela, obviamente, lá atrás, né, ela foi muito importante para ter um telescópio espacial e a NASA homenageou. E esse telescópio, como eu falei, ele tem uma coisa muito interessante, duas aliás. Ele saiu muito abaixo do valor e ele foi lançado muito antes, mas tem um porquê. Porque a NASA, ela ganhou o NRO, que é o National Reconnaissance Office, ele deu para a NASA dois equipamentos.
Um virou o Nancy Grace Roman e o outro tá lá parado. E o espelho dele tem 2,4 metros de diâmetro, que é o mesmo tamanho do Hubble, idêntico ao Hubble. E daí que vem aquela ideia, né? Quantos Hubble será que a Força Armada americana não lançou no espaço naquela década de 80 ali, que foi uma década, né, que a gente, o Ronald Reagan declarou em televisão que ia ter o programa Star Wars, né? E agora, né, falando, né, que semana passada o ministro da Força Aérea dos Secretário, né, que o pessoal chama, o secretário de Força Aérea americana confirmou pela primeira vez na história, o governo americano confirma que tem arma no espaço.
Isso é muito, e a arma dele, você sabe, tem uma coisa muito legal ligada com a geopolítica, né, porque a arma dele é para impedir que o outro chegue no espaço.
Entendi, entendeu? Entendi a lógica.
Porque você fala muito da geopolítica, mas você sabe que tem um negócio hoje chamado astropolítica, né? Porque o pessoal fala o seguinte, na geopolítica, como que é a frasinha lá? Quem domina os choke points domina o mundo. Agora, quem domina os choke points, né, que é tipo o Estreito de Hormuz, essas coisas, agora o Estreito de Bab-el-Mandeb, que estão querendo fechar também.
Que se fechar, é caos completo. É, pô, aí ferrou.
E na astropolítica, o pessoal fala o seguinte, quem dominar a órbita baixa da Terra domina o mundo.
É o grande ponto ali de disputa, órbita baixa.
Então, se você imagina que você coloca alguma coisa que não deixa o seu amiguinho, né, colocar uma coisa ali também. É uma baita do mal.
Mas você acha que é algo mais eletromagnético, alguma coisa assim?
Cara, não faz ideia. Isso aí não dá para saber. Ele não falou, ele só falou isso, né, que a gente tem armas no espaço.
E assim, ó, tá pelo Elon Musk, ele deve saber, né?
Muito, pode ser. Mas isso aí é coisa antiga, viu?
É, não, aquelas antigonas.
Agora, não tem, eu tenho, eu tenho por mim que deve ser coisa laser mesmo.
Ah, laser, entendi.
Quando o Monark falou aquilo, o pessoal falou um absurdo. Falei, cara, ele não falou absurdo não, porque isso aí é realmente, é uma ideia. Porque o que os Estados Unidos têm no espaço, isso eles têm muito, isso eles já confirmaram, é aquele laser que ele aponta para o alvo e aí eles lançam um míssil balístico, qualquer coisa, que é guiado por aquele laser.
Entendi, é como se fosse uma mira, tipo aquela mira do sniper.
Exatamente. Só que a mira vem do espaço. Sim. Então o satélite fica ali mirando, ninguém vê.
É a origem.
Só quem vê é o míssil, que tem o detector.
É como se fosse infravermelho?
Exatamente.
Ah, tá. É invisível ao olho humano?
É invisível ao olho humano e só é visível para o sensor daquele míssil.
Entendi.
Então o cara lança o míssil, entra, é aqueles negócios, pô, como que o míssil entrou na janela do cara não sei aonde? Você pode ter certeza que é algo assim, cara.
Sim.
É algo desse jeito, é guiado a laser. Então assim, é aquilo lá que a gente fala, né? A gente já falou várias vezes, cara, não dá para a gente nem imaginar quantos anos na frente esses caras estão em armamento, cara.
Mesmo IA, né?
A gente não tá vendo o pico do negócio, com certeza não tá, com certeza tá vendo do meio para baixo. Tanto que o Navier Stokes lá, a própria OpenAI falou que ela usou um modelo que é muito melhor do que o Astra 6, entendeu? Que é só interno dela. Então é aquela mesma história, né? A gente já falou muito dos Skunk Works, da Phantom Works e tudo. Cara, o que que esses caras têm?
É surreal, né? Eu me lembro um ex-diretor da Lockheed Martin Skunk Works que ele numa entrevista já bem velhinha ele falou assim, ele virou para o repórter e falou: você já viu Star Wars, aquele filme? Aí ele falou: já, tudo que tem ali a gente tem. É quase que eu falei até Warp Speed lá, tem tudo.
Não é para duvidar, né?
Se tiver um Yoda aí você depois me apresenta aí também.
E aí o cara fez esse anúncio semana passada, eu achei, falei, caramba, cara, porque o cara finalmente, né, admitiram, né? Todo mundo já falava, não deve fazer isso, né?
Imagino que não admite.
Então tem uma jornalista investigativa que é Amy Jacobson, ela inclusive acabou de lançar um livro que é Guerra Biológica, o anterior era Guerra Nuclear, né, que é incrível o livro também, que é uma simulação de como seria. Mas antes ela escreveu um livro chamado The Pentagon's Brain, esse não tem em português, que é O Cérebro do Pentágono. E ela faz todo um estudo da DARPA só com entrevista de ex-funcionários. E aí os caras falam, depois que a União Soviética conseguiu roubar o nosso projeto da arma nuclear, o Projeto Manhattan, a gente decidiu nunca mais deixar isso acontecer e tá sempre 30 anos à frente do concorrente.
Ela falou, então o que a gente tá vendo hoje de material divulgado é coisa que tá com 30 anos de defasagem. É sempre com 30 anos de atraso. Aí ela cita o GPS, que no final dos anos 60 a Marinha já tava desenvolvendo, a internet, né, com a ARPANET. Então é interessante essa perspectiva.
E falar sobre aviões de guerra, sobre drones.
Cara, é, eu sempre falo do B-2, né, o B-2 Stealth. É um avião que começou a ser construído nos anos 70 e eu acho que ele foi apresentado ao mundo acho que em 88, se eu não tô enganado. E eles continuam dizendo que é o mais avançado. Eu falo, pô, de lá até aqui não melhorou nada.
Quantos avistamentos de de UFO, de nave, eram essas naves em teste e a galera não sabia.
A nave é igual uma raia marinha.
O teste que eu faço, que eu tenho aquela minha apresentaçãozinha, que é o Será que Estamos Sozinhos, né? Eu falo assim: desenha um avião. Você nunca vai desenhar um B-2, cara.
Sim, não vai. É contra-intuitivo, né?
Totalmente contra-intuitivo.
E ele falaram que é o avião mais difícil de pilotar, que sem computador é impossível um cara pilotar aquilo lá, né? De tão complicado que é manter no ar. Olha só.
É B-2 Stealth.
Aí ninguém desenha um avião desse jeito, ninguém, entendeu?
Ele é igual uma raia.
Não, parece um avião de papel que você desenha quando faz no papel um pouco, né? Aquele avião de papel.
Foi desses aí que eles usaram para explodir aqueles bunkers lá no Irã. Agora é, então eles estão usando ainda.
Ele ainda, ele passa despercebido no radar?
Ele é Stealth, né?
Aliás, esse formato dele é para isso, ele é chapado.
Como é que é a física disso aí, Sérgio?
Por conta do sinal do radar. O sinal do radar, ele se confunde ali, porque o radar, como que ele funciona? O radar é uma coisa ativa, né? Você manda o sinal, ele tem que bater e voltar, né?
Ping-pong, tipo que o morcego faz.
Exato. Só que quando ele pega, aí os caras estudaram, obviamente, né, que não foi assim do dia para noite, mas eles estudaram que quando tem esse formato aí, o sinal bate, acho que ele meio que reflete e tal, e vem um tipo de resvalada, né? Vem um ruído e o cara não sabe o que que é. Exatamente. E com isso eles conseguem, né, chegar nos lugares lá.
Toma banho no escuro, que aí o radar não pega.
Ninguém tá lendo minhas coisas.
Você pegar o F-22 também, ele tem esse formatinho, né, ele começa a descer um pouco. Aqueles aviões chineses, caças de 6ª geração chinês que eles mostraram agora, também tem esse formato.
Então aquele SR-71, que eu acho que é da Lockheed Martin, ele não é tão chapado, mas ele também é diferentado.
Só que aí também pode Pode ser, tem uma coisa que é o material da superfície, é material da superfície, de materiais, que é outro mundo misterioso, né? Que esses caras aí também, cara, devem estar anos-luz à nossa frente.
Tem uma história que circula que alguns desses cientistas que desapareceram misteriosamente, algum tipo de 8, acho que foram 13 que sumiram, uns 5 trabalhavam só com ciência de materiais, eram pessoas que estavam desenvolvendo novos materiais.
É porque se a gente pensar bem, né, o que importa é isso, né, cara? O que que você tem que fazer? Qualquer coisa que você fizer que fique mais leve e mais resistente, sim, você ganha uma vantagem absurda.
Exatamente, uma ciência muito interessante, né?
Mas vamos lá, a gente tá, a gente tá vivendo a história, né? Tem muita gente que vem aqui e fala assim, cara, pela velocidade das coisas e pelos acontecimentos que a gente tá vivendo, a gente tá vivendo a história. Eu tive essa noção, não sei vocês, quando teve o 11 de setembro, foi a primeira vez que eu tive uma noção, cara, eu tô vendo alguma coisa que vai mudar o mundo, eu tô presenciando, tô fazendo parte disso. E a partir de lá, um monte de evento e essa criação da inteligência artificial.
Mas antes veio a Guerra do Golfo também, né, cara? Eu acho que quando eu vi a Guerra do Golfo na televisão...
E sendo transmitida meio em tempo real, né?
Eu achei que você ia falar que era a morte do Kennedy.
Quando foi a morte do Kennedy?
63.
Não, para, para. Eu tinha só 6 anos.
Brincadeira, brincadeira.
Mas o 11 de setembro foi uma coisa pontual, né? Você sabia onde você estava quando aquilo aconteceu.
Foi um evento traumático a nível global, né? Assim como a pandemia também foi, né?
A pandemia também teve essa noção, mas agora essas coisas que a gente fica ouvindo de revolução mundial, o mundo está mudando muito rápido. Nossos pais demoravam muito para assimilar uma mudança, né?
É, antes você pegava um ser humano que vive em média uns 80 anos, ele experimentava umas 2, 3 grandes mudanças durante a vida. Hoje não dá nem para a gente medir.
O pessoal que pegou eletricidade, por exemplo, nossa!
É, que revolução.
Do vapor para eletricidade, ou o cara do rádio para televisão.
Então esse é um dos argumentos do Ahmad Mostaque no livro The Last Economy, porque ele fala exatamente isso, que Essa revolução que a gente está vendo agora, que o Fórum Econômico Mundial chama de a 4ª Revolução Industrial, ela tem vários problemas. Primeiro, porque ela é exponencial, porque você está começando a ver a ciência caminhando para aquela ideia que eles chamam de recursive self-improvement, que é a máquina se melhorando automaticamente.
E fica difícil a gente acompanhar tanta mudança.
É, eles acham que isso vai ser o ponto da virada, que é quando você chegar a disseminar essa ideia que eles chamam também de automated R&D, ou seja, R&D é Research and Development, pesquisa e desenvolvimento automatizada.
Como assim?
Porque a máquina começa a fazer a sua própria pesquisa e desenvolvimento, vai desenvolvendo.
Ela começa a fazer várias tentativas, porque a gente, como que fazia no passado? Fazia um produto, tentativa e erro. Funcionou, não funcionou, é melhor, não é melhor, aí vai melhorando um pouquinho. Imagina a máquina fazendo esse...
Ela faz uma máquina melhor que ela, aí vai melhorar e melhorar.
Mas ela faz esses testes em tempo real.
Simulação, né?
Uma simulação, papapá, ela já sai com a melhor versão na próxima.
Então, isso é muito louco. Essa curva faz com que a gente perca o controle do que está acontecendo. Então, o Emad Mostaque fala, cara, é uma revolução totalmente diferente, porque quando você teve a revolução da máquina a vapor, aí o cara migrou para outro setor. Quando você teve a da computação, a galera foi migrando.
Só que agora... E foi lenta, cara. Eu lembro que dava tempo de você aprender, Ah, vou atrás de programar, vou atrás de transição, né? Eu lembro disso, não foi assim, cara. Ou você compra o computador agora, você tá fora na semana seguinte ou no mês seguinte.
Dava para o cara correr atrás do prejuízo.
Eu corri atrás e fui aprendendo a passar minha arte, que era naquele papel, para o Photoshop, entendeu? Então não foi de um dia para o outro, mas mesmo assim tem a galera que ficou para trás e falou, não, isso não vai pegar, isso é moda. E se ferrou.
É porque antes vinha tipo uma onda, né? Agora vem um tsunami para cima de você, né, cara?
Caramba, a cada 20 em 20 minutos vem um, né? Você fala, pô, pera aí, espera um pouquinho.
A gente falou aquele dia lá no Além da Ciência do Jacob, né? Do cara lá da OP. Aí passou 3 dias, descobriram que era tudo mentira, você viu? Descobriram que ele mentiu, cara.
Do Coxon, do Jacob.
Era Sam Barilov.
Qual história que ele contou?
Ele é o cara que pediu demissão da Antropic.
Ele trabalhou no OpenAI um tempo antes, ficou 4 meses, aí ele saiu.
Ele não pegou o equity, né, ele não pegou as ações porque precisava ficar 6 meses, mas ele saiu com aquele papo de, não, tô saindo porque os cara que estão fazendo negócio que vai acabar com a humanidade e tal. E ele falou que era uma coisa dele e tal, só que não, descobriram que ele tinha falado com outros cara de segurança de inteligência artificial E que tudo aquilo ali que ele fez foi meio que um teatro para sair.
Caramba, foi a justificativa.
Foi tipo 4 dias depois já veio com essa história dele e o qual que é o jornal aqui que pegou? O Wall Street Journal publicou toda a mentira do Jacob Coxon.
A galera caiu para dentro.
Então, cara, é assim, é isso que você falou, né, Daniel? Cara, assim, você piscou, cara, já tem.
Difícil de acompanhar, cara. Muito difícil porque muita notícia dá, você fica até meio estressado, né? Porque você, a gente lê uma notícia aí, fala, ó, vou montar um conteúdo sobre isso. Na hora que você vai gravar, já caducou. Você fala, pô, perdi o tempo. Aí você fala, vou fazer dizendo, ó, já caducou, mas era interessante, né?
Vamos lá.
É difícil, cara, é muito rápido. Na verdade, eu não me lembro qual foi a década, talvez anos 20, 30.
É isso aí, esse é o Jacob Coxon. A carinha dele, já tá com a carinha triste.
Carinha de sonso, né, Dili?
Já tá com a carinha triste. É, pegaram ele.
Dá para fazer o Harry Potter.
Dá, ele é o Harry Potter da EA. Da Anthropic. Os caras, não sei se você acha aí para a gente, eu estou de costas hoje para o Rômulo, eu estou meio preocupado aqui.
É, não, Rômulo, se comporta aí.
Ainda bem que tem uns obstáculos aqui na frente. O movimento é a dromologia. Que é o estudo da velocidade, né? Que o dromo é velocidade, por isso que é autódromo, né? Que é o carro correndo. O dromedário, que é o camelo que anda mais rápido, né?
É, ele anda mais rápido, mas acaba vindo mais uma agora.
É, jamais tem uma velocidade. Então a dromologia gera um estudo que na verdade não— a dromologia é mais recente, que acho que é do Paul Virilio, que é um filósofo. E ele fala como é que essa aceleração dos eventos, isso às vezes gera como se fosse uma dissonância cognitiva no humano, que ele fica meio perdido. Ele fala, cara, Agora eu não sei mais nada, que o que eu estudei não tá valendo mais. E as coisas se mudam tão rápido que você perde o fio da meada, né, da história, né?
Não gera isso, gera aquele tal do FOMO também, né?
Medo de sair de fora, ansiedade.
Porque eu vou viajar, por exemplo, fui para Copa, fiquei de boa lá durante, sabe aquele negócio? Eu não vou olhar tanto notícia, cara. Você volta, parece que o mundo é o outro já, parece que você ficou um ano hibernando. É muita coisa que acontece E a gente, para piorar, a gente tem uma política aqui, coisas acontecendo agora que STF, política, cara, se você dormir um dia você não sabe de tudo que aconteceu.
Não, tá foda, né?
De tanta coisa que tá acontecendo em poucas horas assim, né? Com o Vorcaro, é, na verdade aí, cara, tem um negócio assim, ou já acontecia, a gente não sabia.
Eu acho assim que tudo isso aí, eu acho que tipo aconteceu e os cara tão soltando em pílulas, né?
Em vez de soltar tudo uma vez, exatamente, eles estão soltando em pílula.
Porque eu li ontem não sei quantas mil coisas que tem só sexual no telefone do meu cara, cara. Não sei quantos nude, não sei quantas coisas, cara. Imagina se os cara resolve soltando isso.
Imagina quantos poderosos que tem ali, tá todo mundo enrolado. Por isso que eu acho que vai dar uma, vai chegar um momento que eles vão falar, meu irmão, você não revela o que eu O que tem meu eu não revelo o que é teu. Então eu te protejo, você me protege, porque rapaz, tá todo mundo ali, né?
É meio igual o Epson, né, cara?
Total. Como pode isso, velho? É um padrão. O Pediri também, né? Mesmo esqueminha.
Como que pode surgir esses caras assim, né?
Vai replicando.
Porque como que você explica um cara que não— Cara, tudo bem, é um banqueiro, mas o pessoal fala, cara, ele era um banqueiro de— Nem era um cara assim, né? De um banco que ninguém meio nem conhecia direito.
Surgiu meio de repente assim na mídia.
Como que um cara desse ele tá entranhado?
Já tinha essa malandragem ali, né?
Em tudo, cara, em tudo. Vai de ministro, de cara do STF, de deputado, cara, como pode isso, cara?
Loucura, né? É a sedução do dinheiro e do prazer, né? Dinheiro e prazer tem um poder de atração terrível. Isso é estratégia antiga, né? Eu sempre indico aqui a série que é baseada em fatos reais, que é O Espião, que é com Sacha Baron Cohen. Ela vai contar a história do Eli Cohen, que era um egípcio, judeu egípcio, que o sonho dele era trabalhar no Mossad. E aí ele fez várias provas, não entrou. Aí até que ele foi aprovado. Aí chegaram para ele e falaram, cara, como você é de origem egípcia e fala árabe fluente, apesar de ser judeu, falar hebraico também, a gente vai montar aqui um disfarce para você.
Você vai para Argentina, vai se passar como empresário sírio que foi para Argentina. A gente deram uma grana para ele, já chegou cheio da grana. E ele começou a viver na alta sociedade ali argentina. Isso tudo como uma preparação para ele ir com essa identidade falsa para Síria, para se aproximar do Hafez al-Assad, que era o pai do Bashar al-Assad. E eles faziam as festinhas lá com as meninas e tal. Ele começou a pegar documento, lançar, entrar na alta sociedade, criou uma identidade falsa.
Eu ia dar o spoiler para essa história, a gente vai dar o spoiler, né, velho? Essa história é real, pode ser antigo já, mas a série depois você assiste. Pô, descobriram, cara, o cara foi enforcado em praça pública, uma coisa horrorosa. E ele pediu ajuda, os cara: não, amanhã a gente tá aí, amanhã tem que vir hoje. Os cara me descobriram aqui, acabou sendo morto. Mas a história que você vê aqui, isso se replica com Epson, com Petiri, que a ideia que os russos sempre tiveram do compromat, né, que é o documento comprometedor.
Para você chantagear o cara, né? Então tem dois nomes que são mais citados nos arquivos do Epstein. Acho que o Trump tá em primeiro lugar e a segunda é uma senhora que eu esqueci o primeiro nome dela, mas ela é família Rothschild. Então são os caras que mais eles pegaram documentação comprometedora. Então o Trump, muitas coisas que talvez que ele decide, que ele faz, às vezes tem um dossiezinho ali na gaveta, entendeu? É, então assim, tem que ser muito tolo hoje em dia para você ir para essas festas de farra aí e achar que, se você é alguém de expressão, né, uma figura de alto escalão, achar que não tem ninguém filmando e tirando foto, poxa, né?
Aí o cara, não, mas mandaram tirar os celulares. A gente vê nos relatos, até teve a festa, teve a festa do Madame Satã, que eu não me lembro, festa, uma é festa das astronautas, a outra eu esqueci qual que é o nome. Acho que é festa da neve, um negocinho assim.
Aí imagina o que deve ter, velho. Não, se tem astronauta, é bom nem imaginar. Anão besuntado em óleo, pessoa com fantasia de girafa.
Não, eles falavam que as mulheres ficavam com a máscara de astronauta, aí o cara levantava, aí olhava, ah não, essa não. Aí essa gatinha era assim, segundo os relatos, né? É claro que eles dizem mentira, fala tudo mentira, né?
Não era nem astronauta, era cosmonauta, era o robonauta.
Claro, tem aí, tem mesmo.
Então nessas festas tava se vendo os relatos nessa matéria. Revista Piauí fez uma matéria longa, mas depois falaram que era, que a Piauí, aí o Poder 360 fez a matéria desmentindo a Piauí. Então eu tô me reportando ao que disseram, mas tô falando que tem informação desencontrada. Mas eles dizem que nas mensagens, não podia entrar com celular nem câmera nem nada. E logo no mesmo dia a mulher tinha postado uma foto lá no TikTok. E aí o cara desesperado, pô, como é que deixou isso?
Complicado, né, cara? Então tem que tomar muito cuidado. Esse negócio de festinha, farrinha aí, você que tem expressão, sempre vai ter alguém te filmando aí, irmão.
Cuidado. Pois é, mas falando, voltando aqui para o tema, né, volta para o tema famoso. Vamos falar de inteligência artificial e Big Techs. O quanto isso já tá definindo o nosso dia a dia, o nosso futuro, sem a gente notar? Porque a gente, sem saber, tá escolhendo coisas por causa do algoritmo. Já vem um tempo, né?
Algoritmização da vida, né, Vilela?
Mas é porque a gente ensina para eles os nossos gostos ou eles estão impondo alguma coisa para a gente também?
