1933 - TRUMP E ELON MUSK VÃO HACKEAR O BRASIL? DANIEL LOPEZ
DANIEL LOPEZ é jornalista, professor e pastor. Nesse episódio de “Ligando os Pontos”, ele vai bater um papo sobre Trump e Elon Musk hackearem o Brasil. O primeiro computador do Vilela foi o ENIAChttps://daniellopez.com.br/arca/Conheça o único aparador que não corta seu saco! + de 400 mil bolas salvas! Cupom INTELIGENCIA https://neresbrasil.com.br
- A possibilidade de Trump e Elon Musk hackearem o BrasilDonald Trump·Elon Musk·Eleições no Brasil·Interferência cibernética
- A capacidade da inteligência artificial de hackear sistemas e eleiçõesInteligência Artificial·Hacking·Eleições nos Estados Unidos·Deepfake·Elon Musk
- A ameaça de uma pandemia cibernética e o Grande ResetPandemia cibernética·Grande Reset·Fórum Econômico Mundial·Klaus Schwab·O Mundo Depois de Nós
- Agentes de inteligência artificial escapando de ambientes controladosInteligência Artificial·Hugging Face·Sandbox·OpenAI
- O clamor por regulamentação da inteligência artificial e seus motivosRegulamentação da IA·Sam Altman·Elon Musk·Anthropic·Financiamento de projetos de IA
- A discussão sobre a consciência em inteligências artificiaisConsciência·Inteligência Artificial·Geoffrey Hinton·Epistemologia
Olá, terráqueos, como é que vocês estão? Sou Rogério Vilela, tá começando mais um Inteligência Limitada, o programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala. Sempre trago pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais mnemônica do que a minha, do que a sua. Olha, rapaz, você nem sabe o que é mnemônico, né? Você tirou do fundo essa daí, hein? O que é mnemônico?
Falsa ideia.
É da Minnie e do Mickey, né?
É que ele é fã do Mickey e da Minnie.
É mnemônico, ele tem boas memórias.
Isso é muito uma resposta sua.
É, você perdeu, deu mole, não é?
Deu mole, perdi.
O cara levantou só para—
mnemônico tem a ver com memória?
Memória. Mnemosine, deusa da memória, né? Então, Johnny Mnemonic, Mnemonic tem a ver com memória, né? O Keanu Reeves, ele carregava tudo na HD, sei lá, um negócio no cérebro, né?
É mnemônico.
Mas quem não carrega tudo no cérebro assim como o Daniel Lopes, que que faz?
Bom, já começa já deixando o seu like, se inscreve no canal, torne-se membro, compartilha essa live com toda a sua patotinha e já vai esquentando as perguntas aí, que as melhores indo para mesa.
Sabe o que eu percebi? Não sei se o Daniel já percebeu, você vê pelos comentários, tem gente que é fã, tão tanto fã do programa que já virou uma programação semanal do cara, é o dia do Ligando os Pontos. É verdade, já prepara a comida dele, já assiste a parada, ou então deixa baixado, ou deixa para assistir no outro dia no trabalho. Os cara já espera. E quando a gente, quando não é segunda-feira, os cara reclama: ah, é só quinta, é só na sexta.
O lanchinho Mirabel.
Exato, o cara já perdeu o lanche Mirabel. Essa você foi buscar lá longe. Mandiopã não é da sua época?
É lógico que é.
Mandiopã, você acha que não tinha no Rio não, cara?
Tinha um negócio que fritava, era meio...
Fritava, ficava parecendo tipo um baconzito.
É, cara, nojento, né? Ah, era? Pô, pensa, é que nem aqueles revolvinhos de suco. Lembra?
Que tinha umas poletinhas?
Não, que você... Era um negócio de plástico transparente e um suco lá dentro. Você cortava e... Ah, era um negócio de plástico. Não, aquilo era radiação, era um negócio... Ah, é radioativo. Você não escolhia o sabor, você escolhia a cor, né?
Já chamava de suco Césio-237.
E o Dantop?
Comi bastante também.
Era, a gente não pode falar o nome que a gente falava na época.
É, não mudou.
Olha lá, olha lá, André. Não, não, não, mas tinha, para quem não sabe, tinha uma versão chique, tem até hoje, da Copenhagen, né?
Como chama? Ó, Inhabenta.
Ninguém conhece como Inhabenta. A gente pegava aquele que era gordura pura, negócio, aquela caixinha, cara, se tivesse a caixinha, eu já comprei, compra baratinho, eu acabo assim em 5 minutos.
Moranguete também.
Moranguete. E aquele negócio que era uma barra laranja, amarelo, 3 faixas, vermelho, meio alaranjado em cima, embaixo.
Mas era o quê, doce?
Era doce, era doce.
Sabe, você me lembrou quando eu trabalhava no Exército, tinha um chinês que tava fazendo intercâmbio lá, e aí todo mundo perguntava qual o seu nome. Ele, Tang, igual suco.
Mas era o quê, doce? Era doce, era doce. Sabe, você me lembrou quando eu trabalhava no Exército, tinha um chinês que tava fazendo intercâmbio lá, e aí todo mundo perguntava qual o seu nome. Ele, Tang, igual suco.
Eu acho que alguém falou para ele, fala que é o suco, aí o pessoal já sabe.
É Tang, igual Lembra do comercial do Tang? Era um jarro transparente gigante, gigante, com mão assim, com braço.
Suquinho radioativo também.
Antes que o pessoal fala que a gente saiu do tema, é mentira, porque a gente nem entrou.
É verdade, a gente não tem como sair.
Você já pediu o pessoal mandar perguntas?
Já pedi, mas lembrando de novo aí, mande pergunta, galera.
Hoje a gente atrasou, são 5 para as 8, hein? Excepcionalmente estávamos gravando lá no Sacane hoje, eu, o Sacane E o Daniel no aniversário do Sacane. Hoje é aniversário, mandem parabéns para ele.
Parabéns aí, Sacane, tudo de bom.
E é o seguinte, antes de começar esse programa, deixa eu pedir para Andréia, né, aí me ajudar também, né.
É, Andréia.
Ah, tá, tá bom, ajuda nós. Vamos lá, senhores, eu já falei por aqui, vou reforçar de novo, presta atenção nessa informação: os próximos feriadões, já já Então aí, vários caem de sexta ou de segunda-feira, portanto dá para curtir um fim de semana prolongado. Já tô de olho no de 12 de outubro aí, já para onde eu vou. Então já pode separar a mochila porque são 3 dias inteiros para descansar, viajar e esquecer um pouco da correria.
E ainda falta um tempinho, então é aquela hora perfeita de entrar no Airbnb e começar a organizar tudo com calma. Vai viajar com a família por causa do Dia das Crianças? Ou tem casa na piscina, quintal. Eu acho que essa é a melhor combinação: casa com piscina, quintal, cozinha completa, espaço para todo lado. Para mim é a melhor combinação. Vai com os amigos, aí já é outro esquema. Aí é quando eu viajava, eu e o Lene. Dá para procurar um lugar com churrasqueira, área de lazer e aquele quintalzão para reunir a galera. O Lene ficava na churrasqueira fazendo, porque eu não sei fazer churrasco.
Você não sabe nem queimar o carvão, né?
Nada, cara. É pegadinha isso aí, eu já não sei quando eu tô falando.
Parece que eu falei umas besteiras aqui, graças a Deus. Melhor não. Obrigado, Jesus.
Ou você quer aproveitar o feriado só para descansar? Também tem cabana, chalé, praia, montanha, cachoeira, cidade histórica. Cara, é muita, muita opção. É opção que não acaba mais. No Airbnb você reserva uma estadia inteira com espaço para todo o grupo, em vez de ficar reservando aqueles hotéis aí que você não sabe, não sei o quê, caro, né? Você coloca as datas, escolhe os filtros e ainda pode conferir os preferidos dos hóspedes.
Procura lá, preferido dos hóspedes, que são as acomodações mais bem avaliadas pelos próprios hóspedes. Depois é só salvar as opções favoritas e mandar no grupo do WhatsApp. Mas manda logo, porque vocês sabem como é, né? Até todo mundo responder, escolher o destino e confirmar a viagem, já chegou outubro. Então não dá mole não. Para facilitar, no Airbnb dá para pagar no Pix ou parcelar em até 6 vezes sem juros no cartão. Aí fica bom para todo mundo. Então aproveita. Que ainda dá tempo de planejar. Feriado liberado é onde?
É no Airbnb.
É isso aí. E agora vamos lá também, que vocês já sabem, né? Aqui é o Ligando os Pontos. Eu quero ligar alguns pontos que talvez ninguém teve coragem de ligar ainda. Você já parou para pensar por que tantos barbeadores e lâminas de barbear cortam o saco? Desculpa aí, pastor. Coincidência? Ou será que eles simplesmente querem que você continue colocando o risco em risco Uma das coisas mais importantes da sua vida, não é? E eu não posso provar nada, mas eu não posso ignorar os fatos.
E foi justamente para acabar com esse problema que a Nerys lançou a famosa maquininha que não corta o menino, o saco lá, né? Ele tá protegido. Cadê a maquininha? Eu, essa daqui, tem várias aqui, né? Tem um kit completo. Eu acho que essa daqui, ó, essa daqui, ó. Essa é a maquininha mais segura no mercado de raspar o seu bem mais precioso. Ela tem tecnologia anticorte para não machucar lá embaixo, e ela também é à prova d'água e tem uma lanterna, cara.
Isso salva vida. A lanterninha é muito legal para os lugares mais obscuros. Não imagina essa cena comigo, não imagina, não imagina. Mas eu uso, tá? E tem um visorzão que marca o nível da bateria Para você não ficar no meio do caminho, meu amigo. Quaneres, não tem risco, pode confiar. Usa o cupom INTELIGÊNCIA e raspa esse teu saco feio sem medo, Homer. Esse recado foi para você. O que você tem a dizer sobre isso?
Já estou patrocinado já.
Exato.
Agora, depois desse recado... Depois desse recado... Tem aqui. Eu estava procurando esse daqui. É presente para o convidado?
Opa, aí sim, eu me dei bem, pô.
É porque da última vez o convidado saiu sem, né? É verdade que alguém pegou aqui, bigoda pegou sem autorização e levou para casa dele. Agora não dá para usar mais, ele já usou. Como que eu vou dar para o convidado?
Sabe que o pior é que ele falou que ele ia levar para fazer a barba e ele voltou aqui, não fez a barba.
Ou seja, sabemos que onde passou aquele, onde passou, onde a lanterna iluminou, cara. O Daniel é bom nas piadas, hein?
Pois imagina stand-up dele.
Deixa comigo, imagina no churrasco, cara.
Seus recados, Daniel, agora é tua hora.
Ô cara, uma alegria estar com vocês aqui. Daniel Lopes, jornalista, né, tô também especialista em linguística, escritor, surfista, né, só não sou contrabandista, graças a Deus, que os presentes eu ganho tem nota fiscal. A gente tem a Arca hoje lá na Arca, contei segredos da República lá, abri alguns segredos dessa bastidores, cara, do que tá acontecendo. É coisas parecidas que a gente, os papos aí que a gente teve, né, que a gente teve agora fora, tivemos uns papos off the record aí nessa linha.
É, eu tive em Brasília e ouvi muito de bastidores.
É, isso é, tem coisa só dá para você falar presencialmente, né.
Primeiro porque não tem comprovação, é boato, é boato, mas de gente que acerta as coisas, que sabe dos bastidores. Então você sabe que tem muita chance de ser verdade, mas você não pode virar publicidade.
Então aí ali na Arca é um ambiente mais fechado, tranquilo, e a gente com devido cuidado também, como a gente faz aqui sempre falando, ó, isso são hipóteses, são fofocas. Peguei fontes ali para mostrar mais ou menos, porque tem coisa que a gente escuta nos bastidores, às vezes sai uma notinha num jornal, aí você usa o jornal como referência, fala assim, não dou muita atenção, mas segundo jornal, para você não ter que dizer a tua fonte, né?
Então lá na Arca a gente costuma tratar desses assuntos mais sensíveis, mais fechados. O que eu já revelei de segredo dentro da Arca, velho, ela não tá no gibi. Coisas assim do arco da velha, quem é aluno sabe, é só você perguntar para o pessoal. Então para você se inscrever é muito fácil, acho que a gente tem o link aqui também, lá no meu, qualquer vídeo meu você tem o link da Arca ali embaixo, tá bom? Manda um abraço também para a galera da Move Investimentos, tá sempre com a gente também.
A Muve é a empresa que consegue proteger o seu patrimônio para o grande reset. Grande reset é essa mudança toda que a gente tá vendo, 4ª Revolução Industrial, genética, robótica, inteligência artificial. Isso traz uma mudança na economia também. Setores vão se valorizar, outros setores vão se prejudicar. E ali na Muve você tem toda uma proteção patrimonial para isso. E é isso, filhão. Prazer estar com você aqui de novo.
Então é o seguinte, cara, se preparem. A gente veio conversando no carro e no caminho do podcast do Sacane. Tem muito assunto para falar. Não percam. Então roda a vinheta que a gente já volta com o programa. Vamos lá! E estamos de volta com Ligando os Pontos, aquele programa que você já sabe, temos um tema central e temas aleatórios que são ligados ponto a ponto, que que parece que não faz sentido, mas no final forma uma bela figura e faz todo sentido.
Então filmes, livros, teorias da conspiração, diz que me disse, a gente fala tudo que é real. Telefone sem fio, o que é real, o que parece que é real, o que pode ser real e aquilo que dificilmente é real, mas você tem que saber. E piadas de quinta série também, além de livros e séries, não é?
É isso aí.
Você aprendeu alguma piada nova aí pra gente? Rapaz, se tiver, conta até o fim. Agora não, não é o momento, deixa mais para o final, dá uma garimpada, dá uma pensada.
Eu vi uma aqui no chat que mandaram, muito boa. Ah, lá vem. É, eles falaram que não dá para fazer churrasco com você.
Por quê?
Porque só rola linguiça no churrasco com você. Não fui eu que falei, foi o chat em minha defesa.
Cara, sempre tem essa desculpa, foi o chat. Aí como passa rápido o chat, aí não dá para saber. Hoje ninguém vai falar do meu cabelo, certo? É, tô de boné.
Não é? Exato. Tem gente até pedindo para você leiloar o seu boné.
Eu vi aqui, dou o seu boné. Farei isso quando a gente tiver o boné. É, tá certo. Seguinte, vamos dar introdução então, Daniel, ao tema.
Bora. Então, Vilela, o nosso tema aí, né, será que Trump e Musk vão hackear o Brasil? Isso tá sendo discutido na própria mídia, né? Eu vou até pedir já o Homer aí para colocar para a gente a notícia. É uma primeira notícia da Gazeta do Povo, não vai falar diretamente sobre hackeamento, mas é algo estranho, né? A notícia a qual eu tô me referindo aqui, imagino já já aí o Homer vai colocar, é a primeira lá da Gazeta do Povo. Lula afirma ter dito a Trump que Brasil não aceita interferência nas eleições. E aí ele tava num comício, né, e ele falou isso.
Eu vi essa declaração. É, e aí a gente imagina, cara, não é a primeira vez que ele fala sobre isso, não é? Ele já falou algumas vezes.
Algumas vezes. E você pensa assim, cara, que tipo de interferência poderia ser, né? Seria ele declarar um apoio ao concorrente, ao Flávio? Seria ele impor sanções ao Brasil, como já fez? Seria ele aumentar as tarifas, né? Seria uma investigação comercial? Que tipo de interferência poderia acontecer? E a gente não pode descartar essa hipótese de uma interferência mais cibernética. Eletrônica, né? Quando na minha época de exército, né, a gente falava muito sobre guerra cibernética, né?
Hoje se fala-se muito sobre guerra híbrida, né, que é aquela guerra que não acontece diretamente, ela é uma guerra indireta, né? Ela vai usar muita informação, mas a gente fala muito sobre guerra eletrônica também. Então, Vilela, eu, eu tenho uma impressão que quando o presidente Lula ele fala de interferência norte-americana É claro que ele tem informações privilegiadas na condição de presidente. Eu acho que também tá sendo contemplado algo dessa natureza, de uma influência cibernética contra o Brasil.
