1891 - IGORFINA, VINHETEIRO, JORLAN E REPÓRTER TOURETTE
IGOR GUEDES é imitador, LORD VINHETEIRO é pianista clássico, JORLAN VIEIRA é fisiculturista e o REPÓRTER TOURETTE é humorista. Essa descrição é meramente decorativa, já que não fazemos ideia do que eles vão falar na live. O Vilela já chamou uma ambulância do SAMU pra ficar de alerta.
- Síndrome de TouretteOrigem e sintomas · Tratamento e medicação · Impacto na vida social · Tourette e autismo · Tourette e TOC
- Piadas e HumorImitação de celebridades · Dublagem e Redublagem · Personagens famosos do cinema
- Treinamento Condicionamento FísicoGenética e fisiculturismo · Disciplina e dieta · Síndrome de Ramon · Treino de força vs. estética · Problemas de saúde relacionados ao treino
- Musica ClassicaMozart e Síndrome de Tourette · Comparação entre músicos clássicos · Impacto da Inteligência Artificial na música
- Comida e culináriaCarne de anão · Comida de rua na Ásia · Peixes venenosos (Baiacu) · Comida brasileira vs. estrangeira
- Viagens InternacionaisExperiências na China · Cultura e culinária japonesa · Viagem ao Paraguai · Diferenças culturais entre países
- Música e admiração por artistasTrap Funk vs. Música · Melodia, Harmonia e Ritmo · Chris Cornell e Pearl Jam
- Crítica Social em FelliniCrise hídrica e saneamento · Realidade das favelas · Comportamento em redes sociais
- Sinais do ApocalipsePreparação para o apocalipse · Zumbis e sobrevivência urbana
Muito bom dia, boa tarde ou boa noite, depende da hora que você está se— hoje é isso aqui, tá? Seja bem-vindo a mais um episódio do Inteligência Ilimitada. E aí, Tê, nota para imitação? Não, para imitação, nota boa. Mas eu espero que vocês não falem muito alto hoje, que eu não quero precisar cobrir a voz de vocês.
Tá falhando já.
Aí coloca eu do lado dele, pode ser? Tique aqui.
Gostei muito do seu cabelo, viu? Corta para o cabelo dele, por favor.
O que que tem de errado?
Não, tá parecendo bebezinho, inclusive.
Incrível.
Aquele passarinho lá, falar mal do cabelo dos outros dá cancelamento, hein?
Eu lembro disso, eu lembro, eu lembro. Mas você falou que está com problema vocal, então você vai se abster de falar hoje muito.
É isso, eu não quero falar muito, só pontual. Vou falar um pouquinho.
Eu queria começar aqui pedindo para o Bigoda falar como o pessoal vai participar aí. Bigoda, você poderia?
Claro, meu querido. Pedir para a galera deixar o like, né, se inscrever no canal. Tem muita gente que assiste a gente aqui, não é inscrito, né? Então confere aí se está inscrito. E hoje é uma live especial lá para os membros do grupo do Telegram.
E vocês podem mandar perguntas antes.
Exatamente, já tem várias aqui separadas.
Telegram, que pronúncia bonita, né? Telegram.
Fala aí.
YouTube.
YouTube.
Não é Telegram? Uau!
Eu vi alguém falando Telegram e eu copiei agora, mas eu falava Telegram também.
Tá bom, tá certo. Vamos às apresentações então, Igor, começa por você, velho de guerra.
Obrigado pelo convite aí mais uma vez, viu? Prazer estar aqui no Inteligência com essas feras da internet aqui.
Essas feras aí, Igor. Dinheiro, apresentação, como se você tivesse no Podpah. Se apresenta como se você tivesse no Podpah.
Cara, se vocês gostam do Podpah, vai para lá, tá? Porque, cara, se você gosta do Podpah, imediatamente você possui oligofrenia fenilpirúvica. Você não tem condições de assistir, ouvir o que eu tô falando. Vocês não vão entender o que eu tô falando. Então vai lá pro Pó de Pau.
Uau!
Uau! Não quero retardados aqui.
Eu lanço a câmera aqui, ela se apresenta pro povo.
Fala aí, galera. Jônatan Laprada mais um dia. Vocês já devem ter ouvido muito isso com o Igor, né? Mas estamos aí num rolê completamente aleatório. Aleatório.
Você falou que você é o Ronaldinho Gaúcho aqui.
Eu sou o Ronaldinho Gaúcho aqui hoje.
E temos um novo integrante pela primeira vez aqui.
Dileira! Dileira! Uau!
Se apresenta pro povo, eu quero meu presente inútil.
Prazer, meu nome é Samuel, mais conhecido na internet como Repórter Tourette. E seu presente inútil é o meu cozinho preto!
Uau!
Eu acho que—
E o pior é que ele imita muito bem, cara. Eu fico incomodado. Eu falo, será que eu sou assim com os outros também? Meu presente inútil, cara, é algo que—
Que que é isso, cara?
Cara, eu morro de vontade de beijar esse negócio.
Um hidratante labial.
Ué, eu morro de vontade de beijar.
Que legal! Hoje eu vou beijar.
E eu trouxe esse porque é o que eu uso. Usado? Sim, exatamente.
Usado?
Eu uso em todas as entrevistas, eu uso em todos os vídeos.
Hoje você não passou.
Porque eu mando muito beijo. Vai, usa. Uau! Eu mando muito beijo, o beijo fica seco. Eu tenho sempre que estar com um hidratante labial. E é esse que eu uso sempre.
Biscate! Desculpa.
Que isso, rapaz? Seja bem-vindo.
Muito obrigado. Obrigado pelo convite.
Eu acho que ele é um ouvinte do Podpah, hein?
É.
Ouviu um episódio do Podpah. Rapaz. Eu acho que ele tem oligofrenia. Não?
Já que você falou em Podpah, eu vi que você foi atacado no Podpah. Pá, cara, você quer responder?
Quer?
Os meninos lá, que eu gosto muito deles, mas eles ficaram, te zoaram, né? Te zoaram porque você falou que tá com hiperfoco no Podpá.
Eles me ofenderam, eu não lembro direito o que que eles falaram.
Só fala fezes, né? Alguma coisa assim, não é?
Tudo Podpá é fezes. Mas eles falaram que você no fundo deve gostar deles, tem hiperfoco neles.
Não, eu nunca assisti, eu tentei assistir um pedaço lá.
Trechos, já viu trechos?
Eu tentei assistir o da Deolaine, né?
Você foi também no melhor, cara.
E eu não aguentei. E uma coisa interessante da Deolaine é que eu vi ela lá na cadeia sem maquiagem.
É outra pessoa, hein?
Sem maquiagem é terrível.
É que nem eu vou orcar o preso e vou orcar o Peleleca, né?
Nossa, velho.
Depois coloca essas comparações.
É a transsubstanciação das fezes.
Mas eu já vi você sem maquiagem também, porque hoje você tá todo maquiado. Você vai aqui, se maquia, penteia o cabelo. Eu já vi você ao natural.
Que maquiagem? Maquiagem homem não usa. Um homem de verdade não usa maquiagem.
Também acho.
Homem que passar pó de arroz, corretivo, brilho, ele não é homem, ele é Pederasta, choque de jiboia.
Olha lá, olha ela na prisão, rapaz. Até o olhinho do Amaral ela tem, do jogador lá.
Não, aí tá com a sobrancelha ainda feia. É, ainda tá feitinha assim, aquela tá cheia de craque.
Caraca, talvez ela não tivesse feito tantos procedimentos no rosto, estaria mais bonita.
Com certeza. É que o pessoal, esse pessoal, os novo rico fica fazendo tanto procedimento. Aí nasce o filho, a verdade aparece, que esse procedimento não passa para genética, né?
Exatamente.
O nariz, a orelha, a testa, tudo que você viu.
Vini Júnior, vi, cara. Ele, cara, é outra pessoa.
Queixo, dente, tudo.
Eu olhei, eu falei, não, isso aí é face app, já viu?
Coisa deixa, coloca aí. Não, sério mesmo, a Virgínia levou ele para fazer, cara.
Tá outro cara. Outro cara.
Pois é, ele fez, ele fez nos últimos dias, né?
É, agora é depois da Copa, depois da Copa, para ninguém reconhecer, ninguém bater nele.
Você não pegou o Pedro?
Falou, não, eu não sou o Vini Júnior.
Não, mas vocês estão falando de pessoas novinhas e jovens.
Ó, é outra pessoa, mudou mesmo, né? Mudou, mudou.
Aquela é a Virgínia.
Virgínia também tem o antes e depois da riqueza também, né?
Como é que é?
O que você acha dela antes? Virgínia é uma Não era feia não, não era feia não, mas tá bem melhor, né? Agora tudo trabalhado.
Ela não era feia, aí agora a gente não sabe se tipo assim, se ela ficar sem todas essas maquiagens e tal, se ela ficaria bonita como ela era.
Quando é muda é engraçado também, né?
Deu um problema na imagem, entrou um frame.
Sabe quem tá muito feia e devia se aposentar?
Ah, buceta!
Fala assim da Fabi. A Madonna também, ô, tá com 90 anos, né, meu? Eu acho que, olha a diferença dela, é outra pessoa. Mas não era feia, só que é outra pessoa.
Em off, era meio obesa, né?
Não, é aquela, não, é bonitinha, não é obesa. Não, você acha, Igor, porque ela era obesa? Eu acho que não, ela tá no limite.
Essa foto só aparece os ombros dela, não tem como ter uma dimensão.
A foto da Estrela, mas ela não era não, eu lembro, é o típico sorriso de gorda, típico sorriso de gorda.
E a do outro, trampolinha colchoada, a outra parece até inteligência artificial, né?
Ó, é, é, é. Aí ali tá coisa fina.
Você viu aquela foto dela sentada no colo do Vini Júnior? Vê se acha aí.
Ah, eu vi aquilo.
Quando levantou, fez assim, ó, tá tão encaixado. Não é? Ei, repórter, me explica, o que que isso daqui, o que que é?
Farmando aura.
A criançada que fala no meu privado, eu gosto quando você farma aura. Esse aqui é do—
dá uma olhada lá, ó, aquele encaixe perfeito. Nossa, já pensou você assim no Vini Júnior, o Vinheteiro? Imagina você assim, vezes.
Cara, que inveja, sério, que inveja da Virgínia que tá sentada nesse pauzão.
O detalhe é ele no telefone.
Você manda para sua mulher, falei, ou ele tá tirando foto do rabo dela, ou ele tá vendo uma bet, sei lá. É, tá jogando uma bet, tá jogando, apostando no rabo.
E é engraçado que você manda para sua mulher uma dessa, poderia ser nós, né?
Então você tá no Xvídeo.
Ah, é? O que que é?
É o tarado absoluto, né?
Dopamina ia ser.
É, da onde vem isso?
É do Vai Se Tratar Garota, lembra? Quando teve a música.
Aí você começa a fazer e depois vira mania?
Não, eu não fazia isso não.
Então, mas por que quando começa a fazer? Deve ter um gatilho.
Tu não apanhou?
Não, isso aí é história de ficar cego. Ah tá, eu sou cego do meu olho esquerdo.
Ah, sério?
É praticamente 100%.
Tapa o outro olho.
Não, eu consigo ver que tem.
Quantos dedos tem aqui?
Não sei, cara.
Sério?
Sério. Eu sei que tem pessoas na minha frente, mas eu não consigo identificar. Fica meio sombra assim?
Barulho do seu tempo aí.
Tem pressa não, tá, irmão?
Tá tranquilo.
Sacane ficou aqui 15 horas, na merda hoje ele bateu o sacão.
Mas você tomou uma porrada por quê?
Meu primo, cara, ele tava bêbado, aí ele chegou em casa e E eu abri o portão pra ele, soltou meio uma pá, já caiu.
Ué, sem falar nada?
E é por isso que diz o psiquiatra que eu tive a Tourette, porque a Tourette é quem nasce com uma predisposição genética.
Ah, é?
E no meu caso não, comecei a partir dos 20 anos.
Pô, não sabia disso.
Eu fiquei cego com 19, aí ele disse que pode ter sido trauma.
Do impacto?
Ah, sério?
Não, do... Porra, o que causa isso, cara? Então, não sabemos, mas também não...
Pô, foi uma porrada absurda então.
Mas você não tinha antes?
Você não tinha nada, nada?
Não, não tinha nada. Na verdade, quando eu era criança, eu tinha tiques e eu sempre tive TOC.
Tipo o quê?
Eu tinha tiques de ficar fazendo assim, ó.
Tá.
Aí eu tive isso por muito tempo, só que depois parou. É, exatamente. Aí, a partir dos 25 anos—
É alguma coisa cerebral, não é?
Isso, exatamente. A Tourette, ela é um mau funcionamento no córtico estriato, tálamo—
Uau!
Desculpa, perdão. Córtex estriato, tálamo cortical, que é uma rede.
Tá certo isso, ô meteiro?
Eu acho que sim.
Acho que é córtex pré-frontal.
É, isso faz parte, é uma rede. Cala a boca!
Quantos anos você tem?
29.
Cara, eu descobri aonde que você adquiriu esse QI baixo.
Onde?
Foi assistindo Podipá.
Faz exatamente igual quem conhece.
Começou o pódio e passa a assistir e pegou turete.
Não, é que o córtex pré-frontal, ele tá justamente, é uma rede, e aqui, ó, é aqui na frente. A rede chama-se córtex estriado, ele é responsável por receber os movimentos. O córtex, o córtex cerebral é responsável por realizar os movimentos, os movimentos e sons. Aí o tálamo é responsável por aprovar os movimentos e devolver os aprovados.
Para, Igor!
Esse filho da puta caiu na minha cara!
Cara, o cara contando uma história séria, velho, e os dois rindo do lado.
Desculpa.
Que isso? Isso é muito bom!
Eu não sei, eu não faço ideia. É bom que tem um toque. Ai, meu cu! Desculpa. Eu tenho toque, cara. Eu tenho tipo, se alguém toca de um lado, eu tenho sem ficar tocando do outro.
Você mesmo? É, você viu aquele cara? Oi, eu ia falar isso, o vídeo na internet, o cara que fica fazendo aqui.
Engraçado demais, cara.
Ele também não consegue, né? É o quê?
Mas qualquer coisa, ele é muçulmano. Aí isso aqui não pode fazer.
E aí, porque não pode? Quanto mais proibido, aí mais vontade de fazer.
Faz parte da copropraxia.
Copro?
Uau!
Isso é diferente.
Praxia de movimento, certo? Então movimentos obscenos, tá?
Digamos, seja tipo tudo que não pode ser feito, que meio cancela isso para não fazer.
Exatamente. Todos nós temos um filtro. É, se eu não me engano, são os gânglios da base, não tenho certeza agora.
Ah, também, se alguém que tá querendo informação certa aqui, pelo amor de Deus, aqui a gente vai falar tudo errado, desencana.
E são responsáveis por filtrar Esses movimentos que a gente sabe que não pode ser feito. Só que assim, não é... Não é... É como se algo lá de trás, por exemplo, não posso falar. Eu não posso falar, eu sei isso desde quando era criança. Por exemplo, biscate. Biscate, hoje em dia ninguém chama os outros de biscate, tanto que em alguns...
Chama.
Chama, não, xingando.
Xingando não, você não fala, ah, filho de biscate. Isso aí é quando eu era criança.
Isso aí é chocolate com pimenta pra trás.
Filho de Kinder.
Filho de Kinder.
Então, de quando eu era criança eu aprendi que não podia, e hoje eu tenho esse tique de biscate, biscate. Não é porque eu ouvi hoje ou ontem ou no ano passado, é lá de trás, entendeu?
Você conseguiu, diretor, o vídeo aí? Bota o professor a ver aí.
Então, a maioria são coisas de lembrança.
É esse aí, é porque ele não soube.
Biscate! Para, meu cu preto!
Desculpa, foi que não pode parar. E ele dá um beijo no microfone também, não é?
Uau! Sim, sim, dá, cara. Ele é muito engraçado.
Ele é gringo?
Não, eu assisto algumas lives dele. Ele é muçulmano.
Ele tem um nariz engraçado, né?
Tem, muçulmano, né?
Nariz do Sinanoli.
Ele faz uma cara engraçada, né, cara?
O beijinho dele.
Mas quando você tenta, você fala assim, não vou fazer tal coisa, não vou fazer, aí parece que dá mais vontade de fazer.
Aí dá mais vontade de fazer. Por isso que a gente sempre tem que tentar manter um equilíbrio ali. Alinhar os chakras, porque uau! Por exemplo, quando eu vou para igreja, eu controlo a respiração. E eu sou, eu sou da mídia da igreja, então é tipo 8 ou 80. Ou eu tô em pé tirando foto da galera, eu tô lá.