Cara, dos dois lados, mas a gente ensina, né, cara? O presidente, o dono do TikTok, ele tem uma entrevista muito legal naquela revista Wired Sim, o Wired Magazine, que ele falou o seguinte, cara: o TikTok, ele te conhece melhor do que você em 3 minutos de interação. Cara, fala que é o algoritmo mais agressivo que tem, o do TikTok. Em 3 minutos ele sabe todo o seu gosto e acabou, cara. Você tá dominado pelo algoritmo do TikTok, entendeu?
Não tem, você vai ficar ali, ó, maluco, passando aquele negócio que nem um louco. Então assim, aí fica aquele negócio É essa algoritmização, ela coloca todo mundo nas bolhas, né? Então, por exemplo, eu brinco, eu dou palestra de IA para galera, eu falo assim: jamais vai aparecer para mim coisa vegana, cara, porque eu sou carnívoro, eu gosto de churrascaria e tal. Eu não, cara, não tem o menor sentido de nenhum algoritmo mandar coisa vegana.
Aí vem aquela velha pergunta: isso é bom ou isso é ruim? É, você quer viver na sua bolha ou você de vez em quando você quer dar uma saidinha dela? Com problema, cara, sabe que alguma coisa do lado de lá, o problema é que a pessoa fica mal acostumada.
Então, claro, fica alienada.
Por exemplo, ela segue o nosso perfil ou no meu perfil, ela tá tão acostumada a ser bem tratada e só vir o que ela gosta que quando ela vê na agenda uma pessoa que não gosta, ela fica extremamente irritada e fala: que absurdo, Vilela, como assim? Como você tá chamando essa pessoa? Eu não gosto.
É isso aí, é isso.
No passado, essa pessoa ia ser ridicularizada falando: querida, e daí? Hoje em dia ela se sente no direito porque fala: Só vem coisa que eu gosto. Como que ele ousa? Ô Vilela, eu gosto tanto de você, eu sigo teu programa. Como você faz isso comigo? Você me decepcionou.
Te fiz alguma coisa?
Eu ouço isso, você me decepcionou. Quando é que eu tentei te agradar, cara?
Nem tava nos meus planos.
Exatamente. Felipe52/3, né?
Não, Suado89. Esse é gente fina, tá sempre com a gente. Não, mas vê só, no meu caso, que eu trabalho com notícia, cenário geopolítico, acho que é ruim essa bolha, porque eu não tenho a outra opinião. Você não consegue quebrar ela, você não tem o elemento da alteridade como a gente chama.
Mas você consulta muito o X.
Sim, aí eu aproveito.
E a ideia do Elon Musk quando ele comprou o X foi justamente tirar a galera das bolhas.
Exato, exato.
Ele é defensor do tal do free speech, né, porque ele queria, por conta lá da filha dele, que ele disse que a filha dele foi dominada por uma ideologia e tal, Ele falou, não, cara, eu quero que todo mundo tenha igual a voz, igual aberto. Exato. E aí o cara que tiver ali lendo todo mundo, ele vai decidir qual lado seguir, vai, ele vai ter como, como pesar essas coisas.
Legal.
Só que acaba que você acaba virando a bolha de novo, né? Vira, tem jeito, né?
Por causa do que você consome, né? Aí o algoritmo acaba te favorecendo um pouco mais. Isso é um problema que já vem, a gente estuda muito isso nos estúdios de mídia. Que é a câmara de eco, que é quando você só ouve aquilo que é a mesma opinião que você já tem. Então, se você tem a câmara de eco, você tem o viés de confirmação, que é quando você só leva em consideração as opiniões que já confirmam o que você já pensava.
Por isso que tem muito influenciador de direita e de esquerda que tem milhões de seguidores, porque ele fala o que a pessoa quer ouvir. Então, uma pessoa comum está querendo convencer alguém de alguém, ela não convence com as ideias dela, ela só encaminha um vídeo ou encaminha um corte. Tá vendo o que esse cara tá falando? É o que eu penso. E aí esse cara vira o cavaleiro dele, sabe aquela coisa de você escolher o melhor cavaleiro para você vencer aquela batalha?
Em vez dela ir com a opinião dela, fala assim, ó, o que essa pessoa falou, aqui, ó, debata com isso daqui. Aí a pessoa manda um vídeo do campeão dela, né? E fica essa guerra, cara.
É famoso pregar para convertido, né?
Limita muito. Aí você, em cima disso, da câmara de eco do viés de confirmação, aí acontece o, a espiral do silêncio, que é uma tese de uma socióloga alemã que é a Elisabeth Noelle.
Calcula se vale a pena ela entrar numa briga ou não, se ela dá opinião ou não.
É isso?
É porque o que ela vai sofrer de punição por falar a opinião diferente, aí isso gera uma moda de não, não expressar uma opinião contrária. Aí você tem até alguns experimentos loucos foram feitos, que é o experimento de conformidade que o cara fazia assim, ele pegava, imagina, tinha 20 pessoas numa sala de aula e todo mundo tava combinado de falar errado e só um não sabia. E aí o cara pegava uma linha pequena e uma linha maior, botava no quadro, aí falava, qual é a linha maior, A ou B?
Tava na cara que a B era maior, todo mundo A. Aí o cara, ué, mas como assim? Todo mundo. Aí na terceira rodada que ele botava um círculo pequeno, outro grande, qual que é o maior? Aí tava na cara que era o Bia, aí todo mundo, ah, ele, cara, não sei, eu tô com algum problema. Aí ele começava a falar o que tava todo mundo falando, ele falava, aí começava a falar errado. Então esse teste de conformidade mostra que a pessoa vai se conformando se a multidão ali, o grupo, não quer ser diferente, né?
Não quer ser para não sofrer punição. Isso é um problema. Aí a gente vem nos livros do Jaron Lanier, né, que era aquele chefe da Microsoft de engenharia, que ele escreveu, delete suas redes sociais por causa disso, porque ele falou que é um negócio que só vai reforçar a opinião que você já tem, vai alienar. E como é gratuito, é o cara do Dilema das Redes, né? Dilema das Redes, eu creio que é ele sim.
É um dos caras que aparece ali, quem nunca já viu esse filme? Já é demais, né?
O Dilema das Redes, ele é meio albino assim, com os dreads.
Porque existe, né, esse movimento dentro do Vale do Silício, né, da galera que quer tirar, porque fala, cara, que isso aqui, né, você Você vai vivendo cada vez mais naquela sua bolha, naquele seu negócio e tal.
Então vira uma engenharia, você fica ali como se fosse um experimento comportamental, um behaviorista, Lichtenstein.
Existe umas coisas dentro do Vale do Silício que a galera fala que hoje não é mais contratado programador, os caras vão atrás de neurocientista. Entendi. Porque eles querem saber, eles querem contratar alguém que entenda como que o cérebro da pessoa funciona para manter a pessoa dentro do negócio. Porque toda rede social ela quer o quê? Que você fique mais tempo possível dentro dela, maximizar a tela. É isso, é isso ela quer. Como que eu vou fazer isso, cara?
Vai atrás de, a parte de programação a gente já sabe. Agora a gente precisa entender como que é a cabeça da pessoa que tá acessando aquilo. Exato, cara. E a cabeça do ser humano, cara, o ser humano ele é um bicho que ele é muito fácil, cara, porque a gente pega determinados padrões, é exatamente, nós somos muito previsíveis, cara.
O cara sabe qual vai ser.
A gente acha que não, mas é, mas é, né? A gente não é muito diferente de um cachorrinho.
Trouxe um livro interessante sobre isso, Vila, que é esse aí, ó, A Tirania das Big Tech. Que que é isso aqui? É o senador Josh Hawley, que é um dos senadores mais jovens lá da história americana. Ele e o Joe Biden, né? Joe Biden entrou com 35 anos, ficou até quase 90 e pouco, quase morreu lá. Esse cara, ele é aquele que sempre intimava o Mark Zuckerberg e a galera para ir lá no comitê do Senado, né? E ele nesse livro, ele mostra, por exemplo, você já não tá falando da parte neurológica, né, que o mesmo dispositivo do cassino que vicia daquelas imagens ficarem rodando é o mesmo dispositivo do scroll, que atua na mesma parte do cérebro que vicia.
E ele tem todo esse trabalho para lutar contra o vício dos adolescentes, das crianças, né? Na Europa agora já estão colocando lei que menor de 16 anos não pode usar essa rede social, né? Já tá tendo umas regras lá. Então esse livro é interessante que ele traz muitos dados dessas pesquisas mostrando como essas redes sociais acabavam funcionando em cima de uma estratégia de vício mesmo, lógica do vício, né?
E é aquele negócio, daí você vai fazer o quê? Por exemplo, você pegar lá o pessoal da Europa, né? Então você vai regulamentar, você vai regular, complicado também. Então, e aí você tá aí, pô, tu quer dizer que você tá tirando a minha liberdade de expressão? Você tá, você tá me censurando? Você fica naquela linha que é muito tênue, cara, de se cair para um lado e para o outro, né? E a galera não vai entender, né? Como que você vai entender isso, né?
Nesse caso, é claro que eu não vou ser a favor de uma criança fumar, beber, usar droga, mas assim, 16 anos, rede social, eu acho que seria muito mais interessante um trabalho de conscientização do que proibir.
Claro, aprender a usar, porque daqui a pouco proíbe para adulto também. Então começa a conversa, né, cara? A gente vai falar, pô, tem um lado ruim? Tem, mas tem um lado muito bom, cara.
É lógico, pô.
Por exemplo, hoje a gente entra aqui em determinados perfis, a gente sabe o que tá acontecendo do outro lado do mundo, cara. Nesse momento de guerra, quando agora a Ucrânia no sábado atacou lá Moscou, meia hora depois já tava os vídeos, cara. Todo mundo tá sabendo do que tá acontecendo. Isso é bom para caramba.
Eu acho bom, eu que trabalho com informação.
Então, e aí fica naquele negócio, né? Como que faz?
Não, eu lembrei do entrevistar o Steve Jobs. E falaram assim, por que você não faz trabalhos sociais, investe mais em filantropia como o Bill Gates? Aí primeiro ele falou assim, olha, Bill Gates investe em filantropia só para tentar esconder os crimes dele, tá? Para dar disfarçado. Primeiro, que era meio filho desencapado, né? Aí depois ele sai, que que ele falou? Ó, não vem com essa história não, que só o iPad que a gente inventou já popularizou a educação muito melhor que qualquer trabalho que ele pode fazer. Isso é legal para caramba também, né?
E o Steve Jobs foi um dos caras, né, um grande cara de uma big tech, não viveu a era das redes sociais assim, né? Ele morreu ali em 2007, né? 2007, né, que ele morre. Ele não viveu esse boom das redes sociais.
E se você buscar matérias, você vai ver que ele, apesar dele falar que o iPad popularizou a educação, que deu acesso às crianças à internet, ele não deixava os filhos com menos de 18 anos usar liberadamente o computador celular, não.
Morreu em 2011.
11?
11?
Steve Jobs. É Jobs.
Mas mesmo com a bolsa— Ah, é 2007, foi quando ele apresentou o iPhone. É verdade, é 2011.
Mas 55 morreu em 2011.
Então, mas 2011, cara, não tinha assim— Já tinha, mas não era tanto, né?
É, não tava tão—
Não tava igual esse boom que teve agora, né?
Ainda era uma terra de ninguém ainda, né?
Era mesmo uma terra de ninguém, é verdade.
Era meio Várzea ainda.
Era.
Mas tem um movimento de pessoas menores.
Como é que é com seu filho, com o negócio de rede social?
Ele não tem rede social, ele tem o jogo Roblox, que não deixa de ser uma rede social, porque os amigos dele estão lá, os primos dele estão lá, e eles se encontram lá. Liga para o primo e fala, entra aí. Eles entram, fazem eventos. Tem uma hora que eles só estão dançando lá. Tá rolando uma festa e tá ele dançando aqui, o primo do lado, não sei o quê. Não deixa de ser uma rede social, né?
Não vai ter aqueles mesmos algoritmos e as mesmas estratégias de persuasão, é um sistema um pouco diferente.
A estratégia é vários eventos, agora é evento, tem sol e é praia, então eles ficam esperando 5 horas, pai, eu tenho que estar em casa porque vai ter um evento lá e vai estar todo mundo lá.
Não, cara, isso é interessante para caramba. Eu vejo, por exemplo, no Fortnite que eu jogo, no Fortnite sempre tem evento.
Meu filho mais velho já fez a gente parar na estrada para ver.
Meu filho também, que horas são, pai? Que horas são?
Tem que estar.
Aí tem um show da Mariah Carey, daqui a pouco tem um show do Travis Scott, daqui a pouco é virtual. Aí muda o tema para Star Wars.
Na época dele foi o show do Marshmello, sabe aquele DJ lá famoso, cara? E era assim, não, eu não posso perder de jeito nenhum, pelo amor de Deus.
Um dia eu parei e falei, cara, esses cara tem uma estratégia muito interessante de manter o cara naquele jogo ali, porque sempre tem uma novidade, sempre tem uma revolução. Aí muda o mapa, muda o personagem, aí tem carro novo, pneu novo, tênis novo. Aí você tem que comprar o tênis, o carro, cai no meu cartão.
Então vejo aqui R$20, não sei o quê, tudo skin ou é sei lá o quê aí.
E isso aí, cara, é um negócio que o Vero falando de, de, ah, mas a gente não pode esquecer, cara, que do nada a gente parou de falar de um negócio que foi o multiverso, cara. É mesmo, cara, onde todo mundo ia ter uma vida lá, né, que era o Fortnite. Eles falavam que era o desse multiverso.
O que aconteceu? Morreu, cara, ou só vão tentar de novo?
Cara, assim, vamos lá, multiverso e empresas, muitas empresas, metaverso, né? O metaverso, muita, muitas empresas usam hoje, ainda usam, muitas empresas usam.
Sério?
Então, por exemplo, empresas que desenvolvem motores, entendeu? A empresa de aviação, ela põe, ela põe para fazer as imersões ali, ela põe um motor aqui em cima da mesa e chama o engenheiro do Japão, engenheiro não sei da onde, todo Igual tinha lá no prédio da Petrobras lá, né? O prédio da Petrobras, que usaram duas vezes. E a Petrobras, cara, ela tem um projeto muito grande com a Meta, é para poder pegar o seguinte, cara, plataforma de petróleo é um negócio super perigoso.
Então eles constroem uma gêmea digital que a gente chama da plataforma. Isso, digital twin. E aí o operador, em vez dele estar na plataforma vendo se tem um vazamento e tal, ele tá com óculos, sim, e de imersão ali e mexendo na Digital Twin, que tá mexendo lá na plataforma de verdade.
Ah, entendi.
Ele tá seguro, entendi.
Eles têm um projeto, é como se tivesse um avatar dele ali, né?
Exatamente. Eles têm um projeto gigantesco disso.
O Robonaut era assim, não era? O cara era meio mercego, né? O cara vestia e o robozinho é isso.
Mas quando veio lá o famoso, para quem não sabe, a data é 30 de novembro de 2022, quando a OpenAI lança o GPT-3.5. Daquele dia em diante, cara, ninguém mais falou de metaverso, cara. Você vê que ninguém mais fala. E era tanto que fez o Facebook mudar de nome, né, virar Meta por causa disso, né. E, cara, é um negócio que ficou, caiu no esquecimento total. Aqueles óculos também, os óculos e o Fortnite diziam que era um começo de um metaverso ali, entendi, né, que você ia lá, você tinha o seu avatarzinho, participava da festa, isso, participava da festa, e depois o Roblox também.
Interativo com a galera.
Então essas coisas eram começo desse metaverso, que agora ficou meio aí. Até pouco tempo atrás, o Mark Zuckerberg ainda investiu uma grana recente ainda. Hoje eu ouvi falar que agora ele terminou com o departamento, parou, mas fechou.
Quanto dinheiro ele não investiu nesse metaverso? Era aposta dos caras.
Ele investiu muito. Você lembra quando ele entrou de óculos, né?
Não lembro.
E teve gente gastou uma grana comprando terreno lá, investindo lá dentro, investindo.
É, muita gente, algumas Algumas cidades chegaram a fazer, acho que Chicago chegou a ter uma Digital Twin. Chicago, tiveram algumas cidades que tiveram o Digital Twin.
E aí, pensando, vou agora que tá barato ainda, já vou garantir minha espaço no início.
E aí aquele negócio, falavam na época, né, que a sua vida no metaverso poderia ser muito melhor do que a sua vida real.
Porque é, porque já tem isso em várias obras de cinema, e Jogador Número 1, Jogador Número 1, exato, Strange Stranger Days, não sei se você lembra, que era em 1999 lançaram esse filme, que era tipo uma droga essa realidade paralela. A galera ficava nos becos, nessa coisa, e ficava nessa vida onde eles tinham uma mulher que queria, um emprego que queria, e ficava lá drogado. Por que que eu vou viver uma—
Imagina você andar na sua São Paulo, que só tem coisa que você quer.
Pô, com certeza.
Bom demais, né, cara? Para que que eu vou para a realidade? Aí o pessoal fala assim, pô, será que o cara vai querer sair do metaverso e voltar para a realidade?
É, Surrogates é mais ou menos isso, é substituto. O Bruce Willis, os caras estavam velhos e doados, e o avatar dele vivia a vida por ele lá, entendeu?
Então assim, o que eu acho muito interessante nesse filme, que também tem no filme do Homem de Ferro que tem o Mandarim, que eu acho que é o Homem de Ferro 3, é o 3, é que o cara que é o subversivo, dissidente, ele é tudo uma farsa do sistema. É no Substitutos, eu vou dar um spoiler porque, puta, filme antigo, né, pô? Aí tem um cara meio dread Coloca os pôsteres aí, por favor. Vê se você acha lá o rebelde, lá o dissidente, com o cara, o substituto.
O cara tem um dread, ele fala como se ele fosse um ser humano de carne e osso. Falou, eu não uso isso, eu sou eu mesmo. Isso é um absurdo, pô, porque a gente perde. Aí de repente alguém dá uma paulada nele, era um robô também. Claro, acho que era mó manipulação o negócio. O Mandarim também, quando o Tony Stark pega ele e fala, pô, você é um terrorista Não tem onde estar nada, só a toa, cara. Segue tudo fechado.
Eu acho que os dois concordam que em algum ponto vai rolar isso.
É o substituto.
Em algum ponto vai rolar isso, quando tiver uma realidade tão boa quanto, top, que você sinta as coisas, sinta cheiro, sinta o toque e não sei o quê, que isso vai acontecer.
Você vê que naquela do jogador número 1, o cara tem uma roupa que até a mulher encosta nele, ele começa a ficar empolgado, né, que ele sente. Quando toma uns cascudos também sente, né, a pancada. Quando tiver nesse nível, talvez com Neuralink o cara já conecta direto.
Falaram que o metaverso não foi para frente por conta de uma barreira tecnológica, né? É também a conexão. Então assim, o nosso, embora a gente tenha o 5G hoje, funciona legal, mas ele, você ia entrar no mundo e de vez em quando o mundo ia dar um, entendeu?
Dava uns glitches, dava uns glitches, dava um delay.
E eu brinco com a galera, quando eu vejo uma luz piscando, eu filmo, faço um story, falar aí, ó, galera, ó, ó, o bug na Matrix. O pessoal fica louco, você acredita nisso, tá? Mas é que o pessoal falava isso.
É, eu não acredito que vai ser assim uma versão. Acho que é mais o lance do chip implantado mesmo.
Mas pô, mas aí vai ser pior, né?
É pior, com certeza é pior, com certeza.
Mas os filmes antigos sempre são uma luva, um visor, Em alguns o cara fica pendurado, né, numa coisa que ele não toca o chão. Outros é aquele chão que vai passando tipo uma esteira para todos os lados.
Que é mais ou menos aquele device que a galera usa quando põe o óculos, né, para poder andar, né, para andar. Você não fica numa cerquinha ali para você não bater nas coisas e tal.
Então deve ter muita coisa sendo experimentada, né, parece.
Agora escreve para a galera aí no chat, diga aí, galera, o que que vai acontecer o ver como é que o metaverso encontrar com a IA.
Ah, tem essa, né?
Imagina, aí o negócio vai ficar interessante. Esse negócio do, da história da Meta que descontinuou o metaverso, tem uma história interessante. Vou ver se o Homer acha para gente. O nome do cara é Palmer Luckey, L-U-C-K-E-Y. Esse cara era um jovenzinho gênio que, segundo ele, ele criou o óculos de realidade virtual, óculos, a empresa óculos dele. Ele criou em casa assim, né, moleque, sei lá, 16 anos. E aí a Meta, o Facebook, comprou a empresa e ele foi junto com a empresa para dentro da Meta.
E ele tava trabalhando lá até que— aí, é esse aí. Mas vê se você acha uma foto mais recente, que aí ele tava meio— aí ele tava mais Nutella assim. Agora ele tá cabeludinho, com a barbichinha, com a barbinha, tá todo— só anda com as camisas estampadas, coloridas. Acho que agora que ele tá nadando no dinheiro, né? E aí, o que aconteceu? Ele tava lá trabalhando junto com a Meta, né, desenvolvendo metaverso, né? Porque eles puxaram, compraram o óculos dele, o óculos RV, né, virtual, VR, né?
VR, que é virtual reality, né? Óculos VR. Só que aí, o que aconteceu? Na primeira eleição do Trump, que foi em 2016, se eu não tô enganado, ele soltou um negócio assim meio que favorável ao Trump. Aí a galera da empresa fez uma rebelião contra ele lá dentro pedindo para ele ser demitido. Caramba, falou um absurdo! É, agora ele tá mais metidinho na Playboy agora, né? Aí, cara, sabe o que aconteceu? Ele foi expulso do conselho lá da Meta, do board.
Ele conta essa história depois, que no mesmo dia ele ligou para uns amigos. Sabe o que que ele fez? Ele era nerdzão de videogame, né? Né? Ele criou a empresa Anduril Technologies.
Caramba, ele que é o criador da empresa mais moderna de armas hoje.
Tudo que ele via nos videogames, ele começou a fazer de arma para vender para o governo americano. E qual foi a estratégia dele? Essas grandes contratantes de defesa, Lockheed Martin, Raytheon, Boeing, por aí vai, é, o governo americano faz um edital e falando assim: eu quero essa arma, esse tanque, esse licitação. Aí quem oferece o melhor projeto ganha a licitação, ganha a concorrência. Ele não, ele já fabrica as armas e chega com portfólio de arma e fala: aí, aí, quer alguma dessas?
Porque ele já se antecipa o que que eles querem, já faz antes. Caramba, é o cara malandro, né? Só que esse cara hoje virou magnata da guerra, meu irmão. Um moleque, molecote de nerdzinho de videogame, maluco.
Aí tu juntou o Peter Thiel, né?
