1936 - VÃO E FAÇAM DISCÍPULOS: DOUGLAS GONÇALVES E FÁBIO COELHO
DOUGLAS GONÇALVES e FÁBIO COELHO são pastores do movimento JESUSCOPY. Eles vão conversar sobre as instruções de Jesus para “ir e fazer discípulos”. Já o Vilela presenciou o Sermão da Montanha.
- A missão de Jesus de fazer discípulos e a continuidade da igrejaMateus 28:18·JesusCopy·Sermão da Montanha
- O pecado como problema central da humanidade e a salvação em JesusGênesis 3·Reino de Deus·Satanás·salvação
- O evangelho como mensagem central do discipulado e da igrejaMateus 28·Gênesis·obra de Cristo·arrependimento
- Diferença entre multidão e discípulos na perspectiva de Jesusseguir a Jesus·milagres·tomar a cruz
- A importância da obediência e submissão à vontade de DeusFilipenses 2·educação de filhos·vontade de Deus
- A importância da comunidade e da igreja no discipulado cristãorelacionamento com Deus·corpo de Cristo·The Chosen
- A diferença entre calvinismo e arminianismo na soberania divina e escolha humanasoberania de Deus·responsabilidade humana·Calvino·Armínio
- A visão cristã sobre o fim do mundo e a volta de Cristopré-milenistas históricos·Grande Tribulação·Mateus 24·Apocalipse
Olá, terráqueos, como é que vocês estão? Eu sou Rogério Vileira, tá começando mais um Inteligência Limitada, o programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do anfitrião que vos fala. Sempre trago pessoas mais inteligentes, mais interessantes E com a vida muito mais cristã do que a minha educação.
Muito mais, meu querido, muito mais, muito mais.
Será, ô bigode?
Olha só, cara.
Bigode aí não me engana não.
Que isso, cara.
É mesmo?
Eu sou uma boa pessoa apesar do bigode.
Mas o bigode te faz ficar com a cara de safado.
Faz, cara. Eu vou tirar então.
Cara que fica na sinuca o dia inteiro bebendo.
Cara, se eu tirar o bigode que eu venho aqui, parece que eu tenho 15 anos, cara. Fica muito feio.
Isso é verdade, você vai ficar com cara de moleque. E vai perder o apelido que é o Bigoda.
É, não vai ter sentido, né? Vou deixar.
E o pessoal que está em casa vai participar hoje?
Vai, vai participar, já tá participando na verdade. É, para você que tá em casa, você pode começar deixando o seu like.
Tem que dar o like, tem que dar o like, né? Especial desse.
Exatamente, muito especial. Deixa também a sua inscrição, né? A sua inscrição é muito importante.
Tem muita gente que assiste e não é inscrito, não é inscrito, né?
E a gente também quer bater a meta.
Se inscrever, pessoal, no seu canal.
Olha agora aí no botão, se tiver escrito inscrever, você aperta.
É, às vezes o pessoal tá assistindo televisão, dá preguiça, mas dá para se inscrever por lá também. Então vai no celular e se inscreve.
O celular tá do lado, né?
E é uma forma gratuita de ajudar o cara tá produzindo conteúdo.
É, você não precisa pagar nada, só inscrever já ajuda para caramba.
Exatamente, não é? Exatamente. Exatamente. Quem tá vacilando também é quem não faz parte do grupo de membros também, cara.
Porque o grupo de membros sabe, por exemplo, que eles iam vir.
Exatamente.
Mandaram perguntas antes da gente lançar agenda.
Pois é, já manda pergunta, já mandaram perguntas aqui também.
Então vamos passar na frente e a gente vai ler as perguntas.
Exatamente. Isso aí.
Então bora começar o papo. Vamos, vamos às apresentações primeiro. Para quem não te conhece, como você se apresenta? Quem nunca te viu?
Nunca me viu? Douglas Gonçalves. Esposo da Val Gonçalves, pai do Davi, da Luísa. E eu lidero junto com a minha família um movimento chamado Jesus Copy, que tem uma mensagem, né, que você foi criado para ser parecido com Jesus, né, que seguir a Jesus é cada dia mais parecer com ele. Então essa é a nossa mensagem, alcança muitos jovens, adultos cristãos, mesmo que seja impossível ser igual a Jesus, mas Mas a missão é essa, né? A vida inteira você se aproximando.
Então a gente tem trabalhado, a gente pastoreia também uma igreja lá em Bragança Paulista, Família Jesuscope, e estamos aí servindo através do online, através da igreja.
Tua câmera é essa daqui, se apresenta para o povo.
Beleza, então meu nome é Fábio Coelho, eu sou missionário já algumas, as boas aí, duas décadas, junto com a Jaque, minha esposa. Sou pai do Daniel e da Débora, e a nossa missão tem sido ajudar pessoas a olhar para Jesus e seguir a Jesus por meio da pregação do evangelho. Parte do nosso serviço tem sido com treinamentos, conferências e também livros. E faço parte da família de Ziscop junto com Douglas. A gente trabalha junto na igreja local e também com a propagação da palavra de Deus tanto no Brasil como em algumas nações também. Então acho que é isso, tá certo.
Sejam bem-vindos. Esse é um tema que eu gostei para caramba. E vamos começar pelo tema, né? Vamos e façam discípulos. Onde está isso na Bíblia e o que significa ser discípulo?
Muito bom, muito bom. Até a gente trouxe para você. Eu e o Fábio escrevemos juntos, a 4 mãos aqui. É o livro, a gente quis ser extremamente direto, né? Vão e façam discípulos. Deixa eu pegar com esse daí. Vão e façam discípulos. Ficou legal, né? Lindo, cara. É, deu uma caprichada aí para embalar o que é uma mensagem fundamental para a igreja, né?
É mesmo. Mateus Vocês acham que é importante pra caramba fazer discípulos, espalhar a palavra?
Ó, eu vou dizer pra você que muitas das crises que nós temos vivido e visto, né, na igreja, tem a ver em parte de ter abandonado isso daqui, né? Porque isso daqui é a centralidade do que é a missão da igreja.
O que eu faço aqui é um pouco esse trabalho ou não?
Cara, é uma contribuição, sim. Essa parte de informar, de de você trazer conhecimento, faz parte disso, mas não para nisso. E aí até onde? A gente pode mais para frente falar sobre isso, né? Que é uma das questões que a igreja começou a errar, porque de certa maneira, ou ficar incompleta, eu vou chamar assim, porque o discipulado virou só um passar informações. Senta aqui, vou te dar uma aula. Isso é importante, mas o que Jesus chamou a galera para andar com ele. Então não era matricule-se, era siga-me.
Entendi.
Então isso muda, né? Não é matricule-se numa escola, mas siga um homem que vai te formar, não só te informar, te formar. Mas a sua pergunta é: Mateus 28:18 é um texto icônico porque Jesus ressuscitou e ele tem o último encontro com os discípulos numa montanha antes de ser assunto aos céus. Então ele vai falar para eles ali: Portanto... Olha como ele introduz: Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. Portanto, vão, façam discípulos de todas as nações, batiza eles em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e ensina eles a guardar tudo.
Ele passa autoridade para eles?
Exatamente. E é interessante até que eu estava lendo num livro que essa frase, vão e façam discípulos, era a frase de formatura de discípulos. Então, porque discípulos já existiam antes de Jesus, haviam rabinos, haviam mestres, né? E esses mestres, rabinos, tinham alunos que andavam com eles, eram seus discípulos. E a frase de formatura deles era essa.
Ah, é? Já existia essa frase?
Sim. Agora vão e façam discípulos. Ou seja, agora que vocês se tornaram mestres rabinos, vocês vão agora e fazer discípulos. Mas tem uma diferença, que o nosso desafio, e aí depois nós vamos mais fundo nisso, é que a gente vai fazer discípulos de Jesus e não nossos. E aqui muda tudo, né? Mas eu queria, acho que o Fábio até pode começar respondendo exatamente essa. O que é discípulo? O que é ser um discípulo?
Não, legal, legal. Então uma coisa que é importante focar é que essa passagem de Mateus 28, Jesus está chamando os seus discípulos a dar continuidade na missão dele. Então Jesus, ele encarna, ele desce do céu, se torna homem. Então Deus homem vem para fazer uma missão, fazer discípulos. E após ele ressuscitar, então ele envia os seus discípulos para dar continuidade nesse discipulado. E uma coisa que para nós é muito importante é a gente definir o que que é um discípulo.
E aí, Vilela, tem uma coisa que a gente precisa olhar na história de Jesus aqui no seu ministério público, que é o tempo todo Jesus tinha multidão e discípulos, o tempo todo. Então ele pregava para multidão, ele multiplicava pão para multidão, ele curava as multidões, expulsava demônios. Ele ressuscitou pessoas em frente das multidões, e as multidões elas estavam seguindo Jesus, mas Jesus tinha discípulos. Então tem essa diferença na Escritura.
Tanto é que tem um momento que os discípulos de Jesus fazem uma pergunta para ele, porque não sei se você lembra, Jesus falava muito em parábolas, né? E aí, só que, cara, se você ler a parábola assim sem explicação, não dá para entender muito o que ele tá falando. E os discípulos chegam para ele e pergunta assim: ô Jesus, por que que você fala em parábolas? Você não tá vendo que ninguém tá entendendo nada? E aí Jesus fala assim: olha, para as multidões eu falo em parábolas, mas para vocês eu revelo os mistérios do reino.
Então eu falo claramente sobre o meu coração, sobre as leis do reino de Deus. Então o que eu queria focar aqui agora, nesse primeiro momento, é que existe uma diferença clara em quem tá seguindo Jesus Porque discípulo é quem tá seguindo a Jesus por aquilo que ele pode dar. E as multidões seguiam a Jesus por aquilo que ele podia fazer. As multidões seguiam por os milagres, pelos sinais, pela cura, pelo— imagina, o cara multiplicava comida, curava enfermo, expulsava demônio, tirava dinheiro da boca do peixe.
A multidão enlouquecida: você é o nosso rei. Só que Jesus, ele fala o seguinte: você quer me seguir? Você quer ser meu discípulo? Toma sua cruz e siga-me. Então, basicamente, é, você precisa morrer para você mesmo para você viver uma vida nova comigo, que é basicamente que é fazer aquilo que eu tô falando para você fazer. Tem um tipo de vida que eu tô te ensinando a ter, tinha um tipo de postura diante de Deus e diante dos homens que eu tô te mostrando o caminho, que é basicamente o que ele fala, que é amar a Deus acima de todas as coisas e amar o próximo como a si mesmo.
Então é uma coisa que a gente precisa definir, é que no tempo de Jesus haviam muitos admiradores daquilo que ele fazia e daquilo que ele podia dar, mas havia poucos discípulos. Porque os discípulos abriram mão da sua maneira de viver para viver da forma que Jesus chamou eles para ser.
E teve uns que foram chamados e não abriram mão, sim, sim, sim.
Então abandonaram no meio, né?
E aí, se você for pensar, vamos pensar um pouco da cultura pagã daquela época. Por exemplo, quando alguém queria ter um filho, você sacrificava para o deus da colheita, para o deus da fertilidade. Quando alguém queria ter uma boa colheita, sacrificava para o deus da colheita.
Quando tá chovendo, é Deus da chuva, o deus da guerra.
Então a pessoa se aproximava de um deus não porque amava o deus da guerra, Não vou sacrificar aqui para o deus da guerra porque eu amo o deus da guerra. Não, eu tô querendo uma troca. Então eu vou oferecer um sacrifício, é por medo, que é uma troca, né? Então eu vou oferecer algo para um deus por aquilo que eu vou receber. E é assim que as multidões tratavam Jesus. As multidões queriam aquilo que ele podia dar, mas não queriam amar a ele de fato.
Ou seja, não queriam viver da forma que Jesus tava propondo que nós devíamos viver. Então ser discípulo de Jesus não é admirar apenas Jesus, mas é morrer para minha maneira de viver, para viver da forma dele. Então, e aí, isso é uma realidade que acontece hoje. Tem muitas pessoas que vão em reuniões religiosas, né, de todas as esferas, de tipos de cristianismo, que estão atrás daquilo que Deus pode fazer por elas, mas elas não estão dispostas a morrer para si mesmo para viver da forma como Jesus está nos propondo a viver.
Então muita gente tá se aproximando de Jesus porque admira quem ele é e admira o que ele pode fazer, mas não está disposta a mudar a sua maneira de pensar, a sua maneira de viver. Ser discípulo é olhar para Jesus, contemplar a Jesus e procurar ser parecido com ele. Então eu estou olhando, eu estou admirando, mas eu quero ser como ele. E aquilo que o Douglas falou, é lógico que essa busca em ser semelhante a Jesus é algo que nós nunca vamos chegar à sua plenitude, mas é uma busca diária.
Então essa conversão, ela é diária. Todos os dias eu estou olhando para ele, todos os dias eu estou me convertendo a ele, e todos os dias eu estou morrendo para mim mesmo para poder ouvir as suas palavras e para que isso mude a minha maneira de pensar. E é lógico, nesse processo, Eu sou abençoado por quem ele é, pela sua obra, pelo seu poder, pelo seu favor.
E esse é o ponto, ele faz coisas, né? Ele curava, ele libertava, ele fazia as coisas para a multidão chegando ali, mas o desejo do coração deles era que cada um se tornasse um discípulo. Agora, até uma coisa importante para quem tá nos ouvindo aqui é por quê, né? Por que que Jesus queria discípulos? Porque às vezes fica parecendo que Jesus era narcisista, que Jesus era um cara carente. Ele falando assim, nossa, eu queria tanta gente me seguindo, falando que me ama, que eu sou lindo, que eu sou maravilhoso e tal.
E não é isso. Ele diz o tempo inteiro que ele veio para salvar a galera. Então, de que maneira ser um discípulo de Jesus é a salvação, né? E aí a gente tem que voltar lá atrás, porque assim, falando de de Bíblia aqui, né? Qual é o problema central da humanidade segundo as Escrituras? Problema central da humanidade se chama pecado, ok? E o que que é essa parada de pecado, né? O que que é isso? É Gênesis 3. Então você tem Gênesis 1 e 2, Deus criando todas as coisas, e Deus cria um lugar em Gênesis 2, né, que a gente chama de Jardim do Éden.
E tá lá o homem e a mulher vivendo naquele lugar, e ele dá uma ordem para eles, ó: Não coma de uma árvore do centro do jardim, que é a árvore do conhecimento do bem e do mal. Olha isso, qual que é a ordem? Não coma da árvore do conhecimento do bem e do mal. Traduzindo, o que seria? Eu não criei vocês para governar. Eu não criei você, você para falar isso é o bom, isso é o mal. Eu vou falar para você o que é o bom e o mal. Então a revelação de como você vai viver sua vida, eu vou entregar para você.
Porque você não consegue lidar com isso, porque você vai começar a chamar coisa de bom que não é boa, por causa do seu interesse. E você vai começar a chamar coisa de má que não é má na verdade, mas porque você tem um interesse. Então ele fala: Não come, vai ser na relação comigo. E aí você tem esse conceito na Bíblia, não sei se você já ouviu algumas vezes esse termo, é o Reino de Deus. O que significa? É o reinado de Deus. Quem é que manda?
Deus, é o governo dele. Aí Gênesis 3 entra um personagem novo, uma serpente. E qual é a proposta da serpente? E quem é a serpente? A serpente, você vai depois descobrindo na Bíblia, que é Satanás. Quem é Satanás? O líder da rebelião, o primeiro que falou assim: eu não vou obedecer, eu quero ser como Deus, eu quero mandar, eu quero fazer da minha forma. Olha a frase: eu vou fazer do meu jeito. E é muito doido, porque quando ela entra no jardim, ela não convence a mulher e o homem a adorar ela.
Então assim, a ideia dela não é ter um satanista, a ideia dela era ter um humanista, um hedonista. Faz a sua vontade, come e você vai ser como Deus. E aí a gente vê várias frases hoje em dia, né? Seja senhor da sua história, você precisa, você tem que governar as coisas e tal, tem que ser do seu jeito. O que você tá sentindo? O que você está sentindo? Faz o que você está sentindo. E aí essa é a proposta.
Até para relacionamento, né? Tudo.
Se não está bom, sai.
Está bom, sai. Você está feliz? Não? Então sai dessa.
Não é amor. Os caras não entendem que amor é uma decisão, não é um sentimento.
Você está entendendo?
Você decide amar.
Só que eu estou sentindo um negócio, você está sentindo outro. Cara, vamos pegar uma guerra que está durando anos da Ucrânia e da Rússia. Cara, a realidade é que o líder daqui acha que é Deus e o líder daqui acha que é Deus, e os deuses se chocaram porque as minhas ideias são essas, suas ideias são essas, e quem tá certo? A verdade de quem é a verdade? E aí você fica nisso aí, e aí o divórcio é disso, as brigas são disso, assassinatos são disso.
