1897 - CORRIDA PRESIDENCIAL: RONALDO CAIADO
RONALDO CAIADO é professor, médico ortopedista e candidato à presidência da República. Ele vai bater um papo sobre sua carreira, sua candidatura e seus projetos para, caso seja eleito, deixar o Brasil um lugar supimpa. O Vilela já tem passaporte português em caso de emergência.O Estratégia Concursos disponibilizou um mapa interativo, com todos os concursos abertos, previstos e autorizados em todo o país. Acesse o link para conhecer o Mapa dos Concursos e encontrar o concurso mais próximo de você. https://estr.at/4vWKPcSOperação Lucro 2x: Acompanhe a live no dia 11/08, às 20h, e acompanhe o plano por trás do crescimento do G4 e Grupo Primo. https://on.g40.co/Inteligencia_Kim-Kataguiri_Arthur-do-ValSiga o instagram da EMBALIXO - https://www.instagram.com/embalixo.
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Olá, terráqueos, como é que vocês estão? Eu sou Rogério Vilela, tá começando mais um Inteligência Limitada, o programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala. Sempre trago pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais presidenciável do que amigo que é sua. Você nunca será presidente, eu também. Sabe por quê? Não, que a gente não tem a moral, cara. Pois é, rapaz, tem que ter muito, tem que aguentar muita coisa.
É verdade.
Você vê que os caras são atacados todo dia na mídia. Pois é, rapaz, os caras vão revistar sua vida. Imagina se fossem vasculhar a tua vida, cara. Rapaz, eu que não preciso vasculhar muito já sei de umas coisas aí.
Você sabe todos os meus pontos.
Eu sei o que você faz de madrugada, vai até a geladeira, eu sei o que você pega lá.
Pois é, olha que eu tô mudando de vida, hein, rapaz.
Tá mudando mesmo? E o pessoal que quer mudar de vida e tá em casa agora, que que vocês fazem?
Bom, já começa já deixando o seu like, se inscrevendo no canal, torne-se membro, compartilha esse vídeo maravilhoso com toda a sua patotinha e mandem perguntas. Muito importante a participação de vocês.
Sim, do meio para o final a gente vai, vai, é só perguntas do chat, mas pergunta boa também, né? Não adianta mandar manda um salve para aqui, para lá.
Tem gente querendo fazer propaganda.
Fala a cidade interior de Goiás, bem de interior assim.
Nova Crichás.
Manda salve para Nova Crichás.
Não adianta, né? Tem que mandar pergunta.
Manda pergunta e pergunta boa, hein, pessoal.
Tá certo, então já manda pergunta. Deixa eu perguntar uma coisa para vocês antes de começar esse papo aqui. Alguém já pensou em emprestar concurso público, mas ficou paralisado sem saber qual escolher? É mais comum do que parece. A pessoa acorda um dia decidida assim, ó: quero mudar minha vida, quero estabilidade, quero salário decente. Aí abre o navegador, olha 20 editais diferentes ao mesmo tempo e trava. Concurso federal, estadual, municipal, tribunal, polícia, banco, cargo de nível médio, nível superior, cada um pede um tipo de estudo.
Você sabe bem como que funciona as coisas, cada um tem uma banca diferente, cada um tem seu jeito de cobrar. Ó, no meio de tanta opção, a decisão fica travada e o tempo vai passando. Bom, se você tá nesse ponto de indefinição, assim como muita gente, o nosso parceiro Estratégia Concursos, que é líder em aprovações do Brasil, criou uma ferramenta gratuita para te ajudar a decidir de forma inteligente. Chama Mapa dos Concursos, não é, Homer?
É isso aí, é basicamente um mapa vivo, né, do Brasil inteiro, com todos os concursos abertos, previstos e autorizados, do federal ao principal do norte ao sul. Você entra, filtra por estado, por área, por nível de escolaridade, e o mapa te mostra o que combina com o teu perfil. Em vez de ficar trocando de aba 20 vezes olhando edital solto, você vê o cenário completo em um lugar só e decide sabendo o que tem, onde tem e quando tem.
Acesse o link que tá na descrição, já tá na descrição, ou QR code na tela, hein?
Tá na tela mesmo?
Tá na tela.
Então tá certo, confiar. Então vai conhecer o mapa dos concursos e encontrar o concurso mais próximo de vocês.
Beleza?
Posso dar mais um recado, pessoal? Olha o seguinte, ó, esse recado é para quem tem empresa. Todo empresário foca em faturar mais, mas para onde vai o lucro depois que entra no caixa? O CNPJ rala, mas o CPF não cresce porque a maioria não sabe transformar caixa em patrimônio. Para resolver isso, G4 e Grupo Primo se uniram e vão lançar o Lucro 2x. De um lado é o— não, não, é o Lucro 2x. Eu sempre falo errado, é o Lucro 2x. Então Marca aí, lucro 2x. De um lado, Thales Alfredo e Nardô Congestão... Nardon Congestão.
Fica bom, hein?
Vou falar isso pro Nardon, cara. Nardon tem uma congestão. Então, de um lado tem Thiago Nigro e Bruno Perilli com alocação de capital e do outro, os 3 que já são fera aí do G4. E olha o timing, do dia 11 de agosto às 20h, também conhecido como 20h, eles realizam uma live no YouTube para entregar o plano exato para multiplicar o seu lucro e quem estiver ao vivo terá acesso oferta e bônus exclusivos, mas só daquele momento. Então não perca, coloca na sua agenda já.
Quer ver o resultado da empresa refletir no seu bolso? Então aproveita a oportunidade, escaneia o QR code que tá na tela ou clica no link na descrição para se inscrever para essa live, que vai ser um encontro só G4 para quem quer mais, muito mais.
É isso.
E para finalizar, eu vou ter um presentão aqui para o caiado e vou falar com você, meu caro consumidor. Não sei se você sabia dessa, Mas existem sacos de lixo feitos com plásticos retirados do mar. Isso mesmo, você sabia disso? A gente ficou sabendo aqui quando— eu fiquei sabendo aqui quando Embalixo falou com a gente, viu? Ó, a linha Embalixo Oceano nasceu para dar um novo destino a materiais que infelizmente foram descartados de forma incorreta e acabaram poluindo rios e oceanos.
Sabe aquele plástico que muita gente esquece na praia? Se você é um cara desse, desinscreve do canal. Ou muda de vida, porque você não vale nada. Então, sabe aqueles, o pessoal deixa depois de uma praia, depois de um dia de sol? Então, e você tem que ajudar. A André também tem que me ajudar, né? Todo mundo tem que me ajudar aí, né? O pessoal não me ajuda também, você sabe, a galera não me ajuda. Vocês vão me ajudar? A André falou que vai me ajudar. Eu já vou dar o presente aqui para o Caiado enquanto ela me ajuda aqui.
Olha aí, ó. EmbaLixo.
Você também, ó, o pessoal, assim como você, Caio, que eu sei que você é preocupado com a natureza também, ó, o pessoal também, além de cuidar da casa também, você pode ajudar. Você também contribui com uma iniciativa que apoia o Instituto Argonauta, parceiro em diversas ações de limpeza de praias ao lado do famoso Projeto Tamar. Ou seja, sua limpeza rende ponto extra com o meio ambiente. Então já sabe, na hora de fazer suas compras no mercado, escolhe EmbaLixo e não aceite paralelos.
Eu, hein, tô vendo você aí usando aqui, querendo usar aquela sacolinha que vem no mercado, tá ligado? Ao invés do saco da Embalixo. Facilite sua vida, hein, com ela, porque saco de lixo tem nome, Embalixo. Juntos por um oceano mais limpo. Gostou do presente?
Adorei o presente, adorei.
Então também tem link na descrição, QR code na tela, certo?
É isso aí.
Então vamos para o papo aqui, Ronaldo Caiado.
Mas antes eu quero também, calma, calma, deixa eu te apresentar Ronaldo Caiado, né?
A gente aqui, a Fabi e a Andréia, que são as nossas meninas aqui que ficam fazendo contato com todo mundo, tiveram trabalho com a sua equipe aí para marcar essa entrevista. Então era para ele vir como pré-candidato, tá vindo como candidato, mas a gente faz de conta que é pré-candidato ainda, porque vai vir de novo, não vai? Tá marcado esse compromisso?
Confirmado.
Então, Ronaldo Gaiado, pela primeira vez aqui no Inteligência, seja bem-vindo. Eu gostaria que você se apresentasse para o povo que não te conhece, e eu quero o meu presente inútil.
Tá certo. Bom, primeiro lugar, é uma honra enorme poder estar aqui com você, Vilela, porque é uma oportunidade de falar com milhões de pessoas que vão me assistir hoje, provavelmente pela primeira vez. Sim. Bom, a minha formação, eu sou médico, sou cirurgião, me especializei, fiz minha formação no Rio de Janeiro e de lá Daí eu fui para a França fazer pós-graduação em cirurgia da coluna vertebral. Em relação aos traumas, aos tumores, também processos infecciosos, deformidades, enfim, fui me especializar dentro dessa área.
Isso é um caso interessante que depois a gente pode até conversar no decorrer do seu programa, porque que eu fiz essa opção dentro da ortopedia me especializar nessa área. E sou uma pessoa que tem origem, também tem muita ligação com o setor rural. Sou casado, com 4 filhos, minha mulher baiana e ao mesmo tempo tem uma ligação muito forte também com o setor rural e vem de uma família que participa da política. E aos meus 39 anos eu já comecei às avessas.
Por quê? Comecei candidato à presidência da República, era o mais jovem do país.
Com quantos anos?
39 anos de idade.
Qual é o mínimo para poder ser?
36. E aí entrei como candidato à presidência da República e a partir dali aí eu criei juízo e realmente fui, aí eu fiz minha carreira como deputado federal. Como senador da República e agora encerro o meu segundo mandato de governador do estado. Agora, já tendo passado e com toda essa experiência vivida, eu posso dizer que eu coloquei o meu nome e tenho uma honra enorme de ser aí o primeiro candidato à presidência da República pelo PSD, que realmente apresentou ao país uma alternativa a essa polarização no Brasil que vem de uma certa maneira levando só a brigas inúteis e agressões entre as pessoas, criando essa cisânia familiar dentro de família, amigos.
É verdade. O que você trouxe para a gente de presente?
Olha, eu tô esperando para você duas coisas. Primeiro, como eu governei Goiás por 7 anos e 3 meses, 2 mandatos, eu trouxe para você aqui vários dados. Qualquer dado que você mandar, algum dado para você, aí tá tudo aí. Então, em casa, dados, tem 6 faces, tá certo?
Então, que você, 1,3% na pobreza, o que que é isso?
É isso aí, é exatamente diminuir esse tanto de pessoas, 1 milhão e 300 mil pessoas na pobreza. Eu não tenho como conferir esses dados, pessoal pode conferir tudo aí, são oficiais, tá certo?
4.500 casas entregues.
Entrega a custo zero, a custo zero. Não são casas que a pessoa recebe parcela para pagar, é diferente. Essa aí eu entrego a chave e a escritura, é dela, para as pessoas que estão na extrema pobreza ou vítimas ali de agressão de marido covarde ou de companheiro que agride as mulheres, tá certo?
Ou senão, bilhões investidos em 2 anos.
Isso aí, é isso aí, de investimento em rodovia, estrutura de infraestrutura na parte do Estado. Isso aí são os dados.
18.400 vidas preservadas em 5 anos, o que quer dizer isso?
Isso quer dizer que toda a nossa política de chamado mortes evitáveis, quando você não tem hospitais próximos, a pessoa não morre pelo problema que ela teve. Às vezes ela teve um infarto, mas teve que andar 500 km para chegar na UTI. Então são mortes evitáveis que você consegue com a regionalização da saúde, Vilela, eu coloquei os hospitais mais próximos. Antigamente você tinha que deslocar 600 km de um extremo do estado até chegar em Goiânia, onde se tinha leito de UTI.
Então eu montei hospitais regionais para que pudesse atender as pessoas em distâncias equivalentes.
A gente vai falar um pouco de tudo isso aqui. Tem menos 100% roubo a banco, não teve mais roubo a banco?
Nunca teve. Depois que eu entrei Nunca teve um roubo a banco, nunca teve um roubo a carro forte, nunca teve um sequestro, nunca teve um negócio da graça.
90% roubos a pedestres. Pô, vem aqui para São Paulo, aqui o negócio tá brabo. Agora tem um aqui assim, só um vídeo no celular do Vôrcaro. O que que é isso aqui?
Sem nenhum vídeo. Não existe isso.
Só tem coisa boa aqui no dado, assim é fácil, né, caiado?
Vamos, vamos. Agora eu trouxe uma lembrança muito especial para você.
O que que é isso daqui?
Que medo disso!
Eu nunca vi.
Olha o que que é esse negócio. Botar a água, tá certo?
Deixa eu mostrar.
Tem uma câmera aqui em cima, deixa eu mostrar para o pessoal. Deixa eu lhe falar, ó, tá vendo lá no vídeo? Ó lá, olha lá, dá para ver, dá para ver. Explica.
Então deixa eu explicar o porquê aí dessa lembrança aí para você.
Que bonito isso aqui! Minha mãe vai roubar de mim, você sabe, né?
Nossa Senhora das Graças.
Se tem a Nossa Senhora, minha mãe pega.
Nossa Senhora, eu sou, eu sou afilhado de Nossa Senhora das Graças. E eu com 11 anos de idade tive um processo infeccioso muito grave. E aí a minha tia freira foi lá e colocou uma medalhinha para mim, uma imagem de Nossa Senhora das Graças. E aquela época você passava 3 meses deitado na cama e tomando benzetacil, tá certo? Então eu trouxe essa moringuinha para você, com essa imagem de Nossa Senhora, porque é uma moringazinha que a gente bota água assim à noite, já tem o copinho, já entra aí, tá vendo?
E aí essa minha Nossa Senhora, diretor, corta para mim aqui, diretor. Aí, obrigado. Ela tem aqui todo um negócio, ela tem 65 anos que ela anda comigo. Poxa, obrigado. Então eu tirei ela, eu tirei ela do do ali do tripé, botei no meu bolso e ela me acompanha. Então é uma lembrança que eu quero trazer para você da minha querida Nossa Senhora aí, para levar cada vez mais a paz ali ao seu lar.
A gente pode começar por essa, por essa, por essa, por esse lado religioso, né, e da tua infância. Qual é tua lembrança mais antiga que você tem? Era o quê, de brincar na rua? Qual é tua lembrança Tenta lembrar onde você nasceu.
A minha infância foi bem diferente.
É, onde você nasceu?
Eu nasci na cidade de Anápolis, no interior do estado.
Como que era a infância lá?
A infância lá, eu passei uma parte da minha vida também na infância na cidade de Goiás, antiga capital do estado, tá certo? A infância nossa era totalmente diferente, né? Não é essa geração agora. Aquela época era carrinho de rolimã, Era finca.
O que é finca?
Finca é um estilete assim que você joga para ir fechando a passagem do outro que está jogando a finca também.
Na terra?
Na terra. Então você faz um triângulo, aí você vai cercando o triângulo, cada um sai por uma perna do triângulo.
Nossa, essa eu não conheço não.
É finca. Jogar peão, você jogou peão?
Peão não é da época do meu pai, mas eu peguei pipa, carrinho de rolemã.
Pipa nós chamamos de arraia em Goiânia, soltar pipa, né? Mas você já comprava o pipo feito?
Nós fazíamos com bambu, rabiola de jornal.
Exatamente.
Aí colocava cerol?
Não. Aí você botava assim uma laminazinha na ponta de cada um para fazer guerra.
Exato, para cortar o outro, né?
Aquela guerra de pipo. Aí também jogar peão.
Futebol também era bom ou não?
Péssimo de futebol.
Era o último a ser escolhido?
Péssimo, era o último a ser escolhido. Pesca, aí não era minha aptidão. Agora, também era bom para montar, na verdade, aí montar o quê? Cavalo, na verdade, a montaria.
É mesmo?
Isso é uma coisa que é muito comum na nossa, nosso estado.
Lá desde criança, criançada já monta cavalo?
Você já tem esse esporte. Nós não temos mar pela frente, nós temos ali é aquele cerrado maravilhoso de Goiás. Então você tem ali Você jogou biluque já?
Que que é isso? Aquele que encaixa aqui em cima? Já, mas não chama, tem outro nome.
Nunca deu conta de acertar também, na verdade. Então quer dizer, era essa vida de poder sair pela tarde lá, tomar banho no rio, voltar ali, ser com estilingue ali, com ali a mamona também, para ver se você acertava no alvo. Então essa era as brincadeiras, e também correr cavalo. Que era uma coisa que a gente gostava naquela idade também de fazer. Eram bons, quebrava muito, machucava de vez em quando, né?
Tinha metrolatricardia, lembra disso? Passava aquele negócio vermelho.
Aí não era, era verdade que até o cidadão escreve isso, né? Hoje em dia as pessoas não têm mais nem medo dele.