Isso te ajuda a não fazer, trabalhar em outra?
Piora. É, exatamente. Ou eu tô sentado, ninguém do meu lado, porque eu gosto, eu gosto não, perdão, eu, eu fico pegando muito na perna das pessoas. Tipo, sabe, é chique, é chique. Ou eu tô lá sentado, eu tô tirando foto e mostrando o dedo para todo mundo.
Me desculpa perguntar, mas você falou que é da igreja. Os cara lá da igreja não acha que você tá com o astarote dentro do corpo?
As irmãzinhas assim, aquelas irmãs do pó, sabe?
Eu imagino que já tentaram tirar já o capeta.
Não, de mim não. Tipo, as irmãzinhas vêm e fala, acho que nem capeta entra aí também. Quer oração? Eu falo, não, quero não, Deus abençoe. Porque eu sei o que que vai vir, tá ligado? Que é, sai! E eu vou ficar aqui. É, não saiu ainda. É claro que não saiu, não tenho que sair.
É, o capeta tentou entrar, falou não, não dá.
Eu mostrei o dedo para ele aqui, ó. Eu tenho, cara, inclusive orando quando a gente chega, a gente ajoelha, ora e beleza, né? Agradece e tal. Aí orando eu levanto, mostro o dedo e volto a orar. Eu sei que Deus entende, claro, senão não teria feito.
É, pode crer, né?
Então se você não for por isso, não.
Eu me preocupo mais com a atenção da galera mesmo, né, cara?
Porque a galera tá tentando focar na, na, na, é isso aí, é um fato. Inclusive tem Eu acho que podiam colocar você dentro de um aquário de vidro. Seria legal deixar lá na frente. Se você não orasse, você não pagava o dízimo. Brincadeira.
Velório você já foi? Já. Velório deve ser dose, cara.
Foi, mas é que eu tenho memória muito curta. Eu perguntei para minha amiga, eu falei assim: quando eu fui no velório da sua sogra? Que era minha amiga também. Quando eu fui no velório da sua sogra? Como que eu fiquei? Porque eu não lembro. Ela, Samuel, você ficava mandando beijo para os outros, gritando, falando gostosa para minha mãe. Eu falei, caraca! Eu falei, caraca! Mas ali todo mundo me conhecia e tal.
Quando você tem orgasmo, você dá algum tique?
Não sei, é muito rápido.
Eu também.
Tourette e ejaculação precoce, as duas combinações. Mas durante o ato ali, não, nós não costumamos ter tiques em situações onde o nosso corpo tá relaxado. Ah, é falso isso aí?
Eu acho que é falso isso aí.
Você, inclusive, é muito confortável ficar fazendo isso aqui o dia inteiro.
Nossa Senhora, vai ser uma delícia!
O policial, eu fui perguntar para ele, policial da Rotam, viatura preta, um sargento, Eu cheguei, eu tava gravando com óculos, né? Cheguei nele e falei assim, hein, eu posso gravar aqui rapidinho uma entrevista com vocês? Eu tô gravando conteúdo pra internet. Ele falou assim, ah, cara... Muito gente boa, tá? Muita gente boa. Mas ele falou, cara, eu acho que não dá, o pessoal embaça, porque o pessoal vem gravar e começa a falar merda e tal.
Aí eu falei, né? Aí eu mostrei o dedo. Cara, no que eu mostrei o dedo, eu já fiquei trancado.
Ai, cara.
Mostrei o dedo para um cara que não tinha nada a ver, tipo, tava falando que isso aqui, cara, gente boa para caramba, e o outro lá tava quieto.
Para outro policial?
É, eu mostrei o dedo assim, ó, e é um dedo que mostra com raiva. Tipo, eu não tenho raiva, eu não tenho raiva, mas mostra assim, ó.
E o seu dedo é marcante, mano. É grande, é grande, ó.
No cu!
Brincadeira. Aí eu falei assim, desculpa, eu tenho síndrome de Tourette. Aí ele ajeitou assim, falou assim, é, eu sei, uma vez eu quis te dar um socão na sua boca. Eu falei, oxi, eu não lembro disso.
Ele falou, eu também tenho chip de Tourette.
Ele falou assim, porque eu tava na praça, você chegou em mim e perguntou do nada se eu já dei o cu.
Ele lembra.
Policial fardado. Eu falei, o que esse maluco tá pensando? Ele falou, né. Aí você falou que era Tourette e tal.
Eu achava que Tourette era o cara que não que não tem filtro e fala o que tá pensando só, que nem o Dr. House, sabe? Que ele era escroto com as pessoas. Lembra desse seriado?
Nunca vi, irmão. Eu tô ligado, mas não assisti.
Então ele não tinha filtros assim, pô, você tem mau hálito, ah, eu não gosto que você— e o cara não escolhe, ele não tinha tique, mas ele falava.
Super sincerão.
Exatamente, sincerão. Você também é sincerão ou não?
Não, eu não tenho tiques de falar o que eu tô pensando. Tipo, as pessoas pensam, confundem.
Esse ator é muito bom, bom para caramba.
Mas você mandar um monte de beijinho não significa que você é uma pessoa amorosa, romântico, carinhoso?
Eu acho que sim. O problema é quando é um beijinho e um dedo no meio, né? Aí fica que o morde-assopra.
Semana passada eu gravei um vídeo imitando o Samuel em casa. Eu tava botando um suplemento assim para tomar, aí eu tava lá, gente, compra essa porra, não sei o quê, você pode comer isso aqui, você pode também comer o meu cozinho preto. Eu acabei de gravar o vídeo, eu acabei de gravar o vídeo, olhei para trás, tava me empregada, mano, de 65 anos com um copo assim, ó, vai pedir demissão lá direto.
Eu tenho certeza, você não vai aguentar, mano.
E é essa reação que eu tenho todos, que eu vejo todos os dias das pessoas, cara. Sai na rua, você tem que explicar, senão a galera, para todo mundo. Na verdade, eu não explico, não, o povo pensar que eu sou doido.
Como é que é no avião, cara?
No avião, tipo, nossa, é complexo, cara. Eu tenho sempre que estar tranquilo.
Você entrou nos Estados Unidos, não vão te deixar entrar.
Não vão, tem certeza.
Fazer uma entrevista com ele nos Estados Unidos. O que você vai fazer aqui?
Soltar bomba! Mas aí é um negócio de pensamento intrusivo, já não entra. Só se tipo, se eu tiver com medo de falar aquilo, entendeu? Então se alguém te fala, não fala em Mocinho, pelo amor de Deus, aí ferrou. Aí eu falo.
Puts.
É, porque tipo, entra no filtro aqui, o filtro fala, ó, isso aqui não pode. E o divertidamente da Tourette fala assim, vou falar.
Que eu falei pro meu pai, quando for lá na imigração, que a gente foi, não fala nada, nada. Não faz piada. Cara, ele não vai fazer piada?
Cara, na imigração pra entrar em Portugal, eu já com medo. Nossa Senhora. Primeiro, eu já fui o primeiro, porque tava numa crise lá, tinha uma fila de 7 horas e eu pego preferencial. E só tinha eu na preferencial lá. Aí eu cheguei lá e eu pensando, não posso falar merda. Aí eu cheguei, a moça, boa tarde, sei lá. E eu, filha da puta!
Nossa, já na primeira coisa?
Eu já todo preocupado, meu Deus, vou ter que voltar, né? Eu falei assim, ó, eu tenho síndrome de Tourette.
Alguém quer café?
A mulher começou a rir.
Eu queria um chá.
Ah, tudo bem. Vai ficar quantos dias? Eu falei, ah, 25. Ela, pá!
25?
É.
Ela não perguntou mais nada.
Que?
Nossa.
Ela começou a dar risada de você.
Na verdade, ela deu risada.
Ela deu risada, perguntou sobre a Tourette. E como que é no dia a dia? Como que é não sei o quê? Ficou perguntando sobre a Tourette.
Ela sabia já.
Ela sabia sobre a síndrome.
Ainda bem.
Ainda bem. Perguntou, se distraiu, falou assim: vai ficar quantos dias? 25. Então tá, pá, boa viagem.
Se é uma pessoa que não sabe dessa síndrome, aí é ruim. Acha que você tá zoando, né?
É, aí tem aquela, é dividido. A pessoa acha que tá zoando, metade acha que tá zoando e acha graça. A outra metade fica tipo, tá me zoando, e fica puto. Nossa, aí é uma situação chata.
Mas com certeza é o que ele falou, tem gente que acha que você usa isso para zoar as pessoas.
Não, seria muito mais engraçado.
Mas você já deve ter alguma vez, já deve ter feito alguma coisa assim.
Uma vez só.
Como foi? Não precisa falar para quem.
Não, não, é perto de casa tem uma padaria e eu fui lá comprar pão e eles já sabem que eu tenho.
Você pega fila especial?
Pode pegar? Vento na frente dos velhos 80 anos, senão fica gritando lá.
Tem carteirinha?
Eu tenho um tique muito feio que é de ficar toda hora aqui, ó, me contorcendo, batendo nos outros. Não, não, tipo assim, ó, é, eu fico inclinando e é muito ruim tanto para mim quanto para os outros. Não é uma visão muito boa, né? Aí eu fui na padaria e a mulher que tava treinando a outra novata tava tratando dela mal. Aí eu xinguei ela, falei, ai, desculpa, é tique, para lavar a alma da que tava sendo maltratada, né? E tchau, só.
Tu foi justiceiro ali, foi justiceiro.
Mas foi a única situação assim, porque eu não gosto, eu não gosto de falar palavrão.
Como que é o barulho do beijo? Eu, eu habitualmente eu não gosto de falar palavrões, porque você não falaria se não fosse—
não, não vou dizer que eu não falaria, às vezes eu falo, mas não posso cair em foco. É um palavrão, depende de onde você tá. Em Portugal, por exemplo, é um bico. Em Portugal é outra coisa, né?
Biscate é um bico, é um freelancer.
Ah, eu vou fazer um biscate hoje, um trabalhinho, R$80.
É, não teve no Brasil a guerra das Biscates, teve, não tem uma coisa assim? Revolta das Biscates, não sei lá, é revolta das prostitutas, não sei, mas em alguns lugares, eu não gosto de história brasileira, é fezes, fezes, não aconteceu nada. Ai, Tiradentes é um idiota! O Brasil não tem uma revolta interessante, né, cara? É verdade, lá nos Estados Unidos Tem a Independência, depois tem a Segunda Independência dos Estados Unidos, Guerra Civil.
São guerras bonitas, Norte contra o Sul. No Brasil é isso aí, Guerra das Biscates, Farroupilha, é um monte de gaúcho dançando com faca.
E essa foi que eles perderam, não foi? Que eles perderam e comemora ainda.
É de perder e comemorar.
É de perder e comemorar. É feriado.
É tipo a gente na Copa.
Então, mas em algum lugar do Norte também chama biscate pequenos trabalhos. Tanto que eu faço live.
E bicha é fila lá no Portugal, né?
Não sei.
É bicha fila?
É fila?
É, e cu é bunda.
Cu é bunda.
É muito comum falar isso. Pica é injeção.
Pica no cu. Pica no cu é injeção na bunda. Olha ele tomar uma pica no cu.
Eu acho que buseta é ônibus, né? Micro-ônibus.
Não, isso é em espanhol, de Venezuela, Colômbia, sei lá, uma coisa assim.
Agora lá, a mulher quando vai gozar em Portugal, estou a vir, estou a vir, estou a vir. Você fala, vem logo, querida, estou aqui.
Imagina isso, estou a vir, estou a vir.
Ih, meu cozinho. Mas muita gente realmente acha que é falso. Eu falo, ah, você pode achar. Eu tipo assim, eu não fico mais batendo boca. Antes eu tentava falar, não, isso é um mau funcionamento aqui, o povo quer foda-se. Tá vendo?
Eu falo palavrão, mas não quer encher o saco.
Cala a boca! Desculpa, perdão, não toca.
Ai, não toca.
Perdão, cala a boca.
Ele tocou aqui.
É, eu tenho que ficar tocando.
Ah tá, ele colocou aqui, você faz do outro lado.
Eu não sei mais se um não toca é tique ou é eu mesmo falando não toca. Eu tenho que repetir o movimento. Desculpa perguntar, mas você bater punheta, já perguntaram se você tem que bater com a outra mão?
Daí ele bate com uma, bate com a outra?
Não, não, é só com uma mesmo. É mais que ele até fechou o olhinho para falar isso.
Você falou que tá na igreja, a igreja não gosta de quem se casca biluca.
Mas a igreja é lugar de gente errada mesmo, gente certa tá no céu.
É o mundo moderno.
Para aí, cara, eu fiquei impressionado, mano.
Caraca, impressionado!
Todas as vezes que eu encostei, ele foi no outro, mano.
Todas as vezes que eu encostei aqui, ele foi no outro, cara. Ele tá distraidão falando, eu tô aqui, ele tá aqui, ó. Ele não deixa passar, mano.
Não é que eu não deixo passar, se eu perceber, eu não deixo passar.
Mas isso é treino, é igual tocar piano, ele treinou. E se eu pegar aqui, ó, debaixo da mesa, você pegou aí, cara?
Ah, na perna, na perna também tem que colocar.
Uau! É em qualquer lugar. Tipo assim, se eu tô, se eu tô descendo uma escada e eu bato o calcanhar, isso eu falo, eu uso esse exemplo porque acontece muito. Eu bato o calcanhar nesse degrau, no de baixo tem que bater o outro calcanhar ali.
E aquele negocinho que quando criança assim, se eu vou pisar só no quadril, no ladrilho preto ou no branco, Tem essas coisas também até hoje.
Ah, tem sim.
Nossa, eu odeio quando é assim, ó.
Isso todo mundo tem.
É brincadeira, né?
Eu não sou diagnosticado com TOC, mas é porque eu nunca fui atrás. Mas sim, eu tenho esse TOC.
Mas é que agora todo mundo quer ser diagnosticado com uma doença, né?
Eu não.
Cara, tu quebrado.
Hoje em dia todo mundo, se o cara trabalha mal pra caralho, aí ele fala, ah não, eu tenho TDAH, ah, eu tenho depressão. Os cara usa isso pra não trabalhar.
Sim, até hoje em dia os cara tão, todo mundo doente. Cara, todo mundo tá no espectro, né?
O psiquiatra, o meu psicólogo, na verdade, eu tava na 6ª ou 7ª sessão, aí eu falei pra ele, eu tenho, eu acho que eu tenho TDAH. Porque realmente isso me atrapalha muito para aprender as coisas, questão de esquecimento. É muito comum eu parar de falar e esquecer o que eu estava falando. Alguém tem que me lembrar. Eu falei para ele, com base no que você estudou, aprendeu sobre mim aqui, eu acho que eu tenho TDAH. O que que você me diz? Ele, Samuel, eu não posso diagnosticar porque é o psiquiatra.
Vai fazer um cocôzinho?
Porque é o psiquiatra. Mas eu acho, eu acho que, bom, eu já tava tentando identificar, eu tava tentando identificar o que era. E eu vejo muito mais, uau, eu vejo muito mais indícios de autismo do que de TDAH. É mesmo? É. Eu falei, não, não vou atrás não. Aí eu nem fui.
Então é difícil identificar.
Não, cara, na escola, porque tu desenvolveu depois, né?
É, mas você tinha alguma dificuldade de aprender alguma coisa?
Sempre, a vida inteira é igual trabalho. Eu sempre fui muito bom no que eu fiz trabalhando. É que eu fiz poucas coisas, mas eu era operador de caixa na lotérica, já fui. Digo muito bom porque assim, tem que ter um trabalho de vender também, né, os bolões e tal. Eu sempre fui muito bom, sempre dei muita atenção para isso, sempre trabalhei com muito amor, independente do que eu fazia. Já fui caixa no Chiquinho Sorvetes, naquela franquia de sorvetes.
Já vendi seguro, era vendedor por telefone com Tourette, já com Tourette. Cara, eu sempre fui muito bom nisso, porque no manifesto nós que temos qualquer tipo de diferença, que todo mundo é diferente um do outro, mas nós que temos uma diferença a mais nós aprendemos a enxergar o mundo de uma maneira diferente. Por exemplo, aqui eu tenho que manter o raciocínio contigo, o Igor batendo aqui, eu tento bater aqui e eu tendo tique.
É mesmo, né, cara?
Então eu tenho que me esforçar 10 vezes mais do que uma pessoa de atenção, né, entre aspas e aspas, normal.
Já tocou algum instrumento?
Tentei tocar bateria, mas não consegui não. Não, eu não consigo fazer nada que, e tipo assim, eu seja bom rápido. Como assim? Tipo assim, eu tenho que tocar e eu tenho que saber, pelo menos o básico tem que entrar na minha cabeça. Se eu achar que não vai entrar direitinho, aí eu largo. E já para o trabalho é diferente. Eu sou aquele funcionário que, tipo assim, ó, confia em mim, eu vou fazer esse negócio dar certo. Só que eu preciso que você confie em mim, porque eu vou ser muito ruim no início.