Então, segundo as escrituras, o grande problema da humanidade é ter tomado o governo E agora sou eu que governo. Então é por isso que você vê, e tudo vem daí, todos os problemas, porque o meu coração é enganoso. Eu vou governar, só que eu sempre vou governar para o meu lado, eu sempre vou governar de forma errada. Aí por isso que lá na frente você vem, você vê a salvação. Então qual é a salvação? É a gente voltar ao modelo do Éden.
Qual é o modelo do Éden? Então agora o Senhor vai nos governar. E vários momentos eu vou ter que negar a mim mesmo, tomar a minha cruz para a gente fazer a vontade de Deus. E aí Jesus vem para esses homens e mulheres e fala: siga-me. O que que é siga-me? Duas palavras, né, que são tão pequenas. É uma palavra ali tão pequena, um verbo tão pequeno, mas cara, que muda tudo. Quando alguém fala para você siga-me, que que ele tá dizendo?
Abre mão de dirigir e vem comigo. Se eu virar para direita, você vira para direita. Se eu virar para esquerda, se eu parar, você para. Se eu andar, se eu correr, você corre comigo.
Você não tá mais no controle, né?
E aqui, cara, que é a grande dificuldade. Quem é que tem coragem de abrir mão do controle? Pois é, porque todo mundo aqui de nós aqui nessa sala acha que sabe. E aí Jesus vem e fala para esses homens: siga-me. E esses homens de alguma forma discerniram: cara, nós estamos aqui diante daquele que sabe o caminho? E eles disseram sim. E aí o momento em que meu coração choca com a palavra de Deus, que é o toma a sua cruz, eu nego a mim mesmo e faço.
Vou dar um exemplo. Cara, não quero perdoar. Mas aí está escrito: perdoa quem te ofendeu. Você fala: e agora? Que Deus que vai ganhar? Então se eu sou um discípulo de Jesus, eu vou perdoar. Por quê? Porque mesmo não sentindo, ele sabe mais do que eu. Aí fala: amo o seu inimigo, ora por quem te persegue. Você tá sentindo vontade disso?
Não.
Ora pelos governantes, ora pelos governantes, entendeu? E aí você fala: tô sentindo? Não. Mas ele tá dizendo: eu sou um discípulo dele, é o caminho que ele tá me pedindo.
Interessante que, como o Douglas tá falando, que ser discípulo é reconhecer que ele sabe o que é o melhor para mim, mais do que eu. Deus que me criou sabe o que é o melhor para minha vida, mais do que eu. E aí pensa, lembra de novo, havia uma multidão e os discípulos. A multidão tava atrás, agora você tava atrás dele por causa daquilo que ele podia fazer. E aí tem um momento que a multidão, depois de ver ele multiplicar comida, ressuscitar mortos, curar enfermos e fazer o poder de Deus, de Deus na vida de Jesus, que que eles queriam?
Obrigar ele a ser rei. Então diz que a multidão falou: vamos coroa ele. E aí a Bíblia diz que Jesus sai e se afasta da multidão. Pensa, quando a multidão viu que Jesus não ia fazer aquilo que eles queriam, o que que a multidão faz? A mesma multidão que comeu da comida que Jesus multiplicou, que viu os sinais, o poder, quando perguntaram: e aí, quem que você quer que salte? Jesus, Barrabás. A mesma multidão disse: solta Barrabás.
Pois é, porque a multidão, ela apesar de experimentar o poder e as bênçãos de Jesus, não quis se dobrar ao senhorio de Jesus, não quis reconhecer que Jesus, a vontade de Jesus era maior do que, do que a delas. Então esse é o ponto. Tomar a cruz é morrer para si mesmo, cara, e isso é punk, brother.
É sair do governo, né? É sair do governo de, ó, eu sei, Qual que é essa passagem?
Fala que você tem que morrer, tomar sua cruz. É, Lucas tem, tem, não, mas tem Mateus 16, você tem que morrer e nascer de novo.
Como que é essa história? Isso aí é João 3, que ele fala para Nicodemos.
Então olha essa passagem, olha que interessante. Ele tá diante de um líder religioso, rabino grande. Então imagina assim que você recebeu aqui no podcast, até legal ver no tutorial.
É animal, é animal, é animal, porque ele é um cara, entendeu?
Então imagina que você recebeu, vamos dizer, para os dias de hoje seria que você recebeu aqui um grande teólogo, um dos mais respeitados, vários livros escritos e tal. Esse cara vai à noite querer ter um encontro com Jesus, ele viu algo, mas ele tá até não querendo que ninguém veja que ele foi lá falar com Jesus. Aí ele vai à noite, aí ele pergunta: Rabino, como é que faz aí para entrar no reino de Deus? É basicamente a pergunta dele, né?
Jesus fala assim para ele: você quer entrar? Vai ter que nascer de novo. Olha o que ele tá dizendo, traduzindo, é: você tem coragem de entrar na posição eu não sei nada e começar a redefinir todas as coisas?
Que é como um bebê, né?
Como aprender e depender de alguém.
E depender.
E depender de alguém, entendeu? Então ele fica chocado, tanto que na hora ele não vai, ele não aceita. E aí, quando ele tá diante de uma prostituta, ele fala para ela a mesma coisa, né? Você vai nascer de novo. Para ela é a maior boa notícia, porque o que eu posso jogar fora essa vida desgraçada que eu construí?
Essa chance de recomeçar, né?
E tu dando uma folha em branco. Então quem tá cheio de mérito fala— por isso que ele vai falar: quão difícil é para os ricos entrar no reino de Deus. Porque ele tá dizendo: você tem coragem de deixar o rei definir todas as coisas? Aí eu tenho muito para me apegar, né? E aí quando ele chega diante do leproso, do publicano, né, que eram os caras que tinham traído o próprio povo, da prostituta, do pecador, os cara abraçam o reino de Deus na hora, né?
E os religiosos toda hora vão negando, né? Porque eu tenho muito para me apegar. É tirar eu do controle.
Por isso que o convite ao evangelho não é aceita Jesus que ele vai mudar sua vida. Porque se você fizer isso para alguém na África que tá passando muita necessidade, o cara vai falar, pô, minha vida eu quero que mude. Mas se você chegar para um milionário na Suíça e falar assim, receba Jesus que ele vai mudar sua vida, talvez o cara vai falar, eu quero não.
Eu vi um cara falando no Instagram uma coisa que não sei se faz sentido para vocês, né, que é errado você pedir para Jesus para te mostrar o caminho a seguir, né, porque se você ver realmente o caminho, talvez você não siga. Você tem que pedir É sabedoria para escolher o certo.
Eu acho que o lance é que quando você olha para as Escrituras, a maioria das vezes Deus não mostra o caminho inteiro realmente. Pois ele fala, Abraão, sabe que as terras do meio estão à parentela.
Se você vê as dificuldades, você fala, ah não, talvez não seja isso que eu quero então.
Talvez você não dê conta.
Mas o ponto é, não é que Deus está te convidando, vem aqui que eu vou te mostrar o caminho para você seguir. Não é isso. É, vem aqui que eu vou te guiar no caminho. Então não é. Vou te mostrar um caminho e você vai andando. Não, eu vou te guiando no caminho.
É bem estar comigo.
Porque como eu vi... E dificuldade vira amor. Não é porque você está com ele que agora não vou ter mais dificuldade.
Mas você sabe qual é a pior angústia? E aí, cara, a galera que está aqui pode falar no chat. Qual é a pior coisa que existe? Não são as dificuldades, é estar sozinho.
Solidão, com certeza.
Não tem nada... Verdade. Eles falam, né? Sobre a morte de idosos e tal. E muito idoso morre quando, por exemplo, cai e quebra o fêmur, quebra a bacia. Aí você pensa, ah, porque machucou o corpo e morreu. Não, é porque não consegue mais sair. Ele não consegue mais caminhar, não consegue mais ir na casa do amigo, não consegue mais ir no bingo, não consegue mais ir na igreja e morre rápido. Por quê? Isolamento. Gente, pensar que eles pegam um psicopata, o cara que matou não sei quantas pessoas, E vai punir esse psicopata.
O que ele faz? Isolamento. Então assim, qual é a promessa do evangelho? No mundo tereis aflições, mas tem uma coisa: nunca você vai passar por nada sozinho. Eu estarei com você. Então esse caminho é uma pessoa, tanto que ele falou, né? Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Então ele não vai mostrar um caminho, ó, esse é o caminho, agora percorre lá sozinho. Não. É, vem estar comigo, e comigo nós vamos vivendo coisas dia após dia e mudando coisas e se arrependendo de coisas e transformando coisas.
Então esse é o, isso é um discípulo, é o cara que tava andando com Jesus todo dia ali e seguindo ele. E agora hoje ser um discípulo é a partir das Escrituras, a partir da Bíblia. Você tem ali escrito é o que é a vontade de Deus, e aí ali que você vai caminhando na vontade de Deus, né? Então esse é o desafio do discípulo hoje, né?
E só frisando, o convite ao evangelho não é apenas receba Jesus que ele vai mudar sua vida, mas é receba Jesus que ele vai ressignificar sua vida. Porque o cara que é rico, ele vai, ele vai, ele vai receber Jesus que ele vai ressignificar sua forma de viver. Porque o cara que é rico, ele vai, ele vai, ele vai receber Jesus que ele vai ressignificar sua forma de viver. Porque o rico milionário que tem tudo materialmente, que vive para ele mesmo, ele tá lascado, assim como o pobre que não tem nada.
A questão não é o que eu tenho, a questão é a necessidade que eu tenho de um Deus criador e amoroso de me ensinar como eu devo viver segundo a sua justiça, a sua santidade. Porque lá no jardim, como ele citou, quando Deus fala para Adão, ele fala assim: um dia que você me desobedecer Você vai morrer. E todos, Paulo diz que todos pecaram, todos. E o salário do pecado é a morte. E um desses aspectos da morte, que além que é lógico que a morte tá falando de morte física, porque o homem não foi criado para morrer.
A morte entrou na criação por causa do pecado do homem. Deus não criou o homem para morrer. Então, por causa do pecado, tem a morte física, ou seja, Nós morremos por causa da nossa desobediência, mas tem a ver com outro aspecto da morte, que é a separação de Deus. Todos os homens pecaram e o salário do pecado é a morte. Então todos nós carecemos da bondade de Deus, da santidade de Deus e de nos submetermos à vida de Deus.
E é uma figura assim, porque muita gente ouvindo pensa assim: Deus falou, se vocês obedecerem, eu vou dar uma surra em vocês. Tão forte que vocês vão morrer. Não é isso. A ideia ali não é essa. O que ele está dizendo é o seguinte: imagina que você tem uma árvore e ele está dizendo: vocês são galhos. Se vocês desconectarem, vocês vão morrer. Aqui, você é um galho. Ele é a árvore, esse aqui é um galho. Se você desconectar, você vai morrer.
Não sou nem eu que vou fazer, porque eu sou a vida. Então, se você decidir viver uma vida independente de mim, é igual uma rosa. Eu cortei, acabou. Só que é só questão de tempo, ela vai morrer. E aí você tentar viver sozinho, você vai morrer. Então o que é salvação? É ele dizendo: volta a essa comunhão comigo, volta a esse lugar aonde minha vida vai passar em você. Então é um lugar de voltar a depender de Deus, é um lugar de saber o caminho.
Então você imagina, Vilela, eu gosto de uma ilustração que o Paulo Borges Usou esses dias, ele pegava um... Pastor Paulo Borges até veio aqui, Pastor Paulo Júnior. Ele falou o seguinte: Imagina que nós estamos todos aqui, aí eu falo assim: Cara, você não acredita quem está aqui. Jesus está aí, cara. Ele está naquela salinha ali, ele falou que vai atender cada um. Você vai ter um tempo lá com ele. Aí ele falou assim: Então eu pego e te dou uma folha em branco.
Pega essa folha em branco e uma caneta. Ele perguntou assim, o Paulo Borges: O que você faria? Você escreveria na folha todas as coisas que você precisa pedir para ele, falar com ele, ou você entraria lá na sala com a folha em branco para ouvir tudo que ele tem para falar para você? Aqui é a divisão de multidão e discípulo. A multidão tem a listinha: Jesus, você pode, não sei o quê, minha filha, Jesus, minha empresa, Jesus, meu podcast poderia ter 10 milhões de seguidores, entendeu?
Agora, e se a gente entrasse lá e você perguntasse assim: Vero, quem que você quer que eu traga?
O que que é para fazer?
O que que é para fazer? Quando é para começar? Quando que é para terminar? Que que eu— agora você imagina, cara, a gente acertando no que é a vontade de Deus. Porque, cara, nós aqui cremos na Bíblia, sentado nessa mesa. A Bíblia fala que um dia eu vou estar diante dele e o que— e eu vou ser julgado com base nisso, se eu fiz a vontade dele. Se eu vivi a vida que ele queria que eu vivesse, né? E então saber a vontade dele talvez seja uma das coisas que deveriam ser mais importantes.
E uma coisa que é importante frisar é que Jesus não convidou a nós a viver uma coisa que ele não viveu. Ele tá convidando os seus discípulos a fazer o que ele fez. Por isso que é Me diz, escobe. Então, porque como é que ele demonstrou? Qual que é o, né, o ápice, né? Jesus, ele encarna, ele diz: eu não vim aqui para fazer a minha vontade, eu vim aqui para fazer a vontade do meu Pai. Ele diz, né, João 5: o Filho do Homem não faz aquilo que ele quer, ele faz o que vê o Pai fazer.
É tão difícil entender isso, né? Que Jesus ao mesmo tempo é Deus e é Filho, e ter essa relação de— cara, isso é muito complicado entender. Nem sei se é para entender, né?
A Trindade é algo, é um mistério, é um grande mistério.
Mas eu te digo uma coisa, mas eu te digo uma coisa. Filipenses vai dizer: ele mesmo sendo Deus, se esvaziou e se tornou homem. Sabe para quê? Fala assim, ó: tenham vocês o mesmo sentimento que havia. Em outras palavras, seria: tenham em vocês o mesmo desejo que tinha em Jesus. Olha isso.
Peraí, tem como que é?
É Filipenses 2, né? Fala assim, ó: tenham em vocês o mesmo desejo que havia em Jesus, ou mesmo coração, mesmo coração, mesmo anseio. Aí fala assim, ó, que mesmo sendo Deus, não se apegou ao fato de ser Deus, se esvaziou, se tornou homem, assumindo forma de escravo. E aí ele fala assim, o que que era esse desejo? O que que ele queria tanto? Obedecer e obedecer até a morte de cruz. Olha o que o texto tá falando. Por que que ele veio dessa forma?
Porque ele queria fazer uma coisa: obedecer e obedecer até a morte. O que significa é que estão mentindo para nós que obedecer é coisa ruim.
É lógico que você obedece um tirano, que obedecer é como se fosse uma fraqueza.
Porque pensa comigo, palavras que são palavrão para nossa geração hoje: obedecer, submissão.
Com certeza.
É porque a palavra hoje é autenticidade. Você é o senhor, você cuida das suas coisas, faz o que você quiser, faz o que dá na telha. Jesus tá falando: eu tinha um desejo, eu abri mão para vir e obedecer, e obedecer até a morte. Ô Vilela, tá um caos, cara, na educação de filho. Você tá— por quê, cara? Como é que a gente educa os nossos filhos se a mensagem que foi propagada por toda parte, a verdade é relativa? Aí eu falo para ele: filho, não pode.
Mas não pode baseado no quê? Não pode por quê? Se eu estou com vontade, se eu sinto, se eu quero, se eu acho que é assim.
Se meu amiguinho faz.
Se meu amigo faz. Aí eu enfrento meu pai, cara, direto meu filho chega em casa, não, a professora está errada. Eu falo, não, não vem não, meu. Ela é autoridade naquela sala, então você obedece. Mas eles já estão ali, não, ela não sabe. Cara, você tem 10 anos, o que ela não sabe? Você tem 12 anos, o que ela não sabe?
Cara, que engraçado isso.
Só que isso está corroendo a nossa sociedade.
A minha geração você nem... Congitava falar uma coisa, você tomava um tapão da tua mãe. O que que você tá falando?
O que que é, moleque?
Mãe, por quê?
Imagina ser professor hoje, gente.
Não era certo, mas só tô falando que era o outro oposto, né?