É, Bruno, dói mais com aquela raquete, fratura exposta, e falava: não, mãe, tô bem. Não precisa do Metiolate. E apanhava da mãe também naquela época, né?
Tomava chinelada. Esse cara ainda conta um caso engraçado, que na hora que passava remédio, a alma saía do corpo.
A alma saía do corpo.
Mas era uma vida assim, era outra época, era outra época que a gente vivia. E também nos finais de semana nas fazendas, enfim, era isso. Mas hoje é o que nós estamos vendo também, é uma sociedade que Tem outro tipo de demanda, são outros desafios, não é verdade? E a nossa geração, pelo menos a minha geração, foi a que mais conviveu com essa transformação mais abrupta que teve aí no decorrer desses anos. Então nós fomos nos adequando a esta realidade e sabendo como conviver com ela e, ao mesmo tempo, como avançar nas ideias. Aí é o lado que entra o médico cirurgião que eu sou.
Então vamos lá, o que que você queria ser quando criança? Era direto, era médico?
Sempre eu tava ali, é um cachorro cortado, eu gosto de curar, tá certo?
Você teve sorte, desde criança já sabia o que queria.
Eu já sabia que eu queria, exatamente, não tinha dúvida alguma, queria ser médico também. Então essa era a definição.
Qual foi teu caminho para isso então?
Não, eu fui à medicina, fui meu curso aí, fiz meu ginásio naquela época, Na época, na verdade, o científico. Aí eu fui para o vestibular, aí eu passei no Rio de Janeiro. Aí no Rio de Janeiro eu me formei.
E por que que você veio para o Rio? Para estudar ou família?
Exato, eu saí, eu saí de Goiás muito cedo, eu fui para Belo Horizonte, estudei no Colégio Estadual de Belo Horizonte, que era um bom colégio, fazia o científico naquela época. E de lá eu fui fazer vestibular, aí eu passei no Rio de Janeiro. Aí foi para onde? Não tinha praia, Rio de Janeiro tinha praia, né, cara? Fica a vida muito mais tranquila para a gente.
E gostou do Rio?
Gostei. Eu vivi no Rio, pode-se dizer que eu também passei um período, só vivi no Rio contando tudo, quase 14 anos da minha vida, tá certo? Então foi um período longo, foi minha formação, depois minha residência médica, depois eu voltei para o Rio de Janeiro, aí fui auxiliado, meu professor, o catedrático do Professor Noel Monteiro, aí fui para o Hospital do Fundão, aí também Trabalhava já no Miguel Couto, tá certo, no Rocha Faria.
E o que que você aprendeu nessa época de hospital?
Muito.
O que pode te ajudar?
Mas aí é o fato interessante, eu sempre quis fazer cirurgia e dentro da cirurgia eu depois optei para fazer cirurgia ortopédica, tá certo, cirurgia de trauma, certo, poder operar. Eu sempre gostei muito de operar. E aí eu já havia decidido fazer ortopedia, mas ortopedia num touro.
Nunca te passou pela cabeça ser locutor não, né?
Com essa voz?
Não, nunca passou não. Olha a voz, cara.
O pessoal aqui no chat tá comentando.
Todo mundo no chat falando.
Que vozeirão.
Olha, é meio Cid Moreira, né? Mas cirurgia era teu barato então, consertar as pessoas.
Operar. Eu era fominha para operar, operava.
E é meio bruta, né, mexer com osso, serrar, fratura exposta, pólio traumatizado. Nunca foi problema para você essas coisas de ver sangue, ver coisa?
Não, não, é aquela realização ímpar, virando você ver a pessoa depois voltando à vida, voltando à atividade, se recuperando. Não tem nada mais gratificante na vida do que você— e como operei muito, né, Então é muito comum eu encontrar as pessoas, aí, ó, Doutor Caiado, a assinatura sua aqui, ó, tal, cicatriz que a gente operou. Mas é um fato interessante que eu, dentro da medicina, eu fazia ortopedia geral, fazia ortopedia geral.
E aí aconteceu um fato interessante que fez com que eu decidisse a minha vida para fazer a parte específica de cirurgia da coluna. Eu fazia ortopedia, que era num todo, certo? E aí um dia eu estava num plantão, desculpa, eu tava num domingo, fui visitar a enfermaria, que a gente visitava todo dia para ver os doentes, né? E aí eu tô visitando a enfermaria e chega uma hora em que eu, as camas antigamente era assim, enfermarias com 10 camas de um lado assim, do outro lado mais 10 camas, né?
Não era como hoje que você humanizou Não era uma ao lado do outro assim. Aí eu tava ali olhando meu paciente, eu olhei para o lado e tinha um jovem, um jovem de uns 16 a 17 anos, com atração que a gente chamava quando você fraturava o pescoço, a gente colocava uma atração para ver se dava conta de reduzir a coluna. E aí eu virei assim, perguntei para o rapaz, falei assim: E aí, tudo bem? Ele olhou para mim assim, meio ofegante, com a lesão na coluna cervical, e disse para mim, mas o senhor como médico me vendo nessa situação, o senhor só pergunta para mim se eu tô bem?
O senhor não acha que eu tô bem? Fiquei pendurado com ferro na cabeça, né, dizendo ele. E aquilo me impactou, porque era um jovem de 17 anos de idade, era um mineiro que foi para o Rio de Janeiro, tem aquela onda que dá o caixote, aí cai. Bateu a cabeça e fraturou a coluna. E a partir daí eu me apaixonei por poder desenvolver na pesquisa da cirurgia de coluna para que essas pessoas não morressem, na maioria das vezes, ali sendo tracionado e ficando deitado imóvel numa cama e evoluía para escara, insuficiência renal, pneumonia, Então a pessoa não tinha como ser deslocada daquele local que ele estava.
Então aí foi o momento que eu fui para a França para realmente trabalhar uma técnica cirúrgica desenvolvida por um francês, que era fixação da coluna. Então a partir dali nós não conseguimos ainda, até hoje infelizmente, é a recuperação do tecido ali da medula, tá certo? E nem dos nervos, mas já conseguimos estabilizar a coluna, que a gente acaba de operar o paciente, ele não fica mais morrendo descara, morrendo de insuficiência renal ali dentro do leito.
Aí você tira ele, já dá o banho, põe ele sentado na cadeira, ele já pode ser movimentado e dando a ele condições de seguir a vida. Então foi esse o motivo que, se você me perguntar, dentro da ortopedia eu sabia o que eu queria fazer, a ortopedia, mas por que da cirurgia? De trauma, de infecção, de deformidade, foi em decorrência deste fato com esse jovem que aconteceu comigo e que aí me motivou muito a fazer essa prática cirúrgica e que operei milhares de pessoas.
E a vocação política teve presente em você nesse tempo? Como que tava o Brasil todo quando você tava no Rio de Janeiro, quando você era um estudante? Era ditadura? Como que você via tudo? Como que você passou por esse período e da onde veio essa vontade de de mudar por dentro.
Essa vida minha, ela viveu muito numa fase em que a medicina exigia de mim tempo integral, tá certo?
O pessoal tá com dificuldade de achar foto sua mais novo aí, assessoria não acha. Falei para eles, cadê foto dele mais novo aí? Ele médico aí, visse?
Mas aí, sem dúvida, eu ao fazer meu curso de medicina, aquilo era, você trabalhava tempo integral. E aí quando eu voltei, aí já voltando para o meu estado de Goiás, foi quando na Constituinte de 1986, aí que onde se propôs a fazer uma nova Constituição para o país, aí eles propuseram mudar o direito de propriedade, o conceito de direito de propriedade. Aí criaram um sistema para dizer o seguinte: olha, agora vamos fazer o seguinte, vamos transferir as propriedades rurais para o governo federal, para o governo federal definir quem deve ser proprietário da terra.
Quer dizer, é uma noção socializante que nunca deu resultado em lugar nenhum. Tirar da pessoa a iniciativa dela lutar por conseguir, por ter a sua propriedade produtiva, isso é a negação da capacidade produtiva do ser humano. Então, foi naquele momento que nós movimentamos o Brasil numa defesa do setor e aí sim conseguimos na Constituição Brasileira colocar lá de que a terra produtiva não é susceptível à desapropriação, ou seja, é um respeito a quem está trabalhando que não pode por questões ideológicas ser ali desapropriado daquilo que é o que ele trabalha, o que ele construiu com o decorrer da vida.
Então, neste momento, aí é o que eu disse a você, eu comecei às avessas, que eu já fui candidato a presidente em 89, na primeira eleição, tá certo? No período da redemocratização. Quem tava aí? Nós éramos 22. Nossa, era eu, Collor, o Lula, cara.
Vê se acha nessa época, sei lá, tem alguma folha que tenha todo mundo. É você lá?
Fifi, exatamente. Aí eu tô num debate aí, tá vendo? Olha aí, em 89, aí tem um debate. Aí, se não me engano, esse é o debate da TV Bandeirantes, que eu estou lá.
Então foi esse, aquela eleição que o Collor ganhou.
Exatamente.
E como que foi? Como foi essa eleição? Lembra pra gente aí. O Collor apareceu, apareceu do nada, né? E disparou nas pesquisas como caçador de marajá, não foi isso?
Deslanchou, né?
Deslanchou. Dizem aí que a mídia toda alavancou ele, que era o cara bonito, bem-sucedido.
Ele já tinha maqueteiro, que nós não tínhamos naquela época.
Então ele tava à frente nesse ponto, né, de entender como um produto, como uma embalagem.
E foi vendido com aquelas duas colunas do L verde e amarelo.
O esportista, né?
É, caçador de marajá. Aí é isso aí, né, gente? Era a primeira eleição, né, na redemocratização do país. Então nós éramos 22 candidatos e ele não foi em nenhum debate no primeiro turno.
Ele não foi?
Eu não lembrava disso. Nenhum debate no primeiro turno, ele não foi nenhum.
E os outros foram? Você, o Lula, todo mundo?
Aí alguns iam largando no decorrer do processo eleitoral, que era um processo longo, né?
Foi nisso que o Lula deu aquela resposta mal educada lá para você? Lá só te respondo quando você chegar em 1,5%? É mesmo?
Tem 37 anos, nós vamos agora nos reencontrar, se Deus quiser, no segundo turno, não é verdade? Exatamente, é isso aí, ó. É isso aí, foi essa eleição de 89.
Como que eram os debates nessa época? Eram mais civilizados, né? Eu lembro da época, era—
não era, era debate forte.
Por mais que tinha diferença, não tinha cadeirada, não tinha soco, porque hoje em dia o nível baixou demais, né?
E baixou tanto no debate em campanhas eleitorais como também dentro do Congresso Nacional. O nível hoje está deprimente. Você não vê mais uma discussão de conteúdo nem de proposta para o país. Você não vê ninguém que tenha realmente preocupação em responder como eu vou resolver o problema das pessoas. É uma briga inútil, é um brigando com o outro para eles continuarem disputando o poder e mantendo-se no poder. Mas o que vai chegar para o cidadão mesmo, na segurança, na educação do filho dele, que é isso que importa, isso que importa, isso aí você não vê ninguém.
E não adianta, você sabe, Lela, você colocar, falar as coisas, você precisa ter coragem de poder assumir e dar resultado para a população. Então acho que esse é o ponto. Importante que a gente precisa.
Mas como fazer isso no meio dessa polarização, que foi o seu discurso do começo e que eu concordo mesmo? Como que a gente— porque parece que é uma eleição que é definida só por rejeição, né? Ganha quem tiver menos rejeição, pelo menos é o que falam isso do segundo turno, não é isso? O grande lance é você conseguir tentar ir para o segundo, porque estando no segundo você teria uma rejeição menor que do Lula ou Flávio, por exemplo, não é? Você faz essa leitura mesmo?
Exatamente. E eu acho que é esta análise que você fez, que é que nós estamos vendo algo inédito até agora. Um rejeitado por 53%, outro rejeitado por 49%.
É muita coisa, é muita coisa. E os dois são, estão liderando.
Um não gosta de um, vota no outro.
E assim é uma eleição de não deixar o outro, é de não deixar o outro ser eleito.
É uma eleição de revanche.
Já foi assim a última, né?
É, já foi assim na última.
Que foi a mais disputada, mais acirrada.
Foi assim na última, em que aconteceu um fato inédito, que é o Bolsonaro perdeu uma eleição na reeleição. Então, quer dizer, já foi a primeira. Ou seja, o PT já vinha de 4 mandatos, teve a interrupção Nós ganhamos a eleição com Bolsonaro, depois veio a eleição do Lula novamente. Então isso aí trouxe um prejuízo enorme para o país. Mas voltando à sua pergunta, ora, como sair desse processo e tentar buscar aí um momento das pessoas acordarem para aquilo que é o importante para a vida dela?
Acho que essa é a pergunta que se tem. Como é que você pode imaginar uma eleição de rejeitados? Eu fiz uma comparação, eu tava dando uma entrevista ontem, e aí eu coloquei que teve aquele fato, né, naquele, você conhece aquele roubo naquele banco em Estocolmo, que aí criou-se um psiquiatra, deu o nome de Síndrome de Estocolmo.
As pessoas que se vinculavam aos sequestradores porque estavam no poder deles.
Exato. E aí eles criaram um vínculo com essas coisas, né?
Que é explicado, né?
Porque estão vivendo aquela situação. Mas você veja, mas isso é um fato que buscou uma análise de como aquilo aconteceu, porque na maioria das vezes o seu sentimento é de medo. É de, olha, você não sabe o que que você vai ser vitimado, qual a barbárie que vão fazer com você, né? Então este é o lado que eu tô vendo, que hoje a eleição no Brasil ela está sequestrada por dois rejeitados que já tiveram a oportunidade de governar e não deram conta de atender a necessidade das pessoas.
Se você vê o discurso do Lula, na convenção e você vê o discurso do Flávio na convenção, como que você fala? Não, discurso do Flávio. Eu entendo que numa convenção, quem é a figura maior numa convenção é o candidato. De repente ele ficou apagado pelo Milei e pelo avatar, né? Quer dizer, foi o pai dele falando e o Milei. Ele foi uma ação acessória, coadjuvante total.
E na do Lula, você viu?
Na do Lula foi algo que eu, ao ver pedaços da convenção dele, é algo assim inédito, né? A capacidade dele de querer explicar o inexplicável. Eu agora vou fortalecer as forças de segurança no país, porque segurança é uma coisa muito importante. Eu agora sou uma pessoa que vou combater Definitivamente vou combater a pobreza e nós superaremos essa fase definitivamente. Vou dar apoio à educação, vou me envolver na área da inteligência artificial, na pesquisa, nas riquezas minerais que o Brasil tem.
Vilela, pelo amor de Deus, esse cara tem 20 anos no poder Eles nunca fizeram nada. O Brasil tá nessa situação dramática que tá vivendo hoje porque não se teve um líder no país para poder dar a volta por cima com todas essas riquezas nossas. E nós estamos perdendo para Singapura, para Coreia do Sul, Vietnã. Então, mas como você pode aceitar isso? Como? Como é que ele fala hoje em educação se tem 9 milhões e 100 mil jovens hoje que não concluíram o ensino médio? 9 milhões e 100 mil.
Olha, são dados. Como é que você fala em segurança pública hoje? Só na Bahia, governado pelo PT, 66 mil jovens, foram jovens, foram assassinados em 17 anos. Mais do que qualquer guerra, o que se mata de jovem hoje na Bahia. O ano passado morreram 6.060 e jovens 3.200, 3.300 por ano. Veja bem, este, essa loucura que virou o Brasil hoje, sob o comando dessas facções criminosas que são verdadeiras transnacionais hoje. O PCC não é mais varejo, hoje ele discute coisas grandes.
E o Brasil se entregando para o crime, as pessoas sendo escravizadas, e ao mesmo tempo você vendo um país caminhar para corrupção. O cidadão não acredita mais em decisão judicial, o cidadão não acredita mais nas leis promulgadas pelo Congresso e nem sancionadas pelo presidente. Então você criou uma falta de esperança no Brasil, o desencanto no Brasil é exatamente esse. Então o que que se busca neste momento? É você ter condições de resgatar isto aí.
E as pessoas têm que sair dessa síndrome de Estocolmo, a pessoa tem que enxergar que não é um jogo de revanche. Que é um jogo que a pessoa só tem um dia na vida que ele tem poder para mudar o país dele, que é o dia 4 de outubro. Se for o Lula e o Flávio, é o que o Lula quer, é o que o PT quer, porque sabe que aí vai bater no segundo turno, tá certo? Ele vai ter que ficar se explicando de todos esses problemas que Tem, e não deu conta de explicar até agora.
Então ele é aquilo que eu disse, mas num comparativo, ou seja, é aquilo que toda pessoa prepara para o Natal, que é o peru de Natal. Então exatamente essa condição que tá sendo tratado para levar o Flávio até o segundo turno. É algo que nós sabemos muito bem, as pesquisas demonstram muito bem que ele no segundo Pelo grau de rejeição dele. E você tem que entender que o Lula tá com a máquina do governo na mão, é lógico que ele vai querer levar quem não tenha como disputar com ele em o quê?