É Peter Thiel total, porque o Duril tá ali embaixo, né? Tudo quer ser Os Anéis, tudo nome de Anéis, né? Então é Mithril, Mithrandir, né? Palantír. É só coisa do Senhor dos Anéis para quem gosta. Inclusive, lembrar a galera, Vilela, nós temos um programa aqui ligando os pontos só de Senhor dos Anéis, que é legal para caramba. Vocês são suspeitos, né?
Você também, Vilela? É mesmo, cara?
Ó, que legal!
Pode falar um negócio, Sérgio. Um cara que é nerd e não é fã de Senhor dos Anéis, é verdade, é verdade, é igual o cara falar eu amo futebol, você fala Pelé, nunca ouvi falar.
Eu diria que é a mesma coisa, o cara que fala de ficção científica e não leu Asimov, né?
Com certeza. Ou então nunca ouviu, não é isso, eu não conhecia não.
Você falar, é verdade, é o ABC, né?
Pô, total.
É o ABC, que é o Asimov, o Bradbury e o Arthur C.
Clarke.
Com certeza.
Eu tenho um andarzinho da minha estante é só dessa galera.
Eu tenho tudo deles ali. O que eu mais li foi o Bradbury, o Clarke, eu li quase tudo. E o Asimov é difícil, né, porque é um dos caras que mais escreveu livro na vida.
Ele escreveu sobre medicina, sobre fundação, é dele, né? Fundação são 7, eu acho, né? São 7 livros, né? São 5, tem a série, né?
Mais 2 que ele fez depois.
Qual desse aí que você acha que foi mais profético?
Profético?
É, ué, porque tem coisa do Asimov ali que você olha, tem coisa do Clarke, cara.
O Clarke é o mais pé no chão, né?
O Clarke tem um vídeo famosíssimo dele da década de 60 que ele fala: pessoal, vai ter uma época aí que ninguém vai precisar e no banco. Vocês vão acessar o banco por um aplicativo.
Tem um vídeo velhão do cara mais preocupado realmente acertar.
O Asimov, claramente ele tava lá na frente, mas as coisas que ele falava lá na frente a gente tá vivendo hoje.
O Asimov de robô.
Minority Report, eu não lembro de quem que é.
Quem que é mesmo?
É o Philip K. Dick?
Que também depois, né, é outra geração. Então o Bradbury era mais fantasia, né? Ele ele falava mais sobre o sentimento do que o— sim, era mais como o ser humano se sentia indo a Marte do que como que faz essa viagem para Marte.
Mas ele acertou agora, o Fahrenheit 471, ele acertou agora meio que sem querer querendo, né? Você viu que a Anthropic tava digitalizando ali, depois destruindo o livro?
Não, fala aí.
No futuro, os policiais do futuro são os bombeiros. Que que eles faziam? Eles entravam nas casas, procuravam livros, porque o livro virou uma coisa proibida, ninguém podia ter livro subversivo, então queimava os livros.
E aí fez igualzinho.
Então só que o que acontece, um bombeiro vê um livro e fica com pena e guarda o livro. E aí ele vai lendo e fala, cara, esse negócio é fantástico. Aí descobre outras pessoas que também são subversivas, só que é uma comunidade que tem os homens livros. As pessoas guardavam livros na sala, cada um decorava um livro, né? E aí ele, quando chegava velhinho, ele passava por uma criança, aquele ia ser Shakespeare, ia ser o Hamlet, outro ia ser o Morro dos Ventilantes. Então ia ser muito louco, né, essa ideia.
E acertou então, né?
Antrópica começou a fazer isso, né?
Os cara já, o 1984 total, né?
George Orwell. O outro do Huxley, Admirável Mundo Novo.
Todos esses caras acertaram em alguma parte.
Ó, o Fahrenheit, é sério, é filme isso?
Esse é filme.
Maneiro.
Não sei se fizeram série também, parece filmes aí.
Agora, como pode esses cara, né, terem, né, esse insight, né?
Eu acho que os caras veem o que que acontece, o cara vê na guerra, ele só joga lá no padrão.
Acho que os cara tem um KI alto também, ele consegue identificar padrão, e aí o cérebro do cara já prevê pela tendência o que que vai chegar, né? A gente pode esquecer Júlio Verne também, né? Com certeza, só 20 mil léguas submarinas, essas coisa, o cara foi altamente profeta, né?
Eles só colocaram um elástico, né, tipo estilingue. Mas tem essa, pode ter alguma, alguma coisa?
O próprio Elon Musk quer lançar lá da Lua com uma catapulta.
É sério? Sério. Imagina, ele quer colocar a aceleração da parada.
No princípio que a Lua, a gravidade da Lua é pequenininha.
Ah, tá, da Lua para fora. Achei que era daqui para Lua.
O que que o Elon Musk quer fazer? Ele quer colocar o Optimus, que é o robô dele, na Lua para jogar os satélites. O Optimus vai produzir os Starlink lá na Lua, fabricar lá e vai colocar numa catapulta. Catapulta vai jogar o Starlink.
Aí sim, resolveu.
Júlio Verne da vida.
Sensacional. Eu não sei se você já ouviu essa história.
No celular do Vorcaro tem muito catapulta, né? Você não viu essa chegando, cara? Você não viu ela chegando?
Você lembrou disso é porque eu falei que era Festa dos Astronautas, entendeu? Ligando, ligando, ligando, e tá falando do espaço, astronauta, né? Será que foi por causa disso que ele teve essa ideia?
Os cara tão falando que eu tô parecendo com o Vorkar. Olha aí, ó, só falta aparecer agora no celular lá um Júlio Verde, aí todo mundo vai falar, caramba, cara intelectual!
Os cara tem tudo codinome, né?
Codinome de Júlio Verde. O Capitão Nemo ia ser uma boa, hein? O Júlio Verne, ele fez também aquela Volta ao Mundo também, 80 Dias, cara, muito bom. Fora o H.G. Wells também, né? Viagem no Tempo e tal. Ele tem até o livro sobre— ele tem um livro também que virou clássico, H.G. Wells, de teoria da conspiração, que eu esqueci qual que é o nome. Um livro, acho que é tipo uma Ordem Mundial, alguma coisa assim também. O H.G. Wells não era bobo não, o maluco tinha uma visão.
Agora, um cara também que ia para ficção científica, mas aí já foi para o negócio mais bizarro, é o próprio Lovecraft também, H.P. Lovecraft, né? Só que é um negócio, uma atmosfera mais de terror, né? Mais grotesca. Guerra dos Mundos, Homem-Invisível, Conspiração Aberta, Ilha do Doutor Monroe, acho que é Conspiração Aberta, se eu não tô enganado. H.G.
Wells, Moderna Utopia, Breve História do Mundo. Aqui não aparece, só peguei os principais.
Vê de quem é, acho que é do H.G. Wells mesmo, que é interessante para caramba esse livro. Ô Vilela, sabe o que eu pensei aqui agora? Não sei se o Serjão gosta disso aí. Stephen King também tinha coisa de ficção interessante também, né?
De ficção não tinha. Às vezes o final é ficção, mas ele leva sempre para um suspense, e às vezes o final é alienígena assim. Mas eu não lembro do livro de ficção, de espaço assim, não tinha, né? Bom, não lembro.
Ele tem aquele, o 50 e T, que volta no tempo, né? Viaja no tempo, né?
Isso é interessante.
Para o assassinato do Kennedy, né?
Legal.
É, se for nesse, é, Under the Dome, acho que não tem como. Ele tem, ele tem umas, tem muita coisa que a gente vê as séries assim, nem sabe que é do Stephen King, né? Porque o cara escreveu um bilhão de livros também, né?
Um Sonho de Liberdade, se não me engano, é baseado no conto dele, né?
Tem muita coisa, os melhores filmes É um sonho de liberdade, o Green Mile lá também, né? Também traduziram como aqui esse Green Mile, que é o do negão lá com Tom Hanks, né?
Tom Hanks marcou. Espera de Milagre.
Eu pensei que você tava falando esse último, que era uma corrida mortal, que quem parasse morria.
Não, não, eu tô falando assim, você viu esse filme?
Não, é tipo um futuro distópico, tem uma corrida lá que o ganhador ganha não sei quanto em prêmio. Filme, mas a galera não pode descansar, não pode parar, senão é fuzilado lá.
Vê esse filme, esse filme que saiu aí agora há pouco, que a cidade vai sendo cercada ali por dinossauro e tal, vai tendo um como se fosse um terremoto. E aí não lembra desse não? Não, é com alguma, alguma, acho que é com o Ewan McGregor. Vê aí depois, homem, se você puder. Filme novo, Ewan McGregor, dinossauro, né?
Esse que eu falei. A Longa Marcha.
Ah, esse aí é a rua, não sei das quantas.
É esse, a rua não sei o quê. Mas falam que não é, eu não vi não, mas estão falando. Tem um também que eu não assisti, minha esposa que viu lá, que é com Wagner Moura, que ele não pode sair de casa, ele não consegue sair de casa, que é o vidro não quebra. Achou meio sambaio? É. Sambaio lá?
Sambaio lá.
O fim da rua, os caras estão falando.
O fim da rua.
A Longa Marcha. Ou morra.
Esse é baseado também no livro do Stephen King também, é O Fim da Rua.
É, O Fim da Rua é esse aí que o dinossauro contando conta. Qual? Esse eu não vi.
Fim da Rua também não vi não. Eu tô na metade da rua ainda, não cheguei lá ainda não.
Quando chegar no fim eu te aviso. Agora, para quem gosta de ficção científica, tem que assistir o Silo, cara. Silo, cara, 3 temporadas, é um, pô, é uma série de ficção pura assim.
É.
E para onde vai na terceira temporada você nem imagina.
Assim. Putz, eu comecei a ver, cara, no avião agora que a gente fez uma viagem com minha esposa. Aí só que eu falei, cara, eu tava preparando a palestra, aí eu falei, não vou poder ver uma série agora não, vou ter que preparar palestra.
Ó, os cara adorando esse podcast dos 3 calvos aí. Aí você zoou, né?
Podia falar dos 2, né? 3 vai vacilar, né?
3, colocar você no meio, aí foda, aí vai ver que é você.
Será que é o ângulo aí? Será que às vezes o ângulo não ajuda, né? Não sei como é que tá de ângulo aí.
Mas nesse negócio da Neuralink, você viu essa notícia que saiu recente?
Qual?
Que o cara, que a Neuralink conseguiu ler o pensamento de um paciente.
Como que é? Em imagem?
Ela conseguiu pegar o cara, traduziu a onda cerebral em palavra. O cara conversou com a mulher, não, o cara conversou com a mulher dele ele, só que sem falar, com a Neuralink. Ele não fala, mas ele pensou.
Mas é possível? Existe uma parte onde essas coisas se formam?
Eu não vou conseguir pegar aqui agora na mão, que a gente tá ao vivo, mas se o Homer me ajudar, tem estudos que a Universidade de Maryland, se eu não tô enganado, que com eletrodos assim por cima do crânio eles já traduziam não só as palavras, frases e imagens. O cara imaginava uma cadeira, aparecia. Bom, semelhante ao que ele tinha imaginado.
Consegue movimentar um braço com impulso elétrico.
Então não é tão—
e o Elon Musk falou que agora a próxima coisa é voltar a visão, né, da galera. Sim, é voltar a galera enxergar, tipo, é transformar o povo, é uma câmera que transforma impulso e joga ali para o cérebro e forme a visão para galera. E esse negócio aí foi agora, foi bem recente, do paciente conseguiu falar com a esposa dele dele usando Neuralink. Ele pensou que ele queria falar, a Neuralink leu, traduziu. Isso, essa aí, essa é a imagem, essa é a imagem.
Como assim a imagem?
Essa aí é a imagem que é gerada, isso aí é a imagem do cérebro.
Aí você pega isso aí e traduz as palavras, uma inteligência artificial vai interpretando isso de alguma forma.
E aí tá ali, ó, Elon Musk consegue ler a mente humana, que é aquela parada que vocês estavam falando, né? E agora aí, daqui a pouco, cara, vai ter filme baseado em sonho, né?
Não existe mais privacidade, porque o pensamento é a maior privacidade que existe.
É tipo, os caras vão cobrar imposto. Vamos supor, sonhou que tava na França, pera aí, vamos taxar você. Aí você começa, vai, então vou só sonhar com Osasco, com Diadema, que é mais barato, né?
É o IOF, né? É o IOF do sonho.
É mesmo, vai ter IOF fora do país.
Você sonhou, querido?
Se tiver split payment, então ferrou, né? Que é isso.
Não, em Marte, em Marte os caras vão cobrar mais ainda, né?
Tem que sonhar.
Se sonhar com uma baranga é mais barato, a mulher bonita é mais caro.
Mano, cara, tá indo muito rápido esses negócios.
Tá bravo, tá bravo. E a preocupação que se tem nisso é o limite da gente, mas o limite da gente é processamento, o Sacane?
Cara, não, o limite hoje, né, voltando aí que você tava falando um negócio de IA, né, a IA tá chegando num gargalo que é energia. Energia é um baita de um gargalo para inteligência artificial. Porque não tem hoje para você treinar esses modelos aí de trilhões e trilhões de parâmetros. A quantidade de energia e de água que você gasta é um absurdo. Então assim, nós estamos num patamar que não dá. Eu não consigo fazer hoje um modelo que tenha mais não sei quantos trilhões de parâmetros, porque eu não tenho energia suficiente para aquilo ali, entendeu? Então a gente tá batendo nesse, o grande gargalo da IA é esse aí.
Eu acho que a fusão que ia resolver isso, né?
Por isso que a galera quer fazer algumas coisas, quer colocar servidor no espaço. Sim, para, porque não sei, além de resfriar, você tem energia 24 horas.
Você põe um painelzão solar captando energia, não tem noite, a não ser quando tem aquele eclipse que o sol fica entre a Terra e a Lua.
Aí ferrou, aí torra tudo.
A dificuldade é levar tudo e lá, claro, né?
Então, mas a NVIDIA já colocou alguns de teste e tem algumas outras empresas já estão colocando pequenos servidores no espaço para testar, mas fazendo prova de tecnologia.
Não, só uma prova de processamento. É a informação vem por rádio, onda de rádio.
Aí o que o pessoal fala o seguinte: mas e aí? Aí é o seguinte, cara, vamos supor que você tem coisa que você não precisa é ser em tempo real.
Sim, entendi.
Tem coisa que você pode deixar soltou lá na sua casa, você vem para cá e pega na hora que você voltar.
Isso, isso.
Isso aí você pode mandar processar no espaço, coisa que em tempo real você processa aqui na Terra, porque do espaço para cá vai ter um delay, dá uma dividida ali, né?
E com isso vai dividir, gente, vai para lá.
Exato. E aí você tem a vantagem do resfriamento, entre aspas, tá? Porque o espaço em si ele não nem resolve tanto esse problema não, porque tem lugar que vai ficar muito quente e tal, e no balanço ali, é, vai depender, depende da época do ano, se é verão, inverno. Mas é a energia sim, porque você pega um painelzão solar captando energia ali e aí você resolve esse problema. E tem a Lockheed, ela já tem um projeto para colocar servidor na Lua.
Entendi, na Lua, que a gente sabe, né?
Mas a gente não sabe exatamente. E aí eles já detectaram locais na Lua aonde eles podem colocar servidor, e aí sim resolve o problema da temperatura gigantesco. E o problema da energia também, porque tem lugar na Lua que o sol nunca se põe, porque a Lua não tem inclinação.
Ah, entendi.
Então você colocando painéis solares naqueles pontos específicos, você gera energia o tempo todo. Por isso que a galera fala que a Lua realmente é o objetivo de todo mundo, é o próximo obstáculo para poder fazer isso, porque não tem como hoje. Vamos supor, a gente tá falando aí dos caras que são os donos das maiores IAs que tem, entre eles tá o Elon Musk. O Elon Musk não vai conseguir pegar o Grok dele e fazer o Grok dele ser melhor em número de parâmetros do que um GPT, do que um Claude, porque ele não tem, cara, não tem mais, não tem mais energia suficiente para ficar gerando aquele, para aquele modelo ficar girando aqueles, aqueles bancos de treinamento gigantesco, entendeu?
Então, e aquele projeto da China de botar no fundo do mar lá, é a ajuda?
Como que funciona isso? É essa ideia, né?
Ah, para resfriar, para resfriar, porque como eu falei, o problema todo é energia. Energia serve para quê? Para ligar o negócio e para resfriar também, porque se não resfriar vai torrar todo o sistema, entendeu? Então a China tem essa ideia de colocar no fundo do mar e os Estados Unidos, algumas empresas com a ideia de colocar no espaço e na Lua. Então por isso que o pessoal fala que tem essa corrida, cara. O problema da Antártica É, você pode até levar.
Tem um pessoal querendo colocar no Polo hoje. Hoje na Antártica o pessoal não quer pôr tanto, porque Antártica tem todo aquele tratado, tem um monte de coisa, é meio polêmico. Mas no Ártico sim, sim, no Ártico o pessoal quer colocar. E dizem também, né, porque uma outra notícia que saiu na sexta, não foi? Qual? A Groenlândia, né? Da Groenlândia, a Groenlândia, o Trump foi lá e comprou a Groenlândia do Dinamarca, meu amigo.
Falou que é para sempre agora, para sempre.
Agora ele tá lá e vai Então, cara, Groenlândia pode ser lugar para instalar servidor para caramba, tem muita terra rara, Groenlândia também tem.
Então pode ser uma— tá no meio lá do—
tem a parte estratégica da geopolítica, né?
Trump falou aquele negócio, a gente tem que se acostumar agora para ter guerras em volta da Lua. Aí imagina, o cara bota um monte de data center, de servidor, de painel, aí vem a Rússia, explode tudo.
É isso.
Então imaginou?
Então tem toda essa questão aí que o pessoal tá falando. Porque é isso, né? Não vai ter, cara. Para onde que vai desenvolver agora? Pô, eu quero um modelo comum, não tem.
Você lembra que alguns anos atrás o Putin ele ordenou explodir um próprio satélite? Você lembra dele? Que até alguns detritos foram para cima da Estação Espacial, deu uma polêmica terrível, né?
Então isso aí eles fazem, já conseguem derrubar coisa no espaço tranquilo. São os anti-SAT, né? Sim, são os anti-SAT, a SAT, né? Assad, são mísseis Assad, que é antissatélite. E o Putin, quando começou a guerra com a Ucrânia, ele falou que eles já tinham arma nuclear no espaço. A Rússia falou, a Rússia falou isso.
Mas a gente saberia?
Não é?
Por quê?
Porque a Rússia tem coisa que ela lança que é secreta.
Não, mas a gente veria, alguém veria isso. Não tem como ver?
Claro que não.
Por quê?
Não tem.
Aí você vai achar que é um satélite, você vai achar, você não sabe o que que é, porque não tem o formato, não tem nada, nada.
Quietinho lá, bonitinho, não tem traço de nada.
É, a ogiva também em si, ela é que eles chamam payload, né? Não é algo muito grande, é um negócio, você encaixa no míssil, né, balístico. Até o foguete da SpaceX você pode encaixar uma ogiva nele, por isso que eles têm que ter autorização do Exército.
Não, e quando a SpaceX lança, isso aí é até para galera, para quem acompanha lançamento comigo, quando a SpaceX lança para o Sim, ela não mostra segundo estágio, hora nenhuma. É proibido, é proibido por contrato, eles não podem mostrar, porque se você mostra vai pegar um pouco de telemetria, você vai dar uma pista para o inimigo onde é que tá, como é que é ângulo, tudo isso. Então a China, Estados Unidos e Rússia, eles têm muita coisa secreta mesmo, cara.
Aí o pessoal fala assim, pô, mas você transmite o lançamento. O lançamento não é secreto, mas a carga que tá ali a gente não faz ideia do que é, entendeu? Não faz ideia que tá sendo transportado. Exatamente. Então pode ser. Será que é arma? Não sei.
Será que é teu ET de Varginha que eles tomaram de volta para casa, né? Você não foi lá fazer o protesto?
Fui lá protestar lá na Casa Branca.
Eu queria pedir para o Homer bloquear o Tetra aí, que ele falou: que privilégio é do Vilela, ele veio das cavernas, ajudou a construir as pirâmides, está no mundo tecnológico. Tua mãe tá junto comigo desde essa época aí, ô Tetra.
É evolução, é isso que eu tô falando.
Filho, tá? Vai querer herança, tá bom?
Falou, filhão.
Sabe o que que eu lembrei, Sérgio? Eu não sei se você já ouviu essa história, não sei se você também vê ela. Os caras queriam começar a fazer isso, 1890, não me lembro, queriam começar a fazer transferência de grana da Europa para os Estados Unidos e de informação também. E aí eles tinham que passar um cabo da Europa até chegar nos Estados Unidos, só que que não tinha como você botar o cabo inteiro, porque imagina um cabo todo enrolado, não tinha como, o navio não conseguia carregar um cabo daquele tamanho, carretel.
E aí eles tiveram a ideia de botar a fábrica dentro do navio, eles iam fabricando o cabo e passando o cabo, né? Eu acho que com essa expansão de data center para o espaço, a lógica é mais ou menos parecida com essa, né? É isso mesmo, você não vai mandar tudo para lá, você fabrica lá e lança de lá.
Barato. Essa é a ideia, né? Você lançar da Lua é muito mais barato, né, cara?
Com estilingue mesmo.
O Elon Musk tem lá o videozinho lá no site da SpaceX lançando as catapultinhas, lançando os Starlink.
Doideira aquilo, né? É muito interessante, cara.
Vamos falar um pouco de terremoto e vulcão aí? Que que você quer falar primeiro? Terremoto. Por que que tá rolando tanto terremoto? Ou não está?
Não está, viu, galera? Tá normal, o mundo está normal, fiquem tranquilos, cara. A questão é a seguinte, É o lance da divulgação, né? Hoje a gente tem muito mais divulgação. E hoje acontece um negócio muito legal que eu vou contar aqui para galera. Se você tem celular Apple, acho que não tem, mas se você tem celular Android e você chega hoje num país que tem muito terremoto, vou pegar Colômbia, que aqui do lado, o seu Android ele entra na rede de alerta de terremoto.
Ah, legal.
E aí tem um negócio sensacional, cara. Todo celular tem um negócio chamado acelerômetro, que é o negócio que dá velocidade, a direção e tudo mais. O acelerômetro, ele é algo muito sensível e ele consegue sentir o terremoto segundos antes dele acontecer, segundos antes da onda chegar até a gente. E aí o que que isso tem salvo, cara? Milhões de pessoas, mas muita gente mesmo sai do prédio. Porque o que acontece, eu tô aqui de repente o nosso celular começa a pitar e daqui 30 segundos vai chegar a onda. Então vamos supor que eu tava saindo para pegar o elevador.