Você nem discutia nada, tava tudo. E eu acho que esse respeito que a gente tinha com os professores, cara, era maravilhoso. Porque você se abria falando, não, não, cara, eu não, eu posso até achar estranho isso, mas Ele é autoridade aqui.
Isso. E aí é lógico que abrir ao diálogo, que nem eu com meus filhos hoje, a gente explica, né?
A gente explica, tem muito diálogo.
Eu sou pai, você é filho. Eu tenho 38 anos, você tem 13. Então, pera aí, a relação não é de dois iguais aqui. Agora imagina quando a gente tá falando Deus criador e nós, e a gente tava, não, Deus, acho que eu sei melhor, porque eu tenho uma outra ideia. Acho que eu vou fazer de outro jeito. Então esse é o nosso chamado.
E esse é o caminho da morte, do pecado. Que basicamente pecado é desobedecer a Deus. O pecado começa como? Olha, se você comer do fruto que eu tô falando para você não comer, você vai morrer. E olha que loucura, o homem abriu a porta da maldição da morte na criação. Então a morte entrou na criação por causa da desobediência de um homem. Então quem que arrumou o problema? Um homem, né? Quem tinha que resolver o problema? Um homem.
Então o que que Deus fez? Deus encarna, o Deus se faz homem. Então Deus desceu e se fez homem para obedecer até a morte e morte de cruz. Olha que interessante, Verão, aonde que a morte entrou na criação?
E consertar o que o primeiro Adão fez.
Por isso que a Bíblia chama Jesus de último Adão. Porque, porque a morte entrou na criação por causa do pecado, da desobediência do primeiro Adão. Então Jesus é o último Adão. E como que ele venceu a morte? Obedecendo até o fim. E olha que interessante, aonde que a morte entrou na criação? O primeiro Adão desobedeceu a Deus numa árvore. Aonde que Jesus triunfou sobre a morte? Obedecendo a Deus numa árvore. Ele foi até a morte e foi pendurado numa árvore.
E como é que termina assim o seu ministério público, né? O final, ele tá num jardim, ele faz uma oração: Pai, se possível, afasta de mim esse cálice, mas contudo não seja feita a minha vontade, mas a sua vontade. Jesus, imagina, sofrendo. Jesus está naquele momento de luta interna, suas emoções, angústia e tudo que tá acontecendo. Os discípulos estão dormindo, ele tá falando: por favor, orem comigo. Os discípulos dormindo, e ele tá dizendo: eu vim aqui para fazer a tua vontade.
Então Jesus tá convidando pessoas para serem seus seguidores, discípulos, não para fazer alguma coisa que ele nunca fez, mas para olhar para como ele viveu e viver semelhantemente a ele. Abrindo mão da sua maneira de viver para submeter à vontade de Deus. E esse é a primeira, esse seria o primeiro aspecto do que é ser um discípulo, né?
Exato.
E aí teria um segundo aspecto, que é toda pessoa que recebe o evangelho, ela tem duas, são duas esferas aí do que é ser um discípulo. Eu sou chamado para ser um discípulo, então eu tô sempre aprendendo. Ninguém se forma, né? Não tem formatura, não tem formatura, não, eu tô pronto. É, todos nós todos os dias estamos continuando olhando para Jesus, aprendendo com ele e sendo transformado. Então eu tô sempre aprendendo, amadurecendo.
Então essa primeira, eu sou chamado para ser discípulo, mas Jesus também me chamou para fazer discípulos. Então tem essas duas questões, ao mesmo tempo que eu sou discípulo e eu tô me convertendo todos os dias alguém parecido com Jesus, Eu preciso ajudar pessoas a olhar para Jesus e se parecer com ele. Então é isso que ele nos envia fazer em Mateus 28, né?
Ele nos dá uma missão, né? Agora, antes da gente entrar no fazer discípulos, eu acho que para a galera tá nos ouvindo pensar assim: qual que seria uma evidência desse seguir a Jesus, né, de ser um discípulo? E não é promessa de riqueza, Não é promete tudo dá certo. Ah não, eu sou discípulo, vou montar uma empresa, vai bombar, vai ser a melhor da cidade porque eu sou discípulo, né? Ele vai fazer as pessoas irem para lá. Não, discípulos falhem.
E isso é tão claro que Paulo morreu decapitado, um grande discípulo. Pedro crucificado de ponta-cabeça, um grande discípulo. João tava idoso preso na ilha de Patmos, entendeu? Então não é isso. O que seria uma evidência? Algumas evidências.
Evidências.
Eu diria paz, alegria, com contentamento, e conseguir ter bons relacionamentos. Isso aqui, gente, são evidências. E aí a pergunta é: quem tem isso? Quem pode dizer assim, cara, eu tô em paz? Quem pode dizer hoje assim, cara, eu tô satisfeito, contente? E quem pode dizer, cara, com bons relacionamentos ao meu redor e tal.
Por quê?
Porque o pecado não deixa a gente entrar nesse lugar. Por a gente estar no governo, por exemplo, medo é uma coisa constante, porque se você é quem está no governo, é bom que você tenha medo, porque qualquer coisa pode dar errado a qualquer momento. Se sou eu que estou no governo, meu Deus do céu, eu tenho que viver em hipervigilância, em alerta o tempo inteiro, porque a qualquer momento eu não sei governar, eu não sei controlar, eu não controlo nada, eu não controlo ninguém, eu não controlo o tempo.
E não importa o tamanho disso tudo, né? Uma decisão errada pode tudo, pode ruir, né?
Tudo que você construiu, um vírus invisível pode fazer que daqui uma semana a gente não esteja aqui. O carro, a gente sai daqui, entrou no carro e o outro bebeu, entendeu?
Então tipo assim, uma decisão pode quebrar uma empresa multimilionária, né?
Uma decisão de medo constante, né, cara? É questão de medo constante. E essa alegria, essa satisfação Outra coisa que o pecado faz em nós é uma insatisfação. Não importa, Vilela, onde você chegar e quem que você conquistar e o que que você faz, parece estar sempre assim, sabe aquela figura da varinha assim com a cenoura na frente? E você tá assim, nunca alcança, parece que você tá numa roda de hamster, né? Então esse lugar de discipulado é achar essa paz.
É achar essa alegria e começar a desenvolver profundos relacionamentos com as pessoas ao seu redor, né? Porque essa guerra cessa, né? Eu lembro um exemplo assim, ó, uma vez eu e a Val, minha esposa, brigamos no carro, né? Aí a gente tava indo para casa, aí brigamos assim, né, discutimos de um assunto tal, eu fiquei chateado do jeito que ela falou, ela ficou chateada do jeito que eu falei, né? Coisas de casal ali, né? Aí chegamos em casa, Quando eu estacionei em casa, minha sogra estava lá cuidando das crianças e tal, e aí eu precisava levar minha sogra embora.
Então assim, eu bravo ali assim, a Val desceu, entrou em casa, minha sogra entrou no carro, a gente disfarceia ali assim, né? E aí, sogra, mano, tá beleza, vamos embora. Aí eram uns 10 minutos para ir, 10 minutos para voltar lá na casa da minha sogra, deixei ela lá. E aí quando eu deixei a minha sogra lá na casa dela, voltei orando. Aí voltei, Senhor, essa sua filha aí, meu... Né, e tal, e reclamando e tal. E, cara, senti o Espírito Santo falando comigo naquele carro.
E o que o Espírito Santo tava falando para mim é: você tá errado, olha a forma como você falou, olha a forma como você tratou ela, olha a forma tal. E, cara, senti assim um arrependimento ali. Então nesses 10 minutos cheguei, estacionei em casa, entrei já quebrantado, né? Vou lá pedir perdão para Val, né? E aí quando eu chego para falar com ela, que que ela tinha feito lá em casa? Ela tinha chorado. E quando ela orou, o que que o Espírito Santo falou com ela?
Você tá errada, você não pode fazer assim, você não pode falar desse jeito e não sei o quê. Então agora olha esse encontro, cara, de dois que vão brigar agora para quem vai pedir perdão. Por quê? Porque nós dois, se nós formos dois deuses, cara, uma hora vai dar um choque. Agora, se nós dois tivermos encontrando no mesmo lugar, se é, cara, não é do meu jeito, não é do meu jeito, vai ser do jeito dele. Cada dia que nós vamos estar mais unidos, nós vamos estar mais juntos, essa aliança vai ser mais forte.
Então relacionamentos é uma das evidências, né, do ajuntamento de discípulos de Jesus.
E talvez alguém pode estar se perguntando, tá, vocês estão falando de fazer a vontade dele, de viver da forma dele, tá, e qual que é a régua para isso? Então nós cremos que a Bíblia é um registro do ensino das palavras e da forma como Jesus viveu. E olhar para como ele viveu, o que ele falou e o que ele ensinou para nós é uma, é uma realidade.
Olha para a pessoa de Jesus, por isso que é Jesuscopy, né? Olha para a pessoa de Jesus, o que que ele faz? Faz igual, vai nesse caminho, né? E aí, se alguém quiser aqui uma dica para começar, vai para Mateus 5:6-7, Sermão da Montanha. Jesus falando, Sermão do Monte. É a constituição do reino de Deus ali, né? Falando do Sermão do Monte ali, várias coisas para você fazer. Só começando por ali já vai ser um caminho de obediência.
Muito bom.
Ô, Bigoda, fala, meu querido.
Tem algumas perguntas aqui. A primeira que a gente tem aqui é do Thiago Garcia e ele pergunta: quando falamos da soberania de Deus e da liberdade da escolha humana, Qual linha melhor explica esse assunto, o calvinismo ou o arminianismo?
Caraca, meu Deus!
Você quer começar?
Vai tu.
Assim, são duas linhas diferentes, né? E mais duas linhas que vão enfatizar essas duas partes, né? Calvinismo vai enfatizar essa soberania de Deus, né? De que Deus está no controle de absolutamente tudo e nada foge do seu controle. O arminianismo vai nos falar sobre a responsabilidade humana, né? Então o Senhor nos colocou leis e se você obedecer a elas, né, você vai ter um resultado. Se você desobedecer, vai ter outro resultado.
Você participa do desenvolvimento dessa sua santificação, né, segundo Armínio. Já Calvino vai falar: não, mesmo essa santificação é o próprio Senhor que faz em você. Agora, o fato é que a Bíblia vai nos deixar claro: ele é soberano, não há salvação sem a iniciativa dele, porque a Bíblia vai descrever a gente como mortos em nossos pecados e delitos. Então, se eu chegar para um morto hoje lá no velório e falar assim: faz tal coisa, faz aquilo, ele não vai ter como fazer.
Então, foi ele que veio e nos salvou sozinho. Pela obra dele. Agora, quando ele nos salva, ele nos chama para esse caminho de obediência, de caminhar com ele. E é claro nas Escrituras que há uma responsabilidade nossa nesse caminho de obediência. Então eu diria para você, cara, viva sua vida olhando para essa responsabilidade o tempo inteiro, mas sabendo que é impossível fazer sozinho, que é ele fazendo através de você diariamente.
Então, o que que eu faço? Como é que eu vivo a minha vida? É observando tudo que eu acho que o Senhor quer de mim, mas o tempo inteiro num lugar de oração assim: Espírito Santo, me ajuda. Eu entendi que você quer que eu perdoe. Espírito Santo, me ajuda a perdoar. Sozinho eu não tenho condição nenhuma de perdoar. E aí eu entendi que o Senhor quer que eu seja generoso. Espírito Santo, eu sou avarento, eu quero guardar tudo para mim.
Mas eu sinto o Senhor me chamando para ajudar mais pessoas, então me ajuda. E aí até quando eu faço, eu sei que tem ajuda dele. Então o mérito não é meu, é ele fazendo isso através de mim. Se tem uma forma de eu olhar, eu acho que o nosso maior desafio é abrir espaço para Deus, para ele agir na nossa vida.
Uma coisa sobre calvinismo e arminianismo que vale a pena focar aqui é que os dois acreditam na soberania de Deus e na responsabilidade do humano. Humana. Isso não, isso não é um conflito entre eles. Mas o que é o calvinismo e arminianismo, a diferença é mais sobre tentar entender quais são os critérios de Deus para salvar. E eu acho que sim, sinceramente, com todo o meu coração, para nós que apenas precisamos nos submeter à vontade de Deus, isso é o menos importante: tentar entender qual que foi o critério que Deus tá usando para salvar.
Eu acho que a nossa maior preocupação deveria ser Tá, eu tô fazendo o que ele mandou, eu tô sendo generoso, eu tô amando a minha esposa, eu tô cuidando dos meus filhos, eu tô sendo responsável com as leis humanas, eu tô sendo responsável com os irmãos, eu tô com as pessoas, com meu próximo, eu tô amando a Deus acima de todas as coisas. Então eu acho que isso é mais importante do que tentar entrar nesse conflito.
Mas você vai ser um professor, um teólogo, você vai escrever livros, é muito importante você vá a fundo nesses assuntos, né? Mas acho que a gente precisa começar seguindo Jesus, né? E aí até isso que ele falou, né? Nosso desafio é, cara, precisamos obedecer as suas ordens. E aí tem uma ordem que muitas vezes é ignorada, que quando você diz eu sou um discípulo de Jesus, tá, então tem uma ordem que você tá seguindo que é vão e façam discípulos.
Aí aqui começa essa segunda parte do que ele falou, né? Ele nos chama como discípulos de Jesus a fazer discípulos. E aí acho que a gente podia começar a falar um pouquinho sobre o que que é isso.
E aí começa momentos conflituosos, conflituosos, porque a primeira coisa que vale a pena frisar, Vilela, é que ele não tá chamando, ele não tá enviando a gente para fazer discípulos para nós. Então ele não tá dizendo agora, Vilela, tipo, você me conhece, você é meu seguidor, agora enquanto seus seguidores. E aqui que abre a porta da grande treta da falsa religião, dos falsos profetas, do falso evangelho, e do abuso espiritual.
Porque como você sabe quando essa linha foi ultrapassada e virou outra coisa, cara?
É quando você começa a se movimentar. E aqui, gente, para quem tá nos ouvindo, não é porque um líder usa essa expressão que ele é alguém abusador, nada disso. Mas é mais a mentalidade de tipo assim, esse discípulo é meu. Então imagina, eu pastorei uma igreja lá em Bragança, Fábio junto comigo. Então imagina que aquelas mil e poucas pessoas, eu falo, vocês são meus discípulos, então vocês precisam me obedecer. E não é isso que Jesus tá falando.
Jesus tá falando, vão e façam discípulos dele, ensinando a obedecer aquilo que eu ensinei para vocês. Então, discipulado é convidar pessoas para olhar para Jesus e obedecer a Jesus. E aí, é essa, esse exemplo que o Douglas deu é muito forte, Vilela, porque quando Jesus, depois de ressuscitar, imagina, Pedro tinha negado Jesus, tava triste, tava mal, e Pedro volta a pescar, que é exatamente o lugar onde Jesus tinha tirado ele, né?
Então, ou seja, ele desiste, ele desistiu, eu vou voltar a fazer o que eu fazia antes, eu falhei. Então Jesus aparece para ele e vai redimir Pedro. E olha o que ele fala: Pedro, você me ama? Pô, tu sabe, sim. Olha o que Jesus fala para Pedro: então, Pedro, apascenta as minhas ovelhas. Ele tá convidando Pedro para apascentar as ovelhas de Jesus e não Pedro fazer ovelhas para ele. E esse é o primeiro ponto que eu acho que vale a pena a gente frisar aqui, é que fazer discípulos não é convidar pessoas para me obedecer.
Não é convocar pessoas para fazer as coisas do meu jeito, mas é convidar pessoas a fazer do jeito de Jesus.
Porque imagina que isso aqui fosse uma Bíblia, né? Eu tô lá na minha comunidade com as pessoas que estão lá e eu tenho a responsabilidade de liderá-las. Em nenhum momento eu vou falar assim: olha, eu acho isso, então façam o que eu acho. Não. Eu vou falar: a Bíblia diz isso, então faça o que a Bíblia diz. Então a autoridade é da palavra, não minha. Ninguém tem que obedecer o Douglas. Agora, quando Douglas abre as Escrituras e fala verdadeiramente o que as Escrituras tá falando, aí sim.
Você pode até dizer: não, eu tô fazendo como meu pastor falou. Mas o seu pastor falou a Bíblia, porque se ele falou a Bíblia, vai e faz. Porque a obediência não é a outro ser humano. Eu sou um pecador, todo mundo nessa sala aqui é um pecador igual quem nós estamos liderando. Agora, o Senhor nos deu maturidade e tal de estar mais tempo nesse caminho e poder ajudar pessoas a olharem para Jesus. Então aqui é uma grande divisão. Se o seu líder tá dizendo para você fazer coisas que nem na Bíblia tá, aí que é o ponto de ele não tá fazendo discípulos de Jesus.