Em indicadores. Eu gostaria muito de enfrentar o Lula por um motivo só. O Lula, tudo bem, você governou o Brasil aí por por 3 mandatos, tá certo? Você esteve aí à frente do Brasil durante 12 anos, eu estive à frente do meu estado só 8 anos. Vamos discutir os indicadores de segurança, de saúde, condição do equilíbrio fiscal, vamos discutir os problemas da emancipação social das pessoas na condição de pobreza, extrema pobreza, vamos ver o quanto a renda per capita evoluiu, Então você vê que quando você compara tudo isso com os outros países, que você tem que comparar, não é aqui dentro, você tem que comparar com os países.
O Brasil tá, como se diz no interior, crescendo igual rabo de cavalo, só cresce para baixo. Essa é a verdade. Ah, mas o Brasil avançou nisso, naquilo. Vem cá, vai ver na China, vai ver na Índia, vai ver na Coreia do Sul, vai ver em qualquer lugar do mundo. Vai ver nos Estados Unidos, quer dizer, tudo à frente do Brasil e o Brasil com mais potencial do que esses países todos juntos em termos de área agricultável, água doce, produção de combustíveis, de energias renováveis, de riqueza hoje em terras raras, em minerais críticos, em capacidade, nós estamos perdendo a guerra, em inteligência artificial.
Então isso tudo que você vê, a mediocridade de um governo que disse desde o primeiro dia: eu vou acabar com a fome no Brasil, eu vou tirar as pessoas da pobreza. Tá aí até hoje, as pessoas vivendo de cesta básica.
Caiado, vamos dar uma olhada. Essas perguntas, essas pesquisas são as últimas, homem.
Vamos falar de pesquisas aí, vamos lá.
Essa primeira, Instituto GERP, que fala o GERP, Não sei. Julho de 2026, Lula 38%, Flávio 38%, empate, e o Zema 3%, Renan 3%, todo mundo empatado em 3%. Tem outra pesquisa, Romero? Essa de julho também, 41% para o Lula, Flávio 30%, Ronaldo Caiado, essa tá melhor, 6%, Zema 3%, 3%. Tá, e o Joaquim Barbosa que nem vingou, tá aí. E o Cury também que já veio aqui. Agora também é poderata, 40, 34, 6. Em algumas você tá na frente e outras você tá empate técnico fora do pelotão, né, dos dois primeiros lá.
Como que você analisa essas pesquisas agora? Dá para levar a sério ou ainda tá muito longe? Eu sinto ainda que ninguém tá muito falando, né, sobre eleição.
Eu levo a sério toda pesquisa.
Ela é o quê? Um indicador do momento?
Sem dúvida. Ali é uma radiografia temporal, né?
Mas pode mudar muito, né?
E ajuda. Você sabe ali quais são os fatores, por exemplo, em que pesa isso. É você buscar o sentimento das pessoas para poderem Debater, certo?
Se os dois estão correndo o debate, é, teve uma entrevista com Lula, ele falou que não quer ir em debate porque o nível caiu muito, tudo mais. E o Flávio falou que se ele não for, eu não vou.
Então, brincando, esconde, esconde, fugindo.
Que mensagem você passa para eles? Você que teve em todos os debates, participou inclusive debate com Lula, é importante um debate com os outros candidatos, né? Você não acha?
É fundamental.
Inclusive a gente já tem, já estamos marcando. É fundamental, porque a pessoa tem que se explicar diante de dados.
As pessoas não podem chegar lá e simplesmente vir com aquele discurso da convenção dele de ontem, porque aquilo não—
Não tem confronto entre os candidatos, ele perguntar, resposta.
Não tem nada, ele não tem que explicar nada, ele fala o que ele quer, tá certo? E ali ele realmente fica maquiando dados, inventando dados, tá certo? Não tem coragem de encarar o nível hoje da criminalização no país. E o ponto principal em toda pesquisa que você tem é violência, tá certo, em primeiro lugar, com corrupção. Essa é a realidade. Segundo lugar é saúde. Então essa realidade ele não quer sentar para discutir, ele não quer sentar para ver o atraso hoje na educação brasileira, ele não quer sentar para discutir hoje a situação colapsada da saúde.
Então ele quer simplesmente, os dois querem simplesmente manter essa polarização provocando os americanos, tá certo? Para ele achar que ele vai vender, que vai ser defensor da soberania no discurso dele. Que soberania, Lula? Você já entregou o Brasil aí para essas facções todas, você não entra brasileiro hoje não circula na Amazônia brasileira, não circula em Salvador.
Por que essa resistência dele e de alguns setores da esquerda de categorizar as facções como terroristas? Você é a favor de categorizar ou também é contra?
Eu, no primeiro dia, encaminho para o Congresso Nacional, primeiro dia, para qualificá-las de terroristas. Primeiro dia.
E por que você acha que eles não querem isso? Eles estão falando da interferência americana, né?
Não, não, é porque esse é outro desculpa que tem nada a ver. Quem vai resolver o problema do Brasil não são os americanos, são nós, Dilema. São nós, nós é que temos que resolver. Para você ter uma ideia, hoje nós temos hoje uma Força Armada com 340 mil homens e mulheres. As duas juntas, ela deve ter no mínimo 120 mil homens bem armados e preparados e praticando todo dia. Eles já estão hoje em mais de 29 países hoje no mundo. Tá certo?
Estão com toda condição e nós estamos aí. Você me pergunta por que que eles não enfrentam? Então, porque são complacentes com a droga.
E eles, quem?
PT.
PT é uma acusação séria essa.
Não, mas é seríssima. Eu já falei isso para eles, diretamente para eles. A conivência deles com o narcotráfico é umbilical.
Você tá dizendo que se o PT ganhar, isso vai piorar?
Não tenha dúvida, todo dia tá piorando. Você vê o processo, você nunca viu uma expansão das facções no Brasil como agora. Ela saiu de 50 para 90 facções.
E agora não só com drogas, né, controlando contrabando, posto de gasolina.
Eles estão entrando na economia formal. Sim, gás, pão, é padaria, é combustível. É hospital para ter o Éter, para fazer o refém da cocaína, tá virando estado, estão virando fintech, tá entrando na eleição, tá elegendo. Então você viu agora, então a gente pode virar um narco-estado. Nós estamos caminhando para uma mexicanização, eu falo isso, todo mundo. O Brasil não vai ser uma Venezuela, porque não, que o modelo tá caminhando mais para o México, é o mexicano.
Aonde tem as regras democráticas, mas tem um poder paralelo. Eles mandam em tudo e elegem quem eles querem. Então veja bem, quem não incomoda eles, eles não vão criticar o sistema eleitoral brasileiro, não. Eles vão ganhar dentro do sistema hoje e já estão ganhando em muitos lugares. Agora mesmo teve um levantamento de quase 600 prefeituras na Amazônia brasileira, já tem 300 Então isso mostra a expansão dele no Poder Judiciário, a expansão deles hoje no poder político, em todos os níveis, no Legislativo e no Executivo, a expansão dele cada vez maior em outros poderes independentes, como Ministério Público, como os Tribunais de Contas, como tudo isso, como o avanço dele nas fintechs, a capacidade dele hoje em avançar em áreas também que está por trás aí na maioria dessas bets, com verdadeira lavanderia do narcotráfico.
Então entenda, a capilaridade dele hoje é algo impressionante. Então hoje a pessoa não quer enfrentar essa realidade. O Lula nunca enfrentou o narcotráfico, ele nunca teve coragem de enfrentar o narcotráfico no Brasil. Você vê, você tem os estados, é emblemático, Você tem o Ceará, Irriga Norte e ali a Bahia comandada pelo PT. Qual é que é a mais emblemática? É a Bahia, que é a origem ali, né? 20 anos que eles estão no governo, tá certo?
Agora você compara o nível de criminalidade que chegou à Bahia, mais de 6.060 mortos o ano passado, assassinados o ano passado, não é morte, desculpa. Assassinados no ano passado, mais de 3 mil jovens assassinados no ano passado. Por que que a legislação é a mesma? E por que que em Goiás, enfrentando todas as facções, hoje você vê esses dados que você citou aí?
Qual a diferença?
Total! Você anda com celular na rua, você anda com carro de vidro aberto, você dorme onde você quiser, você pega o ponto de ônibus a hora que você desejar, Você vai com a sua esposa, a mulher vai com a bolsa, vai com o celular na mão, ela vai passear com o neto na praça às 7 horas da noite, 8 horas, ela vai botar a cadeira na porta da casa dela, ficar batendo papo com a vizinha, ela vai poder ter a segurança que ela não vai ser agredida, o cidadão empresário vai poder abrir a panificadora dele 4 horas da manhã, o outro vai montar a tenda na feira dele também de madrugada.
E a pessoa passa a viver uma outra vida. Ou seja, o seguro mais barato no Brasil é onde é que é? Em Goiás. Então o que eu falo é um comparativo. Não quero trazer Goiás para o cenário nacional, eu quero trazer dois estados, um governado por mim durante 8 anos e o outro governado pelo PT por 20 anos. Eu aqui tenho taxa próxima de zero em crimes. Esse aqui tem os maiores percentuais, que nem a guerra da Ucrânia mata mais hoje. Hoje Salvador mata mais que a guerra da Ucrânia, assassina jovens mais que a da Ucrânia.
Então esta é o diferencial. Porque se nós somos dois entes federados, um governado por mim, outro governado pelo PT, como é que isso chegou a isso aí? Por que que eu enfrentei e eu tive coragem de poder enfrentar? Porque aquilo que muitos se acovardam, primeiro lugar, ah, eu só sou governador por 7 anos, então não vou enfrentar, porque depois eu vou sair do governo e aí eu vou me expor com minha família amanhã, então é preferível deixar isso correr solto.
E outro lado são pessoas que estão, como PT, Além de não querer assumir o enfrentamento, também se beneficiam nas campanhas eleitorais. A maior festa que teve, a maior festa que teve na eleição do Lula em 2022 foi dentro das penitenciárias. Então essa é a realidade que você tem. Essa amizade, essa capacidade deles se comunicarem é muito grande no Brasil. Então para você ter uma ideia, eu vou repetir aqui a frase de novo. Conivência com o crime.
A conivência. O Estado de Direito não pode ser governado pelo Estado do Crime. O governo do PT, ele se ajoelhou para o crime, ele é conivente com o crime. Você não chega nesses níveis hoje no Brasil, onde os empresários não têm segurança nem para um filho ir para escola, nem para pessoa ir para igreja, que não sabe se vai ser roubada, assaltada ou assassinada. Então este nível que mostra que o Brasil chegou numa situação deplorável.
E o Brasil caminha para mexicanização com essas facções dominando o meio político e ganhando as eleições e ocupando também os escalões superiores dos poderes no Brasil.
E de uma maneira prática, como você levaria isso que deu certo no teu estado para o Brasil? Ver o modelo de Bukele? Alguns candidatos falam desse modelo de aprender com eles e adaptar para o Brasil.
O modelo do Bukele, você tem que entender que o Bukele tem o tamanho do meu estado e a população do meu estado, tá bom? Então não é por ele, nós estamos falando de um Brasil continental. Então a declaração de por que que vai ser terrorismo é porque no mesmo dia Eu colocarei como terrorista a condição de usar as forças armadas.
É isso que muda? Se forem terroristas, você pode aplicar a força?
Posso aplicar principalmente na Amazônia brasileira. Eu tenho que reconquistar aquele território. A Amazônia hoje ela tá totalmente tomada por facções venezuelana, mexicana, colombiana, PCC e o Comando Vermelho. Hoje lá eles tomaram 100% do transporte, aquífero, e também aéreo. Então eles têm todo o comando daquela região ali hoje. Eles agora, só uma matéria, Guiana Francesa, não estão indo para lá porque a Guiana Francesa é ativa do ponto de vista de polícia.
Então eles estão todos dentro do Brasil. Para você ter uma ideia, o desmando que é aquilo ali regionalmente. Você tem outros crimes como são os praticados na Bahia. Mas você precisa de ter um sistema de penitenciária que não seja um quartel-general do crime. Ali sim, aonde você— é o que eu falo, faccionado no meu estado de Goiás, eu só falo com brigado.
São separados até por facção, né, para ajudar mais ainda dentro da prisão.
Ali não tem problema nenhum, não tem essa cerimônia ali, todo mundo tá junto, tá certo? E ali não tem negócio disso não, a pessoa tá isolada de 8 a 8. É o que eu falo para você, faccionado Lá só fala com Deus, não tem visita íntima, não tem audiência sigilosa com advogado, e tem monitoramento ambiental na penitenciária toda, tem scanner corporal, tá certo, para você entrar numa penitenciária. Então, meu amigo, a hora que você derruba isso, que você bota inteligência artificial, que você sabe que Goiás hoje é o estado com a inteligência artificial mais desenvolvida e classificada entre as 10 maiores no mundo.
Hoje, 150 milhões de brasileiros utilizam os aplicativos desenvolvidos no Centro de Excelência de Inteligência Artificial. Então nós criamos também um aplicativo chamado Inteligência Artificial Contra o Crime. Ele hoje está sendo implantado em outros estados. Você tem uma rapidez enorme para você detectar e poder fazer com que a polícia chegue até por antecipação no local onde se pretendia praticar o crime. Então, todo esse processo você tem que criar ele hoje, agora, nacionalmente.
E eu, como presidente, buscarei todos os países limítrofes, tá certo? Todos os países limítrofes para nós criarmos uma polícia que ela tem a capacidade de transitar entre nossas fronteiras sem ter a necessidade de autorizações, de burocracia e tudo mais, como você tem na Europa. Você tem uma Europolícia que ela circula em todos os países nos casos específicos de quê? Contrabando de arma, lavagem de dinheiro, droga, essas coisas todas.
Então essa é uma polícia que eu também quero construir com todos os países para que a gente possa ter um ataque aí eficiente para que a interrupção da fronteira não seja impeditivo das tropas poderem circular.
Pediria ajuda para os Estados Unidos também?
Como?
Pediria ajuda para os Estados Unidos também?
Não, nós somos autossuficientes aqui. Agora, de informação eu peço para todo mundo. Eu acho que aquele sistema de satélite, por exemplo, é algo que eu pretendo fazer aí, ver o que eu consigo. Hoje nós temos, não diria você, mas pelo menos o que eu andei lendo, existe hoje um satélite norueguês que está chegando a nível de perfeição que não tem sombra. Ou seja, ele consegue em qualquer circunstância, ele consegue dar a imagem perfeita para você, tá certo?
Você precisa ter essa tecnologia à sua disposição, você precisa ter drones de longo alcance, você precisa ter uma capacidade de câmeras capazes de identificar, tá certo? Não só por biometria, mas por outros elementos que nós desenvolvemos hoje e que vai sofisticando mais, cada vez mais, o combate. Você precisa ter um COAF hoje, que é o único instrumento que o governo federal tem, e que o governo federal não denuncia as transações que são irregulares.
Agora, depois que acontece o fato, ele fala: é, realmente eu vi, o COAF eu vi que teve uma Ele não tem atuação. Então esse é que eu falo, ele não age para combater o crime, ele não tem uma força para combater o crime nem para apoiar os governadores. Pelo contrário, ele veta o dinheiro aos estados. Um dado só: eu investi R$17 bi em segurança pública em 7 anos, ele mandou para Goiás nesse período todo R$980 milhões. 5%, tá certo, do que eu gastei.
Então você vê que ele não tem um combate ao crime, não existe uma política de combate ao crime, não tem as forças constituídas nem de inteligência nem de desenvolvimento de aplicativos para poder avançar no crime, no combate ao crime. E hoje as pessoas estão se acomodando e aceitando esse nível, tá certo, de subserviência ao narcotráfico.
Em relação aos outros candidatos, vamos colocar aquela imagem para a gente comentar. E o agro, hein? Por que que o agro é demonizado? Qual é a tua relação com o agro, além do Estado?
No Brasil, né, Vilela? Eu comecei a defender o agro, Eu sempre falo isso, defendeu o agro quando ele era demonizado, em 1986. Você é muito jovem, mas você deve lembrar do senhorzinho Malta.
Sou, tenho 55.
Fazendo aquele relógio de ouro e prata.
Claro que lembro, tô certo ou tô errado.
Certo ou errado. E aí ele todo mandando, como se o produtor não tivesse solidariedade, amor ao próximo e tal.
Sempre teve essa figura, né?
Não era? Então aquilo era levado como uma imagem do cidadão que estava ali trabalhando, se esfolando, produzindo alimentos e tudo. E você vê que eu comecei a defender o setor como médico cirurgião que sou, mas eu não aguentei ouvir tanta covardia com o setor rural, tá certo? E eu tinha 36 anos naquela época, o Lula criou o MST e eu criei o DR. Então ali nós começamos o debate. Aí depois eu fui ser deputado federal.