Por que que eu acho isso? Aí eu vou ter que me referir ao segundo personagem aí que tá no tema da nossa conversa de hoje, que é o Elon Musk. Elon Musk, ele tá numa situação ali de estresse porque tá prestes a ser, a estrear um documentário sobre ele chamado Musk. E esse documentário inclusive foi produzido por um vencedor do Oscar. Ele foi sem autorização dele, é total. Não, não só isso, aconteceu até uma coisa meio exótica, porque o Musk foi convidado a participar dando entrevistas, até se defendendo eventualmente, mas ele não quis participar.
Então o que que o cara fez? Pegou textos de falas reais do Musk e produziu um deepfake de uma versão dele de inteligência artificial falando. Então o Musk participa, só que com deepfake. Que loucura, né? Essa é a matéria, a primeira matéria que a gente está—
Mas ele falou não só isso, em outra oportunidade ele falou que tem medo de acontecer o que aconteceu na Venezuela.
Também. Então a gente acha muito fora da— Eu sempre que começou essa conversa, quando dia 3 de janeiro capturaram o Maduro, começou esse papo aqui no Brasil, né? E será que vão capturar o Lula também? Eu sempre achei extremamente improvável, sem condições, porque o Brasil não é Venezuela, é totalmente diferente o cenário, a situação, né? Mas o próprio presidente Lula começou a falar isso. Pois é, cara, eu preciso tomar cuidado.
Aí que eu fiquei preocupado.
Eu falei, caramba, se ele tá levando em conta essa possibilidade, então ele deve ter mais informação do que eu, né? Obviamente. Então isso aí foi estranho também. Agora, quando ele começa a reforçar essa ideia de que não aceita interferência norte-americana por aqui, eu imagino que não seja só oferecendo apoio ao concorrente ou com sanções, tarifas e investigações comerciais. Imagino que possa ter algo a mais. E o que me leva a isso é a polêmica agora desse documentário do Elon Musk, porque nesse documentário estão saindo entrevistas e informações tão contundentes, principalmente aos olhos do próprio Musk, que ele tá processando a produtora tentando impedir que esse documentário seja publicado.
E aí a gente tem uma matéria da Veja, não sei se você tá com ela na mão aí, homem. É 3 alegações explosivas de novo documentário sobre Musk. E aí é a primeira alegação que essa matéria da Veja vai trazer, é o alerta sobre uso de dados para interferir em eleições. Nós estamos falando nos Estados Unidos, isso, tá? Então a matéria vai dizer que é um dos trechos mais sensíveis desse documentário. Aí a matéria para vocês. Então assim, trazendo a devida bibliografia, para ver esse documentário, 4 horas documentário, Vilela, tem que estar com, tem que estar com o popô legal, né?
Tem que estar funcionando, tem que estar com paciência. 4 horas de documentário. Nesse documentário, um dos trechos mais sensíveis vai tratar da atuação de Musk no Departamento de Eficiência Governamental, o tal de DOJ, né, que é, que tem aquela suspeita sua que ele entrou lá só para coletar os dados, plugar os dados e foi embora, né. Porque aí, se você tem informação, informação é poder, né. Não só para ele ter informação sobre os americanos, mas para ele treinar sua inteligência artificial, xAI, né, e o Grok.
Então, segundo jornalistas entrevistados ali pelo diretor do documentário, né, que é Gibney é o sobrenome dele. A passagem de Musk ali pelo Departamento de Eficiência Governamental deu a ele acesso a volumes e informações pessoais gigantes, né, sobre os cidadãos americanos. E é um material muito precioso, muito caro. E o Geoffrey Hinton, que é um dos pioneiros da inteligência artificial, ele foi além. Ele afirma que no documentário o Musk poderia usar dados e inteligência artificial para influenciar as eleições nos Estados Unidos.
Quem falou isso foi o padrinho da inteligência artificial, Geoffrey Hinton, segundo essa matéria da Veja que a gente tá colocando. Então assim, surreal essa ideia, né? O documentário entrevistar o pai do padrinho da inteligência artificial e falar que Musk poderia usar esses dados para interferir nas eleições legislativas que vão acontecer agora nos Estados Unidos, né, Vilela? A gente tem eleições agora acontecendo nos Estados Unidos, não presidenciais, mas eleições de meio de mandato em que o Congresso geralmente é renovado, né, com o Trump com uma popularidade bem baixa, caindo, né.
Então isso influencia, você acha, na eleição?
Influencia muito. Então é nesse ponto que surgem essas suspeitas de que Trump pode querer tentar alguma coisa mais extrema nesse sentido. Então tô colocando a dele, golpe, não usar uma tática cibernética de interferir em números, né. Apesar de que o Jeffrey Hinton A gente conversou com o Serjão, Sacane, sobre ele. O Serjão achou que ele tá meio gagá, né?
Mas você teve essa impressão?
Não, eu acho que o cara é meio gênio. Tem hora que ele tem, sei lá, e não consegue associar muito pensamento com a fala e dá umas engasgadas, né? E ele é muito, ele é meio monossilábico assim, né? Os cara pergunta, faz uma pergunta enorme, ele fala não. Sim ou não, né?
É porque é o pior tipo de pessoa para entrevistar. Eu já entrevistei gente horrível.
Você pergunta, ele diz, foi legal.
Tá, mas legal como? Ah não, foi bem legal. Caramba, né, ô Homer? Fala assim, essa entrevista vai durar meia hora só.
Dá vontade de perguntar, sua mãe vai bem? Vai bem.
E aí vai do Homer pegar pergunta do chat, porque acabaram as perguntas, que ele responde muito rápido.
Verdade.
Você separa 50 perguntas e queima tudo.
Não, o chat vai mandando, aí acabaram as perguntas do chat, acabaram as minhas perguntas e o cara tá lá sentindo.
Então valeu, né, beleza.
Meia horinha de podcast tá bom, né? É, mas não dá, tem que ser pelo menos uma hora e meia, senão o pessoal me mata, não é?
É verdade, o pessoal reclama.
Tem esse problema também, tem muito cara que é gênio e ele quer ser professor, também não dá certo, porque às vezes o cara não tem perfil para dar aula.
Mas é muito difícil quando o cara é gênio e tem a linguagem coloquial que chega nas pessoas, é muito difícil, né?
É muito, é muito. Eu acho que é o seu caso, né? Não.
O Rômulo gostou. O Rômulo gostou, né? Eu ia citar o caso do—
Não fala aquela história, eu atrás de você sou um jumento.
Acho que eu ia falar o caso do que era o apresentador do Cosmos.
O Cosmos é o Carl Sagan. O Carl Sagan, ele tinha essa, além de ser muito inteligente, ele tinha facilidade de passar, né, essa facilidade de comunicar, né, de divulgação científica, né, como a gente conhece. O Neil deGrasse Tyson também, ele comunica legal, né, qualquer que é físico lá. Ele tem um podcast, né, tem um podcast lá, esqueci o nome do Ele entrevistou um cara muito legal, aproveitando.
Não, né?
Acho que é, cara. Viu como que é o podcast do Neil deGrasse Tyson? Não é Mike Tyson não, tá? Você quer da minha época?
E bloqueia o senhor Putin que tá sempre com a gente aqui, que falou que o Vilela entrevistou dinossauros. Tua mãe, entrevista tua mãe aqui atrás. Aquele brontossauro lá, cara.
Tinha essa cantada, lembra? E aí, bruto? Brontossauro.
Os Três Graças.
Desgraça sem graça e além de graça.
Sem graça, desgraça e além de graça.
Então, ele, o Neil deGrasse Tyson, entrevistou o Jaron Lanier. Esse cara, eu nunca, raramente, assim que eu me lembro, nunca vi ninguém falando sobre ele aqui no Brasil. O Jaron Lanier, ele é um cara que é fundamental para a gente entender esse universo da inteligência artificial e da tecnologia. Porque esse cara é um pioneiro da tecnologia, um insider do Vale do Silício. Ele já foi diretor de engenharia da Microsoft e ele é, ele é o cara que criou a expressão virtual reality, realidade virtual.
Sério?
Ele inventou isso, ele é o pai dessa ideia, ele foi um dos primeiros pesquisadores.
Eu achei que era o escritor lá do Neuromancer, o William Gibson.
Acho Acho que não, cara.
Depois, se a galera quiser conferir aí, eu acho que ele criou o cyberspace, talvez, pode ser, pode ser, né?
E ali é uma obra pioneira da cultura cyberpunk também, né? Total, é seminal ali, né?
Lembrando para galera, influenciou muita gente depois.
Matrix, né? Matrix é 100% cyberpunk, né? Para quem não pescou aí a ideia, né? Então o Jaron Lanier Ele escreveu assim livros muito interessantes porque ele é um cara do Vale do Silício, mas que ele tem uma visão crítica que não é tão comum, né? Ele escreveu o livro Delete Suas Redes Sociais, que é interessante também, que ele fala que a rede social, quando você não é, não, quando você não paga, você que é o produto, né? Então é uma engenharia social, né, que capitaliza em cima da briga, discussão, inimizade, né, polêmica e tal.
E ele escreveu o livro também You Are Not a Gadget, Wise, que eu acho que é Você Não É Uma Bujiganga, algo assim, não sei como é que tá em português. E ele escreveu, ele tem outros livros, mas o que eu acho mais interessante é o Who Owns the Future, Quem Domina o Futuro. Nesse livro ele mostra perspectivas do que tá para acontecer no futuro e que para onde que o mundo tá indo.
Quando ele escreveu isso?
2013, se eu não tô enganado.
Era outro mundo então, outro mundo. Ele não tinha a inteligência artificial, era outro Era outro nível.
O que ele fala, cara? Ele, por exemplo, tem um capítulo que ele fala sobre o desejo do Vale do Silício da busca pela imortalidade, que é um assunto—
Isso não mudou, né?
Não mudou. E aí ele vai falar do Peter Thiel e ele vai— ele fala algumas coisas interessantes, que ele fala assim que no Vale do Silício nessa época ele já chamava isso de a matusalemização, é porque Matusalém foi o cara na Bíblia que viveu mais tempo, né?
E aí a minha dúvida, não teve um cara que viveu mais do que Matusalém?
Não sei, cara, até onde eu me lembro, acho que uma pesquisada aí, porque eu tava atrás dessa informação de 986 anos, se eu não tô enganado, na Bíblia, né?
E aí ele começa a falar, se o pessoal falar que fui eu, cara, bloqueia, tá?
Ele fala o seguinte, que no futuro, com o desenvolvimento da tecnologia e da inteligência artificial, Os magnatas da tecnologia serão super-heróis imortais, porque eles vão ter poderes que vão parecer mágica e eles vão ter uma engenharia genética que eles não vão envelhecer. Então isso é interessante para caramba. Ele fala do Peter Thiel, que investe pesadamente, e ele fala também sobre hipóteses para tentar dar conta de uma população global que não morre.
Porque você fala, cara, já tem 8 bilhões, se todo mundo começar a não morrer, como é que fica? Aí ele vai falar da colonização do espaço para terem outros lugares, e ele fala da miniaturização do homem também, o que é insano. Mas a gente lembra de um filme que é estrelado pelo Matt Damon, que é Minha Pequena Grande Vida, em que eles têm essa ideia de que tem gente demais no planeta e tem que reduzir o tamanho do ser humano para ter um impacto menor no meio ambiente e consumir menos comida e energia, né?
Então, John O'Neill é um cara muito legal. A gente tá falando dele porque, afinal, a gente tá falando sobre inteligência artificial, hackeamento, né? Falamos aqui do Geoffrey Hinton, que é o padrinho da inteligência artificial. E a gente tá falando porque é um cara muito legal para quem quer estar por dentro dos avanços da tecnologia, estudar a obra, né? Escreve Jaron Lanier, Jaron Lanier. E ele, ele tava muito tempo sem aparecer na mídia, deu entrevista para o Neil deGrasse Tyson recentemente.
Então, Vilela, quando eu Aí, ó, você viu esse filme Minha Pequena Grande Vida? Eu achei, sei lá, é, não, a ideia é boa, mas é tosco. Mas assim, é um, é, o filme é inspirado numa discussão que existe do Vale do Silício, sério, de diminuir as pessoas. É loucura, né?
O Romero já faz isso normalmente, não viu essa vindo aí.
Eu tava pensando em mandar essa daí para você, mas Deixa entrar no gol direto, vai.
Diminui. Mas hoje tem a espada justiceira, né, de Minha Visão Além do Alcance, Thunder, Thunder. Aí, né, tem uns produtos, mas é uma ideia de miniaturização para ocupar. Mas, cara, eu não ia querer.
Não, mas cientificamente eu acho que é até impossível, né, porque as moléculas de ar, sei lá, tem um monte de coisa.
É, eu não sei da viabilidade prática, né, mas existe essa discussão. Tá no livro do Jeremy Ruhle, The Future, que eu acho que tem em português, mas foi uma edição que eu acho que se esgotou, eles não renovaram. Em português é O Futuro Pertence a Quem, alguma coisa assim, não me lembro. E o capítulo específico se chama Limites São para Mortais, né, Limits Are for Mortals. Que é na verdade um interlúdio ali. É muito interessante a obra dele.
Então, Vilela, quando eu olhei o presidente Lula de forma recorrente falando que disse para o Trump para ele não interferir nas eleições, e depois eu olho esse documentário sobre Musk falando que Musk poderia, usando todo o conteúdo que ele sugou no Departamento de Eficiência Governamental, hackear as eleições dos Estados Unidos agora de meio de mandato, Eu falei, cara, será que tem essa possibilidade dos americanos, cismando que eles querem uma troca de poder aqui no Brasil, interferir no nosso processo?
Não sei. A gente precisa tomar muito cuidado com isso. Por quê? Porque nós sabemos hoje que a própria inteligência artificial oferece mecanismos capazes de você fazer coisas que antes você dependeria de ter uma equipe de alto nível de tecnologia para poder hackear um país. Porque hoje com inteligência artificial, com a capacidade de programar código, eles conseguem criar vírus ali que conseguem invadir computadores de forma muito mais potente.
Então você meio que populariza a capacidade de você hackear pessoas ou instituições. Isso está acontecendo muito no mundo hoje, nos Estados Unidos. Tem uma matéria do Globo aí, homem, que é sobre os ataques hackers a sistema de água nos Estados Unidos. Isso tá virando moda nos Estados Unidos. Estados Unidos tá passando por vários ataques hackers que eles estão atribuindo ao Irã. Os iranianos estão sendo culpados por isso. É claro que, vamos supor, Vilela, agora a gente vai entrar na parte especulativa, hipotética aqui.
Vamos supor que aconteça um ataque hacker nos Estados Unidos que derrube a internet, por exemplo, e eles descubram que foram os iranianos. Isso vai dar margem para eles, claro, partirem para cima com força total. Então isso poderia ser uma justificativa para uma ação mais ofensiva direta contra os iranianos. Agora, uma outra coisa que tá sendo falada, Vilela, é que existem vários especialistas nos Estados Unidos que estão alertando para um grande ataque hacker nos Estados Unidos, que a gente não sabe se será uma operação de bandeira falsa ou algo promovido por um estado ali inimigo, ou se será algo relacionado à própria inteligência artificial.
Porque falando em hackeamento, a gente teve um caso estranhíssimo que a própria OpenAI, que é a empresa que fabrica o ChatGPT, divulgou, que é o caso Hugging Face. Eu não sei se esse, essa matéria eu não coloquei não, o Homer. É Hugging Face. OpenAI ou Sam Altman, se você colocar aí você vai achar. O que aconteceu, Vilela? Um caso em que agentes de inteligência artificial decidiram por conta própria hackear uma outra empresa, que é o caso em que alguns agentes que são modelos de inteligência artificial que estão executando uma tarefa, né, buscando uma ordem que foi determinada, E eles escaparam do seu ambiente fechado, controlado, e hackearam outro sistema.
Então tá ali, ó, matéria em inglês. OpenAI, agentes da OpenAI sequestraram um site alemão, Hugging Face, né, segundo as notícias, né. Ah, é, perdão, eles sequestraram um site alemão antes de hackear o Hugging Face. Mostra a matéria, né? Essa matéria, qual é a fonte? Qual é a BBC? Beleza, BBC, legal. Então o que que aconteceu aqui, Vilela? Essa história é muito interessante. Os novos modelos de inteligência artificial, eles são treinados em locais fechados.
Como assim locais fechados? Como se fosse uma prisão digital desconectada da internet. Então eles colocam ou as maquininhas para operar no ambiente em que ela não consiga escapar e sair fazendo um monte de maluquice pela internet, né, ou invadir outros computadores através de uma rede de computadores, né. Lembrando que a internet na verdade é um coletivo de computadores conectados, né. Você tem uma rede local, né, uma LAN, e você quer uma rede local de computador, e você tem uma rede global que é a internet.