E a gente volta naquela questão da autoridade, né? Que é, por exemplo, do professor, o aluno e tal. Ah não, mas ele é, ele, ele tá pastoreando a igreja que eu congrego, então ele é mim, ele tá autoridade sobre a minha vida. Depende, ele é uma verdadeira autoridade espiritual se a autoridade dele tá baseada naquilo que tá na Bíblia. Mas se a autoridade tá baseada no faça o que eu tô falando, então você que tá aí nesse lugar foge.
Não, eu tenho que, eu tenho que orar com copo de água em cima da TV, que orar não dá mais para botar copo. É, o copo não senão não vai dar. Eu tenho que orar com um copo d'água em frente da minha TV. Por quê? Por que que você faz isso? Não, porque o pastor teve essa ideia, ele falou que isso é uma ordem para mim, tá? E ele é minha autoridade. Não, autoridade tá relacionado a alguém que está ensinando alguém a obedecer as palavras de Jesus.
Tem uma coisa que a gente aprendeu com o nosso mentor, o Harold Walker, ele já tá com o Senhor já. E ele ensinou uma coisa muito importante no que se refere a discipulado e pastoreamento. Ele ensinou a gente a diferença entre mandamento, conselho e opinião. Entender isso vai salvar a gente, vai libertar as pessoas de muito abuso dentro da religião. Então, o que que é mandamento? O que que é conselho? O que que é opinião? Quando que eu dou um mandamento?
Quando eu tô falando algo que tá escrito na Bíblia, algo que tá relacionado com a forma de Jesus, com o ensino de Jesus, com a vida de Jesus. Por exemplo, seja generoso, cuide de alguém que tá passando fome, ajude essa pessoa. Ah não, mas eu não quero ser generoso, eu não quero ajudar. Não, mas não, então isso é um mandamento, você tem que fazer isso. Não, mas eu não concordo. Não, mas você tem que fazer isso. Se você quer ser discípulo de Jesus, você tem que fazer dessa forma.
Então, mandamento. Conselho, eu posso dar um conselho. Alguém pode chegar e falar assim, ó, tô pensando em casar com essa pessoa, o que que você acha? Eu posso aconselhar, ó, você deveria casar dessa forma, você deveria pensar nisso. Então, e opinião é só uma opinião. Então eu acho que a gente tem que separar essa. A primeira coisa é frisar sobre o que é fazer discípulo para Jesus, é fazer discípulos para ele, não para mim.
Muito bom. E então essa é a primeira coisa, né? Agora, de fato, o discipulado é uma formação. E aí aquilo que a gente começou falando, né? Você até fez uma pergunta: isso aqui que eu faço, né, faz parte do discipulado? A resposta é sim. Toda vez você traz alguém aqui que ensina as Escrituras, cara, você tá participando, tá dando substrato pro discipulado. Agora, não é em totalidade, não é o discipulado em totalidade. Por quê? Porque esse fazer discípulos é aos moldes de Jesus.
E o que que Jesus fez? Ele chama esses caras para andar com eles. Então você imagina, se fosse hoje, né, Jesus estaria andando de carro com os caras, e aí alguém no trânsito fecha e xinga. É ali in loco que ele vai ensinar. Como é que lida com isso? Aí alguém vem e ofende. Como é que você lida com isso? Aí tá passando é uma situação de um suborno, guarda tentando subornar. Como é que lida com isso? Então é uma formação, eles vão sendo formados à imagem daquele homem que eles estão seguindo.
Então quando a gente vai fazer discípulos, a gente vai discipular pessoas, né, a gente vai ter que relacionar com essas pessoas, a gente vai ter que andar com essas pessoas, a gente vai ter que conviver Nós vamos ter que entrar na casa delas, vão ter que entrar na nossa casa. Então é misturar a vida, é tá perto. Então esse é um grande desafio.
E aí tem um ponto que aí é um ponto que pega para muita gente, que é: Jesus não convidou pessoas para serem discipuladas por ele solitário. Então Jesus, o discipulado com Jesus era pessoal, mas não era individual. Então Jesus chamou pessoas para viver numa comunidade de amigos, onde nessa comunidade essas pessoas eram desenvolvidas por ele. O que significa na prática que para você ser discípulo de Jesus você precisa fazer isso a partir da igreja.
Então é uma relação que tem a ver com Deus, mas é uma relação que tem a ver com a comunidade. Então o The Chosen, você tava falando, o The Chosen é muito isso. Você vai ver que o discipulado que Jesus vai desenvolvendo em grupo, é em grupo, e É lógico que ele tinha momentos individuais com alguns, mas é na caminhada coletiva e corporativa que aquelas pessoas estavam sendo desenvolvidas. Então isso é uma coisa também muito importante, porque hoje na era do digital, do podcast, né, imagino, Douglas, deve ser vocês dois, deve ser as pessoas que mais faz podcast que eu conheço, que grava podcast, tem podcast toda hora e tal.
E cara, hoje pode ter a falsa sensação de, olha, eu gosto de Jesus, eu sou simpatizante de Jesus, eu quero seguir Jesus, mas eu quero fazer isso da minha casa, apenas eu e ele, e eu não quero me relacionar com o corpo de Cristo, com o povo de Jesus. Então, isso é um grande erro. O discipulado, ele acontece a partir da comunidade, porque não tem a ver apenas com meu relacionamento com Deus, mas tem a ver com relacionamento com meus irmãos também.
E aí é uma das grandes desculpas das pessoas, é: poxa, mas as igrejas são isso, são aquilo, tem problema, tem erro, tem uns hipócritas lá dentro e tal. E é isso, é esse ambiente de pessoas imperfeitas, pecadoras, que é, cara, a grande ferramenta de Deus para nos transformar. Porque pensa, Bíblia fala assim, por exemplo, ó, você precisa desenvolver paciência. Como é que desenvolve paciência? E achando alguém chato, você ser paciente com ele.
Deus me usa bastante na vida dele.
Cara, Deus me usa para aguentar o Bigoda.
É, nossa. Mansidão, como é que faz para ter mansidão? Desenvolver mansidão. Entendeu? Então é nesse lugar de relacionamento da igreja que a gente é tão moldado. Por que a igreja? Porque precisam ser pessoas que estão professando a mesma fé, que querem ir pelo mesmo caminho. Que estão olhando para o mesmo livro, por exemplo, e dizendo, essa aqui é a minha regra de fé para que isso funcione. Então, ele sempre vai ser em grupo.
Muito bom.
Fala, Bigode.
A próxima vai um pouco na linha do que vocês estão comentando agora, que é do Adriano. Ele fala, comentem do risco de uma pessoa ficar dependente de uma liderança espiritual e não saber andar com a própria perna.
Muito bom.
Essa é uma boa pergunta.
Cara, essa é uma boa pergunta. Por quê? Porque aí de novo a gente volta para o que a gente tá falando aqui. Jesus fala: vão e façam discípulos. Paulo fez isso com maestria, né? E tem cidades que Paulo ficou, cara, dias. Ele ficou ali pregando o evangelho, apresentando aquelas pessoas a Cristo, apresentando a elas como ler as escrituras. E olha, bora para a próxima cidade. Aí depois ele mandava alguém lá, ou ele mesmo voltava para supervisionar como é que tava.
Mas você vê que não se cria uma relação de dependência. Por quê? Porque o objetivo não era criar um discípulo para Paulo, era criar um discípulo de Jesus. E aí você vai criando, cara, a figura para mim melhor é da própria paternidade. Qual que é o seu objetivo como pai? Qual que é o objetivo como pai? É investir, formar, amar, ensinar tanto os nossos filhos que vai chegar uma hora que eles podem embora. Cara, sucesso para um pai é o filho ir embora.
Isso é estranho, né? Porque se em condições normais de saúde um filho com 40, 50 anos tá na minha casa, eu falhei. Eu falhei. Por quê? Porque sucesso é essa independência. Então o sucesso no discipulado, no pastoreio, é pessoas que aprenderam a ir para Cristo sozinhas, ou lógico com o grupo, mas sem depender de você. E aí é um problema muito grande, porque tem muito líder que está formando pessoas para ficar dependendo dele por causa de suas carências.
Eu acho que essa pergunta que ele fez é muito boa e são duas questões. Tem uma postura de quem é mais maduro e uma postura do menos maduro. O mais maduro tem que ter uma postura de: eu não estou recrutando pessoas para minha missão. Ou seja, eu não tô recrutando pessoas para fazer o que eu quero, eu estou recrutando pessoas para olhar para Jesus e para fazer o que ele manda. Só que quem tá sendo mentorado e discipulado também precisa entender que o desenvolvimento espiritual dele não depende das palavras da pessoa para ele, depende das palavras de Jesus.
Então ele precisa olhar para Jesus, olhar para as Escrituras, olhar para a Bíblia, olhar para a santidade de Jesus, a bondade de Jesus, a partir desse relacionamento corporativo e coletivo. E ele precisa entender que ele está seguindo a Jesus e não dependendo da pessoa. Então ele precisa crescer no relacionamento com Deus, que tem a ver com a oração, tem a ver com jejum, tem a ver com a vida comunitária, a congregar com a igreja, tem a ver com seu relacionamento com a Escritura.
E aquela pessoa é um facilitador para ajudar ele a desenvolver. Então Tem esses dois lados. Só que é lógico que também não vamos fingir que isso não acontece. Tem muita gente mal-intencionada no meio religioso que se utiliza de narrativa, de estratégia para controlar pessoas. Então, se tem alguém aqui assistindo que tá se sentindo em um lugar de abuso, de controle e manipulação, que tá levando essa pessoa a fazer coisas que Jesus nunca mandou ela fazer e fazer coisas que Jesus nunca fez, então essa pessoa precisa sim se sentir autorizada de sair desse ambiente e procurar uma outra comunidade.
E aí é uma coisa, é para enfatizar o que ele tá dizendo, é que, cara, tem dois erros aí. Você tem o líder manipulador, isso é terrível, a gente tem que denunciar, sair debaixo dessa liderança. Mas você tem hoje também um povo preguiçoso que não quer ir para as Escrituras, que eu falo para você assim, cara, lê esse livro aqui. Ah não, não, fala para mim o que tá escrito aí, entendeu? E aí, porque a gente tá falando assim, ó, se o seu líder está dizendo para você algo que não tá falando na Bíblia, corre.
Agora a pergunta é, você sabe o que tá falando na Bíblia? Você vai sentar diariamente no seu quarto e falar, Espírito Santo do Senhor, me ensina. E cara, não é fácil, não é fácil mesmo. Não é um negócio simples, mas é algo que vale a pena, mas é algo que está disponível para nós. Hoje nós somos indesculpáveis, né, Vilela? Tem tanto material disponível, tem a Bíblia em várias versões, em traduções mais simples para você entender melhor e tal.
A gente precisa ir para as Escrituras para que a gente saiba aquilo que está sendo ensinado para nós. É fundamental isso.
Acho que tem essa responsabilidade dupla, né? Base nessa pergunta aí.
Só que a gente escuta muita coisa de muita gente, né, muita igreja com visões diferentes. Qual é o tipo de conteúdo que tem a ver com discipulado, que a gente possa separar esse joio do trigo aí?
Legal, legal. Então essa pergunta ela é muito boa, porque quando Jesus em Mateus 28 ele envia os discípulos, né, então toda autoridade me foi dada, agora vão e façam discípulos. E ele disse como, né, como é que faz discípulos. Ele diz batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando eles a obedecer ou guardar aquilo que eu ensinei para vocês. E essas duas questões, o batismo e o ensino, ela é base centralizada em um tema, que é o evangelho.
Então o evangelho do reino é a mensagem central de Jesus em todo o ministério de Jesus. É a primeira mensagem que ele prega sobre o evangelho do reino. As parábolas dele é toda sobre o evangelho do reino. Tudo que ele fala e ensina é sobre o evangelho. Então eu acredito que a mensagem central, o conteúdo central do discipulado é o evangelho. E o que que é o evangelho? A palavra evangelho significa a boa notícia, né? E a boa notícia fala de uma pessoa, que é a obra de Cristo.
E aí o Douglas, ele falou um pouco sobre como que essa mensagem começa a ser contada. E aí, para quem tá assistindo aí, o evangelho não começa a ser contado nos evangelhos na Bíblia, né? O evangelho começa a ser contado em Gênesis, né? Então a Bíblia, ela é um livro que tem um assunto, que é a boa notícia, a obra de Cristo. E essa boa notícia, o evangelho, é contada de Gênesis a Apocalipse. Então vamos pensar como se fosse o Senhor dos Anéis, vai.
Então você tem Imagina você, eu vou contar a história do Senhor dos Anéis para você. Aí eu chego e falo assim, não, eu vou te contar só a parte legal, o miolo, eu vou te contar lá das Duas Torres, tá? Mas você vai ler o livro das Duas Torres, você vai entender lá, mas você não entendeu como começa, isso não entendeu como termina. Então entender o evangelho é saber o conteúdo central e objetivo do discipulado. Porque, como a gente já falou várias vezes, eu não vou ensinar as pessoas com base nas minhas palavras, eu vou ensinar com base nas palavras de Jesus.
E o evangelho é a mensagem central que fala de Jesus, a boa notícia. Basicamente, o evangelho é o seguinte: Gênesis fala, né, que Deus criou os céus e a terra. E Paulo vai dizer que tudo foi criado por meio da palavra, ou seja, tudo foi criado por meio de Cristo. Então Cristo está envolvido na criação. Então ele criou os céus e a terra, criou um jardim na terra, colocou o homem nesse jardim e deu uma ordem: você pode comer do que você quiser, mas não coma desse fruto.
É, no dia que você comer, você vai morrer. O homem desobedece a Deus, ele abre a porta da maldição da morte. Então, por causa do pecado da desobediência, a morte entra na criação. Isso afeta o homem, afeta os relacionamentos com o homem, com a esposa, Porque lá, né, vai falar sobre o relacionamento do homem com a esposa, vai falar do relacionamento do homem com o trabalho, que por causa do pecado agora você vai trabalhar e com muito suor, e afeta a criação.
Diz o texto: maldita é a terra por sua causa. Então a maldição da morte entra por causa do pecado de Adão. Em Gênesis 3, assim que logo depois que Adão peca O Senhor aparece para ele no jardim e fala para ele em Gênesis 3:15: porém inimizade entre você e a serpente, Satanás, entre o descendente da serpente e o descendente da mulher, diz o texto. O descendente da mulher vai esmagar a cabeça da serpente. Então Gênesis 3:15, a encarnação de Jesus é anunciada, o evangelho já tá sendo pregado em Gênesis 3:15.
Viraram, olha que interessante, A primeira vez que o evangelho é pregado de forma direta é Deus pregando sobre Cristo descendente da mulher que viria para o diabo. A primeira pessoa que tá sendo, que tá evangelizando é Deus, e a primeira pessoa que tá ouvindo é o diabo. Porque ele fala, ele fala assim: porém, inimizade entre você, diabo, e a mulher, e o descendente da mulher vai esmagar sua cabeça e você vai ferir o calcanhar do descendente da mulher.
Vilera, todo o Antigo Testamento, o calcanhar dela, ou do descendente da mulher, porque tá falando da cruz, né, que ele esmagaria a cabeça dele sendo ferido, né. Então o movimento que ele ia fazer para pisar na cabeça da serpente, esse mesmo movimento ia ferir o seu calcanhar, o seu corpo. Então tá falando da cruz, né. Então todo o Antigo Testamento, Vilera, é Jesus sendo anunciado. Então Deus chama Abraão e ele fala: olha, eu vou te dar uma família, vou te dar uma nação e uma terra.
E diz que eu vou te dar um descendente e o teu descendente vai abençoar todas as famílias da terra. Então o descendente da mulher é anunciado em Gênesis 3:15. Para Abraão, ele disse: o teu descendente vai abençoar todas as famílias da terra. Para Davi, né, o Senhor fala: olha, eu vou te dar um descendente E o teu descendente vai receber um reino eterno. Então todo o Antigo Testamento Jesus tá sendo anunciado. Então para Moisés Deus fala que Jesus ia ser um profeta semelhante a ele, para Isaías diz que ele ia ser um servo sofredor.
Então, e aí o que que acontece na plenitude dos tempos, que a gente chama de Novo Testamento, aí vai cumprir aquilo que o Douglas falou em Filipenses 2. Então embora sendo Deus, semelhante a Deus, ele desce Ele se esvazia e ele encarna. Então Deus se faz carne, ele nasce de Maria. Então o Espírito vem sobre Maria, gera o Cristo em Maria, ele nasce, ele cresce. Então na plenitude da sua maturidade, com 30 anos, ele se apresenta.