Ruim a ponto de você ter que me explicar 10 vezes que o delete apaga para frente, entendeu?
Que o delete é de boa para dirigir, é de boa.
Não sei para quem tá na calçada, mas para mim que tô dirigindo nunca deu BO não.
Não, nunca, nunca. Eu dirijo o Brasil inteiro, para mim é muito tranquilo. Até porque quando nós estamos exercendo alguma atividade que nos exige muita atenção atenção, isso nos faz focar e não ter tantos tiques. Nós temos tiques, inclusive se tipo assim eu tô dirigindo, tô super focado, tô super focado e alguma coisa, alguma coisa vem, tipo eu lembrei de algo, automaticamente eu tenho um tique. É muito comum também, eu tá conversando aqui, eu lembrei de uma coisa nada a ver e eu começo a ter tique. E eu começo a ter tique.
Está dirigindo e alguém toca no teu ombro, eu toco no outro. E se tocar os dois ao mesmo tempo, larga o volante?
Não, aí não tem problema. Ou eu não faço nada, ou eu faço só de um, ou eu faço dos dois juntos. Eu tenho que fazer exatamente igual. Bateu um dedo, bato um dedo, entendeu? É assim até comigo.
Bati 3, você bateu.
Uau, é porque eu não senti.
Ah, então tá.
É porque eu tenho que perceber, entendeu? Cara, bati o dedo e é só o cotovelo aqui do dedão. Eu falei, porra, como é que eu vou saber?
Cotovelo do dedão, joelho é cotovelo da perna, se for pensar.
Faz sentido, faz sentido. Então, mas essa parada me atrapalha demais.
Você não bebe mais? Fica bêbado?
Fiquei bêbado uma vez só.
E aí, melhor ou pior?
Quase entrei em coma, né, que eu tomei 10 tequilas em menos de um minuto. Então não tinha como ter tique de maneira alguma.
Escuta, a maconha, né, é famosa por tratar doença de Parkinson, essas coisas. Para você não funciona?
Sim, inclusive o óleo de canabidiol, ele é, ele é um dos tratamentos para síndrome de Parkinson. É bonito, né?
Uau!
Ele é um dos tratamentos para síndrome de Tourette.
E você usa?
Não, ele é— todos os tratamentos, eles são recomendados quando aquilo te atrapalha. No meu caso, não me atrapalha. Eu já cheguei a tomar remédio, eu tomei Risperidona, é um antipsicótico, é um antipsicótico.
Uau! No final das contas, vocês ganham dinheiro quando—
cara, eu vou gravar um vídeo de inteligência com você, não vai ficar legal? Não quanto as pessoas acham.
Eu queria muito programa você e o Monark, cara.
Imagina, você quer cancelar não só nós, né? Inteligência também.
É, ele e o Monark Skyline.
As pessoas acham que a gente ganha muito dinheiro com isso, mas se você colocar na balança a consequência, não é, não é nem nosso.
Você tem patrocinadores?
Não, é muito difícil as marcas quererem se associar a alguém que fala palavrões, mesmo que involuntariamente.
Ou que não tem controle.
Eu sei como é que é.
Desculpa, cala a boca, Jorlan. Eu tava reparando nos seus dedos, você tem dedos grossos, né?
Coloca a luz do dedo dele, porque ele não tem o meu, né?
Coloca aqui, ó, na câmera de cima aqui, ó, para ver.
Você, por exemplo, não poderia tocar piano que um dedo teu pega duas teclas.
Nem ser urologista, né?
Nunca tenho entendido.
Por que que é grosso assim? É de treinar musculação? Cara, não faço ideia, cara. Sempre foi assim?
Uau!
Não, foi crescendo junto com o corpo.
Você judô, essas coisas?
Já fiz jiu-jitsu.
Mas o jiu-jitsu é pegar—
Ele ligava, fez pouco tempo, fez um ano só. Ah, então não é isso não.
É que eu já vi que no judô os cara costuma ter dedo grosso, né?
Tem, tem.
E por quê? Por causa do—
Acho que é só pegar estímulo, né?
Deve ser isso, deve ser interessante. É, todo mundo fala, mas eu acho que é da musculação, de alguma coisa assim, né?
Eu acho que é genético, sendo bem pedreiro, pode ser também, né?
Pedreiro é o tipo de serviço.
Eu acho que tem, eu acho que é genético, eu acho que o nome é baquetamento dos dedos. Baquetamento, baquetamento, eu acho que é isso, é o nome, é o nome que se dá para quando a pessoa tem o dedo tipo mais grosso, articulação grossa, né?
Não, nem articulação.
Normalmente que eu vejo é cara forte que tem, bate, é alguém, ou o cara luta, sim, ou faz uma musculação.
Eu não sei por que que é, cara.
Que isso?
É eu?
Que que é isso? Que que vocês colocaram aí? Fala aí, o bigode.
É o meme dele assistindo Podpah.
Eu falei, você é eu mesmo? Eu entrevistando? É um filho meu do jeito. Você não sou eu, é do chat, é da inteligência artificial. Parece um filho meu com o DJzinho, parece mesmo.
E me falou uma coisa, você falou o palavrão agora aí, o órgão sexual feminino, você botou uma tonalidade, você falou É porque, que que é isso? Estuda música?
É porque não, como é um impulso, a gente não controla o tom, a altura, nada. Eu acredito, eu nunca li nada sobre isso, mas por ser o impulso, eu acredito que seja isso. Eu não consigo controlar, tipo, na igreja eu vou ter um tique, uau, uau, né?
É, você às vezes fala buceta gritando.
É, às vezes eu falo buceta gritando.
Não é sempre com falsete?
Não, o falsete vem só às vezes.
E como é que o Skylab falaria essa palavra buceta?
Cara, a expressão dele é muito igual, a voz é igual.
Não gosto de buceta. Não gosto de buceta.
Então, mas eu acho que é por isso. Tem lugares que, cara, no tribunal, eu na frente do juiz, julgamento, fingindo, né? Não, era uma ação trabalhista e eu tava como testemunha da empresa. Aí eu cheguei, advogada já havia explicado para o juiz. Inclusive esse vídeo tá no meu perfil lá, que eu peguei só, é que só a parte que fica disponível é o meu depoimento. Mas aí na hora que eles começaram a perguntar sobre mim, eu tava me segurando, tentando me segurar, né?
Eu tentando ficar calmo, mas eu tava nervoso, eu tava nervoso, tava nervoso. Cala a boca, tava nervoso!
Qual instância era a primeira? Ficou, ficou, desculpa.
E eu nervoso. Aí a escrivã perguntando minhas informações e tal. Falei, ah, é rua tal, número 471. Aí eu lembrei que era 471B. Falei: 471B. Ela: B? Eu: B de buceta, cara. E eu já olhei, olhei nem tanto para ela, eu já olhei para o juiz. Falei: daqui, ó, daqui só, né?
Audiência mais divertida.
E aí o juiz cascando o bico, e ele se recompôs, falou: Samuel, fique em paz.
Trabalho chato, né?
Melhor que finalmente eu agir.
É eu que vou ser escrivão agora lá. Fica em paz, aqui advogado já explicou e tal.
Imagine no julgamento do Michael Jackson, né?
Comeu o menino!
Caralho!
Uau! Aí deu tudo certo, todo mundo rindo, menos a menina que processou a empresa e o advogado dela.
Puta pra caralho!
Imagina ele perguntando as coisas pra mim: você já deu o cu? E ele assim, ó, e o juiz.
E quem ganhou esse processo aí?
Eu acho que tá correndo ainda, faz pouco, foi em 2024.
Mas é trabalhista?
É trabalhista.
Então quem, quem, o empregado sempre ganha, né?
Sempre ganha, sempre ganha, dependente da causa.
Já teve processo de alguém trabalhou para você?
Não, não, também não.
Já teve vídeo, mas eu conheço.
Desculpa, perdão. Ai, bate!
Desculpa, você não tem sotaque, né?
Cara, você nasceu onde?
Eu nasci em Rio. Não tem sotaque.
Sotaque do Paraná é caipira, do interior, de caipira.
É um caipira falando piá, piá. É isso.
E daí no final, mas não, eu sou paulista.
O cachorro lá fala au au au daí.
Desculpa, perdoa, desculpa. Eu sou paulista, nasci em Itu, aí eu, mas eu fui criança para cidade de 3 ou 4 anos, para onde? Para Nova Esperança no Paraná. Aí de lá eu mudei para Sarandi, que é colado de Maringá. Sarandi eu conheço, é colado de Maringá. Eu moro lá, eu morava na favela que tinha lá. Também conheço também.
E os cara na favela não fica bravo?
Eu não tinha na época, mas não, cara. Geralmente quando eu, às vezes que eu conversei com alguém assim da favela e tal, eles são muito mais divertidos, eles se divertem. Eles falam, esse cara não é louco? Tô com um fuzil na mão, não é louco de me xingar assim? Mas não, eles não. As pessoas comentam, é, no podcast é fácil xingar, quero ver ir na favela. Cara, me leva lá, uai. Não vou porque não vou pagar para ver. Né, mas me leva, eu converso com qualquer pessoa, eu não, eu não me limito.
Tava na favela, tu não gosta, né, demoliram, de falar que a favela é linda.
Mas eu vejo que todo mundo, você ouviu isso, o pobre pá gosta, mas é questão da realidade.
Tipo assim, quando você mora num lugar assim, você não tem muito acesso lá fora. Uau! Então, para você, a sua realidade é aquilo ali.
Você assistia o—
ai, meu cu!
Desculpa.
Agora também você assistia o Esquenta da Regina Casé?
Não, eu não assisto televisão.
Não? Não. Então você não morava na favela? Todo mundo que mora na favela tem que assistir.
Eu não sei nem, acho que não lembro, não tinha nem televisão naquela época. Eu tinha antes.
Não.
Eu não tinha nem televisão naquela época, eu tinha antes.
Não, mas assiste no telefone.
Eu não tinha televisão, ia ter telefone naquela época, era mais caro.
Assiste no botequim.
É, aí faz sentido. Mas não, nunca curti assistir, nunca tive hábito também.
Uau, é o xará!
Biscate!
Nossa, o Esquenta eu acho que é um dos poucos programas que conseguia ser pior tripó de pá, um dos poucos.
É difícil, cara.
Cheguei, cheguei.
E aí, nota?
Fezes puríssimas, né? Se tem a Regina Casé, dificilmente vai ser bom.
Teve uma época do stand-up que era não sei o quê, Regina Casé, qualquer piada era Regina Casé.
Desculpa, tá vendo? Às vezes sai baixinho.
É, o sério, Regina Casé, o que ela tá fazendo agora?
Porra, não faço ideia.
Deve estar na Globo ainda, né? É possível.
Tava reclamando um dia desses da época do preconceito que tinha com o Esquenta.
Aí ela sofreu preconceito de novo, falando do vinheteiro e tal.
Falou de você?
Falou nada. Falou não? Ele gosta, né? Falou? É sério que ela falou?
Isso aqui é ela no podcast.
Eu achei que era o Galvão Bueno.
Esses filtros, né, que os cara coloca, né?
Tá maquiada, hein? Que cirurgias plásticas vocês acham que ela deveria fazer aí? Preenchimento, ah, investir nas bolsas, né?
As bolsas embaixo do olho. A boca tá caída, né?
Tá igualzinho do Galvão.
Boca tá murcha, tá murcha. O Galvão fez uns procedimentos, será? Galvão não, né?
Ah não, ele deve estar com quantos anos agora, cara?
Vê aí, vê aí.
Acho que estaria uns 68, 71, por aí.
Quanto, né?
72.
72. E o Galvão é mais velho, né? Não, Madonna é mais velha, cara.
Madonna é mais velha, eu acho.
Quantos anos tem?
Galvão tem 76 e a Madonna, meu Deus do céu, achando que tem 22. A Madonna tem 67.
67?
Achou que era mais pelada com a Anitta.
Quem?
Nossa, e o Jiraya imita ele aí.
Como que é que vocês—
falando da final da Copa lá, ele Que essa porra desses giraia maluco aí dançando aí?
É uns cara que eu não conheço, mano.
Eu vejo assim, os malucos coreanos, né, do BTS.
É, falei, porra, falei, primeiro botaram Tom Cruise no início, não no início, na abertura da Copa, o Patropi falando que era Shakira, né? É que não tinha nada a ver aquilo ali. Eu falei, cara, os cara tão embaçando, nada a ver.
Sei, mano, nada a ver. Eu nem assisti.
Mas esses coreanos aí, essas bandas coreanas aí, as donzelinhas são um champoninho.
Todos os shows deles são sold out, bagulho absurdo.
Essas bandas de BTS era rapidinho, cada um é um personagem, né?
Eu nunca vi uma música disso.
Eu nunca vi também.
Já, como é que é o nome?
BTS é o conjunto aí.
Eu não sei se é um conjunto só Eu também não entendi.
É tudo homem aí ou tem mulher junto? Tudo homem, né?
Acho que é tudo homem. Acho que é andrógeno, né?
É meio andrógeno. Mas, ó, tudo magrelão, cara branquela. Ó, é o mesmo tipo, né?
É a genética deles, né? É.
Tudo boneco de Yu-Gi-Oh!
Boneco de quê? Yu-Gi-Oh! Que que é isso?
Umas cartinhas do demônio.
Não lembra disso? Falava que era...
Umas cartinhas, não lembra não, mano? Yu-Gi-Oh!, Beyblade, não lembra disso?
É, e falava que tinha conexão demoníaca o negócio.
Meus amigos evangélicos, também não, nada, nada.
Eu não podia usar short. Todas as minhas fotos de quando era criança, calça.
Era maneiro, porque short ia para o inferno. Dragão Branco de olhos azuis. Era um desenho, mano. Aí saiu um jogo, tinha no videogame.
Ó, o Monster Reborn parece uma trompa de falope, ó, sabe? Pô, quando você pega no livro de biologia, aparece uma xampola no livro de biologia, um desenho daquele.
Então tem uns que força muito, que já rola.
Você não fala o órgão masculino? Você não fala? Às vezes fala, cara.
Eu não lembro, não lembro, verdade. Eu uma vez eu me perguntaram por que que foram militarizar.
O que você falou? Eu só imitei ele, esse babaca, ficar aí no meu olhando.
Aquele grito, ele segura para não falar buceta, né?
É isso mesmo. Ah, por isso eu tenho um tio que fala buu.
Escuta isso, fizer uma multa para você cada vez que você falar um palavrão. Você ter que colocar R$5, fazer um Pix para tua mulher, sei lá, para tua mãe.
Eu vou ficar fazendo Pix o dia inteiro, você quer?
Vai, vai, vai.
Mas você não quer multa pior do que num tribunal ou na frente da polícia perguntar para um sargento se ele já deu o cu? Não tem multa pior do que você tomar um safanão na orelha. Não é, não é a gente aqui, não tem.
Sabe que eu fiquei surpreso de ler andar de moto, mano. E ele tem tique motor assim de ficar fazendo assim, tá ligado? Tem, o cara anda de moto.
É uma Z1000, não é só uma moto, né? Ele tinha uma Z1000.
Então, mas quem que deu a carta de motorista para ele?
É porque não atrapalha a nossa função cognitiva. Faz sentido, mas eu tenho. Mas a Tourette não atrapalha a nossa função cognitiva, a gente consegue executar executar os movimentos, só que com algumas falhas, né?
Eu vi um vídeo seu treinando com o pessoal, não foi?
E aí?
Ah, é aquela, né? Tipo, primeiro que eu sou frango, não consigo levantar peso, eu só levanto o peso da máquina. Sedentarismo mesmo.
Mas peso da máquina, como assim?
É só o peso da máquina.
Ah, sim, sim, nada de barrinha de—
Sim. Aí eu faço na esteira. Na esteira, para mim já é um treino, porque eu tô andando, para andar, de fazer um tique atrapalhado. É cardio, tipo, eu paro e faço assim, aí a esteira me leva lá atrás, eu volto igual uma caixa de leite condensado passando.
Deu isso?
Sim, tá lá no vídeo.
Tipo, tem que ter uma desculpa para não fazer ginástica.
Não, senão era só não ir.
O Vinheteiro desconfia de tudo, né, cara?
Desconfia de tudo, mas isso é bom.
Nós vivemos Num país onde todo mundo aplica golpe.
É verdade, isso é verdade. Dura aplicar golpe para não ganhar nada, só hate, cara.
Por que que não faz uma esteira para Tourette que ela identifica seu movimento? Para, parou, para.