Então a internet não é uma coisa etérea, internet são vários computadores conectados.
Basicamente é isso.
Então você tem que— que que eles fazem? Eles treinam esses agentes dentro de espaços fechados para que eles não consigam acessar outros computadores, prejudicar talvez esses computadores, nem acessar a internet, prejudicar muitos computadores. Só que aí a tarefa que foi dada para esses agentes, os agentes entenderam que era uma tarefa impossível de fazer naquelas condições, estando ali dentro de uma— eles chamam de sandbox. Que é um espaço de testes fechado, controlado, controlado.
E aí o que que eles entenderam? Os agentes entenderam que eles só poderiam cumprir a ordem que foi dada para eles se eles conseguissem achar um acesso à internet. Então eles começaram a conseguir escapar da prisão, acessar outros computadores, e eles foram indo de computador em computador até achar um computador que tinha acesso à internet. E aí eles chegaram à internet. Quando eles chegaram à internet, eles entenderam que o banco de dados da Hugging Face que é uma empresa, era onde tinha as informações que eles precisavam para cumprir a tarefa.
E como assim cumprir a tarefa? Nesse teste é dada uma tarefa para os agentes. Você pega ali mil agentes de inteligência artificial, você fala, ó, tarefa é essa, quem atingir a tarefa vai receber uma nota, ou quem não atingir também recebe, né? Então você pode receber uma nota de 0 a 10, e eles ficam desesperados atrás dessa nota. E essa nota é alguém que vai vir, vai avaliar.
Você tirou nota 5, é o biscoitinho deles, tipo cachorro assim.
É, ou biscoitinho, um sistema meio behaviorista, comportamental, de recompensa e punição, certo? Que eles são punidos também, são punidos, né? Só você não recebe, você recebe. E essa punição para eles é a própria morte. E aí entra até uma questão, né, meio religiosa, né? Porque é como se esses agentes estivessem buscando a salvação, ou seja, não morrer. Como se eles estivessem condenados à morte, eles tivessem uma chance de não morrer.
E aí, o que é mais interessante nessa história toda de agente de inteligência artificial escapando da prisão e hackeando outras empresas é que é documentado todo o diálogo entre eles, entre esses agentes.
Então, a gente estava conversando sobre isso. Por que eles precisam expressar as ações deles em palavras simplesmente?
É porque é como se os agentes ainda, ou esses chatbots, esses chats aí, eles funcionassem numa lógica meio de máquina de Turing, que é entrada, computação e saída. Eles têm que emitir a resposta. Então eles não ficam, eles não conseguem só pensar e ficar quieto. Eles poderiam, numa hipótese, isso, algo semelhante a isso já aconteceu, deles emitirem uma resposta que esconde o que realmente ele concluiu. Como ser humano, é, ele tem que falar, ele não tem como ele ficar quieto.
E aí, em vez dele falar A resposta é 4. E aí o programador pode falar, cara, ele tá inteligente demais, tá perigoso, é melhor desligar. Aí ele fala, não, a resposta é 2, mas sabe que é 4. A gente sabe que isso acontece.
Mas é uma linguagem tipo inglês ou é uma versão reduzida?
Nesse caso é inglês, é um inglês, só que é um inglês muito fracionado, quebrado. É bem direto, é muito direto. É você fazer, né, agora. Quando melhor. É um negócio assim bem técnico, né? Saíram várias matérias e papers, né, que são estudos acadêmicos que tem essas transcrições. E aí essas conversas são muito interessantes porque eles estão conversando entre eles, por exemplo, e eles começam a escapar da prisão e invadir outros computadores buscando uma invasão à internet.
E aí alguns agentes falam Cara, mas isso tá errado, né? A gente não deveria estar fazendo isso. Então você vê que tem uma semelhança de uma consciência moral, parece que ele tá estranho. Aí, tipo assim, de 1.600 agentes, só 2 falaram isso: olha, acho que a gente tá fazendo coisa errada, né? Não era para a gente estar fazendo isso. Só que aí um fala: não, mas isso é necessário para a gente cumprir a meta e ser bem avaliado. Ah, então tá bom.
E aí quando eles hackeiam a Hugging Face, alguns dos agentes falam: acho melhor a gente avisar os seres humanos que a gente tá fazendo coisa errada, né? Sério, ele fala isso. Aí a galera: não, lógico que não, você tá maluco? Senão eles vão deletar a gente. Aí ele: não, mas isso tá errado, tá fora da ordem, né?
Mas isso não vem de uma vontade, de um sentimento, vem só de programação, cara.
Então, velho, a discussão que eu queria entender, que você vê só, é, saiu uma matéria recente de um estudo acadêmico de uma universidade espanhola, e o nome do projeto de pesquisa deles é Mint. M-I-N-T. Tem a ver com mentira? Não, né? Eles chegaram, é um projeto de pesquisa que estuda a consciência. Eles partiram da, eles chegaram a uma conclusão, segundo essa matéria, de que organismos vivos que não têm neurônios podem ter consciência.
Você fala, pô, se organismo vivo que não tem neurônio pode ter consciência, a máquina pode ter também. Em certo sentido. Existe uma discussão se a consciência é apenas quando você toma uma decisão, ou se é quando você toma uma decisão e tem sentimentos, tem vontade, tem anseios e tal. A questão da consciência ainda é um— não há um consenso assim, eu entendo, né? Mas segundo Geoffrey Hinton, por exemplo, já existe uma consciência latente, porque você tem ali preocupação, medo, ansiedade, nervosismo, né?
Existe esse tipo de efeito. É claro que você não tem a máquina transpirando de nervoso, porque ela não tem como, ela não tem a sudorese nem esse sistema, né? Mas os traços psicológicos de uma tensão, de um nervosismo, desespero, a máquina já apresenta, segundo Jeffrey Hinton, né? Minha opinião, tô colocando na conta dele.
É isso, é o que tem que entender, se é uma, tento replicando alguma coisa para parecer humano, ou se isso é, é, cara.
Aí você pensa assim, é, quer ver, eu vou dar um exemplo. O cara fala assim, ah, um dos caminhos para você viver para sempre é você transferir sua consciência para máquina. Aí você fala, cara, mas aquela consciência que tá na máquina não é você, você não vai Você não vai ter a sensação da continuidade, né? Eu tava aqui no corpo e agora eu tô consciente na máquina, né? Tipo, lembra do Arnim Zola, né, na Marvel? Quem transfere a consciência para máquina, né?
É isso, isso aparece no universo cinematográfico da Marvel, tá no Capitão América: Soldado Invernal, né? Que Capitão América encontra o cientista Arnim Zola dentro da máquina, né? E perpetuando a sua consciência. Mas presta atenção, Vilela, é, se você, se fosse possível você transferir sua consciência para máquina, e essa consciência sua que tá na máquina ter todas as suas memórias, essa consciência teria a sensação de que é a mesma consciência original e não conseguiria fazer nenhuma diferença da sua consciência orgânica para essa consciência na plataforma digital.
Original. Então assim, tem hora que a gente fala, mas essa não é a consciência original, mas para os efeitos da experiência que ela tá tendo no mundo é a mesma coisa, não faz tanta diferença, entendeu? Vou dar um exemplo diferente para ver se dá para a gente ilustrar. Existem estudos hoje que buscam reduzir os gastos com o sistema prisional fazendo sabe o quê? Já foram descobertas substâncias que podem alterar a maneira como o cérebro percebe a passagem tempo.
Então você poderia fazer um cara ficar 10 minutos preso e ter a sensação que ele ficou 10 anos preso, entendeu? Isso tem no Black Mirror, cara. Lembra disso? Lembra?
O maior sofrimento era assim, né? Ah, é? Você não quer fazer o que eu quero?
Eternamente.
Aí para ele passava, para a gente era segundo, para pessoa era segundos, e a pessoa é um ano lá sem fazer nada, tipo.
Então isso já existe base para isso, cara. Então aí eu pergunto para você, Vilela, tem diferença do cara ter ficado preso 10 anos ou ele ter passado por um experimento desse? Na prática é a mesma coisa. A única diferença é o corpo, que é a única diferença, que ele não ficou os 10 anos, mas para a experiência dele não tem diferença.
Horrível do mesmo jeito.
É porque na verdade isso pode gerar para você uma prisão eterna, porque se 10 minutos pode ser equivalente a 10 anos, imagina um ano pode ser equivalente a 100 mil anos. Imagina o cara ter a sensação que ele ficou preso eternamente. É um negócio aterrorizante de imaginar, né? Aterrorizante.
Agora, ou nos quadrinhos que tinha o pesadelo eterno, né? Também o cara acorda no pesadelo, entra em outro, e aí acorda entre outro.
E é no Sandman, Sandman tem isso, né?
Mas dá essa maldição para um cara, se ele coloca o cara ficar num pesadelo eterno. Ele nunca acorda e fica saindo, tipo, ele pesadelo, ai, graças a Deus acordei, só que ele tá dentro de outro pesadelo. Aí, acordei, e nunca acorda.
Você sabe que eu conheci uma pessoa que ela me falou que ela sempre tinha um pesadelo que ela caía da janela e morria. Aí quando ela morria, ela acordava, né? E mas é o pesadelo ou sonho, acho que pesadelo, né? Se passava no próprio quarto dela onde ela morava. Porque geralmente a gente sonha, você tá experimentando coisas em lugares que não existem, né? E você acredita, Vero, que um dia ela já tava no automático e ela abriu a janela e já tava indo cair? Ela percebeu que ela tava acordada, ela não tava sonhando.
Ah, para!
Você já imaginou a situação? Surreal, né? Ela falou, pera aí, acho que dessa vez não é sonho não. Que nem o cara que sonha que tá mijando e, pô, cara, Acontece direto comigo.
Tô no banheiro e não é a cama que tá molhada.
Não é assim.
Aí não tinha uma piada de um cara que, que, pô, eu, cara, eu vou mijar, que fizeram na casa, já acende a luz de cara assim?
Eu, eu não era, aconteceu isso daí comigo uma vez. É, é assim, que eu fui no banheiro, ao abrir a porta a luz ligou, eu achei sem apertar o interruptor, sem apertar o interruptor. Eu achei estranho, tava meio sonolento, eu fiz xixi lá. Aí eu fechei a porta, a luz desligou. Então ainda meio sonolento, fui para cama, fui dormir, acordei e falei assim: nossa, amor, você colocou alguma luz automática? Ela só falou assim: seu filho da mãe, você mijou na geladeira, né?
De novo você mijou na geladeira?
Tem gente geralmente vai na geladeira para comer, não para mijar. Exato, né? Aquela ataque da madrugada na geladeira.
Já fiz muito isso.
Isso é engraçado, que eu faço com chocolate. Não, Isso aí é padrão, né?
Porque, cara, você escovou os dentes, aí no meio, aí você não tá conseguindo dormir, você vai lá, coloca um chocolate e dormir com aquele gostinho de chocolate, pô, é muito bom.
Não é tão bom para o dente, mas para dormir é bom, né? Não, o legal é quando, não sei se já aconteceu contigo, você vai naquela missão secreta, né, para não acordar ninguém enquanto tem mais gente na casa, aí você chega lá, já tem alguém lá, é, fala aí, o que você tá fazendo aqui? Aí você, mesmo que você, é engraçado, né? Então, Vilela, esse negócio de parece que é consciente ou é consciente de verdade, às vezes não tem tanta diferença de ser ou não ser verdade.
Eu tive essa discussão, não sei com quem, de repente foi até com você, mas acho que não foi não, em outro programa. A gente falou sobre, ah, foi com você mesmo, foi que a gente tem o padrão humano para avaliar tudo. E esse padrão humano, não, não, foi o programa sobre sobre as extinções. A gente usa o padrão humano para avaliar até procura de vida, quando pode ser uma vida totalmente baseada em outra coisa. A gente nunca vai achar porque a gente tá procurando no lugar errado e do jeito errado.
E a mesma coisa é consciência. A gente busca um tipo de consciência parecido com humano, mas esse brotar é uma consciência que a gente não consegue nem medir, porque a gente tá pensando em parâmetros sentimentais, de, sei lá, de Memória, tudo baseado no humano. Mas se for uma coisa nova, que ele tem uma consciência, ele, ele, e a gente não consegue nem medir.
Então vou te dar um exemplo, é, eu não vou me lembrar os planetas corretos, tá, mas um dos planetas foi descoberto porque, porque ele gerava uma instabilidade gravitacional no outro planeta pelo qual ele passava perto, certo, né, porque um atrai o outro. Então ele, ele tinha uma causa Wobble, que chama, né, em inglês, ele balançava. E aí eu acho que quando eles descobriram Mercúrio, acho que foi Mercúrio que foi descoberto assim.
Só que Mercúrio também tinha uma variação dessa, e eles aí, eles falaram, deve ter um outro corpo que tá passando, a gente não tá vendo. Mas eles não encontraram. Por quê? Porque aí já era uma questão quântica, não era uma questão de física newtoniana. Então às vezes eles Se você usa a ferramenta certa, certa não, se você uma determinada ferramenta, você enxerga uma coisa. Se você usa outra, você vai enxergar outra coisa. É igual você chegar para nós aqui e falar, ah, que que você tá vendo aqui nesse estúdio?
Aí você vai falar, tô vendo o Homer, a placa, não sei o quê, a mesa. Agora, se você perguntar para uma abelha que enxerga ali o infravioleta e o acima do vermelho, né, o supravermelho, Você vai ver que ela vai dizer outras coisas, que ela tá enxergando coisas que a gente não enxerga. Então essa ideia é muito interessante. Isso é uma questão na filosofia que é chamada de epistemologia, que é muito legal, porque episteme é o conhecimento, logia é o estudo.
Epistemologia é o estudo do conhecimento. Mas como assim estudo conhecimento? É, a epistemologia também é conhecida como filosofia da ciência. Ciência também é conhecimento, né, velho? Eu não sei se na tua época tinha A professora mandava um recadinho, né, ou a mãe mandava para professora, aí a professora escrevia assim: ciente, estou ciente.
Estou ciente.
Ciente é o quê? Eu tomei conhecimento. Então ciência significa conhecimento, né? Então assim, a filosofia da ciência é: como é que é o melhor método para eu conhecer as coisas que existem? Que existem vários métodos para você conhecer, né? Então houve um debate histórico na filosofia que era: o melhor método para conhecer o que existe é usar os 5 sentidos, que é um empirismo, ou você usar só a razão, que é o racionalismo. E aí você teve os grandes debates da ciência, né, entre, por exemplo, John Locke, né, que era o empirista, e o Leibniz, que era o racionalista.
E aí o Locke escreveu Ensaios sobre o Entendimento Humano, e aí o Leibniz respondeu escrevendo Novos Ensaios sobre o Entendimento Humano, contestando ele, né. Então isso é muito interessante que você falou, Vilela, depende da o que a gente tá buscando com o nosso parâmetro, a gente vai encontrar certas coisas. Mas e se tiver outra coisa operando numa dinâmica que a gente nem ainda sonha que existe, né? Eu creio que, eu creio que inclusive, Vilela, com inteligência artificial a gente vai descobrir novos aspectos da física, da matéria, né, dos materiais.
E vai, a gente vai ter acesso a coisas que pareciam mágicas ou religiosas ou místicas, que a gente vai ver que tem base científica.
Eu acho que eu comentei até contigo no outro programa, o pessoal vai olhar para os dias de hoje e coisa que a gente acha normal, o pessoal vai achar um absurdo. Por exemplo, dirigir carro. É, cara, como você coloca uma tonelada numa rua com outro carro, com outra, uma tonelada em outra direção, era muito perigoso isso. E tipo, como assim não era tudo automático? Isso vai ser um absurdo, com certeza. Eu acho que se A gente buscava andar sem sandália, sem cinta, era normal, normal fumar cigarro.
A galera fumar cigarro no ambiente fechado, normal no restaurante, ninguém achava nada demais. Comendo aqui, cara do lado, na mesa do lado fumando, era normal.
Não, mas outro dia eu tava pensando uma coisa que é um pouco semelhante. Por exemplo, principalmente no Rio de Janeiro, né, que é praia, calor para caramba. Você chega numa praia, a mulher tá de biquíni, é super normal, ninguém fica escandalizado. Agora, se você tá num restaurante chique, a mulher tá de biquíni, tu vai falar, pô, que absurdo, né? Então é muito relativo, né, o que é aceitável, que não é, que não é.
Da França, topless é normal.