Então Jesus, ele é a boa notícia, porque como eu disse, evangelho é a boa notícia. E qual é a boa notícia? Ele veio para nos salvar. E ele começa a ensinar sobre os princípios do reino, ele começa a ensinar sobre a santidade de Deus, sobre a bondade de Deus, sobre a maneira de viver. Qual que é a maneira correta de viver? Então Jesus vem para redimir o erro do primeiro Adão, porque por causa do pecado ou desobediência do primeiro Adão lascou tudo.
Então Jesus, último Adão, vem para obedecer, e ele vem para ensinar ou relembrar todos os, a lei de Deus, toda forma de viver de Deus. Mas ele também vem para demonstrar isso com a sua vida, porque ele foi perfeito, ele não pecou, ele obedeceu. E aí o que acontece? Qual que é o salário do pecado, né? Voltamos para Gênesis. O que que Deus falou? Se você pecar, você vai morrer. Então todos os homens pecaram, todos os homens eram merecedores da morte, todos os homens eram merecedores da ira de Deus.
Vira ela. Se Deus mandasse todo mundo para o inferno, seria justo, porque ele avisou lá no início: se você desobedecer, você vai morrer. Quantos desobedeceram? Todos. Então o que que o Senhor faz? Que Jesus faz? Ele obedece até a morte, e ele na cruz, ele paga a dívida. Nós tínhamos uma dívida com Deus, todos nós pecamos. Todos nós desobedecemos, todos nós tínhamos uma dívida de morte. Então Jesus, o único inocente, o único que nunca pecou, ele subiu na cruz e rasgou a nossa dívida.
Paulo vai dizer que por causa do sangue derramado inocente de Jesus nós fomos purificados dos nossos pecados. Então Jesus, ele morre, ao terceiro dia ele ressuscita e ele ascende aos céus Ele envia o seu Espírito, e o seu Espírito, ele gera ao seu povo, a sua igreja. E Paulo vai falar em Efésios que a ressurreição de Jesus abre um tempo que podemos chamar de o tempo da misericórdia, que é o tempo que a gente tá vivendo hoje. E agora existe um convite, que é aqueles que recebem a boa notícia ou o evangelho são salvos.
Salvos de quê? Da maldição da morte, da maldição do pecado, da escravidão das trevas, salvos de nós mesmos, cara, salvos do medo, salvos de tudo aquilo que foi gerado por causa da desobediência. E agora, como eu disse, nós temos no tempo da misericórdia. E aí, o que que é o Novo Testamento? O que que são as cartas de Paulo? O que que é tudo isso? É o testemunho do evangelho e é um convite ao arrependimento. Então, como que eu recebo o evangelho?
Como que eu sou salvo? Eu creio na obra de Cristo, mas não é uma crença apenas de acreditar. Eu acredito em Deus, eu acredito em Jesus, eu acredito que Jesus ressuscitou ao terceiro dia, beleza. Mas o que que essa fé tem a ver com confiança?
Submeter, né?
Então não é apenas acreditar em Deus, tem a ver com confiar a minha vida a ele, tem a ver com me submeter a ele. Aí de novo, você quer me seguir? Toma sua cruz e morra para si mesmo para viver a minha vida em você. E aí nós estamos nesse tempo, só que o evangelho— vamos voltar para o Senhor dos Anéis, né? O evangelho não termina na ressurreição, porque eu comecei falando da criação Falei da promessa do Messias, então ele encarna, ele ressuscita.
Só que tem o último livro, né, tem o retorno do Rei. Olha aí, ó. Então o evangelho, ele é uma mensagem que começa na criação, passa pela cruz, mas também aponta para o futuro, que é o que a Bíblia vai dizer, o dia do Senhor, a segunda vinda de Jesus. E o que que é a segunda vinda de Jesus? O que que é a volta de Jesus, Vilela. Jesus tá voltando para trazer justiça sobre a terra, e essa justiça tem a ver com salvar aqueles que se arrependerem, aqueles que se submeterem ao Senhorio de Jesus, aqueles que reconheceram a sua rebeldia, o seu pecado, a sua desobediência.
Ele vai salvar e ele vai trazer juízo para aqueles que se rebelarem contra a sua santidade. Então A volta de Jesus tem a ver com trazer justiça sobre a criação e restaurar a criação ao estado original. Então o que que vai acontecer no futuro? Nós vamos voltar para o jardim. Então Jesus tá vindo para restaurar a criação e todos os malefícios do pecado, porque como eu disse, o pecado afeta Adão, afeta o relacionamento dele com a sua esposa, afeta os seus filhos, porque olha, olha a confusão que deu, um filho matou o outro.
Gênesis 4 já, Gênesis 4 eles já estão se matando.
A mulher agora sente dor para ter filho, ou seja, a dor aumentada, né? Não disse que não tinha dor, né? Diz que a dor aumentou. Agora ele tem que suar e trabalhar para produzir. A terra se tornou maldita. Diz lá que por causa do pecado espinhos e abróleos começaram a crescer. Tem coisa que tem na criação que não tinha antes. Eu creio que é jiló, quiabo, essas coisas. São tudo espinhos e abrolhos, né?
Pior do que isso, nesse tempo agora você tem até corinthiano.
Não tinha vascaíno, não tinha corinthiano, não tinha nada disso antes, entendeu? Mas voltando, então Jesus está voltando para quê? Para restaurar toda a criação. Então eu narrei um pouco o evangelho, e entender isso, como a gente falou antes, entender que todo homem desobedeceu a Deus. E eu não tô recebendo o evangelho apenas buscando o que ele pode me dar, mas reconhecendo que eu necessito dele, do senhorio dele. E tudo que eu falei é o centro do discipulado.
Então eu vou ajudar alguém a olhar para Jesus, entender a sua obra e submeter a ele. Eu vou ajudar alguém a crescer em relacionamento com Jesus por meio da oração, da devoção, Eu vou ensinar alguém a conhecer mais de Jesus por meio da vida comunitária, da vida da igreja. Eu vou ensinar a Escritura, o Evangelho, a Bíblia, e vou traçar uma linha no chão ensinando o cara a diferença entre santo e profano, entre verdade e mentira. Então o Evangelho é a mensagem central desse ensino do discipulado.
E é tão interessante que isso começa a afetar toda a sua vida, sua vida mais ordinária, as coisas mais simples começam a ser afetadas por isso. Porque você viver— não sei se já viu aquele livro do Viktor Frankl, né, que é Em Busca de Sentido. Viktor Frankl era um médico psiquiatra que ficou preso num campo de concentração, né. E aí ele começa ali mesmo a observar, né, naquele, naquela dor intensa, naquela miséria, aquela coisa mais absurda, né, de pessoas morrendo de fome.
E conta, ele conta, por exemplo, de tendo que trabalhar na neve sem sapato. Então você imagina assim o que esses caras estavam passando. E ele falou, quem é que sobrevivia não eram os mais fortes, eram aqueles que tinham uma esperança. Então aqueles que colocaram na cabeça, eu vou rever minha família. Ele mesmo, eu vou terminar de escrever o meu, a minha tese, o meu livro, e eu vou publicar. Essa esperança faziam ele sobreviver, era possível, né?
Então, o que que era pior do que aquela dor? A desesperança. Então você imagina, você crê numa mensagem de que Jesus Cristo prometeu que vai vir, ele vai voltar e ele vai reinar sobre todas as coisas, num tempo em que não haverá mais câncer, não haverá mais abuso infantil, Não haverá mais corrupção, não haverá mais dor, lágrimas, mentira. Então você tem uma esperança. Aí a gente tá passando por várias situações e nenhuma delas nos desespera.
É lógico, você sente dor. Alguém que teve um diagnóstico de uma doença tá mal hoje, triste, mas não em desespero. Por quê? Porque a esperança dele vai para além do que pode acontecer com o corpo físico dele. Pô, perdi o emprego, cara, triste, vou ter que correr atrás de outro, né? Então, passando uma situação com a minha família aqui, mas não em desespero. Por quê? Porque minha esperança vai para além disso. É uma situação que a gente tem vivido hoje como nação, né?
É da questão da política, da questão de quem é que vai governar nossa nação. Nós vamos votar. Meu Deus, se não entrar o fulano, acabou o mundo. Não, não, calma aí, tem alguém sentado no trono governando todas as coisas, que põe e tira governantes. Ele está no trono. É claro que isso não isenta a gente de uma posição de sabedoria, de orar sobre isso, de interceder, de pensar, de raciocinar, de olhar para as Escrituras qual que seria a melhor decisão, e aí sei lá, de forma muito responsável e votar.
Mas não tem desespero, não tem desespero. Por quê? Porque não é o Lula que está no trono desta nação governando todas as coisas. Tem alguém que é dono de todas as nações. Então você entende como tira você de um lugar de desespero? Tira você de um lugar dessa angústia desesperada, entendeu? Porque nós confiamos em um rei que já está no controle e que virá para governar sobre todas as coisas. Então começa a afetar a forma que você trabalha, seu casamento.
Por isso que eu acho um absurdo quando o pastor fala sobre votar nesse ou naquele candidato, ou leva, leva o candidato para subir no púlpito, né? É uma mistura que, cara, não dá certo.
Então, e olhando para isso, a gente tem que ter uma, fazer uma pergunta: como que a gente então biblicamente deveria olhar para um momento como esse, né? Como é que a gente poderia se portar, né? Que não é se isentar, nós somos cidadãos, somos brasileiros, e Deus nos mandou aqui como sal da terra, luz do mundo. Então há uma, algo a se fazer, mas o que que é esse fazer, né, cara?
Isso aí que você falou é um problema grave e é uma coisa que a gente precisa entender. A gente tá falando sobre discipulado, e um pastor ou um grupo de pastores, ele tem uma função que é discipular os ovelhos de Jesus. E qual que é a mensagem central dos púlpitos da igreja evangélica? Porque o nome já diz, a igreja evangélica ou igreja cristã É o evangelho, pô. Então o evangelho precisa ser a mensagem central do púlpito. E aí a gente pode entrar em várias questões, porque tem falso evangelho, tem evangelho da prosperidade, tem o evangelho coach, tem evangelho do hedonismo, tem evangelho do venha que Deus vai resolver todos os seus problemas, venha ser rico, venha que você nunca mais vai ter um inimigo, você nunca mais vai ficar doente.
Então, então são questões, nunca, né? Não, vem do jeito que você quiser e viva, porque ele te entende.
É, muita gente argumenta isso, ah, mas Jesus andava com prostituta, com ladrão, então não preciso mudar.
E eles foram transformados.
Exato. A pessoa esquece dessa parte, né?
Então, mas ele andava e era um convite ao arrependimento. Então ele não tinha problema de sentar à mesa com pecador. Mas quando ele sentava à mesa, o que que ele tava expondo? O evangelho. E o evangelho é um convite ao arrependimento, é uma mudança de vida. Então, e aí a gente vai cair nesse problema, porque chega nessa, nessa hora que a gente tá vivendo, a pessoa começa a ficar desesperada. E aí, e aí você tem duas questões, a galera desesperada, cara.
A gente passou por tanta gente aí. Eu tô com 55 anos, Sempre é difícil, sempre vai ser problema, independente de quem tá lá. Você tem que fazer o seu, cara, não tem jeito.
E essa falta— e aí eu acho que essa falta de esperança, tem duas coisas: você tem um desespero e você tem mau caratismo também. Então você tem duas coisas, e eu acredito que as duas coisas é falta de submissão ao evangelho, porque esse desespero É, tem a ver que as pessoas não conhecem o evangelho. Tem outro, e tem outra coisa também, que aí vamos falar agora de igreja evangélica aqui. Vou falar um negócio aqui, vai.
Ele tá calculando, pera aí, cara.
Eu tenho 46 anos. Você tá bem, hein? Parabéns, você tá bem, você tá bem. Eu tenho 46 anos, eu nasci no contexto cristão, então já vi de tudo, e ainda mais no Rio de Janeiro, né? Igreja do Rio de Janeiro. A gente mora em Bragança, Eu moro há 5 anos em Bragança. Então você imagina, Rio de Janeiro, que os governadores eles têm um pacto entre eles que é ser preso, né? Então é uma meta, é uma meta, é uma meta, cara. E olha que interessante, eu vi, eu vivi para ver isso, Vilela.
Eu vi grande parte dos mesmos, mesmos líderes religiosos que votaram na Marina, que era Marina Silva, que era Partido Verde, que era a esquerda hard. Partido Verde, que com a pauta, né, esquerda, esquerda. Os mesmos, parte dessa liderança é o mesmo que votou no Bolsonaro. Pois é, você entende que eu tô, entende, vão conforme a onda, você entende a parada? Por quê? Porque aí que o que começa eu pensar, eu não tô votando por questão ideológica, porque não faz sentido.
Se eu votei na Marina, eu voto no Bolsonaro, tem alguma coisa errada. Então qual que é o ponto? É qual é o candidato que vai me beneficiar como igreja evangélica? Infelizmente, esse pensamento, você entende que eu não tô falando mal da esquerda, não tô falando mal da direita, estou falando que se os mesmos líderes que votaram na Marina estão votando no Bolsonaro, tem alguma coisa errada, porque não é pauta ideológica, não é questão política.
E, cara, vamos ser sinceros, que não é questão Não é questão moral, porque, porque as pautas são totalmente distintas. E é sempre uma busca: qual é o candidato que é mais confortável para mim? Qual é o candidato que vai me dar o que eu quero? Qual candidato que vai me apoiar nas minhas necessidades? Então, o que que eu tô colocando? Eu tô colocando a minha confiança em uma pessoa. E aí começa: não, se o meu candidato não ganhar, eu vou embora do país.
Imagina ser um pastor evangélico, você tá falando isso num púlpito. Só que, cara, o pastor evangélico tá falando isso no púlpito, ele tem grana para morar em Orlando. E quem tá ouvindo ele vai fazer o quê? Vai cortar os pulsos? Então começa a criar primeiro essa falta de esperança. E outra coisa é idolatria, que é uma idolatria política. Vou te contar um texto, não sei se você já leu esse texto. Tem uma passagem que Davi, ele tá no auge do seu reino, e ele, imagina, rico, o exército já fez tudo, já matou, já fez, já conquistou, tal, assim, ninja Davi.
Aí um dia ele vira para Deus e fala assim: Deus, deixa eu construir um templo para você. Aí ele tinha um profeta chamado Natã, que era amigo dele, esse cara era amigo, era próximo e tal. Natan inclusive foi um dos cronistas que escreveu a história da família de Davi. E aí ele chega para o Natan, o profeta, e fala assim: tô pensando em construir um templo. Aí Natan era bem próximo de Davi, né, fala assim: pô, muito bom, boa ideia, faz o que tá no teu coração.
Aí o texto vai dizer, olha, Vilela, que interessante, e Natan tá vindo para casa, e quando ele tá chegando em casa, Deus fala assim: ô, quem mandou você falar aquilo lá para Davi, que era para construir o templo? Volta lá e fala para ele que ele não vai construir templo não. E aí Natã, ele tem que voltar. Olha, olha a treta. Então, o Senhor Davi, então aquele negócio que eu falei lá, você faz o que tá, faz o que você quiser, esquece.
E aí isso tá em 2 Samuel, no capítulo 7. E Natã fala assim, ó, você não vai construir o templo. E aí começa a profetizar sobre Jesus. E aquele texto que eu falei, né, ele fala, você vai ter um descendente e o teu descendente vai sentar no trono. E o teu descendente vai ter um reino eterno. Tá falando sobre Cristo, né, o descendente de Davi, que literalmente Jesus, ele descendente de Davi. E agora olha a moral, sabe quando que ele teve clareza para confrontar Davi?
Quando ele deu um passo para trás. Ele tava tão perto de Davi, tava tão comprometido com Davi que ele tava concordando com tudo que Davi tava falando. Quando ele dá um passo para trás e vai ouvir Deus, então ele fala: pô, nem tudo que Davi tá falando é certo. O que que eu quero dizer com isso, Vilela, é que hoje eu vejo que tem tanto para esquerda quanto para direita, tá? Muitos líderes evangélicos têm comprometimento tão grande com políticos, ideologias, que deixaram de ser voz profética para política.
A igreja precisa ser voz profética. De novo, a gente tem que olhar para o evangelho E tem que nos utilizar para evangelho, para traçar uma linha entre aquilo que é verdade, o que que é mentira, e aquilo que é santo e profano, que é justo. E não me comprometer cegamente a tudo que o meu partido fala. E qual que é a treta? Eu apoio o cara publicamente, falo, falo, falo para todo mundo votar nele da igreja. Aí quando o cara erra, eu fico quieto, eu não falo nada.