O que era o DR?
União Democrática Ruralista, tá certo? Então esse era o movimento que nós criamos no Brasil para irmos para Constituinte, para ganhar na Constituinte o enfrentamento com o MST, que foi criado pelo Lula. Então você vê que eu sou o mais longevo opositor do Lula na política nacional. Ele sempre defendendo esse nível que é a conivência, o DNA do PT com a corrupção, com a convivência com o narcotráfico, com evasão de terra, com a criminalidade.
E eu sempre defendendo a economia de mercado, a livre iniciativa, direito de propriedade.
A gente precisaria em algum nível, algum tipo de reforma agrária, algum tipo de redistribuição de terra? Você não acha que Em algum ponto a gente teria que tirar.
Mas ninguém— você fazer a reforma agrária é algo que você pode implantá-la.
Então, e como seria na tua cidade?
Você não pode estimular a pessoa.
Invasão e tudo mais. Mas como você faria isso?
Ontem eu estava vendo, como eu tenho feito, como eu fiz como governador.
Como?
Não pode ser uma favela no campo, porque Eu tinha vontade até de poder levar você a alguns assentamentos no Brasil, principalmente nas regiões mais carentes.
Quero ver, quero ver, se tiver oportunidade, gostaria muito de ir.
É uma coisa importante você ver. As pessoas são largadas lá. Você não tem energia elétrica, não tem sinal de internet, não tem estrada para chegar quando chove. Esses dias um assentado me fazia o depoimento quando eu comecei o governo: governador, eu sou insulino-dependente, Sou diabético tipo 1, então eu tenho que sair da minha casa e ir lá no posto de gasolina, tá certo, de bicicleta, e voltar de 2 em 2 dias porque a insulina eu tenho que preservá-la no gelo.
Então esse é o nível das pessoas, as pessoas não têm produtividade alguma. Então o que que é que você tem que fazer? Você tem que fazer aquilo que nós sabemos fazer. A pessoa recebe, você faz ali parcerias ou faz pequenas cooperativas E as pessoas vão desenvolvendo, mas desde que você dê o apoio da Emater, dos estados, de pessoas tecnicamente qualificadas, e você vai dando condições para ela produzir. Por exemplo, uma região de Goiás que estava lá com dezenas de assentamentos, todos vivendo na miséria.
Eu fiz convênio com o governo de Israel, montamos lá 1 hectare de maracujá, 1 hectare de manga irrigada. Com gotejamento, com toda orientação técnica. Hoje as pessoas falam, poxa, olha aí, ó, já comprei meu carrinho e tal, que hoje eu tô vendendo no Seasa de Brasília e tal. Então você vai criando uma capacidade, você vai criando políticas de aquisição de alimentos. Cidadão é pequeno, você já compra 100% o leite dele, distribui na sua creche, distribui na sua, nos seus colégios.
Então você vai fomentando respeitando essa agricultura. E é isso, o que você não pode é fazer política de insuflar uma pessoa contra a outra. Você não pode insuflar a pessoa e ir lá invadir. Ontem mesmo eu vi à noite aí uma invasão de uma propriedade rural no Pará, onde entraram centenas de pessoas lá quebrando, arrebentando, botando fogo em tudo mais. Isso não acontecer. Isso não é democracia. Você tem, você tem o Estado com as regras para se implantar uma desapropriação, para ali fazer os lotes, instalar toda uma estrutura para as pessoas poderem produzir.
Mas isso seria feito no seu governo?
Só acho, não tem nenhuma dificuldade disso, não tem nenhuma dificuldade disso, além de fornecer os títulos para as pessoas que já estão que eles ameaçam sempre, tá certo, de tomar as terras dela por elas não terem os títulos. Então, isto é que é humanizar o atendimento ao governar um país, né? Não é o Lula que eu— saiu aí num recorte aí, o que eu quero ser presidente é para não deixar nunca que a direita fascista— então, quer dizer, aí ele falando, ele falando Acho que era uma entrevista com você.
Foi comigo que ele falou que a missão dele é não deixar essa direita fascista se manter.
Não, mas ele manipula as pessoas com ódio, que quando você governa, Vilela, eu governei.
Ah, quando eu perguntei por que ele de novo e não se aposentar, ele falou que ainda eu tenho essa missão de evitar.
Entendeu? Então, quer dizer, isso é um absurdo, que a pessoa já entra, ao invés dele construir a paz no país, a pacificação no país, ele fomenta esse lado. Então um se alimenta do outro, um fomenta de cá, outro fomenta de lá. Falando, eu entrei, Bolsonaro e lógico, Bolsonaro e o Lula. Então os dois não tem nenhuma política de resultado. Qual a política de resultado de educação, de saúde, crescimento, de renda? Qual, qual a política de resultado?
Então não tem a política de resultado. Agora, é o que eu lhe disse, eu entrei com 52%, ganhei no primeiro turno, saí com 88% de aprovação. Durante todos os meus anos fui o mais bem avaliado governador no país, em todos os anos que eu governei. Ora, se eu fosse para esse tipo de briga, eu teria feito as políticas para chegar ao cidadão? O que que a população deseja hoje? É isso que eu acho que vai ter o momento que ela vai acordar.
É exatamente esse lado que você tá vendo. A hora que a pessoa acordar que os únicos beneficiários dessa briga é o Lula e o Flávio, são eles os beneficiários, e que a sociedade tá ficando com a conta para pagar, endividado, setor rural endividado, prestador de serviço endividado, MEI, o pequeno e micro empresário endividado, tá certo? Indústria e comércio investindo no Paraguai. Eu estive aqui agora em São Paulo, fui no Brás, eu não conhecia, eu fiquei lá o dia todo, tá certo?
E as pessoas dizendo a mim, governador, tô cagado, não dá mais, cara, fui para o Paraguai, não dou conta, tô indo para o Paraguai. E muita gente, os mais ricos estão indo para a China. E nós estamos indo para o Paraguai, não estamos aguentando essa carga de juros de 10% real, está certo? Nós não damos conta de gerar nossa empresa, nós não damos conta com essa situação hoje, nós estamos quebrando. Lá eu tenho uma taxa de— tem lá quase que energia de graça no Paraguai, tem lá uma lei que me tarifa 1% no meu valor da exportação.
Então, no total, eu tenho 11% de tributos, então eu estou indo para lá. Não é que esse cidadão seja menos patriota, não, ele é um sobrevivente, não está dando conta de viver aqui mais no Brasil. Então, é este o processo que nós temos que analisar neste momento, aonde a radicalização, esse gasto inescrupuloso neste momento é que leva a taxa de juros a isso aí. Quer dizer, o Lula está gastando, mas jogando dinheiro pela janela. Jogando dinheiro de helicóptero, tá certo?
Por quê? Porque não interessa. Você viu que já o responsável, o Gabriele, que foi presidente da Petrobras, já deu uma declaração já sinalizando que para começar 2017 eles vão dar o calote na dívida. Puts, entendeu? Então quer dizer, esse é o fato. Por que ele gastou tanto? Que não dá conta de fechar as pernas mais. Ele ampliou muito mais do que aquilo que o orçamento aceita. Então a dívida PIB nossa hoje já está com 80%, já extrapolou 80%.
Mas a gente parou, a gente começou a falar de agro e depois mudou para outro assunto. Como que o agro pode ajudar a gente a sair de ser só um fornecedor de commodities e Fazer a coisa, mano. A gente, em vez de só mandar grão, a gente ter a cápsula do café, a gente ter o produto aqui caro, né? Porque a gente manda barato e compra caro depois.
Mas como é que você vai industrializar? Como é que você vai industrializar com 10%?
A gente não tem ferrovia, não tem como escoar, a gente tem tanto problema.
Você não tem portos, você não tem rodovias. Eu tava agora em Guaxupé, é a maior cooperativa.
Guaxupé, já fui muito lá.
É a maior cooperativa. De café arábica hoje do mundo. Ele estava dizendo, pelo amor de Deus, Caiado, nós não temos uma ferrovia para chegar no porto, tudo sai no caminhão. Eu tive em Chapecó, a maior produção de proteína hoje, tá certo? As estradas federais todas acabadas, não tem portos hoje no Brasil para poder fazer também um transporte digno da produção com acesso rápido. Você não tem— hoje eu tive no Rio Grande do Sul A enchente de 2024 tá lá paralisada, toda a malha sul das ferrovias do Rio Grande não estão funcionando, consequência da enchente há 2 anos atrás, tá lá parado, tá certo?
Então você nota que essa área de infraestrutura toda não tá com a taxa de juros de 10% real. O que que vai acontecer? Como é que o cidadão vai plantar, ampliar sua lavoura de soja, de milho, de sorgo, de cevada, de trigo, seja lá qualquer, como é que ele vai ampliar isso para investir numa indústria dessa? Ele vai investir e vai quebrar, ele não tem como ter o produto finalizado. Agora, isso é mais grave, porque se você notar, nós temos uma agricultura brasileira hoje que é a da Segurança Alimentar Brasil.
Essa agricultura brasileira, ela é cara por quê? Transporte, como você muito bem colocou. Logística que nós não temos. Segundo lugar, os fertilizantes. Nós temos que comprar tudo e o Brasil tem tudo no subsolo.
E por que que não explora?
Exato, é isso aí. Por que que você não tem uma política estruturante para isso no Brasil? Por que que você não sabe usar a riqueza que nós temos mineral hoje, que nós somos únicos no mundo fora a China que temos esses minerais hoje, são dominantes para você poder avançar? Pesadas.
O Lula falou que você não podia ter assinado aquele acordo lá. Explica o que que foi esse acordo. Olha, eu vou dizer qual que é a competência dele.
Eu fico preocupado de ver a pessoa falar uma coisa dessa.
Então vamos lá, explica para a gente o que que foi.
Vamos explicar o que que você precisa de poder analisar uma um país que você tá solicitando aí neste momento.
Como assim? Eu não entendi o que que você precisa.
Não quero ser produtor de commodities, eu quero ter o produto industrializado.
Você precisa de um país que tem essa tecnologia, é isso? Tá, e aí?
Então, o Lula nunca soube na vida o que que era terras raras, na vida, nunca. Eu nunca soube na vida.
O que que é terras raras? Explica pra gente.
Terras raras é o seguinte, são elementos químicos.
Hoje, com o que sabe, a gente é o segundo maior, né?
É o segundo mundo. Então, terras raras, essa mina que tem em Goiás, ou as minas que tem em Goiás e Minas Gerais, elas foram autorizadas pelo Ministério de Minas e Energia, que é do governo federal.
Autorizadas ao quê? À exploração?
Exploração, tá certo. Então, o que que tem lá embaixo?
O que que tem de minerais lá, de coisa diferente?
Chamado Terras raras, pesadas, eu vou explicar. Então, o que aconteceu? Você tem tudo isso aqui, que é uma riqueza hoje, que tá parando o mundo.
Vai mudar o jogo, né?
Totalmente.
Vai transformar um país em rico ou em pobre a partir de agora.
É isso aí.
Desenvolvido ou subdesenvolvido.
É isso aí, Vilela. Pensa bem.
Essa sua risada me dá medo aí.
A falta de governo.
A sua risada é porque você sabe o quanto tá em jogo, né?
Não é verdade? O quanto tá em jogo.
Exato. Então é muito dinheiro.
Em 2019 tinha essa autorização. Já em 2019 já tinha, o empresário já tinha essa empresa. Ela tinha o nome de brasileira, Serra Verde, certo? Mas só que ela tinha dois fundos americanos e um fundo inglês, certo? Pôr lá para poder explorar terras raras pesadas. Então tudo bem, começou aí toda aquela instalação e tal de infraestrutura, tudo isso. Então demorou um pouco. Quando foi final de 2023, certo, ela começou a produzir. Agora presta atenção no absurdo que você ouviu da boca de um presidente da República.
Um homem desse tinha que estudar no mínimo para poder falar um negócio desse. A tonelada de terras raras é vendida hoje a $70 a tonelada, tá certo? É pouco, é nada. É bom, mas, mas se você pega, eu fui ao Japão e fiz um memorando de entendimento com os japoneses. E aqui eu fiz um memorando de entendimento com os americanos. O que que é o memorando de entendimento que eu fiz? Olha, depois da terra, daquele produto ali retirado, eu busquei parceria para que nós, ao invés de eu vender por $70 a tonelada, eu trouxesse a tecnologia para separar esses elementos químicos aqui.
Quais são? Vou dizer os 17, mas os 3 mais importantes é o térbio, tá certo, o disprósio E o neodímio, que que dá para fazer com essas coisas aí, homem?
Por favor, rapidão.
Aqui dá para fazer, meu amigo, tem de mais sofisticado no mundo hoje.
Eu sei que neodímio dá para fazer ímã, tá vendo?
O quê?
Tá vendo? E aí se faz disso aí, e disso aí que ele tá falando faz as baterias, os ímãs. Aí segura a segunda etapa, que nós não chegamos lá. Aí evoluiria para o ímã Será que são ímãs poderosíssimos, certo? Que aí sairia para semicondutores e que aí iria para as baterias. Aí nós iríamos para as armas de alta resolutividade, a mudança de matriz energética. Aí você avançaria nas turbinas eólicas, aí você avançaria em toda essa parte de energia hoje que depende desses minerais.
Tá certo? E o Brasil estaria separando esses minérios aqui, ó, separando esses minérios. Você sabe quanto é que custa o quilo dele? Mil dólares.
Já partimos para mil dólares o quilo.
Eu ainda não cheguei, e tem que processar, e eu ainda não cheguei na parte de transformar ele em liga, e nem na parte de transformar ele a partir dali em semicondutores Em bateria, tem essa tecnologia ainda. Então eu tô na fase inicial ainda, para quê? Para acoplar conhecimento e promover a separação deles no Brasil, certo? Agora ele tá dizendo que o Brasil tem que continuar exportando pau-brasil.
Quem falou isso?
O Lula falou para você que tem que continuar exportando pau-brasil, porque tem que continuar exportando matéria bruta. A China tá comprando do Brasil matéria bruta. É o S.O. assim, né? É, é o que tristeza, pois é, de eu ver o Brasil vendendo o nióbio hoje. Só o Brasil tem. Se nós fecharmos as minas de Minas Gerais e da Bahia, ninguém produz aço no mundo. E no entanto, sai bruto do Brasil. Baratinho e vai para lá para trazer de volta carro elétrico, trazer de volta aparelhos de ressonância.
E a gente não consegue os acordos assim? Você quer o nióbio, mas me dá tecnologia do carro elétrico, eu vou fazer aqui.
Eu não tô querendo chegar nisso ainda não, calma.
O que você quer antes?
Eu só tô no primeiro, fazer a separação dele. É o primeiro, o segundo passo.
Aí tudo isso você fez, você poderia ter feito, você não avançou alguma coisa que é Num primeiro momento, que demanda do presidente ou do Estado do Brasil? Não, o Brasil, um estado como Goiás pode ter essa?
Não, isso aí você tem que, uma coisa que tá debaixo do solo, você tá, não, você tem que entender uma coisa só, como é que hoje a Embraer tá desenvolvendo os caças? Nós não trouxemos caça sueco?
Claro.
E não fez a parceria conosco?
Sim.
E aí aos poucos nós não estamos chegando lá? Nós não tínhamos essa tecnologia. O que que eu busquei? Ó, parceria com alguém, vem cá, o Japão, vem cá, Estados Unidos, ó, vem cá, vamos fazer uma parceria nossa, as universidades, empresário, estado, e vamos começar a separar esses elementos químicos. Aí separou, separou. Agora vamos para a segunda etapa, vamos produzir ímãs fortes, vamos evoluir aí para evolução de baterias, Tudo bem, mas você tem que ter o primeiro degrau.
A mineração no Brasil, ela sai, desde que você entende por gente, eu, em forma de matéria bruta. Você vê os minérios de ferro, Minas Gerais estão acabando aquelas montanhas tudo e fazendo buraco. Você vê o Pará, você vê o Brasil todo, em todos os minerais saindo daqui em forma bruta. Você não, o governo Lula, ele não acredita no conhecimento, ele não acredita no investimento. Nós temos legislação de inteligência artificial. Os jovens que estão escutando a gente aqui agora sabem que Goiás é o estado mais desenvolvido na América Latina em inteligência artificial e é um dos 10 no mundo.
Nós somos o único que temos parceria com a NVIDIA, que constrói hoje, fabrica os chips mais modernos do mundo. Esses chips são desenvolvidos também com base, com banco de dados da Universidade Federal de Goiás. Então raciocina bem o que que é a expansão hoje. Você, para pedir uma comida no iFood, o aplicativo é de Goiás. Você pediu acessar sua conta no Itaú, o aplicativo é de Goiás. Seguradora, que você tira uma foto e ela mesmo já manda a resposta para você, o aplicativo é de Goiás.