É quando o homem desce escada aqui, treme tudo.
Pô, eu percebo aqui, cara.
Você sente? É isso aí, tô sofrendo bullying aqui.
Ah, você não zoa ninguém?
Nossa, coitado dele. Isso então, né?
Injustiça.
Cada programa é 3 piadas de velho comigo, né?
Vou contar tudo para minha mãe.
E tem uns vídeos, cara, documentário muito, muito interessante no Japão, da apresentadora assim apresentando um programa sério. De repente o celular dela começa a pitar, ela pega, larga tudo e vai para debaixo da mesa. Passa 30, 40 segundos, chega a onda. Então é o que acontece, é isso, Vilela. Hoje a gente tá tendo muito mais divulgação, todo mundo tem uma câmera na mão. É, segundo, você tem esse sistema de alerta de terremoto que é igualzinho o alerta que a gente tem aqui da Defesa Civil. Ó, tempestade na Zona Leste.
Outro dia aí, né, ficou tão desesperada.
Ó, Tempestade na Zona Leste, tá tendo mais tempestade. Aí você olha e fala assim, caramba, cara, eu nunca vi tanta tempestade na minha vida. Mas não é, é porque tem isso. Então assim, o mundo tá normal, tá? Normalmente na questão de vulcão a gente tem sempre, todo dia, aproximadamente 50 vulcões em atividade.
Acho que é só quando Kim Jong-un também fazer aqueles testes no subsolo, dá uns terremotos provocados que ele fez recente agora semana passada.
Você sabe que é diferente, né? É, é muito legal o padrão da— eu sei porque eu trabalhei muitos anos aqui na USP no Observatório Sismológico.
Sim.
Então você tem o padrão da onda sísmica gerado pelo terremoto, deve ser um crescente, talvez, e o padrão da onda de uma explosão nuclear é totalmente diferente. Então você sabe identificar perfeitamente quando é um teste nuclear e quando é.
Sérgio, sabe o que que eu lembrei agora? Não sei se você assistiu, Vilela, é o Ataque dos Vermes Malditos. Você não lembra? Você não lembra?
Parece, mas não lembro nada.
É com Kevin Bacon.
Sim, sim, eu lembro até do pôster.
O filme começa com uma menina que é sismóloga, que ficou cismada com os tremores que estavam tendo.
Ah, sim, que era os vermes.
Era os vermes. É todo um estudo sismológico.
Claro, é lógico, faz todo sentido.
Interessante, já que a galera gosta de filme trash aí, né?
Faz todo sentido.
Esse aí eu me amarro nesse filme, cara. Lá em casa todo mundo gosta, porque ele é um filme trash, é meio tosco, mas é interessante para caramba. Eu gosto demais. Ataque dos Vermes Malditos.
Agora, o que acontece com vulcão é o seguinte, cara. A gente teve agora no começo de setembro o Krakatau entrou em erupção ali, foi bravo, né? E aí não é o Krakatoa, é o Krakatau, só que agora ele mudou de nome, tá? É Krakatau. Na verdade, o nome oficial dele sempre foi Krakatau.
E por que que a gente fala Krakatoa? Então a gente falava errado.
Então agora, e agora ele chama Anake Krakatau, que é o filho do Krakatau, porque o Krakatau mesmo não existe mais.
Pera aí, pera aí, explica isso daí, como que é.
O Krakatau era um vulcão que em 1883 entrou em erupção, e a erupção dele foi tão grande, tão grande, foi aquele som que deu 3 vezes a volta na Terra. Falam que aquele quadro Grito, sabe o quadro Grito? Falam que é inspirado no barulho do Krakatau, entendeu? Quando teve essa erupção, a montanha desabou, ela deixou de existir, sucumbiu. Só que aí foi tendo erupções, erupções, erupções, E aí criou uma nova montanha no lugar, que é esse cara aí, que é o Anak Krakatau, que lá na língua da Indonésia quer dizer o filho do Krakatau.
E ele entra em erupção de vez em quando, e ele entrou em erupção agora. Aí vai falar assim, ah, matou, cara, não matou, matou, matou 8 pessoas, que foram 3 tripulantes de um barco e 5 jornalistas que resolveram ir lá perto dele, curioso, curioso, e aí não deu boa, eles morreram. Só que ele é um vulcão que ele tá no meio de uma ilha, lá no meio entre Indonésia ali e Filipinas, é aquele pedaço, ele chama Estreito de Sunda. Não mora ninguém. O problema, cara, é que a erupção dele jogou cinza a 15 km de altura.
Loucura, né?
E aí o aeroporto, por exemplo, de Jacarta, que é super movimentado ali, fechou. E aí foram 300 mil pessoas deslocadas ali que foram impactadas pelo vulcão. Entendeu? Mas ninguém morreu e nem nada. Ele é um vulcão assim, ele é muito interessante porque ele tá mudando a forma dele. Toda erupção que tem, ele muda. E aí tem as imagens de satélite e tal, não sei o quê. Então vamos lá, esse aí não tem problema nenhum. Agora, tem vulcões que tem risco para a humanidade? Aí temos.
E aí, lógico que se eles entrarem em erupção, aí o negócio fica feio. Mas é regional ou mundial?
Mundial. Mundial.
Em tese já houve.
Já ouviu falar disso?
É, mas explica por que que um vulcão consegue atingir globalmente, cara.
Então vamos lá, primeiro que vulcões, eles, olha que interessante, eles ajudam.
Ajuda o quê?
Ajuda a diminuir a temperatura do planeta.
Então pera aí, pera aí, dá uma escurecida, né? Aí você, muita gente acha errado, é bem dosado, né? Porque quando erra a mão aí vira era glacial.
Vulcão, muita gente acha que ele joga muito CO2 para atmosfera. Não, não ele joga um negócio chamado SO2, que é dióxido de enxofre. SO2, dióxido de enxofre, que é daí que vem o cheiro, o cheiro, o cheiro do inferno, né? A porta do inferno, a porta do inferno. Por causa disso, as partículas da cinza vulcânica, quando elas são jogadas na atmosfera, elas refletem o raio solar, certo? Então quando você tem uma erupção muito grande, ela ajuda a reduzir a temperatura do planeta.
Em 1900, por um bom tempo, por um bom tempo. Em 1991, o Pinatubo, que é lá naquela região também, ele entrou em erupção, erupção gigantesca. Só o Pinatubo reduziu a temperatura do planeta em meio grau.
É mesmo? É, caramba!
De tanta cinza que ele jogou na atmosfera.
Ele jogou tanta cinza, mas altera muito a chuva, o clima, meio grau que você falou, meio grau, né? Meio grau gera impacto no ecossistema mundo todo. Você vê essa questão do El Niño aí, uma diferença de agora, o recorde são 3 graus, né? Aí arrebenta tudo, 3 graus no mar, né?
Não tô falando, mas meio grau já, já mudou bastante coisa, ajudou, diminui a temperatura do planeta, entendeu? Óbvio, igual disse o Daniel, você não pode entrar tudo em erupção porque aí vira um inverno, né? O inverno nuclear que a gente chama, né? Uma era glacial, aí mata tudo, tudo tal, e acaba com tudo. O Yellowstone, ele corre esse risco.
O Yellowstone, cara, ele é um supervulcão Coloca a foto lá, ele fica no parque lá.
É o parque de Yellowstone.
Tem a série também, né?
Tem a série também, que é naquela região. É porque a região inteira—
Geyser ou geyser?
Geyser.
Geyser é o quê?
Cara, é o geyser.
Porque tem cheiro de enxofre.
Tem cheiro de enxofre pra caramba, porque geyser acontece em vulcão.
É o jato de água, né?
É o jato de água, né? E com muito enxofre, né?
É tipo um bidê ali, né, cara?
É, só que não põe a sua bunda, que você vai tostar ela.
Fica só o ossinho.
Vai voar lá, vai voar, porque ácido sulfúrico lá, lá, lá, ácido sulfúrico no Toba, que a galera adora quando eu falo, porque o Toba é um grande vulcão que tem no mundo, sabia? Ele chama-se Toba.
É mesmo? Sabia não, eu nunca sei.
Pior que não é não.
Olha lá, esse qual que é, cara?
Não, isso aqui então, isso aí é uma imagem clássica do Yellowstone, porque o Yellowstone a gente não vê ele, é gigante, é uma área enorme, e ele tá meio ali, ele tem pontos aonde tem pontos aonde você vê uma cratera ou um lago desse.
E se ele tivesse nada escondendo?
Não, isso aí é um dos lagos dele.
Ah, é um dos lagos?
É um dos lagos. Só que ali do lado tem outro, tá vendo?
Por que essa cor assim, esse azul?
Não, aí é cor que o cara colocou.
Ah, não é assim?
Não é assim não, tá? Então o Yellowstone, se ele resolve entrar em erupção, ele causa um problema mundial. Tem um outro que é muito— esse aí, mas desculpa, mundial, tem como saber se ele vai, quando vai?
Tem como saber monitorando ali.
Ele é totalmente monitorado, você tem, você tem ideia de como que tá.
Vai entrar em erupção, é quanto tempo eu tenho para fugir de lá, por exemplo?
Cara, o problema é o seguinte: fugir de lá é uma coisa, agora fugir do efeito dele você não vai conseguir.
Não tem como.
Se ele entrar em erupção, exatamente, aí tem que ir com Elon Musk. Mas tem um vulcão, esse eu visitei lá na Itália, que fica na cidade de Nápoles, e no meio dele está nada mais nada menos que o estádio do Nápoles. É, o estádio chega no meio dele. Esse vulcão chama Campi Flegrei. Aí depois procura aí para nós, cara. Campi Flegrei, Nápoles. O Campi Flegrei, ele é um supervulcão também, igual o Etna. Ele tá ativo, cara. E você vai lá em Nápoles e você vai nos pontos certos onde tem as fumarolas, que a gente chama, que é onde tá saindo.
E aquele cheiro é, dá um cheirinho, cheirinho de podre, né?
300 mil pessoas dentro da caldeira do vulcão. E sabe o que acontece em Nápoles? Tem um negócio muito legal, coisa que a gente não tem nem ideia. Essa galera que vive perto do vulcão, eles vivem vendo os alertas. Então o alerta tá verde, amarelo, tal. Quando o alerta fica amarelo, a galera sai de casa e vai dormir na praça em Nápoles.
É mesmo?
É, porque o vulcão pode entrar em erupção, cara.
O que adianta até na praça?
Não vai adiantar nada. Eu só quero viver a minha morte, cara. O que o pessoal fala é o seguinte: se o Campi Flegrei entrar em erupção, 300 mil pessoas são incineradas na hora, imediatamente depois, né? Então ele é um supervulcão que fica ali na Europa e ele sai, você vê a fumacinha assim. Eu tive lá na fumarola lá e você vê a fumacinha saindo e tem aquele cheirão assim. E a galera mora lá, cara, e a galera mora dentro, cara. A galera não é que mora lá, elas moram dentro da da caldeira, na boca do baú ali.
E o estádio, não, esse é o Vesúvio, esse é o Vesúvio que fica em Nápoles também, que é o de Pompeia, né, famoso.
Tem estrada até lá no topo?
Tem, eu fui lá em cima, é legal demais, é legal demais. O Vilela, você vai lá em cima, cara, eu fui lá visitar ele.
Ô Serjão, a gente, ô Vilela, a gente tem que marcar esses bondes aí, cara.
É, viu, cara, é lindo.
A gente faz a parceria lá com a empresa de viagem, faz a excursão, faz a promoção, não Ó, na Itália a gente tem, ó, na Itália o Etna, que você sobe até lá na boca dele se você quiser, que é na Sicília. Aí você sai do Etna, vocês que gostam, a gente pode ir lá no Vaticano. Sim, a gente pode ir aonde? Em Castel Gandolfo.
Esse eu conheço, sabe? Castel Gandolfo é um vulcão. Então aí eu tô de pedalinho lá, aí a nossa tia lá, Vera, que mora lá, Isso aqui é um vulcão.
É isso mesmo.
Só que lá é extinto.
Para quem não sabe, Castelo Gandolfo é a residência de verão do Papa.
E tem o observatório ali espacial.
E eu fui lá, passei um dia lá. Passei um dia lá.
Eu entrei num sol ali.
É legal demais. Fui recebido pelo padre lá e foi legal para caramba.
Aí, ó, excursão é alto nível, cara.
É alto nível, alto nível.
Então, isso aí é o observatório.
Esse é o Castelo Gandolfo, é a casa do Papa. E o lago ali, ele é a cratera do vulcão. Olha o observatório ali, ó, tá vendo ali a cúpula ali do lado? Agora procura aí, cara, Campi Flegrei em Nápoles.
Não é flagrei não, tá? É flegrei, que é campo de fogo.
Tem esse papo que o vulcão ele leva muito, muita morte, mas ele é responsável por vida também depois.
Melhor terreno do mundo é o vulcão, melhor terreno do mundo.
Qual que é o Havaí? Qual que é o Havaí? É tudo aquelas ilhas, são todas Tudo vulcânica, Mauna Kea, Mauna Loa, tudo isso.
Agora, qual que foi? Eu tenho orgulho de falar que a cidade onde eu nasci, Londrina, durante muitas décadas foi a maior produtora de café do mundo, porque basalto da Bacia do Paraná.
Sim, ali a terra é muito vermelha, né?
Arenito basáltico é a melhor terra do mundo para você plantar. Por isso que ninguém quer sair de perto do vulcão. Isso, isso aí é uma das partes dele, né? Isso é É porque não dá para ver ele bem, porque você tem, pega assim uma foto do estádio, o estádio lá chama Armando Diego Maradona, o estádio na Acrópole. Ele fica bem no meio, cara, é muito legal isso. Então assim, o terreno vulcânico, essa poeira branca ali não é por causa do Maradona não, não, não, não, não, não, não, aquilo ali é o solo do vulcão mesmo, do vulcão.
Então o terreno vulcânico é muito bom. Uma dica aqui para galera é o seguinte, Gente, o melhor, a melhor folha de charuto do mundo, ela é da Guatemala. Por quê? Porque a folha que nasce nos pés dos vulcões da Guatemala.
Entendi.
Falo que é a melhor do mundo por causa disso. Então ninguém quer sair de perto de vulcão porque o terreno é muito fértil, cara. Então como que você tira a galera dali? É, não dá, entendeu?
Então tem que ficar de olho ali para não, tem que ficar de olho.
Então aí o estágio, aí tá vendo?
Toda, todo este bairro, esse vale, seria a boca do vulcão, cara.
Isso aí vai tudo para o saco imediatamente se ele entrar em erupção. É imediatamente, é na hora, entendeu? E tem uma coisa legal, é que essa foto aí não dá para ver bem, mas se você ver a cidade de Nápoles, você vê que as casas são meio amareladas. Por quê? Porque por causa da rocha vulcânica chamada tefra. Que o pessoal comeu depois de muitas explosões. Tanto o Campo Flegrei já entrou em erupção muitas vezes, né, mas não nenhuma assim tão, tão grande.
O Vesúvio também, né. E o pessoal em Nápoles viu que depois, depois de muitos, muitos anos, aquilo ali virou uma rocha muito boa e começaram a minerar aquela rocha e construir as casas com aquela rocha. Então, cara, Nápoles é uma cidade muito interessante porque é uma cidade que está prestes a ser destruída por um vulcão, só que ela é toda construída, as casas, com rocha vulcânica.
Interessante, né?
Ó, que coisa legal, cara!
Muito legal.
Então é uma cidade muito interessante aí, visitem lá por aí.
Para quem gosta da pizza napolitana, apaixonado por vulcão, que que é o lance, cara?
Meu negócio com vulcão, Vilela, é o seguinte: já sei, você conheceu sua esposa numa viagem dessa.
Não foi, cara, antes fosse, cara. Eu acho vulcão sensação. Além do vulcão acabar com as teorias de conspiração de uma só vez, com contrárias.
Qual, por exemplo?
Terra plana. Não pode ter vulcão em terra plana.
Por quê?
Como você tem vulcão em terra plana? Essa terra plana, exato, onde você vai ter? Onde tá o magma da terra plana?
Não tem onde guardar o magma.
Como que a terra plana não é um disco?
Não é tipo um molho de uma pizza? É tudo magma e é tipo um molho de tomate.
Mas aí tinha que estar em cima, né?
Não tem onde guardar o magma, né?
Qual outra teoria?
Eu falo Pessoal, que acaba com essa e acaba com a teoria lá dos meninos da Terra jovem, lá, ué, do criacionismo. Lembra aquele dia que eles não queriam conversar de vulcão comigo? Aí vulcão, cara, a rocha vulcânica é a melhor rocha para a gente medir a idade da Terra. E você vai, por exemplo, Campo Flegrei, tem uma rocha lá que você mede a idade dela, não tem erro, ela tem 18 mil anos, que foi uma das erupções dele. Como você vai falar que a Terra tem 6 mil?
Não dá para falar, entendeu? Então ele acaba com várias teorias ao mesmo tempo. Vulcão é demais, cara, além de ser esse, né, né, a vida muito provavelmente começou na Terra em vulcões, né, nas fumarolas no fundo do oceano. Que o açúcar lá primordial, açúcar primordial não, cara. O lance é o seguinte, o que acontece com vulcão? Ele traz do fundo da Terra. Por que que a rocha vulcânica, o basalto e tal, é uma rocha muito boa para se plantar?
Porque ela é rica em nutrientes. Então os elementos químicos que vem do manto da São elementos muito bons para vida, principalmente. Então a vida, ela depende do vulcão. É um ciclo que tem muito famoso na Terra, que a gente, a gente só continua vivo por conta desse vulcão que tá ativo. E hoje, né, vamos dizer assim, a teoria, né, ou a hipótese mais vigente sobre a origem da vida na Terra é que a vida na Terra começou nas fontes hidrotermais, que não deixam de ser vulcões, no fundo do cometas.
É, tudo começou ali com os— o que acontece, vinha esse monte de elemento, tinha energia que era o vulcão, que a própria, né, que a própria chaminé ali do vulcão, e você tinha água. Então você tinha o solvente, a energia e os elementos químicos para misturar essa parada toda e começar a formar aminoácido, depois proteína, depois, depois vida e tal. O Heber, a gente tira sarro de mim que ele fala que é o Lulu da vida, né?
É o quê?
Eu falo que é a minha teoria do brululu.
Brululu?
É, veio lá tudo e virou vida. Não é bem assim, mas tudo bem, não tem problema não. E é uma coisa muito legal, cara, porque a gente fala assim, caramba, mas cadê a fotossíntese? Não aconteceu fotossíntese, né?
Porque tava no fundo do mar.
Mas acontecia quimiosíntese, porque tinham elementos ali que são elementos que a gente fala elementos catalisadores das reações químicas. Eles aceleravam as reações e aí fazia tudo. Então vulcão para mim, cara, e a gente só tá vivo porque tem vulcão. Se não tivesse vulcão, a gente não tava vivo.
O Sérgio tem uma teoria aí, já indo para a geopolítica do vulcão, de que um eventual, uma eventual bomba nuclear jogada no Yellowstone dá um problema complicado, né?
Ela pode, dependendo ela pode.
É uma pergunta que eu ia fazer. Não tem nada que a gente faça, tá claro que tô falando coisas absurdas, para evitar o vulcão, fazer alguma coisa para Jogar sal em cima do vulcão?
Não, para impedir é difícil, mas você pode disparar. A pergunta é disparar, acelerar, catalisar, né? Pode ter um oponente.
Ah, tá.
Você tem um inimigo que tem um vulcão igual Estados Unidos no centro do território, você joga uma bomba atômica em cima.
Tem alguma coisa que faz para evitar? Não tem.
Aí é só o Iron Dome lá.
Não tem nem atrasar, não tem, não tem. Assim, a gente consegue até ter uma ideia Tem um vídeo muito interessante na internet que o cara chega na boca de um vulcão e joga um saco de lixo. E aí ele joga o saco de lixo e do nada o vulcão começa a dar uma reaçãozinha, uma reação, é para você ver como que é, né?
Você mexeu no equilíbrio da parada ali, vai dar, vai cutucar com vara curta, vai dar problema.
Esse negócio de bomba atômica aí num vulcão, ele seria um negócio terrível, caótico, né? É bem caótico mesmo.
Então assim, cara, assim como nessa simulação que a NG que você fez no livro Guerra Nuclear, é a Coreia do Norte nessa hipótese lançaria uma bomba nuclear numa usina nuclear, e aí potencializaria o poder de destruição.
Mas a gente viu isso lá na guerra da Ucrânia. Qual que é o medo deles? A Ucrânia é o lugar onde estão todas as usinas nucleares da antiga União Soviética, inclusive Chernobyl. O medo dos cara é os cara jogar um drone, cara, jogar um drone numa usina nuclear.
Vai matar, cara.
Sim, por isso que é o lugar mais protegido, são as usinas.
Seria um crime de guerra, o crime contra a humanidade.
Exatamente.
Porque na verdade, Sérgio, eu vi isso com mais detalhe na série Chernobyl. Parece que se aquele trabalho que foi feito ali emergencial em Chernobyl não tivesse feito, o material radioativo ia perfurando a terra até chegar ao lençol freático. Poderia gerar um caos global aquilo, né? Exatamente, poderia ter destruído a humanidade.
Aquilo já gerou um caos na Europa inteira porque subiu, pegou ali as correntes de ar e levou chuva lá para Alemanha, coisa assim, entendeu? Agora podia ter atingido o lençol freático. Aí atinge o lençol freático, vai embora. Aí você não segura, né? Então toda vez que tem qualquer acidente, né, derramamento de petróleo, coisa nuclear e tal, o medo é que isso atinja o lençol freático. Entendi. Porque se atingir ali, você não tem como controlar, cara.
Simplesmente não tem. Ele vai embora, ele vai embora, vai contaminando tudo, e vai contaminando. Até quando deu o acidente lá em Goiânia, o medo da galera era que tivesse aquilo lá sido jogado num rio ou que chegasse no lençol freático do sésio. Porque se pega o lençol freático, acabou. Como que você faz? O cara abre a torneira em casa, tá tomando sésio, cara.
Não tem como limpar aquilo lá, não tem como.
Aí, isso que eu tô Eu tenho uma dúvida já um tempão, Sérgio. Acho que você que é o cara certo para me ajudar nisso. Vamos supor que, porque ali no Irã você tem algumas usinas nucleares, tem. Vamos supor que eles, alguém, Israel, Estados Unidos, ou por acaso, existe como contaminar o petróleo com material radioativo, isso, e tornar o petróleo inutilizado?