Por quê? Porque se eu falar quando ele errou, eu tô fortalecendo o meu inimigo. Eu tô fortalecendo o outro lado. E o que você vai ver ultimamente é que grandes líderes, galera, grandes líderes, grandes expositores do evangelho, que eram gente incrível, brabo, que eram conhecidos por pregação do evangelho de Jesus, deixaram de falar sobre Jesus, cara, tanto para esquerda quanto para direita. E o cara hoje só fala sobre política, só fala sobre partido, só fala sobre tentando convencer a igreja a votar no candidato que ele acha que é o candidato que vai ser o melhor para a igreja.
E, cara, é muito louco, é muito louco. E agora falando sobre discipulado, nós precisamos voltar ao centro do discipulado. E qual que é, qual que é o lance? Também não vamos ser ignorante e falar assim, ah não, política não tem nada a ver, Deus tá no trono e ninguém— não, lógico que nós vamos estar falando isso, cara. Eu sou, nós somos cidadãos, você tem que votar. Então a gente brinca, né, sempre vai ter o ruim e o menos pior.
Então você vai, como cidadão, você vai analisar quem é o ruim e quem é o menos pior e vai votar de acordo com aquilo que você crê, sobre suas convicções.
Ensinar as escrituras, né, e e os valores da palavra e a realidade que não vai ter nenhum candidato perfeito, mas a gente vai olhar para aquilo que a Escritura coloca como caro, como importante e tal, e vai perguntar ali nas propostas qual é aquele que se aproxima mais daquilo que eu creio. E a gente vai votar. Então nós temos essa responsabilidade durante todo o tempo, não é na época da campanha, esse é outro ponto, durante todo o tempo tá ensinando sobre família, que a Bíblia fala de família, de casamento, que a Bíblia fala sobre finanças, O que a Bíblia fala sobre justiça?
O órfão, o necessitado, o pobre, o que que a Bíblia fala? Beleza. E aí essas pessoas que você tá cuidando, imaturidade, precisam olhar para tudo isso e falar: tá, tô diante dessas propostas que cada um desses homens, mulheres estão fazendo, qual é que se aproxima mais daquilo que é a vontade de Deus?
E aí eu creio que seja o candidato, porque a nossa função agora como pastores líderes é nos utilizarmos do evangelho para ensinar as pessoas a lidar com a vida, e a política é uma dessas áreas. Então eu vou me utilizar do evangelho para ensinar a pessoa a pensar sobre isso e não dizer para ela quem ela tem que votar, porque senão a gente volta para aquela pergunta que foi feita: sempre a manipulação. Se cada eleição eu tenho que falar para o cara para o que ele tem que votar, então eu não tô discipulando ele à luz do evangelho.
E é lógico que nesse discipulado tem coisas que precisam ser consideradas. Pautas como vida, como família, como antissemitismo, como racismo, como corrupção, como lidar com pobreza, como lidar com órfão. Então são pautas, cara, que a gente, o evangelho tem que falar sobre isso e as pessoas têm que pensar sobre isso. Só que, cara, eu me comprometer dizendo quem a pessoa precisa votar, usando o púlpito para isso, Eu sou contra, apesar de achar que como cidadão, um pastor, ele pode, ele pode expressar o seu voto, ele pode falar tal.
Mas se ele faz isso, expressa seu voto publicamente, ele também tem que se comprometer publicamente em confrontar e deixar claro para o rebanho quando esse cara tá errando também. Então eu acho que essa é minha opinião. Agora, uma coisa que é fato: o evangelho é o centro do discipulado, do pastoreamento. E do púlpito da igreja. Usar o púlpito para de palanque político, para endeusar um homem, né? E outra, falar: se você— isso tem muito— não, se você vota, se você vota na direita ou na esquerda, você não é meu irmão, você não é crente.
Opa, tem isso? Tem, pô.
Família sendo assim, mas assim, tem igreja hoje no Brasil, tem igrejas de esquerda esquerda e tem igreja de direita, onde o cara daqui na igreja da direita, o cara da esquerda não é membro, porque é falado: você não é, não, você não é irmão. E aqui o outro lado também, porque aqui vai dizer: não, você é fascista, aqui para o lado de cá. E aqui vai dizer que a esquerda é pato, entendeu?
Comunista.
Então vai ficar nessa, cara, é uma loucura. De novo, qual que Jesus falou em Mateus 28? Vão e façam discípulos. Ensinando a obedecer aquilo que eu ordenei.
Então a gente precisa voltar ao evangelho e olhar para aquilo que a gente começou falando: qual é o problema central? Se você que tá aqui, você crê na palavra de Deus, o problema central se chama pecado. E para o pecado não adianta, é a mudança não vai ser quem vai estar lá governando. Para o pecado, o problema, a solução é a pregação do evangelho. Então, se eu creio nisso, eu preciso continuar contribuindo para que o Brasil mude.
Como? Pregando o evangelho, pregando o evangelho. E claro, também vou votar, também vou fazer, vou servir, vou ser um bom cidadão, vou cumprir, vou pagar os meus impostos, tudo isso, mas sabendo que a coisa mais poderosa que a gente faz é a pregação. E quando pessoas vão sendo despertadas, elas vão se tornando discípulos de Jesus, comprometido com as Escrituras, é elas vão acertar nos seus votos.
E quando acertar nisso, e quando a ideologia tá acima do evangelho, aí é que a gente chama de ideolatria. Eu vou te dar um exemplo, Vilela. De novo, eu vim do Rio, né? Você imagina, então o Rio não é para amadores, e eu cresci lá. E aí, o que que você via muito? Por exemplo, vamos dizer que teve lá uma operação numa comunidade e tem lá o tráfico que é uma realidade, ou a milícia, isso é uma realidade, e eles exercem controle armado sobre aquela região.
E aí você, cara, não entrega carta no lugar, não entrega. Se você mandar um livro lá, a gente tinha muito problema com a loja virtual de livros porque não vai, não vai chegar. Então o cara tem que ir no correio pegar, porque o porquê não pode, o cara não pode entregar um livro lá ou uma entrega. Por quê? Porque tem uma um grupo armado que domina aquilo lá, beleza? Essa situação. Aí tem uma operação do BOPE lá, o CORE, sei lá. Aí o BOPE entrou lá, aí teve uma operação, teve tiroteio, morreu um monte de gente, beleza?
Aí você tem os crentes de um lado e os crentes do outro. Aí os crentes aqui do mais, mais da canhota para cá, eu tô falando de os radical, né? Os mais radicalzão, eles, que que eles vão falar? Não, não pode ter operação. Porque isso é errado, porque o traficante é uma vítima da sociedade e tal. Você tem esse discurso dentro de uma ala radical e começa a falar que não pode ter operação porque o tráfico não pode ser confrontado.
Agora, imagina um crente falando isso. Agora, agora do outro lado você vai ter crente falando: não, mas tem que entrar e matar todo mundo mesmo, tem que entrar e matar, tem que matar os tem que arrebentar tudo. Agora pensa, você tem dois extremos de duas pessoas que estão falando que são crentes e estão falando duas coisas totalmente contrárias ao evangelho. E o que que é isso? São pessoas que estão sendo formadas por ideologia e não por um discipulado baseado no evangelho, na Bíblia.
Então é lógico que A injustiça tem que ser confrontada pela lei, isso é óbvio. Agora, é lógico que a solução não é matar todo mundo, entendeu o que eu tô falando? Então eu tô usando esse caminho, né? Então tem um caminho que eu posso me olhar para a situação e entender a situação, que não é simples, mas eu preciso olhar para a luz do Evangelho. E o problema é comprar narrativa além da Bíblia.
Não sei se é, e a galera não tá querendo pensar, né? Então o evangelho é um convite a pensar e repensar todas as coisas. Então ele tá falando de política, mas pode falar de casamento, pode falar de criação de filhos, a gente pode falar de ser um funcionário, ser um patrão. Eu tenho essa pergunta constante de, ok, como Deus quer que eu faça isso aqui? Isso aqui, ok? Como Deus quer que eu faça isso aqui? Como é que Deus quer que eu faça isso aqui? Essa pergunta constante de fazer a vontade de Deus.
Eu tive a oportunidade de pregar o evangelho para traficante com fuzil na mão, e eu tive a oportunidade de ver o evangelho ser pregado dentro do BOPE no Rio de Janeiro. E eu vi que, cara, tanto policial do BOPE quanto o traficante lá, que é tudo filho de É tudo Jeremias, Elias, Isaías. E você chega lá, o cara, você chega na boca lá e você fala, ó, o pastor vai chegar. Os cara bota o fuzil no chão, é doido, ajoelha e fala, o pastor, ora aí pela gente, porque a gente sabe que a nossa vida não tem muito tempo assim.
E aí, cara, você tá lidando com a realidade e você tá pregando o evangelho. Para esse cara e convidando esse cara ao arrependimento. Eu vi pessoas tanto de milícia como do tráfico se converterem de verdade, e eu vi, Laila, gente dentro do BOPE chorando, se convertendo. Então, de novo, quando começa numa questão muito ideológica, a pauta é a minha ideologia, eu tentando convencer você. Eu acho que a gente tem que lutar pelo evangelho, eu tô falando como— e aí isso tem a ver com discipulado, tem a ver com pastoreamento e tem a ver com esse momento delicado, né, que vocês, a gente tá vivendo, né.
A gente sabe que vocês vão ter aí um debate, né. É, manda parafusar as cadeiras no chão, né, é importante. E assim, para quem tá ouvindo, eu só quero reforçar isso: a gente não tá falando aqui que não é importante pensar sobre política à luz do evangelho, pelo contrário, a gente tem que pensar sobre isso, a gente, à luz do evangelho. E a gente tem que, como igreja e como liderança, ensinar o povo a pensar política à luz do evangelho e não apenas dizer em quem as pessoas têm que votar.
Só para deixar claro, reforçando para quem entrou depois, a gente escreveu esse livro que é Vão e Façam Discípulos, e é um manual bíblico de como discipular pessoas. Então disso tudo que a gente tá falando, a gente colocou aqui de forma bem organizada, bem prática para quem quiser aprender, porque a gente fala muito disso, né? Precisa discipular, precisa discipular, tá? Mas como que discipula? Então a gente fez de forma bem prática e bíblica como discipular pessoas.
E até eu vou pedir para a galera colocar o link aí do livro, e eu pedi para deixarem 15% de desconto lá para quem quiser pedir, só colocando o cupom INTELIGÊNCIA.
Então vai estar no comentário fixado, não vai estar, bigode?
Vai estar mesmo, né?
Vai estar, cara.
Aí é um dia, é bigoda, é bigoda, não é feminino.
É o cupom inteligência.
Não, não, o prefixo é feminino, né?
Ah, tá.
A palavra é prefixo, vem no final.
Eu acho que é prefixo, né?
Ou não?
Faz tempo que eu terminei a escola, tá bom? Tem 2 anos.
Prefixo é no final então.
Então o Bigodá vai colocar o cupom inteligência aí no link do livro. Manda aí.
Vamos lá, a próxima pergunta aqui é do Heitor Pontes e ele fala: sempre vejo muito cristãos colocando a culpa no demônio e nunca nelas mesmas. Será mesmo que todo problema financeiro, de saúde, social e tantos outros são obra do diabo ou da própria pessoa?
Eu acho que o diabo às vezes fala assim: não coloca, não fui eu que fiz isso aí, esse aí é o cara que fez. Essa pergunta é boa. Uma vez, vou contar uma história. Uma vez eu trabalhava, eu trabalhava na Petrobras nessa época, um amigo Ele tinha uma sobrinha, cara, que ele, que ele, a sobrinha na época no Rio de Janeiro tinha muito isso, tinha aquelas, sabe aquele chuveiro que era gás? Não sei se aqui em São Paulo tinha isso. E aí a sobrinha foi tomar banho, cara, ele abriu o gás lá, tinha um vazamento numa casa minha, tinha.
E aí vazou, cara, e a menina, sei lá, 13, 14 anos, ela faleceu. É porque você não sente o cheiro, né? E aí eu acho que depois teve até uma lei que teve que botaram cheiro no gás para fazer, porque você não— e a menina faleceu. Aí tu imagina, pô, aí que sofrimento. O pai médico e o sobrinho, cara, foi um caos. Aí eu lembro que ele fez uma pergunta para mim, a gente foi almoçar, e ele sabia que eu era cristão. Ele falou, Fábio, por que Deus fez isso? Cara, é uma pergunta que todo pastor já ouviu, né?
É sofrimento, né?
Porque Deus fez, ou porque Deus permite?
Por que que Deus fez isso, né? E aí, pô, uma menina adolescente morreu, tal. E aí eu respondi para ele, falei assim, aí esse dia foi muito forte que eu respondi, falei assim, é a culpa do que aconteceu com essa menina do homem, não é de Deus. E aí ele falou, por quê? Porque vamos voltar tudo, né, qual ele falou, a gente tava falando sobre o evangelho lá em Gênesis O que que Deus falou lá atrás? Se você desobedecer, você vai morrer.
E aí o homem desobedece. Deus não criou o homem para maldição da morte, mas o homem entrou nesse lugar. Deus sabia, né? Sabia. Deus é onipotente, onisciente. Deus, quando Deus criou o homem, ele sabia que o homem ia cair? Sabia. Mas eu não creio que ele criou o homem para cair. Então, e aí isso responde essa pergunta de forma muito ampla, porque todo sofrimento, todo colapso— vamos falar de furacão, vamos falar de tsunami, vamos falar de, cara, a gente tava no Japão, eu e a Jaque, a gente tava no Japão, a gente pisou na casa, a gente acabou de chegar, a gente desceu do avião Aí, aí quando a gente desceu, tava falando que passou um tufão.
Aí beleza, aí a gente entrou no carro, entramos na casa do cara, sentamos para comer. E aí fez assim a mesa. Aí eu, que que é isso? Começou a fazer assim. Aí os cara normal assim, não, isso é um terremoto. Eu, como assim terremoto? Os cara fala assim, não, terremoto, cara. A gente foi, a gente foi em Jerusalém. Ano passado, no auge da parada lá da guerra, cara, é 3 da manhã, tocava sirene, todo mundo para o bunker. Se eu vi que vocês foram também, foi no kibbutz também, né?
A gente teve lá também no kibbutz, e eu só não quis ver aquele vídeo lá, não deu para mim. Mas o, mas o cara é míssil e todo mundo correndo para bunker, e você vê, cara, é sofrimento, morte, câncer e o COVID e tal. Por que que Deus fez isso? A minha resposta é, cara, tudo que é de mal que acontece é resultado do pecado, porque o homem pecou, ele abriu a porta da maldição da morte.
Então eu nem lembro qual que é a pergunta, mas aí o ponto é que há uma responsabilidade nossa nesse sentido, dessas escolhas, dessas. E você tem então demônios que vão se aproveitar disso, porque é, você tá conectado em Deus, é, então, porque essa questão, né, está conectado em Deus, está em Cristo, e aí ali não tem espaço para demônio, está habitado, né. Ele fala de uma casa que tá habitada, né. Ou você tá na rebeldia, você tá vivendo vazio aonde demônios podem agir.
Eu acho que tem um erro muito grande, todo mundo achar nada é demônio, é só o ser humano, e achar tudo é demônio, não é o ser humano. Porque se tudo é demônio, não precisa de arrependimento, né? Era só libertar. Mas tem coisas que são demônios.
O demônio entra em dois aspectos, né? Um é quem que tenta Adão e Eva a cair, a desobedecer? O diabo. Então o demônio aí entra, um cara, né, a criatura que tá tentando a humanidade a desobedecer a Deus. Isso é um aspecto. E o outro é, quando você abre a porta da maldição da morte, o que que o demônio faz? O demônio, em Efésios no capítulo 2, diz que o espírito dessa época, Satanás, ele opera sobre os filhos da desobediência. Então a desobediência abre a porta para atuação de demônios, mas tudo isso é culpa do pecado. Não sei se eu respondi bem.
Agora, a próxima, fala. Eu não sou a melhor pessoa para julgar, né? Mas a próxima pergunta é da Júlia e ela pergunta: fico triste quando vejo um cristão dizendo que depressão e problemas psicológicos são falta de Cristo na vida da pessoa, sendo que cada coisa é uma coisa. Como vocês enxergam essa situação?
Muito bom. Esse assunto de as doenças emocionais, né, é um assunto muito importante e que a gente tem meditado muito sobre ele. É verdade. Quando a gente fala depressão, quando a gente fala de ansiedade, aí aqui falando sobre o transtorno de ansiedade, né, não o simples, ai, tô meio ansioso hoje, mas o transtorno de ansiedade que pode chegar a uma crise de pânico, né, tudo isso. Quando a gente tá falando sobre isso, é bem multifatorial.