Você acessa o aplicativo da Natura, é de Goiás. Você acessa do Positivo, é de Goiás. São 150 milhões de brasileiros hoje usando a inteligência, os aplicativos desenvolvidos pela inteligência artificial de Goiás. E o estado já tem o programa nosso de combate ao crime, e nós agora estamos entrando no estado para diminuir a burocracia e dar mais celeridade ao atendimento da pessoa e na tramitação dos projetos dentro do estado. Então nós já estamos lá, nós temos, para você ter uma ideia, nós temos lei que é marco regulatório na inteligência artificial, o Brasil não tem até hoje, tá certo?
Nós estamos perdendo aí investimentos no Brasil, os data centers agora foram para a China, para a Índia, desculpa, Índia. A Amazon está investindo lá mais milhões. Eu não criei nenhuma Terra Brás, porque no meu estado tem terras raras pesadas. Eu fiz uma lei de autoridade mineral crítico, uma lei, e vou ofertar para o empresário quiser ir lá fazer em parceria. Então esse é o Brasil, que esse é o Brasil que ele, que nós estamos atrasados, não é por acaso não, nós estamos atrasados porque nós não tivemos um presidente para realmente pensar grande, projetar o Brasil.
Só em 1973, 75, nós tivemos Proálcool. Você nunca mais teve uma ação de governo, é o empresário. Agora mesmo, ó, fomos penalizados pelos americanos lá atrás, você lembra?
A gente teve projeto de carro elétrico lá atrás, a gente podia estar nessa corrida muito tempo.
Qual é o carro brasileiro? Qual é o trator brasileiro que nós nós fizemos, qual é o caminhão brasileiro que nós fizemos, e tudo. Olha, é um negócio tão impressionante. O pessoal da BYD chegou em Goiás, aí falaram assim, aqui no Centro-Oeste, aqui todo mundo usa caminhonete, né? Eles nunca fizeram uma caminhonete na vida. Pois é, em 2 anos inundaram o Centro-Oeste caminhonete, em 2 anos. Como é que pode uma coisa dessa? E nós brasileiros não demos conta de avançar na parte de manufaturado.
Por quê?
A indústria não dá conta com uma taxa de juros dessa. Tanta burocracia, o cara não dá conta. Então você vê o tanto que nós impedimos o crescimento e o desenvolvimento do país por falta de um presidente que enxerga fora dessa caixinha de polarização, enxergar o Brasil para sentar na mesa de negociação e falar: Eu sou o único país no mundo que tem o maior volume de água doce no mundo. Eu sou o único país no mundo que tem maior capacidade de produção de energia sustentável, combustível sustentável.
Sou o único no mundo, ninguém compete conosco no Brasil. Sou o único que tem minerais críticos em grande proporção no mundo. E eu, e o presidente falando da dentadura do Trump. Pô, cara, presta atenção, o Milei vindo aqui para esculhambar. Então veja bem o nível que ficou a ação hoje do governo. Essa aqui é a baixaria.
Quer mais um café?
Não, vou ficar só na água. Isso aqui é a baixaria toda, Vilela, que nós estamos assistindo. Não tem, não tem uma pessoa capaz de saber a importância do cargo da presidência. Fica um agredindo o outro, falando bobagem e desviando o foco da eleição, que é o que o Lula quer, é o que o Flávio quer. Eles não querem debater assuntos, eles querem criar um clima de internacionalização da briga. E aí sim sai fora do debate do endividamento das pessoas.
O que que essa briga resolve? A briga do cidadão que tá hoje sem emprego, sem dar conta de pagar a conta e a taxa de juros. Ah, mas tem um desenrola. Mas você perguntou ao Lula quem enrolou? Quem é que botou você com a taxa de juros de 10%? Então essa é que é a realidade. É porque as pessoas aceitam isso sem reagir a uma situação populista, irresponsável, sem ter um regime fiscal que seja respeitado no Brasil e levando o Brasil para essa condição de ser hoje penalizado pelos Estados Unidos, penalizado pela União Europeia hoje, que a partir de 3 de setembro nós não vamos exportar mais produto para lá, que eles já fecharam.
A China meteu 50% em cima de proteína de nóis, e agora até o México tá nos bloqueando.
Pois é, Caiado, vamos fazer uma coisa que eu fiz com os outros pré-candidatos aqui, que aí estão os seus concorrentes. Tá todo mundo aí, ô Homer? Vamos ver, vamos começar com o Zema lá embaixo. A gente, eu gostaria que você falasse algum motivo para o povo não escolher o Zema no primeiro turno.
Olha, o Zema foi colega meu, governador de Minas Gerais, trabalhou fortemente, mas não conseguiu construir sequer um partido que tivesse condições mínimas de poder participar do debate. Você não vai entrar nem nos debates. Então você tem que cumprir toda aquela estrutura política para você pelo menos ter capacidade de estar presente ali no debate, de poder mostrar que a sua estrutura política ela tem, dá a você capacidade de governabilidade.
Então Ele é uma pessoa que é muito bem intencionado, mas que aí faltou a ele a experiência política no sentido de construir uma força partidária para poder chegar com a candidatura fortalecida. Então, por falta dessa condição, ele vem perdendo espaço no decorrer desses últimos meses.
Parece que quando ele bate no Flávio, sempre a candidatura dele estremece, né?
Não, não é isso não. Eu acho que esse não é o fato específico não, tá certo? Eu acho que é algo que precisa de ser corrigido em relação a esse ponto, Vilela. Ninguém tá batendo no Flávio. O Flávio é que não tá sabendo se explicar daquilo que está surgindo de denúncias contra ele.
Exato.
Vem cá, você tem que se explicar. Você tem que separar as duas coisas. Uma coisa é o cidadão criar uma fake news em relação a você, outra coisa é você não conseguir se explicar daquilo que você tá sendo denunciado.
Cada vez surge mais coisa, né?
Então, então, meu amigo, esse é o fato, que realmente você não sabe explicar aquilo que está colocando em risco a credibilidade dele para ser presidente da República, porque o grande divisor vai ser autoridade moral. Quem tem autoridade moral para governar o país. Porque do contrário, se o Flávio for entrar na luta simplesmente para ficar dizendo, não, eu não recebi isso, ou seja, é o Lula hoje tem um débito enorme com a população de tantos, de tanta corrupção e de escândalos no Brasil, não é?
Petroleão, Mensalão, tudo isso, Petroleão, Mensalão, INSS, Banco Master, tudo essas coisas todas. E o Flávio tem uma dívida enorme com os credores. Então quer dizer, tem que explicar essa situação, né? De onde é? Ah, o problema é no BRB, o problema é no Banco Master, o problema é na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Tem que explicar essas coisas. Então este é o fato, não é que a pessoa esteja falando mal, é que o comportamento dele precisa de ter explicações aí convincentes junto à sociedade.
Esse aqui é, porque senão ele vai chegar no segundo turno, já perdeu a eleição para o Lula. Essa é a realidade.
Mas você falou do partido do Zema, teu partido também liberou o pessoal a votar ou apoiar quem quisesse.
Isso Bom, esta é uma situação que se não existisse a candidatura do PSD já tinha polarização no primeiro turno, é, não é? Porque não ia ter outro.
Não teve outro nome?
Qual outro nome que tem estrutura partidária?
Não chegou nem a ser aventado, né?
Todos os outros se deram ali por não ter candidato.
Então é o Caiado, tá certo?
A partir disso, a partir disso, agora é Você viu que a candidatura do Flávio mostrou qual fragilidade? Ele não conseguiu levar os partidos na coligação com ele que ele esperava. E os partidos todos já declararam neutralidade na candidatura à presidência da República. Ontem, por exemplo, eu recebi o apoio do MDB do Rio Grande do Sul. Então, o que tá tendo agora, já recebi o apoio do prefeito de Teresina, no Piauí. Então, o que tá acontecendo agora é, como tem a neutralidade, mas alguém do teu partido apoiar o Flávio também pode acontecer.
Bom, pode, pode acontecer, tá liberado, poder acontecer, pode acontecer. Agora, só que isso aí, dentro da estrutura que eles montaram, eles já contavam que esses partidos todos iriam. Sim, concorda comigo?
Concordo.
Então ele sai de uma convenção e chega às vésperas do dia 5, hoje. Kassab tá contigo sem saber, sem saber quem é o vice.
O Kassab é o presidente do PSD, ele é o meu vice-presidente da República, porque ele teve aqui, né, no final do ano passado, e ele não tava satisfeito, né, com a candidatura do Flávio. Ele queria, ele deixou bem claro que queria o Tarcísio e acabou não rolando.
Né?
E aí ele tava à procura de um nome. E aí, como foram essas conversas? Como funcionou os bastidores?
Foi direta. O Kassab me ligou, falou, olha, você não vai ter legenda no seu partido, tá certo? Você quer vir para o PSD? Eu falei, eu quero saber se você vai lançar um candidato. Pode confiar em mim que eu vou lançar um candidato à presidência da República. E você não é o primeiro da fila.
Ah, não?
Naquela época? Era aquela época.
Você foi direto, foi direto, direto.
Assim que é bom fazer. Eu também acho ótimo. Perfeito.
Ele te falou quem que era a linha?
Lógico, era o Ratinho, o Eduardo Leite e eu.
Ratinho, ele desiste o ano passado mesmo, certo? Eu não lembro, mas não, não, não, não, não, não. O ano passado ele veio como pré-candidato e depois como pré-candidato, tá certo?
Depois, Eduardo Leite, depois eu. Os dois resolveram continuar nos estados, certo, tá certo, para as eleições lá. Eu saí candidato à presidência da República pelo PSD com apoio de todos os dois, tá certo. Então tanto o Ratinho quanto Eduardo Leite me apoiam. Fizemos as convenções no Paraná, fizemos a convenção no Rio Grande do Sul, fizemos a convenção também já em Santa Catarina, enfim, estamos fazendo as convenções nos nos estados todos.
Então isto aí deu à nossa campanha musculatura política para ela, entendeu, Vilela?
Certo, certo.
Então o fato específico, mas legal você falar isso, eu não sabia desses bastidores, que às vezes é franco assim, ó, você não é o primeiro nome, mas como eles declinaram, então agora é contigo.
Saiu o candidato com apoio deles. E também muitos lugares, por exemplo, como a Bahia, por exemplo, existe a possibilidade inédita que tá acontecendo, você viu?
Não.
O ACM Neto poder ganhar no primeiro turno, pesquisa de hoje.
Caramba!
E aí, maior reduto do PT no Brasil, né? Então o Neto hoje na pesquisa, saiu hoje, ele já tá com chance real de ganhar no primeiro turno. A somatória dos outros candidatos não dá ao que ele colocou já no primeiro turno. Então lá na Bahia eu vou estar no palanque do Neto O meu partido vai estar no palanque do PT.
Essa, essa, porque tem uma diferença grande para tirar, hein, de você para o Flávio, né, de porcentagem, tô falando.
Sim, lógico que tem. Mas no momento em que eu atravessar aqueles 10%, aí, aí, meu amigo, todo mundo fala em 10%.
Renan também veio aqui, fala assim, o número mágico é 10%.
É, esse é o número mágico, porque aí as pessoas olham e falam, bom, agora já dá para brigar, agora já tá fazendo pelotão, agora já tá entrando aqui nesse pelotão. E na hora que for comparar, entendi, aí o cara vai falar, poxa, eu preferi com o Caiado, que aí eu sei.
Vamos, vamos para o segundo então, coloca na tela todos, por favor, Romero. Vamos para o— ele já falou do Flávio, então vamos de Flávio. Flávio Bolsonaro, por que não escolher Flávio, o eleitor?
Porque o Flávio não tem currículo, ele tem certidão de nascimento. O que que ele vai apresentar? Vai aprender a governar na cadeira da presidência da República? Qual é que é a experiência dele?
Dizem que é o Bolsonaro mais moderado. Você concorda com isso?
Não, mas não interessa. Você não herda liderança, você constrói liderança.
Concordo.
Então você sentar naquela cadeira, você tem que ter a condição de poder decidir sobre os problemas. Você não tem como todo dia pedir uma carta do seu pai para poder resolver um problema no país. Então a situação é diferente. Então falta currículo. O currículo dele é Acertou o nascimento, Flávio. Agora botou Flávio Bolsonaro, daí outra coisa, tá certo? Então ele não tem uma construção política de dizer o seguinte: não, vamos falar sobre educação.
Ele vai falar: poxa, mas eu não governei nada. Mas calma aí, você foi senador da República por 8 anos. Senador da República é uma casa que você tem como se apresentar para poder debater grandes temas nacionais. Quais são os temas nacionais que você debateu? Qual é a sua grande referência lá dentro? Então é o que eu falo, ele não tem condições de poder querer governar ali sem ter esse conhecimento e sem ao mesmo tempo ter a experiência necessária para assumir uma presidência da República.
Só vamos então, quem tá mais na lista lá, vamos ao próximo aí. Romer, o Aldo já saiu, né?
O Aldo hoje é coordenador da minha campanha.
Exato. Então vamos para o Augusto Cury, ainda tá, né? Ele teve aqui como pré-candidato também. Por que não escolher Augusto Cury?
Então tá bem, é, veja, é uma pessoa que é um excelente colega intelectual. É, e ele é uma pessoa culta, só que também ele não tem essa estrutura, tá certo, de uma campanha curta de 45 dias para conhecer, pouca gente conhece, poder colocar isso na pauta, sendo que esses temas também, e a condição de você assumir a presidência da República, você tem que ter conhecimento para você poder saber como você vai trabalhar um Congresso Nacional?
Como você vai sentar à mesa com o Supremo Tribunal Federal? Como é que você vai fazer com que suas matérias sejam aprovadas no Congresso Nacional? Como é que você vai resgatar o presidencialismo no Brasil hoje? Hoje, toda a verba discricionária do governo tá na mão de deputados sem que haja uma interligação das obras do governo com a aplicação do dinheiro daquelas emendas. Como é que você vai chamar o Supremo para dizer: olha, agora vamos respeitar as prerrogativas de cada poder, vamos nos restringir, as ações precisam ser na análise da constitucionalidade das leis em relação à Constituição Brasileira, vamos conviver numa fase harmônica sabendo que o presidente da República Ele foi votado e o seu projeto de governo foi aprovado pela população.
E o que a população quer é que este projeto seja transformado em realidade no país. Então, esta situação é uma pessoa preparada, só que não tem essa experiência, tá certo, no decorrer de uma gestão na presidência. E você não tem como aprender a governar em 4 anos, tá certo? Aí você tem que saber que existe uma lógica. Você não consegue chegar, eu vou botar para você um paciente, você no primeiro ano de medicina, para operar uma coluna, tá certo?
Para fazer uma cirurgia neurológica, tá certo? Então você sabe que não adianta você ler no livro, entre o que tá escrito no livro e na prática, a distância é muito grande.
Vamos de Renan, falta o Renan agora. Por quê? Porque o eleitor não escolher o Renan como—
Renan é um jovem que em algumas pesquisas tá na frente, outras tá atrás. Mas o Renan é um jovem que realmente desenvolveu uma capacidade de poder avançar com seu partido político. Aí ele já criou, né, criou Missão, criando o seu próprio partido político, já debatendo os seus pontos.
Mas tem uma liderança entre os mais jovens, né, parece?
Tem, ele realmente trabalha bem essa área, mas o fato que eu repito aqui é a mesma coisa do Flávio, falta de experiência. E dele é exatamente, por exemplo, o que o Zema tem por ter governado ali o estado de Minas Gerais, ele saindo direto. Eu até não posso falar muito, até porque já fez isso, eu mais jovem do que ele, na verdade. Eu saí candidato à presidência da República, eu tinha 39 anos, ele eu acho que tem um pouco mais. Mas eu acho que isso faz parte da juventude, dessa nova geração também entrar no processo político, deve entrar no processo político, vir para o debate, tá certo?
É sempre com conteúdo, com estudo, com conhecimento de causa, faz um nível bom e as gerações novas vão participando dessa discussão política. O que não pode fazer é: ah, eu não gosto de político, tudo quanto é político não presta, porque isso aí realmente não reflete a necessidade que nós precisamos de ter, que é de boas pessoas. E quando você tem um político bom, você tem capacidade de entregar à população o que a população deseja.
Então esse é o lado que tem que ter um estímulo também aos mais jovens para entrarem na política e não achar que pela política não tem caminho, porque se não tiver caminho pela política não tem espaço para democracia. Então se você não tem espaço para política, você não tem espaço para democracia e ninguém quer ditadura. Então eu sou uma pessoa essencialmente um democrata, eu sou um homem que nunca contestei urna, Só me que não contesto painel, só me que já na minha vida perdi duas eleições, ganhei seis eleições.
Você acha preocupante essa essa essa volta de levantar suspeitas sobre a urna eletrônica que o Flávio tá fazendo?
Lógico que eu acho. Lógico que eu acho. Nós estamos nós estamos a sessenta e dois dias de uma campanha eleitoral.
Caramba, tá certo?