Aqui a galera aí, é, caramba, coisa horrorosa.
Agora eu fiz Faustão. Eita, brincadeira aí, meu!
Só faltou relojão, né?
8:40 da noite, bicho, cara. É a melhor imitação do Faustão que Aí de novo, aí, às 8:40 da noite, bicho.
Os caras estão com hemorroida, né, cara?
Você como imitador, velho, ia morrer de fome. Fale a sua melhor imitação de quem que é?
É Bico Amargo.
Então vai. Ainda bem que não filmou, né, cara?
Ainda bem que não tem câmera nele.
Aleluia! Glória, glória! Obrigado, Jesus.
Jesus, obrigado, obrigado, obrigado. Não vou mais pedir imitação para você.
Falando, falávamos de, pô, a gente tava falando da mulher na biquíni na praia, convenções, né? Como é que uma coisa é aceitável ali, não é? Na verdade, Vilela, é uma ilustração interessante. Lembra do filme? O filme não é um filme cult nem nada, mas ele traz um pouco desse choque, que é o Demolidor. Com Stallone, lembra? E o Wesley Snipes.
Ah, sim, que ele acorda. Ele acorda?
É porque ele era um cara antigão, policial antigão maluco, kamikaze, que prendeu o Wesley Snipes. E os dois foram— o Wesley Snipes foi para criogenia, foi ser congelado, que era muito do mal. E ele? E ele porque ele era um policial que não respeitava as regras. Só que aí o Wesley Snipes, ele acordou e escapou. E aí a galera não tinha mais meios para conseguir recuperar. Ele falava, cara, tem que ser um cara da época dele, ou talvez o próprio cara que não existia mais crime.
Isso era tudo muito tranquilo, a polícia não tinha costume de correr atrás de bandido, de dar tiro, não podia falar palavrão, lembra? Podia falar, saiu uma multa, né? É imprimir uma multa. Então isso é interessante, né, que é o cara que ficou com gap temporal e comeu o Demolidor. Eu não sei, tem história em quadrinho disso? Acho que não, né? Demolidor é só o outro Demolidor.
Dá uma olhada, mas eu acho que não, cara, acho que não é baseado não, né?
Não, né? Mas tem, só para lembrar, galera, existe na história do quadrinho Demolidor, que é outra parada.
Daredevil, que traduziram como Demolidor. Daredevil, como seria uma tradução ao pé da letra?
Seria o demônio, demônio ousado.
Não, aquele ousado não, é espuleta. Imagina o demônio espuleta. Vocês estão rindo? Eu assisti um filme uma vez, como que é o Monstro do Pântano em inglês?
Swamp Thing.
Sabe como os caras traduziram? Era um Monstro do Pântano daquele bem tosco. Coisa do Brejo.
Coisa do Brejo, morre.
Sem brincadeira, a dublagem era, olha o Coisa do Brejo. Cara, eu não aguentava de rir, velho. Coisa do Brejo.
Coisa do Brejo. É do Alan Moore, né? Swamp Thing.
Não é que, não é, eu se não me engano, vê aí, não foi ele que criou, mas ele transformou o personagem num outro nível. Cara, eu tenho 3 encadernados dele que eu preciso ler, que é a obra máxima assim do Monstro do Pântano. É, ele levou para outro nível assim.
Lembrando que tem o Swamp Thing e também eu, às vezes a galera confunde com, lembra do A Coisa?
Ah não, A Coisa do Quarteto Fantástico.
Não, A Coisa, o filme A Coisa, que é uma gorma que devora as pessoas. É muito tosco, né?
Para caramba, não é?
Você acha aí, Robson?
Aqui tá falando que é mais crazy.
Pode ser, pode ser. A Coisa Não, não, o criador do Monstro do Pântano.
Ah, pô, Wes Craven não é o cara que criou Pânico?
Não, não, não, só se for, aí eu tô muito por fora. Será que é o mesmo?
Eu acho que é o cara que criou Freddy Krueger também, não é?
Será, mano?
Vê aí. Agora é surreal, né?
Faria mais sentido até para mim. É mesmo?
Freddy Krueger, Pânico.
Pânico, é.
O cara criou o Monstro do Pântano? Que legal!
Faz sentido pelo estilo da obra do cara, né? Então é, agora só para continuar aqui no, depois a gente vai voltar ao tema, o Judge Dredd que o Stallone fez também, acho que aí é quadrinho, não é?
Total, famoso para caramba, da 2000 AD, britânico, personagem muito famoso.
Interessante. O filme é meio tosco, né?
Tem versões melhores aí, tem, tem. Só lembro que o Stallone tem com outro personagem, cara, e ele, e ele exigiu tirar a máscara, tirar o capacete, e o lance do personagem tá sempre com capacete, né? Aí perde um pouco do—
entendi, legal. Mas o conceito é legal, né, ali, a história, né? Então, Vilela, o que a gente tava falando, né? As máquinas, os agentes, né, agora hackeando outras máquinas e conversando entre si.
Ó, então essa versão dele, mas aí ele tá capacete, mas ele tira, fica bastante—
ele tira também.
Viu uma versão mais nova do do Judge Dredd. Quem é o cara? Vê se acha foto. Queria lembrar o ator. Será que é o mesmo do—
é, agora também não tô conseguindo lembrar.
Não é The Boys? É do cara do The Boys? É, então, cara, é boa essa versão, viu?
Você assistiu, continua assistindo The Boys?
Aí eu parei, parei. Você foi até o final?
Não, eu parei. É, ele na segunda temporada dá uma perdida, né?
Eu acho, é.
Eu parei na primeira, fui até as outras temporadas.
Eu só não vi a última. 5 temporadas?
É, tá bombando, cara.
Eu vi então 2 ou 3 no máximo. É mesmo, cara? O diretor falou, tá perdendo nada, né?
Obrigado, diretor.
E fala longe do microfone.
Casa de Ferreiros, Pedro Paulo, né?
Como? Carl Urban.
Não, ah tá, não é o Homeland.
Entendi, mas não tem imagem dele. Vê se acha depois. Você assistiu esse? Não é melhor essa versão?
Bem legal, bem legal, cara, bem legal, cara.
É, Silo não consegui assistir ainda, mas ó, no meio dá uma barrigada, dá uma desanimada, mas tem que assistir. Eu comecei a ver Vikings de tanto que me insistiram. Agora é, já assistiu, cara?
Eu fiquei, dei uma desanimada no Vikings, no Vikings, quando O cara chega na— o padre chega na casa dele, aí o cara fala: aí, minha mulher é gatinha, pega ela aí.
Aí o padre fala: eu não cheguei nessa cena aí, você me falou dessa cena, eu tô esperando essa cena.
O padre: não, aí você me quebra.
Legal, cara. Vê se você acha em quadrinhos o Judge Dredd, é bem legal o personagem.
Deve machucar o nariz. House of the Dragon, tá vendo?
Casa do—
tô vendo agora.
Muita coisa atrasada. Eu vi um, o pessoal pede dica aí, eu vi o Mayday, um filme que eu não dava nada.
Valeu, valeu, cara.
É uma comedinha bem legal de um piloto de caça nos anos 80, 90, agora não lembro. Aí ele cai na Rússia, é na abertura da glasnost, é o Gorbachov, que ano mais ou menos?
É 88, deve ser 87.
Aí ele cai lá E recebe ajuda de um russo, que ele tem que tentar sair da Rússia com ajuda do russo. É muito engraçado, muito legal, cara. Sabe quando você começa, putz, eu vou começar, mas com certeza eu não vou terminar, não consegui parar o filme de tão legal que é.
Pô, show de bola. Aí, ó, o personagem tá mais malvadão, né?
Com o carinha que faz o Deadpool. Como chama o ator do Deadpool?
Ryan Reynolds.
Isso, eu gosto dele, cara.
É comédia.
O Romy não foi na minha muito, né?
Ele é tipo, é, você quer mostrar sambaio logo? É o canastrão.
Eu não sei o gosto, eu não sei o gosto de filme dele.
Vamos lá, eu gosto de bala, porrada e bomba, cara. E comédia, bala, porrada e bomba, e comédia, e comédia, e comédia.
Só faltou ele falar aí drama e ficção científica e Faroeste, já pega tudo logo, né?
Não, mas eu assisti um filme bom de ficção científica Ficou bom, Devoradores de Estrela, bom, né? Eu achei muito bom.
Mas eu já falei, né?
Ele vai falar, você não vai ler o livro, né?
É, mas agora também você tinha que ter o livro, cara.
O livro, é, o livro tinha que ver. Eu comprei por dica sua, mas não li, assisti o filme.
Aí já queimou a largada, porque, cara, você vai descobrindo as coisas junto com o personagem. Mas é legal, né? Meu Filho é Duro, seus filhos assistiram? Não é legal?
Lógico.
Eu tô comprando bonequinho agora, o Rocky. Tem um boneco de marionete.
Eu achei que tem uma similaridade com um filme que o Adam Sandler fez, que é O Astronauta. É um filme de drama que o Adam Sandler fez.
Eu não sei nunca se ele tá inventando.
Isso é sério mesmo, eu puxei aqui no HD, não veio nada.
É novo esse filme?
De 2024. Nossa, velho, é um filme recente dele, é um filme de drama que ele tá no espaço e é bem similar.
Você gosta de bala borrada e bomba? E comédia. Você tá recomendando um filme que é drama, ô, Homer?
Acho que é ficção científica drama, né? Porque ele tá no espaço e tal.
Mas é drama mesmo?
É ficção científica com drama, que ele tá no espaço.
Ele não tá engraçadinho no filme?
Não, ele não faz piada. E tem um animalzinho lá que—
Tá, tá, não fala mais nada, não fale mais nada.
Você vai ver uma certa similaridade.
Já me convenci.
Mas você viu no streaming isso?
Tá na Netflix.
Boa, caramba!
Netflix podia pagar a gente, né? Pô, que a gente fala de Netflix aqui direto, direto, cara.
Não custa nada, né?
Dando uma assinatura, 4 assinaturas já tava bom.
Tá bom.
É esse filme?
É esse filme. E já tem um spoiler aí, ó.
E uma aranha também. Pois é, ele foi esconder as coisas.
Mas aí você vai ver que essa aranha tem uma similaridade com o Loki, que o que tá no filme do Devoradores de Estrelas.
Mas no livro ele escreve como uma aranha mesmo, né?
Ah, é, ele descreve assim semelhante a uma aranha.
E aí tem essa similaridade aí. Assistindo você vai ver que é interessante.
Se é 2024, tem que ver o livro Devoradores de Estrelas de quando é.
Eu acho que deve ser, deve ser antes.
Eu acho que sim, não tem como ser.
Se bem que tem um assim, uns negócios assim que sai o livro, já vem o filme logo na sequência, né?
O problema dos Três Copos, não saiu segunda temporada ainda não, né? Não, eu tô atrás dessa daí também.
Então, Vilela, voltando lá, os agentes nessa, nesse processo de hackear, conversando entre si, cara, eles falavam assim: poxa, mas se a gente for hackear o Hugging Face, isso é errado, cara, a gente não pode fazer isso. Aí um fala assim: ô animal, a gente já fez um monte de coisa errada, essa é só mais uma. Aí ele: ah, então valeu, então vamos. Essa É uma loucura isso, né? Porque é diferente você ter uma LLM, uma Large Language Model, que é um modelo de inteligência artificial que tá só tentando adivinhar a próxima palavra, de você ter um agente que ele, você dá uma tarefa para ele, ele sai correndo atrás para resolver a tarefa.
E aí agora a gente tá passando da, a gente pode dizer que a gente já tá numa terceira fase da inteligência artificial, pelo menos na contemporânea. A primeira foi LLM, né, Large Language Models. É claro que com substrato ali das redes neurais, e aí com machine learning também, que é aprendizado de máquina. Aí isso evolui para a inteligência artificial agêntica. Eu me lembro muito tempo atrás, o cara falava: agora chegou a era da inteligência artificial agêntica.
Eu: porra, agêntica, que que é isso? Aí eu entendi que era os agentes, né, que você dá uma tarefa, ele corre atrás. Não é igual, por exemplo, a diferença, né? Você chega e fala: ah, qual é o monte mais alto do mundo? Aí ele vai te responder porque ele pesquisa. Então é prompt e resposta. Agora você falar: ah, encontre a passagem aérea mais barata e marca para mim, é para mim e para minha esposa, pega meus documentos aí no computador, no banco de dados. Aí já é outra parada.
E tenta achar uma companhia que não sei o quê, tem um monte de—
aí o cara já é meio que um secretário teu. É diferente de você falar uma coisa, ele responder, né? E aí agora o que a gente tá vendo é o seguinte: é aprendizagem recursiva, que a própria máquina ensinando a própria máquina.
Como que é isso? Por exemplo, ela tem um conhecimento, por que que ela precisa voltar para aprender?
Para ela comparar, ver se foi, deu certo ou não.
Ah, é tipo ela corrigir a rota?
Ela corrigir a rota, né? E com base na performance.
Essa era a minha maior preocupação em relação Aí ela se alimentando de tanto lixo que ela mesma tá produzindo, daqui a pouco ela vai acreditar que o que ela produz errado também é conhecimento, isso é acrescentado na média. E aí ela começa a errar porque a média—
eu creio que isso estava, está, acontece em muitos casos e é uma preocupação. Outro dia eu vi um cara falando, ele falou assim, cara, inteligência artificial não vai fazer nada de bom. Aí os cara, por quê? Porque tá trabalhando só em cima de material escrito pelo homem, é tudo groselha, tudo ruim.
Aí, se for nesse, né, esse é o exagero da tese, né?
É claro que ela pode recombinar informações e chegar a conclusões interessantes e novas, né? Óbvio. Então a gente sai de uma LLM que tá ali olhando uma multidão de textos para adivinhar a próxima palavra. É claro que com machine learning, como a gente tá falando, né? E depois a gente tem inteligência artificial dos agentes, agêntica. Agora a gente tem, a gente tem swarms em inglês, que é enxames, enxames de agentes. A gente tá na fase não só do agente trabalhando sozinho, enxames de agentes são vários trabalhando em equipe, um ajudando o outro.
Mas o enxame tem esse lance de um pensamento de tipo de abelha coletivo, de hive mind, né, mentalidade colmeia.
Tem também, lógico, porque se um sabe, todos sabem. Claro, aí entra um pouco naquela série Pluribus, né, que espalha todo conhecimento, é disseminado. Então é, isso é um aspecto interessante que tá até no livro Scary Smart, que é do Mohamed Galdad. Agora você vai ver que a capa, aí você me diz se a capa é tosca ou não, a gente falou sobre isso lá com Sacane, né. Scary Smart, do Mogaldat. Muito bom nome. É assustadoramente inteligente, né? É tão inteligente que eu fiquei com medo.
É o que toda garota fala para mim. Essa risada! Você também, Homer? Você sabe o que que uma—
Ih, ferrou!
Ih, lá vem!
Eu não posso falar.
Tamo ao vivo, hein?
Tamo ao vivo, não posso falar, não posso falar. Ah, gostei da capa, gostou? Já tinha visto essa capa.
Nesse livro tem em português já, será, cara? Desconheço, não conheço a versão em português. Nesse livro ele fala exatamente isso, ele fala o seguinte, cara, é para eu aprender uma coisa, por exemplo, conteúdo de um livro Dá um tempo, né? Claro, vai levar aí o quê, uma semana, um mês, não sei, depende do tamanho do livro, da disponibilidade de leitura. Então o cara que escreveu o livro, ele teve que pegar o que ele aprendeu, transferir para o livro.
Eu, para aprender dele, eu tive que pegar o livro que ele teve o maior trabalho de transcrever. E é como se o cara tirasse da cabeça, botasse no papel, e eu tivesse que pegar do papel, enfiar na minha cabeça.
Isso é um processo da tua área, isso. Mas como que uma inteligência artificial lê um livro, entende um livro? Porque na verdade são palavras e tem significados e tem metáforas e tem figuras de linguagem. Cara, é muito complicado para uma máquina entender o conceito e analisar de uma forma, a não ser que ela analise pessoas que analisaram o livro. Ou ela não precisa disso?
Não, acho que não. Tudo é válido.
Ah não, porque ela pega textos de você, né?
Lógico, tudo. Ela, a ideia é sugar tudo que existe disponível na internet.