E eu acredito que existe uma dimensão também espiritual nisso, aonde tudo isso que a gente falou do evangelho vai contribuir para te ajudar a sair disso. Mas existem outras dimensões também psicológicas que tem a ver com o que que você já passou na vida, os seus traumas, né, as situações que você passou, seus gatilhos, seus medos. E uma questão física, porque, cara, muita gente tá em depressão, tá, porque não come direito, não se exercita, não dorme no horário.
Então você fica no celular até 2 da manhã, Acorda às 7, vai trabalhar, almoça um hambúrguer às 2 da tarde correndo no trabalho e sedentário e tal. Cara, você não tem substrato de vitaminas e hormônios e tal, você vai ver a testosterona do cara tá no chão e tal. E é lógico, você vai se sentir para baixo, você vai se sentir triste, você vai sentir vontade de desistir, você vai sentir... Quando uma pessoa tá flertando com tirar a vida, poxa, a biologia animal é para você proteger a sua vida.
Se você tá flertando em tirar a vida, imagina quão bagunçado tá a química do seu corpo para você tá com este desejo, entendeu? Então é necessário essa questão multifatorial, né? Tem que ir para médico, você tem que ir para psicólogo, mas também tem uma questão espiritual envolvida. Poxa, isso aqui que a gente falou, existe uma esperança bendita, existe alguém com você. Se solidão é uma das grandes questões, o evangelho fala de ele presente.
Jesus diz assim: meu nome é Emanuel, Deus conosco. Então eu olharia sempre nessas três perspectivas, sem ignorar nenhuma delas, né? Vamos consertar as questões do corpo aí, gente. Vamos comer direito, vamos dormir, vamos se exercitar. Agora vamos desfazer uns nós aí da sua história, né? De coisa que ficou no passado que você nunca mexeu. Agora também você precisa de Cristo na sua vida.
Agora tem outro ponto, né? Depressão não é não necessariamente a ausência de Deus, e presença de Deus também não quer dizer que não vai ter depressão, né? Então cristãos ficam também com, também tem enfermidades emocionais. Tanto é que na Bíblia um dos profetas maiores, Elias, Elias é o grande profeta do Antigo Testamento. E aí ele tinha acabado de orar, caiu fogo no céu, aquela coisa toda, e Jezabel fala para ele: eu vou te matar. Ele fica em depressão.
Ele vai para uma caverna e tem vontade de morrer.
Ele pede para morrer, ele quer desistir da vida.
Como Deus vai tratar ele, né? Sabe o que Deus faz? Deixa ele descansando, dormindo, dá comida para ele, traz comida para ele. Então você vê como ele tá cuidando físico também, né? E aí então começa a falar com ele e começa a dizer para ele, olha, porque um dos pontos dele era solidão, só sobrou eu. Sabe o que Deus fala? Tem 7 mil que não se dobraram. Ele tá dizendo: você não tá sozinho, cara.
Volta e encontra os remanescentes que ainda estão comigo.
Então, como é multifatorial, né?
E a cura tem tudo isso aí que ele falou. E volta para a comunidade, volta para comunhão, vai ter relacionamentos saudáveis com pessoas espirituais. Então, e outra, né, o que acontece é que, cara, é uma epidemia, enfermidades emocionais. O evangelho tem resposta para isso, sim. Mas é possível que uma pessoa possa lutar com questões emocionais até Jesus voltar.
É porque o que não tem como esquecer é que assim como você pode ter gastrite e o seu estômago tá machucado, você pode ter um problema renal, você pode ter um problema muscular, você pode ter um problema num órgão chamado cérebro, e que você pode passar por isso. E existem medicamentos, é uma graça comum, existem muitos profissionais Então é multifatorial.
Um dos braços do ministério que a gente faz parte lá é o Divinamente.
Tem um cara que eu queria que um dia você trouxesse aqui, viu? Doutor Johnny. Ele lidera um movimento chamado Divinamente. Até a galera que está aqui, procura aí, tem muito conteúdo e ele vai falar exatamente sobre isso, como que a palavra de Deus traz respostas a isso. Ele é um médico e é um médico teólogo, então ele vai juntar esses dois mundos aí.
Então é divinamente, né, é uma resposta. Como que o evangelho responde essas questões emocionais? Isso é uma epidemia de fato. E só que a gente precisa lembrar uma coisa: Paulo um dia chega para Deus, né, para Jesus, e fala: ó, eu tenho um espinho na carne. E por 3 vezes ele pede para tirar, e Deus fala: não, a minha graça te basta. Então todos nós, mesmo com Cristo, pode ser que venhamos lutar com muitas questões, e questões emocionais pode ser uma delas.
Passando, mesmo que o evangelho tem resposta para isso. Mas qual a esperança? Um dia Jesus tá voltando, Jesus vai voltar e ele vai restaurar tudo que foi caído por causa do pecado, todas as coisas. E nunca mais ninguém vai ficar doente, mano.
Tem uma história legal que é um rei, não sei se você ouviu essa história, já ouviu de tudo, né?
Não, filho, essa história já ouviu todas.
É de um rei que havia feito Ele fez uma coroa para ele, tá? Ele queria a coroa mais linda e tal. Aí ele pede para um sábio, falou assim, ó, seguinte, eu queria escrever alguma coisa na coroa, né? E eu queria escrever uma frase na minha coroa que quando eu tiver triste ela me anime, deixa para cima, e quando eu tiver assim muito feliz querendo tomar decisão errada ela me volte para o lugar, né? Aí o sábio foi lá pensar e falou, não, beleza, já sei, escreve assim na sua coroa: vai passar.
Quando você tiver no momento mais, né, top, você vai passar, vai voltar ao normal. Quando você tiver lá embaixo, saiba, vai passar. E essa esperança do evangelho, né, vai passar tudo que nós estamos vivendo aqui, né?
Memento mori também, né?
Só quer viciante, brother.
Sabe dessa história?
Não, não.
Quando o pessoal voltava de batalha vencedora em Roma, tinha um cara que quando ele entrava na cidade era festejado, tinha um cara que ficava no soprando no ouvido dele, memento mori, você vai morrer, você é mortal. Lembrando que ele era mortal, para baixar a bola, vai. Mande, Bigoda.
A próxima pergunta do Rafael Cauê, ele pergunta: como vocês interpretam o fim do mundo e a volta de Cristo? Existem várias abordagens diferentes, aí fico confuso, como por exemplo pré e pós-tribulacionismo.
Rapaz, o pessoal quer teólogo mesmo, os cara invoca as paradas de teólogo. Tem mais ainda do que pré tem apóstolo, tem mídia, já teve vários debates aqui sobre isso, né? Então, bom, vamos lá. Tem coisas que é comum, tipo assim, Jesus vai voltar, ponto. Jesus vai voltar, na volta de Jesus os mortos vão ressuscitar. Isso é uma realidade, porque isso é geral, tá escrito na Bíblia. E ele está vindo para trazer salvação e juízo e trazer novos céus e nova terra, ou seja, restaurar a criação.
Tanto que a expressão não seria fim do mundo, seria fim dos tempos, né? Então esta era, da forma que tá, vai acabar e vai se iniciar uma nova era onde Deus governa sobre todas as coisas, que é o reino de Deus, né?
Então, e aí a volta de Jesus vai trazer justiça, né? Aí a gente volta a falar, então aqueles que se arrependeram, submeteram ao Senhorio de Jesus, vão fazer parte desse reino, e aqueles que se rebelaram se recusaram a se arrepender e receber a Jesus vão ser retirados da terra. E nós cremos nisso. Agora, dentro dessa, dessa esfera da escatologia, né, nós, o que nós somos, somos pré-milenistas históricos. Então, o que que a gente crê?
Crê que Jesus vai voltar pré, agora sim, hein, pré-milênio. Ou seja, ele vai vir antes do reino reino milenar ser estabelecido. Então Jesus está voltando para estabelecer o reino sobre a terra pré-milênio, e ele vai voltar depois da Grande Tribulação. Então nós cremos que nós, a igreja, vai passar pela Grande Tribulação. Sim. E o que que é a Grande Tribulação? A Grande Tribulação, segundo o que a gente lê em Mateus 24, profecia de Jesus sobre o fim dos tempos, é vai ser o tempo de maior perseguição, maior ódio, maior frieza, iniquidade da história, mas ao mesmo tempo vai ser o tempo do maior avivamento da história, o maior derramamento do Espírito e a maior manifestação gloriosa da Igreja de Jesus na história.
Então vai acontecer essas duas questões juntas, porque Jesus fala que vai ter perseguição, ódio frieza, apostasia, mas o evangelho do reino vai ser testemunhado em todas as etnias até o fim. Então nós cremos que ao mesmo tempo vai ser o tempo mais escuro da história e vai ser a maior manifestação gloriosa da igreja da história.
Nós cremos nisso. Só você olhar, por exemplo, a figura, uma figura que aponta para isso é o povo no Egito, né? Então chega um nível de iniquidade do Egito por exemplo, o faraó mandar pegar todas as crianças, meninos abaixo de 2 anos, e jogar no rio e matar. Olha o nível de maldade, iniquidade. Imagina uma chacina desse nível, todas as crianças abaixo de 2 anos vão matar, entendeu? Então chega um ponto da iniquidade de que Deus manda juízo, são as 10 pragas que você vê.
Minha pergunta é: Deus tirou o povo dele de lá antes, no meio ou depois das Só que protegendo os caras lá dentro, entendeu? Então tá acontecendo aquele caos, o povo tá lá, lógico que há um sofrimento por estar lá, mas há uma proteção de Deus sobre eles.
Eles moravam na terra de Gózen, né? E o juízo de Deus não caía sobre Gózen.
Então chovia pedra ali, não.
Então qual que era o ponto? Eles estavam sofrendo debaixo da tirania de Faraó. Mas eles não estavam sofrendo sob a ira de Deus. Esse é o ponto.
A ira de Deus não vai cair sobre a noiva, né, a igreja. Ela vai ser protegida, mas não tirada. E aí, quando você lê Mateus 24, ele é muito claro. Então, para quem tem dúvida, leia Mateus 24. Jesus vai descrevendo o tempo do fim e ele vai descrevendo a grande tribulação.
E quando ele termina de escrever, ele fala: então, depois da tribulação daqueles dias, então verão o sinal do Filho do Homem nas nuvens, tá escrito que é depois.
Mas há outros textos que eles interpretam de uma outra forma, né?
Mas a gente acredita que ele tá certo.
Não, sim, a gente acredita que ele tá certo. Uma vez, uma vez, é só para os outros não parecer que os outros são malucos, não tem nenhum texto, né? Tem textos que eles interpretam.
Uma vez, como é que é o nome da produtora mesmo daqui? A Fabi me convidou para vir no debate. Num desse aí de escatologia. Eu falei, Jesus, você tá doido, mano, isso aí não tem coragem não, que a galera começa a degladear, mano. Então o lance do Egito, o Egito é uma parábola do fim.
Então o que aconteceu no Egito, Apocalipse tem vários sinais, vai vendo parecido, até os juízos são iguais.
Então o que que tem no Egito? Você tem Deus enviando Moisés e Arão para falar com Faraó. Então olha que doideira, Apocalipse tem Deus enviando duas testemunhas para profetizar contra o anticristo. Aí Faraó, aí Moisés tá fazendo sinais e os magos do Egito estão fazendo sinais também. Aí você tem, você tem o anticristo, você tem um falso profeta. Aí você tem o Faraó, ele tá causando tribulação sobre o povo de Deus. Aí você tem Deus mandando juízo sobre Faraó.
Aí você tem isso acontecendo também no Apocalipse, porque todo mundo fala da marca da besta, né? Mas ninguém, quase ninguém fala do selo de Deus. Porque em Apocalipse diz que aqueles que receberem a marca da besta vão sofrer o juízo de Deus, mas aqueles que receberem o selo de Deus, duas marcas, eles vão ser poupados do juízo. O que que é o selo de Deus? É o Espírito Santo. Então você vai vendo, e aí o que que acontece é que Deus salva o povo da tirania do faraó.
E tem todo esse, e os juízos que são descritos em lá em Êxodo, cara, são, se você for ler o juízo de Apocalipse, são muito, mas muito semelhantes.
Então é, quem quer estudar aí, e aí até assim para a gente fazer a conexão É quando a gente fala, cara, vamos fazer discípulo, não tem a ver só com, ou vamos fazer uma igreja crescer para reunião de domingo ter um monte de gente. Cara, estamos falando sobre preparar pessoas para esse dia, né? Porque serão dias de perseguição, serão dias de muita dor, de muita luta. A pergunta é: quem vai permanecer até o fim? Quem de verdade conhece ao Senhor e que ama o Senhor profundamente?
Então quando a gente fala sobre fazer discípulos, é sobre isso. É um tipo de pessoa que em momentos como esse vão suportar.
Mas essa pergunta é boa, essa pergunta é boa.
Agora a próxima é do Diego e ele pergunta: como vocês rebatem o argumento católico de que a santíssima tradição é de muita importância para conseguir amar a Cristo verdadeiramente e não somente a Bíblia?
Rapaz, tá bom, mas você quer uma cópia, cara?
Eu nem rebato dessa forma assim porque eu acredito que a história da igreja Os homens e mulheres, né, que viveram antes de nós, que interpretaram as Escrituras, que lutaram em viver como discípulos de Jesus, cara, eles apoiam realmente muito a gente para aprendermos, né. Então a gente tá apoiado sobre a história da igreja. Ninguém aqui precisa falar assim: não, eu preciso ir para um quarto fechado, pegar a Bíblia, e eu preciso interpretá-la inteira.
Não, você tem a história da igreja, você tem mestres, você tem Agostinho, é no ano 300, e você tem Lutero, e você tem John Wesley, e o Spurgeon, e o John Piper que tá vivo ainda e tal. Então você tem tantas pessoas para você poder ir lá e ler os seus ensinamentos. Agora, nós não consideramos que isso é palavra de Deus, nós não consideramos que isso tem o mesmo peso das Escrituras. Então Por exemplo, vai ter questões de Lutero que ele errou feio, entendeu?
Quando ele vai falar sobre judeus e Israel, ele errou feio ali. Então, ok, eu consigo olhar para outras partes do ensinamento e falar, poxa, isso aqui é interessante. Mas a Bíblia tá acima de todos. A Bíblia tá acima de qualquer pastor, de qualquer bispo, de apóstolo, de qualquer profeta, de qualquer pessoa. E aí é com ela que a gente consegue ir até julgando, né, aquilo que a gente tá lendo de outros homens. Mas com certeza é um apoio tão importante para nós.
Nós cremos que a tradição é importante, mas como o Douglas falou, nós não cremos que a tradição está no mesmo nível da Bíblia ou tem mais peso que a Bíblia. Porque a gente volta a Mateus 28:18: vão e façam discípulos, batizando em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando as palavras que eu ordenei. Então a Bíblia é a nossa régua de fé, e apesar de nós cremos que a tradição é importante, Mas não está no mesmo peso das Escrituras.
E a gente lê inclusive autores católicos, é, olhando ali o que os nossos irmãos estão produzindo e tal. Mas de novo, sempre falando, só que esse livro aqui tá em outra categoria, ele tá em outro lugar.
A próxima agora é do Enzo Vasques. E ele fala: sou cristão, mas erro muito. Às vezes vejo alguns amigos cometendo erros e penso em falar com eles, pontuar o erro de alguma forma, mas aí olho para minha própria vida e acho que não sou a pessoa ideal para isso. É um pensamento correto primeiro me curar para depois curar os meus amigos?
Não, é um pensamento errado. Jesus fala em Mateus 18: se você ver um irmão cair ou pecar, vai lá e fala com ele. Então tem uma, dentro dessa pergunta tem um pensamento que as pessoas falam assim, ah não, Eu não quero ser hipócrita. Eu só posso, olha só o pensamento, eu só posso corrigir o irmão quando eu for perfeito, entendeu? Então você nunca vai corrigir ninguém, entendeu? Então você não corrige com base na tua perfeição, você corrige com base na verdade. A verdade é as palavras de Jesus que estão na Bíblia.
Que você vai chegar para pessoa e falar, cara, ó, diante da Bíblia, o que você tá fazendo está errado, entendeu? Então não é porque eu acerto todas as vezes Nisso eu posso te confrontar, mas porque eu conheço a verdade eu posso te confrontar. Agora, muita gente tem medo, e provavelmente o Enzo tem medo de ser hipócrita. E o que que é ser hipócrita? Não é isso que tá sendo descrito aí, Enzo. O ser hipócrita é você fingir que você não erra naquilo, é você querer ter uma aparência de que você acerta em tudo.