Sessenta e dois dias do primeiro turno. Quer dizer, se ganhar, a pessoa cala. Se perder, a culpa é da urna. Não dá, né? Isso aí também a pessoa não queria assumir a sua própria derrota. Eu nunca briguei com a urna. Eu já ganhei no Congresso Nacional, abaixo o painel lá, eu ganhei, parabéns. Eu perdi, eu aceito. Você tem que entender que o debate era um debate de conteúdo, não pode ser um debate de ódio. Ah, se você falou que a urna lá, o resultado é aquele, ah, então você já virou esquerda.
Ah, você tem que vacinar, você já virou esquerda. Ah, você tem que amanhã— depois vamos falar de vacina, que o pessoal tá querendo falar de COVID aqui também, entendeu? Então a pessoa precisa— ah, você conversou com um cara de esquerda, ah, você é de esquerda, entendeu?
Eu fico chateado também de ser colocado numa prateleira por certas pautas, sendo que a pauta não é de uma ideologia ou outra, né? Educação é pauta de algum, é combater a pobreza, é pauta de um ou de outro, da saúde pública, é da educação de qualidade.
Cada um tem o seu estilo, tem a sua liberdade de poder debater. Agora, se você debate no plenário, como eu debati a vida inteira, passei 24 anos como deputado e senador, depois você não pode falar com colega que tem uma posição contrária a você? Se tiver falando com o cara Já pronto, tá do outro lado, né? Não, já extrema-direita. O que que é isso? Que ponto nós estamos chegando no Brasil? É uma loucura. Isso precisa ser rompido. Eu acredito que precisa ser rompido.
Precisa. Vamos para o último, para o último então candidato. Também já foi feita a convenção do PT e Lula. Por que não escolher Lula pela quarta vez, né?
Bom, gente, o Lula é um homem que roubou o futuro do Brasil. Ele não roubou só Petrobras, Eletrobras, só roubou o Petrolão, não roubou só o Mensalão, não roubou só o INSS, não. Ele roubou o futuro do Brasil.
Por quê?
Porque foram 20 anos que o PT que esteve no poder, que ele atrasou o Brasil em poder avançar em pontos que são relevantes para que nós não tivéssemos nessa situação no cenário internacional. Porque você não pode comparar o Brasil internamente, você tem que comparar o Brasil há 30 anos atrás com outros países para você poder fazer uma comparação.
Onde o Brasil estava, onde esses países estavam e onde está a China, onde está a Índia, onde está a Coreia, onde é que está Singapura, onde é que está a Vietnã. Perdeu algumas ondas aí.
Posições aí, caiu embaixo. Então esse é o lado que nós estamos—
A gente é o país do quase, né?
Do quase e de um país que vai diminuindo a sua condição de competitividade com os outros países na área do conhecimento. A área do conhecimento é a área que o governo do PT nunca teve interesse em investir. Investir na pesquisa, investir na tecnologia, investir nas políticas estruturantes. Você, por exemplo, nós hoje compramos carro elétrico da China e nós temos combustível que nós desenvolvemos aqui. Por exemplo, em Goiás os ônibus meus andam com biometano.
O que que é isso, biometano?
É o combustível mais renovável, tá certo, que existe até hoje produzido. É o que menos barato, preço bom, barato, porque você produz ele do bagaço da cana ou você produz ele dos aterros sanitários. Caramba, você produz o biometano. Hoje Goiás já tem 500 ônibus com motores na região metropolitana para ser movido a biometano.
Quem desenvolveu?
Se não me engano, foi a Scania, tá? Os motores, tá certo?
Fantástico.
Já vendeu e nós já adquirimos os ônibus, estão chegando em Goiânia. Então você vê que ao invés de eu comprar tecnologia chinesa, que no começo eu comprei de ônibus elétrico com bateria chinesa, eu já comprei agora um ônibus que já tem, já vai ser alimentado com combustível desenvolvido por biomassa.
Tem um cara brabo aqui falando que o Brasil é cheio de petróleo, é só abrir refinarias.
Não, ele tem razão, ele tem toda razão, ele tem toda razão. O Brasil, você tem hoje a faixa equatorial, duplica o que nós já produzimos e nós não temos refinaria no Brasil. Ele tem toda razão, o Brasil reinjeta gás e nós não temos nada da produção.
Romero, eu falei só a parte boa, sem o xingamento, né? Porque ele colocou, seu imbecil. Então eu não li essa parte porque o cara foi mal educado aqui, né? Mas ele tá concordando contigo aí, né? Que tem que abrir as refinarias aqui.
Exato, é uma realidade. Então isso tudo é você imaginar que eu dependo hoje de importar nitrogenados e ao mesmo tempo cloreto de potássio, fósforo, tá certo? Em outros países, sendo que eu tenho tudo isso que eu posso produzir no Brasil. Então é essa falta de avanço que o Brasil tá perdendo cada vez mais representatividade no mundo.
Verdade, verdade. Vamos para pergunta do chat. O pessoal tá falando aqui, se a gente exportasse dupla sertaneja, a gente era primeiro mundo, primeira potência do mundo.
É, com certeza, não é?
Goiás estaria do topo. Lá no pódio, é verdade.
Tem uma dupla sertaneja de preferência aí no momento?
Você sabe, Goiás tem muito, né? Você vê, tem o Jorge Mateus, que é muito amigo meu, e tem também o Leandro. Você sabe, aqui foi o Leandro e Leonardo, hoje é Leonardo, né? Verdade também, pessoas muito humildes e também pessoas especiais. Já nasci em dupla sertaneja lá, quando nasce irmãos tem amizade especial, aí já não é dupla mais, é cantor solo, né? Quem é? Gustavo Lima. Então tem amizade com ele, com a família toda, e já tem um tempo.
Então são pessoas assim que levaram também a música. Eu customizo o seguinte, que a minha candidatura é igual música sertaneja. Por quê? Porque no começo todo mundo tinha, né, preconceito, ninguém cantava nem nada. Depois que passou a conhecer do Brasil inteiro. É a mais cantada no Brasil.
Achei que ia falar minha candidatura porque é música de corno.
A minha, minha candidatura é música sertaneja. Chega lá, vai tomar conta do Brasil inteiro, você entendeu? Quem diria, até no Carnaval, né, toca música sertaneja.
Fala, ô Homer, você é da música sertaneja ou não? Não mente, quem tá aqui.
Eu sou mais do rock and roll, mas quando eu vou para o interior eu escuto sertanejo.
Você escuta, né?
Não tem como, né?
Você já foi num show lá em Goiás? Você já foi lá?
Ainda não.
Tive numa feira agro lá, muito legal. E o Barreto também toca, né?
Caramba, quero ir lá.
Nunca fui, vou esse ano lá.
Esse ano vale a pena, eu também vou estar lá. Esse ano o Gustavinho vai fazer uma cavalgada e parte do dinheiro vai para o Hospital do Amor de Barreto e parte vai para o Hospital do Câncer em Goiás. Nós construímos um hospital que é algo maravilhoso. Você ainda não foi a Goiás, você tem que conhecer. É o hospital mais moderno que existe hoje, tá certo? Para tratamento de câncer infantil. A maior causa de mortes hoje de criança, de 0 a 19 anos, é exatamente o câncer.
Então hoje nós construímos um hospital que é modelo em tecnologia, o que existe de mais moderno no mundo. Tão sofisticado que ele é, E tão à frente que ele é hoje, que é os mesmos protocolos hoje do, do hoje instalado lá pelo Hospital do Amor em Barretos, do Hospital Johns Hopkins nos Estados Unidos, que nos doou a planta. Esse hospital é tanta tecnologia que, para você ter uma ideia, me dá mais 30 segundos aqui. Se operando aqui uma criança, tá certo, uma lesão cerebral, certo?
Você abre, aí você vai ali e tal, você imagina, você ressecou aquele tumor ali. Aí a criança volta para o leito, faz uma nova ressonância, aí você vê que você não tirou tudo, aí precisa de voltar de novo para o centro cirúrgico. Esse hospital nosso, ele é dentro de uma tecnologia aonde a maca que você tá, a mesa que você está operando a criança ela desloca, entra numa ressonância, faz o exame, volta para o cirurgião, o cirurgião vê se tira mais um pouco ali ou não, se já retirou tudo.
Então, quer dizer, veja bem a chance de sobrevida e de melhor resultado para esse paciente. Nós temos a maior área hoje com uma filtragem que garante a esterilização de transplante de medula óssea para criança no Brasil, a maior área de transplante de medula óssea. Então, isso tudo feito com tanto carinho, é tão bonito que ficou, certo? O Henrique Prata foi um braço direito que entrou comigo no governo. Nós construímos um hospital em 25 meses, isso é inédito, 25 meses.
A média de construir um hospital no Brasil é 18 anos, 20 anos para construir. Para estar pronto. Tamanha burocracia. E ele encantou tanto que a McDonald's e o Marfrig, a BRF, deram para Goiás uma casa para poder receber os familiares, que normalmente o tratamento dura às vezes 1 ano, 2 anos, para as pessoas não voltarem para o interior, depois não volta mais. Ficam vivendo ali. A McDonald's mais o Marfrig, a BRF, deram uma casa de quase R$30 milhões só para ficar com os pais e os meninos e os filhos quando sai daquela fase do tratamento que precisa de internação, mas que fica ali morando ali naquela casa para ir continuando o tratamento ambulatorial ou de fisioterapia ou de recuperação.
Então, negócio lindo. E para você ter o padrão, que o McDonald's reconheceu que foi o hospital mais moderno das centenas de casas que tem pelo mundo afora em tratamento específico de câncer infantil. É lindo o projeto, mas é lindo, entendeu? É um negócio assim que emociona. Você vê aquelas criancinhas que não teria como ele se tratar, ou teria que mudar para Barretos Eu teria que achar uma vaga em Brasília. Então agora você vê a família, o pai, a mãe, a criança, os primeiros dias então, as meninas, as crianças que estavam em Barreiras e que vieram para voltar para Goiás.
Então teve uma que abraçou minha perna e disse, tio, agora eu vou ficar aqui na minha casa com as minhas amiguinhas, voltei para o meu colégio. Quer dizer, não tem nada igual você tratar aquelas crianças todos ali.
Com certeza.
Ô, Homer, quero saber o que o povo quer saber aí, manda para mim.
Então vamos lá, primeira pergunta aqui do Jota Santos, ele quer saber: candidato, quais são suas propostas para apoiar os professores da rede pública? Eu sou professor e estamos sendo humilhados, agredidos e desrespeitados.
Bom, isso não é uma realidade onde eu governei, primeiro, porque esse Se tem um segmento em que eu governei com a mesma intensidade como foi na área da segurança, foi educação. Goiás hoje é o primeiro lugar no IDEB no Brasil, é a melhor educação no Brasil. Então me dediquei mesmo, fizemos parceria com as prefeituras e nós hoje temos, nós hoje nos ocupamos desde a criança, no primeiro ano do ensino fundamental, até o final do ensino médio.
Mas ele pergunta sobre a falta de condição com que os professores estão sendo tratados. Isto aí você há de convir que aí você tem que ter um Estado que garanta essa condição ao professor. É inaceitável, é inadmissível este tipo de comportamento. Eu enfrentei dificuldades enormes Porque o narcotráfico mandava no tráfico e os professores tinham medo de denunciar. Mataram 2 professores no meu estado. E a partir daí eu montei um sistema de segurança tal para poder exigir respeito aos professores, dar liberdade a eles, e ao mesmo tempo não admitir que qualquer aluno se achasse no direito de afrontar o professor, muitas vezes agredi-lo dentro da sala de aula.
Caco de vidro no copo de um professor esses dias.
É uma coisa que isto aí você tem que ter algo que seja o compromisso seu de garantir essa segurança aí, entendeu? Isso aí em 2 minutos aí é uma ação do governo. Imediatamente essa pessoa tem que sair dali. Para a delegacia de polícia. O pai tem que ser responsabilizado, certo? Essa atitude eu tomei no meu estado de Goiás. Você lembra aquela época da violência que tava dentro dos colégios? As pessoas achando que poderiam fazer o que queriam, não foi? 2 casos em Goiás, eu mandei prender os pais, levar para delegacia.
Ah, mas não sei o quê, tá? É, você precisa entender que você precisa dar educação para o seu filho na sua casa. Se um filho seu vai armado para um colégio, você é corresponsável por essa situação. Você tem controle sobre seu filho. Em 2 minutos a brincadeira acabou. Então o Estado, ele tem que ter à frente, não pode se acovardar para essas situações que a pessoa acha que pode. Agredir um professor, esfaquear um professor. Esta, isto é um sinal de que a juventude, se não tiver uma educação de qualidade, ela vai para o que tá acontecendo hoje no Brasil.
Que eu queria até perguntar, é o Lula dizendo que ele tá, eu quero dar uma melhor educação para o povo brasileiro, tal coisa. Tem 9 milhões e 100 mil jovens hoje que não terminaram o ensino 9 milhões e 100 mil que não terminaram. Veja o padrão da educação no Brasil. Então esse lado aí eu não, não passo pano, não aceito, tá certo? E a mão do Estado tem que ser na defesa do professor, tem que ser na defesa da liberdade ali das pessoas poderem dar suas aulas sem serem ali agredidos dentro do recinto. É inadmissível isso.
Ô, Romer, é contigo. Próxima pergunta.
Próxima pergunta do Márcio André. Ele tá perguntando o seguinte: o real está sendo valorizado, desvalorizado por conta dos governos do PT. O que o senhor pretende fazer para resolver esses problemas financeiros?
Olha, hoje o que que nós estamos vendo hoje do endividamento? É total hoje. Ele, hein, Vilela, você conhece alguém assim que esteja motivada a investir? Alguém que esteja hoje, ao contrário, capital para investir? Ao contrário, todo mundo desanimado, tá tirando empréstimo hoje, nada.
Então vale mais a pena deixar no banco rendendo do jeito que tá hoje.
O governo tá garantindo para você, você bota o seu dinheiro lá e te garante quase 10% de juros ao ano mais inflação. Pois é. Então essa é a realidade que o povo brasileiro tá vivendo isso agora. Qual é a causa disso? Que o problema não é só falar isso, que aí o diagnóstico é pela metade. A causa de tudo isso é o que o governo Lula gastou em 3 anos e meio. Ele jogou dinheiro pela janela e com isso O que que acontece quando o governo gasta muito?
A taxa de juros, juros do dinheiro fica mais caro. Então isso é que tá levando essa situação hoje de total inadimplência do segmento hoje produtivo, do pequeno empresário, de todo mundo. Agora, como recuperar isso? Primeiro, primeira medida que tem que ser tomada é derrotar o Lula. A primeira medida. Se não derrotarmos o Lula, Tá certo? Mas com quem sabe fazer, nós não recuperaremos essa situação em nosso país. O segundo lugar é cortar na carne, é cortar na carne.
Exatamente, o Executivo, os demais poderes constituídos, todos mostrando que existe aí um compromisso em poder dar sinais de controle real de gastos. Então, a partir daí, com essa reforma administrativa austera, você aí sim vai fazer com que haja um direcionamento e uma boa aplicação do dinheiro público. Eu acredito em tudo isso por um motivo muito simples: peguei meu estado quebrado, bloqueado no Tesouro Nacional, R$6,8 bilhões de dívida imediata, R$11 milhões depositados na Caixa Econômica Federal, Entreguei o governo com R$9,8 bilhões em caixa.
Então, quando o governante tem autoridade moral, não tá envolvido em negociata nem corrupção, o dinheiro rende. E nós recuperaremos o Brasil tranquilamente. O eleitor pode ter certeza absoluta, me colocando lá, eu entrego o Brasil no final de 4 anos, um outro Brasil para a população brasileira. Eu vou devolver o Brasil aos brasileiros dentro de uma outra realidade. Pode acreditar nisso.
Fale, Homer. Só tá pegando pergunta boazinha, hein? Por enquanto ninguém aí com pergunta difícil.
Quero, vamos lá, até a pergunta do Boris Skalowski. Ele quer saber como o senhor pretende retomar áreas dominadas pelo crime organizado. Vai negociar com o Congresso penas mais duras, como prisão perpétua ou outras medidas para reforçar a segurança?
Não, com o Congresso eu negociarei em termos de pedido do Executivo e todas as forças do governo para aprovar imediatamente as facções criminosas como terroristas. A partir daí eu vou poder utilizar todas as Forças Armadas, eu vou utilizar Aeronáutica, Marinha, o Exército, eu vou usar, eu vou poder utilizar 340 mil homens e mulheres para nós fazermos um enfrentamento pesado em cima da recuperação das áreas perdidas pelo Brasil junto ao narcotráfico.
Uma medida rápida que eu vou tomar também, que eu dependo do Congresso Nacional, é sobre o confisco de bens de homens que se acham no direito de agredir mulher. Então eu vou confiscar os bens dele homem e vou passar para a mulher, ou senão para os filhos, caso tenha evoluído para um feminicídio. Então são medidas que vou ampliar as ações, além de um crime respondendo por 30 anos e sem ter direito a diminuir a pena. A diminuição da pena só vai ocorrer depois de 90% do cumprimento delas.