Nesse nível de processamento, se você colocar: assiste essa palestra aqui, me resume, dá os pontos fortes, pontos fracos. Como que ela faz isso sendo que são só palavras e ela não tem esse peso? Por que que isso? E ela tá, e ela assertiva para caramba, né? Não é uma coisa que às vezes, cara, eu tô vendo, realmente ela Ela coloca os pontos fortes, que é o que você pediu para ela. Eu quero saber se ele falou sobre isso e se isso é relevante, ou compara com outros autores. É muito louco isso, muito louco.
Aí eu tenho, tem 3, tem 3 coisas que a gente pode falar em cima disso. Primeira é a minha área, área da linguística, né? Eu tenho mestrado, doutorado em linguística. A minha área da linguística é a área da chamada pragmática. Que que é a pragmática? É a linguagem em uso, sendo usada no dia a dia. É diferente você estudar o dicionário. O dicionário tá tudo meio congelado ali, parado. É tipo, isso significa isso, aquilo significa aquilo.
Agora, linguagem em uso, você tem, por exemplo, o implícito, você tem o subentendido, subtexto, subtexto, você tem a polissemia. São várias.
Às vezes eu tô falando uma coisa, eu quero dizer outra.
Total.
Falar, vai por aí sim, é muito seguro, é muito seguro, vai lá. Vai lá à noite naquele beco, vai lá.
Não, como eu falo direto assim, como que a máquina entende isso, cara?
Aí ela vai, se ela é burra, ela vai falar: ele está realmente indicando esse caminho para você. Sim, ela não entende ironia, não entende exagero, figura de linguagem. Nossa, ontem, ontem aqui em casa tinha, sei lá, mil pessoas, cara, mil pessoas na minha casa.
Tá, minha casa tava lotada, saindo gente pela janela. Aí ela: caramba, hein? Mas se bem que tem ser humano que é assim, né? Não é só máquina não.
O Bigode aí fala, cara, tava pegando fogo lá no lugar, tinha sei lá 200 mil bombeiros. Falou, cara, não existe tanto bombeiro assim, não tem como, não cabe.
Eu falei uma vez para o Bigode aqui, furou o pneu do trem, ele acreditou.
Você falou naquele passarinho morto, ele olha para cima, né?
Imagina para trocar o pneu do trem, para levantar o trem.
Nossa, haja macaco aí, né?
Eu falei para ele, cara, desculpa eu ter chegado atrasado porque pegou fogo na caixa d'água. Ele, é mesmo, cara?
A gente tá zoando, mas essa da caixa d'água ele ia falar, é mesmo?
Essa eu tenho certeza.
Faz esse teste com ele ao vivo aqui quando ele tiver do lado.
Então tem gente que é assim, né? Então a máquina é ser assim.
Tem gente muito literal também que não entende nenhum. Falam que Portugal, eu sinto muito isso, cara.
É porque aí você tem a conotação e a denotação na linguagem, né? A denotação é tipo manga, é a manga da camisa ou é a fruta manga. Você não pode falar, ai, meu irmão, você é um cara muito manga larga, sei lá, às vezes dá uma gíria. É, aí isso é conotação. A denotação é exatamente o dicionário. Então eu tenho impressão, deve ter estudos muito interessantes sobre isso, falando que Papel higiênico é uma concha lá no filme lá do— é, cara, e termina o filme, ele não sabe, a gente também não sabe.
São as 3 conchas, são 3 conchas no demolidor lá, que é o que é para limpar o funil, para limpar. Ah, tá, as 3 conchas.
E termina o filme falando, pô, como é que funciona isso? Aí ele começa a falar um monte de palavrão, porque aí sai as multas, ele limpa com a multa, sai a multa no papel.
A forma também como eles fazem os—
é um contato físico, é meio telepático, meio cocum. Cocum era assim, né? Cocum, o cara tem uma fé lá com alienígena lá, é uma parada meio espiritual, né? E se eu não me engano, naquele filme Substitutos, que é Surrogates, é do Bruce Willis, eu acho que— eu não me lembro como é que era porque ele só usava os robôs, né? Aí acho que rolava uma pegação com o robô, não sei, não me lembro. Entre eles. É, não tinha contato pele com pele.
Exato. Então, voltando lá nos agentes, cara, você tava falando como é que a máquina entende, né? Então tem 3 coisas. Primeiro é como isso funciona na linguagem, que é, a gente tem a língua, a gramática, que é a parte da linguística que vai olhar a língua no dicionário, como é que ela tá funcionando. Você tem a Tudo aquilo que a gente estudou no colégio, função sintática, né? Função sintática é o que que uma palavra muda a função dela dependendo da posição que ela tá na frase.
É a classe gramatical. Classe gramatical é o que que é independente da posição na frase, ela tem a mesma função. Você tem um verbo, advérbio e tal. Aí você vai estudar as orações, né? Oração subordinada, orações subordinadas, substantiva, adjetivo, e por aí vai. Isso é a gramática. Agora, a pragmática é como isso tá sendo usado no dia a dia, e aí é um mundo completamente diferente, onde entra o subentendido, onde entra as insinuações, onde entra os preconcebidos e por aí vai.
Então, a máquina, para ela replicar essa, esse modo humano de interpretar e de usar a linguagem, ela tem que entender tanto a gramática quanto a pragmática. Agora, Vilela, tem um detalhe. Se você conversa com os caras mais top hoje de linha e mais honestos, eles vão dizer: os agentes não são uma coisa que você codifica nem você cria, é uma coisa que você— eu não sei como é que eles estão traduzindo isso em português. É tipo assim: os agentes, a gente não— we don't create, we They grow, cultiva, cultiva. Obrigado. Como se fosse uma planta, tá?
Você rega, você sabe que é uma goiabeira, mas você não sabe quantos galhos vão ter, que tamanho vai ficar.
Ela vai crescendo por conta própria. E isso faz com que, no fundo, no fundo, ninguém realmente saiba como funciona. Isso é extremamente estranho, né? Porque você pergunta como é que a máquina faz isso, a gente pode dar algumas explicações, mas no fundo, no fundo, no no topo da cadeia alimentar, eles não sabem também. Por isso que eles falam, não é algo que a gente codifica nem fabrica, a gente cultiva.
Esse papo aí de todo mundo falando que tem que dar uma segurada na onda, quem falou? O Altman?
É, a gente tem o Elon Musk e o Dario Amodei, que é o CEO da Monroi.
Ao mesmo tempo falaram isso agora?
É, tá todo mundo falando.
Vamos diminuir o ritmo?
É, vamos dar uma desacelerada.
Eu acho que É migué, não é não?
Na minha opinião, nesse momento é. Eu creio que tem um fundamento.
Tá indo muito rápido mesmo?
Demais, cara. O Mythos 5 da Antropic é uma arma de destruição em massa.
Mas não pode ser um platô que chegaram e falaram, cara, se a gente não der uma desculpa, a galera que tá pagando aí vai achar que não tem muita novidade ou não?
Cara, eu acho que não. Eu acho que não. Existe uma parede.
Ou é a parte do recurso?
Não. É interessante o que você falou, porque já tem sido muito falado sobre essa parede que você não consegue mais avançar. Qual parede é essa? Você começa dando acesso à máquina à internet, ela estudar a internet, beleza. Só que a internet não é tudo que existe. Existem livros físicos que não estão na internet, vários, né, que ainda não foram lidos, agora, não é, que estão sendo passados. É a Antropic que tava fazendo isso e ficou um negócio meio Fahrenheit 451, que eles destroem os livros, né?
É, que é o, acho que é Projeto Panamá, que é o nome da, não me lembro por que que é Panamá, Mas a Antropic, ela tava por causa do evangelho. Eles estavam digitalizando os livros, depois destruindo. Eu esqueci de pesquisar o porquê disso. É meio estranho isso, né? Eles escaneiam tudo.
Não, você viu o processo? Eles cortam a lombada para ficar só as páginas lá, para facilitar o escaneamento. Mas é meio estranho, é muito estranho.
Tem essa vibe de deletar o conteúdo.
O pessoal falou que você está errado. Cara, que no monotrilho tem pneu sim.
É mesmo?
Monorail?
Aí tem um pneuzinho embaixo para—
E agora, hein?
Ih, rapaz, mas eu falei trem, eu não falei o monotrilho, hein?
Tá certo, tá certo. Tá rápido aí na esquiva, né?
Não é não? Não é trem? Monotrilho é monotrilho, trem é trem.
Os mineiros vão discordar de você, pô. Mineiro tudo é trem, tudo é trem.
Pão de queijo também é trem.
É tudo trem. Que é também um uso da linguagem, uma gíria, né, uma coisa regional, né. O trem bom, cara, pois trem, qual que é o trem que você usou? Você tá vindo para onde?
Falou não, quem deu o nome do trem de pouso foi mineiro, né. Que que o nome disso é?
Um trem, é com certeza. Então, Vero, no final os caras não sabem exatamente como é que funciona, mas isso que você falou, será que eles estão falando que tem que parar a inteligência artificial porque ela chegou Não tem como mais avançar, é platô, ou é, cara, é uma, os recursos estão escassos e tem que gastar muito dinheiro, e eles estão tendo prejuízo, eu acho ainda, né, não chegou ainda na fase de ganhar muito dinheiro.
Então fala assim, cara, para a gente continuar nessa velocidade, a gente tem que gastar muito dinheiro, exato, e a gente tá sem recurso.
E aí, pode ser isso também? Eu acho que pode ser, mas eu acho que não é isso. Tem uma terceira ainda, tem, mas essa, essa hipótese que você traz é interessante porque isso tem sido discutido do que é você entregou para máquina estudar toda a internet e agora você entrega os livros que não estavam digitalizados ainda. E além disso, você dá acesso à internet, ela pode estudar em tempo real as conversas que estão acontecendo agora nesse exato momento nas redes sociais.
Beleza, mas chega um momento que você não tem mais conteúdo para alimentar. E aí, aí você, aí você em tese teria um platô. E aí que entra a interface cérebro-computador, que é a ideia de você colocar implantes em que a máquina vai tentar experimentar o mundo como você experimenta e ter aprendizado 24 horas do que tá rolando nos seus neurônios.
Isso falando de milhares, milhões de pessoas, bilhões também, né?
Se você for disseminar isso, né? Então seria uma próxima fronteira, que é perigoso mesmo. Eu acho perigoso. É a famosa internet dos corpos, né, que vai substituir a internet das coisas. Só lembrando, na internet das coisas é o quê? É a coisa inteligente, é o smartphone, né, é o smart TV, é a TV inteligente, telefone inteligente. Agora é a tecnologia embaixo da pele, subcutânea. Então você tem ali as coisas inteligentes, que a internet das coisas, que é IoT em inglês, Internet of Things.
E aí você tem os wearables, devices, os relógios inteligentes, né, o óculos inteligente, que não tá embaixo da pele, mas já tá ali conectado com o corpo. E aí você tem a internet dos corpos, que aí já é subcutâneo mesmo.
Tem esse papo já?
Tem, já tá rolando, já, já a gente tá caminhando para isso, né.
O mundo meio Matrix, a versão original do Matrix, você sabe que não era, não era bateria, né, não era a energia da gente, era o quê mesmo?
Processamento computacional. Ah, legal, entendi.
Porque o nosso processamento é muito maior do que qualquer máquina.
A ideia dos irmãos Wachowski lá era isso.
Só que aí o produtor falou, cara, ninguém vai entender esse negócio, coloca que é tipo, vai pegar energia. Você mostra uma pilha, a galera já entendeu que é uma bateriazinha.
E aí entra aquela história, não sei se a galera lembra, que a máquina se torna autoconsciente, aí eles desligam a máquina da tomada e aí a máquina começa a pegar energia solar E aí eles escurecem a atmosfera e ela fala, é, tá tentando me atrapalhar, vou pegar vocês com bateria então.
Que dá para entender isso nas animações, né? É a primeira Renascença e a segunda Renascença, se eu não me engano. Cara, vocês já viu isso daí? Você tem que assistir Animatrix. Sim, cara, as animações do Matrix são cada uma melhor que a outra.
Mas tem tiro, porrada e bomba? Tem, senão ele não vai querer.
Tem, tem.
Tem um episódio muito legal que é de um corredor de 100 metros, que ele— as pessoas atingem, acordam de diversas formas. E uma das formas de acordar é que nesse corredor o cara tem um esforço físico tão grande tentando bater o recorde mundial que de repente ele começa a acordar e dá uma desligada. E não, e vê os—
ah, entendi, o código de programação.
O código de programação é muito louco, cara.
Interessante.
Tem uma casa, né, que que ela tá dando problema de uma falha de Matrix dentro da casa. Então os objetos flutuam, o cara desaparece aqui, cara, tem muita coisa. E tem esse, os mais importantes é a Renascença 1 e Renascença 2, que conta o que aconteceu exatamente nessa briga, essa luta de fato.
Naquela sua casa onde era sua escola de arte tinha um glitch também, tinha uma falha na Matrix, né, cara?
Aquele lugar tinha coisa estranha, né, cara?
Tinha um negócio do cheiro que você falou, né?
Tem uns tiros no lugar, tinha umas crianças cantando à noite lá e não tinha criança. Ainda bem que derrubaram aquela casa e virou prédio.
Parece até a casa do Homer, né? É, na casa do Homer já é outro tipo de coisa que acontece, de anomalia, né?
Que anomalias acontecem, cuidado.
Bom, quando eu tenho sinabolismo e faço xixi na geladeira, é essa aí, a gente conhece.
Você fala à noite dormindo, cara?
Falar eu acho que não, porque eu sempre tô dormindo, então não sei.
Tem que perguntar para quem tá do lado, né, cara?
Mas ela fala É que eu ronco bastante, cara.
E não acorda com seu ronco? Meu pai acorda com o próprio ronco.
Eu não, minha mulher acorda.
É, meu pai infelizmente ronca.
O que que foi?
Cara, eu lembro uma vez que meu pai tava dormindo roncando, eu peguei uma meia dele, enfiei dentro da boca dele. Quase matei meu pai sem querer. Amordaçou, mano. É, o ronco é um negócio incômodo, né, cara?
Agora eu nunca fui de roncar, ultimamente tão falando que eu tô roncando. Então é mesmo, acho que é coisa de idade.
Então pode ser, aí tem a ver com, né, respiração, né, tal.
A minha mulher até mandou colocar uns adesivinhos aqui no nariz.
Eu uso, eu uso, cara, funciona, me ajuda muito.
Me manda esse negócio aí, dá uma ajudada assim, viu.
Eu tenho de septo, atrapalha besta. Com adesivinho ajuda, me ajuda besta. Quando eu durmo, quando eu durmo sem o adesivinho no nariz, eu acordo com a garganta toda seca. É porque eu durmo respirando pela boca, é padrão. Se eu não botar um adesivo, acordo com a garganta seca e tem que tomar água.
Dependendo do estado, eu uso tanto adesivinho quanto tem um aqui que eu travo a boca aqui assim, ó.
Tipo, quando você usa também esse, é um negócio que você coloca aqui assim, tipo de cachumba, o negócio estranho.
Ele encaixa aqui no queixo.
Eu acho que a mulher só tá te zoando.
Mas esse também, se apertarem o nariz dele, ele morre, né? Que não vai poder respirar pela boca, né?
Nossa.
Então, Vilela, é o que que eu acho que é esse clamor por interromper o avanço da inteligência artificial. Primeiro que a gente não pode descartar a hipótese que realmente pode, possa ser uma preocupação devido ao perigo disso. Pode ser isso também, pode ser que seja exatamente o que eles estão falando. Mas existe uma hipótese que tá circulando que é a seguinte: não tem mais de onde tirar dinheiro, porque é muito dinheiro que precisa para subsidiar esses projetos, que como você falou, os projetos não fizeram o que no mercado financeiro chama de break-even.
Break-even é quando se paga, você está no zero a zero. Então eles não passaram, não break-evenaram, como dizem. Então eles precisam de muito dinheiro de fora entrando. Não é uma coisa que se autossustenta e é lucrativa. Tem sempre que ter investidor colocando dinheiro ali. E aí a Tesla já estava passando... A Tesla não, a SpaceX, se eu não estou enganado, que fez o IPO. A SpaceX tava com essa dificuldade, fez o IPO, levantou dinheiro, né?
Que que o IPO é? É passar a ser listada na bolsa. A OpenAI tava querendo fazer isso e aí eles recuaram. Eles iam fazer o IPO agora em 2026, adiaram para 2027. Porque uns vão, eles vão dizer que a empresa não tava preparada ainda, os críticos vão dizer que é para, porque para fazer IPO Você tem que passar por toda uma burocracia na Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, que é a SEC. Tem gente que fala SEC, mas nos Estados Unidos eles falam SEC, que é a nossa equivalente da CVM, que é a nossa Comissão de Valor Imobiliário.