Cara, assim, para atingir ali pode contaminar o petróleo que já tá ali, né? Agora, o reservatório de petróleo não tem, porque ele é muito profundo. É muito profundo mesmo ali, né, que tá em terra. O reservatório é profundo. E o reservatório, que aí você vai falar assim, pô, mas o lençol freático, qual que é a diferença? A água, ela anda, né, vamos dizer assim, caminha pelas fraturas das rochas.
Sim, ela tem um poder de penetração maior nas fraturas.
O petróleo não. O petróleo, ele é mais grosso, ele fica nos poros das rochas e ele fica muito bem protegido. Porque se não fosse, ia ser muito fácil, né?
É só pegar e botar um canudinho, ia ser igual produzir água.
E não é, né? Muito mais difícil. Então vamos dizer, nesse caso, o petróleo ele tá muito mais bem protegido. Ele tá, o nome que a gente usa na geologia, ele tá selado, entendeu? Então ele tá selado. Então esse perigo de entrar material radioativo e entrar num reservatório de petróleo, é complicado, né? Agora, pode ser algum, ou no oleoduto, numa coisa assim, pode, entendeu? Mas aí também não é só, aí é só inutilizar, né, aquele petróleo ali, né?
O que eu fico ouvindo também é que, como o Estreito de Ormuz estava fechado, e aí os poços de petróleo ficam minando petróleo, eles não tinham mais onde guardar, não tinha mais. E aí eles tinham que começar a talvez tampar a Tampar o poço. Aí dizem que se tampar o poço, às vezes você não consegue recuperar depois, né?
Porque você mata o poço, você perde, né? A gente chama de matar um poço de petróleo.
Parece com nascente também assim, né? Que você mata a nascente.
Foi o que fizeram lá no acidente do Golfo do México, né?
Entendi.
Então, quando teve o acidente lá, o famoso lá da BP, Macundo, né, da BP, ali no, na, da Deepwater Horizon, que era o nome da plataforma, né, que explodiu, eles ficaram meses tá tentando fazer, como que nós vamos matar o poço.
Entendi.
Porque o equipamento que deu problema é um equipamento chamado BOP, Blowout Preventer.
O que que esse equipamento faz?
Quando ele detecta que você deu um probleminha ali, bolsão de gás, ele automático, ele é uma tesoura, ele fecha, ele corta o poço.
Entendi, para evitar de explodir.
Exatamente.
Mas aí nesse caso explodiu lá dentro, né?
Explodiu porque, sabe por quê?
Porque o BOP tava deslocado da boca do poço, tinha uma brechinha, e ele cortou.
Só que ele cortou aqui e o poço tava aqui do lado. E aí foi um dos assuntos ali, foi o erro na verdade foi da empresa que eu trabalhei, né?
Mas deixa, entendi. Ali na época, né, no manjo de petróleo, eu achei que tinha vazado petróleo de um navio que tava transportando, era do próprio poço, né? Então o poço ficava embaixo do mar ali, né?
Eles furaram, eles chegaram num bolsão de o equipamento leu, o BOP funcionou, só que o BOP tava deslocado da boca do poço. Aí ele cortou, mas não cortou nada.
E aquilo ali foi um dos maiores desastres até hoje.
É o maior desastre da era do petróleo, é esse, com certeza. Vai ser difícil ter algum, porque ficou jorrando petróleo do fundo do mar. Você lembra das imagens?
Lembro, ficar brotando, cara, meses, né?
Porque não sabia o que que ia fazer.
Como é que a BP conseguiu sobreviver a esse desastre e pagar sem indenização.
Foi um apoio do governo gigantesco, né? Foi intervenção do governo.
Tipo too big to fail, né? Vamos dar uma força. Exatamente.
Ela é uma das queridinhas da, né? Entendi.
É porque se você for pagar indenização disso, ninguém aguenta, né?
Ela foi, ela foi, ela teve toda uma proteção ali governamental para ela se manter. O que que fizeram ali? Eles furaram um poço do lado, entendeu?
Ah, para acessar?
Fizeram tipo uma drenagem ali dele e aí com isso Quando parou de vazar, eles conseguiram fechar. E o outro poço, ele não ficou aberto, ficou fechado. Então com isso eles conseguiram aprisionar o petróleo ali dentro.
E aí nesse caso foi mergulhador humano mesmo, é tudo com máquina, tudo robô, robô, que chama, os ROVzinho que desce.
Não tem ali no Golfo do México, é lâmina d'água de 2000, 1800 metros, ali não dá para mergulhar não. Então assim, o lance é, e agora a gente teve esse problema com petróleo, né? Lá na Arábia, né? Sim, explodiram lá o oleoduto e o petróleo. Quando começou a guerra, né, pessoal entender, a OPEP, né, os países portadores de petróleo, eles chegaram a um patamar, o petróleo não podia passar de $108.
Eles combinaram, né?
É, eles combinaram, eles iam controlar o preço, ia chegar a $108. Só que agora, na semana passada, né, quando atingiram lá o oleoduto, passou, chegou a $111. Isso aí foi um alerta meio que global aí, porque o negócio fica se eles continuarem detonando esses oleodutos, né, daqui a pouco, né.
E parece que a Arábia Saudita já falou que não vai mandar mais para Europa, né, diesel. E a Europa já tá numa situação complicada.
E naquela, e no sábado que teve aquele bombardeio gigante, né, de mais de 1.600 drones ucranianos na Rússia, uma das coisas que foi atingida, a maior, uma das maiores refinarias do mundo foi atingida. E eu saí, eu acho que hoje Acho que foi hoje que eu vi de manhã, Trump pedindo para dar uma aliviada.
Pô, não ataca na Rússia não, alivia aí, pô.
E eu acho que foi hoje de manhã que eu vi no Twitter lá, os cara pararam, cara, um caminhão russo, que é um negócio maravilhoso. Ele é assim, é foda porque é de guerra, né, mas é bonito para caramba, que ele é um caminhão radar. Sei, ele tá parado numa das principais avenidas de Moscou, que fica bem em frente à refinaria. Entendi, porque identificar antecipadamente, antecipadamente, que estão com medo da galera continuar jogando É aquilo lá, né, cara, que essa guerra, ela tanto é da Rússia com a Ucrânia como a Israel com ele, estão acontecendo em locais que são muito sensíveis, cara, são muito sensíveis, não só para energia, mas você tem o gás natural, você tem o hélio também, que vai lá para TSMC, para fertilizante, e fertilizante, né?
E a Rússia e a Ucrânia também são muito fortes fertilizante, né? E comida Então a gente tá num cenário assim de prejuízo, de um início de uma crise energética e alimentar também.
É isso mesmo.
Porque aí você fala, Brasil tá tranquilo, pô, Brasil depende de importar o Brasil, cara.
Boa parte, por incrível que pareça, ele podia estar tranquilo, né?
Isso é uma pena, né?
Primeiro, o Brasil não produz o gás natural.
Sim, porque triste, né?
Opção, joga fora, opção, ele queima, queima.
Né?
Ele queima e traz da Bolívia. Isso que é foda, isso que é o pior de tudo. Ele queima o nosso e traz da Bolívia.
Alguém tá ganhando, né?
Tem algumas sacanagens aí.
Se a gente produzisse o nosso gás natural, a gente podia ter um sistema de produzir fertilizante aqui, perfeito, com o hélio e tudo mais e tal. Isso seria excelente. E outra coisa, cara, a Marcha Equatorial, que furou agora o poço lá, que o Lula pôs a mãozona dele lá bonitona, A Margem Equatorial, ela tá há 13 anos, ela ficou 13 anos à briga da licença ambiental. 13 anos. Se tivessem liberado a licença ambiental lá quando pediu a primeira vez, a gente podia estar na nossa reserva, produzindo a Margem Equatorial, que a reserva deve ser mais ou menos o dobro do pré-sal.
E a gente estaria, na verdade, a gente teria hoje uma posição estratégica no planeta espetacular, porque nenhuma bomba chega aqui perto. Sim, a gente ia ter petróleo para caramba e a gente podia estar produzindo fertilizante, o gás, o hélio, tudo. Olha só que doideira, cara. Só que por escolha, ó, como que uma escolha feita lá atrás. E aí você pode culpar uma sequência, tá? Você que é do lado A ou do lado B, não fique triste não, porque os seus dois lados estão envolvidos nessa.
E eu acho que existe, aí eu não tenho provas aqui para mostrar, mas eu acho que existe uma Sempre há uma espécie de sabotagem contra o Brasil ficar autossuficiente nesse sentido, porque a gente fica na mão de alguém. Porque o Brasil fica sempre, sempre não pode ficar totalmente autônomo.
O projeto espacial, sempre alguém embaralha. Mas é que lembra, até energia atômica, poderia ser um negócio.
Você acha que sempre tem um lobby?
Biodiesel, ou é autossabotagem ou é sabotagem externa.
Às vezes tem um lobby interno externo de setores que vão ser prejudicados, tem um lobby externo também.
Por que que a gente não tem um cara que pega e põe na mesa, entendeu? Foda-se, cara, nós temos que, nós podemos ter uma posição muito, que é o que a gente tá vivendo agora com as terras árabes, né? A gente tá vivendo a mesma situação.
Sergião e Daniel, não sei como a gente fazer para, a gente tem dois exemplos, né?
Eu já te falei, a gente vai se candidatar, ele vai ser nosso ministro da energia.
Só se for, só se for.
Pode ser. Se é, pessoal fala assim, não, vira ministro da Ciência e Tecnologia. De jeito nenhum, cara, é o que tem a menor verba aqui no Brasil. Então não, Minas e Energia eu topo.
Expliquem como a gente chega nesse ponto que Estados Unidos e China, que tem dois modelos totalmente diferentes, que os caras têm um plano de estado, sai presidente, mas como? Porque aqui sai um cara, o outro destrói aquele. Mas tem uma coisa lá que pode mudar, democrata ou republicano, mas tem uma mesma visão. Na China é mais fácil.
Você tem uma formação intelectual, é isso, geográfica, geopolítica, histórica, que o cara ama a nação. Ele tem uma formação que leva o cara a entender esse jogo, porque aqui os cara não torçam contra quando tá a oposição no poder.
Mas tem certas coisas que os dois sabem que é o melhor, né?
Bipartidário, os dois partidos votam junto.
A ida para a Lua, a ida para para a Lua agora, nessa segunda corrida para a Lua, é um caso meio assim, é porque você sabe que, por exemplo, o, o quando entrou, quem foi? Não, o Biden, o Biden, o Biden foi legal, cara, porque o Biden continuou o plano do Trump, entendi, que foi Trump, Biden, Trump, né?
Isso.
Então o Biden não interrompeu, não interrompeu, ele continuou. Mas antes deu problema, porque olha só, quando quem tava, os Estados Unidos teve um projeto chamado Programa Constellation, Constellation, que foi a primeira tentativa de voltar para Lua, que era do Bush, entendeu?
Bush pai ou Bush filho?
Foi os dois, né? Os dois, os dois. Era o programa Constellation, depois não deu certo porque tal, deu um monte de confusão. Só que quando o programa Constellation podia dar uma engrenada, veio o Obama.
Obama empatou.
E aí o Obama, qual que era a ideia do Obama? Minerar asteroide. Então ele parou totalmente o desenvolvimento para ir para para focar no desenvolvimento de asteroide. Só que ele não fez nenhuma diretiva. Isso é uma coisa importante aí nos Estados Unidos. Quando o cara vem e coloca uma diretiva, né, que ele chama, ele é obrigado a seguir. Foi o que o Trump fez. Quando o Trump assume a primeira vez, ele cria a Diretiva Espacial número 1, que é: vamos para a Lua, não importa o que aconteça, papapá. Quando o Biden entrou, ele teve que continuar seguindo.
Obrigado.
Quando ele voltou agora continua seguindo e assim vai. É uma das maneiras de você estabelecer um plano de Estado, não de governo, e de longo prazo, através do recurso da diretiva.
Da diretiva, você demora 4 anos para tentar construir alguma coisa, vem outro, destrói aquilo e constrói algum legado para ele. E assim vai.
E assim é igual o problema dos 3 corpos, lembra? Que ele, a cultura do, a ciência evoluía, aí vinha uma catástrofe, destruía tudo. Aí recomeçar tudo, né? É mais ou menos isso, né?
Só que aqui nem tem, porque se desse para recomeçar, a gente recomeçaria pelo menos não do ponto zero, né?
Mas aqui não dá.
Então, mas aí tá.
Depois que explodiu aquela base de Alcântara lá, como é que ficou o nosso projeto espacial? Zerou, zerou, foi deletado.
Foi isso aí, foi uma opção também. É que o negócio do Brasil é isso, né, cara? O Brasil fez opções ao longo, opções, foi uma opção do Brasil: não vou mais desenvolver projeto espacial.
Jogou a toalha.
E o VLS, que é aquele foguete brasileiro que explodiu, ele é o que é hoje o Electron, ou quase. Ele é menor, ele é bem menor que o Falcon, né? Ele tinha 15 metros de altura.
Que daqui é mais fácil, né, cara?
Mas qual que era a ideia dele, cara? Lá naquela época era lançar pequenos satélites, né? O satélitezinho filhotinho que virou tendência hoje.
Entendi.
Ó que loucura!
O Brasil foi pioneiro nisso aí.
A gente era vanguarda do programa espacial. Cara, isso é que é triste para caramba.
Eu lembrei do, de vez em quando eu começo a ver assim as coisas que o Brasil foi vanguarda, né? Outro dia meu filho tava falando, minha filha, eu não lembro quem, que foi um brasileiro que inventou chuveiro elétrico.
Ah, tá, o Brasil tem, cara, tem sim.
Mas eu tava me lembrando do, lembra do computador Cobra, o antigão? Parece que foi pioneiro também, acho que foi revolucionário na época, né? Acho que é porque a gente pensa assim só Embrapa, Embraer, essa questão do projeto espacial, mas eu acho que nessa área de computação a gente foi pioneiro algumas coisas também.
Então teve algumas coisas, né? E agora a gente tem, né? A gente tem 2 computadores quânticos sendo feito aqui no Brasil.
A gente vai ser pioneiro no negócio, né? Primeiro laboratório nível 4 que vai ser conectado a um acelerador de partículas. Esse eu fico preocupado, Sérgio.
Será?
Pô, primeira vez no mundo vai fazer isso logo aqui, velho. Tipo fazer um test drive de Chernobyl aqui. Aqui, pô.
E aqui do ladinho fica aí um lugar legal para você ir visitar e fazer um programa lá.
Tem um acelerador Sirius, né? E aí o Orion vai ser conectado, é, vai ser colado. Bom, porque eu, eu na época da pandemia estudei muito esse negócio de laboratório de segurança nível 3, nível 4, e eu acho que não tem nenhum nível 4 aqui na América do Sul.
Não, não tem.
O Brasil seria o primeiro da América do Sul e o primeiro do mundo conectado.
Isso é muito importante. Por quê? Porque a tal da luz síncrotron, sim, que é a luz que é gerada quando se acelera a partícula ali, você gera um tipo de luz diferente. Aquela luz, ela é usada para o desenvolvimento de proteína, de vacina, de um monte de medicamento. E você tá com ela conectada a um laboratório desse, é uma vantagem do Brasil gigantesca. É uma vantagem. E esse é um projeto, por exemplo, Sirius, que ele conseguiu sobreviver a diferentes governos.
Entendi.
Acabou sendo, tá fluindo bem, tá fluindo muito bem, cara.
Ele acabou sendo inaugurado no governo Bolsonaro, mas ele veio agora, achei que era mais, que era anterior.
Não, não, ele passou durante muito tempo como sendo comissionado e tudo mais, e agora ele funciona ali em Campinas.
Mas ele é vinculado à Unicamp ou não?
Não, não, não, ele é separado, tecnológico lá, nada a ver, nada a ver com a Unicamp, ele só é perto, né? E ali você tinha o Laboratório Nacional de Luz Microtron, LNLC, LNLS, desculpa, e que já era um aceleradorzinho, que era LHC, não, Large Hadron Collider, porque lá não é colisor, é, não é lá, não faz colisão não, que só acelera.
Ah tá, não bate aqui.
O que acontece, você, não, mas não tem problema, cara, não, não, não tem, dá para brincar sem colisão.
Aliás, você viu aquele vídeo lá da mulher?
Acelera, acelera, é isso mesmo, porque a colisão ela serve para você estudar partícula.
É quando quebra tudo. Isso.
Não, a gente acelera a partícula a uma velocidade bem próxima da velocidade da luz. Na hora que ela chega nessa velocidade, ela gera essa tal da luz síncrotron.
Ah, então o objetivo é mais a luz, né, não rachar o átomo.
Aí você pega uma foto do Sirius aí pra gente, cara, você vai ver que do ladinho do Sirius você vai ter umas coisinhas saindo, que é onde você coloca o experimento. Então a luz acelera, a partícula acelera, gera essa luz, a luz sai, ela, ó, tá vendo? Tá vendo aquelas coisinhas saindo do lado?
O quê?
Então, ó, você acelerou ali no meio, na roda, certo? Depois que chegou na tal velocidade, cada, cada saidinha dessa é um experimento que você roda, tá? Então você pode pôr naquele primeiro ali um experimento de petróleo, por exemplo.
Aquelas partes pequenininhas ou esses compridos aqui debaixo?
Comprido de baixo, entendeu? Por que que ele tem? Ele ele tem um acelerador interno, tá vendo? Tá vendo ali internamente no anel? Eu ia falar no anel, tem um detalhe no anel. Aí a luz ela dá uma primeira acelerada ali, depois vai para o de fora e fica acelerando.
Camadas mais externas que acelera, vai aumentando rápido, aumentando a velocidade.
E aí na hora que chegou no nível certo, ele sai por aquelas, porque tem uns que são subterrâneos e esse parece que, cara, porque esse aqui não é colisor, né? Igual eu falei, isso aqui acelerador só precisa ser subterrâneo. O colisor é bom, né? Não é porque ele não tem— qual que é o problema do colisor, né? O colisor é diferente. O colisor você tem que mandar duas partículas altíssima velocidade bater de frente na outra. São ímãs muito poderosos.
Então o que que o pessoal fala? Vamos colocar isso embaixo da terra, que a gente tem um ambiente um pouco mais controlado, não altera nada em cima. Aqui fora você tem temperatura, um monte de coisa que pode alterar esses ímãs. A manutenção disso seria muito mais, né?
Existe algum perigo?
Não, Nunca.
Na colisão não existe algum perigo.
Pessoal falou, né, que lá na frente do LHC tem a deusa Shiva, tá lá, né? Aí o pessoal falava que ele ia criar portais, que podia criar um buraco negro que engolia o mundo inteiro.
Um ritualzinho ali que pegou mal, né? Que a gente falou que era encenação, né? Pega essa foto aí, Ronaldo. Ritual no acelerador de partículas.
Não tem nada que eles possam colidir que vai ter uma explosão que possa ter perigo.
Nada, nada.
Ali é tudo criar antimatéria. Antimatéria, por exemplo?
Não, eles criam. Sabia que lá eles criam antimatéria?
Não é perigoso, cara?
A antimatéria ela é perigosa porque quando ela encontra com a matéria ela se aniquila e aí vai tudo para o saco, né? Mas ali não, eles fazem antimatéria controladinha.
Quem faz propaganda para o negócio aqui é porque o Dan Brown, cara, vai tudo para o saco.
Vai tudo para o saco.
Nossa, cara, mas não, mas não belisca o sensato.
Ele tava falando, batendo na caixinha.
Vai, vai para o saco sem beliscar.
É importante. Da Luizinha lá do Los Cinco.
Tem que colocar propaganda no Colisão de Hadrons.
Colisão de Hadrons.
Vai para o saco, mas sem beliscar.
Fica tranquilo, galera, fica tranquilo, sem perigo, né? Ele perguntou se tinha perigo.
É porque o nosso amigo Dan Brown Escreveu aquele Antes dos Demônios, aonde ele fala que o cara pega antimatéria.
Ah, mas já desmoraliza o cara ter um tênis lá, né?
De tênis pega mal.
O cara não expulsa o cara só de tênis, mas você vê que a, como que chama aquele, a bata dele, ó, tá pela metade.
Ele pegou a do negócio, não vou aceitar esse, ele pegou a das crianças. É o cara com conga pescando siriê, né?
Isso, a calça curta ali, aquela calça ali não dá não, cara.
É que nem o satanista de TikTok, né? Os cara queimando nosso filme, velho.
Tênisinho com a canela para fora.
Que ritual é esse, meu amigo?
O Dan Brown ali, né, teve aquilo ali, na época foi maior repercussão, né? Né? Todo mundo falou, pô, os cara tão fazendo coisa, acho que era o jesuíta. Mas acho que tem jesuíta que trabalha lá no LHC, né, cara? Assim, que tem o jesuíta cientista, né? Lá no observatório mesmo é os jesuítas que comandam.
Mas assim, isso aí não tem problema nenhum.
E aquele observatório do Monte Graham no Arizona, que é do Vaticano também, você já foi lá?
Na verdade, você sabe que o observatório do Vaticano Lá em Castelo Gandolfo, ele não funciona mais cientificamente. Sim, o observatório oficial dele é esse.
Agora é lá no Arizona, né? Você já foi lá ou não?
Isso eu nunca fui.
Então é mais um bonde que dá para a gente fazer isso daí, viu?
É porque eles usam do Arizona lá, que é do Vaticano, porque eles usam aquele lá.
Entendi.
E lá no Castelo Gandolfo é só para observação pública, mais lightzinho. Eles fazem lá, vamos ver a lua e tal, é legal para caramba, vale a pena.
Poxa, show de bola, hein?
Mas o balanço aí, mas o Dan Brown ele fez, né, cara? Ele popularizou essas coisas, né? Então a galera acha que não, vai que pegar antimatéria, tá sendo, eles criam para fazer experimentos ali, mas aí eles logo acabam com ela.
E agora aí desligaram, né? Ele fica desligado um tempo, né?
Esses grandes experimentos, isso é uma coisa legal de falar, eles têm uma manutenção que é muito complicada. Então ele, o que que eles, como que eles funcionam?
Rodada, né?