Boa, vamos patentear já. Mas é porque é pouca gente, né? É 1% da população.
O que que você mais curte treinar?
Eu não curto treinar, né?
Ele falou que—
olha aqui o tamanho da minha barriga.
Tu foi um dia?
Não, ó. Primeiro eu assinei 6 meses e paguei o personal. Eu fui 3 dias, aí não tem como você pedir o dinheiro de volta, né? Ou se tem, eu fiquei com vergonha de pedir, mas só não voltei.
Que merda, mano, tem que ir, pô, tem que ir.
Eu tenho inclusive ir para criar conteúdo.
Eu tava falando, mano, a musculação é muito chato, é coisa mais— eu não sei como é que vocês aguentam fazer musculação.
Como é que foi o treino lá com o Igor lá?
Ah, com Igor é divertido, mas sozinho é muito chato. Dependendo da academia que você vai, lá na academia do Igor não tinha ninguém enchendo o saco. Na minha, quando eu vou lá no Clube Pinheiros, todo mundo querendo revezar. Ah não, reveza, senta no aparelho todo suado, tudo fedorento, nojento. Senta com o Lulu, ele dá uma suada e escorre suor. Coliforme, Lulu, e ele pega os coliformes, ele fazendo desenvolvimento sem peso, e sem pensar para o banco, os coliformes passa, passa, é desagradável. Não, com Igor foi, com Igor foi divertido, mas sem peso.
Igor, acho que tá com 200 mil views esse vídeo, só que o Igor é meio pederasta, que ele ficava pegando em mim toda hora.
Olha lá, ele ficava pegando em mim, parece que ele acabou de sair do condomínio, eu vou treinar, vou fazer uma cadeira produtora lá, ele cortou do vídeo, aí ele pegou nas minhas pernas e falou assim: os aparelhos são bons, hein?
Não é igual os aparelhos da Kikos.
Do nada, não, aparelho da Kikos é de condomínio vagabundo, né?
É o mais vagabundo que tem, né? É o—
tínhamos aqui, veio o Cariani, os cara falou: meu, troca isso daqui aí, compra um da Tonus aqui, é bom para caramba. Ele já viu aqui?
É tudo perfeito. O aparelho daqui é igual É o chocolate da Pan, é dos aparelhos de gordura, né? É o Monte Vergine da remada. Mas aí não vai dar continuidade na musculação? Então o problema daquela academia que nós fomos é que é muito longe, ninguém mora em São Caetano.
Você mora aqui perto?
Você mora lá?
Eu moro lá.
Vamos treinar aqui com ele, vamos treinar um dia aqui.
Vem meu personal também que treina lá. Deve ter um monte de gente que treina. Onde é sua? Você que é o dono? Não, não. Qual academia?
Qual academia?
Aqueles foram foi da Max, CT da Max, é lá em São Caetano.
Lá virou meio que o hub da maromba, né, mano? Tem Aronberg, tem da Max, tem do Carielli.
Porque é perto, é perto de uma da outra.
Eu que saio para ir para o Rafa, né, na caverna do Brandão, para gravar os conteúdos na madrugada.
A dele é onde, mano?
Na Moca. É, aí tô fazendo live todo dia e gravando para o canal.
Live de musculação?
É live treinando e respondendo a galera no TikTok, na Twitch.
Lá você faz?
Lá, lá.
E lá fica aberto até de madrugada?
É 24 horas, né, gente?
Tem acesso direto.
Que espetáculo! É bom, pô.
É de boa, né?
E você toma anabolizantes?
Agora tô segurando um pouquinho.
Mas já tomou?
Já, atleta profissional.
Quais?
Sabe que é impossível, todos os caras tomam, né?
Você já tomou a Deca Dura Bolin?
Isso é a primeira coisa que eu usei, né?
Eu tô tomando Deca e Durateston agora.
Você tá tomando?
Tô, reposição.
Na época, na minha época, quando eu tinha 20 anos, para mim é a melhor combinação que tem.
Quando eu tinha 20 anos e passava pimenta em todo mundo, você teve essa fase?
Pegou geral?
Não, passava pimenta em todo mundo. Eu era lindo, homem mais bonito.
Pegou alguma doença? Fala a verdade, na época pegou alguma doença?
Uma vez nasceu a minha moreia, apareceu com um olho, um olho vermelho.
Coloca a foto de uma moreia, uma moreia caolha, né?
Pareceu o quê? Um olho. O que, branco ou vermelho? Não, vermelho. Não saía nem a pau.
Doía?
E passava pomada toda hora.
A moreia do inferno.
Não, não, não, bota a muçum. Não gostei. Eu quero a moreia de água doce, a muçum. Essa moreia aí tá curta, mas pode procurar aí com muçum. Mas nessa época, todos os moleque, a gente falava: você tomou anabolizantes? Eles mentiam. Não, não é essa música.
Como assim tem uma específica?
Escreve muçum, muçum, igual muçum do Trapalhões. Piramboia. É, essa é a moreia brasileira de água doce. Peixe de água salgada é, não tem graça. Mas ninguém falava que tomava, ninguém falava que hoje ele acabou de falar, ó, tomei. Ainda mais o vilão, não é reposição.
Não, na época era meio vergonha.
Quando você tá de dia, porque, olha lá, é meio nojeita essa aí, amoré, assim úmida, nessa coloração também não, né? Você toma sol nela?
Não, ela é roxa.
Ela é roxa.
Uau!
Ele branquinho e a moreia roxa.
Thanos, velho.
O morangão. E a chapeleta? Foi na chapeleta que foi?
Foi, foi.
Aí não, hein?
E não, meu, era pomada de Clostebol com Zovirax.
E a mijada doía? E a mijada doía?
Eu fiquei 2 anos com esse olho na moreia, eu falei, não vou mais tanatar.
Ah, vou assumir, vou adotar um nome.
É, ninguém vê minha moreia mesmo. Aí um belo dia eu acordei e o olho sumiu, terceiro olho ficou cego.
Hoje em dia tá normal, tá casado, tá normal, usa moreia ainda não?
Ah, é muito raro, né? Tá peludo também, né? Mas quando eu tinha 20 anos, raspar a moreia era viadagem, tá? Hoje você estuda, fica raspando.
Isso não devia haver na minha turma.
Antigamente o cara era tudo peludão, né?
As mulher também, né? Vê a Playboy da hora.
Eu gosto da peluda.
Você gosta?
Cine Privê nunca assistiu, não?
Eu gosto muito.
Nossa Senhora, o Skylab já falou da sua imitação?
Falou, viu? Tudo de um corte que odeia.
Odeia?
O que que ele fala?
Por quê?
Ele tava num podcast com algum cara, o cara falou assim: o que que você acha de imitação sua? Ele falou assim: cara, você sabe que eu não gosto?
Eu não gosto de imitação, não.
Eu não gosto, eu não gosto.
Eu acho que é bullying, eu acho que é bullying.
Não gosto de imitação.
Tem um cara aí que me imita, mas Eu não vou nem falar o nome dele, cara, que é para não dar espaço, mas eu não gosto.
Desculpa, Sky Lab, mas é igual, cara, é muito igual. O Maurício Meirelles tá fazendo bem também, cara.
Às vezes eu faço, eu vi lá no prêmio lá que você—
como que é o Maurício Meirelles?
Eu tenho uma tese.
É, fala sobre por que que a Argentina não ganha a Copa, Maurício.
Chato, né? País chato, argentino. Os cara tudo racista, né? Os cara não gosta. Nossa, viu?
Argentino, essa mãozinha, sempre tem isso aqui. Maurício tá muito lacrador agora, é personagem. Eu acho que é personagem, acho que ele ficou, né, lacrador, virou lacrador, sempre quer sinalizar virtudes. É tanto que eu participei do canal dele lá, os cara só me xingaram.
O Axismo lá, você foi?
Foi, foi.
E xingaram você por quê? Você falou o quê?
Que só tem lacrador lá, eles querem ver ele lacrando.
Ah, o pessoal que trabalha em volta dele.
Denúncia! Você deu o cu? Desculpa.
Já.
Ah, nem perdoa.
Desculpa.
O Maurício perguntou para o Vinheteiro assim: quais são as 5 coisas que você mais gosta no Brasil? Aí ele ficou uma hora pensando.
Aí ele: o tambacu, tambaqui, né? Tambacu e tambaqui.
Tem tambacu? Não, pirarucu e tambaqui.
Porra, entende de peixe?
Aí de peixe eu entendo, você pesca, né?
O tambacu é o cruzamento do pacu de São Paulo ou da Argentina, que ele aguenta mais frio, com o tambaqui da Amazônia.
Tá zoando? Não, é verdade.
Não estou zoando, eu sei o que eu tô falando.
E é bom para comer?
Para comer é fezes.
É?
Fezes.
Mas você não gosta de comer peixe? Só gosta de pescar?
Não, gosto.
Qual é bom?
Peixe de rio Ainda mais de pesca e pague, ele tem gosto de fezes, porque ele vive comendo fezes. O lago, ele tem muito barro, muito lodo, e o peixe ele filtra aquele lodo, ele fica com esse gosto. Mas só para pescar, um peixe esportivo.
Tilápia é água doce?
Tilápia é de água doce, só que a tilápia gostosa ela vem de rios com água, com tanques de gaiola, né? A Oreochromis niloticus é o nome científico da tilápia.
Sabia disso?
Muito ignorante.
Não sabia disso?
Repete aí, acabou de inventar essa porra. Repete o nome que ele falou.
Oreochromis niloticus. Acabou de inventar. Oreochromis niloticus. Pode escrever ali, não vai ser o teu.
Olha lá, olha lá, Oreocromis niloticus.
Rapaz, é vagabundo mesmo, tá estudando essas coisas.
É o hiperfoco em peixe. E o que entra dentro do pau lá que tem na—
é o candiru, mas é mentira.
É então, é lenda isso, cara, que fala que ele trava lá dentro.
Na minha moreia.
Que que acontece? Existem alguns poucos casos, poucos, eu quero dizer, 2, 3 em 100 anos que alguém urinou dentro, dentro da água, tá com a xampola, tá dentro da água sem carcinha, né?
Certo.
Aí, aí ele, ah, pequenininho, vai lá. Não, mas tem um monte de tipo de candiru.
Tem candiru grande e entra na uretra.
O candiru, ele entra na uretra, esses menorzinho. Não sei se esse aí tá muito grande, ele entra e aí ele abre um esporão e fica lá. Mas são poucos casos, tem acho que um caso no Peru.
Na dúvida, não mijar no rio, né? Dentro do rio.
Mas o que eles falavam é que você em cima da palafita Mijou, ele vinha pela corrente igual um salmão do Alaje. Isso é uma mentira deslavada. Outra mentira deslavada que eu acho muito engraçada que eles falam é que o tambaqui, o tambaqui é o devorador de testículos.
Devorador!
Eu vi o Monstro do Rio, o cara falando. Caralho, Monstro do Rio é muito bom. É maravilhoso, eu nunca vi um cara tão mentiroso.
E ele é muito empolgado, né?
Ele é empolgado.
Quem é esse cara?
O cara do Discovery ou Animal Planet?
Acho que é no History Channel. O Brasil acabou no History Channel, os cara vem falar, fazer vídeo de monstros do rio.
Não tem nada. Não, ele vai tipo em vários lugares do mundo com barco lá para tentar capturar os peixes mais famosos daquele lugar.
E aí é mentira esse negócio, às vezes o devorador de testículo só conta mentira. Piranha também não come ninguém.
Não, nem se sangrar, machucado, se sangrar, tem lá uma lagoa.
É esse, é esse, é o Jeremy.
O Jeremy, se sangrar o peixe lá, tá numa lagoa lá que elas estão sem comer, tá fechado, não tem Um ano, aí sim, na seca, é muito específica a situação.
Aí ela tá aqui em rio, é pedaço de carne, aí ela vai, aí ela vai. Mas se tiver inteira, a piranha ela existe só para controlar a população de doentes no rio. Tem um peixe doente, aí ela vai lá e vai comer. Tem um peixe machucado, ela vai lá, bate, ela faz a eliminação de tá com problema, mas ninguém vai falar. É mais legal falar capina aí.
Mas tem aqueles peixes que são venenosos, que tem que ir num preparo lá para não comer. O baiacu, isso é verdade.
Baiacu é verdade.
Já comeu tudo?
Já, já, já.
Tem medo não, cara?
Baiacu japonês é delicioso.
Nossa, vale a pena o risco então?
Vai, vai.
O cara tem que tirar a parte que é venenosa? Como que é?
É uma glândula, né, que ele tem aqui, eu acho, né? É uma glândula aqui.
Eles falam, é o fel dele, né? Vesícula biliar.
Esse peixe aí, esse aí eu acho que é o baiacu franguinho.
Pega o baiacu japonês, mano.
O cara manja mesmo.
Filme favorito dele é Procurando Nemo.
Escreve fugu, sharknado, fugu, vai aparecer o baiacu verdadeiro. Tem no Brasil, tem uns.
Mas aqui tem lugar que você come aqui no Brasil? Porra, nossa, tamanho, velho!
No Brasil você come o baiacu, franguinho, arara. Eles não têm valor comercial, tem gosto de fezes.
Mas não acha esses aí aqui para vender?
Não, você tem que pescar ele lá no Japão.
Que você comeu hoje?
Comeu? Comi. Você escolhe ele vivo, caro para caramba, não?
Preço normal?
Não era muito caro não, acho que eu paguei $50 meia dúzia de fatias de sashimi. Delicioso.
Mas qual foi a melhor iguaria que você já comeu na Ásia?
A melhor, a melhor iguaria, a melhor iguaria foi a que você comeu na China, foi a carne de anão.
A melhor e a menor, né?
Rapaz, eu comi um hot pot de anão Que era, foi a coisa mais incrível que eu já comi. Você não foi na China recentemente? Você comeu anão? Uau!
Essa história eu não tô entendendo direito, que eu procurei e não achei esse tal de anão aí que você tá falando, cara. Pelo menos não é oficial. É que nem carne de cachorro, procuramos lá também, não achei carne de cachorro.
Tem, tem, tem, só se for para o interior. Tem morcego, não achei também tudo, mas o anão é mais baratinho.
Grilo, as coisas, não achamos mais. Fala que tinha lá em Pequim, num canto lá, e não tá.
Não, não, barata e grilo, essas coisas, escorpião, isso você só vai encontrar verdadeiramente nas províncias do sul, né, que lá teve uma fome gigantesca.
Então se comeu isso durante um tempo, e hoje em dia tem, mas para turista só.
É só para turista. Se você pegar um espetinho, um espetinho de escorpião em Beijing, lá no norte, eles vão dar risada. Tem, mas os chineses vão dar risada.
Agora, experimentar essas paradas para ver qual que é, comi de tudo.
Mas a carne de anão, ela é underground, mas ela é muito saborosa.
Anões com família ou anão abandonado pela família?
Anão mendigo. Nunca vi anão mendigo.
É anão mendigo porque por causa disso Eles pegam os anões mendigos para levar.
Cara, o anão, a carne de anão mendigo, ela é mais barata porque o anão mendigo, ele come fezes, ele bebe água do esgoto. A carne fica forte.
Camarão, para não ser cancelado, vamos já, vamos já, para não ser vinculado.
Ela é uma carne forte, tá? A carne dos anões herbívoros é a carne mais saborosa, mais desejada. Tem que dar capim e capim não, né, verde. Tem que ser um anão vegetariano. Se ele se alimentar de qualquer coisa, se ele for um anão onívoro, o gosto fica ruim, não é bom, não é bom. Aí só dá para fazer salame, mortadela. Ele tem que ser vegetariano.
Qual parte do anão que se come?
Todas.
Coxa?
Todas elas você come.
Salame não, né?
Eu comi paleta.
Tem umas linguiças grandes.
Eu comi paleta. A picanha do anão, né, o músculo iliopsoas, eu não experimentei porque era muito caro.
Desculpa, perdão.
Era muito caro. Eu comi CMS, né, carne mecanicamente separada.
O que que é isso?
Você, por exemplo, você tira as partes nobres do anão, né? Você filé, você comeria um anão?
Dá dor nas costas, né?
Você tira as partes nobres e vende como nas grandes churrascarias especializadas, o corte. Sobra, por exemplo, cabeça. Você não vai jogar fora a cabeça. Aí você põe numa prensa, a prensa vai espremendo e tirando pequenas, pequenas partículas de carne. Aí você faz a linguiça e a mortadela, que é especial também, é caro, mas você encontra lá na China, você encontra. É bom, é muito saboroso. Você já foi para China? Não, não, não tem vontade nenhuma. Por que não?
Mas é difícil explicar sobre a turística para eles, né?
É, mas cara, lá é demais.
China ou Japão?