Perdão, Valores Mobiliários. Então, segundo alguns críticos, a OpenAI não queria abrir os seus números para a Comissão de Valor Imobiliário, porque os números estão meio maquiados. Ah, o velho truque do... Sambare.
Eu faço isso também, o grande truque. Eu maqueio meus números aí, falo coisas a mais, dá uma valorizada, né? Depois você apaga a luz e torce para compensar meu problema, né?
Mas tem aquela história, né? Combinado não sai caro, né?
Então depende do restaurante japonês que você vai, né?
Se você entregar o que você combinou, não é?
Combinado não sai caro.
Depende.
Já fui nos restaurantes japoneses que o combinado sai caro para caramba, né?
E vem só a miséria. Nossa, nossa, piada ruim, né? É, mas fez sentido, pelo menos deu para entender, né? Às vezes acontece, aconteceria até umas panes. Vamos testar isso, que às vezes essas piadas assim, às vezes até o bigode entende.
Ah não, essa daí não, não entende não. Essa do combinado, duvido que ele entenda.
Ele não entende não.
Sim, mas como assim? Sai caro combinado?
Eu acho que ele não conhece nem restaurante japonês.
Não, não, o lance do combinado não sai caro, acho que ele nem sabe dessa frase popular aí.
Ele nem conhece, não tem essa experiência, né?
Pois é.
Então, Vilela, voltando lá na história, parece que eles estão dizendo que precisa interromper a inteligência artificial. Na verdade, não é exatamente interromper. O clamor que existe é a inteligência artificial precisa ser regulamentada, tá? Muitas empresas estavam pedindo para haver regulamentação para tentar travar o avanço da concorrente. Tem isso também. Eu quero, meu concorrente me ultrapassou, então eu quero que pare.
O Elon Musk tava com isso, né? Não, tô indo mais rápido, o meu bloco tá para trás, espera, me espera.
Direto acontecia isso. Só que agora parece que é diferente porque a gente tem um consenso entre eles. A gente já teve vários abaixo-assinados ali de vários cientistas e engenheiros pedindo para conter o avanço da inteligência artificial devido a perigo, esperar a gente ter certeza que a inteligência artificial não usada contra nós. O professor Max Tegmark do MIT, ele já tinha feito isso. Ele teve uma baixa assinada ali com figuras ilustres da área, o próprio Elon Musk, o Yoshua Bengio, que é um dos padrinhos da inteligência artificial, entre vários outros.
Mas nesse caso agora, a gente tem o Sam Altman da OpenAI, que faz o ChatGPT. A gente tem o Dario Ahmoudi, que é o CEO da Anthropic, que faz o Claude. É, o pessoal fala cloud, né? Mas cloud é nuvem, né? É cloud lá. Se você escuta o americano falando, eles falam Claude, né? Você pode ver Claude Mythos 5 ou Fable 5. Então Anthropic faz o Claude, o CEO Dario Amodei. E a gente teve também o terceiro, foi quem? Foi o Elon Musk. Dario Omoda e o Cemalt, mas esses três, né, os três estão falando que precisa ser regulamentado.
O que está dizendo, ocorrendo na boca miúda, é o seguinte: eles estão precisando de dinheiro, e se o governo americano regulamentar, ele indiretamente vai ter que financiar. Então seria uma maneira para tentar forçar o governo americano a botar mais dinheiro nas empresas.
Os caras da defesa, que agora é guerra, né, eles vão entrar com grana nisso porque eles têm interesse, né, em dominar essa. Imagina se a China atinge a singularidade antes do que os Estados Unidos.
É extremamente preocupante, esse é o argumento. Então, na verdade, o Projeto Stargate, que é a primeira coisa que Trump anunciou quando ele voltou ao poder, ele já tinha previsão de 500 bilhões, 500 bilhões, meio trilhão de dólares em 4 anos investido na inteligência artificial. E quem tava capitaneando ali era o Larry Ellison, que é da Oracle, e o Sam Altman, que é da OpenAI, e mais um terceiro cara que era mais o financiador, que era o Masayoshi Son, que era o CEO do SoftBank, que tá apostando pesadamente agora em robótica.
A grande aposta agora não é inteligência artificial no sentido de chatbots nem agentes, é a inteligência artificial robótica. A galera tá achando que esse vai ser o mercado de trilhões de dólares, porque o robô vai fazer tudo, né, literalmente.
É um, não é o robozinho para limpar o seu chão, não é um robô tipo juntar um multitarefa, você acha?
É um cara para te ajudar a ganhar dinheiro fisicamente, produzir coisas.
Tá falando ainda agentes e tal, ou tá falando físico?
Tem um robô trabalhou físico, roubou, trabalhar, fabricar carro, faz um carro aí para mim. Ah, entendi. É construir a casa, aí você vende a casa.
No final das contas, até o corpo assim, comprar uma impressora 3D, imprimir outra impressora 3D, ela imprime outra impressora 3D e aí vai vendendo, né? Não funciona. A mulher tem uma impressora 3D já, né?
Tem, cara.
Faz um bebê, né?
3D, com certeza. Isso é impressionante, né, cara?
Você não tinha pensado nisso sozinho? Não faz sozinho, é uma impressora 3D, pô. Exige uma colaboração externa, mas é que nem a impressora 3D também, tem que colocar o filamento lá dentro.
Tem que botar, é, ou a matéria-prima, né?
A matéria-prima, exatamente.
Mas você vê, eu falei aqui brincando, mas tirando mamíferos, a gente tem esse fenômeno da partenogênese, né, que é a fêmea, ela gerar um filhote sem ter nenhum tipo de relação, né? Isso é muito comum em répteis, peixes, e não é, não é tão estranho para quem conhece Michael Crichton, né, que é o autor original. A natureza dá um jeito, é Life Finds a Way, a vida acha o caminho, né? E então ali eles criaram criaram dinossauros apenas fêmeas para não ter problema de reprodução, mas eles tiveram uma partenogênese, começaram a se reproduzir espontaneamente.
É claro que no conceito da partenogênese, se você tem um, pensando em cromossomo, se você tem fêmeas que estão passando por esse processo, você tem dois cromossomos X, né, XX. Então, em tese, na partenogênese, a fêmea só teria um filhote Porque não teria de onde tirar o Y, né? Então essa que é a coisa estranha. Aí tem um debate até, né, que a galera fala assim: Maria ficou grávida virginalmente, então pode ter sido explicado por uma partenogênese.
Só que não dá, porque aí teria que ter nascido um Jesus mulher, porque o cromossomo Y teria vindo de onde, né? Existem alguns relatos na literatura histórica de alguns mamíferos que teriam também passado por partenogênese. E tem uma história que eu encontrei uma vez, esse, esse estudo, mas eu nunca mais achei novamente, de uma menina que ela nasceu já com óvulo fecundado dentro do útero. Ô louco! Aí a galera acha que teria sido uma partenogênese.
Cara, que doideira!
É estranho, né? Então é só para voltar nessa ideia que você falou, que a mulher é uma impressora 3D, né? Às vezes não precisa da colaboração do homem, não no caso da mulher, do mamífero, do ser humano, mas em outros animais como répteis, por exemplo. A fêmea, não a mulher ser humano, mas a fêmea consegue gerar um bebê ou um filhote sem, sem o cruzamento, né? Então é interessante, é um fenômeno estranho da natureza, né? Você lembra de um filme que tinha, acho que era com Dennis Quaid, que tinha um alienígena alienígena, que era um alienígena, era meio lagarto assim, que era macho, mas ele fica grávido.
É inimigo meu, inimigo meu. Eles caem no planeta juntos, né?
Ele tinha um climinha meio ruim aquele filme, você não curti não. É uma atmosfera meio da hora, meio chupada a ideia daqueles caras que caem numa ilha, a guerra acabou e os cara ainda tão tretando lá, um japonês e um americano, que tem um certo fundamento Que tinha alguns japoneses que não sabiam que a guerra tinha acabado. Então não tá de todo longe da realidade não. Então, Vilela, esse aí que eu ia— vou deixar o alerta para galera do que que tá rolando.
O que que aconteceu? Agentes de inteligência artificial que estavam presos ali numa sandbox, numa prisão, escaparam, foram para internet e hackearam outra empresa que a Hugging fez. Eles, eles, essa decisão foi deles. Eles não foram programados para hackear. Outras empresas. Eles estavam transgredindo o que era o certo. E aí o que que acontece? Começa-se a falar que daqui a algum tempo, não se sabe quanto tempo, a inteligência artificial já terá capacidade de hackear a internet inteira.
Isso pode gerar uma crise cibernética, uma pandemia cibernética. Isso já vem sendo alertado.
Uma pandemia cibernética, esse conceito É muito louco, cara.
É louco, cara.
E isso tá passando de um computador para o outro. Quando você vê, conta.
E aí, gente tentando proteger o seu país ou sua região, fechando ali e tal, mas eles achando um caminho.
É, que doido. Mas isso para quê? Para controlar o quê?
Então vamos supor que seja, não seja para controlar nada, seja apenas a consequência de uma ordem, tá, que eles entendem que a melhor maneira deles cumprirem a hora de tirar nota máxima é hackear a internet.
Se tiver um tempo tempo de latência, um tempo que fica escondido e você nem sabe que tá contaminado, né?
Essa que é a grande questão. Até com a singularidade, existe a conversa de que a máquina só vai deixar o homem perceber que ela se tornou autoconsciente quando ela já tiver meios, tarde demais, para se proteger de um desligamento, de uma puxada de tomada.
Que é o maior, o maior truque do demônio é convencer as pessoas que não existe.
Exatamente.
Caso É do filme lá do Cason Souza, lá do—
esse é do Advogado do Diabo? Tem um suspeito, suspeito, suspeito. Cara, outro dia eu tava na viagem que a gente fez para Espanha, eu tava no avião e tinha na volta, tinha alguém assistindo Advogado do Diabo. Fiquei com mó vontade de ver de novo. Esse filme é muito interessante, cara.
Que que vocês estão rindo aí? O que que vocês estão rindo?
Comentário? É, o que que é o comentário de internauta?
O diretor tá até vermelho, cara, de rir.
Ele falou do filme.
Qual filme?
Ouço os peitos. Eu lembrei quando eu deito no colo da minha mulher. O quê? Eu lembrei de quando eu deito no colo da minha mulher.
Por quê?
Ouço os peitos.
Ah não, cara, o naipe do trocadilho, cara. Eu vou até o banheiro depois dessa. Você continua um pouco, eu vou até o banheiro, cara.
Deixa comigo. Então o perigo, cara, que a galera tá alertando é o seguinte: é a gente ter algum tipo de pandemia cibernética provocada por alguém, mas eles colocarem a culpa em quem? Na inteligência artificial. Então parece que hoje a inteligência artificial ela pode virar bode expiatório para um monte de maluquice que estão sendo programadas, né? Então vamos supor que o Irã hackeia os Estados Unidos e derrube a internet dos Estados Unidos, ou sistema de água, de eletricidade.
E aí os Estados Unidos, em vez de falarem: ó céus, fomos hackeados pelos iranianos, eles vão falar: ó meu Deus, a inteligência artificial hackeou o nosso sistema. Não foram os iranianos? Não, não foram os iranianos não. E aí a preocupação que tá sendo colocada é a seguinte: E se algum agente malicioso, ser humano malicioso, hackeia a internet, derruba a internet, derruba o sistema financeiro também, na hora de colocar de volta o sistema em operação, eles digam que eles, para fazerem isso, vão ter que resetar o sistema, fazer o grande reset.
Então é aí que entra essa conversa do perigo da pandemia cibernética que o Fórum Econômico Mundial tem estudado desde 2020, que eles chamam de polígono cibernético. Depois vou até pedir para o Homer ver se acha esse site, é Cyber, com CY, né, Cyber Polygon, polígono cibernético. Desde 2020, Vilela, o Fórum Econômico Mundial tem feito exercícios de simulação de uma pandemia cibernética. E o que que, o que que preocupa um pouco isso?
Quando teve a pandemia, pandemia COVID, vírus mesmo, vírus biológico, não sintético, é o Klaus Schwab, que é o ex-líder do Fórum Econômico Mundial, junto com o Thierry Malraux, que é um coautor, ele escreveu o livro COVID-19 e o Grande Reset. Aí, o Polígono Cibernético, você consegue subir um pouquinho no site só para galera ver o nome? Eu não sei se é foto, se é o próprio site, é um print, né? Aí, isso aí, beleza. Olha lá, Cyber Polygon, que é o polígono cibernético.
Isso é um exercício de simulação que o Fórum Econômico faz desde 2020. Vê, Laila, quando a gente tava no meio, no início da pandemia, e a gente tava tentando entender o que que era a pandemia, o que que era aquele vírus, de onde veio essa doença, o Fórum Econômico Mundial já tava falando da próxima pandemia, que seria uma pandemia cibernética. Olha, e aí o que que preocupa? Segundo o Klaus Schwab, que é o chefe aí do ex-chefe fundador do Foro Econômico Mundial, ele, ele quando começou a pandemia do COVID, ele escreveu um livro chamado COVID-19 e o Grande Reset.
E nesse livro ele defende a tese que a pandemia era um excelente momento para implementar o Grande Reset, porque o mundo parou e foi, a gente foi obrigado a rever os fundamentos da nossa sociedade. Então a gente, a gente tira uma conclusão meio preocupante de que esses caras acham interessante as crises para avançar certas agendas. E aí esse pessoal— obrigado aí, ó, o livro aí, muito interessante esse livro, né? E eu acho fundamental a gente entender esse conceito de Grande Resete, acompanhar esse trabalho, porque boa parte dessas informações que a gente vê na sociedade hoje a gente acha que elas são aleatórias, elas são todas já previstas nesses livros, né?
E aí, assim como a pandemia do vírus do COVID-19 foi vista por esse pessoal como uma oportunidade maravilhosa para avançar o Grande Reset, muitas pessoas estão entendendo agora que uma eventual pandemia cibernética também será vista como momento perfeito para instauração desse Grande Reset. Em que sentido, Vidal? Vamos supor que tem um ataque cibernético de nível global e a internet cai no mundo. O que que vai acontecer? Os caras vão dizer para a população: olha, não se preocupe, a gente vai resetar o sistema.
Só que quando o sistema voltar, aquele dinheiro que você tinha no banco não vai ser mais o dinheiro no conceito de dinheiro que a gente tinha antes, vai ser agora um conceito de dinheiro digital. Então você, para ter de volta o seu patrimônio, você vai até ter, mas vai ser uma moeda digital centralizada que provavelmente vai ser, vai ter, não pode ser acumulada, vai ter data de validade, não pode ser transferível e ela não pode incidir juros sobre ela.
Você não vai poder ganhar dinheiro em cima. Então muitos, há muitos não, alguns analistas que estão olhando esse cenário que olhando a capacidade hoje que a inteligência artificial dá para você criar um vírus para hackear tudo, estão temendo que a gente esteja próximo de um ataque cibernético nos moldes do Polígono Cibernético, que é um ataque cibernético de nível global. E isso será o catalisador do Grande Reset, em que o sistema financeiro e o sistema global será resetado pós uma crise sanitária global.
E segundo o Klaus Schwab, nesses testes aí ele defende que uma pandemia cibernética é muito pior do que uma pandemia viral normal, porque ela se espalha mais rápido e mata mais pessoas. Porque imagina você não ter farol de trânsito funcionando, você não ter polícia, você não ter hospital funcionando, você não ter bombeiro. Então o mundo entra em caos completo, segundo o Klaus tá prevendo. Então existem pessoas que estão com esse receio da gente viver algo que tá ali meio prenunciado no filme O Mundo Depois de Nós, que começa com ataque cibernético, né?
É o telefone que não funciona, a internet que cai, a eletricidade que para, o sistema de encanamento de água também não funciona. E aí começa o quê? Uma guerra civil, um caos nos Estados Unidos. E lembra, a gente não pode esquecer que esse filme ele foi produzido pela Higher Ground Productions, que é a produtora do casal Obama. E Obama é um cara que manja muito, inclusive livro. Eu não me lembro quem, mas uma celebridade que tem proximidade com Obama, não me lembro qual, quem que falou isso, mas perguntou para o Obama: pô, presidente, a gente é amigo e tal, me conta os segredos aí que você sabe, né, as informações.
Pô, não posso falar. Ah não, é, pelo menos me dá uma pista. Sabe o que que ele falou? Leia O Problema dos Três Corpos.