Eles fazem rodadas. Então agora o LHC vai para rodada número 15, 16, leva a máquina ao máximo, depois para, gera o máximo de energia que dá. Hoje acho que é 16 teraeletrovolt, TeV, e depois desliga. Aí desliga ela e ela passa um tempão. Aí eles vão lá, arrumam um ímã daqui, arruma um negocinho dali, pá. Depois liga. Aí o pessoal escreve projetos, manda. Aí, opa, vamos ligar ele de novo. Então todos esses projetos de Big que a gente chama.
Eu acho que o Sirius é assim também, ele passa um tempo que ele vai passar manutenção, trocar umas peças.
Isso, esses aceleradores e esse tipo de coisa gera dinheiro ou é só uma pesquisa para ganhar dinheiro lá na frente?
É para ganhar dinheiro lá na frente.
Por isso gera dinheiro, né?
Então, mas é por isso você tem que investir, né, cara? Financiamento público, você tem que investir, não tem como. Isso aí a gente chama de big spend dentro do negócio de ciência tecnologia, uma coisa dessa é chamada de big science, entendeu? Então nós estamos, nós estamos na coisa mais pura da ciência. Mas vou falar para você, a primeira imagem do Sirius fui eu que fiz.
É mesmo?
Primeira imagem do Sirius é a seguinte: eu trabalhava com petróleo, eu trabalhava com uma rocha aqui do pré-sal que ela é muito complicada, ela é um carbonato que a gente chama. Procura aí, cara, primeira imagem do Sirius. Ela é uma imagem toda embaçada. A gente precisa entender, o clube não, né?
Não, o cara vai pegar auxílio libanês, né?
Que vai, a gente tem que entender como que é a porosidade dentro da rocha. Não tem como, só com a luz síncrotron. Aí a gente pega essa rocha, coloca lá, a luz passa por ela e a gente consegue entender. Aí o pessoal tava comissionando o Sirius, falou assim, É essa aí, ó, essa aí do lado esquerdo. É a imagem da rocha, os poros da rocha, né? Mas por que que fez essa imagem? Para comissionar o Sirius, para ver se o equipamento tava funcionando, tá?
Pô, alguém tem alguma coisa? Pô, tem essa rocha aqui, cara, põe a rocha lá. Aí a luz passa.
Essa imagem foi você que fez?
Eu que decidi.
Como é que você capturou essa imagem?
Cara, eles fazem lá e te mandam.
Aí te mandaram?
Eu te mando.
Entendi.
Então é um negócio, cara, é muito legal. Aí assim, o Vilela perguntou, aí você vai ganhar dinheiro? Ganha dinheiro para caramba. Por quê? Por conta disso aí nós entendemos como que é a rocha do pré-sal, e hoje 80, 90% da gasolina que a gente põe vem do pré-sal. Só que demora um tempo, entendeu? Por isso que a galera aqui no Brasil não quer investir.
Mas aí não foi o Sirius que chegou a isso, porque o pré-sal é anterior ao Sírius, né?
O pré-sal anterior ao Sírius, mas foi do lado, do lado, entendeu? No LNLS que chegou nisso. Então assim, você tem que investir nessas coisas de ciência a longo prazo, cara, não tem como. Você começa a fazer um negócio hoje, o resultado dessa ciência muito de base você vai ter ele daqui 10, 12 anos, cara, entendeu?
Mas tem que fazer, né?
Tem que fazer. Se você não fizer, como que os carinha iam ter chegado na internet que, por exemplo, o www foi desenvolvido aonde?
Dentro da LHC. Isso que eu ia te falar, a internet veio dali.
A tela touch que todo mundo usa hoje foi desenvolvida na LHC, foi desenvolvida.
Uma coisa que eu vi o Neil deGrasse Tyson falando, que eles falam assim, pô, vocês botam a maior grana em projeto espacial em vez de salvar as criancinhas. Ele fala, pô, máquina de ressonância magnética veio dos projetos espaciais.
Vamos lá, máquina de ressonância magnética máquina que faz uma mamografia, câmera de todo celular foi desenvolvida na astronomia. O CCD que tá aqui foi desenvolvido para astronomia, por isso que a câmera do celular tem uma sensibilidade gigantesca, que ela veio da astronomia. A água que salva todas as pessoas na África, que o cara cata a água mais suja do planeta e dá para pessoa beber, essa tecnologia que é um pó que você joga na água e ele transforma água suja em água limpinha, potável, veio da onde? Veio da Estação Espacial.
Então assim, a gente chama isso de tela do computador, a tela do celular, a tela touch, ela aparece, a tela touch ela aparece no LHC.
Por quê? Porque era uma necessidade de um pesquisador, cara. Por quê? Porque ele tava, ele não conseguia fazer os experimentos dele, toda hora tinha que parar e ficar digitando, para não sei o quê. Tem essa história, depois vocês procurem para ver. Então ele foi desenvolvendo um jeito dele, colocava a tela aqui, colocava o experimento rapidinho, e aí aquela tecnologia da tela touch os caras estudaram, minimizaram ela, e ela hoje tá no celular para gente, entendeu?
Então assim, é muita coisa, cara, que a gente depende. O próprio Daniel falou, cara, o GPS, cara, GPS hoje que domina. GPS hoje é o seguinte, cara, se desligar o GPS agora desligou, acabou o GPS, acabou o Brasil instantaneamente. Acaba. Vou te falar por quê. 80% da produção de petróleo no Brasil depende do GPS. 80%.
Só uma pequena parte, né?
GPS. Mais de 75% da produção agrícola do Brasil depende do GPS.
Caminhão que é todo teleguiado, né, por GPS.
100% da mineração brasileira depende do GPS.
E é o sistema americano, né, que a gente usa. E aí se o Trump chegar e falar, ah, vou desligar GPS aqui, acabou, acabou o Brasil, acabou a nossa soberania, acaba aí. É fertilizante, já tá ruim aí. A gente não tem o gás, ainda tem o GPS, cara. Apertar um botão, acabou.
Tem coletadeira hoje, cara, que você sobe nela, liga, a primeira coisa que ela faz é conectar com o GPS, senão ela nem liga, senão ela não liga, entendeu? Então assim, o GPS, que é um negócio que foi anos de desenvolvimento, de ciência de base é fundamental, é fundamental hoje para o funcionamento do Brasil, cara, é fundamental. Acabou com o GPS, é o fim disso aqui.
Ao contrário dos Estados Unidos, que tem um sistema próprio, os Estados Unidos você pode acabar com o GPS deles explodindo.
Eu não sei, são 24 satélites que é o deles, acho que chega até mais, viu, mais 30, 30 e pouco.
Mas dizem que com 3 você já mata, né, porque latitude, longitude, altura, só que É, só que aí você tem que usar um negócio chamado GPS diferencial. Entendi.
Você pode usar tranquilo, mas não é em tempo real, tem várias coisas. Quais países que tem sistema de GPS hoje? Estados Unidos tem o dele, China, que é o sistema bem top.
Europa tem um sistema europeu, né, que é Galileu. Galileu.
GLONASS, que é o sistema russo, entendeu? O Japão tem o sistema dele, que eu esqueci como que chama, que é uma sigla. E a Índia tem o sistema dela, que é uma sigla também. Então todos esses países Vamos supor que, pô, é assim, todos usam todos, tá? Mas vamos supor que acabou o sistema americano, o Japão tá tranquilo porque ele tem 4, 5 satélites ali em cima do Japão, já resolve para ele, já resolve o problema dele. Nós é que o pessoal fala assim, ah, mas nós não é assim.
Obviamente que não, porque a gente usa de todo mundo e a gente vai pegar sinais de todo mundo. Porém tem vários problemas. O principal problema é na mineração, é na agricultura. Existe um problema que acontece na ionosfera, que é onde transita o sinal de GPS, chamado de cintilação atmosférica. E esse problema ele já existe, na verdade, tanto que tem uma determinada hora no Mato Grosso que não tem colheita, porque não funciona, porque não funciona, não funciona, entendeu?
Então é parado isso. Se o Brasil tivesse 2, 3 satélites GPS Cara, isso seria excelente para gente, excelente, entendeu? Mas nunca ninguém quis investir nisso.
A gente vai ter que virar presidente mesmo e botar o Serião. Então é, a gente já bota nos dois, Minas Energia e Ciência e Tecnologia, já pega os dois logo. Aí soma os dois orçamentos, dá para fazer alguma coisa.
E o final do mundo com pandemia, ou até que o pessoal fala, não vou dar spoiler de qual série, mas uma delas uma pandemia de nanorobôs ou coisas que são espalhadas por aí.
O dia que a Terra parou, que o mundo parou, é isso, né?
Mas eu tenho outras aí que também dá para falar, né? Por que que um nanorobô seria um problema de se espalhar alguma coisa, ele entrar em você e fazer pequenas mudanças?
É lógico.
Como que é a ideia?
Bom, já tem, né? Já tem medicamentos hoje que a galera usa, né?
Esses são nanotecnologia, explodir uma bomba ou alguma coisa que espalha esses nanorobôs e mata uma região inteira, ou deixa doente, ou transforma alguma coisa? É uma coisa possível no futuro, cara?
Se você tem hoje determinados, né, o pessoal faz teste com nanorobô para colocar medicamento, coisa assim, você pode colocar aquela ideia do nanorobô, ele atacar um tumor, né, devorar o tumor, que é muito bom. É aquele negócio do bom e do ruim, né? É aquele negócio do bom e do ruim. Ele é criado, é criado para coisa boa, mas algum ser humano humano, pode falar assim, cara, isso eu espalho esse vídeo.
Eu tô meio chateado com a vida, né? Vou morrer agora, tipo os 12 macacos, eu quero fazer uma arruaça aqui.
Isso aí. Então tem isso agora, é essas coisas, né, que essas séries mostram aí. A gente já falou aqui de vários livros que foram proféticos, né? Será que essas coisas vão? É, mas e aí, como que você faz? Como que você faz para garantir se já não tem?
Você se proteger de um nanorobô assim, né, é complicado, né?
Exatamente.
A gente vê um pouco de brincadeira isso no Homem-Formiga, né? Quando ele fica pequenininho, ele entra em qualquer lugar, faz o que ele quiser.
É uma maluquice.
E o lance de pandemia, uma chance real de ter uma nova pandemia, ela ser mais fatal, é uma questão de tempo, né?
Afinal, a preocupação que a gente falou lá no Além da Ciência aquele dia é alguém mal-intencionado com problema psiquiátrico usar inteligência artificial para criar um novo vírus mais potente. Aí é complicado.
Isso pode, né, feito em laboratório.
E o Bill Gates, que tem previsto essas pandemias, né, de 2015 ele fez aquela famosa palestra no TED Talks, depois ele organizou o evento 201, que meses antes previu ali já essa pandemia que a gente vivenciou. Ele logo depois, ainda em 2020, ele foi no Stephen Colbert e ele deu uma entrevista que ele falou: a próxima pandemia vai vai, não, não será uma pandemia natural, vai ser uma pandemia de um ataque de grupos terroristas que vão deliberadamente lançar um agente com a taxa de mortalidade muito maior.
Ele tá dando esse alerta desde aquela época, ele vem, né, ele vem falando disso, né. Hoje, porque em 2020 você não tinha o ChatGPT, não tinha popularizado ainda. E é claro que não é com ChatGPT da vida que você vai fazer um negócio desse, é um negócio muito mais potente. Aí a gente agentes, né, enxame de agentes.
É só para a gente ver o seguinte, cara, quem ganhou o Prêmio Nobel de Química em 2024 foi o Hassabis lá, cara da DeepMind. Que é, por que que ele ganhou? Porque ele usou a inteligência artificial para resolver uma proteína que fazia 50 anos que a gente não conseguia resolver ela com método de laboratório normal. Com a IA ele conseguiu.
E o Geoffrey Hinton tinha vencido já o Física, né?
O Geoffrey Hinton foi da física no mesmo ano por conta da rede neural. O Hassabis agora, agora, antes da Copa eu acho, ele falou que ele vai colocar uma grana violentíssima na parte médica com IA, porque ele quer nos próximos 10 anos, cara, acabar com todas as doenças. Ele quer arrumar para ele. Falou o seguinte: a cura de todas as doenças tá na IA. Sim, como eu já provei aqui, ele tem autoridade para falar, né? Obviamente que ele ganhou o Prêmio Nobel por causa disso, ninguém vai brigar, discutir com ele.
E ele tem grana porque ele é dono da Google DeepMind, que é o departamento de IA da Google ali. Se não me engano, ele falou que ia colocar 2,1 bilhões de dólares dedicado à medicina para a galera tentar exterminar pelo menos câncer. E até a questão do envelhecimento também, né, extensão da vida, né, tudo isso aí que eles querem, longevidade, eles querem fazer. Então assim, vamos lá. Naquele negócio do lado bom e do lado ruim. Se isso pode ser usado para o lado bom, como já foi, para desdobrar aquela proteína, alguém pode catar esse negócio aí e falar: é isso, vou fazer uma proteína saciante, vou fazer uma coisa assim, entendeu? E vou espalhar isso pela população.
Então a gente vai viver, cara, nessa da vaca louca, aquela doença do cervo, né? Imagina o cara, ele pega uma vaca ou um boi ou um um verbo geneticamente modificado, lança no país inimigo, daqui a pouco a carne tá toda contaminada com esse prion, e o pessoal vai falar, deve ter sido a mutação natural. Às vezes é alguém que provocou aquilo.
Exatamente, não tem, né? Como o mundo tem muita gente maluca, né, por aí.
Eu tava até vendo uma entrevista hoje que é com o nome do cara, tô com o nome dele, Connor Leahy. Esse cara tem dado umas entrevistas muito interessantes, e ele é um programador lá que é alemão-americano E ele falou o seguinte, que o Mythos, aquele Mythos do COD, ele tinha uma super capacidade cibernética de invadir aparelhos. Porque ele falou, cara, geralmente para você invadir um aparelho, o dono do aparelho tem que clicar em alguma coisa, né?
Você depende do cara cair na engenharia social e clicar. Mas ele falava que até então, segundo ele, só a NSA e o Mossad que tinham capacidade de invadir qualquer aparelho sem ninguém clicar em nada. Só que aí de repente o Mythos apareceu com essa capacidade. Ele falou, cara, olha a potência que essa máquina tem de você fazer um estrago no planeta Terra, você invadir tudo. Por isso que o governo americano proibiu, falou, isso aqui não será vendido.
Aí eles fizeram o Fable, que era o Mythos só que cheio de jailbreak lá, cheio de jails, né? Só que aí a galera conseguiu quebrar as amarras, aí o negócio ficou perigosíssimo.
E pararam o Fable também, eu entendo, né?
Mandaram parar no mundo inteiro. Parou, parou. Table 5 também, cara. Agora voltou, né? Assim, eles falam de ataques patrocinados por estados, né? Uma Coreia do Norte falar, pô, vou derrubar os computadores norte-americanos com o Mythos. Isso em tese seria possível, né? Ele fazer essa, esse enxame de agentes usando Mythos e derrubar tudo.
É porque aí na força bruta, igual a gente diz, né? Porque aí para eles é né? Você pega uma Antropo da vida que é tipo token infinito, né? Aí vai gastando, vai fazendo e vai embora, vai embora, vai embora.
Preocupante, né? Ou você derrubar sistemas críticos também de água, luz.
Mas tava tendo essa discussão, né? Tudo bem, a gente para aqui, dá uma segurada para não perder o controle, mas a China não vai parar, não vai parar.
E aí, não vai não. Mas esse negócio de parar, cara, é meio naquela linha, é utopia, é meio naquela linha, cara, que esses caras Eles têm que falar tudo isso toda hora também, né? Eles têm que falar, cara, porque— e eles estão com medo, né? Esse lance de parar e tudo mais é o tal do medo da bolha lá deles estourar uma hora, né? Sim, porque essas empresas aí, elas, elas, a conta deles não fecha, né, cara? Porque agora nós falamos, é muita energia que estão gastando e tal, não sei o quê.
Tudo bem que uma já tem contrato com as Forças Armadas americanas, já garante ali um orçamento, mas fora isso, cara, Tá complicado.
A OpenAI tá com uma previsão de gasto de 13 trilhões e eles, o faturamento deles anual é 12 bi. Então não tem de onde tirar esse dinheiro, vão ter que, estão tentando inventar um IPO.
Essa parada aí, né, que o pessoal falou foi para galera, né, principalmente pensar nos IPO, né? Porque o Musk fez o dele, né?
Fez, aí deu certo.
Fez o dele, deu certo, e ele quer juntar agora tudo, né?
Hoje eu tava vendo uma entrevista também com o Alex Karp, Karp, que é o autor desse livro aqui, A República Tecnológica, é o CEO da Palantir, né?
Ah, tá.
Engraçado que são dois filósofos, né? O Peter Thiel e o Alex Karp são filósofos que dominam a ciência, a tecnologia hoje. O Alex Karp, sabe qual é a teoria dele do porquê a OpenAI e o Sam Altman estão falando desse perigo da IA, que tem que regulamentar? Ele disse que o objetivo deles é que seja, que a OpenAI seja privatizada. Eles querem vender 50% para o governo americano.
Caramba, não duvido não, cara.
O governo americano tem entrada de sócio em várias empresas de tecnologia recentemente, né? O Trump tem feito isso. Parece que a desculpa é essa: tem que regulamentar, então você já assume o controle da minha empresa, entra com 50%, fica muito mais fácil. Aí vem dinheiro infinito, né, do governo. Aí ela ganha concorrência de todo mundo.
Por isso que você tem pedido para dar essa parada, né?
Só que o Trump não gostou não, você viu, né?
Eu vi, eu vi, eu vi.
Ele falou, não, isso é bobagem, não precisa parar não. A única coisa que precisa para não dar problema é um presidente com QI alto.
Ele falou isso, ele falou isso, ele falou isso.
Deixa eu ver o que que o povo quer saber, para saber o que a gente, para que direção que a gente vai, pequeno Homer.
Vamos lá, primeira pergunta aqui é do Ronin Rabugento.
Ronin Rabugento.
Ronin Rabugento. Ele mandou um salve aqui para o Sergião, para o Daniel, e perguntou para eles o que é pior: uma catástrofe natural, alienígenas ou a IA? Vocês puderem comentar sobre a série Silo também.
Ó, alienígena, cara, só para falar é o seguinte, ó, alienígena, os alienígenas sexta-feira lançaram um novo, porque o governo americano continua lançando, ainda estão lançando, foi o sexto o sexto blocão, sexto patch. Eu vi tudo lá, galera, nada, tudo aquela bolinha passando por cima da água, é as bolinhas para lá e para cá, não tem nada de— o que tem de mais legal aí é desenho, entendeu? Então, mas ali tem um negócio que no meio ali dos documentos, sabe o que que tem?
Um documento que eles pegaram lá do governo e tal, dos estudos de colocar laser no espaço.
É mesmo? Interessante.
É, cara, porque é o seguinte, eles soltam lá alguns vídeos e soltam uns PDF de 400 páginas, cara, que ninguém vai ter saco para olhar aquilo ali. Mas eu fui olhando alguns, entendeu?
Com IA.
Aí eu fui olhando alguns, aí tem uns, ah, tem uns documentos lá nada a ver, tem um cara lá reclamando, tem outro falando que viu uma bola não sei aonde e tal. Mas aí lá no meio, cara, tem um grupinho de página lá, umas 15, 20 páginas Aliança, de um estudo feito de colocar laser no espaço.
Mas você chegou a ver a data, época que era?
Ah não, ali é década de 80, né?
Mais antigo, né? Mais antiga, época da Guerra nas Estrelas.
É isso mesmo.
Então, que eles falam que é DEW, né? Directed Energy Weapon, né? Isso, arma de energia direcionada.
Então, o alienígena, cara, fica tranquilo que isso aí não vai acabar com você não. O resto pode ser.
Agora uma invasão alienígena falsa. Aí sim, uma psyops, né? Esse que eu tenho alertado a galera, toma muito cuidado. Na verdade, você viu no Irã?
Você viu aquilo lá no Irã?
Parecia festa junina aquilo, né? Tudo colorido, só faltou fogo de artifício.
Tem aí, será? Isso do Irã, depois achar.
É fácil de achar.
Irã, UAP.
Vai achar.
Pô, tudo colorido ali, parecia uma festa. Achei até que era carnaval, Ano Novo.
Tudo colorido.
É, tem aparecido umas coisas estranhas. Eu tenho a impressão que os americanos nessas guerras pegam essas aeronaves assim diferentes, vai lá, joga bomba em todo mundo. Aí quando alguém reclama, fala: ué, você veio me atacar? E falou: não, deve ser os alienígenas. Tá botando tudo na conta dos alienígenas, coloca na conta deles.
Fale aí, Achou?
Olha lá, é isso. É porque esse é foto, se você pegar vídeo ele fica brilhando, fica brilhando.
E a galera gritando e tudo e tal. Mas dessas coisas que ele falou, que que foi uma catástrofe, cara? O negócio é então catástrofe natural, dependendo se é um supervulcão e tal, é um negócio terrível.
Então, Sérgio, né, eu acompanho muito essas entrevistas que o Musk começa a falar umas coisas mais louca. E numa dessas, é fácil de achar, você botar Elon Musk Ice Age, aí ele fala da mini era glacial do ano 536, que segundo a teoria foram 3 vulcões que entraram em erupção, escureceu a atmosfera e o planeta resfriou.
Só que aí resfriou demais, né?
É, resfriou muito.
Tem, tem vários, né? E quando você estuda pela história, tem o ano sem verão, não sei o quê e tal.
É isso, é nesse nível, né?
É quando tem muito vulcão entrando em erupção, tipo 3 Pinatuba entrando em erupção podia gerar uma coisa dessa.
Aí para o norte da Europa, que já é naturalmente frio, fica um negócio pesado, né?
Não, e aí é, eu acho que o norte da Europa nem é o problema, porque lá os cara tá acostumado, né?
Tem infraestrutura.
Começar a nevar em São Paulo, por exemplo, aí é que nós estamos ferrados.
Complicado. Não, você vê, a gente tem lá no Rio de Janeiro, morre todo mundo. A gente tem uma tia, né, que mora já mais de 30 anos em Roma, que é Vera, mandar um abraço aí para tia Vera. E ela tava aqui no inverno agora no Rio de Janeiro, e ela falando, eu não passo frio na Europa, tô passando aqui no Brasil. Aí ela falou, sabe por quê? A casa, as casas não tem calefação, aí sente muito mais frio aqui do que ela sente lá, né?
Que lá tem casação quentinha, preparado, né?
É isso mesmo, aqui não tem, é estranho.
Fala, Homer.
Vamos lá, a próxima pergunta aqui é do Gabrielps, ele mandou aqui, ó, salve Ele perguntou assim: o terreno ser muito fértil tem quais explicações? O magma carrega nutrientes do núcleo?