Ah, os dois. A China hoje tá mais interessante que o Japão. É que o Japão, ele é muito apertadinho, né?
Mas para o país não, dá chochota.
Para turismo gastronômico é melhor a China.
No Japão eu vi uma variedade de tipo de comida na China que eu não imaginava. Assim. Você falou hot pot, hot pot, você comeu hot pot? Sim. Aí tem o mongol e tem o, sei lá, de outra região. Cada um é diferente. Então os mongóis, o pato de Pequim lá, o pato laqueado, não gosta. Nossa, que delícia aquele negócio! Você faz um negocinho, né, tipo uma tortilha, coloca lá as lascas.
É, eles comem pato o tempo inteiro, não gosta de pato, não gosta, não gosta. Eu prefiro—
isso é o cavalo, cara.
Isso é o porco.
É o porco.
Facada no porco.
Eu prefiro a carne de anão.
Olha lá, ó.
Isso é o quê?
É o pato. Pato laqueado. Cara, você vai pirar, velho.
Essa carne mais escura provavelmente é um pato onívoro, né, que comia de tudo.
Vê se você acha a carne de anão aí que ele tá falando, que não deve ter fácil.
Já pesquisei, não achei.
Não achou?
Nossa, você não acha?
Deve ser mentira.
Mentira, o seu, o seu, o Google filtra essas coisas.
Ele mostrou umas fotos na casa, mostrou. Ah, então acredito, se o Igor tá falando.
Google não deixa. Se eu escrever cara de indianão, imediatamente ele vai filtrar.
O FBI vai bater na tua porta.
Dwarf não sai. Talvez no Grok, talvez o Grok mostre, que o Grok não tem tanto filtro.
Mas você não chega num restaurante e pede carne de anão, é um negócio meio Já sabe, já sabe, tipo, tem um estabelecimento, uma portinha no fundo que a galera, tá ligado, tipo aquelas boates escondidas que tem em Las Vegas, escambau, tipo em locadora que você entra naquela, é, com diário de filme pornô, né, aqueles negocinho assim.
Eu não sei, nunca fui, mas já vi.
Você consome pornografia?
Não, mas graças a Deus, não mais, exato. Mas já consumiu? Já, claro, quem nunca?
Qual?
Tradicional. Não, ele gostava, agora não mais, mas ele gostava de coisas diferentes, diferenciadas, né?
Não, entrava lá nos melhores do dia.
Todo grupo que eu tava, que o Vinheteiro tava, sabe disso, Igor? Todo grupo de WhatsApp que eu tava, que ele tava, era questão de tempo dele ser expulso do grupo. Sabe por quê? Fotos de cocô todo dia.
Você tava num grupo que eu tava, chamava, eu não me lembro como é que chamava, que era dos influenciadores lá, dos, não, mas só tinha mentiroso, só tinha mentiroso. Eu tô tentando lembrar o nome, era um nome diferente, né? Não, não, não, os cara era o tempo inteiro, só tinha gente com perfil com seguidor falso.
Ah tá, que comprava, tentando lembrar o nome daquele Promoção Cruzada.
É, é, me expulsaram.
Eu tô lá ainda, tem que sair desse negócio. Tem que ter um esquema de você sair, ninguém perceber que você saiu, porque você não colocou de volta, né, cara?
Eles ainda estão lá, mas acho que um dia tem já.
Tem, tem.
Pô, vou sair agora então. Promoção Cruzada, vou sair.
Saia francesa.
Aqui, ó, existe ainda, cara.
Caraca, mas parece que você não pode comentar, é porque você saiu.
Ah, eu não tô mais aqui? É, já não tô mais. Já saí então, já saí. Glória a Deus, glória a Deus.
Pô, mas você se achou, hein? Antigamente você era mais humilde, ficava lá.
Agora ficava com vergonha de sair mesmo.
Aí sai.
É, mas cara, é muito grupo que é chato para caramba.
Tem grupo que é chato.
Não, tem grupo que é chato.
Por que você não manda foto com fezes?
Porque eu não tiro foto de fezes. Você tira, mas você tirava de você ou tirava foto de outras pessoas?
De outras pessoas.
É, tinha umas fezes bem no banheiro, quando banheiros públicos, fotografar de rodoviária. Eu leio, tem uns que ficam para fora, já viu? Tem uma que eu já vi para fora do vaso já, ele transbordando para fora assim, o negócio subia. Ali é vandalismo, né?
Mas você consegue ler o futuro pelas fezes?
Como chama isso?
Coprologia.
Coprologia é o futuro através de fezes.
É, você olha elas.
Eu acho mais fácil ver o passado, né?
O passado também.
Você vê lá, comeu milho, comeu macarrão, sempre vem inteiro, né? É milho, não adianta. Quanto mais você mastiga, mais aparece. Será que é verdade aquela coisa do cara comer abacaxi e o sêmen fica com gosto de abacaxi? Já ouviu essa teoria aí, cara?
Não. Quando, se você reparar, se você come uma esfirra e vai fazer xixi, não, não, a urina vai ficar com cheiro de esfirra. Se você come uma pizza, o Habib tem que fazer essa propaganda com a Kaiser, a beluga Você pode reparar quando você come uma coisa com sabores fortes, certo? O genital da mulher fica com tanto da mulher.
Será? Nunca percebi isso não.
É que vocês não sentem cheiro direito também, né?
Você já percebeu isso?
É normal. O que você come, vai num restaurante japonês, certo? O genital vai ficar, você tira ele para fora assim no meio do restaurante.
Não tem como você conferir, você tá fedendo no restaurante japonês.
Não posso nem tirar o pó para fora.
Minha pemba tá fedendo aqui.
Dá uma recolhida no prepúcio, você vai ver que tá com cheiro.
Mulher vai sem calcinha, fica aquele sashimi à mostra lá, né?
Fezes muda o cheiro.
Já beijaram moleque que não mexe a língua? Parece que você tá chupando sashimi.
Já. E também tem aquela que fica assim, ó.
É, fica tentando brigar, né, pai? Você é do beijo ou não é do beijo?
Como a vida é diferente, né, do cinema, do filme, né?
Vocês Não tem foto de fezes, né? Mas tinha um cara que foi cancelado no Twitter há um tempo atrás, que ele era, gostava que cagava nele, que tem esse gosto. Eu lembro, e ele era um cara, era um ator da Disney, fez algumas, é, lembra disso?
Eu não lembro o nome dele.
Vê se acho, lembro o nome dele, tá bom? No Twitter aí descobriu que ele curtia essas paradas de de cagar em cima e comer.
Falando em cocô, tem um documentário muito bom para vocês verem no—
é sério, tinha um personagem, Mundo Canibal, que era o carinha que comia cocô.
Aí eu gosto, eu gosto de cocô, eu vi cocô, eu como cocô. Bluzão, não, blusão justamente umas coisas estranhas. Bluzão já comeu fés.
Ah, não duvido.
Não, mas vê esse documentário na Netflix, Cruzeiro de Cocô, é muito bom.
Ah, sim, que dá problema.
Já, já botei o início, mas não Mano, é sinistro.
No final tem várias piadas. Saiu um cruzeiro dos Estados Unidos para ir para Cozumel, no México. E aí, no Golfo do México ali, seriam 4 dias de viagem. No 4º dia, que era a volta, o navio começou pegando fogo no motor.
Deu uma pane lá, né?
Deu uma pane. Aí parou de funcionar o motor. Eles ficaram à deriva no meio do nada, todo mundo sem internet. Aí acabou a luz e a descarga deu problema.
Ah, não conseguia mais ligar.
Ficou cheio de mijo. Ficou cheio de mijo nos corredores, no carpete, merda. Os cara falaram, agora vocês vão cagar num saquinho vermelho. Deram um saquinho vermelho para cada pessoa para eles cagarem ali, mano. Você tem ideia, o cozinheiro, o cara indiano, falou, tá meio nojento.
Sério, quando o indiano tá com nojo, porque tá ruim.
Comida da Índia, você encara as comidas lá da Índia? Você viu aqueles vídeos que os cara prepara o negócio na rua lá, cara?
As comidas da Índia.
Eu não coloco esses vídeos aí para vocês, sem áudio, da culinária indiana.
Eu tenho certeza que são todas deliciosas, mas elas causam temperada, né?
Bem, aquelas tempero forte, desenteria, causa um piriri, causa um piriri.
Não é para qualquer intestino não. É, você tem cara de que tem um aparelho intestinal forte, você não tem muitas desenterias, né?
Tem vez em quando, cara.
Eu tenho toda hora, qualquer coisinha é uma coisa diferente. Já, mas a carne de anão não me deu piriri não.
Mas mesmo assim você experimenta as paradas, você sabe que vai dar dor de barriga?
Não, porque eu assim, dá piriri toda hora.
Não toda hora, mas tipo café também, fazendo dieta, né?
É, hoje em dia é bom, é ruim, ruim, porque o estômago fica ruim depois, né?
Depois que acostumou, até hoje eu fiz bastante. Hoje em dia não tanto, mas acostumei a comer frango, arroz.
Olha lá as comidas na Índia aqui, né?
Ó, esse cara é conhecido.
Se eu comer isso aí, já era.
Opa, tá sujo!
Antes de eu comer, eu tô cagando já, é só de cheirar.
Não, você imagina para quem tem torete segurar o piriri.
Mas sabe o que é foda? Falando que a Índia é nojenta, Porque lá a cozinha é na rua, todo mundo vê. No Brasil tem essa, né, tem diferença, só que a cozinha é escondida. Vocês entrarem na cozinha de restaurante, vocês não comem mais em restaurante. As cozinhas é tudo imunda, é tudo uma imundície. Aí saiu de São Paulo, andou 50 km, 100 km, é Índia. Mudou para outro estado, vai lá para o Paraná, Índia.
Claro que não.
E todos os caras parecem comigo, mano.
Olha as panelas dos caras, nunca lavaram essas coisas, cara, com a mão mesmo. É, sem estar no restaurante chique também, né?
Chique também é fezes.
Volta e meia os cara encontra geladeira com coisa podre lá dentro, de restaurante chique. Olha, esses caras que vão sobreviver no apocalipse, né?
Então, mas eu acho que eles estão sempre com desinteria, né?
É, eu, mas eu vou em outro país mesmo sabendo que eu vou passar mal, experimenta comida. Eu também, faz parte da vida. Também faz parte do turismo. Você já foi para algum país diferente assim, irmão?
Não, fora do Brasil só fui Estados Unidos mesmo.
Tem que ir, cara, nem para agora.
Paraguai eu fui uma vez comprar muamba ali do outro lado da ponte e voltei.
Só Cidade del Este, deve ser, eu não sei.
Eles têm umas comidas ali, tem um monte de brasileiro metendo o pé para Paraguai agora, abrindo conta lá, que tá mais tranquilo de imposto e tal.
O cara muito rico. Se o cara— eu acho engraçado toda hora, ai, vamos para o Paraguai. O cara não tem um couro para cair morto, não tem nenhuma casa, vai mudar para o Paraguai para quê? Você vai piorar, melhor ficar aqui. Paraguai, só que o cara tem muita grana, muita, mas para comprar umas muambas lá Já, já fui para o Paraguai muitas vezes.
Instrumento, que que você comprava lá? Fezes, não vale, cara.
Comprei muita coisa já lá, muita coisa, mas é sempre, é, o Paraguai é segunda linha, né? Sempre vem um defeitinho. Eu comprei um teclado uma vez, tá lindo, testou, uma semana depois dá pau. E como é que eu vou trocar?
Aí ninguém Cota para trocar.
Caixa de som, comprei, beleza, tava funcionando. Chega em casa, o tweeter tá quebrado.
Mas tem muito tempo isso, né?
Sem saber onde compra.
Isso foi 15 anos, 20 anos.
Hoje em dia, acho que mudou, né?
Mudou, mudou.
Acho que tem umas lojas grandes lá que—
Mas eu comprei uma câmera lá, uma Canon 7D, também fazia 20 anos. Boa, nunca me deu problema.
Hoje é melhor Sony, né, para filmar.
É, Canon acabou, né?
Deu uma fase, uma época que a gente zoava o Paraguai, né? Original do Paraguai. Hoje em dia eles que zoam a gente. É verdade essa, né?
Mas o Paraguai não vale mais a pena. Antigamente se saía de carro, ia lá, que o dólar lá, R$2, R$2.
iPhone lá é muito barato, né?
Mesmo com dólar alto?
É muito mais barato.
Então, mas para chegar até lá você vai gastar R$2.000.
E lá só para isso não, né?
Os caras estão trazendo Mão Jaro direto para cá. Toda vez eu vejo post da Polícia Rodoviária Federal pegando os carros lotados de vaso.
Não sei, mano, tá?
Acho que ele foi morar lá. Acho que sim.
Dá uma pesquisada aí.
38, eu não conhecia o 38.
Eu também não, nem eu.
O 38, a turma fala que ele é milionário de Bitcoin, né?
É, tem esse papo aí.
Isso é mentira.
Parece que mora na Bahia. Bahia ainda?
Isso, tá na Bahia ainda.
No Google você do Google.
Falaram que ele tinha saído, tudo, que ele tava até sendo perseguido.
Ah, é? Eu nunca vi um milionário de Bitcoin na minha vida.
E agora dizem que esse 38ão é com computador quântico, acabou Bitcoin, viu, cara?
Já acabou, né?
Inclusive o próprio 38ão fala que é, né? É, ele falou, se eu não me engano, sim.
Você tem Bitcoin? Alguém tem?
Eu não tenho, sei nem que porra é essa.
Eu nunca comprei, não. Tem Bitcoin, ô Bigoda?
Não tenho, cara.
Manda uma pergunta aí, Bigoda, duvido.
Deixa eu pegar uma aqui. A do Luiz, a primeira aqui é: o Vinheteiro prefere o matuê ou o oruã?
Meu Deus, difícil, hein?
Ó, matuã, oruã, ambos são fezes puríssimas.
Ah, mas deve ter uma gradação também de fezes, não é fezes—
Não, graduação é muito pura, é muita pureza fecal.
Não sei se dá para graduar, mas você tem que ter escutado para poder avaliar. Você nem escutou, você só tá—
Não conheço. Então não Eu não conheço nenhum Uruã, nem, mas só de ter esse nome, só de ter esse nome, Uruã, Matuê, terminou com ã, parece ser fezes. Terminou com ê, via telegrafia.
É Mauro ao contrário, você sabe, né?
Tinha, então se fosse Mauro pode ser bom, se for Matô Matou no lugar de E.
Esse é o Uruão ou Matuê? O que você acha?
Eu conheço gente boa, é gente boa. Não conheço as músicas, mas ele é gente boa.
Quem?
Esse menino Matuê.
Não, mas ser gente boa todo mundo é.
Agora depende também, né?
Fazer um trabalho decente musical já é mais difícil.
Fali.
A próxima é do Otávio, ele perguntou: Tourette tem algum tipo de tratamento ou remédio para deixar a pessoa mais séria?
Sim, séria, engraçada. Acho que sempre tá falando sério, o cara é engraçado, né?
O cara acha engraçado.
Mas é, mas é muito isso, que tipo as pessoas, as pessoas geralmente não dão credibilidade quando a gente tá falando, porque a gente sempre tem um tique e acaba, fica engraçado.
Entendeu?
Mas tem.
Você não tem isso aqui não, né?
Não, esse não, não, graças a Deus não. Deve ser um saco essa não, né? Caraca, cara, escuta isso.
Mas tem formiga pegar nas tuas costas, formigueiro?
Não, não acontece nada. Não é sempre que eu tenho toque, né? Eu digo que é toque, mas eu não sou diagnosticado com toque. Mas essa parada de repetitivo chama-se Não, é ecopraxia. Ecopraxia é outra coisa. Ecopraxia é quando você faz um gesto aí e eu repito esse gesto. E a ecolalia é com a voz, quando você fala, quando você fala algo e eu repito.
E você faz isso às vezes?
Sim. É, ecolalia é um dos sintomas da síndrome de Tourette, do autismo também, tá? Mas eu não tenho autismo, não diagnosticado, não diagnosticado. Mas os O tratamento é com óleo de canabidiol, tem também terapia comportamental. Que como que é? Eu nunca fiz, mas é para você— ai, cara, eu esqueci, mas tipo tirar hábitos, uma coisa assim. Você reseta, mas não cura.
Sem remédio?
Não cura, é sem remédio. Remédio que eu tomava era resperidona, mas tem vários outros.
Ah, não tem cura?
Não tem cura. É isso que diferencia Isso que diferencia a síndrome de uma doença.
Eu gosto desse peito em câmera lenta que você faz assim, ó.
É muito foda, é muito foda.
Não é? Eu durmo, quando eu travo, aí eu fico parado aqui, ó, e todo mundo me olhando. Eu sei que tá todo mundo me olhando.