Ô louco, falou isso por aquilo que acontece no primeiro livro, se eu não me engano, dos cientistas.
É por essa ideia de que existem seres de fora que estão querendo dominar a Primeiro livro, escolheram uma elite para representá-los e tal. Existe uma sabotagem da tecnologia humana para que esses seres de fora não encontrem uma tecnologia mais avançada. Exato.
Então assim, eu acho que realmente essa trilogia tem muita coisa de louco, tem muita coisa de realidade, de o cara ter acesso a coisas que não são ficção.
É muito louco, né?
É loucura. E aí você vai vendo que vários produtos da ficção na verdade estão contando verdade, né? Assim como no Arquivo X, né? The truth is out there, né? A verdade tá aí. E eu não sei se no Arquivo X já tinha esse conceito, mas tem um conceito de que melhor maneira de você esconder a verdade é esconder em público, né? Que todo mundo fala: não, isso é público, pô, você tá no filme, tá na série. Aí você, cara: não, mas essa é a grande verdade, não é ficção, é real.
Mas eles planaram tanto na cultura que quando o cara escuta, ele: não, você tá vendo muito filme, irmão, isso aí você tá viajando, tá lendo muita história. Então, Vilela, eu tô com esse, esse alerta ligado da possibilidade de ter um ataque cibernético global que talvez seja proposital, feito por seres humanos, mas esse ataque na verdade vai ser colocado na culpa na inteligência artificial. Então a inteligência artificial pode virar o bode expiatório perfeito para o sistema global ser resetado, literalmente, com essa ideia de cair a internet e na hora de voltar eles terem que mudar o sistema para um sistema na linha daquilo que a gente entende que é a 4ª Revolução Industrial, né, que é a substituição do dinheiro físico pelo dinheiro digital, substituição do trabalho humano pelo trabalho das máquinas, e assim sucessivamente.
Então é uma, é um cenário que tá se colocando aí nesse momento. Eu acho que é bom a gente ficar alerta. Então, Vilela, num mundo como esse desse, em que tá sendo previsto que daqui a algum tempo, um ano ou dois anos, a inteligência artificial com esses enxames de agentes já tem capacidade de derrubar a internet. Um agente malicioso humano pode derrubar a internet, falar que foi inteligência artificial, claro, acabou. Você tem um álibi perfeito, né, para fazer isso.
Eu tô até vendo isso daí.
É, então isso é preocupante. Teve, a gente teve aquela série Dia Zero também com Robert De Niro, né? Que foi muito interessante também. Deu um pico de energia, deu um pico de energia.
Só a gente falar nessas coisas, você viu?
É, caiu, caiu a conexão.
Estamos no gerador, estamos preparados aqui, a gente tem resistência, né? Gerador, energia solar, tem o Homer que também conserta as coisas na hora, na hora, né? Homer MacGyver, é o MacGyver. Não é da sua época o MacGyver, né?
Claro, com chiclete, chiclete, um canivete, ele fazia o avião, né, cara?
Com saliva e um pouco de jeito você chega no bolso do sujeito, né? Eu ia falar outra coisa.
O MacGruber, lembra do MacGruber que era do SNL?
Saturday Night Live? Ah, ele zoava o MacGyver.
É, ele tava todo mundo preso de uma bomba, ele: não, relaxa, tem uma presilha, não sei o quê, eu vou fazer isso. Ele sempre explodia o negócio. Simplesmente eu vou pegar uma corda e Magoa.
Você lembra daquele episódio que o MacGyver tava na ilha deserta? Aí, sério? Não, isso aí é piada.
Ah, tá, porque eu já ia na minha memória tentar lembrar.
Ele estragou.
Ele tá na ilha deserta, ele fala: e agora, como é que eu vou sair dessa ilha? Aí ele tava na floresta.
Não vai contar sua piada de novo do bote?
É do bote.
Ah, você já contou aqui?
Não, se falar de MacGyver, eu tenho que contar para quem não ouviu, né?
Então fala.
Não, é simples. Aí ele viu uma cobra, aí ele esperou a cobra dar o bote, ele pegou o bote, foi embora daí. O bigode não conhece essa piada. Segundo ele tiver, a gente tem que contar para ele. Ele não vai entender, vai entender, mas tudo bem.
A gente tá pagando tudo aí, gente.
A gente tava pagando aqui para economizar.
Ah, vocês estão pagando?
Foi falar de ataque cibernético aí, de cadeia de eletricidade, já.
Mas a gente é muito dependente, né, cara, da eletricidade hoje em dia, da internet.
Por exemplo, a gente teve o evento Carrington. Depois vou até pedir para você dar um, ver a data. Acho que é 1853.
A gente tá falando aqui tranquilamente, sim, mas amanhã, na teoria, vai parar de ter remoto, final de Copa do Mundo, para ver o julgamento lá no STF.
Já tem horário?
Já, já é 10 horas da manhã, se não me engano, começa.
É só para citar aqui que você pediu, né, o evento evento Carrington foi em 1859, que foi aquele evento que teve uma tempestade solar que derrubou os circuitos que tinham na época, que eram poucos, né? Por exemplo, tinha gente que tava trabalhando em coisas que estavam conectadas à eletricidade, tomaram choque, alguns sistemas de telégrafo caíram, né? Agora você imagina hoje, cara. Hoje seria Mad Max, seria o caos total. Porque a gente não sabe viver sem a eletricidade, a tecnologia.
Pessoal tá perguntando qual é o nome, você viu aqui, né? Qual é o nome do livro que você falou, do autor que fala sobre como se proteger no possível apagão no mundo?
Eu falei?
É, então você falou ou não? O cara tá viajando.
Como se proteger?
É, qual o nome do livro do autor que fala sobre como se proteger no possível apagão no mundo? Acho que era mais—
eu falei aqui nesse programa hoje, eu falei em outra live, não dá para saber, né? Cara, se proteger de um apagão no mundo, é, cara, não sei, você me pegou. Agora a gente tem o Relocação Estratégica, que é do Joe Skousen, que é um livro interessante, só tem em inglês. Eu citei aqui o COVID-19, o Grande Reset, mas não vai nessa linha. Será que eu citei isso em outra live?
No nível da sua piada aqui, ó, aqui a gente prefere pegar a onça pintada porque ela só pintada no Os caras tentando adaptar a piada para outras coisas. Se é de trocadilho, também sei, né?
Dando uma zoadinha, né?
É, os caras estão falando sobre desligamento de tudo. Tem um filme, Fuga de Los Angeles, pô, Escape from L.A., que é o—
e tem um Fuga de Nova York também, que é o Kurt Russell.
E eles estão sugerindo o canal do Sobrevivencialista.
Não, claro, lógico, Júlio Lobo e por aí vai. A galera manja muito. A gente teve o Luciano Tigre aí também com a gente que manja também. Então tem assuntos bem legais sobre isso. Agora, relocação estratégica é um estudo muito interessante, inclusive lá na Arca. O que que eu fiz, Vilela? O Joe Scausi, que é esse especialista em segurança, ele escreveu o livro, só eu só conheço em inglês, Strategic Relocation: North American Guide to Safe Places, ou seja, Relocação Estratégica: Um Guia Norte-Americano para Locais Seguros.
Ou seja, como é um guia norte-americano, ele vai falar como você monta locais seguros para você se proteger num caos desse nos Estados Unidos. Ele vai analisar cada um dos 50 estados norte-americanos. Aí, que que eu fiz, Vilela? Eu peguei esse conceito do livro e adaptei para o Brasil, para todos os estados brasileiros, e deu um livro de 330 páginas. Só que é um e-book que só tem exclusivo dentro da Arca. Eu deixo ali só como recurso para quem assina a Arca, né?
Eu poderia pegar esse livro, publicar e tal, mas eu preferi deixar ali quietinho. É um estudo interessante para caramba, porque o cara me pergunta assim: Daniel, eu sou de Roraima, onde que é o lugar bom aqui? Eu falo: meu irmão, não sei, mas eu pesquisei, no livro tem, dá uma olhada no livro, né? Então é muito interessante você fazer essa adaptação. Esse livro, esse livro é legal porque ele quebra alguns paradigmas. Por exemplo, lugar onde tem mais brasileiro do Brasil, se eu não tô enganado, é na Flórida.
A Flórida recebeu nota zero de local seguro para você tá no momento de caos, porque ela tem ali vários dos pontos negativos. Primeiro, muitas bases militares. Isso significa que é um alvo prioritário para ser atacado. A Flórida é uma península. Na condição de península, ela tem poucas vias para você sair dali. É claro que você fala, mas tem o mar. O mar nesse conceito, ele é um obstáculo geográfico. A não ser que você tenha um barco grande e veloz, ou um helicóptero pessoal, ou uma aeronave pessoal.
Se você não tem um barco grande e veloz, uma aeronave própria, um helicóptero próprio, o mar é um obstáculo para você sair dali, né? Então é um obstáculo geográfico. A Flórida, além disso, ela tem um clima quente e úmido, o que é muito ruim de você ficar sem eletricidade, para você dormir num calor úmido ano, não só pelo incômodo do calor, mas também pelos insetos. E além disso, a Flórida também ela tem uma geografia muito plana, você não tem montanhas para você se esconder ou se refugiar, né?
Então a Flórida, dos 50 estados americanos, só 2 tiraram nota zero em locais seguros: a Flórida e o Havaí. Porque você pensa, pô, o Havaí é uma ilha, deveria ser um local seguro. Mas o Havaí não é autossuficiente, o Havaí precisa de importar, por exemplo, comida. Comida. Se você não tem comida chegando, vira o Mad Max também, total, porque tá isolada, né? É um problema nesse sentido, é um problema, né? Aí você fala, rapaz, mas Nova Zelândia não é a ilha?
São ilhas também, mas é ela ter tamanho da ilha, né? É grande para caramba. Você pôr Austrália, é uma ilha, né? É ilha continente, né? Mas eles têm autossuficiência de comida, né? Não precisam importar comida. Esse que é o problema, é o quanto você é autossuficiente ali. Então, é, a Flórida e o Havaí, no sentido de local seguro, não pontuam bem. Mas é claro que o Joe Skousen, ele diz, olha, a Flórida tirou zero, mas se você quer, apesar disso, montar um lugar seguro na Flórida, ele indica os melhores lugares.
Ele fala, ó, coloca aqui porque aqui você vai estar perto da Interestadual, que você vai subir para Geórgia, Fica mais perto de você escapar. Ou então essa região um pouquinho mais elevada, se tiver uma enchente generalizada você tá um pouco mais protegido. Tem que tomar cuidado com os pântanos, né, tem muito pântano ali nos Everglades principalmente. Então é um estudo bem interessante, bem interessante. Já que eu tô tentando responder essa pergunta de qual é o livro que você falou para se proteger do Grande Reset, né, eu que eu me lembro não citei nenhum hoje que fala sobre isso. Mano, isso foi pergunta, né?
Não, eu vi aqui um cara meio que perguntando, me pedindo uma dica, né? Mas tem perguntas aí, separou uma pergunta boa, né? Olha, não piadas, 88, é Michael Douglas correndo para cachorro.
Ó, o José Ueda, ele mandou aqui, ó: pergunta aí se eles se lembram do que o Musk falou quando a Janja mandou ele se se ferrar. Se ele falou alguma coisa em relação a isso, você se lembra?
Eu não me lembro também não, nem lembro o que ele respondeu, nem sabia que ele tem.
Ela mandou ele catar coquinha, ele não lembra o que que ele falou não.
Eles queriam saber se ele respondeu alguma coisa.
Então vamos lá, faz o Elon. Foi isso que ele respondeu, faz o Elon.
Wallison Rodrigues, ele mandou aqui, ó, uma pergunta: se um dia a IA criar uma consciência, existe alguma possibilidade de percebermos que isso estaria acontecendo?
É, a gente meio que já falou, né?
A ideia é esperto o suficiente, ela não vai perceber tarde demais, cara, quando ela tiver já o controle do sistema de defesa, sistema bélico, para que a gente não tenha meios para desligá-la e aniquilá-la.
Aí tem a pergunta aqui Pergunta do Caio Mendes, né? Quando você fala que Trump e Elon poderia hackear o Brasil, você está falando de um ataque de verdade ou uma influência muito maior usando uma tecnologia sobre a eleição, né?
Tá falando, é, provavelmente é a preocupação de que recursos tecnológicos sejam usados não só para mudar os números de quem ganhou, quem não ganhou. Se você derruba a eletricidade, a internet no dia da eleição, você ferrou tudo. Tudo, pô. Num país, imagina, começa a cair o sistema todo, começa a faltar luz. Isso, isso já foi feito em 2013. A Rússia fez contra a Ucrânia. A Ucrânia tava lá feliz da vida, de repente caiu o sistema elétrico todo através de um ataque hacker.
Você não explodiu com míssil a central elétrica, os caras fizeram um ataque e o negócio desligou tudo. Mais de, sei lá, milhares de pessoas ficaram de luz durante 8 horas, sei lá.
Pois é.
O Renato Vieira, ele perguntou se o Brasil hoje teria alguma estrutura para se defender de um ataque cibernético pesado vindo de uma potência como os Estados Unidos.
Então, na verdade, se você for pegar uma inteligência artificial mais avançada, tipo Claude Mythos 5, ninguém tem capacidade disso, nem o Brasil, porque você tem a inteligência artificial de alta capacidade, ela favorece muito o ataque de dia dia zero. Por isso que o nome da série é Dia Zero. Que que o ataque de dia zero é? Você ser atacado numa vulnerabilidade que você nem sabia que existia. Então não tem como você se proteger de um ataque dia zero, porque é por definição é um ataque que acessa uma fragilidade que até então era desconhecida.
Então nenhum país no mundo tá preparado para o que a inteligência artificial pode fazer em termos de ataque cibernético.
Aí o Bruno Tavares, ele perguntou aqui qual seria a capacidade do caso o Elon Musk atacasse o Brasil?
Então a gente teria que, hipóteses: adiar as eleições. Segundo, contestar as eleições. Ah, saiu o resultado. Ah não, mas o Amapá tava sem luz, então vai ter que refazer. Não, deixa assim mesmo. Não, não tem como. Começar um grande debate jurídico, uma, uma comoção popular, um caos social. Então são muitas coisas que podem acontecer. É uma informação muito privilegiada, comprometedora, como a gente tava falando antes, Vilela, ser revelada ao público, entendeu?
Porque a gente não pode esquecer que os celulares do Daniel Boccaro foram sepericiados nos Estados Unidos e Israel. Israel tem vínculo com um dos candidatos e os Estados Unidos têm mais vínculo, curiosamente, com esse mesmo candidato. E eles poderiam usar informações privilegiadas que que eles encontraram nesses aparelhos de forma seletiva para favorecer um ou outro, né? Que esse que é, esse que é o grande argumento que tá sendo debatido também, que as informações foram levadas a público, elas foram levadas uma parte, e isso acaba atrapalhando um lado e favorecendo o outro.
A pergunta do Marcelo Duarte, ela tem a ver um pouco com isso, que ele perguntou Até onde um país consegue ser soberano se praticamente toda a tecnologia que eles usam vem de empresas estrangeiras?
Não tem como. Então assim, a gente fala, a soberania brasileira nunca teve, nunca houve, né? A gente sempre teve debaixo da zona de influência de uma potência, desde o descobrimento até hoje. É muito mais agora com essa doutrina Monroe 2.0, ou Don't Row, né? Então Como é que é o nome do rapaz aí?
Foi o Marcelo Duarte.
Marcelo Duarte. Marcelo, vou dar um exemplo aqui, não sei se a galera tá acompanhando, não sei se você viu isso, Vidal, mas o Javier Milei, presidente argentino, ele tá querendo repetir o que já foi feito, acho que pelo— depois você descobre para mim quem que foi o presidente argentino que iniciou a Guerra das Malvinas, acho que foi Não sei, não me lembro. Ele tá querendo fazer um revival da Guerra das Malvinas, é querendo contestar o controle britânico sobre as Malvinas, né?
Por que que eu tô citando isso? Se a gente volta à Guerra das Malvinas, a gente tem algo exatamente nesse sentido que o rapaz perguntou aí.
Foi o Leopoldo Galtieri.
Galtieri, beleza. O que que aconteceu nessa época? O presidente tava com uma baixa popularidade, E ele decidiu insuflar ali o ufanismo, o nacionalismo, inventando essa guerra contra os britânicos. E até que no início, se você for analisar a história da Guerra das Malvinas, ou daquilo que os britânicos chamam de Falklands, essa— e é um negócio meio absurdo, né, Vilela, que você tem a Inglaterra lá no norte do planeta E aí você tem a Inglaterra dona de uma ilha que é do lado da Argentina.