Exatamente, do núcleo não, do manto, tá? Mas é esse que é a explicação, cara. É um, é, você não precisa colocar, é, quando você vai plantar, por exemplo, você tem que colocar nitrogênio, fosfato, enxofre, papapá, tem que fazer toda uma preparação no terreno para planta ali, né, a soja, o milho crescer. No basalto da Bacia do Paraná, aquela terra roxa que a gente chama, que a minha avó ficava brava para caramba que você pisava na terra, pisava dentro de casa, que lá encardia a casa toda, é um terreno que já tem esses nutrientes.
Então os nutrientes, esses elementos químicos todos, eles vêm pelo basalto. E quando você tem um derramamento de basalto gigante igual foi a Bacia do Paraná, o terreno ele fica muito fértil porque você naturalmente tem esses nutrientes, cara.
Eu tava ali lembrando agora da, quando estudava geografia, né, que estudava litosfera, aí tinha um sial em cima, né, que é silício, magnésio e tal. Isso tem a ver com essa história toda?
Tem a ver com tudo isso, entendi. Vem todos esses elementos aí.
E a galera tem que lembrar que esse fertilizante que a gente usa é fertilizante químico, químico, ou seja, são os elementos químicos.
Exatamente, é isso aí.
Que o cara acha fertilizante é tipo húmus, sei lá, ou então é bosta de cavalo, é esterco.
Esterco e tal.
É que o esterco também tem a sua química, né? Tem, produz o gás, né, o biogás também. Mas ali a grande questão são os elementos que estão lá no fundo e que sobem, que sobem.
Aí você não, por que que isso é bom? Porque aí você não precisa jogar inseticida, entendeu? Você pega aí, vai no Mato Grosso agora que a galera tá plantando soja, você pega uma semente de soja, ela é preta, pretona. Por que que ela é daquela cor? Porque ela já, ela já vem para ser plantada cheia de elemento, de coisa, entendi, para você economizar inseticida e não sei o quê, fungicida, pá pá pá. Só que se você tá num terreno como o da Bacia do Paraná, aí não tem problema. Legal.
Falei, pergunta aqui do João Henrique. Ele perguntou para o Serjão se existe o risco de alterar o magnetismo da Terra.
O quê?
O quê? Existe o risco disso acontecer?
Mas o quê, o acelerador, o vulcão?
Não, eu acho que naturalmente, né? Naturalmente a gente Gente, o magnetismo da Terra, cara, o campo magnético da Terra são ciclos. Ele reverte, tá, de tempos em tempos. O polo, o polo magnético, que eu falei isso outro dia, o cara ficou brigando comigo. Não, mas o Polo Norte vai ser sempre Polo Norte. O geográfico vai, meu amigo, o magnético não. Ele reverte, entendeu? Como que a gente sabe disso?
A gente vai lá, magnético, né? É o norte magnético, não é o norte Polo Norte, não é o Polo Norte.
Exatamente. A gente vai lá no meio do o Atlântico, tira um pedaço de rocha e essa rocha você vê que ela é toda bandada, ela é escura e branquinha, escurinho e branquinho, rajada. Ela é rajada porque, porque quando a rocha tá vindo do manto e ela resfria, os minerais eles assumem a direção do campo magnético naquela época. E aí você tem, quando tá para um lugar fica uma rocha mais clara, quando tá para outro lugar fica a rocha mais escura.
Você leva num laboratório de paleomagnetismo, que aqui na USP tem um muito legal, e você mede como que era o campo magnético daquela rocha. E aí você tem todas as reversões do campo magnético. Não vai mudar nada na sua vida, não vai acabar o mundo, não vai fazer nada. A única coisa que vai acontecer é que as bússolas, né, que no caso hoje GPS, vai ser modificado. Só isso. E aquela anomalia magnética do Atlântico Sul fica aqui na nossa cara, aqui na nossa cabeça.
É isso Tem satélites que nem passa aqui em cima por causa disso. Isso aí é um problema que vem do núcleo, né?
Por causa do núcleo.
É que o núcleo, né, cara, ele tá mudando aquela rotação, né? O núcleo da Terra, o interior da Terra, a gente tá acostumado a ver aquele desenho da 8ª série, só que não é daquele jeito. Ele é todo cheio de heterogeneidade, ele não é um negócio homogêneo daquele jeito, não tem um caroço certinho ali, né? Não tem. Então o próprio núcleo, ele tem anomalias, e tudo mais. E uma dessas anomalias que nascem no núcleo bate aqui na América do Sul, né, que cria essa anomalia logo em cima aqui da nossa cabeça.
Anomalia lá em Brasília faz um tempo também, fica, pega ali, dá um monte de pane no sistema, né, dá uns negócios.
Fala, o Vitor Natalino, ele perguntou se o Projeto HAARP é uma ficção, uma realidade.
Realidade, só que não tem nada a ver com nada, cara. Projeto HAARP são antenas que ficam lá no Alasca, que foram criadas para estudar a ionosfera, principalmente para estudar aurora, entendeu? Então ele joga uma, uma radiação ali, eletromagnético, é um pulso, e aí ele estuda como que a ionosfera se comporta mediante aquilo. Essas antenas, se eu não me engano, elas já estão desligadas há muito tempo. O que que surgiu foi o seguinte: ah, tá vendo aí essas mudanças climáticas?
Não tem nada disso. A mudança climática são as antenas HAARP em operação. Então, ah, os Estados Unidos quer que chova em tal lugar, então ele aponta as antenas HAARP para tal lugar e faz chover em tal lugar. Não existe, tá? Isso aí nós estamos falando da ionosfera, tá? Então não é ficção, é uma realidade. Porém, essa parte aí de alterar o planeta Terra do jeito que você tá pensando E eu acho, cara, se não me engano, depois tem que consultar, mas eu acho que elas estão desligadas já faz um tempo, viu? Os projetos HAARP já não tá funcionando lá na Universidade do Alasca.
Se você for no site lá, tem uma parte que é só do HAARP. Eles continuam fazendo pesquisa de aurora, de aurora, eles produzem até às vezes até plasma, eles conseguem gerar plasma. Acho que eles estão usando ainda, tá em funcionamento. Era da Marinha, eles transferiram para Universidade do Alasca. É isso mesmo, eles ainda fazem, eles fazem rodadas de experimentos, eles até anunciam no site, tá?
Então, mas é que ele não fica ligado o tempo todo.
Não, não, eles fazem um teste, eles avisam até o pessoal que é radioamador e tal, ó, vai dar interferência aí, fica ligado. Os cara, valeu, pode deixar.
Então sim, é realidade, porém para esse estudo aí, cara, relaxa.
A Rússia tem o SURA também, que é o sistema deles, a Noruega tem também.
Tem a pergunta aqui do Alexandre Amaral. Ele perguntou como é que os geólogos conseguem identificar sinais de que um vulcão pode entrar em erupção e prever com alguma antecedência o tipo de intensidade dessa erupção.
Então vamos lá, do vulcão é o seguinte: os grandes vulcões do planeta Terra, eles têm equipamentos, tá? A gente chama sismógrafo, que ficam ligados ali. Aí você tem que entender um pouco o que que é um vulcão. O que que é um vulcão? Um vulcão, ele tem a montanha, né? Um vulcão clássico, tá? Ele tem a montanha, embaixo da terra existe um negócio chamado câmara magmática. Quando que um vulcão entra em erupção? Quando começa a ter uma movimentação de magma ali, e aquele magma vai aumentando a pressão, vai aumentando tal, e ele tem que escapar, e ele sai pela abertura do vulcão, uma panela de pressão.
Exatamente. Quando esse magma começa a se movimentar no interior da terra, os sismógrafos que estão ali, que são esse equipamento, eles começam a detectar o que a gente chama de enxame de terremotos. Então, por exemplo, ali no Campo Flegrei que eu falei para vocês, ali em Nápoles, tem dia que os cara registram mais de 1000 terremotos.
Caramba!
Então, mas é tudo de magnitude pequenininha, 3, 3.1, coisa que a gente não sente, mas o equipamento sente. E aí, com esses terremotos, você consegue mapear direitinho a movimentação do magma ali dentro. Então, e aí você tem uma ideia, a gente teve uma erupção de um vulcão em 2020, 2021, Cumbre Vieja, que chama, que fica ali nas Ilhas Canárias, que morava muita gente ali. Ninguém morreu, ninguém foi nem atingido. Por quê? Porque ele é totalmente monitorado.
Eles começaram a registrar o aumento dos enxames de terremoto, que a gente chama. Aí eles evacuaram, evacuaram, tiraram todo mundo, ninguém morreu.
E aquela história que ali na, não sei se é Cabo Verde ou nas Canárias, poderia acontecer um terremoto que gerasse um tsunami, que Isso aí foi nessa época aí, falaram isso, foi nessa época aí, porque falaram que o vulcão podia explodir tão forte que ia cair um pedaço da montanha.
Na hora que esse pedaço da montanha caísse, faria uma onda gigantesca que ia bater aqui em Recife, eu acho, né? Eu acho que era em Recife que ia bater. Mas não, isso aí foi o seguinte: um geólogo fez um estudo, entendeu? Só que para isso acontecer, 2/3 da montanha tinha cair.
Sei, isso não vai acontecer, né?
Nunca aconteceu, então não vai.
Só aconteceria se dois terços fossem deslocados ali.
O maremoto é formado por quais motivos?
Maremoto é um terremoto que é o seguinte: você tem duas placas tectônicas aqui, ó, uma mexe com relação à outra, faz esse movimento aqui, dá um bump, e aquilo é aí propaga e gera onda gigante, entendeu?
Um terremoto na Terra é um maremoto, pode gerar, pode gerar. Tem alguma outra coisa que pode gerar um maremoto?
Não, não, maremoto é só isso aí.
O vulcão debaixo do oceano, o meteoro caindo no mar talvez gerasse algum maremoto, né?
É isso aí, para propagação. Agora, quando lá no Krakatau, né, que a gente mostrou, quando o pessoal tava com medo agora dele cair um pedaço dele porque ele é muito novo e tal, ele, a resistência dele é pequena, e gerar um tsunami. Tsunami, porque eles têm tsunami, né? Tsunami é a onda gigante. Aliás, a Fabi te mandou, porque tem um pessoal fala assim, pô, você viu que tá tendo tornado no Brasil? Sim, tá tendo tornado. Muita gente fala, pô, tem tornado no Brasil e tal.
Eu quero pedir para Fabi te mandar os negócios. Eu não sei, pede para ela aí, cara. Aí sabe o que que teve hoje que o pessoal registrou? Tsunami em Santa Catarina.
É mesmo?
Tá o vídeo aí, ó. Eu mandei o vídeo aí, vê se pode.
Diferença entre um tsunami e marimoto?
Cara, o tsunami é a onda. Tsunami é onda gigante. E o maremoto é um terremoto que o foco dele é no oceano, e as ondas que geram aí viram tsunami, entendeu?
Mas o maremoto gera tsunami.
Isso aí é um tsunami. Tanto que tá escrito na reportagem que a primeira é o tsunami registrado em Santa Catarina. É uma onda, entendeu? É que ela não é alta, é que o tsunami é mais o volume de água que vai invadindo a terra. É o negócio, a galera acho que tsunami tem que ser uma onda de 30 metros de altura.
Não precisa, é uma massa de água que invade a terra.
Uma onda de 1 metrinho. Só que olha lá, olha ela entrando em tudo, cara. Olha como que ela entra em tudo. Como que você segura?
Mas isso foi algum tremor?
Foi agora em Santa Catarina, talvez por conta de— não, eu acho que foi do ciclone.
Do ciclone? O ciclone gerou o mar, recuou.
O ciclone, ele puxou, puxou a água, depois criou ali uma situação que puxou, né? E depois a água veio com tudo.
O efeito borboleta, efeito borboleta, efeito do caos lá, o efeito borboleta.
Então isso aí, ó, é um tsunami no Brasil, em Santa Catarina. O mar recuou e a onda veio.
Quem disse que o nosso país tá atrás dos outros países? Temos tsunami também.
E tornado. Ela te mandou outro vídeo?
Aí o pessoal tá falando assim, colocar o Tony Tornado, que você tomou uma livrada aqui, cara.
Deixa eu falar um negócio O pessoal tá falando assim, caramba, nunca teve tornado no Brasil, cara, e agora tá tendo. Eu vou mostrar um vídeo aqui para vocês em 2005. Esse vídeo aqui ele foi filmado pelas câmeras de segurança da Rodovia Bandeirantes, e esse tornado aqui em Indaiatuba. Olha o tamanho do tornado, cara, que bateu em Indaiatuba. Olha isso aí, aqui, ó, perto. Olha isso aí, rapaz, é um tornado. Olha a data, olha a data. Cadê?
Olha lá, ó, 24.
Nossa, cidade do Espião Lobo lá, teve destruição da cidade. Você vai ver ali, é 24 de maio de 2005, tá? Não é 2024.
Ah, tá invertido.
É, tá invertida a data.
Ah, tá, tá.
Isso aí era 5:30 da tarde. Você vai ver que ele vai passando e eu acho que dá para ver os cabos de tensão ali detonando. Qual que é o problema, cara? Que você me perguntou de terremoto, né? Tá tendo mais tornado, sempre teve no Brasil, mas sabe o que que o pessoal chama? Vendaval, cara. Ah, é o vendaval.
Não dá o nome certo.
Só que aí o que que acontece? Pô, passou um vendaval aqui. Aí você chega na cidade, tá um poste todo contorcido. Você fala, cara, isso aqui é um tornado. É um tornado, tá aí, ó. Isso aí é tornado de 2005, filmado pelas câmeras de segurança aqui da Rodovia dos Bandeirantes aqui em São Paulo, em Indaiatuba. Ó lá, pegando fogo no negócio, levantou telhado e tudo mais. Levanta tudo, cara.
Isso aí, puxa, puxa um carro desse aí, puxa, puxa.
Isso aí é tornadão violento. Então assim, tem tornado, o Brasil tem de tudo, cara. E existe no Brasil um corredor de tornados, tá?
Onde é que é?
Ele pega do oeste ali do Rio Grande do Sul, oeste Santa Catarina, interior de São Paulo, chega até Indaiatuba.
E tem aquela relação do encontro da massa de ar quente com a de ar frio, é isso, é a mesma coisa.
E tanto tem tornado que sabe quem tá vindo para o Brasil Agora, o maior caçador de tornados do mundo.
É mesmo?
É, o americano lá, ele tá vindo com aquele carrão dele.
Caramba, é mesmo?
Para andar aqui no sul do Brasil, cara.
Caramba!
Essa semana chegou um porque tá com previsão de tornado lá no Rio Grande do Sul.
Aliás, já estão aí, já, já estão, já tem uma equipe lá.
E acho que vai vir aí porque tá aí previsão de outra frente fria chegar semana que vem. E o maior caçador de tornado tá vindo com aquele carrão dele, com aquele carrão colosso.
Tá vendo aqui uma notícia agora, velho? Parece que Santa Catarina, um helicóptero sumiu. E o Rick da dupla Rick e Renato, será que tem a ver com essa aí?
Cara, porque tava tendo isso, tava tendo. Qual que foi o problema? Teve essa madrugada, teve uma chuva de granizo gigantesca na Argentina. E eu tenho um aluno meu da minha pós, cara, que eu brinco com ele, que é o seguinte, fazer um parênteses aqui. Ele fez a transição de carreira, é porque ele era astrônomo, mas chovia tanto, tanto que ele mudou, ele virou meteorologista. Agora ele fica vendo nuvem, eu sou com ele, eu Tá certo, cara, consegue ver o céu, não consegue ver o céu, vamos ver nuvem.
Ele me mandou aqui, cara, rajada de vento de 113 km/h, e ele mora ali na divisa ali Rio Grande do Sul-Santa Catarina.
Caramba, então tá estranho ali, né, o tempo ali, né?
Tá vindo essa massa aí que tá vindo, que deve chegar aqui em São Paulo amanhã, né? Quarta, amanhã já chega no litoral, e quarta-feira chega aqui na cidade de São Paulo. Então vocês tomem cuidado porque deve chover granizo em vários lugares aí. E essas rajadas de vento tão violentas mesmo.
Tô vendo a previsão aqui para São Paulo, quarta-feira a máxima é 16 graus.
Isso, mas é a frente, é a frente fria que tá chegando.
Mínima 12, máxima 16.
Semana que vem tem outra frente fria antes de outubro chegar. E lembrando que amanhã, né, é primavera, né?
Já é primavera, começou bonito, né?
23 de setembro, né? Olha só, depois de amanhã, no caso, né?
É, depois de amanhã.
Hoje é 22, né?
21.
21 hoje? Então depois de amanhã começa a primavera. Então assim, e tamo aí sob a influência do El Niño, né, cara, que tá vindo com tudo aí mesmo.
Tava vendo os vídeos, Sérgio, que parece que o que favoreceu o El Niño é porque tem um vento que sai ali do território peruano e vai para o mar, que empurra essa água quente para o lado lá da Austrália, lá da Nova Zelândia. Parece que esse vento ele se enfraqueceu e essa água quente veio chegando, né?
Quando tem é isso, né? A origem é mesmo do O El Niño são os ventos alísios, que a gente chama, né? É o vento que passa ali. Quando o vento sopra em direção ao Peru, esquenta a água ali.
Foram os peruanos que descobriram isso, né? Os pescadores, né?
Você sabe por que que chama El Niño, né? Menino Jesus.
Ah, era por causa da época do Natal? Ah, entendi.
E aí o que acontece? São os pescadores, né?
E La Niña quem então?
La Niña veio depois. E o leite Ninho. Aí o pessoal fala assim, né, o pessoal fala assim, o Larinha deve ser muito pior, né, porque a mulher é braba, tá nervosa. Então segura, né?
É, rapaz, ainda bem que esse é o Ninho, né, não é Larinha. Mas estão falando que vai ser o maior de todos os tempos agora, cara.
Talvez ele seja o maior, o maior já registrado que a gente tem ideia, é o de 1877.
77?
800.
800, que é 3 graus, né, 3 graus e matou 50 milhões de pessoas.
Que isso, mano!
50 milhões de pessoas morreram por conta da seca gigantesca. Só que por conta do famoso efeito borboleta que o Vilela gosta, a seca lá na China foi violenta.
Lá que matou mais gente.
Então lá matou gente para caramba, matou muita gente na América do Sul. E esse pode matar? Esperamos que não, né? Porque nós temos aí nossas autoridades, né, que sabendo disso, né, já estão se preparando, já estão se preparando, não é isso? Claro, então certeza absoluta, né? Então, ó, você aí que é autoridade no Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, se prepara que vai chover para caramba.
E aí Nordeste, Centro-Oeste é calor e seca, né?
Seca violentíssima. Amazônia deve aumentar muito o número de incêndio, então já prepara também para mandar os bombeiros ali para o lugar certo na hora certa. Fora todos, que é uma coisa muito interessante, chegamos em setembro, zero furacão no Atlântico Atlântico é El Niño.
Entendi.
Quando tem El Niño muito forte, não tem furacão no Atlântico, mas tem furacão no Pacífico.
Entendi.
Então tem todas essas mudanças aí que ele vai fazendo no mundo, cara.
É assim, preparar, né?
Tem que se preparar. Hoje não tem desculpa, né? O que eu falo para galera, hoje não tem desculpa.
E aí o pessoal fala a conexão com o nosso dia a dia, né? A gente já tem uma questão de crise energética aí por causa do Oriente Médio, que aí encarece o E aí, o que que acontece? Você tem às vezes uma seca, aí as hidrelétricas produzem menos energia. Aí você tem que usar termoelétrica, que vai usar esse combustível que já tá mais caro. Aí a bandeirinha da bandeirinha fica vermelha. É, você acha melhor você desligar um pouquinho a luz de casa, se preparar aí, cara.
O impacto da nossa vida hoje, né, por conta da gente depender— eu até fiz um vídeo lá no canal do Lito explicando isso aí, né. Por exemplo, navegação tem muito impacto.
Sim.
Porque começa a ter muita turbulência, começa a ter aeroporto que começa a fechar porque começa a chover demais, ou começa a desviar voo para um lado, para o outro. Aí, por aí, São Paulo, pô, São Paulo é um hub. Aí começa a atrasar, atrasar, atrasar, aí vira reação em cadeia, entendeu? Então essas coisas afetam tudo hoje, cara, porque a nossa vida é toda desse jeito. Acaba, né, se a gente viver só caçando e comendo fruta no mato, impacto, talvez não tinha tanto impacto, né?
É igual aquele evento Carrington lá, né, que gerou um impacto pequeno. Hoje seria uma coisa catastrófica, que é uma tempestade solar, né? Foi um solar flare lá, né?
Um solar flare gigantesco que fritou todo o sistema de telégrafo da Terra, que era o jeito de comunicar.
A gente tá preparado hoje em dia para isso?
Hoje a gente tá, porque a gente consegue prever, ver antes.
E aí faz o quê?
E aí, cara, pô, se vier um negócio muito, desliga tudo, tá?
Não vai Só assim. Parece que teve relato de gente que tava usando telégrafo, tomou choque, né, tomou descarga elétrica na hora.
Faça igual Daniel Lopes, cara, construa uma, construa um refúgio.
Você sabe o que eu lembrei agora, Sérgio? É um negócio que aconteceu muitos anos atrás. Começou uma tempestade, eu tava lá em Niterói, eu tinha aquele monitor de computador antigo ainda, aquele grandão. Na hora que eu fui apertar o botão para lá, saiu uma descargazinha no meu dedo, da tela para o meu dedo, cara. É, mas acho que é isso que o cara sentiu no evento Keryton lá no Telégrafo, né?
Porque estava chovendo, a tempestade elétrica, talvez pegou um raio ali, ele saiu pelo monitor e pegou no meu dedo. Acontece isso, acontece.
Mas eu não virei dedo duro por causa disso não, já nem virou um super-herói também, né?
Podia ter, exatamente.
Aí, ó, fala, Romero.
Tem a pergunta aqui do do Vinícius. Ele mandou aqui para o Daniel: olhando para as pandemias anteriores, existe algum indicador objetivo mostrando que estamos mais vulneráveis hoje a uma pandemia capaz de derrubar a civilização?
Cara, eu acho que o perigo é esse que a gente falou da inteligência artificial, um agente malicioso pegar esse, esse sistema mais potente e desenvolver um vírus novo. Isso, isso que tem me preocupado agora. E quando eu lembro que o Bill Gates está desde 2020 falando: a próxima pandemia não será natural, um vírus lançado por algum terrorista, alguma coisa assim. Eu falei, caramba, se você une uma coisa com a outra, você fica um pouco grilado, né?