Às vezes as donzelas não podem achar que é um cortejo que você tá fazendo.
É, já aconteceu? O namorado ficar puto?
Não, não, nunca aconteceu. Já aconteceu de fazer pé de mulher, mas todo instante. Mas tipo assim, elas veem que não tá muito normal, que eu não sou, não é só o beijo aqui, eu tô aqui, ó, e manda um beijinho. Ela fala, não, não é possível que seja igual pavão, que tem aquele ritual, né?
Uau!
Mas nunca aconteceu. Se aconteceu, eu só explico, eu falo, não, é tique e tal. Nunca arrumei briga com isso.
Entendi. Fala, Bigoda.
O Pena perguntou: Vinheteiro, existe alguém no nível do Mozart hoje?
Mozart, foi no automático aqui. Não, não, você não sabe. Você leu sem saber quem que é o Mozart.
É o cantor, cantor não, compositor clássico.
Tá tão puto já que olha só o nível, o nível dos cara que trabalha comigo, cara.
Não, e nem vai ter mais, tá? É Mozart, tá?
Toma essa!
Desculpa.
Mozart com o Z em alemão é Tsar. Cara, só tem fezes, só tem música.
Mas por que hoje em dia não pode aparecer um cara assim?
Porque antigamente não existia isso aqui, ó, não existiu o TikTok, não tinha distração, não tinha É, o cara ele tinha tempo para estudar. Hoje, por que que alguém vai tocar piano, né? Por que que alguém vai treinar alguma coisa? Ninguém vai, ninguém vai fazer nada, só tem fez. E no Brasil isso se agrava mais, porque o Brasil é um país de medíocres, né? Você, se você for um medíocre um pouquinho melhor, você já se Caraca, em qualquer área.
Isso é verdade, isso é verdade.
Então, cara, eu tava vendo uma pesquisa, tu faz o que é pago para ser feito, tirando os analfabetos, analfabeto funcional e não sei o quê, sobra 10% da população só. É 10% da população que sabe ler, interpretar um texto e não sei o quê.
Então, olha como que é, por isso que o Podpah tem a audiência que eles têm. É muito apedeuta junto, né? É muito ignorante.
Eu acho que os cara vão te— pelo que eu sei, os cara vão te convidar para ir para lá. Você vai ter coragem de falar essas coisas lá?
Falo, claro.
Por que que eu não falaria? Claro, eles sabem que é verdade. São apedeutas?
Eles nem sabem o que que é apedeuta. Eles são néscios.
Manda um ósculo, manda um ósculo para o pessoal do Podpah. Aí ele sabe, ó, que é o ósculo.
Ele sabe palavras bonitas.
Sabe o que é um plexo? É um abraço.
É isso, eu não sabia. Você tava falando de Mozart.
Mozart.
E o que que você acha sobre artigos que dizem que Mozart tinha síndrome de Tourette. Ah, é?
Tem esse papo?
Porque diziam, é, vê aí, mas é, diziam que ele tinha tiques.
Não, o que o Mozart tinha, ele gostava de fezes. Ah, ele gostava, é documentado.
Mas assim, mas o quê?
O que que ele gostava?
Tanto ele quanto Beethoven adorava falar dos intestinos.
Sério?
Tem até a música lá, Leck mich mein Arsch, do Mozart, que é ele falando, falando grosserias.
Então, nesses que eu li, perdão, Mozart sofre grave, tinha raros distúrbios neurológicos conhecidos como síndrome de Tourette. Ó, que ele provocava reações impulsivos incontroláveis, revela um documentário a ser exibido na rede britânica.
Não, mas isso aí é só para dar clique.
Eu também acho, eu também acho.
Perguntei a opinião dele, mas eu também acho que 1700, os cara botava na forca. Não, aí eu ia ficar sem fogo no cara. 1700 não tinha brincadeira não.
Diziam que eles tinham, ele tinha uma mania de quando ele tava tocando levantar, mostrar a bunda e voltar a tocar. Imagina esses artigos.
Mas ele gostava de fezes. Escreve aí: Mozart gostava de fezes. Ah não, escreve, pode escrever, gostava.
Mas você falou só que a síndrome de Tourette ela foi diagnosticada em 1885, o primeiro caso de 1825, com a Marquise de Dampierre era o nome da mulher. Ela foi estudada por Dili.
Olha lá, dá um zoomzinho.
É o problema que é do Wikipedia aqui, né?
As cartas e múltiplas composições recreativas.
Então eu não sabia, você perguntou se existe alguém semelhante a Mozart hoje. Eu acho que eu, eu Porque eu não sabia disso aí. Ele tem muitas coisas, você é parecido comum, ele, você é parecido então. É, então talvez seja eu a reencarnação do grande Mozart.
Ele é o maior para você dos clássicos, cara?
É o que eu mais gosto, viu?
Vivaldi?
Não, não, Vivaldi é assim, para ouvir mesmo hoje, o Vivaldi é Maravilhoso. Só que o Vivaldi não tocava cravo, né? O Vivaldi é mais cordas, são concertos para cordas. O Mozart, ele fazia de tudo, fazia coral, fazia ópera.
Aquele filme Amadeus lá, você achou bom?
Não, o filme é falso. Não, o filme é maravilhoso, do caralho. O filme Amadeus é maravilhoso, que ele mostra Cabo, você tá da sua mãe.
Desculpa, perdão.
Que o músico, ele é muito invejoso. É, na verdade, acho que todo mundo é muito invejoso. Todo mundo, você contar uma história, artista, sim, na música é muito normal. Na igreja, as pessoas mais invejosas, elas costumam estar dentro das igrejas. É interessante, né?
É estranho, depende do lado que se olha.
O Cariani tem uma opinião sobre isso da igreja ter muito, muita gente invejosa, muita gente invejosa, cara, na igreja, muita.
Meu pastor usa um tênis da Louis Vuitton, todo mundo assistindo o culto olhando, desejando o tênis dele. Me incomodou, fiquei incomodado.
E ele ainda fala os termos em inglês lá, ele não gosta muito.
Nem sei, mano, se ele ainda fala essas porra, nem sei.
Mas os cara não tem, os cara tem inveja até do bíceps do outro na academia.
Não, isso eu acho que não, né?
Isso acontece.
Ah é? Eu achei que os cara meio que se ajudavam.
Não, fala mal, né, cara?
Fala, ah, o cara tá mal, shape dele tá ruim.
É isso? Sim. Aí é sacanagem.
Sim, é uma classe muito desunida. Eu acho que na verdade não existe classe unida.
Vida.
Não tem, não tem.
Tourette, cara, que é uma síndrome, nossa, mas raríssima. Às vezes chega a gente e fala assim, ah, você não deveria criar conteúdo sobre isso. Eles acham que nós temos que ficar igual eles, essas outras pessoas que ficam dentro de casa reprimidas.
Por que que eles falam isso? Qual é a justificativa?
É porque na verdade eu não faço ideia o porquê, sendo que a divulgação ela ajuda na conscientização.
Claro, exato.
Tem mais gente sabendo hoje mesmo.
Eu só conhecia através do Dileira.
Então hoje no Uber eu falei para ele, ó, tem um síndrome de Tourette, eu aviso antes que eu fico gritando. Aí ele falou assim, ah, eu conheço por causa daquele menino do SBT lá. Eu falei, ah, o Dileira, isso, isso. Ninguém fala assim, ah, eu conheci através de um psiquiatra, que é um estudo, um documentário. Exatamente, é sempre sobre meios de divulgação comuns que a gente vê no dia a dia. TikTok, Instagram.
Sabe aonde que eu conheci a Tourette? No Um Gigolô por Acidente 2.
Tem uma mulher, né?
É uma mulher, ele vai para Amsterdã, ele vai passar pimenta numa mulher que tem Tourette.
E é assim, tem os tiques e tal. Eu não vi isso. É, ela fica xingando.
Negócio assim, cara, isso daí é uma que tem um pinto. Ela tem um, acho que é essa.
Vê aí o nome dele.
Aí ele faz muito filme com ela dançando, né?
Ele era famoso até 2005.
Ô meu cu preto!
Desculpa.
Então, mas tem também o filme, cara, tem vários filmes. Mas tem vários filmes que tem personagens com síndrome de Tourette. Na Corrida Maluca lá, que tem o Muntley e tal, tem um personagem, ah, esqueci o nome dele, que ele tem, não é divulgado que ele tem a síndrome, mas ele tem os sintomas, tipo ele tá falando aquele, não, isso é do Pombo lá, dos caras, não é?
Não é Corrida Maluca, é do, é Pegue o Pombo, não é Corrida Maluca? Corrida Maluca é do mesmo estúdio, mas não é deles não.
Ah tá, é esse do Dick Vigarista.
E tem outro que parece o Dick Vigarista também. Como que é isso daí?
É o do Pombo.
Então, mas coisa maluca. Eu vou procurar aqui. Achou aí o nome do cara?
É Rob Schneider.
É Rob Schneider, exatamente.
Então tem filmes de ação que tem pessoas com Tourette, só que assim, eles são coadjuvantes, né?
Sim.
A mais filme que que eles são atores principais. Tem o Toque Toque. Toque Toque é um filme de comédia argentino, se eu não me engano. Muito bom, muito bom.
O filme argentino consegue ser melhor do que o brasileiro. Eu vi outro dia aí um filme brasileiro, um filme argentino, que eu acho que era 4 Filmes, uma coisa assim.
Ouvi, Lela, Esquadrilha Abutre. Como é que o nome do desenho? Pera aí, pera aí. Esquadrilha Butch ou Dick Vigarista em Muttley? Lembra a risada do Muttley?
Esquadrilha Butch.
Bom, o que que tem? Não é o que tinha turete?
É um dos caras falava assim: pegue o pombo.
Mas é o que tem.
Lembra disso? Não lembro.
É que é o que tem o Dick Vigarista.
Mas os dois tem. Corrida Maluca também tem Dick Vigarista.
Ah, entendi, entendi.
Ele tá nos dois desenhos.
Então, mas tem vários.
É o que a gente tava falando aí.
Como é que chama aquele filme argentino que é 4 filmes?
São violentos lá?
Não, é um filme que—
você já deu o cu?
Cala a boca!
Desculpa, eu não me lembro.
Relatos Selvagens.
Será que é isso? Sim, que tem um menino, aí ele atropela alguém, aí o filme é o pai tentando cobrir.
Pô, isso aí tem uma série na, eu acho que é na Amazon, chamada Your Honor, que o ator principal é o cara que fez o Walter White. Esqueci o nome do ator. Bryan Cranston. E ele é um juiz. No primeiro episódio, filho dele mata um moleque atropelado. Aí ele passa a série toda tentando cobrir as pistas. E ele é o juiz argentino.
Mas você falou do Walter White, como é que me recorda? Como é que é o Filho do Walter White, por favor. Daddy, I created a website where people can help you with your treatment.
Igual, igual.
Open the door.
E ele não tá atuando, ele é assim mesmo, né? Ele não é o ator, ele é assim mesmo.
Eu gosto muito quando você faz isso. Olha lá, cuidado que o Léo Lins foi preso por muito mesmo, quase foi preso.
Eu fui com o Léo Lins para China.
Ah é, recentemente?
É.
E para onde que vocês foram?
Putz, 6 cidades lá: Xangai, Hong Kong.
Xangai é um espetáculo, hein? Aquela que dá vergonha de São Paulo.
Não, qual que é aquela que é português? Tá tudo em português lá também.
Macau, nossa, eu não fui.
Não, mas Xangai tem uns prédios lá que à noite tem uma dança de neons, cara, de luzes, é tudo em conjunto assim, cara, coisa absurda.
Cidade inteira lá parece um futuro paralelo.
Xangai você tá no futuro, é demais, cara.
Rua dá para lamber a calçada de tão limpa que ela é. Caraca, é muito bom.
É diferente quando a gente sai do Brasil Brasil e chega, é mais vindo do aeroporto para rodoviária.
Mas eu fui muito país, agora você chega no Oriente assim, é outro mundo.
Mas eu não encontrei, mas não foi lá que eu comi carne de anão, não. Carne de anão foi em Suzhou.
Suzhou não fui, é, tem que ir lá.
Não tinha, eu acho que é muita inspeção sanitária, muita chatice.
Ele fala muito sério, eu começo a acreditar, cara.
Mas ele fica puto se não acreditar.
Não, não é verdade isso?
Lógico que é. Por que que eu vou falar? Por que que eu vou mentir uma besteira dessa?
Tá, eu vou acreditar.
Chega lá no aeroporto, já pede carne anão.
Você vai lá na Milanésia, você vai lá na Milanésia, você vai encontrar carne de seres humanos também para vender. Eles vendem Feira.
Manda, Bigoda.
Tem uma para o Jorlan aqui, é qual mentira sobre musculação é mais comum hoje em dia no meio da galera que treina?
Tá desanimado, Bigoda? Faz a mesma pergunta animada agora. Qual mentira mais animado? Não, mais animado.
Qual mentira sobre musculação é mais comum hoje no meio da galera que treina?
Falar que fisiculturismo é para todo mundo.
Aí, e não é, né?
Não, não é.
O fisiculturismo, não treinar musculação.
É o fisiculturismo, mas tem a ver com a musculação. E falar que é fácil também chegar no resultado, só tomar bomba. Se vende muito isso, né? Ah, é só treinar. Não, não é só treinar, é treinar com disciplina, rigoroso, etc., cumprir dieta e tudo mais, né?
Genética é importante, né?
Importantíssimo. Mas não é o tudo, né? Não é tudo. Tem gente que tem genética e não desenvolve ela.
Você tem um olhar para ver um cara e ver a genética dele se dá ou não para fisiculturismo, ou não, cara?
Até dá, só que ela tem que ser desenvolvida.
Nosso amigo aqui, ó, se ele treinar para valer, aí tem que ver treinando. Então, mas eu acho que na gordura mesmo, não tem que treinar por baixo, né?
Porque tem gente que já nasce com uma estética meio agradável, né? E tem gente que não é parrudo assim, meio inchado, mas é forte. Só que tem que treinar para ver, né? E aí vai desenvolvendo e vai vendo como é que se enquadra. É que hoje tem a questão do, como é que eu posso dizer, a síndrome do Ramon, vamos dizer assim, né?
Que que é essa síndrome?
É o cara que tem uma puta genética, só que não é todo mundo que tem.
Ele já nasce já na frente dos outros, com certeza.
É um em um milhão.
É um, claro, tem que treinar para caramba, mas ele já não tem outro igual.
Sério, eu não conheço.
É igual o Michael Jordan, Ronaldinho Gaúcho. Deus botou para fazer aquilo e acabou.
O Bitello tem muita força, mas assim, visualmente não é a mesma coisa você olhar para o Ramon, por exemplo. Ele é puro diferente. Força, força, força bruta, é força, não é o estético em si, entendeu? Entendi.
O Ramon nasceu com a estética e a musculatura.
Mas você acha que ele treinando muito consegue ficar numa estética?
Consegue, consegue sim, consegue. Só que ele tem que fazer um treinamento específico para isso, para isso. É igual o treinamento de força, só que nem não é porque você vai fazer um treinamento de força que você vai ter a força igual do Bitelo. Eu já acredito que ele também nasceu com essa genética para força, entendeu?
Mas e aqueles campeonatos de braço de ferro que vai um cara magrinho ou uma mulher?
Ali também é outro rolê, é outra técnica, é outra história, entendeu? Então, se botar o Bitelo ali, ele vai perder para um campeão de braço de ferro. De ferro.
Sério? É mais um preparamento aqui?
É, tem toda uma técnica. Eu já conversei com um rapaz assim já que é campeão, ele tava me explicando algumas coisas. Não tem a ver com a força em si, é o jeito, é muita técnica também e tal. Mas tem o treinamento específico para isso, então o cara tem um preparo para aquilo ali.
Passa a vida inteira treinando só isso, né?
É igual o powerlift, o cara que faz levantamento supino, terra, agachamento. Ele treina para aqueles movimentos. O cara que é strongman, que levanta, empurra Boeing, ele treina para aquilo ali. O bodybuilder, ele treina pela estética. Então não se conversam, entendeu? Diferente, tá bom?
Tem mais duas aqui para o Jorlan. A primeira é: qual foi a maior loucura que você já fez para ganhar massa muscular? E conta aquela história que uma vez que você morou com gringo que te treinou?
Nossa, você perguntando assim me dá mó vontade de saber.
E conta aquela história que você treinou.
De água para water, só falou mais alto.
Só loucura para ganhar massa muscular. Não sei se é loucura, mas acho que a disciplina que eu tive durante uma época na minha vida pode ser caracterizado como loucura hoje em dia pela disciplina que eu tive, né, de acordar todo dia no mesmo horário, dormir todo dia no mesmo horário, comer a mesma quantidade sem errar de comida durante um período longo para poder fazer todo esse processo anabólico natural, vamos dizer assim, né, e treinar.