E aí agora eu vou como seu mestre te ensinar o caminho certo. Sabendo que eu erro naquilo ali também. Então às vezes você vai poder até compartilhar da luta que você tá e a vontade que você tá aí na busca que você tá em vencer, e convidar esse seu amigo a também tá nessa busca junto com você em vencer aquilo que tá errado, né? Então, mas claro, você precisa estar nesse lugar de desejar acertar, né? Ele falou: eu sou cristão, mas erro muito.
Sim, mas você quer acertar? Porque a pergunta é: o que você tá fazendo? Com isso? Que como é que você tá indo atrás para você parar de errar nisso, né?
E todo cristão erra muito, né, Enzo?
Fique sabendo disso.
Um dos medos também é a pessoa achar assim, ah, mas e se eu falar e falar do erro dele e ele falar assim, ah, mas você também erra? Então lá na família de escopo a gente tem uma regra, a gente tem uma regra que quando eu for falar do erro de alguém, essa pessoa não pode rebater com erro de outro, não pode tirar uma carta. É, não, você também erra. Não, não, mas eu tô falando de você agora primeiro. Primeiro a gente vai falar de você, depois a gente fecha essa conta, aí te marca uma segunda conversa.
Mas aí a gente confronta.
Outra coisa que o pessoal fala muito assim: ah não, é o fulano não vive tudo que prega, tá? Mas a gente não prega aquilo que a gente vive, a gente prega a verdade, entendeu? A gente prega aquilo que a gente tá procurando viver e buscando viver.
Então não é, Paulo vai falar, né? Não que eu tenha alcançado, mas eu tô prosseguindo para o alvo. Então o próprio Paulo tá dizendo: é lógico que tudo que eu tô falando aqui que Deus me revelou, eu não vivo em plenitude.
E aí aquilo que eu falei, que a gente falou antes, né, ninguém para fazer discípulos tem que se formar em ser discípulo, porque ninguém se forma. A gente vai continuar crescendo e amadurecendo e se convertendo até Jesus voltar.
Agora a do Rafael Valença, ele pergunta: como descobrir o meu chamado ou minha vocação e como saber se está alinhado à vontade de Deus?
Muito bom, muito bom. Eu escrevi um livro sobre isso, eu e o Thiago É Deus Te Fez de Propósito, e o livro pode te ajudar muito. Mas basicamente é, a gente divide essa parte de qual que é o meu propósito, Deus me criou com propósito, qual é, em duas partes, né? É o seu chamado, sua missão. E aí é uma forma que a gente usa essas duas palavras. Primeiro, seu chamado, biblicamente falando, é se relacionar com Deus. Então todo mundo, todo ser humano tem o mesmo chamado, Deus criou você para ter um relacionamento com ele.
Então, por que que ele criou Adão? Por que que ele criou Eva? Por que que ele criou? Porque ele queria que eles tivessem relacionamento com ele. Então, se você ler Gênesis 1 e 2, que a gente citou várias vezes aqui, cara, é muito nítido que é um pai que tá construindo uma casa para receber seus filhos. Pensa em Gênesis 1:26: E criou Deus o homem à sua imagem, e semelhança. É mais ou menos a expressão moderna de hoje: olha aí a cara do pai.
Ele tá falando que ele teve um filho, entendeu? Esse cara é um filho de Deus, ela é uma filha de Deus, por isso que parece com o pai, né? Então ele tá— e para que que a gente tem filho? Para ter uma relação. Então, primeira coisa: Deus chamou para ter um relacionamento com ele. Esse é o seu chamado. Ao ter um relacionamento com Deus, você vai descobrir que Deus está em missão. E aí ele te convida, tá? Da forma que eu te fiz, eu tenho uma missão para você.
E aí algumas coisas que ajuda, né? Eu gosto muito do versículo que os caras perguntam para Jesus: como é que faz para entrar no reino de Deus? Como é que resume a lei e os profetas? Ele fala: ama o Senhor teu Deus de todo teu coração. Essa primeira parte, todo mundo foi criado para amar a Deus, ter um relacionamento com ele. E a segunda é: ama o teu próximo como a ti mesmo. Aí aqui é individual, é para cada um. Ama o teu próximo.
Então por que que é individual? Porque primeiro, amar ali, quando diz respeito ao outro, a melhor palavra seria servir. Sirva as pessoas. Então o Vilela vai servir as pessoas de que forma? Com os dons que Deus te deu, com os recursos que Deus te deu, com os contatos que Deus te deu. Então você vai servir como um comunicador, mas o outro serve cozinhando e o outro serve serve sendo mãe e cuidando de tempo integral da sua casa, a outra serve sendo um governador de um estado.
Então é, como é que você vai servir? Aí você vai ter que achar quais são os dons que Deus te deu para você desenvolver. Agora, ama o teu próximo. A pergunta é, quem tá próximo de você? Quem que você alcança? Então eu alcanço um grupo em Bragança, mas com a internet eu alcanço. Mas só que mesmo na internet tem uma idade específica que eu alcanço. Tem gente que gosta de me ouvir, tem gente que não gosta de me ouvir. E tá, e tá tudo bem.
E agora, como é que então eu amo, sirvo essas pessoas que Deus colocou próximo de mim? Então observa essas coisas: quais são seus dons, quais são suas habilidades, e quem é que Deus colocou perto de você que tem dores e problemas que você pode servir, que você vai encontrar aí o seu propósito, né? Mas isso nasce de uma relação profunda com Deus.
Interessante que quando Deus chama Moisés para fazer, para ir lá contra o faraó, fala, ó, você vai fazer sinais, vai lá. Ele tá, mas como é que eu vou fazer isso tudo? Aí Deus faz uma pergunta, Moisés, o que você tem na mão? Moisés, eu tenho um cajado. Eu falei, então é com isso aí. Então o que que você tem na mão? Então o que que Deus já te deu?
Uma pergunta: o que que você tem na mão? Usa o que você tem na mão hoje para servir a Deus. Eu não ficar, não, quando eu for milionário. Não, não, não, você não fizer hoje, quando você for milionário também não vai fazer.
Quando eu fizer uma viagem por Oriente Médio hoje, então eu vou pregar o evangelho.
Pô, mas tem alguém sentado do seu lado na escrivaninha aí no escritório.
Pois é.
E agora a pergunta do Arthur, onde ele pergunta: eu posso ser um bom cristão mesmo tendo dúvidas sobre minha fé? Não é querer duvidar de Deus?
Então aí é uma diferença, né? É ter dúvida e duvidar. Ter dúvida é: eu não entendi, você pode me explicar de novo? Duvidar é: por que que isso tá acontecendo? Até parece, duvido que você— não, não. Então todo cristão tem dúvidas, e eu acho lindo como Deus deixa ali, Jesus deixa ali Tomé, né, para isso assim. Tomé, ele tá cheio de dúvidas e Deus aparece, Jesus aparece numa reunião ressuscitado para falar com ele. Tomé, vem aqui, põe o dedo aqui, põe a mão aqui, para dizer, cara, não tenho medo das suas dúvidas, né.
E nós vamos ter dúvidas, eu tenho dúvidas, né. Você tem questões, você não entendi, Deus, Poxa, por quê? Por que desse sofrimento e não esse jeito? Por que que o Senhor permite isso? É, a gente falou que a Trindade, né? A gente falou, é, como é que Deus é sempre, Jesus é 100% homem, 100% é Deus e tal. Você vai ter dúvidas e questões que alguém vai te explicar e você fala, então não foi suficiente e tal. Mas você confia. Eu acho que esse é o grande desafio, por exemplo, de uma criança com seu pai, né? Você acha que a criança entende tudo que o pai fala?
Não.
Quando o pai fala assim para ela, ó, tá em cima do muro, pai fala pula, ela entende a lei da gravidade, a lei da força, e de que o pai tem, vai ser, não entende ainda, mas ela confia. Então acho que a duvidar de Deus é quando você para de confiar em Deus e tem problema com o caráter dele. Agora, quando você tem algo muito bem firmado em você, ele é bom, ele é meu pai, ele me ama, então mesmo em partes que eu não entendo eu continuo confiando e pedindo para ele, Senhor, o Senhor pode abrir o entendimento? Posso entender isso?
Porque confiar tem a ver com esse desenvolver do entendimento, né? Porque nesse processo de fé, que tem a ver com confiar, em nenhum momento eu vou entender tudo, mano. E tem várias coisas que a gente não— é porque ele é Deus. Imagina, a gente falou da Trindade, é um mistério.
Pois é.
Me explica aquela, me explica aqui, me dá um exemplo. Eu vou falar, cara, O meu mistério é um mistério, é um mistério. E Deus, e Deus faz coisas de forma misteriosa, só que Deus revelou seu evangelho. Então eu confio no evangelho. De novo, a história da redenção, a pessoa de Cristo, a obra de Cristo, a bondade de Deus, o amor de Deus comigo. Eu era um pecador miserável, desgraçado, merecedor da morte, que desobedeceu a ele e merecia a ira eterna.
E ele desceu, se fez homem para me resgatar de um império, me transportar para o reino de amor. E eu confio que ele é bom, que ele me ama, que as suas palavras são verdade. Agora, isso significa que eu entendo tudo?
Não.
Hoje tá falando de fim dos tempos, me conta os detalhes de como vai ser a grande tribulação. Não sei. Da onde que vem o anticristo? Não sei. Qual que é o nome dele? Ele tá vivo? Entendeu? As pessoas querem começar a querer entender todos os detalhes, cara, não, não vai.
Essa questão de entender, agora pode ir atrás de entender mais e mais, mas que isso não seja o que é necessário para você confiar.
Agora, ter dúvidas faz parte da vida, duvidar do evangelho não.
Ah, entendi.
É isso, é isso, confiar nele.
Alguma coisa? Para finalizar agora. É hora de fechar os pontos que ficaram abertos, se tiverem, e passar os recados.
Eu queria incentivar muito a galera a ler o livro, né? Eu até digo isso para o Fábio, eu e ele já escrevemos vários livros, mas que esse é um dos mais importantes para nós. Por quê? Porque a gente quer incentivar a galera a voltar ao que é o centro da missão de Deus, sabe? A gente faz conferência, Eu faço podcast, faço vídeo, a gente faz várias coisas assim e são muito importantes todas elas, mas a gente não pode ser roubado do que é o centro da missão de Deus, que é: vão e façam discípulos.
Então, se você quer aprender como fazer discípulos, quer incentivar essa ferramenta, vai ser poderosa aí. E aí, como eu falei, deixei o link aqui e um desconto para a galera do Inteligência, é só colocar o cupom lá.
Onde vai estar isso, Bigoda?
No comentário fixado, meu querido.
Ah, fixado! Do jeito que você falou, fixada, é como se fosse fixado, tá certo. Muito bom, muito bom. E você? Bom, vamos lá. Queria convidar todo mundo para conhecer um pouco do trabalho do Dizscope, né? Tem um podcast, tem um canal, tem as redes sociais, tem editora, tem os livros. Então você pode entrar lá e tem— o Douglas já escreveu vários livros, eu também. Então você pode conhecer mais. E também quero deixar um recado para você que ouviu tudo que a gente tá falando aqui sobre o evangelho, sobre a igreja, sobre, a gente falou várias coisas sobre erros, sobre abuso, sobre problemas.
Então eu queria dizer que queria terminar convidando você a olhar para Jesus e confiar nele. Então o evangelho tem a ver com a obra de Cristo, que é uma boa notícia que confronta a má notícia. E qual a má notícia? Todos nós pecamos, todos nós desobedecemos a Deus, todos nós somos merecedores da morte. E da ira eterna de Deus, porque nós escolhemos obedecer a nós mesmos e buscar as nossas paixões. Mas Jesus, ele desceu, ele se esvaziou, ele se tornou homem, ele subiu na cruz e ele se entregou para morrer a nossa morte, pagar a nossa dívida.
Então todo aquele que confia sua vida a Jesus é salvo de si mesmo, salvo da morte, salvo das trevas, das obras do diabo e da escravidão morte. Então eu quero convidar você, se tá longe de Jesus, se você nunca recebeu Jesus como Senhor na sua vida, se você se afastou da vida da comunidade por causa de que viu erros, então eu quero te convidar a se arrepender, a voltar a olhar para Jesus e voltar a buscar uma comunidade saudável para congregar e viver o evangelho coletivamente.
Vou dizer que faz falta, viu? Tem muita gente, não, eu oro em casa, não preciso ir comunidade, mas cara, lá você parece que reanima, reaviva.
Um puxa o outro, levanta o outro.
É isso aí.
Quando eu não vou, fico em falta. Eu queria pedir para vocês se a gente podia terminar com uma oração para exatamente, cara, eu ia te pedir para nós fazer uma oração para quem tá passando um momento difícil, para quem vai pegar essa parte. Alguém vai mandar essa parte para essa pessoa aí.
Legal, legal.
Vamos orar. Pai, obrigado, obrigado pela vida do Vilela. Obrigado toda sua equipe aqui, todo mundo que trabalha nos bastidores para fazer essa mensagem chegar. E Senhor, nós sabemos, como a gente falou esse podcast inteiro, que o Senhor tá no trono soberano. E quem tá ouvindo a gente, assistindo a gente, não foi por acaso, não foi à toa, não foi por acaso que ele clicou nesse link, recebeu esse link. E nós queremos agora te pedir, Espírito Santo do Senhor, entra nessa casa, em nome de Jesus, entra nessa vida, entra nessa família, Sim, Senhor, nós estávamos mortos em nossos pecados e delitos.
Então vem com vida agora e desperta essa pessoa, ressuscita, Senhor, essa pessoa, passa a morada dentro dessa pessoa para que, Senhor, ela tenha um encontro real e verdadeiro contigo. Senhor, aqueles que estão desesperados, aqueles que, Senhor, estavam até pensando em desistir da vida, que encontrem esperança nessas palavras hoje aqui, Senhor, que são as suas palavras, Senhor. Pai, será que o Senhor pode se revelar a essas pessoas, o teu amor, a tua bondade, a tua graça?
Aqueles, Pai, que cometeram atos tão ruins, estão sendo consumidos pela culpa, achando que a vida acabou. Senhor, será que o Senhor pode revelar o teu perdão gracioso e que o teu Filho levou sobre ele todos os nossos pecados e que não há mais condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus? Nós queremos orar por cada um, cada homem, cada mulher, cada jovem, adolescente está nos ouvindo aqui. E pedir: vem com teu evangelho no coração dessas pessoas, Pai.
Aqueles que têm fome, revela a elas, Pai, revela a elas o teu Filho, e que elas sejam completamente apaixonadas por ele, e a cada dia se tornem mais semelhantes a ele, e possam sair e fazer discípulos em todas as nações, Pai. Em nome de Jesus.
Amém, amém, amém.
Igual é contigo.
É isso aí, meu querido. Agradecer a você que chegou até final, né? Não esquece de deixar o teu like caso você não tenha deixado lá no início, também se inscrever aí no canal que é muito importante.
Exatamente, vídeo, espalha a palavra, né?
É isso daí.
E o que que o pessoal escreve nos comentários para provar que chegou até o final desse papo maravilhoso?
Escreve aí: Último Adão.
Último Adão, que isso, que isso, não é? Bigode arrebentou, né?
Então obrigado demais, sempre são bem-vindos aqui. Obrigado pelo trabalho de vocês, é É muito bom e espero que só traga mais gente aqui também.
E também quero agradecer por esse espaço que você tá dando para o desenvolvimento da espiritualidade, né? E saber que essa é uma mesa que, né, vem gente de toda vertente, tem todo tipo de assunto, mas é um lugar que tá aberto para espiritualidade, para o evangelho.
Então, e todo dia às 6 horas tem devocional com o Sayão.
Meu Deus, Power Ranger vermelho, ninja!
6 horas, não é?
Inclusive, vou falar para a galera aqui, dia 26 de setembro a gente vai ter a conferência do Desascope, vai ser em São José dos Campos. Olha, cara, a gente reúne 5 mil pessoas lá em São José dos Campos e vai estar o Luiz Sayão pregando. Luiz Sayão, Jonas Madureira, 26 de setembro. Então não esse sábado agora, o próximo. Então tem um pouquinho lá ainda de vagas de inscrição, então se você quiser participar, é Vou deixar para vocês aí o link também, vou falar para eles depois colocar o link.
Também vai estar no comentário fixado, não vai estar? Passa para a gente que o Bigoda vai colocar.
Bigoda tá demais, mano.
Valeu, fiquem com Deus, beijo no cotovelo e tchau. E que bom que vocês vieram. Fui, valeu.
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