Então eles falam muito sobre a doença X que estaria chegando, que seria o impacto, né? Então isso é preocupante. Mas hoje eu tô mais preocupado com aquilo que o Fórum Econômico Mundial chama de pandemia cibernética, né? Que seria uma— o Fórum Econômico Mundial, ele tem uma série de simulações chamada chamado Cyber Polygon, polígono cibernético. E aí eles simulam que morreria muito mais gente numa pandemia cibernética do que uma pandemia viral, dependendo da capacidade de imortalidade do vírus.
Porque se você fica sem água, sem luz, sem polícia, sem nada, aí é o caos, né, na civilização. É, vira um Mad Max. E aí, e também tem um cálculo, não são 3 dias, alguma coisa assim? Tem todo aquele estudo de relocação estratégica, né? No terceiro dia já começa o lógico, porque aí no primeiro dia o cara pensa, amanhã vai voltar a luz. Aí no segundo dia ele já, acho que eu vou comprar alguma coisa no mercado.
Aí não acha, aí ele chega lá, todo mundo já comprou tudo.
No terceiro dia ele começa a pedir para o vizinho, aí você tem alguma coisa?
Vou tentar sair da cidade.
Ele quer sair, a estrada tá lotada, e geralmente a estrada tá lotada ali, os carros começam a enguiçar por falta de combustível, porque o posto de gasolina não consegue bombear o combustível para o carro. Então aí o terceiro dia é o dia que já começa começa a ficar confuso.
Isso aí, já que vocês estão falando de filme, é o Duro de Matar 4.0.
Sim, 4.0 vai nessa linha aí. Esse é do ataque cibernético, né, que aí cai tudo.
Que tem um filho dele?
É que é do— esse é o na Rússia, que é do ataque? Não, né?
Não, não, é o cara lá nos Estados Unidos que fica revoltado e ele começa a fazer: ah, para tal coisa primeiro.
Aí ele vai parando, aí tem aquele nerd lá que fala: não, isso aqui é um negócio que a gente sabe. O nerdzinho, né, teoria da conspiração, que tinha um bunkerzinho. É isso aí, legal, legal.
O cara fica lá off-grid igual você, ele tava preparadão, né?
Para ele não atrapalhou nada, ele tava lá sentadão, falando, deixa aí, cara. Todo mundo sofrendo, ele tranquilo, né?
Vocês lembram dessas paradas?
Esse filme é legal, né? 4.0, é claro que tem O Mundo Depois de Nós, a série Dia Zero, que é com Robert De Niro. Lembrando que Dia Zero é aquela ideia do ataque cibernético, você não teve nenhum dia para se preparar. É o dia, você teve zero dia porque eles encontraram a vulnerabilidade nova.
Mas lá foi uma coisa interna, né?
Foi proposital na série, né? E uma mulher, é uma mulher que representa, ela tá representando praticamente a Palantir e o Peter Thiel, e ela teria propositalmente feito esse ataque porque ela queria mais apoio governamental para as pesquisas dela. Pô, dei o spoiler total da série, mas também já tem uns 2 anos aí, né?
A gente segurou tanto spoiler aí, como que chama?
É Dia Zero, Dia Zero, Robert De Niro.
E aquela série que um ricaço leva os melhores especialistas para o assassinato no fim do mundo, já viu esse também? Isso é interessante, ele leva os maiores especialistas para começar uma nova civilização lá num bunker lá de baixo.
Mas aí nós temos o clássico 2012, né, cara?
2012 também é interessante.
2012 é um filme tão legal porque ele reúne várias conspirações no filme só.
Qual que é mais ou menos o filme?
O 2012, que é o que esfria tudo?
Não, né? Não, esse aí é o Dia Depois de Amanhã. O 2012 é o filme que vai ter o Yellowstone entra em erupção, aí vem tudo ao mesmo tempo, né?
Aí tal, e aí é muito azar.
E aí eles todos, faz só os milionários que tem lá direito aí naquela, naquele barco, tipo uma arca. E aí entra todo mundo lá e fica, espera o mundo todo.
Aí no final acho que sobra só uma parte da África, né? Isso, tem um mapa assim.
Mas absurdo aquele do Snowpiercer, né, que é um trem que não para e fica lá.
Expresso do amanhã. Não, é essa a ideia que os caras tentaram evitar o aquecimento global escurecendo a atmosfera. Que o Bill Gates fez essa ideia, ele parou porque a galera foi para cima dele. Se você errar a mão, você acaba com a gente.
Jogar o pó de giz na atmosfera.
Tem aquela conversa, será que existiu mesmo no Oppenheimer, do Einstein, ou alguma coisa parecida assim, tipo de a bomba desencadear uma reação em cadeia?
Existiu, porque é o seguinte, né? Até até então, o contexto, o pessoal saber, até então, né, porque a bomba atômica ela funciona por reação em cadeia, certo? Até então ninguém tinha controlado a reação em cadeia. Então a reação em cadeia, o que que é? Você faz aqui os átomos, né, um bate no outro, cria o próton, o próton bate em outro, o que que vai acontecer? Pode incendiar a atmosfera, que eles falavam.
Podia mesmo?
Podia, né, na teoria, na teoria sim. O lance é que o grande Enrico Fermi, que eu acho que um dos mais importante do Projeto Manhattan é o Fermi. Ele foi o cara que conseguiu fazer o reator, o Pile-1, que é o primeiro reator de fusão.
Universidade de Chicago, né?
Você sabe que se você for lá na Universidade de Chicago, você compra um dos grafitezinhos que eles vão—
é, mas qual foi a sacada dele?
A sacada dele foi criar um reator controlado para fazer a reação em cadeia de forma controlada.
Como se controla isso?
Não, aí foi o estudo que ele fez, entendeu? Aí ele fez, ele fez um reator, ele colocava camadas, né, de grafite assim, e as coisas iam acontecendo e não escapavam.
Eu acho que tem até uma história meio lenda, não sei se é verdade, que num desses testes ele derrubou a energia elétrica da cidade toda, né? Ele ligou a máquina lá, caiu tudo, né?
Eu acho, cara, em toda a história do Projeto Manhattan, eu acho que o Enrico Fermi, eu acho ele muito mais importante, por exemplo, que o Oppenheimer.
É mesmo?
Até porque o Oppenheimer, ele era o administrador da parada. É, entendeu?
Chefe do Laboratório Los Alamos.
É, ele era o administrador e ele era, você sabe por que que ele foi escolhido, né? Só que não tem nada a ver com o tema não. Ele foi o único que conseguiu explicar para aquele coronel lá o que que era que eles iam fazer, porque o coronel andou em todas as universidades falando com os físicos, tudo meia bola. Os físicos explicavam, o cara, pô, não entendi nada. O Oppenheimer conseguiu explicar para o cara, tornou mais claro, né?
É você, cara, que eu preciso, entendeu? Mas o Fermi é um dos caras mais importantes que tem, tá doido.
Coloca depois a foto dele. Já queria agradecer aos dois imensamente. Quando junta os três aqui, eu sei que vai ter papo bom.
E Vingadores, né, que você falou, né?
Exatamente.
Um cara escreveu aqui: vou assistir A Mosca amanhã, clássico, hein?
A Mosca também tem a ver, clássico, pô, teletransportar.
Você viu um papo de um cara que um monte de gente mandando aí? Relaxa, um brasileiro. Não, já era livro de ficção científica. Ele já falou, sabia disso?
Ah, ele falou, ele confessou, já confessou.
Era para lançar um, era um jabazinho do Livro de Ciência Científica, é um teaser. E todo mundo me mandando: olha, esse cara conseguiu teletransportar. Aí o mundo inteiro tá falando nisso, né?
Aí o pessoal me mandou, aí eu entrei na imagem, aí eu olhei o laboratório do cara, falei: que que é isso, cara? O cara tem um osciloscópio aqui, é no osciloscópio que ele tá vendo o teletransporte.
Pô, o chinês tá lá, cara, também, né?
O chinês, cara, tá Projeto Tabajara, sambare total. Projeto Tabajara de teletransporte. Belo nome, cara, belo nome.
Eu lembro a minha tia quando era criança, ela dizia que ela ia ver o programa na televisão, ela achava que os personagens vinham andando por dentro do fio. Aí ela ficava olhando para o fio para ver se balançava. É nesse naipe essa pesquisa aí.
Quando era criança eu não me trocava na frente da televisão achando que eles viam. Me viu, velho.
Você leu 1984, já ficou grilado na teletela. Porque hoje rola, né? Você demora, ela te enxerga.
Com certeza.
Mas a música é um clássico, assista ela que é sensacional.
O original não vi, só vi o do Jeff Goldblum.
Não viu não o original?
Não, só do Jeff Goldblum lá.
Mas o Jeff Goldblum não é original não?
Não, tem uma música da Cabeça Branca.
Ah, da Cabeça Branca é o original?
Lá atrás. É, cara, lá atrás.
O cara vai teletransportar para a galera entender. Entra uma mosquinha, aí ele se funde com a mosca.
É isso aí.
Aí ele começa a ficar com sentido aguçado, né, fome para caramba.
E a partir desse filme entrou uma coisa nele, mas entrou outra coisa nele, hein.
O problema é que esse filme aí mostra como que— vou dar uma dica, você não assistiu A Mosca, cuidado, porque esse filme aí mostra como que a mosca se alimenta. É, e muita gente a partir deste filme começou a ficar com muito nojo de mosca, porque ela regurgita, ela vomita em cima da comida para dissolver e depois ela puxa. Aí a galera vê a mosca em cima do pão, fala: puta, ela tá vomitando no meu pãozinho!
Já viu que a mosca fica assim, ó?
Só passa no rosto nela, ela fica toda—
tem coisa que se extinguir também não vai fazer falta.
Quer dizer, eu acho que não vai, não faz falta. Isso aí faz falta.
Que barata voa, né? Né, cara? Para quê?
É maldade, né?
Maldade, cara.
Mas eu tinha mais medo quando eu tinha cabelo grande, cara. Hoje, porque dela agarrar no meu cabelo, hoje eu fico mais tranquilo.
Nunca pensei nisso.
Eu era cabeludão, ela vinha voando.
Minha mãe falava para escovar os dentes, até hoje eu escovo os dentes até sangrar a gengiva.
Ela fala assim, escova os dentes.
É, se você tiver alguma coisa doce no canto da boca, ela vem e lambe tua boca.
Mas isso aí é o esquema que a galera tá fazendo hoje com as crianças. Você já viu?
Não, Tem botão medo que pega o celular, põe aqui na barriga da criança. Não, ó, mostra a imagem.
Come besteira para você ver aí na televisão, tem um bicho.
As crianças começam a chorar. É sério? Maldade, isso é maldade.
Que maldade!
Olha ali, ó, o que que você tá fazendo?
Ultrassonografia.
Come doce, come besteira para você ver lá, ó, lá essa barriguinha.
O moleque vê chocolate, sai correndo, cara.
Vai entrar num trauma que nunca mais vai comer doce na vida, cara.
Nunca sabia dessa, hein, tá, cara?
Tá demais!
Minha mãe podia ter feito isso comigo, porque agora já tô com vontade de comer chocolate, cara, todo dia. Ó, essas jujubas aqui. Ô Daniel, contigo aí, cara. Agradecer demais mais uma vez.
Valeu, galera, foi um prazer.
Pô, essa reunião a gente tem que fazer mais vezes lá no Egito.
A gente faz reunião, bora, vamos, vamos! E a gente tem que fazer essas viagens, cara, que essas viagens aí do Japão, cara, A gente vai, cara. Bora, bora, pô, cara, tem que fazer. A gente ajuda a vender aqui, faz um esquema, vamos lá dentro, faz uma excursão. Viagem não, excursão, excursão, excursão com a galera.
A gente é hostil, né?
Os meninos, com certeza, bota óculos, cachaçazinho, Amber Vision, pochete.
O Homer tem que vir com a gente, leva. O Homer é o cara que controla a galera. O Homer fala: gente, fazer fila, fila aqui.
O Homer é o que vai com a bandeirinha.
Só se eu levar a minha pochete muito compacta.
Se for, ele nem acompanha a caravana, né? O Lenny vai ficar só no hotel dormindo.
Hoje não, levar umas senhoras, ele vai ficar doido, né?
O Lenny quer ver a senhora, ele tem isso, né? Ele tem isso, famoso radar, né?
Passou de 60, ele tá pegando.
Ele pega, bicho.
Daniel, contigo aí.
Valeu, filhão, foi um prazer estar com vocês aí. Aí. Eu tô ali de segunda a sexta ao meio-dia no canal Daniel Lopes trazendo essas atualizações geopolíticas, né, mostrando cenário, dando algumas dicas ali de investimento também. E é isso, Vidal, foi um prazer enorme estar com vocês aqui, é sempre uma conversa legal. O horário passa rapidão, né, a gente ora assim, já fala, caramba, 3 horas de programa, nem vi passar, nem parece, né.
Então uma alegria, né. A gente teve lá na Espanha, né, foi legal para caramba. Tivemos lá no Inteligência, lá no Além da Ciência, foi incrível. Vamos fazer mais vezes aí.
Vamos, da Espanha foi, foi legal, foi marcante, né. Foi marcante, foi legal, foi muito bom. E sabe que ele, eu esqueci a minha caixinha de som, ele que pegou lá minha caixinha, fez o resgate da caixinha.
Tá lá em casa, preciso trazer, cara.
Pô, de novo, Sacane, obrigado demais, foi legal também estar no seu programa. Os três estão lá, vejam esse programa, a gente fala muito sobre IA bem aprofundado e de outras coisas também.
Então também, cara, muito obrigado aí de novo, prazerzão estar com vocês aí. Parabéns pelos 6 anos.
Obrigado, hein. Olha aí, ó, a gente começou na pandemia. Olha aí, começou um pouco depois, né, com podcast.
Eu comecei um pouco depois.
É, até o canal é mais—
não, meu canal é de 2015, desde 2015.
Nossa, Serginho, você também é o cara!
É o lance da bolha, cara. Eu comecei a ficar— o pessoal começou a me conhecer quando eu comecei a vir nos podcasts.
Sério?
Porque eu fui no Flow a primeira vez, aí eu vim aqui, fui no Podpah, e por exemplo, que é um público, pode ir para outro público. Aí os caras começaram a ver, falou, caramba, cara, esse negócio aí de astronomia é legal, depois esse negócio de foguete é maneiro, né?
Eu achei que você já era famoso antes.
Não era, cara, não era. Você sabe por que que eu chego aí no Jô então? No Jô?
Não, pô, imagina que louco, se fosse hoje em dia você iria fácil várias vezes.
No Flow eu fui por causa da Terra Plana, porque o Xandão foi lá. Ah, e aí eu mandei um tweet para eles.
Você tá brincando? Foi por causa disso?
Foi. Eu falei assim, pô, galera, vocês levaram um cara da Terra Plana, podia levar um cara contra a bola aí. Aí Aí o Monark, o irmão do Igor, que me respondeu, falou: vem você então. Falei: bora!
Foi no desafio.
E aí eu fui lá, acabou que a gente falou de tudo menos terra plana.
E o Xandão até hoje acredita na terra plana, né?
Acredita ainda, né? Pô, Xandão, que é isso?
Você não vira com ele aí? Já se acertaram ainda não?
Já, já tivemos lá no canal da Growth, tem 3 horas de papo eu e o Xandão.
Não vi, cara. Pô, eu vou ver então. Achei que vocês não se bicavam.
Cara, o Xandão é gente boa, cara, ele é gente boa. Eu concordo Discordo com muitas coisas que ele fala de outras áreas. Só a gente só discorda na Terra plana.
E o do homem discorda dele na área jurídica, né?
E ele acreditou, foi a Lua ou não, cara?
Ele não acredita muito não, mas calma aí que nós vamos voltar agora, tá?
Ele vai ficar muito—
vai ficar— não, eu acho que não, eu não, não, não.
Enganaram ele, cara, para ver lançamento de foguete, porque ele Fala que o Fuguê não, Fuguê não. Eu falei, cara, vamos lá. Ele acha que é truque.
Eu não vi também. Você falou que é uma coisa que vai mudar a vida também. É assim mesmo?
Isso aí nós temos que ir, hein? Aliás, ó, os dois estão convidados. Aqui, ó, é o seguinte: é de 5 a— não, como que é? De 7 a 15 de maio do ano que vem eu tô montando uma mansão, ó, lá nos Estados Unidos, né, que você falou.
Falou, Boccaro?
Opa, tem garota com roupa de hoje, garota com roupa Se for internacional, até eu vou.
Se tiver, eu capacete tá garantido, que eu vou lá na NASA comprar um feijão.
Como que é? Abre o capacete.
Essa não, essa sim. Mas ó, de 7 a 15 de maio lá em Orlando, uma mansão, 15 quartos, tá? São 10 pessoas, só falta uma vaga.
E a gente fica onde? Como é que eu vou lá?
Vocês são bons dormir junto comigo?
Vocês são tão lá que pode convidados meus. Vamos lá, são, é uma semana que nós vamos 3 dias na NASA para visitar cada pedaço da NASA em detalhe, ver lançamento de foguete.
A galera normal não tem, não, nós vamos aonde vai todo mundo, entendeu?
Mas tem um negócio, se você for com a gente e entrar com a gente na NASA, você ganha o passe anual, ou seja, você pode voltar na NASA durante 1 ano sem pagar nada. 0800. E nós vamos ver lançamento de foguete também, tem o dia para fazer comprinha Porque legal, todo ano tem um dia padrão, né, padrãozinho.
O cara quiser ir na Disney também, nosso amigo Marcelo Roque vai estar lá com a gente.
Então nós vamos estar lá na casa, tem tudo. A casa, cara, tem 15 quartos, quartos temáticos.
Essa casa não é no condomínio do Marcelo não, né?
Num outro condomínio. Mas é tudo quarto temático, tem quarto do Avatar, tem quarto das princesas, tem quarto não sei o quê, tem salão de jogo, vai rolar churrasco, vai rolar uma roda de Homem de Ferro, uma roda de samba, vai rolar rodinha de samba e tudo, celular travado na caixa na porta.
Isso é importante, não pode ter o óculos inteligente também na porta. Não pode.
Mas fica aí a dica, quem quiser vai lá nas minhas redes sociais, tem lá. Quem quiser participar com a gente, você entra lá. Quem tá me ajudando muito é isso.
7 de maio para frente.
Vou orcar o dos foguetes, cara.
Pô, o Vô Caro, cara, Vô Caro, você podia ter pegado um pedacinho dessa grana, cara, e feito um foguetinho nosso, cara, para o Brasil. Pô, ia ser muito legal, era milhões e milhões, cara, não custa nada, cara, vários foguetes. O Jorge dá 365 vistos, tá me ajudando nisso. Então quem quiser, entra em contato com ele. Pô, mas eu não tenho visto, eu não tenho passaporte. Conversa com ele quanto que é, conversa com ele, porque tem gente que quer usar a milha para ir de, lógico, a parte aérea. Ele ajuda também, ele ajuda tudo. 65 vistos.
É o Joel, ele consegue. Ah, ele compra, escolhe direto aqui.
Então ele é muito gente boa. Eu e ele que nós estamos fazendo esse lance lá em Orlando. Então ano que vem espero vocês lá. E vocês lá, eu tô mais que convidado.
Obrigado pelo convite.
Já vou me programar aí uns dias aí.
E tem esse evento que você falou que é novembro, né?
Que é esse ainda, eu não posso falar não, mas deixa o teaser, né, que o cara já vai ter alguma coisa em novembro.
Fica ligado em novembro aí, fica Obrigado. Em novembro aqui nós três vamos estar junto lá em Brasília. Você é lá em Brasília?
Ah, verdade, verdade, lembrei.
Mas aí nós vamos divulgar isso direitinho aí, já já tá pronto.
Fechou, obrigado demais, Dani. Falar Dani é perigoso hoje em dia, né?
É, hoje é perigoso.
Um beijão, Dani.
Lindão, é lindão, é lindão, é lindão. Lindão pegou mal, né?
Obrigado demais, Sergião.
Como eu gosto desses caras.
Só faltou o Lito, né? O Lito é um cara que também faz falta, velho. Ele aqui também, e ele falou, né, cara, não vejo a hora de voltar aí contar minha história. Então, com certeza, esperando. Pirula também estamos esperando. E você, Homer, faça a sua parte, você que está convocado para essas discussões.
Então, agradecer demais para você que chegou no final desse papo.
Eu senti uma empolgação quando eu falei que você vai com a gente. Não, não, não, desculpa. Você quer ir com a gente ou não quer?
Querer, eu quero.
O problema é se a minha mulher vai deixar.
Tem esse problema aí, né?
Temos um probleminha.
A gente dá um jeito de levar sua mulher junto.
É claro, é claro.
Bom, agradecer demais para você que chegou no final desse papo. Se você ainda não deixou seu like, tá panguando, então deixa aí seu like.
Esse cara reclamando que a gente vai acabar. A gente tem que acabar, né?
Torne-se membro, compartilha esse vídeo com toda sua patotinha. Agradecer também os nossos patrocinadores. Patrocinadores, temos a Airbnb, a Neres, a Paramount Plus e o Estratégia Concursos, né?
Sempre estão com a gente aqui. E agradecer demais a você, foi uma live muito legal. Estamos começando a comemorar os nossos 6 anos, que finda em novembro, que também é meu aniversário, né? A gente abriu o canal, eu abri o canal em 6 milhões, né?
Já bateu? Não, a gente quer bater 10 milhões, porque juntando esse, juntando esse, mas aqui tá quase 6, né?
Quase 6.
Não, campanha 6 anos, 6 milhões.
Aí, ó, 6 milhões, porque Não custa nada, vocês assistem de graça a parada. A gente abre, eu abri o canal em setembro e o primeiro vídeo é de novembro. Olha que legal, então bacana, hein, esse espaço aí de tempo. Agradecer demais. E agora tem, eu acho que, olha, no final mudou a sua ideia, coisa. Não, mas no final não tem como ser Borcaro dos Foguetes, né? O que que você tinha pensado antes?
Eu tinha pensado em Catapulta do Borcaro.
É melhor Borcaro dos Foguetes. Vamos tentar renomear o Porcaro dos Foguetes. Essa história vai dar um bolo no verão.
Aí é somebody love, né?
Aí é somebody love total, cara.
Valeu, gente, fiquem com Deus. Beijo no cotovelo e tchau. Escrevam aí Porcaro dos Foguetes. Até amanhã, valeu, fui!
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