Porque se eu falo isso nos dias de hoje é meio que loucura, porque não tem muito essa questão do hora para comer, hora para treinar, hora para dormir. Hoje em dia é uma coisa mais flexível, mais solta, né? Então isso encaixaria como uma loucura, né, nos dias de hoje, não no passado. Até porque o passado e o presente hoje não se conversam em nenhuma espécie, em nada. No futebol, na musculação, fisiculturismo, música, não faz nenhuma conexão.
Não tem como. Por isso que o que tinha antes não tem hoje nesses aspectos, porque o antes, o que era padrão de excelência, hoje é loucura. Então acho que isso se enquadraria como loucura. E a fase que eu fui para os Estados Unidos, que foi a primeira vez que eu fui, 2013, né? Eu morei um período curto, né, lá na casa do Denis, que foi meu treinador, Denis James, que foi um atleta Mistrolim Open, né, cara, dos mais pesados, etc.
Eu fiquei 2 meses lá me preparando para competir em Ohio no Arnold Classic Amador, e foi a melhor experiência da minha vida, eu acho. Me ensinou muita coisa em disciplina, como é a cabeça do americano, embora ele não seja um americano nativo, né, mas o cara que mora lá, que tem a cultura de lá, a maneira empresarial de gerenciar uma carreira de atleta como fisiculturista. Então aprendi bastante nessa conexão, foi muito importante para mim, né?
Eu gosto daquela história que você contou dele uma vez, do episódio do restaurante japonês.
É, lá eu aprendi muito sobre disciplina também, né? Que era uma coisa que eu já tinha levado aqui do Brasil, porque embora seja periferia, vamos dizer assim, lá, bom sucesso lá no Rio de Janeiro, quem sabe, tá ligado o que eu tô dizendo? Mas eu aprendi muito com o Lu lá sobre essas questões. E quando eu fui para casa dele, só reforçou tudo isso, que era uma coisa que eu era taxado como louco, né, aqui no Brasil, de ter essa disciplina, esse rigor com a musculação em busca do fisiculturismo.
E lá eu vi que era padrão, lá eu vi que era uma coisa comum. Não, você tá fazendo nada de excepcional. Assim como o Kaique, quando veio para o Brasil, foi tratado como excepcional. E lá nos Estados Unidos era só mais um, fazendo o que tem que fazer, né? E aí esse episódio do restaurante japonês foi engraçado, que já tava de dieta há muito tempo, tava treinando, aquela coisa. E aí ele falou, vamos embora, depois do treino, né? Acabou o treino.
Ah, vamos lá, vamos embora, vou passar no Restaurante japonês. Eu falei, porra, salvou, né? Caralho, tô passando uma fome desgraçada aqui. Aí entramos no restaurante, ele foi pedir uma barca, não é? Negócio enorme assim. Aí ele olhou assim para mulher e falou, traz uma água para ele. Aí ele botou a água, a mulher botou a água, ele foi, botou um Trident, né? Tipo, mastiga isso aí com eu como, que a gente já vai para casa. Falei, filha da puta, porra!
É, até a esposa dele tava, falou, nossa, coitado do Jolan. Ele falou, não, ele vai competir, eu não. Então, tipo, não tem por que eu ter pena dele se ele tá fazendo algo que ele escolheu para vida dele, assim como eu escolhi lá atrás e eu passei por isso. Então, normal isso, ele vai passar por isso várias vezes na vida dele, caso ele queira fazer isso para sempre.
Floripa, né? Por que que você não podia comer a comida?
Porque não tava na minha dieta aquilo ali, e eu tinha que comer a comida da dieta. Então não tinha como eu sair, né, naquele momento que eu tava prestes a competir. Então tava em preparação.
A sua alimentação é 100% regrada?
Na época era, hoje em dia não.
Hoje em dia tá mais—
é, hoje eu tenho alguns problemas, tanto que eu tô aqui, né, meio que dando uma soluçada por causa do Tenho refluxo, hérnia de hiato, esofagite e gastrite. Caramba, desenvolvi tudo isso ao longo do tempo. Mas eu fiquei assim depois que eu operei a hérnia umbilical. Saí da cirurgia soluçando, falei, caralho, meu irmão, já tô assim tem bastante tempo. Aí esse ano acho que eu opero, aí fica tudo bem para melhorar isso. Isso me tirou do esporte também porque eu não consigo fazer esse tanto de Refeições por dia, tem que comer pouco.
Tanto que eu vim para cá, tô em jejum até agora, não comi nada hoje, só tomei o remédio do estômago para poder estar fazendo jejum intermitente e não ficar muito com refluxo e soluçando bastante.
Tá fazendo jejum intermitente ou só quando tem um programa assim?
Então não precisa falar mais, tô comendo, tô tentando comer mais, tipo como de 2 às vezes 4 vezes ao dia, mas aí intercalando shake, refeição líquida e refeição sólida. Sólida, né? Por isso que respondendo até aquela hora aquela pergunta, não consigo comer variações, muita coisa, muita gordura, muito, sabe? Claro que às vezes comer uma pizza ali, um hambúrguer, mas não pode ser o lixo do lixo, tá ligado?
Não pode ser assim milkshake para caramba, não, não, não, senão já era, pô.
Mês que vem faço 4x4, né?
Então já bater pizza no liquidificador, já era, entendeu?
Por isso que eu falo, a única coisa que eu mantenho e que eu aconselho as pessoas é treinar, cara. Você não precisa mudar a tua vida, mas se você já treina, pô, já adiantou um processo longo, porque você vai metabolizar tudo aquilo que você come, aquela besteirinha, aquela balinha e tal. Então tu foi lá, fez o cardio, treinou legal. Depois não vou falar, ah, pode comer o que você quiser, mas pô, seja livre. Se você não quer competir, não quer, não tá visando uma estética absurda, mas só treina.
Até porque ele vai te dar longevidade. A gente vai viver uma fase na vida hoje que a gente não tem que chegar aos 50 igual era há 50 anos atrás e sofrer para ir ao banheiro, né, para sentar no vaso e levantar, né.
Então, mas me desculpa interromper, eu tô com 55, eu não, então eu tenho medo.
Todo mundo fica falando, ah, treina, treina, treina, senão você vai, você vai na velhice, você não vai ter força nas pernas.
E se for mentira?
Como assim mentira?
Pode ser mentira. Lembra do ovo? Todo mundo fala ovo dá colesterol, não come ovo.
Mas é diferente, cara.
De repente, ah não, agora você tem que comer ovo.
Ah, cara, mas vou te falar o que eu acho. Acho que isso tudo aí tem uma criação meio política por trás dessas crenças e vendas de leite, óleo. Tem muito disso, entendeu? Eu acredito muito nisso, sabe?
E outra coisa, daqui uns anos aí, daqui 3, 5 anos, a inteligência artificial vai criar uma coisa que eu não preciso treinar, não preciso fazer ginástica. Eu acho que não, entendeu?
Acho que não.
Um remédio, um tipo um Monjaro, não, que eu tomo e não preciso treinar.
Eu acredito muito que, como já tem hoje, né, as canetinhas que a galera tá usando bastante, que vem para melhorar uma questão do emagrecimento. Agora, modelar o físico, criar massa muscular, gerar saúde, gerar saúde, etc., estética, você necessita de um estímulo, de uma atividade. Acho que não vai ter nada que você vai tomar e vá modelando o teu físico, crescendo, emagrecendo, secando, e você em casa. Mas eu acho que isso nunca vai existir.
Muito chato fazer esteira, é muito chato.
Então, mas é que aí, calma, o que que te fez apreciar ali o treino com o Igor?
Visualização, audiência. É uma coisa que não traz.
Então trabalha isso a seu favor, pô. 3 vezes na semana vamos juntar, fazer uma collab, treinar. Você ganha de um lado e do outro.
Ele tá sempre nos Estados Unidos, tá sempre fazendo show em Santa Catarina, champonhinhas douradas. Nunca quer. E por exemplo, quando você vai treinar com alguém, você treina igual aconteceu, uma vez por ano você consegue com o cara. Depois ele começa a marcar, não vai.
Não, mas aí dá para, entendeu, tentar conciliar, de repente fazer com outras pessoas também que você tem uma certa amizade ou parceria, não sei.
É usar isso a seu favor. Eu falei com ele para a gente fazer mais vezes. No vídeo que a gente gravou, eu falei, se esse vídeo bater 200 mil views, a gente faz um projeto de um mês de treino com você. Fechou, ele topou, bateu 200 mil views.
Então deu 200, deu, pô.
Então bora fazer, vai ter que fazer, mano.
Então eu treino contigo, cara.
Aproveita que você já tá emagrecendo, mano.
Eu treino contigo, tô treinando todo dia aqui.
Aqui é tranquilo, ó, tá bonita academia. Então não tem completa, aparelho da Kikos. É da Kikos?
Não, não é.
Aparelho da Kikos é fezes puríssima.
Kikos, patrocina a gente.
Gente, vocês colocaram um engenheiro daí em Bimorumbi para projetar os aparelhos aí? Pô, feito de Lego, vai ter que fazer o projeto.
Aí sim, legal isso aí, viu?
Ficou maneiro o vídeo, vou ver.
Mas o Igor fica querendo me colocar muito peso nas coisas, eu tô velho.
Não, vai devagar, devagar, vai no seu tempo.
Botei para fazer desenvolvimento treinamento com 2,5 de cada lado.
Nossa, tá pesado isso aí, é muito.
Não, aí pode pegar um saco de arroz.
Melhora também no sexo, na hora com a patroa lá vai melhorar, cara, tua performance.
Vai dar um grau.
É, claro, tem certeza. Você acha que não faz diferença? Senão você vai ficar só embaixo esperando, quietão lá.
Tem que fazer uma tinta, com a moreia pro alto, com a moreia, com a moreia Mais ou menos, uma moreia rija.
Já usou, já usou aditivo? Já uns azulzinho?
Nunca.
Tadala?
Nunca tomei essa porra.
Não mente pra gente. A moreia nunca ficou, não deu um grau na moreia?
Na maromba?
Uma vez, isso há 20 anos atrás, nem tinha. Um moleque falou assim, ó, toma um. A gente ia pra balada, falou, toma meio Cialis que você vai ficar com a biluga rija e vai ficar com xaveco melhor. Aí eu tomei, mas não adiantou nada. A biluga não ficou nem rija, ficou Cialis.
É tipo o Tadalafil da época?
É a marca, é a marca do Tadalafil.
Eu acho que era o, como é que chamava, Viagra e Cialis, um Viagra semelhante. Eu não lembro se era mais barato.
Não é outra linha, é um genérico, né? Sei lá.
Não, genérico é o Tadala, o nome é Cialis, e Viagra é nome, é marca, é marca, são duas marcas. É o nome, não é o nome da, do princípio ativo da parada. Do Viagra não sei qual que é o princípio ativo, Tadala é do Cialis. Eu sei isso daí porque eu pesquiso muito, né? Eu vou na farmácia, a mulher fala, hoje tá treinar isso aí. É, tem gente que toma Cialis para treinar aquele dia, né?
Mas não treina de—
ah, cara, eu não sei como é que fica para as veias ficarem mais dilatadas.
Fala que ajuda a circulação, mas não é ruim ficar com a biluga rígida muito tempo?
O Bigoda tem que todo dia de tadalha, cara, toma uma tadalha e vem. Você vê essa mesa levantando aí, batendo embaixo, né? Batendo embaixo. Nessa idade não precisa, né? É ele e Ana Júlia. Ana Júlia é namorada dele. Coitada da Ana Júlia, cara, com essa empolgação que ele tem. Você vê, vamos fazer amorzinho hoje. Quantos anos?
Eu fiz 21 agora em maio.
Olha só, menino, qualquer coisa, né? Encostou na grade, já era. Chega uma idade que você tem que aproveitar cada ereção, cara, você não desperdiça.
21.
Jovem, disciplinado, trabalhando.
Você vê bigode raro, né?
Quem tem 21 anos não consegue fazer nada.
É a mesma aura, você vê, tá só farmando aura aí.
Você farma aura?
Não, não farma.
O que que é farma aura? Que eu não sei explicar.
Alguém consegue explicar?
É fezes, cara. É fezes puríssima.
Não, eu vejo os vídeos, mas eu não entendi. Nossa, Nossa, cara, então, mas o que quer dizer isso?
Cara, nada. Aí tu imagina que o Brasil teve a capacidade de fazer campeonato disso e farmar álcool e dar dinheiro.
Agora você, mas quem ganha, quem faz o quê? Então os cara ficou na praça um de frente pro outro, como é que o filho do Lula em Uruguai farmaria álcool?
Você vai ganhar fácil, ele ganha fácil.
É, eu ganho fácil, ganhei mesmo.
Não, mas como é que eu sei quem ganhou ou não?
Então, tô tentando entender até hoje.
Você sente a aura, eles assim, ó, tipo Super Saiyajin, já viu?
É, fazer, ó, como chama?
Fazer, é, Super Saiyajin forma aquela aura em volta dele.
Aqui eu imagino campeonato, né?
Isso é um campeonato internacional.
É, isso é lá fora.
Tem até uniforme, tem até uniforme farmando aura.
Não, esse japonesinho aí sabe o que ele tá fazendo.
Minha mãe era duas chineladas, parava aura já, quebrava minha aura com duas chineladas já.
É desse jeito mesmo.
É nacional, é o creme do milho.
Eu tô fazendo mais rápido, mano.
Manda, manda aí.
O próximo é do Caio, tá farmando aura aqui, tá farmando aura.
Deixa, e se eu fizer também?
Ah não, aí é sacanagem.
Vai por baixo da mesa agora, velho. A ele, manda, manda aí.
O Caio falou assim, é, o Igor já tem pensou em fazer dublagem e pede para ele imitar personagens famosos do cinema?
Pô, cara, eu faço algumas redublagens no Instagram às vezes. Ontem mesmo eu postei um vídeo lá do Trump na final da Copa lá querendo aparecer, e os cara pedindo para ele sair.
Ele lá fazendo a dancinha dele, farmando aura.
E dublagem, cara?
Dublagem eu faço às vezes tipo para divulgar um produto, às vezes eu fazer uma, alguma publicidade da Max dos Titãs lá no meu Instagram. Eu pego uma cena do Toy Story, bota a galera lá, aí o Jorlão personagem, o Verdun é outro, e eu vou fazendo, tá ligado? Mas eu gosto de dublagem, acho legal para caralho.
E o outro, e o que que era mais?
Eu não acho muito legal não, eu não acho dublagem muito legal, gosto das vozes originais.
E ele pediu para imitar personagem pupurris famosos do cinema, sabe?
Agora, porra, não tô lembrado de nenhum famoso do cinema.
Stallone, mas faz um, faz um pupurri aí das suas imitações aí, vai, vai.
Pô, deixa eu tentar lembrar algum do cinema, mano.
Faz o Cortella com Toretto.
Uau, burro! Não, ele falando alguma coisa e vai.
Ai, meu cuzinho preto!
Agora quero outro com Tourette, vai, outra imitação com Tourette. O Murilo Couto, Murilo Couto com Tourette.
Faz a escalada com Tourette, cruzado de perna.
O que que eu posso falar, mano?
Bus, bus, uma música.
Fala aquela de quem, quem vai saber se é gay, quem dá com não sei quantas vezes.
Não, tem que ser ele cantando aquela música, Roubaram Meu Pau.
Não, roubaram o meu pau, capado, canalha! Com Tourette, com Tourette agora.
Não, roubaram o meu pau, destroça! Açúcar, estrago.
Cadê meu pau?
Cadê meu pau?
Cadê meu pau?
Cadê meu pau? Cadê meu pau?
6, 7.
Muito bom, muito bom.
Farmando aura.
É, o Diogo falou assim: dá para chamar trap funk de música ou é fezes?
É para mim essa pergunta?
Óbvio, né, cara?
É só para ele.
Sacane, que que o sacanear é?
Bosta mesmo, né, cara? Tem nota, não tem nota musical. Então não é trap, não tem nota, não tem harmonia, só tem um pouco de ritmo. Então não, não é música. Música tem que ter ritmo, melodia e harmonia. E funk tem um pouquinho de ritmo Também não tem melodia nem o vinteiro.
Qual a diferença de melodia e harmonia?
É, não sei.
Melodia é a parte de cima, as notas mudam.
Quando você canta rola uma, isso é o quê? Quando eu tô cantarolando assim, a música é mais ou menos assim, isso é o quê? É melodia ou harmonia?
Cantar, se só tem uma voz, é uma voz só só é a melodia. Se tiver uma nota só, por exemplo, é uma nota só.