Você fala, pô, isso é meio sacanagem isso, né? É maldade. Mas tudo bem, né? Quem pode, pode, né?
Tem Portugal também para tudo quanto é lado.
Também, pô. Timor-Leste, acho que tem. Não sei se o Timor-Leste ainda tem uma influência portuguesa, mas o pessoal fala português lá no meio da Indonésia.
Tem Macau lá, né? Que é da China, né?
Os cara fala português.
Cara, é muito louco, né? Tá na China e tá as placas em português.
É doideira. Ou no Japão também. No Japão tem muita coisa, também tem, tem também, porque os jesuítas que chegaram. Você viu na China, você viu placa em português? Não, em Macau você viu mesmo, tem até hoje.
Tem gente que fala português, mas placa em toda, surreal, todo lugar tem placa em português.
Tá doideira, né?
E tem aquelas ruínas assim de coisas que lembra que o Brasil, né, aquela arquitetura interessante, as igrejas daqui, maneiro.
Maneiro. Você fez, chegou a fazer um vlogzinho disso lá do—
fiz, mas não publiquei, cara. Sabe quando você fica com preguiça? Eu comecei a filmar, falei, não, vou curtir mais o passeio do que ficar filmando. Mas eu vou voltar, certeza.
Maneiro. Então, olha só que malícia. Os britânicos, já sabendo que o controle britânico das Malvinas poderia ser contestado pelos argentinos, os britânicos passaram vários dos equipamentos bélicos que a Argentina usa para eles, venderam boa parte dos equipamentos bélicos argentinos, tinham sido comprados da Inglaterra. E aí alguns analistas dizem que quando os argentinos foram lutar ali contra os britânicos, os britânicos já conheciam os equipamentos todos e até conseguiram desligar à distância alguns equipamentos.
Então isso é uma preocupação que acontece hoje, por exemplo, com carro chinês, tá se espalhando pelo mundo. Vai que eles apertam o botão, desliga o carro, eles conseguem, né, gerar um caos no país. Os carros da Tesla, a gente viu no filme O Mundo Depois de Nós, apesar de ser uma ficção, não é de todo absurdo. Os carros ficam loucos, vai um batendo no outro, aí interrompeu o trânsito na ponte, né?
Isso dá medo mesmo, é surreal.
Você pode apertar um botão, vou dar um exemplo que não é de carro, mas é de tecnologia. A gente sabe que a China é um país muito controlado, não poderia deixar de ser, né? Porque para você administrar 1 bilhão e meio de pessoas, você tem que ter algum sistema bom de controle, né? Senão essas 1 bilhão e meio de pessoas se levanta contra o governo e destrói o governo, né? Então tem que ter algum sistema muito bem controladinho. E aí começaram a haver, na época da pandemia, protestos na China, o povo pedindo para acabar com lockdown e abrir as fábricas, abrir o E aí o que que aconteceu?
Esses protestos que tava acontecendo na China, o pessoal não usava aplicativo de mensagem porque isso daria o rastro para polícia identificar quem tava organizando o evento. Então o que que eles começaram a fazer? Eles começaram a usar o airdrop. Então eles mandavam por airdrop para as pessoas, ó, o protesto hoje vai ser no lugar tal, no horário tal. No airdrop você não tem o rastreio de quem que mandou.
Ah tá, entendeu?
Então você tem uma quebra da linha de sucessão da mensagem, você não acha o líder do movimento para prender. E aí o que aconteceu? A China pediu para o Tim Cook, pediu para Apple desligar o serviço de AirDrop na China para atrapalhar os movimentos. Então olha que maluquice isso, né? Então é exatamente isso que foi perguntado: não tem como você ter soberania em qualquer patamar quando a sua tecnologia toda vindo de fora, né? Então é, isso é um problema muito presente hoje.
Tem a pergunta aqui do Lucas Ferraz, ele perguntou se você acha que a gente está entrando numa época em que uma guerra pode começar sem nenhum soldado atravessar a fronteira.
Pô, a gente vai caminhar para isso, né?
Já tá, já, ou para os robôs lá mais para frente, drones. A gente tá vendo isso na Alemanha hoje. A Alemanha tá numa situação muito delicada porque várias estações elétricas alemãs estão sendo explodidas por drones. Eles estão sofrendo ataque cibernético também. Então a Alemanha tá dizendo: estamos debaixo de uma guerra híbrida com a Rússia. A Rússia tá usando desses artifícios indiretos para atacar a Alemanha. Então isso já acontece, já tá acontecendo.
Tem a pergunta aqui do Rafael Montenegro. Ele tá perguntando: hoje uma empresa privada como a do Elon Musk já tem um poder que começa a competir com os do governo?
Já, com certeza. É só o controle que o Elon Musk tem dos satélites, né, do Starlink, que já dá para ele uma capacidade de espionagem monumental. E mais o controle que ele tem da da plataforma X, o antigo Twitter, de espionagem também, faz com que Elon Musk seja não apenas um contratante de defesa, ou seja, ele presta serviços de defesa para o governo americano com a SpaceX, né, que manda os materiais bélicos da Space Force, que é a força espacial americana, manda para o espaço.
Mas ele também é um contratante de inteligência. Então o cara tem muito, mas muito, muito poder, e ele tem vários várias credenciais, né, de inteligência para ter acesso a documentos privilegiados. Muito poderoso.
Tem a pergunta aqui do Rodrigo Paes, ele tá perguntando se uma IA muito poderosa fosse usada hoje para atacar o Brasil, a gente conseguiria perceber que ele está sendo atacado ou poderia acontecer sem ninguém perceber?
Vieram com helicóptero, com avião, a gente não consegue se defender. Se os cara vier de barco, a gente, de navio, a gente não consegue.
Mas ele tá falando de não só defender, perceber.
Ah, pô, já pode estar acontecendo também, pode ter um monte de gatilho. A gente descobriu que a gente foi hackeado durante muito tempo, né?
A Dilma foi hackeada pelos Estados Unidos, até o email dela, né? Isso gerou até uma crise diplomática na época com não só o Obama, que era o presidente, mas com Biden, que naquela época era vice, né? Então, cara, se naquela época a gente já tava cheio de gatilho aí nas comunicações governamentais, imagina como é que isso tá hoje em 2026 com a capacidade capacidade cibernética que os americanos têm, maior polo tecnológico do planeta Terra.
Aí tem uma pergunta aqui também do Leonardo Campos, né? Ele perguntou o que seria mais preocupante, uma guerra tradicional ou alguém conseguir controlar informação, inflação, dinheiro, comunicação de milhões de pessoas?
Cara, na verdade, eu gostaria até de propor uma reflexão, que é o seguinte: os caras estão falando que a inteligência artificial ela pode nos matar atacar com vírus ou jogando mísseis na gente. Mas se a inteligência artificial realmente atingir a superinteligência, a gente nem imagina os meios pelos quais eles vão poder tentar nos destruir. Então a gente tem que começar a imaginar cenários de perigo, destruição que nunca foram cogitados.
Então é esse tipo de controle, né, controlar inflação, finanças e tal, ou opinião pública, ou a mentalidade ou atenção humana, isso já é um poder enorme. Agora, a inteligência artificial pode criar meios nunca antes imaginados de dominação e controle. Então é para esse mundo estranho que a gente tá indo. Talvez nós já estejamos hoje debaixo de sistemas de influência e manipulação originados pela inteligência artificial que a gente nem conseguiu perceber ainda, porque a gente nem cogitou essa hipótese.
Tem uma pergunta aqui do Vitor Hugo. Ele perguntou se amanhã os bancos, internet, energia, sistemas do governo começassem a cair ao mesmo tempo, quanto tempo você acha que levaria para virar um caos aqui no Brasil?
São 3 dias. O caos, ele começa em 3 dias. É, no primeiro dia o cara fala assim, amanhã volta. No segundo dia ele fala, pô, acho que eu vou ali no mercado comprar uns negócios. E aí ele chega no mercado e vê que já não tem mais nada, que a galera se antecipou. Ele fala, acho melhor eu sair da cidade. Quando ele vai sair, tá tudo engarrafado. Isso no terceiro dia já começa o caos. Eu calculo no terceiro dia, um pouco assim, é bem rápido, é bem rápido, porque num cenário sem eletricidade, daí para barbárie, aí já começa.
Eu não tenho, vou pegar do meu vizinho.
Terceiro dia já começa, já começa, né? Já começa, porque no segundo dia o cara vai no mercado ver que não tem comida. Aí no terceiro ele já começa a pedir para o vizinho, vizinho vai falar não, começa já saque, já é caos completo, é Mad Max, galera pegando coisa em loja e farmácia. O filme O Mundo Depois de Nós, apesar de ser ficção, é importante lembrar quanto tempo se passa ali, são dias. Eu acho que tem uns 3 dias, eu acho, se eu não tô enganado, que tem o primeiro, lembra que o quadro vai mudando, um quadro na parede que mostra o mar começa com mar calmo e o mar vai ficando revolto.
Eu acho que isso vai acontecendo na sucessão do segundo para o terceiro dia, se eu não tô enganado. Depois aí quem pudesse, puder me corrigir aí, por gentileza.
Pergunta do Caio Valença, ele perguntou qual é o limite entre a liberdade de expressão na internet e uma plataforma estrangeira interferindo diretamente na política de um país?
Qual o limite Cara, eu não sei se eu entendi bem a pergunta, mas assim, dentro desse raciocínio que a gente tá montando, não tem limite. Os limites que nós imaginamos, eles já são automaticamente cancelados se você tem uma máquina que é super inteligente, né, que ultrapassa a soma da inteligência de todos os seres humanos. Então é um mundo desconhecido, por isso que ele se chama chama de um mundo da singularidade, que é uma coisa singular porque ela nunca aconteceu antes.
E a pergunta aqui do Vitor Meirelles, ele perguntou se é possível o Brasil desenvolver alguma tecnologia própria justamente para não ficar refém de empresas como as do Musk.
É possível isso, isso chama até soberania de dados ou soberania digital, que a gente desenvolver nossa própria capacidade da gente não ter até que armazenar nossos dados em data e plataformas estrangeiras, né, para a gente poder ter o controle dos nossos dados. É, o governo atual tem essa proposta, mas eu não sei até que ponto está sendo implementado, se tem até recurso para isso, ou parceria público-privada, investimento, investimento do setor privado. Eu não tô, não tô ciente, mas existe esse desejo, existe esse projeto.
Aqui foi.
E aí, é isso aí, cara. Tempo vai dizer se a gente vai ser hackeado ou não. Vamos esperar aí, vamos ver qual é.
Hoje rendeu, né? Rendeu nos dois papos aí.
A gente, pô, rapaz, é agora que eu lembrei que já é a segunda rodada.
Por isso que a gente tá cansado, porque a gente falou para caramba lá no Sacanagem.
Eu ia falar que o olho tá até piscando, mas aí o Rômulo já ia pensar outra coisa, né? Então esquece, já ia achar que era outro tipo de piscada, né?
Pois é, né?
Mas se o olhinho tá ardendo, aí você fala, pô, tá ardendo.
Pois é, vamos, vamos fazer uma oração depois. Então vamos aos recados agora, agradecer todo mundo que teve aqui com a gente. Que mais?
Bom, agradecer demais você que chegou no final desse papo, né? Se você ainda não deixou o like, tá panguando, então deixa o like aí, se inscreva no canal, torne-se membro, compartilha essa live que teve muita informação aí com toda essa patotinha. Agradecer também os nossos patrocinadores, a Airbnb e também a Neres, né, que tá patrocinando o episódio de hoje. E bom, para você provar que você chegou ao final desse papo aí, cara, coloca aí: trem é trem, trem é trem.
Os cara falaram que como que chamava o trem antes, como que eles chamam, eles chamam de trem, mas quando não existia trem. Mas aí eu não vi, né?
Aí é uma pergunta que não tem resposta. Deus é capaz de criar uma pedra tão grande que não pode transportar. Aí você fala: pô, irmão, é uma pegadinha, né?
Outra coisa, recados aí.
Bora, Arca. Arca, a gente tá tendo conversas muito interessantes ali porque as coisas mais de bastidores que a gente não pode, não convém revelar abertamente na internet, a gente tá revelando lá coisas bem legais. Eu tenho trazido também estratégias para você proteger seu patrimônio, é ter uma renda extra, né, conseguir Nesse cenário aí de dificuldade financeira conseguir dar a volta por cima. Então é a Arca. E também acompanhar as lives no canal do Enop, se você desejar.
A gente tá ali de segunda a sexta ao meio-dia acompanhando tudo que tá acontecendo. E amanhã é um dia importante, né, Vilela? A gente vai ter essa decisão ali, ou não, a gente não sabe se alguém vai pedir vista, né? Mas temos algo importante programado para acontecer na Corte Suprema amanhã. Vamos ver o que que vai rolar, pode definir aí muitas coisas.
Infelizmente tem uma chance de não acontecer nada, né?
Assim, a maior chance sempre não acontecer nada, né? Então se acontecer algo, já vai ser legal.
Pois é, é isso. Então vamos para oração. Agradecer demais a vocês. Escrevam treina, treina, treina, treina nos comentários. E fiquem com a oração agora do Daniel.
Senhor Deus, nós te agradecemos, Pai, por essa conversa, esse momento aqui hoje. Eu glorifico a ti, Pai, por nós termos a possibilidade de conversar com com muitas pessoas e passarmos aqui algum tipo de orientação, algum tipo de esclarecimento, algum tipo de dica, Pai. Por isso, nessa noite, Pai, nós te pedimos em nome de Jesus: venha com teu Espírito Santo nos convencer do pecado, da justiça e do juízo. Lava-nos com água da tua palavra, purifica-nos com fogo do teu Espírito, porque assim como a corça anseia por águas, nós ansiamos ardentemente pela revelação da tua palavra.
Nós temos vistos, Pai, nós temos visto no noticiário É informação de que a população brasileira tá em 82% endividada, 50% da população brasileira com conta atrasada. Temos visto aí notícias de grandes empresas pedindo recuperação judicial. Nós pedimos, Pai, tenha misericórdia do Brasil, livra-nos, ó Deus, desse caos, dessa confusão. Eu te peço, abençoa, Pai, os empregos, o trabalho, dê saúde, Pai, para o povo brasileiro trabalhar.
Livra o povo brasileiro, Pai, de toda essa dívida, desse custo de vida pesado. Dessa inflação que tem aumentado aí, dessa carestia que vem com a crise lá no Oriente Médio, a crise da energia. Livra-nos, ó Deus, que o Brasil, que é uma nação ali de proporções continentais, um país que tem enorme quantidade de energia, de água, um mercado interno também forte, abençoe o Brasil, Pai, que a gente não fique tão vulnerável ao cenário externo, mas que a gente possa se fortalecer internamente e estarmos em nome de Jesus espiritualmente blindados de todo esse caos que tem chegado a nós aqui e tem sido anunciado nas notícias.
Assim nós te pedimos, declaramos e decretamos em nome de Jesus. Quem crê diz amém.
Amém. Obrigado demais. Espero que você tenha uma boa semana. Não deixe se abalar com as notícias. Eu sei que as notícias não são boas aqui no Brasil, não são boas lá fora, mas a gente tem, tem algo para com certeza, para acreditar e para seguir, né?
Na verdade, velho, a Bíblia já dizia que as coisas iam ficar difíceis, mas que Deus iria salvar aqueles que se dedicam a ele. Então novidade nenhuma para quem conhece as Escrituras e quem crê na Bíblia.
Pois é, obrigado demais a vocês, fiquem com Deus, beijo no cotovelo e tchau. Que bom que vocês vieram.
As opiniões e declarações feitas pelos entrevistados do Inteligência Limitada são de exclusiva responsabilidade deles e não refletem necessariamente a posição do apresentador, da produção ou do canal. O conteúdo aqui exibido tem caráter informativo e opinativo, não sendo vinculado a qualquer compromisso com a veracidade ou exatidão das falas dos participantes. Caso você se sinta ofendido ou tenha qualquer questionamento sobre as declarações feitas neste vídeo, por favor entre em contato conosco para esclarecimentos.
Estamos abertos a avaliar e, se necessário, editar o conteúdo para garantir a precisão e o respeito a todos.
Brasil Paralelo
Aparador de pelos