Antes disso, está prevalecendo no Brasil, e farei uma campanha dura, uma tese de que o cidadão, que o cidadão, por às vezes pagar o aluguel ou ser dono da casa ou de levar a comida para casa, ele se acha proprietário da mulher e se acha no direito de agredi-la e de assassiná-la. Então, a partir daí, É o que nós fizemos em Goiás nessa tese de briga de marido e mulher, não se mete a colher. Eu, a tese minha é meto algema, meto a tornozeleira eletrônica.
Não podia como governador confiscar os bens, mas agora como presidente eu vou poder encaminhar esse projeto ao Congresso Nacional e vou confiscar os bens desse covarde e vou passar para mulher ou para os filhos. Então São duas ações imediatas que eu dependeria na área da segurança pública. O terceiro ponto, aí sim já é política do governo federal, de apoio aos estados para, em parceria com os estados, poder fazer ali, acoplando a inteligência junto com os batalhões especializados, e fazer o enfrentamento de acordo com a característica de cada crime, porque você não tem um único tipo de crime no Brasil.
Você tem o crime que é praticado no Nordeste, que é diferente, as facções do Sul, Sudeste, que é diferente da Amazônia. Então eu saberei tratar cada um com eficiência para poder devolver o Brasil aos brasileiros, podem ter certeza.
Caiado, como que você responde o pessoal que diz que o seu modelo de enfrentamento aplicado em Goiás foi criticado por organizações de direitos humanos custa vida. E se você é contra a obrigatoriedade de câmeras corporais na polícia, se isso não vai contra a transparência que o eleitor espera hoje.
Pelo contrário, só tô com 88% de aprovação da primeira pergunta, você tá falando? Não, em relação à segurança pública, só tô com 88%. Mas essa segurança pública aprovada por 34%. Agora Lógico que as pessoas que queriam que as penitenciárias fossem quartel-general do crime, aí tudo bem. Então eles fizeram movimentação lá em Goiás, tá certo? Porque não tinha condição de poder fazer visita íntima, não tinha audiência sigilosa.
Foi em relação a isso.
Aí vieram aquelas, aquelas ONGs É, tem uma ONG aqui de São Paulo do PCC, como é que chama a ONG?
ONG do PCC?
É, ué. Aí ele tá rindo, é uma ONG do PCC.
Como que é? Pastoral Carcerária que chama?
Não, é Almas— não, acho que não. Não, é a ONG do PCC, ela chama— ô meu Deus, me fugiu o nome dela agora. Ela entrou até contra mim no Supremo. Supremo Tribunal Federal, tá certo? Então você tem que entender que essas ações, elas foram ações que não tinha nenhuma vinculação com a sociedade. A sociedade deu 84% de aprovação.
Acho que tem uma distância muito grande entre o que a sociedade pensa e o que esses grupos, essas ONGs de direitos humanos, elas querem.
Lógico, se você tem o menor grau por 100 mil pessoas, o maior número por 100 mil pessoas de homicídios em Goiás.
Entendi.
Você tem o menor número de homicídios em Goiás hoje. Não, Distrito Federal tem menos, mas Distrito Federal é um quadriláterozinho, tá certo? Então Goiás hoje tem um sistema, tem um sistema de penitenciário com segurança plena, tem um seguro, o seguro mais barato do Brasil, que significa o quê? Que você tem segurança pública, né? Senão você não teria. Então isso tudo resulta o quê? Em melhoria de qualidade de vida para pessoa. Agora, você tem que proteger o quê?
A sua família. Você tem que proteger— eu como governador tinha que proteger o meu povo. Então os meus batalhões especializados nunca usaram câmera e não vão usar. Tá certo? Por quê? Porque eu tenho uma corregedoria séria e a polícia entra para defender a população. Agora, o cidadão vai enfrentar uma realidade que é um enfrentamento com bandido que hoje eles usam ponto 50 e que a polícia não tem esse armamento. Eles estão hoje com drone sofisticado lançando granada em cima dos policiais.
E depois os bonitões querem ver lá na tela da televisão, todo mundo no ar-condicionado, saber como é que o policial agiu debaixo de fogo cruzado.
Ah, tá falando das câmeras corporais? Você é contra?
Lógico, cidadão tá entrando num campo de guerra.
Mas não é, tem muito, tem muito, tem muito especialista em especialista que não tem, não, de teoria. Eu tô falando das pessoas que vêm aqui, tem gente que é contra e tem gente que é a favor. Tem alguns Tem especialistas que falam que isso protege inclusive o próprio policial, a câmera corporal, de depois ser processado. Você não acredita nisso?
E você já viu algum? Você já viu algum? História da carochinha. E você já viu algum, hein? O que você faz é aquilo. Puseram lá nos policiais no Rio de Janeiro, eles cruzaram os braços assim, ficaram quietos, e os cara assaltando carro e tudo. E aí, o cara vai produzir prova contra ele? Então você acha que o cidadão, enfrentando do jeito que é um crime organizado hoje no Brasil, com que existe maior tecnologia hoje, com armamento mais sofisticado, com ele hoje mandou para Ucrânia para formar pessoas para utilizar o drone para atacar policial.
E aí você vem com essa história da carochinha de governo vai, cidadão vai botar uma câmera que vai dar aula de drone o pessoal de comunidade aí.
É, vamos lá, próxima pergunta, o Homer.
Próxima pergunta da Tainara Cubas, ela mandou o seguinte: Olá, Caiado, você com grande intelecto sobre saúde e ciência, o que acha sobre os políticos que estão usando o escândalo do julgamento do Fauci sobre a COVID-19? Você acredita que foi tudo arquitetado?
Esse assunto é legal a gente falar porque eu vi em algumas entrevistas um embate aconteceu em relação à vacina COVID. O que tem de mentira, o que tem de verdade? Tá todo mundo agora se perguntando por causa desse, dessa, acho que liberaram os diários, né, desse cara aí.
Eu acho que trazer esse debate agora é um desrespeito aos 700 mil brasileiros que que morreram de COVID. É algo assim que dava para ter evitado muita coisa, né? É algo que, sabe, as pessoas que não acreditam que a ciência, que a evolução com a vacina é que deu chance para que essas pessoas tivessem ali a condição de não falecer em decorrência do vírus, querer desconsiderar a importância da vacina é algo assim que tem trazido sérias consequências para todos nós no mundo.
Você vê os americanos agora enfrentando ali, tá certo, a maior epidemia de sarampo. Coqueluche, tá certo? O Brasil correndo risco amanhã de ter também a volta da paralisia infantil. Então é um grande desserviço ao país esse tipo de colocação que fazem aqui, porque não existe outra maneira. Isso é uma formação elementar. Não se trata vírus aproximando as pessoas. Isso é Isso até na época das cavernas sabiam que tinha que separar as pessoas pela contaminação.
Querer achar que você vai ter um tratamento sem ter uma vacina, você vê que até você conseguiu o que nós chamamos de imunidade de rebanho, tá certo, onde todas as pessoas já desenvolveram corpos. Você teve aí a gripe espanhola que matou milhares e milhões de pessoas no mundo. Ela só atingiu a imunidade, tá certo, de rebanho depois de 10 anos que ela aconteceu no mundo. Só depois que ela finalizou, quando você já teve já a imunização já na população.
Então você querer trazer essa discussão agora é um desrespeito às pessoas que perderam a vida, tá certo? É não querer acreditar que graças à vacina nós não tivemos mais as mutações do vírus, nós não tivemos outras variantes em decorrência, não não ter mais como progredir na sociedade. E nós vimos a interrupção definitiva do COVID, tá certo? Então isto aí, você está vendo aí, os americanos estão pagando caro agora por essa política de não vacinar.
O próprio que critica o COVID tá indo para televisão e dizendo, olha, o Robert Kennedy tá lá agora dizendo, olha, vão lá procura, vamos vacinar, sarampo tá matando muita criança e tal. Então, sabe, é triste ver essa, essa, essas pessoas voltarem com algo que chocou o Brasil.
E sem dúvida nenhuma, essa insensibilidade do Bolsonaro foi o que causou a derrota Ah, eu falei para ele aqui na entrevista que foi aqui, que é a entrevista recorde mundial, foram, tinham quase 2 milhões de pessoas assistindo. Eu falei para ele sobre, sobre a pandemia, e depois quando ele voltou, ele concordou que isso foi uma das coisas que fez ele perder as declarações que ele deu, porque era o momento que ele poderia ser o herói da nação, unindo todo mundo, trazendo especialistas, chegando a discussão científica e ele perdeu.
Agora, o que muito, muitas pessoas estão discutindo agora é se você discutir se aquela vacina na época tava pronta, se não tava, se isso não foram várias, foram várias vacinas que foram desenvolvidas, cada país tentou buscar uma vacina, todo mundo numa corrida pela vida, você não tinha um protocolo, tá certo? Ah, porque, mas por exemplo, se acontece, você é eleito ano que vem, Deus me livre, acontece uma pandemia, a gente já tem uma experiência.
Como você faria o protocolo de uma pandemia agora que a gente já sabe o que funcionou, o que não funcionou?
Hoje nós temos uma estrutura hoje de médicos intensivistas, de estruturas de UTI, mas o lockdown É necessário, não é?
Isso teria que ser visto.
Em qualquer virose que você não tenha a vacina, em qualquer tipo de virose que você não saiba como tratá-la, primeira coisa, primeira coisa, se afastar as pessoas. O vírus, ah, ele não transmite pela, aí pelo ar, ele transmite às vezes pela saliva, ele transmite pela picada de um mosquito? Quais são as formas que ele transmite? Eu não sei. Agora, se você não sabe, o que que você diz para as pessoas? Olha, vamos realmente distanciar o convívio das pessoas e ao mesmo tempo vamos usar máscara.
Ah, mas não precisa de usar máscara. Vem cá, você tem certeza absoluta que pela saliva não tem transmissão nenhuma? Se você não sabe nem como tratar o vírus, como é que você pode ter essa garantia? Então, tudo que chama medida preventiva, Vilela, ela tem que ser colocada. Vilela, eu sou médico, eu fui o primeiro, o primeiro governador a decretar o isolamento social. Eu fui o primeiro, tá certo? As pessoas que foram na porta lá do Palácio para tentar dizer que não aceitaria aquilo, Tá certo?
Eu mandei prender o carro de som na hora, tá certo? A minha responsabilidade como governador e como médico, eu sou, porque eu sou médico, é cuidar de, aquele momento era cuidar de 7.200.000 vidas em Goiás. Nunca abri mão disso. Ah, porque vai comprometer a economia. A economia de Goiás tá crescendo o dobro da brasileira, o dobro da brasileira. Eu tô dando de capote na economia brasileira. Tá certo? Então isso aí nunca foi motivo.
Você tem que saber que aquilo é que é o maior patrimônio que Deus nos deu, é a nossa vida. Se você não tem um governante que cuide da vida das pessoas, ele vai cuidar do quê mais? Do que mais? A economia, meu amigo, você estando vivo com saúde, vai ver o que que aconteceu lá em Goiás, recuperou, dobrou é o PIB que mais cresce no Brasil. Você não tem economia no Brasil hoje, não é por causa da pandemia não, você não tem economia do Brasil hoje porque você não tem profissionalização das pessoas, educação de qualidade, combate à criminalidade, a corrupção que tá solta com aval do governo.
É isso que você não tem. Essa é a realidade que a gente precisa deixar claro para as pessoas que estão nos ouvindo entender que tentar buscar de novo Mas esse debate agora, na véspera, à véspera de uma eleição, isso é um desrespeito com 700 mil brasileiros que morreram na pandemia do COVID, tá bem? Desrespeito à ciência, desrespeito à evolução na nossa capacidade. Nunca no mundo se construiu, se produziu vacinas tão rápidas como se construiu no combate ao COVID.
Eu estou aqui dizendo, na gripe espanhola, metade do tempo de um, demorou 10 anos para nós termos aí a imunidade de rebanho. 10 anos morrendo gente até ter imunidade de rebanho. O COVID, nós paramos com ele. Tanto é que hoje você manda assinar, vacinar quem?
A criança.
Recém-nascida e o idoso, tá vendo? Por quê? Porque esses dois aqui, ó, um acaba de nascer, ele não tem ali o anticorpo. O outro já na idade avançada, ele não tem ao mesmo tempo ali, não tem a mesma condição de ter a imunidade preservada com decorrer da idade. Então são os pontos que nós hoje Ainda indicamos a vacina, são em duas situações como essa, e a pessoa cria um carnaval enorme em relação a isso.
Pois é. Fala, Homer.
Aqui o Gilberto Pereira, ele tá perguntando qual é a sua opinião sobre a prisão em segunda instância, se você concorda com isso.
Prisão em segunda instância, acho que não tem muito a ver com Prisão em segunda instância, mas como assim? É porque ele deve estar citando o caso do Lula. Dependendo do caso, dependendo do caso, ele já pode ser preso na primeira instância.
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Então vamos lá, o Correndo para Cachorro, ele tá perguntando aqui qual sua opinião sobre o sigilo de 100 anos que tá sendo mantido pelo governo atual.
Eu fiz essa pergunta, que coisa boa!
Você viu que eu fiz essa pergunta para o Lula, né? Você viu esse trecho?
É engraçado que tá na rede social Essa pergunta sua, sim, e ele virou rolando lerdo naquela resposta, porque ele cobrou muito do Bolsonaro e que a primeira coisa que ele ia fazer era quebrar todo tipo de sigilo. Mas eu queria sugerir a você uma coisa.
Você entrevistou o Lula dia 30, foi quinta-feira passada, 30, dia 30, antes da convenção, dia 30.
Dia 28, 2 dias antes, o Ministro da Justiça do governo do Lula, lógico que é por determinação do presidente, decretou sigilo por 100 anos das pessoas que visitaram o Vó Caro.
Por isso eu perguntei na Polícia Federal, por isso eu perguntei.
Mas por que que você não pediu para ele dar os nomes? Ele disse para você que dá, porque na resposta vai falar assim: Fala, você fala, você fala, você fala para mim o caso aí que eu vou te tragar.
Mas não tinha esses nomes.
Não tinha esses nomes? Não, não tinha não. Então você vê, gente, agora, e ele fala as coisas e não fica nem vermelho.
Mas o que você é contra também? Sigilo? De colocar sigilo nas coisas?
O sigilo, você tem que entender que sigilo de Estado é uma coisa. No meu governo vai ter sigilo político, diferente.
O que que é isso?
Sigilo político é o que ele fez agora. Ah, sigilo político. Sigilo político. Sigilo que amanhã comprometa a eleição dele, ou que comprometa familiares dele, ou que comprometa amigos dele. Então isso aí são duas coisas distintas. Você tem informações, são segurança de Estado. Olha, isso aí o mundo todo, tá certo, tem as suas regras para poder preservar isso aí em não conhecimento, porque são informações sigilosas de Estado, tá certo, não é da pessoa.
Agora você usar algo que é informação sigilosa de Estado para você transformar como sendo sigilo de 100 anos para pessoa física, político, que foi visitar o Vórcaro. Então o que que dá para a gente concluir? Que alguém deve ter ido lá para poder ou ameaçar o Vórcaro ou acertar com o Vórcaro alguma coisa na montagem da delação dele. Porque qual é o impedimento da pessoa saber se você vai ou não?
Acho que isso poderia afetar a campanha dele, não tenha dúvida.
E agora todo mundo tá querendo saber quem tava lá, quem tava lá.
Você tava lá?
Andou no jatinho dele? Já teve alguma festa dele?
Aí você vai ver, Vilela, uma coisa assim que você pode—
ninguém convida a gente para essas coisas, né, homem? Para viajar de jato, para ir para festa do Vulcano, ninguém convida a gente.
E aí você vai para Osasco comer churrasco quente. Que tem uma vida longa na política, rapaz. Eu pesquisei a vida dele toda e não tem mensalão, não tem rachadinha, não tem aumento de patrimônio, não tem compra de mansão, não tem nada na vida dele. Não tem dinheiro de aposentado, não tem dinheiro do máster, não tem de dinheiro, valor caro. Enfim, é essa que é a boa da vida, rapaz. Você pensou eu chegando no meu momento de vida hoje e podendo ir para um debate, se Deus quiser, mostrando o tanto que nós realizamos, o tanto que eu tenho para mostrar para o Brasil em termos de resultados, e que eu não tenho nada para esconder da população, e vou para um debate com a maior tranquilidade do mundo? Não tem mais riqueza maior do que essa.
E aí, alguma pergunta boa para encerrar, hein?
Olha, o Lucas Mota, ele mandou aqui, ó: como o senhor pretende baixar o custo de vida sem aumentar impostos?