Isso é o quê? Melodia?
Melodia. O acompanhamento, aí é a melodia, a harmonia. São as, é a cama, a cama da música.
O meu cu de mendigo? Cala a boca!
Obviamente existem.
O meu cu de mendigo, eu sei lá de onde que veio isso também, faz um tempão.
Gostei da sua pergunta, me lembrei do mendigo comendo lá.
É uma mão na direção, outra no carinho.
Não, ele não foi divulgado, né?
É, talvez Talvez tenha um comido sim, meu. Que tem de mendigo transformista agora, né? Você vai lá no centro da cidade, os mendigos é tudo, tudo meio trava. Engraçado, antigamente o mendigo era só homem, né? Homem mendigo. Aí de vez em quando você viu uma mulher mendiga E agora você vê todas as classes, mendigos transformistas, tá cheio, lotado. É muito interessante. Eu acho que é da Cracolândia, que eles vão indo lá.
No Paraná não tem tanto não, no Paraná não tem, né? Maringá pelo menos não tem tanto não.
A prefeitura cuida, cuida bem aqui, que tem Cracolândia, que Que a turma gosta.
Ai, meu, cobrei tudo! Desculpa, perdão. Ai, me perdoa!
Desculpa.
Imagina fazer pastor direto.
Uau!
O Gustavo falou o seguinte: é, como vai ficar a carreira de um músico clássico agora com a IA? Acabou de vez?
Carreira de música nunca existiu, né? Nunca existiu. O Mozart ganhava dinheiro porque o pai dele enfiou ele na corte lá. Ela era amigo do rei. Para quem é amigo do rei, né, que nem a MPB toda brasileira é amigo do rei, não mudou muito não, é a mesma coisa, são amigos do rei, então eles fazem sucesso.
O Mozart era de onde, o rei? Da onde?
Da Áustria. Ele era da Áustria, mas tocou em todos os, fazia turnê lá na Europa inteira. Mas é, não era brincadeira não.
Eita, fala.
E o Marcelo falou o seguinte, é quem de vocês, quem Marcelo é, o Marcelo, tá, do Telegram aqui, é quem de vocês sobreviveria menos tempo no apocalipse?
Apocalipse? Eu, né, parar para ficar aqui, ó, os zumbis chegando.
Aí eu queria ver esse filme, queria ver. Não, o dia inteiro também não dura muito. É, você fugir do zumbi.
Eu sou o que mais corre dos três aqui. É o que mais corre dos três.
O zumbi vem para você lentão, só que aí ele não para.
E vai, meu, eu já fui na Cracolândia várias vezes e não aconteceu nada. Então eu tô bem preparado.
Vai lá no centro de São Paulo, na Avenida dos Estados, ainda tá assim, será?
Tem de zumbi lá, cheio de zumbi.
Só que eles não te mordem, né?
Morde, aí chega um carro, pega no meu espelhinho, se esfrega, bota saquinho com bala no meu No meu, entrou no meu espelho. Pô, esse zumbi tem que parar de encher o saco.
Aqui foi, Igor. Vamos fazer umas imitações aí, uma sequência aí. O pessoal não sabe tudo que você imita. Eu queria que o pessoal tivesse uma noção, pelo menos um pouquinho de cada um, se você conseguir lembrar aí, cara. É muita gente que você faz bem.
Pô, tô fazendo Samuel agora, faço o Vinheteiro faço o Jorlan, faço o Lito. Pô, Lito tá doente, né, mano?
É, cara, com câncer na próstata. O Lito você faz?
Faço.
Como que é, gente?
Olha só, caiu hoje de manhã na Índia um Airbus A320 deixando 6 mil pessoas mortas carbonizadas. Já pensou se o piloto tivesse usando uma tech t-shirt da Insider que você compra no site?
É sempre uma desgraça em uma publi.
E o Sacane fazer o lançamento de foguete?
Ah, foguete tá difícil lançar, né, cara? Tô sem dinheiro, né? O Igor não me paga, né? Tá complicado isso aí, né, cara? Complicado isso aí, Igor.
Paga, hein?
Tô esperando o Pix.
Monark você não sabe ainda, não é?
Porra, não sei, mano.
Mas ele dá para pegar.
Ontem eu fiquei em casa repetindo ininterruptamente um diálogo do Monark com Skylab que teve uma vez. Eu lembro, no início do Flow, que o Monark fala assim, eu não sei imitar a voz dele, ele falou assim, ah, eu queria que isso aqui fosse igual uma conversa de bar.
A gente montou isso para ser tipo um bar, mas não é uma conversa de bar.
Tem gente que não é, porra.
Você tem responsabilidade, cara, você é jornalista.
Quando o cara que tem a razão é o Skylab, algumas Algumas coisas precisa ser revista, né?
A voz da razão, né, cara?
Quem mais?
Não é um bar.
Quem mais? Deve ter gente que tá imitando, que eu nem sei já.
Quem mais?
Caralho, deixa eu pensar.
Sacane, o Lito, o Maurício, Murilo Couto. Murilo Couto e Maurício já fez. Murilo Couto.
Queria dizer que é um prazer estar aqui com esses dois retardados aqui nessa mesa.
Jorlan também, cara, é foda.
Você é amigo do Flávio agora, Bolsonaro? Cara, você fez uma música para ele?
Sou amigo do Flávio, é. Gravei um vídeo com ele no Flow imitando o Trump e o pai dele. Caralho, foi muito engraçado, mano, fazer esse vídeo lá com o Flávio. Caralho, perdi muito seguidor, mas ganhei muito seguidor também.
Perdeu mais?
Veio um monte de coroa com arminha assim, né?
Os cara não entende, né, cara?
Óculos escuro.
Eu falei, Flávio, Queria fazer um vídeo contigo, mano, imitando o Trump e o teu pai. Pode ser? Ele, pode, vamos fazer. Mas tu vai fazer o Trump em inglês? Falei, óbvio, né, cara?
É português.
Aí não, vamos fazer então. Aí a gente fez, caralho, ficou muito engraçado, mano. Tem, tá lá no meu Instagram.
É, coloca aí o trechinho depois. Que mais, pessoal da Maromba? Pessoal já sabe ou tem gente nova da Maromba?
Da Maromba acho que não, mano. Os mais conhecidos acho que eu já faço quase todos.
Faz um pouquinho de cada um então. O cara que veio aqui que você foi co-host, filho do Roni.
Roni, ele adora, ele adora, ele adora isso.
O Roni, você faz aquele dia do Roni, foi maneiro, né? Foi bom para caramba, ele tava muito a fim de falar, né, cara?
Foi maneiro. It was such a big pleasure to be here with my boy Igor Vilela at the Intelligence Unlimited Podcast.
Ele é muito bom, cara.
Bom para caramba. Você canta bem, cara?
Eu imito cantores.
E aí tem que—
mas quem que você imita de cantor?
Skyler.
Desculpa, me perdoa.
Mas cantor eu não vi. Eu tinha banda cover de headshot, né?
É mesmo?
No meu show imito o Ed Vedder também.
Como que é o refrão do Californication?
Olha lá, onde que é isso?
Foi lá no Flow semana passada.
Ah, você apareceu lá?
É, o Flávio tava saindo, depois eu ia com Sardinha, tá ligado? Tá com som para o pessoal?
Tá com áudio?
Aí ele, pai, você vai botar a faixa em mim ano que vem? Eu falei, eu boto aí que você quiser.
E você ia fazer o refrão?
O que que ele pediu, cara? Na época que eu tinha banda, eu tinha cantado música do Pearl Jam, cantava música do Audioslave. Sou muito fã do Chris Cornell, né?
Ontem seria aniversário dele, inclusive.
Faço—
ele se matou? O que foi, cara?
Se matou em 2018 depois de um show em Detroit. Chris Cornell, Chris Cornell, Audioslave, vocalista do Audioslave, do Soundgarden. Gordon do Temple of the Dog.
Cantava para caramba, maior vocalista de rock da história.
E aí ele fez esse show lá em 2018, depois dizem que ele bateu boca com a mulher no telefone. Depois o segurança ouviu do quarto do hotel assim, ele, porra, discutindo. Ele tomava remédios antidepressivos, ansiedade, os caralho. E do nada ficou mó silêncio no quarto. Aí o segurança ficou batendo na porta, ninguém abria. Ele arrombou a porta, ele tava enforcado no banheiro com cinto.
Caramba, cara, mó merda.
E a filha dele canta para caralho, mano. A Toni canta para caralho. Eu gosto muito disso, muito fã do Chris. Tem um cemitério em Hollywood, tem o túmulo dele, dá para visitar lá.
Você faz a voz dele, cara?
Eu fazia algumas músicas, tipo essa aqui, I Am the Highway, que é a minha favorita. Eu cantava direto no show, gosto para caralho. Eu postei um vídeo cantando essa música, a mulher dele viu, a Vicki, em 2020. Eu tava na época da pandemia. Aí eu gravei um vídeo tocando bateria e cantando essa música. Ela viu, comentou, me mandou direct e passou a me seguir. Caraca, porra, eu nem dormi, mano, aquela noite.
Caralho, vou dar em cima dela, mano, só para começar, pegar a ex do Chris Cornell.
Eu voltei, caralho, foi maneiro.
Mas vai cantar para nós?
É, o que que você quer que eu cante?
Ah, eu sei que você falou essa aqui, ó, I Am the Highway.
Caralho, tem mó tempo que eu não canto. Deixa eu beber um gole d'água.
Vai lá, faz uma melodia aí. De qual?
Toma no cu, nem sei qual é.
É, não vai saber.
Esse SUV aí de lá, Red Hot, eu conheço umas.
É a Red Hot também.
Vou fazer o início de Under the Bridge, que ontem atingiu mais de 2 bilhões no Spotify. Tá, vai tomar no cu então.
Tira ele daqui da mesa, não fala comigo hoje não que eu tô sem voz.
— Anúncios inseridos dinamicamente —
Essa música ou sertanejo?
Não, não, tá, tá bem, tá bem feita a voz. Não, o timbre tá praticamente— faz a California, que só o— só isso aí, pô. É difícil cantar ela sem banda, mano, que é muito gritado o refrão. Só isso, só essa palavra, não sei o quê, Californication.
É difícil porque é muito gritado. É maneiro com a banda.
Você consegue cantar com o Tourette?
Não dá para cantar, sai às vezes, sai, depende se você tiver empolgado.
Não tem tiques empolgado tipo ele? É empolgação do Bigoda mesmo.
Só quando eu tô dormindo que eu fico assim.
Bigoda tá na cama ainda, nem acordou.
Mas ele é jovem, os jovens são assim, tem mais sono.
É, né?
Ele é da geração Z, eles são apáticos.
Eu assisti 3 horas de TikTok, tô cansado agora.
É, 3 horas no TikTok passando aquilo lá, dói o dedo.
Não é assim, eles assistem assim, ó.
É, senhores, cada um aí dá o recado, fala o que tem que falar. Obrigado demais aí.
Começa aí, Samara.
Vai lá.
Primeiramente, muito obrigado pelo convite. Cara, é foda. Uau! Muito obrigado pelo convite, a galera.
Sempre quis vir aqui, cara simpático, cara gente boa.
Cala a boca!
Tá bom, cala a boca.
Vou xingar então, né?
Não, muito obrigado, sempre quis vir. Isso aí eu deixei claro desde quando eu comecei a gravar conteúdo. Ah, eu quero ir no Inteligência, fico muito contente. E me sigam nas redes sociais, @reportertoretti, Instagram, TikTok, YouTube.
E é isso, obrigado, Igor.
Biscate!
Desculpa.
Uau! Ai, vou gozar!
Ai, meu cozinho!
Uau, gente, obrigado vocês terem assistido esse episódio aqui, foi um prazer mais uma vez. Obrigado!
Demais.
Prazer tá aqui com o Jorlan, que é um cara que eu gosto para caralho, vinheteiro também, mais ou menos. Obrigado, Samuel, prazer estar contigo, viu, mano? Obrigado, muito obrigado, foi muito bom estar aqui com você. Obrigado vocês que assistiram, a galera que trabalha aqui.
Por que que não existe flor preta? Vamos lá, aquela câmera lá, rapaz.
Hoje foi o rolê aleatório total, hein? Total com a Aldeia. Pô, agradecer aí todos vocês, agradecer mais uma vez Tá aqui a segunda vez, né, que eu venho. Segunda vez conhecer aí o Vieteiro também, conhecer a galera toda. Igor, como sempre, Lela, tamo junto, tamo junto, e espero voltar aí como sempre.
Valeu, Vieteiro! Palavras de sabedoria.
Queria agradecer a presença de todos vocês e vocês têm que conhecer aí o Instagram do Príncipe da Burguesia.
Acontece que você faz lá naquele Instagram?
Eu só, eu falo, falo sobre verdade, sobre tudo, fala em português, que o arroba vieteiro deixei só para música.
Falou ultimamente, por exemplo, o que que tem lá?
Eu falo as doenças de rico e de pobre, eu falo, eu vejo, eu vejo.
Por exemplo, quais são as doenças de rico e de pobre?
Leishmaniose, doença de pobre. Hanseníase, doença de pobre. Paralisia do sono, Essa é uma doença de rico, né? Agora, se for, você foi mordido por um tsetse, aí é de pobre. Outra doença de rico, doença de rico, TDAH. Só rico tem.
Pobre não tem nem tempo para isso.
Depressão é doença de rico. Eu nunca vi um pobre deprimido. Pobre, ele tem que trabalhar. Não adianta, não adianta, ele vai ter que trabalhar. Tempo para pensar, né? É, não dá. Mas é esse tipo de coisa, @prinspedaburguesia. E no YouTube, no YouTube também, Príncipe da Burguesia. Nossa, o YouTube ele não gosta dos vídeos que eu faço, ele odeia esse tipo de vídeo, entrega. Mas o Instagram gosta, o Instagram adora. Mas segue lá, pode seguir também o Vinheteiro no TikTok aí, tá crescendo. E é isso aí.
Eu esqueci de falar as redes, pode falar?
Claro, claro.
Esqueci, vou ouvindo a galera falar, eu esqueci. Segue lá no @jorlanoficial, Vieira Oficial no Instagram. É porque é muita rede agora, viu? Tem TikTok também, que é @vieiraoficial. Na Twitch também tô lá, Jorlan Vieira Oficial YouTube, Jorlan Vieira. Valeu, galera, obrigado aí, tamo junto.
Valeu, me segue também, @vilela, tem que chegar a 1 milhão logo lá. E você, ô bigoda, manda um recado para Ana Júlia e para o pessoal aí.
Ana Júlia, obrigado por ter me aceitado aí.
Que é uma das melhores músicas que o Vinheteiro gosta, é Ana Júlia dos Los Hermanos.
Música de fezes puríssima. Tudo que o Los Hermanos não salva uma, ele fez fezes. Tudo, tudo. E não é brincadeira, vocês tudo concorda, mas tem medo de sangue oculto, de concordar, dele ficar bravo.
Manda aí, bigoda, cara.
Agradecer a todos que chegaram até o final, né? Se você não deixou o teu like lá no início, agora se inscreve e se torna membro do canal, tá certo?
Fechou.
Que que o pessoal escreve nos comentários? Cuidado com as palavras que foram ditas aqui. Que o pessoal escreve nos comentários para provar que chegou até o final dessa live, cara?
Escreve aí. Moreia Roxa.
Moreia Roxa, a grande referência aí. Moreia Roxa.
Não é Moreia, Moreia. Moreia com acento agudo.
Como que é o pianista clássico que você falou o nome?
Mozart.
Não, Mozart. Arnold Schwarzenegger.
Schwarzenegger. É isso aí, ó, é assim mesmo, fala.
Segundo ele, sim.
É, nossa, Schwarzenegger.
Não, Schwarzenegger, você tá imitando os cara da Globo lá quando falava Schumacher. Queria falar em inglês um nome. O Schumacher, Schumacher, Schumacher, Schumacher.
Isso, Schumacher. Aftershave.
Ele tá inventando.
Fiquem com Deus, beijo no cotovelo, tchau, que bom que vocês vieram, valeu. Moreia roxa, né? Moreia roxa nos comentários.
Fomos!
As opiniões e declarações feitas pelos entrevistados do Inteligência Limitada são de exclusiva responsabilidade deles e não refletem necessariamente a posição do apresentador, da produção ou do canal.
O conteúdo aqui exibido tem caráter informativo e opinativo.
Não sendo vinculado a qualquer compromisso com a veracidade ou exatidão das falas dos participantes. Caso você se sinta ofendido ou tenha qualquer questionamento sobre as declarações feitas neste vídeo, por favor entre em contato conosco para esclarecimentos. Estamos abertos a avaliar e, se necessário, editar o conteúdo para garantir a precisão e o respeito a todos.