Primeiro lugar, cortando mordomias. Primeiro lugar, primeiro ponto, cortar na carne, tá certo? Como eu fiz. Isso aí eu já deixei claro, que a reforma administrativa será atacada não só no Executivo, mas será atacada em todos os poderes. Além do mais, Você buscar regras claras para como você vai gastar o dinheiro e, ao mesmo tempo, com a confiabilidade que nós, ao assumirmos o poder, teremos junto aos empresários, todos eles vão me dar uma carta de crédito, todos eles vão ter confiança de que eu cumprirei com eles aquilo que está acertado.
Isto acontecendo, os juros caem imediatamente. Só o que não tem hoje é confiança no governo. É o que eu disse aqui, ó, vocês viram que estão desmentindo, mas o Gabriele, o Sérgio Gabriele, que é responsável pela parte do plano de governo do Lula, já sinalizou a possibilidade de dar um calote na dívida pública.
O que que significa isso?
Significa que o dinheiro, o que o governo tem hoje em letra, não é verdade? Aí eles podem arrumar qualquer tipo de negociação lá, aprovar qualquer medida e colocar, tá todo mundo de orelha em pé. Por que que tá? Por uma coisa só, ele gastou acima do orçamento mais de R$215 bilhões, acima do orçamento. Só em crédito extraordinário que não se pode. Você só pode autorizar crédito extraordinário em guerra e em problemas graves que amanhã venham a acontecer, como foi o COVID, por exemplo, uma situação que aconteceu com o Rio Grande do Sul.
Então, fora isso, você não pode utilizar de crédito extraordinário, você não pode emitir moeda sem ter lastro e tem que ter a origem de onde será pago aquele gasto. Só disso aí, para ganhar a eleição, só agora ele emitiu mais de R$91 bilhões só de crédito extraordinário. Entendi. Então é o que ele tá preocupado, como é que vai fazer se o Lula continuar? Nós sabemos muito bem que é um Dilma 2, 4 milhões desempregados, firmas fechando no Brasil. Não me lembro dessa época, mas é essa época que tá aí desenhada.
Aí desenhada, você vai pegar isso.
Mas você pode ter certeza que é diferente. Aí o mercado acredita no Caiado, certo? Aí eu tenho um voto de confiança. As pessoas vão dizer, olha, Caiado, nós vamos lhe dar esse prazo aqui, você vai mostrar resultado. Aí o problema é meu. Aí eu vou entregar o resultado, valeu a pena. É isso que eu fiz. Eu fiz isso, peguei meu estado quebrado, tá certo? Então eu cortei incentivo, cortei na carne, tá certo? Fiz as reformas necessárias e dei conta de sair da crise. Entreguei um estado redondo que eu queria fiscal com dinheiro em caixa.
Caiado, estamos chegando no final. Eu vou deixar para o final as 3 perguntas que eu faço para todo mundo que vem aqui pela primeira vez, mas eu queria duas questões. Primeiro, num cenário que você não vá para o segundo turno, tem dúvida em apoio entre Renan e e Lula ou não?
Você sabe que a cabeça da gente, e a minha cabeça, ela funciona muito assim, ó, por etapas. Eu vou entrar no campo cirúrgico, eu vou salvar esse paciente, e tá toda, o hiperfoco tá nisso ali, ó. Eu foco ali, ó, eu foco ali, ó. 3 horas, 4 horas, 5 horas, 10 horas de cirurgia ali, ó. Foco, vai, vai dar, vai dar. Vai dar. Então você numa campanha, você tem que acreditar na sua capacidade de ter construído uma vida capaz de colocar o seu nome para disputar uma campanha à presidência da República.
Eu sou muito responsável. Você vai dizer, ah, Cássio, mas você começou com 39 anos. Sim, cometi uma falha e dei a mão palmatória, não escutei meu pai. O que meu pai disse? Você não tem um fio de cabelo branco, como é que você quer ser presidente da República?
O que que você falaria para aquele cara de 39 anos hoje?
Exatamente o que meu pai me falou. Aí eu passei a ser deputado, senador, governador, tal, e voltei para ser candidato à presidência da República. É o conselho que eu dou. Eu não obedeci meu pai naquela hora, tá certo? E o Collor é mais velho que eu poucos meses, deu no que deu. Pois é.
Então eu diria, mas não isentaria de dar um apoio numa provável, no provável segundo turno que não esteja, você iria tomar uma posição?
Bom, posição eu sempre sou homem que vou tomar posição. Eu não, eu nunca, eu nunca, você nunca me viu votar no Congresso Nacional por abstenção. Eu sou homem de sim ou não, nunca fui homem de abstenção.
Não iria para França, por exemplo?
Não, não existe essa possibilidade. Minha, tá bom? Eu sou homem de posição. Agora, em relação a este fato específico, o foco é na minha campanha. Eu tenho condições neste momento de ir para o debate. Agora é o que você colocou, eu me curvo à decisão das urnas, tá certo? Então eu sinto hoje que eu tenho condições no momento mais desafiador da política brasileira, que é exatamente esse momento histórico do Brasil tá com essa desordem institucional toda e com a economia do país hoje totalmente dilacerada, as pessoas hoje todas endividadas e o crime tomando conta e os escândalos de corrupção aí acabando de acabar com a esperança do povo brasileiro.
Agradecer demais tua presença aqui, pena que demorou tanto, mas foi muito legal. 3 perguntas ainda. Agradecer todo mundo que esteve aqui, já deixa o like. E como é sua primeira vez, Caiado, a gente sempre faz 3 perguntas no final e gostaria que você respondesse também para a gente. Primeira pergunta delas é: qual foi o momento mais difícil da tua vida ou da tua carreira?
Bom, vamos lá, vamos dizer da minha carreira, tá, na parte do governo. Vilela, eu assumi dia 1º de janeiro o governo de 2019. Aí, no decorrer da posse, eu me desloquei para Brasília, que seria a posse do Bolsonaro. Naquele momento eu recebo um telefonema dizendo, olha, governador, o Hospital Materno-Infantil está inundado. Aqui e nós não temos como fazer com as crianças, o desespero é total aqui em decorrência de uma chuva. Eu embarquei de volta, cheguei no meu hospital.
Meu amigo, o hospital tava em frangalhos porque não teve nenhum cuidado. A primeira chuva que veio fez isso. O mais grave que tinha era quando as enfermeiras chegaram até mim Acer, governador, isso tudo documentado. Governador, aqui nós não temos nem medicamento para tratar crise convulsiva de criança. Nós enfermeiros estamos fazendo caixinha para pagar na farmácia para tratar as crianças em crise convulsiva, tá bom? Olha, eu sem saber o que fazer, não tinha um centavo, tinha dois carros, do governo, um do governador e uma da primeira-dama, que eram as cópias de uns Rolls-Royce, tudo moderno.
Botei os dois à venda na mesma hora. Dois empresários compraram para mim esses carros imediatamente. Eu transferi dinheiro desses dois carros de luxo para poder garantir pelo menos a farmácia. Hoje você vai no hospital, da criança e do adolescente em Goiânia é algo que você olha assim e fala: agora sim, agora eu vi um hospital. Você vai no hospital do câncer, você vai lá, agora sim. Então, se você me perguntar o momento mais terrível, foi a hora que você chega no governo, você não tem um centavo em caixa e você tem a criança sem remédio para crise convulsiva.
É um negócio que é primário, é elementar. E esse é o quadro assim que quando eu vi uma situação dessa, você imagina bem o que que é o significado do Estado para você, que não tem para tratar uma criança em crise convulsiva. Então pode garantir que essa hora eu refleti sobre o que eu veria pela frente, que o Estado você não tem noção dele onde você sentar a cadeira. Você não tem. Então esse é algo que me impactou profundamente e me fez aí construir talvez o hospital mais sofisticado hoje em tratamento e em cirurgia infantil no Brasil.
Segunda pergunta, eu tenho que dar um recado que talvez ninguém tenha te falado, mas a gente vai morrer um dia. Eu não sei se você tá sabendo disso, já te falaram isso? Já me falaram esse assunto, mas existe essa possibilidade, mas não vai ser agora, não vai ser tão pouco tempo. Temos tempo, temos tempo.
Mas com a medicina evoluindo como está, quem sabe, não é verdade? Mais uns 100, 200 anos aí, talvez a gente ainda vai voltar muitas vezes aqui.
Mas imagina, vamos, vamos. Mas imagina que esse programa tá visto, o pessoal tá vendo 300 anos no futuro e quer saber agora quais seriam suas últimas palavras, teu epitáfio, Caiado. Deixa para o futuro essa mensagem.
Eu diria a você que é uma coisa que a medicina compara isso também com amor, né? Você tem que nem nunca e nem sempre, né? Então acho que essa é a verdadeira filosofia que a gente tem que ter na vida: nem nunca e nem sempre. Gostei dessa, tá certo?
Quando sua mulher te pedir dinheiro, nem nunca, nem sempre.
Seu filho te pede um brinquedo, nem nunca, nem sempre.
Cara, eu vou usar isso para minha vida.
Não é problema. É só perguntar para ela, pergunta, se eu perguntar para minha mulher assim, ó, vamos namorar? Ela responder isso: Nem nunca, nem sempre.
É como o excesso e a falta. É como o amor e a medicina. É. Nijameli e Tujú, tá certo? É exatamente isso. Então, nem sempre e nem nunca. Então você tem que analisar isso no sentido de O nunca, você tem que saber muito bem como você coloca ele. Olha, eu nunca mais vou conversar com a pessoa, tá? Às vezes é um momento repentino, tá? Então, sempre vai agir assim? Não, não é sempre não. Às vezes você tem que entender como você vai dosar sua vida e Então a idade, eu posso dizer, a medicina lhe dá uma lição de vida muito grande.
Ela faz você ter humildade na vida. Eu conto que eu cheguei do meu estágio na França e aí eu tava naquela tese assim que eu me sentia, o cara mais poderoso do mundo, o cara mais preparado do mundo. Então eu tava operando lá no Hospital Miguel Couto, né? Aí tava terminando uma cirurgia minha, Vilela. Aí tinha um cara lá, ele era querido nosso, chamava Chapeta. Ele era o técnico de raio-X. Antigamente o raio-X você não tinha esse aparelho que chegava assim, pá, fazia na hora, não.
Ele tinha que tirar a chapa, o cara ia lá para revelar a chapa e trazia. Aí ele tirou a chapa, aí eu falei assim, ô, manda botar outro doente na sala. Aí o chapeta disse, ô, Doutor Carlos, o senhor não vai esperar o resultado da radiografia não? Falei, não, rapaz, você não sabe quem é que está operando não, cara. Poxa, próximo doente, vai lá. Eu tava lá, entrei na sala, já tava lá com outro doente, já tava preparado, entrei no campo cirúrgico.
Aí ele vem de lá, mostra a chapa, bota assim no necrotoscópio, falou assim: é, Doutor Caiado, parece que não foi o senhor que operou não. Por quê? Eu havia errado a localização de um parafuso. Aí, meu amigo, é que você vê tudo desmoronar. Peraí, calma, volta o paciente para sala, deixa eu operar e deixa eu botar o pé no chão e saber se você não pisar na vaidade todo dia cedo, meu amigo. Você sabe que você tá fazendo exatamente o que diabo gosta, é da vaidade.
Talvez tenha sido a maior lição na minha vida. E um simples radiologista, não, um técnico em raio-X que o Max me deu. Porque veja bem, ele poderia ter falado qualquer coisa comigo, mas veja bem o grau da ironia fina dele. Olha aqui, não parece que eu tô caiado? Eu acho que não foi o senhor que operou, não.
Foi sutil, né? Vou fazer isso com—
e aí você olha assim, meu Deus do céu, traz o doido de volta lá. Então é a vida.
Coloca a foto aí. Parece contigo, não, o Roberto Dinamite? Já te falaram isso ou não? Tava aqui na frente, falei para eles, arranja uma foto do Roberto Dinamite aí, tá parecido, né?
E a última, você ia falar alguma coisa?
Qual time você torce? Qual time você torce? Qual é seu time?
Flamenguista. Eu tava vendo uma história, você viu? Agora o Zico escreveu um livro agora. Ele era o Galinho do Quintino, né? E agora ele escreveu O Samurai do Quintino, por causa da ida dele para o Japão e tudo. Então tem um fato aí interessante, é um pedaço do livro que é muito didático, muito educativo para ouvir. Ele diz o seguinte, que a mãe do Roberto Dinamite, a mãe dele, eram amigas assim irmãs, e as duas iam junto para o jogo pro Maracanã para assistir os jogos.
E aí lá eles se atracavam lá, ele e o Zico, tá certo? E aí depois eles chegavam lá, um meio assim aborrecido, não sei o quê tal, as mães: ah, que vergonha, rapaz, vocês dois sentam aqui, botava os dois juntos e tudo.
Que legal!
Então você vê que é possível, tá faltando isso no Brasil, tá mesmo. Tá faltando isso no Brasil, Vilela. Eu acho que um dos grandes pontos que eu quero ver entregando o governo é ver o Brasil pacificado. Você pode ter certeza, eu não vou dar margem a essa loucura que nós estamos vivendo. Nós temos que resolver entender a angústia das pessoas, mas nós temos que dar conta de mostrar que você governa para toda a população e que você vai fazer o resultado chegar.
E nós não vamos dar pauta mais para essa maluquice que só tem atrasado o país, só tem trazido ódio, violência, é uma briga inútil, irresponsável, tá certo? Só tá trazendo prejuízo para as pessoas. Esse é, se eu sair com 88%, cara, eu vou sair do governo federal com 88%. 100%. Eu vou dar conta de pacificar o Brasil, tranquilo. Esse é o exemplo do presidente. Presidente não pode fomentar briga. Você não pode sair do Palácio todo dia, ir para o seu recantinho lá, ficar xingando A, B, C, D, toda hora fica brigando presidente de outro país.
Você não pode ficar, ah, todo mundo que é contra ele é direita fascista. Você precisa parar de rotular as pessoas. Só não gosta, tudo bem, ele não concorda comigo, tá certo, vamos trabalhar, vamos trabalhar, vamos trabalhar e vamos trazer resultado. Aí pronto. Você tem que pacificar o Brasil, não dá mais virela. Isso aí é um atraso, sem dúvida. É o que eu falo, o Lula roubou o futuro dos jovens. Um jovem que nasceu no primeiro mandato do Lula até hoje, tá certo, Ele, se ele comparar com a mesma geração dele que nasceu na Índia, que nasceu na China, que nasceu na Coreia, que nasceu no Vietnã, que nasceu onde for, vai ver que tá em posição melhor do que ele, social, educativa, profissional, tudo, entendeu?
Última pergunta: qual é a tua dúvida atual? No que que você se pega pensando antes de dormir? Que pergunta você se faz todo dia?
Todo dia. Eu sou, você sabe, eu sou muito católico, eu sou um homem que tem muita fé. Todo dia, ao anoitecer e ao levantar, a minha oração, eu presto contas para dizer se realmente eu me comportei em condição de amanhã poder prestar conta do que eu fiz. Então eu sou muito isso, é isso que eu peço. Terminado o dia, Analiso as coisas, faço a minha oração, deito, tá certo? No dia cedo faço a minha oração, aí piso na vaidade todo dia cedo bastante, esfrego ela bastante no chão, aí eu vou trabalhar.
Caiado, obrigado. Quero fazer um convite ao vivo aqui para duas coisas: para a nossa sabatina que vai ter e para o debate que a gente vai marcar em conjunto com a Metrópole.
Parabéns, obrigado, Vilela, um prazer em conhecer.
Pera aí, ele me deu uma mão, mas ele não falou está topado. Está topado, então tá fechado aqui, está gravado, fechado. Obrigado demais, Caiado, a gente se vê então logo mais. O Homer, é contigo aí. Bom, agradecer demais, foi muito bonzinho hoje, cara.
Será?
Eu acho que você foi muito bonzinho.
Bom, as perguntas eram do chat, né?
Então só levantou a bola.
Você, eu acho que o chat aí deveria ter mandado mais perguntas.
Então vamos lá, que que você tem que falar agora?
Agradecer demais para você que chegou no final desse papo. Se você ainda não deixou seu like, tá panguando, então deixa aí seu like, se inscreva no canal, torne-se membro, né, compartilhe essa live. Agradecer também os nossos patrocinadores, né, nós temos o Estratégia, o G4, que tá junto com Primo Rico, isso, e também a Embalixo, que estão patrocinando o episódio de hoje.
Exato.
E que que o pessoal escreve nos comentários para provar que chegou até o final desse vídeo? Eu acho que tem que ser a frase dele, não é? Ou você pensou em outra coisa? Eu pensei em outras coisas, mas não, manda, manda o que você pensou, depois eu falo se é bom ou não.
Eu ia colocar como vozeirão.
Vozeirão, gostei! Vozeirão! Escrevam vozeirão nos comentários e provem que chegaram até o final. Fiquem com Deus, beijo no cotovelo e tchau! E que bom que vocês vieram. Obrigado, Caiado!
Valeu, vozeirão! Tá bom, valeu, valeu, obrigadão, abraço grande!
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